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sexta-feira, 1 de Agosto de 2014

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Falar de Deco nos últimos dias pode parecer banal. Mas convém voltar a Deco uma e outra vez, sempre. Por aquilo que representa para o FC Porto, para o portismo, para as suas gentes.

Dizer Deco é dizer Porto. É explicar parte dos últimos 30 anos do nosso clube, é falar de Sevilha e Gelsenkirschen, é falar de títulos, de vitórias, de magia. Não é por acaso que do Mágico Deco se passou, aos poucos, para o Mágico Porto.

Crer em Deco é crer no FC Porto, acreditar que é possível fazer muito com pouco, acreditar no sucesso apesar dos contratempos e das dificuldades. Ter crença em tudo ganhar, apesar da condição europeia cada vez mais periférica.

Deco não é apenas um grande jogador. Ele representa também o modelo de negócio do FC Porto sob a égide de Jorge Nuno Pinto da Costa: investir em jovens de elevado potencial, colocá-los a render ao serviço do colectivo e catapultá-los para outros voos.

O desvio de Deco ao rival lisboeta traduz também a vitória da competência sobre a incompetência, da estratégia sobre a soberba, do trabalho sobre o falatório. É delicioso, aliás, verificar a sua trajectória. Chegar a Lisboa, ser logo reencaminhado para Alverca e depois, aos pouquinhos, começar a sua aproximação ao Reino do Dragão, com uma bonita passagem pela Paranhos do já extinto Salgueiros.

A história de Deco traz também pormenores dignos de registo. As lesões que tiveram que ser curadas (lembro-me de o ver exibir-se no Dragão quase manco de uma perna…), a contratação de Caju para o ajudar na integração, uma clara aposta do clube no jogador, um constante apoio na sua formação, um investimento num diamante claramente por lapidar. No fundo, o FC Porto e os seus dirigentes sabiam que estava ali aquilo que os norte-americanos designam por key player, match winner ou game changer, alguém capaz de mudar o rumo da história, de arrastar consigo uma equipa para títulos e façanhas maiores.

Deco não terá sido um Maradona. Não terá sido um Ronaldinho ou um Cristiano Ronaldo. Mas foi alguém que deixou a sua marca indelével no FC Porto. Por ter passado três anos sem ganhar um campeonato e, após esse deserto, ter feito parte do ressurgimento do clube no plano internacional, com exibições magistrais por essa Europa fora, nomeadamente em Sevilha e Gelsenkirschen.

Deco foi aquele estrangeiro que, aculturado e ambientado à Invicta, trouxe aquela magia e mistério que costumam faltar às equipas portuguesas. É certo que não se fazem grandes equipas sem Andrés, Jaimes Magalhães, Baías ou Jorges Costas. Mas também é certo que não se ganham troféus internacionais sem Madjers e sem Decos. Deco foi o Madjer do seu tempo. E aquele golo de câmara lenta em Gelsenkirschen, que ao vivo me pareceu durar toda uma década, aquele ajeitar de bola delicado e enganador, foi o seu calcanhar à Madjer.

Além disso, não esquecer, Deco representa a transição – nada traumática, mas ainda assim com emoção – do velhinho Estádio das Antas para o moderno Dragão. Com essa passagem o clube manteve-se o mesmo, mas são dois FC Porto completamente distintos. O luso-brasileiro foi, por isso mesmo, o último grande craque a pisar (ou derramar classe…) aquele inesquecível relvado e não convém esquecer esse facto.

É difícil, hoje em dia, voltar a Deco. Nos últimos anos tivemos vários jogadores de qualidade assombrosa no Dragão. Anderson e James, por exemplo. Hulk. Quintero, agora, quiçá. Mas Deco, por tudo o que se disse acima, é inimitável. Não que tenha sido há muitos anos, mas hoje é difícil imaginar que algum craque de talento semelhante consiga ficar mais do que duas ou três épocas no Porto sem começar a desesperar por uma transferência e salário milionário.

A própria saída de Deco, triunfal, para ser uma das figuras maiores do renascimento do Barcelona na cena internacional, acabou por acontecer de forma natural, sem feridas e sem traições. Uma saída de quem já tinha feito pelo clube mais do que lhe era humano pedir. No fundo, Deco deu ao FC Porto uma dimensão sobre-humana, uma nova dimensão internacional. Devolveu na mesma moeda ou até um pouco mais aquilo que o clube lhe deu. E é exactamente por isso que Deco, o nosso Deco, adquiriu o estatuto de lenda que nem os anos nem a morte apagarão.

De 2004 a 2014 vai uma década. Só uma lenda assim conseguiria encher, às portas do Verão, um estádio com 50 mil pessoas.

Obrigado por tudo, Mágico!

Rodrigo de Almada Martins

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quinta-feira, 31 de Julho de 2014

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Ao contrário do que ás vezes se diz, considero que é na pré época que se fazem os clubes campeões, mas não há campeões de pré época.
Explicando: Este é o momento para preparar física, tática e mentalmente os jogadores. Este é o momento para criar um plantel equilibrado em todos os sectores, construí-lo á imagem do clube e do seu treinador. Tomar as opções certas nas aquisições, dispensas e empréstimos. Potenciar quem tiver valor para tal, experimentar o que for necessário e corrigir o que for de o fazer. Quem durante a pré época for capaz de juntar todas estas ações corretamente, parte muito á frente de todos os outros e reúne muito mais condições para em Maio festejar o título.
Já vencer muitos jogos nesta fase, fazê-lo com ópera e goleada, vale Zero! Ser aquele que mais compra, que mais dinheiro gasta, que mais nomes sonantes adquire, representa Zero! Os campeões de pré época são normalmente os derrotados de Maio. Recordam-se desta mesma fase do ano passado?

Serve isto para dizer os elogios em excesso ou as críticas desmesuradas que tenho lido e ouvido sobre o novo Porto, devem ser muito mais controladas, muito contidas, muito mais equilibradas.

