sábado, 21 de Novembro de 2009

Na véspera do desafio entre Oliveirense e FC Porto, da quarta eliminatória da Taça de Portugal, o treinador Jesualdo Ferreira garantiu que os Dragões não vão facilitar, face a um adversário de um escalão inferior. «Vamos a Oliveira de Azeméis para ganhar e seguir em frente na Taça, até porque se trata de um jogo em que não há recuperação possível», garantiu.

Condições difíceis
O técnico referiu-se às condições difíceis que o FC Porto vai encontrar no Estádio Carlos Osório: «Não tem condições para um jogo entre uma equipa da Honra e outra da Primeira Liga. A festa da Taça poderá não acontecer. Ninguém se vai sentir bem, com todo o respeito pela Oliveirense e pela sua massa associativa. Trata-se de um estádio em que vai jogar o F.C. Porto, tetracampeão, representante legítimo do futebol Português na Champions League. Criticámos a FIFA por ter permitido que se realizasse o jogo de Portugal com a Bósnia naquele palco. Agora, não mexeram uma palha para que o encontro se realizasse num estádio melhor, onde se assistisse a um bom jogo. Certamente ninguém pode esperar um bom espectáculo».

Gestão de recursos
Jesualdo Ferreira assegurou ainda que o «onze» portista será aquele que apresentar «melhores condições» para triunfar: «Poupança não existe, existe uma gestão clara dos recursos de que dispomos neste momento. Temos um grupo há 15 dias a treinar muito bem, atletas que recuperaram de lesões e a precisar de jogar, outros que vieram das selecções. Vamos formar uma equipa competitiva e capaz de ganhar o jogo».

Superação diária
O grande objectivo do FC Porto é «ser mais forte» no dia-a-dia: «A nossa vida tem sido sempre assim. Nos últimos três anos e meio temos estado sempre por cima. Vencemos a Supertaça e passámos aos oitavos da Liga dos Campeões, são dois objectivos cumpridos. No campeonato faltam 20 jogos, ainda não perdemos nada e podemos ganhar tudo. No momento, o nosso objectivo é ganhar jogo a jogo». Jesualdo Ferreira congratulou-se ainda com a presença de vários futebolistas portistas nas respectivas selecções nacionais: «A janela de promoção dos jogadores é a equipa do FC Porto, que será sempre a base de trabalho deles».

LISTA DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Beto e Nuno.
Defesas: Nuno André Coelho, Adboulaye, Maicon, Rolando e Sapunaru.
Médios: Prediger, Guarín, Tomás Costa, Belluschi, Valeri e Cristian Rodriguez.
Avançados: Mariano, Varela, Yero, Farías e Falcão.

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Publicada por bLuE bOy Categoria:

a publicar, logo que disponiveis

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sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

ADEMIR

Publicada por Dragão66 Categoria: ,

Lembro hoje mais um jogador fundamental na conquista do Campeonato Nacional da época 1977/78 quando recuperamos o título depois de 19 anos sem o ganhar.

Ademir Vieira nasceu a 21 de Outubro de 1951 em São Paulo, no Brasil. Começou a jogar no Santo André e em 1972 chega a Portugal para jogar no Olhanense tendo ajudado este clube a subir à 1ª Divisão na época de 1972/73.

As suas exibições no Olhanense valeram-lhe o interesse dos 2 principais clubes de Lisboa, do Guimarães e do Porto que, na época de 75/76 consegue a sua contratação. Ademir era um médio organizador de jogo com um magnífico remate sendo muitas vezes utilizado como avançado dada a sua apetência pelo golo. O seu primeiro ordenado no Porto terá a sido a impressionante soma de 22.500 escudos (cerca de 110€). Nas duas primeiras épocas foi pouco utilizado primeiro porque o F. C. Porto tinha como organizador de jogo aquele que foi, e ainda é, por muitos considerado o melhor estrangeiro que alguma vez passou pelo futebol português – Teófilo Cubillas e depois quer por opção do treinador quer devido a algumas lesões que o afectaram.

Só quase a meio da época de 1977/78 Ademir consegue ganhar definitivamente o lugar no meio campo do Porto onde jogou com Rodolfo, Octávio (entre outros) servindo Oliveira, Duda e Gomes na frente. Apesar de jogar sobre o meio campo e de não ter sido opção no princípio da época, Ademir ainda foi a tempo de fazer 12 golos nessa temporada. Não foi um jogador muito famoso e, mesmo entre os adeptos portistas, muitos não se lembrarão sequer dele. No entanto, eu lembro-me bem de Ademir e de como foi importante para a conquista desse campeonato numa luta palmo a palmo com o Benfica. Terminámos com o mesmo número de pontos dos vermelhos, que não perderam nenhum jogo nesse ano, mas tivemos uma melhor diferença de golos. O Porto de Pedroto era uma máquina de marcar golos tendo marcado mais 25 golos do que o Benfica.

O seu golo mais famoso foi o do decisivo Porto – Benfica nessa época 1977/78 com o jogo a começar praticamente com um auto golo de Simões e o Porto a andar o jogo todo atrás do empate que lhe dava a vantagem no campeonato. Conseguiu-o já muito perto fim (aos 83 minutos) num remate de fora da área na recarga a um livre apontado também por ele com a bola a entrar bem no canto e as bancadas a explodirem. Eu estava lá e lembro-me muito bem do sofrimento nesse jogo e da alegria que foi o golo do empate. No entanto, houve um outro golo que me marcou que foi em Braga (1977/78 e onde também estive) em que o Porto perdia a cerca de 10 minutos do fim e deu a volta ao jogo com outro golo de Ademir (o outro penso que foi do Gomes) empurrando o Porto para a vitória por 2-1 e marcando o início da arrancada decisiva rumo ao título.

No fim dessa época de 1977/78 Ademir assina pelo Boavista (aliás já tinha assinado na altura em que não era titular) mas, curiosamente, nunca chega a jogar pelo Boavista pois é imediatamente transferido para o Celta de Vigo. Conta a história que os emissários do Celta de Vigo vieram ao Porto ver o último jogo do campeonato – Porto- Braga – para verem o avançado do Braga, Chico Gordo, mas devido à grande exibição de Ademir, viraram-se imediatamente para este e, no dia seguinte, estava em Vigo a fazer os testes médicos. Pedroto ainda tentou o seu regresso ao Porto mas Ademir manteve-se em Vigo durante 5 épocas.

