Estamos no trilho daquilo que queremos
Em representação da equipa técnica azul e branca, José Gomes abordou a recepção à Académica esta terça-feira, em superflash realizada no relvado do Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival.
Preparados para contrariar a Académica
«O FC Porto, pela forma como trabalha e encara todas as competições, entra sempre com o espírito de vencer. Naturalmente, a Académica será respeitada (tem os seus atributos e as suas competências), mas estamos preparados para os contrariar.»
Adversário bem estudado
«Esperamos uma Académica tão difícil como a que defrontámos para o campeonato, mas temos o adversário bem estudado. Apesar de conhecermos a sua organização e as suas competências a nível de processo defensivo, vamos encarar o jogo com toda a seriedade e o espírito de vencer, de modo a chegarmos à final.»
Obrigação de gerir jogadores disponíveis
«Temos obrigação, em função do quadro competitivo e do número de jogos, de gerir os jogadores disponíveis. É com essa intenção que vamos abordar este encontro. Há algumas posições que podemos gerir com mais facilidade; há outras que, por razões que todos conhecem e que serão difíceis de explicar (como sabem, não podemos utilizar todos os jogadores que gostaríamos), nos trarão um grau de dificuldade maior. Dentro deste contexto, jogará a melhor equipa, em função dos objectivos que temos para atingir até ao final da época.»
Superar-se a cada jogo
«De jogo para jogo, procuramos sempre vencer a eficácia em todas as acções ofensivas e defensivas e disputas de bola. As goleadas devem-se a uma aplicação máxima nessa disputa. O resultado final acaba por ser um bom sinal, ainda que não seja o sinal mais relevante.»
Continuar a lutar para vencer
«Começámos a época com muitos jogadores a entrarem no nosso processo; temos sofrido, ao longo da temporada, alguns desequilíbrios, face às ausências que têm acontecido, e nesta altura estamos claramente no trilho daquilo que queremos. Como disse o nosso treinador há uns meses, vamos continuar a lutar para vencer todas as competições em que participamos.»
Sem margem para retrocessos
«Estamos concentradíssimos em vencer todas as provas e o caminho só pode ser percorrido para a frente. Não há margem para retrocessos.»
A mesma consistência táctica
«De há algumas jornadas para cá, a Académica tem demonstrado uma organização defensiva forte, passando depois para o processo ofensivo com muito equilíbrio; é, portanto, uma equipa com uma consistência táctica difícil de anular, mas não vejo que seja melhor ou pior do que a Académica que encontrámos no Dragão há uns tempos.»
Oportunidades são para ser aproveitadas
«O Tomás Costa aproveitou a oportunidade que lhe foi dada. É para isso que os jogadores aqui estão. É para, depois de passarem por todo o processo de desenvolvimento e aprendizagem no treino, conquistarem a confiança do treinador e aproveitarem essa confiança no jogo. O Tomás aproveitou essa confiança muito bem, o que não significa que amanhã seja ele quem vai jogar. Quer dizer que foi inteligente e mostrou capacidade. Repito, é para isso que todos cá estamos.»
fonte: fcporto.pt
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOSGuarda-redes: Beto e Nuno.
Defesas: Bruno Alves, Álvaro Pereira, Maicon, Nuno André Coelho, Miguel Lopes e Addy.
Médios: Guarín, Belluschi, Valeri, Mariano, Tomás Costa e Ruben Micael.
Avançados: Falcão, Varela, Orlando Sá e Claro.
Hóquei: recorde a final da Taça de Portugal 97/98
O hóquei do FC Porto vivia momentos difíceis no final da década de 90.Depois dos anos de ouro (82-91) da nossa equipa maravilha que açambarcou quase todos os troféus Nacionais e alguns Europeus, seguiu-se um período de renovação e de menor fulgor.
Estávamos em 1998 e já íamos em 7 anos sem ganhar o campeonato. Na época anterior (96/97), o FC Porto começara com Vítor Bruno a treinador mas no decorrer da temporada, os Dragões passaram a ter no comando técnico, Vítor Hugo, que regressou ao cargo após as 3 conquistas da época 95/96 sob o seu leme (taça CERS, taça de Portugal e supertaça, tendo substituído Cristiano Pereira nessa época).
Em 96/97, o autocarro dos Dragões, à saída da Luz, foi alvo de uma emboscada e os jogadores foram selvaticamente agredidos, com o clube a tomar a decisão de renunciar ao que restava do campeonato e taça, em face dos castigos irrelevantes ao Benfica. Prosseguiu apenas na taça dos campeões europeus, tendo perdido, de forma inglória, a final na casa do Barcelona e após prolongamento (4-3).
Ilídio Pinto entregou a equipa ao técnico-adjunto, Franklim Pais, que acabou por perder o campeonato, após uma derrota comprometedora (e polémica) em Alenquer e uma outra, mais decisiva ainda, no pavilhão da Luz, onde se ganhássemos, seríamos campeões.
Perante uma arbitragem (Rego Lamela e Joaquim Carpelho) ao nível do que sucedeu no campeonato, a tarefa do FC Porto não foi fácil, mas, numa tarde de grande inspiração do nosso capitão, Tó Neves (nas fotos), que marcou nesse jogo, 5 golos, os Dragões conseguiram superar todas as adversidades e venceram por 7-4 numa partida com muito público (maioritariamente nosso) e com muitos golos. Os Dragões venciam ao intervalo por 3-2, chegaram aos 5-2, e depois do alarme tocar aos 5-4, voltaram a distanciar-se com mais 2 golos. Aos 5 golaços de Tó Neves, junte-se ainda um golo de Paulo Alves e outro de Ricardo Geitoeira de nada valendo os golos de Luís Ferreira (2), Paulo Almeida e Ricardo Pereira.
Ilídio Pinto falou à RTP2 no final da partida de Lousada, manifestando a sua convicção de que o FC Porto era mesmo a melhor equipa Nacional. Uma semana depois, os Dragões voltavam a vencer o Benfica de Carlos Dantas na final da supertaça em Ponta Delgada (8-6), após prolongamento. E, como todos sabem, na temporada que se seguiu (98/99), os Dragões, liderados pelo saudoso técnico António Livramento (e já com Edo Bosch na baliza) conseguiram finalmente o título Nacional, ganho pela última vez em 90/91, com José Fernandes ao leme.
Desde essa temporada (98/99) até hoje, os Dragões ganharam 10 campeonatos em 11 possíveis. E mais um está para chegar em breve, quase que aposto!
O plantel do FC Porto (hóquei em patins) 1997/98, era composto pelos seguintes jogadores: Frederico Espinheira, Gustavo Dias, Filipe Santos, Oscar Pereira, Reinaldo Ventura, Paulo Alves, Pedro Alves (melhor marcador do campeonato), Ricardo Geitoeira, Pedro Lopes e Tó Neves.
O vídeo tem a duração de 10 minutos, e contempla todos os golos dessa final (11 golos, ou seja, FC Porto, 7 - Benfica, 4), mais os momentos finais e a festa dos jogadores azuis e brancos, assim como as declarações do nosso dirigente, Ilídio Pinto.
Peço desculpa pela má qualidade de imagem, pois a minha cassete VHS já estava mesmo "a dar as últimas" e por isso passei para DVD antes que ficasse sem nada. Foram as imagens que consegui recuperar, mesmo que o áudio a meio da gravação se atrase uns segundos à imagem.
Outras gravações urgem, até breve!
Espero que tenham apreciado esta recordação de uma taça ganha em tempos difíceis na modalidade, e logo no ano anterior ao fim do jejum de 8 anos no que diz respeito ao campeonato. Recordar é viver! E esta é também uma forma de homenagear o nosso grande ex-capitão, Tó Neves, que fez uma exibição magistral nessa final de Lousada.