Confesso que até há 10 dias atrás estava extremamente satisfeito com o rumo que as coisas estavam a levar. Jogadores a chegarem atempadamente á equipa, escolhas de jogadores para pontos deficitários, margem de crescimento para jovens jogadores, discurso objectivo e claro.
Não nego que algumas decisões mais recentes me deixaram menos satisfeito. Acho que uma coisa é ter confiança no treinador e dar-lhe margem para escolher alguns jogadores da sua confiança. Outra é passar do 8 para o 80 e dar “carta branca” para todas as escolhas. Um treinador tem também que saber potenciar os recursos ao seu dispor, identificando os pontos a melhorar e desenvolvê-los.

No entanto, faltam duas semanas e meia para o início da época, cerca de um mês para o fecho do mercado, e portanto muita coisa pode ainda acontecer, e isto não é como começa...é como acaba! Portanto aguardo as próximas movimentações, para depois aí sim fazer o meu juízo com todos os dados em cima da mesa, e aí sim, não terei qualquer problema em apontar o que entendo de bom e de mau.

Até lá, convinha que os portistas, seguramente já muito batidos nestas andanças e sabedores de que os títulos de pré época costumam ser conquistados na 2.ª circular, tivessem mais paciência, e não passassem da euforia á depressão.
Empatar em casa com os franceses na apresentação, não foi mau...foi péssimo...devíamos ter perdido! A pior coisa que pode acontecer a uma equipa em construção, é ter muitas vitórias numa fase prematura da época. Entramos na facilitismo, na ideia de que está tudo feito, de que tudo está bem. Não ganhar, baixa as expectativas, alerta para os erros e falhas, força o trabalho redobrado.
Eu que sou contra os assobios ao longo dos 90 minutos, não fiquei nada arreliado com os assobios de domingo...até fizeram bem a alguns! Afinal até havia malta surpresa com o ambiente do Dragão, e outros que eventualmente podiam pensar que vir para o Porto, com bom tempo e boa comida, jogar num clube que projeta e valoriza jogadores seria um ano de maravilhoso percurso sossegado, já perceberam que aqui a exigência é máxima...hoje e sempre.

Pede-se neste momento apoio, confiança (nunca cega!) nas decisões e paciência. Mas atenção: isto é o Futebol Clube do Porto!

Um grande abraço,

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Andrés Fernández, novo guarda-redes do FC Porto, está consciente de que “o FC Porto é um grande desafio” na sua carreira e disse ser seu objectivo “fazer o melhor possível nas competições europeias e vencer títulos”. O antigo jogador de Maiorca e Osasuna demonstrou ainda ter feito o trabalho de casa sobre o clube, mostrando-se satisfeito por passar a representar um dos clubes “com mais presenças na Champions League”.

Em declarações exclusivas ao Porto Canal e a www.fcporto.pt, o espanhol expressou a satisfação suscitada pela aventura que tem pela frente: “Estou muito contente por estar num grande clube, com um plantel de grande qualidade. Este é um grande desafio para mim, um desafio muito importante na minha carreira. Quero ajudar o clube a fazer o melhor possível nas competições europeias e a ganhar títulos”.

Andrés Fernández, que se define como um jogador “trabalhador, que procura ajudar os companheiros” e que faz da “antecipação e rapidez” as suas maiores armas, demonstrou conhecimento sobre o seu novo clube: “O FC Porto é um clube conhecido em todo o Mundo, um dos clubes que tem mais presenças na Champions League. É um grande clube e, quando se entra aqui, sente-se a dimensão do FC Porto”.

Quanto a Julen Lopetegui e aos novos companheiros, o guardião foi mais reservado: “O mais importante é o clube. É óbvio que, para me adaptar da melhor forma, é importante ter companheiros e treinador espanhóis. Não conheço pessoalmente os actuais guarda-redes, mas sei que são bons e que são muito profissionais”.

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quarta-feira, 30 de Julho de 2014

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José Ángel, reforço do FC Porto para as próximas quatro temporadas, chegou à Cidade Invicta a custo zero, revelou esta terça-feira o Roma, clube que detinha o passe do jogador.

Os dragões garantiram, sem custos, 50 por cento do passe do lateral esquerdo de 24 anos, ficando o Roma com a outra metade dos direitos económicos. Em caso de uma futura venda, o clube italiano tem direito a metade do valor negociado pelo FC Porto.



José Ángel, novo reforço do FC Porto, está radiante com esta nova aventura na sua carreira. O ex-jogador de Sporting Gijón, Roma e Real Sociedad promete dar luta a Alex Sandro no posto de lateral-esquerdo e defende que um “grande clube” como o FC Porto tem de ter duas soluções para cada lugar.

Em declarações ao Porto Canal, José Ángel descreveu, em poucas palavras, as emoções das últimas horas: “É uma alegria enorme estar aqui. Para mim é um desafio enorme, pois creio que é um grande clube que está a criar um bom grupo. É importante fazer uma boa equipa e ter bons jogadores. O FC Porto está a fazer boas contratações. Que seja um ano bom e de certeza que, fazendo bem as coisas, estaremos a lutar por coisas importantes. Tenho grandes expectativas e mal posso esperar por começar a treinar e estar a 100 por cento”.

Dizendo ser “um jogador trabalhador”, José Ángel prometeu, acima de tudo, dedicação total: “Vou dar o máximo para ajudar a equipa e isso é que é o mais importante. Espero que, no final, tudo saia bem e que todos sejamos felizes”. A concorrência de Alex Sandro não assusta o lateral-esquerdo: “Se está neste clube é porque é bom jogador. É importante uma equipa grande como o FC Porto ter dois jogadores por posição, já que, por vezes, um está melhor do que outro”.

