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sábado, 28 de março de 2015

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O que ficou desta semana de FC Porto? Nada de muito importante a curto prazo, mas há acontecimentos que se podem revelar decisivos nos próximos anos. A alteração dos Estatutos do nosso clube não podia deixar, por isso, de ser o tema central destas linhas

Quem navega diariamente na bluegosfera sabe a celeuma que se foi criando nos dias que antecederam a Assembleia Geral, marcada como de costume sem grande alarido e publicidade. O ponto alto, porém, decorreu durante a tarde do dia do grande acontecimento, quando os portistas mais atentos tentavam adivinhar e opinar sobre as medidas que iam ser sujeitas a votação.

Da minha parte, após conversa com uns quantos portistas preocupados com este assunto, dirigi-me aos canais comuns do clube (página de contactos do website oficial) no sentido de obter os actuais Estatutos do clube. Para surpresa minha, obtive resposta imediata do Departamento Jurídico, tendo-me sido dada também uma cópia dos Estatutos que iam a votação.

Embora seja isto que se pretende e que deva ser normal, visto que sou sócio do clube há mais de 25 anos (já agora, onde pára a minha roseta?), não posso deixar de me sentir satisfeito pelo tratamento de que fui alvo, atendendo a que é público e notório que o clube está, a cada dia que passa, mais afastado dos seus sócios e adeptos, numa relação fria e impessoal, mais típica de uma mera empresa do que de um clube de futebol cujos sócios pagam religiosamente as suas quotas semestrais. Teria sido melhor e mais transparente, contudo, que os novos Estatutos tivessem tido uma maior publicidade antecipada, de forma a dar a conhecer aos associados as alterações que estavam em equação. Isso poderia ter sido feito quer através dos jornais de maior tiragem, quer através dos canais oficiais do clube na internet. Não faz sentido que, em pleno século XXI, na era dos Iphones e do mundo à distância de um polegar, as propostas sejam conhecidas e discutidas apenas no momento em que se realiza a AG. Ainda para mais às 20h a meio de uma semana de trabalho!

E já que se falou em quotas acima, aproveito para entrar já num dos assuntos mais quentes da semana. Foi aprovada uma alteração aos Estatutos, plasmando que os Grupos Organizados de Adeptos (vulgo as claques) possam passar a ter desconto nas quotas de associados. Esta introdução nos Estatutos parece vir ao encontro daqueles que vêm notando um cada vez maior peso da claque Super Dragões na estrutura do clube (ora são elementos da claque chamados para fazer de modelos a equipamentos alternativos, ora é o próprio clube a publicitar um evento de MMA onde participa o líder da claque). É que se é verdade que faz sentido que aqueles que acompanham a equipa todos os Domingos de Norte a Sul do país tenham acesso a descontos no preço dos bilhetes, já não parece fazer sentido impor uma descriminação no que toca ao valor das quotas face aos sócios do FC Porto que não pertençam às claques organizadas.

É verdade que um sócio há mais de 30 anos, desde que comprove a sua situação de reformado, pode a partir de agora ser isentado total ou parcialmente do pagamento de quotas, mediante decisão expressa da Direcção. O que parece ser injusto é, imaginemos, o caso de alguém que ande na casa dos 40, com 40 anos de sócio pagante, activo, ter de pagar mais pela sua condição de associado do que um qualquer superdragão com meses de associado. Dê por onde der, não faz sentido nenhum e apenas consigo ver a medida como uma forma de agradar ou de corresponder às expectativas de certos grupos influentes.

Os sempre defensores de toda e qualquer decisão do Presidente, dirão que nada foi definido de forma definitiva nos Estatutos, cabendo à Direcção o poder de decidir se há desconto em determinado ano para as claques ou não. Tudo isso é indesmentível, mas também é fácil de ver que se a alteração existiu por algum motivo foi, não sejamos anjinhos. Nestas coisas não há ponto sem nó e, conhecendo os protagonistas, atribuindo o tal famoso desconto num certo ano, quero ver quem será o herói que se atreverá a suprimir esse mesmo desconto nos anos seguintes.

Diga-se também em abono da verdade, que para se exercer o direito de voto numa AG do FC Porto, é necessário a partir de agora ter mais de um ano de sócio e não 3 meses; a possibilidade de ser-se eleito para órgãos sociais sobe de 1 ano para 5 anos; e para o cargo de Presidente esse número sobe de 5 para 10 anos. Estas alterações são bem vindas e aplaudem-se e vêm de certa forma proteger o clube face ao oportunismo que poderia surgir numa época pós-Pinto da Costa. Época essa para a qual o FC Porto e as suas gentes devem estar preparados, pois ninguém é imortal. À excepção do clube, obviamente. Que isso fique ciente na cabeça de muitos portistas que continuam a querer enterrar a cabeça na areia, qual avestruz que se recusa a ver o que se passa à sua volta.

Quanto melhor for pensado o período pós-Pinto da Costa, melhor e mais rápido o clube recuperará da sua saída, que – assumimos – será sempre difícil e complicada. Temos que estar preparados para viver tempos conturbados, assembleias gerais quentes e apaixonadas, confrontos eleitorais e de visões diferentes para o clube. Hão-de aparecer oportunistas candidatos ao lugar, outros a querer imitar o estilo do Presidente e ainda outros a querer transformar o FC Porto num clube simpático e, finalmente (pensam eles), conferir ao clube um estatuto nacional. Todos esses artistas vão aparecer, todos eles vão querer chegar ao poleiro, uns apoiados por uma certa guarda pretoriana, outros apoiados pelo grande capital, mas quase todos sem o mínimo conhecimento do que é o FC Porto e o que é que significa a sua mística. Vamos esperar que os sócios do nosso clube saibam distinguir, por entre o nevoeiro, quem são os “artistas” e quem são os homens que podem conduzir os destinos do nosso clube. De aventureiros estamos nós todos, no país, fartos. Tê-lo ao leme do FC Porto é totalmente dispensável.

De um ponto de vista jurídico, estes novos Estatutos parecem preparar o FC Porto para o período pós-Pinto da Costa. É claro o objectivo de blindagem do “forte” azul e branco contra os interesseiros habituais neste tipo de sucessões. No entanto, dão a ideia de se fechar algumas portas, para depois se abrir uma ou outra janela. E todos sabemos quem é que, nos últimos anos, mais tem estado presente nas Assembleias Gerais do clube. Não fica difícil imaginar como será a primeira AG do clube na era pós-Pinto da Costa.

Palavra final para pedir o vosso aplauso para o sócio do FC Porto que impediu que, no artigo relativo ao primeiro equipamento, se suprimisse a obrigatoriedade das “riscas verticais” por uma mera obrigatoriedade de se alinhar com as equívocas “cores normais do clube”. Uma vergonha de todo o tamanho, que esteve em risco de ser aprovada, pese embora a imediata concordância do Presidente à chamada de atenção desse sócio.

É que já basta que não se respeite, há muitos anos, a obrigatoriedade presente nos Estatutos antigos de envergar a camisola com 8 cm de comprimento das listas. Hoje em dia, temos de assumir, o FC Porto equipa um ano à Grasshoppers de Zurique e outro ano à Blackburn Rovers. E o mais grave é que isso parece não importar ao adepto comum.

Longe vai o tempo em que os jogadores da equipa das Antas, mesmo sem símbolo nas camisolas, subiam aos relvados e, obviamente, se sabia que aquela era a equipa do FC Porto. Haja respeito pela tradição e pelas camisolas do nosso clube, as mais bonitas que o Mundo inteiro já viu!

Rodrigo de Almada Martins

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sexta-feira, 27 de março de 2015

AGENDA DRAGÃO: 27-Mar a 02-Abr

Publicada por Pedro Pereira Categoria:

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Publicada por bLuE bOy Categoria:

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quinta-feira, 26 de março de 2015

QUASE 33.

Publicada por Norte Categoria:

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Foi já no algo distante 16 de Setembro de 2010 que iniciei a minha colaboração com este espaço, do qual continuo orgulhosamente a fazer parte, lançando os meus bitaites que nem sempre são especialmente bem aceites por uns e outros, mas que transpiram Porto.
Nesse meu primeiro dia de BiBó PoRtO, aludi ao dia 23-04-1982 como o dia que havia mudado o Mundo, havia mudado o nosso Mundo, havia mudado o nosso Porto.
O dia em que Jorge Nuno Pinto da Costa assumiu a liderança da Direção é o marco histórico de mudança, ambição e o início de muitas e gloriosas vitórias.