Moncho e o mistério dos jogos fora…
No fim-de-semana anterior, a equipa de basquetebol do FC Porto venceu a “taça da Liga” no Algarve, derrotando em 3 dias consecutivos, Guimarães, Benfica e Ovarense. Isto, depois de um jogo menos conseguido no Barreiro.Com a moral em alta, foi com surpresa que tomei conhecimento da nossa derrota em Ílhavo na tarde de sábado. Não sei se o problema está na atitude da equipa, nas arbitragens que encontra, nos adversários que estão sempre em dia sim quando nos defrontam, nas lesões que desta vez fizeram com que jogássemos sem Hunt e Andrade...
O que sei é que para o campeonato em 6 jogos fora, perdemos 4. E este é um mistério por resolver. A equipa em casa não vacila (100% vitoriosa) e até ganhou esses 3 jogos no Algarve em campo neutro, mas em clara desvantagem em termos de apoio...
Moncho Lopez tem que acabar com esse défice no nosso rendimento fora de casa, sob pena de não atingirmos um 2º lugar (o 1º é quase impossível) na fase regular, que é fundamental para se atingir a final do Play-off. Sexta-feira, recebemos o Guimarães e no fim-de-semana a seguir, a Ovarense, dois jogos fulcrais para que se consiga obter o tal 2º lugar.
Num fim-de-semana positivo para a nossa equipa de futebol, apenas o andebol seguiu esta onda positiva, ganhando 2 jogos em 4 dias, pois até a nossa equipa de hóquei, que para o campeonato estava invencível, acabou por ser derrotada no Pico (2-1) perante o Candelária. Continuamos na frente, mas agora com apenas 2 pontos de vantagem e por isso, todo o cuidado é pouco. Em frente, FC Porto!
(1º FC PORTO-40 pts e 15 jgs; 2º ABC Braga-39 pts e 15 jgs; 3º Belenenses-38 pts e 15 jgs...)
- Xico Andebol, 19 - FC Porto, 34
No pavilhão do Xico, quase duas dezenas de entusiastas adeptos azuis e brancos chegaram para silenciar a massa associativa dos amarelos e a nossa equipa cedo quis demonstrar que o jogo com o Horta tinha mesmo sido um acidente de percurso. Com uma defesa insuperável (Laurentino em grande) e um contra ataque demolidor, o FC Porto ao intervalo já ganhava por 9 golos e nem um inicio de 2ª parte mais forte, permitiu ao Xico sonhar com a reviravolta. O alarme tocou aos 5 de diferença e o FCPorto voltou a distanciar-se para números confortáveis, e com golos para todos os gostos.
Ricardo Moreira com 10 golos e Wilson Davyes com 6, foram os mais eficazes com Tiago Rocha e Dario Andrade a apontarem 4 golos e Spínola 3, entre outros, com um final de jogo em grande com adeptos e jogadores a cumprimentarem-se efusivamente...
Pode ver, de seguida, um vídeo editado pelo Andebol10 (filho do nosso leitor Dragão Penafiel) com vários golos do FC Porto neste jogo diante do Xico e fique também um pouco por dentro do calor que os adeptos Portistas transmitem para dentro do campo...
- FC Porto, 42 - Águas Santas, 21

(1º Benfica-24 pts e 12 jgs; 2º Ovarense-22 pts e 12 jgs; 3º FC PORTO-20 pts e 12 jgs...)
- Illiabum, 69 - FC Porto, 61
Que dizer desta derrota?Depois da glória conquistada no Algarve, ninguém esperava tamanha desilusão. A equipa tem que encarar todos os jogos da mesma forma. Mesmo sem Hunt e Andrade, tínhamos a obrigação de ganhar a um adversário bem menos cotado.
Neste jogo, Stempin com 22 pontos, Rui Mota com 13 e Marçal com 12 foram os únicos que se salvaram de uma mediania geral. Ainda estivemos na frente no final do 3º período (50-51), mas voltamos a vacilar nos 10 minutos finais frente a um adversário que perdeu em nossa casa por quase 50 pontos de diferença.
Os adeptos que lá foram (para agradecerem a vitória na taça da liga), não mereciam um jogo marcado por várias desconcentrações dos jogadores (palavras do treinador). A rever este comportamento já esta sexta-feira (21h30) no Dragão Caixa frente ao Vitória de Guimarães. E eu, lá estarei. A margem de erro esgotou. Há que ganhar os jogos todos até ao fim da fase regular! A verdadeira equipa do PORTO é a que jogou no Algarve. Força Porto!
Uma palavra final para um dos árbitros presentes neste jogo de seu nome, Sónia Teixeira. Nada contra as Senhoras, desde que sejam isentas como se impõe. Se até Moncho se exaltou...
FC Porto perde nos Açores e vê vantagem ser reduzida para 2 pontos...
1º FC PORTO-37 pts e 14 jgs; 2º Benfica-35 pts e 14 jgs; 3º J.Viana-26 pts e 14 jgs...)
À 14ª jornada, lá surgiu a 1ª derrota da época no campeonato e o 2º jogo em que não somamos 3 pontos (pois até agora só tínhamos empatado um jogo e ganho os restantes 12).
A má nova veio dos Açores num jogo repartido, perante um adversário que se reforçou muito este ano e que acabou por ter toda a sorte do jogo. Pedro Gil (melhor marcador do campeonato com 24 golos), fez o golo do Porto empatando o desafio ainda na 1ª parte, mas na 2ª metade, os Dragões não aproveitaram algumas situações de contra ataque e acabaram derrotados com um golo dos Açorianos a 3 minutos do fim.
O ano passado também perdemos num pavilhão onde só ganhamos uma vez (num jogo da Taça de Portugal). A vantagem para o 2º lugar diminuiu para 2 pontos, e por isso, é fundamental vencer o Oeiras no próximo sábado (17h), em jogo que se disputará no pavilhão de Fânzeres, já que o Dragãozinho estará indisponível sábado e domingo. Nesta jornada teremos um Juv.Viana/Benfica (21h30) que também promete...![]()
Formação: resultados do fim de semana
Depois dos êxitos de Sub20, Sub14 e Sub18, foi a vez da equipa portista de Sub16 sagrar-se tricampeã distrital, ao vencer a fase final da competição, disputada este fim-de-semana, no Pavilhão Municipal de Guifões, em Matosinhos. Com este título, o basquetebol masculino do FC Porto fez o pleno dos escalões de formação, conquistando todos os títulos distritais.
Numa prova em que o FC Porto dominou em toda a linha, a classificação final da Fase Final, confirmou a registada na Fase Regular que a antecedeu.
Assim, o FC Porto, não sentiu dificuldades em vencer a prova, especialmente nas primeiras duas jornadas. No último e decisivo jogo, e apesar de alguma réplica que os, sempre combativos, "vascaínos" costumam demonstrar, a superior capacidade física e técnica dos atletas "azuis e brancos" colocaria a diferença final em 26 pontos (86-60). Refira-se que as 4 equipas intervenientes, estavam já apuradas para a Fase Zonal do Campeonato Nacional do escalão.
Nos restantes escalões, fica aqui o ponto de situação:
ANDEBOL
O FCPorto venceu o São Bernardo por 26-24, no jogo mais aguardado da 18ª jornada do Campeonato nacional de juniores da 1ª divisão. A turma portista, depois de uma primeira parte muito dividida, tomou conta do jogo na segunda parte e rubricou uma vitória importante e, por isso mesmo, muito festejada após o apito final.
Destaques no FC Porto para Mário Lourenço (8 golos), Tiago Sousa e Gilberto Duarte (ambos com 5 golos).
