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sábado, 1 de agosto de 2015

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Agora que parece que o plantel caminha para estar fechado vou efectuar uma análise comparativa ao plantel que vamos ter a defender o nosso manto sagrado em 2015/16. A análise a priori pode ser muita falaciosa mas à segunda-feira é muito fácil acertar no totobola.

Começando pelos guarda-redes e não sendo um grande apreciador de Iker Casillas e que também vai um pouco contra os atributos que se exige para um miúdo poder ser recomendado para os nossos escalões de formação tenho que me render quando olho para Casillas e para o seu palmarés e o comparo com o titular habitual da época passad. O companheiro de posto, Hélton, se estiver em boas condições físicas, é uma mais-valia para a posição. Assim, resta-me concluir que a posição de guarda-redes sofreu um incremento de qualidade para esta época.

No lado direito da defesa perdemos o titular da época passada e para colmatar essa perda fomos buscar aquele gajo com quem já perdi muito tempo e que acho que pouco vai jogar já que deverão ser mais os jogos em que estará suspenso do que aqueles que estará disponível. Aqui é uma das posições em que acho que perdemos qualidade e onde poderá residir um dos principais problemas se o nosso Ricardo não for capaz de assumir o lugar.

Do lado contrário da defesa não mexemos no plantel e com o Alex Sandro a querer lutar por um bom contrato lá para Julho de 2016 parece-me que este ano teremos mais qualidade do lado esquerdo da defesa.

Ao centro da defesa mantemos os 3 mais utilizados na época passada e parece-me que o Igor é um elemento com valor para ocupar a vaga sobrante treinando ao lado do plantel principal e evoluindo jogando na equipa B. Com o crescimento que se espera de Indi e Marcano acho que poderemos estar mais sólidos neste sector.

No meio campo é onde sofremos mais mexidas. Já perdemos 2 dos 3 mais utilizados na época passada (Oliver e Casemiro) e com a incógnita Herrera poderemos ter que construir um meio-campo totalmente novo. Das entradas o Imbula terá que ser titular e juntando o Danilo Pereira poderemos ter um bloco sólido. André André e Sérgio Oliveira podem ser 2 elementos importantes na rotação destas 2 posições. No entanto, parece-me que falta um pouco de criatividade para a vaga sobrante a meio-campo. Se o Quintero quisesse ser alguém no mundo do futebol poderia ser uma grande opção para tapar esta lacuna mas como aparentemente vai sair do plantel resta a leve possibilidade de receber, ainda, Oliver Torres deixar-me-ia um pouco mais confiante. Evandro não me dá total confiança de ser a estrela principal neste vértice mais ofensivo do meio campo mas poderá ser um jogador com largos minutos de jogo ao longo da época. Com o atual elenco do meio-campo não tenho a certeza de este sector estar preparado para as longas batalhas que se avizinham.

No ataque perdemos o melhor marcador dos últimos 3 anos e o Ricardo Quaresma. Regressou Varela e entraram Bueno e aparentemente Pablo Osvaldo. Se a saída do Jackson é uma perda de qualidade clara que vamos ver como será colmatada com o ingresso de Pablo Osvaldo a saída do Ricardo Quaresma é um movimento natural de um elemento que não reage bem ao facto de não ser titular e que já há 1 ano esteve perto da saída. O ataque deverá ficar entregue em 1º lugar a Tello e Brahimi com Hernani e Varela na espectativa de rotação. A posição central do ataque é que é a maior incógnita entre Bueno, Vincent Aboubakar e Pablo Osvaldo. Se um dos 3 que aparentemente assumirão a posição 9 se assumir como um verdadeiro reforço para 2015/16 penso que temos uma frente de ataque capaz para a nova época. Esperemos que o ingresso de Pablo Osvaldo seja mais uma movimentação de valor como têm sido as últimas desta posição onde já perdemos Lisandro Lopez, Falcao e agora Jackson mas sempre bem substituídos ainda que no caso de Falcao com um ano de atraso.

Até breve,
Delindro

P.S. As movimentações da equipa de basquetebol parecem ser bastante promissoras e poderemos estar a construir um plantel bem interessante para o regresso à Liga e quem sabe para o regresso às competições europeias. No andebol parece que teremos um plantel mais forte que o do HeptaCampeonato. No Hóquei em Patins o plantel deste ano é uma grande incógnita com aparentemente 2 guarda-redes, 7 jogadores para 4 posições de campo e depois um atleta para entrar quando os jogos estiverem resolvidos que tem qualidade mas com falta de cérebro como algumas atitudes recentes mostraram.

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Valência e Stoke City são os dois últimos adversários da pré-temporada antes de o FC Porto regressar a Portugal. Integrados na Colónia Cup 2015, que se disputa este fim-de-semana no RheinEnergieStadion, casa da equipa anfitriã, os dois jogos são encarados pelos azuis e brancos como mais dois testes de nível elevado e como uma oportunidade para evoluir e estar forte quando a época começar. Palavras de Sérgio Oliveira, uma das caras novas do plantel.

“É sempre bom testarmo-nos com equipas de um nível alto, é sempre bom jogar com os melhores, porque nos faz evoluir mais. É verdade que nos dois últimos jogos passámos por dificuldades, mas é com elas que evoluímos. Agora temos dois jogos bastante complicados, são duas equipas fortes, mas vamos encará-los para ganhar e para evoluir, que é o mais importante nesta fase da época”, afirmou o médio de 23 anos, em declarações exclusivas ao www.fcporto.pt e ao Porto Canal.

