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terça-feira, 8 de Julho de 2014

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Chegou ao fim (finalmente!) a temporada 2013/2014. Foi mais um ano de muito dinheiro gasto, muitos quilómetros percorridos, muito tempo despendido, muitas horas em falta para com família e amigos, muita coisa que ficou para trás para estarmos ao lado do FC Porto em todos os momentos. A opção é nossa e também não sabemos viver de outra forma.

Das 48 horas que temos ao fim-de-semana (mais os jogos à semana!) e onde a maioria aproveita para recarregar baterias para a semana seguinte de trabalho, andamos nós de um lado para o outro a apoiar as nossas equipas. E assim continuará. De Agosto até Maio.

No que ao futebol diz respeito foram disputados 53 jogos oficiais. Em todos eles, com mais ou menos apoiantes nas bancadas, os jogadores não estavam sozinhos. Esta temporada superei os meus próprios registos com 28 presenças em 30 jogos do campeonato e com 46 em 53, no total. Nos que não estive “in loco”, lá estava a nossa malta representada, das ilhas à Europa, com uma enorme vontade de cantar pelo Clube!

Desde a pré-época com presença na Emirates Cup, à Supertaça, às deslocações mais próximas para o campeonato como também aquelas mais desgastantes como Estoril, Setúbal ou Olhão. A presença nos Barreiros e na Choupana, a presença nos jogos da taça de Portugal e da taça da Liga, mesmo aqueles em que praticamente não vai ninguém. Na Europa andámos representados em Viena e em São Petersburgo. Pessoalmente estive em Madrid, em Nápoles, em Barcelona e na Corunha (nos últimos dois casos para apoiar o hóquei em patins).

Na altura disse-o aqui e relembro: tivemos UM portista que se deslocou sozinho à Polónia para apoiar o andebol!!! Em território nacional, no apoio às modalidades, também andámos de Norte a Sul atrás do FC Porto. Inclusivé à semana, até em jogos aparentemente sem nenhuma dificuldade. Marcámos presença também em jogos da formação. Quem corre por gosto...

Como destaque dos ultras do FC Porto realço o jogo em Braga em termos de poder vocal e o jogo em Olhão, com uma forte presença tendo em conta que fizemos 1200 quilómetros já com o terceiro lugar consumado. Haveria muitos mais jogos para mencionar, apenas mencionei aqueles que me marcaram mais.

Na Europa, as centenas e centenas que estavam em Sevilha, a dezena que estava em Barcelona e o verdadeiro que foi a Plock. Mas no “top” está claramente a mítica deslocação ao San Paolo, por tudo aquilo que representou para mim!!

Despeço-me com um vídeo do dia 20 de Março de 2014, inesquecível a viagem (Porto – Paris – Nápoles – Roma – Porto).


Até prá semana, com a antevisão 2014/2015!

Um abraço ultra.

Continuar a ler “RESCALDO ULTRA 2013/2014”...
terça-feira, 27 de Maio de 2014

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Bayern Munique 1-2 FC Porto
27 de Maio de 1987
Taça dos Clubes Campeões Europeus 1987, final
Estádio do Prater (agora Ernst Happel), em Viena (Áustria)

árbitro: Alexis Ponnet (Bélgica).

Bayern Munique: Pfaff, Eder, Nachtweih, Pfluegler, Winklhofer, Flick (Lunde 81m) Matthaeus, Brehme, Koegl, Hoeness e Rummenigge.
Suplentes não-utilizados: Aumann, Willmer, Bayerschmidt e Kutschera.
Treinador: Udo Lattek.

FC Porto: Mlynarczyk, João Pinto, Eduardo Luís, Celso, Inácio (Frasco 65m), Jaime Magalhães, André, Sousa, Quim (Juary 45m), Futre e Madjer.
Suplentes não-utilizados: Zé Beto, Festas e Casagrande.
Treinador: Artur Jorge.

Marcadores: Koegl (24m), Madjer (77m) e Juary (79m).

O Bayern de Munique era um colosso do futebol europeu. O FC Porto tinha-se mostrado, anos antes, numa outra final europeia (Taça das Taças) num jogo em que a também poderosa Juventus teve de porfiar para vencer.

Até ao momento em que se começou a desenhar a brilhante segunda parte protagonizada pelo conjunto portista, quase ninguém ousava apostar na vitória do grande FC Porto.

Com Paulo Futre endiabrado, o argelino Rabah Madjer empatou a contenda com um sublime toque de calcanhar, quando estavam decorridos 77 minutos. Apenas dois minutos volvidos, coube ao avançado brasileiro Juary (entretanto lançado na partida) desviar a bola para o fundo das redes, após um cruzamento do lado esquerdo do próprio Madjer.

O FC Porto, pela primeira vez na sua história, era Campeão Europeu!

Continuar a ler “A MENINA DANÇA A VALSA?.”...
segunda-feira, 26 de Maio de 2014

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Mónaco 0-3 FC Porto
Liga dos Campeões 2004, final
26 de Maio de 2004
Estádio Arena Aufschalke, em Gelsenkirchen (Alemanha)

árbitro: Kim Milton Nielsen (Dinamarca)

Mónaco: Flavio Roma, Hugo Ibarra, Julien Rodriguez, Gaël Givet (Sébastien Squillaci, 72m), Patrice Evra, Edouard Cissé (Shabani Nonda 64m), Lucas Bernardi, Akis Zikos, Ludovic Giuly (Dado Pršo 23m), Jérôme Rothen e Fernando Morientes.
Suplentes não-utilizados: Tony Sylva, Jaroslav Plašil, Emmanuel Adebayor e Hassan El-Fakiri.
Treinador: Didier Deschamps.

FC Porto: Vítor Baía, Paulo Ferreira, Jorge Costa, Ricardo Carvalho, Nuno Valente, Pedro Mendes, Costinha, Maniche, Deco (Pedro Emanuel 85m), Carlos Alberto (Alenitchev, 60m) e Derlei (Benny McCarthy 78m).
Suplentes não-utilizados: Nuno, Bosingwa, Ricardo Costa e Edgaras Jankauskas.
Treinador: José Mourinho.

Marcadores: Carlos Alberto (39m), Deco (71m) e Alenitchev (75m).

Esta, mais não é do que a prova provada de que "o sonho de muitos... é a realidade de poucos!".

Do meu lado, só tenho a agradecer «eternamente» aos jogadores e ao treinador-maravilha dessa grande equipa que foi o FC Porto por me terem proporcionado ver «ao vivo» a final de Sevilha no ano anterior e a de Gelsenkirchen no ano seguinte.

Por terem tornado possíveis os sonhos que eu nem ousava sonhar, por terem desmentido o impossível, por terem feito com que nesse dia 26 de Maio de 2004, uma vez mais, as camisolas azuis e brancas e o nome do FC Porto tenham atravessado os céus do Mundo inteiro e fossem levados pelos satélites a todas as casas do planeta onde mora um adepto deste desporto fantástico.

Nas televisões do Mundo inteiro, milhares de milhões de olhos seguiram as proezas e aprenderam os nomes de Vítor Baía, Paulo Ferreira, Jorge Costa, Ricardo Carvalho, Nuno Valente, Maniche, Costinha, Deco, Derlei, McCarthy e Carlos Alberto.

Não adiantava especular se jogariam exactamente aqueles onze ou um ou outro no lugar de algum deles. Se jogaríamos em 4x4x2 ou em 4x3x3, ao ataque ou na expectativa, cansados ou com força, corajosos ou com receio.

Se eu tivesse estado no lugar de Mourinho, depois de feito todo o trabalho de casa, limitar-me-ia a dizer aos jogadores: «Chegaram até aqui, o que é uma honra e uma proeza única. Agora limitem-se a ir lá para dentro e jogar o que sabem, com alegria e orgulho, sem medo nem constrangimentos. Tudo o que acontecer será inesquecível»... e não é que foi mesmo?

Continuar a ler “GELSENKIRCHEN, UM SONHO NUNCA VEM SÓ...”...
quinta-feira, 22 de Maio de 2014

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Um verdadeiro Sábado para os ultras do FC Porto! A época terminou para o futebol mas continua para as modalidades, nomeadamente para o hóquei em patins e o andebol. Entramos agora na fase de todas as decisões.

No último Sábado dois grandes jogos, onde o apoio era necessário e onde obviamente estivemos presentes. Depois de almoço uma rumaria até ao Dragão Caixa. Numa autêntica tarde de Verão, mais de dois mil adeptos do FC Porto lotaram o nosso pavilhão. A equipa de Tó Neves estava até então em igualdade pontual com o Regime e o Valongo, passando agora a estar apenas igualada ao clube da serra. O Dragão Caixa estava a rebentar pelas costuras. Adeptos que puxaram pela voz o jogo todo, equipa que se empenhou ao máximo e os dirigentes todos presentes. Inclusive o novo treinador de futebol, uma situação que me agradou imenso, pois é bom começar desde já a sentir o clube e a perceber a nossa essência.


O extraordinário apoio nas bancadas foi compensado com uma vitória difícil, mas muito saborosa. Não só as claques mas todos os presentes foram gigantes no apoio aos campeões nacionais. Não voltamos a jogar em casa, agora esperamos uma vitória nos Açores para na última jornada, invadirmos Valongo e darmos mais um recital!!!

Termina o hóquei já depois das 16h30. A maioria volta para casa mas cerca de 200 Dragões espalham-se em carros e arrancam rumo a Braga!! Quase sem tempo de tomar um café ou beber qualquer coisa que matasse a sede, debaixo de um calor abrasador, lá fomos nós pela A3 fora rumo ao Minho, em “passo acelarado”.


Em andebol no Sá Leite, o FC Porto se ganhasse era já Hexa Campeão! Já os jogadores pensavam que ninguém marcaria presença, quando a meio da primeira parte “rompemos” pela porta visitante do pavilhão e tomámos conta daquilo. Mais um apoio gigante dos nossos ultras, a maioria dos Super Dragões!! Com a faixa à frente, o nosso sector estava praticamente cheio e “varreu uma feira” durante todo o jogo. Abafámos por completo os locais e só foi pena não termos festejado logo ali. Mas fica para o próximo Sábado.

Nunca caminharás só, com muitos ou com poucos, seja onde for, nós vamos lá estar!! É esta a nossa praia. Pelo Porto!

Um abraço ultra.

Continuar a ler “UM SÁBADO À NOSSA MODA!.”...
quarta-feira, 21 de Maio de 2014

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Celtic Glasgow 2-3 FC Porto

Taça UEFA 2003
21 de Maio de 2003
Estádio Olimpico, Sevilha (Espanha)

árbitro: Lubos Mitchel (Eslováquia)

Celtic Glasgow: Douglas, Mjalby, Balde, Valgaren (Laursen 64m), Agathe, Lambert (McNamara 75m), Lennon, Thompson, Petrov (Maloney 104m), Larsson e Sutton.
Suplentes não-utilizados: Hedman, Sylla, Fernandez e Jamie Smith.
Treinador: Martin O'Neill.