HÓQUEI EM PATINS
Iniciaram-se este fim-de-semana, os Campeonatos Nacionais das diversas categorias, onde se irá ver realmente a capacidade das equipas azuis e brancas esta época. Enquanto que os infantis e iniciados iniciaram com vitórias por iguais números (5-2), os juvenis foram derrotados na sempre complicada deslocação a Barcelos.
A equipa júnior, inicia a sua participação no nacional da categoria apenas na próxima quinta-feira, defrontando a equipa do Gulpilhares.
FUTEBOL (Competições Nacionais)
No derby da cidade invicta, o FC Porto venceu o Boavista e aumentou para 13 pontos a vantagem sobre o 2º classificado.
Os iniciados continuam a sua campanha 100 % vitoriosa. Desta, a vitima foi o Feirense que saiu goleado do Olival por 7-0.
FUTEBOL (Competições Distritais)
Um abraço e até para a semanaPedroPorto
Livre (in)directo - Liga 09/10, semana 18
Marco Ferreira da AFMadeira é, pela primeira vez, o árbitro de um jogo envolvendo um dos “três grandes” de Portugal. Vamos então à análise do jogo.
O primeiro caso do jogo a merecer reparo, foi ao minuto 35, aquando de um fora de jogo de Cardozo. Apesar de este não ter tocado na bola, influenciou o adversário, fazendo com que este atirasse a bola para fora ao ver a aproximação de Cardozo. Fora de jogo correctamente assinalado.
Ao minuto 45, Ramirez cai depois de saltar sobre um jogador do Leiria. 1º erro do árbitro neste encontro. Nenhuma falta que justificasse a marcação do livre por parte do Benfica.
Já na segunda parte, ao minuto 48, bola na mão do jogador leiriense. Correcta a decisão do árbitro ao não assinalar grande penalidade.
4 minutos depois, segundo erro da equipa de arbitragem, mais concretamente do árbitro Marco Ferreira, ao cortar um ataque prometedor ao Leiria. Silas não cometeu qualquer falta sobre Fábio Coentrão, que interrompeu um lance perigoso ao ataque leiriense.
Ao minuto 54, falta de Di Maria merecedora de advertência que o árbitro decidiu não corresponder. Má decisão, a terceira.
2 minutos volvidos, fora de jogo mal assinalado a Ramirez.
Assinalado fora de jogo inexistente a Di Maria ao minuto 62.
Ao minuto 74, erro de palmatória da equipa de arbitragem. Numa reposição de bola em jogo através de um lançamento por parte do Leiria, os jogadores leirienses fizeram-no incorrectamente. O lançamento deveria ter sido concedido à equipa visitada, coisa eu não aconteceu.
No minuto seguinte, Elias é advertido pela segunda vez por interromper uma linha de passe com a mão. Correcta a decisão do árbitro.
No último lance do encontro digno de registo, ao minuto 78, Cardozo está em posição completamente regular aquando do fora de jogo assinalado. Este fora de jogo foi incompreenssivelmente mal assinalado.
Avaliação global da equipa de arbitragem: 7. Estreia sem casos do jovem árbitro madeirense. Parece ter resistido à febre do favorecimento à equipa do Benfica. Veremos as cenas dos próximos capítulos.
FCPorto 3-0 ANaval 1º Maio
Hugo Miguel árbitro da AFLisboa, foi o escolhido para dirigir o jogo do FCPorto. Com pouca experiência em jogos envolvendo os três grandes (apenas 1 jogo até agora, constantes da minha análise), passemos então à análise do seu trabalho.
O primeiro lance do jogo digno de análise, foi ao minuto 16, com Rúben Michael a cair à entrada da área. Não foi assinalada qualquer infracção por parte dos jogadores visitantes e na minha opinião, o árbitro esteve bem.
Minuto 24, Alex Hauw derruba Fucile quando este se dirigia para o ataque. Apesar do aparato do lance, penso que a decisão do árbitro terá sido a mais correcta. O árbitro não terá considerado uma rasteira com força excessiva, muito menos uma agressão.
Ao minuto 36, golo do FCPorto depois de um livre indirecto assinalado incorrectamente, visto que o jogador do FCPorto, Álvaro Pereira, é que cometeu falta para jogo perigoso passivo ao ter baixado a cabeça. Jogo perigoso passivo é quando um jogador põe em causa a sua própria integridade física; jogo perigoso activo é quando o jogador põe em perigo a integridade física de um adversário. Neste caso específico, o árbitro assinalou jogo perigoso activo, considerando que David levantou o pé colocando em perigo a integridade de Álvaro Pereira, quando deveria ter sido assinalado livre indirecto contra o FCPorto por jogo perigoso passivo do lateral da equipa azul e branca.
Já na segunda parte, ao minuto 29, Mariano cai na área protestando falta de Daniel Cruz. Sem razões para protestos o jogador do FCPorto.
Ao minuto 60, Falcao é advertido pelo árbitro, Hugo Miguel, por protestos. Esteve bem o árbitro ao advertir por essa infracção. Mas esteve mal ao ter considerado falta do avançado sobre Diego. Essa infracção nunca existiu.
Ao minuto 67, Júlio César derruba Falcao à entrada da área. Foi advertido e decisão correcta do árbitro.
Ao minuto 77, Álvaro derruba um jogador da Naval e é advertido. Correcta a decisão do árbitro.
Avaliação global da equipa de arbitragem: 6. No geral, o trio de arbitragem liderado por Hugo Miguel, esteve bem. Foras de jogo bem assinalados, capítulo disciplinar muito bom. Falhou apenas no lance que dá o primeiro golo ao FCPorto. Não tendo sido um erro muito grave, teve directamente influência no resultado, o que faz com que a nota dada seja baixa ainda que positiva.
No trilho certo
árbitros: Hugo Miguel (AF Lisboa), Pedro Garcia e Tiago Rocha; Diogo Santos.
FC PORTO: Helton; Fucile, Rolando, Bruno Alves «cap» e Alvaro Pereira; Tomás Costa, Ruben Micael e Belluschi; Varela, Falcao e Mariano.
Substituições: Belluschi por Guarín (66m), Fucile por Miguel Lopes (83m) e Ruben Micael por Valeri (83m).
Não utilizados: Nuno, Maicon, Addy e Orlando Sá.
Treinador: Jesualdo Ferreira.
NAVAL: Peiser; Carlitos, Gomis, Diego Ângelo e Daniel Cruz; Lazaroni «cap», Godemeche e Alex Hauw; Davide, Bolívia e Camora.
Substituições: Davide por Fábio Júnior (46m), Alex Hauw por Giuliano (67m) e Bolívia por Michel Simplício (75m).
Não utilizados: Jorge Batista, João Real, Adriano e José Mário.
Treinador: Augusto Inácio.
golos: Tomás Costa (38m), Falcao (79m) e Varela (88m).
disciplina: cartão amarelo para Alex Hauw (26m), Falcao (61m), Daniel Cruz (68m) e Alvaro Pereira (78m).
"Abençoado é o homem que acredita na palavra do Senhor". Livro de Jeremias.
Não. Não virei um daqueles beatos. Ou pior. Um fundamentalista religioso. Nem sou, confesso, um seguidor regular destas coisas da religião. Acredito em Deus? Acredito em Algo. Em Alguém que vele pela Justiça, neste vale terreno de pecadores inveterados. E alguém deve ter acordado de uma lo9nga hibernação. E não gostou do que viu…
O Porto tem jogado mal. Facto. Tem levado os seus fiéis e pacientes adeptos ao desespero. Facto. Esquecendo por momentos os famigerados juízes de campo, não tem beneficiado dos doces afagos da Sorte. Essa Deusa instável. Senão, vejamos:
- Dois pontos preciosos perdidos, de forma aberrante, em casa, perante um patético Belenenses. Nos minutos finais, já entrados nos descontos, a fúria de Bruno Alves levou o esférico à trave. Um minuto decorrido, Meireles falha por milímetros a baliza adversária.
