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terça-feira, 21 de Outubro de 2014

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BASQUETEBOL
(FCP Dragon Force grande vencedor do trofeu António Pratas/Proliga 2014/15)

Em Outubro de 2010, o FC Porto venceu o Troféu Pratas (versão LPB) em Ponte de Sôr, batendo a Ovarense na final por 68-59. Quatro anos depois, o Dragão (versão Dragon Force) volta a erguer o troféu de abertura oficial da época, sendo que este troféu ganho neste último domingo, naturalmente, o da versão Proliga...

  • atlético 60-72 FCP DRAGON FORCE
Em Cantanhede, os jovens Dragões tiveram uma meia-final algo disputada, pois no 3º período, a equipa da Tapadinha conseguiu recuperar 12 dos 16 pontos de desvantagem que tinha no intervalo. E assim, no 4º período, foi necessário o melhor da equipa azul e branca que com triplos de Ferran e de Grosso, logo se voltou a afastar no marcador.

No final, vitória da melhor equipa com Bastos a apontar 12 pontos, Grosso 11, Ferran 10, Queiroz 9 e João Fernandes 6 com 9 ressaltos.
  • FCP DRAGON FORCE 97-41 esgueira
Na final, tudo foi mais fácil, com os pupilos de Moncho a arrasarem por completo um Esgueira sem soluções para o FCP Dragon Force. Ao intervalo, os jovens Dragões já venciam por 31 pontos e por isso, a festa já se ia preparando.

Parabéns a Moncho por mais um troféu para o Dragão num jogo com um Sub18, Diogo Brito, a apontar 12 pontos! Bessa marcou 11, tantos como Grosso e António Monteiro, Ferran a anotar 13 pontos e Queiroz 10 (com 12 ressaltos).

  • Próximos jogos
Sábado, dia 25 Outubro, inicia-se a Proliga com o FCP Dragon Force a receber em Matosinhos (atenção que este jogo não é no Dragão Caixa) o Terceira basket (18h00).



HÓQUEI EM PATINS
(1º FC Porto-6p e 2j e+10; 2º slb-6p e 2j e+8; 3º Turquel-6p e 2j e+5; 4ª barcelos-6p e 2j e+3)
  • FC PORTO 6-2 valdagno
Num Dragão Caixa com 1238 espectadores, o FC Porto de Tó Neves entrou a ganhar aos Italianos do Valdagno por números esclarecedores (6-2). Este, foi o 1º jogo da época com a equipa completa, e ao Dragão apenas faltou mais eficácia nas bolas paradas, que falhou em demasia... Caio bisou e fez uma bela exibição, sobrando os outros golos para Moreira, Jorge Silva, Vítor Hugo e Rafa.

Entrada vitoriosa do Dragão na liga europeia de hóquei com o Vendrell a bater o La Vendeenne por 4-3 no outro jogo do nosso grupo.

  • Próximos jogos
Seguem-se agora 2 jogos complicados, onde se espera do Dragão uma atitude bem melhor do que a teve na época passada. Não há volta a dar, há que ganhar na receção à Oliveirense esta 4ª feira às 21h00 no Dragão Caixa (Porto canal) e no domingo (17h00) na deslocação à casa do Sporting em Mafra, no pavilhão do Livramento (em directo na bolatv).

Continuar a ler “TROFÉU PRATAS REGRESSA AO DRAGÃO 4 ANOS DEPOIS!”...

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Julen Lopetegui defendeu que “é bom ter um jogo tão cedo”, apenas três dias após a derrota frente ao Sporting, para a Taça de Portugal, e assumiu que a equipa quer dar “uma boa resposta” frente a um adversário que “vai exigir muito”. Esta segunda-feira, em conferência de imprensa de antevisão da partida com o Athletic Club, da terceira jornada da Champions League (terça-feira, 19h45, no Dragão), o técnico espanhol ressalvou também que a equipa basca é “o adversário mais completo” que os Dragões encontraram, até agora, nesta temporada.

“É bom ter um jogo tão cedo, ainda para mais depois de outro em que não nos saíram bem as coisas. Só saímos do campo com alegria quando ganhamos e um jogo desta importância, tão bonito, é uma boa oportunidade para competir e fazer um bom trabalho. Queremos dar uma boa resposta frente a um adversário que nos vai exigir muito. Temos de dar a uma resposta como se tivéssemos ganho e estar concentrados a 100 por cento, porque este adversário assim nos vai exigir”, disse Lopetegui.

O técnico declarou que a equipa tem de ser “mais inteligente a tomar a tomar decisões pontuais”: “Sofremos golos em situações em que não poderíamos ter sofrido, por demérito nosso e não por mérito dos outros. São erros que acabamos por pagar em alta competição. Quando há várias situações destas, seguidas, temos de tratar de atacá-las, sem esquecer que há muitas coisas que fazemos bem. Esta é uma equipa consciente, madura e os jogadores sabem que não podemos cometer erros. Temos de continuar a crescer e a fazer coisas bem, pois este vai ser o adversário mais exigente até esta altura da nossa época”.

Relativizando a questão de rotatividade – “nós queremos é dar uma boa resposta a cada jogo e há muitos jogadores que são praticamente habituais no onze inicial” -, Lopetegui quer uma equipa “a olhar para a frente e não para trás”: “Sabemos que temos de melhorar, mas também sabemos que fizemos muitas coisas bem e que o faremos novamente. Acreditamos muito na equipa, no balneário, no grupo e temos de continuar a trabalhar. Estamos tristes por ter saído de uma competição, mas a exigência da Champions League obriga-nos a estar confiantes. Acredito que vai ser um jogo bonito e exigente”.

Quanto ao adversário, o espanhol não crê que a posição que ocupa na Liga Espanhola (16.º lugar, com uma vitória em oito jogos) seja referência: “É a mesma equipa que fez muitas coisas bonitas no ano passado, conta com o mesmo treinador e eliminou o Nápoles na pré-eliminatória da Champions League. Estar melhor ou pior na Liga é circunstancial e contra o Celta de Vigo não vi uma equipa desiludida. São momentos da temporada e sabemos que equipa vamos receber amanhã”.

O técnico refutou ter vantagem sobre Ernesto Valverde, treinador do adversário, por conhecer bem a Liga espanhola – “ele certamente conhece o FC Porto e no futebol não há surpresas” - e recusou fazer contas antes do tempo: “Todos falavam do BATE Borisov e nós sempre dissemos que era uma equipa muito competitiva e está no segundo lugar do grupo. Na Champions League, tentar adivinhar o que se vai passar amanhã através que se passou antes não vale de nada. O que importa é o que vamos fazer no próximo jogo. O resto são estatísticas. As temporadas são longas e as contas fazem-se no fim, para o bem e para o mal”.

Lopetegui referiu ainda que a equipa quer “dar uma alegria aos adeptos”: “Num jogo de Champions League precisas sempre de ganhar. Queremos fazer um bom jogo e continuar a somar pontos num grupo que vai ser muito equilibrado”. No final, uma confissão de alguém que é basco e conhece bem o que representa o Athletic Club: “Logicamente, jogar contra o Athletic é especial. Sou, desde pequeno, adepto da Real Sociedad, mas sou um grande admirador do Athletic Club, da sua história e da sua grandeza”.

