quinta-feira, 17 de Abril de 2014

capas da imprensa

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quarta-feira, 16 de Abril de 2014

Jogava-se novo clássico no Estádio da Luz, 2ª mão da Meia-Final da Taça de Portugal. Uma das duas últimas oportunidades de “festejar”, segundo o que disse o nosso Presidente ainda esta semana, ainda que a meu ver, festejos contidos, muito fruto da péssima época realizada pela equipa azul e branca. Fora da corrida pelo Campeonato, 2º classificado distante, fracasso na Liga dos Campeões e eliminação com estrondo na última semana frente a um Sevilha que não é de todo do nosso “campeonato”. A juntar a isto a sucessiva falta de atitude competitiva em grande parte da temporada, trazia para este jogo a necessidade de limpar alguma da má imagem espalhada durante estes longos meses de competição e a vantagem estava do nosso lado com 1-0 da 1ª mão. Para o jogo Luís Castro começou com o 11 mais habitual desde que pegou na equipa. Do lado contrário um 11 mais forte do que aquele que foi ao Dragão, mostrando a importância de vencer o rival e conquistar a final da Taça. Entrada forte do Benfica e o Porto sem conseguir pegar no jogo, teoricamente com vantagem numérica no meio-campo adversário, nunca isso foi confirmado em campo, fruto da velocidade, dinâmica e capacidade de pressão do adversário, deixando por completo o Porto sem ideias e sem bola. Não demorou muito até chegar o empate na eliminatória, aos 17’ Salvio corresponde de cabeça a um bom cruzamento perante a passividade da defesa portista. A partir daqui o Porto começou a ter mais bola, mais permitido pelo adversário do que mérito nosso, procurando o Benfica rápida transição após recuperar bola. Aos 28 minutos, corte completo com o perfil do jogo até então…Siqueira expulso por duplo amarelo em 2 minutos. Porto em igualdade na eliminatória e vantagem numérica no muito jogo que ainda havia pela frente mas sem consequências até final da 1ª parte. Ridicula a forma como encarámos a vantagem numérica, tendo mais bola mas pouca gente perto de Jackson. Estranhamente não entrou Quintero ao intervalo para o lugar de um dos médios, pois os mesmos não estavam a dar profundidade nem criatividade ao jogo ofensivo. Estranhamente também, com vantagem numérica foi o o Benfica a mostrar mais vontade em aumentar a vantagem do que o Porto em empatar o jogo e decidir praticamente a eliminatória. Mas Varela inventou o golo do empate. Perto da área, conseguiu enganar 2 adversários, entrou na área e rematou cruzado para o golo do Porto. 1-1 no jogo, vantagem de poder sofrer 1 golo e continuar na frente. Estavam decorridos 52 minutos. A partir daqui pedia-se cabeça, tranquilidade e segurança no jogo. Tudo ao contrário…não houve bola, não conseguimos ligar o jogo, parecíamos nós em desvantagem e a cometer erros atrás de erros. Assim o Benfica acreditou e começou a criar perigo, fez o 2-1 de penalty cometido por Reyes e não fez o 3-1 logo depois porque Rodrigo escorregou na cara de Fabiano. Mas estávamos a correr riscos demasiados em não saber e não querer dominar o jogo, em não ser ambiciosos e não querer ganhar o jogo. Daqui para a frente não comento…como ninguém me obriga a fazê-lo, é preferível não comentar porque tinha muito para dizer para além de chamar VERGONHOSOS aos “jogadores” azuis e brancos….vejam e tirem as vossas próprias conclusões. Depois do 3-1 fizemos o jogo que eles queriam de picardias e passar do tempo…anjinhos de M**** SE FOSSEM TODOS A UM SITIO QUE EU CÁ SEI...

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Dia de clássico, é dia de emoções, é dia de não trabalhar (ainda que se esteja no local de trabalho). As horas não passam, o plafond de internet pelo contrário... voa a cada vídeo, a cada cântico, a cada click para ver este e aquele blog. Dia de clássico é dia de sentido de missão, quem hoje se prepara para fazer 600kms despede-se dos seus como se fosse para o Afeganistão. Hoje, é o dia em que a rouquidão não interessa, o dia em que se vai gritar pelo clube, pelo o avô que nos fez portista, pela mãe que percebe esta nossa doença, pela mulher que em casa não percebe a noite sem dormir porque "é só um jogo", pelos filhos, netos, gritamos por nós, pelo orgulho que temos na bandeira azul e branca da invicta cidade.

Mas afinal, feitas as contas, este clássico interessa mais a quem?

A um Futebol Clube do Porto que perde um campeonato, coisa rara uns últimos 30 anos, e que por isso já está condenado a um vazio de títulos de mais 19 anos? Sim. Porque é isso que todos vaticinam. "Cheios de si" apontam o dedo, humilham, insultam, e chamam-nos velhos. Acabados. Senis. Dizem que o nosso tempo já foi. Gosto/Gostamos que assim pensem. Eles é que ainda não perceberam isso. Salvará a época a Taça de Portugal? Não. Claramente que não.

Ou interessará mais a um clube de carnide que procura a segunda dobradinha em 27 anos. Sim, 27 anos! Estes dizem antes que estão em todas as frentes com possibilidade de ganhar, pelo que um deslize será "um mal menor". Se forem eliminados o discurso será fácil, banal, já visto...

E aos adeptos? Aos Portistas, é sempre uma boa deslocação, relembrar o título conquistado e festejado em pleno estádio do rival. Não é ir lá passado duas semanas... foi arrancado, ganho e festejado. Porque foram incapazes de nos deter, de nos ganhar, porque o nosso querer e ambição foi mais forte. Tivemos a hipótese uma vez. Não a desperdiçamos. Tiveram essa hipótese duas vezes... sabemos o que aconteceu...!

Aos outros. Expliquem-me. Logo ficam no sofá? Porquê o Estádio não vai encher? Têm medo que o Porto combalido, goleado em terras de nuestros hermanos, vá mais uma vez ganhar ao vosso reduto? Quando é a "doer" fica tudo em casa... quando é para festejar saem à rua? Marcam eventos no facebook a dizer que reservam o Dragão e hoje nem lá vão? Que vergonha, ou antes, que ORGULHO ser dos meus. É isso que não entendem. A nossa força, a nossa mística, a nossa raça, vê-se nestes momentos, estamos lá, dizemos presente. Vocês preferem o foguete e o confetti.

Em Braga, onde não pude ir infelizmente, vi os suficientes. Os suficientes, que passados 20 minutos do jogo acabar, ainda cantavam por mim, por ti portista, por ti Futebol Clube do Porto.

Hoje, sei dos sacrifícios que muitos fazem para hoje estar contigo Futebol Clube do Porto.

Por eles, por nós que vestimos de azul quando partimos de Azul, por aqueles que infelizmente vão ter que abdicar deste combate, por todos aqueles que razões mais fortes que as emoções os afastam do nosso salão de festas - ganha. Corre mais, joga mais. Esforça mais.

