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segunda-feira, 1 de Setembro de 2014

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FC PORTO-Moreirense, 3-0

Primeira Liga, 3ª jornada
Domingo, 31 Agosto 2014 - 18:00
Estádio: Dragão, Porto
Assistência: 35.509


Árbitro: Bruno Esteves (Setúbal).
Assistentes: Rui Teixeira e Mário Dionísio.
4º Árbitro: Iancu Vasilica.

FC PORTO: Fabiano, Danilo, Maicon, Martins Indi, José Ángel, Casemiro, Brahimi, Óliver Torres, Ricardo Quaresma, Jackson Martínez, Adrián López.
Suplentes: Andrés Fernández, Ivan Marcano, Quintero (84' Óliver Torres), Evandro, Herrera (75' Ricardo Quaresma), Ricardo, Rúben Neves (66' Casemiro).
Treinador: Julen Lopetegui.

MOREIRENSE: Marafona, Paulinho, Danielson, Marcelo, André Marques, Filipe Melo, André Simões, João Pedro, Arsénio, Alex, Edivaldo.
Suplentes: Gideão, Anilton, Diogo Cunha, Jorge Monteiro (76' Arsénio), Cardozo (67' Alex), Vítor Gomes (6' Edivaldo), Gerso.
Treinador: Miguel Leal.

Ao intervalo: 0-0.
Marcadores: Óliver Torres (70'), Jackson Martínez (82'), Jackson Martínez (87').
Disciplina: Danielson (6'), André Marques (53'), Marcelo (85').

A boa entrada do Moreirense no Dragão, de forma aguerrida e caindo sempre sobre o transportador de bola da equipa portista, foi apenas o primeiro sinal de que o FC Porto iria ter uma tarde difícil. A vitória contundente no Estádio do Dragão, sobre um Moreirense esforçado, mas incapaz de travar o génio de Óliver, Jackson, Quaresma, Brahimi & Cª., não reflecte totalmente o que se passou no jogo.

Depois de uma 1ª parte algo apagada com apenas duas tentativas infrutíferas para satisfazer os desejos dos adeptos por intermédio de Danilo, a 2ª parte mostrou um FC Porto mais agressivo sobre a bola, mais rápido e mais produtivo. No entanto, a equipa de hoje sofreu bastantes alterações, quer em termos de jogadores, quer na posição de cada um deles. E a equipa ter-se-á também ressentido disso.

Em relação ao último jogo, Alex Sandro, Herrera e Rúben Neves não fizeram parte do 11 por motivos diferentes, mas o que ressaltou foi o facto de Óliver Torres e Brahimi, utilizados frente ao Lille nas alas, foram deslocados para o miolo.

Até aos 70 minutos, o FC Porto lutava contra um muro muito bem organizado no relvado. Quaresma foi dos mais entusiastas a desembrulhar presentes, quer perdendo uma oportunidade a passe de Jackson, quer a iniciar a jogada do 1º golo numa excelente combinação com Brahimi. Este, por sua vez, tornou-se determinante a partir do momento em que deixou o meio campo e passou a jogar nas alas. Os desequilíbrios começaram a notar-se na equipa de Moreira de Cónegos.

Cheirava a golo no Dragão e a prova de que os sentidos dos adeptos estavam mais apurados do que nunca, foi ver Brahimi a ter uma entrada fantástica pela direita a passe de Quaresma, cruzar para a pequena área onde apareceu Óliver a encostar para a baliza. Estava desfeito o novelo. A partir desta altura, o Moreirense desapareceu do jogo. A resistência acabou e o FC Porto começou a circular melhor a bola.

Brahimi, a embalar a equipa para a frente, e Jackson, enquanto «matador», foram os protagonistas dos capítulos seguintes ao contribuírem para aumentar o score para a equipa de Lopetegui. Aos 82 minutos, Jackson fez o 2-0 num golpe de cabeça num cruzamento de José Angel, após jogada iniciada por Brahimi. Nesse lance Óliver lesionou-se num choque com o guarda-redes Marafona e foi substituído por Quintero.

Quintero esteve em destaque logo que entrou. Fez um cruzamento para Jackson que sofreu um penalty claro e converteu-o para a defesa do guarda-redes moreirense. Mas na sequência do lance, aos 87 minutos, numa jogada pela direita, Quintero combina bem com Adrián Lopez, este soltou para a entrada da área onde Jackson surgiu desmarcado a rematar colocado com o pé esquerdo. O resultado estava feito.

Até ao final da película, o conjunto da casa ainda dispôs de uma ou outra ocasião para dilatar o marcador, mas o resultado seria exagerado para o que se passou em campo.

Notas finais pela positiva para as boas exibições de Maicon e Brahimi, o sentido de oportunidade e eficácia de Jackson, os bons pormenores de José Angel e Adrián Lopez e o regresso de Quaresma. Pela negativa, registo a má exibição de Casemiro a jogar sozinho na posição 6, com muitas perdas de bola em zonas perigosas.

As competições vão parar 15 dias devido a compromissos das selecções. Regressam no fim-de-semana de 13 e 14 de Setembro com uma deslocação difícil do FC Porto a Guimarães que antecede a 1ª jornada da champions league, onde o FC Porto receberá o Bate Borisov da Bielorrússia.



DECLARAÇÕES

Lopetegui: “Moreirense obrigou-nos a trabalhar muito”

​No final da partida que terminou com a vitória do FC Porto sobre o Moreirense (3-0), Julen Lopetegui definiu a vitória dos azuis e brancos como clara, acrescentando que foi “um jogo muito difícil”, contra uma equipa que “obrigou” o FC Porto a “trabalhar muito”.

O técnico espanhol disse não estar surpreendido com as dificuldades encontradas na primeira metade do jogo, demonstrando várias razões para o sucedido: “Durante os 90 minutos de cada jogo temos de trabalhar, amadurecer, criar e encontrar espaços. Foi um jogo complicado, porque isto é futebol profissional, porque ninguém dá nada a ninguém e tudo o que se passou na segunda parte também foi possível pelo que fizemos na primeira parte”. Lopetegui definiu ainda o jogo com o Moreirense como “muito difícil”: “Não há jogos fáceis no futebol. Tivemos pela frente uma equipa que nos obrigou a trabalhar muito e que defendeu bem. Creio que a vitória foi justa e que merecemos vencer por 3-0”.

Afirmando que a entrada de Rúben Neves adveio de uma necessidade de refrescar o meio-campo, por Casemiro ter feito “quatro jogos em 10 dias” e à vontade de ter um jogador que imprimisse “mais ritmo”, Lopetegui falou de um plantel dos Dragões com várias soluções: “Procuramos soluções diferentes para jogos diferentes. Temos um plantel em que podemos usar vários jogadores, para jogos diferentes, mantendo sempre a mesma matriz. Penso que somos uma equipa muito fácil de definir. Tentamos, sempre, melhorar a nossa resposta ofensiva e defensivamente consoante as situações”.