Jackson não subestima o Athletic Club

O Athletic Club é actualmente o 16.º classificado do Campeonato espanhol, com apenas uma vitória em oito jogos, mas Jackson Martínez sublinha que os bascos merecem “todo o respeito” e que a melhor forma de o fazer é não os “subestimando”. O avançado, que falava na conferência de imprensa de antevisão do duelo da terceira jornada do Grupo H da Champions League (terça-feira, 19h45), avançou ainda que espera um jogo ”duro”.

“É uma equipa que tem muito bons jogadores e temos de pensar em fazer bem o nosso trabalho e um excelente jogo. Em casa não queremos ceder pontos e se o conseguirmos estaremos muito mais perto da classificação. O jogo vai ser uma batalha, não pessoal, mas entre duas equipas que querem seguir em frente e chegar o mais longe possível”, afirmou o colombiano.

Com três golos apontados na competição deste ano, Jackson é um dos melhores marcadores da prova (a par com Brahimi e Welbeck, do Arsenal), e sente-se “muito bem” a nível pessoal. No entanto, o avançado preferiu elogiar o trabalho dos colegas: “O funcionamento da equipa ajuda qualquer avançado a sentir-se à vontade e estou rodeado por excelentes companheiros que ajudam a tornar o nosso trabalho mais produtivo. Quero em primeiro lugar que a equipa consiga triunfos, que é a essência que a caracteriza, e os feitos pessoais vêm depois do colectivo”.

Jackson Martínez não deixou de abordar a derrota com o Sporting – “quando perdemos assim sentimos e dói, mas no dia seguinte já estávamos a pensar neste jogo da Champions” -, mas sublinhou que a equipa se tem “dedicado muito” ao “novo processo de trabalho com a nova equipa técnica”, recordando o “grande arranque de época”. “Há que ultrapassar os momentos complicados, que nos levam a analisar as coisas, a crescer e a fortalecer os aspectos positivos”, reflectiu.

“Temos de viver o dia-a-dia e este é o nosso presente. É fundamental apostar neste jogo e vencer em nossa casa”, frisou ainda. A rotatividade da equipa também foi abordada: “Vai ser sempre negativa quando os resultados não saírem. Se fossem bons, não se falaria ou falar-se-ia de uma maneira totalmente diferente. Olhamos todos para o que podemos dar à equipa”.

fonte: fcporto.pt


LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Fabiano e Andrés Fernández;
Defesas: Danilo, Maicon, Martins Indi, Marcano e Alex Sandro;
Médios: Casemiro, Rúben Neves, Herrera, Quintero, Evandro e Óliver Torres;
Avançados: Brahimi, Tello, Quaresma, Jackson, Ricardo Pereira, Adrián López e Aboubakar.

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segunda-feira, 20 de Outubro de 2014

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Com a exceção da importantíssima eliminatória frente ao Lille (bem ultrapassada aliás!), o jogo deste sábado era justamente aquele que não se poderia perder sob pena do FC Porto abandonar prematuramente uma competição em que legitimamente aspirava marcar presença na final, algo que não ocorre desde a fantástica época 2010/11.

A grande verdade é que a avaliação ao que o FC Porto fez no sábado frente ao 2º rival mais forte que lhe poderia calhar na taça (é certo que não tivemos “sorte” no sorteio, mas eles também não a tiveram!), não pode fugir muito de uma simples palavra: péssimo! Creio, com razoável grau de convicção, que desde o início da presente época, este foi o pior jogo do FC Porto a todos os níveis, não só pelo resultado em si, como também por todas as vertentes do jogo, tática, psicológica e técnica.

A lista de erros é infindável, mas sintetizando em alguns pontos que me parecem cruciais, julgo que:
  1. Julen Lopetegui é o principal responsável pela eliminação, há que dizer isso com frontalidade. Errou, e errou muito. Fala-se na questão da rotatividade, mas para mim, mais grave foi ver num jogo importantíssimo frente a uma equipa rotinada uma estranha alteração do sistema tático. Segundo percebi, o FC Porto jogou com 4 médios e 2 avançados, com Oliver encostado numa ala (não é a posição dele claramente!) e Adrian junto a Jackson. Fica a questão, mais que rodar jogadores, alterar o sistema tático num jogo destes fará sentido?

  2. Voltamos à eterna questão dos erros individuais. Marcano teve uma abordagem ridícula quando podia perfeitamente ter aliviado a bola para canto enfiou-a dentro da sua baliza. Casemiro tem um erro ao nível dos infantis, erro que deu o 1-2 logo após termos empatado o jogo. Adrián encontra-se numa forma miserável. E para culminar com a “cereja no topo do bolo”, mais uma vez, uma deficiente marcação de penaltie por Jackson. Já me fartei de falar na eterna questão dos penalties. Só digo uma coisa: “já que não sabem marcar penalties, pelo menos que marquem golos de bola corrida”. Já me resignei à triste realidade de que um lance de penaltie a nosso favor, não é realmente um lance perigoso para o adversário.

  3. Em suma, muitos erros individuais podem evidenciar erros graves de organização coletiva. Urge rapidamente que os jogadores parem sistematicamente de errar junto da sua área, que comecem a jogar longo quando há maior pressão, que mandem a bola para fora do estádio ou para onde quiserem, mas de uma vez por todas, parem de oferecer golos aos adversários na primeira fase de construção do jogo.

  4. Relativamente ao treinador, tenho a dizer o seguinte: todo e qualquer treinador que se sente no banco do meu clube tem, da minha parte, em média cerca de 6 meses de margem de compreensão. Não peço a cabeça de ninguém à primeira derrota da época, nem altero tudo aquilo que nos últimos 3 meses tenho vindo a defender sem qualquer problema (nomeadamente o facto de acreditar em JL). Só peço uma coisa: que JL enfrente os problemas de frente, com coragem, sem medo de mudar o que tiver de ser, mesmo que isso signifique dar “o braço a torcer”, que a sua teimosia não o cegue num individualismo fatal e que se lembre sempre de uma coisa: o clube FC Porto está acima de qualquer outra coisa!
Perante tudo isto, agravado com a dolorosa derrota caseira frente a um adversário que não marcava 3 golos na nossa casa há quase 40 anos, o mais fácil agora seria mudar radicalmente o discurso, bater em tudo o que mexe e colocar no pescoço do treinador toda a pressão para que as coisas retomem o rumo correto. Porém, continuo a considerar que o FC Porto de JL tem presente, o que facilita a possibilidade de ter futuro. Não creio que uma derrota, apesar de dolorosa e quanto a mim inesperada, possa ruir todo o castelo que julgo estar a ser construído este ano. Todos sabemos das dificuldades que se nos vão deparar no caminho rumo ao sucesso, mas uma coisa é certíssima: as grandes equipas são aquelas que melhor sabem lidar com a adversidade, que caem, mas logo a seguir se levantam, que enfrentam os problemas com coragem e seriedade e não têm medo de ser felizes!

