31 maio, 2014

Basquetebol do Futebol Clube do Porto

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O basquetebol do Futebol Clube do Porto viveu, nos últimos anos, uma grande mudança. Esse salto qualitativo teve um grande responsável: Moncho Lopez. Diria que a face mais visível do trabalho de Moncho Lopez nem está no título conquistado em 2010/2011, mas sim no trabalho de formação e na conquista dos adeptos. Hoje, as equipas de basquetebol e os sócios vivem uma união como há muito não se via. Nem a drástica decisão de acabar com a secção profissional separou a equipa dos sócios, algo que se tem reflectido nas boas assistências, especialmente nos jogos realizados no Dragão Caixa.

Em Portugal, o basquetebol sofre uma grande crise, provocada não só pela grave crise económica que o país e a Europa atravessam mas também pelo mau rumo que a Federação Portuguesa de Basquetebol tem seguido, (mal) liderada por Mário Saldanha. A Liga colecciona episódios inacreditáveis, uns atrás dos outros e a aposta na formação é uma realidade que Mário Saldanha não conhece. Digo que não conhece porque, talvez influenciado pelas palavras de Scolari sobre a distância que o separava do Porto, não olha para o exemplo do Futebol Clube do Porto. Não só falha jogos de atribuição do título nacional como é autor de declarações graves e mentirosas sobre acontecimentos que não presenciou, sendo recorrente em ataques ao Futebol Clube do Porto e aos seus responsáveis. É pena que Mário Saldanha não siga o exemplo do Futebol Clube do Porto, pois o modelo de formação implementado por Moncho Lopez começa a ter como consequência a conquista de títulos nacionais e a chamada de jogadores à selecção principal. Além dos títulos do campeonato CNB1 e da Proliga com jogadores jovens, o Dragon Force é também Bicampeão Nacional de sub-20, título que ainda só tinha conquistado por uma única vez neste milénio.

Numa altura em que há dúvidas sobre a entrada do Futebol Clube do Porto na Liga, tenho a certeza que a Direcção vai ponderar e decidir bem, decidindo pela entrada na Liga, pois o nosso clube é superior a qualquer guerra, a qualquer malfeitor que esteja à frente de uma Federação. Foi assim no Andebol (apesar do afastamento das competições europeias), tem sido assim no Hóquei (com 42s ainda por disputar de um campeonato, com jogos que deveriam ser à mesma hora disputados em dias diferentes), tem sido assim no Futebol com Apitos, Túneis e tudo mais e, será assim no Basquetebol.

O basquetebol, os jogadores do Dragon Force que têm sido um verdadeiro exemplo de Portismo, Moncho Lopez, os sócios e os 90 anos de história de basquetebol que não se apagam da nossa memória no FUTEBOL CLUBE DO PORTO merecem o regresso que foi conquistado dentro de campo.

P.S. – Não posso terminar este texto sem deixar uma palavra de conforto a um dos grandes pilares deste blogue, que perdeu esta semana o seu pai. Para ela, fica aqui um grande beijinho.




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30 maio, 2014

26.05.2004

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Finais de grandes competições e Queima das Fitas não combinam.

No meio da folia universitária - à qual não aderi grande coisa (diria mesmo que não aderi de todo!) -, fiz a seguinte promessa: usaria a) bigode, b) patilhas e c) mosca para o FCPorto vencer a) o Campeonato, b) a Taça de Portugal e c) a Liga dos Campeões (o verdadeiro triplete).

Andei semanas a fazer figuras tristes. O que vale é que era um jovem e sonhos. E o sonho maior era transportado pelo FCPorto.

O relógio marcava 75 minutos. Uma trivela mal metida. A bola sobra para Dimitri (dos poucos jogadores em que a recepção de bola era, ela própria, uma finta). Está feito o três zero. Ajoelhei-me e, nesse momento, agradeci toda a alegria que me invadia e que, simultaneamente, transbordava por todos os poros, para todo o lado. O resultado está feito, já não nos escapava. Na verdade, antes do apito inicial, aquela taça já era nossa. Olhando para trás, cada vez mais me convenço que estivemos a ganhar desde o primeiro minuto.

Não tinha comigo portistas. Estivera, desse ponto de vista, a ver o jogo sozinho. Saí à rua e meti-me num autocarro em direcção aos Aliados. Dentro do autocarro, encontrei uma ex-namorada de um amigo meu. Achei piada ter-me reconhecido. Não paguei bilhete - ninguém pagou.

Chegado aos Aliados a festa era enorme. E pela primeira vez na minha vida senti-me parte de um todo maior do que eu, do que aqueles três amigos que simulavam, outra e mais outra vez, o golo de Deco, do que aqueles que abriam garrafas de champagne, do que todos.

Uma sensação de pertença incrível e, até àquele momento, completamente única. Estava sozinho, mas a multidão conhecia-me. Não trocava palavras, mas os olhares cruzavam-se, falando a mesma língua.

Ainda hoje não consigo ver resumos da final sem me emocionar.

Temos muito para nos orgulhar.

Pedro Ferreira de Sousa

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29 maio, 2014

LISTA DE DESEJOS.

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Não estamos ainda na época de Natal, embora o tempo continue “estragado”… No entanto estamos no final da temporada 2013/14 e no universo desportivo esta é a fase do ano em que faz sentido falar em pedidos e desejos.

Esta lista será elaborada correndo um grande risco de ser classificada como demasiado impregnada de um excessivo idealismo utópico. Mas que se lixe, felizmente sonhar (ainda) não paga imposto!
  • Ver na equipa de futebol do FC Porto mais “raça tripeira”, seja ela natural ou “adoptada”. A descaraterização é um facto consumado e está na hora de inverter a marcha, até porque a história recente mostra que o sucesso desportivo não se atinge apenas com profissionais sem qualquer ligação afectiva com o FC Porto, seja ela de berço ou construída.