A verdade é que vamos vivendo estes últimos anos um pouco com o “fantasma” da sucessão, a qual vai ter forçosamente que ocorrer, pois há vida para além de Pinto da Costa, e quero acreditar que vão existir também vitórias e sucesso.
Mas essas vitórias, esses sucessos, inclusivamente essa sucessão, não podem jamais estar longe dos nossos pensamentos, nomeadamente quando tomamos decisões para o futuro, as quais envolvem posicionamentos que podem colocar em causa o nosso futuro e conferir “carta branca” a quem vem a seguir.
As duas últimas Assembleias Gerais Extraordinárias do Clube foram um bom exemplo disso, com decisões associadas a Estatutos e Participação na SAD. É importante que cada vez mais sejamos capazes de perceber que aquilo que actualmente consideramos pacífico, natural e inquestionável, pode não o ser depois. A cultura actual pode não ser posteriormente seguida, e é portanto fundamental que não fiquem espaços cinzentos que possam dar azo a que um qualquer parasita se possa apoderar daquilo que é de todos nós, e que teve em José Maria Pedroto e Jorge Nuno Pinto da Costa os seus principais pensadores e executivos.

Na antecâmara de se completarem os 33 anos de presidência, todos sabemos que por muito que possamos aqui ou acolá concordar ou discordar, revermo-nos mais ou menos nesta ou naquela decisão, perceber melhor ou pior alguma opção, há algo de absolutamente indesmentível e inabalável: este Homem fez de nós o melhor clube português, e um dos melhores e mais respeitados clubes europeus e mundiais. E meus amigos, isto não é pouco... é gigantesco, tendo em conta a dimensão pouco menos que regional com que PC se deparou no princípio da década de 80.

Há 2 anos atrás, escreveu um livro a identificar 31 decisões que teve tomar no seu percurso. Claro está que a grande maioria das mesmas se vieram a revelar acertadas, mas todas, sem excepção, tiveram como foco aquilo que aparentemente defendia os interesses do FC Porto. E este ponto que parece tão natural e tão inquestionável, é um ponto a sublinhar, num mundo desportivo cada vez mais marcado pelos interesses económicos dos empresários, das marcas e patrocínios, das SAD's e dos “profissionais” dos clubes.

Mas Pinto da Costa continua a não fazer o seu próprio culto da personalidade. Prova disso, é que numa data tão “redonda” e tão grandiosamente relevante, ao invés de chamar a si os holofotes, vai desviá-los para o dr.º Sardoeira Pinto, inaugurando nesse o auditório do museu com o nome do falecido mas para sempre presidente da mesa da assembleia geral do FC Porto.

Em mais de 3 décadas, seria possível recolher unanimismo de todos os quadrantes.
Diz-se hoje à boca cheia que já não se envolve nos assuntos como antes... não sei se sim ou se não, mas que fico com a sensação de que existem cada vez mais coisas que acontecem sem seu conhecimento, lá isso fico.
Mas independentemente de tudo, há algo que terei sempre que dizer: Obrigado presidente por tanta dedicação áquele que todos amamos, mas que só o senhor abdicou de toda a sua vida por ele!

Um abraço,


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Ainda estou traumatizado com o empate de Sábado. Depois do mais difícil estar feito (os mouros terem perdido em Vila do Conde) não seria preciso muito para motivas as tropas de maneira a que ao intervalo estivesse 0-2 ou 0-3. Inexplicável como não ganhámos ao Nacional da Madeira. Aquele jogo, mais que qualquer outro, tinha de ser ganho. Depois de eles perderem pontos, não pode haver desculpas.

Mas não foi. Não foi e estamos agora a três pontos, melhor do que a quatro como é óbvio. Faltam oito jogos para o fim, vinte e quatro pontos em disputa e embora estejamos numa situação delicada só dependemos de nós. Atrás da equipa, até ao fim, continuarão aqueles que não vergam, que não te abandonam seja qual for a circunstância.

Mais um fim-de-semana passado na ilha da Madeira pelos ultras do FC Porto. Super Dragões e Colectivo deslocaram-se para apoiar a equipa na Choupana. Pelo quarto jogo seguido na Madeira não ganhámos (duas épocas)!

Domingo, dia de clássico sobre rodas. O FC Porto recebeu o Carnide no segundo jogo dos quartos-de-final da Liga Europeia e como não podia deixar de ser mandámo-los para fora da Europa. Depois de termos marcado presença no mini-galinheiro, agora foi a vez de lotarmos o Dragão Caixa e criarmos mais uma ambiente infernal. 3-2 com três golos do menino Hélder Nunes deram uma tarde sorridente a todos os portistas!

Ainda não se sabe onde será a final-four, a comunicação social fala em Vic, depois de se ter falado em Breganze. No primeiro fim-de-semana de Maio o nosso hóquei em patins vai lutar para chegar à terceira final consecutiva da competição e ganhar pela terceira vez.

Agora teremos uma pausa para as selecções ao nível do futebol, foquemo-nos nas restantes modalidades, especialmente o hóquei em patins que joga em casa e o andebol que luta pela taça de Portugal no próximo fim-de-semana no Algarve, Loulé.

Um abraço ultra.

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Publicada por bLuE bOy Categoria:

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quarta-feira, 25 de março de 2015

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Hoje, quarta-feira, 25 de Março perspectivam-se algumas alterações na nossa centenária instituição. Isto porque, se irá realizar uma Assembleia Geral do Clube destinada à revisão e alteração dos Estatutos do Clube.

Importa desde já fazer uma ressalva. Os Estatutos do Clube são, isso mesmo, os Estatutos do Clube. Não estou “maluco”. Estou a contextualizar. O nosso Clube é o Futebol Clube do Porto. Quem joga todas as semanas com o nosso símbolo e as nossas cores é a Futebol Clube do Porto – Futebol, SAD. Percebem a diferença? Aquela “brincadeira” de “Futebol, SAD” é um ponto-chave na equação. E sabem porquê? É que a equipa profissional do nosso Clube deu o mote à constituição da SAD, em “juridiquês” a segunda foi criada pela personificação jurídica da primeira, sucedendo a esta nas relações com a Liga, Federação e demais instituições – UEFA por exemplo.

Nós vivemos, graças ao Papa, num estado de graça de relações SAD e Clube. Como tal, dicotomias de entendimentos entre ambos não existem. Mas, seria, fundamental, para não dizer, obrigatório a apresentação e discussão do protocolo (julgo, acredito, que existente) que rege as relações entre o Clube e a SAD. Deverá ser apresentado aos Associados do Clube e permitir que sobre eles estes deliberem e/ou se pronunciem.

Mas “afinal o que diz esse Protocolo”. Por exemplo, nele será inscrita a obrigação de a SAD respeitar, acatar e seguir os Estatutos do Clube nunca decidindo, atuando ou admitindo que outros atuem contra os mesmos. Garantimos assim que a SAD e o Clube partilhem dos mesmos valores.

Não quero acreditar que não exista essa obrigação, no entanto reafirmo, será sempre bom tranquilizar. Porque não hoje à noite? Em outros pontos a discutir – ponto obrigatório a incluir na ordem de trabalhos-, ser questionado e pedida à apresentação do Protocolo de Relações entre SAD e Clube.

Calma. E de repente o chorrilho de questões. “Pode a SAD amanhã mudar-se para Lisboa?”. Tranquilizem-se. Não. “Pode a SAD amanhã pôr-nos a jogar de Bermelho?”. Não. Ou melhor, pode “sugerir”, tendo o Clube o poder de veto nos termos da lei. Ou seja, a questão dos símbolos e equipamento – sendo matéria com especial proteção legislativa – será algo que se deve ter em conta amanhã. Isto porquê; O Futebol Clube do Porto tem na sua história carregado o poder da mística de uma cidade, a identidade de umas gentes, o sangue e suor, e, infelizmente, lágrimas de todos nós portistas. E estes sentimentos surgem, nascem, galvanizam-se, transmitem-se por um sentimento de pertença, identidade, assunção de responsabilidade em cada momento em que vestimos a nossa camisola. Como tal, deveremos blindar, segurar, defender, nos estatutos do Clube tudo o quanto possa ser uma ameaça a tal. Por mera hipótese, - e por não ter conhecimento, equacionando para mero exercício hipotético - que o protocolo não obrigue a SAD a respeitar os estatutos do Clube – se a SAD quiser colocar o equipamento “Bermelho” porque a Coca Cola é patrocinadora e oferece um “balúrdio” para que o façamos, a SAD, na sua veste comercial poderá aceitar ou não, reservando ao Clube o poder de vetar ou não. Já se, à partida abrirmos o “escopo comercial” nos estatutos do Clube, já não poderá este futuramente “com autoridade” vetar essa solução.