Não tenho dúvidas absolutamente nenhumas que temos um plantel suficiente para dar a volta a este enorme “murro no estômago”. Creio que temos um treinador que encontrando definitivamente as melhores soluções para o modelo que pretende implementar, tem todas as condições para ter sucesso. E também creio que temos uma SAD que já deu suficientes provas de competência, apesar dos erros comuns a toda e qualquer organização. Compreendo perfeitamente a forma excitadíssima como a generalidade da comunicação social antevê o nosso funeral. Não considero que embarcar nesse catastrofismo seja positivo neste momento. Criticar construtivamente? Sim. Colocar já tudo em causa? Não me parece que ajude minimamente.

O jogo de 3ª feira é realmente muito importante dadas as circunstâncias. Não só porque permite facilitar um dos grandes objetivos da época, passar a fase de grupos da Champions, mas também como forma de demonstrar a reação da equipa depois do desastre de sábado. E isto é importante para perceber de que massa são feitos os jogadores e como o treinador reage após a primeira derrota. Bem sei que pouco percebo disso, mas cá vai um humilde conselho para Lopetegui: um 4-3-3, com Fabiano, Danilo, Alex, Maicon e Indi no quarteto defensivo, Ruben Neves como único trinco, 2 médios de transição Oliver (é um crime metê-lo encostado numa ala) e Herrera, 2 ALAS PUROS (sim, dois jogadores que se sintam confortáveis na posição!) como Tello e Brahimi e 1 ponta-de-lança chamado Jackson. Não creio que isto seja inventar muito, nem acho que nenhum dos jogadores está fora da sua posição normal.

A hora é de reagir. E não de desistir!

Continuar a ler “UM JOGO PÉSSIMO, MAS HÁ QUE REAGIR!”...

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domingo, 19 de Outubro de 2014

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FC PORTO-sporting, 1-3

Taça Portugal 14/15, 3ª eliminatória
Sábado, 18 Outubro 2014 - 17:00
Estádio: Dragão, Porto
Assistência: 36.869


Árbitro: Jorge Sousa (Porto).
Assistentes: Bertino Miranda e Álvaro Mesquita.
4º Árbitro: Rui Oliveira.

FC PORTO: Andrés Fernández, Danilo, Maicon, Marcano, José Ángel, Quintero, Casemiro, Herrera, Óliver Torres, Adrián López, Jackson Martínez.
Suplentes: Fabiano, Quaresma, Brahimi (73' Adrián López), Tello (46' Óliver Torres), Reyes, Rúben Neves (46' Casemiro), Aboubakar.
Treinador: Julen Lopetegui.

SPORTING: Rui Patrício, Cédric, Paulo Oliveira, Maurício, Jonathan Silva, William Carvalho, Adrien Silva, João Mário, Nani, Montero, Capel.
Suplentes: Marcelo Boeck, Slimani (70' Montero), Miguel Lopes, Carrillo (78' Capel), Rosell (85' João Mário), Sarr, Carlos Mané.
Treinador: Marco Silva.

Ao intervalo: 1-2.
Marcadores: Marcano (31' ag), Jackson Martinez (35'), Nani (39'), Carrillo (83').
Disciplina: amarelo a Casemiro (20'), Nani (29'), Maurício (51'), Danilo (55'), Jonathan Silva (71'), Cédric (75').

Esta tarde, no Dragão, houve protagonistas tal como Lopetegui gosta muito de utilizar e dizer nas conferências de imprensa. Pois, mas esses protagonistas foram os jogadores portistas pela negativa. Marcano, infeliz, introduziu a bola na própria baliza, Casemiro ofereceu o 2º golo ao Sporting e num ressalto de bola os visitantes fizeram o 3º golo. Isto para não falar, de forma, escalpelizada da desgraça de um meio-campo que não funcionou, dos erros constantes nos passes, das perdas de bola em zonas proibidas, de mais um penalty falhado por Jackson e das opções desastradas de Lopetegui. Eu diria que esta noite houve protagonistas desgraçados.

Contrariando as previsões, Julen Lopetegui escolheu dois jogadores para jogar nas alas (Adrián e Quintero) e colocou os três extremos puros disponíveis no banco. Uma aposta desajustada e rectificada, em parte, ao intervalo, depois de os visitantes terem mandado em toda a primeira parte. Marco Silva leu bem o momento portista e carregou preferencialmente no meio campo onde o Sporting mandou claramente no jogo, aparecendo sempre um jogador a pressionar o transportador de bola portista. Essa pressão foi sentida pela equipa portista, levando a uma desorganização total, perdas de bolas e passes errados em zonas proibidas, quer por Casemiro, quer por Herrera.

Assim, no primeiro minuto Nani atirou a bola ao poste numa transição rápida da equipa visitante, não obstante o FC Porto ter criado perigo imediatamente a seguir por Jackson Martínez. O Sporting não necessitou de muito tempo para dominar as operações no meio-campo, passando a sair para o ataque com mais perigo e organização, enquanto o FC Porto respondia com rasgos individuais, um dos quais até poderia ter resultado, não fosse o lado perdulário dos Dragões, nomeadamente Adrián, isolado perante Rui Patrício.

No então, o Sporting foi o primeiro a marcar à passagem dos 31 minutos num lance infeliz de Marcano que, num cruzamento de Jonathan Silva, cabeceou para a própria baliza. Quatro minutos depois, aos 35 minutos, Jackson Martínez numa desmarcação fantástica de Quintero restabeleceu a igualdade com um remate subtil, fazendo a bola passar por cima do guarda-redes leonino. Mas esta noite era mesmo a dos protagonistas desgraçados. Aos 38 minutos, num alívio de bola junto à linha final, Maicon chutou para o meio-campo portista. Casemiro interceptou e colocou a bola, desgraçadamente, nos avançados sportinguistas. Nani aproveitou e servido à entrada da área fez o 1-2 num remate colocado sem hipóteses para Andrés Fernandez. Os erros individuais continuam bem presentes e teimam em repetir-se.

O intervalo parecia revelar-se bom conselheiro para os portistas, que nos minutos iniciais do segundo tempo conseguiram evitar que as deambulações dos homens da frente – Nani, Montero e Capel – continuassem a fazer a mossa que haviam provocado na primeira parte. Ao contrário, agora era a mobilidade de Tello e o acerto dos homens do miolo, com as saídas de Casemiro e Óliver e a entrada de Rúben Neves e o recuo de Quintero para o meio-campo, a fazerem o Sporting recuar um pouco.

Aos 51 minutos numa arrancada em fora-de-jogo de Jackson para a área contrária, este foi derrubado, aparentemente, por Maurício, não obstante o jogador portista ter forçado a queda. Aqui, neste lance, esteve o momento do jogo. Jackson, qual aprendiz de marcação de grandes penalidades, rematou muito denunciado para uma defesa fácil de Rui Patrício. Este lance, animicamente, abalou o FC Porto e galvanizou o Sporting para uma 2ª parte ainda mais dominadora. De repente, o Sporting viu-se catapultado para o êxito, assim fosse capaz de segurar tão importante vantagem. E conseguiu-o, sem se deixar encostar à área.

O FC Porto passou a jogar com o coração e sem norte. Passes errados, jogadas sem nexo a valer pelos rasgos individuais de Tello ou as aberturas de Quintero. Muito pouco para uma equipa que poderia e deveria produzir muito mais. Marcano de cabeça, aos 69 minutos, obrigou Rui Patrício à defesa da noite e Brahimi aos 82 minutos teve um remate a rasar o poste. Na resposta, o Sporting chegou ao 1-3. Numa desmarcação rápida de Slimani pela direita, este entrou na grande área, tirou Maicon do caminho, rematou, a bola tabelou nas pernas do defesa portista e do guarda-redes Andrés Fernandez e sobrou para Carrillo que só teve que encostar.