GANHA POR NÓS!

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Quaresma, ​Danilo, Reyes e Herrera são as novidades na lista de convocados elaborada por Luís Castro para a deslocação ao Estádio na Luz, onde o FC Porto defronta o Benfica, esta quarta-feira, às 20h45, em jogo referente à segunda mão das meias-finais da Taça de Portugal.

​Em sentido inverso, Abdoulaye, Kelvin e Victor Garcia, este último do FC Porto B, ficam fora dos eleitos relativamente ao triunfo sobre o Sporting de Braga (3-1), para a Liga. Estas escolhas resultam de opções técnicas de Luís Castro, já que, na derradeira sessão de trabalho antes da deslocação a Lisboa, que decorreu no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival, apenas Helton, em tratamento, esteve ausente.

Na primeira mão, o FC Porto venceu o Benfica por 1-0, com um golo de Jackson Martínez.

fonte: fcporto.pt


LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Fabiano e Kadú;
Defesas: Maicon, Mangala, Alex Sandro, Danilo e Reyes;
Médios: Josué, Fernando, Carlos Eduardo, Herrera, Quaresma, Defour, Ricardo, Quintero, Varela, Licá;
Avançados: Jackson Martínez e Ghilas.

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RESULTADOS DRAGÃO: 06-Abr a 13-Abr

Publicada por Pedro Pereira Categoria:

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terça-feira, 15 de Abril de 2014

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HÓQUEI EM PATINS

  • liceo 3-4 FC PORTO (0-2 nas penalidades)
Fantástica vitória do FC Porto na Corunha! Grande exibição dos pupilos de Tó Neves com talento, raça, vontade, capacidade de sofrimento e muita alma em todos aqueles verdadeiros dragões.

Hélder Nunes, o novo mago do hóquei luso brilhou intensamente, e foi ele que abriu com classe o marcador. Vítor Hugo a passe de Barreiros, fez o 2-0 e ainda antes do descanso, Hélder Nunes voltou a faturar para alegria e entusiasmo dos muitos adeptos Portistas presentes no Riazor.

Na segunda metade, os Galegos reagiram e fizeram o 1-3, mas o nosso Hélder estava endiabrado e voltou a marcar. Depois, entraram em cena os árbitros Italianos (incrível a penalidade sobre Hélder Nunes a que fecharam os olhos) e muito à conta disso, os Galegos lá chegaram ao 3-4 e ao prolongamento. Não houve golos nesse período extra, e por isso foi nos penaltys que tudo se decidiu. Hélder Nunes e Tiago Losna marcaram e Edo Bosch defendeu as quatro executadas pela equipa local!

O Porto segue em frente e no final, a festa foi intensa entre todos, adeptos, jogadores e treinadores. Foi mesmo à PORTO!

A final-four será a 3 e 4 de Maio (local a designar), e terá nas meias um Porto-Vendrell e um Barcelona-benfica. Nas últimas 11 temporadas, o FC Porto esteve por 9 vezes na fase final da champions!
  • FC PORTO 4-3 valongo
Estive presente neste jogo dos 16 avos de final da taça de Portugal, e devo dizer que a vitória do FC Porto é indiscutível. Os Dragões foram sempre mais fortes, e os golos dos forasteiros chegaram sempre com sorte e contra a corrente do jogo.

O Porto segue em frente com justiça, com um golo decisivo (4-3) de Hélder Nunes a menos de 5 minutos do fim, sendo que o genial Hélder já tinha apontado na 1ª metade o 2-1. Os outros golos foram de Vítor Hugo (muito inspirado nas últimas semanas) e de Pedro Moreira.

Nos oitavos de final a 23 de Abril vamos a Valença enquanto que a Oliveirense vai à Luz.
  • PRÓXIMOS JOGOS
Este fim de semana há taça latina em selecções, com o campeonato a só regressar no dia 26 e 27. Antes, joga-se para a taça de portugal, dia 23 Abril. Na próxima 4ª feira, (para a semana escrevo um dia mais tarde) falaremos disso mais em pormenor.



ANDEBOL

  • PRÓXIMOS JOGOS
Os pupilos de Obradovic voltam a jogar para o campeonato, este sábado dia 19 de Abril, na Luz. O jogo inicia-se às 19h15 e os Dragões procuram repetir a vitória lá alcançada na fase regular. Apitam os bracarenses Daniel Freitas e César Carvalho. O jogo passa no canal 12 da MEO, abolaTV.



BASQUETEBOL

  • FCP DRAGON FORCE 61-56 benfica B
O FCP Dragon Force venceu o benfica b pela 5ª vez esta época em 5 jogos(!) e com isso, conseguiu o apuramento para as meias finais da proliga (2-0), onde irá encontrar o Terceira Basket.

Estive presente e assisti a um jogo equilibrado, onde os Dragões acabaram por ir controlando quase sempre com tranquilidade a liderança no marcador. Vitória justa, mas Moncho teve que puxar pela equipa que pareceu algo passiva em algumas fases.

Miguel Queiroz foi o MVP com 22 pontos e 10 ressaltos! Destaque ainda para os 9 pontos de Gallina e de Torrié.
  • PRÓXIMOS JOGOS
Este sábado, dia 19 de Abril, começam as meias-finais com o FCPorto a visitar os açorianos do Terceira pelas 16h00 locais (17h no Continente). O segundo e terceiro jogo, estão marcados para dias 26 e 27 Abril no Dragão Caixa.

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Altivo, pose de craque, de artista, de mago, de malandro... just RQ7.
Amigo, Muitos Parabéns!!!


São os votos de todos os colaboradores/as deste espaço de tertúlia.



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segunda-feira, 14 de Abril de 2014

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Braga-FC Porto, 1-3

Liga 2013/14, 27.ª jornada
13 de Abril de 2014
Estádio: Municipal de Braga
Assistência: 12.807


Árbitro: Rui Costa (Porto)
Assistentes: Miguel Aguilar e João Silva
4º Árbitro: Cosme Machado

BRAGA: Eduardo, Tomás Dabó, André Pinto, Aderlan Santos, Núrio, Custódio, Luiz Carlos, Battaglia, Erivaldo, Moreno, Pardo.
Substituições: Rafa por Erivaldo (46m), Miljkovic por Núrio (46m), Éder por Moreno (66m).
Não utilizados: Cristiano, Paulo Vinícius, Vukcevic, Nuno Valente.
Treinador: Jorge Paixão.

FC PORTO: Fabiano, Víctor García, Maicon, Abdoulaye, Ricardo, Fernando, Josué, Carlos Eduardo, Licá, Jackson Martínez, Varela .
Substituições: Defour por Fernando (57m), Ghilas por Varela (62m), Quintero por Jackson Martínez (70m).
Não utilizados: Kadú, Mangala, Alex Sandro, Kelvin.
Treinador: Luis Castro.

Ao intervalo: 0-1.
Marcadores: Varela (23m), Moreno (58m), Carlos Eduardo (86m), Quintero (90+1min).
Cartões amarelos: Fernando (52m), Custódio (68m).