Lopetegui recusou dar importância à estrutura de capitães do FC Porto - “não estou habituado a muitos capitães: o capitão é o Jackson e ponto final” – e falou da “nota negativa e triste do dia”: a lesão de Óliver Torres, na jogada que deu o 2-0 ao FC Porto. “Esperemos que não esteja demasiado tempo parado. É uma baixa importante que esperamos recuperar o mais rapidamente possível. Tentaremos encontrar soluções numa posição em que estamos um pouco “justos”.”



RESUMO DO JOGO

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Tribunal O JOGO: FC PORTO-Moreirense, 3-0
Árbitro Principal: Bruno Esteves (Setúbal) / Assistentes: Rui Teixeira e Mário Dionísio / 4º Árbitro: Iancu Vasilica.




fonte: ojogo.pt e portistaforever.blogs.sapo.pt

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Abaixo mostramos um exemplo de aplicação da estratégia Método Dinheiro num encontro de futebol:

BENFICA x PORTO

No final dos 90 minutos, temos apenas 1 de 3 acontecimentos possíveis:

BENFICA VENCE / EMPATE / PORTO VENCE

Supondo que prevemos a vitória para uma das equipas, é o mesmo que dizer que as equipas não irão empatar.

Então:

- Se fizermos uma aposta a favor do empate: cobrimos o resultado empate.
- Se apostarmos contra o empate: cobrimos o resultado “Benfica vencer” e “Porto vencer”.

Desta forma todos os 3 resultados possíveis ficam cobertos com a realização das 2 apostas, anulando o risco de perder o dinheiro que apostou.

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domingo, 31 de Agosto de 2014

"BÊS" DERROTADOS NO ÚLTIMO SUSPIRO.

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FC Porto B-Santa Clara, 0-1

Segunda Liga, 5.ª jornada
31 de Agosto de 2014
Estádio de Pedroso


Árbitro: Pedro Vilaça (Porto).

FC PORTO B: Kadú; Victor Garcia, Reyes, Igor Lichnovsky e Rafa; Tomás Podstawski, Francisco Ramos e Leandro Silva; Frédéric, Gonçalo Paciência (cap.) e Ivo Rodrigues.
Substituições: Victor Garcia por David Bruno (46m), Francisco Ramos por Graça (46m) e Ivo Rodrigues por Roniel (64m).
Não utilizados: Caio, Zé António, Leander Siemann e Pavlovski.
Treinador: Luís Castro.

SANTA CLARA: Serginho; Luís Dias, Amoreirinha, Accioly e Mike; Malafaia, Pacheco (cap.) e Davide; Tiago Ronaldo, Ely e Clemente.
Substituições: Malafaia por Patas (73m), Davide por Nuno Silva (79m) e Tiago Ronaldo por Ruizinho (85m).
Não utilizados: Pedro Freitas, Diego Zilio, Guilherme e Materazzi.
Treinador: Cláudio Braga.

Ao intervalo: 0-0.
Marcadores: Ruizinho (90m+3).
Disciplina: cartão amarelo para Clemente (14m), Francisco Ramos (38m), Ely (75m), Tiago Ronaldo (81m), Graça (82m), Luís Dias (90m), Leandro Silva (90m+3).

O FC Porto B perdeu na manhã deste domingo diante do Santa Clara (0-1), no Estádio de Pedroso, em jogo referente à quinta jornada da Segunda Liga. Depois do triunfo em Santa Maria da Feira (2-1) a meio da semana, o conjunto comandado por Luís Castro não conseguiu manter-se no trilho das vitórias frente aos açorianos, que nada fizeram para merecer a sorte final.

Mais audaz e claramente com os três pontos no pensamento, o FC Porto B foi quase sempre melhor que o Santa Clara e dispôs de três oportunidades flagrantes de golo, negadas por Serginho a Gonçalo Paciência, Tomás Podstawski e Frédéric. Já depois de Pedro Vilaça ter feito vista grossa a uma grande penalidade cometida sobre Roniel, Ruizinho estabeleceu o resultado final na marcação de um livre directo que Kadú não conseguiu segurar (90m+3). Uma infelicidade que ditou uma grande injustiça.

fonte: fcporto.pt



RESUMO DO JOGO

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Depois de 3 textos anteriores sob o manto da estratégia desde a análise da situação actual até à elaboração de uma estratégia onde se possa diminuir o deficit estrutural leia-se antes das transacções de passes de atletas hoje trago um texto mais leve mas com um tema muito pertinente os adeptos. Espero no fim deste texto responder a algumas questões como sejam que tipos de adeptos temos no Estádio do Dragão? Que comportamentos podemos esperar dos diversos tipos de adeptos? Qual o tipo de adeptos ideal?

Ao analisarmos os jogos do ponto de vista das bancadas todos ficamos com a certeza que são diversos os tipos de adeptos que “habitam” as nossas bancadas.

Se começarmos por olhar para a nossa principal claque ou os sectores que ela integra temos claramente 2 tipos de adeptos, os verdadeiros e os da moda. Os verdadeiros ou ultras ou supporters ou outro nome que se lhes queira dar são aqueles adeptos que estão presentes nos bons e nos maus momentos que apoiam a equipa 90 minutos com intensidade e com vontade independentemente do dia a que se realize o jogo fazendo para isso muitos sacrifícios. Destes adeptos podemos esperar que vivam o clube a 120% fazendo todos os sacrifícios e nunca virando a cara ao apoio ao clube. Coabitando o mesmo espaço destes adeptos temos os ultras da moda que são aqueles para quem é mais importante ter um adereço da claque, ser visto pelos amigos mas se o clube começar a jogar mal deixam de aparecer. Destes adeptos podemos esperar algum apoio mas acima de tudo muitas fotos nas redes sociais e a vontade de serem vistos. No entanto não são adeptos de assobio fácil, ou seja, não são um foco de preocupação quanto à desestabilização para a equipa.

Na superior Norte temos uma outra claque composta por adeptos como o 1º grupo que integra a principal claque. São incansáveis no apoio ao clube e com uma mentalidade fantástica.

No restante espaço das 2 bancadas superiores temos adeptos com mentalidade FC Porto incansáveis no apoio mas mais moderados que as claques. São adeptos com muitos jogos de FC Porto, na maioria, e também não devemos considera-los como propícios ao assobio e a desestabilizarem a equipa.

Passando para as bancadas centrais temos 3 tipos de adeptos.

Por um lado, adeptos verdadeiros com muitos anos de FC Porto, muitos jogos “nas pernas” e muita mentalidade. Não viram a cara ao apoio e muitas vezes são olhados de lado por outros “habitantes” dessas bancadas.