Em 1983, regressou ao Olhanense, passou pelo Louletano e terminou no Imortal em 1987. Penso que ainda hoje se mantém por Olhão onde tem uma escola de futebol em parceria com o Olhanense.

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São os votos da Heliantia, Pedro Porto, Paulo Pereira, PortoMaravilha, Tripeiro, Sevilha03, Sodani, MrCosmos, Dragão Soul, Fokinha, Dragão 66, bLuE bOy, Lucho, João Rocha, Bruno Rocha, RCBC, Bluelife, Teixeira e o Zinho.

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Pá, amigo Estilhaço, entaue, é assim: o Tonê, manda dizer que tem lá paciencia, e essas merdas todas e tal, mas que pronto, por muito que quisese-mos, nois não encontraBa-mos Bideos melhor que este, e que contigo se poussa identifica-re.

E tuê, eu já num sei, o que nois sabemos e o culatra confirma na sua agenda da deusa afrodite, é que os milhares da clientela ca da casa só tem oportunidade de ber esta perola de filme darromba, pelas suas contas, e uma bez por ano.

E hoje eí o dia da matine M18. Portanto, siga o remaque! picái o play.

PS: o Rato pede para te deixar aqui os parabéns. E que na próxima cena do filme te recompensa pela falta de comparencia de ultimamente, que tu sabias do que ele estaba a falarê... Entregues!

PS2: Se bires por ai o Bino, manda-o logo ir pra casa, aquilo é um perigo solto, e oubiu dizer que no teu quarto há bonecas insufláveis... eu não me asujeitaba, que les já sabes como é zarolho do buraco.

E siga a festa!

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quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

É com um tremendo timing que, pela terceira nesta época, a Calçada volta a entrar em cena em semana de selecção. Dizem que à terceira é de vez, dito popular, que se reveste de uma tremenda e irrepreensível razão, pois esta mera casualidade, ou coincidência se assim preferirem, foi sinónimo de êxito e culminou com o apuramento dos pupilos portugueses, com especial atenção para os draconianos, confirmando a presença da Selecção Nacional no Mundial da África do Sul do próximo ano.

Mas deixando o tema da Selecção para mais adiante, mas continuando como que na senda das coincidências, a primeira pedra da calçada, esta semana, vai para o treinador do FCP, Jesualdo Ferreira. Quem e como é, afinal de contas o treinador do Futebol Clube do Porto?

O professor é, aparentemente, um homem dado a poucas palavras, cauteloso, teimoso e de convicções próprias. Manuel Jesualdo Ferreira chegou ao Dragão corria o ano de 2006, de forma algo repentina, o bom trabalho desenvolvido no S. C. Braga levou-o até ao Boavista, no defeso desse ano, mas a rescisão de Co Adriaanse no Futebol Clube do Porto, fez com que Jesualdo rapidamente trocasse o clube do Bessa pelos Azuis e Brancos, assinando por duas épocas, que com a conquista de títulos já vão em quatro. Com um curso de Desporto no curriculum vitae inicia a sua aventura como treinador em clubes de visibilidade pequena, tendo uma passagem de cinco anos, entre 1996 e 2000, pelas formações das selecções portuguesas mais novas (Sub-21).

Como refere o início deste primeiro tema, "continuando na senda das coincidências", e aproveitando para reformular, "e das comparações", Jesualdo é para mim, aquilo que Fernando Santos já foi no FCP. E as coincidências entres estes são por demais, senão atentemos: Tanto Fernando Santos como Jesualdo nunca foram unânimes, nem partilharam de um só público, fosse nas Antas, seja agora no Dragão, mas sim dos que lhes assobiam e dos que lhes aplaudem; ambos têm uma preferência clubística que não é a azul e branca; ambos conquistaram, no mesmo período de tempo (em três anos), cinco títulos no FCP, sendo que Fernando Santos conquistou um título nacional (1998-99, ficando conhecido como o engenheiro do Penta), duas taças de Portugal e duas Supertaças, enquanto Jesualdo foi Tricampeão nacional (de 2006 a 09), vencedor de uma taça de Portugal (2008-09) e uma Supertaça (2008-09); e ambos possuem uma característica que a torna, a meu ver, na maior coincidência entre os dois, que é a sua fraca leitura de jogo, que quase sempre contava com uma estrelinha da sorte (com especial incidência nas substituições), que permitia que no fim de cada jogo e consequente vitória o discurso fosse virado para o êxito táctico em prol do visível medo e passividade perante uma má exibição, com que por vezes cada jogo era e é encarado. Com uma diferença temporal de cerca de dez anos, o adjectivo que usava naquela altura, em conversas de café, e que uso, agora, e que me melhor se encaixa para descrever os dois técnicos, usando e pedindo desculpa pelo uso do vernáculo, é o de serem "cagões"! Tanto com um como com outro, quase sempre houve uma altura, em que a estrelinha de campeão se sobrepôs ao seu valor profissional enquanto treinadores, talvez mais vezes do que o desejado.

É claro que a sorte também se procura e, esta, cada vez faz mais parte dos campeões, mas prefiro ganhar com trabalho e estrelinha de campeão do que ganhar com estrelinha de campeão e, só depois, com trabalho. Não está em causa, o trabalho, permanente, de reajustamento de plantel, efectuado ao longo destes três anos e meio, nem tão pouco que os títulos conquistados por Jesualdo ao serviço do FCP, foram ganhos por acaso. É claro que todos eles têm o seu cunho pessoal, e o sucesso do FCP também se deve ao professor, mas penso que ao fim deste tempo todo, está patente que o seu percurso enquanto treinador principal do FCP está esgotado, está apático e estático e sem evolução aparente. O seu lote, limitado, de escolhas (por opção própria), pouco pode acrescentar e melhorar significativamente o modo como de abordagem aos jogos. Não chega ter um treinador que escolhe e pede reforços, de modo a colmatar as saídas (anuais) dos nossos melhores jogadores, para depois não aproveitar e explorar ao máximo as características de cada um destes que chega, e encaixá-los na equipa; acabando por escolher os que são melhores individualmente, mas que não resultam colectivamente, ou os seus jogadores fetiches, em detrimento de jogadores importantes de equipa e ainda com oportunidades para se mostrarem, no banco. Isto leva a retirar uma importante conclusão, de que ou foram tremendo erros de casting ou já não é Jesualdo a escolher quem quer para reformular a equipa.

