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sábado, 25 de Outubro de 2014

BRIGADA DO ASSOBIO

Publicada por Tripeiro Categoria: ,

http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/

A Brigada do assobio é uma peste que invadiu o Dragão nos últimos anos. Portistas mais que qualquer um de nós, verdadeiros mestres da táctica que ao mínimo passe errado fazem ouvir-se da única forma que sabem: assobiando!! Infelizmente já não é a primeira vez que lhes dedico uma crónica. Costumam atacar várias vezes por temporada e no último jogo, contra o Bilbao, foi a gota de água. Esta gente tem que ser corrida do nosso estádio, para o bem do FC Porto.

Vamos por partes. Antes que me digam que estão no seu direito, pagam lugares anuais ou bilhete, quotas e tudo o mais, a questão é o “timing” com que o fazem. O FC Porto está empatado aos 60 minutos de jogo, falta meia hora para o final, a equipa precisa de cânticos e palmas de incentivo, ou assobios?!? Expliquem-me como se eu fosse muito burro!!! Se acabar empatado e acharem por bem, por mim até podem despir-se e mostrar o traseiro ao plantel. Agora quando a equipa mais necessita, é assobiada pelos próprios adeptos?? Na nossa casa?? Brincamos?!

Com adeptos destes, não precisamos de rivais. A própria imprensa espanhola, na quarta-feira, noticiou os assobios com que o FC Porto foi brindado pelos seus adeptos, e numa jornal do país vizinho lia-se que esses assobios podiam ter levado o Bilbao a fazer o 1-2!! O maior cego é o que não quer ver. Esses adeptos que assobiam deviam preocupar-se em dar alguma coisa pelo FC Porto. É a nova vaga de adeptos, os “novos ricos”, que consideram que têm direito a tudo porque pagaram 10 ou 15 euros pelo bilhete. Tenho um amigo que diz que por isso prefere ver o FC Porto fora de casa. Realmente em Paços de Ferreira, em Guimarães e em Alvalade não os ouvi. Convido-os a todos a aparecerem em Arouca e aprendam o que é apoiar. Não exijam nada antes de darem alguma coisa pelo clube.

É gente que não faz falta, é gente que por ter pago um bilhete considera-se no direito de tudo, é gente que é bem capaz de colocar um jogador acima da instituição FC Porto. Hoje em dia, por exemplo, temos no Dragão muitos sócios e adeptos do FC Quaresma.

A semana passada nada publiquei, porque o fim-de-semana foi para as selecções. O que não significa que não tenhamos apoiado o FC Porto! Sábado à tarde, entre 30 a 40 ultras deslocaram-se a Braga, ao Sá leite, para apoiar e conquistar uma grande vitória em andebol!

No último fim-de-semana, o Sábado começou cedo com o hóquei às 14h30 com o Valdagno. Grande vitória a abrir a competição. Depois disso o descalabro na taça de Portugal. A nível ultra, neste jogo destaco a deslocação visitante, que não chegou aos 4 mil que se falava. Da nossa parte, destaque para as frases do Colectivo 95 no decorrer do jogo. No Domingo, alguns adeptos deslocaram-se a Cantanhede, onde o basquetebol conquistou o troféu António Pratas.

Passaram dois dias e na manhã de terça-feira marcámos presença no Olival no jogo de juniores. Ao final da tarde os seniores também ganharam. Invasão de adeptos do Atlético de Bilbao à Invicta. Um povo simpático e divertido, animaram a cidade desde o início da semana e antes do jogo, espalhados pelos cafés em redor do estádio, conviveram com portistas. O sector visitante foi pequeno para tantos bascos. Alguns ficaram fora da “caixa” e muitos mais espalhados pelo resto do estádio. Estavam mais de 5 mil adeptos deles.

No dia seguinte, quarta-feira, marcámos presença na Vila das Aves, e assistimos a uma grande vitória da equipa B. À noite, lá estávamos no Dragão caixa, também uma vitória importante no hóquei em patins, contra um adversário difícil.

Venham o fim-de-semana… Arouca é o próximo destino!!

Um abraço ultra.

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Lopetegui não defende "verdades absolutas" - disse-o quando questionado acerca da expressão "em equipa que ganha não se mexe" - e, por essa e por outras razões, não concorda que é impossível aliar o bom jogo a resultados positivos. É isso que o FC Porto vai procurar em Arouca, em jogo da oitava jornada da Liga portuguesa (sábado, 20h15).

"A equipa quer jogar bem para ganhar, para fazer coisas que nos levem a ganhar. Somos uma equipa com mais bola e por isso temos mais possibilidades de errar, quer seja por más decisões ou pressão dos adversários. Queremos cometer o menor número de erros possíveis e acertar o máximo de vezes. Ter bola também nos permite ser a equipa da Champions, a par do Real Madrid, com mais golos e criar muitas ocasiões. Temos de melhorar o que temos, sabendo que queremos jogar bem, competir bem e ganhar", afirmou o técnico, na sua última resposta na conferência de imprensa de antevisão do encontro, esta sexta-feira, no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival.

Pela frente estará um adversário típico da Liga portuguesa, que o treinador considera "muito competitiva" e mais nivelada do que, por exemplo, a espanhola: "Acho que o Arouca é uma equipa muito organizada, que criou muitas dificuldades aos grandes, incluindo o Braga, no seu terreno. Fez 75 minutos extraordinários na Luz, aguentou até ao final com o Sporting, com muita ordem, saindo em contra-ataque. Vai ser um jogo difícil, duro, como todos nesta Liga".

Julen Lopetegui frisou que todas as equipas passam por "momentos bons e menos bons" ao longo de uma competição de longa duração e recusou a ideia de o FC Porto estar mais pressionado por ter quatro pontos de desvantagem face ao líder Benfica: "O FC Porto alguma vez não tem pressão? Isso sente-se sempre dentro de um clube com estas características e temos de aprender a viver e superar isso para jogar bem e ganhar. Para vencer amanhã teremos de fazer uma muito boa exibição. O Arouca joga com muita intensidade e ordem, tem um muito bom treinador, bons jogador e vai-nos obrigar a fazer um bom jogo".

O treinador falou ainda individualmente de Ricardo Quaresma - "um excelente futebolista, que às vezes vai jogar de início e outras não" e que será "muito importante durante a temporada" e Campaña - que "terá o seu momento", referindo-se depois ao facto de Jackson Martínez ter pedido apoio aos adeptos. "É um sentimento dos jogadores e, como treinador, o que peço é que os assobios sejam para mim e não para eles. Quero que os apoiem até ao final, porque eles precisam. Seria melhor não haver assobios, mas estamos num clube grande, com muita exigência, e temos de assumir isso com naturalidade e respeitar, assim como respeitar o sentimento do Jackson e dos jogadores. Creio que o FC Porto tem óptimos adeptos e vamos sentir o seu apoio em momentos difíceis, o que ajuda a superá-los".

fonte: fcporto.pt


LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Fabiano e Andrés Fernández;
Defesas: Danilo, Maicon, Martins Indi, Marcano e Alex Sandro;
Médios: Casemiro, Rúben Neves, Herrera, Quintero, Brahimi, Quaresma, Tello e Óliver Torres;
Avançados: Jackson, Adrián López e Aboubakar.

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sexta-feira, 24 de Outubro de 2014

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Disputada que está a primeira ronda da Champions League, os números, como sempre, não mentem. O FC Porto é a equipa mais goleadora da prova a par do Real Madrid e é o clube português com melhor prestação na prova. De facto, a nossa campanha está a revelar-se bem sucedida e podia estar praticamente resolvida não fossem os erros de Oliver e Maicon em Lviv, que obrigaram a equipa a correr atrás do resultado quando podia, sem falsas modéstias, ter despachado o Shaktar Donetsk com uma goleada das antigas. Mas já se sabe que o FC Porto de Lopetegui tem sido frutífero em dar borlas a adversários, pelo que os dois acidentes frente aos ucranianos nem se poderão considerar surpreendentes ou ocasionais.