Os Dragões estão “no bom caminho”, garante Sérgio Oliveira, que não esconde a vontade de, tal como os restantes companheiros, aproveitar as duas partidas “para somar minutos e, sobretudo, jogar bem”. “Nesta altura, temos que nos focar em nós, e procurar melhorar em todos os aspectos, para estarmos fortes quando a época começar”, acrescentou o médio internacional Sub-21, antes de começar o treino desta sexta-feira, no estádio do Colónia.

Cinco anos depois, mais maduro e experiente, Sérgio Oliveira volta a integrar a equipa principal do FC Porto e já se sente em casa, como o próprio garante: “Fui muito bem recebido pelos meus companheiros, estou feliz por aqui estar. Temos um grupo com bastante qualidade e isso ajuda, resta-me adaptar e dar o meu melhor por este clube”.

fonte: fcporto.pt

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sexta-feira, 31 de julho de 2015

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Assunto que passou um pouco ao lado da bluegosfera e das redes sociais portistas. Quaresma sai de fininho, pela bruma, para a Turquia, por um valor em nada condizente com a sua real valia. O adeus de um génio não pela porta pequena, mas pela porta grande dos fundos, como dizia um dia Miguel Sousa Tavares sobre os últimos dias de José Mourinho no FC Porto.

É difícil ficar do lado de Quaresma depois de tantas e tantas asneiras que o próprio sabe que cometeu. Expulsões várias, indisciplinas perante o treinador, abraços a Jorge Jesus, elogios ao homem da Reboleira em detrimento de Mourinho, comentários sobre a mística do balneário portista, auto-proclamações do que é o Ser Porto, etc. Num clube onde por hábito e vocação os jogadores devem falar pouco à comunicação social, Quaresma sempre fugiu à regra, dando entrevistas fora do óbvio e do politicamente correcto. A capa à revista Cristina é também disso maior exemplo.

E, assim mesmo, Quaresma merece uma palavra em sua defesa e valorização. E merece, acima de tudo, gratidão e não um qualquer desinteresse e alheamento face à sua saída, como se se tratasse de um qualquer ou de “mais um”.

Na Faculdade de Direito sempre ensinam a “trata igual o que é igual e diferente o que é diferente”. E Quaresma é, de facto, diferente. Especial. Único. Irrepetível. Inimitável.

Quaresma provavelmente terá conseguido dar nome a um gesto técnico. Picar a bola num penalty não é picar a bola, é antes uma Panenka, em homenagem ao génio checo. A trivela, para mim, deixou de ser um remate de 3 dedos. A trivela agora chama-se quaresma. E provavelmente daqui a muitos anos, quando um miúdo num qualquer recreio de escola de um país rematar ou cruzar assim uma bola, alguém dirá: “que grande quaresma!”

Da segunda passagem de Quaresma pelo nosso clube sobram coisas boas e coisas menos boas, como em tudo. Mas há algo que não pode ser esquecido: quando muitos diziam que estava morto para o futebol, que estava gordo, que estava cheio de lesões, Quaresma reergue-se das trevas e mostrou que não fica a dever nada, bem pelo contrário, às novas “estrelas” Brahimi e Tello. Mais: conseguiu ser mais regular que eles, o que no caso de Quaresma acaba por ser curioso.

Episódios para lembrar há para todos os gostos: a estreia na Luz e, no primeiro toque na bola, uma finta desconcertante e uma desmarcação em trivela para Jackson; o golo pleno de raiva ao Athletic Bilbao; a obra-prima de Nápoles; a trivela desconcertante ao Paços de Ferreira; a exibição portentosa (talvez a melhor da sua carreira) e os dois golos – um deles de trivela – frente ao Bayern de Neuer.

Nesta (talvez) sua última aparição pelo futebol português, Quaresma saldou todas as dívidas e dúvidas que sobre ele pendiam. Mostrou que continua a ser, depois de Cristiano, o melhor extremo nacional. E eliminou de uma vez por todas os seus fantasmas, mostrando nos jogos grandes, em dias de Champions, o verdadeiro craque que é. Fica por isso difícil de entender esta saída. Antigamente, o Porto era a cidade onde todo e qualquer jogador irreverente despertava para a alta competição e para a obrigação de ter que ganhar todos os jogos. Foi assim com Futre, com Madjer, com Carlos Alberto, Maniche, entre muitos outros jogadores que só no Porto conseguiram atingir o seu pico de forma. A saída de Quaresma representa o momento em que o nosso clube assume que já não é mais esse clube, que já não consegue ser diferente, que já não consegue pegar naqueles que são diferentes e difíceis e fazê-los voar sob o dorso do Dragão. Na prática, o Porto desistiu de Ricardo Quaresma.