Depois do pesadelo na Andaluzia, seguiu-se uma visita tradicionalmente difícil a Braga, não pelos resultados das últimas épocas, mas porque o adversário é uma equipa complicada. Por norma, o FC Porto costuma trazer bons resultados do AXA. É, inclusive, o FC Porto quem conquistou mais pontos no AXA de todas as equipas que por lá passaram desde que o Estádio foi inaugurado.

Com a 2ª mão das meias-finais da taça de Portugal com o benfica agendada para a próxima 4ª feira, 16 de Abril, o FC Porto apresentou-se esta noite em Braga sem sete habituais titulares no onze inicial. Aos quatro não incluídos na convocatória (Quaresma, Herrera, Reyes e Danilo), ficaram no banco mais três (Defour, Alex Sandro e Mangala). O FC Porto estava, claramente, a jogar em Braga com a cabeça no jogo da taça de Portugal. Durante e após o jogo, foi audível que o FC Porto estava a fazer uma gestão de risco calculado mas não concordo nada com essa tese.

O FC Porto correu demasiados riscos em Braga. Primeiro iniciou o jogo com demasiados jogadores que pouco ou nada jogaram esta época; segundo quando se faz demasiadas poupanças, descaracteriza-se a equipa e a resposta dada em campo não é a melhor; terceiro, o FC Porto, ao contrário de que muita gente pensa, tem ainda uma missão a cumprir na Liga Portuguesa: terminar no 3º lugar. Sim, porque terminar no 3º lugar ou no 4º lugar é totalmente diferente com repercussões no futuro. O 3º lugar dá acesso a disputar a 3ª pré-eliminatória da champions league. O 4º lugar recambia a equipa para a liga europa. Estamos a falar em diferenças de 8,5 milhões de euros pela presença na prova rainha da UEFA + 2,5 milhões de euros pela passagem na 3ª eliminatória + 15 milhões pelos direitos de transmissão televisiva.

Ora, o FC Porto iniciou o jogo em Braga com 6 pontos de avanço sobre o 4º classificado, o Estoril-Praia. Na prática, são apenas 5 de avanço, uma vez que o FC Porto perde com os canarinhos no confronto directo. Contra o Sp. Braga, uma equipa que apesar da época menos boa que está a realizar, é sempre um adversário complicado, o FC Porto, no meu entender, correu demasiados riscos, colocando em causa esse 3º lugar e, não fosse a rifa perto do final do jogo, estaríamos aqui a falar em 3º lugar em perigo.

O jogo teve duas partes completamente distintas. Uma 1ª parte completamente dominada e controlada pelo FC Porto que, apesar das muitas mexidas no seu onze, deu uma excelente resposta e poderia ter sentenciado o jogo nestes 45 minutos iniciais. Na 2ª parte, o jogo ficou partido e o domínio foi dividido. A vitória poderia ter caído para qualquer um dos lados. Caiu para a equipa mais afortunada. Diga-se de passagem que o Sp. Braga também jogou sem grande parte dos titulares a pensar no jogo das meias-finais da taça de Portugal com o Rio Ave.

Na 1ª parte, o FC Porto, como disse, entrou bem na partida e nos minutos iniciais criou alguns lances de perigo. Victor García, jogador da equipa B, deu uma excelente réplica a defesa direito e mostrou a Danilo como se cruza para a grande área com conta, peso e medida. Por duas vezes, o defesa direito, colocou a bola milimetricamente nas cabeças de Jackson e de Carlos Eduardo que não deram melhor sequência aos lances. Aos 23 minutos numa jogada iniciada a meio-campo por Carlos Eduardo, Jackson isolou Varela pela meia direita, que à saída de Eduardo e sentindo a pressão de Núrio, picou a bola por cima do guarda-redes bracarense.

O FC Porto adiantava-se no marcador e numa altura importante da partida pois até aí o Sp. Braga não tinha feito qualquer investida ou remate à baliza portista. O FC Porto continuou a mandar no jogo, sem jogar bem e praticando um futebol lento. Josué, no entanto, dava boa conta a meio-campo, pausando e distribuindo jogo, teve engenho para ensaiar por duas vezes o remate à baliza arsenalista. Aos 34 minutos, Licá, que apareceu no lugar de Quaresma, teve a oportunidade de ampliar para 2-0 mas rematou por cima da baliza contrária.

Ao intervalo, o treinador dos arsenalistas, Jorge Paixão, operou duas mudanças na sua equipa e o FC Porto deixou de controlar o jogo. Aliás foi no início do período complementar da partida que o Sp. Braga mais perigo criou junto da baliza portista. Mas antes do golo bracarense, o treinador Luís Castro, a pensar no jogo de 4ª feira, retirou um jogador fulcral do meio-campo: Fernando e meteu Defour. Estavam decorridos 57 minutos.

Logo a seguir, no mesmo minuto, o Sp. Braga empatou a partida. Sintomático. O FC Porto continua, tal como tem sido ao longo desta época, a colocar-se a jeito. Numa investida pela direita, numa transição rápida, Pardo passou por Abdoulaye (quem se lembrou de resgatar este jogador ao V. Guimarães?) com uma facilidade incrível, Maicon tentou fazer a cobertura mas não conseguiu e o jogador arsenalista cruzou tenso para o primeiro poste onde apareceu Moreno, mais rápido que Ricardo, a bater Fabiano.

O empate estava estabelecido mas a história do jogo não ficou por aqui. Entretanto, no FC Porto saía Varela e entrava Ghilas aos 63 minutos e seis minutos depois saía Jackson e entrava Quintero. O empate parecia satisfazer os portistas. Esta era a sensação que ficava na retina.

O Sp. Braga galvanizado pelo golo e pelos seus adeptos, subiu no terreno e poderia ter marcado por duas vezes. Aos 77 minutos, a defesa do FC Porto vacila e Éder à meia volta na área remata para defesa por instinto de Fabiano. Sete minutos depois, Rafa aproveita uma perda infantil de Abdoulaye e frente a Fabiano atirou à figura.

Não marcou o Sp. Braga, marcou o FC Porto ao cair do pano e por duas vezes. Primeiro num cruzamento na esquerda de Josué para a cabeça de Carlos Eduardo aos 86 minutos e depois aos 90 minutos numa boa jogada de contra-ataque do FC Porto. Na entrada da área Josué serviu Quintero, que trabalhou bem o lance, marcando um bom golo.

Vitória por 3-1 por números exagerados. Uma vitória saída na rifa. Às vezes as coisas correm bem mas muitas vezes as coisas correm mal mas já vem sendo hábito ver o FC Porto pôr-se a jeito. Quarta-feira, o FC Porto tem um dos jogos mais importantes da época e aguardemos para ver o resultado final.

Notas finais para as boas actuações de Victor García e Josué e para a exibição anedótica de Abdoulaye.