O nosso clube soma assim 7 pontos em prova, sendo que irá receber o seu maior rival na disputa pela liderança do grupo em casa (Shaktar). Em caso de vitória caseira, da maneira como as coisas se posicionam, 10 pontos asseguram a passagem aos oitavos-de-final. Será assim, oxalá, o regresso do FC Porto à fase a eliminar da mais importante prova de clubes europeia, o que não deixará de merecer registo e crédito a Lopetegui. Basta lembrar que, nas suas primeiras épocas, nem Co Adriaanse nem Vítor Pereira, por exemplo, conseguiram tais feitos.

Curioso será verificar que, pese embora o forte investimento dos últimos anos e a promessa presidencial de se tornar num dos melhores clubes da Europa, o famoso Mestre da Táctica logrou apenas por uma vez ultrapassar a fronteira da fase de grupos (2011/2012). E este ano irá, muito provavelmente, pelo mesmo caminho, mesmo tendo pela frente esses grande colossos europeus como Zénit, Mónaco e Bayer Leverkusen. Muito pouco para quem é endeusado por ter devolvido esse clube às velhas glórias europeias.

Nós no BiBó PoRtO carago!! não somos bruxos, mas temos uma explicação. Não, não se trata de perseguição a Portugal, muito menos de uma questão de política, como refere Jorge Jesus. Se assim fosse o FC Porto não estaria, como está, às portas de carimbar o apuramento. Trata-se apenas de uma diferença de tratamento (a propósito, será útil visualizar esta notícia). Quem dá sarrafada de forma impune durante 90 minutos em Portugal Continental & Ilhas e depois verifica que não pode adoptar a mesma postura além-fronteiras, ressente-se e, em vez de se agigantar apequena-se, amedronta-se, fica sem saber o que fazer e no fim dirá, já sabemos, que o importante é participar. Uma coisa é ir à luta de pistola na mão e ponta-e-mola escondida entre a meia e a caneleira; outra bem diferente é ir para a arena com o jeitinho e com a cabecinha que Deus nos deu.

Nós no BiBó PoRtO carago!! sabemos também que aqui vale tudo. Entrar de pitons na barriga dos adversários, parar contra-ataques à tesourada, entrar de pés juntos, jogar conta 10 todos os jogos, invadir o relvado para desautorizar as forças de segurança, instrumentalizar stewards, etc. Só que lá fora a coisa pia mais fininho, como verificou Lisandro López, por exemplo, ao entrar de sola à canela de João Moutinho, ou Maurício em Gelsenkirschen (e ainda pensávamos nós que aquele estádio dava sorte às equipas nacionais…). Ambos dirão, dentro de poucas semanas, que os clubes portugueses estão feitos para a Liga Europa e que lá ir - à Champions, entenda-se - já é bom, pois o que interessa mesmo é Campeonato. Nada de novo, portanto.

Curiosamente ou não, os jogos do FC Porto além-fronteiras decorrem sem problemas de maior. Ainda não vimos, por exemplo, um jogador ser expulso na Champions como Maicon foi frente ao Boavista, num carrinho na primeira parte em pleno meio-campo. São as tais diferenças de tratamento.

É por isso importante que os adeptos do FC Porto se consciencializem que o campo está inclinado e que não lhes adianta de nada assobiar o seu treinador da forma como o fizeram no jogo frente ao Athletic. O maior inimigo do nosso clube está fora de portas e não dentro. Lopetegui poderá não ser o homem com mais experiência que já passou pelo nosso clube, mas é certamente alguém com capacidade e valor para levar o clube a altos voos. Disso não tenho dúvida nenhuma e espero que a aprendizagem on job que está a ter (tal como Vítor Pereira teve) o leve para outros patamares.

Até lhe podem chamar Flopotegui (como fez o jornal i, o que por si só deveria merecer a partir de agora e para sempre uma resposta do FC Porto semelhante àquela que Cristiano Ronaldo deu ao Correio da Manhã), mas os adeptos portistas, como pessoas inteligentes que são – porque ser do FC Porto não é apenas uma questão de berço ou de famílias mas também de inteligência – deveriam perceber que isso quer significar mais medo do potencial deste Porto do que propriamente um insulto às capacidades intelectuais do nosso basco.

Por falar em números, palavra também para o prejuízo da SAD na ordem dos 40M de Euros. Nada que não se estivesse à espera, é certo, mas que nos leva a pensar que chegou a altura de mudar de vida, pese embora a venda de Mangala ser contabilizada no exercício seguinte. Ivo Rodrigues, Gonçalo Paciência, André Silva (veremos os desenvolvimentos contratuais em torno deste jogador), Rafa, entre outros, agradecem. O azar de uns é sempre a sorte e a oportunidade de outros.

A terminar, os parabéns aos brasileiros Danilo, Alex Sandro e Casemiro pela chamada à selecção brasileira AA e pela convocatória de Kelvin para a selecção olímpica. Convém, por isso, relembrar a idade deste menino e esperemos aquele célebre golo não atrapalhe a sua afirmação futura. Têm sido tantos os holofotes e especulações em torno do jovem brasileiro que às vezes nos esquecemos da sua juventude, tratando-o como se de um veterano se tratasse.

Rodrigo de Almada Martins

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AGENDA DRAGÃO: 24-Out a 30-Out

Publicada por Pedro Pereira Categoria:

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capas da imprensa

Publicada por bLuE bOy Categoria:

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quinta-feira, 23 de Outubro de 2014

TODOS A AROUCA!!!

Publicada por Norte Categoria:

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De repente, abateu-se uma dúvida e uma incerteza na cabeça da generalidade dos portistas que eu não percebo, nem vejo razões para tanto. É verdade que a mudança de estados de espírito é relativamente frequente nos amantes do nosso clube, passando da confiança extrema à desconfiança abrupta em poucos dias. Mas a verdade é que passamos de quase campeões para uns, a equipa banal em apenas 2/3 meses.
Confesso que estou um pouco preocupado, mas confiante!
E porquê? Porque não consigo dizer “não jogamos nada”, “isto dá sono”, “não se dá um chuto na bola”, “parece que não treinam”, “isto parece um bando de desconhecidos”, etc, etc, etc.
A verdade é que do ponto de vista ofensivo, em minha opinião, a equipa não tem estado mal. A equipa tem construído boas jogadas, bons envolvimentos ofensivos, boas situações de ataque. Nem sempre com a desenvoltura que seguramente todos desejaríamos, mas ainda assim, com todas as condicionantes existentes (novo treinador, muitos jogadores novos e jovens, erros descarados de arbitragem, compromissos constantes de selecções) a qualidade de jogo tem estado em patamares perfeitamente aceitáveis.
Então o que tem falhado? Têm falhado coisas infantis, saídas de bola de iniciados, perdas de bola de juvenis e erros de juniores. Ou seja, temos falhado naquilo que eu acredito ser mais fácil de corrigir do que se fosse o inverso.
Eu acredito que o que está mal, é muito mais facilmente corrigido do que se fossem outros indicadores do jogo. É, perante esta convicção pessoal, que mantenho preocupação porque os erros têm sido demasiados (já chega de falhar tantos penaltis!!!), mas confiança em relação a um futuro que acredito venha a ser risonho se não nos desviarmos do caminho.

Mediante o atrás descrito, mediante o momento importante da época que vivemos (não podemos perder mais pontos sob pena de descolarmos dos carneiros) lanço aqui um forte apelo a que todos se desloquem a Arouca no próximo sábado.
O Porto, o mágico Porto, o nosso Porto, aquele que todos amamos (cada um à sua maneira!), aquele que tanto idolatramos e veneramos, precisa de nós, do nosso apoio da nossa presença.

Aqueles que vão “porque sim”, seguramente que vão lá estar!
Aqueles que não costumam ir “porque não”, desta vez têm que ir!
Aqueles que vão de vez em quando, desta vez têm que marcar presença!
Aqueles que só vão (mas vão sempre!) ao Dragão, têm que ir porque estes 3 pontos valem tanto como qualquer jogo em casa!
Aqueles que não vão porque é longe, também têm que ir porque é perto e bom caminho!
Aqueles que não vão porque os jogos são à noite, vão ter que ir desta vez porque o jogo é sábado e descansam no domingo!
Aqueles que acham que isso já não é para eles, que vão os mais jovens, têm que marcar presença porque todos, sem excepção, fazem falta!
Aqueles que dantes iam muito, mas agora perderam a rotina, está na hora de voltarem!

