30 novembro, 2017

CASTIGAR O REGIME!


Para quem ama verdadeiramente o FC Porto, ainda hoje não é fácil classificar tudo aquilo que se passou no Sábado à noite na Vila das Aves. Desde o ambiente de puro ódio ao Azul e Branco instalado nas bancadas, até ao banco da Equipa da casa constantemente a entrar dentro do Campo e a provocar os nossos adeptos e terminando com a Cereja no Topo do Bolo da falta de vergonha na cara que foi o Penalty não assinalado já depois do Minuto 90 sobre o Danilo Pereira.

O Regime conseguiu o que queria, roubou-nos 2 Pontos antes da visita ao Dragão e colocou-se numa posição ligeiramente menos desconfortável para o jogo de Sexta-Feira. Sobre o jogo não há muito mais a dizer do que aquilo que já foi dito ao longo da semana, o FC Porto não esteve ao seu nível, teve uma grande contrariedade no início do segundo tempo com a expulsão do Corona, não soube segurar a vantagem e na parte final onde, mesmo com 10, conseguiu sempre estar mais perto da área do adversário do que o contrário, a Equipa de Arbitragem roubou um Penalty absolutamente escandaloso que nos poderia dar o triunfo.

Como se ainda não bastasse, a Máquina de Propaganda do Regime logo tratou de manipular e difundir a Imagem do Penalty sobre o Danilo, de forma a parecer que o nosso jogador não tinha sido tocado. Não há limites para a desonestidade desta escumalha, que não olha a meios para atingir fins.

É por isso, e por muito mais, que na próxima Sexta-Feira os devemos receber com a hostilidade que eles merecem. Um FC Porto vs Regime não é apenas um Jogo, é muito mais do que isso. É uma questão de Honra e de Dignidade. Somos nós contra o maior nojo que existe no Desporto.

Mas se é verdade que o jogo de Sexta-Feira, apesar de não ser decisivo, pode ser extremamente importante para o resto do Campeonato, não nos podemos esquecer que, independentemente do Resultado, no Dia 2 quando acordarmos continuaremos a ter um caminho longo e difícil por percorrer.

Caminho esse que continuará cheio de obstáculos e que só nos levará ao Sucesso se continuarmos como temos estado nestes primeiros 3 Meses de Temporada: Unidos, Focados e com muita vontade de Vencer. Naturalmente, estou confiante que na Sexta sairemos do Dragão com os 3 pontos e que o Regime regressará ao seu aido com o Corretivo que merece, no entanto, temos de ter consciência que nada se decide na Sexta e que o Campeonato se continuará a ganhar até Maio, jogo a jogo, campo a campo, golo a golo e de vitória em vitória.

Uma Nota Final para o nosso Treinador: Embora no jogo das Aves me tenha parecido que não mexeu bem na Equipa, nomeadamente na primeira alteração onde penso que deveria ter acrescentado um Médio à partida, não posso deixar de realçar a assertividade das suas palavras no final do Encontro. Nos últimos anos é hábito ouvirmos, sempre que o resultado é desfavorável, o tradicional discurso do “Tivemos mais oportunidades mas não concretizamos”, “Fomos infelizes, merecíamos a vitória” e “Vamos continuar a trabalhar”. No primeiro deslize para o Campeonato, considerando que o Empate em Alvalade é um resultado perfeitamente aceitável, Sérgio Conceição veio dizer exatamente aquilo que todos vimos: “Não estivemos ao nosso nível, devíamos ter feito mais e o árbitro deveria ter marcado a Grande Penalidade”. Que diferença gritante para os seus mais recentes antecessores e que saudades tinha eu de ter um Treinador que nas Conferências de Imprensa diz exatamente aquilo que todos vimos, sem papas na língua e sem tentar atirar areia para os olhos de ninguém.

Um Abraço Azul e Branco,

Pedro Ferreira

29 novembro, 2017

HÁ FRAMES QUE NÃO SE APAGAM…


A evolução tecnológica faz com que hoje se possa criar quase tudo, sendo que já nem é preciso ser um expert para o fazer.

Podemos criar imagens que “provam” a nossa visita a locais que nunca vimos, podemos emagrecer-nos, engordar-nos ou melhorar o nosso aspeto, enfim, uma panóplia de coisas que há uns anos pareciam apenas ao alcance dos grandes estúdios de Hollywood.

Graças ao Nacional Benfiquismo podemos verificar que agora também há a possibilidade de contaminar a opinião pública graças a um mero frame “gamado” a um vídeo que comprova o penalty inequívoco que nos foi sonegado nas Aves.

Mas independentemente disso tudo, e infelizmente para eles, há frames que estão na história e são impossíveis de apagar:


Que estes frames de orgulho e alegria sejam o mote para o clássico de sexta-feira, para mim o jogo mais importante dos últimos anos.

Todos juntos, todos na luta, VAMOS PORTO!

28 novembro, 2017

OS PROBLEMAS DE VISÃO NÃO SE CURAM COM MEMOFANTE!


Ao contrário do azul que persiste em brilhar no céu, o passado fim de semana trouxe à nação portista, algumas nuvens de todo inesperadas. Á 12ª jornada desperdiçamos os primeiros pontos do campeonato. Comparado o primeiro terço do FC Porto na liga interna, com as últimas 4 prestações, o mini-tropeção da Vila das Aves seria quase impercetível, tal a pujança que até ao momento vem sendo demonstrada na prova.

Quase...