José Ángel, que assinou até Junho de 2018, com uma cláusula de rescisão de 30 milhões de euros, afirmou que já conhecia o FC Porto, que classificou como “um grande clube”: “Quando um clube ganha títulos e faz coisas boas fora do seu país, chega sempre a todo o mundo. Em Espanha, o FC Porto é considerado um dos clubes importantes da Europa e tem provado isso ano após ano”.

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​O FC Porto B participou na tarde desta terça na Taça TAVFER, em Seia, onde cumpre um estágio de pré-temporada. A competição, disputada num formato triangular, com jogos de 45 minutos entre três equipas (Gouveia e Nogueirense foram os outros participantes), serviu para ganhar ritmo, terminando com o Gouveia como vencedor e com os Dragões em terceiro lugar.

No primeiro encontro de 45 minutos, o FC Porto B empatou 1-1 frente ao Gouveia, com um golo de Belinha, triunfando depois no desempate por grandes penalidades (4-2). O "onze" inicial foi o seguinte: Kadú, David Bruno, Leander Siemann, Verdasca, Víctor García, Leandro, Graça, Pavlovski, Frédéric, Belinha e Célestine Djim.

No segundo jogo, frente ao Nogueirense, deu-se novo empate (0-0), mas desta vez o adversário foi superior nos penáltis (3-2). O FC Porto B alinhou com Kadú, Víctor García, Leander Siemann, Junior, David Bruno, Leandro, Belinha, Graça, Frédéric Jonathan e Célestine Djim.



RESUMO DO JOGO

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terça-feira, 29 de Julho de 2014

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Estamos na pré-época e os ultras do FC Porto já se fazem ouvir em Portugal e no estrangeiro. À semelhança do que acontece todos os anos nesta altura, o FC Porto teve uma semana em estágio. Horst foi novamente a localidade escolhida e os emigrantes daquela zona acompanharam a equipa nos jogos e nos treinos.

Durante o estágio o FC Porto realizou dois jogos. Com o Venlo, na Holanda, o estádio era muito pequeno mas nem isso impediu Super Dragões e Colectivo de marcarem presença. A faixa do Colectivo foi bem visivel atrás de uma das balizas, para quem viu os golos na TV. Com o Genk, na Bélgica, o apoio ainda foi mais audível. Mais de mil portistas marcaram presença no estádio do Genk (onde jogámos o play-off de acesso à Liga Europa em 2010) e foram incondicionáveis durante os 90 minutos.

Parecia que o FC Porto estava a jogar em casa. É um orgulho. Um pouco de todo o lado eles vieram: Holanda, Luxemburgo, Alemanha, França e da própria Bélgica. Os núcleos estrangeiros das nossas claques estavam em peso e aquele sector visitante estava lotado, num jogo de pré-época!!

Regresso à Invicta, mais uma semana de treinos e o jogo de apresentação aos sócios. Mas antes disso, a justa homenagem ao DECO, o mágico para sempre. No espaço de 48 horas o estádio do Dragão recebeu quase 100.000 adeptos!!!!

Na sexta-feira à noite estádio lotado para o FC Porto 2004 x Barcelona 2006. Uma excelente iniciativa para homenagear um grande da nossa história e mais que isso, algo que me deixa muito feliz, alguém que não perde uma oportunidade para dizer bem do nosso clube, ao contrário daqueles que fogem, dos que se portam mal para com quem lhes deu tudo aquilo que são e nunca mais mencionam sequer o nosso nome.

Uma festa lindíssima e à qual as nossas claques corresponderam, nomeadamente com cânticos para os jogadores da altura.

No Domingo lá estávamos outra vez. Maior assistência de sempre em jogos de apresentação!! Isto tem tudo para nos deixar motivados para as assistências ao longo do ano. Mais de 46 mil nas bancadas. Colectivo com mais um apoio gigante e sector cheio. Também com sector cheio (agora bem maior!!!) estiveram os Super Dragões, embora o poder vocal pudesse ter sido melhor.

Bancada maior, nova gente, responsabilidade agravada para os mais antigos. Que saibam comandar a curva, no bom sentido.

Um abraço ultra.

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segunda-feira, 28 de Julho de 2014

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FC Porto-Saint-Étienne, 0-0

Jogo preparação
Domingo, 27 Julho 2014 - 19:00
Estádio: Dragão, Porto
Assistência: 46.211


Árbitro: Artur Soares Dias (Porto).
Assistentes: Rui Licínio e Bruno Rodrigues.
4º Árbitro: Rui Folha Oliveira.

FC PORTO: Fabiano, Danilo, Maicon, Reyes, Alex Sandro, Rúben Neves, Óliver Torres, Herrera, Quaresma, Sami, Ricardo.
Suplentes: Ricardo Nunes, Kadú, Casemiro (46' Rúben Neves), Brahimi (46' Herrera), Quintero (46' Quaresma), Tello (46' Ricardo), Evandro, Adrián López (46' Sami), Carlos Eduardo (62' Óliver Torres), Kelvin (72' Reyes), Lichnovsky, Kayembe.
Treinador: Julen Lopetegui.

GENK: Moulin, Clerc, Baysse, Sall, Tabanou, Clement, Cohade, Corgnet, Hamouma, Mevlut, Mollo.
Suplentes: Valette, Chapuis, Gradel (61' Mollo), Bamba (71' Hamouma), Lemoine (61' Corgnet), Florentin Pogba (71' Sall), Brison (71' Tabanou), Monnet (71' Mevlut), Nyemeck (61' Clerc), Diomande (71' Cohade).
Treinador: Christophe Galtier.

Ao intervalo: 0-0.
Marcadores: -.
Disciplina: -.

