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sábado, 25 de abril de 2015

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O Meu FC Porto

Antes de começar, tenho que dizer que doeu. Doeu muito. Sabia que tinha calhado em sorte o pior adversário possível, mas porra, como não acreditar, como não ter esperança numa nova história do David contra Golias tendo em conta a histórica primeira mão?

Como conseguir entender a diferença entre a primeira e a segunda mão? Como não ir ao aeroporto desejar boa sorte aos nossos rapazes depois de terem derrotado e dizimado em casa a melhor equipa da Europa, composta pela espinha dorsal da selecção campeã do mundo? Como não acreditar numa reedição de 2004? Como não levar na bagagem a crença, a fé, a esperança depois do que se viveu no Dragão?

Esta foi provavelmente a derrota europeia que custou mais. A mais custosa de todas as mais custosas derrotas europeias. E já sofri (sofremos) na pele várias: tudo começa em Basileia, contra Platini e Boniek e ... Adolf Prokop. Depois, o golo blaugraña de Archibald, dizimando o hat-trick de Juary. Depois, mais para a frente, já do meu tempo, o penalty de Lombardo da Sampdória. O Aloísio a defesa-esquerdo em Barcelona. O fuzilamento do Jean-Pierre Papin ao Baía em San Siro. Oliveira a inventar e Costa a titular em Manchester e …pinga de 4 secos. O golo tardio de Linke no Olímpico de Munique. Wenger a rir-se de nós em Londres: outros 5. O frango do Helton, também em Londres, mas desta vez no bairro de Chelsea. A tremenda exibição de Neuer no Dragão pelo Schalke. A estupidez do Défour em Málaga. De novo em Manchester, desta feita com o City: outros 4 para contar. O ano passado a humilhação em Sevilha. Este ano o Municaço.

Dói muito. Custa muito. Mas este clube é o mesmo das vitórias e das derrotas. É o mesmo que ganhou em Viena com o calcanhar mágico de Madjer. É o mesmo clube que derrotou o grande Ajax dos anos 80. O mesmo clube que venceu em Tóquio com um golo enrolado na neve. Que venceu de forma dramática a Liga Europa em Sevilha. O dos golos de Jardel na reviravolta de San Siro. Que empatou em Manchester com um golo de Mariano González. Que espetou 5x0 em Bremen em casa do então campeão alemão. Que derrotou sem margem para dúvidas o Mónaco na Gelsenkirschen de boa memória. Que venceu nas penalidades, naquele olhar de Pedro Emanuel, o Once Caldas em Yokohama. O da cabeçada do Falcao em Dublin.

E, também internamente, o clube que esteve 19 anos sem ganhar um campeonato nacional, mas que se reergueu a tempo de, em 2015, ser o clube português com mais palmarés. O mesmo que goleou por 5x0 o maior rival na sua casa. Que repetiu a façanha no Dragão uns anos depois. Que entrou campeão em Alvalade. Que festejou um mítico Penta. Que festeja campeonatos às escuras e com a rega ligada. Que é recordista de participações na Champions League e que representa de forma grandiosa Portugal além-fronteiras.

O Municaço foi uma tragédia, uma hecatombe, uma desgraça. Mas é noite para recordar e não para esquecer. Toda a Vida É Caminho. Dias antes do jogo, aliás, fui-me preparando mentalmente. Vi jogos de noites europeias antigas, conquistas azuis e brancas, vídeos dos grandes protagonistas da nossa História.

Um deles chamou-me à atenção: o resumo do Bayern x Porto de 2000, arbitrado por um senhor chamado Hugh Dallas. O ano de 2000 e esse plantel parece recheado de nomes que hoje são quase de outra era do FC Porto. Na verdade os anos 90 acabavam de terminar, vivia-se aa viragem do século e do milénio. Esse era, de facto, outro FC Porto. Chaínho, Jardel, Drulovic, Capucho e...e agora peço a vossa atenção…Deco!

Deco, esse mesmo, o artífice e mago maior do moderno FC Porto, do FC Porto da era Mourinho, do FC Porto de novo conquistador da Europa. Esse mesmo Deco viveu, muito jovem, essa injustiça e esse roubo (sim, assumamos) no Olímpico de Munique, perante o grande Bayern de Hitzfeld, Kahn, Scholl, Effenberg, Santa Cruz, Paulo Sérgio e Elber.

Para se saber como se ganha, é preciso perder, perder muito. Pegamos talvez na conservadora e enigmática frase de Belmiro de Azevedo, grande empresário do Norte, “sempre que perdi, ganhei”.

Ao ver a cara de Deco, raivoso e enfurecido no final do jogo de Munique, lembrei-me imediatamente de Ruben Neves e Ricardo Pereira, dois meninos que, pese embora terem entrado já com a eliminatória praticamente decidida, jogaram afoitos e sem medo, quais anões lutando contra um exército de gigantes. É pouco provável que, no actual estado da Champions League e do futebol mundial, tal como Deco fez depois da desilusão no Olímpico, os dois jovens portistas estejam, dentro de 4 anos, a festejar uma Champions League. Não é impossível, não. No FC Porto não há impossíveis. Mas seria muito pouco provável, assumamos.

De Viena a Gelsenkirschen distam poucos quilómetros no mapa, mas do Prater ao Arena Aufschalke a viagem dura 16 anos. Não há, por isso, que dramatizar. Gelsenkirschen foi há… 11 anos (!). Esperemos pacientemente, portanto, mais 5 anos das nossas vidas.

Porque uma coisa é certa: não hei-de morrer sem ver de novo o meu Capitão erguer o troféu da Liga dos Campeões. E não me engano se disser que esse Capitão poderá ser perfeitamente Ruben Neves. Porque se é certo que toda a Vida é Caminho, mais certo ainda é que o Caminho faz-se caminhando. Derrotas leva-os o vento. Quando se decide ser do FC Porto e definimo-nos portistas, as vitórias e derrotas são acessórias. O Clube, esse, é eterno.

Domingo há um jogo para ganhar. E depois disso um título para erguer.

Vamos a eles, rapazes! Honrem o símbolo que trazem ao peito. Corram, suem e lutem até ao último minuto. Vençam por nós!

Rodrigo de Almada Martins

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Nenhum portista merecia uma coisa daquelas. Todos aqueles que pelos quatro cantos do mundo seguiram via TV e muito menos aqueles 4 mil que estiveram no último piso do Allianz Arena. Aqueles que foram directos a Munique (a maioria de Portugal, mas muitos também de núcleos estrangeiros como Londres, Paris, etc) e aqueles que aterraram, por exemplo, em Frankfurt e em Milão e depois fizeram 1000 quilómetros em carros e carrinhas até à Baviera. A juntar a estas diferentes formas de viajar ainda tivemos o mais aventureiro, o Grupo 21 (SD) que saiu de Lisboa sobre quatro rodas... até Munique!

Um dia desgastante, vivido intensamente desde que saímos da cama, até à chegada, no meu caso, 24 horas depois. Voo para Frankfurt Han, viagem de cerca de quatro horas até Munique, convívio na baixa da cidade, rumaria para o estádio, de volta ao centro da cidade, jantar e seguir viagem mais quatro horas até Frankfurt Han, desta vez com o cansaço em cima de nós e em plena madrugada. Já a quarta-feira estava a amanhecer quando chegámos ao aeroporto e regressámos ao Porto.

Mais umas horas de convívio com a mesma rapaziada de sempre. Um orgulho ver o Porto no estrangeiro e verificar que em todo o lado somos reconhecidos. O resultado é pesado, doloroso, mas não temos muito tempo para fazer o rescaldo. Dentro de poucas horas temos o jogo da época. A equipa foi apoiada à partida e à chegada de Munique, algo que poucas e nenhuma vez se tinha visto. Apoio não falta. Domingo é mesmo tudo ou nada. Lá estaremos naquela pocilga, como sempre.

