05 dezembro, 2009

Sejam bem aparecidos...

assistência: 18.110 espectadores.

árbitros: Jorge Sousa (AF Porto), José Ramalho e José Luís Melo; Rui Costa.

VITÓRIA DE GUIMARÃES: Nilson; Alex, Gustavo, Moreno e Andrezinho; Flávio Meireles, João Alves e Nuno Assis; Targino, Douglas e Desmarets.
Substituições: Flávio Meireles por Custódio (15m), João Alves por Roberto (72m) e Alex por Rui Miguel (78m).
Não utilizados: Sérginho, Jorge Gonçalves, Milhazes e Marquinho.
Treinador: Paulo Sérgio.

FC PORTO: Helton; Fucile, Rolando, Bruno Alves e Alvaro Pereira; Fernando, Raul Meireles e Belluschi; Varela, Falcao e Rodríguez.
Substituições: Belluschi por Guarín (59m), Falcao por Hulk (59m) e Farías por Rodríguez (91m).
Não utilizados: Beto, Mariano, Maicon e Sapunaru.
Treinador: Jesualdo Ferreira.

golos: Varela (12m), Falcao (31m), Andrezinho (45+1m), Bruno Alves (66m) e Rodríguez (87m).

disciplina: cartão amarelo a Raul Meireles (40m), Fernando (45m), Douglas (51m), Serginho (51m) e Nuno Assis (93m).

Já tínhamos saudades!

Finalmente. Já merecíamos uma noite assim. Confesso que, algo descrente nas últimas exibições portistas, duvidava. Vivia, como muitos, com aquela fé, irracional, numa melhoria significativa.

O confronto, marcado cirurgicamente para o início do fim-de-semana, era de enorme grau de dificuldade. Uma deslocação a território inimigo, povoado por estranhos seres que fazem, bastas vezes, da violência a arma primeira nos confrontos. Do outro lado, trajando o alvo uniforme dos vitorianos, uma equipa em estado de graça, radicalmente transformada, no ânimo, com a chegada do novo profeta.

O embate, como se vê, era titânico. Existia, virtualmente, uma linha traçada, espécie de derradeiro aviso aos portistas. Um percalço no Minho e, provavelmente, viveríamos em depressão até final da temporada. Era essa a ideia, provavelmente, que estava marcada, como espécie de ferrete, na mente da equipa. Um “mata-mata”. Jogo explosivo em perspectiva.

E o ambiente, feérico, do Afonso Henriques, não saiu defraudado da contenda. O campeão vigente apareceu. Com as mesmas roupagens. Aquela mistura agradável de cores. O azul e o banco, provocando frémitos de emoção a quem vive apaixonado pela flâmula do Dragão. Jesualdo, de forma algo subtil, tinha alertado. “Vamos ser uma equipa mais agressiva, potente e assertiva”. E, como num passe de mágica, eles foram isso mesmo. E muito mais.

Mas comecemos pelo início. No habitual 4-3-3 [pelo menos no plano teórico, dado que o mesmo teve várias ramificações e transformações, acompanhando os momentos cruciais da partida], Hulk ficou no banco, com Varela a assumir o seu lugar, ao lado de Rodriguez e Falcao. O novo voto de confiança ao colombiano resultou, parcialmente. Se a nível de combatividade nada há a apontar ao novo reforço portista, a efectividade do internacional sul-americano tem deixado muito a desejar, ultimamente.

Foi um Porto de combate, pressionante, como até aqui ainda não se tinha visto. Com Meireles na dupla função de ajudar nas despesas atacantes e de apoio a Fernando, nas acções defensivas, o dinamismo de Belluschi, aliado à energia e hiper-actividade de Varela e Rodriguez, tornaram a equipa de Jesualdo mais acutilante. Com as oportunidades a sucederem-se. Não foi, por isso, com estranheza que se assistiu a um domínio intenso, nos primeiros 45 minutos. A tão pedida pressão alta foi crucial, como o comprova o lance do 1º golo. Roubo de bola a Nuno Assis, com Varela a desequilibrar no movimento de transição. O Porto conseguia a proeza de criar mais lances de ataque, na 1ª parte, com passes de ruptura, do que em todos os jogos anteriores.

Seria uma primeira parte perfeita. Se. Parece que esta equipa é perseguida por uma teimosa e persistente nuvem negra, transportadora de maus augúrios. Bolas nos postes. Falhanços incríveis. Golos sofrido de forma fortuita. E hoje, já nos descontos para o intervalo, um ocasional livre premiou de forma imerecida os vimaranenses, relançando a emotividade. E provocando alguma apreensão nas hostes portistas.

A segunda metade parecia ser de excruciante sofrimento. Um Porto abnegado, defensivamente, mas sem encontrar o antídoto para a libertação de uma pressão que chegou a ser sufocante. Depois de um calafrio, com o calcanhar de Moreno a errar o alvo, Jesualdo mexe na equipa. E bem. O aplauso pela decisão de agitar o grupo deve-se, sobretudo, à entrada de Guarin. Precioso, o colombiano ajudou a equilibrar a partida, com os seus movimentos de apoio a Meireles e Fernando a revelarem-se preciosos. Guarin foi, ainda, inestimável na capacidade de remate, com duas bombas a colocarem em pânico o ultimo reduto adversário.

Merecidamente, o ponto final foi colocado por quem enverga a mítica braçadeira de capitão. Bruno Alves, himself, em novo lance de bola parada [e logo eu que criticava a aparente anarquia na marcação dos mesmos, assisto com gáudio à marcação de 2 golos em lances estudados]. 3 pontos. E lá temos os encarnados a viverem o seu pesadelo privado. Já nos têm ao lado…

Análise final: Fantástica vitória, comprovando que a equipa tem vindo a subir, paulatinamente, os patamares exigíveis rumo à quase perfeição. Jogo de garra, para homens de barba rija, onde a atitude indomável e guerreira da equipa ajudou à recuperação anímica. No entanto, mais do que embandeirar erradamente em arco, deixando a euforia travar a fase ascendente, importa erradicar de vez os momentos menos bons. Que continuam a aparecer. Desde logo, numa primeira análise, a equipa tem que controlar, forçosamente, a posse de bola. A 2ª parte, com o periclitante 2-1 no marcador, chegou a ser de aterradora ansiedade. O meio-campo, sufocado pela vaga atacante do Guimarães, vivia submerso num trabalho de sapa, efectuado de forma corporativa mas pouco inteligente. O acantonamento, nas imediações da área de Helton, permitiu um crescimento desmesurado do adversário, com o espectro do empate a pairar sobre todos que assistiam ao jogo. E depois, para exasperação total, a ausência de uma finalização adequada ao enorme volume de oportunidades perdidas. O Porto poderia, nos últimos 15 minutos, ter construído um resultado humilhante [e que vontade eu tinha que isso acontecesse, naquela estádio], desperdiçando de forma infantil lances de superioridade numérica.