Coabitando com estes adeptos estão os que consideram o futebol uma moda e que vão para o estádio como se fossem para a ópera, não gostam de barulho, são incapazes de proferir um grito de incentivo ao clube e quando alguém nas redondezas o faz ou protesta com o adversário ou com o árbitro é logo olhado de lado. Estes adeptos sentem-se no “direito” de comer pipocas, e de assobiar a equipa se esta falha 2 ou 3 passes ou se não resolve o jogo cedo ou se não faz um conjunto de golos bonitos.

Finalmente temos um tipo de adeptos, que não tem lugar definido no estádio aparecendo antes em todo ele, e ainda mais estranho que os anteriores. Para estes é mais importante a prestação do atleta A, B ou C do que o clube. São adeptos que quando o seu “minino” querido não entra são capazes de assobiar o treinador e as suas opções como se viu na passada terça-feira. Este tipo de adeptos era positivo que deixasse de frequentar o nosso anfiteatro ou então que moderassem o seu comportamento porque temos um objectivo e uma missão principais para este ano que é o RESGATE do TÍTULO NACIONAL e sem estarmos todos a remar para o mesmo lado será muito mais complicado. Os adeptos que consideram o futebol uma moda se forem predispostos a não olhar de lado quem realmente sofre com a equipa e que está lá para apoiar e abdicarem dos seus assobios só porque pagaram bilhete e querem “ver ópera” podemos aceitá-los no nosso meio. Se por outro lado não conseguirem moderar os seus comportamentos negativos ao rendimento da equipa também lhes deixo o apelo que não compareçam porque tal como os adeptos anteriores são NEFASTOS à prestação da equipa e à prossecução dos nossos objectivos.

Para finalizar o apelo a todos os que vão ao Dragão vão com o simples propósito de apoiar a equipa e todos juntos lutarmos pelos mesmos objectivos e minimizem todos os comportamentos nefastos à performance da equipa.

Até breve,
Fernando Delindro

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Depois de quatro vitórias consecutivas, o FC Porto encontra o recém-promovido Moreirense, que conta com uma vitória e um empate nos dois jogos que já disputou para a Liga. Esta sexta-feira, em conferência de imprensa de antevisão da partida de domingo (18h00, no Dragão), Julen Lopetegui disse que os Dragões vão encontrar uma equipa “que sabe o que quer em todas as situações de jogo”, acrescentando que os portistas terão de se “apresentar a 100%” para derrotar os minhotos.

Ciente das dificuldades que o FC Porto vai encontrar na partida com a equipa de Moreira de Cónegos, Lopetegui realçou o histórico de resultados tangenciais no confronto entre as equipas: “Vamos encontrar um adversário tremendamente organizado e que ainda não sofreu golos. É uma equipa com maiúsculas, que sabe o que quer em todas as situações de jogo. É uma boa equipa, bem treinada pelo Miguel Leal, e sabemos que vamos encontrar dificuldades”.

O treinador espanhol realçou que a partida da terceira jornada “começa empatada 0-0”, como todas as outras, e que o FC Porto tem de dar o seu melhor para ultrapassar o Moreirense: “Temos de fazer muita coisa bem contra um adversário que sabe o que quer e o que tem de fazer. É preciso trabalhar muito para ultrapassar este jogo e temos de nos apresentar a 100%, porque o adversário assim o vai exigir”.

Questionado sobre um recorde que os Dragões podem bater (cinco vitórias seguidas sem sofrer golos no arranque de uma época, superando as quatro alcançadas pelo grupo liderado por André Villas-Boas, em 2010/11), Lopetegui foi lapidar: “Assino já ganhar por 5-4 no domingo. O recorde é-me igual, pois matemática e futebol não casam. Estatísticas, recordes, não me dizem nada: o objectivo é conquistar os três pontos e alcançar os nossos objectivos”.

Referindo ainda não saber se pode contar para o encontro com o Moreirense com Alex Sandro, que tem realizado tratamento nas últimas sessões de treino dos Dragões, o técnico espanhol recusou, novamente, falar sobre Ricardo Quaresma, dizendo que “não há nada a falar”: “É mais um jogador, está tudo dito. Quando não há nada a dizer, não se fala. Está a trabalhar bem, como todos, como todos têm que fazer”.

Após ter reagido, na quinta-feira, ao sorteio da UEFA Champions League ao Porto Canal e a www.fcporto.pt, o técnico basco não se quis alongar sobre o que o sorteio ditou para o FC Porto: “É um grupo equilibrado, difícil, como não podia ser de outra maneira, mas estamos 100% focados no jogo com o Moreirense. Fizemos um bom trabalho, a época continua e já trocámos o chip para pensar e falar só sobre o jogo de domingo. O futuro logo se vê”.

Lopetegui refutou ainda falar sobre o dérbi entre Benfica e Sporting, referindo que “fazer contas no futebol não vale de muito”: “Temos é de conseguir ganhar os nossos três pontos. Todos vamos jogar contra todos. O nosso trabalho está no nosso estádio e em sermos capazes de ultrapassar um rival que nos vai ditar muitas dificuldades”. Quanto ao mercado, Lopetegui disse-se despreocupado: “ Os jogadores que estão connosco é que são os que vão tentar vencer o Moreirense. Já disse muitas vezes que o clube sabe o que pensamos”.

fonte: fcporto.pt


LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Andrés Fernández e Fabiano;
Defesas: Danilo, Martins Indi, Maicon, Marcano, José Ángel;
Médios: Casemiro, Quintero, Evandro, Herrera, Ricardo, Óliver Torres e Rúben Neves;
Avançados: Quaresma, Brahimi, Jackson Martínez, Adrián López.

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sábado, 30 de Agosto de 2014

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Foi há vinte anos.

O nosso Rui Filipe deixou-nos há vinte anos, num terrível acidente na sua terra natal, Vale de Cambra. Duas décadas volvidas, a memória não se nos apaga. E é bom que não se apague porque, no fim de contas, lembrar Rui Filipe é lembrar Pavão, é recordar Teles Roxo, é reavivar Zé Beto, é pensar no Dr. Pôncio, no Dr. Sardoeira Pinto, no Prof. Hernâni Gonçalves, no Sr. Salvador, é não esquecer todos aqueles que partiram mais cedo, como o nosso grande Mestre José Maria Pedroto.

Lembrar Rui Filipe é recordar a tragédia de um jovem, sim, mas é também uma forma de celebrar o FC Porto, a sua memória, história, mística e espírito. Porque, como digo muitas vezes, um clube de futebol é muito mais do que três pontos, muito mais que uma vitória, muito mais que uma taça.

Lembro-me desse acordar de há 20 anos, a 28 de Agosto de 1994. Acordar, levantar, caminhar pela casa em direcção ao quarto dos Pais. A Mãe ao telefone, normal, faz anos nesse dia. Sei que lhe ia dar os parabéns. Mas, ao contrário do que esperava, recebe-me com a cara fechada: “olha, Rodrigo, tenho uma má notícia para te dar, morreu um jogador do Porto”. Tinha oito anos. “Quem, Mãe?”. “O Rui Filipe”.