Reforço a importância deste advérbio, pois na verdade, este pontinho negro na nossa caminhada, ocorreu na altura mais proibitiva possível. Não pelo que possa alterar nas ideias e motivação da equipa, mas sim pelo balão de oxigénio escusado que veio dar ao nosso rival e próximo adversário. De uma situação de tudo ou nada entre as hostes benfiquistas, decorrente da "magnífica" prestação na principal prova europeia, onde uma vitória portista seria praticamente o último prego no caixão do ânimo encarnado, a perda de pontos azul e branca, aliada à goleada vermelha, permite que Rui Vitória possa jogar o tipo de futebol que se sente mais confortável em jogos grandes: equipa baixa no terreno, a apostar no chutão para a frente a ver o que acontece. Á luz da presente situação, o empate será um resultado positivo para o treinador benfiquista, sendo que mesmo a derrota, desde que por números mínimos, ainda lhe dará margem de manobra. Só mesmo uma humilhação em pleno Estádio do Dragão poderá alterar este status quo.

Portista como nós, acredito firmemente que Sérgio Conceição quererá aproveitar o jogo da próxima sexta para vencer... e por knock out.

Desde que a terceira equipa em campo mantenha a inclinação tentacular dentro dos limites do tolerável, terá tudo para o conseguir. O melhor Porto desta época é muito superior ao melhor benfica.



Voltando ao jogo com o Desportivo das Aves, é ponto primordial de que desperdiçamos 2 pontos por culpa própria. Tal como se tinha verificado em recente jogo com o Portimonense para a Taça de Portugal (e o susto que nos deveria deixar precavidos), a equipa cedo colocou-se em posição vantajosa para controlar o jogo e resultado a bel-prazer, contudo mais uma vez aburguesou-se na displicência e forma atabalhoada com que tentou (não) gerir o jogo. Prova de que a equipa pode, e sabe dar mais, é o facto de que o período menos mau da exibição deu-se quando jogava com 1 jogador a menos. São nestes jogos que se ganham e perdem campeonatos. Espero que a mensagem esteja bem presente no balneário.

Contudo, antes de entrarmos em espirais masoquistas, ou procura de culpados, convém refletirmos num facto taxativo:

Não há nenhuma equipa do mundo, ou na história do futebol, que consiga ser excelente em todos os jogos que dispute.

O FC Porto não é exceção. Muito menos ESTE FC Porto, com as contingências de plantel que conhecemos.

Jogamos mal, MAS, e porque há sempre um MAS, os três pontos poderiam ter-nos sorrido, tal como tem acontecido aos nossos rivais lisboetas, se o Sr. do Apito soubesse utilizar a medicação correta para a vista. Caro Sr. Rui Costa, os problemas de visão não se curam com Memofante!

Como menino querido e bem comportado que é, este árbitro assimilou bem o porquê da descida da sua nota no FC Porto - slb de 2014. Qual formiguinha, de tudo fez para angariar uma boa pontuação no passado sábado, tal o seu empenho. Se tecnicamente nada há a opor à expulsão de Corona, estranha-se a súbita cura da visão nesse lance, quando na primeira parte, numa ação a papel químico de um jogador do Aves sobre o mesmo Corona, o árbitro deu a lei da vantagem sem qualquer admoestação disciplinar. Igual crise de cataratas teve no pontapé descarado na coxa do Danilo em plena grande área.

Se ser espoliado pelas arbitragens é um lugar comum para os portistas, já não é tão normal ver o slb manipular e falsificar as imagens de lances do adversário, procurando "defender" o árbitro (até o nosso maior inimigo nos media comprova o embuste. Qual o porquê de se darem ao trabalho de enveredar por este caminho? Parece algo mais intencional do que simplesmente querer "picar" o rival.

Imbestigue-se!

Cumprimentos Portistas.

27 novembro, 2017

AGUENTA, AGUENTA, AGUENTA!!!!


Qualquer pessoa minimamente atenta ao fenómeno desportivo em Portugal, lembra-se da forma excitadíssima com que Fábio Veríssimo gritou várias vezes ao ouvido do então árbitro Gonçalo Martins o famoso “AGUENTA, AGUENTA, AGUENTA!”. Também nos lembramos do fora-de-jogo milimétrico (viu-se claramente que as unhas do jogador portimonense estavam fora-de-jogo) que na altura o Sr. VAR Fábio Veríssimo indicou ao então árbitro do encontro Gonçalo Martins de uma forma estridente e excitada: “ESTÁ FORA-DE-JOGO, FORA-DE-JOGO, FORA-DE-JOGO!!”. Sabemos também em que estádio e contra que adversário esse golo foi invalidado ao portimonense...

Dito isto, gostaria de ouvir as comunicações entre o sr. Bruno Esteves (VAR do jogo das aves) e o sr. árbitro Rui Costa aquando do lance de CLARO penaltie por marcar sobre Danilo ao minuto 90. Gostaria de saber se as comunicações mais uma vez falharam, tal como já haviam falhado nas aves num jogo sabemos bem contra quem e que condições.