Dois pontos perdidos em casa, perante um abnegado Paços. Descontando já os golos [mal] invalidados a Falcao, já decorria o minuto 94 quando um golo cantado caprichosamente ficou pelas intenções.- Nas derrotas de Braga e Funchal, perante o Marítimo, o estertor final dos azuis e brancos esbarrou sempre em defesas impossíveis dos guardiões contrários.
- O seu mais directo rival conquistou, num assomo de notória injustiça, 5 preciosos pontos para o seu pecúlio, já com o tempo regulamentar esgotado. Naval, em casa, Guimarães, fora e jogando contra 9 adversários e Olhão, quando cirúrgicas expulsões abateram os briosos algarvios.
Em Setúbal, novo crime de lesa-majestade era perpetrado, perante o encobrimento dos diligentes funcionários dos pasquins da praça (por onde andam agora as capas inflamadas, apontando erros arbitrais?), quando Ele disse: “BASTA!”. Cardozo rematou à trave. Primeiro – e importante – sinal de que as coisas estão a mudar. Inexoravelmente. Na falta de justiça terrena, outra força poderosa entra em campo. Pinto da Costa já apelou, várias vezes, a ela. A Justiça Divina.
Mas, para aproveitar as escorregadelas alheias, os pupilos de Jesualdo sabem bem o que têm que fazer. Repetir, preferencialmente, o correctivo aplicado aos leões, até final do campeonato. Com mais ou menos golo, o importante é mesmo consolidar o bom momento e somar mais 3 pontos.
Com o adversário sabiamente escalpelizado pela verve do Bruno Rocha, sabe-se de antemão que o treinador portista não mexerá no esquema táctico, procedendo a duas alterações, no onze inicial. A esperada entrada de Tomas Costa, substituindo o castigado Fernando, e o regresso de Bruno Alves, para o eixo defensivo. Durante a semana, existiu uma clara e pouco subtil tentativa de pressionar o timoneiro portista, apregoando (nomeadamente nas páginas da Bola) o bom momento do brasileiro Maicon, aludindo a um eventual descontentamento de Bruno pela sua não transferência no mercado de Inverno. Nada que não se espere, quando se jogam as cartadas todas, numa luta sem quartel pela conquista do título.
Foi pois, sem surpresas, que a noite chuvosa da Invicta saudou o regresso dos seus ídolos. Ainda com as frescas memórias da exibição de gala na Taça de Portugal, o Porto desde cedo procurou imprimir velocidade no seu jogo, com os flancos a serem explorados por duas duplas, bastante activas: Alvaro Pereira e Mariano, no lado esquerdo, e Fucile e Varela, na direita. A rapidez de processos, aliada à superior capacidade de passe de Belluschi e Ruben Micael, fizeram com que os azuis e brancos ocupassem, durante largo tempo, o meio-campo defensivo da Naval.Detesto estes jogos. Se o golo não surge, com celeridade, a ansiedade torna-me facilmente irritável. Com a defesa porfiada e abnegada dos homens da Figueira a servirem de retardador ao momento de júbilo, os portistas não esperaram que as coisas caíssem do céu. Fizeram por isso. Belluschi arvorado em maestro, com passes precisos, procurava carrilar o jogo dos campeões nacionais. Importa destacar alguns momentos:
- 6 minutos. Soberbo lançamento de Belluschi para um cruzamento de Fucile, culminado com uma cabeçada de Falcao, por cima;
- 14 minutos. Magnífico trabalho do médio argentino, serpenteando dentro da área, cruzando de trivela para um pontapé de bicicleta de Falcão, ao lado;
- 29 minutos. Na cobrança de um livre, após a enésima falta dos navalistas, Bruno Alves obriga Peiser a grande defesa;
A segunda metade, apesar de mostrar, nos seus predicados iniciais, uma nova atitude da Naval, manteve o sinal mais nos homens da casa. Varela travava um duelo particular com Peiser. Jesualdo optava pelo habitual conservadorismo. Retira Belluschi e faz entrar Guarin. O jogo estava tenso. Difícil. Nervoso. Pairou, sobre o Dragão, a ameaça de uma síncope colectiva. A 15 minutos do fim, uma bem desenhada iniciativa atacante do adversário, explorou o flanco esquerdo, deixado vazio pelo apoio de Alvaro Pereira ao ataque. Simplício, acabado de entrar, isolado na frente de Helton, permitiu a defesa deste. Respirou-se, audivelmente, de alívio. Seria um castigo tremendo – e injusto – para os azuis e brancos.E depois, acabou num ápice. Bruno Alves subiu à área adversária, serviu com altruísmo o colega colombiano e o jogo ficou, inequivocamente, encerrado. Ainda houve tempo para o terceiro tento, obra de Varela, após assistência de Falcao, para o desejado amarelo de Alvaro Pereira, que limpa o cadastro antes da recepção ao Braga e da deslocação a Alvalade e para uns minutos de rotina a Miguel Lopes. Estamos a sete pontos dos “que fazem as coisas por outro lado”, tendo ainda um jogo a menos.
Análise final: Será ainda prematuro deitar foguetes, dizendo que o Porto de raça está de volta. Ainda é cedo para isso. A exibição, a espaços agradável, enfermou de males antigos. Incapacidade de asfixiar um opositor nitidamente inferior. Produção atacante não compatível com grande número de oportunidades. Mas, o que importava mesmo, foi conseguido. 3 pontos. Se a estes somarmos os próximos 9, vão ter que levar connosco, até final da prova. É uma prova hercúlea. Leixões. Braga. Sporting. Dentes cerrados, concentração competitiva, criatividade à solta. É esta a receita que se quer. E pretende. Vamos a isso, rapazes?
Melhor do Porto: Não um, mas dois. Alvaro Pereira. Alguém ainda se lembra de Cissokho? O francês deixou algumas saudades, pela qualidade técnica e, sobretudo, pelo euromilhões encaixado, com a sua venda aos franceses do Lyon. Se, desde a saída de Nuno Valente, o Porto procurava com enorme ansiedade um lateral-esquerdo com capacidades comprovadas, nos últimos dois anos encontrou dois. O ex-setubalense e o uruguaio Pereira, aportando uma dose industrial de
habilidades no flanco esquerdo que o tornam precioso, nesta altura da época. Desinibido, confiante, com um pulmão do tamanho da Torre dos Clérigos, ele defende afincadamente (excepção feita ao calafrio sofrido aos 75 minutos), apoiando com enorme assiduidade o ataque, através de venenosos cruzamentos.Para além dele, nunca será demais destacar, Falcao. É um jogador baixo, relativamente lento, sem uma presença física considerável. No entanto, revela-se persistente, lutador, muito móvel, difícil para os defesas acompanharem, inteligente nas desmarcações, intuitivo na procura da bola. Tem uma recepção orientada do esférico praticamente perfeita, uma protecção à posse do mesmo fantástica, uma capacidade para conseguir espaço para rematar. E, quando surge a oportunidade, este surge pronto, eficiente. No seu imenso lote de aptidões, o seu jogo aéreo ameaça tornar-se lendário. Cabeçada certeira, com um posicionamento e movimento na área que é um primor. Falta-lhe apenas velocidade pura, e saída em dribles.
Arbitragem: Não anulou nenhum golo regular a Falcao. Por isso, merece claramente o nosso aplauso. Um HIP, HIP, HURRA, acrescido do facto de não ter marcado nenhum penalty, nos descontos, contra os Dragões. Como não consta, igualmente, que os seus auxiliares e o 4º árbitro tenham, de alguma forma, presenciado qualquer altercação no túnel que resguarda a passagem dos atletas a caminho dos balneários, podemos dizer, com toda a propriedade, que este árbitro tem bons hábitos. Ainda. É imparcial. Segue as leis do jogo. Não adultera resultados. No meio de alguns normais pecadilhos, a nota é francamente positiva.