DECLARAÇÕES

LUIS CASTRO

O treinador do FC Porto considerou justo o desfecho do jogo frente ao Sporting de Braga (3-1), acrescentando que ele poderia ter ficado resolvido na primeira parte, período no qual os azuis e brancos foram muito superiores. Carlos Eduardo manifestou a sua alegria pelo triunfo em Braga e perspectivou os compromissos que se seguem.

​“Tivemos o domínio claro do jogo na primeira parte, na qual poderíamos ter resolvido as coisas. O segundo tempo foi mais repartido, mas creio que, no cômputo geral, a vitória assenta-nos bem. Temos uma distância consideravelmente larga em relação ao segundo lugar, pelo que não alimentamos falsas ilusões. Os meus jogadores estão de parabéns pois trabalharam muito para vencer este jogo e entregaram-se de corpo e alma”, afirmou Luís Castro na flash-interview que se seguiu ao embate com os minhotos, no Estádio Municipal de Braga.

CARLOS EDUARDO

Carlos Eduardo, autor do segundo golo portista, sublinhou as dificuldades sentidas pelos Dragões e a justiça do triunfo azul e branco. “Foi um jogo difícil, mas o importante é que vencemos e somámos os três pontos. Fomos melhores durante os 90 minutos e merecemos esta vitória, pois criámos mais oportunidades de golo e dominámos a maior parte do tempo. A partir de agora vamos pensar no jogo de quarta-feira, que queremos muito vencer”, declarou o médio brasileiro, pensando já na segunda mão da meia-final da Taça de Portugal, frente ao Benfica.



RESUMO DO JOGO

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Tribunal O JOGO: Braga-FC Porto, 1-3
Árbitro Principal: Rui Costa (Porto) / Assistentes: Miguel Aguilar e João Silva / 4º Árbitro: Cosme Machado




fonte: ojogo.pt e portistaforever.blogs.sapo.pt

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domingo, 13 de Abril de 2014

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FC PORTO B-OLIVEIRENSE, 1-2

II Liga 2013/2014, 38.ª jornada
13 de Abril de 2014
Estádio de Pedroso, Vila Nova de Gaia


Árbitro: Nuno Almeida (Algarve).
Árbitros assistentes: Pais António e Valter Pereira.
Quarto árbitro: Luís Ramos.

FC PORTO B: Stefanovic; David Bruno, Mikel, Tiago Ferreira e Quiño; Tomás Podstawski, Pedro Moreira (cap.) e Tozé; Kayembe, Ivo e Gonçalo Paciência.
Substituições: Ivo por Leandro Silva (62m), Tomás Podstawski por Frederic (73m) e Kayembe por André Silva (77m).
Não utilizados: Caio, Bruno Silva, Pavlovski e Rúben Neves.
Treinador: José Guilherme.

OLIVEIRENSE: João Pinho; Carela, Sérgio, Ângelo e Califo; Duarte Duarte, Rui Lima (cap.), Laurindo, Hélder Silva e Guima; Yero.
Substituições: Hélder Silva por Carlitos (46m), Laurindo por Renan (58m) e Duarte Duarte por Ely (60m).
Não utilizados: Mamadou, Paulinho, Zé Sousa e Pedro Oliveira.
Treinador: Artur Marques.

Ao intervalo: 1-0.
Marcadores: Tozé (29m, g.p.), Yero (63m) e Guima (68m).
Disciplina: cartão amarelo a Pedro Moreira (22m), Carela (28m), Califo (71m) e Guima (90m).

O FC Porto B perdeu, este domingo, com a Oliveirense, por 1-2, em partida a contar para a 38.ª jornada da Segunda Liga. Ao intervalo, o marcador do Estádio de Pedroso mostrava 1-0 favorável aos portistas, devido ao golo de Tozé (29m, de grande penalidade), mas a Oliveirense deu a volta ao resultado em cinco minutos, com golos de Yero (63m) e Guima (68m).

​Depois de 30 minutos de um jogo lento e sem ocorrências na partida com a equipa 21.ª classificada da competição, Ivo teve uma arrancada que só foi travada em falta, por Carela, dentro da área. Na conversão da respectiva grande penalidade, Tozé enganou João Pinho e inaugurou o marcador (29m), fazendo o seu 16.º golo na competição. O golo deu também origem ao melhor período dos Dragões no jogo, com Gonçalo Paciência (duas grandes oportunidades) e Tomás a não conseguirem aumentar a vantagem – sendo que, até ao intervalo, o resultado não sofreu mais alterações, apesar de o FC Porto B ter terminado este período com 65% de posse de bola.

O FC Porto B, que não pôde contar com Víctor García (convocado para o jogo da equipa principal) e Zé António (a cumprir um jogo de castigo), permitiu que, na segunda metade, o jogo entrasse numa toada "morna", com a Oliveirense a tentar conseguir algo mais do que a derrota na visita a Pedroso e, na cobrança de um livre por Rui Lima, Yero saltou mais alto e empatou a partida (63m). Aproveitando algum desnorte dos Dragões, Guima deu mesmo a volta ao marcador, apenas cinco minutos depois do empate, após um cruzamento rasteiro de Califo.

Até ao final, houve ainda boas oportunidades para Gonçalo Paciência e André Silva, bem como para Frederic, mas os comandados de José Guilherme não conseguiram inverter o resultado. O próximo encontro dos Dragões, que se mantêm a dois pontos do líder Moreirense, é contra o Benfica B e está agendado para sábado, às 16h00, novamente no Estádio de Pedroso.

fonte: fcporto.pt

CLASSIFICAÇÃO II LIGA
1º - Moreirense, 38j, 18v, 15e, 5d, 69pts
3º - FC Porto B, 38j, 20v, 7e, 11d, 67pts



RESUMO DO JOGO

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O momento do FC Porto suscita preocupações. Não deve haver por esta altura um único portista optimista e confiante no futuro. De facto, há poucas razões para sorrir. O céu pode mostrar algum azul, mas a percentagem de nuvens é suficientemente grande para nos encobrir e enevoar o espírito.

Analisemos, então, o momento do clube sob uma perspectiva ampla e sem tabus. É notório que o clube vive um momento de transição/interrogação. A liderança do Presidente permanece incontestada, mas são cada vez mais as vozes que questionam nomes da SAD como Antero Henrique, Adelino Caldeira, o recém chegado Fernando Gomes (ex-autarca) e o recém-perdoado Alexandre Pinto da Costa, que parece estar de volta ao clube. Mais a mais, as saídas de Fernando Gomes para a FPF e o recente abandono de Angelino Ferreira consubstanciam um cenário algo atribulado e de pouca estabilidade, que não deixa de se reflectir no nervosismo e apatia mostrados nas quatro linhas. Quando o topo da pirâmide treme, é normal que a base se vá desfazendo.

Curioso será verificar que o nome do Presidente permanece intocável e quase sempre isento de críticas, contrariamente aos restantes elementos da SAD, unanimemente odiados e mal quistos no universo azul e branco.