  • Deixar de ver os jogadores do FC Porto, particularmente os nascidos além-fronteiras, usarem e abusarem dos meios de comunicação normais ou pessoais para menorizarem o Futebol Clube do Porto. Chega de verbalizar desejos de mudança a toda a hora, chega de queixinhas, jogam num Bicampeão do Mundo e da Europa, onde julgam que estão e quem julgam que são? Tenham juízo, esta camisola não é nem nunca será pequena para ninguém! (custa-me MUITO escrever isto, mas actualmente podiam aprender um pouco com os vermelhos, cujo respeito pelo clube que representam tem sido de fazer corar os nossos nos últimos tempos…)

  • Mais treinos abertos no Estádio do Dragão. Sim, uma equipa de futebol nos dias que correm não pode ser construída entre “paredes de vidro”, mas faria algum mal treinar mais vezes junto dos sócios e adeptos, ao invés de estarem sempre nos confins de porta trancada? Clubes como o Bayern praticam esta proximidade e não consta que tenham problemas de performance. É tempo desta miudagem milionária ter mais contacto com o “mundo real”, perceber quem somos e o que nos move, estou certo que só iam ganhar com isso pessoal e desportivamente. É certo que o complexo desportivo das Antas é há muito uma recordação do passado, mas porque não ir às raízes recuperar um pouco do FC Porto “old school” e inclusive aproveitar o Museu e o Café para fazer renascer um pouco da velha Portaria?

  • Mais “Moutinhos”, não só “Quinteros”. Um clube como o nosso vive e sempre viveu da detecção de talento e do seu desenvolvimento, não podendo abrir os cordões à bolsa para ir buscar Ronaldos ou Messis. Mas mesmo neste quadro sempre soubemos ir buscar jogadores com alguma tarimba, daqueles que se pode dizer que “pegam de estaca”. Infelizmente nos últimos anos a balança desequilibrou, cada vez mais centramos as contratações em “projectos de jogadores” ainda demasiado jovens e com isso sofre a nossa competitividade e ficamos mais expostos a dissabores inesperados. É tempo de ter mais realismo na hora de abordar o mercado e não colocar todo o orçamento em “Reyes” ou “Herreras”, por mais futuro que possam ter. No FC Porto lutamos por vitórias todos os anos, não ser pode nunca descurar o presente!

  • Uma citação que está no nosso Museu atribuída ao antigo Presidente Cesário Bonito diz que “tudo o que fazemos, tudo o que pensamos fazer, tem uma exclusiva finalidade: servir o FC Porto!”. Não sei o que se passa nos corredores do Clube e da SAD (se calhar ainda bem que não…), mas pelo que se vai ouvindo por ai acho que é tempo de a colocar em todas as paredes e gabinetes, como um “reminder”. O caminho até aqui tem sido demasiado duro para o deitarmos ao lixo com guerrinhas estúpidas ou ganâncias excessivas…

  • É tempo dos sócios voltarem a ser considerados “apenas” enquanto tal, chega de chamadas telefónicas a vender seguros ou pacotes de telemóvel! O conceito de “cliente fidelizado” não pode ser o padrão para a relação com um associado, há muitas alterações que podem e devem ser feitas na interacção Clube-Sócio, na política de Lugares Anuais ou, por exemplo, no apoio a quem mais acompanha o Clube. E deixem de promover o adepto festivaleiro, cabe na cabeça de alguém que queiramos ver cada vez mais pessoas a preferir levantar um copo de Coca-Cola antes do jogo para ir para um aquário embebedar-se de gás em vez de permanecer no seu lugar, perto da acção e a apoiar os Nossos? São estes os Portistas que o Clube quer reconhecer e valorizar?

  • Que as nossas modalidades possam continuar a ser um importante activo do Clube, de preferência mantendo a competitividade que tem apresentado. Naquele que para muitos é considerado o ultimo reduto do “velho” FC Porto nem tudo tem corrido bem, mas a verdade é que modalidades como o Andebol, Basquetebol, Hóquei em Patins, Natação ou Bilhar continuam a somar títulos, engrandecendo a nossa história e orgulhando os Portistas. Espero que a equipa de Andebol não se desagregue (mesmo respeitando as naturais ambições e expectativas de atletas que já nos deram tanto), que o Hóquei continue a ter condições para lutar internamente e externamente e que os miúdos do Basquetebol possam finalmente jogar pelo Futebol Clube do Porto (o verdadeiro, não o franchisado…) no 1ª escalão, porque mesmo que não haja ainda condições para lutar olhos nos olhos com os vermelhos tenho a certeza que aquela malta dará tudo pelas nossas cores e honrará a nossa camisola.

  • E claro: Que se ganhe, que se ganhe muito! Algo que só se consegue com união e trabalho, muito trabalho e não com bazófias ou “wishful thinking” do estilo “vamos ganhar porque #somosPorto e o nosso destino não sei quê…”. A nossa matriz sempre foi outra e foi com ela que nos demos bem, humildes e com os pés bem assentes no chão, algo em que todos falhamos este ano, onde parecemos hipnotizados por um maravilhoso mas perigoso “efeito Kelvin” que não soubemos gerir convenientemente.
Continuação de boa semana!

DE LUTO.

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Aqueles que amamos nunca morrem,

apenas partem antes de nós.”

Amado Nervo

Ana Paula Guedes
(Mafaldinha)
,

segue em frente.
se caires, levanta-te.
levanta-te quantas vezes forem necessárias.
vai doer, vais chorar! desabafa, mas não desistas.
mas, seja lá o que for, continua. o importante é não parar!!!

de todos este teus Amigos e Amigas,
um forte aBRAÇO de solidariedade e sentidas condolências,

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28 maio, 2014

PORTOgal

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Europeus. Mundiais. Europeus. Mundiais. E nada...!
Porque raio é que não consigo vibrar, saltar, chorar de alegria por aquela equipa que enverga as quinas da nossa bandeira ao peito? Tentei procurar desculpas. É por ser vermelho. É por ser a selecção deste agente ou daquele presidente. Mas... Não me parece que seja nada disso! Mais... puseram a camisola azul e branca e nem assim! Não há maneira de vibrar com aqueles tipos...!

Mas afinal de quem é a culpa?
Minha com certeza! Ou não? Sou Português e como tal será natural que queira que Portugal vá o mais longe possível no Mundial ou Europeu. Claro que não quero que perca! Mas... incomoda-me se perder? Não...! Serei antipatriótico? Quer-me parecer que que a utilização exacerbada do termo pátria cheira-me a mais hipocrisia do que ousarem chamar-me a mim antipatriótico.

Acompanhem-me.
A selecção... que representa Portugal... tem patrocínios, claro! O Exercito também... é normal ver tanques portugueses com publicidade à Sagres!? Claro que é! Mais... sempre que um presidente da república quer fazer um jogging aqui ou ali também vai com umas Nike’s atrás! Tudo normal! Alias... eu é que vejo problema onde eles não existem!
Quem ousa pensar que se explora um “símbolo nacional” comercialmente só pode ser catalogando como antipatrióticos!!!!