Ou seja, nos estatutos do Clube deverá ser inscrito o menos possível, salvaguardando assim o mais possível. E não, salvo melhor opinião, abrir nestes já a porta a “qualquer escopo comercial”.

Ademais, os nossos estatutos são claros no que toca aos equipamentos, vão ao pormenor de estabelecer os 8 cm de largura das listas verticais. O que levará a concluir. Nos casos em que tal “violação” do equipamento ocorra e em que o Clube não vetou, não estará o Clube a diminuir-se na defesa da sua posição perante a SAD? Não deveria o Clube objectar a isso, sob pena inclusive de que esteja a pactuar com decisões contrárias aos seus estatutos e consequentemente, ser a Direção do Clube por isso responsabilizada? Em termos abstratos sim. Em termos práticos não. Como disse, gozamos da bênção “Papal” e um só Presidente para os dois Poleiros. O que poderá não acontecer “amanhã”, por conseguinte, deveremos hoje estar atentos a isso.

Até porque, confesso, no alto da minha “inocência”. Tenho dúvidas que se fosse a Direção do Clube de uma “alcateia” e da SAD de outra que os atuais equipamentos fossem “admitidos”. Veja-se esse ponto dos Estatutos atuais. No meu, humilde entendimento, qualquer equipamento alternativo terá que ter uma (azul ou branco) ou as duas cores em disposições alternativas – veja-se “quando por imposição regulamentar de qualquer prova ou outro motivo justificável, for necessário mudar de tipo estabelecido no corpo do artigo, deve adotar-se outro equipamento com uma ou ambas as cores”.

Fazendo uma interpretação literal, resulta claro que os equipamentos alternativos terão que se subjugar à combinação de “ambas as cores”, i.e, azul e branco. O terceiro de que cor é?

Pois é, dizem-me e bem, “o que conta é o símbolo”. Ai é? Então continuemos.

Ainda dentro dos fatores de “identificação”. O Clube tem os seus símbolos, “nome”, “abreviatura”, e, na minha opinião, ainda que contra os atuais estatutos, mas já que estamos na senda de mudar(!), porque não limitar a inscrição na camisola apenas ao Símbolo? Os actuais admitem “FCP”/”Porto”. Não. Nós somos o Futebol Clube do Porto. Não somos o “Sport Clube do Porto” ou outros que tais. Devemos defender uma só identidade sob pena de amanhã correr o risco de ter inscrito na camisola “Dragões” (até porque consta dos estatutos essa designação). Como disse, reitero. Os Estatutos do Clube, então no que à identidade se relaciona devem ser os mais blindados e precisos possíveis.

Veja-se. Voltando aos equipamentos. Desculpem a insistência. Hoje admite-se que “por outro motivo justificável” se utilize o equipamento secundário. Ok. Imposições regulamentares até percebo. Outro motivo justificável? Parece-me deveras abstrato para estar inscrito em tão importante e basilar documento.

É nosso dever proteger a identidade!

Seguidamente, outro ponto “fulcral” dos Estatutos. A ilegibilidade para a direção do Clube. Infelizmente os nossos estatutos foram um ponto “indiscutível”, os valores e a mística não nasciam pelos Estatutos, mas por aqueles que representavam o Clube. Jorge Nuno Pinto da Costa nunca precisou dos Estatutos para saber honrar e respeitar os seus, nunca precisou de um manual de “identidade”, “mística” e “ser Porto”. É, se me permitem, o caso raro do melhor dos dois mundos. Um Presidente à Porto e além disso vencedor.

O “além disso” é um por-maior.

Quero vencer. Óbvio. Quero ganhar. Indiscutivelmente. Mas quero ganhar à Porto e saber o que custa uma derrota à Porto. E isso começa na elegibilidade. Não podemos ter em nossa casa alguém que é eleito “por dá cá aquela palha”. Sem radicalismos de outros, nem ingenuidades de viscondes, devemos proteger o nosso Clube de oportunistas. Os critérios de elegibilidade devem ser ponderados e refletidos. Bem como os de revogação de mandatos.

Sim, os estatutos por muitos só são lidos na desgraça.

Honra aos sócios. Sempre foram atribuídos e distribuídos os sócios em função da idade e da bancada. E assim poderá continuar a ser feito, ainda que, tal distinção não origine direitos desiguais entre os sócios. Um sócio efetivo de Tribuna, terá que ter a mesma capacidade de voto de um Sócio de Superior. Que nunca a razão económica se relacione com o exercício de qualquer direito. No Futebol Clube do Porto não poderá ser admitida a distinção de sócios.

Ainda, o ser sócio do Futebol Clube do Porto é algo distinto. Tem que o ser! Não é sócio quem quer. É sócio quem faz por merecer. E isto, ainda que me digam, “eu vou ao site e faço-me sócio, basta para tal que pague, o que fiz por merecer?”, eu respondo, vieram ter com o Futebol Clube do Porto. Não foi o Futebol Clube do Porto ter com vocês. Não poderá a condição “sócio” do Futebol Clube do Porto ser algo disponível “em qualquer bomba de estacionamento”, ou então “faz-te sócio da claque que poderás ser sócio do Futebol Clube do Porto” – julgo que isto acontece pelos lados dos viscondes, sem confirmar, julgo que há algo assim parecido, ou até, que tem lugar anual bastando para tal que sejam sócios da claque. Que absurdo. O ser sócio comporta direitos, mas também deveres e não deverá em momento algum ser a “honra” de ser sócio do Futebol Clube do Porto misturada com qualquer interesse comercial ou outro.
    (Em jeito de Aparte – as rosetas Sr. Presidente, entregue-as a tempo e horas(!) – estar quase um ano/dois a aguardar pelas mesmas chega a ser “sofrível”, pior, segundo os Estatutos a Direção tem o dever de se fazer representar em cerimonia fúnebre de um associado com mais de 25 anos de efetivo... Que não vá a nenhum funeral desses e em que cuja a roseta não tenha sido entregue...!!!)
Por fim, o ato de hoje à noite será algo solene e de extrema importância para o Clube. Como dispõem os atuais Estatutos, eles, são a lei fundamental do Clube. Eles são os esteiros da nossa mística e defendem o “ser Porto” melhor que 300 likes e 1000 #SomosPorto. Discuta-se. Vote-se. Sempre em prol e no máximo respeito pelo Futebol Clube do Porto. Que não se assistam a cenas lamentáveis que só colocariam em causa inclusive as deliberações lá assumidas – isto porque, são anuláveis todas as deliberações da assembleia geral contrárias à lei ou aos estatutos, seja pelo seu objeto, seja por virtude de irregularidades havidas na convocação dos associados ou no funcionamento da assembleia.

VERSÃO ACTUAL DOS ESTATUTOS
VERSÃO PROPOSTA NOVOS ESTATUTOS - AG 25/03/2015
PS: Seria mais salutar que os associados tivessem conhecimento da proposta de alterações antes. Seria. Poderíamos opinar, preparar, dissertar. No entanto, provavelmente muitas das medidas a implementar sem explicação redundariam em especulações desnecessárias e evitáveis. Se houver dúvidas, solicite-se a votação ponto por ponto. Demorará uma “eternidade”? Ok. Mas os estatutos são “para a eternidade”. Não se faça em cima do joelho aquilo que será a pedra basilar do nosso futuro.