Os portistas ficam a lamentar o facto de terem sidos afastados da taça de Portugal. Uma opção de risco, de poupança e de rotatividade exagerada de jogadores, é um preço muito caro a pagar. O FC Porto acaba de perder a primeira prova da época muito precocemente. Tem um importante jogo na próxima 3ª feira frente ao Atlético de Bilbao mas será hora de Lopetegui deixar de rotatividades descabidas que, na minha opinião, ao contrário do que muita gente entende, tem muitas desvantagens: não se criam rotinas, não se adquirem automatismos e não se estabelece uma estrutura indispensável a um onze forte e consistente.




DECLARAÇÕES

Lopetegui: “Pequenos detalhes decidem jogos destes”

​Julen Lopetegui considerou que houve mais demérito do FC Porto do que mérito do Sporting na vitória dos lisboetas no Estádio do Dragão, em jogo da terceira eliminatória da Taça de Portugal. Manifestando tristeza pelo desfecho do desafio, o técnico espanhol aponta os erros individuais dos seus jogadores como o principal motivo para a derrota e afirma que estes têm de ser corrigidos o mais rápido possível.

“Mais tarde ou mais cedo teríamos de perder e, infelizmente, custou-nos uma eliminação. Cometemos erros em momentos decisivos e são esses pequenos detalhes que decidem jogos destes. Acho que houve mais demérito nosso na forma como sofremos os golos do que propriamente mérito do Sporting. Estamos tristes por ser eliminados de uma competição como a Taça de Portugal, mas o futebol é mesmo assim”, afirmou Julen Lopetegui na conferência de imprensa que se seguiu à partida com o Sporting.

Sublinhando os pormenores que fizeram a diferença no clássico, o treinador dos Dragões acredita que o FC Porto vai ser uma equipa mais forte num futuro próximo. “São jogos de pequenos detalhes, que no fim se tornam grandes. Temos de corrigir esses erros imediatamente. Para competirmos como queremos, e vamos competir sem dúvida alguma, temos de melhorar as coisas nas quais ainda falhamos. Criámos oportunidades de golo que não conseguimos concretizar. Temos de acertar mais e falhar menos, tanto na defesa como no ataque. Tenho a certeza de que vamos melhorar”.

Já com o pensamento na recepção ao Athletic Club (terça-feira, 19h45), da terceira jornada do Grupo H da UEFA Champions League, Julen Lopetegui lembra que esta foi a primeira derrota da temporada ao fim de três meses, ainda que esta tenha resultado numa eliminação prematura da Taça de Portugal. “Para nós, o jogo de terça-feira já começou. Vamos ter um jogo emocionante, contra uma grande equipa, e já estamos focados nele. No FC Porto há sempre pressão e é assim que tem de ser. Temos de trabalhar, analisar e melhorar. É o primeiro jogo que perdemos em três meses, mas estamos tristes por nos ter custado a eliminação de uma prova na qual alimentávamos legítimas ambições”.



RESUMO DO JOGO


Continuar a ler “PROTAGONISTAS DESGRAÇADOS.”...

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Tribunal O JOGO: FC PORTO-sporting, 1-3
Árbitro Principal: Jorge Sousa (Porto) / Assistentes: Bertino Miranda e Álvaro Mesquita / 4º Árbitro: Rui Oliveira




fonte: ojogo.pt e portistaforever.blogs.sapo.pt

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sábado, 18 de Outubro de 2014

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Chegou o dia de receber no nosso Dragão o clube que se auto-intitula como a maior potência desportiva de Portugal. As razões são no entanto um pouco desconhecidas de qualquer pessoa minimamente informada sobre o desporto português mas pronto, são pontos de vista!

É de facto um exercício curioso analisar o parco pecúlio que apresentam nos últimos anos em diferentes modalidades ou reflectir sobre “o mais de um século de histórias para contar” que, convenhamos, não é assim tão brilhante. Na verdade, e mesmo considerando que são de facto um dos maiores do desporto português, o Sporting nunca passou de um parente pobre de FC Porto e Benfica, com alguns fogachos de domínio nos primórdios do futebol, aos quais se juntaram uns anos de força no Andebol ou um breve período de sucesso no Hóquei em Patins. Na verdade e tirando o Atletismo, modalidade sobretudo individual e cujos grandes palcos são pisados com a camisola nacional, “as histórias para contar” resumem-se a isso mesmo, histórias e medalhas de participação e de quase sucesso, porque de títulos e glórias não há muito para falar.

Para ajudar à festa da ilusão colectiva temos a sempre citada frase do fundador: ‘Queremos que o Sporting seja um grande Clube, tão grande como os maiores da Europa’. Se eu critico a nossa utilização de um slogan como “A vencer desde 1893”, que não corresponde à verdade nem espelha o verdadeiro espírito do FC Porto (se fossem “apenas” as vitórias a sustentar o Clube ele teria desaparecido entre jejuns de 16 ou 19 anos, não?), o que dizer desta estupidez que eles repetem até à exaustão? Não, o desígnio do fundador não foi cumprido e deviam ter vergonha de o andar sempre a citar. Mas vergonha não abunda para aqueles lados, como sabemos...

Depois de mil e uma histórias de megalomanias e alucinações esverdeadas, quando pensávamos que depois de Jorge Gonçalves, Sousa Cintra, Santana Lopes, Dias da Cunha, Bettencourt ou Godinho Lopes já nada nos podia surpreender, lá apareceu o actual presidente, um tipo estranho, cujo final há-de ser bem triste. Sobre ele já AQUI ESCREVI há mais de 1 ano e não mudo uma vírgula: é pequeno, é mesquinho, não tem conteúdo, é uma reles cópia de tantos outros e será uma piada como Vale e Azevedo daqui a uns anos.

Tudo isto é verdade e não mudará aconteça o que acontecer mais logo, uma vez que num jogo de futebol tudo pode acontecer e pode obviamente cair para qualquer lado, mesmo sendo o FC Porto favorito por jogar em casa e por ter um plantel bastante superior ao do rival. Mesmo com uma derrota o FC Porto continuará a estar muito à frente do Sporting, da mesma forma que hoje ninguém quer saber que perdemos nas Antas para a Taça de Portugal dias antes de conquistar a Europa em Viena.

Mas por favor, 11 rapazes que vão lá para dentro, mais os eventuais 3 suplentes utilizados: hoje, a bem da nossa sanidade mental e do sossego de tanta gente que já não consegue aturar estes Brunos, Eduardos e quejandos, GANHEM! Ganhem bem, ganhem de forma convincente, façam esses gajos voltarem à terra deles com a corneta entupida, façam-nos passar mal nos 90 minutos! Ganhem por vocês e por nós, fundamentalmente por nós que estamos e estaremos cá para levar com todos estes invejosos, honrem a nossa história que dá uma GOLEADA na deles!

É dia de ajustar contas. É dia de mostrar quem manda dentro do campo, onde realmente interessa. Onze no campo e nós na bancada, vamos a eles Dragões!