Depois, falamos das escolhas dos jogadores. Ou do “nosso exercito”. Escolhidos por um lacaio de alguém, onde ninguém se revê, mas ao qual todos dizemos, ou querem que diga, Amen!
Caso contrário! Crime de Lesa-pátria!
Mas são jogadores Portugueses! São dos nossos! Sim senhor. Mais areia para os olhos não?
A equipa que jogará em junho/julho no Brasil, mais não é do que uma instituição que utiliza símbolos nacionais retirando para tal vantagens comerciais baseados no aproveitamento hipócrita do sentimento de pertença associado ao País e que alavanca transferências e aumenta o valor de mercado do jogador X ou Y. Não representa Portugal, nem os Portugueses. Representa os interesses de alguns que, esses, sim, hipocritamente utilizam os símbolos nacionais.

Querem que me identifique com isto? Que dê para este peditório? Desculpem, mas não.
Identifico-me com o Futebol Clube do Porto porque tem uma identidade vincada.
Identifico-me com o Futebol Clube do Porto porque corporiza um sentimento e uma atitude.
A Seleção Nacional corporiza não os interesses nacionais, mas os interesses sabe-se lá de quem.
Se fosse torcer pelo número de portugueses numa equipa, era do Arouca. O Futebol não é racional, é de paixões. A paixão não é criada nem imposta, é algo que surge naturalmente.

Sou com isto Antipatriotico? Não. Sou alguém racional que sabe distinguir o trigo do joio e não é com promoções do Continente (outro símbolo nacional que opera em conjunto com esse nosso exercito de onze “tugas”) que me levam aos Estádios!

Por isto, e muito mais, a minha nação é o Porto. Onde me revejo é no Futebol Clube do Porto. Onde de alegria e tristeza, gasto as minhas lagrimas, é no Futebol Clube do Porto.
Venha Julho/Agosto, venha a pré-época, porque do Brasil já eu estou farto de ouvir!

PS: Enervei-me mais num particular de pré-época em que o Hulk foi expulso do que na final no nosso salão de festas em 2004!

“ATÉ NO CÉU POR TI EU VOU CANTAR”

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Desculpem os meus leitores, mas esta semana recuso-me a falar dos jogos do fim-de-semana, como faço sempre. Esta semana não, não vou falar de nada disso, nem mesmo do jogo do título em andebol contra os lampiões. Nada! Esta semana a minha crónica vai servir de sincera homenagem ao ANÍBAL QUARESMA, um membro dos Super Dragões que já não está entre nós. Por respeito à sua alma, assim o farei.

Quando somos “pequeninos” e entramos para a Curva, a sensação é estranha. Por um lado sentimos que é ali que estamos bem e onde sempre devíamos ter estado. Mas ao mesmo tempo sentimo-nos muito verdes, temos a noção clara que tudo ou quase tudo à nossa volta tem mais experiência do que nós. Desde míudo vamos fixando umas caras. Até podemos olhar para um individuo todos os fins-de-semana e nem saber o nome dele. Mas fixamo-lo, sabemos que ele anda lá como nós. Percebemos que já leva vários anos daquilo, gostamos da sua postura e tentamos imitá-lo, de modo a crescer também. Creio que acontece um pouco com toda a gente.

O Aníbal Quaresma era daquelas caras que eu fixei desde pequeno. Pertencente ao mítico núcleo dos Super Dragões de Rio Tinto, o “Vidraças”, como era conhecido entre nós, era já considerado um Velha Guarda da claque. Um membro muita acarinhado e respeitado por todos, pelo seu passado enquanto ultra. Alguém que dedicou anos da sua vida a apoiar o FC Porto, a sua grande paixão desde sempre. Além disso, era segurança na empresa SPDE e também funcionário da Casa do Dragão. Mantinha uma relação muito próxima com variadíssimos jogadores da nossa formação!

No passado dia 2 de Março, o FC Porto foi a Guimarães. Lá fomos nós. Lá foi o “Vidraças”. Uma queda aparentemente normal foi o suficiente para se perceber o grave problema de saúde que tinha, já de forma adiantada. Nos últimos dois meses foram centenas os que se dispuseram a ajudar o Aníbal a encontrar um dador compatível de medula óssea. Ele lutou com todas as suas forças, como era seu hábito, mas a doença derrotou-o na madrugada de segunda-feira. A semana começou de luto para todos os ultras do FC Porto.

Uma grande onda de pesar se criou, não vou descrever ao pormenor o que vivi mas fica aqui o registo de uma grande claque que são os Super Dragões, que foram gigantescos na homenagem prestada ao grande Aníbal!! O Colectivo, os jogadores da formação, os seguranças do estádio e do pavilhão, um mar de gente prestou uma última homenagem ao nosso grande Dragão.

Não vou esquecer os conselhos que felizmente me chegaste a dar. Não vou esquecer os simples cumprimentos na bancada ou as conversas mais demoradas. Ficarás para sempre na memória de todos os ultras do FC Porto. Olha por nós na “Curva do Céu”. Iremos continuar a torcer pelo nosso clube, aquilo que tu mais gostavas de fazer.

Um Até Sempre, Aníbal!

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27 maio, 2014

O HISTÓRICO HEXA DO PROF. MAGALHÃES!.

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ANDEBOL

  • FC PORTO 24-19 Benfica
Fez-se mesmo história no andebol Nacional.

Pela 1ª vez, temos um hexacampeão no andebol em Portugal, e esse clube é o nosso FC Porto. Em 1999, acabamos com um jejum de 31 anos e desde então, em 16 anos, fomos 10 vezes campeões Nacionais! Em 1999, 2002, 2003, 2004, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013 e 2014.

Fabulosa hegemonia conquistada pelo andebol azul e branco. Uma vénia aos jogadores, adeptos, treinador, mas sobretudo ao líder da secção, o dirigente José Magalhães que transformou por completo a secção do andebol do FC Porto.

No jogo com o benfica, o FC Porto soube sempre gerir os momentos do jogo e ao intervalo já vencia por 11-8, com um Hugo Laurentino inspiradíssimo! Gilberto Duarte com 7 golos voltou também a brilhar, tal como Ferraz (5), Tiago (3), Moreira (3). Marcaram ainda Spinola (2), Davyes (2), Schubert (1) e Alexis (1).

Na 2ª parte, o FC Porto disparou para os 17-11 e a festa foi-se logo perspectivando num lotado dragão caixa onde também estive!

Cinco jogadores fizeram de facto um Hexa: Laurentino, Moreira, Tiago, Wilson e Gilberto. Resende foi o treinador do 1º e Obradovic dos últimos 5 campeonatos. Já eu, posso dizer que tive a felicidade de ter estado em diversos jogos ao longo destes 6 anos, e não falhei um único jogo do título em 2009, 2013 e 2014 no Caixa, em 2010 em Braga e em 2011 e 2012 na Maia!