E tudo isto porquê? PORQUE O PORTO PRECISA DE CADA UM DE NÓS!
O Porto precisa de entrar forte e motivado!
O Porto precisa de entrar e sentir que tem a confiança dos que o seguem!
O Porto tem que sentir que se algo não começar a correr bem, estão bem acompanhados!
O Porto tem que sentir que quem o ama não o abandona!

E o Porto tem que ganhar...
O Porto tem que ganhar porque sim!
O Porto tem que ganhar porque é o Porto!
O Porto tem que ganhar porque os nossos corações precisam disso!
O Porto tem que ganhar porque tem que colocar pressão no adversário que joga domingo em Braga!
O Porto tem que ganhar porque está na fase de recuperar confiança, e tal só sucede com vitórias!
O Porto tem que ganhar para consolidar processos e acreditar em si próprio!
O Porto tem que ganhar para colocar temor nos que enfrentaremos posteriormente!

O Porto tem que ganhar porque eu acredito mesmo que este é um dos jogos mais importantes da época, que em caso de vitória, estamos lançados para uma série consecutiva de resultados idênticos até à recepção aos carneiros.

VAMOS TODOS A AROUCA... eu vou, e vocês?

Um abraço, até sábado... espero eu, com todos ao rubro, todos de pé com bandeiras no ar e de azul a gritar, porque o Porto é o maior e o resto é conversa!

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capas da imprensa

Publicada por bLuE bOy Categoria:

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quarta-feira, 22 de Outubro de 2014

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Finalmente publicado o Relatório & Contas do exercício fiscal de 2013/14, temos agora a visão real daquilo que já se previa, ou seja, um enorme prejuízo contabilístico, o maior de sempre da história da SAD – 40,7M de euros. O desastre desportivo da época passada já era conhecido e dele nem vale a pena falar. Já era dose suficiente para pôr qualquer portista de cabelos em pé, mas a dose acaba por ser dupla com a apresentação destes resultados financeiros.

Dir-se-á que não vale a pena chorar sobre o leite derramado e que há que olhar para o futuro (“há que levantar a cabeça” diria um qualquer jogador após uma derrota pesada). Certo. Mas, não menos certo, é a obrigação de analisar o que correu mal, corrigir, e tomar medidas para que tal não se volte a repetir. Se isso já está a ser feito na área desportiva (quero acreditar que a eliminação da taça de Portugal foi só um mero percalço), como é bem visível, embora em desporto ninguém possa garantir o sucesso, na área financeira ainda estamos para ver o que irá ser feito, se é que alguma coisa se planeia fazer tal é a pressão de toda a gente para alcançar os resultados desportivos, que são como é evidente o verdadeiro “core business” do FC Porto.

Posto isto, e indo à parte das contas que é o que aqui me traz, usando a linguagem do “economês”, diria que assistimos a uma enorme destruição de valor. Para suprir este colapso nos capitais próprios já se conhece a solução encontrada: a passagem de 47% do Estádio do Dragão da esfera do Clube para a esfera da SAD que, de caminho, deu uma enorme ajuda para resolver o bicudo problema que o fair-play financeiro da UEFA veio criar ao não permitir que a média do somatório dos resultados dos três últimos anos não ultrapasse os 5M € de prejuízo. Assim, podemos dizer que de uma cajadada se resolveram dois graves problemas. Resolveram, quer dizer, resolveram no curto prazo, resta saber como tudo se irá comportar no médio/longo prazo, e, como sabemos, o que se passará no longo prazo muito vai depender das medidas que entretanto se vão tomando, concretamente, medidas de contenção de custos/aumento de proveitos para atingir o equilíbrio operacional, ou seja o tal princípio do “break-even” (equilíbrio entre gastos e rendimentos) imposto pela UEFA no fair-play financeiro.

Equilíbrio que está longe de ser atingido como o demonstra as presentes contas.

Assim, depois de um resultado líquido consolidado negativo (prejuízo) de 35.734M € em 2012, e um igual resultado positivo (lucro) de 20.356M € em 2013, temos agora em 2014 este prejuízo de 40.701M €. Ou seja, a média destes 3 anos é de (-35,734 +20,356 -40,701) /3 = -18,693M €, isto é bem acima do tal máximo de 5M € permitido no regulamento da UEFA (mesmo considerando a possibilidade de abater os gastos com a formação e infra-estruturas), média considerada na avaliação da UEFA para este ano. Quem quiser projectar desde já a avaliação para o próximo ano, basta excluir da equação o ano de 2012 e incluir o ano de 2015 (previsão), podendo, porém, adiantar-se que o corrente exercício terá obrigatoriamente que terminar com um lucro, sob pena de cairmos novamente sob a alçada da UEFA, e, lá está, fazer novo aumento de capital para compensar o desequilíbrio entre rendimentos obtidos e gastos incorridos.

Analisando agora as linhas gerais das contas deste ano, o que será mais de salientar, do meu ponto de vista, é o seguinte:
    a) A cada ano que passa, cada vez mais se nota a extrema dependência da realização de mais-valias na transacção de passes de jogadores. Como este ano “apenas” se obteve nesta rubrica o montante de 23.907M €, o que representa uma diminuição de 52.538M € relativamente ao ano anterior, temos aqui a explicação para o descalabro das contas. Por isso falo em extrema dependência, porque uma coisa é depender 10% ou até 20% desta componente dos proveitos e que seria bem acomodada na estrutura dos proveitos, outra coisa totalmente diferente é quando se depende em 50%, ou mais, desta componente. Depender de mais-valias, sim, mas com limites. Infelizmente, no caso da SAD há muito que se ultrapassaram esses limites, e cada vez mais, como se constata este ano com os resultados que se conhecem. Este é um caminho que tem necessariamente de ser invertido, nunca devia ter chegado tão longe, sob pena de um dia destes já não haver salvação possível. E os responsáveis do clube sabem disso, portanto espero que esta loucura termine e as boas contas regressem. Sabemos, pelo que é dito publicamente (ainda muito recentemente pelo administrador financeiro) que intenções há (mas também havia no passado...), resta saber se serão, e como, levadas à prática.
    b) Os custos com o pessoal, naturalmente a principal rubrica dos gastos, diminuíram 5.180M € relativamente ao ano anterior, o que aparentemente é bom. Digo aparentemente porque, de facto, esta diminuição ficou a dever-se a maus motivos. Esses maus motivos referem-se à não atribuição de prémios em virtude da ausência de títulos. De resto, em termos remuneratórios, nada se alterou.
    c) Os custos e perdas financeiras, fundamentalmente juros pagos dos empréstimos bancários e obrigacionistas, estabilizaram perto dos 13M €/ano (12.734M € contra 12.893M € no ano anterior). É bom que o ciclo ascensional que se vinha verificando tenha terminado, mesmo assim continua a ser um valor demasiado elevado e bem revelador do excessivo grau de endividamento. Para se ter uma ideia da relatividade destes números, basta dizer que estes encargos representam cerca de 15% dos proveitos totais quando, idealmente, não deviam ir muito além dos 5%.
    d) Activo a descer 12% e passivo a subir 6% é sinal de alarme. Resultado: capitais próprios negativos e daí, também, toda a operação que se desenvolverá até final do ano para aumento do capital social. Resolverá o problema, mas não o resolverá de forma definitiva, para isso será necessário regressar aos lucros de forma consistente e sustentada. Dito doutra forma: é fundamental parar de destruir valor e passar a criar valor.
    e) As dificuldades de tesouraria e liquidez continuam e não dão sinais de abrandar, o que fica bem expresso no sistemático, ano após ano, fundo de maneio negativo. E não se vislumbram melhorias num futuro próximo.
Estes são, na minha opinião, os pontos mais relevantes e estruturantes das contas publicadas. O importante a reter e a monitorizar constantemente. Depois, há a análise mais minuciosa, rubrica a rubrica, proveito a proveito, custo a custo, e que já não cabe no âmbito do pretendido neste artigo.


nota: o blog BPc agradece ao JCHS a elaboração deste artigo.

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“BÊS” TRIUNFAM NA VILA DAS AVES

Publicada por bLuE bOy Categoria: ,

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desportivo das aves-FC PORTO B, 0-3

Segunda Liga, 11.ª jornada
22 de Outubro de 2014
Estádio do CD Aves, na Vila das Aves


Árbitro: André Moreira (Madeira).
Assistentes: Gracindo Vieira e Nuno Cadete.