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Publicada por bLuE bOy Categoria:

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terça-feira, 24 de março de 2015

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HÓQUEI EM PATINS
(1º benfica-61p; 2º FC Porto-58p; 3º valongo-42p)
  • FC PORTO 3-2 benfica [liga europeia]
O hóquei do FC Porto escreveu mais uma página de glória neste domingo ao bater no dragão caixa (ambiente fenomenal) o benfica por 3-2 e dessa forma, assegurar o apuramento para a final four da champions (liga europeia) de hóquei onde vai enfrentar na meia-final o Vic. Na outra partida, o barcelona enfrentará o Breganze (2 e 3 de Maio em local a definir).

Grande partida de hóquei, num final soberbo cheio de emoção, com o FC Porto a conseguir rentabilizar o empate 3-3 trazido da luz. Hélder Nunes com 3 golos fantásticos, tombou Trabal, e o Porto virou de 0-1 para 2-1, e já depois do 2-2, foi outra vez Hélder a dar a vitória justa aos dragões de Tó Neves (3-2). O benfica tombou e ficou fora da champions, tal como no futebol. É o Porto que representa Portugal na Europa ao mais alto nível, seja qual for a modalidade.
  • próximos jogos
Na próxima 4ª feira (amanhã), pelas 21h30, com transmissão na Porto Canal, o Porto joga em Viana, em partida complicada, mas que temos de ganhar para também no campeonato continuarmos na nossa luta. Depois, pelas 16h00 de sábado, com transmissão na Porto Canal, recebemos o barcelos.



ANDEBOL
(1º FC Porto-62p; 2º sporting-58p; 3º abc-55p; 4º slb-54p)
  • FC PORTO 33-26 passos manuel [campeonato]
Os dragões ganharam na 4ª feira ao Passos Manuel por 33-26 e apuraram-se para as meias-finais do campeonato, onde irão agora defrontar o benfica, com os dois primeiros jogos a acontecer no dragãozinho nos dias 4 e 5 Abril).

Foi um jogo tranquilo, mais na 2ª parte, quando o dragão acordou e mostrou-se imparável com Daymaro em grande nível ao apontar 6 golos.
  • FC PORTO 23-24 skjern [taça EHF]
Na EHF, sábado passado, o Porto já estava afastado dos quartos, mas fez um jogo muito positivo perante o forte Skjern, tendo estado a vencer por 23-20, mas nos últimos 7 minutos, não mais marcou e acabou mesmo por perder 23-24, algo injustamente.

Daymaro e Moreira fizeram 6 golos cada, acompanhados por Ferraz 5 golos. Agora, o Porto vira as suas atenções para a taça de Portugal e campeonato.
  • próximos jogos
Próximo sábado, jogamos a meia-final da taça de Portugal em Loulé pelas 19h15 (bolatv) diante do benfica, e quem vencer, jogara a final no dia seguinte (domingo), pelas 17h00 (bolatv), perante abc ou sporting.



Um abraço do Lucho.

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segunda-feira, 23 de março de 2015

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Logo após o final do jogo na Madeira, um sítio maldito para nós este ano, logo me ocorreram uma série de pensamentos, muitos deles incoerentes entre si, um misto de desespero com enorme frustração, uma sensação tremenda de que se perdeu uma ótima oportunidade para “encostar” definitivamente no 1º lugar, com todas as vantagens que daí poderiam advir. Há duas formas de olhar para o que aconteceu este fim-de-semana. A visão otimista do “copo meio cheio” e a visão pessimista do “copo meio vazio”.

Seguindo a visão do “copo meio cheio”, impõe-se a pergunta: quem acreditaria que a vencer em Vila do Conde num mini-galinheiro, os encornados iriam sofrer 2 golos nos últimos 15 minutos, perdendo 3 pontos? Mais, quem acreditaria que um árbitro fosse capaz de marcar um penaltie contra os encornados, expulsando-lhes também um jogador? A visão do “copo meio cheio” é pensarmos que antes desta jornada não dependíamos de nós próprios, mesmo que ganhássemos 5/0 no galinheiro, eles vencendo os restantes jogos seriam sempre campeões. Para além disso, antes desta jornada se me dessem a escolher entre uma grande exibição na Choupana com goleada e tudo, aliado a uma vitória dos coisinhos em Vila do Conde ou uma exibição fraquinha na Choupana com um empate aliado a uma derrota deles e consequente aproximação de um ponto à liderança, escusado será dizer qual o cenário que escolheria. Se quisermos ser otimistas, também podemos dizer (ao contrário do que li por aí) que uma vitória por 2/0 no galinheiro remete a decisão do título para a diferença de golos do total de jogos, obrigando-nos ainda assim a andar de calculadora na mão até final do campeonato.

Infelizmente, e porque nem 30 anos de imensas vitórias em Taças dos Campeões, Ligas Europa, penta-campeonatos, tetras e tantas, tantas vitórias me tornaram uma pessoa otimista (provavelmente um defeito meu!) a visão que mais consigo ter é a visão do “copo meio vazio”. Perdemos uma E-X-T-R-A-O-R-D-I-N-Á-R-I-A oportunidade para nos colarmos à liderança, com todas as vantagens que daí poderiam advir. Eles passariam a sentir o nosso bafo bem de perto e como em tantas ocasiões anteriores (por exemplo os 2 campeonatos ganhos pelo FCP de VP) acabariam por ceder, apercebendo-se que nós iríamos sempre manter a pressão ganhando os nossos jogos consecutivamente. A diferença de 1 ponto mudava praticamente tudo, até a forma de abordar o jogo no galinheiro. Eles sentiriam a liderança por um fio, os fantasmas do passado recente viriam ao de cima e até bem vistas as coisas a nossa necessidade de vencer no galinheiro até poderia deixar de existir, caso eles perdessem mais pontos nalgum lado. Face ao que teve na iminência de acontecer antes do célebre jogo deles em Paços de Ferreira, ou seja, o alargar da vantagem na liderança para 9 pontos depois da nossa derrota nos Barreiros, a possibilidade de ficarmos a 1 ponto da liderança era um cenário quase perfeito dadas as circunstâncias. Lopetegui apontou para um facto óbvio que é o de agora apenas dependermos de nós próprios para chegar ao título. Não deixa é de ser verdade que a dependência resulta de um excelente resultado num jogo com grau de dificuldade 100 vezes maior do que por exemplo neste jogo com o Nacional em que não fomos de capazes de ganhar com autoridade.

Bem sei que este meu post nada tem de construtivo, apenas é um desabafo de alguém que esmurrou o sofá várias vezes, gritando de raiva logo após o empate num jogo que nos poderia valer uma aproximação ainda maior à liderança. Lamento imenso não ter ainda “cabeça” para escrever algo que possa de alguma forma levantar o moral para o que resta da época. Não estamos piores do que estávamos antes desta jornada, inclusivamente estamos até um pouco melhor, mas a grande questão é que poderíamos estar numa situação ainda bem melhor do que aquela em que ficamos. O futebol moderno também tem muito a ver com o aspeto psicológico das equipas e não há dúvidas absolutamente nenhumas de que eles ficaram completamente a tremer com a nossa aproximação à liderança.

Quanto ao jogo em si, é verdade que não jogamos bem mas tal como tem acontecido ao longo da época não tivemos a sorte, nem os benefícios de arbitragem que tantas vezes protegeram o nosso rival na presente época. Por exemplo, quando eles foram a este mesmo estádio foi anulado um golo limpo ao Nacional que dava o empate a poucos minutos do fim, nós tivemos duas bolas à barra que nos poderiam ter levado à vitória. Está mais que visto que este ano apenas dependemos única e exclusivamente de nós e de mais nada, enquanto outros já contaram (e provavelmente continuarão a contar) com “anjos da guarda” nas alturas de maior aperto.

A pergunta continua a pairar na minha cabeça: depois de tudo o que tem acontecido, de tantos episódios, tantas incidências quase todas em nosso desfavor, estará o “copo meio vazio” ou “meio cheio”? Mais importante que este meu desabafo é que os jogadores e equipa técnica olhem para o “copo meio cheio”, se agarrem com unhas e dentes à possibilidade de dependerem deles próprios, mesmo tendo em conta o grau de dificuldade dessa dependência, e retomem o caminho de qualidade, competência e sucesso que tinham vindo a demonstrar nos últimos meses!

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domingo, 22 de março de 2015

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FC PORTO B-chaves, 2-2

Segunda Liga, 36.ª jornada
22 de Março de 2015
Estádio Luís Filipe Menezes, em Olival, Vila Nova de Gaia


Árbitro: Vasco Santos (Porto).
Ássistentes: Sérgio Jesus e João Silva.
Quarto árbitro: Tiago Leandro.