Este Hexa foi o 19º titulo de campeão nacional do FC Porto, que lidera a tabela dos vencedores no andebol com mais 2 titulos que o sporting (17).

Parabéns ao FC PORTO HEXACAMPEÃO NACIONAL DE ANDEBOL 2013/14.



HÓQUEI EM PATINS

  • FC PORTO 12-2 Braga
Jorge Silva com 5 golos, foi o dragão mais inspirado num jogo que apurou o FC Porto para as meias finais da taça de Portugal, onde vai agora defrontar o Alenquer a 7 de Junho em Turquel (na outra meia final, jogam Cambra e benfica).

Os outros golos foram de Losna (2), Hélder, Caio, Reinaldo, V.Hugo e do junior João Almeida.
  • Candelária 0-5 FC PORTO
Reinaldo Ventura esteve inspiradissimo neste jogo no Pico, onde o FC Porto deu grande passo rumo à revalidação do título. Reinaldo fez 4 golos, com Barreiros a marcar o outro tento, numa noite tranquila para o campeão Nacional.

Com este resultado, o benfica ficou arrumado do título e agora só o Valongo pode impedir a festa Portista. Ao FC Porto, um empate chega no derby escaldante de Valongo!

  • PRÓXIMOS JOGOS
No sábado (dia 31), o FC Porto acaba o campeonato em Valongo, com a equipa da casa a precisar de ganhar para ser campeã, enquanto que ao FC Porto um empate é suficiente. Grande jogo que se inicia às 18h00 e que dá em direto na bolatv. Força PORTO!



BASQUETEBOL

  • DRAGON FORCE BICAMPEÃO NACIONAL SUB20
Fabulosa prestação do basquetebol azul e branco nesta temporada.

Depois da vitória na proliga, veio a revalidação do título nacional de sub20 num plantel com diversos jogadores da equipa da proliga.

João Tiago (com Moncho também no banco) liderou os jovens dragões em mais uma bela conquista só com vitórias na fase final em Paços de Brandão sobre o Algés (68-65), benfica (88-49) e Vasco (74-65), com Pedro Bastos com 25 pontos a ser o homem do jogo decisivo perante o Vasco da Gama.

A MENINA DANÇA A VALSA?.

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Bayern Munique 1-2 FC Porto
27 de Maio de 1987
Taça dos Clubes Campeões Europeus 1987, final
Estádio do Prater (agora Ernst Happel), em Viena (Áustria)

árbitro: Alexis Ponnet (Bélgica).

Bayern Munique: Pfaff, Eder, Nachtweih, Pfluegler, Winklhofer, Flick (Lunde 81m) Matthaeus, Brehme, Koegl, Hoeness e Rummenigge.
Suplentes não-utilizados: Aumann, Willmer, Bayerschmidt e Kutschera.
Treinador: Udo Lattek.

FC Porto: Mlynarczyk, João Pinto, Eduardo Luís, Celso, Inácio (Frasco 65m), Jaime Magalhães, André, Sousa, Quim (Juary 45m), Futre e Madjer.
Suplentes não-utilizados: Zé Beto, Festas e Casagrande.
Treinador: Artur Jorge.

Marcadores: Koegl (24m), Madjer (77m) e Juary (79m).

O Bayern de Munique era um colosso do futebol europeu. O FC Porto tinha-se mostrado, anos antes, numa outra final europeia (Taça das Taças) num jogo em que a também poderosa Juventus teve de porfiar para vencer.

Até ao momento em que se começou a desenhar a brilhante segunda parte protagonizada pelo conjunto portista, quase ninguém ousava apostar na vitória do grande FC Porto.

Com Paulo Futre endiabrado, o argelino Rabah Madjer empatou a contenda com um sublime toque de calcanhar, quando estavam decorridos 77 minutos. Apenas dois minutos volvidos, coube ao avançado brasileiro Juary (entretanto lançado na partida) desviar a bola para o fundo das redes, após um cruzamento do lado esquerdo do próprio Madjer.

O FC Porto, pela primeira vez na sua história, era Campeão Europeu!

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26 maio, 2014

OBJECTIVOS, A SAD... E OS TREINADORES!.

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Como habitual no final de cada época, deixo-vos a minha opinião sobre os objetivos, bem como o desempenho dos responsáveis técnicos e SAD. Tive de recorrer ao dicionário para encontrar um adjetivo que possa classificar da melhor forma o que se passou esta época: inenarrável!

Assim foi a época do FC Porto:

CAMPEONATO NACIONAL - Seguramente o pior campeonato dos últimos 30 anos. Um raríssimo 3º lugar para os Portistas, algo que só tinha acontecido por 2 vezes em 3 décadas (01/02 e 09/10). Em 30 jogos, o FC Porto perdeu 7 e empatou 4. Foi o ano de todos os recordes negativos! Há 40 anos que não perdíamos em Coimbra, perdemos; Desde 2008 que não perdíamos em casa, perdemos; Há 40 anos que não perdíamos em Olhão, perdemos; Nem no salão de festas dos últimos anos fomos felizes. Correu tudo mal com a agravante de termos que disputar o playoff de acesso à Champions League para a próxima época.

CHAMPIONS LEAGUE - Seguramente a pior prestação desde que o FC Porto participa na prova com este formato, considerando resultados, adversários e exibições. Desde uma patética participação nos jogos caseiros (0 vitórias), passando à incapacidade de vencer em casa uma equipa patética chamada Áustria Viena, passando por um dos melhores jogos da época frente ao Zenit no Dragão em que com menos 1 desde os 5 minutos, mandamos 2 bolas à barra e sofremos um golo a 5 minutos fim, passando pelas 4 bolas à barra em Madrid na derrota por 2/0, tudo de mal aconteceu à equipa. O tal pulo qualitativo em termos europeus que era suposto dar com a saída de VP (algo defendido por muitos no início da época), foi efetivamente dado, mas foi um pulo para baixo, bem fundo!