DESPORTIVO DAS AVES: Quim; Luís Manuel, Romaric, Miguel Vieira e Jorge Ribeiro; Tito (cap.), Renato Reis e Perdigão; Pedro Pereira, Platiny e Caballero.
Substituições: Luís Manuel por Rúben Neves (65m), Perdigão por Zé Valente (71m) e Platiny por Andrew (72m).
Não utilizados: Fábio Pereira, André Dias, Júnior Pius e Diogo Pires.
Treinador: Fernando Valente.

FC PORTO B: Kadú; David Bruno, Igor Lichnovsky, Zé António e Rafa; Tomás Podstawski, Francisco Ramos e Tiago Rodrigues; Ivo, Roniel e Frédéric.
Substituições: Tiago Rodrigues por Leandro (62m), Frédéric por Pité (84m) e Francisco Ramos por Graça (90m).
Não utilizados: André Caio, Leander Siemann, Diego Carlos e Pavlovski.
Treinador: Luís Castro.

Ao intervalo: 0-2.
Marcadores: Ivo (26m, g.p.), Frédéric (28m) e Igor Lichnovsky (64m).
Disciplina: cartão amarelo a Roniel (4m e 57m), Igor Lichnovsky (44m), Quim (50m) e Tiago Rodrigues (60m); cartão vermelho a Roniel, por acumulação de amarelos (57m).

O FC Porto B bateu esta quarta-feira o Desportivo das Aves (3-0), na Vila das Aves, em jogo referente à 11.ª jornada da Segunda Liga. Com este triunfo, os azuis e brancos passam a somar 16 pontos e sobem à décima posição da tabela, mantendo-se a nove do líder Freamunde, precisamente o adversário dos Dragões na próxima ronda (domingo, 16h00).

Frente a um Desportivo das Aves com a moral em alta depois de ter eliminado o Boavista na Taça de Portugal, o FC Porto B deu seguimento aos bons sinais deixados na goleada ao Olhanense (7-0), na ronda anterior, e garantiu a segunda vitória consecutiva, com um assinalável registo de dez golos marcados e zero sofridos.

O triunfo portista começou a desenhar-se aos 26 minutos, com Ivo Rodrigues a converter uma grande penalidade “à Panenka”. Embalados pela vantagem no marcador, os azuis e brancos fizeram o 2-0 instantes depois, por intermédio de Roniel (28m), que viria a ser expulso na etapa complementar, por acumulação de amarelos (57m).

Mesmo em inferioridade numérica, o FC Porto B manteve uma irrepreensível organização defensiva e ainda aumentou a vantagem por Igor Lichnovsky, no seguimento de um canto (64m). O central chileno subiu à área contrária para estabelecer o 3-0 final e ajudou o conjunto comandado por Luís Castro a manter a baliza inviolada pelo segundo jogo consecutivo.

fonte: fcporto.pt



RESUMO DO JOGO

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FC PORTO-Athletic Club Bilbao, 2-1

UEFA Champions League, Grupo H, 3.ª jornada
Terça-feira, 21 Outubro 2014 - 19:45
Estádio: Dragão, Porto
Assistência: 38.116


Árbitro: Damir Skomina (Eslovénia).
Assistentes: Jure Praprotnik e Robert Vukan; Slavko Vinčić e Roberto Ponis (adicionais).
4º Árbitro: Manuel Vidali.

FC PORTO: Fabiano, Danilo, Maicon, Martins Indi, Alex Sandro, Casemiro, Herrera, Brahimi, Quintero, Jackson Martínez, Tello.
Suplentes: Andrés Fernández, Marcano, Quaresma (71' Casemiro), Adrián López, Óliver Torres (82' Tello), Rúben Neves
(64' Quintero), Aboubakar.
Treinador: Julen Lopetegui.

ATHLETIC CLUB BILBAO: Iraizoz, De Marcos, Etxeita, Laporte, Balenziaga, San José, Iturraspe, Rico, Guillermo Fernández, Aduriz, Susaeta.
Suplentes: Herrerín, Aurtenetxe, Beñat (46' San José), Iraola, Gurpegi (73' Rico), Muniain (46' Aduriz), Viguera.
Treinador: Ernesto Valverde.

Ao intervalo: 1-0.
Marcadores: Herrera (45'), Guillermo Fernández (58'), Quaresma (75').
Disciplina: Maicon (22'), San José (29'), Danilo (59'), Susaeta (59'), Rico (65'), Gurpegi (86').

O FC Porto respondeu bem a mais um erro de palmatória desta vez por Herrera. Depois de estar pela enésima vez em vantagem, o FC Poto entregou o ouro ao bandido. No entanto, soube reagir ao futebol soluçante que lhe encravou os primeiros passos da 2ª parte, principalmente após o empate do Bilbao. Apesar de tudo, garantiu mais 3 pontos e mais um milhão de euros nos cofres oriundo da Liga dos Campeões.

Herrera esteve no melhor e no pior. Primeiro ao abrir o marcador no fim de uma boa primeira parte que se pensou tratar-se de uma exibição capaz de devolver a serenidade a uma equipa que, até aí, já tinha falhado algumas oportunidades e andava de cabelos em pé com uma decisão errada do árbitro ao negar uma grande penalidade clara sobre Jackson. Permitido o empate resultante de mais um passe infantil no seu meio-campo, os portistas garantiram uma pausa para respirar e, então sim, recuperaram fôlego para dar resposta a um Bilbao que, de início, subjugou-se ao domínio azul e branco, mas revelando uma frieza defensiva para depois tentar o contra-golpe. Não houve quase tempo para isso.

Como se previa, Lopetegui não prescindiu da melhor defesa, mas reservou nova surpresa para o meio-campo: sacrificou Óliver e preferiu colocar Quintero que jogou na frente de Casemiro (muito faltoso) e Herrera. Uma conjugação que, apesar de tudo, não perdeu lógica, embora pecasse pela falta de rodagem desse trio, que ficou enredado na teia da equipa basca no início da 2ª parte. Faltava à zona central do jogo portista um apoio mais efectivo para ajudar a abrir o jogo e fugir desse labirinto.

Depois do empate, o descontrolo emocional. A resposta portista continuava encravada e o Bilbao, por momentos, criou algum “frisson” e tomou conta do jogo, aproveitando alguma intranquilidade defensiva dos portistas, deixando ameaças e avisos que não se concretizaram com alguma sorte para a equipa portuguesa.

Mais tranquilo, com a entrada de Rúben Neves, o FC Porto ganhou serenidade, até porque Tello e Brahimi recomeçaram a dar algum trabalho à defesa espanhola e voltaram a encontrar espaços, sendo apoiados por Danilo e Alex Sandro.

Lopetegui decidiu colocar Quaresma para gáudio das bancadas e foi o extremo português que resolveu o jogo com um remate fulminante, batendo o guarda-redes contrário a 15 minutos do final da contenda, colocando um ponto final quase definitivo no assunto. O Bilbao ainda teve um lance de muito perigo, num cabeceamento para as mãos de Fabiano que gelou o Estádio, tal como na 1ª parte em que os bascos atiraram uma bola aos ferros. É bonito ver a bola de pé para pé, mas convém encontrar uma saída para essa circulação. Não foi o caso, mas também não foi preciso, e nos últimos dez minutos o FC Porto poderia ter ampliado o resultado por duas ocasiões mas o resultado mais justo foi conseguido.

Pode até ser magro, mas o que dele resulta é bem confortável. O FC Porto continua a liderar o grupo, agora com 7 pontos e tem escancaradas as portas dos oitavos-de-final da liga milionária.

A Liga Portuguesa regressa neste fim-de-semana com o FC Porto a deslocar-se a Arouca. Os pupilos de Lopetegui estão proibidos de escorregar e também estão proibidos de cometer mais erros de palmatória que deixam qualquer adepto com os cabelos em pé. Ah, e ao sr. Lopetegui, peço o favor de ser mais comedido na rotatividade e que procure uma estrutura que garanta um onze seguro para adquirir rotinas e automatismos.