O melhor do Porto: Elejo um tridente, que conseguiu colocar em prática o plano táctico engendrado por Jesualdo [e sim, nunca é demais, depois de tanto causticar o homem com críticas, colocar-lhe nos ombros uma grossa fatia do êxito alcançado]. Varela, repentino e explosivo, capaz de dinamitar a defesa contrária. O futebol gingão do ex-amadorense, imprevisível nas acções, ajudou a alavancar a agressividade do conjunto. E aquele momento, perante Gustavo Lazaretti, finalizando com contundência, foi o momento chave da partida: o abanar do infortúnio que, até aí, parecia ir perseguir os azuis e brancos.

Rodriguez, regressado à titularidade e às exibições personalizadas. Gosto particularmente do uruguaio. Pela atitude. Pela personalidade. Pela adopção do lema do “antes quebrar que torcer”. Capaz de aportar efectividade ao lado esquerdo, ora esticando o jogo até à linha de fundo, ou refreando os ímpetos, juntando-se ao tridente do meio-campo como 4º elemento, o “Cebola” foi fulcral no período de maior domínio portista, numa primeira metade praticamente imaculada. Mereceu amplamente o prémio do golo alcançado, num remate indefensável.

Belluschi, brilhante na assunção do papel de criativo, felino nas transições ofensivas, mexendo com os cordelinhos da partida. O esplendor fica, no entanto, algo maculado, com a perda, numa dessas transições, da bola, resultando daí a falta de Fernando e o posterior golo de livre, que relançou momentaneamente a partida. E, aqui, abro um pequenino parêntesis para a dica da semana [obra e graça do génio táctico do Bruno Rocha]. O 10, personificado no corpo franzino de Belluschi, nunca deveria jogar tão junto do pivot defensivo, assumindo as despesas do 1º passe. Notas elevadas, igualmente, para Meireles [que belo jogo do louro tatuado] e de Bruno Alves, sentenciando a partida, de forma oportuna.

Arbitragem: Resumo a apreciação a um lance. O jogo caminhava, de forma nervosa, para o final. O placar assinalava um 3-1 que, longe de decidir a contenda, a mantinha viva, agitada, impaciente. Faltariam cerca de 10 minutos para o apito final. E o gesto, magnânimo, assinalando uma infracção a Rodriguez, junto da meia-lua, foi de uma frieza glacial. Um golo, naquele livre extremamente perigoso, relançaria o encontro para um final impróprio para cardíacos. A falta, está bom de ver, não existiu. É um daqueles lances que nos deixa com um sorriso de resignação no rosto, enquanto nos controlamos para suster a torrente de impropérios contra o homem do apito. Deliberadamente astuto, o juiz de campo. Finório. Habilidoso. Porque é assim, sem dar muito nas vistas, que “eles” gostam de desvirtuar partidas…

Nota de rodapé: Apeteceu-me parafrasear Maradona, ao assistir ao jogo pela Sport Tv. Deve ter sido batido mais um recorde qualquer, tantas foram as repetições dadas em lances na área portista, por mais inócuos que os mesmos fossem. A patética tentativa de esmiuçar, de forma obcecada, à procura do pretenso erro arbitral para justificar mais um triunfo dos Dragões, saiu obviamente furada. Azar. E, como diz o astro argentino, ma***...

04 dezembro, 2009

No berço da Nação… embala Dragão!!!

Ou não?!?!? Maioritariamente, esta é talvez, senão a maior, uma das maiores dúvidas que assolam os espíritos dos mais indefectíveis adeptos azuis e brancos.

Um terço da época cumprida e o rumo do PENTA, por muito que se cole a discursos optimistas, corajosos e de alarve esperança, emperra a cada transição, vê-se tolhido de sucesso a cada golo sofrido e pior que tudo, enferma a esperança, de repetir façanha, na ineficácia ofensiva em frente das balizas contrárias, defendidas por um qualquer Peçanha.

No Minho, cabe a Vimaranenses e Dragões, honras de abertura na Jornada 12, jogo de cartaz, de indesmentíveis dificuldades e de resultado apontado à tripla.

Em Guimarães, Cajuda é passado mesmo depois de momentos triunfais, Vingada, chegou contagiou a massa adepta, mas cedo conheceu a lei do chicote. Paulo Sérgio, é agora “Rei”em terras de Afonso Henriques, aposta que parece conduzir os Vitorianos para lugares mais próximos de objectivos europeus.

A primeira vista os de Guimarães parecem ter ganho agressividade ofensiva, no entanto a pedra basilar deste encadear de sucesso último, manifesta-se no rigor posicional, na tenacidade defensiva, bem vincada na inviolabilidade da baliza de Nilson, mas também na nova estrutura táctica do meio-campo.

O ex-técnico Pacense, que para os mais esquecidos, começou a época a roubar pontos ao TetraCampeão, tem demonstrado argúcia no arquitectar dos onze.

A equipa inspira-se entre o labor e o virtuosismo técnico de algumas das suas melhores unidades. Aos movimentos incisivos, soma-se o talento, e sob o relvado aparece o futebol carrossel a toda a largura do terreno, onde Nuno Assis, Desmarets, Targino, são vértices fulcrais de dinâmicas pujantes e da personalidade adulta que este novo Vitória evidencia, aliando rapidez sobre a bola à cada vez mais evidente capacidade de pressing sobre as linhas adversárias.

Confiança é algo que não falta ao 4x4x2 vimaranense, os laterais não traduzem grande profundidade, mas sobem a preceito, a direita é a ala mais utilizada para canalizar os ataques, ate porque a esquerda da defesa tem sido alvo de adaptações circunstanciais.