FC Porto: Vítor Baía; Paulo Ferreira, Jorge Costa (Pedro Emanuel 70m), Ricardo Carvalho e Nuno Valente; Costinha (Ricardo Costa 8m), Maniche, Deco e Alenitchev; Derlei e Capucho (Marco Ferreira 97m).
Suplentes não-utilizados: Nuno, Tiago, César Peixoto e Clayton.
Treinador: José Mourinho.

Marcadores: Derlei (45m), Larsson (47m), Alenitchev (53m), Larsson (56m) e Derlei (114m).

Muitos já se passaram sobre Sevilha. Passou o jogo, passou o calor, passou a sede, a saga de dias e dias, passou a jornada de ziliões de emoções & mais uma, passou a loucura. Passou-se à história. Os escoceses passaram-se e as ruas da mitificada cidade da Andaluzia esvaziaram-se. Naquilo que foram excelentes notícias para a população local, voltaram a repor-se os stocks de cerveja. Já tudo se escreveu e já tudo se disse. Sevilha. Final. Taça. Nossa. CARAGO!

Ainda hoje me sinto inchado de orgulho pelo clube que tenho aqui dentro. Sou diariamente e à mesma hora obrigado a fazer o curativo do inchaço que teima em não desaparecer. Oh pá! É que Sevilha foi tudo. Foi Epopeia, foi Ilíada, foi Odisseia, Lusíadas e Ilha dos Amores em 5 Cantos, foi Mensagem e Música no Coração. Mas foi sobretudo BraveHeart e o desafio do Guerreiro em Momentos de Glória. O Mundo a Nossos Pés. Foi e é a Insustentável Leveza do Ser. Foi filme, foi épico, foi comédia, foi ópera lírica, foi fábula, conto de mil e uma noites... foi Pullitzer, Nobel, Emmy, Florbela Espanca e Shakespeare. Foi obra!

Apesar da imaturidade do Postiga, apesar do Larsson, apesar da obstinação do Costinha, apesar da manobra de diversão do GoldPalace Casino.com (click here! click here!), apesar da lesão do Jorge Costa, apesar do árbitro do jogo de Lens, apesar do obtuso do seleccionador nacional, apesar da pileca do Presidente da Câmara, apesar de jogadores no very limite, apesar do desgaste e dos estiramentos … a Senhora D. Taçona acabou por ser levantada pelo melhor plantel do mundo e arredores. Isto no meio de rutilantes confettis azuis e brancos, sinónimos de vitória, glória. História.

Aconteça o que acontecer, venha o que vier, digam o que disserem, teremos sempre SEVILHA !!!

Na 1/2 final, um FC Porto de «luxo» na noite gélida e chuvosa de 10.04.2003



Num ambiente sufocante, eis então a final de Sevilha.



O descomprimir das emoções... festejando com os adeptos.

Continuar a ler “SEVILHA, FOI NOSSA!.”...
domingo, 18 de Maio de 2014

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FC Porto 1-0 SC Braga

Liga Europa, final
18 de Maio de 2011
Estádio Aviva Arena, em Dublin (Irlanda)
Assistência: 45.391 espectadores


Árbitro: Carlos Velasco Carballo (Espanha); Assistentes: Roberto Alonso Fernández e Jesús Calvo Guadamuro ; Assistentes adicionais: Carlos Clos Gomez e Antonio Rubinos Pérez ; Quarto árbitro: David Fernández Borbalán.

FC PORTO: Helton; Sapunaru, Rolando, Otamendi, Álvaro Pereira; Fernando, Guarín, João Moutinho; Hulk, Falcao e Varela.
Substituições: Guarín por Belluschi 73m, Varela por James Rodriguez 79m
Não utilizados: Beto, Maicon, Souza, James Rodriguez, Rúben Micael, Belluschi e Walter.
Treinador: André Villas-Boas.

SC BRAGA: Artur Morais, Miguel Garcia, Paulão, Rodriguez, Sílvio; Vandinho, Custódio, Hugo Viana; Alan, Paulo César e Lima.
Substituições: Rodriguez por Kaká, aos 46m; Hugo Viana por Mossóró, aos 46m; Lima por Meyong 66m.
Não utilizados: Cristiano, Hélder Barbosa, Elderson e Leandro Salino.
Treinador: Domingos Paciência.

Marcadores: Falcao 44m.

Disciplina: Hugo Viana 24m , Sílvio 29m, Sapunaru 49m, Miguel Garcia 55m, Mossóro 59m, Kaká 80m, Helton 90m, Rolando 90+3m.

Em 2003, no ambiente quente de Sevilha, o FC Porto conquistava a primeira Taça UEFA (agora denominada Liga Europa) ao bater o Celtic de Glasgow por 3-2. A 18 de Maio de 2011, o FC Porto voltou a levar o troféu mais pesado da UEFA para a cidade do Porto ao vencer o compatriota Sporting de Braga por 1-0.

Um ano em grande para o Dragão que, depois de ter conquistado a Supertaça, o campeonato português sem derrotas e reservado um lugar no Jamor na Final da Taça de Portugal, deixou a sua marca de fogo na Arena de Dublin, na Irlanda, demonstrando que pode enfrentar qualquer batalha proposta.

Foi necessário apenas um golo para levantar o tão ansiado troféu, cobiçado pelos Dragões desde o início de temporada, graças ao talento de dois colombianos: o assistente Guarín e o goleador Falcao.

Do jogo, assistiu-se a uma primeira parte encarada com muita cautela por parte das duas equipas portuguesas que fizeram história na primeira final de uma competição europeia completamente lusa.

O Sporting de Braga e o FC Porto passaram os primeiros minutos a estudarem-se mutuamente, com a equipa minhota, que jogava pela primeira vez na final de uma competição europeia, a assumir uma postura mais defensiva, para depois apostar no contra-golpe. A equipa da cidade do Porto quis assumir o jogo mas sem encontrar espaço suficiente.

O único golo apontado teve a autoria do melhor marcador desta prova, o colombiano Falcao, que assim apontou o seu 17º golo. O médio Guarín fez um cruzamento longo para o coração da área bracarense e “El Tigre”, como do costume, cabeceou fora do alcance do guardião dos minhotos, fazendo mexer o marcador na Arena de Dublin.

A segunda parte começou com a melhor oportunidade para o Sporting de Braga, com Mossoró, completamente isolado perante Helton, a chutar rasteiro mas o guardião brasileiro do FC Porto mostrou-se atento com uma grande defesa.

Até ao apito final, os cerca de 45 mil espectadores não assistiram a mais golos na Arena de Dublin mas viram a equipa azul e branca erguer o troféu da Liga Europa, sucedendo aos espanhóis do Atlético de Madrid.

E pronto, DUBLIN foi o nosso destino...



VÍDEO DO JOGO

Continuar a ler “EM 2011, DUBLIN FOI O NOSSO DESTINO.”...
sexta-feira, 16 de Maio de 2014

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O primeiro grande sinal da emancipação internacional do FC Porto deu-se em 1984. O FC Porto disputou a sua primeira final europeia em 1984, defrontando a poderosa Juventus de Itália, na final da Taças das Taças. O FC Porto teve um percurso brilhante e cheio de "espinhos", ultrapassando algumas equipas de nomeada, como a seguir aqui deixo em nota de destaque:

1ª eliminatória
Dinamo Zagreb (Jugoslávia)-FC Porto 2-1
(Kranjcar 25m e 75m - Gomes 65m)
FC Porto-Dinamo Zagreb 1-0
(Gomes 86m)

2ª eliminatória
Glasgow Rangers (Escócia)-FC Porto 2-1
(Clarke 35m, Mitchell 85m - Jacques 89m)
FC Porto-Glasgow Rangers 1-0
(Gomes 53m)

1/4 final
FC Porto-Shakhtyor Donetsk (União Soviética) 3-2
(Pacheco 41m, Frasco 47m e Jacques 70m - Morozov 7m, Sokolovski 38m)
Shakhtyor Donetsk-FC Porto 1-1
(Grachev 63m - Walsh 72m)

1/2 final
FC Porto-FC Aberdeen (Escóssia) 1-0
(Gomes 14m)
FC Aberdeen-FC Porto 0-1
(Vermelhinho 76m)

Ultrapassados os obstáculos um a um, nessa altura, com uma equipe de «tostões», era então chegado o grande momento: a final da Taça das Taças na época de 1984 que se iria realizar no dia 16 de Maio de 1984, no Estádio St. Jackob, em Basileia (Suíça) e arbitrada pelo Sr. Adolf Prokop (ex-RDA) de tão má memória para as nossas cores.

Lembro-me como se fosse hoje ainda deste jogo, até porque na altura, lá em casa, tv´s, só mesmo a preto e branco e teve que ser um vizinho mais abastado financeiramente, que já nessa altura tinha televisão a cores, que nos permitiu ver ao vivo e a cores este nosso primeiro assomo na Europa do futebol.

Aliás, ainda hoje guardo religiosamente, entretanto já gravado para DVD o jogo original, com os relatos na hora… e acreditem, quando me dá assim uns apertos de saudade, vejo o jogo e mato-me a rir com aquela forma já rudimentar de jogar, aqueles calções do mais bárbaro possível… o resultado não me faz rir, é verdade, mas acreditem que toda a outra envolvência para além do resultado, me dá grande gozo voltar a televisionar.

Entretanto, nesta sua primeira final, o FC Porto não era favorito, porque do outro lado estava a melhor equipa italiana, recheada de grandes vedetas como Platini e Boniek, e dispondo ainda no seu plantel de vários internacionais italianos que tinham sido campeões no mundial de Espanha, em 1982.

Na ausência do Grande Mestre Pedroto, que nesta altura, dava já sinais preocupantes de uma saúde demasiado fragilizada, motivo pelo qual não se deslocou a Basileia, foi António Morais quem «comandou os dragões» contra os «bambinos italianos».

Os onzes foram escalonados pelos técnicos António Morais, pelo FC Porto, e Giovanni Trappatoni, pela Juventus, da seguinte forma:

F.C. PORTO - Zé Beto; João Pinto, Eduardo Luís (Costa), Lima Pereira e Eurico; Jaime Magalhães (Walsh), Frasco, Pacheco, Sousa; Gomes e Vermelhinho.
Treinador: António Morais / José Maria Pedroto.

JUVENTUS - Tacconi; Gentile, Brio, Scirea, Cabrini; Tardelli, Bonini, Vignola (Caricola), Platini; Rossi e Boniek.
Treinador: Giovanni Trappatoni.

