JANTAR DO 9º ANIVERSÁRIO’ 2015
PRESENÇA CONFIRMADA DE CONVIDADO SURPRESA
sábado, 30 Maio, 20h30
Rest. Antunes, Rua do Bonjardim 525, 4000-126 Porto
17,50€/pax, tudo incluído – entradas, sopa, pernil assado no forno ou filetes pescada, sobremesas, bebidas e café
para reservas (lot. máx: 42 pessoas), contactar blogdoblueboy@gmail.com, em limite, até dia 28 Maio

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sexta-feira, 22 de maio de 2015

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Há uns anos dizia-se, sobre a superioridade e hegemonia portistas, que o FC Porto não falhava nos momentos decisivos. Era o clube que não jogava as finais, ganhava-as. Era o clube que, também, quando tinha que ganhar, ganhava. O rival perdia pontos numa deslocação qualquer por esse país fora. O Porto, ora jogando em casa, ora jogando na Madeira, Setúbal, Faro ou Alvalade, fosse onde fosse, não desperdiçava a oportunidade: marcava um ou dois golos, fechava-se atrás e saía dos terrenos contrários com mais 3 pontos. Era assim por tradição. Foi assim durante muitos e bons anos.

Era a chamada cultura de vitória. Ou a Mística. Ou o vício de ganhar. Ou a famosa estrutura, também. A estabilidade, oriunda de um Presidente sempre presente. Uma máquina já montada e bem oleada. O sistema, diziam os paineleiros sulistas de ocasião.

Fosse o que fosse, era verdade que o FC Porto não falhava. Era comum vermos o nosso clube acabar campeonatos com 12, 15, 18 pontos de vantagem sobre o segundo classificado. Era o pão nosso de cada ano. Equipas dominadoras, mandonas, compostas por homens com H grande (como se dizia na altura), capazes de comer a relva. Homens que tinham conquistado o direito de ir a qualquer campo de Portugal Continental & Ilhas lutar pela vitória até ao fim do apito arbitral.

Os rivais nunca souberam lidar com esse FC Porto. No princípio estava Pedroto, que disse alto e bom som que, a jogar fora de portas, o FC Porto já entrava em campo a perder 2x0. Com uma cultura de trabalho e exigência, num clima de guerrilha e de cerrar fileiras, construiu e lançou as bases do FC Porto do futuro, alterando paradigmas do passado. 78 foi o ano da mudança. Os anos 80 viram nascer um bando de rapazes nortenhos, prata da casa, a que se juntavam um ou dois craques estrangeiros (como Celso ou Madjer) ou vindos dos clubes rivais (como Futre). Era difícil lidar com aqueles guerreiros de antes quebrar que torcer, que varriam os campos por esse Portugal e Europa fora, mordendo os adversários se preciso fosse.

Depois veio a Lei Bosman e as coisas mudaram. Nos anos 90, o clube manteve-se fiel a si próprio, lutando contra as novas e agressivas abordagens dos ricos clubes europeus, formando, lançando e vendendo caro os talentos das suas escolas (Baía, Couto, Secretário, Conceição, Domingos). Era o tempo de contratar bem internamente (Emerson, Zahovic, Drulovic, Edmilson, Capucho, Chaínho, Barroso, Fernando Mendes) e de ir buscar lá fora a magia que por cá não existia (Artur, Timofte, Kostadinov, Doriva, Paredes, Jardel e um tal de Deco). A base ou a espinha dorsal da equipa não mexia (João Pinto, Aloísio, Jorge Costa, André, Magalhães, Semedo, Folha, Paulinho, Rui Jorge, entre outros). Por ano saíam um ou dois titulares e os que chegavam facilmente entravam na tal máquina oleada. Havia a tal estrutura. O tal projecto estruturado e pensado para vários anos, que veio a resultar num inédito Penta.

Vieram os anos 2000 e as vitórias continuaram, embora o modelo de futebol e de negócio se tivessem alterado. Com o novo século e milénio, veio também José Mourinho e com ele um novo ciclo de vitórias internacionais do FC Porto: depois de Viena e Tokyo, era a vez de Sevilha, Gelsenkirschen e Yokohama. Um sonho azul e branco. De novo.

Seguiram-se anos de grandes negócios milionários. Tratava-se da venda frutuosa dos heróis dessas duas finais europeias, realizada a conta-gotas durante duas épocas. Feita a necessária limpeza de balneário e buscando novamente jogadores com ambição e fome de títulos, seguem-se Co Adriaanse e Jesualdo Ferreira, o que culmina num previsível tetra-campeonato. Efectivamente, com as vendas pós-Mourinho, o FC Porto pôde contratar craques de elevado quilate por esse mundo fora. A máquina alimentava-se a si mesma: o clube ganhava títulos e vendia os seus grandes jogadores por somas estratosféricas. Por vender dessa forma, o clube podia voltar a contratar craques que os outros nem podiam sequer sonhar. As presenças na Champions eram apenas mais uma forma de aumentar e cavar um fosso para os rivais.

Foi o tempo de Lucho, Lisandro, Assunção, Meireles, Bosingwa, Pepe, Emanuel, Helton, Quaresma, Jorginho e Adriano. Uma máquina de ganhar títulos. Uma geração de jogadores que, sem terem nascido no berço do Dragão, conseguiu assimilar a mística da cidade Invicta. Nascia então a famosa expressão “tripeiro nascido por acidente em Buenos Aires”. Os títulos sucessivos mantinham e enraizavam ainda mais uma cultura de vitória e quem chegava identificava-se facilmente com ela.

Os craques continuavam a mostrar-se nas grandes montras europeias e a sair por preços inimagináveis. E com esse dinheiro, a famosa estrutura continuava a contratar outros craques: Fernando, Otamendi, Rolando, Moutinho, Hulk, James, Falcao. Nova espiral de vitórias. Reedição de títulos. Domínio interno absoluto.

Se Villas-Boas chegou e sobrou para as ambições portistas, Vítor Pereira aguentou o leme e deu mais dois títulos aos dragões, mais ou menos sofridos, em épocas de clara renovação de ciclo. Mas aí o portista comum e o Presidente cometeram talvez um dos seus maiores erros desportivos: querer empurrar porta fora um treinador campeão, frente a um rival reforçado dentro e fora de campo, com uma estratégia mais assertiva.

O portista comum distraiu-se. Acomodou-se. Armou-se ao burguês e cometeu o erro de achar que no Porto qualquer um é Campeão e que Vítor Pereira, por não comunicar bem, “não era treinador para o FC Porto”, nem dava a tal “dimensão europeia”, como se um clube que em pouco mais de 20 anos ganhou 4 grandes títulos europeus pudesse almejar, anualmente, a vencer uma Champions League.

O Presidente fez a vontade ao portista e foi buscar um novo Mourinho a Paços de Ferreira. Pensou-se que era apenas um ano de excepção, que Jesus tinha vindo fazer um milagre e que depressa iria embora. Mas não foi assim. O tal Jesus é manhoso e sabe ao que vem. Aposta tudo no campeonato, não é burguês e por isso já leva três títulos de campeão e parte na dianteira para o próximo ano.

Despedir Vítor Pereira foi um erro crasso. Talvez o maior do Presidente. Contratar Paulo Fonseca foi outro erro de palmatória. Ir buscar Julen Lopetegui foi a solução ideal para lidar com uma época desastrosa a todos os níveis e para formar de novo uma geração capaz de incorporar o espírito do Dragão e de impor o tal novo ciclo de vitórias. É verdade que, por uma razão ou por outra, a equipa e o clube falharam. Não ganharam quando foi preciso. Tremeram quando se lhes pedia firmeza e carácter. Alguns deles mostraram não ter o que é preciso para ser jogador deste clube.