À consternação seguem-se as explicações, as razões possíveis para tamanha tragédia. Não tinha sido convocado, pois estava sob castigo após ter visto cartão na Luz. Logo aí, onde a estrela de Rui Filipe tinha brilhado pela última vez, numa jogada fantástica, sentando dois jogadores adversários e batendo Michel Preud’homme. A luz de Rui Filipe brilhava alto, bem alto, mas seria a última vez.

Tinha também estado nas Antas, onde tenho gravado na memória o golo de Rui Filipe que inaugurou essa dinastia inesquecível chamada Penta. Um golo que prometia uma época em cheio, de explosão e confirmação do seu potencial.

Essa manhã de Domingo ficará para sempre gravada na memória dos portistas. Dizia o Prof. Hernâni Gonçalves que “no FC Porto ganhar não é o mais importante. É a única coisa”. Terá razão. E foi por isso que, perante a inaudita, quase insultuosa, impossibilidade de adiamento do jogo, os jogadores do FC Porto subiram ao relvado aveirense. Bravos, guerreiros, lutadores. Honrando a história do FC Porto e a memória de Rui Filipe, envergando uma braçadeira preta e não conseguindo esconder o choque e a consternação que os atomerntava. O nosso clube venceu o jogo, com golos de Rui Barros e Emerson, cumpriu o seu papel, mas a maior derrota, essa, já tinha acontecido na madrugada de Vale de Cambra. Terá sido a vitória mais crua e mais ácida da história FC Porto.

Como disse, foi há 20 anos. Vinte anos que não apagam a memória do nosso menino de cabelos loiros que prometia um mundo de futebol. Não deixa de ser curioso que, passadas exactamente duas décadas, esse número redondo, apareça finalmente outro rapazinho a encantar a plateia das Antas. Ruben Neves não terá o cabelo loiro, é certo, mas tem a pose e o ar de menino portista, raçudo e invicto, que Rui Filipe tinha. Que Ruben Neves vingue essa trágica madrugada portista de Vale de Cambra!

Rodrigo de Almada Martins

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REVISTA DRAGÕES - JULHO 2014

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sexta-feira, 29 de Agosto de 2014

SEMPRE A BATER NOS ADEPTOS.

Publicada por Norte Categoria:

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Sou adepto de futebol desde que nasci, amante do FC Porto desde nove meses antes do nascimento, presença habitual nos estádios onde o meu clube joga desde que me lembro de existir.
O futebol, como qualquer outro desporto, só faz sentido com adeptos, com público, com apoio, pois são eles que transmitem a emoção, a vibração e o sentimento.

Como em tudo na vida, quando há um grande sentimento de paixão, por vezes existem excessos, os quais têm que ser controlados porque jamais podem colocar em causa a segurança de todos os outros que se deslocam aos estádios. No entanto, e pese embora a cultura do futebol moderno desejar tornar o futebol como um outro qualquer espetáculo, eu continuo a pensar diferente. Não, não consigo imaginar o futebol como o teatro ou o cinema, em que após aquela uma ou duas horas, perdemos o vínculo sentimental com aquilo que se passou... não, não é a mesma coisa, não há o mesmo amor, não há a mesma paixão!
Não, não consigo imaginar o futebol com todos sentados a comprar as pipocas e a coca-cola, sem sentir o coração a bater mais depressa e as mãos a suar de nervosismo. Não, não é assim que sinto o desporto, não é assim que sinto o futebol, não é assim que sinto o meu Porto.

Mas voltando atrás, a emoção de uns deve ter como limite a segurança de outros.
É por isso que a Liga aprova regulamentos disciplinares, os quais são elaborados e aprovados pelos respectivos clubes. Ou seja, os clubes elaboram e aprovam os regulamentos disciplinares, quer na óptica do que deve ser punível, quer na óptica do valor pecuniário para cada infracção.

Mas o que é punível e não é punível?
Dou alguns exemplos: quando em pleno estádio brindamos o nosso adversário de carnide com o simpático “slb....slb...etc”, está o clube a ser multado.
Quando se abre uma tocha (definitivamente não confundir com very lights) está o clube a ser multado. Mas curiosamente, um pote de fumo não é punido!
O mesmo com um petardo... um atraso no início de um jogo ou uma qualquer falha na organização de um jogo.

Significa isto portanto que os clubes criam regulamentos para punir o comportamento adeptos, fumentando o futebol do pipoqueiro, retirando a emoção e vibração do mesmo, mesmo nos casos em que não é posta em causa a integridade física de nenhum dos intervenientes.
Mas depois, vemos responsáveis (alguns deles, pseudo responsáveis!) dos clubes, e do nosso em particular, muito indignados com os valores das multas e pedindo aos adeptos maior contenção.
Mas curioso, é que existem presidentes de clubes rivais que até pedem complacência à polícia para que os adversários percebam o que é o “inferno da luz”.

Eu não abro uma tocha, não pela multa do clube, mas pela multa que posso apanhar.
De resto, a tocha é inofensiva, não cria dano em nada nem ninguém, e cria o ambiente que milhares de pessoas como eu gostam.
Porque têm que ser punidos adeptos e clubes??
Porque os clubes assim o definem??
Então porque se queixam depois de multas??

Um abraço,

PS – Sorteio da champions... obviamente favorável!

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quinta-feira, 28 de Agosto de 2014

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​O sorteio da fase de grupos da UEFA Champions League 2014/15, que se realizou esta quinta-feira em Nyon, na Suíça, colocou o FC Porto no Grupo H da competição, juntamente com Shakhtar Donetsk (Ucrânia), Atl. Bilbao (Espanha) e BATE Borisov (Bielorrússia).

O Shakhtar Donetsk, campeão ucraniano na época passada, vai cumprir a décima presença na fase de grupos da UEFA Champions League, sendo que o melhor que conseguiu foi atingir os quartos-de-final da competição. O croata Srna e os brasileiros Douglas Costas e Luiz Adriano são algumas das principais figuras da equipa comandada por Mircea Lucescu.

O Atl. Bilbao, quarto classificado na passada edição da Liga espanhola, participou apenas por uma vez na fase de grupos da UEFA Champions League (1998/99). Com uma equipa 100 por cento basca, eliminou o Nápoles com um agregado de 4-2 no play-off de acesso (1-1 em Nápoles, 3-1 em Bilbau).

O BATE Borisov, campeão em título da Bielorrússia, parte para a quarta participação na fase de grupos da UEFA Champions League. Na temporada transacta ficou-se pela segunda pré-eliminatória, mas na presente levou a melhor sobre o Slovan Bratislava no play-off de acesso (1-1 em Bratislava, 3-0 em Borisov).