Basta!
Com certeza, todos nós já constatamos a quantidade de episódios extra-campo que têm ocorrido durante esta época. Façamos um esforço de memória e relembremo-nos da ultima vez em que uma época foi tão cheia de episódios “esquisitos” e branqueamentos de situações graves e claramente orquestradas com um único objectivo... sim, foi em 2005, na época em que os
regulamentos foram mandados às urtigas (jogos disputados em campo neutro), e em que muitas outras coisas aconteceram. Parafraseando o outro, vocês sabem do que eu estou a falar.Do meu ponto de vista, é chegada a altura de nós, Portistas, nos unirmos e tentarmos denunciar alto e bom som as várias “artimanhas”e obstáculos que têm sido colocados no caminho do FC Porto. Numa altura em que nos aproximamos da liderança, os nervos de quem se pensa já campeão, irão aumentar exponencialmente, e é necessário estarmos TODOS bem atentos, e denunciar sempre as tais “artimanhas” de que vos falava. Sítios como este blog, são o espaço ideal para denunciar o ambiente bafiento e podre em que se movimenta actualmente o futebol português.
Paralelamente à luta pelo título, que sigo atentamente por motivos óbvios, ontem dediquei-me à luta pela manutenção e vi o jogo do Vitoria de Setúbal, um dos competidores da fuga à despromoção. O que se passou é digno de ser visto para que as pessoas comprovem com os seus olhos as muitas “artimanhas” que foram colocadas aos sadinos. Então não é que o adversário do Setúbal, era por acaso o líder designado já como campeão nacional pela nossa sempre muito isenta comunicação social?
Foi uma alegria o que se passou ontem em Setúbal. Não, eu não entro pelo caminho fácil de analisar um ou dois lances do jogo para avaliar a arbitragem do Sr. do apito. Este é o caminho que muitas gostam porque lhes dá muito jeito em certas análises. Analisando detalhadamente a arbitragem do jogo de sábado, há muito mais a referir do que um ou dois lances. Foram vários os foras-de-jogo mal assinalados a jogadores do Setúbal, lances em que os sadinos seguiam isolados para a baliza adversária. Sempre que
o ataque sadino ameaçava a baliza adversária, então lá o Sr. de preto levantava a bandeirola e cortava o lance de ataque, não fosse o diabo tecê-las. Em termos de faltas a meio-campo, as decisões eram quase sempre contrárias aos de verde-e-branco, falta por tudo e por nada, resultado, vários livres perto da área sadina, para tentar sacudir a pressão do Setúbal. A cereja no topo do bolo surgiu quando o Setúbal marcou o 2-1 e o árbitro decide invalidar o golo. Repetição e os comentadores da RTP até se engasgaram com a clareza e limpeza do lance. Valeu-lhes que o lance foi poucas vezes repetido. Caladinhos que nem ratinhos quanto à vergonhosa anulação de um golo limpo. A este propósito, é muito curioso porque falam-me muitas vezes de penalties, de faltas e afins, mas é EVIDENTE que o maior erro que um árbitro pode cometer, é invalidar um golo limpo. Este ano, já foram vários...Fantástico mesmo, foram os tais branqueamentos de que vos falava. Vieram logo com o choradinho do costume. Reclamaram logo três ou quatro penalties contra o Setúbal. Fantástico mesmo é que se queixaram, mas no fim lá o Sr. do apito marcou o penaltizinho salvador (ainda vão chegar aos 20 penalties), mas desta vez não houve ajuda divina. Graças a Deus, digo eu...
Concluindo, é demasiada confusão, demasiada polémica fora de campo, demasiados obstáculos estranhos, mas nós, como sempre, temos de nos unir e lutar, lutar, lutar, contra o ambiente podre e bafiento deste nosso futebol português.
FORÇA FC PORTO!
BiBó Melhor Jogador 2009/10, carago! - ronda 32
Para o campeonato, recebemos e vencemos por 3 a 0 a equipa da NAVAL. Os golos foram marcados por Tomás Costa, Falcao e Varela. A equipa que participou nesse jogo é a seguinte:
- Hélton, Fucile, Bruno Alves, Álvaro Pereira, Tomás Costa, Ruben Micael, Belluschi, Mariano, Varela, Falcao, Guarin, Miguel Lopes e Valeri.
Um forte abraço e boas votações,Tiago Teixeira
Naval e bons costumes... 3 pontos evitam azedumes!!!
Confesso-me adepto deste futebol Azul e branco sobre o relvado, ainda que face às lutas de bastidores, reconheça cada vez mais propriedade e credibilidade aos que auguram que os resultados se obtenham de futuro, sob um qualquer ringue de boxe.
Enquanto uppercuts, coices e alterações ao calendário desbridam o caminho da verdade desportiva, aos Dragões compete-lhes ir ganhando as suas batalhas, fazendo do mérito exibicional, prova cabal da ressurreição para o título.
Se o PENTA é a nossa “guerra”, a Naval é a batalha que se segue, sendo nesta que devemos empenhar os nossos esforços e melhores armas.
Manifestamente, o emblema da Figueira da Foz, é de todos os conjuntos da Liga Sagres, aquele com que menos familiarizado estou, no que concerne a virtudes e defeitos. Facilmente, o memorial de embates passados, tornam a partida em casa dos Dragões, em 3 pontos fora do bolso visitante, agudizando ainda mais, o curto histórico de confrontos em que os Navalistas não lograram somar um ponto ou golo que fosse nas visitas à Invicta.
Os da Figueira reflectem hoje uma imagem bem diferente da equipa da 1ª volta, fugindo por completo à ideia que muitos possam ter da Naval dos primeiros paços debutantes de equipa de 1ª Liga.
Hoje comandados por Augusto Inácio, estão longe da exuberância futebolística que lhes permitiu, ser em alguma fases de épocas anteriores, apelidados de boa surpresa e lufada de ar fresco no futebol Luso.
Os fantasmas e proximidade de lugares de descida, atiram esta equipa para rótulos pouco simpáticos com reflexo em confrangedoras exibições. Sem pejo pelo adoptar de princípios de jogo de tracção recuada, sem que as intenções passem por atacar, fazendo valer estratégias de pressing defensivo, onde todas as unidades se distribuem segundo o fuso orientador do posicionamento atrás da linha da bola.
Superpovoamento dos espaços, organização defensiva equilibrada, ilustram grosso modo o que têm sido os recursos futebolísticos apresentados pelos figueirenses, sobretudo nos jogos com os chamados grandes. Marcando bem sobre o miolo, colocam grandes e sérias dificuldades às manobras ofensivas adversárias, não se inibindo com o facto de não jogarem olhos nos olhos.
Se esta é a receita para não sofrer muitos golos, (em Braga valeu empate, na Luz quase valia idêntico desfecho), na velocidade do contra-ataque e nas bolas paradas reside a fé da armada gaulesa em chegar ao golo, e se a tranquilidade ainda não é dado adquirido na tabela, há contudo 2 itens relevantes que Inácio transmitiu a este conjunto, maturidade e experiência.
Goste-se ou não dos recursos estilísticos, na prática, a performance combativa tem garantido oxigénio suficiente capaz de os fazer respirar confiança e os motivar para outros voos. Resta-me neste RaioX macroscópico à Naval 1º de Maio, referenciar os nomes que dão corpo aos ardis montados pelo seu técnico: Peiser, Diego Ângelo, Alex Hauw, Godemeche, Lazaronni e Simplicio, são alguns dos que posso citar, como mais capazes de nos urticar e levar as unhas até ao sabugo.