O modelo de futebol adoptado pelo FC Porto tem-se baseado numa mescla de símbolos portadores da mística portista com jovens talentos recrutados um pouco por todo o mundo. Os ciclos correspondem normalmente a três anos, quer a nível de treinadores, quer a nível de jogadores. O jovem argentino, brasileiro ou colombiano costuma ficar um ano na sombra a ganhar experiência, surge como grande revelação no segundo ano, brilha intensamente na Europa no terceiro ano, sendo finalmente vendido por uma soma astronómica. Tem sido essa, salvo raras excepções, a política do clube, que costuma ainda estar atento ao mercado interno contratando quer na casa dos rivais quer nos chamados “pequenos”. Esta estratégia fez do FC Porto o terceiro clube que mais lucrou com transferências desde 2008, atrás de Tottenham e Real Madrid.

Nos últimos anos, porém, temos assistido a um aumento do custo destas operações de recrutamento (vide caso de Danilo, Alex e Reyes), fruto de um natural desenvolvimento desses próprios mercados e de um incremento do custo com agentes comissionistas. Primeira consequência numa Europa em contracção económica: um esfumar da margem aquando da venda. Somando a isso alguma incapacidade ocasional de capitalizar o valor desses atletas (Otamendi ou Iturbe, por exemplo) e temos a receita ideal para se questionar a política vigente.

Além disso, talvez mais importante, a mística dos anos 80 e 90 é cada vez mais uma miragem. Atletas que “comiam a relva” como Fernando Gomes, João Pinto, Jaime Magalhães, André, Rui Barros, Paulinho Santos, Domingos, Fernando Couto, Rui Filipe ou Sérgio Conceição são cada vez menos vistos no Dragao. O insaciável apetite por atletas estrangeiros tem impedido a “prata da casa” de se afirmar, sendo o plantel há vários anos constituído maioritariamente por não nacionais. Talvez esteja aí a causa, digo eu, do esfriar de relações entre a equipa e os seus adeptos, tendo como resultado um ambiente caseiro cada vez mais morno e incaracterístico, bem distante dos saudosos tempos das Antas. A falta de identificação entre adeptos e jogadores é neste momento um fosso difícil de transpor, sendo exemplo disso a incapacidade frequente dos atletas agradecerem devidamente o apoio das claques nos jogos fora de casa.

Depois das saídas dos “últimos moicanos” Baía e Jorge Costa, foram Pedro Emanuel, Bruno Alves, Raúl Meireles, Lucho e Helton a assegurar a transição. Mas a verdade é que, com a saída de El Comandante e com a terrível lesão de Helton, afigura-se um vazio e uma quebra na corrente que transmitia a mística de geração em geração. Uma tão clara ausência de referências é coisa que nunca vimos no reino do Dragão. Mas desta vez é indisfarçável: para além de Helton não há ninguém que carregue o espírito Porto e saiba transmitir aos mais novos o que é vestir aquela camisola.

E isto não é conversa fiada e tem consequências práticas que estão aos olhos de todos. Basta olhar para a intranquilidade demonstrada por jogadores como Josué, Licá, Défour, Kelvin, Herrera, Carlos Eduardo, entre outros. A qualidade até pode estar lá (em alguns casos, admito, é discutível), mas dilui-se perante a ausência de referências e de jogadores inspiradores. O abandono de Lucho, como seria fácil de prever, fez ruir o pouco que restava da estrutura anímica e organizacional da equipa.

O rival mais directo, assumamos, tem-se vindo a fortalecer económica e futebolisticamente. Não discutiremos aqui essas razões, mas apenas os factos. Ora imitando o nosso modelo de contratações de jovens talentos (muitas vezes em parceria com grandes clubes europeus), ora contratando jogadores experientes ou excedentários desses mesmos clubes, o que é certo é que vão na sua terceira semi-final europeia, algo impensável há até poucos anos atrás. A qualidade do seu recrutamento tem vindo a subir, dispondo de várias opções capazes para cada posição, pelo que os últimos campeonatos vêm sendo disputados taco a taco. O momento Kelvin terá – sou levado a crer – distraído a Administração portista que assumiu que, acontecesse o que acontecesse, independentemente da qualidade do seu treinador e do seu plantel, o FC Porto se havia de sagrar campeão nacional, nem que fosse por mero capricho das estrelas. Só que, como está à vista, impossíveis ainda se fazem, milagres é que não.

Este ano outro rival voltou a entrar na corrida, fruto de uma retórica de guerrilha e do trabalho de um grande treinador de futebol, Leonardo Jardim, que (diz-se...) esteve com pé e meio no Dragão. Se conseguir finalmente casar as pérolas da Academia com um ou outro talento contratado fora de portas, podemos ter aqui um despertar de um rival adormecido. Este ano, aliás, é bem provável que fique à frente do FC Porto a nível classificativo, o que diz bem do crescimento dos homens de Alvalade e da péssima prestação do meu clube.

A saída aos trambolhões de Vítor Pereira (hoje parece claro que foi empurrado para as Arábias) e a entrada de Paulo Fonseca mostram já algum desnorte e facilitismo. Se é verdade que VP nunca foi unânime para os adeptos portistas (e aqui há que partilhar culpas), foi campeão com plantéis claramente inferiores ao rival, conseguindo vitórias épicas nos confrontos directos. Sempre fui apreciador das suas qualidades, disse-o aqui neste mesmo espaço em diversas ocasiões, e julgo ainda hoje que o seu ciclo não estava esgotado. Pelo contrário, a manutenção de VP teria sido um rude golpe no rival directo, que nunca conseguiu lidar com o seu estilo de jogo, tendo terminado a época transacta em claro estado vegetativo-depressivo.

Paulo Fonseca difere de todas as apostas anteriores do Presidente. Um homem sem escola de FC Porto, sem aprendizagem junto de grandes mestres, com bons resultados num clube menor, é certo, mas muito distante dos anos de experiência de 1ª Divisão por exemplo de um Fernando Santos. A aposta, admito, poderia fazer sentido, numa lógica de incutir sangue novo e romper com um determinado estilo de futebol de posse, rendilhado, algo previsível e rotineiro. Mas Fonseca pagou a sua inexperiência e incapacidade de lidar com um balneário minado de sindicatos. Luís Castro, como solução provisória, apaga os fogos e faz o que pode. Não lhe peçam é para ele curar o doente terminal que recebeu em mãos.