Há algo a mudar? Claro que sim. Um clube que não fala a época toda perante a vergonha que foram as arbitragens deste ano e decide fazer um comunicado a mal-dizer os protestos dos seus adeptos é um clube com os valores virados ao contrário. Um clube sem cultura. Sem Mística. Sem chama. Sem garra e, acima de tudo, sem vergonha. Um clube neo-burguês. Calado, murcho, acrítico, que come e cala, sem raça nem espírito portuense. A mudança não tem que começar no banco, meus senhores. Foi precisamente pelo facto do presidente do nosso rival ter resistido aos críticos após o ajoelhar do seu treinador no Dragão, além das inúmeras finais perdidas, que o seu clube já tem mais dois títulos de campeão no bolso. A mudança, conforme digo há uns tempos, tem de começar por cima. E é bom que o portista comum desça à terra, ponha os pés no chão e veja que a mudança tem de também partir dele próprio.

Rodrigo de Almada Martins

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ANTI-APLAUDÓMETROS.

Publicada por Tripeiro Categoria: ,

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Somos os ultras do FC Porto e não servimos só para aplaudir e dizer “Amén” a tudo. Desenganem-se aqueles que julgam que existimos para concordar com tudo e que aceitamos as vitórias como aceitamos as derrotas. De Agosto a Maio estivemos em todo o lado, em Portugal e no estrangeiro. Estivemos ao sol e à chuva, à semana e ao fim-de-semana, gastando milhares de euros, dias de férias e tempo que poderia ser dedicado à família, por exemplo.

Na terça-feira de manhã, os Super Dragões deslocaram por volta das 8h30 para o Olival. Barraram a rua que dá acesso à porta do centro de treinos, impedindo assim que os jogadores entrassem como habitualmente. O treino foi adiado umas horas, para o final da manhã. Não houve confrontos, não houve barafunda, não houve qualquer tipo de confusão, simplesmente os jogadores foram impedidos de entrar no Olival, e calmamente seguiram o seu caminho. Ninguém viu o treinador, pois ele entrou por volta das 8h da manhã. Poucas horas depois deste protesto tranquilíssimo, a comunicação social foi alertada e as notícias saíram rapidamente!

Pás e picaretas à espera da equipa no Olival?!? É a comédia total!!!

Se a comunicação social não nos espanta, o mesmo não se pode dizer quando somos atacados pelo próprio clube. O Dragões Diário, o novo conceito deste FC Porto moderno, ao jeito do labaredas, não perde uma para dar tacadas. Infelizmente, nem todas são bem dadas. Depois de darem os PARABÉNS ao regime pelo bicampeonato (“enquanto fomos bons rapazes, fomos sempre comidos”, lembram-se???), quarta-feira decidiram atacar o protesto dos Super Dragões, dizendo que nem em Cuba se fazem bloqueios. Como comecei por dizer, não servimos só para aplaudir. Aliás, aplaudir já estamos fartos de o fazer, não só em jogos como também, à partida e à chegada de Munique, e também na véspera do jogo na Luz, em pleno centro de Lisboa, quando a equipa chegou ao hotel Altis. Apenas uns exemplos.

O Porto somos nós, os sócios, adeptos e ultras, e se temos o dever de apoiar sempre em todo o lado, também temos o direito de nos manifestar, pois todos aqueles que o fizeram na terça de manhã têm muitos jogos “nas pernas”, mais até que muitos jogadores que impediram de entrar no Olival.

Especialistas em bloqueios, bloqueámos três vezes a A1 em cinco dias!!!

Sábado deslocação a Odivelas para o andebol, Domingo a Belém e na quarta novamente a Odivelas. Foram só 1800 quilómetros, onde os especialistas em bloqueios, também já referidos como o “gangue das pás e picaretas”, lá marcaram presença. Ao vivo, a cantar do início ao fim e no final trouxemos para casa duas derrotas e um empate com o mesmo sabor.

Com estes tenho a certeza que possa contar. Os que não vergam e os que colocam o interesse do Clube SEMPRE acima do interesse de qualquer pessoa.

Sábado podemos conquistar o único campeonato nacional desta época. Apelo à presença em massa de todos os portistas. Rumo ao Hepta!

Um abraço ultra.

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Julen Lopetegui, decidiu não marcar presença na conferência de antevisão ao jogo com o Penafiel, no Dragão, referente à 34.ª jornada do campeonato português.

Lopetegui apenas irá marcar presença na conferência de Imprensa depois do jogo diante os penafidelenses.

fonte: fcporto.pt



LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Andrés Fernández.
Defesas: Danilo, Martins Indi, Ricardo, Reyes, Alex Sandro e José Ángel.
Médios: Quintero, Evandro, Herrera, Rúben Neves e Casemiro.
Avançados: Brahimi, Jackson Martínez, Hernâni, Quaresma e Aboubakar.

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capas da imprensa

Publicada por bLuE bOy Categoria:

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quinta-feira, 21 de maio de 2015

PODEM-SE CALAR?

Publicada por Norte Categoria:

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Os tempos são difíceis, a vontade é pouca, a motivação nenhuma, mas os interesses instalados parecem estar ao rubro. Para mim, o único interesse é o FC Porto!
Ora, em nome dos superiores interesses do FC Porto, peço, se há a possibilidade de se calarem e não alimentarem mentiras falaciosas que envolvam clube e adeptos.

A nossa vida, os nossos problemas, o nosso caminho não é para ser discutido na praça pública, permitindo dessa forma a devassa da vida interna do clube perante aqueles que mais "sangue" querem ver: a comunicação social!

A publicação "Dragões Diário" deve-se preocupar com os nossos adversários e não com os nossos apoiantes. Os nossos adversários estão do outro lado da barricada, conforme muitas vezes tem sido denunciado. Deste lado, com atitudes mais ou menos corretas, no limite, há Amor, Paixão, e porventura alguns excessos proporcionados por esses sentimentos.

Tenho a minha opinião sobre uma série de coisas que têm vindo a ser discutidas ao longo dos últimos dias, mas, acho que não é a altura para as aqui transmitir.

Aos adeptos, pede-se que sejam exigentes! Não se pede apoio, porque apoio é aquilo que tem sido sempre dado (mesmo nas situações mais difíceis ou improváveis!) e com que resultados? Portanto, quem Sente, quem Ama, não pode ficar em casa, impávido e sereno, à espera que, por obra e graça do Divino Espírito Santo, as coisas mudem.
Não! Temos que recuperar a Paixão, o Amor, a Loucura...

Aos responsáveis, pede-se contenção... contenção verbal e outras!
São responsáveis por isso mesmo, e não se podem comportar como adeptos. Se assim fosse, então o poder estava na rua, então, entrávamos em auto-gestão.

Por Amor ao clube, por aqui me fico... mas, de hoje a 15 dias, prometo, mas prometo mesmo, outro tipo de abordagem.

Um grande abraço... até sexta, no sítio do costume!

NOTA - Falar em pás e picaretas na manhã do Olival... só para mentecaptos ou brincalhões!

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Celtic Glasgow 2-3 FC Porto

Taça UEFA 2003
21 de Maio de 2003
Estádio Olimpico, Sevilha (Espanha)

árbitro: Lubos Mitchel (Eslováquia)

Celtic Glasgow: Douglas, Mjalby, Balde, Valgaren (Laursen 64m), Agathe, Lambert (McNamara 75m), Lennon, Thompson, Petrov (Maloney 104m), Larsson e Sutton.
Suplentes não-utilizados: Hedman, Sylla, Fernandez e Jamie Smith.
Treinador: Martin O'Neill.