O plantel bem gostaria de ter presenteado a casa quase cheia no Dragão com um ou mais golos, mas o jogo de apresentação do FC Porto para a época 2014/15 terminou mesmo com um nulo. Os franceses do Saint-Étienne revelaram-se um adversário duro de roer e o apoio incondicional do público - tratou-se mesmo da maior assistência de sempre no estádio em jogos de preparação - não foi suficiente. Fica a nota: juntar quase 100.000 pessoas em três dias no Dragão (o jogo de homenagem a Deco foi na sexta-feira) é obra, ainda para mais nos tempos economicamente conturbados que vivemos, e diz bem da fé dos adeptos azuis e brancos.

Como não há uma segunda hipótese para deixar uma boa primeira impressão, a equipa azul e branca arregaçou as mangas desde o primeiro minuto, mas o momento ainda não é o ideal (as cargas de trabalho não permitem que o ritmo seja muito elevado) e o adversário muito menos. O Saint-Étienne (quarta classificado da última Liga francesa, que arranca já a 8 de Agosto) levou o encontro bem a sério, encarando-o como o grande teste de pré-temporada (não foram feitas sequer substituições ao intervalo) e demonstrando organização, capacidade de pressão e dureza q.b.

Sem o recém-chegado Martins Indi na equipa, e com os mexicanos Reyes e Herrera (que têm menos de duas semanas de trabalho), Sami (como ponta de lança) e o jovem Rúben Neves no "onze", o FC Porto demonstrou já algumas das ideias-base para a nova temporada. Procurando encurtar o campo quando o adversário tem a bola e alargá-lo ao máximo em situação contrária, os Dragões criaram algumas situações de perigo, com destaque para um remate de Herrera e recarga por cima de Quaresma, aos 22 minutos, e para um pontapé à entrada da área de Rúben Neves ao lado, aos 37. Esse lance surgiu na sequência de uma das mais prolongadas posses de bola em ataque dos portistas e deixou em relevo o papel do médio de apenas 17 anos.

Rúben Neves mostrou uma enorme personalidade, tentando passes longos e curtos, pedindo a bola e distribuindo jogo. Também Óliver Torres deu nas vistas ao marcar os tempos de posse de bola e demonstrar toda a sua qualidade técnica. Nem tudo foi perfeito, pois claro, e o Saint-Étienne também criou perigo, nomeadamente numa jogada em que Hamouma passou por Maicon e rematou para uma boa defesa de Fabiano.

Ao intervalo, verificaram-se as substituições típicas neste tipo de encontros, com Óliver Torres a ser o único elemento do FC Porto, do meio-campo para a frente, que se manteve em campo. Quintero posicionou-se à direita do ataque, Tello na esquerda e Adrián López no meio, enquanto Casemiro e Brahimi (que iniciaram os treinos na segunda-feira) renovaram o meio-campo. Foi precisamente Quintero a causar a ilusão de golo, com um remate ás malhas laterais, aos 52 minutos, e a isolar Adrián López sete minutos depois, mas o espanhol rematou à figura de Moulin.

Apesar destas duas situações de perigo, o segundo tempo foi mais incaracterístico do que o primeiro e os franceses, com mais rotinas de jogo, aproveitaram algumas perdas de bola do FC Porto para criar perigo em situações de contra-ataque. Brilhou então Fabiano, com uma defesa com a ponta dos dedos após cabeceamento de Baysse (70 minutos) e a "fechar" a baliza perante um isolado Monnet (77). Lopetegui tirou ainda um defesa (Reyes) para lançar mais um avançado (Kelvin) e testar situações em que é preciso "meter a carne toda no assador". O Saint-Étienne nunca se desconjuntou e o resultado final espelha o momento actual: ainda há muito trabalho pela frente e os adeptos reconhecerem-no ao despedir-se da equipa com uma salva de palmas.



DECLARAÇÕES

JULEN LOPETEGUI: “Ainda temos muito pela frente”

​A expectativa dos adeptos é alta desde o início, mas Julen Lopetegui fez questão de frisar que há muito trabalho pela frente para a equipa chegar a um nível competitivo elevado. Na conferência de imprensa que se seguiu ao empate (0-0) frente ao Saint-Étienne, na apresentação da equipa 2014/15, o treinador admitiu que viu muitos aspectos positivos e negativos na exibição dos Dragões.

“A festa foi fantástica, nunca tinha visto algo assim, foi muito bonita e tradicional, muito bem organizada, e por isso veio muita gente. Tratou-se de um jogo de pré-época, com muitas experiências, muitos jogadores com apenas três ou quatro treinos e a forma mais rápida de evoluirmos é expondo-nos: vi coisas positivas e outras em que precisamos de trabalhar e melhorar muito. O adversário tem muito mais ritmo e na segunda parte notou-se”, afirmou Lopetegui. O Saint-Étienne inicia a Liga francesa já a 9 de Agosto.

O técnico aproveitou mesmo este teste para colocar a equipa, nos últimos minutos, a jogar com apenas três defesas, mas tratou-se de algo “circunstancial”. “Queríamos ver mais um jogador e testar uma situação limite, embora com risco e exigência física maiores. Para essa maneira de jogar tínhamos um défice físico importante, mas acredito que foi uma boa maneira de ganhar minutos, arriscar e continuar a melhorar”. Lopetegui acrescentou que a “exigência máxima” dos adeptos deve “empurrar e dar energia” a um plantel com “menos de um mês” de trabalho em conjunto.

Com o fecho do mercado ainda longe, o treinador admitiu que poderão existir “novas contratações” e que pretende “dois jogadores por posto com possibilidades reais de titularidade”. Sobre casos em concreto, Lopetegui revelou que Varela disse que “queria sair e a partir daí há pouco mais a dizer” e que Bruno Martins Indi é um central com “boa saída de bola e pé esquerdo”, algo de que o plantel necessita.

Houve ainda tempo para um elogio a Fabiano: “Tem toda a nossa confiança. Estamos num clube em que temos exigência e competitividade em todas as posições. Fez um jogo muito bom e estou satisfeito com a sua exibição e o seu trabalho nos treinos”.

