quarta-feira, 23 de Julho de 2014

O VELHO SENIL.

Publicada por CativoDasAntas Categoria:

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Ouvi, o ano passado, um "puto" (se ele se arroga no poder de insultar quem quer, como quer e espera que os outros o aplaudam de pé, não se sentirá incomodado que lhe chame "puto"... até porque na zona dele até parece que é um termo carinhoso) questionar as capacidades do Presidente do meu clube sobre vender X ou Y.

Na altura, esse "puto" fez a proeza de na mesma frase insultar Pinto da Costa, questionar a qualidade de James Rodriguez e duvidar da seriedade de João Moutinho (seria cúmplice de uma cabala com o intuito de enganar o seu clube de formação)! Muitos “mééééés” se ouviram em Lisboa... As ovelhinhas seguidistas, cegas e acéfalas galvanizavam-se e elogiavam a eloquência do seu "puto". Qual bravo guerreiro! Ousou ir a terreiro desafiar o "all mighty", aquele, o "todo-poderoso", o "dono disto tudo"! Do sistema! Dos árbitros! A causa de todos os anos de um total vazio de títulos verdadeiramente relevantes!

Hoje, confirmada a transferência do jogador que o "puto" fez questão de desvalorizar por sensivelmente o dobro do preço que o "senil" o vendeu, tenho que lhe dar razão!
Que senilidade ter vendido James Rodriguez pelo valor da cláusula de rescisão!
Que senilidade! Que amadorismo! Pinto da Costa deveria ter vendido o jogador por um valor superior ao valor da cláusula! Como? Não sei! Mas tinha que o ter feito!
Falo ironicamente claro!

Mais a sério.
O velho "senil" deu uma lição de "visão", "análise de activos", "potencial de valorização" ao "puto".
O "puto", mais preocupado em fazer capas de jornais propagandistas clamando por um negocio que ele achava que visava unicamente prejudicar o seu clube, esqueceu e desvalorizou o melhor presidente da historia do Futebol, desvalorizou o jogador que pela critica mundial é reconhecido como sendo aquele que merecia ser considerado o melhor jogador do Brasil 2014, desvalorizou o jogador que mais golos marcou no Mundial (e até o mais "bonito").
Ao "puto", sugiro que analise o que o "senil" faz. Mas, que aprenda algo.

Por fim, muitos dirão que o FC Porto teve "sorte". Que o verdadeiro intuito era "enganar" o vosso clube. Que "calhou bem". Que este texto é apenas e só para camuflar uma realidade.
E se for? E se tiver realmente corrido bem?
Corre sempre bem para nós não é?
Para todos, se temos esperteza, é saloia. Se temos engenho, é só pelas "frutas". Se temos visão, é por "tráfico de influências"!
Comecem a deixar de procurar fantasmas em tudo que fazemos. A atribuir valor a tudo, menos a nós.
Eu, e todos os portistas, rimo-nos com a certeza que o vosso ódio é proporcional à vossa inveja.
Com sorte ou azar.
Fizemos um grande negocio, não?

NOTA: Não somos. Não pretendemos ser os Reis do "mercado de transferências". O nosso, que fique bem claro, objectivo mínimo é ser Campeão Nacional, como tal, isto não passa de um "fait-diver" de Verão ...

PS: Quando sai o comunicado? Alguém que tire a pá ao homem que já deve estar a chegar à China... depois vêem nos Charters do Futre?

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OFICIAL - BRAHIMI POR 5 ANOS

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COMUNICADO

A Futebol Clube do Porto – Futebol, SAD vem comunicar, nos termos do artigo 248º nº1 do Código dos Valores Mobiliários, ter chegado a acordo com o Granada Club de Fútbol para a aquisição dos direitos desportivos, e a totalidade dos direitos económicos, do atleta Yacine Brahimi pelo montante de 6.500.000€ (seis milhões e quinhentos mil euros).

Mais se informa que esta sociedade celebrou com o jogador um contrato válido por 5 épocas desportivas, ou seja, até 30 de Junho de 2019, tendo acordado uma cláusula de rescisão no montante de 50.000.000 € (cinquenta milhões de euros).

O Conselho de Administração
Porto, 22 de Julho de 2014.

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capas da imprensa

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terça-feira, 22 de Julho de 2014

O "MANAGER" LOPETEGUI.

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Absorvidos por torres de observação e insufláveis, é possível que nos esteja a escapar que a grande revolução destes dois meses de lopeteguismo está nos gabinetes. Enquanto o algodão dos jogos não tira a pinta ao treinador, o que sobressai por agora é que o FC Porto contratou um "manager".

Lopetegui chegou, viu as limitações do plantel e exigiu. Não um novo James na Argentina ou um novo Hulk no Japão: a ideia não é, para já, construir jogadores. Por isso fez o que treinadores de topo em clubes de topo fazem: pegou no telefone (sabemos que falou pelo menos com Óliver, Tello, Illarramendi, Camacho, Adrián e até Martins Indi, mas será que ligou a Brahimi?), exerceu influência, conciliou vontades e deixou o resto para os clubes.

Atalhar caminho até às estrelas levanta, contudo, dois problemas. Um é de gestão financeira, porque Óliver (emprestado) e Adrián (caro e com 26 anos), por exemplo, não se enquadram no modelo de negócio em que a SAD se especializou; o outro é de gestão desportiva e consiste no perigo de partir o balneário em dois. Se o primeiro indicia que a prioridade é o imediato (ou que há variáveis que só perceberemos mais tarde), o segundo só pode ser resolvido pela habilidade do treinador para provar ao plantel que não gere pela lista telefónica.

O TALENTO NÃO TEM IDADE.

A propósito de gente nova, o FC Porto mostrou, sábado passado, no jogo com o Genk, um miúdo talhado para grandes cometimentos.

Rúben Neves tem 17 anos, joga no meio-campo e fá-lo com uma desenvoltura, uma firmeza e um conhecimento do jogo e dos terrenos que pisa nada adequados à idade. Por muita qualidade que tenha, até por ser um jogador precoce, é prematuro garantir estarmos perante um craque, mesmo tendo aparentemente tudo para o vir a ser.

Nesta altura, joga a favor dele trabalhar com um técnico oriundo da formação e capaz de perceber onde há matéria-prima que valha o investimento de uma lapidação cuidadosa. A chegada de Casemiro bem como o regresso de Herrera poderá tirar-lhe algum espaço no imediato, mas está visto que Lopetegui conta com ele.

No futebol atual nada fica ao acaso, os lances de bola parada (defensivos e ofensivos) são ensaiados até à exaustão e foi o miúdo quem bateu o canto que valeu o segundo golo ao FC Porto. A experiência e a maturidade são importantes, mas o talento não tem idade.

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capas da imprensa

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segunda-feira, 21 de Julho de 2014

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A propósito das mais recentes contratações do FC Porto muito se tem falado de uma espécie de inversão na política que é seguida pela SAD há muitos anos, política essa que consiste em comprar barato, valorizar e depois vender a preço elevado, conseguindo assim lucro.