Do que não tenho dúvidas é que o lance de penaltie sobre Danilo é tão claro e evidente (eu e todos os especialistas de arbitragem questionados sobre o lance) que se torna quase impossível perceber pelo menos uma coisa. Suponhamos que no momento em que o defesa avense pontapeia o corpo de Danilo, de uma forma tão estúpida quanto desnecessária, a visão do árbitro Rui Costa foi acometida de qualquer fator externo (um mosquito, uma borboleta ou outro qualquer inseto) que não lhe permitiu ajuizar corretamente o lance. Ok, é difícil não perceber como um lance tão claro passa despercebido ao arbitro (nos últimos anos, tantas são as distrações quase sempre para o mesmo lado!), mas a verdadeira questão é: como é possível o VAR Bruno Esteves depois de rever pela tv um lance claro e evidente não informar o árbitro de que tinha ficado um penaltie por marcar, numa altura importantíssima do jogo?!?!

Não vou falar da exibição do FC Porto nas Aves, as dimensões do futebol jogado vs arbitragens não se misturam, nem se podem misturar. O nosso rival de 6ª feira, uma equipa que tem sido enxovalhada por colossos mundiais como Basileia ou CSKA Moscovo e cujo score impressionante de ZERO pontos em 5 jogos e apenas 1 mísero golo marcado entra para a história como o pior pote 1 de sempre da Champions League, tem jogado muito pouco na maior dos jogos do campeonato e mesmo assim vai ganhando a maior parte deles e encontra-se já a apenas 3 pontos da liderança. Como dá para perceber, jogar miseravelmente, como até a maior parte dos adeptos do nosso rival admite perfeitamente sem qualquer tipo de problema, não quer dizer necessariamente que não se ganhem jogos, o nosso rival é a prova viva disso, joga miseravelmente mas lá vai ganhando os jogos na nossa liguinha portuguesa. As coisas são o que são, uma coisa é a Champions League, outra é o “quintal” da nossa liga, cheia de “padres” e “missas”.

Mas posso falar do que tem sido, do meu ponto de vista, o futebol jogado dos 3 candidatos ao título. Julgo que nem para mim, nem para ninguém minimamente normal há grandes dúvidas de que a equipa mais consistente, com melhor futebol e que tem ganho os seus jogos sem ajudas extra, nem intervenções do VAR de última hora (como já aconteceu com os nossos rivais) é o FC Porto. O nível demonstrado pelo FC Porto, incluindo mesmo o jogo do Aves, é globalmente melhor que os outros. Este é um ponto que me parece claro e evidente.

Agora a verdade, a dura e cruel verdade é que mesmo tendo sido melhores até aqui e mesmo tendo justificado mais que os 32 pontos que a tabela classificativa nos confere neste momento, o jogo de 6ª feira reveste-se de muito maior risco do que se o FC Porto fosse jogar com 4 e 5 pontos de vantagem sobre os seus rivais. Basicamente, temos de demonstrar na 6ª feira o que tem sido demonstrado no campeonato até aqui, ou seja, que o FC Porto é a melhor e mais consistente equipa. De uma forma simples, sem "espinhas" e sem "medos".

A história brilhante do FC Porto fez-se de homens que nunca tiveram medo de qualquer que fosse o obstáculo, que deram sempre o corpo às balas, que em conclusão nunca tiveram medo de ser felizes. O jogo da próxima 6ª feira pode obviamente ter 3 resultados diferentes, mas a atitude, a ambição e a raça que o FC Porto terá de demonstrar, essa só pode ser uma, aquela que sempre foia imagem de marca do FC Porto. Porque em jogo jogado e qualidade, nós somos melhores que eles, tal como tem sido evidente ao longo do que foi disputado até aqui das várias competições.

Agora é caso para dizer: AGUENTA, AGUENTA, AGUENTA!!! que o jogo é só na 6ª feira e ainda faltam uns dias até lá. Que ninguém tenha medo de ser feliz!!! FORÇA FC PORTO!!!!!

25 novembro, 2017

MAU JOGO, PÉSSIMO ÁRBITRO, VAR(OUBO).


AVES-FC PORTO, 1-1

O FC Porto fez, no meu ponto de vista, o pior jogo da época na presente edição do campeonato. O golo madrugador e alguma sobranceria levaram a que a equipa não tivesse a mesma postura que tem vindo a demonstrar ao longo da época. A equipa do Desportivo das Aves também esteve bem no relvado mas a mancha da noite vai para a equipa da arbitragem e para o VAR que só quis funcionar quando entendeu.

As grandes surpresas na convocatória do FC Porto foram Soares e Marega que regressaram de lesões mais ou menos prolongadas. O primeiro entrou de início. Assistiu Ricardo Pereira para o golo mas depois desapareceu do jogo. O segundo entrou na parte final da 2ª parte e mostrou que se tem entrado no início da etapa complementar, não teríamos que falar da displicente e infantil expulsão de Corona.


Por outro lado, fora da convocatória ficou Óliver Torres. Um sinal cada vez mais claro que o espanhol não faz parte das contas de Sérgio Conceição. Estará mesmo de saída?

Os azuis-e-brancos apresentaram-se na Vila das Aves com um 4x4x2. José Sá na baliza, o habitual quarteto defensivo, Danilo e Herrera no miolo e depois Corona e Brahimi nas alas no apoio a Soares e Aboubakar.

O FC Porto começou o jogo em grande. Rápido sobre a bola com boas movimentações, os Dragões chegaram ao golo aos 5 minutos. Recepção de Soares a meio do meio-campo avense que desmarcou Ricardo Pereira na direita. Este surgiu na cara de Quim e rematou para o fundo das malhas.