CALENDÁRIO DE JOGOS

1.ª jornada (17 de setembro)
FC PORTO - BATE Borisov
Ath. Bilbao - Shakhtar Donetsk

2.ª jornada (30 de setembro)
Shakhtar Donetsk - FC PORTO
BATE Borisov - Ath. Bilbao

3.ª jornada (21 de outubro)
BATE Borisov - Shakhtar Donetsk
FC PORTO - Ath. Bilbao

4.ª jornada (5 de novembro)
Shakhtar Donetsk - BATE Borisov
Ath. Bilbao - FC PORTO

5.ª jornada (25 de novembro)
BATE Borisov - FC PORTO
Shakhtar Donetsk - Ath. Bilbao

6.ª jornada (10 de dezembro)
FC PORTO - Shakhtar Donetsk
Ath. Bilbao - BATE Borisov



Lopetegui: “É um grupo difícil e duro”

​O técnico do FC Porto, Julen Lopetegui, comentou, em declarações exclusivas ao Porto Canal e a www.fcporto.pt, o resultado do sorteio da fase de grupos da UEFA Champions League, que colocou Shakhtar Donetsk, Athletic Bilbau e BATE Borisov no caminho dos Dragões. O treinador basco assumiu que a discussão do apuramento será “equilibrada e difícil".

“Sabemos que na Champions é sempre complicado. É um grupo difícil e duro, e creio que vai ser muito equilibrado. O Shakhtar Donetsk é um clube que está habitualmente nas rondas de qualificação, nas fases de grupos e nas eliminatórias; o Athletic de Bilbau é uma equipa com uma energia tremenda e com muitíssima força, que mereceu passar a esta fase contra o Nápoles. O BATE Borisov é uma equipa que vai dar origem a complicações por muitas questões diferentes. É um grupo equilibrado e difícil, como não podia ser de outra maneira”, referiu o treinador.

Quanto à visita ao País Basco, de onde é originário, Lopetegui afirma que será “especial”: “É um regresso a Euskadi, à minha terra e isso é sempre bonito. Mas o mais bonito é fazer um bom jogo, num estádio espectacular, com uns adeptos maravilhosos, contra uma equipa muito boa. Vai ser um jogo bonito”.



O SORTEIO

O FC Porto vai sair do Pote 1 para o sorteio da fase de grupos da Liga dos Campeões, agendado para as 16h45 (hora de Portugal Continental) desta 5ª feira, no Mónaco, e evita confrontos com Real Madrid, Barcelona, Bayern Munique, Chelsea, benfica, Atlético Madrid e Arsenal.

Ainda assim, mesmo na condição de cabeça-de-série, poderá ter um grupo com Manchester City ou Borussia Dortmund ou Juventus ou PSG, Liverpool e Monaco ou Roma, pois estas são formações que fazem parte de potes menos cotados mas nem por isso deixam de ter muito valor.

Potes para o sorteio da fase de grupos da Liga dos Campeões:

POTE 1 (cabeças de série):
Real Madrid (161.542 pontos)
Barcelona (157.542)
Bayern Munique (154.328)
Chelsea (140.949)
Benfica (129.459)
Atlético Madrid (119.542)
Arsenal (112.949)
FC Porto (105.459)

POTE 2:
Schalke 04 (95.328)
B. Dortmund (82.328)
Juventus (80.387)
Paris SG (80.300)
Shakhtar Donetsk (78.193)
Basileia (75.645)
Zenit (73.899)
Manchester City (72.949)

POTE 3:
Bayer Leverkusen (70.328)
Olympiacos (67.720)
CSKA Moscovo (66.899)
Ajax (61.862)
Liverpool (58.949)
Sporting (58.459)
Galatasaray (55.340)
Athletic Bilbao (54.542)

POTE 4:
Anderlecht (50.260)
Roma (39.887)
APOEL (37.650)
BATE Borisov (33.725)
Ludogorets (18.125)
Maribor (16.200)
Monaco (11.300)
Malmö (6.265)

Continuar a ler “LIGA CAMPEÕES 2014/2015 - SORTEIO FASE GRUPOS”...

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@ artigo inicial aqui neste link: FORMAÇÃO Vs. CAMPEÃO (Parte I).

Caros Portistas, continuando o que tema que iniciei no texto anterior, volto a escrever sobre o Futebol de Formação do Futebol Clube do Porto. Um dos grandes temas de discussão quando se fala de formação é o famoso Projecto Visão 611. Lançado em 2006, este projecto tinha como face mais visível a integração no plantel da equipa A de dois jogadores oriundos da formação. Em meu entender, este foi o grande erro do 611: esperar resultados imediatos.

Contudo, o Projecto Visão 611 alterou a metodologia de treino (modelo de jogo transversal a todas os escalões, treino individual dos Potenciais Jogadores de Elite – PJE –, etc.) para que a formação possa dar resultados no futuro. O Visão 611 não terminou, pois continua a ser a base de trabalho do nosso clube.

De facto, avaliar os resultados da formação não é tarefa fácil. Uns preferem fazê-lo pelos títulos, outros pelo número de internacionais, outros pelo número de jogadores formados no clube que entram no plantel da equipa A, etc. O FC Porto teve 5 jogadores dos seus quadros na final do Campeonato Europeu sub-19, há menos de um mês. A actuar em clubes da Primeira Liga há 28 jogadores provenientes da nossa formação, contra dos de Carnide 21 e 16 dos viscondes. A Equipa B do FC Porto foi vice-campeã da Segunda Liga com 8/9 jogadores da formação no 11 habitual. São alguns dados que nos permitem emitir uma opinião sobre a nossa formação, que nos permitem pensar o que estará a falhar para que a equipa A não seja abastecida mais regularmente por jogadores provenientes dos nossos escalões jovens.

Rúben Neves está a jogar pela equipa A com apenas 17 anos, saltando dos Juvenis para o plantel principal. Só é surpresa para quem não o conhecia, pois o Rúben Neves era apontado como o modelo de 6 que o FC Porto pretende e como o principal “diamante” da nossa formação há já algum tempo. Formar jogadores não é uma ciência exacta, isto é, não se pode garantir que, trabalhando de forma perfeita, 3 em cada 20 vão ser jogadores de qualidade. Em 20, pode haver 3, 6, 9 ou... nenhum jogador com capacidade para entrar na equipa do FC Porto. É arriscado avaliar a qualidade da formação pelo número de atletas que entram directamente no plantel principal, pois temos exigências diferentes de outros clubes rivais.

Alguém falaria com orgulho da formação se ela nos desse jogadores que perdessem uma eliminatória da Champions por 12-1 como aconteceu com um dos nossos rivais?