O núcleo central e linha transversal da coesão têm em Nilson, guardião de recursos elásticos e defesas felinas em instinto e eficácia. Gustavo Lazaretti transmite segurança, dando poder e acutilância nos lances de bola parada. Flávio Meireles e João Alves, são tampões e filtros da consistência no miolo, conferindo equilíbrio defensivo, traduzindo por norma superioridade numérica face as acções do adversário. Depois o playmaker Assis, impõe os ritmos ofensivos, trava e acelera as transições, libertando a régua e esquadro passes de ruptura que encontram em Targino, Douglas e/ou Roberto, fonte de perigo constante para o ultimo reduto contrário.

Moral da história, se Guimarães já é por norma um feudo de dificuldades, esta nova filosofia e princípios de jogo, cujo conjunto de Paulo Sérgio assimila a olhos vistos, só potencia ainda mais o ambiente electrizante que circunda as bancadas do Afonso Henriques, sempre num registo de apoio, onde a máxima é empurrar o emblema da casa em direcção à baliza contrária.

Por tudo isto e sabendo eu como muitos outros que “futebol é o momento”, faz sentido considerar esta contenda como o mais difícil teste ao Porto de Jesualdo… não pelo que o adversário faz adivinhar em problemas, mas por aquilo que não consigo antever como soluções para garantir os 3 pontos e embalar de forma sólida, rumo ao PENTA.

Não sei se passa por mudar o sistema, não sei se passa por mudar as rotinas, nem mesmo acredito ou sei se passa por mudar os interpretes, tão somente penso, qualquer grande clube deve ter sempre mais que um sistema onde se possam acrescentar ideias com o sentido de progredir.

Jesualdo vincou a ideia que a evolução verificada na pós-paragem competitiva, não chega para ultrapassar o obstáculo minhoto. Será possível que em 5 dias se cresça tão abruptamente?... Se consiga suplantar objectivamente e eficazmente ideias intermitentes de agressividade, competitividade, capacidade de pressing e eficácia?... Imagem de marca deste Dragão de inicio de época.

Naturalmente nem só destas premissas poderá viver a ambição de evolução azul e branca, para lá destas, está a moldura táctica capaz de as fazer coabitar como expressão de bom futebol.

Sem mecanização capaz, as transições perdem fulgor na catadupa de passes transviados, falta ao conjunto de Jesualdo decifrar o código capaz de abrir o Dragão ao futebol explosivo, organizado, criativo, feito de dinâmicas cinéticas, mas também de rigor posicional, sobretudo na dimensão da ocupação de espaços defensivos.

Parece consensual a importância de Belluschi como elo criativo, unidade de fantasia, que distancia com a sua presença, o futebol azul de uma imagem de previsibilidade, cujo os desequilíbrios se fazem de correrias estéreis ou duelos combativos de médios mais dados a futebol musculado, feito de expressão física e táctica, mas incapazes de alterar ritmos e transportar o jogo para patamares de qualidade exigível a um campeão.

Não sendo um futebol de encantar aquele com que nos presenteiam jornada após jornada a verdade é que seguimos apostados em chegar o quanto antes a liderança, não restam duvidas pois que em Guimarães só um Porto pouco visto no decurso da época pode fazer face as adversidades.

Um Dragão capaz de combinar criatividade com solidez de processos, mesclar disciplina com fantasia de acções ofensivas, onde a simbiose dos sistemas tácticos case na perfeição a compatibilidade de jogadores como Hulk, Rodriguez, Varela, Farias e/ou Falcao. Onde a equipa evidencie capacidade para se equilibrar entre linhas, com e sem bola, de forma coesa, capaz de interpretar uma linha defensiva mais subida no relvado, propiciadora de maior capacidade de zonas de pressão alta, traduzindo uma atitude dominadora sobre o relvado.

Estas são para mim as linhas orientadoras do sucesso que anseio para o clube que colhe a minha paixão.

Já Jesualdo teima em baralhar e voltar a dar, e como tal vai experienciando ideias de trocas e baldrocas, na berlinda, Beto pode ceder o lugar a Helton, Maicon pode ver Rolando voltar a titularidade, Belluschi pode voltar ao aconchego do banco e Farias ocupar um lugar de destaque na frente de ataque. Hulk pode voltar a ter de conhecer o espaço central do ataque, como melhor caminho para o golo ou Rodriguez ceder lugar a um médio de características mais interiores e como tal Mariano já espreita.

Fico pois a espera que tanta remodelação e escolha, sejam o berço da revolução, e o Dragão embale para uma exibição a CAMPEÃO!!!

LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Beto.
Defesas: Fucile, Bruno Alves, Rolando, Maicon, Sapunaru e Alvaro Pereira.
Médios: Fernando, Raul Meireles, Guarín, Belluschi, Valeri e Rodríguez.
Avançados: Falcão, Varela, Hulk, Farías e Mariano.

Dragão ou Morcão?? - semana 14

Jaime Magalhães

Data de nascimento: 19-07-1962 (47 anos)
Posição: Médio/Extremo
Clube posterior ao FC Porto: Leça
Situação actual: Retirado do futebol profissional

Épocas no FC Porto: 15 (de 1981/82 a 1994/95)
Campeonatos ganhos no FC Porto: 7

Pontos de exclamação: Um médio-ala excelente que, juntamente com João Pinto, construiu um flanco direito respeitado em toda a Europa! Cruzamentos bem medidos, finta em progressão, apesar da aparência “bruta”. Não tinha a velocidade de muitos dos Extremos da actualidade, mas progredia bem no terreno. Diz quem o conheceu que, como pessoa, era um homem simpático, e simples, sempre disposto a dar duas de treta no famoso Café Velásquez. Um daqueles jogadores “à Porto”, que os seus 15 anos de profissional atestam bem!

Reticências: Faltava-lhe um bocadinho mais de raça, mas a sua posição também não era muito virada para o “atira ao pau”. Não era cerebral e por vezes a desconcentração, e falta de determinação, atraiçoavam-no.

As conquistas que fazem um jogador:

- 7 Campeonatos Nacionais
- 4 Taças de Portugal
- 8 Supertaças Cândido de Oliveira
- 1 Taça dos Campeões Europeus
- 1 Taça Intercontinental
- 1 Supertaça Europeia
- Finalista vencido na edição de 1983/84 da Taça das Taças, em Basileia.