FC Porto: Vítor Baía; Paulo Ferreira, Jorge Costa (Pedro Emanuel 70m), Ricardo Carvalho e Nuno Valente; Costinha (Ricardo Costa 8m), Maniche, Deco e Alenitchev; Derlei e Capucho (Marco Ferreira 97m).
Suplentes não-utilizados: Nuno, Tiago, César Peixoto e Clayton.
Treinador: José Mourinho.

Marcadores: Derlei (45m), Larsson (47m), Alenitchev (53m), Larsson (56m) e Derlei (114m).

Muitos já se passaram sobre Sevilha. Passou o jogo, passou o calor, passou a sede, a saga de dias e dias, passou a jornada de ziliões de emoções & mais uma, passou a loucura. Passou-se à história. Os escoceses passaram-se e as ruas da mitificada cidade da Andaluzia esvaziaram-se. Naquilo que foram excelentes notícias para a população local, voltaram a repor-se os stocks de cerveja. Já tudo se escreveu e já tudo se disse. Sevilha. Final. Taça. Nossa. CARAGO!

Ainda hoje me sinto inchado de orgulho pelo clube que tenho aqui dentro. Sou diariamente e à mesma hora obrigado a fazer o curativo do inchaço que teima em não desaparecer. Oh pá! É que Sevilha foi tudo. Foi Epopeia, foi Ilíada, foi Odisseia, Lusíadas e Ilha dos Amores em 5 Cantos, foi Mensagem e Música no Coração. Mas foi sobretudo BraveHeart e o desafio do Guerreiro em Momentos de Glória. O Mundo a Nossos Pés. Foi e é a Insustentável Leveza do Ser. Foi filme, foi épico, foi comédia, foi ópera lírica, foi fábula, conto de mil e uma noites... foi Pullitzer, Nobel, Emmy, Florbela Espanca e Shakespeare. Foi obra!

Apesar da imaturidade do Postiga, apesar do Larsson, apesar da obstinação do Costinha, apesar da manobra de diversão do GoldPalace Casino.com (click here! click here!), apesar da lesão do Jorge Costa, apesar do árbitro do jogo de Lens, apesar do obtuso do seleccionador nacional, apesar da pileca do Presidente da Câmara, apesar de jogadores no very limite, apesar do desgaste e dos estiramentos … a Senhora D. Taçona acabou por ser levantada pelo melhor plantel do mundo e arredores. Isto no meio de rutilantes confettis azuis e brancos, sinónimos de vitória, glória. História.

Aconteça o que acontecer, venha o que vier, digam o que disserem, teremos sempre SEVILHA !!!

Na 1/2 final, um FC Porto de «luxo» na noite gélida e chuvosa de 10.04.2003



Num ambiente sufocante, eis então a final de Sevilha.



O descomprimir das emoções... festejando com os adeptos.

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Publicada por bLuE bOy Categoria:

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quarta-feira, 20 de maio de 2015

PAREM DE CUSPIR NO SÍMBOLO.

Publicada por CativoDasAntas Categoria:

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Não tenho muito a dizer hoje. Desculpem se não consigo ser irónico. Não tenho vontade. Desculpem se não consigo "soltar a franga" com uma piada. Desculpem se não dou os parabéns ao rival como qualquer honrado visconde. Desculpem. Mas ainda estou a tentar recuperar.

Peço ainda desculpa por não conseguir perceber a importância de um jogador estar magrinho a uma semana de acabar o campeonato. Eu sei. A culpa é minha.

Desculpem se não consigo perceber porque raio é que os jogadores fugiram como ratos no Domingo depois do jogo no Restelo. Desculpem.

Mais, desculpem lá ter ido ao Restelo ver o jogo. Tem razão. Porra. Que fui lá eu fazer?

Desculpem. Sou um fraco. Ainda estou a sofrer a dor de perder um campeonato por culpa própria quando já deveria ter posto um like no instagram e festejar o facto de "para o ano temos mais". Desculpem.

Sou um péssimo adepto. Não estou com a equipa depois de não ter ganho nada esta época. Desculpem senhores da SAD. Desculpem.

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Publicada por bLuE bOy Categoria:

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terça-feira, 19 de maio de 2015

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ANDEBOL
(1º FC Porto-62p; 2º sporting-58p; 3º abc-55p; 4º slb-54p)
  • FC PORTO 29-20 sporting
Grande jogo no Dragão Caixa na última 4ª feira, com o FC Porto a conseguir a 2ª vitória na final e a ficar a apenas uma de revalidar o título e conseguir o tão desejado HEPTA. Foi uma exibição de sonho, na defesa como no ataque, com o 16-10 ao intervalo a indiciar que a partida iria ser bem mais tranquila do que a realizada no mesmo local, 4 dias antes.

Destaque para os 8 golos de Gilberto Duarte, 5 de João Ferraz e Ricardo Moreira. Nuno Gonçalves defendeu enormemente e Nuno Roque organizou bem o jogo de equipa. Quintana, também em bom plano!

  • sporting 23-22 FC PORTO
No jogo 3 em Odivelas, o FC Porto até entrou bem, mas na parte final da 1ª metade e inicio da 2ª, as coisas não correram bem e depressa nos vimos a perder por 18-12. Foi-se conseguindo reparar as coisas, e nos últimos 10 minutos, o sporting não mais marcou (23-20).

Gilberto (5 golos) e Miguel Martins (3) reduziram para 23-22 a 2 minutos do fim, e já no minuto final, Ferraz atirou por cima, mas foi agredido no momento do remate com a dupla de Braga a fechar os olhos. O prolongamento estava ali bem perto, mas outros fatores não o permitiram. 4ª feira, regressamos com a mesma vontade!
  • próximos jogos
Amanhã (4ª feira), pelas 21h00, na sporting TV, joga-se a partida 4 desta final que se realiza em Odivelas, mesmo local do jogo 3. Espero que as claques dos 2 clubes não voltem a ter o mesmo comportamento do último sábado. Apitam os Madeirenses Duarte Santos e Ricardo Fonseca que, por acaso, até apitaram bem o jogo 2. Se houver necessidade, o jogo 5 será sábado no dragão caixa (18h00).



HÓQUEI EM PATINS
(1º benfica-76p; 2º FC Porto-66p; 3º oliveirense-52p; 4º valongo-50p)
  • FC PORTO 6-6 valongo
E assim acaba um campeonato com um empate que agradou bem mais ao valongo, que dessa forma garantiu o 4º lugar e a presença na liga europeia, tal como benfica, Porto e Oliveirense. Já o sporting, acabou por perder esta luta muito à conta do golo que o Porto sofreu no minuto final.

Mas o mais importante deste jogo, eram as despedidas de 4 jogadores e do treinador. Destaco por isso a despedida de Reinaldo Ventura (marcou um golo) com 26 épocas ao serviço do nosso clube e muitas conquistas que ajudou a conseguir. Até sempre capitão! Merecias continuar!

E terminou o hóquei 2014/15 para a nossa equipa. A taça, sem o Porto, decide-se sábado e domingo.



BASQUETEBOL
(1º FCP Dragon force-40p; 2º eléctrico-36p; 3º terceira-32p)
  • FC PORTO Dragon Force 92-55 eléctrico
  • FC PORTO Dragon Force 103-76 eléctrico
No Dragão Caixa, a equipa de Moncho soma e segue, com duas vitórias tranquilas sobre o outro finalista da proliga. Falta uma vitória, e quase que aposto que será já sábado que o caneco vem para cá.