Bom fim-de-semana e força PORTO!

Continuar a ler “LUTAR E GANHAR, COMO HABITUALMENTE!”...

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Julen Lopetegui considera que o FC Porto terá de fazer um "grande jogo" para seguir em frente na Taça de Portugal e ultrapassar o rival Sporting, que este sábado se desloca ao Estádio do Dragão (17h00), em partida da terceira eliminatória. Em conferência de imprensa, o técnico destacou a importância histórica da competição e revelou esperar um adversário "com muita intensidade".

"Acredito que teremos de fazer um jogo muito bom se queremos eliminar o Sporting e temos de focalizar as nossas atenções nisso. Amanhã será um jogo bonito, emocionante e exigente e a nossa vontade é fazer uma boa exibição frente ao nosso público e dar uma boa resposta", afirmou o técnico, no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival.

Lopetegui, que usou por várias vezes a expressão "mata-mata", não recusou perspectivar o encontro tendo como referência o último duelo entre as duas equipas, para a Liga portuguesa. O treinador não espera "grandes surpresas" em duas formações que têm "maneiras claras de entender o jogo": "O Sporting é uma equipa com muita intensidade e energia. É certo que nesse jogo marcou um golo cedo, mas espero um adversário na mesma linha. Creio que nos conhecemos muito bem e amanhã, quando começar o jogo, vamos tentar que as nossas armas superem as deles. Será um Sporting agressivo e pressionante, como habitual".

Após confessar que já tem um "onze" para o encontro na cabeça, Lopetegui declarou estar confortável face à "pressão de um jogo único", numa competição "bonita" e com uma componente histórica: "É verdade que é muito cedo para um confronto entre equipas que podem aspirar ao título, mas o sorteio assim quis. Queremos dar uma boa resposta e vamos preparar-nos bem, dentro das circunstâncias. Vamos ter de estar ao máximo nível para ultrapassar o Sporting".

As condicionantes específicas para este encontro prendem-se com a presença, nos últimos dias, de vários jogadores em compromissos das suas selecções. O treinador do FC Porto frisou que apenas conseguiu reunir o grupo nesta sexta-feira, mas "as circunstãncias não se podem mudar": "Temos de nos adaptar e procurar soluções. Não é fácil para os jogadores assimilar muitas coisas em pouco tempo, mas somos obrigados a isso. é um jogo demasiado bonito para não fazermos essas mudanças, vamos juntar forças e dar a resposta de que o encontro necessita e merece".

Lopetegui apenas se mostrou indisponível para comentar declarações de dirigentes do adversário: "O mais importante é o jogo, o futebol é uma festa e tem condimentos suficientes para não se dar relevo a coisas completamente secundárias".

fonte: fcporto.pt


LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Fabiano e Andrés Fernández
Defesas: Danilo, Maicon, Reyes, Marcano e José Angel
Médios: Casemiro, Rúben Neves, Herrera, Quintero e Óliver Torres
Avançados: Brahimi, Tello, Quaresma, Jackson, Adrián López e Aboubakar.

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capas da imprensa

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sexta-feira, 17 de Outubro de 2014

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O primeiro balanço é necessariamente positivo.

O plantel é vasto e muito equilibrado, JL demonstra personalidade e ambição, o estádio está de novo colorido e vibrante.

Mas não deixo de ter o seguinte pensamento.

Quando a equipa deu sinais de pretender arrancar a todo o gás e de estabilizar os seus processos, surgiu sempre alguma coisa, externa ou interna, que interrompeu esse início de ciclo que, à primeira vista, parecia inexorável.

Depois de ganhar ao Lille convincentemente, o FCP empata com o Guimarães; depois de metralhar o Bate Borisov, o FCP deixa-se empatar com o Boavista.

A onda que parecia formar-se no seio de um mar revolto e em turbilhão esfumou-se e bateu na areia já na forma de simples aglomerado de espuma, deixando-me na boca um sabor amargo e no espírito a ideia de que, com este plantel, com estes jogadores, com esta sincronização entre adeptos e equipa, era (tão...) possível fazer melhor.

Esperemos que à terceira seja de vez e que, após uma segunda parte que reputo de brilhante frente ao Braga, o FCP possa arrancar definitivamente para um ciclo positivo, de imposição natural do seu jogo, colocando os calimeros verdes no seu devido lugar.

Pedro Ferreira de Sousa

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AGENDA DRAGÃO: 17-Out a 23-Out

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quinta-feira, 16 de Outubro de 2014

FALSO DILEMA, OU NA PRÁTICA A TEORIA É OUTRA!?

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Sempre ouvi dizer que, na teoria é uma coisa, na prática é outra. De facto, existem duas maneiras básicas de se aprender: uma é com a prática, a outra é com a teoria. Noutras palavras, aprendermos com os nossos erros (prática) e/ou com os erros dos outros (teoria). O esperto aprende com seus próprios erros. O sábio aprende com os erros dos outros. Resumidamente, controle o seu destino antes que alguém o faça... ou mude antes de ser obrigado a mudar.

Vem tudo isto a propósito do muito que se falou (fala!) nas últimas semanas sobre o tema da rotatividade na equipa do FC Porto. Faz ou não sentido? Não querendo assumir o papel de advogado do Lopetegui, no plano teórico consigo fazer um esforço para tentar compreender o que pretende. Quer garantir que todos os jogadores estão motivados e prontos a entrar em campo a qualquer momento. Quer os jogadores com ritmo e habituados a ir jogando para que quando chamados possam corresponder. A época é longa e esta é uma forma de, desde cedo, começar a fazer a gestão da sobrecarga dos jogadores. Tem em perspetiva que nos momentos decisivos da temporada os jogadores estarão mais frescos. Simultaneamente, esta é também a solução encontrada pelo treinador para garantir a gestão dos egos e fazer com que todos se sintam titulares.

Se o futebol fosse apenas teoria tudo estaria bem. Mas o futebol na prática não é a régua e esquadro. O FC Porto revolucionou o plantel. Tem um novo treinador, um novo plano de jogo, novas ideias. Neste momento, considero que o foco deveria ser colocar a equipa a carburar no máximo, adquirir a velocidade de cruzeiro. E para que isso aconteça, é necessário criar rotinas e automatismos que só serão adquiridos com jogos. Com constantes alterações na equipa, corre-se o risco desses automatismos serem adquiridos muito tardiamente. E digo tardiamente, porque até lá, a equipa continuará a correr o risco de perder pontos, e com isso, hipotecar os seus principais objetivos: o campeonato e a passagem aos oitavos da Champions, pelo prestígio, mas acima de tudo, pela componente financeira. De que servirá ter em Março uma equipa fresca como uma alface se já estiver irremediavelmente afastada dos seus objetivos?

Há que criar equipa rapidamente. Criar uma equipa base com as tais rotinas e automatismos. Até para dizer aos que forem ficando de fora “estão a ver o que eu quero?”. Tem de funcionar como uma máquina que tem de ser oleada, e onde cada jogador é uma peça dessa máquina. Os que estiverem de fora, quando entrarem, terão de replicar ou superar o desempenho do jogador que foram substituir na equipa. Mas antes, estiveram de fora a ver o que é suposto ser feito. Terão uma referência. Neste momento, não existe essa referência, dado que a equipa ainda estará a 60% do seu potencial. Recursos não faltam, urge colocar a equipa a jogar.