Sentia-se que o FC Porto iria marcar mais vezes mas logo a seguir a equipa da casa começou a reagir e teve várias oportunidades para restabelecer o empate. O Desportivo das Aves mostrava-se muito motivado e capaz de bater o pé ao Dragão, coisa que não se lhe viu em mais nenhum jogo deste campeonato. É obra! Com o benfica pareceram uns cordeirinhos.

Assim, aos 10 minutos, José Sá viu uma bola bater na trave a remate de Arango e minutos depois teve que sair corajosamente aos pés de Salvador Agra, evitando o pior. O FC Porto não conseguia traduzir em oportunidades/golos o domínio territorial.


Até ao intervalo não há mais nada digno de registo, apenas uns remates da equipa da casa para fora mas sem grande perigo. No descanso esperava-se que Sérgio Conceição operasse mudanças, principalmente a meio-campo, zona onde estava a perder o jogo. Além disso, com Marega no banco e Corona amarelado teria que se fazer uma melhor gestão.

Dito e feito. Corona, aos 52 minutos, deita tudo a perder. Inadvertidamente e lamentavelmente entra de pitões no tornozelo de Vítor Gomes quando já tinha um cartão amarelo. O árbitro de campo não viu o lance mas o VAR muito bem e atento dá a sinalética. Que competência! Bravo!

Corona é expulso e fica sem poder dar o contributo na próxima jornada. Vidigal aproveitou e decidiu lançar a equipa para o ataque, operando substituições nesse sentido.

Aos 62 minutos, num cruzamento da esquerda de Amilton para o coração de área, Vítor Gomes empatava o jogo de cabeça. Duro golpe para os Dragões. Em 10 minutos fica reduzido a dez e sofre o golo do empate.

Aboubakar ainda desperdiça uma oportunidade frente a Quim após desmarcação de Danilo e depois é substituído por Marega. O maliano deu outra frescura à equipa e pressionou bastante a defensiva contrária. Dignos de registo ficam duas investidas de Marega pela direita mas na zona de finalização não estava lá ninguém.


Até que em tempo de desconto surge a nódoa negra da noite. O competentíssimo e habilitadíssimo VAR, muito lesto a alertar o árbitro de campo para a falta de Corona sobre Vítor Gomes, fecha os olhos a um pontapé de Amilton na perna de Danilo dentro da grande área avense.

Um lance tão claro e tão visível em qualquer parte do campo é escamoteado pelo árbitro de campo Rui Costa em posição privilegiada para assinalar o castigo máximo e é completamente ignorado pelo cego VAR Bruno Esteves com todos os meios e afins ao seu dispor para decidir o que tinha que ser decidido. Grande penalidade de todo o tamanho!!!

Tão competente para decidir a expulsão de Corona e depois sonega uma grande penalidade clara sobre Danilo. Querem os árbitros paz e que se pare de falar de os criticar como se tem feito? Não é possível. Apitem o que tem de ser apitado! Porque isto é um roubo!

UM ROUBO! UMA VERGONHA! UMA ENCOMENDA!

O Dragão sai das Aves com dois pontos perdidos. Terá que reflectir e de produzir bem mais do que produziu neste jogo para vencer os seus jogos porque já sabe que depois surgem estas palhaçadas de VARES, de BARES e de MISSAS ORDENADAS.

O FC Porto vai agora preparar a receção ao benfica aprazado para a próxima sexta-feira e aos jogadores exige-se uma vitória sem espinhas no Dragão.




DECLARAÇÕES

Sérgio Conceição: “Vamos de certeza dar uma boa resposta com o Benfica”

O que faltou para a vitória?
“Faltou objetivamente que o árbitro tivesse assinalado penálti naquele lance. Além disso, na primeira parte, apesar de estarmos em vantagem, não estivemos tão bem como temos estado e como nos tínhamos preparado. Faltaram algumas coisas, especialmente em termos de posse e circulação de bola. O Aves teve uma ou outra situação em que conseguiu criar perigo, sempre à espera de um erro nosso, num bloco baixo.”

Expulsão e golo do Aves
“Na segunda parte há o momento da expulsão do Corona. É sempre melhor jogar com 11, acho que reagimos bem a essa expulsão, mas nós não temos de reagir, temos de agir. Temos de entrar como na segunda parte, ou em grande parte da segunda parte, e não o fizemos. Há um ou outro lance que será polémico, mas de qualquer maneira devíamos ter feito mais para ganhar o jogo hoje.”

Motivação do adversário
“O Aves estava motivadíssimo, vi o banco e os jogadores a festejar como se fosse a final da Liga dos Campeões. Deve ser porque estamos na Liga dos Campeões e porque o treinador do Aves tinha dito que lutamos por ela. Espero que o Aves lute sempre desta forma, com este brio e determinação que teve hoje.”


Responsáveis pelo resultado
“Não estava fácil, mesmo com botas adequadas para este relvado molhado os jogadores escorregavam com facilidade e muitas das situações tiveram a ver com isso, como quando o Felipe perdeu o equilíbrio. Senti que na nossa primeira fase de construção não era necessária tanta gente e faltava mais gente entre a linha média e defensiva do Aves, estávamos a criar-lhes poucos problemas. Começámos a melhorar com o tempo, a culpa deste empate é nossa e de uma infelicidade do árbitro e do videoárbitro, que não viram um penálti que na minha opinião me parece claro sobre o Danilo.”