Moncho é exigente, e apesar de ter ganho no sábado, não gostou de alguma apatia e por isso, domingo, o jogo foi bem mais dinâmico, apesar da diferença final até ter sido mais curta. Destaque para os 24 pontos de Ferran Ventura no sábado. Já no jogo de domingo, realce para os 18 pontos de Bastos e Bessa, 17 de Monteiro e 15 de Queiroz.

Segundo o site do FC Porto, na próxima época, há mesmo FC Porto (espero que com este nome) na LPB e, segundo se diz, com Moncho ao leme!
  • próximos jogos
Sábado (16h00) e domingo (15h00) haverá o jogo 3 e 4 (se necessário) em Ponte de Sôr (Alentejo).



Um abraço do Lucho.

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"SOMOS PORTO"?.

Publicada por RCBC Categoria:

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“A forma como te levantas e continuas a lutar é o que determina a tua personalidade. Continuamos juntos nos bons e nos maus momentos, mas sempre juntos. Resta-nos continuar, ir à luta e treinar para sermos melhores. Hoje e sempre, somos FC Porto”. Podemos ter perdido o campeonato nacional de futebol este fim-de-semana, mas a julgar por estas bonitas palavras do capitão do FC Porto, Jackson Martinez, vencemos o campeonato das redes sociais. São de facto umas palavras muito bonitas, frases como “juntos nos bons e maus momentos” ou “somos FC Porto”. Há umas semanas atrás, tinha sido Brahimi a utilizar também as redes sociais para dizer que a equipa iria lutar até ao fim do campeonato, esperando uma escorregadela do slb.

Não há qualquer dúvida de que se todo este palavreado tivesse mínima correspondência em campo, aquilo que sucedeu no restelo jamais teria acontecido. Não consigo perceber, por mais que me esforce, como é possível a equipa ter tido aquela atitude passiva e amorfa durante grande parte do jogo. Num jogo em que tínhamos de dar tudo e esperar um primeiro milagre em Guimarães, não fizemos a nossa parte, e o que aconteceu então? Pois, eles escorregaram e nós entregamos de bandeja o título. Este final de campeonato já estava a ser penoso, mas sermos nós a entregar de bandeja através de enorme incompetência própria um bicampeonato pelo qual eles ambicionavam há mais de 30 anos, torna tudo isto para além de penoso, terrivelmente frustrante.

Infelizmente, nada daquilo que Jackson disse se projetou minimamente em campo, num jogo que pelo menos daria para acabarmos o campeonato de forma mais digna e mais perto da liderança. A sensação que fiquei ao ver o jogo do restelo, é que naqueles 90 minutos, grande parte dos jogadores se borrifaram para a importância do mesmo. Chocou-me a falta de atitude, de esforço e de capacidade de luta. Não é admissível que perante um clube com orçamento de 2 ou 3M€, mais uma vez a equipa não tenha tido capacidade de dilatar um magro 0-1, arrumando a questão e esperando um bom resultado de Guimarães, algo que veio mesmo a acontecer. Já tinha acontecido na Choupana, numa jornada em que podíamos ter encostado à liderança e a equipa após estar em vantagem não conseguiu aguentar a mesma. Na análise da época que farei num post mais à frente, defenderei a minha tese que já construí à algum tempo. O FC Porto não perdeu de maneira nenhuma este campeonato, nem com o slb no Dragão, nem no galinheiro, nem em alvalade. Perdeu frente a equipas do meio da tabela em alturas e jogos onde era proibido perder pontos para não deixar fugir o líder. Mas, esta analise, farei mais à frente.

Nem Jackson, nem Brahimi, nem qualquer um dos atuais jogadores que compõem o plantel do FC Porto, sabe minimamente o que é SER PORTO, como o colombiano referiu na sua bonita declaração. É muito triste dizê-lo mas, provavelmente, o ultimo jogador à Porto que tivemos foi mesmo João Moutinho, curiosamente um jogador que em 3 anos foi 3 vezes campeão.

Subscrevo a 100% o que se tem dito neste e noutros blogs acerca da falta de mística que assola o atual plantel do FC Porto. O que se passou nos últimos 2 anos, urge uma reflexão muito séria de quem de direito. Não tenho nenhuma solução magica para partilhar em relação à forma como devem ser solucionados os problemas do clube, até porque não estou habilitado para isto. Mas há uma coisa que é transversal a tudo na vida: se estás num buraco, o pior que podes fazer é escavar ainda mais! E a verdade é que o FC Porto encontra-se num momento delicado. O histerismo, a depressão extrema e os pedidos diários de cabeças, sejam as dos dirigentes, sejam a do treinador, não nos vão levar a lado algum. Haja calma, seriedade nas análises e um período de reflexão, que também pode ser considerado período de nojo, em relação a tudo o que se passou. Eu já iniciei o meu.

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capas da imprensa

Publicada por bLuE bOy Categoria:

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segunda-feira, 18 de maio de 2015

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belenenses-FC PORTO, 1-1

Primeira Liga, 33ª jornada
Domingo, 17 Maio 2015 - 18:00
Estádio: Restelo, Lisboa
Assistência: -


Árbitro: Rui Costa (Porto)
Assistentes: Miguel Aguilar e Tiago Costa
4º Árbitro: Jorge Tavares

BELENSES: Ventura, Nélson, João Afonso, Gonçalo Brandão, Filipe Ferreira, Pelé, Dias, Carlos Martins, Sturgeon, Camará, Fábio Nunes.
Suplentes: Matt Jones, Tiago Caeiro (72' Dias), Tiago Silva (80' Tiago Silva), Dálcio (57' Sturgeon), Bruno China, Diogo Ribeiro.
Treinador: Jorge Simão.

FC PORTO: Helton, Danilo, Maicon, Martins Indi, Alex Sandro, Rúben Neves, Herrera, Óliver Torres, Quaresma, Jackson Martínez, Brahimi.
Suplentes: Andrés Fernández, Quintero, Reyes, Evandro (62' Brahimi), Hernâni (68' Quaresma), Adrián López (86' Óliver Torres), Aboubakar.
Treinador: Julen Lopetegui.

Ao intervalo: 0-1.
Marcadores: Jackson Martínez (44'), Tiago Caeiro (85').
Disciplina: cartão amarelo a Jackson Martínez (42'), Camará (90+2'), Ventura (90+2').

O FC Porto entregou o título numa bandeja. Apesar do título já estar praticamente perdido, ao FC Porto cabia a responsabilidade de adiar a entrega do campeonato até onde fosse possível. Mas não! O FC Porto escorregou no Restelo e, mais do que isso, não soube aproveitar o empate do rival em Guimarães.

Para continuar a sonhar, os portistas precisavam de vencer no Restelo e esperar que o Benfica não fizesse o mesmo em Guimarães. Esteve quase a acontecer e deveria ter acontecido mas mais uma vez esta época, o FC Porto mostrou incompetência. Foi incompetente para segurar a vantagem que detinha desde o minuto 43, foi incompetente para aumentar a vantagem e mostrou-se uma equipa enfadonha, lenta, nervosa, sem ideias e sem rumo.

O FC Porto fez mais uma exibição sofrida, sem chama, com os jogadores irreconhecíveis. Este naipe de jogadores que compõe o plantel portista pode ter qualidades intactas mas não são nem de longe, nem de perto jogadores à Porto. Não são mesmo, ou pelo menos, não mostram ser. Um jogador à Porto que me habituei a ver ano após ano, década após década podia estar a jogar mal, podia estar em dia de azar, podia muita coisa mas o que não se via nesse jogador à Porto era falta de atitude, falta de garra, falta de ambição.