Do lado oposto, um Dragão cuja aura resplandeceu após a goleada cominada aos Leões, para trás parece ficar a latência exasperante, a opacidade de um futebol feito de descontrolo emocional e pouca responsabilidade táctica.
Como tal, é imperativo capitalizar esta nova roupagem, mais que os discursos assertivos de ocasião, o Dragão deve impreterivelmente lançar o fogo das suas competências, fazendo da sua astúcia competitiva, a voz de uma razão maior e solidez ideológica.
Será exagero redutor pensar que os Dragões atingiram um auge criativo de bom futebol, até porque espero que o ADN da zona nevrálgica do miolo, ainda que amputada da sua habitual âncora, (Fernando), renasça uma vez mais para superiores e melhores dinâmica, capazes não só de influir em novos posicionamentos sobre o relvado, mas sobretudo convenientes ao entendimento global de uma visão táctica feita de conceitos de passe com qualidade, aguçando agressividade e capacidade de decisão quer entre linhas quer na ocupação de outras zonas sectoriais.
Os castigos e as lesões adensam um cenário de várias nuances futuras no que respeita ao futuro desenho. Por ora, o atelier azul-e-branco redimensiona um Dragão num 4x3x3 dissimulado, muito por força da dupla Belluschi/Micael que controla e manuseia os ritmos de jogo sem precisar de baixar o bloco.
Com as laterais entregues aos ritmos Uruguaios, a certeza de as faixas terem não só garra, mas também profundidade e clarividência nos timings de saída apoiada para o ataque. Ressurge a capacidade do tridente do miolo se complementar com as linhas ofensivas, reequilibrando processos e reavivando as referências das manobras de transição e dos mecanismos interventivos nas zonas de pressão entre linhas.
No mais, o onze deve apenas consubstanciar o regresso da voz de comando ao sector defensivo, Bruno Alves emergirá como capitão, sanando bitaites de sentido desviante e índole dissertiva.
A recepção à Naval emerge no relevo de uma etapa cujo caminho se faz da preponderância e primazia no somar pontos e capitalizar deslizes alheios.
Antes da visita à Choupana, escrevia que sentia que este FC Porto encerrava no seu âmago, essências de um futebol mais capaz, faltando-lhe um click que lhe desponta-se brilho, pois bem, fui feliz no palpite em jeito de profeta, ganhamos não foram precisas muitas explicações, venha pois nova a vitória que os 3 pontos são sempre a medida certa.
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOSGuarda-redes: Helton e Nuno
Defesas: Bruno Alves, Fucile, Rolando, Alvaro Pereira, Maicon, Miguel Lopes e Addy
Médios: Guarín, Belluschi, Valeri, Mariano, Tomás Costa e Ruben Micael
Avançados: Falcao, Varela e Orlando Sá.
Lançamento do livro "O Caso Calabote"
Mas não é, de facto. Calabote, um árbitro conceituado da década de 50, é mesmo uma realidade – os factos falam por si. Não é um mito, como muitos tentam, a todo o custo, fazer crer. É um caso que se segue na linha de outros escândalos da arbitragem que sucederam na década de 90, como o do envelope de Francisco Silva, acusado de ter sido subornado num jogo entre o Penafiel e o Belenenses; as “quinhentinhas” de José Guímaro, o único árbitro português condenado em tribunal por actos de corrupção; ou o de Carlos Calheiros e da sua suspeita viagem em família para o Brasil.
Com uma diferença. Se os três casos mais “contemporâneos” foram irradiados da arbitragem, por terem sido acusados ou suspeitos de actos ilícitos, previstos pela lei, já Calabote não foi excomungado por, alegadamente ter sido corrompido para beneficiar o Benfica naquele jogo frente ao Desportivo da CUF, na Luz, porque nunca foi provado – nem investigado… – apesar de ter prolongado o encontro muito para além do tempo previsto e ter tido interferência directa em três dos sete golos da equipa encarnada, que foram obtidos através de grandes penalidades. O árbitro de Évora foi irradiado, tão-só, porque foi acusado de ter relatado informações falsas no relatório daquela partida, em que o encontro se iniciou à hora exacta, apesar de ter começado sete ou oito minutos depois, e que concedeu apenas dois minutos de compensação, quando na realidade deu quatro, cinco ou seis minutos – aqui, os registos também não são totalmente claros.
É verdade que, naquela altura, período áureo da ditadura de Salazar e das naturais limitações à liberdade de imprensa, o caso quase que passou despercebido, tendo sido ignorado por grande parte de uma comunicação social. Porque a imprensa desportiva não era diária, os relatos na rádio começavam agora a ser emitidos em cadeia e as câmaras de televisão ainda não conheciam os estádios. O “escrutínio do futebol” e das decisões dos árbitros era feito sobretudo pelos jornalistas e pela gente que assistia ao jogo nas bancadas.
O que pode explicar, também, o facto de o caso que nunca ter chegado às barras dos tribunais da justiça comum, que não dispunha dos mecanismos que hoje existem, e onde ainda se falava pouco do crime de corrupção.
E mesmo a justiça desportiva, essa, aparentemente, também nunca quis investigar. Sim, Calabote mentiu no relatório, toda a gente o sabe. Sabe-se o “quê”, mas nunca se procurou saber o “porquê” daquela mentira que o árbitro reiterou, mesmo quando a Comissão Central de Arbitragem, o organismo que na altura tutelava o sector, lhe pediu para esclarecer o que havia declarado no famoso relatório. Por que razão Calabote se manteve fiel à sua versão, quando seria tão fácil admitir que tinha começado o jogo mais tarde e que o tinha prolongando para além dos limites do razoável? Por quem se sacrificou?
Hoje, 50 anos depois daquele célebre jogo, o último que Calabote dirigiu após mais de duas décadas dedicadas à arbitragem, ninguém consegue responder àquelas perguntas e poucos sabem, com precisão, o que realmente aconteceu naquele 22 de Março de 1959. Aliás, Calabote é apenas o protagonista de uma novela que envolveu outros capítulos, como a tarde infeliz do guarda-redes da CUF, que é substituído, a pedido dos colegas, após sofrer cinco golos, os prémios prometidos aos jogadores do Torriense – adversários do FC Porto naquela derradeira jornada da 1.ª Divisão –, e a insólita presença do treinador-adjunto do Benfica no banco dos técnicos do Torres Vedras naquele jogo.
Todos nós, apaixonados pelo futebol, já ouvimos falar do caso Calabote. Conhecem-se alguns factos, emitem-se certas opiniões e fazem-se juízos de valor, muitas vezes baseados em pressupostos falsos, alimentados pelo boca a boca, pelo diz que disse.
Uma leitura atenta e minuciosa dos jornais da época, apoiada nos valiosos testemunhos recolhidos junto de personagens que participaram naquela novela – jogadores, jornalistas e espectadores – e de pessoas que com elas privaram, resultaram neste livro que pretende ajudar a clarificar a história e, acima de tudo, tornar-se num documento para a memória futura de todos aqueles que gostam de futebol, da beleza do jogo no rectângulo, mas também do seu jogo de bastidores com todas as suas perversidades.
É um livro que tenta ser o mais exacto e rigoroso possível de forma a contar a história verdadeira, baseada em factos indesmentíveis, reais:
- O jogo Benfica-CUF começou com muitos minutos de atraso relativamente aos outros: “A Bola” fala em oito, o “Norte Desportivo” em sete. São os únicos jornais que falam em números concretos;
- Calabote assinalou três penáltis a favor do Benfica
- O jogo estendeu-se muito para além de um tempo de compensação normal que era concedido naquela altura: a opinião quase generalizada fala em quatro minutos, mas o presidente da Comissão Central de Árbitros até chegou a falar em “seis ou sete”.