FC PORTO B: Kadú; David Bruno (cap.), Lichnovsky, Zé António e Rafa; Tomás Podstawski, Leandro e Francisco Ramos; Frédéric, André Silva e Pité.
Substituições: Tomás Podstawski por Graça (62m), Pité por Roniel (62m) e Zé António por Anderson (84m).
Não utilizados: Caio, Fernando, Clever e Diego Carlos.
Treinador: Luís Castro.

DESPORTIVO DE CHAVES: Stefanovic; Sagna, Ícaro, Stéphane Madeira e João Góis; Siaka Bamba, João Patrão e Guzzo; Arnold, Luís Barry (cap.) e Luís Pinto.
Substituições: Patrão por João Vieira (45m+2), Madeira por Miguel Ângelo (47m) e Luís Pinto por Ericson (67m).
Não utilizados: Paulo Ribeiro, João Reis, João Vicente e João Mário.
Treinador: Carlos Pinto.

Ao intervalo: 1-0.
Marcadores: Rafa (5m), Siaka Bamba (48m), Luís Barry (58m) e Anderson (87m).
Disciplina: cartão amarelo a Guzzo (13m), Tomás Podstawski (26m), João Patrão (35m), David Bruno (39m), Lichnovsky (71m), Ícaro (75m) e Ericson (90m+2).

Graças a um golo do suplente Anderson, aos 87 minutos, o FC Porto B empatou este domingo frente ao Desportivo de Chaves (2-2), em encontro da 36.ª jornada da Segunda Liga. Rafa colocou os Dragões em vantagem logo aos cinco minutos, os flavienses deram depois a volta ao marcador, mas o avançado brasileiro estabeleceu o resultado final no Estádio Luís Filipe Menezes. Os "bês" (provisoriamente no oitavo lugar) somaram o quarto jogo sem perder, enquanto os transmontanos (líderes, com 61 pontos) estão invictos há 12 encontros.

O FC Porto B entrou muito bem na partida e chegou ao golo aos cinco minutos: após uma excelente troca de bola, André Silva cruzou para o lateral Rafa, que dominou a bola com o peito e encheu o pé esquerdo. A equipa transmontana tremia quando os portistas aproveitam os espaços nas suas costas, mas a pouco e pouco foi aumentando a intensidade e aproximando-se da baliza de Kadú.

Os visitantes acertaram mesmo por duas vezes nos ferros, aos 12 e 16 minutos, mas os Dragões também causaram perigo na área contrária, especialmente em lances explorando a velocidade dos seus atacantes. Foi por isso uma primeira parte bastante interessante, entre duas formações a lutar abertamente pelos três pontos, sendo que os flavienses contaram no Olival com uma numerosa claque de apoio.

Os adeptos do Chaves, em plena luta pela subida à Liga NOS, festejaram ruidosamente os dois golos apontados no espaço de dez minutos: aos 48 minutos, Siaka Bamba respondeu de cabeça a um livre de Sagna na direita e, aos 58, Luís Barry aproveitou um atraso infeliz de Francisco Ramos para se isolar e rematar para a reviravolta no marcador. Os transmontanos, mais frescos fisicamente, estavam então por cima do encontro e, em vantagem, tiraram partido da sua maior experiência para congelar o jogo, cedendo a iniciativa ao FC Porto B.

A baliza flaviense parecia estar fechada a sete chaves, mas Luís Castro mexeu na equipa, lançando Graça e Roniel e, já nos minutos finais, o avançado Anderson para o lugar do defesa central Zé António. A audácia foi premiada com o golo do brasileiro, três minutos após a entrada em campo, após um cruzamento de David Bruno. No último lance da partida, Frédéric ainda perdeu uma oportunidade soberana para fazer o 3-2 e completar quatro partidas consecutivas a marcar.

fonte: fcporto.pt



RESUMO DO JOGO

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nacional-FC PORTO, 1-1

Primeira Liga, 26ª jornada
Sábado, 21 Março 2015 - 20:15
Estádio: Madeira
Assistência: -


Árbitro: Manuel Oliveira (Porto)
Assistentes: Bruno Rodrigues e Alexandre Freitas
4º Árbitro: Iancu Vasilica

NACIONAL: Gottardi, João Aurélio, Rui Correia, Zainadine, Sequeira, Aly Ghazal, Christian, Gomaa, Luís Aurélio, Lucas João, Willyan.
Suplentes: Rui Silva, Camacho (45' Willyan), Fofana, Campos, Edgar Abreu, Wagner (57' Christian), Francisco Soares (75' Lucas João).
Treinador: Manuel Machado.

FC PORTO: Helton, Danilo, Maicon, Marcano, Alex Sandro, Casemiro, Herrera, Evandro, Tello, Aboubakar, Brahimi.
Suplentes: Andrés Fernández, Martins Indi, Quaresma (73' Brahimi), Quintero (65' Evandro), Óliver Torres, Rúben Neves (53' Casemiro), Gonçalo Paciência.
Treinador: Julen Lopetegui.

Ao intervalo: 0-1.
Marcadores: Tello (45'), Wagner (62').
Disciplina: Cartão amarelo a Casemiro (27'), Danilo (68'), Gottardi (90+3').

O FC Porto, esta noite, tinha uma soberana oportunidade de se colar ao Benfica na luta pelo título. Neste campeonato, depois de se pôr a jeito de ficar a 9 pontos do líder, depois de já ter estado a 6 e a 4 pontos da liderança, o Dragão poderia ter ficado apenas a 1 ponto do 1º lugar mas isso não aconteceu. Está a 3 que, no fundo, são 4 por estar, neste momento, em desvantagem com o seu adversário directo.

Formalmente, o FC Porto depende de si próprio para chegar ao título, mas em termos efectivos, de uma forma realista, está praticamente a 4 pontos. Porquê? Porque ao FC Porto não basta ganhar os jogos todos.

Ao FC Porto falta vencer os jogos todos mas vencer na Luz não chega. Terá de vencer sim, mas por 2 ou mais golos. Ora, sejamos realistas. Quantas vezes venceu o FC Porto na Luz para o campeonato por mais de um golo de diferença em toda a sua história? Pois é. A tradição vale o que vale mas tem de ser levada em conta.

Podemos dizer que o Benfica pode escorregar nos jogos que faltam. Mas o FC Porto também pode. O que quero dizer com isto? Muito simples. O FC Porto perdeu uma boa oportunidade de ficar a um ponto do líder e de depender de si realisticamente e efectivamente. Ficar a três pontos, é certo que o panorama passou a ser mais claro mas ainda longe.

Por outro lado, o Benfica, se mantiver esta distância até ao jogo da decisão, pode jogar com dois resultados: a vitória e o empate. Com vantagem de um ponto a partir desta noite, o Benfica jogaria sobre brasas e as coisas poderiam ficar mais claras para o Dragão. Assim não aconteceu. Há que continuar a lutar até ao fim.

O empate na Madeira deveu-se a vários factores. Para começar, o FC Porto entrou com vontade mas com níveis de ansiedade elevados. Ou seja, acusou claramente a pressão e a responsabilidade de ter de ganhar. Ora isso, tornou o jogo dos Dragões pouco lúcido e as coisas não saíam como se pretendia. Por outro lado, o Nacional foi um adversário bastante complicado.

Depois foram as opções de Lopetegui. Quem sou eu para estar aqui a discutir as opções do treinador do FC Porto? Ou quem sou eu para discutir essas questões? Mas tenho opinião. E estou aqui para isso. Para escrever aquilo que vi.

Brahimi está há muito tempo em baixo de forma. Temos visto um Brahimi na Liga NOS e outro Brahimi na Liga dos Campeões. Claramente, o argelino não justifica a titularidade. O banco far-lhe-ia muito bem, neste momento.

Do banco para o onze deveria saltar Quaresma. Em 17 minutos, o extremo português fez mais do que o argelino em 73. Como teria sido com Quaresma em campo desde o início? Não sei, mas pior não seria. Depois a experiência de Quaresma, nestes jogos e nesta fase do campeonato, num momento de grandes decisões é seguramente uma mais valia para o FC Porto.