Após um começo nervoso, que culminou com um golo fortuito dos italianos apontado por Vignola logo aos 12 min, o FC Porto equilibrou os acontecimentos e chegou com alguma naturalidade ao empate, com um golo de raiva de António Sousa, estavam decorridos apenas 29 min da primeira parte. No entanto, e ainda antes do intervalo, aos 41 min, Boniek desempataria para a Juventus, em jogada precedida de falta… que mais tarde, e já na saída para o túnel de acesso aos balneários no final do jogo, o «famoso loco» Zé Beto, tratou de vingar e logo com juros, na altura, com a bandeirinha dos chamados 'leininhas'.

Durante o resto do encontro, o FC Porto chegou em muitos momentos a vulgarizar a Juventus, tentando a todo o custo furar a muralha defensiva da Juve, mas a defesa italiana, repleta de campeões do Mundo de 1982 era liderada pelo malogrado Scirea, que viria a falecer num acidente de viação, anos depois, não permitiu mais nenhumas veleidades ao nosso sector atacante.

É verdade que dessa vez, não deu para vencer, no entanto, a partir daquele momento, a Europa do futebol passava a fixar o nome de um novo grande do futebol Europeu: o FC Porto.

Em jeito de recordação, deixo-vos aqui em vídeo os golos desse jogo.

Continuar a ler “EM 84, BASILEIA PODERIA TER TIDO OUTRO DESTINO.”...

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Dia 7 de Junho no Auditório da Biblioteca Municipal de Espinho, mais uma vez, "Blueggers" de todo o mundo reúnem-se para falar do Futebol Clube do Porto, de Portismo, dos Problemas do Passado e Desafios do Futuro!

Faz-te ouvir no III Encontro da Bluegosfera!

Fica atento a todas as novidades a ser lançadas durante os próximos dias.

#ENCONTROSDABLUEGOSFERA
página oficial no facebook: https://www.facebook.com/Bluegosfera
página oficial no youtube: https://www.youtube.com/user/Bluegosfera

Continuar a ler “RESERVEM O DIA 07 DE JUNHO.”...
domingo, 11 de Maio de 2014

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atlético-FC PORTO B, 0-1

II Liga 2013/2014, 42.ª jornada
11 de Maio de 2014
Estádio da Tapadinha, em Lisboa


Árbitro: Manuel Mota (Braga).
Assistentes: Paulo Vieira e José Gomes.
Quarto árbitro: André Campos.

ATLÉTICO: Mika, Pedro Caipiro, Fábio Marinheiro, Hugo Pina, Kiki, Marco Bicho, Afonso Taira, Pedro Moreira, Diego Lima, João Mário e Rui Varela.
Substituições: Diego Lima por Almani Moreira (68m), João Mário por Diego Gonçalves (75m) e Kiki por Manuel Liz (86m).
Não utilizados: Filipe Leão, Mauro Antunes, Luís Dias e Bacar.
Treinador: Jorge Simão.

FC PORTO B:
Caio, David Bruno, Tomás Podstawski, Tiago Ferreira, Quiño, Pedro Moreira, Tozé, Leandro, Frederic, Gonçalo Paciência e Kayembe.
Substituições: Leandro por Pavlovski (57m), Frederic por Ivo (65m) e Gonçalo Paciência por Bruno Silva (90m+1).
Não utilizados: Stefanovic, Rafa, Bruno Costa e André Silva.
Treinador: José Guilherme.

Ao intervalo: 0-0.
Marcador: Tozé (67m, pen.).
Disciplina: cartão amarelo a Quiño (35m), Rui Varela (57m), Hugo Pina (66m), Marco Bicho (66m) e Ivo (90m+4).

Um golo de penálti de Tozé, apontado aos 67 minutos, foi suficiente para o FC Porto B vencer no terreno do Atlético, último classificado da Segunda Liga, e garantir assim o segundo lugar da competição. Os Dragões poderiam ainda chegar ao título nesta última jornada, no caso do Moreirense empatar ou perder em casa com o Tondela, mas tal não sucedeu. Fica como registo a melhor classificação de sempre uma equipa B em Portugal, que daria até acesso à subida de divisão, se estas formações não estivessem impedidas de o fazer.

Os alcantarenses, já despromovidos e sem hipótese de abandonar o último posto, nada tinham a ganhar, mas criaram dificuldades aos portistas no primeiro tempo, dispondo das duas melhores oportunidades nesse período, ambas negadas pelo guarda-redes Caio. O forte calor e alguma ansiedade também impediram os azuis e brancos de apresentar o seu melhor futebol.

No segundo tempo, o FC Porto B foi mais agressivo e esteve mais próximo da baliza contrária, chegando ao golo num penálti convertido por Tozé, após mão de Marco Bicho na área do Atlético. Mais serena, a equipa portista dominou o desafio até ao final, não permitindo qualquer lance de perigo ao Atlético.

A época do FC Porto B termina assim com um impressionante registo de 23 vitórias, oito empates e 11 derrotas, numa Liga muito competitiva e em que a aposta foi direccionada para os jovens jogadores formados no Dragão. Registo ainda para o facto de Tozé se ter sagrado o segundo melhor marcador da prova, com 20 golos.

fonte: fcporto.pt

CLASSIFICAÇÃO II LIGA
1º - Moreirense, 42j, 21v, 16e, 5d, 79pts
2º - FC Porto B, 42j, 23v, 8e, 11d, 77pts



RESUMO DO JOGO

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Continuar a ler “FC Porto B vence Atlético e é vice-campeão”...

FINAL(MENTE).

Publicada por Pedro Teles Categoria: , ,

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FC PORTO-benfica, 2-1

Liga 2013/14, 30.ª jornada
10 de Maio de 2014
Estádio: Dragão, Porto
Assistência: 25.121


Árbitro: Rui Costa (Porto).
Assistentes: Nuno Manso e Miguel Aguilar.
4º Árbitro: Pedro Ferreira.

FC PORTO: Fabiano, Danilo, Maicon, Reyes, Alex Sandro, Mikel, Defour, Herrera, Ricardo, Jackson Martínez, Quaresma.
Substituições: Quintero por Herrera (61m), Josué por Defour (71m), Kelvin por Quaresma (79m).
Não utilizados: Kadú, Varela, Licá, Abdoulaye.
Treinador: Luis Castro.

benfica: Paulo Lopes, João Cancelo, Steven Vitória, Jardel, André Almeida, Salvio, André Gomes, Enzo Pérez, Ivan Cavaleiro, Djuricic, Funes Mori.
Substituições: Markovic por Ivan Cavaleiro (60m), Vítor Lindelof por João Cancelo (65m), Bernardo Silva por Djuricic (82m).
Não utilizados: Bruno Varela, Hélder Costa, Rúben Pinto, Rui Fonte.
Treinador: Jorge Jesus.

Ao intervalo: 2-1.
Marcadores: Ricardo (4min), Enzo Pérez (26min pen), Jackson Martínez (39min pen).
Cartões amarelos: Reyes (25min), André Almeida (38min), Jardel (40min), Alex Sandro (74min), Danilo (90+2min), Funes Mori (90+2min).

Chegou ao fim uma Época que mais parecia não querer acabar... há muito que a mesma estava a ser um verdadeiro sacrifício para todos os Portistas. A má preparação de toda esta época, passando pelos “Egos e Super-Egos”, um treinador teimoso e que não soube lidar com a diferença que é estar num Clube de topo ou numa Equipa de meio da tabela, e terminando num grupo de atletas que não fez tudo o que podia, nem sabia e muitas vezes não honrou a camisola que vestiu. Numa semana que serviu para atenuar especulações e corrigir erros do passado recente com a apresentação atempada da nova equipa técnica, chegava ao final a última competição da época na recepção ao novo campeão nacional, servindo como passagem de testemunho.

Jogo por si só com pouco ou nenhum interesse para ambas as partes a não ser salvar a “honra do convento” vencendo no último jogo o grande rival que este ano não nos trouxe nenhumas boas recordações. Do outro lado, Jorge Jesus abdicou claramente deste jogo, dando toda e clara importância para a final da Liga Europa que vem já a seguir. E jogando frente a uma equipa claramente sem rotinas, era esperado muito mais do Porto. Tivemos oportunidade de ouro para os humilhar e mais uma vez, não fomos competentes, capazes, nem me pareceu que quiséssemos.

Apesar da entrada forte, jogando o 11 esperado, a única surpresa foi talvez a inclusão de Mikel, jovem da equipa B que fez uma bela exibição e está pronto para ser solução. Aos 4 minutos, remate cruzado e rasteiro de Ricardo para o fundo da baliza de Paulo Lopes, abrindo o marcador bem cedo no jogo. E a partir daqui, tantas que estavam a ser as facilidades em chegar à área, podíamos e devíamos ter construído outro resultado.

A velocidade durou cerca de 10/15 minutos e depois... bem, depois foi o jogo todo o espelho do que foi a época. Deixar andar, vamos indo e vamos vendo e quando demos por ela já tínhamos oferecido o empate num erro gigante de Reyes (fez dupla com Maicon) que nem os infantis cometem, e Enzo não desperdiçou a grande penalidade. Não há alma nesta equipa, nunca houve e o golo da vitória surge ainda na 1ª parte, por Jackson a converter, também ele, uma grande penalidade que o próprio sofreu.

Os últimos 45 minutos não têm explicação nem comentários possíveis. Melhor Benfica, foi até com alguma sorte que saímos com os 3 pontos, não fosse a bola de Funes Mori ter batido na trave e não sei se ganharíamos o jogo.

Que Jules Lopetegui, devolva ao FC Porto a alma necessária para voltarmos a ser consistentes, mais fortes, melhores e um conjunto de jogadores que remem todos para o mesmo lado. O que se passa cá fora, que não chegue lá dentro e haja paz necessária para trabalhar descansado. As “férias” que sejam boas conselheiras e que tragam bons reforços que tanto são precisos. Os que não quiserem ficar, façam o favor de pedir para sair e sejam felizes, porque para andarem de cabeça para baixo, irreconhecíveis e sem vontade, já bastou esta época.

Melhor em campo: Ricardo.



DECLARAÇÕES

LUIS CASTRO

Depois do último compromisso oficial do FC Porto em 2013/14, Luís Castro considerou que os Dragões foram justos vencedores na recepção ao Benfica (2-1), sublinhando a exibição colectiva da equipa que liderou até agora. O técnico portista aproveitou ainda para manifestar o seu “total apoio” a Julen Lopetegui, o senhor que se segue no banco do FC Porto.

​“O jogo teve um vencedor merecido, embora saibamos que a justiça é feita pelos golos que se marca e se sofre. Foi um jogo bem disputado, em alguns momentos intenso, durante o qual estivemos quase sempre por cima. Com Quintero e Josué, voltámos a ter mais bola, depois de um período de algum adormecimento, mas creio que fizemos uma primeira parte melhor do que a segunda. O resultado é justo. Gostei muito da exibição da equipa. Todos os jogadores foram fantásticos e deixo as avaliações individuais para outros. Mas é óbvio que fico satisfeito por ver jogadores a evoluírem e a lutarem pelo seu lugar no FC Porto”, começou por dizer Luís Castro na conferência de imprensa que se seguiu ao desafio com os lisboetas.