Na minha ótica a política de um clube tem de ser algo dinâmico, que acompanhe a realidade e a sua constate evolução. A política não tem de ser algo imutável independentemente da evolução da realidade. Não concordo com algumas críticas que tenho visto à política de contratações da SAD deste ano, nem considero que tal seja uma inversão completa àquilo que tem sido seguido ao longo dos anos. Digo mais, acho que é de elogiar o esforço que tem sido feito pela SAD na contratação de jogadores com o objetivo de colmatar falhas no plantel, falhas essas que todos nós andamos a apontar no ano passado. Elogio fortemente o esforço feito na contratação de jogadores com potencial reconhecido e já com alguma experiência no futebol europeu. Não considero que tal seja uma inversão de política, mas sim considero que há uma aposta clara em reverter totalmente a péssima campanha da época anterior colmatando os problemas do plantel com jogadores de qualidade. Até porque também se vai encaixar dinheiro com vendas num montante até superior ao custo de todas as aquisições.

Relativamente ao investimento que tem sido feito na contratação de alguns jogadores, o que também tem sido criticado e visto como uma manobra de “roleta russa” que se correr mal deixará o clube em maus lençóis, temos de nos lembrar que Hulk, Falcao, Mangala, James e tantos outros também foram adquiridos por um preço elevado. Depois foram valorizados e posteriormente vendidos a um preço muito superior ao custo de aquisição. Também poderá ser assim com alguns dos jogadores que agora chegam.

Em relação à questão dos jogadores que vêm por empréstimo e à pouca sustentabilidade desse tipo de política, pergunto: de que outra maneira seria possível adquirir por exemplo Tello, considerado um dos mais promissores jovens da formação do Barcelona e que nas últimas 3 épocas participou em 86 jogos e marcou 20 golos no Barcelona de Messi, Villa, Iniesta, Xavi, Pedro Rodriguez e tantos outros craques? Os empréstimos com opção de compra têm obviamente desvantagens, como a valorização de jogadores para que depois outros possam lucrar com posteriores vendas, mas o aumento de qualidade do plantel com a vinda de jogadores como Tello ou Oliver pode contribuir para o sucesso do FC Porto nesta época, o que ajuda depois à componente desportiva e por sua vez contribui também para a saúde financeira do clube. O sucesso desportivo de um clube é o principal motor de tudo o resto. Não podemos olhar para um clube apenas como empresa de compra e venda de ativos.

De resto quanto às contratações, as minhas impressões de cada um dos que chegaram:

• Martins Indi: internacional holandês titular no último mundial (e também em toda a fase de qualificação), titular do Feyenoord desde os 18 anos é um jogador com mais experiência acumulada do que por exemplo Mangala quando veio para o FC Porto. Pelo que vi no mundial é um central duro, com bom sentido posicional, bom toque de bola na saída de jogo, forte nos duelos, por vezes exagera no contacto físico com os adversários, mas não é tão rápido como Mangala. Será mais um jogador a potenciar até ao patamar dos 30/40M€, valor pelo qual vendemos a maior parte dos grandes centrais que temos tido ao longo dos anos (Mangala deverá ser o próximo);

• Adrián: um jogador com vasta experiência na liga Espanhola, campeão espanhol no ano passado, passou os últimos anos com fortíssima concorrência no Atlético Madrid nomeadamente Diego Costa, Villa ou Falcao. Há 2 anos protagonizou com Falcao uma temível dupla na equipa madrilena que venceu a Liga Europa e a Supertaça Europeia (ao Chelsea!), marcando 19 golos e sendo indiscutível na frente de ataque colchonera juntamente com o craque colombiano. É um avançado móvel que descai para as alas e atua bem como 2º avançado de apoio. Não me parece que seja o jogador ideal para substituir Jackson em caso deste sair, mas sim mais uma belíssima opção para as alas;

• Tello: não quero entrar em euforias antes do tempo mas este rapaz é craque e penso que vai prová-lo em campo. Basta dizer que não era mera “figura decorativa” no Barça dos últimos 3 anos, participando em mais de 80 jogos e marcando 20 golos. Rapidez, técnica e facilidade de remate são o seu cartão de visita. Seja bem enquadrado num coletivo forte, pode literalmente “partir a loiça toda”. A ver vamos…;

• Casemiro: o jogador que substituirá Fernando fez todo o percurso nas camadas jovens do Brasil e até já foi internacional AA. Jogou pouco no Real Madrid mas é um jogador com cartel no Brasil, onde foi formado no São Paulo. Que todas as expetativas criadas em relação a este jogador sejam totalmente justificadas em campo;

• Oliver: outro jogador vindo do Atlético, fez excelente percurso nas camadas jovens de Espanha e tem pormenores de craque. Ainda assim terá a concorrência de outro jogador que quanto a mim terá de “rebentar” este ano: Quintero!

• Opare: apenas o vi no jogo inaugural no Gana no mundial (o que é muito pouco obviamente!) e do que vi envolve-se muito bem na manobra ofensiva mas tem que melhorar no aspeto defensivo. Ótima notícia é Danilo e Alex Sandro terem concorrência a sério;

• Ricardo: com todo o respeito por este bom GR, a sua contratação enquadra-se bem na estranha política de aquisição de GR do FC Porto, ou seja, todos os anos contratar um. O Bolat anda emprestado, o Stefanovic anda não sei por onde… Enfim…

• Evandro: pelo que sei era o “motor” do Estoril, mas sinceramente não tenho conhecimento suficiente para avaliar a sua qualidade. Espero que me surpreenda positivamente;

• Sami:, tem feito uma boa pré-época, com bons golos marcados, uma excelente dinâmica… Provavelmente já garantiu lugar no plantel. Espero é que não seja um segundo Licá, que também no inicio deixou excelente impressão;

Mais importante que tudo é que agora este grupo de jogadores se enquadre num coletivo consistente, solido e dinâmico para que cada um potencie as suas qualidades, disfarce os seus defeitos e contribua para o sucesso coletivo da equipa. No dia 19 agosto disputa-se a 1ª mão de um playoff que não é importante mas sim IMPORTANTÍSSIMO para o futuro próximo do clube desportiva e financeiramente!

PS: O tempo passa e sinceramente há coisas que eu não percebo… O porquê de ainda não se ter aceite a proposta do PSV seja ela de 4M€, 4.5M€ ou 5.1M€. Estar a batalhar por 2 ou 3 M€ por um jogador que já teve tantas oportunidades para se afirmar no clube e nunca o fez acho que é pouco útil. O porquê de ter seguido para estágio um central senegalês em detrimento de um junior que tenha feito uma boa época no ano passado (cmo por exemplo se fez com o Rúben Neves)… E já agora, faz todo o sentido deixar a Varela a oportunidade de sair para fazer um melhor contrato seja onde for, até com um encaixe interessante para o FC Porto. Por tudo o que fez pelo clube e até ela forma injusta como foi tratado por muitos Portistas, merece que a SAD não lhe feche a porta!

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domingo, 20 de Julho de 2014

OFICIAL - CASEMIRO É DRAGÃO

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O FC Porto assegurou a cedência, por empréstimo, do médio brasileiro Casemiro, de 22 anos, do Real Madrid, por uma temporada, com os Dragões a terem opção de compra no final desse período.

Nascido a 23 de Fevereiro de 1992, em São José dos Campos, no Brasil, Carlos Henrique Casemiro deu nas vistas ao serviço do São Paulo e levou o Real Madrid a avançar para a sua contratação, ainda que inicialmente a título de empréstimo. Casemiro foi adquirido definitivamente no Verão de 2013 e assinou com o emblema da capital espanhola um contrato válido por quatro temporadas. Agora, vai prosseguir a sua carreira no FC Porto.