JOGADORES:

Tello, um dos reforços portistas para a nova temporada, disse estar surpreendido pela festa e pela recepção dos adeptos: “Foi uma apresentação muito bonita, não esperava um ambiente tão intenso e deu para ver que temos adeptos muito bons. É bom estar nesta equipa para esta temporada e acredito que podemos fazer grandes coisas. Estamos a começar e creio que pouco a pouco vamos chegar lá. Acredito que, a pouco e pouco, vamos subir o ritmo e vamos continuar a aprender coisas novas com o treinador para podermos chegar a bom nível o mais depressa possível”.

O lateral Danilo mostrou-se satisfeito pela apresentação da equipa aos adeptos: “Os adeptos fazem sempre uma festa bonita. Temos a esperança de que podemos fazer um ano muito bom e os adeptos vão fazer a diferença durante a temporada”. O empate, segundo o brasileiro, foi o único momento menos bom da tarde: “Entrámos para vencer, e como todos sabemos, no FC Porto é sempre para vencer. Faltou um pouquinho de concentração e “capricho” para conseguirmos marcar e vamos trabalhar nesse sentido. É o começo do trabalho e sabemos que temos de melhorar em muitos aspectos”.

Em declarações logo no final da partida, Óliver Torres disse ter gostado da “festa bonita” no Dragão e desvalorizou o empate: “A equipa está a trabalhar bem e está cansada de todos os treinos da pré-época. Os adeptos receberam-nos bem e queremos jogar bem num estádio tão bonito e em frente a uns adeptos tão bons”. Segundo o jovem espanhol, as instruções de Lopetegui são claras: “O importante é ter a bola e criar oportunidades. Não conseguimos fazê-lo e este tipo de jogos serve para continuar a crescer e a preparar as coisas para, no jogo seguinte, fazermos melhor”. O criativo vincou que só com o apoio dos adeptos é que a equipa vai conquistar títulos: “Os futebolistas vivem da confiança e peço aos adeptos que nos aplaudam para, junto com eles, chegarmos a bom porto”.



RESUMO DO JOGO

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domingo, 27 de Julho de 2014

DESEQUILIBRIO NAS CONTAS?.

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Tenho ouvido insistentemente em vários órgãos de comunicação social, blogs e fóruns teses sobre o desequilíbrio na política de transferências seguida pela SAD do FC Porto este ano. Tenho ouvido expressões como “roleta russa”, “risco total” ou “devastação total se correr mal”. Muito sinceramente, se há coisas que me irritam é a demagogia barata e fácil, no falar por falar, no criticar só porque sim e no apontar de defeitos quer se tenha cão, quer não se tenha. Tendo em conta o que já saiu a público, vamos a números em relação a entradas e saídas de jogadores do FC Porto:
  • Martins Indi custou 7,7M€ pela totalidade do passe; Adrián Lopez custou 11M€ por 60% do passe; Tello custou 2M€ pelo empréstimo; Brahimi custou 6,5M€ pela totalidade do passe; Pelo que se em falado, o custo total de Andrés Fernandez e Marcano não deverá exceder os 6M€; Sendo que os restantes empréstimos e contratações a custo zero não envolveram verbas significativas para o clube, temos um custo total de aquisições até ao momento de aproximadamente 33.2M€;

  • Por muito que a comunicação social se esforce em omitir convém não esquecer que o FC Porto também tem encaixado milhões de € neste defeso, nomeadamente: Iturbe, um encaixe de 6.75M€ dos 15 M€ do total da transferência; Fernando rendeu 15 milhões; Castro rendeu cerca de 2M€; Tiago Ferreira rendeu cerca de 0.3M€; James rendeu 1.2M€ por direitos de formação; Mangala, ainda não se sabem valores oficiais mas o encaixe, já livre de montantes destinados aos fundos que detinham o passe do jogador, não deverá ser inferior a 20M€; Não considerando situações pendentes no plantel como Varela, Defour, Jackson ou Rolando, jogadores que podem render vários milhões caso saiam do clube, o encaixe total até este momento é de 45.3M€. Escusado será dizer que a venda de um ou mais destes jogadores que referi fará o encaixe total subir bem acima dos 50M€… E também não considerando a alienação do passe de Brahimi.
Posto isto, acho que facilmente se percebe que a tese geral que tem sido difundida pelos mesmos do costume em relação à política “suicida” seguida pelo FC Porto enferma de muita demagogia e de uma mistura entre o desejo de alguns e a realidade. Suicídio seria investir 30 ou 40M€ e não encaixar rigorosamente dinheiro nenhum, isto sim configuraria um desequilíbrio grave nas contas que a mim me preocuparia.

As muitas pessoas, inclusivamente alguns Portistas defendem isso, que criticam a tal “politica suicida” são os mesmos que durante toda a época passada zurziram forte e feio em relação à falta de qualidade do plantel ao dispor de Paulo Fonseca. Por mais problemas que tenham havido no comando técnico, e mesmo tendo em conta aquilo que sempre defendi relativamente à falta de aproveitamento da qualidade do plantel quer por PF, quer por LC, a verdade é que o plantel do FC Porto necessitava de uma remodelação, mais ou menos abrangente, com maior ou menor amplitude. Não de uma vassourada que corresse tudo e todos, mas sim claramente um reforço de alguns sectores fundamentais, como as alas por exemplo.

Ao invés de procurar argumentos e mais teorias para malhar na SAD, considero meritório o esforço que a SAD fez para dotar um plantel de um nível qualitativo superior. Agora resta esperar para ver em campo o trabalho quer dos jogadores, quer da equipa técnica. De uma coisa estou certo, não faltam soluções de qualidade no plantel, o que é preciso é maximizar e potenciar a qualidade existente.