Mas o Cigano quase parece ser como os gatos, possuidor de 7 vidas e por isso será prematuro fazer-lhe o funeral. Conquistou de novo a plateia azul e branca, tendo até surgido uma espécie de FC Quaresma, que se critica, é certo, mas que tem que ser vista à luz do que é o FC Porto actual: órfão de referências, depois da saída algo envergonhada de Lucho Gonzalez, o número 7 portista surgia como o ídolo dos sócios, o jogador mágico, o artista, o vadio indomável que vestia de azul e branco e que se declarava morto de amores pelo clube, o homem cujo estilo de jogo se assemelha mais aos recreios e às ruas da nossa infância do que ao moderno futebol de força, atletismo e potência. Quaresma mais não faz do que nos recordar sempre, em cada lance, dessa criança que vive dentro de nós a fintar tudo e todos no recreio da escola.

Quaresma representa isso. A magia. A imprevisibilidade. A espontaneidade. A irreverência. A arte dentro do desporto. Pode não chegar para ter lugar no FC Porto de Lopetegui, mas terá certamente lugar no panteão dos imortais do futebol português.

Até sempre, Harry Potter!

Rodrigo de Almada Martins

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O relógio na Alemanha marcava as 19h09 (menos uma em Portugal Continental), quando Héctor Herrera, acompanhado por Antero Henrique, CEO do FC Porto, integrou o estágio da equipa azul e branca, em Marienfeld, cerca de uma hora depois de ter aterrado no Aeroporto de Münster. O médio, que no domingo conquistou a Gold Cup ao serviço do México, chegou “contente e confiante”, com vontade de começar a trabalhar, e prometeu trabalhar para conquistar um lugar na equipa azul e branca.

“Estou contente por me juntar aos meus companheiros e por poder conhecer os jogadores novos que chegaram. Espero poder integrar-me o mais rápido possível no grupo e vou trabalhar no máximo para conquistar o meu lugar na equipa e ajudá.-la a enfrentar a nova época”, afirmou o internacional mexicano, em declarações exclusivas ao www.fcporto.pt e ao Porto Canal.

Trabalho foi a palavra mais repetida pos Herrera durante a entrevista. Só com trabalho, sublinhou, o FC Porto poderá concretizar o “principal objectivo”: conquistar o campeonato e “ir o mais longe possível nas competições europeias”. Depois de ter estado ao serviço da selecção mexicana, o médio garante que já mudou o chip, que se sente bem fisicamente e, por isso, preparado para jogar, se Julen Lopetegui assim o entender: “Agora só penso no FC Porto, estou muito confiante, sinto-me a 100 por cento e estou à disposição do treinador”.

Apesar de ter estado longe, entre o México e os Estados Unidos da América, onde disputou a Gold Cup, o jogador portista esteve sempre a par das notícias para conhecer os jogadores que chegaram de novo ao plantel. “Alguns já conhecia da Liga Portuguesa, os outros que não conhecia procurei ver vídeos no Youtube. Procurei sempre estar ao corrente de tudo, porque hoje já não posso estar sem ver notícias do FC Porto, que é a minha segunda casa”.

fonte: fcporto.pt

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quinta-feira, 30 de julho de 2015

UM CLUBE DE M....

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Este clube vai de mal a pior... o abismo aproxima-se a passos largos.
O presidente está completamente senil e não sabe o que diz.
O CEO só percebe é de lagares de azeite, bem típicos de Trás Os Montes.
O treinador... bem, esse deve é perceber de futsal.

Os jogadores são mimados, não jogam nada e são todos caríssimos.
A equipa médica uma autêntica vergonha... mais parecem veterinários.
Os roupeiros não percebem nada disto.
E o pior é mesmo o burro do porteiro do Olival que sabe lá como se levanta a cancela.

Felizmente há os adeptos! Felizmente há a malta que todos os dias se interessa pelo seu clube.
Por amor de Deus, há alguém mais entendido do que nós para escolher reforços, dispensas e 11 titular? Essa coisa de se ver os treinos não serve para nada, pois nós vemos os jogos e chega.
Falarem-me que dos 11 jogadores mais usados na época passada, apenas 4 estão em estágio e que da defesa para a frente apenas sobra um (Brahimi), tem algum reflexo na qualidade de jogo da equipa? Por favor, nós escolhemos isso no Championship Manager, e os gajos marcam que se fartam logo no primeiro jogo.
Virem com a conversa de que só treinam juntos há 3 semanas não soa a desculpa? Claro... 3 semanas tem que ser tempo mais do que suficiente para termos qualidade e agressividade em posse!
E ainda por cima têm a lata de dizer que ainda falta um ponta de lança para a equipa? Então, não está bom de ver que já devíamos ter definido o nosso alvo, chegar e pagar o que o seu clube queira? São é uma vergonha que andam a gastar 20 milhões num gajo qualquer que ninguém conhece, pagar salários milionários a um espanhol pior que o Roberto, e ainda se lembraram em ir buscar o sub-capitão do nosso principal rival. Um escândalo!

Enquanto isto não mudar radicalmente, não vamos lá!
O presidente tem que no final de cada época chamar os associados às urnas a perguntar se o treinador se deve manter ou não. Como é óbvio, tem que existir um resultado superior a 90% de decisão, pois caso contrário, repete-se a consulta até alcançarmos esse valor.
Depois, cada associado, adepto, simpatizante ou seguidor do twitter e facebook, tem o direito de escolher um reforço para a época seguinte bem como, um jogador a ser dispensado.
Mais, quando surgir uma proposta de compra por algum dos nossos jogadores, deve a SAD enviar, por carta registada, a todos os associados, a proposta apresentada para que nos possamos pronunciar.
Dois jogos seguidos, mesmo que de pré-época, sem vencer, devem ser seguidos de uma Assembleia Geral para que se decida o que fazer com o treinador e respectivos jogadores.
Meus amigos, enquanto isto não acontecer... não vamos lá das pernas.