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sábado, 19 de Julho de 2014

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Genk-FC Porto, 1-3

Jogo de preparação.
19 de Julho de 2014.
Estádio: Cristal Arena, Genk, Bélgica.
Assistência: -.


Árbitro: Luc Wouters (Bélgica).
Assistentes: Maarten Vanoppen e Koen Thys.
4º Árbitro: -.

GENK: Bizot, Masika, Kara Mbodji, Kabasele, Hamalainen, Buffel, Hyland, Gorius, Cissé, Schrijvers, Vossen.
Substituições: Koteles, Tshimanga (64m Vossen), Simaeys, Milinkovic (82m Schrijvers), De Ceulaer (35m Cissé), Gerkens (64m Hyland), Walsh, Castagne (74m Masika).
Treinador: Emilio Ferrera.

FC PORTO: Fabiano, Danilo, Maicon, Reyes, Alex Sandro, Carlos Eduardo, Josué, Óliver Torres, Quaresma, Tello e Adrián López.
Substituições: Ricardo Nunes, Abdoulaye, Evandro (64m Óliver), Graça, Herrera (46m Carlos Eduardo), Kayembe, Rúben Neves (46m Josué), Kelvin (57m Tello), Sami (57m Adrián López), Ricardo Pereira (46m Quaresma), Gonçalo Paciência, Lichnovsky (64m Reyes), Kadú.
Treinador: Julen Lopetegui.

Ao intervalo: 1-1.
Marcadores: Quaresma (8m), Vossen (10m), Sami (62m e 78m).
Disciplina: Buffel (33m), Quaresma (45m).

A pré-época é um espaço privilegiado para ilusões, mas não há como ignorar os seus sinais. No terreno do Genk, sexto classificado da última Liga belga, o FC Porto encerrou em bom nível o primeiro estágio de pré-época, ao vencer o encontro particular por 3-1. Os princípios de jogo de Julen Lopetegui começam a enraízar-se e o talento ao seu dispor parece não faltar. Sami, autor de dois golos - após Quaresma abrir o marcador -, mostrou-o sem margem para dúvidas, assim como muitos outros companheiros de plantel, mesmo os mais jovens, como Rúben Neves.

O FC Porto dominou territorialmente a primeira parte (chegando aos 61 por cento de posse de bola) e foi possível observar muitas das ideias que deverão ser basilares ao longo da época: pressão alta, circulação de bola e preferência pela troca da mesma em detrimento de lances individuais. O golo de Quaresma, logo aos oito minutos, foi precisamente resultado da forma como a primeira linha de pressão actuou junto à defesa do Genk: Carlos Eduardo roubou a bola a Mbodji, tabelou com Adrián e rematou para defesa incompleta de Bizot; Quaresma chegou primeiro à bola para a recarga e abriu o marcador.

No entanto, o Genk - um adversário com grande capacidade física e que inicia a Liga belga já no próximo fim-de-semana - empatou apenas dois minutos depois: Reyes fez um mau passe e entregou a bola a Vossen, que, em posição privilegiada, não perdoou. O resto do primeiro tempo foi pouco interessante: ainda num ritmo baixo, as equipas tiveram dificuldade em criar situações de perigo. O FC Porto foi para o intervalo com mais ataques (15 contra dez) e remates (seis contra três).

O Genk até iniciou melhor a segunda parte - remate perigoso de Gorius, ao lado, aos 55 minutos -, mas as entradas de Kelvin e Sami, aos 57 minutos, mexeram com o encontro e deram mais velocidade aos Dragões. Sami entrou em jogo a todo o gás, obrigando Bizot a uma defesa apertada, após a bola ter sido de novo roubada a Mbodji. Rúben Neves, o médio de 17 anos que substituiu Josué ao intervalo, também não denunciou a juventude e apontou o canto que permitiu a Sami, de cabeça, fazer o 2-1, aos 62. Kelvin voltou a criar perigo, aos 68, e, aos 70, Rúben Neves obrigou Bizot a uma defesa para canto, com um belo remate de fora da área.

Os azuis e brancos dominavam completamente a partida, não se notando qualquer défice físico face ao adversário, e Sami "bisou" aos 78 minutos, com um remate indefensável de fora da área. Os cerca de dez minutos que restavam escoaram-se sem que o Genk pudesse reagir e agora a preparação do FC Porto continua em Portugal, com o Estádio do Dragão a acolher a preparação aos sócios, frente aos franceses do Saint-Étienne (domingo, 27 de Maio, a partir das 17h45).



DECLARAÇÕES

Lopetegui: “É sempre bom ganhar”

​Julen Lopetegui é um treinador satisfeito na hora de fazer uma retrospectiva ao estágio que o FC Porto realizou em Horst, na Holanda. Após a vitória sobre o Genk (3-1), o treinador basco destacou a evolução da equipa e garantiu que todos estão a trabalhar em conjunto para construir “um FC Porto vencedor”.

“Foi um jogo mais exigente frente a uma equipa que começa a competição na próxima semana. Fizemos um jogo globalmente positivo e é sempre bom ganhar. Estou muito satisfeito com o estágio e estamos a melhorar com o decorrer do tempo. Tentamos construir um plantel forte e estamos a trabalhar para construir um FC Porto vencedor. Os conceitos estão a ser assimilados e sinto que a equipa está a evoluir, mas é preciso tempo e muito trabalho para alcançarmos as coisas que queremos”, afirmou Julen Lopetegui na flash-interview que se seguiu ao desafio com os belgas.

Sami:

Sami, que esteve em particular destaque ao “saltar” do banco para apontar dois golos quando o jogo registava 1-1, considera que os Dragões realizaram uma boa exibição. “Sabíamos que seria um jogo complicado, mas estamos a trabalhar bem e a fazer o que o treinador nos pede. Jogámos bem, vencemos e estamos de parabéns. Estou feliz por ter marcado dois golos e vou trabalhar para fazer parte deste grupo. Vamos dar tudo para voltar a conquistar títulos para o FC Porto”.



RESUMO DO JOGO

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Nos próximos textos irei abordar um tema fundamental para a continuidade do sucesso do nosso clube, a sustentabilidade financeira. Antes de partir para a análise das contas de uma forma, que espero, simples e que seja perceptível pela generalidade dos leitores vou apresentar uma análise estratégica onde irei mostrar qual o actual “motor económico” e como poderá ser melhorado para evitar o “estrangulamento” constante onde a venda dos principais activos é a solução para a continuidade do modelo. Será ainda apresentada uma envolvente macro e micro partindo depois para uma análise interna. A síntese deste ponto será a matriz SWOT onde serão apresentadas as forças e fraquezas (internas) e as ameaças e oportunidades (externas).

O sucesso de um grupo que tem por base um clube desportivo terá que ser medido pelos títulos conquistados pelas diversas modalidades e escalões. Focando a análise no futebol do nosso FC Porto, torna-se claro que os títulos não têm o mesmo valor e existe uma clara hierarquização dos mesmos em termos da sua relevância para que um dado ano seja rotulado como de sucesso ou de insucesso. Neste caso, a hierarquização é fácil. Sendo o sucesso desportivo a medida última do sucesso do clube o motor económico deverá ser centrado num modelo de negócio sustentável que permita que este sucesso seja continuado no tempo. Neste momento o modelo de negócio assenta na compra de atletas jovens, potencialização do seu valor e venda por preços superiores.