LIGA EUROPA - A forma heróica como foi conseguido o apuramento em Frankfurt, praticamente sem comando técnico no meio de uma anarquia tática total, com um grande jogo de Mangala e um golo decisivo de Ghilas à beira do fim foi das poucas alegrias que os Portistas tiveram este ano. Nos oitavos-final esperava-nos o Nápoles, uma equipa italiana de Champions League, vencedora da Taça de Itália, orientada por um treinador muito experiente, ou seja, um cenário em que quase toda a gente dava por adquirida a eliminação do FC Porto. Na minha opinião, os 2 jogos com o Nápoles foram das poucas (senão a única) altura em que vi um FC Porto próximo de um nível aceitável, sem notas artísticas, nem grandes exibições, mas com todos os ingredientes que nos tornaram o grande clube que hoje em dia somos: raça, crença e sobretudo ATITUDE! Feito o que muitos julgavam ser impensável, ou seja, a eliminação do Nápoles (com um golo genial de Quaresma em Itália!), seguia-se nos quartos-de-final o Sevilha. Após uma vitória magra no Dragão sobre os espanhóis, num jogo com mais duas bolas enviadas à barra, o FC Porto da 2º mao em Sevilha voltou aos bons velhos tempos da época, ou seja, voltou à mediocridade total. Bastou um penaltie inventado para o Sevilha no início do jogo para que tudo se desmoronasse e a equipa não tivesse a mínima capacidade de reação. Deste jogo, a única coisa positiva foi o grande golo de Quaresma... e o facto de termos sido eliminados pelo vencedor (graças a Deus!) da competição!

TAÇA DE PORTUGAL - Confesso que me ficou atravessada na garganta a forma como fomos eliminados nesta competição. Mesmo tendo em conta todas as incidências da época, esta competição poderia ser um bálsamo, uma forma de tornar menos penosa a época do FC Porto. Foi por completa incompetência da nossa parte que não fomos capazes de eliminar aquele que acabaria a vencer a prova. No jogo do Dragão, podíamos e devíamos vencer por margem mais confortável (como não poderia deixar de ser mais uma bola à barra!). Depois no galinheiro foi o que todos nos lembramos. Arrisco a dizer que NENHUM FC Porto dos últimos 40 anos seria capaz de ser eliminado em pleno galinheiro, quando a 30 minutos do fim, com mais um jogador e com o adversário a necessitar de marcar 2 golos para passar, a equipa foi capaz de “não ser capaz” de atingir a final. Aquele jogo revelou bem o que foi a época do FC Porto: falta de coragem, falta de atitude, falta de raça, falta de TOMATES...

SUPERTAÇA - Foi um dos poucos jogos onde a equipa se apresentou de forma minimamente decente. Provavelmente ainda não tinha apreendido totalmente as ideias do novo treinador.

TAÇA SENHOR LUCILIO BATISTA (s.l.b.) - Foi mais uma competição onde a equipa demonstrou toda a sua incompetência na presente época. A forma ridícula como o melhor ponta-de-lança do campeonato, o internacional colombiano sr. Jackson Martinez, falhou golos de baliza completamente aberta, a forma displicente como a equipa não conseguiu vencer um autocarro encornado com menos um jogador e o modo incompetente como foram marcadas algumas grandes penalidades (um problema que já leva anos no FC Porto!), foram o corolário de uma época péssima a todos os níveis!

PAULO FONSECA - Existem várias profissões no mundo, umas que exigem mais pressão, outras que exigem maior esforço intelectual, outras que exigem mais destreza física e sangue frio. A profissão de treinador exige algo fundamental para alguém que pretende ter sucesso: capacidade de aguentar a pressão! Mais do que perceber de táticas ou saber que substituições fazer em determinado momento do jogo, o treinador moderno tem de saber lidar com a pressão, saber como motivar os jogadores e ter, dentro dos possíveis, uma forma eficaz de comunicação externa e interna. Do legado do trabalho de PF, mais do que incapacidade tática ou substituições erradas, aquilo que fica é uma enorme incapacidade em lidar com a pressão e uma inexistente capacidade em retirar dos jogadores o seu melhor. Os vários pedidos de demissão, mais do que demonstrar que não estava agarrado ao lugar, demonstraram que a sua forma de reagir às dificuldades era simplesmente fugir delas. O facto de todos os jogadores esta época parecerem pior do que realmente são e de nenhum ter evoluído revelam que PF retirou ZERO do plantel que tinha à sua disposição. Em termos comunicacionais foi um desastre, trocando nomes de clubes, pondo os pés pelas mãos, balbuciando lugares-comuns sem a mínima convicção, enfim...

LUIS CASTRO - Entrou tarde e a más horas. Apesar de não ser um portento tático, nem um treinador de qualidade suficiente para o FC Porto, foi bem melhor que PF. Foi no tempo de LC que a equipa apresentou os poucos momentos positivos da época, nomeadamente, eliminação do Nápoles, vitoria sobre o slb no Dragão que poderia ter aberto caminho à final e alguns momentos de algum futebol. Foi pena o desfecho final ter sido tão mau, fico com a sensação que era possível ter salvado pelo menos as taças, já que o campeonato quando LC entrou estava completamente perdido. Em abono da verdade, é bom que se diga que tudo aconteceu a LC, desde o absurdo número de bolas à barra (algo que acontecia também no tempo de PF), golos sofridos em fora-de-jogo, golos mal anulados, acabando na habitual falta de coragem dos jogadores em momentos fundamentais da época, aconteceu de tudo a LC. Apesar de tudo, foi o menos responsável de entre todos os protagonistas da época…

SAD - Se há característica que procuro ter ao longo da minha vida é a gratidão. É muito fácil entrar no discurso fácil e demagógico que tantas vezes vejo em relação à SAD, incluindo o Presidente. É muito fácil agora criticar a escolha do treinador, a contratação de alguns jogadores e a venda de outros. Ainda assim, tentando ser equilibrado direi que este ano a SAD cometeu mais erros que nos últimos 10 anos… O processo da escolha de PF foi errado, não só na escolha em si, como na clara ideia de que se ficou à espera que VP decidisse para então partir para uma solução de recurso. Ou seja, ficou-se à espera de VP para decidir o seu futuro. Outra reflexão que temos obviamente de fazer é percebermos como foi possível VP ter preferido ir ganhar milhões para a Arábia em detrimento de um 3º ano no clube onde tinha sido bicampeão? Há muito a refletir por parte da SAD, demasiado mesmo. Esta época não é para esquecer mas sim para analisar esmiuçadamente em todos os seus primas e NUNCA mais repetir. Ainda assim, foi com este Presidente e a maior parte dos elementos desta SAD que já tive tantas alegrias. Dou o benefício da dúvida em relação ao futuro próximo porque os créditos ainda são muitos.