Defendo a continuidade de Jesualdo no FCP sim, mas no plano da formação das equipas mais jovens, fazendo a transição das camadas jovens para os seniores, à semelhança daquilo que fazia na selecção dos Sub-21, pois aí sim é importante que os mais novos aprendam os processos técnico-tácticos que o professor tanto apregoa.

Passando agora, para aquele que é o segundo tema da calçada desta semana, a Selecção Nacional, e aproveitando que o tempo é de festejos, faço menção para um pequeno exercício de memória, onde comparo e aponto para uma ligação directa entre o sucesso do FCP e os resultados obtidos das nossas selecções ao longo dos últimos quinze a vinte anos. Se é certo, que nas últimas duas décadas, o Porto tem dominado as competições internas, as boas prestações da nossa Selecção, embora sem títulos, nos Euros 96, 2000, 2004, 2008 e nos Mundiais de 2002 e 2006, fazem-me crer que este "sucesso" está como que intimamente ligado.

Quantos de nós já deram por si a pensar que a espinha dorsal da Selecção Nacional é quase sempre composta pelos jogadores que alinharam e alinham no FCP. Mourinho disse-o no primeiro jogo do Euro em Portugal, que só com os seus jogadores, aquela equipa seria capaz de chegar à final, o que se veio a confirmar. E se há quem não o queira admitir, vejamos alguns nomes (mais importantes) que constituíram ao longo destes anos, os onzes da nossa selecção. Nomes como Vítor Baía, Jorge Costa, Fernando Couto, Ricardo Silva, Ricardo Carvalho, Ricardo Costa, Pepe, Bruno Alves, Rolando, Bosingwa, Nuno Valente, Paulinho Santos, Costinha, Maniche, Deco, Pedro Mendes, Raul Meireles, Capucho, Folha, Quaresma, Hugo Almeida, Domingos, Hélder Postiga, entre outros. Nomes para todas as posições, capazes de montar uma ou duas equipas demolidoras. Facilmente tudo isto se constata se tivermos em conta, que nestes dois últimos jogos frente à Bósnia, que entre seis a sete jogadores jogaram/jogam no FCP. E enganem-se aqueles que acham que os já jogaram no FCP, apenas estão na selecção por via dos grandes clubes europeus para os quais foram vendidos pelo Porto, mas sim pelos méritos e títulos que conquistaram de dragão ao peito, altura em que já eram seleccionáveis.

Apetece-me acabar o post dizendo que com um "FC Porto sempre Campeão constrói-se uma Selecção!" E se dúvidas disso ainda houver, digo apenas que moram no Dragão o médio e o central que deram o apuramento para África a Portugal.


Abraço e fiquem por aí, que eu fico...

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Colectivo Ultras 1995

Publicada por Tripeiro Categoria: ,

Aproveito esta pausa no calendário para vos dar a conhecer a outra claque do nosso FC Porto. Depois dos Super Dragões, passo agora para a Superior Norte, para vos dar conhecimento da história do Colectivo.

Na temporada 94/95, três elementos resolveram formar um novo projecto através de um Grupo Ultra, fisicamente localizado na antiga Superior Norte do Estádio das Antas. Estes elementos tinham deixado os Super Dragões devido às complicações na organização e começaram a pensar criar um grupo que tivesse como divisa, uma nova mentalidade, e nasce o nome de “Colectivo”, cujo funcionamento assenta no seu topónimo. Primitivamente, acrescentaram a designação de “Curva Norte”, pela sua localização no Estádio.

A 6 de Julho de 1995, data oficial da fundação, estava já deliberada uma pequena organização interna. Estrearam-se contra o Sporting com uma faixa, uma coreografia feita com 2000 rolos de papel e tinham produzido material como t-shirts e cachecóis. Naturalmente, uma data memorável.

No início, existiam alguns impedimentos, a mencionar, subsistência de alguns grupos na mesma bancada (como o “LOD” e “MP”), o que veio a estorvar o seu trabalho, e ainda a reduzida quantidade de elementos no Colectivo, que condicionava a sua evolução.

Nos anos seguintes, registou-se um desenvolvimento expressivo nos seguintes aspectos e melhoraram muito em termos de comparências e de coreografias. Realce para as primeiras deslocações ao estrangeiro – Milão e Manchester. Apesar de não terem conseguido estar em todos os estádios, nestas primeiras épocas, melhoraram bastante neste ponto. Além disso, enalteceram não só o futebol como as outras modalidades amadoras (Hóquei, Basquetebol e Andebol) com as suas assíduas presenças. Destaque ainda para as primeiras camionetas organizadas e para os primeiros números editados da Fanzine. Alguns momentos históricos do Grupo foram por exemplo os “0-5” em pleno estádio da Luz para a Supertaça, o “Penta” e as “grandes invasões” feitas esse ano à Luz e a Alvalade.

2000 foi o ano da revolução do Colectivo. No seio do grupo, os membros mais novos, entenderam que podiam fazer a organização evoluir mais e sentiram a urgência de solidificar as raízes. Criou-se o sentimento que faltava sempre mais qualquer coisa e a vontade e o querer não podiam parar. A estrutura foi modificada, segmentaram-se as áreas e atribuíram-se responsabilidades. No final desse ano, surgiram os primeiros sinais dessa mudança, os “Invicta Fans” começaram a pulpitar após a junção entre a direcção e a jovem organização, formando um modelo de gestão inovador face à época, na altura, composto por dez elementos.

No seguimento, optaram também pela mudança de nome para “Colectivo Ultras 95” tendo em conta sobretudo duas razões: por um lado o CCN já lhes parecia um nome demasiado extenso e que em termos de faixas e material, não se adaptava, por outro, com o projecto do Estádio do Dragão e com a convicção de que o conceito de “curva” iria desaparecer e com a possibilidade de junção com o outro Grupo Ultra, o nome da fundação deixava de fazer sentido. Como tal foi unânime e mudança do nome, que na verdade veio favorecer muito o grupo em termos de visibilidade

As suas actividades levaram a uma dinamização que leva à alteração da própria imagem. A Fanzine (posteriormente, revista) juntamente com o Sitio na Internet, deu um passo na afirmação do Colectivo.