No entanto, para garantir a sustentabilidade, a empresa deve ser capaz de reduzir a dependência das mais-valias necessárias ao financiamento do modelo de negócio ilustrado pelo défice estrutural ao nível da rubrica de “Resultados Operacionais Excluindo Resultados com Passes de Jogadores”.

Assim, para se garantir a sustentabilidade do sucesso desportivo, o paradigma do modelo de negócio deve passar a ser centrado, por um lado, na maximização de receitas e, por outro, na minimização de custos do seu core business (equipa de futebol e sua envolvente com exclusão das transacções de passes de jogadores). A empresa deverá ser, assim, capaz de garantir um equilíbrio ao nível dos Resultados operacionais excluindo resultados com passes de jogadores, contrariando a tendência dos últimos anos.

De seguida vou partir para a uma análise da envolvente macro, ou seja, para lá da indústria onde nos situamos, o futebol.

A análise PESTAL é um acrónimo de análise Política, Económica, Social, Tecnológica, Ambiental e Legal e consiste num enquadramento de factores macro ambientais usados como uma ferramenta na gestão estratégica de empresas.
  • Política – Portugal apresenta uma situação política estável onde o governo é suportado por uma maioria parlamentar que permite a aprovação de todas as propostas legislativas. A política fiscal tem vindo a ser agravada fruto da crise que envolve o país esperando-se, no entanto, um progressivo desagravamento fiscal com início em 2015. O direito do trabalho a nível dos futebolistas é gerido a nível global, no entanto, não se esperam grandes mudanças no curto prazo.

  • Económica – Portugal apresenta um problema de crescimento económico associado a uma crise económico-financeira que tem diminuído o poder de compra dos portugueses e, desse modo, o consumo de bens não essenciais sofreu uma forte redução. Pela informação pública, a queda nas taxas de juro não beneficiaram em muito a empresa porque os empréstimos obrigacionistas são a taxa fixa. No entanto, o último empréstimo foi emitido com uma taxa de cupão inferior.

  • Social – A queda do poder de compra dos portugueses alterou os padrões de consumo tendo sido as actividades de lazer, onde se incluem os jogos de futebol, as que sentiram maiores decréscimos. As assistências médias em jogos no Estádio do Dragão revelaram um decréscimo superior a 23% desde a época 2010/2011 que culminou com o início do programa de ajustamento económico-financeiro.

  • Tecnológica – Os gastos em I&D são negligenciáveis para o clube. Não se verificou nem se espera a introdução de alterações tecnológicas capazes de afectar de forma grave o funcionamento do futebol e, por conseguinte, do FC Porto.

  • Ambiental - A sustentabilidade ambiental é uma das preocupações tendo já implementado mudanças no sentido de alcançar boas práticas sectoriais. A implementação da norma ISO 14001 é exemplo disso. Esta preocupação foi já certificada quer nacional quer internacionalmente (1ª certificação 5 estrelas no mundo – UEFA (2007); certificação da Sociedade Ponto Verde (2009); prémio “Maior feito não desportivo” pelas boas práticas ambientais – ECA (2010). Esta preocupação já valeu a presença numa conferência internacional no Qatar, em 2011, para falar sobre o tema de construção de novos recintos desportivos e o desafio da sustentabilidade.

  • Legal – A queda da taxa de desemprego que se espera que o país verifique pode devolver alguns consumidores aos jogos de futebol. A legalização das apostas desportivas online que se encontra em curso em Portugal poderá permitir à empresa a captação de novas receitas. O novo paradigma legislativo que pretende impor limites ao financiamento das transacções dos passes de atletas com o recurso a fundos de investimento pode colocar problemas ao modelo de negócio adoptado até ao presente.
De seguida irei passar à envolvente micro. O modelo das Cinco Forças de Porter destina-se à análise da competição entre empresas. Considera cinco factores, as "forças" competitivas, que devem ser estudados para que se possa desenvolver uma estratégia empresarial eficiente.
  • Poder dos Clientes – Sendo os clientes todos os clubes que aproveitam a potencialização e maturação dos atletas para os adquirirem conhecedores do modelo de negócio e, como tal, da necessidade da realização de mais-valias para a continuação do mesmo podem conseguir prolongar, até ao limite das janelas de transferência, regra geral da janela de transferências FIFA é mercado aberto entre 1 de Janeiro e 31 de Janeiro e 1 de Julho e 31 Agosto, os negócios baixando o preço dos mesmos. Este poder é menor quando o interesse real por um atleta envolve propostas de vários clubes em que protelar a decisão de compra pode significar a perda do atleta. Regra geral existe elevado poder da parte do cliente.

  • Poder dos Fornecedores – Por fornecedor entende-se todo o clube que está a montante na carreira do atleta e que, conhecendo o modelo de negócio e o seu sucesso recente, pretende salvaguardar a sua posição formadora até ao limite, exigindo muitas vezes um preço superior ou mesmo a manutenção de cláusulas que garantam a manutenção de percentagens dos passes ou a partilha do lucro de vendas futuras.

  • Ameaça de Novos Concorrentes – Com a entrada de alguns investidores no capital de clubes de menor dimensão e história, inicia-se um processo de aquisição de atletas de elevado potencial e com os maiores salários praticados constitui-se polo atractivo para alguns atletas. Assim, aparecem mais equipas a pretender adquirir os direitos dos atletas mais promissores, elevando o seu preço de compra.

  • Ameaça de substitutos – Sendo o futebol praticado por seres humanos, as regras não permitem qualquer substituição dos mesmos por outros agentes.

  • Rivalidade entre concorrentes – O número de concorrentes é limitado, uma vez que as equipas mais atractivas, as do principal escalão desportivo de cada país assim como as participantes nas Competições Internacionais, são em número limitado. Os produtos são diferenciados porque cada atleta tem características próprias, mas na base um vasto conjunto de atletas pode ser opção para um dado negócio, uma vez que são capazes de corresponder às exigências do comprador.
Partindo agora para a análise interna temos a seguinte situação.
  • Administração – A administração tem-se mantido estável na sua composição apenas com a mudança do administrador com a pasta financeira. Neste momento trata-se de Fernando Manuel Santos Gomes (antigo presidente da edilidade portuense) e é 3ª figura a aparecer como responsável pela vertente financeira desde 2010. Esta alteração numa pasta tão sensível pode não ser um bom indicador da condução da política financeira, nomeadamente na sua estabilidade. As transferências de poderes entre elementos da administração e outros (p.ex. crescente preponderância de agentes FIFA) sobre a responsabilidade das compras/vendas de passes de atletas poderá ser um factor de preocupação.

  • Marketing – Neste domínio a empresa apresenta algumas melhorias nos últimos tempos como sejam a disponibilização de maior variedade de produtos de merchandising ou o novo conceito de associado com parcerias e benefícios para estes. No entanto, muito há ainda a melhorar e o conceito de FC Porto Store deverá ser um dos casos, passando a ser uma loja que disponibilize, quase exclusivamente, produtos relacionados com o clube e eliminando os produtos do mesmo fornecedor de equipamentos mas de outros clubes. A capacidade de aumentar a penetração no mercado nacional assim como em mercados com forte crescimento e com ligações a Portugal (CPLP) ou ao clube e seus símbolos (China e sudeste asiático) deverá ser uma das prioridades que poderá trazer um elevado retorno.