Depois da vitória no Dragão com o Bayern tivemos uma grande casa contra a Académica no Sábado. Nesse jogo, a nível ultra, destaque para as frases dos Super Dragões e a homenagem a Pinto da Costa, que completou 33 anos à frente do FC Porto. No sector visitante a Mancha Negra compareceu, com muitos ou poucos ultras estão em todos os estádios onde a Académica jogue.

Foco total no jogo de Domingo. Vamos para cima deles!! Joguem no campo com a mesma raça que terão, os mais de 3 mil Dragões que lá estarão!!

Um abraço ultra.

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Publicada por bLuE bOy Categoria:

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sexta-feira, 24 de abril de 2015

SÃO HOMENS OU MENINOS???

Publicada por Norte Categoria:

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Se há coisa que os jogadores do FC Porto não se podem queixar é de falta de apoio, tolerância e paciência dos seus fiéis seguidores. Obviamente que os acontecimentos mais recentes (partida e chegada de Munique) são porventura os momentos mais ilustrativos disso mesmo, mas não só!
As derrotas caseiras com lagartos e lampiões tiveram sempre uma reação de alguma condescendência e conformismo, do estilo de acreditar no valor e trabalho em curso, e que o mesmo acabaria por trazer os devidos proveitos.

O primeiro treino do ano foi seguramente um dos momentos mais ilustrativos desse apoio incondicional, dessa confiança inabalável, dessa tolerância levada quase ao extremo.
Prefiro pensar desta forma e não que se trata tão somente de uma enorme perda de verdadeiros valores “à Porto”, com níveis de exigência superiores aos dos nossos adversários, precisamente por sabermos que para ganharmos algo temos que ser tremendamente melhores que os outros. Sim... é que se “ser Porto” é levar 6 e bater palmas, eu devo-me estar a tornar lampião.

Mas prosseguindo naquilo que a apoio diz respeito, a uma 2ª feira enchemos duas bancadas do Bessa como há muito não se via. Numa 6ª feira sobrelotamos o setor visitante de Braga, sendo necessário abrir um setor ao lado. Em Basileia houve uma presença de portistas que só se pode comparar a uma final europeia. Enfim, apoio atrás de apoio, confiança atrás de confiança, isto após uma época onde nada ganhamos e com uma época em curso onde também ainda nada ganhamos.

Perante isto, apetece-me perguntar: e agora?
E agora o que vão fazer no jogo que pode valer uma época?
Só há uma coisa a fazer: honrar, dignificar, agradecer e devolver em dobro, todos os esforços que têm sido feitos pelos adeptos!
Estou-me positivamente a “borrifar” para o cansaço que possam sentir (esse senti-o eu por no dia seguinte a chegar de Munique ter que ir trabalhar!); estou-me a “borrifar” para o momento psicológico da equipa (quando tenho problemas psicológicos no meu emprego, tenho que os superar sozinho, pois se estiver à espera de ajuda dos outros, a porta da rua está a um pequeno passo!); estou-me a “borrifar” para o adversário e para tudo o resto.
Este é o momento.
Este é o momento para justificarem tudo o que temos feito por vocês!
Este é o momento para justificarem tudo o que temos sofrido por vocês!
Este é o momento para justificarem tudo o que temos abdicado por vocês!
Este é o momento para justificarem tudo o que temos gasto por vocês!
Este é o momento para justificarem todos os kms, todas as noites mal dormidas, todas as refeições mal feitas que fizemos por vocês!

Há quem gaste o pouco que tem para vos ir apoiar.
Há quem prefira atrasar a renda de casa ou a conta da eletricidade para domingo lá estar.
Há quem tenha nas vossas vitórias (que são também nossas!) as poucas alegrias da vida.
Não há mais desculpas... é agora ou agora... é ganhar ou ganhar... é serem homens ou meninos!

Até domingo... no sítio do costume!

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AGENDA DRAGÃO: 24-Abr a 30-Abr

Publicada por Pedro Pereira Categoria:

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Publicada por bLuE bOy Categoria:

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quinta-feira, 23 de abril de 2015

FAZER DAS TRIPAS... CORAÇÃO!

Publicada por CativoDasAntas Categoria:

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Cresci a habituar-me a ver o Estádio das Antas pela janela. A jogar futebol no parque de estacionamento que havia onde é hoje a torre das Antas. Aprendi a nadar nas nossas piscinas. Habituei-me a cumprimentar os jogadores à saída do treino. Aprendi a fintar no parque de estacionamento do estádio das antas com a bola a sofrer ressaltos estranhos cada vez que batia nas barras azuis de metal que estavam deitadas e em dias de jogos levantavam para que o lugar ficasse reservado para quem de direito. Cresci, como percebem, com as Antas no dia a dia.

Neste crescimento, tive também quem me encaminhasse, quem me incutisse valores, quem me mostrasse o que é ser Porto.

É hoje o dia de mostrar o que é ser Porto.

Ontem acordei pior do que um chapéu de um pobre. Ninguém esperava aquele resultado. Como também ninguém esperava as "facilidades" que tivemos no Dragão. Acreditamos que era possível. Fizeram-nos crer que era possível. Sonhamos com eles, fizeram-nos levitar. Ontem, hoje, vários são os culpados que na quarta eram heróis. Vários são os "Mourinho's" que criticam Lopetegui, quando na semana anterior o elogiavam. Muitos são "opinion makers" de trazer por casa.

Poucos foram a Munique.
Poucos foram ao Aeroporto "acompanhar a equipa", menos ainda aqueles que os foram receber - se concordo ou não com estas demonstrações, é conversa para outras águas; a questão, é que estavam lá.
Poucos foram os que depois de ter levado 6, estavam no Dragão na manhã seguinte, horas antes de abrir a bilheteira, para comprar bilhete para ir galinheiro no fim-de-semana.

No entanto, muitos foram os que encheram o Dragão na primeira mão. Na semana anterior, muitos mostravam o seu portismo no Facebook. Muitos eram os pedidos de bilhete para o galinheiro até as 19h00 de 3ª feira.

Não me vou alongar sobre teorias de melhor nem pior. Como sempre me disseram, atitudes, cada um tem as suas.

Este post tem outro objectivo. Mentalizar para a guerra. É duro ser Portista, é duro não virar a cara à luta. É duro não ficar na lama, quando as forças já escasseiam. Mas esta força, é a nossa força. A nossa identidade. E isso, não vou deixar que se perca.

Ao longo da nossa história, cidade e clube, vivemos vicissitudes que nos obrigaram a adaptar. Desde o Cerco do Porto que assim foi. Sempre saímos vitoriosos. Se temos o termo "invicta" associado à sempre leal cidade do Porto, é porque nunca nos demos por vencidos. Não é agora. Não pode ser agora. Domingo, temos uma final. Temos que vencer lá, mesmo que as pernas não ajudem. Mesmo que a moral não ajude. Termos de jogar contra um estádio que vai estar contra nós, com a obrigatoriedade de ganhar e tentar revertermos um mau resultado. Temos tudo contra nós. E só nós, nos temos a nós.

Não podemos fraquejar. Não vamos fraquejar. Cada um que tenha o símbolo do Porto junto do coração, tem que ser um guerreiro. Não quero Messis, nem Ronaldos... quero a garra do João Pinto, o ódio ao vermelho do Paulinho Santos, quero aquilo que vocês já nos deram.

Mas eu também vou dar. Eu também vou ter que dar.

Quando te preparares para fazer 600km - muitos que fizeram a viagem a Munique durante a semana, quando te preparares para entrar no galinheiro, encara essa entrada como tu próprio fosses para a guerra. Vais estar lá no topo. Não te querem ouvir. Não te querem ver. Se vais lá pelo jogo, não vás. Vai para suar. Para ficar rouco. Não te interessa quem joga onde. Interessa-te que o Porto está em campo. Prepara-te para estar 90 minutos de costas para o jogo. Não leves a pipoca e a coca-cola. Leva a alma e a garra. Não leves a t-shirt da moda. Leva a camisola do teu Porto. Não leves o chapéu da moda. Leva a tua voz.