Mas, a grande confirmação, acabou por aparecer, no decorrer de uma das épocas de ouro do FC Porto, num jogo contra o Boavista. Fizeram um tifo completamente dedicado ao clube rival, devido à situação desportiva do clube com o mote “Não se afoguem”. Foi numa dimensão modesta mas original e satírica! Para a Taça UEFA contra a Lázio o “Não acordar, deixem-nos sonhar” deu nome à final de Sevilha (o Sonho) evocado ainda hoje; o primeiro lençol de grandes dimensões (35mx40m) completamente desenhado e pintado por eles, encarado por muitos como o ponto de viragem nos tifos em Portugal. A curiosidade e o destaque em toda a comunicação social foram enormes, e o Colectivo começava a ser verdadeiramente conhecido pela sua extravagância.

Todos estes pontos de alusão condicionaram à aproximação do grupo, especialmente de elementos não ligados à sua cultura, levando a uma verdadeira “explosão” por parte de núcleos. Entre 2002/03, os “Invicta Fans” conseguiram alcançar todos os seus objectivos e constituíram o expoente máximo do C95. O número de sócios dobrou em 365 dias para 1000 elementos. Mais do que o saber ser e estar, conseguiram com o Colectivo se afirmasse. Entretanto surgiu uma nova fase para o Colectivo. Com a inauguração do Dragão e o sonho em ter uma curva forte e singular, que já vinha de há muito, decidiram, em consenso, a mudança para a bancada Sul, para junto do outro Grupo Ultra. Esta estadia durou grande parte da época 2003/2004, com os seus pontos fortes e pontos fracos. Devido a diversos problemas (como por exemplo, o escasso número de bilhetes para ambos os grupos) optaram pela mudança e regresso (à revelia do Clube) para a bancada norte, no início da época 2004/2005, onde conseguiram somente um sector temporário no meio da bancada, nada bom para o Grupo, já que a “vocalidade” do sector era muito má. Depois de passadas várias discrepâncias com a direcção do clube, conseguiram a mudança para o sector lateral da Norte, com boas condições, mas nunca com muitos Ultras presentes. As dificuldades pelas quais o Grupo passou prejudicaram de forma evidente o seu “rendimento”. Mesmo assim, foi durante estes períodos mais conturbados que inauguraram a sede, facilitando a elaboração do material para os jogos. Paralelamente, à semana e fim-de-semana, transformou-se no ponto de encontro entre todos, permitindo um desenvolvimento organizacional fundamental para a sua manutenção e crescimento.

Sensivelmente na mesma altura realizaram, presumivelmente, as melhores coreografias, nunca antes feitas em terras lusas. Ambas contra o SL Benfica, a primeira com a elaboração de um bolo gigante a dar os parabéns pelos 10 anos ininterruptos sem ser campeão e a segunda com uma rede gigante, redimensionada à altura da bancada e que dizia: “ULTRAS FC PORTO”., certificada pelo brasão do Grupo. Absolutamente espectacular!!

O ano de 2006 caracteriza-se com a privação de apoios da direcção do Clube, após o “caso Adrianse”. Entretanto, e já nos últimos meses do ano, formaram a “Associação Colectivo Ultras 95”, uma desenvolvimento organizativo que pretendeu sobretudo acautelar as responsabilidades legais e monetárias do Grupo. Ainda assim, e apesar do Clube não os reconhecer, continuaram a luta perante qualquer o obstáculo que lhes era colocado, pois o apoio absoluto ao clube é a essência do C95. Foi ainda nesta temporada que se deu o “reactivar” da já mítica Fanzine, a “Invicta Ultra”! Nota também para a presença histórica de alguns dos membros do Colectivo em Moscovo para o jogo contra o CSKA.

No ano de 2007, após o reatamento das relações com o Clube, era importante reanimar a sua imagem na internet. Assim, conseguiram finalizar um projecto que começou em finais de 2005 e que culminou num novo e original site, sendo um dos melhores a nível europeu! O site foi instaurado dias antes do jogo frente ao Sporting, onde voltaram aos tifos, variando mais uma vez ao escreverem “C 1995” na bancada Norte em estandartes brancos com plásticos azuis de fundo, criando um efeito tridimensional nas letras. No final do campeonato, voltaram a variar, ao celebrarem com as quinas de Campeão completadas com a palavra “VENCER”! No fim do jogo, o Grupo voltou a estar em destaque, ao fazer uma grande “tochada” e fumarada em frente ao varandim onde os jogadores vieram enaltecer a conquista de mais um campeonato!

No início da nova época, novamente destaque para a coreografia frente ao Sporting. Voltaram a erguer a rede que já tinha feito “estragos”, mas desta vez com um novo conteúdo. O novo brasão do Colectivo, ladeado de tiras plásticas de dois tons de azul. O “Orgulho em ser Tripeiro” estava bem alto novamente! De realçar as boas presenças na Turquia contra o Besiktas e também as boas deslocações à Luz e a Alvalade.

Em 2008 o Grupo encontrava-se firme e de boa saúde! Voltaram a “tifar” contra o Benfica, utilizando desta feita, tiras plásticas pintadas com o nosso Dragão a envolver o brasão do Colectivo e as quinas de campeão, tudo isto concluído com a frase “Saudemos o Tricampeão!” Mais uma vez estiveram bem representados em todos os jogos da Liga dos Campeões (a distinguir os 11 membros presentes em Kiev e os 10 em Istambul contra o Fenerbahçe), ponto que têm vindo a melhorar ano após ano. Novas e originais iniciativas foram praticadas, como a colocação de cartazes gigantes referentes às novas inscrições do C95 por toda a cidade do Porto e arredores, até a uma nova máquina de finos na sede, acções que visaram impulsionar e amplificar o espírito de coesão de todo o Grupo. Destaque também para a nova faixa do Grupo para os jogos fora, num tamanho pouco convencional para o movimento português, mas que encaixa perfeitamente em alguns jogos, especialmente em estádios novos, sem condições para faixas em comprimento.

“Após 14 anos de vida, o Grupo continua a manter os mesmos valores, que sempre estiveram presentes! Mentalidade Ultra, coerência, coesão e espírito de Grupo, formam um Colectivo, que se sonhou um dia em 1995, cada vez melhor!”

Um abraço Ultra.

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quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

Um Senhor jogador

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Bruno Alves é um defesa central possante e alto (1,87 m), com bastante apetência para atacar, principalmente nos cantos na área adversária, é quase invencível no jogo aéreo e excelente nos lançamentos longos.