Alguns jogadores importantes com quem jogou: João Pinto, Futre, Gomes, Bandeirinha, Semedo, Vítor Baía, André, Rui Barros

Um dos grandes jogos de Jaime Magalhães:



Hugo Almeida lançou a confusão nas votações. Tudo muito repartido, tão repartido como ficou o meu cérebro desde que o vi actuar pela primeira vez de Dragão ao peito. Esperava muito deste possante avançado, e fartei-me de esperar, pois a realidade é que nunca se impôs, nem nunca chegou a comprovar o vaticínio de Grande Avançado que lhe tinha lançado mal lhe “mirei” a estampa. A verdade é que as oportunidades de que dispôs também não foram muitas, e vai daí o meu voto foi para “Nem Dragão, nem Morcão, há um senão.”, a opção que acabou por sair vitoriosa, com 43% dos votos da comunidade. Comunidade Bibó Porto escolheu, está escolhido.

Dragão Azul e Blue Boy são os 2 mais recentes comentadores a conquistar o “blue pass” para o sorteio do prémio fidelidade à rubrica “Dragão ou Morcão”. Os seus nicks estarão portanto no saco azul (não soa bem) do qual irá sair o vencedor do cheque-viagem de 20,00 eur das Viagens Abreu. Obrigado pela vossa participação.

Jaime Magalhães não foi facilmente identificado, e a “cara de malandro” parece que enganou alguns. Pois se eu olho para a foto dele e vejo uma cara de (bom) malandro que querem que vos diga?! É superior a mim. Mas como sempre, houve um Avançado fura-redes que fuzilou à primeira, Hugo de seu nome, ainda que aos empurrões. Foi prontamente assistido pelo Lucho e pelo Intrusus, e posteriormente Blue Boy, Vila Pouca e Jorge Aragão juntaram-se à "molhada", nem sempre com vontade de facturar, é certo :)! Parabéns pelo acerto. Não estava fácil.

Na próxima semana, a votação irá recair sobre um jogador que chegou com rótulo de “direitinho para a equipa B”, e em pouco tempo se tornou num fenómeno para as hostes portistas! Nunca irei esquecer aquela noite em que a chover copiosamente, de capote azul sobre a cabeça, com 2 primos meus, e após uma atribulada viagem desde Vila Real City, me sentei no estádio das Antas para assistir, sem saber, a um dos melhores jogos ao vivo da minha vida. Mal acabadinho de me sentar e já o adversário fazia um manhoso contra-ataque culminando com um golo de um argentino que nunca rumou ao Dragão. Gritei a plenos pulmões “cara#&oooo” virei-me para o lado e de cara lavada pela chuva disse: “pronto, lá se foi o sonho”. Para minutos depois gritar “gooooooolo cara#&oooo... que ganda goooooolo!”, e depois novo “gooooooolo”, e mais “goooooolo, e mais ainda “gooooooolo”. Um feito épico. E esse jogador foi sem dúvida o rosto da viragem com um golaço fora de área. Quem é ele, quem é? Pois.

Saudações e bons votos,
Dragon Soul

passatempos 2009/10 - classificação ligas privadas

RECORD bet365.com

  • liga BiBó PoRtO "profissional"

  • 1º classificado - 362 pts - Orgulho Tripeiro V
    2º classificado - 327 pts - Deedee
    3º classificado - 324 pts - O Céu é o Limite

    equipa vencedora do prémio semanal na 10ª jornada: jotapedro VI, com 33 pontos.
    » podes conferir, CLICANDO AQUI, a lista de todos os anteriores vencedores semanais.


    prémios (regras finais) - o valor total das inscrições é aplicado integralmente nos prémios semanais ao longo das 24 jornadas (5,00 euros para o mais pontuado semanalmente) e acumulado final para o vencedor (50,00 euros para o vencedor da nossa liga privada), com o pagamento dos prémios a processar-se após conclusão da última jornada da liga sagres 2009/10.
  • liga BiBó PoRtO "geral"

  • 1º classificado - 383 pts - Lipteam
    2º classificado - 380 pts - Tubaralhos
    3º classificado - 375 pts - jotaesse01

    prémios - tshirt e cachecol oficial do blog para o vencedor do acumulado final.


MAIS FUTEBOL egolo
  • liga BiBó PoRtO, carago!

  • 1º classificado - 725 pts - all stars team 11
    2º classificado - 703 pts - F.C. Dureza
    3º classificado - 700 pts - Seboro FC

    prémios - tshirt e cachecol oficial do blog para o vencedor do acumulado final.


UEFA FANTASY FOOTBALL
  • BiBó PoRtO LeaGuE

  • 1º classificado - 287 pts - OsMaiores, José Alba
    2º classificado - 270 pts - FCPorto, Filipe de Jesus
    3º classificado - 270 pts - Os Incontornáveis, João Domingues

    prémios - tshirt e cachecol oficial do blog para o vencedor do acumulado final.


IMPORTANTE: podes consultar AQUI, todas as instruções para participar nas nossas ligas privadas.

03 dezembro, 2009

Tácticas (opções) e no banco, renovações de milhões

O trilho da Calçada este ano, em vez de seguir por atalho, como é significado da palavra, tem antes seguido por desvio, com este e aquele percalço no seu encalço. Costuma-se dizer que “o caminho faz-se caminhando”, verdade verdadeira, que não me atrevo a desmentir, mas se o podermos fazer depressa e bem, melhor ainda, mas como também desse dito reza que “não há quem…”, só me resta pedir, que a Via Penta que resta percorrer, seja edificada mais habilmente e com menos sinuosidade, já que ainda acredito na sua conclusão.

Caminhos para o sucesso não há muitos, e aqueles que como nós o conhecemos, sabemos que ter só boas pedras não chega, há que saber poli-las e encaixá-las bem, para que os novos diamantes, outrora meras lajes, não façam do caminho um tapete escorregadio e tortuoso. Por vezes, dou por mim a pensar, neste e naquele jogador, pedras preciosas de hoje, neste e naquele modelo, esquemas da moda de hoje, e em como via um futebol atractivo, com dinâmica, com golos marcados, poucos ou nenhuns sofridos, a bola teimava e não querer fazer mais do que um ou dois toques no pé de cada um; tudo fluía para a vitória, o FC Porto jogava bem à bola. Saudosismo um pouco contrastante, com aquilo a que tenho estado habituado nestas últimas semanas.