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quarta-feira, 15 de Outubro de 2014

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"Dúvida? Não, mas luz, realidade,
E sonho que na luta amadurece:
O de tornar maior esta cidade
Eis o desejo que traduz a prece.
Só quem não sente o ardor da juventude poderá vê-la de olhos descuidados,
Porto - palavra exacta, nunca ilude
Renasce nela a ala dos namorados.
Deram tudo por nós esses atletas
Seu trajo tem a cor das próprias veias e a brancura das asas dos poetas
Ó fé de que andam as nossas almas cheias
Não há derrotas quando é firme o passo
Ninguém fala em perder, ninguém recua
E a mocidade invicta em cada abraço,
A si mais nos estreita: a pátria é sua!
E de hora a hora cresce o baluarte
Vejo a Torre dos Clérigos às vezes
Um anjo dá sinal quando ele parte
São sempre heróis, são sempre portugueses
E azul e branca essa bandeira avança
Azul, branca indomável, imortal
Como não pôr no Porto uma esperança
Se “daqui houve nome Portugal”?"

Pedro Homem de Mello

Com muito respeito por todos... PORTO, É PORTO.

Tenho sido criticado por muitas vezes referir que existe uma diferenciação entre o portista nascido e crescido na cidade invicta de outros nascidos fora da mui nobre e sempre leal.

Não querendo criar em semana de clássico qualquer tipo de "separação" entre os adeptos do FC Porto tenho, sou obrigado, a dizer que é substancialmente diferente ser do FCPorto e ter nascido e crescido na mui nobre e sempre leal Invicta, do que ser do FC Porto e nascido em outro ponto do país, na capital se quiserem...!

Se é verdade que os adeptos portistas nascidos fora do Porto, nomeadamente em Lisboa, foram "obrigados" no dia-a-dia a gladiarem-se, nos recreios das escolas, nos encontros entre amigos, nas ruas, pugnando pela defesa do seu clube, também é verdade que nestes últimos anos, o clube lhes deu muitos motivos de gozo e tornaram esse "penoso" dia-a-dia muito melhor.

Será uma "luta" diária. Um sofrimento atroz ter uma rua para festejar os títulos, e tantos que foram! Mas também terá com certeza as suas vantagens. Trabalhar na capital depois de um golo do Kelvin, depois de mais uma final perdida por eles, alguns, até na própria casa. Ir para a escola e rir com o gajo que leva a camisola vermelha do "Cebola", o seu "herói", ou então do "Deco" e "Maniche", é algo que dará com certeza um gozo especial.

Atenção que sei o que falo, eu sei o que é estar longe das ruas das Antas, porque eu também sei o que é o que é ter que fazer 600 km sempre que o Porto joga no Dragão para poder estar 90 minutos junto dos meus, dos nossos, de nós, EM MINHA CASA. Mas, aparte disso, sinto também falta dos Clérigos, da Ribeira, da nossa pronúncia como musica diária para os ouvidos.

O que os adeptos portistas que não nasceram e viveram no Porto não percebem, ou antes, percebem mas não sentem, é que cada golo conquistado, cada campeonato ganho, cada beijo no símbolo significa mais, muito mais, do que uma vitória num jogo de futebol e ou campeonato.

Significa o fogo de artifício de S. João ao som dos GNR na "Pronuncia do Norte", o "Porto Sentido" de Rui Veloso e o "Vinho do Porto" de Donna Maria.

Representa a luta de uma região contra o centralismo. Sim, o centralismo. "Lá vimos nós com este chavão"? Não. Infelizmente, é a realidade!

Em 2012, lia-se a seguinte noticia no Jornal de Noticias: "Segundo avança a edição de hoje do Jornal de Notícias, a quantia dada pela Comissão Europeia às regiões mais pobres de Portugal será investida em Lisboa, ao abrigo das execpções às regras dos fundos comunitários. Assim, em Junho deste ano, os fundos destinados ao Norte, Centro e Alentejo, e que serão contabilizados como se lá tivessem sido gastos, serão investidos na capital do País."

Em outra noticia poderia ler-se: "O governo quer desviar os fundos comunitários destinados às ligações em alta velocidade ferroviária (TGV) Lisboa/Porto e Porto/Vigo para financiar a terceira travessia do Tejo. A intenção, manifestada pelo secretário de Estado dos Transportes, Correia da Fonseca, tem dois objectivos: reforçar os fundos públicos para a ponte Chelas/Barreiro e evitar a perda dos incentivos comunitários que tinham sido atribuídos às linhas de TGV que o executivo adiou por dois anos para reduzir a despesa. O plano suscitou já a reacção indignada do presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, em declarações ao i: "Seria o cúmulo". Ainda ontem, lembra o autarca, "pediram enormes sacrifícios aos portugueses, contra até o que tinham dito anteriormente, e, a ser assim, esses sacrifícios não seriam afinal para equilibrar as contas públicas, mas antes para pagar a nova ponte do Tejo. É de um ridículo tal que não pode ser mesmo verdade".

E o QREN? "Cerca de 1500 milhões de euros os fundos do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) destinados ao Norte foram desviados para “projectos totalmente localizados em Lisboa” - lembrava o presidente da Camara do Porto na altura, Rui Rio.

Exemplos com estes, "de ontem", ainda os há hoje, como havia no tempo da outra senhora.

Vejam bem. "No antigamente", para ser reconhecido o estatuto de Federação Desportiva com interesse público, uma das condições era que a sede da Federação fosse em Lisboa!

Ser do FCPorto enquanto adepto, sócio, simpatizante será de respeitar. Será de aplaudir. Mas esse "portismo" assume toda uma nova realidade quando a par desta paixão, há o sentimento de ser do Porto, da cidade do Porto. Aquela é a "nossa seleção", o "nosso exercito". Aqueles jogadores têm que representar a garra, a luta, a paixão, o querer, a raça da região.

A região que nunca virará a cara à luta.
A região que passando por todas as dificuldades e sem facilidades dos outros, quer para si mais e melhor.
A região que independentemente de compadrios, luta pela valorização e dignificação a partir do trabalho.
A região que mais vê os seus partir e que mais vezes pronuncia a palavra saudade.
A região que mais forma "Dr.s" e menos retorno tem.
A região que chora a cada partida, a cada regresso, a cada família que dia a dia ouve um "está difícil, aqui no Porto não se passa nada, Lisboa é o centro de tudo... vamos ter que fechar".
A região que produz para que os outros gastem.
A região que vê os amigos de gerações apenas se juntarem no Natal.

Não seremos a região esquecida. Não nos deixaremos cair no marasmo.
Seremos mais e melhor.
Seremos PORTO.
E o FCPORTO é o exponencial desse nosso sentimento.
Não confundam as coisas. Quero um FCPorto internacional, sem barreiras, sem fronteiras. Mas não podemos esquecer as nossas origens. Aceitar e compreender as origens é uma obrigação.

A gritar Porto, somos todos iguais. A sentir Porto, seremos ou não.
Compreendam o que digo.
Porque sei o que falo e digo.