Sim. Estamos na merda. E agora? Ficas aí?

Levanta-te e olha bem, olhos nos olhos. Testa na testa. Cerra os dentes. Fecha os punhos. Porque nós, somos o Porto. Não é um resultado que nos deita abaixo.

O Porto existe desde 1893. Vamos ter dias maus. Isso vamos. Mas o que nos define, não é o resultado, mas como é que reages a ele.

Domingo, faz das tripas coração. Domingo, sê PORTO!

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quarta-feira, 22 de abril de 2015

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fulham sub21-FC PORTO B, 0-3

Premier League International Cup, meia-final
22 de Abril de 2015
Centro de Treinos do Fulham, Inglaterra


Árbitro: Derek Eaton (Inglaterra).
Assistentes: Paul Lister e Kevin Howick.
Quarto árbitro: James Whittaker.

FULHAM: Marek Rodák; Ryheem Sheckleford, Mananga Buatu (cap.), Liam Donnelly e Jordan Evans; Josh Smile, Tayo Edun e Dean O’Halloran; Patrcik Roberts, Moussa Dembélé e Ange-Freddy Plumain.
Substituições: Dean O'Halloran por Noe Baba (42m) e Tayo Edun por Luca de la Torre (71m).
Não utilizados: Magnus Norman, Na Bagna e Aaron Redford.
Treinador: Peter Grant.

FC PORTO B: Ricardo Nunes; David Bruno, Lichnovsky, Diego Carlos e Rafa; Tomás Podstawski, Francisco Ramos e Leandro; Frédéric, Gonçalo Paciência (cap.) e André Silva.
Substituições: Tomás Podstawski por Pavlovski (54m), André Silva por Anderson (76m) e Frédéric por Pité (84m).
Não utilizados: Kadú, Raul Gudiño, João Graça e Roniel.
Treinador: Luís Castro.

Ao intervalo: 0-1.
Marcadores: Leandro Silva (41m, 60m e 90+3).
Disciplina: cartão amarelo a Josh Smile (37m) e Rodák (71m); cartão vermelho directo a Liam Donnelly (38m).

​O FC Porto B apurou-se para a final da Premier League International Cup ao bater, esta quarta-feira, o Fulham por 3-0, em partida da meia-final da competição, disputada no Centro de Treinos do Fulham. Foi um jogo totalmente controlado pelos Dragões, com Leandro Silva a inaugurar o marcador quase a chegar ao intervalo (41m) e a aumentar a vantagem dos comandados de Luís Castro já na segunda metade (60m e 90+3m). Os três golos nasceram de belos remates de fora da área do médio: o primeiro em jeito, o segundo em força e o terceiro de um "chapéu" incrível ainda de dentro do meio-campo portista.

Os azuis e brancos entraram na partida de forma descomplexada, tentando impor a sua capacidade técnica, e o facto é que criaram várias ocasiões de perigo na primeira meia-hora, todas elas com Gonçalo Paciência como protagonista: um remate de cabeça, ao poste, logo aos três minutos e dois remates, aos 12 e aos 26, um ao lado e outro bem encaixado pelo guarda-redes adversário. O Fulham apostou, desde o início, numa postura de contra-ataque rápido e só Evans, aos nove minutos, “ameaçou” a baliza de Ricardo Nunes, com o remate a sair bem ao lado. Aos 38 minutos chegou um dos momentos-chave do jogo: o médio Smile teve uma entrada duríssima sobre Tomás, gerou-se uma confusão no centro do relvado e Donnelly foi expulso por agressão (39m). Dois minutos depois, e na conclusão perfeita de uma boa jogada de entendimento, Leandro Silva rematou de fora de área, de forma colocada, para o 1-0, resultado com que se chegou ao intervalo.

A segunda metade começou de forma mais morna, com os Dragões a controlarem a bola e as tímidas investidas do conjunto britânico no ataque. Fruto do domínio azul e branco, e no seguimento de um canto, Leandro Silva teve (mais um) momento de inspiração e rematou em força, de fora da área, fazendo um grande golo e resolvendo a partida (60m). Os Dragões mantiveram a toada atacante e tiveram uma grande oportunidade, aos 80 minutos, por intermédio de Pavlovski, a aproveitar um erro defensivo para rematar um pouco ao lado, mas o lance mais belo da noite ainda estava para vir: aos 90+3 minutos, Leandro Silva olhou para a baliza adversária, viu Rodák adiantado e fez-lhe um “chapéu” do outro Mundo ainda bem de dentro do meio-campo portista, colocando o resultado final em 3-0 e fechando o jogo com chave de ouro.

Os “bês” aguardam agora pelo outro finalista, que sairá do jogo entre Leicester City e Manchester City, que ainda não tem data designada. O próximo compromisso dos Dragões é com o Atlético, no Estádio da Tapadinha, conta para a 41.ª jornada da Segunda Liga e está agendado para domingo, às 11h15.

fonte: fcporto.pt



RESUMO DO JOGO

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bayern munique-FC PORTO, 6-1

UEFA Champions League, 1/4 final, 2ª mão
Terça-feira, 21 Abril 2015 - 19:45
Estádio: Fussball Arena München, Alemanha
Assistência: -


Árbitro: Martin Atkinson (Inglaterra).
Assistentes: Michael Mullarkey e Stephen Child; Anthony Taylor e Craig Pawson.
4º Árbitro: Darren England.

BAYERN MUNIQUE: Neuer, Rafinha, Boateng, Badstuber, Bernat, Xabi Alonso, Lahm, Thiago Alcântara, Müller, Lewandowski, Götze.
Suplentes: Reina, Dante (90' Thiago Alcântara), Pizarro, Gaudino, Rode (72' Rafinha), Weiser (86' Götze), Schweinsteiger.
Treinador: Pepe Guardiola.

FC PORTO: Fabiano, Reyes, Maicon, Marcano, Martins Indi, Casemiro, Herrera, Óliver Torres, Brahimi, Jackson Martínez, Quaresma.
Suplentes: Helton, Ricardo (33' Reyes), Rúben Neves (46' Quaresma), Evandro (67' Brahimi), Quintero, Hernâni, Aboubakar.
Treinador: Julen Lopetegui.

Ao intervalo: 5-0.
Marcadores: Thiago Alcântara (14'), Boateng (22'), Lewandowski (27'), Müller (36'), Lewandowski (40'), Jackson Martinez (73'), Xabi Alonso (88').
Disciplina: cartão amarelo a Herrera (34'), Jackson Martínez (38'), Badstuber (42'), Ricardo (65'), Marcano (71'); cartão vermelho por acumulação a Marcano (87'); cartão vermelho a Julen Lopetegui (89').

O FC Porto viveu uma noite terrível em Munique. Depois de uma exibição de sonho na 1ª parte desta eliminatória com um resultado agradável, os Dragões deslocaram-se à Baviera e saíram de lá copiosamente goleados, igualando a maior derrota de sempre nas competições europeias que vigorava há 37 anos. Na altura o carrasco foi o AEK de Atenas.

Mas antes de me debruçar concretamente no jogo, quero aqui deixar umas notas de registo. Nas horas difíceis é que se vêem os verdadeiros adeptos. Nas vitórias estão lá todos, aparecem, exageram nos festejos, dizem as maiores bacoradas, palram, saltam, vomitam palermices. Uns autênticos parolos! Nas derrotas estão de faca afiada a descascar em tudo o que mexe, a deitar abaixo o treinador, os jogadores e a querer dar uma de futebolês. Não percebem patavina do assunto mas também se dão ao luxo de dizer umas quantas palermices. Repito: uns parolos!