DECLARAÇÕES

Lopetegui: “Tivemos momentos brilhantíssimos”

​Julen Lopetegui elogiou a prestação dos seus jogadores após o triunfo sobre o Athletic (2-1), na terceira jornada do Grupo H da UEFA Champions League, mas lembrou que esta fase ainda vai a meio e que ainda é muito cedo para fazer contas. Feliz pela “excelente resposta” que o FC Porto deu frente a um adversário fortíssimo, o treinador basco destacou ainda a conquista de “três pontos importantíssimos”.

“Fizemos um grande jogo, com muita intensidade e confiança. Tivemos momentos brilhantíssimos de futebol, frente a um colectivo muito forte. Gostaríamos de ter ido para o intervalo com outra vantagem, algo que já de si é dificílimo contra o Athletic, mas demos uma excelente resposta frente a uma equipa de grande qualidade. Estamos a meio desta fase e está tudo em aberto. Não é o momento de pensar no nosso futuro nesta competição e teremos de trabalhar muito para conseguirmos a qualificação para a fase seguinte”, afirmou Julen Lopetegui na conferência de imprensa que se seguiu ao triunfo sobre os bascos.

Sublinhando os “três pontos importantíssimos” conquistados pelo FC Porto e que mantêm os Dragões na liderança isolada do Grupo H, Julen Lopetegui explicou ainda a substituição de Quintero por Rúben Neves: “O Quintero estava desgastado e precisávamos reforçar a zona do meio-campo com mais energia e poder físico. A equipa necessitava disso naquele momento”. Do banco portista saiu também Ricardo Quaresma, o autor do segundo golo do FC Porto, o da vitória. “Estamos encantados com o Quaresma e com a forma como tem trabalhado. Entrou para nos dar frescura e ajudar ofensivamente. Foi muito importante e estamos felizes por ele”, acrescentou Julen Lopetegui.

OS JOGADORES:

Quaresma: “É uma alegria representar este clube”

​Autor do segundo golo da vitória frente ao Athletic (2-1), Ricardo Quaresma afirmou, em declarações ao Porto Canal, que a equipa podia ter resolvido o jogo na primeira parte, mas que o mais importante foi alcançado: “Era importante vencer depois de uma derrota e estamos todos de parabéns”.

“É uma alegria representar este clube. Sempre o disse. Cada vez amo mais este clube, vestir esta camisola, representar o clube e a cidade. É isto que nos motiva. Na primeira parte podíamos ter resolvido o jogo, mas o futebol é isto. Na segunda parte também estivemos bem, mas sofremos o golo. Levantámos a cabeça, percebemos que tínhamos condições para ganhar, algo que era importante depois de uma derrota, e estamos todos de parabéns”, declarou.

Afirmando que a equipa só tem de pensar nos seus jogos, o internacional português reafirmou a qualidade do conjunto portista: “Temos condições e plantel para ir longe e é para isso que trabalhamos e para isso que cá estamos, para conquistar títulos. Foi um passo importante, mas há que deixar a Champions e pensar no Arouca, que não vai ser fácil, para chegarmos rapidamente ao primeiro lugar do campeonato.

Martins Indi: “Tivemos muito trabalho”

​Em declarações ao Porto Canal no final da partida com o Athletic, Martins Indi definiu a noite da vitória contra o clube basco (2-1) como trabalhosa, defendendo que a equipa tem de “aprendar a usar a cabeça” em situações de vantagem.

“Tivemos muito trabalho. Eles têm bons avançados, mas também perdemos muitas vezes a segunda bola. Na primeira parte controlámos bem o jogo, mas na segunda parte não e eles tiveram mais posse de bola. Temos de aprender a usar a cabeça”, disse o internacional holandês.

O defesa afirmou ainda que a equipa vai pensar “jogo a jogo”: “Se conseguimos ganhar assim um jogo, isso diz muito da mentalidade da equipa. Temos de ter confiança, mais do que antes, porque este jogo era muito difícil. Ganhando este tipo de jogos, a equipa fica sempre mais forte”.

Rúben Neves: “Vitória importante para moralizar”

​Rúben Neves foi um dos suplentes utilizados na vitória do FC Porto sobre o Athletic (2-1) e, no final da partida, em declarações ao Porto Canal, considerou que só foi possível vencer devido ao “espírito de equipa” que os Dragões demonstraram, realçando ainda que os jogadores sabiam que tinham “de dar uma boa resposta”.

“Entrámos muito bem no jogo, dominámos a primeira parte e marcámos, justamente, o primeiro golo. Entrámos menos bem na segunda metade, não conseguimos impor o nosso futebol e o estilo de jogo do Athletic criou-nos dificuldades. Só com espírito de equipa e de trabalho conseguimos chegar ao segundo golo, numa vitória importante para todos”, disse o médio.

Rúben disse também que a equipa sabia que, “vindo de um resultado menos positivo”, tinha de estar focada a 100% no desafio com o conjunto basco: “Tínhamos de dar uma boa resposta para nos tranquilizar e para tranquilizar os adeptos. Conseguimos a vitória, que vai ser importante para moralizar a equipa”. Rúben Neves afirmou ainda que “todos os jogadores têm de estar preparados”, porque “a qualquer momento” podem ser chamados: “Dei o meu contributo, dei o meu máximo e consegui ajudar. Mas o trabalho é da equipa e estamos todos de parabéns”.



ARBITRAGEM



RESUMO DO JOGO

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terça-feira, 21 de Outubro de 2014

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FC PORTO-Athletic Club, 2-0

UEFA Youth League (Grupo H), 3ª jornada
21 de Outubro de 2014
Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival


Árbitro: Alexandre Boucaut (Bélgica).
Assistentes: Kristof Meers e Nicolas Ponsar (Bélgica).
Quarto árbitro: João Pinheiro (Portugal).

FC PORTO: Raul Gudiño; Fernando, Malthe, Verdasca e Lumor; Fidelis, João Cardoso e Clever; Sérgio Ribeiro (cap.), Ruben Macedo e Leonardo.
Substituições: Leonardo por Élvis (69m), Sérgio Ribeiro por Bruno Costa (79m) e Ruben Macedo por Rui Pedro (89m).
Não utilizados: João Costa, Jorge, Rui Silva e Luís Mata.
Treinador: António Folha.

ATHLETIC CLUB: Areitio; Nuñez, López, Alonso e Ozerinjaureg; Azpiazu, Arzuaga e Guruzeta; Jurgi (cap.), Córdoba e Villalibre.
Substituições: Arzuaga por Garai (30m), Guruzeta por Vicente (60m) e Ozerinjauregi por Parra (80m).
Não utilizados: Etxebarria, Arego, Mediavilla e Valiño.
Treinador: Gonzalo Suances.

Ao intervalo: 1-0.
Marcadores: Leonardo (39m) e Bruno Costa (80m).
Disciplina: cartão amarelo a Clever (33m), Ozerinjauregi (38m), Azpiazu (75m), Jurgi (84m); cartão vermelho directo a Clever (51m).

​A equipa Sub-19 do FC Porto recebeu e venceu esta terça-feira o Athletic Club (2-0), no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival, na terceira jornada do Grupo H da UEFA Youth League. Com esta vitória, os azuis e brancos passam a somar sete pontos e mantêm-se na liderança do agrupamento, esperando pelo desfecho do jogo do Shakhtar Donetsk (no terreno do BATE Borisov), que tem quatro.

A primeira meia-hora foi muito disputada e não se registaram lances de grande perigo junto das duas balizas. Já no caminho para o intervalo, Leonardo deu o melhor seguimento a um canto cobrado por Sérgio Ribeiro e, de cabeça, inaugurou o marcador, apontando o seu segundo golo na prova (39m). No início da etapa complementar, Clever viu o cartão vermelho directo e deixou o FC Porto em inferioridade numérica (51m), mas nem assim os Dragões quebraram.

Muito organizados defensivamente e com o mexicano Raul Gudiño em excelente plano na baliza portista, os azuis e brancos resistiram à pressão do Athletic Club e aumentaram a vantagem por intermédio de Bruno Costa, lançado um minuto antes por António Folha. O jovem extremo, num grande lance individual, tirou um defesa do caminho e rematou rasteiro e cruzado com o pé esquerdo, sentenciando um jogo que o FC Porto mereceu vencer, também pela forma como soube sofrer.

fonte: fcporto.pt



RESUMO DO JOGO

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BASQUETEBOL
(FCP Dragon Force grande vencedor do trofeu António Pratas/Proliga 2014/15)

Em Outubro de 2010, o FC Porto venceu o Troféu Pratas (versão LPB) em Ponte de Sôr, batendo a Ovarense na final por 68-59. Quatro anos depois, o Dragão (versão Dragon Force) volta a erguer o troféu de abertura oficial da época, sendo que este troféu ganho neste último domingo, naturalmente, o da versão Proliga...