Sei, porque este centralismo estúpido, me faz de quinze em quinze dias fazer 300 km para ir à minha casa (outros 300km para voltar), ao Porto, ir à minha cidade, ir ao meu estádio, ir ter com a minha família.
Sei, porque este centralismo ridículo, obriga-me a estar numa cidade que não me diz nada.
Sei porque este centralismo colonial, obriga-me a ter que deixar aqueles que me viram crescer para ter condições de vida.
Sei, porque este centralismo obsceno, obriga-me a estar onde não quero. A lutar para voltar.
Sei, porque este centralismo mentecapto, obriga-me a perder o meu Porto, a minha cidade, o meu clube.

Podem levar tudo, podem vir com libras, podem insinuar que estamos mais fracos, mas há algo que não nos tiram, há algo que não é "comprável", algo que não é atingível.
A nossa mística e o orgulho em ser do Porto.
Isso nenhum dinheiro rouba. Nenhum intelectual percebe. Nenhum comentador relata. É algo que nasce connosco, que nasce de quem percorreu as ruas do Porto, alguém que vive o Porto, alguém que tem orgulho em manter a sua pronuncia, alguém que tem no seu Bilhete de Identidade algo imutável; a NATURALIDADE.
Sou do Porto, serei do Porto hoje e sempre

E SEI QUE ACONTEÇA O O QUE ACONTECER, O PORTO, O F.C. PORTO VAI ESTAR LÁ PARA VINGAR TODOS AQUELES QUE, COMO EU, TÊM QUE DEIXAR A SUA CIDADE.

ESTE ANO VAMOS GANHAR NOVAMENTE.

VAMOS GANHAR O CAMPEONATO.

VAMOS SER NOVAMENTE CAMPEÕES.

PS: O meu clube tem o nome de uma "simples" cidade, dizem uns. O que eles não sonham, é o orgulho que é envergar esse nome e essa CIDADE!

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terça-feira, 14 de Outubro de 2014

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O início desta crónica, serve para informar os adeptos do FC Porto do autêntico roubo que António Trinca tentou fazer ao ANDEBOL do FC Porto em Braga, com Miguel Guilherme a querer fazer algo parecido ao HÓQUEI azul e branco em Almeirim. Não conseguiram, nem um, nem outro, pois a garra e a alma do Dragão foram enormes, e seguraram estas duas importantes vitórias. Mas ficou o aviso. Depois dos roubos em Guimarães e em Alvalade no futebol, seguem-se as modalidades de pavilhão.

Muitos se calam, mas o blogBPc estará sempre aqui a defender o FC Porto, doa a quem doer!



ANDEBOL
(1º FC Porto-18p e 6j; 2º scp-14p e 5j; 3º slb-13p e 5j; 4º abc-12p e 5j)
  • FC PORTO 32-21 maia ismai
No jogo da passada 4ª feira, antecipado, o Ismai de Ricardo Costa ainda deu réplica assinalável até aos 42m (perdia por 3), mas depois, o Porto acelerou e ganhou por números tranquilos, com Ricardo Moreira a apontar 7 golos, devendo-se destacar ainda Gilberto e Salina com 5 golos cada. Vitória clara e muito importante que surgiu um dia depois do sporting ter escandalosamente escorregado na Horta (27-27).
  • abc braga 23-26 FC PORTO
Grande jogo de andebol no Sá Leite em Braga, onde também marquei presença na tarde do último sábado. O ABC chegou aos 4-1 e 6-2, mas o Porto nunca se desuniu e depois de se encontrar a perder a meio da 1ª parte por 9-7, conseguiu uma fantástica reviravolta, indo para o intervalo a vencer por 11-13, com um parcial soberbo de 2-6 que quase emudeceu o Sá Leite.

Já nesta fase, se podia observar o esforço de um dos árbitros (Trinca) para que o Porto “não saísse vivo” de Braga e por isso, a ridícula expulsão de Alexis (ainda por cima apreendeu-lhe a CIPA e por isso o cubano vai ter castigo), acaba por desmascarar a má fé do confesso adepto do benfica via facebook.

Na 2ª parte, Obradovic e os seus guerreiros, continuaram a encontrar dificuldades extra e por isso não é de estranhar que o Porto tenha atuado 14 minutos em inferioridade contra apenas 6 do ABC. O jogo esteve equilibrado, mas entre os 40 e os 46 minutos, o hexacampeão conseguiu passar de 18-19 para 18-22. Os adeptos do Porto estavam deliciados, mas a dupla de arbitragem (e a mesa também) perdeu a cabeça e deixou o Porto a jogar com menos 2, depois do azul a Obradovic e da expulsão (outra vez inventada) de Landim.

Contra tudo e todos, o Porto foi-se aguentando e chegou vivo aos 56 minutos com 23-24. Foi aí que Hugo Santos ganhou o jogo com um golo oportuno e tremendamente importante que depois de Laurentino fazer mais uma defesa (11 no total em brilhante exibição), ainda sobrou tempo para Nuno Roque fechar as contas em 23-26.

Grande jogo, grande vitória, grande união da equipa, muita alma, muita entreajuda de um Porto que dá gosto ver jogar, seja lá onde for. Laurentino foi imperial (substituiu magnificamente Quintana que entrou de início), Moreira, o capitão, esteve soberbo com 6 golos, tantos quantos marcou Gilberto Duarte. Depois, Nuno Roque, um central de alto nível que neste jogo foi fulcral no jogo dinâmico que ele e Morales conseguiram dar cabo da defensiva bracarense (Roque marcou 5 e Morales 4). Nuno Gonçalves e Sallina (1 golo) foram enormes na defesa, com grande jogo também do ponta Hugo Santos (2 golos). Os outros golos foram de Alexis e Landim (um cada) que também estavam em plano positivo antes das desqualificações.
  • Próximos jogos
Agora, segue-se uma pausa, já que o próximo jogo do FC Porto é a 5/11 na madeira. O dragão segue já isolado no topo e é a única equipa que ainda não perdeu qualquer ponto (6 jogos e 6 vitórias)!



HÓQUEI EM PATINS
(1º FC Porto-6p e 2j e+10; 2º slb-6p e 2j e+8; 3º Turquel-6p e 2j e+5; 4ª barcelos-6p e 2j e+3)
  • tigres 5-6 FC PORTO
No hóquei, os dragões venceram em Almeirim à tangente, mas o essencial eram mesmo os 3 pontos, pois a equipa ainda jogou sem Jorge Silva e Reinaldo, num jogo em que voltou a reencontrar o árbitro Miguel Guilherme que continua o seu festival de prejuízos ao FC Porto. Basta recordar que mesmo neste desafio, 4 dos 5 golos dos locais foram de bola parada.

Pedro Moreira, Barreiros e Caio levaram o Porto até aos 0-3, mas os locais reagiram e reduziram para 2-3. Vítor Hugo apontou o 2-4, mas mesmo no limite do intervalo, Tó Neves levou azul e os locais marcaram o 3-4. Pedro Moreira na 2ª parte fez o 3-5, mas mais um livre direto para o Tigres acabou por dar origem ao 4-5. Caio fez o 4-6. A 2 minutos do fim, mais um azul ao Porto (Hélder Nunes) com os locais a aproveitarem a 4ª bola parada e o 5-6 no marcador.