Ponto da situação
“Continuamos invictos, no primeiro lugar. Independentemente do resultado dos rivais vamos continuar primeiros e abordar o próximo jogo como mais uma final, como abordamos sempre. O Soares, o Marega e o Otávio têm vindo a fazer um trabalho, a todos os níveis, para entrar na equipa a qualquer momento. Neste momento está toda a gente praticamente recuperada, o que é bom para o futuro próximo. Não gostamos de empatar, para nós empatar é perder, não estamos habituados e vamos de certeza dar uma boa resposta no próximo jogo com o Benfica. É em casa e queremos muito ganhá-lo.”



RESUMO DO JOGO

21 novembro, 2017

UM PONTO DECISIVO.


BESIKTAS-FC PORTO, 1-1

Um FC Porto personalizado apresentou-se em Istambul para discutir o jogo e a vitória. Na primeira parte, os Dragões conseguiram impor-se num estádio sempre complicado pelo ambiente infernal que o público empresta à equipa da casa.

Sérgio Conceição colocou José Sá na baliza, na defesa Maxi ocupou a lateral direita, no meio-campo Herrera regressou e Sérgio Oliveira complementou o trio com Danilo. Na frente, Ricardo Pereira apoiou Aboubakar e Brahimi.


O jogo teve um equilíbrio na primeira meia hora, sem ascendente de qualquer uma das equipas. Oportunidades de golo nem vê-las. As equipas estavam cautelosas e respeitavam-se, talvez, demasiadamente.

Babel ainda obrigou José Sá a uma defesa aparatosa mas aos 29 minutos, em jogada ensaiada, os Dragões inauguraram o marcador. Alex Telles lançou Ricardo, este cruzou e Felipe na área rematou de forma fulminante à baliza turca. Estava inaugurado o marcador. Um golo deveras importante para o desenrolar do jogo.


Quaresma ainda assustou José Sá e Aboubakar na resposta não imitou Felipe. A centro rasteiro de Ricardo, o camaronês rematou para a bancada. Aos 41 minutos, Cenk Tosun lançou a bola, Felipe ficou nas covas e o avançado turco avançou para a baliza. À saída de José Sá, o jogador turco cruzou e Talisca só teve que encostar para a baliza.

Na etapa complementar houve mais futebol, mais perigo, mais jogo e lances que poderiam ter dado ao resultado outro volume. O Besiktas encostou o FC Porto às cordas, teve duas oportunidades soberanas para desfazer o empate mas primeiro a barra e depois José Sá salvaram o clube azul-e-branco de sair de Istambul com uma derrota. Babel e Quaresma foram os perdulários da noite.


Depois o FC Porto mostrou que não estava ali para perder. Aboubakar ganhou a bola a Medel, a bola sobrou para Ricardo e este, perante Fabri, desperdiçou um golo feito com uma trivela disparatada.

A partir daí faltavam cerca de 20 minutos. O jogo acalmou, as equipas começaram a jogar para não perder e o empate final acaba por se justificar. Apesar de um ascendente da equipa turca, o FC Porto conseguiu provar hoje que está pronto para a luta e trouxe um precioso ponto da Turquia que poderá ser determinante para as contas do apuramento para os oitavos-de-final da prova.


Os Dragões regressam de imediato aos trabalhos com vista ao jogo do próximo Sábado na Vila das Aves. Um jogo importantíssimo em que a vitória é obrigatória pois antecede a recepção a um adversário directo.



DECLARAÇÕES

Sérgio Conceição: “O resultado ajusta-se”

Primeira parte de grande nível
“Mentiria se dissesse que o resultado não me deixa satisfeito. Penso que fizemos um jogo consistente, principalmente na primeira parte, que foi de grande qualidade. Em termos estratégicos preparamo-lo da melhor maneira, os jogadores interpretaram muito bem o que se queria a nível defensivo, para depois explorar também algumas debilidades do Besiktas. Fizemos o golo, o Aboubakar teve uma oportunidade para fazer o 2-0, dois ou três minutos antes de sofrermos o golo, talvez com algum mérito do adversário, talvez com alguma falta de agressividade na disputa de bola.”

Pressão do Besiktas na segunda parte
“Na segunda parte houve uma pressão muito forte sobre a nossa equipa, numa ou outra vez fomos algo precipitados na forma como podíamos ou devíamos sair a jogar, utilizando mais o nosso avançado. Não fizemos, perdemos algumas bolas nesse início de transição e o Besiktas aproveitou para colocar mais alguma pressão. A partir dos 60 e poucos minutos, quando o Ricardo teve aquela oportunidade, o jogo ficou outra vez muito equilibrado. Nesse período forte do Besiktas, há uma excelente defesa do Sá e há outra bola na trave. Se tivéssemos sido mais eficazes a fazer o 2-0 ou se o Ricardo tivesse feito o 2-1 poderíamos ter sido mais felizes, mas o resultado ajusta-se.”


Aposta ganha em José Sá?
“Não quero abordar individualmente os jogadores, nesse caso teria de falar também das grandes exibições do Sérgio Oliveira e do Maxi. No fundo, toda a equipa teve um bom comportamento. Não é fácil jogar num estádio como estes, contra uma equipa com cinco vezes o nosso orçamento, a par do Leipzig e do Mónaco. Se pensarmos no início da época, com todos as restrições que tínhamos em termos financeiros e tendo vindo o Sérgio Conceição treinar o FC Porto, nem o melhor dos otimistas poderia pensar que só dependeríamos de nós para passar aos oitavos e que estaríamos em primeiro lugar na nossa Liga. É de frisar e louvar, porque grande parte do mérito vai para os jogadores, que acreditam verdadeiramente. Têm uma ambição e espírito competitivo que me agrada muito.”