A meu ver, a grande lacuna está na falta de aposta nos jogadores da formação e não na qualidade da mesma. Considero que a formação do FC Porto trabalha muito bem, é capaz de formar jogadores com capacidade para brilhar em ligas como a francesa, turca ou alemã mas por alguma razão esse talento não está a ser aproveitado no clube. Como já referi, compreendo que o grau de exigência de um clube como o nosso é enorme, mas só com uma base de jogadores formados no Porto se consegue manter a identidade que tanto nos orgulha.

Não podemos pedir juras de amor eterno se prometemos a um jogador (e promovemos nos seus países) que sairá daqui passado dois ou três anos para um clube com outro poderio financeiro. Não podemos pedir a nossa raça de Dragão a alguém que não conhece a cultura do clube. Actualmente, esta mística é passada por elementos da estrutura, mas falta a presença no balneário de um Jorge Costa, João Pinto, Paulinho ou Baía.

Para terminar este texto, deixando mais uma questão para um futuro texto sobre a formação, pergunto se receber um jogador com 18/19 e fazer um jogador de classe mundial não é também formar um atleta.

Com isto, gostava que quem lê pudesse reflectir um pouco sobre a nossa formação e, já agora, dar a sua opinião, pois só assim todos crescemos, partilhando e ouvindo opiniões, experiência, conhecimento.

Meus caros, estamos na fase de grupos da UEFA Champions League. O primeiro objectivo da época está cumprido. Vamos encher, mais uma vez, o Dragão a apoiar o clube do primeiro ao último minuto contra o Moreirense.

Para terminar, lembrem-se que o Futebol Clube do Porto é maior que qualquer jogador, qualquer treinador, qualquer MERDA DE ASSOBIADOR! Viva o Futebol Clube do Porto!!!

Continuar a ler “FORMAÇÃO Vs. CAMPEÃO (Parte II).”...

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quarta-feira, 27 de Agosto de 2014

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Feirense-FC Porto B, 1-2

Segunda Liga, 4.ª jornada
27 de Agosto de 2014
Estádio Marcolino de Castro, em Santa Maria da Feira


Árbitro: Cosme Machado (Braga).
Assistentes: Alfredo Braga e Pedro Fernandes.
Quarto árbitro: José Gomes.

FEIRENSE: Paiva; Carvalho, Igor, Tiago Jogo, Cafú, Fabinho, Gonçalo Abreu, Tonel, Cris, Fonseca, Barge.
Substituições: Cris por Hélder Rodrigues (56m), Gonçalo Abreu por Zé Mário (68m) e Fabinho por Ruben (75m).
Não utilizados: Makandze, Joca, Micael e Leandro.
Treinador: Pedro Miguel.

FC PORTO B: Kadú; Víctor García, Igor Lichnovsky, Zé António e Kayembe; Tomás Podstawski, Francisco Ramos e Leandro Silva; Frédéric, Gonçalo Paciência e Ivo Rodrigues.
Substituições: Leandro Silva por Pavlovski (46m), Kayembe por David Bruno (60m) e Gonçalo Paciência por André Silva (75m).
Não utilizados: Caio, Graça, Leander Siemann e Roniel.
Treinador: Luís Castro.

Ao intervalo: 0-1
Marcadores: Gonçalo Paciência (40m, g.p.), Frédéric (61m) e Barge (81m).
Disciplina: cartão amarelo para Diogo Fonseca (9m), Paiva (20m), Francisco Ramos (29m), Leandro Silva (32m), Igor Lichnovsky (38m), Carvalho (44m), Barge (57m), Gonçalo Paciência (75m), Kadu (90+3m), André Silva (90+4m) e Hélder Rodrigues (90+5m). Cartão vermelho para Tonel (90+2).

O FC Porto B venceu o Feirense, esta quarta-feira, em Santa Maria da Feira, por 2-1, com golos de Gonçalo Paciência (g.p.) e de Frédéric, em partida a contar para a quarta jornada da Segunda Liga. Esta foi a primeira vitória dos comandados de Luís Castro na competição, após duas derrotas e um empate.

Os "bês" assumiram o controlo da partida desde o apito inicial, criando várias oportunidades para se adiantar no marcador, uma das quais a de Víctor García (aos 19 minutos) e duas de Frédéric (tal como no jogo anterior, um dos mais inconformados do FC Porto B) que, com um remate ao poste e um cabeceamento desviado pelo guarda-redes adversário, poderia ter inaugurado o marcador. Esse momento estava reservado, no entanto, para Gonçalo Paciência que, de grande penalidade, fez o 1-0 com que o encontro chegou ao intervalo.

A perder, o Feirense entrou na segunda metade com vontade de dar a volta aos acontecimentos, mas o FC Porto B não se desleixou no ataque: Frédéric correu mais de metade do campo com a bola, tirou Tonel do caminho e rematou colocado, à passagem dos 62 minutos. Foi já à entrada dos dez minutos finais que o Feirense conseguiu reduzir a vantagem dos portistas, com Barge a rematar forte e colocado, sem hipóteses para Kadú.

Até ao final, a equipa da casa pressionou, mas os Dragões conseguiram manter o 2-1 e somaram o primeiro triunfo na competição. A próxima partida dos "bês" é no domingo, com o Santa Clara, às 11h00, no Estádio de Pedroso.

fonte: fcporto.pt



RESUMO DO JOGO

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FC PORTO-Lille, 2-0

UEFA Champions League, 2ª mão play-off
Terça-feira, 26 Agosto 2014 - 19:45
Estádio: Dragão, Porto
Assistência: 45.208


Árbitro: Svein Oddvar Moen.
Assistentes: Kim Thomas Haglund e Frank Andas; Ken Henry Johnsen e Svein-Erik Edvartsen.
4º Árbitro: Sven Erik Midthjell.

FC PORTO: Fabiano, Danilo, Maicon, Martins Indi, Alex Sandro, Casemiro, Rúben Neves, Óliver Torres, Herrera, Brahimi, Jackson Martínez.
Suplentes: Andrés Fernández, Reyes (39' Alex Sandro), Evandro (62' Rúben Neves), Quintero, Ricardo (84' Casemiro), Quaresma, Adrián López.
Treinador: Julen Lopetegui.

LILLE: Enyeama, Béria, Rozehnal, Kjaer, Souaré, Mavuba, Gueye, Balmont, Corchia, Roux, Origi.
Suplentes: Elana, Delaplace (77' Gueye), Rodelin, Soumaoro, Marcos Lopes (71' Corchia), Ryan Mendes (67' Roux).
Treinador: René Girard.

Ao intervalo: 0-0.
Marcadores: Brahimi (49'), Jackson Martínez (69').
Disciplina: Gueye (70'), Balmont (81'), Kjaer (89').

Depois da vitória na 1ª mão em França (1-0), o FC Porto voltou a vencer o Lille nesta terça-feira, e desta vez por 2-0. Desta forma, vai estar presente no sorteio da próxima 5ª feira em Nyon. É a sensação de missão cumprida de um dos primeiros grandes objectivos da época.