Casemiro foi admoestado muito cedo e Lopetegui, e bem, retirou o brasileiro no início da 2ª metade. Pela forma como o Nacional joga e se desdobra para o ataque com transições rápidas e temendo o que poderia daí advir, Lopetegui retirou Casemiro com receio de levar o 2º amarelo. No entanto, o FC Porto perdeu o meio-campo com a saída de Casemiro. Com Rúben Neves, Herrera completamente esgotado, e Evandro, o FC Porto permitiu que o Nacional subisse no terreno. E foi por aí que o FC Porto perdeu a preciosa vantagem.

Por fim, em termos de opções, o treinador basco não foi feliz ao retirar Evandro e colocar Quintero. Com Herrera completamente de rastos fisicamente, Evandro deveria, no meu ponto de vista, recuar no campo para permitir a entrada do colombiano. Não vou discutir porque é que entrou Quintero ao invés de Óliver Torres.

Alex Sandro, também a necessitar de sentar, está no golo do Nacional. À semelhança de Herrera, o defesa-lateral brasileiro esgotou no início da 2ª parte. Os sprints dos insulares rebentaram com Alex Sandro. Muitas vezes ficou nas “covas”. No golo deixou-se antecipar por Wagner, num lance que era seu. E mais tarde, deixou escapar Lucas João que falhou escandalosamente o 2-1.

Mas vamos ao jogo. O FC Porto tinha grandes dificuldades em chegar com perigo ao último terço do terreno muito por culpa do meio-campo pressionante dos madeirenses. Só aos 37 minutos, os dragões conseguiram rematar à baliza por Alex Sandro, mas a tentativa foi bem defendida por Gottardi. No entanto, aos 45 minutos o FC Porto marcou. Grande jogada individual de Tello pela direita, a tirar Sequeira do caminho e de fora de área rematou ao ângulo, sem hipóteses para o Guarda-redes contrário.

Na segunda parte, o FC Porto poderia ter sentenciado o jogo mas a sorte não quis nada com os Dragões. Aos 47 minutos, Maicon atirou à barra num livre directo. O jogo continuou e o Nacional teve a primeira oportunidade aos 55 minutos, também num livre directo marcado por Christian. Helton fez a defesa da noite e continua a mostrar porque é o melhor Guarda-redes do FC Porto.

Mas aos 62 minutos, o Nacional empata a partida. Num meio-campo completamente partido, o Nacional conduz um ataque pela esquerda e num cruzamento de Sequeira, Wagner antecipa-se a Alex Sandro e só tem que encostar.

O FC Porto não tardou a responder mas a sorte continuava a ser madrasta. Danilo enviou uma bola ao poste num forte remate descaído pela direita e um minuto depois Gottardi defende um remate fortíssimo de Aboubakar. Sentia-se que o FC Porto não iria ganhar o jogo.

Por fim, aos 71 minutos, com a equipa do FC Porto apanhada em contra-pé, surge uma grande oportunidade para o Nacional. Gomaa foge pela esquerda e cruza para Lucas João aparecer na cara de Helton atirar por cima da baliza de uma forma escandalosa. Aqui a sorte esteve com os Dragões.

O FC Porto pode-se queixar de si próprio por não ter ficado a apenas um ponto da liderança. O estofo de campeão surge nestas alturas e o FC Porto, uma equipa nova e jovem, talvez ainda não esteja suficientemente consolidada. No entanto, tem jogadores nucleares no plantel que serão muito importantes nesta altura e penso que devem ser muito bem aproveitados nesta fase. Helton, Maicon, Quaresma, Evandro, Jackson são alguns dos activos que poderão ajudar a decidir o campeonato.

O primeiro ciclo complicado do FC Porto terminou hoje. Foi com bastante sucesso que o cumpriu mas poderia ter sido melhor. As competições param por causa dos compromissos das selecções e regressam a 2 de Abril com uma perspectiva de 8 jogos num mês. Será um ciclo terrível mas também o grande desafio da época para a equipa de Julen Lopetegui.



DECLARAÇÕES

Lopetegui: “Voltamos a depender apenas de nós”

​Insatisfeito pela igualdade a uma bola entre Nacional e FC Porto, na 26.ª jornada da Liga NOS, Julen Lopetegui sublinhou o facto de os Dragões terem encurtado para três pontos a distância que os separa do primeiro lugar. Numa análise ao jogo, o treinador portista destacou a “boa primeira parte” da sua equipa e lamentou que esta não tenha “resolvido” o jogo quando podia, deixando ainda a garantia de que o FC Porto vai lutar até ao fim pelo título de campeão.

“Fizemos uma boa primeira parte, mas o jogo foi mais equilibrado na segunda, na qual demos mais espaço ao Nacional, que é uma boa equipa. Não aproveitámos as oportunidades que tivemos para resolver o jogo e o Nacional, que também teve as suas ocasiões, soube aproveitar isso. Na generalidade daquilo que foi o jogo, creio que merecíamos a vitória, mas quando não somos eficazes e damos espaço ao adversário, as coisas tornam-se mais difíceis. De qualquer forma, ao fim de vários meses, voltamos a depender apenas de nós para chegarmos ao título”, afirmou Julen Lopetegui, após a partida.

O treinador basco garantiu que a ansiedade está sempre presente em todas as equipas que lutam por títulos, perspectivando um campeonato “duro, difícil e competitivo” até ao fim. “A realidade é que queríamos muito ter vencido este jogo, independentemente do resultado do Benfica. Existe sempre ansiedade nas equipas que lutam por títulos, mas não foi por isso que não conseguimos vencer. Não resolvemos o jogo quando pudemos e pagámos caro por isso, mas voltamos a depender apenas de nós para sermos campeões. O campeonato vai ser duro, difícil e competitivo até ao fim, e nós vamos continuar a lutar, procurando melhor e corrigir as coisas que fazemos menos bem”, concluiu o técnico.



ARBITRAGEM



RESUMO DO JOGO

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sábado, 21 de março de 2015

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Chegados aos quartos-de-final de uma competição como a Champions é difícil esperar facilidades. No entanto há dificuldades maiores do que outras e é preciso ser realista: neste momento provavelmente nenhuma equipa do Mundo é melhor do que o Bayern de Munique.

Entretanto, mais do que carpir mágoas, o pensamento deve ser outro. As responsabilidades (que já não eram grandes, uma vez que os objectivos base estão cumpridos) são agora mínimas, toda a Europa “sabe” que o Bayern passará às meias. Contudo isto é futebol e se fosse aqui falar de todas as surpresas que este desporto já proporcionou iria bater o record de caracteres num texto publicado aqui no blog.

Cresci a ver vezes sem conta aquele VHS, maldizendo o azar de ter nascido tarde demais para viver Viena. A história de 1987, já sobejamente conhecida por todos nós, irá ser repetida vezes sem conta nos próximos dias, num ano mágico em que venceríamos novamente o colosso de Munique no tira-teimas proporcionado pelo Troféu Juan Gamper, nos tempos em que estes torneios de pré temporada tinham uma mística diferente da actualidade. No entanto a história com o Bayern não é só feita de sucessos, sendo que mesmo assim podemos tirar lições importantes dos outros encontros com o gigante alemão.

Em 1991, num Estádio das Antas a abarrotar de entusiasmo, a reviver as memórias frescas de Viena e com uma certeza inabalável em nova vitória, o FC Porto foi incapaz de fechar uma eliminatória na qual trazia um prometedor 1-1 do Olímpico de Munique. Mesmo sem o capitão e líbero Augenthaler expulso precocemente na 1ª mão (ele que já havia falhado Viena por lesão), o Bayern marcou cedo e nem o talismã Madjer foi capaz de inverter o rumo de um jogo que perdemos 2-0. Ainda miúdo, vivi esta derrota de uma forma que ainda hoje não consigo digerir. Afinal o Bayern não era apenas um figurante, ao qual ganharíamos sempre, como em 87.

Uns anos mais tarde, voltamos a cruzar-nos em circunstâncias mais semelhantes às actuais, quiçá ainda piores. Uma equipa em quebra pós Penta, com o Vítor Baia no seu calvário de lesões no joelho e o ainda jovem Deco com problemas físicos, viu sair-lhe em sorte um Bayern, que apesar do trauma da final perdida no ano anterior com o Manchester United, vinha lançado com duas goleadas ao Real Madrid na 2ª fase de grupos. 4-2 em Chamartin e um 4-1 na Alemanha eram os resultados que nos faziam tremer e sofrer em antecipação. No entanto a realidade foi bem diferente, como muitos não esquecem.