O clima da arbitragem em Portugal
“Acho que este clima que se vive em Portugal é completamente exagerado. Não é bom para ninguém e deviam dar mais voz aos verdadeiros intervenientes, que são os jogadores e treinadores. E nesta pausa vi entrevistas de jogadores que foram muito elogiadas. Mas nisso nós também somos um bocadinho culpados, porque há a tendência para nos fecharmos e vivermos no nosso casulo, mas fica aqui prometido que vou tentar abrir mais esse casulo para que um ou outro jogador possa falar mais vezes.”



RESUMO DO JOGO

AS NOSSAS MODALIDADES – RESUMO DO FIM DE SEMANA.



JOGO DA SEMANA

A escolha para jogo da semana recaiu sobre o confronto da equipa de ANDEBOL diante do Fuchs Berlin para a Taça EHF.

O nosso oponente era, apenas, o líder da melhor liga do mundo, a alemã, que conta no seu plantel com atletas como Heinevetter, Drux ou Nenadic. A nossa equipa era claramente o underdog e com a lesão do Alfredo Quintana, as probabilidades de sucesso ainda se reduziram mais, não por falta de qualidade de Hugo Laurentino, mas pela menor profundidade que um jogo de enorme desgaste podia exigir.

A dupla hungara ainda permitiu que o banco alemão gesticulasse e protestasse veementemente com o aviso sob a forma de cartão amarelo apenas a 5 minutos do fim.

Ao intervalo, a vantagem alemã era de 2 golos, o que não transmitia o que se passava em campo, já que alguns lances de golo iminente (7m e golos aos 6m) tinham sido falhados pelos nossos atletas.

Na segunda parte, o medo era que o marcador se desnivelasse, mas a vantagem alemã apenas se fixou em 3 golos, fruto de um boa prestação coletiva e de algumas defesas importantes efetuadas por Hugo Laurentino.

O próximo jogo desta eliminatória será na 5ª feira, pelas 18h30.


AS OUTRAS MODALIDADES

A equipa de HÓQUEI EM PATINS recebeu o Valença e o jogo manteve-se equilibrado durante 25 segundos, altura em que Rafa fez o 1-0 e o marcador não mais parou de crescer até aos 13-4 finais.

O próximo jogo será hoje (terça-feira) às 20h30, na receção à Juventude de Viana.

Já a equipa de BASQUETEBOL, para a jornada europeia, recebeu os finlandeses do Kataja Basket e perdeu por 86-90.

Para o campeonato, a jornada deste fim de semana já tinha sido disputada aquando da dupla jornada nos Açores. O próximo jogo, realiza-se a 30/11, com a deslocação a Ovar, para que no dia 02/12, aconteça a deslocação a Guimarães para o jogo em atraso da 2ª jornada.



Abraco,
Delindro














EXCESSO DE CONFIANÇA.

Nos primeiros 25 minutos do jogo de 6ª feira no Dragão, o FC Porto poderia, tranquila e naturalmente, ter marcado 3 golos e resolvido facilmente um jogo frente a um adversário teoricamente bem acessível, que já tinha sido derrotado, quer num jogo amigável, quer no jogo do campeonato com um agradável score de 10 golos marcados.

Muito sinceramente, a única duvida que passou pela minha cabeça nesse período do jogo foi por quantos golos iríamos ganhar ao Portimonense, tão fácil e simples estava o jogo. O problema não é eu, um simples adepto que não joga, nem treina (apenas apoia!), pensar dessa forma, o problema foi a equipa ter pensado assim. Basicamente entre o minuto 25 e o minuto 80, a equipa eclipsou-se por completo e teve o pior desempenho de entre todos os jogos até aqui realizados.

Foi literalmente o surgimento de um grande perigo quando menos se esperava, algo para o qual já tinha alertado há uns posts atrás, que as coisas podem correr mal quando menos se espera, a equipa descontraiu, pensou que era demasiado fácil e num ápice, o Portimonense fez dois golos (é certo que nas únicas duas oportunidades de que dispôs, mas o futebol é eficácia!) e operou a reviravolta. Foi por muito pouco que o FC Porto não perdeu já (demasiado cedo diga-se) um dos grandes objetivos da época, a reconquista da taça de Portugal. Seria hipócrita não admitir que caso a derrota surgisse numa altura destas, depois de todo o bom trabalho realizado até aqui, tal seria um enorme “soco no estômago” de todos nós e muitas duvidas voltariam a pairar no reino do Dragão. É assim o futebol, a memória é curtíssima. Por outro lado, uma vitória assim eleva muito os níveis de confiança.

Neste sentido, percebe-se bem que o bom trabalho feito até aqui, aliás, o excelente trabalho feito até aqui, consubstanciado em 12 vitórias em 13 jogos domésticos e 6 pontos na Champions que permitem aspirações de passagem aos oitavos, de muito pouco valerá se a partir se entrar em excessos de confiança e euforias exageradas de que está tudo feito. Não, não e não! O que se jogou até aqui foi pouco, é preciso perceber que há muito caminho a percorrer, sem euforias, nem excessos. E pareceu-me que alguns jogadores no jogo de 6ª feira se sentaram numa vantagem obtida muito cedo, relaxaram e pensaram que tudo estava feito. Não pode voltar a acontecer, muito menos com um adversário bem mais acessível que o FC Porto. Que Sérgio Conceição tenha sabido retirar as devidas ilações de algumas exibições vistas neste jogo, tal como tem sabido gerir muito bem o seu grupo de trabalho ao longo desta época.