ANÁLISE FINAL - Mais do que carpir mágoas em relação ao que foi a pior época do FC Porto nos últimos 30 anos, o tempo agora é de tentar resolver os muitos problemas que se deparam ao clube, de diversa ordem. O tempo é de reflexão séria, profunda e inteligente, não de análises histéricas, pedidos de revolução, vassouradas e outros extremismos próprios de outras paragens. Este é um momento importante e a escolha é a seguinte: ou voltamos ao FC Porto dos anos 60/70, em que ganhávamos uma taça de Portugal e ficávamos todos contentes ou continuamos a ser o FC Porto moderno, vencedor de pentas, tetras e tricampeonatos, vencedor de Ligas Europa e Taças dos Campeões Europeus. Os adeptos têm também duas escolhas: ou abandonam o clube, ajudando ainda mais a cavar o fosso e dando trunfos aos rivais ou ajudam o clube neste momento difícil, dando margem de manobra a quem entra e tentando, na medida do possível, contribuir positivamente, tentando não tornar ainda mais difíceis as coisas. Eu recuso-me a abandonar um clube que tantas alegrias me deu. Apenas peço dedicação, trabalho, coragem, respeito pelo clube. Não peço notas artísticas, 5/0, nem que ganhemos tudo. Peço sobretudo que se recupere o espírito FC Porto que esteve ausente em praticamente toda a época.

GELSENKIRCHEN, UM SONHO NUNCA VEM SÓ...

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Mónaco 0-3 FC Porto
Liga dos Campeões 2004, final
26 de Maio de 2004
Estádio Arena Aufschalke, em Gelsenkirchen (Alemanha)

árbitro: Kim Milton Nielsen (Dinamarca)

Mónaco: Flavio Roma, Hugo Ibarra, Julien Rodriguez, Gaël Givet (Sébastien Squillaci, 72m), Patrice Evra, Edouard Cissé (Shabani Nonda 64m), Lucas Bernardi, Akis Zikos, Ludovic Giuly (Dado Pršo 23m), Jérôme Rothen e Fernando Morientes.
Suplentes não-utilizados: Tony Sylva, Jaroslav Plašil, Emmanuel Adebayor e Hassan El-Fakiri.
Treinador: Didier Deschamps.

FC Porto: Vítor Baía, Paulo Ferreira, Jorge Costa, Ricardo Carvalho, Nuno Valente, Pedro Mendes, Costinha, Maniche, Deco (Pedro Emanuel 85m), Carlos Alberto (Alenitchev, 60m) e Derlei (Benny McCarthy 78m).
Suplentes não-utilizados: Nuno, Bosingwa, Ricardo Costa e Edgaras Jankauskas.
Treinador: José Mourinho.

Marcadores: Carlos Alberto (39m), Deco (71m) e Alenitchev (75m).

Esta, mais não é do que a prova provada de que "o sonho de muitos... é a realidade de poucos!".

Do meu lado, só tenho a agradecer «eternamente» aos jogadores e ao treinador-maravilha dessa grande equipa que foi o FC Porto por me terem proporcionado ver «ao vivo» a final de Sevilha no ano anterior e a de Gelsenkirchen no ano seguinte.

Por terem tornado possíveis os sonhos que eu nem ousava sonhar, por terem desmentido o impossível, por terem feito com que nesse dia 26 de Maio de 2004, uma vez mais, as camisolas azuis e brancas e o nome do FC Porto tenham atravessado os céus do Mundo inteiro e fossem levados pelos satélites a todas as casas do planeta onde mora um adepto deste desporto fantástico.

Nas televisões do Mundo inteiro, milhares de milhões de olhos seguiram as proezas e aprenderam os nomes de Vítor Baía, Paulo Ferreira, Jorge Costa, Ricardo Carvalho, Nuno Valente, Maniche, Costinha, Deco, Derlei, McCarthy e Carlos Alberto.

Não adiantava especular se jogariam exactamente aqueles onze ou um ou outro no lugar de algum deles. Se jogaríamos em 4x4x2 ou em 4x3x3, ao ataque ou na expectativa, cansados ou com força, corajosos ou com receio.

Se eu tivesse estado no lugar de Mourinho, depois de feito todo o trabalho de casa, limitar-me-ia a dizer aos jogadores: «Chegaram até aqui, o que é uma honra e uma proeza única. Agora limitem-se a ir lá para dentro e jogar o que sabem, com alegria e orgulho, sem medo nem constrangimentos. Tudo o que acontecer será inesquecível»... e não é que foi mesmo?

PROJECTO RESISTENTES - CAMINHADA 01 JUNHO

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Vai realizar-se no dia 1 de Junho uma caminhada de apoio ao projecto Resistentes.

O projecto “Resistentes” surgiu do interesse pela prática desportiva, nomeadamente de futebol, por parte de um grupo de crianças e adolescentes do Serviço de Pediatria do IPO-Porto. Os objectivos iniciais do projecto traduziram-se em: proporcionar a prática desportiva às crianças e adolescentes, utentes do Serviço de Pediatria; fortalecer a auto-estima das crianças e adolescentes com problemas oncológicos; promover momentos de convívio entre as famílias destas crianças e adolescentes; estabelecer contactos e interagir com Grupos Desportivos.

Em pouco tempo, o projecto adquiriu contornos mais ambiciosos. Na verdade, sem perder de vista os objectivos iniciais, o projecto abraçou também as ideias de contribuir para: a criação de bolsas de estudo para as crianças e adolescentes, doentes oncológicos; o apoio social às crianças e adolescentes mais carenciados; o apoio à investigação do cancro pediátrico.

Entretanto, o projecto “Resistentes” vem sendo apadrinhado por pessoas ilustres de diversos quadrantes, desde o desporto à música, passando pela moda, pela comunicação social e pelo meio académico. Com efeito, são já padrinhos dos “Resistentes” o actual seleccionador nacional de futebol, Paulo Bento, os jogadores Cristiano Ronaldo, Bruno Alves e Pepe, os cantores Aurea e Tony Carreira, o estilista Miguel Vieira, o cabeleireiro Joaquim José Reis, a jornalista da SIC Lúcia Gonçalves e o Professor Catedrático de Fisiologia da Universidade do Porto, José Soares.

Por outro lado, os “Resistentes” já têm o seu HINO, um tema musical de nome “VENCEDORES”, com melodia da autoria conjunta dos músicos Luís Portugal e Tozé Santos e letra de José Guedes. O hino dos resistentes foi apresentado, em primeira mão, pelos dois referidos músicos, na edição de 24 de Março de 2014 do programa televisivo “Manhã CM”, da Correio da Manhã TV, apresentação que se encontra disponível AQUI.




capas da imprensa

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25 maio, 2014

blog BPc - 8 ANOS de Orgulho, Paixão e Dedicação

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25 de Maio de 2006 - 25 de Maio de 2014

O tempo realmente voa!