Aqui chegados, é difícil descortinar o rumo a seguir. A entrevista do nosso antigo capitão, Lucho, é particularmente importante e sintomática, se quisermos ler o que não é dito e ficou nas entrelinhas e nas meias-palavras. Faltam referências e experiência dentro de campo. Além do mais, o desinvestimento que tem sido feito no plantel nos últimos anos tem causado mossa (ausência de laterais substitutos, incapacidade de contratar um trinco que faça sombra a Fernando, falta de opções nas alas, banco pobre em soluções). A falta de qualidade parece evidente e em alguns casos há que assumir erros de casting. Se é verdade que é preciso contratar cá dentro e evitar gastar rios de dinheiro lá fora, também não é menos verdade que as opções caseiras, à excepção de Ghilas, como Ricardo, Tiago Rodrigues, Josué, Carlos Eduardo e Licá não provaram ser alternativas válidas e muito menos para pegar de estaca. O tempo é de mudança. Mangala, Fernando e Jackson estarão de saída. Varela, Maicon e Défour parecem estar estagnados. Ano de Mundial ajudará a complicar o que já de si é complicado. A juventude no plantel não traz segurança e a crise financeira e o endividamento do clube não fazem prever um grande contentor de craques no Sá Carneiro em Julho próximo.

Foi Daniel Alves (Barcelona) que o disse, mas podia ter sido um de nós: “quando ganhamos é dos árbitros, quando perdemos é o fim de ciclo”. Já sabemos como estas coisas são. Muito se vai dizer e escrever até ao fim da temporada. Vamos ser calcados, espezinhados, mal ditos. Há que ser forte e enfrentar as críticas de frente, fazendo a necessária introspecção. Mas exige-se uma vassourada, seja lá o que isso significar. Em cima e em baixo. Compete-nos a nós todos e ao Presidente contrariar as aves de mau agoiro. O destino, desde 1893, é feito por nós: Vencer.

Rodrigo de Almada Martins

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Independentemente do passado e do que se segue no futuro próximo (a deslocação ao Estádio da Luz para a segunda mão das meias-finais da Taça de Portugal, na quarta-feira), o FC Porto vai “fazer tudo” para “ganhar o jogo” no terreno do Sporting de Braga (27.ª jornada da Liga portuguesa, domingo, 19h15). Ainda assim, em declarações exclusivas ao www.fcporto.pt e Porto Canal, Luís Castro pede “uma atitude mais positiva dos jogadores”, face ao que sucedeu em Sevilha, na quinta-feira.

“O Braga precisa tanto dos pontos como o FC Porto. Penso que as duas equipas vão tentar agarrar o jogo e será a inspiração de cada uma delas que vai fazer com que o domínio passe para um dos lados. Confio muito nos jogadores e temos várias referências daquilo que fizemos nos últimos tempos que nos levam a pensar que poderemos controlar o jogo, tendo um olhar de respeito sobre o adversário, e assim chegar a uma vitória”, afirmou.

Luís Castro explicou o elogio que fez ao trabalho dos jogadores nos últimos 15 minutos da primeira parte e no segundo tempo do encontro em Sevilha, que terminou com uma derrota (4-1) que deixou os Dragões de fora das meias-finais da Liga Europa: “Esse trabalho foi feito debaixo de muitas adversidades e não elogiei tanto a atitude, que teria de ser mais positiva e determinada em momentos que o exigiam. Porém, os jogadores trabalharam sempre, debaixo de adversidades que condicionaram muito esse trabalho. Em Braga, queremos uma atitude mais positiva dos jogadores e uma capacidade de abordar o jogo de forma totalmente diferente, também com um resultado diferente”.

Os minhotos estão actualmente no sexto lugar da Liga portuguesa, a apenas três pontos do quinto, que dá acesso à Liga Europa na próxima época. O técnico portista sabe por isso que o adversário vai apostar forte no triunfo, mas garante que os Dragões não vão ficar atrás. “Não tivemos muito tempo para preparar o jogo e vamos fazê-lo através de imagens e comunicação, porque o trabalho efectivo de campo fica reduzido a muito pouco. Fizemos alguma coisa esta manhã, mas a preparação de um jogo destes necessitava de um pouco mais de tempo. Praticamente há um mês e meio que não paramos, com jogos a meio da semana e ao fim-de-semana, e isso tem limitado a estabilidade da equipa. Mas não é por isso que não vamos a Braga com o intuito claro de ganhar”, declarou.

Fora do horizonte fica a partida que se segue ao encontro no Minho, com o Benfica, e que decide o acesso à final da Taça de Portugal, depois da vitória azul e branca por 1-0 no Estádio do Dragão. “A única relação é que o jogo de domingo antecede o de quarta-feira, nada mais do que isso. Vamos tentar relacionar este jogo da melhor forma para os interesses do FC Porto, como sendo aquele que antecede o da Luz”, assumiu.

fonte: fcporto.pt


LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Fabiano e Kadú;
Defesas: Maicon, Mangala, Abdoulaye, Alex Sandro e Víctor García;
Médios: Josué, Fernando, Carlos Eduardo, Defour, Ricardo, Quintero, Varela, Licá e Kelvin;
Avançados: Jackson Martínez e Ghilas.

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Publicada por bLuE bOy Categoria:

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sábado, 12 de Abril de 2014

DEVOLVAM O DINHEIRO!

Publicada por Tripeiro Categoria: ,

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Época para não esquecer! Quando as coisas não correm como queremos há que “guardar” para não voltar a cometer os mesmos erros. Esta é uma época à qual não estamos habituados e isso também demonstra a nossa grandeza em relação aos outros.

A Liga Europa era uma das nossas salvações. Com o campeonato perdido, esperávamos brilhar na segunda competição da UEFA. O Sevilha era um adversário perfeitamente ao alcance do FC Porto, e é por isso que nos custa ainda mais a eliminação. Trata-se de uma boa equipa, com boas soluções, mas deveriam estar a milhas do nosso Clube.

O acesso às meias finais era perfeitamente possível depois da vitória em casa por 1-0. Mais uma vez o Dragão ficou aquém das expectativas em termos de assistência. De Sevilha viajaram mais de 1000 espanhóis no apoio à sua equipa. Super Dragões e Colectivo impuseram-se com o seu poder vocal e venceram a batalha também nas bancadas.

No fim-de-semana recebemos a Académica com pouca gente da Mancha Negra presente. Ainda assim, marcam sempre presença. Do nosso lado e mesmo em terceiro lugar, os do costume lá estiveram a cantar durante os 90 minutos. Destaque neste jogo para a frase dos Super Dragões dirigida aos míudos do Dragon Force, que marcaram presença em peso!

Quarta-feira à noite houve jogão de hóquei em patins, no Dragão Caixa! Voltámos a receber o Valongo, desta vez para a taça de Portugal. A poucas horas da partida para Sevilha, os nossos ultras marcaram presença e juntamente com os restantes portistas presentes criaram um grande ambiente em redor da equipa, que venceu por 4-3, num grande espectáculo da modalidade.

De Valongo muitos adeptos, à semelhança do que já tinha acontecido para o campeonato, também numa quarta-feira. O jogo fica marcado pelo desentendimento entre jogadores no final da partida, que se “alastrou” à bancada. No sector visitante um adepto chegou a saltar o muro que separa a bancada do ringue, e foi gentilmente devolvido à bancada pela segurança, sem que nada mais se passasse. Do lado dos portistas, chegou a haver carga policial, mais um jogo em que a polícia de insegurança atacou adeptos sem mais nem menos. Uma vergonha. Mas continuamos...