Numa espécie de retrospectiva daquilo que foi o FC Porto sob o seu comando, Luís Castro lamenta a irregularidade de resultados, mas ressalva a forma como a equipa técnica se entregou à “missão” que lhe foi atribuída. “Tivemos muitos jogos com um grau de dificuldade muito elevado. Foram várias montanhas que tivemos de subir. Tivemos resultados maus, mas também tivemos resultados muito bons. Em alguns, a nossa vitória até pecou por escassa. Resumindo, tivemos momentos bons e momentos maus. Entregámo-nos de corpo e alma à missão que nos foi incumbida. Gostaríamos de ter dado mais ao clube e aos adeptos, mas trabalhámos sempre com a máxima entrega e dedicação. Terminamos com o sentimento de que demos o nosso máximo”, prosseguiu o técnico.

Luís Castro acredita que o triunfo sobre o Benfica no último jogo da presente época pode e deve servir de estímulo para a próxima, reservando ainda algumas palavras para o seu sucessor, o espanhol Julen Lopetegui. “Este jogo revestia-se de uma especificidade própria. Não tínhamos nada a ganhar, mas tínhamos muito a perder. Fundamentalmente, esta vitória deve servir de ponte para a próxima época. Foi a imagem de um FC Porto com gente nova, ambiciosa e com muita entrega. Enquanto treinador da estrutura do FC Porto, terá todo o meu apoio. Desejo-lhe as maiores felicidades, pois o seu sucesso será o nosso sucesso. Tem muita competência e muita gente a apoiá-lo”.



RESUMO DO JOGO

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segunda-feira, 5 de Maio de 2014

VERGONHA.

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olhanense-FC PORTO, 2-1

Liga 2013/14, 29.ª jornada
04 de Maio de 2014
Estádio: José Arcanjo, Olhão
Assistência: - espectadores


Árbitro: Cosme Machado (Braga).
Assistentes: Alfredo Braga e Pedro Fernandes.
4º Árbitro: Luciano Maia.

OLHANENSE: Belec, Sampirisi, Ricardo Ferreira, Kroldrup, Jander, Obodo, Lucas Souza, Rui Duarte, Femi, Paulo Sérgio, Dionisi.
Substituições: Paulo Regula por Paulo Sérgio (70m), Mehmeti por Dionisi (81m), Luís Filipe por Jander (85m).
Não utilizados: Ricardo, Vítor Bastos, Celestino, Vojtus.
Treinador: Giuseppe Galderisi.

FC PORTO: Fabiano, Danilo, Maicon, Reyes, Ricardo, Fernando, Herrera, Carlos Eduardo, Tozé, Varela, Jackson Martínez.
Substituições: Quintero por Carlos Eduardo (36m), Kayembe por Tozé (46m), Licá por Varela (71m).
Não utilizados: Kadú, Abdoulaye, Defour, Kelvin.
Treinador: Luis Castro.

Ao intervalo: 1-0.
Marcadores: Kroldrup (14m), Dionisi (66m), Herrera (82m).
Cartões amarelos: Rui Duarte (10m), Dionisi (55m), Belec (86m), Ricardo (90m).

A derrota foi tão expressiva e tão clara que torna a pergunta inevitável. E agora? O FC Porto não podia terminar de pior forma a época, perdendo com o último classificado da liga. A equipa caiu com estrondo de uma derrota histórica (há 40 anos que não perdia no José Arcanjo), reforçando-se a certeza de que não há reconciliação visível entre o plantel portista. Aliás, esse desencontro chegou a ser confrangedor em Olhão. O primeiro golo aos 14 minutos por Kroldrup não surpreendeu muito e também não foi a bofetada de que o FC Porto precisava para acordar. A seguir a esse poderiam ter vindo outros. Golpes duros que precipitaram a fúria na bancada onde estava a claque portista. Pediu-se vassourada e cantou-se VERGONHA.

De facto, os jogadores não jogam nada. Repare-se nisto: se não é inédito, e é muito provável que seja, terá acontecido poucas vezes - o FC Porto terminou a primeira parte sem nenhum perigo causado na baliza contrária. Exige-se exclamação para reforçar o efeito dramático: nem um, um sequer! Podia dar-se o caso desse desacerto ter sido uma consequência de mexidas profundas na estrutura da equipa, o que às vezes acontece em jogos. Mas não. Baliza à parte, Luís Castro apostou num onze com algumas alterações e com a estreia de Tozé, jogador da equipa B. Do outro lado, a pressão feita a meio, com unidades de combate, serviu para que um Olhanense bem montado chegasse ao intervalo com metade do trabalho feito: o adversário estava bloqueado num labirinto e não havia maneira de encontrar saída. Portanto, era só preciso fazer a metade que faltava.

Mais espevitado no início da segunda parte, o FC Porto parecia, finalmente, querer discutir o jogo. Aparências. O Olhanense foi eficaz a estancar esse fogacho, beneficiando de exibições acertadas em zonas nucleares. Num desses movimentos de desequilíbrio, surgiu o golo de Dionisi, a completar uma asneira de Danilo e um bom cruzamento de Jander.

Volta-se ao princípio: e agora? O crédito desta equipa está para lá do esgotado, com uma mentalidade que não funciona, nem entusiasma; a equipa arrasta-se, deprimida e desligada. Mas, também é preciso que fique escrito que não há treinador que resista a jogadores com uma atitude destas. Querer e não conseguir é uma coisa; ficar de braços cruzados é outra. Neste jogo, os jogadores entraram descontraídos e grande maioria deles está de gatas. Nem o fantástico golo de Herrera aos 82 minutos minimiza o estado degradante desta equipa. Danilo zero; Maicon zero; Reyes zero; Fernando zero; Carlos Eduardo zero; Quintero zero; Varela GRANDE ZERO; Jackson zero; Licá zero. Salvam-se Fabiano, Herrera e os miúdos Ricardo, Tozé e Kayembe.

A nação portista exige revoluções, mas a verdade é que a revolução tem que começar pela estrutura. E que revolução!!!.
Hoje termino a época no que respeita às crónicas neste maravilhoso blogue de excelência. Foi uma época de sentimento misto. Por um lado, senti orgulho e dever cumprido por participar ativamente mas, por outro lado, não tive vitórias para narrar numa época desportiva para esquecer.

Quero deixar os meus agradecimentos à administração do blogue e a todos colegas e elementos do mesmo. Não sei se para o ano terei contrato renovado com o blogue mas tenho a certeza de que teremos um FC Porto preparado para o resgate porque isto é o que os sócios e adeptos exigem ao FC Porto: GANHAR!!!



DECLARAÇÕES

LUIS CASTRO

O treinador do FC Porto admitiu que a exibição dos Dragões frente à Olhanense (derrota por 2-1, em partida da 29.ª e penúltima jornada da Liga portuguesa) ficou “aquém” do necessário para chegar à vitória. Na superflash que seguiu ao final do encontro, Luís Castro lembrou que é “difícil abordar os jogos” face ao actual estado mental da equipa.

“Nunca estivemos bem no jogo. Estivemos sempre muito longe da baliza adversária, andamos muito pelos corredores laterais, mas fomos pouco agressivos e intensos no corredor central, que é o de baliza. Deparámo-nos com uma boa organização do Olhanense, cujos níveis motivacionais estavam no máximo, ao contrário dos nossos, devido à perda dos títulos que queríamos conquistar. Ficámos aquém da produção que era necessária para vencer” afirmou.

O técnico sublinhou ainda a sua desilusão pela má época do FC Porto: “Quando atingimos um nível mental baixo é difícil abordar os jogos. Temos de fazer sempre o máximo de nós para tentar o melhor resultado possível. Hoje queríamos muito ganhar, mas não trabalhámos da melhor forma para o conseguir. O Olhanense tem mérito pela vitória que conquistou. Queríamos claramente ganhar o jogo e se possível de uma forma confortável. Não foi possível”.

JACKSON MARTINEZ

Jackson Martínez, igualmente em superflash, garantiu que “não há explicação” para a derrota e para o momento da equipa. “Tentámos fazer as coisas bem mas a pressão da situação não nos deixa. Temos de tentar terminar a temporada com uma vitória em casa, já tentando preparar a próxima época”, resumiu.



RESUMO DO JOGO

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domingo, 4 de Maio de 2014

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FC PORTO B-sporting de braga B, 3-2

II Liga 2013/2014, 41.ª jornada
4 de Maio de 2014
Estádio de Pedroso, em Vila Nova de Gaia


Árbitro: Hugo Miguel (Lisboa).
Assistentes: Pedro Garcia e Hernâni Fernandes.
Quarto árbitro: Paulo Soares.

FC PORTO B: Stefanovic; David Bruno, Tiago Ferreira, Zé António e Quiño; Mikel, Pedro Moreira (cap.) e Leandro; Frederic, Gonçalo Paciência e Ivo.
Substituições: Zé António por Pavlovski (46m), Ivo por André Silva (74m) e Frederic por Tomás Podstawski (89m).
Não utilizados: Caio, Rafa, Bruno Costa e Bruno Silva.
Treinador: José Guilherme.

SPORTING DE BRAGA B: Pedro Cavadas; Tomás Dabó, Hugo Basto, Gonçalo Silva (cap.) e André Pires; Djibril, Patrão, Thales e Nuno Valente; Erivaldo e Piqueti.
Substituições: André Pires por Chidi (64m), Nuno Valente por Platiny (69m) e Djibril por Diogo Ribeiro (80m).
Não utilizados: André, Michal Grunt, Artur Jorge e Zhestkov.
Treinador: Bruno Pereira.

Ao intervalo: 1-1.
Marcadores: Piqueti (5m), Hugo Basto (14m, na própria baliza), Gonçalo Paciência (54m), Frederic (79m) e Diogo Ribeiro (82m).
Disciplina: Cartão amarelo a Thales (38m), Mikel (82m) e David Bruno (89m).

O FC Porto B deu a volta ao resultado e venceu este domingo o Sporting de Braga B, por 3-2, em encontro da 41.ª e penúltima jornada da Segunda Liga. Com um auto-golo de Hugo Basto e golos de Gonçalo Paciência e Frederic, os Dragões aproveitaram o empate do Moreirense frente ao Marítimo B (1-1) para se colocarem a apenas dois pontos do líder. Os "bês" ainda se podem sagrar campeões, em caso de vitória no terreno do Atlético, na última ronda, e de uma escorregadela (empate ou derrota) do Moreirense, na recepção ao Tondela.