Faz hoje oficialmente 8 ANOS que "nascia um sonho"!

Esse sonho, chegava acompanhado do secreto desejo de nascimento na blogosfera, de um espaço diferente, um espaço dedicado "a todo o universo Portista"!

Hoje, sem falsas modéstias, pensamos que o objectivo principal há muito foi já conseguido, saindo reforçado a cada dia mais que passa, num projecto que tal como "ontem", existe apenas e tão só, para uma luta e defesa diária do bom nome e honra do nosso FC Porto.

Por isso, parabéns para todos nós, mas também para todos aqueles que ao longo destes 8 anos de história, ajudaram a tornar este "sonho"... numa bonita realidade!

Ontem, hoje e amanhã, "quanto mais mentirem sobre nós, mais verdades diremos sobre eles".

Continuamos a contar convosco para o resto desta viagem, com a certeza que também poderão continuar a contar connosco.

E porque aniversário, sem prenda, não é aniversário, fica aqui a nossa prenda para todos vocês... um WALLPAPER alusivo a este espaço que podem, querendo, efectuar o download para os vossos ambientes de trabalho. Para guardar, basta clicar na imagen e "guardar como" nos vossos ambientes de trabalho. Simples, prático e rápido. Disfrutem...

capas da imprensa

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24 maio, 2014

ANDEBOL - Hexacampeão 2013/2014

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FC PORTO VITALIS-benfica, 24-11

Andebol 1, fase final, 10.ª jornada
24 de Maio de 2014
Dragão Caixa, no Porto


Árbitros: Duarte Santos e Ricardo Fonseca (Madeira).

FC PORTO VITALIS: Hugo Laurentino (g.r.), Gilberto Duarte (7), Tiago Rocha (3), Ricardo Moreira (3), Alexis Hernandez (1), Wilson Davyes (2) e Mick Schubert (1).
Jogaram ainda: Alfredo Quintana (g.r.), João Moniz (g.r.), João Ferraz (5), Miguel Martins, Belmiro Alves, Pedro Spínola (2), Hugo Santos, Hugo Rosário e Miguel Sarmento.
Treinador: Ljubomir Obradovic.

benfica: Hugo Figueira (g.r.), Davide Carvalho, Cláudio Pedroso (1), Carlos Carneiro (4), Elledy Semedo (5), José Costa (3) e Dario Andrade (2).
Jogaram ainda: Miguel Ferreira (g.r.), Davide Carvalho,Tiago Pereira (1), João Pais (2), Danil Chernov, Inácio Carmo (1) e Álvaro Rodrigues.
Treinador: Jorge Rito.

Ao intervalo: 11-8.

​Pela primeira vez na história do andebol português, há um hexacampeão. O FC Porto Vitalis bateu o Benfica por 24-19 e confirmou assim o sexto título consecutivo, numa partida em que o guarda-redes Hugo Laurentino e o atirador Gilberto Duarte (sete golos) foram as maiores figuras. Mas, acima de tudo, há que elogiar um excepcional trabalho de longo prazo, que teve como base jovens jogadores portugueses, formados na casa.

O capitão Ricardo Moreira tinha antevisto um jogo de nervos, com mais falhas do que o habitual, e esse factor foi evidente ao longo dos primeiros 30 minutos, notando-se em particular um ataque azul e branco um pouco preso. O Benfica esteve por duas vezes em vantagem (aos 0-1 e 3-4) e Hugo Laurentino foi determinante para o FC Porto chegar ao intervalo em vantagem, com dez defesas (uma deles a um livre de sete metros de Elledy Semedo), sendo que Quintana também parou um livre de sete metros de Carlos Carneiro.

Na segunda metade do primeiro tempo, a primeira linha azul e branca soltou-se um pouco, com Ferraz e o inevitável Gilberto Duarte (cinco golos) a resolverem grande parte dos problemas. A defesa portista manteve-se sempre sólida, conseguindo vários blocos, e foi assim que os Dragões chegaram ao intervalo com a maior vantagem do encontro até então: três golos, ou seja, 11-8.

A entrada na segunda parte revelou-se decisiva, com o FC Porto a alargar o avanço para cinco golos, que passou depois a gerir, resistindo às exclusões de Alexis Hernandez e Tiago Rocha e mantendo essa margem confortável no marcador. Continuaram a ver-se muitos erros de parte a parte - durante seis minutos (dos 38 aos 44) não houve golos - e Hugo Laurentino sempre a "fechar" a baliza da casa (terminou a partida com 16 defesas).

A meio da segunda parte, o Benfica ainda se aproximou no marcador (chegando aos 18-15), mas golos de Mick Schubert (em contra-ataque), Tiago Rocha (num livre de sete metros) e Spínola repuseram a vantagem em seis golos e libertaram a festa num Dragão Caixa a rebentar pelas costuras e que nunca deixou de apoiar a equipa, mesmo nos momentos difíceis.

A vantagem de cinco golos dos Dragões foi a imagem de uma grande superioridade azul e branca, num jogo de nervos mas em que os azuis e brancos mantiveram sempre o controle a partir do momento em que construíram uma vantagem de cinco golos. Até bastava um empate para garantir o "hexa", mas esta equipa não gosta de deixar dúvidas a quem quer que seja. Pela 19.ª vez, o FC Porto é campeão nacional de andebol.



DECLARAÇÕES

No final da partida que deu o hexacampeonato ao FC Porto Vitalis (vitória sobre o Benfica, por 24-19), o treinador Ljubomir Obradovic e os jogadores estavam felizes e com a sensação de dever cumprido. O treinador optou por deixar uma palavra de apreço aos jogadores e adeptos, enquanto o capitão Ricardo Moreira sublinhou que os seis títulos foram conquistados com “uma motivação especial num clube que é, por si só, especial”.

​Em declarações a www.fcporto.pt, o treinador Ljubomir Obradovic, que conquistou o seu quinto título consecutivo, enalteceu o papel dos atletas: “Quero dar os parabéns aos jogadores, porque fizeram uma grande época. Queria também deixar uma palavra especial de agradecimento aos adeptos, que sempre me apoiaram e nos levaram às vitórias e a esta grande conquista”.

O capitão Ricardo Moreira lembrou que “seis anos é muito tempo”: “Se pensarmos em cada treino e cada jogo que fizemos… O facto é que ainda tivemos motivação para fazer história no andebol português e, claro, no FC Porto. Foi sempre uma motivação especial num clube que é, por si só, especial. É uma marca no clube e só pensamos em alcançar mais objectivos no futuro”. O capitão não teve dúvidas em partilhar o título com os adeptos que encheram o Dragão Caixa: “Sempre disse que temos os adeptos sempre connosco e nunca os deixamos ficar mal. Hoje também foi assim”.