Bem sei que continuamos a ser o Porto, o clube que está a mais num país que o rejeita, mas que sabe e esconde que precisa dele, tal como tão bem disse Jorge Nuno Pinto da Costa, e que (possivelmente), “temos jogadores para sermos campeões” como mencionou, aquele que a par de Vítor Baía e Jorge Costa encarna o verdadeiro jogador à Porto, o nosso capitão Bruno Alves. Aquilo que não sei, é de quanto mais tempo precisará o professor Jesualdo Ferreira, para perceber, que ter só bons jogadores não chega, e que para um esquema de jogo a que vinha habituado, já não dispõe de peças com as características de outras.

Apesar de a época ser natalícia, pouco ou nada se sabe que prendas irá ter Jesualdo no sapatinho, mas para já a boa nova é de que pela primeira vez esta época o treinador portista tem à sua disposição todo o plantel, isto se rejeitarmos a ideia de que o seu plantel é apenas constituído pelos seus treze a catorze fetiches. Orlando Sá está completamente recuperado e poderá, assim, ser mais uma opção válida, para um ataque que muito prometeu, mas que tem tido dias de pouca inspiração. Não sendo, a meu ver, no ataque que reside o principal problema deste FC Porto, seria interessante o professor, nos seus tempos mortos, ir dando umas bicadas no que pela blogoesfera se diz e encaixar umas ideias, tirando notas como:

Belushi não é Lucho e já não temos aquele poço de talento defensivo/atacante de nome Lisandro; Fernando não pode ser o homem que faz as transições, pois corre sempre o risco de perder muitas bolas e descompensar a defesa; apesar de subida de forma de Meireles, este não pode fazer mais pêndulo, do que já faz no meio campo. Ora, por tudo, isto, fica patente, que o modelo táctico preferido de Jesualdo (4-3-3), com estes homens não consegue resultar. Juntando a tudo isto, o FC Porto, para além de Varela, já não dispõe de extremos puros, que vão à linha cruzar, como é apanágio deste tipo de sistema. O plantel até pode ser curto, mas é bom relembrar que ainda temos soluções, no meio campo, capazes de contornar aquilo que agora é um problema, e fazer disso uma solução. C. Rodriguez, Varela, Tomás Costas e Guarín podem ocupar uma vaga de meio campo, à semelhança do que faz Raul Meireles num dos lados (direita), solidificando o meio campo e libertando Hulk e Falcao quer para os seus rasgos individuais quer para a hipótese de tabelas entre estes. A possibilidade de utilizar um sistema de jogo que assente num 4-1-3-2 ganha ainda mais relevância se pensarmos que acabámos de fazer uma cláusula de rescisão de 30 milhões de euros, numa jovem promessa portuguesa de 17 anos, das camadas jovens do clube. Porquê excluir um talento que até sabe defender e faz de número dez, quando em Espanha e Inglaterra apostam neles ainda mais cedo?

Nesta altura do campeonato, de certo que o tempo não é de experiências, mas também não é de nos tentarmos habituar a algo que possa vir a resultar (um pouco melhor). Não chega ter o plantel mais valioso da Liga, quando só é testado metade dele e quebrando a confiança deste e daquele, já que enquanto cá se fizerem cláusulas e se gastarem aos milhões no banco, lá fora os Almeidas e o Fabianos continuam a marcar, os Ibsons a jogar, os Diegos a explodir e os Bollatis a apurar…oportunidades que cá lhes negaram.

Abraço e fiquem por aí, que eu fico…

"A combater desde 86"

Os Super Dragões completaram no passado dia 30 de Novembro, 23 anos de história. Parabéns a este grupo Ultra do FC Porto, pelo apoio prestado, já lá vão mais de duas décadas.

Domingo, regresso a casa em jogos do campeonato e regresso às vitórias.

Em véspera de aniversário, na Curva Sul, os Super Dragões apresentaram uma nova coreografia, com a reutilização de algum material que tinha sido utilizado no jogo contra o Chelsea. Uma tarja que dizia “A combater desde…” e o “86” (ano da fundação), acompanhado de tiras plásticas azuis, cobria a bancada. As bandeiras gigantes passaram todas para a parte de cima da bancada, atrás da tarja, o que deu um efeito muito bom, aquando da entrada das equipas em campo.

Este jogo contra o Rio Ave, registou a pior assistência da época no nosso estádio do Dragão. Estiveram presentes 22.512 espectadores, mas nem por isso, o apoio não foi audível, muito pelo contrário.

Nós lá estávamos para ajudar o Porto a conquistar mais uma vitória, mais uma vez, contra qualquer frio (que era muito) ou chuva que pudesse haver. Com menos elementos na Curva em relação ao habitual, e a chuva a não perdoar durante grande parte do encontro, ambas as claques deram um apoio constante à equipa, ao longo dos noventa minutos. O auge foi naturalmente depois do golo de Varela, que colocou justiça no resultado. Cânticos dos jogadores ao nosso grande Presidente, e perto do final, tempo ainda para se cantar os parabéns na bancada Sul, com o resto do estádio a aplaudir! Bonito.

De referir, que do lado do Rio Ave, os “Tubarões Verdes” marcaram presença e com algum material.

Terça-feira, feriado nacional, o nosso grupo de fanáticos adeptos azuis e brancos marcou presença no Dragão Caixa para mais uma jornada do campeonato do hóquei em patins. O jogo contra a Oliveirense ficou marcado pelos regressos “a casa” de Tó Neves e do Ricardo Figueira.

O que merece também destaque é a presença considerável dos Ultras do FC Porto. Assim é que devia ser sempre!! E não só quando o jogo é considerado grande. Bom apoio à nossa equipa, principalmente na primeira parte.

Amanhã, a nossa equipa de futebol tem uma difícil deslocação a Guimarães. Um jogo aliciante para qualquer Ultra, devido à difícil digestão que as gentes daquela terra têm, ao verem por lá adeptos que não sejam do Vitória! Apesar da hora não ser a mais indicada (20h15), espera-se uma deslocação em peso dos nossos adeptos, mais um “show” no topo norte do D. Afonso Henriques e claro, mais três pontos!

Sábado e Domingo, temos modalidades “amadoras” no Dragão Caixa. Andebol com o Belenenses e hóquei com o Barcelos, respectivamente.

Na terça-feira, joga-se a 6ª jornada da fase de grupos da “Champions”, com o nosso Porto a deslocar-se a Madrid, ao Vicente Calderón. Em jogo, para além do prestígio internacional, estão 800 mil euros, “preço” por cada vitória na prova.

Um abraço Ultra.