  • atlético 60-72 FCP DRAGON FORCE
Em Cantanhede, os jovens Dragões tiveram uma meia-final algo disputada, pois no 3º período, a equipa da Tapadinha conseguiu recuperar 12 dos 16 pontos de desvantagem que tinha no intervalo. E assim, no 4º período, foi necessário o melhor da equipa azul e branca que com triplos de Ferran e de Grosso, logo se voltou a afastar no marcador.

No final, vitória da melhor equipa com Bastos a apontar 12 pontos, Grosso 11, Ferran 10, Queiroz 9 e João Fernandes 6 com 9 ressaltos.
  • FCP DRAGON FORCE 97-41 esgueira
Na final, tudo foi mais fácil, com os pupilos de Moncho a arrasarem por completo um Esgueira sem soluções para o FCP Dragon Force. Ao intervalo, os jovens Dragões já venciam por 31 pontos e por isso, a festa já se ia preparando.

Parabéns a Moncho por mais um troféu para o Dragão num jogo com um Sub18, Diogo Brito, a apontar 12 pontos! Bessa marcou 11, tantos como Grosso e António Monteiro, Ferran a anotar 13 pontos e Queiroz 10 (com 12 ressaltos).

  • Próximos jogos
Sábado, dia 25 Outubro, inicia-se a Proliga com o FCP Dragon Force a receber em Matosinhos (atenção que este jogo não é no Dragão Caixa) o Terceira basket (18h00).



HÓQUEI EM PATINS
(1º FC Porto-6p e 2j e+10; 2º slb-6p e 2j e+8; 3º Turquel-6p e 2j e+5; 4ª barcelos-6p e 2j e+3)
  • FC PORTO 6-2 valdagno
Num Dragão Caixa com 1238 espectadores, o FC Porto de Tó Neves entrou a ganhar aos Italianos do Valdagno por números esclarecedores (6-2). Este, foi o 1º jogo da época com a equipa completa, e ao Dragão apenas faltou mais eficácia nas bolas paradas, que falhou em demasia... Caio bisou e fez uma bela exibição, sobrando os outros golos para Moreira, Jorge Silva, Vítor Hugo e Rafa.

Entrada vitoriosa do Dragão na liga europeia de hóquei com o Vendrell a bater o La Vendeenne por 4-3 no outro jogo do nosso grupo.

  • Próximos jogos
Seguem-se agora 2 jogos complicados, onde se espera do Dragão uma atitude bem melhor do que a teve na época passada. Não há volta a dar, há que ganhar na receção à Oliveirense esta 4ª feira às 21h00 no Dragão Caixa (Porto canal) e no domingo (17h00) na deslocação à casa do Sporting em Mafra, no pavilhão do Livramento (em directo na bolatv).

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RESULTADOS DRAGÃO: 13-Out a 19-Out

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Julen Lopetegui defendeu que “é bom ter um jogo tão cedo”, apenas três dias após a derrota frente ao Sporting, para a Taça de Portugal, e assumiu que a equipa quer dar “uma boa resposta” frente a um adversário que “vai exigir muito”. Esta segunda-feira, em conferência de imprensa de antevisão da partida com o Athletic Club, da terceira jornada da Champions League (terça-feira, 19h45, no Dragão), o técnico espanhol ressalvou também que a equipa basca é “o adversário mais completo” que os Dragões encontraram, até agora, nesta temporada.

“É bom ter um jogo tão cedo, ainda para mais depois de outro em que não nos saíram bem as coisas. Só saímos do campo com alegria quando ganhamos e um jogo desta importância, tão bonito, é uma boa oportunidade para competir e fazer um bom trabalho. Queremos dar uma boa resposta frente a um adversário que nos vai exigir muito. Temos de dar a uma resposta como se tivéssemos ganho e estar concentrados a 100 por cento, porque este adversário assim nos vai exigir”, disse Lopetegui.

O técnico declarou que a equipa tem de ser “mais inteligente a tomar a tomar decisões pontuais”: “Sofremos golos em situações em que não poderíamos ter sofrido, por demérito nosso e não por mérito dos outros. São erros que acabamos por pagar em alta competição. Quando há várias situações destas, seguidas, temos de tratar de atacá-las, sem esquecer que há muitas coisas que fazemos bem. Esta é uma equipa consciente, madura e os jogadores sabem que não podemos cometer erros. Temos de continuar a crescer e a fazer coisas bem, pois este vai ser o adversário mais exigente até esta altura da nossa época”.

Relativizando a questão de rotatividade – “nós queremos é dar uma boa resposta a cada jogo e há muitos jogadores que são praticamente habituais no onze inicial” -, Lopetegui quer uma equipa “a olhar para a frente e não para trás”: “Sabemos que temos de melhorar, mas também sabemos que fizemos muitas coisas bem e que o faremos novamente. Acreditamos muito na equipa, no balneário, no grupo e temos de continuar a trabalhar. Estamos tristes por ter saído de uma competição, mas a exigência da Champions League obriga-nos a estar confiantes. Acredito que vai ser um jogo bonito e exigente”.

Quanto ao adversário, o espanhol não crê que a posição que ocupa na Liga Espanhola (16.º lugar, com uma vitória em oito jogos) seja referência: “É a mesma equipa que fez muitas coisas bonitas no ano passado, conta com o mesmo treinador e eliminou o Nápoles na pré-eliminatória da Champions League. Estar melhor ou pior na Liga é circunstancial e contra o Celta de Vigo não vi uma equipa desiludida. São momentos da temporada e sabemos que equipa vamos receber amanhã”.

O técnico refutou ter vantagem sobre Ernesto Valverde, treinador do adversário, por conhecer bem a Liga espanhola – “ele certamente conhece o FC Porto e no futebol não há surpresas” - e recusou fazer contas antes do tempo: “Todos falavam do BATE Borisov e nós sempre dissemos que era uma equipa muito competitiva e está no segundo lugar do grupo. Na Champions League, tentar adivinhar o que se vai passar amanhã através que se passou antes não vale de nada. O que importa é o que vamos fazer no próximo jogo. O resto são estatísticas. As temporadas são longas e as contas fazem-se no fim, para o bem e para o mal”.

Lopetegui referiu ainda que a equipa quer “dar uma alegria aos adeptos”: “Num jogo de Champions League precisas sempre de ganhar. Queremos fazer um bom jogo e continuar a somar pontos num grupo que vai ser muito equilibrado”. No final, uma confissão de alguém que é basco e conhece bem o que representa o Athletic Club: “Logicamente, jogar contra o Athletic é especial. Sou, desde pequeno, adepto da Real Sociedad, mas sou um grande admirador do Athletic Club, da sua história e da sua grandeza”.

Jackson não subestima o Athletic Club

O Athletic Club é actualmente o 16.º classificado do Campeonato espanhol, com apenas uma vitória em oito jogos, mas Jackson Martínez sublinha que os bascos merecem “todo o respeito” e que a melhor forma de o fazer é não os “subestimando”. O avançado, que falava na conferência de imprensa de antevisão do duelo da terceira jornada do Grupo H da Champions League (terça-feira, 19h45), avançou ainda que espera um jogo ”duro”.

“É uma equipa que tem muito bons jogadores e temos de pensar em fazer bem o nosso trabalho e um excelente jogo. Em casa não queremos ceder pontos e se o conseguirmos estaremos muito mais perto da classificação. O jogo vai ser uma batalha, não pessoal, mas entre duas equipas que querem seguir em frente e chegar o mais longe possível”, afirmou o colombiano.

Com três golos apontados na competição deste ano, Jackson é um dos melhores marcadores da prova (a par com Brahimi e Welbeck, do Arsenal), e sente-se “muito bem” a nível pessoal. No entanto, o avançado preferiu elogiar o trabalho dos colegas: “O funcionamento da equipa ajuda qualquer avançado a sentir-se à vontade e estou rodeado por excelentes companheiros que ajudam a tornar o nosso trabalho mais produtivo. Quero em primeiro lugar que a equipa consiga triunfos, que é a essência que a caracteriza, e os feitos pessoais vêm depois do colectivo”.