E no ano em que se comemoram as bodas de ouro desta história, que curiosamente coincide com uma altura em que a corrupção no futebol português é o tema preferido dos arautos da verdade desportiva, proponho que façam uma viagem na história, recuem 50 anos e recordem um dos mais célebres casos da história do nosso futebol.
Boa leitura.
Perfil: João Queiroz nasceu no Porto a 19 de Julho de 1985 e é jornalista desde 2006. Formado em Jornalismo e Ciências da Comunicação pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, colaborou com o Jornal de Notícias entre 2006 e 2009. Desde Abril de 2009 integra a redacção do Semanário Grande Porto.
dEIXEM O bRUNO aLVES jOGAR...
A saber:
- Primeiro titulo, aquando de sua publicação na 2ª feira após a jornada: «E um sumaríssimo, não?»
- Alteração do titulo na 4ª feira, para - «Afinal deu sumaríssimo. (do que se queixa o Braga?)» - após conhecidas as decisões da CD da liga, relativamente aos castigos aplicados, de 2 jogos de castigo a Javi Garcia por este lance, a par com outra decisão de 3 messes de irradiação a Vandinho e 3 jogos a Mossoró, jogadores do 1º classificado, SC Braga.
- esta 6ª feira, em virtude das alarvidades que pululam a caixa de comentarios do video referido, acabei por lhe dar o terceiro titulo, «deixem o Bruno Alves em paz...» a par com os seguintes comentários:
Histórias para divertir a minha psi
Fui à lista telefónica e encontrei três que estavam “convencionados com a Segurança Social”. Pelo menos, assim, seria reembolsado. Uma mulher e dois homens.
Escolhi a mulher. Na guerra são os homens que matam e as mulheres que curam.
Mas enganei-me. A minha psicanalista é fria como as águas onde nada o bacalhau.
A minha psi anda tristonha. Por isso, tentei alegrá-la com anedotas para crianças. Até lhe contei aquela do pinguim que respira pelo tutu. Mas nada. Parecia uma estátua a olhar para o relógio.
E se assim é, “A la Guerre comme à la Guerre“:
- A célula de ajuda e de apoio psicológico, chegou uma hora depois do desastre. Trinta homens e mulheres formados para as urgências e situações de crise, desembarcaram e tomaram em mão a situação, ocupando bancadas e balneários.
Uma jovem psi ajuda um matulão. Este, com a cara pintada de vermelho, choraminga e repete: “Não é possível , não é possível...”
A psi responde-lhe sossegadamente: “Actualmente, atingiu o máximo de sofrimento. O tempo e a comunicação televisiva Portuguesa, vão acalmar a sua ferida“.O matulão repetia: “Não quero ver mais ninguém. Tenho vergonha. Não quero comer“.
E, carinhosamente, a psi diz-lhe: “Continue a chorar. Faz-lhe bem. Vou-lhe aconselhar um tratamento. É livre de o tomar ou não. Mas é muito eficaz”.
E receita-lhe um tratamento: quatro comprimidos por 24 horas. Dois azuis e dois brancos, que devem ser tomados em alternância, segundo a cor , todas as seis horas.
Nas entranhas do desastre, um psy, com experiência, ouve, nos balneários, um homem com uma águia desenhada no peito que mais parecia uma coruja numa noite de chuva.
Estava sentado no chão e psalmodiava: 7-0 não é justo... 7-0 não é justo, devíamos ganhar...
A minha psi sorriu.
(Des)mascarados de Palhaços
E diz o calceteiro que o nosso País à beira mar plantado é pequeno, mas é, no entanto, grande no carnaval. Talvez por sermos irmãos de sangue do País das caipirinhas, somos embebidos no seu espírito e fazemos jus à sua verdade verdadinha de que “a vida são dois dias e o carnaval são três”, graduando-a, até, para “a vida são dois dias e o Carnaval são três mas a palhaçada é até a Mouraria ser campeã”, seja isto os dias, anos, décadas que forem, interprete-se.Enquanto por lá canta-se, dança-se e elege-se os melhores, outros por cá disfarçam-se e colocam, pomposamente os elásticos nas suas caras e saiem até à assembleia da república e à rua a mostram à imprensa que os bajula as figuras tristes que gostam de fazer, só com o gozo de fazer campeões nacionais perder a cabeça em túneis obscuros, com câmaras retiradas e manipuladas, como se do Big Brother se tratasse.
O medo instalou-se e afinal a galinha dos ovos de ouro, que dava aos oito golos em casa e prometia não sofrer mais do que sete em todo o ano, precisa de mais e mais. Precisa que o Bom Jesus, por exemplo, deixe de ser em Braga e passe a ser também na Capital (se já o fizeram com a Red Bull Air Race…). O importante é que nada do que é bom em Portugal, esteja fora da concha lisboeta.
Mas engane-se quem pensa que o Carnaval para estes senhores é só isto, nada disso. É preciso tirar umas bombinhas de mau cheiro da cartola e castigar, só por acaso, bons jogadores da equipa que liderava o campeonato por três meses e castigar outros até à moda deles poderem jogar contra os azuis e brancos, numa decisão germinada um dia após término da janela de transferências (é de congratular tal profissionalismo e timming). Parece que jogar ao(s) e com os Domingo(s) também já assusta e antecipar jogos, repentinamente, é que é ter verdade desportiva.
Afinal de contas, ter capas de jornal vermelhas, sem ser as do Braga é que vende…Haja "Paciência"!
Castigos preventivos, de açaime na boca, fechados numa jaula e numa montanha longínqua, antes de uma qualquer decisão, também só mesmo para alguns. Aos outros é deixá-los à solta a pontapear colegas no chão e dar coices que valem penalties e vitórias. Criticam também o novo reforço portista, por, vir agora, falar de mais e já estar a mostrar serviço; coerentes são eles que continuam sem falar e sem mostrar os vídeos que prometeriam ser uma verdadeira estreia “Nacional”. É caso para dizer que o Carnaval sem tais brincadeiras nem tinha piada e mais parecia a Páscoa.Tantas e tantas são as peripécias, mal explicadas, com que o calceteiro se depara, que até lhes perde a conta, mas, de uma coisa ele também não se esquece, podem-se perder todas estas guerras mas o que importa é ganhar a última. Para isso, é importante um Porto unido e que histórias de indisciplina, verdadeiras ou não, não saiam para fora das paredes do balneário, que pessoas importantes no clube não batam com a porta sem mais nem menos e que transferências com nome saiam goradas, sem explicação aparente e convincente. O calceteiro relembra que não foi isto a que nos habituamos e que tanto é reconhecido por todos.
O Porto que cresci a amar, é o Porto que vi contra o Sporting, no último jogo, e a denunciar, sempre, pela boca do seu presidente o capitalismo que também domina o futebol. Fica, para isso, o registo de um outro líder de outros tempos:
“O que me preocupa não é o grito dos Maus. É o silêncio dos Bons”, Martin Luther King.
Fiquem por aí... que eu fico!
Goleámos no campo, goleámos na bancada!!
Bastantes núcleos presentes, tanto dos "Super Dragões" como do "Colectivo", e muito material na bancada.
O apoio foi bom durante todo o encontro. Há medida que os minutos iam passando, o resultado avolumava-se e a festa dos Ultras presentes, intensificava-se.
O destaque deste jogo vai para o novo cântico da nossa curva, inspirado numa música de António Variações, que já se tinha ouvido também noutros grupos nacionais. A música é calma, tem uma letra simples, mas é muito bonita, e cantada durante largos minutos fica no ouvido.
“Eu vou-te veeer, quero ver-te a vencer... sempre PORTO até morrer... Eu vou-te veeeeeeeeeer...”