Formação - Resultados desta terça-feira

Nesta terça-feira, aproveitando o feriado, diversas equipas da nossa formação estiveram em actividade. Aqui fica o balanço.



FUTEBOL (Competições Nacionais)

O FC Porto goleou o Boavista, por 4-0, na 13ª jornada do Campeonato Nacional de Juniores A da 1ª Divisão e continua na liderança da Zona Norte. O resultado é justo, mas algo exagerado, dada a boa réplica do adversário, numa partida muito disputada, embora nem sempre bem jogada.

As panteras revelaram uma atitude muito aguerrida e fecharam bem os espaços, conseguindo ter o ascendente na primeira parte, pertencendo-lhes a melhor oportunidade, num remate cruzado de Rui Carvalho, desviado com uma grande defesa de Maia. Os azuis e brancos sentiram dificuldades para desenvolver o jogo ofensivo, no entanto, mesmo contra a corrente, acabariam por abrir o marcador, após canto de Amorim, desviado nas alturas por Dias. O tento despertou os visitantes que viram Yero cabecear à barra ainda antes do intervalo.

Na segunda parte, os axadrezados tentaram inverter o marcador e estiveram duas vezes perto do empate, num livre de Nuno Soares a rasar o poste e num cabeceamento ao lado de Rui Carvalho, mas ficaram-se por isso. Em vantagem, os portistas souberam ser pacientes e, com um futebol mais bonito e organizado, assumiram o controlo, dando trabalho à defesa local. A pressão deu frutos quanto Yero fez o 2-0, num lance infeliz de Cavadas, abrindo caminho para Alex e Caetano darem maior expressão ao triunfo.



FUTEBOL (Competições distritais)

Dois destaques:

- POSITIVO para a goleada dos Sub-14 frente ao Infesta, com "Schuster" a regressar à sua boa forma, marcando 4 golos. Domingo, está marcado um grande jogo entre FC Porto e Candal, 1º e 2º classificado. O jogo será às 10 horas no Vitalis Park.

- NEGATIVO para a formação de infantis de Fut7 que foi goleado em Alfena por 7-0.



ANDEBOL



BASQUETEBOL



Um abraço e até para a semana,
PedroPorto

02 dezembro, 2009

Já foi Bollati... e agora, Prediger?!



    «Prediger quer ir para o Espanhol», diz irmão

    Sebastián Prediger foi nos últimos dias colocado na órbita do Espanhol. O médio do C Porto já tinha sido pretendido pelo clube de Barcelona no Verão passado, mas acabou por transferir-se para o Dragão. Nesta altura, e face à pouca utilização, o jogador volta a entrar na lista de possíveis reforços do Espanhol.

    Ora o irmão e representante de Prediger frisa que o médio está entusiasmado com a possibilidade de ser emprestado. «O meu irmão está encantado com a possibilidade de poder jogar no Espanhol», diz Ezequiel Prediger. «Não há dúvidas, quer ir para o Espanhol e está à espera de novidades.»

    O FC Porto, recorde-se, pagou três milhões de euros por Prediger, numa tentativa de encontrar uma solução para discutir a posição seis com Fernando. A verdade, porém, é que Prediger não consegue convencer Jesualdo Ferreira. O médio foi utilizado apenas uma vez, no jogo da Taça de Portugal com o Sertanense.

    De resto, foi convocado em mais quatro ocasiões, mas nunca chegou a entrar em campo. «A adaptação ao FC Porto está a ser mais lenta do que esperada, também porque sem minutos não é fácil ganhar ritmo», adiantou Ezequiel Prediger ao jornal Sport. O mesmo jornal diz que em breve haverá uma reunião entre clubes.


fonte: maisfutebol.iol [26.11.2009]

BiBó Melhor Jogador 2009/10, carago! - ronda 18

Após uma exibição algo "apagada" da nossa equipa frente ao CHELSEA, a eleição do melhor jogador em campo foi equilibrada, mas Belluschi levou a melhor com 17 votos. Logo a seguir, ficou o capitão, Bruno Alves, com uns próximos 15 votos. A terceira posição ficou guardada para Fernando, que com 6 votos, teve direito a presença no pódio.

Disponíveis para eleição, resultante do jogo contra o RIO AVE, estão os seguintes jogadores:

    Beto, Fucile, Maicon, Bruno Alves, Alvaro, Fernando, Meireles, Belluschi, Hulk, Rodríguez, Falcao, Varela, Farías e Guarin.
Um grande abraço e boas votações,
Tiago Teixeira

01 dezembro, 2009

Um Dragão insaciável...

Este foi um fim-de-semana de vitórias em todas as modalidades. Felizmente somos adeptos de um clube que nos proporciona vezes sem conta esta sensação de imponência, de orgulho e de glória. Além do futebol, também saímos vitoriosos no andebol, no basquetebol e no hóquei em patins. No andebol, sofreu-se muito em Aveiro, mas conseguiu-se uma vitória preciosa, onde o Sporting perdera, no basquetebol, impusemos a 1ª derrota ao Sampaense e no hóquei em patins, seguimos imbatíveis depois de mais um triunfo em Paço de Arcos.

O momento quente do fim-de-semana foi o golo decisivo de Inácio Carmo no último minuto da partida de andebol. Fabuloso remate que nos permitiu a vitória e que me deixou eufórico...

FC Porto continua no topo da classificação...
(1º FC Porto-23 pts e 9 jgs; 2º Belenenses-23 pts e 9jgs; 3º ABC Braga-23 pts e 9 jgs...)

  • São Bernardo, 26 - FC Porto, 27
Em Aveiro, o FC Porto conseguiu uma vitória muito suada num recinto sempre complicado. Os Dragões, tiveram algumas dificuldades para parar o nosso ex-jogador Martingo, mas a atitude da equipa, foi sempre muito aguerrida na busca de uma vitória muito importante. Ao intervalo, ganhávamos por 12-13, e chegamos a estar a ganhar por 18-21 na 2ª metade. Depois, os Aveirenses reagiram e chegaram à vantagem por 22-21, mas nessa altura, Tiago Rocha, Filipe Mota, R.Moreira, Dario Andrade e I.Carmo, assumiram as rédeas do campeão e o FC Porto esteve sempre na luta pelo resultado.