Foi isso que se viu ontem no Restelo. Falta de garra, de atitude e de ambição. Uma equipa que, perante um momento decisivo da época, não tem uma reacção como deve ser e como é seu timbre. Foi ontem, foi em Setúbal (mas correu bem), foi com o Gil Vicente (também correu bem) e foi igualmente na Luz e na Choupana quando poderia ter aí dado, talvez, um xeque-mate ao rival de sempre.

Depois, visível nas câmaras da tv e em fotografias espalhadas por todo o lado, é triste ver o treinador desesperado e destroçado com o empate sofrido a 6 minutos do fim, ver toda a equipa resignada e um sujeito no banco portista a entreter-se impávido e sereno com o seu smartphone. Inimaginável no verdadeiro FC Porto, no FC Porto dos fins dos anos 70, década de 80 e década de 90.

Que saudades de Rodolfo, João Pinto, Lima Pereira, Jorge Costa, Paulinho Santos, Rui Filipe, Fernando Couto, Aloísio, André, Jaime Magalhães, Rui Barros, Gomes e outros tais. Já não há jogadores à Porto, já não há jogadores que davam tudo pela camisola do Porto. Não venham com Helton, Danilo ou Jackson, ou mesmo Quaresma. Não tem comparação possível.

De quem é a culpa? Da estrutura. Claramente da estrutura. Uma estrutura que não funciona externamente, uma estrutura que não tem voz, uma estrutura que assobia para o lado e deixa o treinador a falar sozinho. Lançado às feras, a defender o clube nas conferências de imprensas e no flash interview de forma desigual encontra-se o treinador. Não venham com Diários para responder a provocações e para responder a quem nos ataca. Isso não é nada.

Foi uma época inteira de vergonha com arbitragens miseráveis que nos prejudicaram e que beneficiaram quem venceu este campeonato. E não houve em nenhum momento uma voz com responsabilidades no clube/SAD que viesse a terreiro defender os seus tal como sempre me habituei a ver. Porquê? Porque ninguém responde a esta questão? Porquê este silêncio?

Desde o apito dourado que o FC Porto nunca mais foi o mesmo. Foi no tempo de Jesualdo, foi no tempo de Vítor Pereira e agora no de Julen Lopetegui que o clube foi defendido apenas e só apenas pelos treinadores. O Presidente, o primeiro a defender sempre a sua dama, desapareceu, não tem voz como eu sempre me habituei a admirar e os outros dirigentes nem sinal deles.

Muitos têm memória curta, outros não sabem o que era o FC Porto. É pena porque este FC Porto não reconheço. Este FC Porto, se não arrepiar caminho, irá passar por grandes dificuldades num futuro próximo. Não vamos sentar-nos à sombra de 7 títulos em 11 anos. Vamos, sim, olhar para os últimos 6 anos e ver que o nosso rival limpou 3 títulos. Desses 3 títulos que venceram, poderiam ter sido 5 porque os outros 2 resultaram de uma ponta final em que o adversário se distraiu por completo. Em circunstâncias normais, se tivesse acontecido como poderia muito bem ter sucedido, estaríamos aqui numa posição muito mais desagradável e desconfortável. Pode ser um sério aviso.

Penso que não será preciso lembrar que foi na década de 80 que começámos a disputar os títulos com o nosso rival e que vencemos quase metade dos títulos dessa década. E a partir daí nasceu o FC Porto mandão, hegemónico, vitorioso e de prestígio. A vida é feita de ciclos e quem nos garante que não poderá estar a inverter-se o ciclo? Isto é um sério aviso, isto serve para acordar os portistas.

O FC Porto, este Domingo, apoiou-se demasiado no conforto do resultado e colocou-se a jeito para sofrer o empate. A equipa despediu-se do título. Os adeptos responderam aos agradecimentos dos jogadores no final do encontro com apupos e manifestações bastante desagradáveis. Estes adeptos, dos quais não faço parte porque não tenho possibilidade de os acompanhar, não mereciam isto, nem merecem que uma equipa jogue tão pouco e com tanta falta de atitude e de ambição.

O Belenenses, por outro lado, mostrou como se deve jogar e como se deve estar num terreno de jogo. Sempre ambicioso e sempre na crença de que poderia conseguir os seus intentos. Perante o cenário, com o FC Porto a precisar de vencer e esperar que o rival não fizesse o mesmo, a entrada da equipa em campo foi tudo menos intensa. Até meteu dó.

A equipa de Julen Lopetegui assumiu o jogo, mas o FC Porto mostrou-se lento e sem ideias. Na 1ª parte, o FC Porto fez apenas o golo e teve uma outra oportunidade por intermédio do esgotado Herrera. Muito pouco para uma equipa com ambições. Já o Belenenses criava perigo em contra-ataque. Assim aconteceu por duas vezes na parte inicial, deixando os azuis de Belém perto do golo.

O FC Porto fez o primeiro remate apenas aos 26 minutos, e numa tentativa frouxa de Rúben Neves, O Belenenses, a jogar a favor do vento, continuava a criar perigo sempre que subia ao ataque, mas também aproveitava os erros defensivos portistas. Primeiro num atraso inconsciente e despropositado de Quaresma para Helton e depois num contra-ataque rápido que só não deu em golo porque o avançado Belenense rematou por cima da barra depois de ultrapassar Helton.

As melhores ocasiões do primeiro tempo foram do Belenenses, mas foi o FC Porto que se adiantou na partida. Num lance fortuito pela esquerda, Alex Sandro cruzou e Jackson finalizou de cabeça com a ajuda de Gonçalo Brandão. Festejos quase inexistentes e pouca alegria entre os jogadores. Mas que é isto??? Que raio de jogadores são estes???

Na 2ª parte, o cenário o jogo foi o mesmo. O jogo foi-se arrastando, sem situações de perigo, com o FC Porto a jogar com o resultado e com o tempo e com o Belenenses à espreita e pacientemente à espera de uma oportunidade mas sem se desorganizar.

E foi ao 84 minutos, numa bola que parecia perdida na defesa portista, que o Belenenses acabou por chegar ao empate. A bola foi cruzada pelo chão para a área portista, passou calmamente por toda a defesa onde apareceu Tiago Caeiro, completamente só, a bater Helton.

Resignação completa dos jogadores azuis e brancos. Umas cabeças baixas no banco portista e outras alheadas do jogo, agarrados ao smartphone e entretidos com outros mundos. Depois uma reacção do treinador que rebenta com um “puñetazo” a cobertura do banco. Mas quem é que se importa? Andam aqui os adeptos importados com o clube e a equipa, a sofrer ao longo da época, a gastar milhares e milhares de euros para acompanhar o clube para todo o lado e depois o cenário é este?

Com cerca de cinco minutos pela frente para desfazer o empate, verifica-se mais do mesmo na equipa portista. Jogo de troca de bola com 500 passes para trás e para o lado e o tempo a passar. Mas o que é isto??? Estamos a ganhar? O empate satisfaz? Porque não a bola colocada na área directamente? Porque vemos o mesmo filme pela 4ª ou 5ª vez? Porque se repete Choupana e Luz? Inacreditável, inconcebível e inaceitável. A bola podia ir parar ao Tejo mas só tinha que ser colocada na área contrária.

Mesmo assim, em período de descontos, o FC Porto teve uma soberana ocasião para marcar, mas Jackson atirou por cima num cruzamento de Adrián.

O jogo terminou miseravelmente, com uma equipa completamente desligada do mundo a quem só lhe resta cumprir 90 minutos para terminar a época sem terem vencido sequer um título. Quanto ao clube, muito para reflectir, muito para repensar, muito para mudar (e que mudanças!!!) e muitas contas para fazer à vida. A tolerância zero está instalada.