Porque é que o FC Porto saiu copiosamente derrotado do Allianz Arena? Porque defrontou uma equipa muito superior em todos os aspectos: jogadores, valor do plantel e recursos financeiros. Porque defrontou senão a melhor, uma das melhores equipas do mundo. Porque defrontou uma equipa que entrou em campo e conseguiu explanar todas as suas qualidades e apresentar os seus trunfos. Porque o FC Porto esteve num dia em que não conseguiu sair a jogar e o adversário fez o que o FC Porto lhes fez cá. Mas com mais intensidade e com mais recursos. Porque as ausências de Ribéry, Robben e outros no Bayern não se fazem notar como as de Danilo e Alex Sandro e Tello no FC Porto.

Se ao FC Porto seria possível (e foi) reduzir o Bayern quase a cinzas no Dragão porque não o contrário no Allianz Arena? O problema é que não pensamos em tudo. Só olhamos para o que nos interessa e para o que nos dá jeito. Há 6 dias atrás os jogadores eram bestiais, agora são umas bestas? Ontem não mostraram atitude e raça ou será que foi a equipa adversária que não permitiu nada disso e foi muito, muito superior para além de já o ser teoricamente? Muitos gostam de apregoar aos 7 ventos teorias trauliteiras como se fossem supra-sumos mas não passam dos palhaços que só servem para comer pipocas e comprar e exibirem roupinhas da Porto Store. Se estivessem lá dentro como estiveram o treinador ou os jogadores, nem cumpriam 10 minutos de jogo.

Nestes últimos 6 dias a ilusão foi muito grande e os menos conscientes (os tais de faca afiada) contaram com o ovo no dito da galinha, viram tudo muito bonito e depois insultam tudo e todos. Mas quem foi mais sensato e quem esteve com os pés bem assentes no chão, sem perder esperança e sem perder a ilusão, nunca afirmou em tal ocasião que o FC Porto estaria com as meias-finais quase asseguradas ou bem encaminhadas. Ouvi e li muitos portistas que, perante o 3-1, foram sempre muito cuidadosos nas respostas dadas e nunca embandeiraram em arco. Jamais! Senti em muitos deles alguma apreensão e alguma falta de optimismo para não dizer outra coisa.

3-1 é um grande resultado na maioria dos casos e frente à maioria dos adversários, excepto com Bayern, Barcelona e Real Madrid. Com esses, nenhum resultado é confiável. E foi o que ontem aconteceu. Precisando de recuperar rapidamente de dois golos, o Bayern apostou num futebol intenso, pressionante e directo frente a um FC Porto altamente desfalcado dos seus laterais que se fizeram notar no relvado do Allianz Arena. O grande desafio do FC Porto seria resistir à primeira meia hora da avalanche germânica e responder sempre que possível. O FC Porto sabia que não poderia defender o resultado e teria que tentar chegar ao golo. Mas o certo é que por mais que tentasse, não conseguiria. O Bayern estava num daqueles dias em que nada havia a fazer e o FC Porto ficou manietado desde o 1º minuto.

Aos 10 minutos, Lewandowski rematou ao poste, na recarga a um primeiro remate de Thomas Müller. Foi o primeiro aviso. Três minutos depois os alemães chegaram ao primeiro golo, com Thiago Alcántara a antecipar-se de cabeça aos centrais portistas com a linha lateral completamente desguarnecida. É fácil agora criticar a opção de Lopetegui por Reyes mas se tivesse surtido efeito, estavam aqui “os entendidos” a elogiar o treinador e a levá-lo em ombros. E eu pergunto: e se tivesse sido Ricardo jogado desde o início? Seria melhor ou pior? E se fosse pior? “Os entendidos” estavam a descascar na mesma no treinador. Adiante.

Aos 21 minutos, Boateng concretiza a reviravolta no marcador de cabeça após assistência de Badstuber, num lance de muita confusão na grande área com Fabiano a escorregar na hora de se fazer ao lance. Seis minutos depois, 3-0 para o Bayern com a melhor jogada do encontro. Lahm cruzou do lado direito para a zona frontal, Müller tocou de primeira para um cabeceamento mortífero de Lewandowski.

O FC Porto estava completamente perdido em campo. O descalabro estava instalado e o domínio dos germânicos era tão avassalador que o FC Porto não sabia como reagir. Os jogadores estavam completamente desnorteados. O Bayern chegou aos 4-0 aos 36 minutos. Nestes dias em que sai tudo bem a uma equipa, sai tudo mal ao adversário. Müller, um ordinário e provocador, remata de longe, a bola bate na perna de Martins Indi e trai o guarda-redes Fabiano que, mesmo assim, teve possibilidade de sacudir a bola com o pé e falhou a intercepção.

Aos 40 minutos, os alemães aumentam a parada para 5-0. Temeu-se uma derrota histórica e recordista na champions. Cada tiro, cada melro. Os alemães de cada vez que jogavam em direcção à baliza portista, resultava em golo. Müller ganhou a bola junto à linha de fundo, serviu Lewandowski e este bateu Fabiano.

O intervalo chegou e foi o melhor que poderia acontecer ao FC Porto. Ricardo substituiu ainda na 1ª parte Reyes e Rúben Neves ao intervalo no lugar de Quaresma trouxeram alguma estabilidade à equipa mas o Bayern também desacelerou completamente. Os portistas subiram um pouco no terreno e puderam então mostrar algum futebol. Jackson reduziu aos 73 minutos de cabeça após cruzamentos de Herrera e, logo a seguir, o avançado colombiano esteve quase a reduzir para 5-2 o que relançaria a eliminatória mas a bola saiu a rasar o poste de Neuer.

O jogo terminou com a expulsão de Marcano por acumulação de amarelos após falta sobre Götze. Do livre surgiu o sexto golo germânico com Xabi Alonso a bater superiormente Fabiano. Faltavam dois minutos para os 90.

Após este jogo terrível, o FC Porto consentiu a única derrota na prova mas por números volumosos. Em 4 partes dos jogos da eliminatória, o FC Porto venceu 2 partes, empatou 1 e perdeu 1 mas que fez toda a diferença. O score da eliminatória ficou em 7-4 favorável aos germânicos mas a certa altura esteve quase a estabelecer-se nos 6-5 mas também reconheça-se que o score poderia ter sido mais elevado. Nada a dizer sobre a justiça da eliminatória. Para o ano há mais.

O FC Porto tem 5 jogos para terminar a época e à equipa exige-se que dê tudo para tentar vencer esses jogos. A classificação da liga ditará o nosso destino mas a equipa poderá ter a certeza de que não estará sozinha para o que falta cumprir, tal como se comprovou esta madrugada quando os adeptos, os verdadeiros adeptos, receberam a equipa no aeroporto em apoteose, mostrando que estão com ela até ao fim. Quanto aos outros adeptos que continuem a comer pipocas e a passear as suas palermices.



DECLARAÇÕES

Lopetegui: “A equipa vai levantar-se”

Julen Lopetegui admitiu a superioridade do Bayern Munique, após a derrota por 6-1 na segunda mão dos quartos-de-final da Liga dos Campeões, que afastou os azuis e brancos da prova. Porém, o treinador ressalvou que a equipa teve uma participação “espectacular” na competição, em que apenas perdeu este encontro, frente a um adversário que chega pela quarta temporada consecutiva às meias-finais. E garantiu que vai existir uma reacção já no domingo, no clássico frente ao Benfica, decisivo para a Liga NOS: “A equipa vai levantar-se”.

Na flash interview que se seguiu ao apito final, o técnico destacou o percurso na Champions: ”Em 12 jogos perdemos apenas este, o que mais vontade tínhamos de ganhar, mas na primeira parte o Bayern castigou-nos. Na segunda parte, se tivéssemos marcado o segundo golo teríamos algumas possibilidades. Temos de reconhecer o mérito do Bayern. Somos a equipa mais jovem da Champions, temos uma diferença de experiência de mais 400 jogos, e quando sofres um golo cedo estas coisas notam-se”.