Jackson Martínez não deixou de abordar a derrota com o Sporting – “quando perdemos assim sentimos e dói, mas no dia seguinte já estávamos a pensar neste jogo da Champions” -, mas sublinhou que a equipa se tem “dedicado muito” ao “novo processo de trabalho com a nova equipa técnica”, recordando o “grande arranque de época”. “Há que ultrapassar os momentos complicados, que nos levam a analisar as coisas, a crescer e a fortalecer os aspectos positivos”, reflectiu.

“Temos de viver o dia-a-dia e este é o nosso presente. É fundamental apostar neste jogo e vencer em nossa casa”, frisou ainda. A rotatividade da equipa também foi abordada: “Vai ser sempre negativa quando os resultados não saírem. Se fossem bons, não se falaria ou falar-se-ia de uma maneira totalmente diferente. Olhamos todos para o que podemos dar à equipa”.

fonte: fcporto.pt


LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Fabiano e Andrés Fernández;
Defesas: Danilo, Maicon, Martins Indi, Marcano e Alex Sandro;
Médios: Casemiro, Rúben Neves, Herrera, Quintero, Evandro e Óliver Torres;
Avançados: Brahimi, Tello, Quaresma, Jackson, Ricardo Pereira, Adrián López e Aboubakar.

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segunda-feira, 20 de Outubro de 2014

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Com a exceção da importantíssima eliminatória frente ao Lille (bem ultrapassada aliás!), o jogo deste sábado era justamente aquele que não se poderia perder sob pena do FC Porto abandonar prematuramente uma competição em que legitimamente aspirava marcar presença na final, algo que não ocorre desde a fantástica época 2010/11.

A grande verdade é que a avaliação ao que o FC Porto fez no sábado frente ao 2º rival mais forte que lhe poderia calhar na taça (é certo que não tivemos “sorte” no sorteio, mas eles também não a tiveram!), não pode fugir muito de uma simples palavra: péssimo! Creio, com razoável grau de convicção, que desde o início da presente época, este foi o pior jogo do FC Porto a todos os níveis, não só pelo resultado em si, como também por todas as vertentes do jogo, tática, psicológica e técnica.

A lista de erros é infindável, mas sintetizando em alguns pontos que me parecem cruciais, julgo que:
  1. Julen Lopetegui é o principal responsável pela eliminação, há que dizer isso com frontalidade. Errou, e errou muito. Fala-se na questão da rotatividade, mas para mim, mais grave foi ver num jogo importantíssimo frente a uma equipa rotinada uma estranha alteração do sistema tático. Segundo percebi, o FC Porto jogou com 4 médios e 2 avançados, com Oliver encostado numa ala (não é a posição dele claramente!) e Adrian junto a Jackson. Fica a questão, mais que rodar jogadores, alterar o sistema tático num jogo destes fará sentido?

  2. Voltamos à eterna questão dos erros individuais. Marcano teve uma abordagem ridícula quando podia perfeitamente ter aliviado a bola para canto enfiou-a dentro da sua baliza. Casemiro tem um erro ao nível dos infantis, erro que deu o 1-2 logo após termos empatado o jogo. Adrián encontra-se numa forma miserável. E para culminar com a “cereja no topo do bolo”, mais uma vez, uma deficiente marcação de penaltie por Jackson. Já me fartei de falar na eterna questão dos penalties. Só digo uma coisa: “já que não sabem marcar penalties, pelo menos que marquem golos de bola corrida”. Já me resignei à triste realidade de que um lance de penaltie a nosso favor, não é realmente um lance perigoso para o adversário.

  3. Em suma, muitos erros individuais podem evidenciar erros graves de organização coletiva. Urge rapidamente que os jogadores parem sistematicamente de errar junto da sua área, que comecem a jogar longo quando há maior pressão, que mandem a bola para fora do estádio ou para onde quiserem, mas de uma vez por todas, parem de oferecer golos aos adversários na primeira fase de construção do jogo.

  4. Relativamente ao treinador, tenho a dizer o seguinte: todo e qualquer treinador que se sente no banco do meu clube tem, da minha parte, em média cerca de 6 meses de margem de compreensão. Não peço a cabeça de ninguém à primeira derrota da época, nem altero tudo aquilo que nos últimos 3 meses tenho vindo a defender sem qualquer problema (nomeadamente o facto de acreditar em JL). Só peço uma coisa: que JL enfrente os problemas de frente, com coragem, sem medo de mudar o que tiver de ser, mesmo que isso signifique dar “o braço a torcer”, que a sua teimosia não o cegue num individualismo fatal e que se lembre sempre de uma coisa: o clube FC Porto está acima de qualquer outra coisa!
Perante tudo isto, agravado com a dolorosa derrota caseira frente a um adversário que não marcava 3 golos na nossa casa há quase 40 anos, o mais fácil agora seria mudar radicalmente o discurso, bater em tudo o que mexe e colocar no pescoço do treinador toda a pressão para que as coisas retomem o rumo correto. Porém, continuo a considerar que o FC Porto de JL tem presente, o que facilita a possibilidade de ter futuro. Não creio que uma derrota, apesar de dolorosa e quanto a mim inesperada, possa ruir todo o castelo que julgo estar a ser construído este ano. Todos sabemos das dificuldades que se nos vão deparar no caminho rumo ao sucesso, mas uma coisa é certíssima: as grandes equipas são aquelas que melhor sabem lidar com a adversidade, que caem, mas logo a seguir se levantam, que enfrentam os problemas com coragem e seriedade e não têm medo de ser felizes!

Não tenho dúvidas absolutamente nenhumas que temos um plantel suficiente para dar a volta a este enorme “murro no estômago”. Creio que temos um treinador que encontrando definitivamente as melhores soluções para o modelo que pretende implementar, tem todas as condições para ter sucesso. E também creio que temos uma SAD que já deu suficientes provas de competência, apesar dos erros comuns a toda e qualquer organização. Compreendo perfeitamente a forma excitadíssima como a generalidade da comunicação social antevê o nosso funeral. Não considero que embarcar nesse catastrofismo seja positivo neste momento. Criticar construtivamente? Sim. Colocar já tudo em causa? Não me parece que ajude minimamente.

O jogo de 3ª feira é realmente muito importante dadas as circunstâncias. Não só porque permite facilitar um dos grandes objetivos da época, passar a fase de grupos da Champions, mas também como forma de demonstrar a reação da equipa depois do desastre de sábado. E isto é importante para perceber de que massa são feitos os jogadores e como o treinador reage após a primeira derrota. Bem sei que pouco percebo disso, mas cá vai um humilde conselho para Lopetegui: um 4-3-3, com Fabiano, Danilo, Alex, Maicon e Indi no quarteto defensivo, Ruben Neves como único trinco, 2 médios de transição Oliver (é um crime metê-lo encostado numa ala) e Herrera, 2 ALAS PUROS (sim, dois jogadores que se sintam confortáveis na posição!) como Tello e Brahimi e 1 ponta-de-lança chamado Jackson. Não creio que isto seja inventar muito, nem acho que nenhum dos jogadores está fora da sua posição normal.

A hora é de reagir. E não de desistir!

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domingo, 19 de Outubro de 2014

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FC PORTO-sporting, 1-3

Taça Portugal 14/15, 3ª eliminatória
Sábado, 18 Outubro 2014 - 17:00
Estádio: Dragão, Porto
Assistência: 36.869


Árbitro: Jorge Sousa (Porto).
Assistentes: Bertino Miranda e Álvaro Mesquita.
4º Árbitro: Rui Oliveira.

FC PORTO: Andrés Fernández, Danilo, Maicon, Marcano, José Ángel, Quintero, Casemiro, Herrera, Óliver Torres, Adrián López, Jackson Martínez.
Suplentes: Fabiano, Quaresma, Brahimi (73' Adrián López), Tello (46' Óliver Torres), Reyes, Rúben Neves (46' Casemiro), Aboubakar.
Treinador: Julen Lopetegui.