Jogador intempestivo e por vezes agressivo (característica que herdou do pai), e que tem melhorado ao longo dos anos.

Formado nas escolas do Varzim SC, foi para os juniores do FC Porto, passou sucessivamente por diversos empréstimos (SC Farense, VSC Guimarães e AEK Atenas), onde se tornou uma peça importante da equipa orientada pelo treinador Fernando Santos.

Esta passagem valeu-lhe um retorno ao FC Porto, treinado por Co Adrianse, retorno que foi marcado por pouca utilização e alguns erros graves.

Com a chegada de Jesualdo Ferreira ganhou o lugar no onze ao lado de Pepe superando Ricardo Costa e João Paulo na luta pela titularidade.

Quando todos disseram que o seu bom desempenho estava relacionado com a presença de Pepe a seu lado, provou o contrário este ano, afirmando-se como uma das pedras base do FC Porto, mérito esse reconhecido por Scolari com a chamada à selecção nacional.


de wikipédia

Tira-se, facilmente, o chapéu ao trajecto deste defesa central que não andará muito longe de ser um jogador do top, quiçá de classe mundial.
Rezam as más línguas, de azimutes de cores diferentes e apontados ao sul, que se excede em algumas situações (que o diga o Nulo, que quase sofreu um traumatismo quando sentiu o encostar da testa nas suas repas de modelo).

Mas o Rato alinha por outra cartilha.
É 'apenas' um jogador á Porto.
Com uma técnica acima da média é um jogador de raça, tipo antes quebrar do que torcer.
E seja no Dragão, em Tirana ou mesmo na Luz não há ninguém que lhe fique indiferente.
Por isso hoje, caso seja escolha do treinador, os adversários que contem com ele.
É que, com cuspidelas ou sem elas, com ou sem insultos, o Bruno irá para cima deles antes que eles venham para cima de nós.

Bruno Alves, um Senhor jogador.
Tirem-lhe tb. o vosso chapéu.

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terça-feira, 17 de Novembro de 2009

Não é todos os dias que uma das melhores equipas Alemãs, da melhor Liga de Andebol do Mundo, visita Portugal. E esse privilégio, coube ao FC Porto que na tarde do último domingo, recebeu o Goppingen em jogo da 1ª mão dos 1/16 avos de final da Taça EHF. Uma tarde de intensa chuva, com menos de 800 pessoas no pavilhão azul e branco, mas esse número foi até bem disfarçado pela participação e grande dinâmica dos espectadores presentes, os mesmos de sempre, reforço eu, mais uma vez. Do lado dos Alemães, também de registar uma pequena, mas ruidosa claque no topo Norte, cujo ponto alto, foi a faixa que levantaram no intervalo, “Muito obrigado pelo 27.05.1987”, relembrando a nossa histórica vitória sobre o Bayern em Viena!!!

O topo Sul do nosso pavilhão (destinado à claque), estava quase deserto. Quando chegarem os jogos decisivos, com certeza que os bilhetes oferecidos serão melhor aproveitados, digo eu... Sem bilhetes oferecidos, mas com muito amor ao clube, estivemos ali em peso, cantando e apoiando o clube de forma intensa. Ali, respira-se FC Porto. É ali que eu me sinto em casa!!! No final, o sentimento era de orgulho pelo excelente desempenho dos nossos atletas, mesmo que a vitória nos tenha fugido por “uma unha negra”. Um empate que também se aceita, e aquele aplauso estrondoso a todos os nossos guerreiros que dignificaram o País, a modalidade, mas sobretudo um clube que não teme jogos destes. É nestas alturas que a fibra do Dragão mais se nota!!! Força para sábado, guerreiros de Obradovic!!!

FC Porto cresce a cada dia que passa...
(1º Benfica-19 pts e 8 jgs; 2º Belenenses-17 pts e 7 jgs; 3º FC Porto-17 pts e 7 jgs...)

  • FC Porto, 36 - Belenenses, 23

Na noite da última quarta-feira, o FC Porto eliminou o Belenenses da Taça de Portugal em jogo dos 1/16 avos de final. Menos de 500 espectadores, onde me incluo, presenciaram uma partida de bom nível, com o FC Porto a ganhar avanço logo na 1ª metade (16-12), denotando grande evolução na qualidade de jogo ofensiva e a atitude de sempre na defesa sempre bem montada por Obradovic. Na 2ª parte, o sempre incómodo Belenenses, ainda esteve perto de reduzir para 2 golos, mas os Dragões seguraram-se e fizeram uns 10 minutos finais de grande fulgor ofensivo, numa altura em que Jerkovic defendia tudo. Destacaram-se Tiago Rocha com 7 golos, Mota, Moreira e Grilo com 5, e ainda Spinola, Inácio e Dario com 4. Uma vitória indiscutível dos Dragões (36-23), perante um valoroso adversário e uma referência merecida à prestação do recuperado Dario Andrade com 4 belos golos neste jogo, e um pedido bem audível para que o público continuasse a apoiar como neste jogo. Nós ouvimos Dario, e registamos, com agrado, as tuas palavras. Os oitavos de final da taça, jogam-se no dia 1 de Dezembro (sorteio é hoje às 17h).

  • FC Porto, 24 - Goppingen, 24

Na tarde do último domingo, jogou-se para a EHF Cup no Dragão Caixa, num jogo de altíssima qualidade, e onde se destacam as presenças de Eduardo Filipe, Manuel Arezes e Henrique Torrinha. O FC Porto entrou destemido, chegando aos 4-1, mas os poderosos Alemães logo reagiram equilibrando o marcador, que chegou ao intervalo com 14-13, a nosso favor. Na 2ª metade, Hugo Laurentino, continuou a fazer defesas fabulosas e a equipa Portista foi acreditando cada vez mais na possibilidade de ganhar a partida da 1ª mão. O público Portista apoiava incessantemente, e a equipa ia correspondendo. Mota (belo jogo) dava velocidade ao jogo, Inácio aparecia com remates incríveis (4 golos), Dario e Moreira iam também aparecendo mas quem mais brilhou (além de Laurentino, claro), foram Wilson Davyes (5 golos, com os seus 2 últimos decisivos) e o fabuloso pivot Tiago Rocha que com 6 golos, voltou a ser o melhor marcador dos Portistas (tal como na quarta-feira), demonstrando todo o seu talento e capacidade física. Com um Tiago assim, até me lembro de Alexandru Dedu, carago!!!