Com toda a certeza, quando todos os elementos desta SAD, Presidente incluído, saírem do clube dando lugar a outros, esses “outros” conseguirão dotar o plantel de grandes jogadores sem recorrer a empréstimos, fundos ou outras coisas parecidas. Vai ser o milagre económico, o passivo desaparece, os resultados económicos vão ser brutais e os desportivos vão rebentar com a escala.

Como é evidente, há contratações feitas que têm risco associado, há problemas financeiros no FC Porto comuns a 99% dos clubes do planeta Terra. Considero apenas que a demagogia barata, a crítica fácil e o falar mal quando a época ainda nem começou é de uma criatividade a todos os níveis e não contribui minimamente para uma crítica construtiva.

NOTA FINAL: Relativamente à homenagem a Deco, não há muitas palavras… Apenas dizer que ao longo da emissão que apenas tive oportunidade de seguir pela tv (e não ao vivo como tanto gostava!) sorri imensas vezes ao recordar 10 anos depois as mesmas jogadas de jogadores agora com uns quilinhos a mais. Os quilos a mais estão lá mas a qualidade intrínseca e o entrosamento dos intervenientes também. Que delícia de jogo!

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sábado, 26 de Julho de 2014

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FC Porto 2004-FC Barcelona 2006, 4-4

Jogo de campeões - Deco, mágico para sempre
25 de Julho de 2014
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 49.410 espectadores.


Árbitro: Lubos Michel (Eslováquia).
Assistentes: José Ramalho e José Lima.

FC PORTO 2004: Vítor Baía; Paulo Ferreira, Jorge Costa (cap.), Pedro Emanuel e Nuno Valente; Costinha, Maniche, Alenichev e Deco; Derlei e Benni McCarthy.
Jogaram ainda: Alenichev, Jorge Andrade, Jankauskas, Mário Silva, Ricardo Fernandes, Sérgio Conceição, Bruno Vale, Ricardo Carvalho, Rubens Júnior, Bruno Moraes e Secretário
Treinador: Fernando Santos.

FC BARCELONA 2006: Jorquera; Belletti, Oleguer, van Bronckhorst e Sylvinho; van Bommel, Gerard e Davids; Giuly, Gudjohnsen e Ezquerro.
Jogaram ainda: Luizão, Djalminha, Vítor Baía, Deco, Eto'o e Messi.
Treinador: Henk ten Cate.

Ao intervalo: 2-0.
Marcadores: Derlei (3m), McCarthy (15m), Eto'o (54m e 66m), Deco (56m e 90m), Jankauskas (61m) e Messi (80m).

A banda sonora bem poderia ter sido de Chico Buarque e houve tanto Porto nesta despedida. Nada faltou ao jogo de campeões: nem golos, nem espectáculo, nem os cânticos que marcaram a carreira de Deco com a camisola azul e branca. Num Estádio do Dragão cheio, o "Mágico" marcou pelas duas equipas mais importantes da carreira e pelas quais foi campeão europeu, em 2004 e 2006. Faltaram muitos elementos destas duas formações históricas, mas o simbolismo foi mais do que evidente.

O resultado final foi um salomónico empate (4-4), com Deco a ditar o resultado final no último lance do jogo. O ex-camisola dez ainda joga e faz jogar: os catalães recuperaram no marcador com ele em campo e com a colaboração de Messi, um dos convidados de honra, que mostrou como, com pezinhos de lã, se dá a volta a um resultado.

O resultado era naturalmente, o que menos interessava. Os portistas vinham à procura de ver no relvado grandes craques do presente (com Messi à cabeça) e do passado, de rever os campeões europeus de 2004 e, acima de tudo, de homenagear Deco. Sempre que tomou a palavra e o protagonismo, o ex-camisola dez foi aplaudido de pé por um estádio com lotação esgotada. O primeiro desses momentos foi para dirigir algumas palavras ao público e para chamar um a um os jogadores presentes.

"Queria agradecer-vos por me terem feito esta homenagem, que só foi possível graças ao FC Porto e ao seu presidente. Este clube vai estar sempre no meu coração, foi aqui que cresci como homem e aprendi o que é o futebol e o valor de poder vencer, por isso estou eternamente grato a vocês", disse através da instalação sonora do Dragão. O "mágico" recebeu ainda lembranças do FC Porto (pela mão de Jorge Nuno Pinto da Costa) e do FC Barcelona.

Como diria Quinito, ex-treinador dos Dragões, foi uma partida "entretida", naturalmente jogada a um ritmo lento. O FC Porto chegou ao 2-0 em 15 minutos, com golos de Derlei (após assistência de McCarthy) e do próprio sul-africano, após passe de Deco. Os Dragões pareceram sempre mais competitivos do que o adversário (há características que nunca se perdem) e o público vibrou não só com os golos mas também com os cortes de Jorge Costa, com a forma como o meio-campo portista continuava a tricotar como nos velhos tempos (mais devagar, claro está) e com as defesas de Vítor Baía.

Logo aos quatro minutos da primeira parte, o FC Barcelona fez entrar três pesos pesados: Deco (que foi com Vítor Baía o único futebolista a alinhar pelas duas formações), Messi (que revolucionou verdadeiramente o encontro) e Eto'o. Estas substituições desequilibraram a balança, com os catalães a tornarem-se muito mais perigosos na frente e a chegarem ao empate em três minutos, fruto de duas arrancadas de Messi. Na primeira serviu Eto'o, na segunda o guarda-redes Bruno Vale ainda tirou a bola dos pés do argentino, mas o ressalto sobrou para Deco, que, com um chapéu, fez o 2-2. E o luso-brasileiro ainda teve tempo para pedir desculpas por marcar na "baliza errada".