O Porto lá se aguentou, mas custa muito defrontar esta dupla de arbitragem que ainda no último fim de semana, na luz, marcou 2 penaltys forçados para que o benfica vencesse o sporting.
  • Próximos jogos
No próximo sábado, pelas 14h30 (antes do clássico em futebol para a taça), o Porto estreia-se na liga europeia recebendo os Italianos do Valdagno. O jogo do campeonato com a Oliveirense passou para dia 22Out no dragãozinho, pelas 21horas.



BASQUETEBOL
(FCP Dragon force na final four do T.A.Pratas no Concelho de Soure em Coimbra dias 18 e 19)

No basquetebol, os dragões bateram fora o Vasco por 59-72 e em casa o Guifões por 75-37. Com estas duas vitórias (nos 2 primeiros jogos oficiais), o FC Porto apurou-se para a final four do troféu António Pratas/proliga.
  • vasco da gama 59-72 FCP DRAGON FORCE
No jogo de sábado, os dragões ainda sofreram (33-33 ao intervalo), mas acabaram por ganhar com toda a justiça, com Miguel Queiroz a apontar 16 pontos, seguido de Ferran Ventura com 14, e João Torrié com 9, respectivamente.

  • FCP DRAGON FORCE 75-37 guifões
No jogo de domingo, bem mais fácil, os dragões cedo se impuseram (42-17 ao intervalo), tendo ganho por números claros, com Ferran Ventura a apontar 11 pontos, seguido de um quarteto com 10 (António Monteiro, João Fernandes, João Gallina e João Grosso).
  • Próximos jogos
Na final-four que se vai disputar sábado e domingo em Granja do Ulmeiro (Soure, Coimbra), o FC Porto Dragon Force vai defrontar na meia-final o Atlético (sábado 17h), e caso vença, jogará a final no domingo, pelas 16h00, contra Esgueira ou Ginásio.



Um abraço do Lucho.

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RESULTADOS DRAGÃO: 06-Out a 12-Out

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segunda-feira, 13 de Outubro de 2014

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Aproveitando mais uma secante e irritante paragem das competições de clubes para dar lugar à brincadeira das seleções (o melhor negócio do mundo, mão-de-obra paga por outros totalmente ao nosso dispor), o tempo agora é fazer um balanço do que têm sido os 3 meses e meio de trabalho de JL e da equipa do FC Porto.

Em minha opinião, o balanço que é possível fazer até agora tem claramente mais aspetos positivos que negativos. Nota-se que existe uma ideia de jogo, um modelo que se pretende implementar, que os jogadores em campo não se comportam como elementos isolados entre si e também se nota que existe matéria-prima em quantidade suficiente para quando o modelo de jogo estiver melhor absorvido as coisas caminhem num rumo totalmente diferente daquilo que foi o pesadelo a que se assistiu na época passada.

Em termos de contratações efetuadas esta época, a melhor caracterização que posso fazer é que até agora não se têm ouvidos muitos gritos quer de adeptos, quer da comunicação social histérica e sedenta de sangue em relação aos valores pagos por alguns jogadores. Até agora, ainda não ouvi muita gente relembrar os quase 8 milhões de € pagos por Martins Indi, os 2M€ pagos pelo empréstimo de Tello ou os 6,5 M€ desembolsados para a aquisição de Brahimi. Parece que a SAD “incompetente e tresloucada que não acertou uma contratação no ano passado”, este ano até parece ter acertado em algumas coisas. Mas claro, quando a SAD acerta, mais do que valorizar o seu trabalho (que é sempre logo visto como “seguidismo cego”) aponta-se logo as baterias ao treinador e grita-se alto e bom som: “com estes craques, o treinador tem a total obrigação de limpar tudo”. Há sempre um aspeto negativo da coisa.

É, por isso, impossível não destacar positivamente o desempenho de algumas contratações novas, alguns deles jogadores muito jovens ainda sem larga experiência na alta-roda do futebol europeu. Destaco:

Brahimi, um craque dos pés à cabeça. Excelente no um contra um, muito criativo no jogo ofensivo, era de um jogador destes que estávamos a precisar como de “pão para a boca”. Mantendo o nível que tem apresentado neste início de época, tornar-se-á imperioso recomprar parte do passe que entretanto foi vendido a um fundo;

Martins Indi, até agora não me lembro de nenhum erro grave do holandês que tenha dado golo ou uma situação de perigo iminente. É o melhor elogio que lhe posso fazer. Certinho nas ações defensivos, tem uma enorme margem de progressão, pode tornar-se em mais um caso de sucesso no excelente histórico de defesas-centrais que acumulamos nas últimas décadas (o sector em que a qualidade menos tem oscilado de ano para ano).

Oliver, a jogar na posição que me parece servir melhor as suas características, isto é, médio de transição ofensiva à frente do trinco, pode ser um caso sério do futebol mundial. Técnica apuradíssima e um sentido tático excelente têm permitido a Oliver ser dos mais indiscutíveis para JL. O erro de Lviv... algo para nunca mais repetir!

Tello, já são várias as assistências para golo, o jogador que de longe se destaca mais neste particular. Tem uma rapidez estonteante mas precisa definir melhor as jogadas. Creio que irá ser um elemento preponderante na manobra ofensiva da equipa num futuro muito próximo, porque aquilo que se viu ate agora (e já se viram coisas muito boas) é apenas e só o começo.

Os próximos desafios são em competições a eliminar. É muito importante o jogo da taça, pois permite a eliminação de um rival direto, com as consequências psicológicas que daí advêm sempre para quem perde. Na Champions League, o jogo no Dragão com o Bilbau permitirá tornar muito mais confortável a nossa situação na competição.

NOTA OFF-TOPIC: Já atingiu o nível de doença mental o ladrar de um determinado “cãozinho” sem a respetiva resposta. O “cão” ladra, ladra, ladra, mas ninguém lhe responde. O “cão” continua a ladrar, pede encarecidamente que alguém lhe responda, e nada. O “cão” entra no reino da imaginação, inventa coisas, insulta todos, dispara para todos os lados, mas continua constantemente a falar sozinho. Recorrendo a uma metáfora, se um condutor passa todos os dias numa rua e todos os dias à mesma hora um “cão” lhe ladra constantemente e se aproxima do carro (um jipe de alta cilindrada cem vezes maior que o “cão”), tentando do “alto” da sua insignificância perturbar o caminho desse jipe, só há duas hipóteses: ou esse condutor ignora todos os dias o “cão”, passando-lhe ao lado e seguindo o seu caminho... ou chega ao dia em que farto do seu irritante ladrar, perde a paciência e atropela o canídeo sem dó nem piedade, rebentando-lhe a cabeça e passando o carro 2 e 3 vezes por cima até não restar matéria física do animal, a não ser uma enorme poça de sangue. O “cão” voltará a ladrar no dia 18 de outubro. Há a hipótese desse “cão” ser atropelado sem apelo nem agravo no sítio mais apropriado para isso! Tal como outros “cães” já o foram em pleno galinheiro (5/0), em pelo Dragão (5/0), em Bremen (5/0) e tantos outros. Ao longo destes últimos 30 anos, temos sido especialistas em atropelamentos sem apelo nem agravo a quem nos provoca. Era uma boa altura para o fazer de novo.

Continuar a ler “BALANÇO DO TRIMESTRE… E UM "CÃOZINHO"”...

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