O FC Porto confirma a 19ª presença na fase de grupos da Liga dos Campeões e passa a ser um dos recordistas na prova milionária. Estrelas, estádios cheios, passagem do hino, milhões de euros, alta roda do futebol: este é o destino dos campeões. Este é o destino do FC Porto. Este é o lugar natural do maior e mais titulado clube português.

Esta noite, o FC Porto entrou muito bem no jogo. Depois de ter sufocado o Lille nos primeiros momentos do jogo, através de investidas de Ruben Neves, Brahimi, Herrera, Óliver e Jackson Martinez, a equipa do Lille foi, gradualmente, equilibrando a contenda. Mas, no entanto, o Lille nunca conseguiu ameaçar verdadeiramente o FC Porto, não obstante a lesão de Alex Sandro numa altura bastante precoce da partida que obrigou Lopetegui a colocar Indi a fechar o corredor esquerdo e a permitir a entrada de Reyes para o centro da defesa. O Lille foi incapaz de derrubar uma equipa que começa a definir-se muito bem de trás para a frente.

Lopetegui está a construir a equipa, partindo de uma boa consistência defensiva. Não é por acaso que nos jogos mais complicados reforça o meio campo com 4 médios que se desdobram para um 4X3X3 em situação de construção ofensiva. Esse 4º elemento do meio campo que descai para a ala é Óliver Torres.

Os processos ainda não estão assimilados, a equipa ainda denota, naturalmente, deficiências mas está a ir pelo bom caminho. Pedroto dizia que uma equipa faz-se de trás para a frente e esta equipa não foge à regra.

Drible, aceleração, mudança de velocidade, assistências e golos: Yacine Brahimi assinou a melhor exibição da época até ao momento, à imagem do que fez no último Campeonato do Mundo pela selecção da Argélia. Colocado no lado esquerdo do ataque português, o ex-jogador do Granada foi um autêntico quebra-cabeças para a defesa do Lille.

Abriu o marcador imediatamente após o intervalo aos 49 minutos, num livre superiormente cobrado ao ângulo da baliza francesa defendida por Enyeama. Mas Brahimi não se ficou por aqui. Aos 69 minutos ofereceu o segundo golo a Jackson Martinez num passe em profundidade que isolou o colombiano. Jackson à entrada da área rematou colocado com o pé esquerdo sem hipóteses para guarda-redes da equipa francesa.

Enquanto o resultado estava 0-0, o Lille fora inicialmente capaz de resistir à pressão portista, mas após sofrer o primeiro golo, a estratégia do Lille ruiu por completo. E René Girard, treinador do Lille, sabia disso perfeitamente. Apesar disso, os franceses criaram algum perigo na etapa complementar mesmo depois do golo sofrido.

Aos 50 minutos, Origi não concluiu da melhor forma um lance de ataque pela esquerda. Corchia, aos 51 minutos, rematou fortíssimo num livre superiormente batido que Fabiano defendeu. Roux não conseguiu dar melhor sequência a um cabeceamento aos 55 minutos. Em sete minutos o Lille reagiu muito bem ao golo portista mas não conseguiu materializar as oportunidades criadas. E por ali terminaram as suas hipóteses de qualificação.

O FC Porto, após o 1º golo, recuou as linhas e passou a actuar em 4X5X1, reforçando a sua zona intermédia e, neste capítulo, realço a grande prestação de Herrera, umas das melhores exibições que vi o mexicano fazer ao serviço do FC Porto. Herrera esteve no campo todo. Correu, defendeu, atacou, rematou e teve ao cair do pano uma grande oportunidade para ampliar o resultado. Numa investida individual, Herrera rematou fortíssimo de fora da área e o guarda-redes do Lille sacudiu para canto.

Notas finais para a equipa de arbitragem que, à excepção de uma grande penalidade escandalosamente não assinalada no 1º tempo sobre Jackson Martínez, teve uma actuação discreta e acompanhou de perto os lances, castigando algumas entradas mais duras dos franceses.

O FC Porto aguarda até 5ª feira pelos adversários que irá defrontar na fase de grupos da champions league. Na liga portuguesa recebe o Moreirense no Estádio do Dragão, no próximo Domingo, com o objectivo de conquistar mais 3 pontos e consequentemente fechar o 1º ciclo de jogos da época 100% vitorioso.



DECLARAÇÕES

Lopetegui: “Fizemos dois jogos magníficos”

​Duas vitórias frente ao Lille e lugar reservado entre as 32 equipas que vão disputar a fase seguinte da maior prova europeia de clubes. Na conferência de imprensa que se seguiu ao triunfo caseiro sobre os franceses (2-0), Julen Lopetegui destacou a exibição colectiva na eliminatória e considera que os Dragões deixaram pelo caminho “uma equipa forte”.

“Foi muito difícil, pois tivemos pela frente um grande adversário. A equipa fez dois jogos magníficos e está de parabéns, pois mereceu ultrapassar esta eliminatória. Os adeptos foram maravilhosos e ajudaram-nos a concretizar um objectivo muito importante para nós, que era estar na UEFA Champions League”, começou por afirmar o treinador espanhol.

Ciente de que o processo de evolução demorará o seu tempo, Julen Lopetegui garantiu que ainda há muito para melhorar e deixou elogios ao Lille. “Estamos a construir uma equipa e continuamos a precisar de melhorar em vários aspectos. Fizemos dois grandes jogos frente a uma equipa forte e que exigiu o máximo de nós. Só conseguimos vencer o Lille porque trabalhámos muito para isso”.

No entender do técnico basco, o FC Porto entrou bem no jogo mas perdeu fulgor “nos últimos quinze minutos” da primeira parte, altura em que o Lille assumiu o comando das operações. O momento de inspiração de Brahimi, garante, foi essencial para lançar os Dragões para a vitória. “Começámos bem o jogo, mas perdemos fulgor na parte final da primeira parte. Reentrámos forte na segunda e o grande golo do Brahimi deu-nos mais tranquilidade, sabendo, ainda assim, que nunca poderíamos relaxar frente a uma equipa como o Lille”.

Ao fim de quatro jogos oficiais, o FC Porto mantém as suas redes invioladas. Julen Lopetegui volta a puxar pelo colectivo e deixa um alerta: “Uma equipa que quer ser bem sucedida tem de ser forte em todos os sectores”. "Estamos a responder bem em termos defensivos, mas podemos ser ainda melhores. Estamos felizes por estar na UEFA Champions League. É algo muito importante para o clube e para os nossos adeptos”, acrescentou.

Jackson: “Estamos preparados para perseguir as vitórias”

​O colombiano Jackson Martínez marcou o segundo golo do FC Porto na vitória desta terça-feira (2-0), frente ao Lille, e destacou o “bom trabalho” que os Dragões fizeram “frente a uma equipa que lutou muito”. Jackson realçou também que o conjunto azul e branco “podia ter marcado mais golos”, mostrando-se “contente pelo apuramento”.