A defesa do FC Porto recompôs-se - saiu Jorge Andrade, que, ao ser substituído, "encenou" o celébre "pontapé" em Deco que o tirou da segunda-mão das meias-finais da Champions, em 2004 -, o meio-campo voltou a "pegar" no jogo e, depois de Sérgio Conceição acertar no poste, Jankauskas recolocou o FC Porto a vencer (3-2). Porém, a equipa do FC Barcelona, mais jovem e claramente com mais "pulmão" no segundo tempo, cedo voltou a empatar, com nova intervenção de Messi, que isolou Eto'o para o 3-3. E o vice-campeão do Mundo quase parece ter-se sentido obrigado a marcar no estádio em que se estreou como sénior, há dez anos. Fez o 4-3 para os forasteiros, com um golpe de cabeça após cruzamento de Eto'o.

O espectáculo ficou completo com o 4-4, da autoria de Deco (com mais um toque cheio de classe por cima do guarda-redes), no último segundo, e, depois, com a despedida ao som de "A kind of magic" e uma volta emocionada ao estádio. Fica ainda outra certeza: o Dragão está aprovado no ensaio geral e pronto para o regresso ao futebol competitivo. A apresentação da equipa é já no domingo, a partir das 17h45.



DECLARAÇÕES

Deco: “Foi um dia fantástico”
O ex-jogador agradeceu aos adeptos, ao FC Porto, à família e aos filhos

​Deco despediu-se dos relvados no Dragão, o palco em que tantas alegrias deu aos adeptos azuis e brancos. No final da partida entre FC Porto 2004 e Barcelona 2006, o “Mágico” estava emocionado e demonstrou-se feliz por ter o “carinho, respeito e admiração de todos”, após quase duas décadas de carreira como futebolista.

Em declarações logo após o final do jogo, Deco falou da sua “vida nestes últimos anos”: “Ganhar títulos é muito importante e muito bom, mas o que acaba por ficar mesmo da carreira de futebolista é o carinho, respeito e admiração que tenho de todos”. Apesar de não gostar de rever os próprios jogos, Deco prometeu ainda que irá relembrar a partida no Estádio do Dragão: “Sem dúvida que vou ver este jogo novamente, com os meus filhos. Foi uma festa bonita”.

Mais tarde, ao Porto Canal, Deco agradeceu a todos os que estiveram envolvidos: adeptos, FC Porto, família e filhos. "Foi um dia fantástico. Foi uma festa melhor do que eu esperava, memorável, e penso que os adeptos também se lembrarão sempre deste jogo”.

A vida de futebolista, afirmou Deco, foi a que sempre quis: “Valeu tudo a pena, todos os sacrifícios, por uma vida fantástica, porque sempre quis ser jogador de futebol. Faria tudo 100 por cento igual e queria agradecer a todos os meus amigos que vieram - quando se tem jogadores desta qualidade dentro de campo, num jogo entre as duas equipas que marcaram a minha vida, torna-se sempre um bom jogo”.



RESUMO DO JOGO

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“BÊS” VENCEM VIANENSE

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O FC Porto B venceu, esta sexta-feira, o Vianense, do Campeonato Nacional de Seniores, série A, por 3-0, em jogo de preparação disputado no Estádio de Pedroso. Os portistas alcançaram a vantagem no desafio já perto do intervalo, com golos de Céléstin Djim (38m) e de Gonçalo Paciência (44m), tendo carimbado o resultado final aos 74 minutos, com um golo de Roniel.

O onze inicial dos "bês" portistas foi o seguinte: Caio; Víctor García, Leander Siemann, Júnior e David Bruno; Leandro, Graça e Pavlovski; Ruben Macedo, Célestin Djim e Gonçalo Paciência. Jogaram ainda: Filipe Ferreira, Braima, Verdasca, Ricardo Tavares, David Sualehe, Belinha, Elvis, Rúben Alves, Jonathan, Roniel, Kléber e Frédéric.



RESUMO DO JOGO

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capas da imprensa

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sexta-feira, 25 de Julho de 2014

LET THE GAMES BEGIN.

Publicada por Pedro Ferreira de Sousa Categoria:

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1 - Nota Prévia

Como Rodrigo Almada Martins tão bem explicou neste fórum, os FCPortistas são diferentes – pessimistas, desconfiados e avessos a mudanças radicais. Os jogos são sempre difíceis e o FCPorto tem sempre de estar no seu melhor nível para os ganhar. Qualquer clube, mesmo os mais humildes, tem um ou outro jogador que pode fazer a diferença, que nos pode tramar, que temos de estar de olho.

Lembro-me de um Beira-Mar de há uns anos atrás no qual brilhava Juninho Petrolina. A equipa era fraca, mas era preciso ter muito cuidado com o Juninho, marcá-lo em cima, não deixar jogar!

O FCPorto não entra em campo com o jogo ganho. Entra para jogar, para ser melhor e para ganhar. Mas entra com respeito pelo adversário e com a consciência dos seus defeitos e fraquezas.

Somos assim. E, em boa verdade, não quero que mudemos.

2 – LopesTelles (carinhosa, penso, criação de Bernardino Barros)

LopesTelles entrou bem no FCPorto. Um discurso ambicioso e personalizado, suportado por um contrato de 3 anos que deixava antever uma pequena revolução no FCPorto. As notícias começaram a circular – jogadores espanhóis da confiança do treinador. Alertei, neste espaço, para aquilo que entendi (e entendo) como os perigos da contratação, por empréstimo, sem opção de compra (ou seja, um ano de férias na belíssima cidade do Porto), de jovens jogadores espanhóis.

Tal cenário apenas se confirmou com Oliver Torres, o aparente pequeno mago de Madrid.

O FCPorto veio, então, a assegurar um conjunto extenso de jogadores e a dispensar outros tantos (Josué, Licá, Helton, Ghilas e Ab... – estou com preguiça de ir ver ao zerozero.pt como se escreve o nome deste caramelo senegalês) – a tal revolução que se anunciava.