Gilberto Duarte, lateral-esquerdo e autor de sete golos, foi o primeiro a utilizar a palavra “espectacular” para definir esta conquista e revelou-se maravilhado com o ambiente no Dragão Caixa: “Foi uma alegria imensa ver o pavilhão cheio, com pessoas de pé. Foi muito especial para mim ver a minha mãe, o meu irmão e a minha sobrinha, pois não esperava tê-los aqui neste momento. Colocámos esta equipa na história do andebol e não há palavras para descrever o que estou a sentir”.

Hugo Laurentino, guarda-redes e um dos jogadores em destaque neste encontro, estava “muito contente”: “Foi espectacular, pois fizemos história em casa, com uma grande moldura humana que nos apoiou do primeiro ao último minuto”. O pivô Tiago Rocha destacou também a ajuda do “oitavo jogador”: “A moldura humana esteve fortíssima e, sendo uma despedida, ainda foi melhor. Saio com o hexacampeonato, tenho quase 15 anos de FC Porto e este momento é sempre emotivo. Ainda não saí e já tenho saudades”.



RESUMO DO JOGO




NOVELAS DE VERÃO I.

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Nesta silly season muito se diz, muito se conta, muito se fala. Mas raras vezes se acerta. Como quero fugir a isso, como sou adepto de “prognósticos só no fim do jogo”, como não gosto de falhar o alvo e como por esta altura apenas se pode especular sobre contratações, onzes base, compras e vendas, optei por fugir um pouco aos assuntos rotineiros do dia-a-dia. Para isso teremos a época toda, que será longa. O Verão está à porta e os dias de praia também servem para descanso das jornadas, dos erros de arbitragem, dos flops futebolísticos e das notícias dos jornais. Por isso, daqui até à pré-temporada é hora de contar histórias. Dou então o kick-off a estas Novelas de Verão.

Quero regressar lá atrás, ao tempo em que era miúdo e ia às Antas ver os treinos. Gostava de lá ir. Na altura o tempo era maior, esticava, não havia estudos nem trabalho. Ia com o meu Avô e por lá ficava a ver os jogadores chegar ao treino, assistir ao mesmo, ir ao bar das piscinas e regressar para ver os jogadores a sair e pedir autógrafos.

Os jogadores da altura eram gente como nós. Seriam futebolistas famosos, teriam um bom salário, é certo, mas não havia a diferença que há hoje, com salários pornográficos. Os sócios aproximavam-se facilmente, trocavam palavras com os jogadores, havia uma enorme identificação entre o sócio e o jogador. No caso de muitos deles, seriam primeiro apoiantes do clube e só depois jogadores, como era o caso do grande Capitão João Pinto. Mas o lateral-direito deixou descendência!

Quando subiu heroicamente ao topo da tribuna no Estádio de Oeiras, nessa mítica Final da Taça de Portugal frente ao Sporting (naquele que terá sido a par do caso very-light o mais vergonho episódio do futebol português dos últimos anos – curioso que tenha sido no mesmo palco e só este ano, perante mais um problema, de novo com os mesmos protagonistas, alguém que não os portistas levante a questão sobre a segurança daquele complexo…), o Capitão de Avintes estava bem secundado. Atrás de si, seguiam homens que continuariam o seu exemplo, a pôr a camisola do FC Porto à frente de tudo, a suá-la e a respeitá-la. A consequência óbvia dessa aprendizagem foram títulos, títulos e mais títulos, que fizeram de Baía, Jorge Costa, Paulinho Santos, Secretário, Rui Jorge, Folha, Domingos e outros recordistas de campeonatos, taças e supertaças.

Um certo dia, levamos máquina fotográfica para o treino. Tenho grandes fotografias e memórias desse dia. Imagens gravadas para a posteridade ao colo do João Pinto, entre os braços do Timofte, a falar com o Vinha, entre outros. O meu primo, grande benfiquista, da minha idade, havia ido comigo e é curioso constatar nas fotos que, por momentos, ali mesmo, também ele se rendeu, ao menos por uma vez, à magia e à mística do FC Porto.

Mas o momento que guardo com mais emoção aconteceu já bem depois do final do treino. Estava eu à porta do Departamento de Futebol, com a sua placa emblemática, a aguardar a saída dos jogadores, coleccionando os autógrafos num livro próprio para o efeito dado pelos meus Avós – que ainda guardo religiosamente na gaveta da minha mesa-de-cabeceira. Até que, finalmente, lá sai Sir Bobby Robson, no seu jeito apressado e elegante, quase a correr em direcção ao automóvel. Tento interceptá-lo, mas em vão. O gentleman inglês está com pressa, diz-me, tem que ir embora, está atrasado. Mal o percebo, na sua inconfundível mistura entre inglês e português. Eu continuo atrás dele, meio a correr, de caneta em punho. Bobby Robson já vai a subir a rampa e eu atrás, até que desisto, meio envergonhado e triste pela “nega” ao autógrafo. Até que, já quase a chegar ao carro, Sir Bobby Robson estaca, dá meia volta e vem direito a mim a correr, com ar arrependido: “sorry, sorry kid!”, enquanto me faz uma festa no cabelo. Pega na caneta, agarra o caderno e assina o único autógrafo de um Sir que provavelmente terei em toda a minha vida.

Errata: conforme alertado por vários leitores, a quem agradeço, o eterno Capitão João Pinto é de Oliveira do Douro e não de Avintes. Pedimos desculpa, atendendo até à rivalidade entre essas duas localidades, causadoras de intensos derbies gaienses.

Rodrigo de Almada Martins

III ENCONTRO DA BLUEGOSFERA - O PROGRAMA

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É já daqui a duas semanas (no dia 7 de Junho), em Espinho.

Os lugares (no auditório da Biblioteca Municipal de Espinho) são limitados.

A inscrição pode ser feita de duas formas:
  • enviar um email para: encontro.bluegosfera@gmail.com
  • preencher o formulário de inscrição aqui
Contamos contigo para mais um Encontro da Bluegosfera!

#ENCONTROSDABLUEGOSFERA
endereço electrónico oficial: encontro.bluegosfera@gmail.com
página oficial no facebook: https://www.facebook.com/Bluegosfera
página oficial no youtube: https://www.youtube.com/user/Bluegosfera
informação completa do/s encontro/s AQUI


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