DECLARAÇÕES

Lopetegui: “Não estamos satisfeitos”

No final do jogo em que o FC Porto empatou com o Belenenses (1-1), no Estádio do Restelo, e em que perdeu todas as hipóteses de terminar o campeonato no primeiro lugar, Julen Lopetegui era um homem resignado, mas sobretudo insatisfeito: com o resultado, com a primeira parte da equipa e principalmente com o facto de não terem sido cumpridos os objectivos traçados no início da temporada. O treinador mostrou-se, no entanto, convicto que na próxima época os Dragões estarão ainda mais preparados para conquistar títulos.

Primeiro, sobre o jogo deste domingo, Lopetegui foi claro: não ficou agradado com a forma como a equipa se exibiu na primeira parte e reconheceu que “provavelmente não merecia” ter ido para o intervalo em vantagem. “Não estivemos bem, fomos muito irregulares, mas as condições do relvado, seco e alto, não eram as melhores para circular a bola, o que levou a que tivéssemos errado muitos passes. Mas na segunda parte tivemos o controlo absoluto do jogo, criámos oportunidades para marcar e ainda tivemos uma grande penalidade clara que não foi assinalada”, analisou.

Durante os segundos 45 minutos, o Belenenses, sublinhou o técnico espanhol, “não fez praticamente nenhum remate à baliza”, e logo a seguir a um lance em que o FC Porto “esteve perto de marcar o segundo golo” chegou ao empate, “numa jogada absurda”, em que a equipa se encontrava “em vantagem numérica”. “Este era um jogo muito difícil, por todas as circunstâncias que estavam envolvidas. E quando o tínhamos completamente controlado, deixámo-nos empatar numa jogada que acontece mais por demérito nosso do que por mérito do adversário. Aí perdemos a hipótese de continuar a lutar pela Liga.”

Lopetegui confessou que, no fim do jogo, “os jogadores estavam desolados no balneário”, por terem perdido matematicamente a hipótese de se sagrar campeões, mas assumiu a “responsabilidade total” pelo facto de a equipa terminar a época sem qualquer título conquistado: “Nós, treinadores, não temos muitas vezes o mérito nas coisas que se fazem bem e temos a responsabilidade quando não se ganha. A responsabilidade é sempre do treinador quando uma equipa não ganha títulos. O FC Porto é um clube ambicioso, que quer ganhar sempre títulos, e esse era o objectivo prioritário. Infelizmente não conseguimos, apesar de sabermos que nestes últimos jogos era muito difícil lá chegar”.

O técnico ressalvou, porém, que isso não significa que não se tenham feito “coisas muito boas” neste caminho, apesar de esta não ser a hora para fazer um balanço – esse, sublinhou, será feito no fim, de forma fria. “Lembro que estivemos até hoje a lutar pelo campeonato com um plantel com 16 jogadores novos, o que torna tudo mais difícil”, acrescentou. Questionado sobre se considera ter condições para continuar no banco do FC Porto na próxima época, Lopetegui foi categórico. “Claro que sim. Tenho um compromisso de três anos com um projecto que está consolidado, que vai crescer em todos os aspectos e que no próximo ano estará ainda mais preparado para ganhar títulos, que é o que todos queremos”, afirmou o treinador, que aproveitou para dar “os parabéns ao Benfica e a todos aqueles que contribuíram para que ganhasse a Liga”.



ARBITRAGEM



RESUMO DO JOGO

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FC Porto 1-0 SC Braga

Liga Europa, final
18 de Maio de 2011
Estádio Aviva Arena, em Dublin (Irlanda)
Assistência: 45.391 espectadores


Árbitro: Carlos Velasco Carballo (Espanha).
Assistentes: Roberto Alonso Fernández e Jesús Calvo Guadamuro.
Assistentes adicionais: Carlos Clos Gomez e Antonio Rubinos Pérez.
Quarto árbitro: David Fernández Borbalán.

FC PORTO: Helton; Sapunaru, Rolando, Otamendi, Álvaro Pereira; Fernando, Guarín, João Moutinho; Hulk, Falcao e Varela.
Substituições: Guarín por Belluschi 73m, Varela por James Rodriguez 79m
Não utilizados: Beto, Maicon, Souza, James Rodriguez, Rúben Micael, Belluschi e Walter.
Treinador: André Villas-Boas.

SC BRAGA: Artur Morais, Miguel Garcia, Paulão, Rodriguez, Sílvio; Vandinho, Custódio, Hugo Viana; Alan, Paulo César e Lima.
Substituições: Rodriguez por Kaká, aos 46m; Hugo Viana por Mossóró, aos 46m; Lima por Meyong 66m.
Não utilizados: Cristiano, Hélder Barbosa, Elderson e Leandro Salino.
Treinador: Domingos Paciência.

Marcadores: Falcao 44m.

Disciplina: Hugo Viana 24m , Sílvio 29m, Sapunaru 49m, Miguel Garcia 55m, Mossóro 59m, Kaká 80m, Helton 90m, Rolando 90+3m.

Em 2003, no ambiente quente de Sevilha, o FC Porto conquistava a primeira Taça UEFA (agora denominada Liga Europa) ao bater o Celtic de Glasgow por 3-2. A 18 de Maio de 2011, o FC Porto voltou a levar o troféu mais pesado da UEFA para a cidade do Porto ao vencer o compatriota Sporting de Braga por 1-0.

Um ano em grande para o Dragão que, depois de ter conquistado a Supertaça, o campeonato português sem derrotas e reservado um lugar no Jamor na Final da Taça de Portugal, deixou a sua marca de fogo na Arena de Dublin, na Irlanda, demonstrando que pode enfrentar qualquer batalha proposta.

Foi necessário apenas um golo para levantar o tão ansiado troféu, cobiçado pelos Dragões desde o início de temporada, graças ao talento de dois colombianos: o assistente Guarín e o goleador Falcao.

Do jogo, assistiu-se a uma primeira parte encarada com muita cautela por parte das duas equipas portuguesas que fizeram história na primeira final de uma competição europeia completamente lusa.

O Sporting de Braga e o FC Porto passaram os primeiros minutos a estudarem-se mutuamente, com a equipa minhota, que jogava pela primeira vez na final de uma competição europeia, a assumir uma postura mais defensiva, para depois apostar no contra-golpe. A equipa da cidade do Porto quis assumir o jogo mas sem encontrar espaço suficiente.

O único golo apontado teve a autoria do melhor marcador desta prova, o colombiano Falcao, que assim apontou o seu 17º golo. O médio Guarín fez um cruzamento longo para o coração da área bracarense e “El Tigre”, como do costume, cabeceou fora do alcance do guardião dos minhotos, fazendo mexer o marcador na Arena de Dublin.

A segunda parte começou com a melhor oportunidade para o Sporting de Braga, com Mossoró, completamente isolado perante Helton, a chutar rasteiro mas o guardião brasileiro do FC Porto mostrou-se atento com uma grande defesa.

Até ao apito final, os cerca de 45 mil espectadores não assistiram a mais golos na Arena de Dublin mas viram a equipa azul e branca erguer o troféu da Liga Europa, sucedendo aos espanhóis do Atlético de Madrid.

E pronto, DUBLIN foi o nosso destino...



VÍDEO DO JOGO

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capas da imprensa

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domingo, 17 de maio de 2015

“BÊS” PERDEM CLÁSSICO.

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FC PORTO B-benfica B, 0-3

Segunda Liga, 45.ª jornada
17 de Maio de 2015
Estádio de Pedroso, em Vila Nova de Gaia


Árbitro: Tiago Martins (Lisboa).
Árbitros assistentes: André Campos e Paulo Ramos.
Quarto árbitro: Iancu Vasilica.