Termino dizendo: é preciso ter uma ganda lata para inundar as redes sociais e afins com críticas a tudo o que mexe! Não são conversas de café ou ao telemóvel... não, é na praça pública com todos a verem, incluindo jogadores e equipa técnica.
Com 3 semanas de treinos, fazer juízos de valor sobre jogadores, equipa, treinador, estilo de jogo, etc... é incrivelmente bacoco! Não acrescentam nada, não têm uma ideia, não melhoram nada. Direito à opinião, todos têm! Direito à indignação, todos têm!
Direito a incomodarem o trabalho que os outros estão a fazer, já não têm!
Até porque, quando podem realmente dar a tal dita opinião que todos se arvoram no direito de ter... ”tá queto”!

Estou longe de achar que está tudo bem, da mesma forma que ninguém consciente pode dizer que está mal. É óbvio que queria ver melhor qualidade, melhor jogo. Mas pedi-lo ao fim de 3 semanas de treinos... é razoável! Só o é na mente brilhante de quem nunca trabalhou com seres humanos, e que não passam de bitaiteiros de vão de escada.
Se daqui a 2 meses tivermos esta mesma qualidade, estarei na linha da frente a dar a cara dos que exigem mais e melhor. Só espero, é que se depois estiver 88 minutos em silêncio e de repente me apeteça cantar o hino do meu clube, não existam milhares a assobiar. São os tais que têm tendências de António Variações... só estão bem onde não estão!

É pá, ponham o Lourenço Corneteiro a presidente, o Zé dos Espinafres a CEO e o Bexigueiro a treinador!

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O FC Porto B foi novamente convidado pela Premier League a disputar a Premier League International Cup, competição em que foi finalista vencido na época transacta. Os Dragões integram o grupo B da prova e têm como adversários o Schalke 04, o Everton e o Tottenham.

Esta é a segunda edição da Premier League International Cup, competição que junta várias equipas secundárias de clubes ingleses com outras de diferentes ligas europeias. Todos os jogos têm transmissão prevista no Porto Canal.

Calendário da prova:

1.ª jornada: FC Porto B-FC Schalke 04 (25 Setembro, 19h00, Wycombe Stadium, Londres, Reino Unido)

2.ª jornada: Everton-FC Porto B (22 Novembro, 12h00, Goodison Park, Liverpool, Reino Unido)

3.ª jornada: Tottenham-FC Porto (23 Dezembro, 12h00, Wycombe Stadium, Londres, Reino Unido)

fonte: fcporto.pt

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Um golo de Leonardo Ruiz (na foto), apontado aos 76 minutos, valeu ao FC Porto B uma vitória sobre o Lusitano de Vildemoinhos, em encontro particular disputado esta quinta-feira, no Estádio Municipal de Seia. O encontro, jogado em três partes de 30 minutos, inseriu-se no estágio de cinco dias que os Dragões cumprem na região serrana e que termina esta sexta-feira.

Comandado por Luís Castro, o FC Porto B alinhou com: André Caio (João Costa, 30m, depois Filipe Ferreira, 60m); Rodrigo Soares (Víctor García, 30m), Rui Moreira (Wellington, 41m), Verdasca (Chidozie, 41m) e Pité (Rafa, 30m); Mikel (Graça, 30m), Leandro Silva (Omar Govea, 30m, depois Sérgio Ribeiro, 60m) e Francisco Ramos (Fede Varela, 30m, depois Enrick Santos, 60m); Ivo Rodrigues (Cláudio, 30m), Rui Pedro (Leonardo, 30m) e Ismael Díaz (Ronan, 30m).

fonte: fcporto.pt

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quarta-feira, 29 de julho de 2015

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NOTA INTRODUTÓRIA: Este Post não é contra ninguém, nem a favor de ninguém. Serve apenas para desmistificar alguns conceitos.

Ouve-se atualmente, por entre blogues e facebooks, que agora o adepto do Porto é uma “Maria vai com todas”, porque apenas fala para criticar o que se faz. Parece, é assim descrito, que os “novos adeptos” só querem “likes” e “atenção”, e que os “blogues” só desinformam, pior, que o fazem aparentemente, com o intuito de prejudicar o Clube.

Ora, é “Porque criticam o Casillas”, “e agora é o equipamento castanho que é alvo de chacota”, agora “é o Presidente que está acabado”, “esta gente nunca está bem”. “Se fala, é porque fala, se se fala, é porque se devia estar calado”. Estes “portistas”. ENFIM.

Como em tudo na vida, generalizar tem o grave, gravíssimo problema de colocar tudo no mesmo saco, muitas vezes, menosprezando uns, e por outras vezes, atribuindo mérito a quem não o tem.

Criticar a compra do Casillas com argumentos estéreis de que não precisamos de guarda-redes, que o jogador é caro, que temos Helton para o mesmo lugar. Não é criticar. É dizer mal.

Criticar que neste momento exista um aparente excesso de médios quando precisamos é de um avançado centro, não é dizer mal. É criticar.