  • Comunicação – Este sector tem vindo a sofrer alterações desde a entrada do actual Director de Comunicação, Rui Cerqueira, com um conjunto de iniciativas que colocaram o clube mais próximo dos seus adeptos. A entrada na estrutura accionista e na gestão do Porto Canal permitiu, ainda, uma maior proximidade, assim como, a crescente presença nas redes sociais. Apesar de todas as melhorias, há ainda caminho a percorrer como, por exemplo, a criação de um site mais amigável que inclua uma versão mobile completa e o tratamento dos sócios nessa mesma qualidade, deixando de os tratar como meros clientes.

  • Plantel – Um dos pontos de maior mudança nos tempos mais recentes. O modelo de negócio encontrado (compra, potencialização e venda dos passes dos atletas) não é compatível com a manutenção dos atletas largos períodos de tempo, o que quebra alguma da ligação sentimental, pois os adeptos deixam de ter as referências ao longo de um largo período de tempo. A não integração de atletas provenientes da formação quebra alguma da ligação, pois os adeptos sentem, por vezes, a falta da “mística” que foi a marca forte no crescimento do clube desde 1982.
A informação apresentada anteriormente pode ser sintetizada numa matriz Swot, ferramenta utilizada para fazer análise de cenário como base para gestão e planeamento estratégico.

Em jeito de conclusão, para que seja possível manter a sustentabilidade do sucesso desportivo as forças deverão ser bem exploradas e as fraquezas minimizadas. Na parte externa devemos aproveitar as oportunidades e evitar que as ameaças nos coloquem graves problemas.

Como isto já vai bastante longo e esperando que isto não seja demasiado duro no próximo texto irei partir para a análise das contas numa linguagem que espero simples.

Até breve,
Fernando Delindro

Continuar a ler “DA ANÁLISE À FORMULAÇÃO ESTRATÉGICA - parte I”...

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Depois de chegar, ver e apontar um dos seis golos com que o FC Porto derrotou o Venlo (6-2), Cristian Tello falou à comunicação social na superflash desta sexta-feira e abordou os primeiros dias de Dragão ao peito. O ex-FC Barcelona confessou estar “muito feliz” e garantiu ter sido recebido por todos “de braços abertos”.

“Chego ao FC Porto com expectativas elevadas, até porque temos uma equipa jovem e desejosa de fazer coisas importantes. Estamos a trabalhar bem e construir o nosso próprio caminho”, afirmou Cristian Tello, que não teve dúvidas no momento de encontro o novo rumo a dar à carreira. “Tinha propostas de outros clubes, mas desde o início que disse aos meus representantes que esta era a minha primeira opção. Escolher o FC Porto foi a decisão mais fácil e estou muito feliz por estar aqui”.

Considerando-se um “jogador rápido, habilidoso, forte no um-contra-um e que pode trazer coisas novas à equipa”, o extremo destacou a forma como Julen Lopetegui influenciou a decisão que tomou. “Ele conhece-me bem das selecções jovens de Espanha e desempenhou um papel importante na minha vinda para o FC Porto, até porque sempre demonstrou que acredita muito nas minhas capacidades”.

Ainda com quatro semanas de trabalho pela frente antes do arranque oficial da competição, o jovem internacional espanhol salienta a necessidade de uma boa preparação e de assimilar os novos conceitos introduzidos pelo técnico basco. “Queremos preparar-nos o melhor possível para chegarmos bem ao primeiro jogo. Há coisas importantes para conquistar e a presença na Liga dos Campeões é fundamental. Não estabeleço metas individuais, mas vou dar sempre tudo para ajudar a equipa a conseguir a vitória em cada jogo”.

Desafiado a demonstrar o seu conhecimento sobre o clube, Cristian Tello voltou atrás no tempo para perspectivar um futuro risonho. “O FC Porto tem uma história extraordinária e daqui já saíram grandíssimos jogadores. Senti desde o início que depositam muita confiança em mim e acredito que estamos a construir uma grande equipa”.

fonte: fcporto.pt

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sexta-feira, 18 de Julho de 2014

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Li algures um dia, julgo que no A Arte da Guerra de Sun Tzu, que devemos dar sempre o troco no inimigo. Mesmo que seja mais tarde. Mesmo que já não interesse para nada. E, quanto mais tarde for, maior a probabilidade do inimigo não estar a contar com o nosso contra-ataque.

Isto não se trata propriamente de uma resposta nem mesmo de uma vingança, até porque a própria vida encarregou-se de lhe dar o troco. Da maneira mais rude e dura possível. E aliás este inimigo nem me conhece nem faz a mais pequena ideia de quem eu sou. Mas, enfim, não podia deixar de seguir o ensinamento de Sun Tzu.

Falo obviamente de Scolari. Os anos passaram, mas há quem tenha memória. E o portista tem memória. E eu sou portista. Não me esqueço do que fez esse senhor quando aqui chegou, vaidoso pelo título mundial que não ele mas Ronaldo, Rivaldo, Ronaldinho, Roberto Carlos e Cafú tinham conquistado.

Convém recordar as coisas como elas foram. Emproado e arrogante, Scolari desceu do avião na Portela e escolheu Baía para ser o seu novo Romário. Foi a sua primeira decisão como seleccionador nacional: não convocar o melhor guarda-redes português de todos os tempos e campeão europeu pelo FC Porto em Gelsenkirchen. Uma forma de ganhar e legitimar poder, típica dos fracos e dos rasteiros. Pôr os melhores de lado, à margem, de modo a mostrar quem manda.

O problema é que Portugal está cheio de Scolaris em potência. Gente que prefere afastar os melhores do que colaborar e criar valor com eles. No futebol como na política e empresas. Daí que tenha havido um certo e estranho consenso sobre este afastamento, desembocado numa campanha de diabolização do nosso grande Baía. Ele tinha sido o causador da vergonha de Macau, ele era o grande criador do mau ambiente na Selecção, ele era mulherengo, ele era invejoso, ele era vaidoso, ele afinal não era assim tão bom. O Ricardo, esse, que nunca ganhou nada na vida, esse sim era fantástico.

A memória é curta, repito. Mas para o portista não. Por isso aqui estou eu a relembrar mais alguns episódios antigos. O Sargentão, esse grande disciplinador e motivador de equipas, disse um dia aos jornais que não ia ver jogos do FC Porto porque a Cidade Invicta era “muito longe”. Não, não é longe. São 300 kms, caro Sargentão e eu faço-os todas as semanas, à Sexta e ao Domingo. Se eu o faço de comboio e à boleia, para si não teria sido assim tão difícil.

Depois, convém recordar que no dia 12 de Junho de 2004, na cerimónia de abertura do Europeu, em pleno Estádio do Dragão, o Sargentão decidiu inteligentemente iniciar a campanha lusa com Ricardo Carvalho, Nuno Valente e Deco no banco de suplentes, colocando nos seus lugares os veteranos Fernando Couto, Rui Jorge e Rui Costa. Não é só a burrice de não colocar em campo o melhor central e o melhor médio centro do mundo da altura. É também a atitude de não os colocar diante do seu público, no seu estádio, onde haviam protagonizado jogos magistrais na Champions League desse ano. Mesmo assim, é justo lembrar os mais esquecidos a forma bonita e acolhedora como a Selecção foi recebida pelos portuenses no Dragão.