Passam-se umas horas, e ainda era noite escura, já os ultras do FC Porto se concentravam no estádio do Dragão. Por volta das 6h a maioria dos que se deslocaram a Sevilha, partiram em camionetas. Outros optaram por viatura particular e ainda outros foram de avião. Todos os caminhos iam dar a Andaluzia! 2000 Dragões rumaram ao Sul da Península Ibérica, pagaram bilhete e viagem, faltaram às aulas ou pediram um dia de férias ao patrão, para estarem ao lado do FC Porto.

Fizeram 1400 km e chegaram novamente à Invicta mais de 24 horas depois de terem saído. Foram mandados parar duas vezes, uma ainda em Portugal e outra já em Espanha, para serem revistados um a um, às mochilas e sacos que levavam, assim como ao próprio autocarro!!

Apanharam um calor abrasador, apoiaram fortemente a equipa em todos os momentos da deslocação e saíram de lá com quatro batatas. Em Inglaterra já passou a ser hábito: quando os clubes sofrem este tipo de percalços, a direcção devolve o dinheiro dos bilhetes aos adeptos que lá se deslocaram. Já li imensas notícias deste género e não seria mal pensado aproveitarem este jogo para seguir esse exemplo.

O Porto esteve em Sevilha... no sector visitante do Sanchez Pizjuan!

Destaque pela negativa, mais uma vez, a cobardia da polícia, desta feita a espanhola. Sem razão aparente começaram a carregar sobre os nossos ultras quando estes simplesmente estavam no corredor de acesso às bancadas. Basta acompanhar o FC Porto para saber que, já o ano passado em Málaga, fizeram exactamente o mesmo quando estávamos a entrar! Coicidências...

Independentemente de tudo, continuaremos a lutar a teu lado jogo a jogo.

Um abraço ultra.

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sexta-feira, 11 de Abril de 2014

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Sevilha-FC Porto, 4-1

Liga Europa 2013/14, quartos, 2.ª mão
10 de Abril de 2014
Estádio: Ramón Sánchez Pizjuán, Sevilha
Assistência: -


Árbitro: Gianluca Rocchi (Itália).
Assistentes: Elenito Di Liberatore e Mauro Tonolini; Daniele Orsato e Paolo Valeri.
4º Árbitro: Riccardo Di Fiore.

SEVILHA: Beto, Coke, Pareja, Fazio, Fernando Navarro, Carriço, Mbia, Rakitić, José Antonio Reyes, Bacca, Vitolo.
Substituições: Diogo Figueiras por José Antonio Reyes (56m), Kevin Gameiro por Bacca (69m), Trochowski por Rakitić (86m).
Não utilizados: Varas, Marin, Iborra, Samperio.
Treinador: Unai Emery.

FC PORTO: Fabiano, Danilo, Reyes, Mangala, Alex Sandro, Defour, Herrera, Carlos Eduardo, Varela, Ghilas, Quaresma.
Substituições: Quintero por Carlos Eduardo (46m), Ricardo por Varela (46m), Kelvin por Danilo (64m).
Não utilizados: Kadú, Maicon, Josué, Licá.
Treinador: Luis Castro.

Ao intervalo: 3-0.
Marcadores: Rakitić (5m, pen), Vitolo (26m), Bacca (29m), Kevin Gameiro (79m), Quaresma (90+2m).
Cartões amarelos: Mangala (29m), Varela (31m), Coke (32m), Quaresma (32m), Bacca (66m), Ricardo (75m).
Cartões vermelhos: Coke (54m).

Não consigo descrever o que me vai na alma. Apenas um sentimento como há muito, muito tempo não sentia. É o que dá ganhar muito e muitas vezes. Mas nem só de sucessos é feita a vida. No entanto, não vou escrever a crónica habitual com a história do jogo em si porque, neste momento, isso é o que menos importa. No final de contas, o que se passou foi mais do mesmo, mais um episódio dos muitos episódios desta miserável época que se pretende que acabe e bem depressa.

Esta noite em Sevilha, o FC Porto viveu um dos piores pesadelos dos últimos anos, perante uma equipa inferior e de 2º escalão europeu. Eu admitiria que este FC Porto fosse eliminado, admitiria que perdesse o jogo, admitiria que a sorte, ou a falta dela, impedisse que a equipa atingisse as meias-finais da prova. O que nunca me passou pela cabeça é que perdesse da forma como perdeu, que fosse humilhado e goleado por uma equipa inferior, que visse jogadores encarem este jogo como se fosse um jogo a feijões.

O que vi hoje foi um conjunto de jogadores que envergonham o emblema que envergam, um conjunto de jogadores que merecem estar em todo o lado menos neste clube, um conjunto de jogadores que entram num jogo sem saber o que fazer, como reagir e como actuar perante as adversidades e perante um adversário que queria fazer golos e dar a volta à eliminatória.

O que pude observar e presenciar na primeira meia hora de jogo é indescritível. É impossível caracterizar e classificar aquela actuação. Se me dissessem que à meia hora de jogo, o FC Porto estaria a perder por três bolas sem resposta e que em vez de três poderiam ser quatro, cinco ou mesmo seis, eu diria que nem nos piores pesadelos. O FC Porto mostrou ser não uma equipa porque essa não existe, nem existiu esta época mas sim um conjunto de amadores que nem nas distritais teriam lugar.

Não venham com a desculpa, nem sequer narrar o facto de que, no primeiro golo, aos 5 minutos de grande penalidade convertida por Rakitic, antecede uma jogada em fora de jogo e a grande penalidade não existe. Isso é tentar minimizar os estragos e a vergonha que esta equipa demonstra jogo após jogo. Porque uma equipa na verdadeira acepção da palavra, perante a desvantagem aos 5 minutos teria que fazer muito mais, teria que reagir de pronto, teria que criar situações e soluções para chegar ao golo. Isto é o que teria feito o FC PORTO que sempre conheci.

Mas não! Logo a seguir surgem outras duas situações para o Sevilha chegar ao golo. Uma com um remate de Koke ao lado e outra com uma defesa de Fabiano para a linha de fundo a remate de Reyes. A defesa aos papéis, sem organização, sem rigor, toda borradinha de medo não sabia o que ali estava a fazer. O conjunto de jogadores (não o FC PORTO porque estes jogadores não são PORTO) continuaram a meter água, a não sair do seu meio-campo, a não construir uma jogada com princípio, meio e fim.

Aos 26 minutos surge outra calinada. Fabiano coloca a bola em Danilo e este, infantilmente, perde a bola perante a pressão de um jogador contrário. A bola é trocada pelos sevilhanos como querem e Vitolo faz um golo simples. Parecia uma jogada de treino em que um conjunto de jogadores defronta um conjunto de bidões. Não contentes, estes jogadorzecos, sabendo que ainda estava tudo em aberto, permitem novo passeio na sua grande área. A bola passeia e saltita livremente e Bacca no meio de cinco (!!!) jogadores domina a bola, faz a rotação e atira para o 3-0. Aos 29 minutos este era o filme do jogo. Um verdadeiro filme de terror.