Sem Tozé e Kayembe, chamados à equipa principal, José Guilherme promoveu a estreia de Frederic como titular, que se juntou a Ivo e Gonçalo Paciência na frente de ataque. O marcador funcionou logo aos cinco minutos, com um golo de Piqueti, que aproveitou um erro do guarda-redes Stefanovic, que se deixou desarmar quando era o último homem do FC Porto. Depois, o avançado bracarense só teve de atirar para a baliza deserta.

Apesar da primeira parte ter sido disputada a um ritmo lento, os Dragões chegaram ao empate logo aos 14 minutos, graças a um auto-golo de Bruno Basto, que desviou para a própria baliza um cruzamento de Frederic. Excepção feita a um remate perigoso de Leandro, que saiu ao lado, pouco mais se passou de relevante na primeira parte.

No segundo tempo, José Guilherme trocou Pavlovski por Zé António (recuando Mikel para a posição de defesa central e Pedro Moreira para o vértice mais recuado do meio-campo) e o FC Porto B regressou ao terreno com uma atitude mais agressiva e pressionante. Em apenas dois minutos, os portistas somaram três situações de golo iminente (por Frederic, Mikel e Ivo) e o 2-1 viria a surgir mesmo num remate cruzado e rasteiro de Gonçalo Paciência (54 minutos), que assim obteve o seu quinto golo na competição.

A reacção bracarense foi ténue e apenas aos 78 minutos Stefanovic foi incomodado, evitando o golo de Erivaldo. Antes, já Frederic tinha desperdiçado duas ocasiões soberanas para o 3-1, mas, à terceira, aos 79, o jovem avançado portista, apontou o seu primeiro golo na Segunda Liga, após ter sido isolado por Pavlovski, um suplente que esteve em excelente plano.

Aos 82 minutos, Diogo RIbeiro ainda reduziu para 3-2, mas o FC Porto B controlou o resto do encontro e garantiu três pontos que lhe permitem manter-se na luta pelo título. Apesar da derrota, o Sporting de Braga B garantiu a permanência na Segunda Liga, graças à derrota do Atlético no terreno da Oliveirense (3-2).nte ao Sporting de Braga B, no Estádio de Pedroso, em jogo da 41.ª e penúltima jornada da competição.

fonte: fcporto.pt

CLASSIFICAÇÃO II LIGA
1º - Moreirense, 41j, 20v, 16e, 5d, 76pts
2º - FC Porto B, 41j, 22v, 8e, 11d, 74pts



RESUMO DO JOGO

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segunda-feira, 28 de Abril de 2014

INCOMPETÊNCIA!

Publicada por Pedro Teles Categoria: , ,

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FC PORTO-benfica, 0-0 (3-4, gp)

Taça da Liga 2013/14, meia final
27 de Abril de 2014
Estádio: Dragão, Porto
Assistência: 26.109


Árbitro: Marco Ferreira (Madeira)
Assistentes: Nelson Moniz e Sérgio Serrão
4º Árbitro: Manuel Mota

FC PORTO: Fabiano, Danilo, Maicon, Mangala, Alex Sandro, Fernando, Defour, Herrera, Varela, Jackson Martínez, Quaresma.
Substituições: Quintero por Defour (56m), Ghilas por Quaresma (72m), Ricardo por Danilo (82m).
Não utilizados: Kadú, Josué, Reyes, Carlos Eduardo.
Treinador: Luis Castro.

benfica: Oblak, André Almeida, Steven Vitória, Jardel, Siqueira, Ivan Cavaleiro, Rúben Amorim, André Gomes, Sulejmani, Lima, Cardozo.
Substituições: Garay por Lima (37m), Markovic por Cardozo (63m), Enzo Pérez por Rúben Amorim (78m).
Não utilizados: Paulo Lopes, Funes Mori, Djuricic, Maxi Pereira.
Treinador: Jorge Jesus.

Ao intervalo: 0-0.
Marcadores: -.
Cartões amarelos: André Almeida (81m), Danilo (82m).
Cartões vermelhos: Steven Vitória (32m).

Começo por algumas palavras que coloquei no final dos 90 minutos numa rede social..."Desconcentrados como os jogadores do FCP estão, não prevejo muito sucesso nos penaltys...LC também não soube acautelar essa situação..."

Há tanto por explicar e tanta coisa que não terá explicação...tantos que vestem azul e branco e esses mesmos e outros que não merecem estar de Dragão ao peito! Desde que começou a época a cabeça não esteve no Dragão e quem os aconselhou não foi o melhor conselheiro. Ninguém da estrutura teve peso o suficiente para inverter o rumo dos acontecimentos e pelos vistos, este ano os cães ladram e a caravana passa...mas passa mal, muito mal e metros percorridos são todos de marcha atrás que parece nunca mais chegar ao final da época.

Hoje era a última oportunidade de chegar a uma final e logo sobre o grande rival, merecido e justo Campeão Nacional, factos são factos, números também. Ainda que o jogo de hoje seja referente a uma competição que todos estes anos foi menosprezada pela estrutura FC Porto, ainda hoje não percebo muito bem os motivos, este ano essa mesma estrutura fez desta competição quase como que uma bandeira após perceber que a época seria desastrosa.

Nada se ganha sem se ser competente, nada se ganha sem querermos vencer, nada se conquista sem suor e capacidade de luta e trabalho...a sorte, ela virá connosco quando tudo o resto estiver a ser rigoroso e aí sim acredito que a sorte nos acompanhará!

Hoje, tive a sensação de Deja Vu relativamente ao jogo da Luz na Taça de Portugal...contra 10 desde a meia-hora de jogo, se até aqui estávamos melhor a criar 2/3 boas situações de golo (a competência e concentração também se nota e bem no momento de finalização), a partir da expulsão de Steven Vitória foi, mais uma vez, miserável e desconcertante assistir a este Porto. Não se aprende com os erros? Num total de 120 minutos em superioridade numérica contra o Benfica conseguimos fazer apenas 1 golo e não criar situações de golo?!?!? No Dragão não há chama, ambição e depois de tudo o mais que não fizemos durante a época possa tornar-se em motivação de jogar em casa uma passagem a uma final?

E LC, à imagem do jogo da luz, foi receoso, teve medo de assumir e ir para cima de um Benfica em gestão de esforço e com muitos titulares de fora, as alterações que produziu foram inconsequentes e não arriscou uma unha que fosse para pressionar o adversário e expô-lo aos erros. Entre Quaresma ou Varela, porque saiu o cigano? Nem um nem outro produziam nada, mas quem pode mais facilmente tirar um coelho da cartola?

O que foi construído desde a época de AVB contra este mesmo Benfica, como é possível deitá-lo fora em tão pouco tempo...na Luz não conseguimos jogar e no Dragão o que era temeroso para eles, deixou de o ser...

Nada mais a dizer sobre este Porto. Mau demais, nem orgulhar conseguiu e que merecido seria o Prof. Hernâni Gonçalves!!!



DECLARAÇÕES

LUIS CASTRO

O treinador dos Dragões manifestou o seu desalento pelas “várias oportunidades de golo” que o FC Porto não conseguiu concretizar na derrota diante do Benfica, após grandes penalidades (3-4), nas meias-finais da Taça da Liga, considerando ainda que a equipa trabalhou muito para poder dedicar a vitória aos adeptos.

​“A bola não entrou e isso faz a diferença no futebol. Tivemos várias oportunidades de golo, mas não conseguimos concretizar. Estivemos melhor na primeira parte, na qual fizemos uma melhor circulação de bola. A partir da expulsão, o Benfica reduziu-nos os espaços e sentimos mais dificuldades para entrar na grande área, sobretudo na segunda parte, na qual não fomos tão incisivos”, declarou Luís Castro na conferência de imprensa que se seguiu ao embate com os lisboetas.

Para o técnico dos azuis e brancos, os resultados menos positivos e os infortúnios que marcaram a época acabaram por se reflectir neste jogo. A dimensão psicológica é fundamental no desempenho de uma equipa. As derrotas deixam marcas, tal como as vitórias. As eliminatórias que perdemos deixaram marcas negativas, é a realidade. Os jogadores trabalharam muito, mas voltámos a não ser bafejados pela sorte. Queríamos muito dedicar esta vitória aos adeptos, mas infelizmente não conseguimos”, prosseguiu Luís Castro.

Desgostoso com o balanço da época 2013/14, o treinador portista acredita que o futuro vai voltar a ser ouro sobre azul. “O principal objectivo é sempre conquistar o título nacional. Depois, durante a época, há outras competições que o FC Porto quer vencer, naturalmente. Assumo o falhanço de uma época em que não conseguimos chegar aos títulos a que estamos habituados. Há que levantar a cabeça e seguir em frente, pois há muitas coisas que se ganham na adversidade e tenho a certeza de que o FC Porto voltará a ser o melhor”.



RESUMO DO JOGO

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domingo, 27 de Abril de 2014

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sporting-FC PORTO B, 3-3

II Liga 2013/2014, 40.ª jornada
27 de Abril de 2014
Academia de Alcochete


Árbitro: Hugo Pacheco (Porto).

SPORTING B: Mickael Meira; Samba, Rúben Semedo, King e Riquicho; Kikas, Filipe Chaby e Wallyson; Iúri Medeiros, Ricardo Esgaio (cap.) e Dramé.
Substituições: Dramé por Enoh (64m), Filipe Chaby por Edelino Ié (70m), Iúri Medeiros por Luka (75m).
Não utilizados: Luís Ribeiro, Hugo Meira, Matías e Manafá.
Treinador: Abel Ferreira.

FC PORTO B: Stefanovic; David, Tiago Ferreira, Zé António e Quiño; Mikel, Tomás Podstawski e Pedro Moreira (cap.); Tozé, Kayembe e Gonçalo Paciência.
Substituições: Tomás Podstawski por Ivo (32m), Mikel por André Silva (83m), David por Frederic (88m).
Não utilizados: Caio, Rafa, Bruno Silva e Pavlovski.
Treinador: José Guilherme.

Ao intervalo: 1-0.
Marcadores: Iuri Medeiros (26m), Dramé (48m), Esgaio (50m), Rúben Semedo (a.g., 60m), Tozé (66m e 88m).
Cartões amarelos: Cartão amarelo para Mikel (43m), Dramé (48m), Rúben Semedo (62m e 90+2m), Tozé (72m), Mickael Meira (83m) e Kayembe (90m). Cartão vermelho, por acumulação: Rúben Semedo (90m+2).

O FC Porto B empatou este domingo diante do Sporting B (3-3), em Alcochete, em jogo referente à 40.ª jornada da Segunda Liga. Os Dragões chegaram a ter três golos de desvantagem, mas um autogolo de Rúben Semedo (61m) e um bis de Tozé (66m e 87m) permitiram aos azuis e brancos chegar à igualdade.

​Este clássico entre equipas “bês” pode partir-se em dois. Até aos 60 minutos, o Sporting B esteve ligeiramente por cima e chegou a dispor de três golos de vantagem: Iuri Medeiros (26m), Dramé (48m) e Esgaio (50m) faziam antever um triunfo fácil para os lisboetas, mas a reacção portista deu-se em força.