No último minuto, um grande golo de Inácio Carmo, garantiu a vitória aos Dragões, mas na reposição de bola, os Aveirenses remataram contra o bloco de Filipe Mota, e depois na recarga, Martingo permitiu a defesa a Laurentino. Eu, que seguia o jogo pela RTP2, sofri imenso neste jogo e festejei efusivamente esta vitória saborosa! Ricardo Moreira com 8 golos (6 livres de 7m) e Inácio Carmo com 5, foram os mais eficazes, logo seguidos de Spinola, Tiago e Filipe Mota com 3 cada. O técnico Aveirense, Ricardo Tavares, teve mau perder, contestando uma arbitragem que até prejudicou bem mais os Portistas.

Hoje, às 19h30 (benficaTV), jogamos na Luz para a Taça Portugal, e sábado (18h), recebemos o Belenenses (lá estarei).

FC Porto levanta a cabeça, após desaire de Ovar ...
(1º Benfica-8 pts e 4 jgs; 2º Ovarense-8 pts e 4 jgs; 3º FC Porto-7 pts e 4 jgs...)

  • FC Porto, 74 - Sampaense, 52
Vitória fácil do FC Porto, que com um 3º período arrasador, impôs a 1ª derrota da prova ao adversário. Num Dragão Caixa composto (lá estive uma vez mais), os Dragões defenderam sempre de forma muito rigorosa, e no ataque, houve períodos de jogo em que a equipa brilhou, principalmente Hunt (20 pontos e MVP), mas também Andrade (12), Stempin (12) e Terrell (13). Paulo Cunha e Rui Mota, jogaram alguns minutos, regressando após lesões num jogo que deu para tudo, até para alguém me informar que o Benfas tinha perdido no voleibol com o Castelo da Maia...

O FC Porto joga hoje às 16h na Madeira com o CAB para a taça de Portugal, e no domingo, vamos a Vagos (16h05-sporttv).

FC Porto não vacila e continua líder do campeonato...
1º FC Porto-19 pts e 7 jgs; 2º Benfica-19 pts e 7 jgs; 3º Gulpilhares-16 pts e 7 jgs...)

  • Paço Arcos, 3 - FC Porto, 7
No rinque do Paço de Arcos o FC Porto continuou a sua caminhada triunfal e segue na liderança da prova com os mesmos pontos do Benfica. Nesta jornada Pedro Gil esteve imparável apontando 4 golos num jogo em que o Porto chegou aos 0-5. Os outros golos foram de Ventura (2) e Pedro Moreira. Os dragões têm um goal average superior aos encarnados em 6 golos e para isso muito contribuiu Pedro Gil que com 15 golos é já o melhor marcador do campeonato. Hoje, os Dragões recebem a Oliveirense (15h), e no domingo (17h), recebemos o Barcelos numa jornada em que os vermelhos vão a Gulpilhares. Pode ver aqui um resumo do jogo de Paço de Arcos.



Filipe Mota

Grande jogo do central do FC Porto. Filipe Mota, esteve brilhante no aspecto defensivo (grande bloco no penúltimo remate dos Aveirenses), mas também na organização de jogo ofensivo dos Dragões no pavilhão Aveirense. Nesta preciosa vitória do andebol Portista, Mota foi mesmo o homem do jogo (apesar de com 3 golos não ter sido o melhor marcador), e destaco uma intervenção da defesa do Porto que alivia a bola e Filipe Mota numa corrida desenfreada, passa por 2 adversários e concretiza num contra-ataque soberbo. Mota fechou os punhos e apontou para os adeptos que lá estavam e para os que seguiam as emoções via TV...

Saudações azuis e brancas, Lucho.

Formação - Resultados Fim de Semana

FUTEBOL (Competições Nacionais)

A equipa Sub-19, subiu este fim de semana ao topo do Nacional da categoria ao derrotar a equipa sensação desta época, a Académica de Coimbra.

Numa tarde de muito frio e chuva, as duas equipas proporcionaram ao bastante publico que se deslocou ao Olival, um bom jogo de futebol, onde os jovens dragões desde cedo quiseram mostrar as suas qualidades. Bem comandados por Ricardo Dias e Sérgio Oliveira, os dragões cedo inauguraram o marcador através de uma excelente finalização pelo pequeno Caetano. A finalizar o 1º tempo, foi a vez de Amorim aproveitar um erro dos estudantes e isolado perante o GR, fez o 2-0.

A Académica no entanto, quis provar que a magnifica campanha que tem feito esta época, não é obra do acaso e apareceu muito mais perigosa na 2ª parte, chegando mesmo ao golo à passagem do minuto 61 por intermédio de André Delfino. No entanto, o FC Porto matou o jogo ao minuto 75´pelo inevitável Yero.

Com este resultado, portistas e academistas repartem a liderança na classificação, com o Vitória de Guimarães já a espreitar um lugar que dê acesso à fase final da prova.

Os Sub17, não tiveram a mínima dificuldade em derrotar o Salgueiros. Foram sete, mas podiam ter sido mais, se os avançados portistas tivessem aproveitando melhor as ocasiões. O Salgueiros cedeu logo aos quatro minutos, com o primeiro golo de Ricardo Alves. Os visitantes não tiveram capacidade de reacção e não ameaçaram no ataque. No segundo tempo, o cariz do jogo não se alterou, com o domínio a pertencer aos jovens comandados por Pedro Emanuel, que não tiveram dificuldades em chegar à goleada.

Triunfo fácil dos Sub16, por números que não deixam dúvidas quanto à superioridade demonstrada. O Padroense entrou forte no jogo, marcou cedo por Gonçalo Paciência, e chegou ao intervalo já a vencer por 4-0. Na segunda parte, os matosinhenses não tiraram o pé do acelerador e apontaram mais cinco golos, tendo ficado mais por concretizar. Destaque para Ricardinho, autor de um hat-trick.

Os Sub15, foram ao terreno da Sanjoanense vencer por 2-0, e é a única equipa que ainda não cedeu qualquer ponto. Apesar de terem dominado, os dragões precisaram de arte e engenho para furar a organização defensiva local. Aos 50 minutos, Francisco Costa, servido na direita por Raúl, foi até à quina da área e atirou ao ângulo superior esquerdo da baliza à guarda de Pangaio. Pouco depois, outro Francisco, o Ramos, apontou o 2-0, num desvio aos segundo poste após canto.