Nos jogos seguintes lá corrigiu o erro, fazendo uso da equipa vitoriosa do FC Porto de José Mourinho como espinha dorsal da Selecção Nacional. Mas o erro fatal já o havia cometido: Baía não estava lá. Daí que o golo de Charisteas, num canto aparentemente inofensivo, não possa ter surpreendido ninguém. Surpresa teria sido ganhar aquele Europeu com uma solução de recurso na baliza. Ficou sempre a ideia de que Baía, mestre nas alturas, teria feito melhor naquele lance.

Mas a história de Scolari não acaba aqui. Mesmo após a vergonhosa derrota final em casa frente à Grécia de Otto Rehagel, os experts aqui do bairro continuaram a endeusar a figura paternal de Scolari. Ele, afinal de contas, era uma espécie de pai do Minino. Ele havia-nos guiado até à primeira final. Ele fez de nós quartos classificados no Mundial 2006, etc. Para os jornalistas e demais paineleiros de plantão, ele era o melhor seleccionador português de todos os tempos. Muitos haviam já esquecido as brilhantes prestações portuguesas no Mundial 1966 e no Euro 1984. Scolari era o superassumo e tínhamos de nos rebaixar perante tamanha sumidade.

Poucos ou quase nenhuns se atreviam a apontar os erros de Scolari. Os portistas faziam-no sempre, diga-se, embora as suas vozes nunca tivessem tido os ecos que mereciam. A verdade nua e crua é que o Sargentão mais não fazia do que capitalizar a experiência da Geração De Ouro, conjugada com os talentos mais jovens de Cristiano Ronaldo e Nani, a que se somavam, claro, a imbatível equipa do FC Porto que conquistou tudo o que havia para conquistar por essa Europa fora.

Depois chegaram os problemas. O homem apresentava-se nervoso nas conferências de imprensa, reagia mal às críticas, chamava os outros de burros, insultava jornalistas e aplicava golpes de karaté no sérvio Dragutinovic. Era notório que o seu tempo havia passado, que as suas tácticas estavam ultrapassadas, que o seu conhecimento físico-atlético era retrógrado. A Selecção jogava cada vez pior, cada vez mais desmotivada, a necessária renovação não surgia. Mesmo assim, Scolari saiu de Portugal com a cotação em alta e com um enorme obrigado da maioria dos portugueses. Não todos, claro.

Seguiu-se o Chelsea, mas nem teve tempo de aquecer o banco. Passados poucos meses, como seria de esperar, saiu corrido com uma choruda indemnização. Como explicar a craques do mais fino quilate que os jogos se resolvem rezando a Nª. Srª. de Caravaggio e cofiando o bigode do Murtosa?

Exilou-se, então, no Uzbequistão, onde foi “capaz” de conquistar o campeonato local ao serviço do Bunyodkor, invicto e com 23 vitórias consecutivas, o que diz bem da “competitividade” do futebol em terras uzbeques.

Regressa então ao Brasil para treinar o Palmeiras. Aguenta-se lá mais de dois anos e apesar da conquista de uma Taça do Brasil, acaba demitido poucos meses depois. Não ficaria desempregado por muito tempo. Numa incrível decisão, a CBF, que hoje se sabe ter sido abordada pelo irmão de Pep Guardiola no sentido de manifestar o interesse deste em treinar a Canarinha, escolhe Scolari para liderar o Brasil no seu próprio Mundial. Os brasileiros, de facto, são “filhos” de quem são e por isso há que lhes perdoar toda a estupidez. Tiveram bons professores.

Todos sabem o que aconteceu a seguir. A epopeia deste enganador chegou ao fim. Nunca tantos foram enganados por tão poucos. Aos amigos que me tentavam convencer ano após ano das qualidades de Scolari, respondia sempre da mesma forma: "Rezo todos os dias um bocadinho para que esse homem se f...".

O destino encarregou-se de dar razão aos portistas. Deixar um jogador, no caso o melhor guarda-redes português de todos os tempos, anos a fio de fora das convocatórias, sem ter a humildade e verticalidade de explicar o porquê, é mais ou menos como prender alguém na solitária durante vários anos sem lhe dizer de que o acusam. Como se diz, Deus escreve direito por linhas tortas. Mas enfim, não era preciso tanto. Com sete o destino caprichou, né? E o burro sou eu?

Rodrigo de Almada Martins

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SAMI: “O BALANÇO É MUITO POSITIVO”

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Sami, contratação do FC Porto para a época 2014/15, está feliz pela opção que tomou ao assinar pelo clube. Em declarações na superflash desta quinta-feira, em Horst, onde decorre o primeiro estágio de pré-temporada dos Dragões, o avançado, que até marcou um golo na vitória de quarta-feira contra o Venlo (6-2), disse sentir-se bem nos Dragões e quer continuar a tradição do clube: “conseguir títulos”.

O guineense faz um “balanço muito positivo” das primeiras semanas de azul e branco ao peito: “Houve outras abordagens, mas estou muito feliz pela decisão que tomei. Temos de tirar as melhores ilações possíveis, até pelos bons jogos e pelos resultados que temos vindo a fazer, com muitos golos. Tenho de agradecer a forma como fui recebido, sinto-me bem aqui e estou a adaptar-me muito bem a esta nova realidade. Para mim, tem sido muito, muito bom”.

Sami admite que, num clube como o FC Porto, tem de se “pensar sempre no colectivo” e já definiu objectivos para esta época: “Queremos conseguir os títulos que faltaram no ano passado. Estamos a preparar-nos da melhor forma possível e esta equipa está a ser montada com esse propósito. De certeza absoluta que vamos devolver este clube àquilo que está habituado, que é ganhar. Sempre cresci a ver o FC Porto ganhar e acho que vou morrer a ver este clube ganhar. Eu sou mais um para ajudar e é nisso que me vou focar”.

Para isso, Sami está até disponível para jogar no centro do ataque: “Durante a minha formação também houve alturas em que fiz essa posição. Vou jogar onde o treinador achar que sou útil à equipa e só tenho que dar o meu melhor. Com todo o plantel a trabalhar no máximo das capacidades, caberá depois a Lopetegui escolher os intérpretes: Ele tem estado a incutir as ideias de jogo dele e a forma como vê o futebol, e nós estamos a assimilar da melhor forma”.

As mais recentes contratações para o ataque do FC Porto não atemorizam o avançado: “A concorrência é saudável e acho que quem sai a ganhar é o clube. Vou trabalhar e tentar demonstrar que sou mais uma opção e que tenho de fazer o melhor no campo”.

fonte: fcporto.pt

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quinta-feira, 17 de Julho de 2014

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A pré época vai correndo no futebol como aparentemente há muito não se via.
As contratações e saídas, dentro da medida do possível, estão a ser feitas antecipadamente, e parece que finalmente temos um líder como treinador, independentemente das suas qualidades tácticas, as quais teremos muito tempo para avaliar, e que seguramente são sempre alvo de crítica de uns e elogio de outros.