FC PORTO B: Ricardo Nunes; Víctor García, Diego Carlos, Zé António e David Bruno (cap.); Mikel, Campaña e Leandro Silva; Frédéric, Rui Pedro e Ricardo Pereira.
Substituições: Leandro Silva por Graça (intervalo), Frédéric por Anderson (intervalo) e Campaña por Pavlovski (75m).
Não utilizados: Kadu, Roniel, Pité e Rui Moreira.
Treinador: Luís Castro.

BENFICA B: Bruno Varela; Lystcov, Lindelöf e Marcos Valente; Nelson Semedo, Pawel Dawidowicz, Renato Sanches, João Teixeira (cap.) e Victor Andrade; João Carvalho e Diogo Gonçalves.
Substituições: Victor Andrade por Hildeberto Pereira (45m), João Carvalho por Clésio Baúque (83m) e Diogo Gonçalves por Elbio Álvarez (88m).
Não utilizados: Miguel Santos, Ricardo Carvalho, Alexandre Alfaiate e Yuri Ribeiro.
Treinador: Hélder Cristóvão.

Ao intervalo: 0-1.
Marcadores: Victor Andrade (35m) e Hildeberto Pereira (51m e 90m+2).
Disciplina: nada a assinalar.

O FC Porto B perdeu na manhã deste domingo frente ao Benfica B (0-3), no Estádio de Pedroso, em VIla Nova de Gaia, em jogo da 45.ª jornada da Segunda Liga. Os azuis e brancos - que mantêm, para já, a décima posição na tabela, com 60 pontos - aumentam assim para sete a sequência de jogos sem vencer na competição, num final de temporada complicado e em que as opções disponíveis para o treinador Luís Castro são muito menores do que no arranque. Os lisboetas são sétimos, com 74 pontos.

Ambas as equipas foram forçadas a alterações nos onzes devido à participação de vários jogadores na preparação para o Mundial Sub-20, que arranca a 30 de Maio, na Nova Zelândia. Do lado do FC Porto não puderam por isso actuar os portugueses André Silva, Francisco Ramos, Tomás Podstawski e Rafa, bem como o mexicano Raúl Gudiño. Mikel, após uma longa recuperação de uma lesão, foi titular pela primeira vez esta época e Rui Pedro, avançado com idade de juvenil dos Sub-19 azuis e brancos, que se sagraram campeões nacionais no sábado, foi o ponta de lança.

O FC Porto B conquistou algum predomínio nos momentos iniciais. A melhor oportunidade de golo surgiu aos 14 minutos, com Leandro a cruzar, na sequência de um canto, e Diego Carlos a cabecear por cima. Pouco depois, Ricardo Pereira isolou-se, mas não conseguiu o remate, num momento em que os lisboetas já estavam a exercer alguma superioridade a meio-campo.

O Benfica actuava com um sistema de três centrais, um meio campo muito preenchido e avançados móveis. João Teixeira deu o primeiro sinal de perigo aos 18 minutos, com João Teixeira a obrigar Ricardo Nunes a uma defesa difícil. Aos 35, o defesa/ala esquerdo Victor Andrade efectuou uma diagonal e ganhou espaço à entrada da área portista, disparando para o 0-1. Nelson Semedo ainda testou de novo Ricardo Nunes, já nos descontos da primeira parte.

No início da segunda parte, Luís Castro fez entrar Graça e Anderson para os lugares de Leandro Silva e Frédéric, mas foi o Benfica B a chegar ao 0-2, num contra-ataque finalizado por Hildeberto Pereira, aos 51 minutos. Os Dragões, como era sua obrigação, pressionaram em busca de golos, especialmente no último quarto de hora, em que Ricardo Pereira acertou na trave, aos 81 minutos, num remate de primeira após canto levantado por Graça. Porém, já nos descontos, Hildeberto Pereira isolou-se e ampliou o marcador para 0-3.

No final do encontro, ao Porto Canal, Luís Castro lamentou a falta de eficácia portista: "O Benfica teve seis oportunidades e conseguiu três golos, nós também tivemos seis e não marcámos nenhum. Defensivamente não estivemos muito compactos e não controlando a zona do meio fica difícil dominar o jogo". Na próxima ronda, a 46.ª e última, o FC Porto B desloca-se ao terreno do Marítimo B, em encontro agendado para o próximo domingo.

fonte: fcporto.pt



RESUMO DO JOGO

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PARABÉNS?

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Há coisas que são tão previsíveis que já nem surpresa causam...

Sempre que temos um campeonato ganho por uma equipa que não o FC Porto lá vem o cenário do costume: o futebol é um desporto nobre, os vencidos devem reconhecer os vencedores e não há campeões sem mérito. Quando é o contrário todos sabemos que o mérito é do sistema e que o futebol é sujo, viciado e que nem vale a pena ir aos estádios. Ou seja, nada de novo.

A novidade está mesmo noutros contornos, bem mais estranhos e incompreensíveis na minha opinião. Parece que cada vez mais temos Portistas com alma de Visconde!

Antes que possam “atirar-me” isso à cara, não se trata de entrar por campos enviesados de medições disto ou daquilo, não é disso que se trata! Simplesmente, e sem por em causa o Portismo dos “ditos cujos”, não posso passar ao lado de certas posturas que vou ouvindo na rua, no trabalho ou mesmo nas redes sociais ou media tradicionais: a dos “parabéns ao adversário”.

Em primeiro lugar, que eu saiba ainda não há campeão, por muito inevitável que o cenário possa parecer neste momento. E esse facto deveria ser logo o primeiro motivo para evitar essas “paneleirices” de um fair-play com pouco sentido…

Mas, acreditando que o que parece inevitável vai mesmo acontecer, vamos então ao ponto central. Parabéns? Mas por que carga de água?

Alguma vez nos trataram de outra forma que não a de nos menorizarem, desprezarem e difamarem? Alguma vez reconheceram seja lá o que for, mesmo nos sucessos internacionais? Então para quê tanta nobreza de espírito, tanto afã de dar a outra face a quem nos trata sempre como marginais e corruptos, sejam os campeonatos ganhos por 1 ou 20 pontos?

Curiosamente, e sempre passados uns valentes anos, lá falam do passado e reconhecem que as suas equipas não valiam nada, que tiveram treinadores alcoólicos ou incompetentes, defesas direitos vesgos, pontas de lança que afinal eram centrais e anedotas do género. E à época? Nada, eram todos uns craques e só os árbitros e o sistema os afastavam da glória. A desfaçatez nunca faltou pelas bandas da capital.

Então porquê toda esta postura subserviente, porque é que temos entre nós Portistas que acham que devem mostrar-se superiores aos adversários, assumindo uma postura quase senhorial?

Um dos motivos seria o de tentarem passar incólumes perante a dor e possíveis gozos de adversário. Se é essa a razão, então meus caros amigos deixem-vos dizer o seguinte: Sujeitem-se! Quem anda à chuva molha-se e se andaram a gozar lampiões e lagartos à força toda agora sejam Homens (ou Mulheres!) e ouçam o que tiverem a ouvir e guardem numa caixinha para memória futura. Não lhes dêem essa alegria de vos terem a dar os parabéns pelo campeonato mais viciado que vi desde 89/90 – o primeiro que acompanhei com olhos de ver.

Outro motivo seria o de acreditarem que o desporto deve ser vivido assim, com desportivismo. A esses agradeço a postura, desejando que sejam muito felizes quando festejarem novo campeonato em 2035/36. Sim, porque se por um lado reconheço que tem alguma razão em querer ter essa postura sadia, por outro sei que vivo em Portugal e que se a maioria dos Portistas embarcarem em desportivismos desses só seremos campeões quando o neto do Pinto da Costa for o Presidente (salvo seja!).