O ciclo de jogos que se avizinha é, inegavelmente, fundamental para os principais objetivos da época. Pontuar na Turquia garante pelo menos a entrada para a última jornada em lugar de apuramento e abre boas perspetivas de passagem, pelo contrário uma derrota pode significar o adeus à Champions League. Depois o Aves, um jogo que direi é tão ou mais importante do que o jogo seguinte no Dragão. Vencer na Vila das Aves garante que, independentemente do que aconteça no clássico da jornada seguinte, o FC Porto permaneça na liderança do campeonato, e isto é muito diferente e melhor do que andar sempre atrás do prejuízo, algo que foi regra nos últimos 4 anos. É por isso tão importante o jogo da Vila das Aves quanto o da jornada seguinte. Que tudo corra bem!



17 novembro, 2017

A FORÇA DO QUERER.


FC PORTO-PORTIMONENSE, 3-2

A equipa do FC Porto teve um enorme obstáculo pela frente na 4ª Eliminatória da Taça de Portugal. O Portimonense já se sabia que é uma equipa com bastante qualidade, que joga o jogo pelo jogo e conta nas suas fileiras com algumas individualidades que emprestam à equipa um toque de classe.

É o caso de Nakajima, um japonês com uns pés de veludo. O avançado nipónico desequilibra o jogo dos algarvios na frente de ataque e é um perigo constante para a baliza contrária.


O FC Porto começou muito bem o jogo contra o Portimonense. Aos 4 minutos, o Dragão adiantava-se no marcador na cobrança de um pontapé de canto por Alex Telles a que Danilo deu sequência, empurrando a bola para o fundo da baliza.

Estavam todas as condições para se assistir a um festival de golos, semelhante ao jogo jogado para a Liga NOS há cerca de dois meses. Apesar de se ter assistido a cinco golos, desta vez quem esteve em maus lençois para lá dos 90 minutos foi o FC Porto.

Os azuis-e-brancos não deram boa réplica e depois dos 5 minutos o jogo passou a ser muito lento com os jogadores a acusarem falta de ideias e de iniciativas para ultrapassar a defesa algarvia. A excepção foi Corona que numa bela jogada individual aos 25 minutos falhou o segundo golo que teria dado praticamente a sentença à partida.

Sérgio Conceição apostou num 4x3x3 com a maioria dos habituais titulares, fazendo regressar Casillas à baliza e Óliver no meio-campo. Hernâni foi a terceira novidade no lugar do cansado Brahimi.


Não marcou o FC Porto, empatou o Portimonense aos 30 minutos. Numa jogada de Nakajima, o japonês deu sequência a um canto, a bola sobrou para Wellington, que fez a bola a passar por baixo das pernas de Casillas.

Na segunda parte, os Dragões queriam marcar, mas não conseguiam traduzir o jogo em golos. O Portimonense disso se aproveitou e, num lance fortuito à passagem dos 68 minutos, chegou ao 2-1. Um grandessíssimo golo de Pedro Sá que, do meio da rua, rematou sem hipóteses para I. Casillas.

O FC Porto estava fora da Taça de Portugal. Sérgio Conceição já tinha operado a substituição de Hernâni (completamente a leste do jogo) por Brahimi e sem soluções no banco, lançou André Pereira da equipa B que viria a ser decisivo.

Os portistas não conseguiam reagir, mas aos 78 minutos, Danilo sofreu obstrução de Filipe Macedo. O jogador algarvio foi expulso por acumulação de amarelos. A partir daí viu-se um Portimonense completamente a abdicar do jogo, com perdas de tempo exageradas e simulação de lesões.


Dos 78 aos 90 minutos, não se viu futebol. Via-se, sim, muita gente a abandonar as bancadas do Dragão. Mas a equipa continuava com vontade de dar a volta ao jogo, nunca desistindo de nenhum lance. Havia sete minutos de compensação para cumprir, resultantes do anti-jogo de Vítor Oliveira. Foi nesse período que o Dragão deu a volta ao marcador.

Aos 91 minutos, Aboubakar surgiu isolado na cara de Carlos Henriques e empatou a partida. Era a loucura no Dragão com muitos pipoqueiros a regressarem às bancadas. Além disso, os jornais já se preparavam para lançar as manchetes do dia seguinte e os comentadores das tvs e rádios voltaram a guardar as canas.

Admitindo que o jogo teria prolongamento, o que seria mais penoso para o Portimonense por estar em inferioridade numérica, mas também prejudicial para o FC Porto por ter de jogar mais 30 minutos com um jogo exigente na próxima terça-feira em Istambul, André Pereira sacou um coelho da cartola.


O miúdo da equipa B recuperou a bola junto à linha lateral, desmarcou Aboubakar que falhou a intercepção. A bola sobrou para Brahimi, que vindo de trás, colocou a bola no fundo das redes. Estavam decorridos 95 minutos de jogo.

A reviravolta operada, a força do querer, da crença e a dinâmica da equipa de Sérgio Conceição faz-nos pensar que tudo é possível. Houve festejos exuberantes, alegria, pipocas, pipoqueiros, mas também vozes de enterro nas tvs e nas rádios.