Mas se há algo que ocorreu nestes últimos tempos (lugares anuais à parte) que não teve a devida explicação, foi a não inscrição da equipa de basquetebol na Liga Profissional. Este tema passou em claro, ninguém deu a cara por ele, ninguém o explicou, e pela importância que o mesmo tem, julgo que tal não deveria ter acontecido.

Recuando dois anos no tempo, quando foi tomada a decisão de desistência da equipa principal, foi apontada a conjuntura federativa como uma das razões para a decisão, e tivemos até o CEO do desporto do nosso clube a dizer que a equipa vivia acima das suas possibilidades reais. Simultaneamente, o Presidente mostrava-se confiante no novo projecto, e dizia que daí a 3 anos acreditava ter uma equipa sénior de qualidade e com espírito “à Porto”.

A verdade é que chegados ao início da época 2014/2015, e após ganhar desportivamente o direito de disputar a principal competição nacional, nova decisão foi tomada no sentido de não inscrever a equipa, mas desta vez sem sequer uma explicação, um comunicado ou uma qualquer nota sobre o tema. Estranho!

Meus caros amigos, justificar esta decisão com a Federação, é atirar areia para os olhos. Se assim fosse, no mínimo, tínhamos que desistir também do futebol e do hóquei. Quantas guerras temos com a federação portuguesa de futebol e o seu presidente? Inúmeras! E os repetidos desrespeitos da federação de patinagem, que no ano passado puseram jogos decisivos em dias diferentes, reuniram durante a final four da taça para não penalizar um lampião, etc, e que nem um comunicado mereceram da nossa parte? Então acabemos também com estas modalidades!

Como se estarão a sentir aqueles jovens que tão arduamente se bateram ao longo dos 2 últimos anos por esse país fora, bem como o Moncho e João Tiago que abraçaram este projecto de forma tão séria, apaixonada e profissional? Será que alguém se lembrou deles neste momento?
Será que alguém se lembrou daqueles adeptos que desde a primeira hora não abandonaram este novo conceito de basket, e que tudo fizeram para o engrandecer, apoiar e ajudar a encontrar o caminho do sucesso?

Todos nós merecíamos saber as verdadeiras razões para isto, quanto mais não fosse para se evitarem especulações sobre o tema. Até porque existem razões que eu encontro como válidas para não se inscrever este ano a equipa. Não as vou dizer aqui, pois julgo que não tenho que ser eu a fazê-lo, mas sim quem manda.
Agora, sermos todos “passados para trás”, ninguém nos dizer nada, ninguém nos justificar nada, é mesmo um posicionamento para clientes (queres, muito bem; não queres, paciência!) e não para associados que vivem, acompanham e amam o seu clube.

Espero que o Moncho Dragão Lopez tenha a capacidade de manter a equipa unida e motivada quanto ao objectivo comum, e que daqui por um ano, concluídos os tais 3 anos que o presidente referiu, possamos estar entre os maiores, pois esse é o nosso lugar por direito próprio.

Um grande abraço,

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Pouco depois de ter chegado a Horst, na Holanda, onde o FC Porto cumpre o primeiro estágio de pré-temporada, Cristian Tello falou em exclusivo ao Porto Canal e www.fcporto.pt. O extremo proveniente do FC Barcelona, oficializado esta quarta-feira como reforço dos Dragões, confessa estar orgulhoso por vestir a camisola azul e branca, prometendo dar tudo pelo clube.

“Estou muito feliz por chegar ao FC Porto e ansioso por começar a trabalhar com os meus companheiros. Venho com ilusão e muita vontade de me integrar o mais rápido possível. Acredito que dei o passo certo na minha carreira e vou dar tudo pelo FC Porto”, declarou o jovem internacional espanhol de 22 anos, cedido pelos catalães por duas temporadas, num empréstimo que prevê opção de compra.

Após 86 jogos e 20 golos na principal equipa do FC Barcelona, pela qual se estreou em 2011, abre-se um novo capítulo na carreira: “Sinto que o FC Porto é o clube perfeito para mostrar o meu valor e espero retribuir a confiança que depositam em mim, sobretudo o treinador. É um orgulho e um privilégio chegar ao FC Porto, um clube que tem uma história impressionante. Estou aqui para ajudar a conquistar mais títulos”.

No FC Porto, Cristian Tello vai reencontrar o treinador Julen Lopetegui, com quem se sagrou campeão europeu de Sub-21, ao serviço da selecção espanhola, em 2013. “Ele conhece-me bem e acredita nas minhas capacidades, pelo que desempenhou um papel muito importante na minha vinda para o FC Porto. Além de conhecer o treinador, tenho o Óliver Torres e o Adrián López para me ajudarem na integração, que será muito fácil”.

fonte: fcporto.pt

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quarta-feira, 16 de Julho de 2014

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VVV Venlo-FC Porto, 2-6

jogo de preparação
16 de Julho de 2014.
Estádio SV Vernay, Holanda
Assistência: 2.000


Árbitro: Kevin Blom (Holanda.
Assistentes: ---.

VVV VENLO: Maempaa, D'Alberto, Promes, Balkestein, Fleuren, Altheer, Gijzen, Schroijen, Otsu, Wolters e Khalouta.
Substituições: Verstappen (46m Mäenpää), Leemans (46m D'Alberto), Elito (46m Promes), Nwofor (46m Balkestein), Sevinç (46m Fleuren), Kruijsen (46m Altheer), Ascroft (46m Gijzen), van Crooy (46m Schroijen), Vilters (46m Otsu), Hendriks (46m Khalouta), Donkers (46m Wolters).
Treinador: Maurice Steijn.

FC PORTO: Fabiano; Danilo, Maicon, Lichnovsky e Alex Sandro, Ruben Neves, Evandro, Óliver Torres; Quaresma, Adrián López e Gonçalo Paciência.
Substituições: Ricardo Nunes (46m Fabiano), Abdoulaye (57m Lichnovsky), Carlos Eduardo (46m Evandro), Graça (75m Maicon), Sami (54m Quaresma), Kayembe (57m Alex Sandro), Josué (57m Óliver), Kelvin (54m Adrián López), Opare (54m Danilo), Ricardo Pereira (46m Gonçalo Paciência), Tello (70m Rúben Neves).
Treinador: Julen Lopetegui.

Ao intervalo: 1-0.
Marcadores: Wolters (38m), Leemans (52m, ag), Josué (62m), Ricardo Pereira (67m), Carlos Eduardo (74m), Tello (80m), Sami (81m), Sevinç (89m).
Disciplina: -.

Após duas semanas de treinos, o FC Porto arrancou esta quarta-feira para a nova época com uma goleada (6-2), no primeiro encontro particular. Frente ao Venlo, da Segunda Liga holandesa - mas no pequeno estádio do modesto Venray, perto da fronteira com o Alemanha -, os Dragões até saíram para o intervalo a perder, mas deram a volta ao encontro com uma segunda parte demolidora, em que apontaram os seis golos. Destaque para o reforço Cristian Tello, que marcou um golo no próprio dia em que chegou ao estágio do clube, vindo de Barcelona.

Com bastante calor (28 graus) e 2.000 pessoas a assistir, o FC Porto tomou desde início conta da bola, com o ainda júnior Rúben Neves a assumir o lugar mais recuado do trio de meio-campo e Adrián López a aparecer na esquerda do ataque. A bola circulava de forma rápida entre os portistas e a pressão era efectuada em terrenos bem avançados, mas a verdade é que os vários remates da equipa azul e branca não foram certeiros. O Venlo, que atirou pela primeira vez à baliza contrária aos 30 minutos, acabou por marcar aos 38, por intermédio de Wolters, chegando ao intervalo na frente (1-0).