Num Estádio das Antas surpreendentemente despido de público, o Bayern pode agradecer a Oliver Kahn, uma “esperteza” dividida entre Paulo Sérgio e Effenberg e ao árbitro russo Nikolay Levnikov a sorte de ter deixado o Porto com um lisonjeiro 1-1. Na segunda mão vimos um FC Porto com personalidade resistir a um golo madrugador e a procurar o empate, que acabou por acontecer em cima da hora, pelo inevitável Mário Jardel. Quando o prolongamento parecia inevitável e a nossa equipa parecia melhor física e psicologicamente, metendo medo a ilustres na bancada como Beckenbauer, veio um dos maiores desgostos da minha vida. Livre atrás de livre cavado nas imediações da nossa área, uma arbitragem que tudo permitia naqueles minutos intermináveis e o pior aconteceu. Thomas Linke, um dos nomes inesquecíveis deste jogo, pôs a Nação Portista de lágrimas nos olhos, numa das maiores injustiças que me recordo. O outro nome inesquecível foi o de um senhor chamado Hugh Dallas (numa época de “azares”, em que apareceu essa anedota chamada Bruno Paixão) que tudo fez para levar o Bayern às meias. No entanto, e em conclusão, ficamos com a certeza de que afinal o papão estava ao nosso alcance. E se tivéssemos tido essa postura desde o 1º minuto da eliminatória, a começar por uma presença maciça de público nas Antas, provavelmente as coisas teriam sido diferentes.

A história mostra portanto que não há vencedores antecipados (1987), que as histórias não se repetem sempre (1991) e que os favoritismos nem sempre são assim tão fáceis de confirmar (2000).



Apesar da expectativa que estes jogos geram em jogadores e adeptos, a nossa luta interna não pode ser colocada em espera e hoje temos mais um jogo decisivo. Aconteça o que acontecer em Vila do Conde, teremos de vencer na Madeira para manter viva a chama de um volte face no campeonato, que premeie aquela que é sem margem para dúvidas a melhor equipa Portuguesa da época. Só a vitória interessa para manter este bom momento actual e tenho a certeza que na deslocação ao Nacional os nossos atletas estarão cientes que outra escorregadela na ilha “maldita” nos colocará em péssima posição para atacar a recta final do campeonato.

Este fim-de-semana terá também outro aliciante, numa prova que desde 1990 não temos sido nada felizes. Uma equipa de hóquei em patins que segundo a imprensa (e não só...) está em fim de linha recebe o eterno rival, cujas armas em teoria serão aparentemente mais fortes. Mas em casa o FC Porto é o FC Porto, seja em que circunstâncias for, por isso as fichas todas nos nossos. A batalha será dura mas se o guarda-redes adversário repetir a exibição do galinheiro e não “mijar” a baliza como o fez para o campeonato tudo é possível. Oxalá tudo esteja alinhado a nosso favor, por todas as razões e mais uma, com 3 palavras. Capitão Reinaldo Ventura.

Bom fim-de-semana e força Porto!

Continuar a ler “BAYERN, MADEIRA E LIGA EUROPEIA: O DRAGÃO A TODO O VAPOR.”...

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A jornada 26 da Liga NOS coloca no caminho do FC Porto “uma deslocação sempre difícil” à Choupana, casa onde o Nacional tem por hábito ser forte e onde somou por vitórias os últimos quatro jogos que lá realizou para o campeonato. Os Dragões estão, por isso, alertados para as dificuldades que vão enfrentar, este sábado, no Estádio da Madeira, mas que, segundo Julen Lopetegui, não podem desviar “um milímetro” do objectivo para o jogo marcado para este sábado, às 20h15.

“É uma saída complicada, um jogo difícil frente a uma equipa muito forte no seu estádio, onde tem conseguido muito bons resultados, que fez um grande jogo na Taça de Portugal, frente ao Sporting, em que merecia algo mais. É, portanto, um adversário que nos vai obrigar a fazer as coisas muito bem, a estar focados em dar o nosso melhor, a fazer uma grande exibição em todos os aspectos – defensivos, ofensivos e colectivos”, afirmou o treinador espanhol, na conferência de antevisão da partida em que os Dragões têm na mira a oitava vitória consecutiva na Liga portuguesa.

Consciente das dificuldades que a equipa vai encontrar, Lopetegui acredita que os azuis e brancos têm “argumentos para superar um adversário” com a qualidade dos nacionalistas. “Temos muita vontade, ambição e também necessidade de vencer este jogo, que sabemos que vai ser duro e que vai exigir muito de nós”, sublinhou o técnico basco, que desvalorizou o facto de, nesta jornada, o FC Porto entrar em campo depois do Benfica e não desvendou se Danilo poderá regressar ao onze.

As arbitragens também foram tema de conversa e aí Lopetegui voltou a referir que há “factos irrefutáveis” que mostram que elas têm tido influência na classificação da Liga. Quando questionado sobre o número de expulsões de adversários em jogos do Benfica (14) ser superior às de clubes como Barcelona e Juventus, o treinador já foi mais longe: “É um facto irrefutável, tremendamente desproporcionado, mas é a realidade. Não há mais nada a dizer. Mas nem é só isso... Há mais, mas não posso, nem quero controlar isso, tenho é que tratar da minha equipa, mas é um facto contundente, isso é indesmentível.”

Na véspera de os portistas conhecerem o adversário nos quartos-de-final da UEFA Champions League, Lopetegui recusou falar das expectativas que tem para o sorteio, porque “a altura não é a adequada”, porque há um compromisso difícil para o campeonato, que se encontra numa fase crucial. “Só pensamos no Nacional, nada mais”, concluiu.

fonte: fcporto.pt



LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton, Andrés Fernández e Ricardo Nunes;
Defesas: Danilo, Martins Indi, Maicon, Marcano, Alex Sandro
Médios: Casemiro, Herrera, Evandro, Rúben Neves, Óliver Torres e Quintero;
Avançados: Gonçalo Paciência, Aboubakar, Quaresma, Brahimi, Tello e Hernâni.

Continuar a ler “LOPETEGUI: “TEMOS QUE FAZER UMA GRANDE EXIBIÇÃO””...

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Ao contrário do que é habitual, no passado Domingo, os ultras do FC Porto foram o 11º e não o 12º jogador. Isto porque jogamos com dez mais de oitenta minutos. A recepção ao Arouca que tinha tudo para ser um jogo tranquilo, diria até o jogo mais fácil até ao final do campeonato, tornou-se complicado com a expulsão do Fabiano aos onze minutos de jogo.

Aboubakar deu-nos os três pontos e continuamos na luta pelo primeiro lugar. Não desarmar, não desistir, acreditar até ao último segundo, temos provas mais do que suficientes de que é possível virar o rumo dos acontecimentos quando menos se espera.

Super Dragões e Colectivo com o sector muito bem composto. Apoiaram do início ao fim o FC Porto e no final os jogadores reconheceram isso mesmo. No sector visitante alguns adeptos do Arouca que se deslocaram à Invicta. Nada audíveis, nem a “famosa” camisola gigante que costuma acompanhar a equipa esteve presente.


Destaque neste jogo para a Curva Norte, o Colectivo durante a segunda parte, já nos minutos finais deu “show” e conseguiu contagiar o estádio. Estiveram no estádio do Dragão 34 199 espectadores.

Dragões presentes na Bélgica
Em relação às nossas outras equipas, neste fim-de-semana o hóquei não jogou (taça de Portugal) e o andebol jogou na Alemanha. O basquetebol ganhou mais uma vez, desta feita ao último classificado da Proliga enquanto os juniores e a equipa B tiveram apoio no Olival nos jogos que disputaram!

Na última quarta-feira, três jogos. O andebol garantiu a passagem às meias finais do play-off e nós lá estivemos perante um Dragão Caixa com os mesmos de sempre. Em Freamunde a equipa B regressou às vitórias fora com portistas nas bancadas e os nossos juniores, apesar da pesada derrota na Bélgica tiveram um apoio brutal de meio milhar de ultras de núcleos daquela zona da Europa!! Cerca de 500 Dragões estiveram no estádio do Anderlecht como se de um jogo de séniores se tratasse! Com o Porto sempre!