Na primeira parte, apenas registe-se aos 24 minutos um remate de Quaresma para defesa de Beto e outro aos 42 minutos de Defour a rasar o poste. Muito, muito pouco para um conjunto de jogadores que almejavam sair com as meias-finais asseguradas.

Na segunda parte com a eliminatória praticamente perdida, Luís Castro retira Varela (coitado!) e Carlos Eduardo (saberá o moço onde joga?) e mete Ricardo e Quintero. O jogo mudou mas não mudou porque o conjunto de jogadores azuis assim o quis mas sim porque o Sevilha o permitiu. A equipa espanhola iria encarar a 2ª parte confortavelmente, recuando linhas e explorando os espaços que o conjunto de jogadores vestidos de azul iria dar ao tentar acercar-se da baliza contrária.

Foi isso que aconteceu mas estes jogadores nem isso sabem fazer. Bola de pé para pé, sempre no sentido lateral e para trás, sem ideias, sem soluções, sem chama, estacionaram no meio campo sevilhano. As oportunidades criadas por Quaresma aos 51 minutos num remate que Beto defende para a barra, por Herrera aos 55 minutos num remate novamente defendido por Beto para o poste e novamente por Quaresma aos 61 minutos a rasar o poste, não justificam sequer um golo para tão pouco futebol mostrado. E mais: este domínio na etapa complementar, além de consentido pelo Sevilha, é também possível devido à expulsão de Koke aos 54 minutos que colocou os espanhóis em inferioridade numérica.

Mesmo em superioridade numérica e encostando o Sevilha atrás, estes jogadores tiveram a veleidade e a desfaçatez de sofrerem novo golo à passagem dos 79 minutos de jogo numa jogada que começa com uma bola perdida por Ricardo (mais uma!) no seu meio-campo para M´Bia. Este desmarcou Vitolo na grande área portista que cruzou tenso. Fabiano defendeu para a frente e Gameiro antecipando-se a Mangala fez o impensável 4-0.

A vergonha estava instalada, o pesadelo era real e este conjunto de jogadores cometeram a proeza de expor ao ridículo um clube com um prestígio e uma história internacional muito rica. Nem o grande golo de Ricardo Quaresma do meio da rua aos 92 minutos atenua esta grande vergonha internacional. Ao falar deste jogo só me vem à memória o jogo com o PSV em 88-89.

Jogadores como Danilo, Jackson e Alex Sandro que custaram milhões, que toda a crítica, treinadores e afins os classifica como jogadores de top, bem podem passear os seus predicados por outras bandas. Metem dó. Jogadores como Varela, Defour, Carlos Eduardo, Licá e Abdoulaye podem preparar guia de marcha porque não calçam neste clube. Há necessidade urgente de encontrar um treinador de renome que seja capaz de pegar no leme e levá-lo a bom porto.

Muita limpeza e trabalhinho há para fazer neste clube. Não só a nível de jogadores e treinadores. Lá dentro muita coisa vai mal e ou muita coisa muda na estrutura, ou vamos continuar a acreditar no Pai Natal todos os anos para nos dar Kelvins 92 e anos como este que estamos a passar presentemente.

Esta época está visto que foi pessimamente mal preparada, foi preparada à sombra do que foi conseguido nos últimos dois anos, a confiar na sorte e na sobranceria em relação aos nossos adversários directos. Andamos a brincar aos treinadores e a fazer contratações de jogadores caros por potenciar, andamos a tentar contratações que falharam à última hora sem ter alternativas imediatas e depois esperam milagres. Que saudades do FC PORTO dos anos 80 e dos anos 90!

A época ainda não terminou, infelizmente. Nem quero imaginar como será o final mas temo que seja mais penoso do que muita gente julga. Com este conjunto de jogadores temos duas meias-finais de taças para cumprir e quatro jogos da Liga Portuguesa para assegurar o acesso à pré-eliminatória da champions league da próxima época. Não sei o que será possível atingir mas não vislumbro nada de bom.




DECLARAÇÕES

LUIS CASTRO

O treinador do FC Porto manifestou o seu desalento pela exibição pouco conseguida dos Dragões frente ao Sevilha, na segunda mão dos quartos-de-final da Liga Europa. Herrera e Quaresma, naturalmente desiludidos com a derrota na Andaluzia, alertam para o que ainda há para vencer em 2013/14.

​“O lance da grande penalidade acaba por ser preponderante para o desenrolar do jogo. Tentámos jogar, mas o Sevilha pressionou muito alto, criando-nos dificuldades nas nossas saídas para o ataque. O segundo golo foi difícil de digerir e o terceiro abalou-nos por completo emocionalmente. A segunda parte foi claramente nossa, mas esta foi uma noite em que nada nos correu bem”, afirmou Luís Castro na flash-interview que se seguiu ao embate com o Sevilha.

O técnico portista salienta, no entanto, que os azuis e brancos foram uma equipa trabalhadora e dedicada, abrindo horizontes para os compromissos que se seguem. “É fácil apontar erros depois de um jogo que se perde por 4-1. Trabalhámos muito, ainda que nem sempre bem. Neste momento, ninguém no FC Porto se sente bem por aquilo que aconteceu. Temos de trabalhar para o que ainda há para disputar esta época. O próximo objectivo é vencer em Braga”.

Sobre a sua expulsão, bem como sobre o trabalho do árbitro, Luís Castro não podia ser mais explícito: “Creio que o árbitro actuou de forma arrogante e prepotente para comigo e para com os jogadores do FC Porto”.

VÁRIOS JOGADORES

Para Herrera, o golo madrugador dos andaluzes acabou por destabilizar o FC Porto, que não mais conseguiu reagir à desvantagem que se foi acumulando com o desenrolar do encontro. “A grande penalidade que deu origem ao primeiro golo não existiu. Acusámos esse golo e demos espaço ao Sevilha para praticar o seu futebol. Estamos tristes pois esta era uma competição que ambicionávamos vencer. É uma derrota que dói muito, mas temos de levantar a cabeça e trabalhar para vencer o próximo jogo”.

Por sua vez, Ricardo Quaresma, autor do único golo portista neste encontro, reconheceu que os Dragões não entraram bem no jogo: "Jogámos mal e merecemos perder. Podemos e devemos dar muito mais do que aquilo que fizemos neste jogo. Temos de lutar pelo que ainda podemos ganhar”.



RESUMO DO JOGO

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Tribunal O JOGO: Sevilha-FC Porto, 4-1
Árbitro Principal: Gianluca Rocchi (Itália) / Assistentes: Elenito Di Liberatore e Mauro Tonolini; Daniele Orsato e Paolo Valeri / 4º Árbitro: Riccardo Di Fiore.




fonte: ojogo.pt e portistaforever.blogs.sapo.pt

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AGENDA DRAGÃO: 12-Abr a 18-Abr

Publicada por Pedro Pereira Categoria:

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