Ainda como possível razão poderíamos ter a crença que o adversário é de facto um justo campeão. Nesse caso, enfim, nem sei o que dizer. Se algum de nós acha que eles ganharam isto “fair and square” é melhor começarem a ver alguns jogos em vez de ler A Bola ou o Record. “Ai mas eles ganharam no Dragão!”. Sim, e o Celta ganhou em Camp Nou. Mais ou menos da mesma forma. Será por isso que deveria ter ganho a Liga Espanhola?

Por último, aqui fica a única razão que poderia aceitar. O Chefe é do Benfica, tem mau feitio, está farto de despedir pessoal e veio meter-se connosco, sendo que a vida não está fácil. Ok, um pouco de cautela não é criticável mas mesmo assim há diferentes maneiras de dizer as coisas, sem as dizer de todo... Ah, e se calhar está na altura de mandar uns currículos e/ou desenvolver o networking de modo a deixar de aturar isso!

Caros amigos e companheiros Portistas, não há que ter vergonha de chamar os bois pelos nomes. Se gostamos de futebol e não somos dos que nos escondemos quando as coisas correm mal (mesmo que a actualidade não seja risonha, não deixa de ser algo raro nos últimos 30 anos), temos também de ser a primeira barreira contra quem não gosta do nosso Clube e contra quem apoia as cores daquele clube que tanto gosta de nos espezinhar quando as coisas nos correm mal.

Parabéns, campeão justo? Em 25 anos de futebol só me lembro de um título sem espinhas do rival vermelho. Somente em 93/94 lhes reconheço mérito, mesmo com uma expulsão ao Fernando Couto na Luz que, embora justa, não foi acompanhada pelo mesmo tratamento na 1ª volta ao Mozer. De resto, em 90/91, 04/05, 09/10 ou 13/14 (tudo campeonatos televisionados, já com vídeos na internet para conferir) vi mais casos dentro e fora do campo que em todos os nossos campeonatos JUNTOS, algo que não é uma mera opinião mas sim FACTOS, pegando na feliz expressão do nosso treinador Lopetegui.

Por tudo isto, para mim é um autêntico absurdo dar os parabéns seja a quem for daquele clube, a não ser que seja para dar os parabéns pela estratégia de ganhar as coisas “por outro lado” que, pé ante pé, se transformou num autêntico sucesso depois de anunciada aos quatro ventos em 2002. Ai sim pode fazer algum sentido, porque fora do campo e infelizmente para nós “ninguém para o Andor”.

Bom fim-de-semana

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A penúltima ronda da Liga NOS reserva uma deslocação do FC Porto a Lisboa, para defrontar o Belenenses, e Julen Lopetegui espera “um jogo de máxima dificuldade”, relembrando ainda que a formação do Restelo mantém vivas as “ambições europeias” para o que resta jogar no campeonato. Pedindo uma “intensidade muito alta” à equipa para mais um desafio a superar, o técnico espanhol desvalorizou o que quer que venha a acontecer noutros campos.

“Não tenho dúvidas de que será um jogo de máxima dificuldade, frente a uma boa equipa que ainda tem ambições europeias. Será um jogo de muita intensidade e exigência para nós, no qual teremos de estar 100 por cento focados e concentrados. Aceitamos este desafio e queremos superá-lo, conquistando os três pontos. O jogo com o Belenenses vai exigir toda a nossa energia”, declarou Julen Lopetegui na sala de imprensa do Centro de Treinos da Formação Desportiva PortoGaia, no Olival, momentos depois de ter orientado a terceira sessão de trabalho da semana.

Indiferente ao que se passará noutros estádios - nomeadamente em Guimarães, onde joga o Benfica, estando o FC Porto dependente desse resultado para continuar na luta pelo título -, numa jornada em que todos os jogos se realizam à mesma hora (18h00), Julen Lopetegui garantiu foco total na partida com o Belenenses. “Temos de colocar toda a nossa concentração e energia no nosso jogo, que é o único que podemos controlar. Não me interessam os outros jogos, penso somente naquilo que teremos de fazer para ultrapassar as dificuldades que vamos ter em Belém. Só podemos controlar aquilo que nós fazemos. Temos que ser capazes de ter uma intensidade muito alta frente a uma boa equipa”, prosseguiu o técnico espanhol.

Num plano mais individual, Julen Lopetegui elogiou a “temporada interessantíssima” de Rúben Neves e garantiu que este merece toda a confiança, sublinhando, ainda assim, que o “rapaz de 18 anos” tem de “continuar a trabalhar e a melhorar”. No que diz respeito aos adeptos, o treinador basco manifestou a intenção de retribuir todo o apoio dentro do campo: “Os adeptos apoiam-nos, empurram-nos e motivam-nos sempre. Temos de dar o melhor de nós e é isso que temos de continuar a fazer, em cada momento e em cada situação”, concluiu.

fonte: fcporto.pt



LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Andrés Fernández;
Defesas: Danilo, Martins Indi, Maicon, Reyes e Alex Sandro;
Médios: Quintero, Evandro, Herrera, Óliver Torres, Hernâni Quaresma, Brahimi e Rúben Neves;
Avançados: Jackson, Adrián López e Aboubakar.

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capas da imprensa

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sábado, 16 de maio de 2015

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O Dragões Diário é uma excelente ideia. Mas tornou-se numa péssima iniciativa.

A ideia de permitir aos adeptos um contacto diário com o mundo portista é excelente. Funny facts, marcos históricos, estatística, enigmas, referências artísticas de portistas reconhecidos, portistas pelo mundo, enfim, tudo o que é FCPorto.

Eu, muito sinceramente, recebia e lia, diariamente, com grande entusiasmo, a mensagem de correio eletrónico, relembrando, recuperando, aprendendo e vivendo o FCPorto.

Mas a verdade é que, com o passar do tempo, o Diário tornou-se uma espécie de comentário, sem rosto, da realidade. Uma espécie de Marcelo Rebelo de Sousa eletrónico sem piada ou entusiasmo, ou seja, para pior.

O Dragões Diários passou a fazer concorrência direta a espaços como este, de comentário, de opinião.

E o comentário e a opinião não são maus, não se trata disso.

Trata-se de associar o FCPorto a uma opinião, a um comentário sem cara, sem rosto. Se o FCPorto entende que deve comentar algum tema, deve fazê-lo, mas através dos canais apropriados: Presidente, Administração, Direcção, Comunicação, Treinador.

Poderá ser injusto, mas a verdade é que parece que o FCPorto manda dar os recados que não quer dar de voz própria.

Para isso, não precisamos de Dragões Diários.

Precisamos apenas dos Dragões Semanais, aqueles que entram em campo todos os Domingos.

Por outro lado, a Dragões Diários tem vindo a tecer comentários sobre empresas privadas (exemplo da ANA) e sobre outros temas mais ou menos politicamente comprometidos. Algo oficial do FCPorto não deve - não pode! - estar associado a uma corrente ou a um entendimento político, económico ou social.

O FCPorto não é de esquerda, nem de direita. Não é do privado, nem do público. Não é dos liberais, nem dos conservadores. É dos Portistas, todos os Portistas.

Hoje, Lopetegui já não está sozinho na crítica. Já não é o único a dar o peito às balas e a desgastar a sua imagem na praça pública.

Tem a companhia de um correio eletrónico.

O que, a meus olhos, é pouco e é estranho para um clube como o FCPorto.

Pedro Ferreira de Sousa

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