Madrid, Barcelona, Paris, Mónaco, Turim ou Munique, seja onde for, nunca caminharás sozinho.

Um abraço ultra.


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sexta-feira, 20 de março de 2015

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O FC Porto vai defrontar o Bayern Munique nos quartos-de-final da UEFA Champions League, ditou o sorteio realizado esta sexta-feira na sede do organismo que tutela o futebol europeu, em Nyon, na Suíça. A primeira mão está marcada para o Estádio do Dragão, a 15 de Abril (quarta-feira), e a segunda uma semana depois, a 21 (terça-feira). É a terceira vez na história que portistas e bávaros se defrontam nesta fase da principal competição europeia de clubes.

Líder destacado da Bundesliga, que venceu nas últimas duas épocas, o Bayern de Munique é terceiro no ranking da UEFA e, tal como os Dragões, uma das equipas recordistas de presenças na Champions. Depois de uma fase de grupos em que terminou no primeiro lugar com 15 pontos (cinco vitórias e uma derrota), a equipa orientada pelo espanhol Pep Guardiol afastou, nos oitavos-de-final, os ucranianos do Shakthar Donetsk (empate a um na Ucrânia e vitória por 7-0 na Alemanha), equipa com a qual o FC Porto mediu forças na fase de grupos.

No histórico de confrontos, para além dos dois empates registados, os alemães venceram por duas vezes e o FC Porto uma, a tal que lhe valeu a primeira conquista europeia da sua história, na final da Taça dos Campeões Europeus, em Viena (2-1).

Foi o primeiro confronto europeu entre portistas e bávaros, que se cruzaram pela última vez há 15 anos, na época de 1999/2000, precisamente nos quartos-de-final: no primeiro jogo, disputado no antigo Estádio das Antas, registou-se um empate a uma bola; no segundo, marcado por uma infeliz arbitragem do escocês Hugh Dallas, o Bayern venceu por 2-1, garantindo a qualificação para as meias-finais.

Este foi, aliás, um duelo que já tinha tido lugar na época 1990/91, também nos “quartos” e que terminou igualmente com a vitória dos bávaros: após um empate a um em Munique, os alemães venceram por 2-0, na cidade Invicta.

Os bilhetes para o jogo no Estádio do Dragão estarão disponíveis a partir deste sábado nos locais habituais, inicialmente em exclusivo para sócios do FC Porto.

QUARTOS-DE-FINAL

FC PORTO-Bayern Munique​
PSG-Barcelona
Atlético de Madrid-Real Madrid
Juventus-Mónaco



Sete possíveis adversários na “Champions” já estão definidos
Espanhóis, italianos, franceses ou alemães no caminho dos Dragões

O possível adversário do FC Porto nos quartos-de-final da UEFA Champions League virá da Alemanha, França, Espanha ou Itália. Bayern de Munique, Paris Saint-Germain, Mónaco, Barcelona, Real Madrid, Atlético de Madrid e Juventus: um dos sete será colocado no caminho dos portistas pelo sorteio, que terá lugar esta sexta-feira, em Nyon, sede da UEFA, a partir das 11h00, de Portugal Continental.

Únicos invictos na prova, os Dragões, que nos "oitavos" levaram a melhor sobre o Basileia, podem voltar a defrontar o Bayern de Munique, que afastou o Shakthar Donetsk, 15 anos depois se terem encontrado, pela última vez, precisamente nos “quartos” da edição de 1999/2000 da Champions.

Em França estão outros dois candidatos a medir forças com a equipa de Lopetegui: o Paris Saint-Germain (actual segundo classificado da Liga francesa) e o Mónaco (quarto), que eliminaram os ingleses Chelsea e Arsenal, respectivamente. Mas a viagem até pode ser mais curta, caso calhe em sorte ao FC Porto uma das três formações espanholas: as duas da capital madrilena, Real e Atlético de Madrid, ou Barcelona, que deixaram pelo caminho o Schalke 04, o Bayer Leverkusen ou o Manchester City.

O próximo adversário dos azuis e brancos pode ainda vir a ser a Juventus. Líder isolado e destacado do campeonato italiano, o conjunto de Turim afastou o Borússia de Dortmund e pode vir a discutir com o FC Porto a presença nas meias-finais, repetindo um duelo que aconteceu pela última vez em 2001, ano em que as duas equipas se encontraram na fase de grupos da mais importante competição de clubes a nível europeu.

Oitavos-de-final da UEFA Champions League, segunda mão

Chelsea-Paris Saint-Germain, 2-2 (após prolongamento) (3-3 no total da eliminatória, o PSG qualificou-se por golos marcados fora)
Bayern Munique-Shakhtar Donetsk, 7-0 (7-0 no total da eliminatória)
FC Porto-Basileia, 4-0 (5-1 no total da eliminatória)
Real Madrid-Schalke 04, 3-4 (5-4 no total da eliminatória)
Mónaco-Arsenal, 0-2 (3-3 no total da eliminatória, o Mónaco qualificou-se por golos marcados fora)
Atlético de Madrid-Bayer Leverkusen, 1-0 (1-1 no total da eliminatória, o Atlético de Madrid qualificou-se no desempate por penáltis, 3-2)
FC Barcelona-Manchester City, 1-0 (3-1 no total da eliminatória)
Borussia Dortmund-Juventus, 0-3 (1-5 no total da eliminatória)

Continuar a ler “BAYERN MUNIQUE É O ADVERSÁRIO NOS "QUARTOS" DA CHAMPIONS”...

SORTEIO DE SONHO.

Publicada por Pedro Ferreira de Sousa Categoria:

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Ao momento em que escrevo este texto ainda não sabemos, nós, os Portistas, o resultado do sorteio para os quartos-de-final da Liga dos Campeões.

A caminhada até este sorteio foi, sem dúvida, extremamente positiva. A equipa ainda não perdeu um jogo e, nos dois confrontos com o Basileia, ficou uma sensação de domínio tão avassaladora que legitima qualquer um a sonhar.

Atrevo-me a dizer que foi a maior derrota da época para o maior clube português – o Anti-Porto.

E é mesmo de sonhar que se trata. A Liga dos Campeões separa o trigo do joio. É uma competição que congrega históricos do futebol europeu, novas potências, clubes movidos a petrodólares ou a petroeuros, enfim, o melhor que a Europa do futebol tem para oferecer nos dias que correm.

É por isso especialmente reconfortante, para um adepto, ver este FCPorto disputar o acesso a uma meia-final da Liga dos Campeões, ou seja, um lugar nas quatro melhores equipas europeias. Este FCPorto que tinha sido abatido na época passada, que vivia o fim de ciclo, que caminhava a passos rápidos para o fim, que soçobraria perante a hegemonia total e absoluta do clube do regime.

Pois é.

Esse FCPorto tem a melhor defesa da Europa, é uma das oito melhores equipas europeias e, penso, lutará até ao fim pelo campeonato nacional (que só não lidera por motivos externos à qualidade das equipas e do futebol praticado).

Tudo isto permite sonhar. Mas não é só uma questão de fé. É uma obrigação. Temos de sonhar. Temos uma equipa e praticamos um futebol que impõe o sonho e obriga a encarar a próxima eliminatória sem receios. Com responsabilidade e consciência das nossas limitações, mas sem medos.

É claro que um sorteio amigo ajudava.

No actual momento de forma das restantes sete melhores equipas da Europa, penso que estamos todos de acordo com a necessidade absolutamente imperiosa de evitar Barcelona e Bayern de Munique. Numa segunda linha, porque, em qualquer caso, jogando bem ou jogando mal, têm jogadores que fazem a diferença, penso que seria de evitar Real Madrid e PSG. No último “pote”, coloco Atlético de Madrid, Juventus e Mónaco, equipas a quem não devemos nada.

Em qualquer cenário, o FCPorto está de volta às enormes noites europeias e, a jogar como tem jogado nos últimos dois meses, penso que, num dia bom, poderá ganhar a qualquer equipa.

É este o nosso sonho.

A nossa obrigação é sonhar.

Venha daí o sorteio!

Pedro Ferreira de Sousa

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