Qual é a substancial diferença? Aquele que diz mal, está-se bem borrifando para a consequência dos seus actos, ou para a consequência prática daquilo que aponta como errado, pelo simples facto que não quer saber, não equaciona, não mede, as consequências positivas ou negativas do que diz, e sobre o que diz.

O nosso Presidente, magistralmente, ontem explica o “enquadramento do salário de Casilas”, entra o reputado guarda-redes e saem dois. Dizer mal, é ignorar o impacto mediático que Casillas tem, a mais-valia – não digo que seja melhor ou pior que Helton, digo apenas que é uma mais-valia, o que é sempre bom – da experiência e a confiança que um guarda-redes como ele transmite. Falar negativamente sobre Casilas, repito, é ter visão curta, medíocre, fechada.

Já e em contraponto, questionar a contratação de Bolat, Andres Fernandez, Ricardo Nunes e porque não Bracalli e Kieseck e a dispensa de Beto, já será criticar. Nestes, em todos eles, a solução lógica foi aquela que assistimos. A saída do clube dos mesmos (à exceção do Beto) era expectável a partir do momento em que entraram. Por mim, por todos os portistas. Então, será “dizer mal por dizer mal” questionar; Porque é que entraram? Em que condições? Quando despendemos com eles? Quem recebeu comissões pelas suas compras? Quem recebeu pelas suas vendas? Pedir estas explicações não é “dizer mal, apenas por dizer”. É estar atento ao que se passa no Clube, perdão, na SAD. E isso não faz de mim, ou ninguém menos Portista.

Seguindo, “criticar o castanho”. É dizer mal. É claramente dizer mal. Criticar, porque consubstanciado, é atentar à escolha do cor-de-rosa. Ainda que possa ter sido a camisola mais vendida do século, nenhum “truque publicitário” justifica envergar uma cor com conotação de um rival. É escusado, é lamentável. Valemos mais que isso. Este ano temos o castanho. Se gosto? Não. Mas meus caros, paciência! É o segundo equipamento! Não maltrata a nossa história, não nos associa a rivais, não é um pontapé nos estatutos! Que seja! Dizer mal sobre isso, é isso mesmo, não ter mais do que fazer no Velasquez e querer meter conversa com o tipo da mesa ao lado.

“O Presidente está acabado não fala”, se o “Clube está calado, é porque está calado, se fala é porque fala”. Dizer que o nosso Presidente está acabado, além de dizer mal, é de uma ingratidão atroz. Mas, e porque não me vou alongar sobre as razões pelas quais se deveria pensar duas e três vezes antes de falar do nosso Presidente, vou criticar. Sim, criticar. Apontar racionalmente e consubstancialidade a razão pela qual ele tem que falar e porque é que o Dragões Diário falar ou deixar de falar é igual a zero.

Jorge Nuno Pinto da Costa tem um condão de unanimidade nacional. Quando fala, Portugal ouve. Uns criticam, outros aplaudem. Uns invejam-no, outros idolatram. Todos o queriam. Apenas nós o temos.

Aplaudo, a sua intervenção no Jornal O Jogo, mas quero mais. Temos que ter mais – e não estou a dizer que “foi pouco”. Não quero mais porque “preciso”. Quero mais porque o Clube “precisa”. Uma grande entrevista, um murro na mesa numa televisão generalista é necessário. Precisamos de um murro na mesa. Não estamos moribundos, nem estamos “perdidos”. Mas precisamos de mostrar quem manda, olhos nos olhos, sem papas na língua. E isso, só ele tem esse condão. Dragões Diários são de aplaudir mas duram uma manhã. Uma tomada de posição do nosso Presidente, abala e destrói estruturas. Ganha eleições. Ganha respeito. Precisamos de ter o nosso timoneiro a dizer presente. Estou aqui. A luta é tanto minha como tua, queremos ir, mas vamos juntos.

Não queremos que “fale” por falar. Não me interpretem mal, o nosso oficial de ligação aos adeptos aponta o dedo a muita coisa, o Dragões Diário também, Lopetegui, Bernardino Barros, mas Pinto da Costa. É Pinto da Costa. Pinto da Costa, sem falar já impõem respeito, e é esse respeito que tem faltado. Isto não é dizer “mal”. Alguém que interprete isto como dizer mal, ou é burro, ou é pouco sério.

Novamente, temos que distinguir o trio do joio. É normal que se questione e critique a razão pela qual não temos patrocinador. É normal. Confiamos, claro. Mas temos opinião. Aliás, opinião, desde que válida e construtiva é o que mais se quer! Ou um Clube que se orgulha de no 25 de Abril ter resistido à opressão e à liberdade de expressão é agora aquele que se fecha e diz que todos aqueles que questionam são burros? Ou menos Portistas? Se tem dúvidas. Porque não esclarecer ao invés de criticar?