O técnico fez depois uma análise do encontro: “O Bayern é uma equipa individual e colectivamente muito forte, tremenda no seu campo. Na primeira parte resolveram o jogo e a eliminatória. Na segunda estivemos muito melhor, tivemos muito mais a bola. Contra uma equipa como esta, se não tens a bola estás perdido. Na primeira parte não a pudemos ter e creio que não estivemos bem. Para ganhar a estas equipas tens de estar ao máximo nível e conseguir que eles não estejam. Em nossa casa conseguimos, aqui não. Parabéns ao Bayern, mas estamos tristes”.

Já na sala de imprensa, deixou a garantia de que o plantel “mais jovem da história da Champions e do FC Porto” se vai apresentar na sua plena capacidade no Estádio da Luz, apesar da derrota “dolorosa e triste”. O treinador voltou a frisar uma segunda parte de “muito coração e muito orgulho” e lamentou não ter podido dar “uma alegria aos adeptos”. “Na primeira parte quisemos mas não conseguimos ter a bola. Não fomos capazes de cortar o início de jogo deles, que é o seu ponto forte. Na segunda parte demos uma imagem mais próxima da nossa realidade. Lutámos o que pudemos.”



ARBITRAGEM



RESUMO DO JOGO

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terça-feira, 21 de abril de 2015

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HÓQUEI EM PATINS
(1º benfica-70p; 2º FC Porto-64p; 3º valongo-49p)
  • benfica 5-1 FC PORTO
Os pupilos de Tó Neves fizeram uma 1ª parte notável, mas pecaram na finalização (1-1 com golaço de Hélder Nunes). Depois, no 2º tempo, com a dupla minhota condicionada pelos incidentes do público da casa junto ao banco dos dragões, foi mais fácil aos anfitriões gerir o jogo e acabarem por ganhar o jogo e o campeonato.

Para o FC Porto, segue-se agora a champions league (onde afastaram este mesmo adversário), uma excelente oportunidade para que alguns nomes fortes da nossa equipa tenham a despedida em glória que merecem. Eu acredito!

  • próximos jogos
O FC Porto volta a jogar no dia 2 e 3 de Maio na final-four da liga europeia em Bassano. Dia 2 na meia-final frente ao Vic, com transmissão na Porto Canal pelas 16h00 Portuguesas. A final, será dia 3 Maio, também pelas 16h00.



BASQUETEBOL
(1º FCP Dragon force-40p; 2º eléctrico-36p; 3º terceira-32p)
  • esgueira 41-93 FC PORTO Dragon Force
Os pupilos de Moncho demonstram a cada jogo o seu valor, e acima de tudo, que esta época já deveria ter sido jogada no escalão principal. É esmagadora a nossa superioridade. António Monteiro (29 pontos e 10 ressaltos) foi o MVP, Ferrán Ventura (15 pontos), Pedro Bastos (13 pontos) e Miguel Queiroz (12 pontos e 9 ressaltos) foram outros elementos entre os mais inspirados da equipa azul e branca que ao intervalo já vencia por 21-40!
  • próximos jogos
No próximo sábado, às 18h00, o Porto Canal transmite o jogo 2 dos quartos do play-off que será jogado no dragão caixa. Depois, se necessário, o 3º jogo será domingo pelas 15h30. Na meia-final, deveremos encontrar o Casino Ginásio da Figueira da Foz. Por fim, na final, onde esperamos chegar com naturalidade, deveremos vir a encontrar o Eléctrico.



Um abraço do Lucho e parabéns à secção de bilhar apurada para a fase final europeia.

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A Fussball Arena München é, por estes dias, o palco de todos os sonhos azuis e brancos. Na sala de imprensa do recinto que vai receber o Bayern Munique-FC Porto de amanhã (19h45), Julen Lopetegui repetiu a ideia de que os Dragões têm pela frente “uma das melhores equipas da história do futebol”, mas nada que retire aos portistas a “ilusão de ser protagonistas”. No momento de lançar o grande desafio de amanhã, o treinador não esqueceu a energia transmitida pelos adeptos na emocionante despedida que antecedeu a viagem para Munique.

“É natural que tenhamos de fazer alterações, mas amanhã veremos que equipa vamos apresentar e como vamos abordar o jogo. Somos uma equipa ofensiva quando tem a bola e agressiva na forma como a queremos recuperar quando não a temos mas, no fundo, não somos uma equipa de grandes surpresas. Temos de estar concentrados, ser ambiciosos e ter a ilusão de sermos protagonistas, não esquecendo que, pela frente, teremos uma das melhores equipas da história do futebol. É essencial estarmos preparados para responder às dificuldades que o Bayern Munique nos vai criar, por isso temos de nos preocupar apenas connosco e com o nosso trabalho”, declarou Julen Lopetegui antes de orientar o treino de adaptação dos Dragões ao relvado do Fussball Arena München.

Desconhecendo o que pensa o compatriota e amigo Pep Guardiola, Julen Lopetegui não poupou nos elogios ao caminho trilhado pelo FC Porto na presente edição da Liga dos Campeões e prometeu “rapazes iguais a eles próprios”. “Não sei o que vai na cabeça de Guardiola, mas espero uma grandíssima equipa, jogue quem jogar. Temos de saber dar resposta a todas as situações do jogo, atacando quando pudermos e defendendo sempre que o nosso adversário o exigir, sempre com o intuito de recuperar a bola o mais rápido possível. Os jogadores fizeram um trabalhão extraordinário e ganharam por mérito próprio o direito de estar aqui, a competir com uma equipa fantástica”, prosseguiu o técnico portista, maravilhado com o momento protagonizado pelos adeptos na despedida da Invicta.

“Contamos com a energia, o apoio e o carinho dos nossos adeptos para seguir em frente. Que nos empurrem quando não conseguirmos correr mais e que nos transmitam toda a energia como fizeram à nossa partida para aqui. Aquilo que eles fizeram antes de deixarmos o Porto foi uma injecção de energia, mas não ficámos surpreendidos. De qualquer forma, foi um momento emocionante para todos nós e dá-nos ainda mais força para, mais uma vez, tentarmos ser protagonistas. Os rapazes foram eles próprios até aqui e vão continuar a sê-lo, apesar de termos pela frente aquele que eu considerei o maior candidato a vencer a Liga dos Campeões no início da competição. Não há uma chave para vencer, temos de fazer tudo bem frente a uma equipa desta dimensão. O jogo de amanhã é um desafio colossal”, concluiu Julen Lopetegui.

MARCANO: “QUEREMOS JOGAR BEM E QUALIFICAR-NOS”

Na antecâmara da partida decisiva da segunda mão dos quartos-de-final da UEFA Champions League, desta quarta-feira, frente ao Bayern Munique (19h45), Iván Marcano afirmou que não tem dúvidas de que a equipa vai “tentar jogar com muita ilusão e ganas”, de forma a tentar “fazer um jogo parecido com o da primeira mão”, em que os Dragões venceram o Bayern Munique por 3-1, no Estádio do Dragão. Em declarações na conferência de imprensa de antevisão do encontro, que decorreu no Fussball Arena München, o espanhol prometeu ainda “muita energia e muita força de vontade” caso seja escolhido por Julen Lopetegui para ajudar os Dragões a chegar ao seu objectivo.

O defesa-central, que não jogou na vitória do FC Porto no Estádio do Dragão (3-1), por estar a cumprir um jogo de suspensão, disse não ter ficado surpreendido pela despedida dos adeptos no aeroporto – “são adeptos fiéis e já demonstraram várias vezes o seu carinho” -, mas revelou que “foi incrível” e que ficou “emocionado”: “Foi uma despedida a que vamos tentar dar a melhor resposta no jogo de amanhã. Vamos tentar jogar com muita ilusão e ganas, para fazer um jogo parecido com o da primeira mão. Somos uma equipa jovem, mas acredito que todos vão estar ao mesmo nível no jogo; não interessa se uns têm mais ou menos experiência”.

Recusando falar de uma eventual final da competição, o espanhol lembrou o jogo da primeira mão, sublinhando a grande exibição dos companheiros: “O que vi foi um grande Porto. Os meus colegas fizeram um grande jogo e não interessa se o Bayern Munique nos subestimou ou não. A realidade é que ganhámos a uma das melhores equipas do Mundo. Se jogar, vou tentar fazer o meu melhor para ajudar os meus colegas com muita energia e muita força de vontade”.