A arbitragem teve erros. Desta vez, ficou por expulsar Alex Telles na primeira parte por entrada perigosa sobre um jogador algarvio. Quanto ao tempo de compensação e à expulsão do jogador do Portimonense, não há nada a dizer. Aqui não se doura a pílula, nem se faz o branqueamento de lances do jogo, com a certeza de que também não há missas nem padres como noutras paragens.

O objectivo no jogo da Taça está cumprido, as baterias voltam-se agora para Istambul onde aos Dragões espera um jogo quase decisivo que pode definir muito do que será a continuidade ou não do FC Porto na prova máxima da UEFA.




DECLARAÇÕES

Vítor Bruno: “O espírito e a alma da equipa fizeram a diferença”

As dificuldades esperadas
“Foi uma vitória difícil, mas já sabíamos que este é um jogo tradicionalmente complicado. Há que dar mérito a quem trabalhou durante os 90 minutos para conseguir uma vitória que acaba por ser justa. Defrontámos uma equipa com qualidade, das melhores do Campeonato, e que nos criou muitas dificuldades. Há que dar mérito ao Portimonense por isso.”

Trabalho coletivo
“Todos os jogadores deram uma resposta positiva e mesmo o André Pereira, que se estreou hoje pela equipa principal, esteve muito bem. O que é de realçar é o trabalho de todos, dos que estão lá dentro e dos que estão cá fora. Além disso, a atmosfera do nosso estádio é inolvidável. A partir do momento em que estivemos a perder, tivemos uma alma muito grande.”


Vitória justa
“Foi um desafio importante que a equipa soube ultrapassar. Defrontámos uma equipa de qualidade e que voltou a pôr-nos à prova. O espírito e a alma da equipa fizeram a diferença, tal como os nossos adeptos. Foi uma vitória sofrida, mas justa.”

A expulsão de Sérgio Conceição
“É sempre difícil não termos o nosso líder no banco e a equipa sente isso. É uma expulsão difícil de contestar, mas o Sérgio Conceição não maltratou nem faltou ao respeito a ninguém. Foi simplesmente uma reação de quem queria muito ganhar. Esta vitória é dedicada ao nosso líder.”



RESUMO DO JOGO

ERA UMA VEZ UM PIRIQUITO QUE FALAVA COM UM RINOCERONTE.


O título pode levar a pensar que venho contar alguma Fábula, mas a minha publicação é apenas sobre mais um dos tentáculos do Polvo Vermelho que acabou por ser descoberto esta Semana.

Depois de Miguel Lucas Pires se ter demitido do seu cargo no Tribunal Arbitral do Desporto, após ter ficado comprovado que solicitou junto de Fernando Seara 5 bilhetes para assistir ao Regime-Marítimo da Temporada passada, eis que que Horácio Piriquito tomou a mesma atitude abandonando o Conselho Fiscal da FPF após também ter ficado comprovado que passou informações e documentos confidenciais a um famoso Ex-Atleta do Damaiense.

As práticas destes dois senhores são graves e justificam por completo ambas as demissões, no entanto, não deixa de ser inacreditável, principalmente no caso do Piriquito de nome mas Águia por dentro, o tom do seu comunicado nas redes sociais e a lata para ainda vir justificar o sucedido e achar-se de razão quando a sua atitude o devia fazer corar de vergonha e desaparecer dos holofotes da ribalta durante um período de tempo bastante alargado.

Mas mais uma vez, no meio desta pouca vergonha toda, lá anda o Ex Diretor de Conteúdos da BTV. Árbitros, Ex-Árbitros, Delegados da Liga, Membros da FPF, tudo passa pela rede de contactos desta triste personagem da nossa praça. Não há adjetivos para classificar tal aberração, as suas prestações à Segunda-Feira à noite falam por si, mas importa realçar que o Regime já percebeu que a descolagem a esse indivíduo é necessária e obrigatória, por isso não foi de espantar as declarações do Presidente daquela agremiação, onde humilhou e apelidou de Merceeiro o seu Ex Diretor de Conteúdos.

Estamos num momento onde tudo serve para afastar as atenções do que realmente interessa. Onde existir uma oportunidade para lançar uma cortina de fumo o regime Nacional-Benfiquista vai-se agarrar com os habituais meios de propaganda dignos de uma Coreia do Norte. É importante que continuemos a não deixar cair tudo isto em saco roto e, nesse aspeto, honra seja feita à Revista Sábado que tem tido a coragem de expor situações que a esmagadora maioria da Comunicação Social, leia-se Máquina de Propaganda do Regime Nacional-Benfiquista, teria todo o gosto em guardar numa gaveta muito bem guardada.

Para terminar, e na sequência do meu anterior artigo, não poderia deixar de fazer referência aos particulares que a Seleção Nacional disputou contra a Arábia Saudita e os Estados Unidos da América. Como seria de esperar o Sr. Engenheiro Fernando Santos colocou o Danilo Pereira como titular nas duas partidas, sendo que na passada Terça-Feira, quando o próximo jogo do FC Porto já se situava à distância de menos 72h, apenas o tirou aos 60 minutos. É lamentável que o Seleccionador Nacional tenha dois pesos e duas medidas no que diz respeito à gestão de esforço dos atletas nos jogos particulares, sendo que mais grave se torna a situação quando o próprio continua a ser das poucas pessoas que não percebe, ou então não lhe convém perceber, que o Danilo Pereira é bem melhor do que o jogador que ocupa o seu lugar na maioria dos jogos.

Um Abraço Azul e Branco,

Pedro Ferreira