Por fim, e de longe, o mais grave. O número é um número. É. Mas ignorar o peso que o número dois tem nos adeptos é não considerar os mesmos. Maxi Pereira personifica tudo aquilo que sempre detestamos no rival. Ok, é verdade. A sua compra? Questionável. Eu próprio já a critiquei. No entanto, tenho “tiko e teko” suficiente para perceber os motivos subjacentes à sua compra. É, querendo ou não, um jogador que no imediato mais garantias pode dar. Se isso me faz esquecer o quanto o insultei? Não. Mas engulo em seco. E, “esta direção lá saberá, e melhor que eu, conhece os dossiers, as opções que tinha, e qual o jogador que mais garantia daria”. Se esse jogador, pesados todos os contras continua a ter mais “prós”. Sou forçado a ceder. Agora, não há explicação possível, não há razão, não há nada que possa fazer com que aceite e compreenda o número 2! E aqui o problema já não é o Maxi! É de quem manda. O futebol é um negócio, mas há baluartes que temos, podemos e devemos defender. E o número dois é um. Por toda a história, por todo o simbolismo que tem, quem critica o facto de Maxi ter o número dois, não o faz pelo prazer de dizer mal, fá-lo, mais do que em tom de crítica, em tom de desgosto, mágoa, tristeza. É bom que isto se perceba. Um museu existe porque existe quem faça historia. O número dois é de homens que fazem história. Não venham agora com o argumento Danilo. Danilo independentemente de ter dado tudo, não é um número dois. Nunca foi. Foi um jogador que se entregou mais do que os atuais profissionais o fizeram. Não vamos colocar profissionalismo e entrega com devoção, abnegação e entrega total ao Clube.

Pelo bem da nossa história e dos nossos valores. Não o poderemos fazer.

Uma coisa é certa. A partir do início do primeiro jogo oficial. Não há criticas. Nem que joguemos com dez guarda-redes e um avançado.

Continuar a ler “CRITICAR É SUBSTANCIALMENTE DIFERENTE DE DIZER MAL.”...

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O FC Porto é o único clube dos três grandes do futebol português que mantém a equipa técnica da época passada, o que para Maicon só pode constituir uma vantagem, por não haver necessidade de adaptação à mudança, a uma nova realidade e a novos métodos de trabalho. O defesa brasileiro faz uma avaliação positiva desta primeira fase da pré-temporada e acredita que os Dragões vão melhorar com o trabalho que ainda têm pela frente até ao arranque da Liga portuguesa.

“A equipa tem treinado bem e tem feito bons jogos. Estamos a meio da pré-época e ainda precisamos de ganhar ritmo. É verdade que temos enfrentado algumas equipas que estão mais adiantadas do que nós na preparação, mas acho que a resposta é positiva. Agora, só temos que continuar a trabalhar nos treinos e nos jogos e a darmos o nosso máximo para continuarmos a melhorar”, afirmou Maicon em declarações exclusivas ao www.fcporto.pt e ao Porto Canal.

Para o central brasileiro, o facto de a equipa técnica liderada por Julen Lopetegui transitar da época passada é benéfico para os jogadores, que já conhecem bem o treinador e o que ele pretende: “É claro que é uma vantagem. Já temos a confiança dele e ele também já tem a nossa e conhecemos bem os seus métodos de trabalho, o que nos ajuda bastante. É sempre bom manter a base de uma equipa; quando se mexe na estrutura técnica, acabamos por ter o trabalho mais dificultado”.

Maicon mantém-se como um dos capitães do FC Porto e tem como uma das suas funções ajudar os novos jogadores a integrar-se na nova realidade. “Sou um dos jogadores do plantel com mais anos de clube - tal como o Helton, o Alex Sandro e o Varela – e temos de fazer tudo para, dentro e fora do campo, ajudarmos os mais jovens e os que chegam de novo e dar-lhes um pouco da nossa experiência para os integrar o mais rápido possível e para que nos possam ajudar a ganhar”, afirmou o central portista, que se confessa orgulhoso por concretizar um dos objectivos desde que renovou o contrato com o clube: usar a braçadeira de capitão dos Dragões.

fonte: fcporto.pt

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terça-feira, 28 de julho de 2015

EMPATE NO QUARTO TESTE.

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Schalke 04-FC Porto, 0-0

Jogo preparação
Segunda-feira, 27 Julho 2015 - 17:00
Estádio: Heidewald, Gütersloh
Assistência: -


Árbitro: Martin Thomsen.
Assistentes: Bastian Borner e Benjamin Blaser.
4º Árbitro: -.

BORUSSIA M'GLADBACH: Färhmann, Johannes Geis, Sead Kolasinac, Leon Goretzka, di Santo, Julian Draxler, Huntelaar, Sascha Riether, Nastasic, Joel Matip, Neustädter.
Suplentes: Marvin Friedrich (70' Joel Matip), Max Meyer (60' Julian Draxler), Marco Höger (60' Neustädter), Dennis Aogo, Leroy Sane (60' di Santo), Kaan Ayhan, Janik Schilder, Michael Gspurning, Felix Platte (70' Huntelaar).
Treinador: André Breitenreiter.

FC PORTO: Casillas, Ricardo Pereira, Marcano, Igor Lichnovsky, Alex Sandro, Rúben Neves, Sérgio Oliveira, Evandro, Varela, Brahimi, Aboubakar.
Suplentes: Helton (46' Casillas), Raul Gudiño, Martins Indi, Maicon (46' Lichnovsky), José Ángel (80' Alex Sandro), Danilo Pereira (60' Rúben Neves), Hernâni, André André (46' Sérgio Oliveira), André Silva (69' Aboubakar), Bueno (60' Evandro), Tello (46' Varela), Adrián (69' Brahimi), Imbula, Maxi (46' Ricardo).
Treinador: Julen Lopetegui.