O FC Porto chegou a estar a ganhar por 2 golos, e com posse de bola para aumentar a diferença, mas os Alemães jogam um andebol de outra dimensão e voltaram a encostar no marcador, chegando até à vantagem (23-24), anulada por um míssil de Davyes a 1 minuto do fim. Com 24-24, o público do Dragãozinho, todo de pé, não temeu a posse de bola dos Germânicos e começou a cantar, “allez porto allez, nós somos a tua voz, queremos esta vitória, conquista-a por nós”. Com um ambiente destes, com a emoção ao rubro, Laurentino volta a defender e a última posse de bola é nossa, e por todos nós passou uma breve imagem de remate nas redes e abraços efusivos entre todos. Mas não. A lágrima do costume, de suprema felicidade, desta vez, não deslizou na minha face... A bola não entrou no último remate de Mota e o empate foi o resultado final. A vitória Portista seria um prémio pelo esforço, crença e competência da equipa. Mas um empate destes frente a uma equipa como esta, só pode servir para moralizar os pupilos de Obradovic. O que se pede agora para sábado é que desfrutem da oportunidade de jogar perante 6.000 pessoas na Arena dos Alemães e não tenham medo, porque “nós vamos estar lá”.

Imaginem que aquela voz que vão ouvir durante todo o jogo, é a nossa, a do sector 4. E divirtam-se, fazendo o que melhor sabem, jogar andebol!!! A imagem do final do jogo com a equipa a agradecer o nosso apoio, é a tal mística, aquela que tem faltado na nossa equipa de futebol... se vissem a forma como o Prof.Luís Graça se virou para nós, agradecendo a nossa entrega ao jogo, percebiam o que vos quero transmitir. Sábado às 19.15 (hora Portuguesa), jogamos na Alemanha, mas já esta quarta-feira (amanhã), no Dragão Caixa, recebemos o Marítimo (jogo em atraso) pelas 21.30h e o Lucho lá estará, outra vez, na fila 2 do sector 4…

FC Porto silencia pavilhão dos Vimaranenses...
(1º FC Porto-4 pts e 2 jgs; 2º Ovarense-4 pts e 2 jgs; 3º Benfica-4 pts e 2 jgs...)

  • V.Guimarães, 81 - FC Porto, 95

Grande vitória do basquetebol Portista em Guimarães, casa do recente vencedor do troféu António Pratas. Com um público sempre entusiasta, o Vitória de Fernando Sá, desta feita, não teve argumentos para contrariar o melhor jogo deste FC Porto de Moncho Lopez que promete muito, sem dúvida. Grande equipa está a montar o Espanhol e acredito que será mesmo desta que voltamos a erguer o troféu de campeão Nacional, 6 anos depois, repetindo o feito de 2004, com Luís Magalhães.

O jogo de Guimarães, revelou um Porto sempre na frente, com excelentes percentagens de lançamento, mesmo com as baixas por lesão de Cunha, Marçal e Mota. O melhor em campo foi Carlos Andrade com 18 pontos (4 triplos), 5 ressaltos e 5 assistências, logo seguido de Stempin (20 pontos), Terrell (18), Hunt (18) e João Soares (11). Ao intervalo, o FC Porto vencia por 34-52 e na 2ª metade, o Vitória apenas conseguiu reduzir até aos 9 pontos de diferença. No final, vitória incontestável dos Dragões por 81-95 e muita fé para Ovar, no próximo domingo (16h, sporttv2) em jogo da 3ª ronda do campeonato. Já esta quarta-feira (amanhã), jogamos em Torres Vedras para a Taça de Portugal (1/16 avos de final) com a Física às 21 horas.

FC Porto continua caminhada imparável...
1º FC Porto-16 pts e 6 jgs; 2º Benfica-16 pts e 6 jgs; 3º Gulpilhares-13 pts e 6 jgs...)

  • Porto Santo SAD, 0 - FC Porto, 4

A equipa de hóquei do FC Porto, contornou mais um difícil obstáculo na luta pelo “enea”, vencendo por 0-4 na deslocação a Porto Santo, onde o Benfica havia ganho por 5-6 num jogo polémico… A vitória Portista não sofre a mínima contestação a ao intervalo, a ganhar por 3-0, o técnico Franklim Pais já estava bem mais tranquilo, por certo. Reinaldo Ventura abriu o activo, enquanto o Argentino Emanuel Garcia marcou os restantes golos (3), com o último a aparecer a 2 minutos do fim, selando o marcador numa goleada por 0-4. Na próxima jornada, os Dragões deslocam-se a Paço de Arcos (dia 28), numa jornada em que o Benfica (tem os mesmos pontos dos Dragões) se desloca a Braga. Vamos ver qual dos 2 cede primeiro.

Já este sábado, pelas 17h, o FC Porto recebe os Alemães do Iserlohn na 1ª jornada da Liga Europeia, sendo amplamente favorito. Falta saber se a RTP2 transmite o jogo, situação que nos anos anteriores para esta competição sucedeu, mas tal já não deverá acontecer esta época. Por isso, imagens deste jogo, apenas deverão existir para quem se deslocar ao Dragãozinho. Conto lá estar...

Tiago Rocha

Não é fácil escolher o Dragão de Ouro, depois de mais uma semana de grandes exibições das 3 equipas seniores das modalidades de pavilhão do FC Porto. Se no hóquei, temos Emanuel Garcia com 3 golos, no basquetebol, temos grandes exibições de Carlos Andrade, Stempin, Terrell e Hunt… Mas destaco o nosso magnifico pivot do andebol, Tiago Rocha, que nos espaço de 5 dias, arrancou duas fabulosas exibições com pormenores fantásticos e uma eficácia de assinalar. Contra o Belenenses, marcou 7 golos, e domingo, diante dos Alemães, voltou a ser o rei dos marcadores com 6 golos. Às vezes parece fácil, e até eu digo baixinho nos momentos difíceis, “metam lá a bola que ele resolve”… Agora que Obradovic o ensinou a defender, temos um jogador completo com uma qualidade impar no andebol Nacional.

Saudações azuis e brancas, Lucho.

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No FUTEBOL NACIONAL, O Diogo Cão aplicou a primeira derrota ao Padroense, numa partida bastante difícil devido às más condições atmosféricas, que deixaram o estado do terreno em muito más condições. O golo foi apontado à passagem do minuto 68 por Topinha. Com esta derrota, o Padroense foi apanhado na classificação pelo Varzim, que derrotou o Fafe por 2-0.