FUTEBOL (Competições Distritais)

Fim de semana proveitoso para os nossos Sub14, que finalmente alcançaram a liderança da prova, beneficiando da derrota do anterior líder (Candal) com o Rio Ave. Numa deslocação muito difícil ao campo do Padroense para defrontar o 3º classificado, o FC Porto sentiu algumas dificuldades, no entanto levou de vencida a equipa matosinhense por 3-1.



ANDEBOL

Continua a escalada da equipa júnior na classificação. Depois da derrota frente ao Sporting na semana passada, o FC Porto regressou às vitórias este fim de semana perante o sempre complicado, Xico Andebol. A vitoria por 33-27 (Gilberto Duarte jogou e fez 6 golos), permitiu à equipa azul e branca subir à oitava posição e entrar nos lugares que dão acesso à segunda fase da competição.



BASQUETEBOL

No basquetebol, continuam as nossas excelentes campanhas das nossas equipas principais, nos escalões de Juniores A (Sub20), Juniores B (Sub18), Cadetes (Sub16) e Iniciados (Sub14). Este fim de semana, derrotaram os seus adversários por números bastantes claros.

Vamos ver se este ano conseguimos o pleno...

A partir desta semana, incluo neste quadro respeitante ao basquetebol, uma competição que muitos portistas devem desconhecer. Trata-se da equipa de Seniores B que disputa o Campeonato Nacional CBN1 (mais ao menos, uma 2ª Divisão B como no futebol). Trata-se de uma equipa que pretende dar minutos quer ao jovens dragões que já fazem parte da equipa sénior, quer aos juniores, que assim podem disputar jogos mais competitivos dos que disputam no distrital da categoria.

Nesta competição, já disputaram 6 jornadas, com o Porto a manter-se invicto a par do Vale de Cambra.



HÓQUEI EM PATINS

Com a 1ª fase da competição terminada, iniciam-se no próximo fim de semana as fases decisivas das competições distritais jovens. Esperemos que as nossas equipas confirmem o favoritismo e conquistem os títulos nas 4 categorias.

Podem consultar aqui o calendário da 2ª fase de todos os escalões.



Um abraço e até para a semana

Livre (in)directo - Liga 09/10, semana 11

SportingCP 0-0 SLBenfica

Pedro Proença, é um árbitro de grande calibre e que merece a confiança da opinião em geral, para arbitrar um derby. Vamos então aos lances do encontro.

Logo ao minuto 7, Daniel Carriço, corta uma linha de passe de César Peixoto com a mão. O árbitro esteve bem ao nada assinalar, visto que, o jogador do Sporting não teve qualquer intensão de jogar a bola com a mão.

Minuto 28, Aimar cai, depois de pretensa falta de Polga em ataque prometedor do Benfica. Pelas imagens televisivas, o cartão amarelo foi bem exibido pelo árbitro de Lisboa, mas à pessoa errada e pelo motivo errado. A advertência deveria ter sido feita a Pablo Aimar por simulação.

Minuto 35, Liedson apanhado em fora de jogo. Decisão correcta do árbitro assistente.

Minuto 37, Maxi Pereira cai depois de toque de Liedson. Os jogadores do Sporting protestaram mão do lateral benfiquista, mas pelas repetiçoes, podemos ver que a decisão do árbitro foi a correcta ao assinalar falta de Liedson.

Minuto 45, Maxi Pereira cai, depois de pretensa falta de Marco Caneira. Mal aqui o árbitro a assinalar uma falta inexistente. É o lateral do Benfica que procura o contacto e cai sem haver qualquer falta.

No minuto seguinte, e ainda na sequência do lance, Di Maria é bem advertido por ter derespeitado indicações do árbitro.

Minuto 51, Daniel Carriço é advertido por rasteirar de forma imprudente Saviola. Bem Pedro Proença.

Ao minuto 64, David Luiz puxa Liedson quando este se preparava para correr para a bola. No entender do árbitro, não havia lugar a um ataque prometedor e portanto, não havia lugar a advertência. Essa, é também a minha opinião e portanto, bem o árbitro.

Minuto 68, Miguel Veloso carrega o Di Maria de forma imprudente. Bem na advertência.

Um minuto volvido e Javi Garcia é advertido por uma falta que, na minha opinião, não existiu. O médio do Benfica não tem qualquer interesse em fazer aquela falta.

Minuto 75, Polga toca deliberadamente a bola com a mão. Deveria ter sido assinalado livre directo contra o Sporting e o defesa sportinguista deveria ter sido advertido, que seria a segunda, levando à sua expulsão do jogo.

Avaliação global da equipa de arbitragem: 7,5. A dificuldade elevada do jogo atenuam o facto de Pedro Proença ter perdoado uma expulsão a Polga. De resto, só a nível disciplinar é que existe alguma coisa a apontar de maior notabilidade.



FCPorto 2-1 Rio Ave FC

Paulo Costa, teve no Dragão um jogo calmo sem muitos casos de difícil análise.

Ao minuto 7, Raúl Meireles cai, quando desenvolvia um ataque perigoso. Pediu-se cartão amarelo, mas na verdade, nem sequer houve qualquer falta. A haver advertência, essa teria sido para o jogador do Porto

Dois minutos depois, Hulk é derrubado por Sá Pereira. Advertência correcta ao jogador vilacondense.

Decorria o minuto 36, quando Gaspar derrubou Cristian Rodriguez. Cartão amarelo por derrubar adversário de forma imprudente, inequívoco.

Ao minuto 38, Fucile cai na área. O lateral do FCPorto procura “cavar” a falta, tocando deliberadamente na perna do adversário. Bem o árbitro ao nada assinalar.

Já na segunda parte, ao minuto 53, grande penalidade assinalada. Não há lugar a qualquer falta. Muito mal o árbitro Paulo Costa.

Três minutos, depois pede-se nova grande penalidade, agora por suposta falta sobre Hulk. Mais uma vez, sem razões os adeptos e os jogadores dos Dragões. Desta vez, bem o árbitro ao nada assinalar.

No último lance do encontro, ao minuto 68, Álvaro Pereira atinge João Tomás. Apesar da falta que existiu, não creio que fosse de forma imprudente e portanto considero a exibição do cartão amarelo exagerada.

Avaliação global da equipa de arbitragem: 6. Uma grande penalidade mal assinalada, faltas não assinaladas, cartões mal dados. Num jogo de dificuldade reduzida, o árbitro portuense poderia e deveria ter feito melhor. A nota só não foi mais baixa, porque Falcao não alterou o resultado ao falhar a grande penalidade mal assinalada.