Foi entoada durante bastante tempo na segunda parte do jogo. Dá um bonito “efeito” na bancada.
Calimeros simplesmente humilhados
Há muito tempo que não via a Curva Sul do Estádio do Dragão na grande forma que se apresentou esta terça-feira no clássico frente ao Sporting. Que seja para ficar!
O grande jogo do cartaz dos quartos-de-final da taça de Portugal, da qual somos detentores, acabou com uma vitória indiscutível de 5-2. A nossa superioridade foi evidente ao longo dos 90 minutos. Goleámos dentro e fora das quatro linhas. E já estamos nas “meias”.
Marcaram presença 36.614 espectadores que criaram um bom ambiente e não deixaram de parte as habituais picardias.
Relativamente aos Grupos Ultra, os "Super Dragões" apresentaram o seu sector completamente cheio. Grande presença! Lá estavam as bandeiras gigantes, como de costume. Realço também a utilização de material pirotécnico, principalmente a partir do terceiro golo.Na Curva Norte, o "Colectivo" também apresentou o seu sector muito bem composto e também com as habituais bandeiras e estandartes dos seus núcleos. Chegou-se a ouvir o rebentamento de alguns petardos nos festejos dos golos.
Do lado dos de Alvalade, os seus quatro Grupos legalizados estiveram presentes do Dragão: "Juventude Leonina", "Torcida Verde", "Directivo Ultras XXI" e "Brigada Ultras Sporting". Ao todo seriam à volta de 2000. Boa presença para um jogo em dia de semana. O grosso dos adeptos chegou nos minutos iniciais da partida.
O encontro foi rico no que diz respeito ao apoio. Durante a primeira parte, tanto de um lado como do outro, todos puxavam pelas suas equipas. O poder vocal estava repartido, pelo menos até Falcao fazer o 2-1. Mais tarde, com o 3-1, o ambiente já era louco para as nossas claques. Com esse “bis” do colombiano, já a curva sul saltava de costas para o campo.A segunda parte do jogo foi algo indescritível. Foi de arrepiar! Muita força foi traduzida para os nossos jogadores. O Porto jogava bem, muito bem, e a festa foi enorme. Três minutos do segundo tempo e já o quarto estava lá dentro.
Os "Super Dragões" lançaram a nova música na Sul e cantavam individualmente aos jogadores. A bancada visitante estava no modo “off”.
Depois veio o quinto, um golo de antologia do Mariano que pôs o Dragão em extâse. O “speaker” pôs o estádio a saltar aos 57 minutos: “E salta Porto e salta Porto olé olé…”. O resultado ganhava contornos de goleada séria. E tal como há dois anos e este ano também no jogo da 6ª jornada, foi utilizada uma letra que é bem conhecida em Alvalade: “E só eu sei, porque não fico em casa!”.
De seguida, novamente os "Super Dragões": “Faz o sexto allez, faz o sexto allez, faz o sexto allez allez allez”. Os lagartos certamente a viver um filme de terror, ansiosos que o jogo terminasse o mais depressa possível, ainda tiveram que ouvir o estádio todo, bem alto, e em uníssono: “Olé”, a cada troca de bola azul e branca. “Festival, festival” e “A taça é nossa e há-de ser” também se entoou.Já em tempo de compensaçãom Liedson reduz para 5-2. Reacção? Estádio do Dragão de pé a aplaudir ironicamente. Nunca antes visto! Que gozo!
Uma noite histórica, para mais tarde recordar…
No próximo fim-de-semana, o TetraCampeão Nacional recebe a Naval 1º de Maio, Domingo às 20h15. Na quarta dia 10, é a vez da Briosa nos visitar, nas meias-finais da taça da Liga. O jogo é também às 20h15.
Um abraço Ultra.
Mas um inicio de ano (2010) diferente com um clássico à maneira de antigamente, deixou-nos a todos em dívida com o futebol da nossa equipa. É óptimo saber que sempre valeu a pena acreditar neste FC Porto...
A LUTA É DE TODOS NÓS!!! O Sonho do Penta continua...
agenda de jogos - 05/11 Fev
Desta feita, é o Pav. Municipal de Guifões que acolherá, nos próximos dias 05, 06 e 07 de Fevereiro, a FASE FINAL DISTRITAL, no escalão de SUB 16 Masculinos. Deixo aqui o calendário de jogos.
As 4 equipas encontram-se desde já apuradas para a Fase Zonal NORTE do Campeonato Nacional de SUB 16 Masculinos.BiBó PoRtO hattrick
- série: IX.1392 no Hattrick
classificação: (1º), BibóPortoCarago, 15 pts
última jornada: (5ª), Kimbundus 0-5 BibóPortoCarago
próxima jornada: (6ª), alentejanito - BibóPortoCarago
melhores marcadores: (1º), Xeno Biard, BibóPortoCarago, 6 golos
- liga BiBó PoRtO "profissional"
1º classificado - 637 pts - Orgulho Tripeiro V
2º classificado - 633 pts - Maiastars
3º classificado - 617 pts - O Céu é o Limite
equipa vencedora do prémio semanal na 17ª jornada: Os Chineses, com 68 pontos.
» podes conferir, CLICANDO AQUI, a lista de todos os anteriores vencedores semanais.
prémios (regras finais) - o valor total das inscrições é aplicado integralmente nos prémios semanais ao longo das 24 jornadas (5,00 euros para o mais pontuado semanalmente) e acumulado final para o vencedor (50,00 euros para o vencedor da nossa liga privada), com o pagamento dos prémios a processar-se após conclusão da última jornada da liga sagres 2009/10.
- liga BiBó PoRtO "geral"
2º classificado - 688 pts - jotaesse03
3º classificado - 684 pts - Tubaralhos
prémios - tshirt e cachecol oficial do blog para o vencedor do acumulado final.
MAIS FUTEBOL egolo
- liga BiBó PoRtO, carago!
2º classificado - 1156 pts - Seboro FC
3º classificado - 1141 pts - F.C. Dureza
prémios - tshirt e cachecol oficial do blog para o vencedor do acumulado final.
UEFA FANTASY FOOTBALL
- BiBó PoRtO LeaGuE
1º classificado - 343 pts - ZdB Olympic, David Caetano
2º classificado - 338 pts - The Mujahidines II, Francisco Castro
3º classificado - 327 pts - Froides, frederico pais
prémios - tshirt e cachecol oficial do blog para o vencedor do acumulado final.




















Mas é que já me fartei de aprovar comments que em nada contribuem para a reflexão necessária ao futebol. Pelo que não irei permitir que continuem a usar esta caixa de comentários para destilarem os odiozinhos e ácido que vos dificulta a escrita, por uso nítido de teclado corroido com falta de letras nas teclas, tamanho ácido por aí despejado... Get a life!
Aceitam-se apostas, sobre quanto tempo este assediado vídeo ira permanecer nos servidores do 'Ioutubi', até porque, como comentava hoje ao post vídeo disponibilizado pelo co-editor Zinho:
MrCosmos Says 05 Fevereiro, 2010
Também quero ver o video!! Mas o youtube já o removeu.
O Ioutubi já esclareceu que, por exemplo, as escutas de Pinto da Costa, ilegalmente a circular nesse canal, só serão removidas do servidor, perante apresentação de ordem judicial para tal. Já vídeos como este, ou a minha conta que contava com dezenas de vídeos ( http://youtube.com/dragondirk93 - a maioria publicados para este blogue) com centenas de milhares de visualizações, e largas centenas de comentários, foi removida... por suposta infracção as normas Ioutubi e 'conflitos de direitos'.
Rica merda. Até num servidor Americano somos assim tratados...