À entrada para a última meia-hora, um autogolo de Rúben Semedo (60m) abriu caminho à recuperação azul e branca, duplamente selada por Tozé (66m e 87m), o goleador máximo dos Dragões na competição, com 20 remates certeiros.

Com este resultado, o FC Porto B mantém a segunda posição na tabela, com 71 pontos, a um do líder Moreirense, que tem menos um jogo disputado. Os azuis e brancos voltam a entrar em campo no dia 4 de Maio, frente ao Sporting de Braga B, no Estádio de Pedroso, em jogo da 41.ª e penúltima jornada da competição.

fonte: fcporto.pt

CLASSIFICAÇÃO II LIGA
1º - Moreirense, 39j, 19v, 15e, 5d, 72pts
2º - FC Porto B, 40j, 21v, 8e, 11d, 71pts



RESUMO DO JOGO

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terça-feira, 22 de Abril de 2014

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FC PORTO-Rio Ave, 3-0

Liga 2013/14, 28.ª jornada
21 de Abril de 2014
Estádio: Dragão, Porto
Assistência: 17.509 espectadores


Árbitro: Nuno Almeida (Algarve).
Assistentes: Pais António e Valter Pereira.
4º Árbitro: José Laranjeira.

FC PORTO: Fabiano, Danilo, Maicon, Mangala, Alex Sandro, Defour, Herrera, Josué, Ricardo, Jackson Martinez, Varela.
Substituições: Ghilas por Varela (38m), Quintero por Josué (46m), Licá por Alex Sandro (77m).
Não utilizados: Kadú, Reyes, Carlos Eduardo, Kelvin.
Treinador: António Folha.

RIO AVE: Ederson, Lionn, Rodríguez, Marcelo, Edimar, Filipe Augusto, Tarantini, Rúben, Braga, Pedro Santos, Hassan.
Substituições: André Vilas Boas por Lionn (40m), Ukra por Braga (68m), Diego por Rúben (75m).
Não utilizados: Ventura, Tiago Pinto, Júlio Alves, Velikonja.
Treinador: Nuno Espírito Santo.

Ao intervalo: 0-0.
Marcadores: Jackson (61m, pen), Herrera (72m), Danilo (90m+4).
Cartões amarelos: Mangala (34m), Josué (34m), Alex Sandro (36m), Marcelo (60m), Edimar (62m).

Com 17.509 espectadores nas bancadas do Estádio do Dragão, naquela que foi a segunda pior assistência da época, a verdade é que o jogo esteve longe de ser interessante. Durante os primeiros 45 minutos, a qualidade do futebol praticada não foi a melhor e por isso foram poucas as vezes que o FC Porto esteve perto de marcar.

Ao longo do primeiro tempo, foram três as vezes em que o FC Porto esteve perto de inaugurar o marcador. Primeiro foi Herrera a obrigar Ederson a uma boa defesa ao rematar rasteiro e logo a seguir foi a vez de Mangala, de cabeça, a fazer com que o guarda-redes mostrasse ter bons reflexos, pois a defesa ao cabeceamento do francês foi feita por instinto.

A última grande situação para marcar por parte dos dragões foi da autoria de Ricardo, que rematou com força para defesa de Ederson.

Ao contrário da primeira parte, o FC Porto entrou bem na segunda parte e não precisou de muito tempo para se aproximar com perigo da baliza do Rio Ave. Logo nos primeiros segundos, Danilo obrigou Ederson a uma defesa a dois tempos após um remate forte.

Os dragões mantinham a posse de bola e, embora sempre a um ritmo baixo, tentavam levar a melhor sobre a defesa organizada do Rio Ave que, no entanto, não dava mostras de ceder. Já no ataque, os homens de Vila do Conde raramente conseguiam colocar o setor mais recuado do FC Porto em sentido, exceção feita ao minuto 58, quando Tarantini cabeceou com perigo após surgir sem marcação na área.

Porém, dois minutos depois, Marcelo teve uma entrada imprudente sobre Jackson Martínez e carregou em falta o avançado colombiano dentro da área, quando este tentava rececionar um passe de Quintero, que tinha entrado ao intervalo.

O árbitro Nuno Almeida de pronto assinalou grande penalidade e Jackson Martínez não desperdiçou a oportunidade de inaugurar o marcador, e reforçando o estatuto de melhor marcador do campeonato.

Quintero foi inteligente na forma como descobriu e conseguiu colocar a bola em Jackson Martínez e voltou a mostrar a excelente visão de jogo aos 72 minutos, altura em que voltou a colocar a bola pelo ar na área do Rio Ave, onde apareceu Herrera a dominar de peito e de cabeça a ampliar a vantagem para dois golos. Contudo, o resultado final, apenas foi estabelecido no último lance do jogo, com Danilo de livre e com a ajuda da barreira a bater Ederson e a tornar o resultado demasiado pesado para o Rio Ave.



DECLARAÇÕES

ANTÓNIO FOLHA

Em flash-interview após a vitória (3-0) sobre o Rio Ave, da 28.ª jornada da Liga, António Folha, que substituiu Luís Castro no banco do FC Porto, devido a castigo, considerou justa a vitória sobre os vila-condenses e declarou a intenção do FC Porto de continuar a trabalhar para vencer os restantes jogos da temporada.

O treinador-adjunto portista considerou que houve mais FC Porto na segunda metade, mas que os Dragões foram superiores ao Rio Ave: "A primeira parte não foi tão bem conseguida, mas na segunda, pelo que fizemos, merecemos inteiramente esta vitória. É sempre importante vencer, pois é para isso que trabalhamos diariamente e vamos continuar a trabalhar".

Em relação a Jackson Martínez, que marcou o seu 19.º golo na Liga, António Folha foi sucinto: "Primeiro estão os objetivos colectivos e depois os individuais. Naturalmente, esperamos que ele consiga".



RESUMO DO JOGO

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sábado, 19 de Abril de 2014

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FC PORTO B-benfica B, 4-1

II Liga 2013/2014, 39.ª jornada
19 de Abril de 2014
Estádio de Pedroso, Vila Nova de Gaia


Árbitro: Manuel Oliveira (Porto).
Árbitros assistentes: Cristóvão Moniz e João Santos.
Quarto árbitro: Carlos Dias.

FC PORTO B: Kadú; Víctor García, Zé António, Tiago Ferreira e Quiño; Mikel, Leandro e Pedro Moreira (cap.); Tozé, Kayembe e Gonçalo Paciência.
Substituições: Tozé por Ivo (65m), Gonçalo Paciência por Frederic (67m) e Kayembe por André Silva (76m).
Não utilizados: Stefanovic, David Bruno, Pavlovski e Bruno Silva.
Treinador: José Guilherme.

benfica B: Bruno Varela; João Cancelo, Fábio Cardoso, Victor Lindelhof e Bruno Gaspar; Ruben Pinto (cap.), Carlos Martins e Bernardo Silva; Gonçalo Guedes, Hélder Costa e Lolo.
Substituições: Gonçalo Guedes por Rudinilson Silva (21m), João Cancelo por Nelson Semedo (46m) e Lolo por João Teixeira (72m).
Não utilizados: Miguel Santos, Filip Markovic, Rui Fonte e Gianni Rodríguez.
Treinador: Hélder Cristóvão.

Ao intervalo: 4-1.
Marcadores: Leandro (30m), Tozé (33m e 45+2m, g.p.), Lolo (40m) e Pedro Moreira (44m).
Disciplina: cartão amarelo a Kayembe (27m), Leandro (40m), Hélder Costa (50m), Bernardo Silva (60m), Tiago Ferreira (63m) e Mikel (70m); cartão vermelho a Lindelhof (17m).

O FC Porto B venceu, este sábado, o Benfica B por 4-1, no Estádio de Pedroso, em encontro da 39.ª jornada da Segunda Liga. Num encontro que contou com uma expulsão, aos 17 minutos, de um jogador visitante, ao intervalo o marcador já mostrava o 4-1 final favorável aos jovens Dragões, com Tozé (dois golos), Leandro e Pedro Moreira a fazer os golos dos portistas. Com este resultado, o FC Porto B amealhou a 21.ª vitória na Segunda Liga, subindo ao segundo lugar da competição, a dois pontos do líder Moreirense.

​A partida iniciou-se após a entrega, a Gonçalo Paciência, do prémio de Melhor Jogador Jovem da Segunda Liga do mês de Março. Mas essa foi apenas a primeira das grandes emoções da tarde, nomeadamente a partir da (justa) expulsão do defesa visitante Lindelhof (17m), após impedir que Tozé se isolasse em frente a Bruno Varela. Os “bês” do FC Porto demoraram a perceber como haveriam de derrubar a oposição do Benfica B mas, aos 30 minutos, Leandro deu a dica: uma autêntica “bomba” do médio portista que só parou no fundo das redes adversárias, após bela jogada de (um até ali "adormecido") Kayembe.

Apenas três minutos volvidos, foi Tozé a fazer o gosto ao pé, concluindo uma jogada que ele próprio iniciou e aproveitando mais um cruzamento do extremo belga (2-0). O domínio portista foi interrompido, de forma curta, por um golo de Lolo (40m), mas os últimos cinco minutos da primeira metade foram frenéticos e com mais golos do FC Porto: primeiro, foi Tozé a desmarcar-se pela esquerda, colocando a bola no centro, tendo Gonçalo Paciência deixado a bola para o capitão Pedro Moreira marcar o 3-1. O 4-1 com que terminou a primeira parte (e, mais tarde, a partida) surgiu de um penálti sobre Tozé que o próprio avançado portista se encarregou de converter, alcançando o seu 18.º golo na Segunda Liga.

A segunda parte disputou-se com menor intensidade, mantendo-se o natural domínio das operações por parte do FC Porto B. Nota para uma bela inciativa individual de Kayembe (58m), que o guarda-redes adversário defendeu com dificuldade, e para algumas jogadas de bom entendimento entre os jogadores portistas. Após a entrada de Ivo e de André Silva (após terem marcado, cada um, um golo pelos Sub-19 portugueses na vitória contra a Geórgia, na sexta-feira), o jogo subiu de interesse e as jogadas de perigo foram surgindo em maior número na área do Benfica B, mas o resultado não sofreu mais alterações.

Com este resultado, os comandados de José Guilherme posicionam-se no segundo lugar da Segunda Liga, a dois pontos do Moreirense e com um de avanço sobre o terceiro classificado, o Penafiel, com três partidas ainda por disputar na competição. O próximo jogo do FC Porto B é contra o Sporting B e está agendado para 27 de Abril, no Estádio José de Alvalade.

fonte: fcporto.pt

CLASSIFICAÇÃO II LIGA
1º - Moreirense, 39j, 19v, 15e, 5d, 72pts
2º - FC Porto B, 39j, 21v, 7e, 11d, 70pts



RESUMO DO JOGO

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HORA DOS VERDADEIROS

Publicada por Tripeiro Categoria: , ,

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A queda dos grandes é a felicidade dos medíocres!