Ao intervalo: 0-0.
Marcadores: -.
Disciplina: cartão amarelo a Sérgio Oliveira (11'), Alex Sandro (69').

O FC Porto somou esta segunda-feira o primeiro empate da pré-época, diante do Schalke 04 (0-0), no completamente lotado estádio de Heidewald, em Guterslöh, cidade vizinha de Marienfeld, na Alemanha, onde decorre o estágio dos Dragões. Num jogo que começou cerca de um quarto de hora mais tarde do que o previsto, porque as duas equipas ficaram presas no trânsito, os Dragões deixaram algumas boas indicações. Com o trabalho que ainda há pela frente, o rendimento da equipa certamente irá melhorar.

Com dois jogos no curto espaço de três dias - e face às cargas de treino a que o plantel tem sido sujeito nestes primeiros 20 dias de trabalho -, Julen Lopetegui voltou a mudar cinco peças no xadrez da equipa, face ao onze que na sexta-feira defrontou o Borussia Mönchengladbach: para a defesa entraram Lichnovsky e Alex Sandro, que, pela primeira vez, iniciou um jogo com a braçadeira de capitão dos Dragões; Rúben Neves foi o trinco; Varela e Brahimi acompanharam Aboubakar, o único que manteve a titularidade na frente de ataque.

O primeiro sinal mais da partida pertenceu ao Schalke, que entrou forte, muito pressionante e intenso, apostando em transições rápidas, que, na maioria das vezes, terminavam em cruzamentos para a área na tentativa de encontrar o perigoso Huntelaar. Foi dessa forma que os alemães criaram o primeiro lance de perigo, logo aos cinco minutos, num disparo do avançado holandês a que Casillas respondeu com uma bela defesa.

Por seu turno, os Dragões, privilegiavam a circulação de bola entre sectores, o jogo mais curto e apoiado, com algumas variações pelos corredores, destacando-se as boas combinações de Brahimi em busca de espaços interiores. Esses movimentos permitiram a Alex Sandro encontrar profundidade na ala e até algumas combinações interiores - uma das quais quase terminava em golo, num remate ao poste do defesa brasileiro (21m), naquela que foi a melhor oportunidade dos azuis e brancos na primeira parte.

Se os alemães de Gelsenkirchen entraram mais fortes no primeiro tempo, no segundo o FC Porto veio do balneário mais intenso e pressionante. André André, um dos jogadores que Lopetegui lançou ao intervalo, deu o primeiro sinal num remate de longe, mas por cima da baliza de Färhmann (56m). Huntelaar respondeu na jogada seguinte com um remate que Helton travou com toda a categoria, naquela que foi a única oportunidade dos “mineiros” numa segunda parte em que os portistas controlaram melhor o jogo e tiveram mais bola, ainda que por vezes essa posse tenha sido algo estéril.

As muitas substituições feitas pelos dois treinadores durante este período descaracterizaram o encontro, mais foi possível ver que André André, por exemplo, parece cada vez mais encaixar como um "oito" nesta equipa, já que é forte na recuperação e na entrega da bola, e que Danilo, mais em condução do que em posse, pode vir a dar outras soluções ao jogo portista, diferentes daquelas que oferece Rúben Neves, que também esteve em bom plano, sobretudo nos lançamentos longos.

O trabalho prossegue em Marienfeld até sexta-feira, dia em que a equipa azul e branca parte para Colónia para participar, durante o fim-de-semana, no torneio em que terá como adversários Valência e o Stoke City.



DECLARAÇÕES

Lopetegui: “Temos de continuar a crescer”

Julen Lopetegui considera que o FC Porto tem de “continuar a crescer e competir” nesta pré-temporada, após um nulo no quarto teste de 2015/16, esta segunda-feira, frente ao Schalke 04. O treinador sublinhou que o adversário foi “muito diferente” do Borussia Mönchengladbach, que derrotou os azuis e brancos na sexta-feira, o que também permitiu aos Dragões trabalhar “maneiras de jogar” distintas.

“O Schalke 04 tem outras soluções ofensivas e nós tivemos que nos organizar de maneira diferente, num campo mais pesado. Foi um jogo em que tivemos de competir duramente, eles têm a preparação mais adiantada e um ritmo mais alto, nós temos de continuar a crescer e competir. Umas vezes vamos jogar melhor, outras pior, mas sabemos que estamos num processo de pré-época para chegar onde queremos, no momento oportuno”, afirmou o técnico, em declarações no final do encontro.

Julen Lopetegui desvalorizou o facto de Marcano ter cumprido a totalidade dos últimos dois encontros, lembrando que “uns terão mais minutos do que outros” mas que todos terão a sua oportunidade. Martins Indi e Imbula, lesionados, não puderam entrar em campo, mas o basco espera poder “contar com eles” no próximo encontro, já que esses dois jogadores “precisam de ritmo e a equipa precisa deles”.

“Feliz” com as soluções que tem ao dispor e empenhado em “trabalhar” com o actual plantel, Lopetegui admitiu que um dos objectivos do trabalho de início de época é “minimizar” os erros típicos deste momento de arranque. “Isso faz parte do processo natural do nosso crescimento, o Schalke está num nível competitivo mais alto e é isso que procuramos, rivais de muito nível. Vamos enfrentar diferentes maneiras de jogar e temos de saber crescer e dar resposta a estas equipas”, declarou.