De realçar nesta série, o enorme equilíbrio que se regista. Entre o 1º e o 6º classificado, a diferença é de apenas 4 pontos.

Na série B, a equipa comandada por Pedro Emanuel, regressou as vitórias, tendo vencido facilmente o último classificado, o Sp. Covilhã, por 9-0.

Os iniciados, deslocaram-se neste domingo de manhã a Leça do Balio para defrontar o Salgueiros. Num jogo onde o forte vento e chuva não permitiu um futebol bonito, os jovens dragões resolveram o jogo na 1ª parte, onde marcaram os 4 golos da vitória.

Depois da paragem para compromissos da selecção nacional, os juniores portistas receberam e venceram, com relativa tranquilidade, o Candal por 3-0. O FC Porto com esta vitória, continua na perseguição a uma fantástica Académica que continua sem vacilar. Quatro pontos separam as duas equipas.

No FUTEBOL DISTRITAL, três destaques este fim de semana:

  • o regresso às vitórias dos iniciados e dos infantis;

  • um resultado a que não estamos muito habituados; uma das nossas equipas de escolinhas de Futebol de 7, foi derrotada por 1-13, frente ao Boavista;

  • no escalão de infantis (2ª divisão distrital), uma das nossas equipas, venceu o Ermesinde por 13-0, com a particularidade de o miúdo, Ricardo Schutte, ter marcado à sua conta, 10 golos!!!!
No ANDEBOL, os juniores continuam a sua recuperação na classificação, subindo este fim de semana mais um lugar, depois de uma vitória (a terceira consecutiva) sobre o FC Gaia por 42-33.

Os juvenis continuam na perseguição ao Sismaria, tendo derrotado o Sp. Espinho neste domingo, por 30-24. As duas equipas defrontam-se no próximo fim de semana.

Os iniciados não conseguiram superiorizar-se ao líder indiscutível (Colégio Carvalhos), tendo sido derrotados por 21-26.

No BASQUETEBOL, a equipa feminina de Sub-19 falhou o acesso à 2ª Fase do Campeonato Distrital da 1ª Divisão. No duplo duelo com o GDB Leça, as jovens dragonas não foram capazes de se superiorizar às jovens leceiras, tendo perdido os dois jogos. Com este resultado, o FC Porto irá disputar agora o Distrital da 2ª Divisão, onde irá também tentar o apuramento para o Torneio Inter-Associações.

Realçar também a 1ª derrota dos Sub-14, bem como um novo massacre dos Sub-20 aos seus adversários..

Os jogos de Sub-14 que iriam opôr a EB Porto com o Guifões, não se realizaram, em virtude dos atletas do EB Porto se encontrarem de quarentena em virtude da Gripe A.

No HÓQUEI, os nossos atletas de juvenis e infantis terminaram a participação nesta 1ª fase da competição com mais uma vitória. Os juvenis derrotaram o AD Penafiel por 10-0 (golos de Telmo Pinto (3), André Ferreira (3) e João Guimarães (3) e Miguel Costa), enquanto que os infantis, bateram o Gulpilhares por 7-2 (golos de Hélder Pereira (5), Bernardo Castanheira e Nuno Moreira).

Um abraço e até para a semana,
PedroPorto

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segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

Em nome de todo o staff do blog, BiBó PoRtO, carago!!, damos-te as boas vindas neste lançamento oficial da nossa nova imagem, depois de alterada a filosofia visual por detrás do seu funcionamento.

Se é certo que poderás continuar a encontrar por aqui, diariamente, todo um aglomerado informativo do universo FC Porto, com o intuito de satisfazer cada vez mais, o nosso público-alvo, os adeptos Portistas, não é menos verdade que a partir de agora, poderás (continuar a) fazê-lo num ambiente completamente remodelado, com um visual moderno, mais fresco e de cores mais claras, mais funcional e mais apelativo, tendo havido desde a primeira hora, natural preocupação com o principal e objectivo final, proporcionar uma navegação mais simples e intuitiva.

Como novidade principal, destacamos o menu do topo, onde poderás encontrar por ali, muita e muita informação de relevo da história do nosso clube, com um toque personalizado por separador e para os temas que entendemos destacar da nossa grandiosa história.

O convite fica então formulado, esperando que o que vás agora encontrar, continue a estar do teu agrado.

Um abraço de todo o staff do blog.

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Honrem o clube

Publicada por RCBC Categoria:

Não haverá por esta altura um único portista que esteja satisfeito com a actual situação do FC Porto. Este é um ponto assente, e mais que evidente.

Posto isto, acho que é altura de tentarmos (todos sem excepção) perceber o que se passa na actualidade do futebol azul e branco, tentar de alguma forma diagnosticar o problema da equipa, e consequentemente, mesmo que de forma muito simbólica, procurar encontrar soluções para os muitos problemas que parecem ter, de um momento para o outro, assolado a equipa azul e branca.

Como adepto portista, atingi o limite da irritação no jogo do FC Porto com o Marítimo. Há alguns anos que vejo futebol, e é difícil encontrar uma exibição tão vergonhosa como aquela que fizemos no Funchal. Foi muito, muito, muito mau. O FC Porto poderia ter levado 3 ou 4... e aí alguns jogadores aprenderiam que envergar a camisola azul e branca não é o mesmo que vestir outra qualquer, é uma honra, mas acima de tudo uma responsabilidade. Há que ter respeito pelo clube e pelos adeptos que sofrem por este clube.

Do esqueleto do FC Porto campeão nacional 2008-2009, encontramos três grandes alterações em relação ao “novo FC Porto”: Álvaro Pereira substituiu Cissokho, Lucho deu lugar a Beluschi e Lisandro deu o lugar a Falcão. Teoricamente, os ganhos não serão muito menores que as percas. Não me venham dizer que Cissokho é muito melhor que Pereira, que Falcão marca menos golos que Lisandro, ou que Beluschi não tem categoria para jogar num clube como o FC Porto, depois de ter sido figura de proa no melhor clube grego da actualidade…

Parece-me óbvio que o grande problema do FC Porto deste ano não é o esquema táctico. É que em 4x3x3, ganhamos 3 campeonatos consecutivos, o último dos quais com Rodriguez e Hulk. O FC Porto tem um problema terrível que é o sub-rendimento dos seus melhores jogadores. E aqui não há que ter “papas na língua”… Meireles arrasta-se em campo, Hulk pensa que pode ir contra o mundo, sem que ninguém lhe tire a bola, Rodriguez não é o mesmo que vimos no ano passado e até a dupla Alves-Rolando não tem estado ao nível habitual. A acrescentar a tudo isto, parece-me ser estranho que Prediger tenha custado 4 milhões de € e ainda não tenha jogado… que Beluschi não tenha um papel mais importante e activo no onze inicial… que Helton jogue lesionado e que Jesualdo não coloque o suplente Beto… Enfim, todas estas dúvidas e problemas terão rapidamente de ser resolvidos, sob pena do atraso face à concorrência ser irrecuperável dentro de algumas jornadas.