Época para não esquecer e para não voltar a repetir. Depois do campeonato e da Liga Europa, na última quarta-feira vimos o nosso FC Porto ser afastado da taça de Portugal, ficando agora exclusivamente a lutar pela taça da Liga. E assegurar o terceiro lugar no campeonato, claro!

Só sente a derrota quem está habituado a vencer. Somos claramente o melhor clube português, a milhas dos outros. Ninguém quer passar por épocas assim mas quando elas aparecem, só temos de nos unir e lutar todos juntos para voltarmos a ganhar tudo novamente.

Apoiar nos bons momentos, é fácil. Somos apenas mais um. Fazer quilómetros atrás do clube quando estamos na ribalta, quando atropelamos tudo e todos os que se cruzam no nosso caminho, é fácil. Gastar dinheiro, ficar a dever horas de sono à cama, pedir dias de férias ao patrão, deixar a família em casa, tudo é fácil quando estamos em primeiro e vencemos todos os fins-de-semana.

Agora chegou a hora dos verdadeiros. Os que continuam lá mesmo nos maus momentos. Os que não se deslocam pelo facto de estarmos em primeiro ou em décimo. Os que não se deslocam pelos jogadores ou pelo treinador. Os que não se deslocam pelo resultado obtido na primeira mão. Os que acompanham o clube única e exclusivamente por amor à instituição.

E a diferença já se vai fazendo notar. Mas comecemos pelo hóquei!

Sábado dia 12, uma super deslocação à Corunha!! Como sempre, lá estivemos! Uns em viaturas particulares, outros de camioneta, cerca 80 ultras do FC Porto marcaram presença no pavilhão do Liceu da Corunha, à semelhança do que já havia acontecido em Março de 2012. Mesmo depois da derrota caseira por 1-2, os Dragões deslocaram-se a Espanha para dar a volta à eliminatória. E deram! Grande apoio que demos à equipa, que resultou na passagem à final-four da competição.

Sob o olhar arrogante da polícia espanhola, fomos colocados num canto do pavilhão. Tratados como autênticos animais, não podíamos calcar as escadas, não podíamos dar um passo ao lado e tínhamos de pedir para ir à casa de banho. Este jogo ficou marcado por um ataque dos covardes espanhóis ao autocarro que transportou os Super Dragões. À chegada à Corunha, num semáforo, pedras e garrafas serviram para partir os vidros. Felizmente não houve ferimentos graves. Depois de na pré-época os adeptos de Celta de Vigo terem causado distúrbios no estádio do Dragão, agora fomos recebidos à pedrada na Corunha. Valentões os galegos! Nada nos intimidou e dentro do pavilhão ficamos sem vozes até ao festejo com os jogadores, depois dos penaltis.

Regresso à Invicta para um merecido descanso, e apressado, pois no dia seguinte haveria nova deslocação!

Domingo rumámos a Braga. Arrisco-me a dizer que foi a deslocação a Braga em que levámos menos gente. Ficámos todos na parte superior da bancada e mesmo esse sector não encheu totalmente. Resultado? Um APOIO BRUTAL! Uma dedicação máxima, um grande espírito ultra entre as duas claques, cânticos recentes e cânticos antigos, ritmos pausados e perceptíveis, um espectáculo!!! Não foram 90 minutos de apoio, foram 90 minutos, mais 15 no intervalo, mais 20 minutos no final!!! Estádio vazio e um Show no sector dos Dragões!

É pena mas é preciso o clube estar mal para conseguirmos criar um ambiente assim! Parabéns a todos os presentes!


Três dias depois, nova deslocação à lixeira. Mais uma super presença de Portistas na mouraria, se bem que desta vez com um número bastante inferior ao habitual. Mais um grande apoio. Desde a viagem, ao cortejo e ao apoio durante o jogo, demonstrámos que este clube nunca caminhará só. Uma desilusão profunda esta eliminação, inadmissível. Mais uma vez o melhor em campo do FC Porto foram os seus ultras.

Quatro ou cinco jogos até ao final da época, dois deles em casa com o clube do Regime, há que honrar as nossas cores, temos de ser todos Guardiões da Invicta.

Um abraço ultra.

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quinta-feira, 17 de Abril de 2014

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benfica-FC PORTO, 3-1

Taça de Portugal 2013/2014, meia-final, 2ª mão
16 de Abril de 2014
Estádio: Luz, Lisboa
Assistência: 45.380


Árbitro: Pedro Proença (Lisboa).
Assistentes: Tiago Trigo e Bertino Miranda.
4º Árbitro: Duarte Gomes.

benfica: Artur, Maxi Pereira, Jardel, Garay, Siqueira, Salvio, André Gomes, Enzo Pérez, Gaitán, Rodrigo, Cardozo.
Substituições: André Almeida por Cardozo (36m), Lima por Rodrigo (66m), Markovic por Gaitán (90m+6).
Não utilizados: Paulo Lopes, Steven Vitória, Sulejmani, Djuricic.
Treinador: Jorge Jesus.

FC PORTO: Fabiano, Danilo, Reyes, Mangala, Alex Sandro, Fernando, Defour, Herrera, Varela, Jackson Martínez, Quaresma.
Substituições: Josué por Herrera (64m), Ghilas por Varela (74m), Quintero por Reyes (82m).
Não utilizados: Kadú, Maicon, Carlos Eduardo, Ricardo.
Treinador: Luís Castro.

Ao intervalo: 1-0.
Marcadores: Salvio (17m), Varela (52m), Enzo Pérez (59m pen), André Gomes (80m).
Disciplina: Cartão amarelo para Quaresma (22m), Siqueira (25m), Danilo (48m), Reyes (58m), Herrera (64m), Varela (70m), Defour (75m), Jardel (78m), André Gomes (81m), Ghilas (90m), Artur (90m+2). Duplo amarelo e vermelho para Siqueira (28m), Quaresma (88m).

Jogava-se novo clássico no Estádio da Luz, 2ª mão da Meia-Final da Taça de Portugal. Uma das duas últimas oportunidades de “festejar”, segundo o que disse o nosso Presidente ainda esta semana, ainda que a meu ver, festejos contidos, muito fruto da péssima época realizada pela equipa azul e branca. Fora da corrida pelo Campeonato, 2º classificado distante, fracasso na Liga dos Campeões e eliminação com estrondo na última semana frente a um Sevilha que não é de todo do nosso “campeonato”. A juntar a isto a sucessiva falta de atitude competitiva em grande parte da temporada, trazia para este jogo a necessidade de limpar alguma da má imagem espalhada durante estes longos meses de competição e a vantagem estava do nosso lado com 1-0 da 1ª mão.

Para o jogo, Luís Castro começou com o 11 mais habitual desde que pegou na equipa. Do lado contrário um 11 mais forte do que aquele que foi ao Dragão, mostrando a importância de vencer o rival e conquistar a final da Taça. Entrada forte do Benfica e o Porto sem conseguir pegar no jogo, teoricamente com vantagem numérica no meio-campo adversário, nunca isso foi confirmado em campo, fruto da velocidade, dinâmica e capacidade de pressão do adversário, deixando por completo o Porto sem ideias e sem bola.

Não demorou muito até chegar o empate na eliminatória, aos 17’ Salvio corresponde de cabeça a um bom cruzamento perante a passividade da defesa portista. A partir daqui o Porto começou a ter mais bola, mais permitido pelo adversário do que mérito nosso, procurando o Benfica rápida transição após recuperar bola. Aos 28 minutos, corte completo com o perfil do jogo até então... Siqueira expulso por duplo amarelo em 2 minutos. Porto em igualdade na eliminatória e vantagem numérica no muito jogo que ainda havia pela frente mas sem consequências até final da 1ª parte. Ridicula a forma como encarámos a vantagem numérica, tendo mais bola mas pouca gente perto de Jackson.

Estranhamente não entrou Quintero ao intervalo para o lugar de um dos médios, pois os mesmos não estavam a dar profundidade nem criatividade ao jogo ofensivo. Estranhamente também, com vantagem numérica foi o o Benfica a mostrar mais vontade em aumentar a vantagem do que o Porto em empatar o jogo e decidir praticamente a eliminatória.

Mas Varela inventou o golo do empate. Perto da área, conseguiu enganar 2 adversários, entrou na área e rematou cruzado para o golo do Porto. 1-1 no jogo, vantagem de poder sofrer 1 golo e continuar na frente. Estavam decorridos 52 minutos. A partir daqui pedia-se cabeça, tranquilidade e segurança no jogo. Tudo ao contrário... não houve bola, não conseguimos ligar o jogo, parecíamos nós em desvantagem e a cometer erros atrás de erros. Assim o Benfica acreditou e começou a criar perigo, fez o 2-1 de penalty cometido por Reyes e não fez o 3-1 logo depois porque Rodrigo escorregou na cara de Fabiano.

Mas estávamos a correr riscos demasiados em não saber e não querer dominar o jogo, em não ser ambiciosos e não querer ganhar o jogo.

Daqui para a frente não comento... como ninguém me obriga a fazê-lo, é preferível não comentar porque tinha muito para dizer para além de chamar VERGONHOSOS aos “jogadores” azuis e brancos... vejam e tirem as vossas próprias conclusões. Depois do 3-1 fizemos o jogo que eles queriam de picardias e passar do tempo... anjinhos de M****, SE FOSSEM TODOS A UM SITIO QUE EU CÁ SEI...



DECLARAÇÕES

LUIS CASTRO

Após uma derrota (3-1) frente ao Benfica que valeu ao FC Porto o afastamento da final da Taça de Portugal, Luís Castro assumiu responsabilidades na sala de imprensa. O técnico considerou que os erros defensivos dos Dragões fizeram pender a eliminatória para os lisboetas e que o objectivo Jamor não foi alcançado por “culpa própria” da equipa.

“Cabia-nos fazer mais e não o fizemos. Não estamos na final por culpa própria, isto sem tirar o mérito ao Benfica, mas num jogo quase sem oportunidades não é muito lógico sofrermos três golos”, realçou o técnico, que reconheceu ainda que, depois do golo de Varela (1-1), “nada fazia prever que o jogo tomasse o rumo que tomou”.

“A seguir ao golo do empate o Benfica teve uma reacção, mas sem grandes oportunidades. Era a nós que nos competia procurar mais essas oportunidades, porque tínhamos mais uma unidade em campo, embora o resultado de 1-1 nos levasse à final mesmo sofrendo um golo. Fomos vítimas de mais um erro defensivo que cometemos, instalou-se o 3-1 e a partir daí não houve mais jogo. Não aconteceu nada que que não levasse a perda de tempo constante”, declarou o técnico, que sublinhou que essa não é a sua justificação para a derrota, porque “houve tempo útil para conseguir outro resultado”.