A carga física a que os Dragões têm estado sujeitos – recorde-se que os portistas receberam o Bayern na quarta-feira, venceram a Académica no sábado e vão estar, novamente, em acção esta terça-feira – mereceu ainda um comentário do defesa: “Temos a sorte de ter um grande plantel e, no jogo com a Académica, houve algumas alterações e o facto é que os que jogaram estiveram a grande nível, com muita competência. Creio que fizemos dois bons jogos nos dois primeiros desta sequência de três e falta-nos agora este jogo em Munique”.

fonte: fcporto.pt


LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton, Fabiano e Ricardo.
Defesas: Ricardo Pereira, Martins Indi, Maicon, Marcano e Reyes.
Médios: Casemiro, Quintero, Evandro, Herrera, Óliver e Ruben Neves.
Avançados: Quaresma, Brahimi, Hernani, Jackson Martínez, Aboubakar e Gonçalo Paciência.

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Amigo, Muitos Parabéns!!!

São os votos de todos os teus colaboradores deste espaço de tertúlia.



Continuar a ler “PARABÉNS, PEDRO FERREIRA DE SOUSA!”...

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segunda-feira, 20 de abril de 2015

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Independentemente do que possa vir a acontecer na próxima 3ª feira no Allianz Arena, há algo indesmentível entre o universo Portista, mesmo entre alguns "ressabiados orgulhosos", aquela exibição frente ao Bayern Munique entra seguramente na vitrina de grandes noites europeias do FC Porto da sua história. Mais, aconteça o que acontecer, é quase impossível que durante estes 6 dias que medeiam entre aquele belo jogo e a decisão de Munique, os Portistas não sonhem com o apuramento para as meias-finais, nem tenham a tentação de pensar que após o 3-1, estamos tão perto do sonho.

Mantenho a coerência de tudo o que disse antes e após o sorteio dos quartos-final da Champions League. Quem lê regularmente as minhas intervenções neste blog, viu que classifiquei o Bayern Munique como o pior adversário possível para se apanhar, sendo que racionalmente reduzi ao mínimo as hipóteses do FC Porto. Mas viu também um post dois dias antes do jogo, em que renovei as minhas esperanças de que o impensável, mais uma vez, acontecesse à semelhança do ocorrido tantas vezes na história do nosso clube. Mesmo com reduzidas probabilidades, acreditava que espantássemos a Europa e o mundo do futebol. E espantámos mesmo, com uma grande exibição, um grande resultado frente a uma grande equipa, uma equipa com 6 campeões do mundo e 10 jogadores que já venceram a CL. Uma equipa que leva 12 pontos de vantagem sobre o Wolfsburgo (que eliminou o scp) e 19 pontos sobre o Leverkusen (que esmagou o slb), equipa que há uma semana atrás também foi eliminada por este mesmo “Bayern Munique B” na taça da Alemanha.

Confesso-vos que tenho andado por estes dias com uma enorme dicotomia interna entre o sonho e o realismo. Por um lado, o 3-1 conjugado com aquela magistral exibição fazem-me acreditar cada vez mais que é possível, se antes da eliminatória a probabilidade de passarmos às meias-finais considerando a generalidade dos comentadores desportivos e casas de apostas variava entre 10 e 20%, agora esta percentagem aumenta muito. Por outro lado, o meu necessário realismo aliado ao meu habitual pessimismo (que nem 30 anos de glória conseguiram reduzir!), dizem-me que vai ser tremendamente difícil jogar frente a uma equipa com tantos campeões mundiais, europeus e alemães.

Na Alemanha vai ser necessário novamente um grande FC Porto, ao nível daquele que se viu no Dragão. Uma equipa concentrada, com enorme capacidade de luta e sem medo de ser feliz. As melhores versões que me lembro de ver do FC Porto tinham em comum uma característica: enorme capacidade de sacrifício. E isto vai ser mesmo necessário em Munique numa quantidade enorme, muita capacidade de luta, concentração defensiva e necessariamente colocar algum respeito a eles em termos ofensivos. Obviamente não podemos jogar remetidos apenas à nossa defesa, mas não podemos errar defensivamente nem ter desequilíbrios defensivos por termos gente a mais na frente, temos de obrigá-los a criar muito para poder entrar na nossa área. Em suma, escrever umas linhas sobre este jogo como estou aqui a fazer é facílimo, colocar em prática todas estes pressupostos necessários para vencer o tubarão Bayern Munique é que é infinitamente mais difícil. Julen Lopetegui e seus pupilos têm a palavra e a árdua tarefa de o conseguir.

FORÇA FC PORTO!!!!!!!!!

NOTA OFF-TOPIC: Ninguém me contou, nem li em nenhum lado, vi com os meus próprios olhos algo completamente inacreditável após o jogo da Académica. Dois porcos (desculpem mas não consigo dar-lhes outra adjetivação), um chamado viterbo, outro chamado nuno piloto tiveram a lata de dizer coisas que eu julguei nunca possíveis ouvir num campeonato em que se supõe o mínimo de igualdade e vergonha entre todos os intervenientes. O sr. piloto disse com todas as letras o seguinte: “limpámos hoje a má imagem deixada na luz, inclusivamente, tivemos até uma atitude muito mais séria hoje do que na semana passada…”. O sr. viterbo disse com todas as letras o seguinte: “hoje, à semelhança de todos os jogos, com a única exceção do jogo da luz, tivemos uma grande atitude, jogando no campo todo, sem nenhum medo de perder…”. Pergunto aos senhores porcos então: mas não foram sérios na luz? Mas porque é que em todos os jogos da era viterbo jogaram sem pânico de perder inclusivamente aqui no Dragão e apenas no jogo da luz entraram borrados de medo, tal e qual uma equipa de distrital? Neste campeonato por várias vezes que coloquei a mim próprio e aos meus próximos a seguinte questão: mas estamos na Etiópia ou no Uganda? Será isto mesmo possível?

PS: Existe uma ideia geral que o jogo de terça-feira influenciará decisivamente o jogo de domingo no galinheiro. Pela minha parte apenas digo o seguinte: a menos que haja uma hecatombe imprevista em termos de resultado mas que pode sempre acontecer quando se joga com meia equipa campeã do mundo (ou seja, uma sova monumental!) o jogo de terça-feira não pode, nem deve influenciar o que se passará no domingo. São jogos de competições diferentes, ambos decisivos, mas frente a adversários também com características diferentes. O papel de Lopetegui na passagem do "chip Champions" para o "chip Campeonato" será obviamente fundamental. Mas creio que nem a passagem na terça-feira significa vitória certa no domingo, nem a eliminação remete para o fatalismo certo no domingo. A ver vamos...

Continuar a ler “ENTRE O SONHO E O REALISMO.”...

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domingo, 19 de abril de 2015

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FC PORTO B-leixões, 1-1

Segunda Liga, 40.ª jornada
19 de Abril de 2015
Estádio Luís Filipe Menezes, em Olival, Vila Nova de Gaia


Árbitro: Manuel Moreira (Porto).
Assistentes: Bruno Rodrigues e Alexandre Freitas.

FC PORTO B: Kadú (g.r.); Víctor García, Igor Lichnovsky, Zé António, Rafa; Tomás Podstawski, Francisco Ramos e Leandro Silva (cap.); Frédéric, Roniel e André Silva.
Substituições: David Bruno por Víctor García (42m), Pavlovski por Tomás Podestawski (42m), João Graça por Leandro Silva (79m).
Não utilizados: André Caio (g.r.), Diego Carlos, Pité e Anderson.
Treinador: Luís Castro.