SPORTING: Rui Patrício, Cédric, Paulo Oliveira, Maurício, Jonathan Silva, William Carvalho, Adrien Silva, João Mário, Nani, Montero, Capel.
Suplentes: Marcelo Boeck, Slimani (70' Montero), Miguel Lopes, Carrillo (78' Capel), Rosell (85' João Mário), Sarr, Carlos Mané.
Treinador: Marco Silva.

Ao intervalo: 1-2.
Marcadores: Marcano (31' ag), Jackson Martinez (35'), Nani (39'), Carrillo (83').
Disciplina: amarelo a Casemiro (20'), Nani (29'), Maurício (51'), Danilo (55'), Jonathan Silva (71'), Cédric (75').

Esta tarde, no Dragão, houve protagonistas tal como Lopetegui gosta muito de utilizar e dizer nas conferências de imprensa. Pois, mas esses protagonistas foram os jogadores portistas pela negativa. Marcano, infeliz, introduziu a bola na própria baliza, Casemiro ofereceu o 2º golo ao Sporting e num ressalto de bola os visitantes fizeram o 3º golo. Isto para não falar, de forma, escalpelizada da desgraça de um meio-campo que não funcionou, dos erros constantes nos passes, das perdas de bola em zonas proibidas, de mais um penalty falhado por Jackson e das opções desastradas de Lopetegui. Eu diria que esta noite houve protagonistas desgraçados.

Contrariando as previsões, Julen Lopetegui escolheu dois jogadores para jogar nas alas (Adrián e Quintero) e colocou os três extremos puros disponíveis no banco. Uma aposta desajustada e rectificada, em parte, ao intervalo, depois de os visitantes terem mandado em toda a primeira parte. Marco Silva leu bem o momento portista e carregou preferencialmente no meio campo onde o Sporting mandou claramente no jogo, aparecendo sempre um jogador a pressionar o transportador de bola portista. Essa pressão foi sentida pela equipa portista, levando a uma desorganização total, perdas de bolas e passes errados em zonas proibidas, quer por Casemiro, quer por Herrera.

Assim, no primeiro minuto Nani atirou a bola ao poste numa transição rápida da equipa visitante, não obstante o FC Porto ter criado perigo imediatamente a seguir por Jackson Martínez. O Sporting não necessitou de muito tempo para dominar as operações no meio-campo, passando a sair para o ataque com mais perigo e organização, enquanto o FC Porto respondia com rasgos individuais, um dos quais até poderia ter resultado, não fosse o lado perdulário dos Dragões, nomeadamente Adrián, isolado perante Rui Patrício.

No então, o Sporting foi o primeiro a marcar à passagem dos 31 minutos num lance infeliz de Marcano que, num cruzamento de Jonathan Silva, cabeceou para a própria baliza. Quatro minutos depois, aos 35 minutos, Jackson Martínez numa desmarcação fantástica de Quintero restabeleceu a igualdade com um remate subtil, fazendo a bola passar por cima do guarda-redes leonino. Mas esta noite era mesmo a dos protagonistas desgraçados. Aos 38 minutos, num alívio de bola junto à linha final, Maicon chutou para o meio-campo portista. Casemiro interceptou e colocou a bola, desgraçadamente, nos avançados sportinguistas. Nani aproveitou e servido à entrada da área fez o 1-2 num remate colocado sem hipóteses para Andrés Fernandez. Os erros individuais continuam bem presentes e teimam em repetir-se.

O intervalo parecia revelar-se bom conselheiro para os portistas, que nos minutos iniciais do segundo tempo conseguiram evitar que as deambulações dos homens da frente – Nani, Montero e Capel – continuassem a fazer a mossa que haviam provocado na primeira parte. Ao contrário, agora era a mobilidade de Tello e o acerto dos homens do miolo, com as saídas de Casemiro e Óliver e a entrada de Rúben Neves e o recuo de Quintero para o meio-campo, a fazerem o Sporting recuar um pouco.

Aos 51 minutos numa arrancada em fora-de-jogo de Jackson para a área contrária, este foi derrubado, aparentemente, por Maurício, não obstante o jogador portista ter forçado a queda. Aqui, neste lance, esteve o momento do jogo. Jackson, qual aprendiz de marcação de grandes penalidades, rematou muito denunciado para uma defesa fácil de Rui Patrício. Este lance, animicamente, abalou o FC Porto e galvanizou o Sporting para uma 2ª parte ainda mais dominadora. De repente, o Sporting viu-se catapultado para o êxito, assim fosse capaz de segurar tão importante vantagem. E conseguiu-o, sem se deixar encostar à área.

O FC Porto passou a jogar com o coração e sem norte. Passes errados, jogadas sem nexo a valer pelos rasgos individuais de Tello ou as aberturas de Quintero. Muito pouco para uma equipa que poderia e deveria produzir muito mais. Marcano de cabeça, aos 69 minutos, obrigou Rui Patrício à defesa da noite e Brahimi aos 82 minutos teve um remate a rasar o poste. Na resposta, o Sporting chegou ao 1-3. Numa desmarcação rápida de Slimani pela direita, este entrou na grande área, tirou Maicon do caminho, rematou, a bola tabelou nas pernas do defesa portista e do guarda-redes Andrés Fernandez e sobrou para Carrillo que só teve que encostar.

Os portistas ficam a lamentar o facto de terem sidos afastados da taça de Portugal. Uma opção de risco, de poupança e de rotatividade exagerada de jogadores, é um preço muito caro a pagar. O FC Porto acaba de perder a primeira prova da época muito precocemente. Tem um importante jogo na próxima 3ª feira frente ao Atlético de Bilbao mas será hora de Lopetegui deixar de rotatividades descabidas que, na minha opinião, ao contrário do que muita gente entende, tem muitas desvantagens: não se criam rotinas, não se adquirem automatismos e não se estabelece uma estrutura indispensável a um onze forte e consistente.




DECLARAÇÕES

Lopetegui: “Pequenos detalhes decidem jogos destes”

​Julen Lopetegui considerou que houve mais demérito do FC Porto do que mérito do Sporting na vitória dos lisboetas no Estádio do Dragão, em jogo da terceira eliminatória da Taça de Portugal. Manifestando tristeza pelo desfecho do desafio, o técnico espanhol aponta os erros individuais dos seus jogadores como o principal motivo para a derrota e afirma que estes têm de ser corrigidos o mais rápido possível.

“Mais tarde ou mais cedo teríamos de perder e, infelizmente, custou-nos uma eliminação. Cometemos erros em momentos decisivos e são esses pequenos detalhes que decidem jogos destes. Acho que houve mais demérito nosso na forma como sofremos os golos do que propriamente mérito do Sporting. Estamos tristes por ser eliminados de uma competição como a Taça de Portugal, mas o futebol é mesmo assim”, afirmou Julen Lopetegui na conferência de imprensa que se seguiu à partida com o Sporting.

Sublinhando os pormenores que fizeram a diferença no clássico, o treinador dos Dragões acredita que o FC Porto vai ser uma equipa mais forte num futuro próximo. “São jogos de pequenos detalhes, que no fim se tornam grandes. Temos de corrigir esses erros imediatamente. Para competirmos como queremos, e vamos competir sem dúvida alguma, temos de melhorar as coisas nas quais ainda falhamos. Criámos oportunidades de golo que não conseguimos concretizar. Temos de acertar mais e falhar menos, tanto na defesa como no ataque. Tenho a certeza de que vamos melhorar”.

Já com o pensamento na recepção ao Athletic Club (terça-feira, 19h45), da terceira jornada do Grupo H da UEFA Champions League, Julen Lopetegui lembra que esta foi a primeira derrota da temporada ao fim de três meses, ainda que esta tenha resultado numa eliminação prematura da Taça de Portugal. “Para nós, o jogo de terça-feira já começou. Vamos ter um jogo emocionante, contra uma grande equipa, e já estamos focados nele. No FC Porto há sempre pressão e é assim que tem de ser. Temos de trabalhar, analisar e melhorar. É o primeiro jogo que perdemos em três meses, mas estamos tristes por nos ter custado a eliminação de uma prova na qual alimentávamos legítimas ambições”.



RESUMO DO JOGO


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Tribunal O JOGO: FC PORTO-sporting, 1-3
Árbitro Principal: Jorge Sousa (Porto) / Assistentes: Bertino Miranda e Álvaro Mesquita / 4º Árbitro: Rui Oliveira




fonte: ojogo.pt e portistaforever.blogs.sapo.pt

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