Luís Castro considerou que se se tratou de um encontro em que “os dois guarda-redes praticamente não tiveram trabalho”, pelo que o resultado pendeu para a equipa “que cometeu menos erros defensivos”. O técnico apontou ainda erros de posicionamento que não proporcionaram ao FC Porto “fluidez de jogo”, mesmo com mais um homem, e foi frontal: “Tenho de me responsabilizar pelo que aconteceu”.

O treinador dos Dragões descreveu ainda o momento da sua expulsão, já nos minutos finais: “A única coisa que disse ao Pedro Proença foi que não estava a haver jogo desde que o Benfica tinha chegado ao 3-1. Disse-o de forma educada, o Pedro Proença entendeu que eram palavras ofensivas”.



RESUMO DO JOGO

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terça-feira, 15 de Abril de 2014

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Altivo, pose de craque, de artista, de mago, de malandro... just RQ7.
Amigo, Muitos Parabéns!!!


São os votos de todos os colaboradores/as deste espaço de tertúlia.



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segunda-feira, 14 de Abril de 2014

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Braga-FC Porto, 1-3

Liga 2013/14, 27.ª jornada
13 de Abril de 2014
Estádio: Municipal de Braga
Assistência: 12.807


Árbitro: Rui Costa (Porto)
Assistentes: Miguel Aguilar e João Silva
4º Árbitro: Cosme Machado

BRAGA: Eduardo, Tomás Dabó, André Pinto, Aderlan Santos, Núrio, Custódio, Luiz Carlos, Battaglia, Erivaldo, Moreno, Pardo.
Substituições: Rafa por Erivaldo (46m), Miljkovic por Núrio (46m), Éder por Moreno (66m).
Não utilizados: Cristiano, Paulo Vinícius, Vukcevic, Nuno Valente.
Treinador: Jorge Paixão.

FC PORTO: Fabiano, Víctor García, Maicon, Abdoulaye, Ricardo, Fernando, Josué, Carlos Eduardo, Licá, Jackson Martínez, Varela .
Substituições: Defour por Fernando (57m), Ghilas por Varela (62m), Quintero por Jackson Martínez (70m).
Não utilizados: Kadú, Mangala, Alex Sandro, Kelvin.
Treinador: Luis Castro.

Ao intervalo: 0-1.
Marcadores: Varela (23m), Moreno (58m), Carlos Eduardo (86m), Quintero (90+1min).
Cartões amarelos: Fernando (52m), Custódio (68m).

Depois do pesadelo na Andaluzia, seguiu-se uma visita tradicionalmente difícil a Braga, não pelos resultados das últimas épocas, mas porque o adversário é uma equipa complicada. Por norma, o FC Porto costuma trazer bons resultados do AXA. É, inclusive, o FC Porto quem conquistou mais pontos no AXA de todas as equipas que por lá passaram desde que o Estádio foi inaugurado.

Com a 2ª mão das meias-finais da taça de Portugal com o benfica agendada para a próxima 4ª feira, 16 de Abril, o FC Porto apresentou-se esta noite em Braga sem sete habituais titulares no onze inicial. Aos quatro não incluídos na convocatória (Quaresma, Herrera, Reyes e Danilo), ficaram no banco mais três (Defour, Alex Sandro e Mangala). O FC Porto estava, claramente, a jogar em Braga com a cabeça no jogo da taça de Portugal. Durante e após o jogo, foi audível que o FC Porto estava a fazer uma gestão de risco calculado mas não concordo nada com essa tese.

O FC Porto correu demasiados riscos em Braga. Primeiro iniciou o jogo com demasiados jogadores que pouco ou nada jogaram esta época; segundo quando se faz demasiadas poupanças, descaracteriza-se a equipa e a resposta dada em campo não é a melhor; terceiro, o FC Porto, ao contrário de que muita gente pensa, tem ainda uma missão a cumprir na Liga Portuguesa: terminar no 3º lugar. Sim, porque terminar no 3º lugar ou no 4º lugar é totalmente diferente com repercussões no futuro. O 3º lugar dá acesso a disputar a 3ª pré-eliminatória da champions league. O 4º lugar recambia a equipa para a liga europa. Estamos a falar em diferenças de 8,5 milhões de euros pela presença na prova rainha da UEFA + 2,5 milhões de euros pela passagem na 3ª eliminatória + 15 milhões pelos direitos de transmissão televisiva.

Ora, o FC Porto iniciou o jogo em Braga com 6 pontos de avanço sobre o 4º classificado, o Estoril-Praia. Na prática, são apenas 5 de avanço, uma vez que o FC Porto perde com os canarinhos no confronto directo. Contra o Sp. Braga, uma equipa que apesar da época menos boa que está a realizar, é sempre um adversário complicado, o FC Porto, no meu entender, correu demasiados riscos, colocando em causa esse 3º lugar e, não fosse a rifa perto do final do jogo, estaríamos aqui a falar em 3º lugar em perigo.

O jogo teve duas partes completamente distintas. Uma 1ª parte completamente dominada e controlada pelo FC Porto que, apesar das muitas mexidas no seu onze, deu uma excelente resposta e poderia ter sentenciado o jogo nestes 45 minutos iniciais. Na 2ª parte, o jogo ficou partido e o domínio foi dividido. A vitória poderia ter caído para qualquer um dos lados. Caiu para a equipa mais afortunada. Diga-se de passagem que o Sp. Braga também jogou sem grande parte dos titulares a pensar no jogo das meias-finais da taça de Portugal com o Rio Ave.

Na 1ª parte, o FC Porto, como disse, entrou bem na partida e nos minutos iniciais criou alguns lances de perigo. Victor García, jogador da equipa B, deu uma excelente réplica a defesa direito e mostrou a Danilo como se cruza para a grande área com conta, peso e medida. Por duas vezes, o defesa direito, colocou a bola milimetricamente nas cabeças de Jackson e de Carlos Eduardo que não deram melhor sequência aos lances. Aos 23 minutos numa jogada iniciada a meio-campo por Carlos Eduardo, Jackson isolou Varela pela meia direita, que à saída de Eduardo e sentindo a pressão de Núrio, picou a bola por cima do guarda-redes bracarense.

O FC Porto adiantava-se no marcador e numa altura importante da partida pois até aí o Sp. Braga não tinha feito qualquer investida ou remate à baliza portista. O FC Porto continuou a mandar no jogo, sem jogar bem e praticando um futebol lento. Josué, no entanto, dava boa conta a meio-campo, pausando e distribuindo jogo, teve engenho para ensaiar por duas vezes o remate à baliza arsenalista. Aos 34 minutos, Licá, que apareceu no lugar de Quaresma, teve a oportunidade de ampliar para 2-0 mas rematou por cima da baliza contrária.

Ao intervalo, o treinador dos arsenalistas, Jorge Paixão, operou duas mudanças na sua equipa e o FC Porto deixou de controlar o jogo. Aliás foi no início do período complementar da partida que o Sp. Braga mais perigo criou junto da baliza portista. Mas antes do golo bracarense, o treinador Luís Castro, a pensar no jogo de 4ª feira, retirou um jogador fulcral do meio-campo: Fernando e meteu Defour. Estavam decorridos 57 minutos.

Logo a seguir, no mesmo minuto, o Sp. Braga empatou a partida. Sintomático. O FC Porto continua, tal como tem sido ao longo desta época, a colocar-se a jeito. Numa investida pela direita, numa transição rápida, Pardo passou por Abdoulaye (quem se lembrou de resgatar este jogador ao V. Guimarães?) com uma facilidade incrível, Maicon tentou fazer a cobertura mas não conseguiu e o jogador arsenalista cruzou tenso para o primeiro poste onde apareceu Moreno, mais rápido que Ricardo, a bater Fabiano.

O empate estava estabelecido mas a história do jogo não ficou por aqui. Entretanto, no FC Porto saía Varela e entrava Ghilas aos 63 minutos e seis minutos depois saía Jackson e entrava Quintero. O empate parecia satisfazer os portistas. Esta era a sensação que ficava na retina.

O Sp. Braga galvanizado pelo golo e pelos seus adeptos, subiu no terreno e poderia ter marcado por duas vezes. Aos 77 minutos, a defesa do FC Porto vacila e Éder à meia volta na área remata para defesa por instinto de Fabiano. Sete minutos depois, Rafa aproveita uma perda infantil de Abdoulaye e frente a Fabiano atirou à figura.

Não marcou o Sp. Braga, marcou o FC Porto ao cair do pano e por duas vezes. Primeiro num cruzamento na esquerda de Josué para a cabeça de Carlos Eduardo aos 86 minutos e depois aos 90 minutos numa boa jogada de contra-ataque do FC Porto. Na entrada da área Josué serviu Quintero, que trabalhou bem o lance, marcando um bom golo.

Vitória por 3-1 por números exagerados. Uma vitória saída na rifa. Às vezes as coisas correm bem mas muitas vezes as coisas correm mal mas já vem sendo hábito ver o FC Porto pôr-se a jeito. Quarta-feira, o FC Porto tem um dos jogos mais importantes da época e aguardemos para ver o resultado final.

Notas finais para as boas actuações de Victor García e Josué e para a exibição anedótica de Abdoulaye.




DECLARAÇÕES

LUIS CASTRO

O treinador do FC Porto considerou justo o desfecho do jogo frente ao Sporting de Braga (3-1), acrescentando que ele poderia ter ficado resolvido na primeira parte, período no qual os azuis e brancos foram muito superiores. Carlos Eduardo manifestou a sua alegria pelo triunfo em Braga e perspectivou os compromissos que se seguem.

​“Tivemos o domínio claro do jogo na primeira parte, na qual poderíamos ter resolvido as coisas. O segundo tempo foi mais repartido, mas creio que, no cômputo geral, a vitória assenta-nos bem. Temos uma distância consideravelmente larga em relação ao segundo lugar, pelo que não alimentamos falsas ilusões. Os meus jogadores estão de parabéns pois trabalharam muito para vencer este jogo e entregaram-se de corpo e alma”, afirmou Luís Castro na flash-interview que se seguiu ao embate com os minhotos, no Estádio Municipal de Braga.

CARLOS EDUARDO

Carlos Eduardo, autor do segundo golo portista, sublinhou as dificuldades sentidas pelos Dragões e a justiça do triunfo azul e branco. “Foi um jogo difícil, mas o importante é que vencemos e somámos os três pontos. Fomos melhores durante os 90 minutos e merecemos esta vitória, pois criámos mais oportunidades de golo e dominámos a maior parte do tempo. A partir de agora vamos pensar no jogo de quarta-feira, que queremos muito vencer”, declarou o médio brasileiro, pensando já na segunda mão da meia-final da Taça de Portugal, frente ao Benfica.



RESUMO DO JOGO

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