LEIXÕES: Ricardo Moura (g.r.), Gonçalo Graça, Pedro Pinto, Alabi, Zé Pedro; Novais, Tiago Lenho, Bruno Lamas, Mendes, Alemão e Enoh.
Substituições: Moedas por Tiago Lenho (61m), Yuanyi Li por Alemão (70m), Zé Pedro por João Novais (82m).
Não utilizados: Nuno Pereira (g.r.), Zé Pedro, Caio, Hugo Monteiro e Tiago de Leonço.
Treinador: Horácio Gonçalves.

Ao intervalo: 0-1.
Marcadores: Bruno Lamas (21m) e André Silva (57m).
Disciplina: cartão amarelo a Igor Lichnovsky (40m) e Leandro Silva (69m).

O FC Porto B somou este domingo o segundo empate (1-1) consecutivo na Segunda Liga, frente ao Leixões, em jogo a contar para a 40.ª jornada, disputado esta tarde no Estádio Luís Filipe Menezes. Os matosinhenses adiantaram-se no marcador na primeira parte, tendo os portistas chegado à igualdade já na segunda, por intermédio de André Silva, que fez o seu sexto golo na competição.

Com o ex-campeão europeu pelo FC Porto Deco na bancada, foi o Leixões a entrar por cima no jogo. Agressiva sobre a bola, pressionante e a ocupar bem os espaços, a equipa matosinhense começou cedo a criar perigo junto da baliza de Kadú, explorando algumas dificuldades dos azuis e brancos na primeira fase de construção de jogo. E depois de duas boas oportunidades para se colocar em vantagem, a estratégia começou a colher frutos ao fim de pouco mais de 20 minutos, num grande remate de Bruno Lamas, que inaugurou o marcador.

Nessa altura, os Dragões já davam sinais de querer tomar conta do jogo, mas o golo do Leixões despertou-os de vez. Na resposta, logo na jogada seguinte, Zé António, de cabeça, enviou a primeira de três bolas que os azuis e brancos viram devolvidas pelos ferros da baliza de Ricardo Moura durante o jogo. Cinco minutos depois, foi André Silva a acertar no poste, com um remate forte e colocado que levava selo de golo.

O Leixões, porém, continuava a dominar, pelo que Luís Castro entendeu mexer na equipa na tentativa de mudar o rumo dos acontecimentos: David Bruno e Pavlovski entraram para os lugares de García e Tomás Podstawski ainda antes do intervalo. As alterações surtiram efeito na segunda parte, em que os papéis se inverteram, com o FC Porto B a tomar conta do jogo. E foi já depois de lhes ter sido negado um penálti que devia ter castigado uma mão na bola de um jogador leixonense na grande área que os azuis chegaram ao empate: na recarga a um remate de Leandro Silva, mais uma vez devolvido pelo poste, André Silva, sem marcação, só teve que empurrar para dentro da baliza e apontar o sexto golo na prova.

Faltava mais de meia hora para o fim e durante essa fase foram os portistas que ameaçaram, de forma mais evidente, o segundo golo, que não chegou a aparecer: primeiro por Roniel (60m), que não conseguiu bater Ricardo Moura, depois Leandro Silva (75m), com mais um remate de fora da área, e, já perto do fim, Pavlovski também não esteve longe do 2-1.

No final do encontro, Luís Castro admitiu que o Leixões foi melhor nos primeiros 45 minutos, mas que o FC Porto B dominou após o intervalo: “Na segunda parte tivemos um bom volume de jogo ofensivo, fomos melhores do que o adversário e podíamos até ter chegado à vitória”, sublinhou o treinador da equipa azul e branca, que assim mantém o nono lugar da tabela, com 60 pontos.

Na próxima jornada da Segunda Liga, marcada para domingo, às 11h15, os Dragões deslocam-se ao terreno do Atlético. Antes, porém, na quarta-feira (19h00), há jogo com o Fulham, em Inglaterra, a contar para as meias-finais da Premier League International Cup.

fonte: fcporto.pt



RESUMO DO JOGO

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sábado, 18 de abril de 2015

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FC PORTO-académica, 1-0

Primeira Liga, 29ª jornada
Sábado, 18 Abril 2015 - 18:00
Estádio: Dragão, Porto
Assistência: 36.117


Árbitro: Duarte Gomes (Lisboa).
Assistentes: André Campos e Nuno Vicente.
4º Árbitro: João Malheiro Pinto.

FC PORTO: Fabiano, Ricardo, Reyes, Alex Sandro, José Ángel, Campaña, Rúben Neves, Evandro, Quintero, Aboubakar, Hernâni.
Suplentes: Helton, Marcano (59' Quintero), Quaresma, Brahimi, Jackson Martínez (82' Aboubakar), Adrián López, Óliver Torres (65' Campaña).
Treinador: Julen Lopetegui.

ACADÉMICA: Cristiano, Ricardo Esgaio, Iago, João Real, Oualembo, Fernando Alexandre, Lucas Mineiro, Nuno Piloto, Rui Pedro, Rafael Lopes, Ivanildo.
Suplentes: Lee, Ricardo Nascimento, Magique (67' Lucas Mineiro), Cissé, Diallo (71' Rui Pedro), Ofori, Hugo Seco (82' Ivanildo).
Treinador: José Viterbo.

Ao intervalo: 1-2.
Marcadores: Hernâni (11').
Disciplina: cartão amarelo a Oualembo (19'), Iago (40'), Ricardo Esgaio (57'), Reyes (56'), Ricardo (62').

Nesta tarde de Sábado, o FC Porto cumpriu a 29ª Jornada da Liga Colo-Colo. Depois de uma grande jornada europeia, menos de 72h antes, frente ao Bayern que abre perspectivas de qualificação para as meias-finais da Champions League, ao FC Porto foi negada, pela FPF e pela LPFP, a possibilidade de adiar o jogo com a Académica para poder recuperar de um jogo muito intenso e desgastante da última 4ª feira e para poder preparar, com tempo, o jogo da próxima 3ª feira com os Bávaros. Assim, o jogo com a Académica teve que se realizar no intervalo muito curto de uma eliminatória crucial para os Dragões.

O FC Porto, único representante português na alta roda do futebol europeu, é tratado desta forma pelos máximos organismos do futebol nacional. Pois a inveja e a mesquinhez revelam-se e o receio que o Benfiquinha não faça o “bi” após 30 anos é medonho. Ainda ontem, num programa desportivo, Costinha dizia que ao FC Porto não era reconhecido em Portugal o seu real valor. Apenas no estrangeiro o FC Porto tem o reconhecimento merecido como um grande clube europeu.

Não é por acaso que estas coisas acontecem. Basta comparar os comentários feitos pela tv portuguesa com os comentários da tv ESPN Brasil que transmitiram o jogo FC Porto-Bayern da 4ª feira passada. Tudo claro como a água.

Posto isto, vou dedicar-me à crónica do jogo com a Académica. O FC Porto apresentou-se sem 9 habituais titulares pelos motivos acima referidos. Mantiveram-se Fabiano na baliza e Alex Sandro que não jogará em Munique. Hernâni foi a figura do encontro e, aos poucos, começa a mostrar a qualidade e a justificar a contratação. Decidiu o jogo e esteve nas principais jogadas de perigo. Missão cumprida com serviços mínimos numa gestão de recursos bastante arriscada mas que mostra bem a coragem e a determinação de um técnico de que muitos duvidaram no início da época.

Apesar desta revolução no onze, o FC Porto merecia outro resultado. Apresentou alguns momentos de futebol, sem ter sido deslumbrante, mas que se revelou suficiente para vencer por 2 ou 3 golos de diferença.

Aos 12 minutos, uma boa abertura de Aboubakar para Hernâni lançou o ex-vimaranense para a baliza contrária. Cristiano, guarda-redes vitoriano, defende o primeiro remate de Hernâni e na recarga o ex-vitoriano abre o marcador.