RESUMO DO JOGO

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segunda-feira, 27 de julho de 2015

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De certa forma, reprovar o sorteio dos árbitros na assembleia geral da FPF foi um sinal de maturidade. Até entre os proponentes se assumia que não era o melhor método e que teria efeitos colaterais, em particular num momento em que são poucos os bons árbitros.

Também ficou bem claro que a ideia perturbava os árbitros, como perturbaria qualquer cidadão que, de repente, visse uma parte da sua vida jogada aos dados. Reprovar o sorteio seria sempre uma atitude normal para quem, como os delegados da AG da Federação, está obrigado a ter uma visão de conjunto em que é levado em conta o interesse de todos.

Mas os factos mantêm-se: os clubes profissionais deram um voto de desconfiança ao Conselho de Arbitragem; e os árbitros, através da APAF, são os primeiros a apontar anomalias nas nomeações de Vítor Pereira. Nomeações essas que, em 2014/15, foram uma fonte frequente de dúvida e descredibilização.

Isso aconteceu também porque, perante a contestação, o presidente do CA pareceu sempre optar pelo confronto ou, pelo menos, não achou importante gerir de maneira a que não parecesse assim aos olhos do público. A escolha de Bruno Paixão e João Capela para uma dupla de jogos-chave, numa das fases mais inflamadas da época, até soou a sarcasmo.

Ninguém está bem com uma gestão dessas: nem os clubes, que se sentem desafiados e impotentes; nem os árbitros, que ficam expostos e fragilizados; nem Vítor Pereira, cujo cargo necessita de um mínimo de confiança por parte dos demais agentes. E essa, por grosseiros erros de cálculo da parte dele, já não existe nem voltará a existir.

Nota: o voto contra o sorteio pode ter sido muito lúcido, mas o procedimento da mesa da AG da FPF foi de ética demasiado suspeita. À moda antiga.

fonte: ojogo.pt

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domingo, 26 de julho de 2015

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Yacine Brahimi dá nota positiva aos primeiros 19 dias de preparação para a nova época. O extremo do FC Porto elogia o grupo de trabalho, desvaloriza a primeira derrota da pré-temporada e, pessoalmente, promete dar o máximo para ajudar a equipa a ganhar o maior número de jogos possível para conquistar títulos com a camisola azul e branca.

Em declarações ao www.fcporto.pt e ao Porto Canal, o internacional argelino defende que o plantel tem desenvolvido um bom trabalho e que “todos os jogadores estão a seguir o mesmo caminho”: “Fizemos três jogos, ganhámos dois. É verdade que perdemos o de ontem, mas este tipo de jogos servem para aprendermos e continuarmos a trabalhar para melhorarmos e chegarmos ao primeiro jogo do campeonato da melhor maneira possível”.

Para Brahimi, o primeiro desaire desta pré-epoca não é motivo de preocupação, até porque a equipa “fez coisas boas”, embora outras “menos boas” e o importante é chegar em bom forma quando chegar o campeonato, que este ano, diz, pode ter um desfecho diferente. “Ganhar o campeonato é o nosso principal objectivo. Pessoalmente, quero continuar a aprender e a dar o melhor de mim para ajudar o clube da melhor maneira possível”.

Ao contrário da época passada, esta que agora se inicia não tem a Taça das Nações Africanas no calendário. É uma vantagem, admite o número oito portista, porque se por um lado se trata de “uma competição que implica um desgaste físico muito grande”, por outro permite-lhe concentrar-se quase exclusivamente no clube. Poderá, então, ser este o ano da afirmação total de Brahimi? “Espero que sim, trabalho para isso, para melhorar a cada dia, para marcar mais golos e assim poder ajudar a minha equipa a ganhar títulos e o maior número de jogos possível”, responde o extremo portista, satisfeito por poder contribuir para a integração de mais um francófono ao plantel dos Dragões - “Imbula é um jogador que vai dar muitas coisas bonitas ao FC Porto”, acredita.

fonte: fcporto.pt

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O FC Porto B venceu este domingo os Sub-21 do Liverpool, por 2-0, na segunda e última jornada da Taça Steel Park, que os Dragões terminaram assim no segundo lugar. Mikel e Ivo Rodrigues apontaram os golos que construíram o resultado ainda na primeira parte. No sábado, os azuis e brancos tinham empatado com os ingleses do Corby Town, clube organizador e teoricamente o mais fraco em prova, o que impediu o FC Porto de vencer o torneio, conquistado pela formação secundária do PSV Eindhoven.

No Steel Park, foi o FC Porto a atacar mais, a ser mais eficaz e a dominar a partida. O nigeriano Mikel fez o 1-0, aos 20 minutos, e Ivo Rodrigues converteu uma grande penalidade aos 40, que estabeleceu o resultado final. Ao contrário do que sucedeu na véspera, Luís Castro não fez alterações ao intervalo, tendo efectuado apenas quatro substituições, todas na segunda parte.

O FC Porto B alinhou com: André Caio, Rodrigo Soares, Jorge, Rui Moreira, Pité (Ronan, 68m), Mikel, Leandro Silva (Omar Govea, 75m), Francisco Ramos, Ivo Rodrigues, Ismael Díaz (Fede Varela, 75m) e Rui Pedro (Matheus, 75m).

fonte: fcporto.pt

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