“Fizemos um bom trabalho frente a uma equipa que lutou muito. Estava a ser difícil controlar o jogo e soubemos esperar e organizá-lo, para conseguirmos jogar mais perto uns dos outros. Estou contente pelo apuramento. Penso que tivemos muitas ocasiões de golo e que estivemos bem defensivamente”, destacou o avançado sul-americano.

Jackson assumiu também que pensa sempre “em ajudar a equipa”: “Os triunfos são colectivos e são mais importantes do que aquilo que posso alcançar individualmente. O importante é que eu esteja bem quando surgirem ocasiões de golo para poder marcar”. Em relação aos adversários futuros, Jackson deixa o aviso: “Há jogos mais difíceis, outros mais tácticos, e temos de tratar de entrar sempre como temos trabalhado na pré-época. Sempre preparados para perseguir as vitórias, como esta, que foi importante”.

Confirmando que a equipa ainda tem muito por onde melhorar, Jackson agradeceu aos adeptos, apesar de lhes pedir o apoio nos bons e nos maus momentos: “Penso que os adeptos têm de aprender a ajudar a equipa a ultrapassar os momentos difíceis. Em qualquer competição, em qualquer jogo, toda a gente tem de apoiar a equipa - é disso que precisamos. A equipa entrega-se, dá sempre o seu melhor e o apoio ajuda-nos a ultrapassar as dificuldades”.

Martins Indi: “O FC Porto tem de estar sempre na Champions”

​O central holandês Martins Indi voltou a integrar a defesa portista, que ainda não sofreu golos nos quatro jogos oficiais disputados. Após a vitória sobre o Lille, que valeu a qualificação para a fase de grupos da UEFA Champions League, o internacional holandês mostrou-se feliz por ter ajudado a equipa a conseguir o primeiro dos objectivos da temporada e disse também que o facto de ser um jogador polivalente “é importante para acrescentar mais soluções à equipa”.

Martins Indi valorizou o papel de todos na vitória desta noite, referindo que a equipa “jogou muito bem”: “Apesar de, por vezes, os passes não terem saído muito bem, o facto é que quando marcamos sentimos que o jogo estava controlado. Ganhámos e estou muito contente, até porque o FC Porto tem de estar sempre na Champions League. O Lille é uma boa equipa, a qualificação foi difícil, mas estamos muito satisfeitos”.

O central, que na noite desta terça-feira, jogou também a lateral-esquerdo, após a saída de Alex Sandro por lesão, afirmou ser óptimo poder ajudar a equipa: “Tive de pensar de forma diferente após a saída do Alex Sandro. Eu sou central, mas estou habituado a jogar a lateral e consegui ajudar nessa posição. É importante fazer um bom trabalho nessa posição, para dar mais soluções à equipa”.

Maicon: “Foi uma vitória mais do que merecida”

Depois da vitória (2-0) sobre o Lille, que garantiu a presença na fase de grupos da UEFA Champions League, o ambiente que se vivia no Dragão era, naturalmente, de felicidade e Maicon reflectia a satisfação do balneário portista. O brasileiro realçou “uma vitória mais do que merecida” num “bom jogo” do FC Porto.

O central brasileiro acrescentou que a equipa esteve em excelente plano, tanto no Dragão, como no Pierre-Mauroy, em Lille: “Estudámos bastante a equipa do Lille, eliminámos os pontos fortes deles e creio que foi uma vitória mais do que merecida. Somos uma equipa jovem, com personalidade, que gosta de jogar em posse e que foi superior nos dois jogos”.

Destacando a qualidade dos jogadores do Lille, Maicon afirmou também que “o plantel tem alternativas, com jogadores que completam quem está a jogar” e realçou a justiça do resultado: “A equipa procurou sempre a vitória e conseguimos o nosso principal objectivo, que era a qualificação”.



RESUMO DO JOGO

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Tribunal O JOGO: FC PORTO-Lille, 2-0
Árbitro: Svein Oddvar Moen / Assistentes: Kim Thomas Haglund e Frank Andas; Ken Henry Johnsen e Svein-Erik Edvartsen / 4º Árbitro: Sven Erik Midthjell.




fonte: ojogo.pt e portistaforever.blogs.sapo.pt

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terça-feira, 26 de Agosto de 2014

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As nossas digressões nacionais e internacionais já começaram. A nível europeu grande presença em Lille e logo depois para o campeonato, o topo sul do estádio Capital do Móvel foi pequeno para tanto portista!

Tal como tinha deixado aqui escrito na última semana, as nossas claques marcaram presença no norte de França, no primeiro jogo do play-off! Super Dragões e Colectivo partiram da Invicta e lá se juntaram a centenas e centenas de emigrantes. Da Bélgica, da Holanda, da Alemanha, do Luxemburgo, da Suiça e da própria França, Lille foi o destino na última quarta-feira. Para quem viu na TV, à semelhança do que já tinha acontecido no estágio em Inglaterra, os nossos adeptos foram perfeitamente audíveis no apoio que prestaram.

A vitória por 0-1 deixa-nos com um pé na fase de grupos da Champions, vamos agora carimbar em definitivo a passagem esta semana, mais uma vez com a ajuda dos adeptos portistas. O estádio do Dragão promete registar uma excelente moldura humana.

Agosto. Sábado. 18 horas. Perfeito para uma deslocação de 30 quilómetros. Alguns aproveitaram para ir lá almoçar, outros apareceram ao início da tarde. Às 15 horas já o movimento era grande Paços de Ferreira. Quase tudo portista. Num café em frente ao estádio a cerveja esgotava a qualquer momento. Falava-se das férias e sobretudo do regresso das nossas batalhas semanais. Vimos os autocarros das equipas chegarem no meio da multidão. Primeiro o da casa, depois o de FCP. A partir desse momento começámos a aquecer as vozes.

Mais uma volta em redor do “novo” recinto e chegou a hora de entrarmos. Mudaram-nos de topo, agora estamos na Sul. Os Yellow Boys também mudaram de sector.

A bancada visitante esteve lotada com Super Dragões, Colectivo e outros adeptos dos Dragões. Adeptos que também se viam nas centrais, principalmente na poente. Um bom apoio dos ultras debaixo de um sol que brilhou até tarde. Mais uma vitória por 0-1, desta vez três pontos rumo ao resgate.

Bandeiras, estandartes e acima de tudo a nossa voz deram espectáculo em Paços de Ferreira. Indispensável três ou quatro “brindes” ao antigo técnico, alguém que para além do que aqui fez, passou as últimas duas semanas a fazer declarações depressivas para connosco.

Todos ao Dragão, hoje e Domingo!

Um abraço ultra.

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