O FC Porto marcava cedo e parecia dar alguma tranquilidade à equipa e à plateia. Mas o segundo golo teria sido determinante se a falta de sorte não se tivesse revelado. Num lance de insistência de Evandro, o médio brasileiro apareceu na área e rematou com estrondo ao poste. A seguir, Alex Sandro voltou a fazer uma das suas, num dia em que esteve menos bem. A Académica não soube aproveitar uma autêntica oferta de Alex Sandro que quase borrou a pintura. O avançado academista Rafael Lopes rematou por cima da baliza de Fabiano.

O FC Porto, no entanto, continuava no comando das operações e teve ensejo para bater o guarda-redes contrário mas este esteve em bom plano. A 2ª parte houve necessidade de Julen Lopetegui proceder a alguns ajustes na equipa para tranquilizar os jogadores e garantir os três pontos. A Académica subia no terreno e o FC Porto começou a sentir dificuldades. Lopetegui mexeu nos três sectores do onze. Lançou Marcano para a defesa e Óliver para o meio-campo mas as dificuldades continuavam a notar-se. Mais tarde mexeu no ataque.

A Académica, com uma motivação que nunca se chegou a ver no último jogo que realizou, quase que empatou o jogo numa defesa completamente por instinto de Fabiano que poderia ter causado danos. Mas a 10 minutos do fim, Jackson entrou para o lugar de Aboubakar e o FC Porto pareceu ter tranquilizado. A equipa começou a circular melhor a bola e, em cima do apito final, o colombiano recém-entrado no jogo teve um falhanço incrível em cima da linha de baliza.

O FC Porto parte este Domingo para Munique pelas 14h onde na próxima 3ª feira tentará, contra uma equipa poderosíssima e um campo inclinado, carimbar o passaporte para as meias-finais da liga dos campeões. Está previsto uma grande enchente de adeptos azuis e brancos na hora de partida para a Baviera, numa demonstração maciça de apoio à equipa. Estamos todos esperançados numa jornada épica e, na próxima 3ª feira, desejo estar a escrever a crónica do jogo com um grande sentimento de felicidade.



DECLARAÇÕES

​​Lopetegui: “A equipa fez um grande trabalho”

Menos de 72 horas depois do primeiro de dois exigentes duelos com o Bayern Munique, para a UEFA Champions League, o FC Porto entrou em campo para defrontar a Académica, em jogo relativo à 29.ª jornada da Liga NOS​. Um teste difícil, reconheceu Julen Lopetegui, mas que foi superado com nota alta pelos jogadores, que fizeram “​um grande trabalho”.

“Foi um jogo muito complicado para nós, que tivemos pouco tempo para preparar, e pelo adversário, que melhorou muito nesta segunda volta. Só foi pena não termos feito o segundo golo que daria alguma tranquilidade, porque tivemos várias ocasiões para chegar ao segundo e ao terceiro. De qualquer forma, estou tremendamente orgulhoso pelo grande trabalho que a equipa fez, pelo esforço e pela atitude que demonstrou; justificou plenamente a vitória”, afirmou o treinador espanhol em declarações no final do encontro deste sábado.

O FC Porto apresentou-se neste jogo com um onze renovado, motivado pelo desgaste “físico e psicológico” a que os jogadores foram sujeitos na partida de quarta-feira, para a Champions, explicou Lopetegui. “Vínhamos de um jogo tremendamente exigente física e mentalmente e entendemos que esta era a equipa mais apropriada. Tínhamos que fazer mudanças, porque precisávamos de uma equipa fresca para ganhar este jogo”.

Uma aposta de risco, com uma equipa praticamente nova, com poucas rotinas de jogo? “Não, tenho imensa confiança em todos eles. Há momentos da época em que é necessário gerir. E estou satisfeito com a resposta de todos. Parabéns aos jogadores, porque não é fácil para alguns deles que não jogam tanto, terem que entrar num jogo que tinha uma importância vital e este surgia numa altura exigente e complicada. Eles sabem que têm de estar preparados e estão”.

Sobre as substituições que fez na partida, o técnico espanhol garantiu que “não estavam pré-definidas”. “Quisemos, a dado momento, dar mais tranquilidade à equipa na gestão da bola com as entradas do Marcano e do Óliver e com o Jackson procurámos ter mais posse de bola no meio-campo do adversário".



ARBITRAGEM



RESUMO DO JOGO

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TUDO POR TODOS.

Publicada por MM Categoria:

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As últimas semanas, com bons jogos e algumas vitórias na raça, tinham sido travadas por dois jogos na Madeira que nos fizeram esmorecer um pouco as expectativas.

Vila do Conde foi o primeiro “match point”, um jogo que nada apetecível e recheado de perigos. A este desafio respondeu a equipa com qualidade, deixando apenas uns minutos de incertezas antes de rematar a faena com classe.

Estádio do Dragão, 15 de Abril de 2015.

Não sei o que se seguirá a este dia. Já hoje com a Académica poderemos ter um jogo mais complicado do que parece em teoria, Munique será tudo menos um passeio e ir discutir o título a Lisboa nestas circunstâncias será um desafio só ao alcance de um Super FC Porto.

Podemos fazer história ganhando troféus, podemos fazer história ficando em branco. Tudo é possível neste momento e todos sabemos disso. Acordamos e pensamos nisso, algures pelo meio das tarefas do dia-a-dia todos imaginamos o “E se?”, à noite não adormecemos sem pensar no que ai vem. Para o bem e para o mal, sonhamos com a glória e ficamos apreensivos com a possibilidade de não a sentir. Porque a merecemos, mais do que ninguém.

No entanto, e por mais estranho que isso possa parecer num Clube que vive de vitórias, o mais importante por estes dias é sentir e saber que, mesmo com todos os feitos e defeitos, o FC Porto está VIVO.

Sobreviveu a uma época terrível. Sobreviveu à necessidade de mudar (quase) tudo. Sobreviveu ao funeral que muitos lhe quiseram fazer diversas vezes ao longo desta época. Pela enésima vez continua a meter MEDO aos rivais invejosos.

Estamos na luta. Não em todas as frentes, mas nas que mais interessam. Depois de um ano horrível sonhamos com um mais um título Europeu. Não da Intertoto ou da taça amizade Portugal-Luxemburgo, mas da Liga dos Campeões, o desafio máximo que qualquer clube pode aspirar. Cá na “terrinha”, mesmo roubados e enxovalhados pela esmagadora maioria dos poderes deste país deprimente, estamos a uma vitória de igualar uma equipa que tem tido tudo a seu favor, num andor sem igual.

Quantos clubes se regeneram assim?

Nesta última quarta-feira o FC Porto escreveu uma página que pode ficar para a história como uma das mais brilhantes da sua já longa epopeia. Faltam 90 minutos para o ser efectivamente. E depois ainda se pode tornar maior, com outros 180. E talvez outros 90. Porque não?

Daqui a uma semana podemos escrever outra, numa casa que tão bem conhece as nossas vitórias. Seria mais uma, nada inédita porque já se repetiu várias vezes, mas a acontecer será igualmente saborosa. E se demos 3-1 ao Bayern, porque não havemos de fazer o mesmo contra quem nem metade joga? Os mesmos que a quem já demos cinco. Ou três... Ou dois... Ou os que foram precisos. Sem medo, aconteça o que acontecer nós só temos a ganhar neste momento. Porque o campeonato já é deles há muitos meses.

O momento chegou. É agora. É hoje. É todos os dias até estar terminado. Sonhar com a glória, lutar por ela, cada um no seu posto, sem olhar para trás.

Porque as Antas afinal estão vivas. O “filho” Dragão também tem gente com raça, que sabe intimidar e empurrar os seus para as vitórias. Gerações de Portistas, aqui no planeta Terra ou seja onde for, estão orgulhosos neste momento e a sonhar com mais. Porque temos razões para isso.

A luta continua e o FC Porto está ai, capaz de tudo, uma vez mais. O possível e o impossível. A história continua a ser escrita e o “livro de honra” está longe de estar terminado. Venham dai mais “vitórias sem igual”.

Bom fim-de-semana e vamos a eles!

Continuar a ler “TUDO POR TODOS.”...

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