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O Estádio do Dragão foi construído para substituir o velho Estádio das Antas que abriu as portas em 1952. Foi inaugurado em 16 de Novembro de 2003 num jogo particular com o FC Barcelona e utilizado em 2004 em cinco jogos do campeonato do Euro 2004, foi palco do jogo inaugural deste grande evento desportivo, disputado entre Portugal e a Grécia no dia 12 de Junho, onde a equipa anfitriã foi derrotada por 2-1. Aqui também tiveram lugar os jogos da fase de grupos Alemanha - Holanda e Itália - Suécia, a 15 e 18 de Junho, respectivamente, e ainda o jogo dos quartos-de-final entre a República Checa e a Dinamarca, e a meia-final que opôs a Grécia e a República Checa.

O estádio teve uma construção conturbada. Durante a construção, conflitos entre o presidente do clube, Jorge Nuno Pinto da Costa e o presidente da autarquia, Rui Rio, levaram a sucessivas paragens na obra e adiamentos. O estádio foi projectado pelo arquitecto Manuel Salgado e custou cerca de 98 milhões de euros, dos quais 18,5 milhões pagos pelo Estado.

Durante a construção, houve uma viva discussão sobre o nome a dar ao estádio. "Estádio das Antas", "Novo Estádio das Antas" e "Estádio Pinto da Costa" foram alguns dos nomes propostos. Pinto da Costa recusou o seu próprio nome e escolheu "Dragão" por referência ao Dragão que figura na presidência do clube.

O Estádio do Dragão, pela sua excelência, tem servido de inspiração para construções similares noutros países. Dois exemplos: um dos projectos para o novo estádio nacional da Irlanda do Norte, a construir em Maze (perto de Lisburn), tem o Dragão como modelo; no âmbito do Campeonato do Mundo de 2014 uma delegação constituída por empresários, arquitectos, representantes de clubes, do sector da construção e de governos estaduais e perfeituras visitou os estádios do Euro 2004, tendo elegido o Dragão como o "mais bonito", "harmonioso" e "interessante" dos visitados e um caso "a copiar" no Brasil.

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capas da imprensa

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domingo, 15 de Novembro de 2009

Rumores do mercado [actualizado]

Publicada por bLuE bOy Categoria: , ,

    Equaciono saída no mercado de Inverno

    "Ernesto Farías admite sair do FC Porto no mercado de Inverno e garante que vai dar tudo pelo clube até Dezembro. Nessa altura o jogador vai falar com os dirigentes portistas e ver o que é melhor para ambos."

    Lusa, 26.10.2009


    PORTO PONDER McCARTHY RETURN

    PORTO have been put on alert by Blackburn boss Sam Allardyce's admission that he is willing to sell Benni McCarthy in January.

    The South African striker won the Champions League with the Portuguese side in 2004 before moving for £2.5million to Rovers, where he has become a bit part player this season.

    Porto are interested in his return, though they will want Blackburn to help smooth the deal by paying some of his wages.

    Portsmouth are also pondering a bid for McCarthy - if Rovers are happy to let him go in a cut-price deal. But Allardyce has initially ruled out allowing the 31-year-old to leave too cheaply, insisting: "There would be a certain value we would place on him."

    The player is desperate to leave Blackburn so he can force his way back into his country's plans for next summer's World Cup.

    McCarthy was handed a shock recall to the 2010 host's squad by coach Carlos Alberto Parreira for the games against Jamaica and Japan next weekend.

    And he wants to capitalise on that by returning to his free scoring ways during the second half of the season.


    News of the world, 07.11.2009



    Quaresma é fumo sem fogo

    "O regresso de Quaresma ao FC Porto, possibilidade avançada ontem por um jornal italiano, não tem, segundo apurou O JOGO, pernas para andar. A hipótese circulava nos bastidores há alguns dias, em jeito de rumor, mas, ontem, ganhou corpo com uma notícia da "Gazzetta dello Sport", segundo a qual Quaresma estaria nos planos do FC Porto para reforçar a equipa já em Janeiro. O facto de não ter sido utilizado por José Mourinho na Liga dos Campeões, reforçava o jornal, seria um argumento de peso para viabilizar o tal interesse dos portistas, que se teriam intrometido numa luta em que também estariam Sporting e Atlético de Madrid."

    O Jogo, 13.11.2009



    FC Porto desvia Villas-Boas
    Técnico da Académica já tem pré-acordo com os dragões

    "André Villas-Boas não vai para o Sporting e já tem um pré-acordo com o FC Porto para próxima temporada – ou em Janeiro se as más exibições dos dragões continuarem –, apurou o CM, junto de fonte próxima do treinador.

    Os leões estavam mesmo interessados no técnico da Académica, mas à mesa de negociações encontraram um oponente – José Eduardo Simões, líder dos estudantes –, classificado inicialmente como "amigo", mas que com o decorrer do tempo mostrou que, afinal, não era bem assim. Os verdes-e-brancos estavam dispostos a pagar uma indemnização de 200 mil euros e nunca pensaram que Simões fosse inflexível quando exigiu uma verba na ordem dos 1,5 milhões. José Eduardo Bettencourt recusou de imediato. Na altura não sabia que o FC Porto já desde quarta-feira que estava a falar com a Académica. Hoje, de manhã, Simões acertou o pré-acordo com os portistas. Se Villas-Boas sair em Janeiro, a Académica será indemnizada por uma verba muito inferior aos 1,5 milhões exigidos ao Sporting. Se sair no final da época, o contrato do técnico diz que o seu actual clube não receberá um tostão."


    Correio da Manhã, 14.11.2009

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