Ao intervalo, Lopetegui fez entrar Ricardo Nunes, Ricardo Pereira e Carlos Eduardo para os lugares de Fabiano, Evandro e Gonçalo Paciência. O FC Porto protagonizou um verdadeiro vendaval ofensivo, criando várias situações de remate e sendo, finalmente, eficaz, se bem que Maicon aindou acertou na trave, na marcação de um livre directo, quando o resultado já estava em 1-1.

A história desta segunda parte resume-se praticamente aos golos, sendo que o primeiro até surgiu através de Leemans, que desviou para a própria baliza um cruzamento da direita de Carlos Eduardo, aos 52 minutos. O 2-1 foi marcado por Josué (62, num lance em que intervieram Opare e Kelvin) e o 3-1 por Ricardo Pereira, num remate rasteiro (67).

A rapidez nos flancos e as constantes trocas de bola levaram o Venlo a claudicar e o FC Porto (que utilizou todos os jogadores do banco, à excepção do guarda-redes Kadú) não tirou o pé do acelerador. Carlos Eduardo correspondeu ao cruzamento de Opare da melhor forma, aos 74 minutos (4-1), Cristian Tello comemorou a chegada ao clube com um golo, aos 80 minutos (5-1), e Sami, no minuto seguinte a ter assistido o espanhol, fechou a contagem portista, aproveitando uma defesa incompleta do guarda-redes contrário, após remate de Kelvin. O resultado final foi estabelecido por Sevinç, aos 89.

No encontro, não participaram Herrera e Reyes, que chegaram ao estágio na segunda-feira e ainda estão a cumprir um plano especial de treino. Licá continua a contas com uma entorse no tornozelo esquerdo e limitou-se a fazer tratamento, enquanto Helton realizou trabalho condicionado. Os Dragões, que mesmo esta quarta-feira treinaram de manhã, em Horst, mantêm o regime bidiário esta quinta-feira (sessão aberto à comunicação social às 10h00 e fechada às 17h00), sendo que um jogador estará presente numa superflash, às 9h45.



DECLARAÇÕES

Julen Lopetegui: “Estivemos bem colectivamente”

​O primeiro jogo particular inserido no estágio que o FC Porto está a realizar em Horst, na Holanda, terminou com um triunfo expressivo sobre o Venlo (6-2). No final do encontro, Julen Lopetegui revelou ter ficado bem impressionado com o rendimento dos seus jogadores, mas considera que a equipa está numa fase de aprendizagem relativamente aos novos conceitos que vão sendo introduzidos.

“As impressões são positivas, apesar de ser um jogo de pré-temporada. A equipa está a assimilar conceitos novos e estou satisfeito com o que produzimos neste jogo, sabendo que ainda temos um longo caminho a percorrer. Há coisas para melhorar, naturalmente, mas fizemos um bom trabalho em ambas as partes do jogo, sobretudo na segunda, na qual tivemos mais espaço para jogar”, afirmou o técnico basco.

Preferindo não individualizar na análise ao jogo, Julen Lopetegui voltou a sublinhar o sentido colectivo e acredita que a equipa responderá ainda melhor no próximo teste de pré-temporada. “Seria injusto destacar este ou aquele jogador, pois creio que a equipa esteve muito bem colectivamente, e isso é o mais importante. Apesar do cansaço, fomos uma equipa intensa e pressionante, pelo que podemos tirar boas ilações. Vamos continuar a trabalhar para chegar ao próximo jogo ainda melhor a todos os níveis”, concluiu.



RESUMO DO JOGO

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FC Porto B-Nottingham Forest, 2-3

Jogo de preparação
16 de Julho de 2014
Estádio de Pedroso, em Vila Nova de Gaia


Árbitro: Mário Tibério.
Assistentes: Fabio Silva e Rafael Silva.

FC PORTO B: Caio; Víctor García, Leander Siemann, Zé António e David Bruno (cap.); Leandro Silva, Fidelis e Pité; Frédéric, Roniel e Kléber.
Substituições: Fidelis por Rui Moreira (28m), Zé António por Malthe Johansen (36m), Kléber por Djim (46m), Rui Moreira por Pavlovski (47m), Pité e Roniel por Belinha e Rúben Macedo (56m) e Caio, Leandro, Frédéric, Djim e Malthe Johansen por João Costa, Júnior Pius, Jonathan, Élvis e Ruben Alves (82m).
Treinador: Luís Castro.

NOTTINGHAM FOREST: Darlow; Laing, Haidara, Collins, Halford e Fox; Osborn, Vaughan e Lansbury; Cox e Paterson.
Substituições: Paterson, Vaughan, Lansbury, Cox, Collins e Fox por Harding, McLaughlin, Grant, Veldwijk, Majewski e Mackie (70m).
Não utilizados: De Vries, Walker e Evtimov.
Treinador: Stuart Pearce.

Ao intervalo: 1-1.
Marcadores: Kléber (4m), Henri Lansbury (44m), Siemann (58m), Veldwijk (83m) e McLaughlin (87m).

O FC Porto B perdeu, esta quarta-feira, com o Nottingham Forest, por 3-2, no Estádio de Pedroso, em mais um encontro de preparação para a época de 2014/15. Os comandados de Luís Castro estiveram a vencer por duas vezes, mas a maior frescura física dos ingleses foi determinante para a reviravolta no marcador, que chegou ao cair do pano.

Com cerca de 800 espectadores no Estádio de Pedroso, os Dragões começaram o jogo praticamente a vencer, após um remate rasteiro e colocado de Kléber, de fora da área, ter encontrado a melhor direcção e inaugurado o marcador. Numa primeira parte bem disputada, o FC Porto B foi mantendo a vantagem até ao minuto 44, em que Henri Lansbury, com um remate espontâneo, empatou a partida, surpreendendo o guarda-redes Caio.

Já na segunda metade, e no seguimento de um canto, foi Siemann a colocar novamente os comandados de Luís Castro em vantagem, com um cabeceamento forte e colocado, sem hipóteses para o guardião adversário. A sete minutos do fim, nova igualdade no marcador de Pedroso, com Veldwijk a aproveitar um lance confuso para bater um desamparado Caio e fazer o 2-2 para os campeões europeus de 1979 e 1980. Aos 87 minutos, o Forest deu mesmo a volta ao marcador: perda de bola na defesa portista, com a bola a sobrar para McLaughlin, que não desperdiçou a oportunidade e selou a vitória do conjunto inglês.

No final, Luís Castro foi pragmático na análise da partida: Foi um jogo típico de pré-época, bem disputado. Só foi pena o elevado número de lesões (três), que ainda por cima nos parecem ser mais ou menos graves. Queremos sempre ganhar, hoje isso não aconteceu, mas vamos continuar o nosso caminho de construção. Temos seis jogadores na equipa A e cinco na selecção de Sub-19, mas não é por isso que trabalhamos com menor intensidade.

O próximo jogo do FC Porto B é contra o Desportivo de Chaves, na sexta-feira, pelas 17h00, também no Estádio de Pedroso.



RESUMO DO JOGO

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