E para já é aqui que o sentido dos sinais se começa a cruzar. As boas indicações dadas no início da relação com o FCPorto, tais como a ambição, a liderança e os anúncios de uma predilecção por um futebol atractivo e ofensivo (características que nem sempre são sinónimas), esbarram agora com escolhas duvidosas e, como em tudo na vida, altamente questionáveis.

Como já tive oportunidade de afirmar em outra sede, os jogadores são como os melões, só depois de os abrir é que se sabe se são bons. Houve contratações de craques que não vingaram (Diego, Luis Fabiano e etc.) e houve contratações de "desconhecidos" que se revelaram bombas (Deco, Maniche e etc.). Portanto, exemplos de apostas de sonho e de flops completos encontramos para os dois lados.

Torres, Adrián, Brahimi, Tello, Casemiro e companhia são todos jogadores interessantes, mas só o tempo dirá se serão, de facto, jogadores à FCPorto. Mas isto não é características destes jogadores em particular. É assim sempre. É a natureza das coisas.

O que questiono é o timing e a necessidade das contratações, especialmente o desejo já há muito anunciado – e em vias de ser concretizado – da aquisição de um guarda-redes.

A necessidade e o timing são péssimos. O guarda-redes desempenha uma função nuclear, que precisa de confiança. Que acharão Helton, Fabiano e Ricardo disto...? Um treinador entra e quer um guarda-redes da sua confiança. Muito bem. Mas contratar alguém já depois de findo o estágio e perto do início da competição (pré-eliminatória da Champions) afigura-se-me potencialmente desestabilizador.

E o que questiono, num segundo nível de análise, é a dispensa de Hélton e de Ghilas. Se se confirmar as notícias avançadas pelos meios de comunicação social (designadamente pelo jornal “O Jogo”, que não se costuma enganar muito no que concerne ao clube do Dragão), LopesTelles terá dispensado os dois jogadores… sem sequer os treinar!

Das duas uma:

i) Ou LopesTelles possui uma confiança inabalável nos jogadores que tem à sua disposição, tanto que nem sequer precisa de equacionar a inclusão do capitão da equipa há uma série de anos e de um avançado que valeu a permanência do clube na transacta Liga Europa.

ii) Ou LopesTelles pretende blindar o balneário com jogadores da sua inteira confiança (e “inteira” não traduz exactamente aquilo que pretendo expressar, porque, na verdade, o treinador parece pretender apostar em jogadores que dependam a 120% do treinador – o que, bem vistas as coisas, também torna o treinador 120% dependente dos jogadores, basta pensar o que acontece se todas as suas contratações abandonarem o barco porque, por exemplo, o FCPorto não se qualifica para Liga dos Campeões – sai com eles também?).

Em qualquer caso, se as dispensas de Josué (que me custa algo a aceitar), Licá e Ab… se poderão compreender, as restantes levantam um enorme ponto de interrogação.

Se se confirmar a segunda das hipóteses acima assinaladas, só me pergunto o seguinte: quanto tempo falta para LopesTelles sentar Quaresma no banco e, aí, termos o caldo entornado com estoiro?

3 – Let the games begin

Todas as considerações supra são, em boa verdade, relativamente irrelevantes. O que interessa é ver a equipa a jogar, o estádio de novo cheio e a torcida com a equipa.

E é por isso que dou por mim muitas vezes a desejar o início dos jogos, a pensar no onze base e a antever as jogadas e os golos que festejarei no Dragão (e em todo o lado!).

Não estou nervoso, nem excitado – estou ansioso.

Pedro Ferreira de Sousa

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​​Já não há bilhetes para o jogo entre o FC Porto de 2004 e o FC Barcelona de 2006 (agendado para 25 de Julho, às 19h45, no Estádio do Dragão), que marca a despedida de Deco dos relvados e junta as duas equipas pelas quais o "Mágico" se sagrou campeão europeu.



DECO: "ACIMA DE TUDO VAI SER UMA FESTA"

Em jeito de antevisão do jogo de sexta-feira, que tem a lotação quase esgotada, Deco referiu que vai ser “acima de tudo, uma festa” do futebol: “Este é um ano importante, pois faz dez anos que o FC Porto venceu a Liga dos Campeões. Este jogo vai ser um bom momento para ver jogadores importantes na história do FC Porto e para ver também alguns jogadores do Barcelona”.

Segundo Deco, há, acima de todas as outras, uma coisa boa que leva do futebol: “As relações que tenho no mundo do futebol são fantásticas. São quase 20 anos a jogar futebol profissional e nunca tive problemas com nenhum jogador, muito pelo contrário. Sinto-me bem com isso e sinto que isso é uma das coisas que o futebol deixa, o que é muito bom”.

fonte: fcporto.pt

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quinta-feira, 24 de Julho de 2014

SEGUIR O MANUAL À RISCA.

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O FC Porto está a fazer tudo como manda o manual. Em duas semanas, conforme tinha determinado o treinador Julen Lopetegui, a equipa ganhou forma. Os jogadores que chegaram são de selecção, um estatuto que, mais ou menos fiável, é o único certificado de qualidade disponível em matéria de transferências. Acresce a muita experiência de Liga dos Campeões, UEFA e Liga espanhola - um melhoramento cheio de pertinência - e o grosso das contratações focou-se no ataque, que foi negligenciado depois de 2011, em contracorrente com as opções opíparas do Benfica.

Assegurado o médio-defensivo que faltava, percebe-se a mudança de tracção (de trás para a frente) e a subida de uns bons degraus, se não na qualidade da primeira linha de atacantes, pelo menos na diferença entre os prováveis titulares e os suplentes.

A conquista mais visível do FC Porto 2014/15, até agora, é a concorrência em várias posições, da qual nem sombra havia nas duas épocas anteriores. Tudo isto foi conseguido à custa de investimento, feito, em princípio, com tanta cautela quanta se pode ter nestas compras de milhões.

Menos simples, porque o dinheiro tem mais dificuldades em comprar relações humanas, será garantir remédio para o outro problema herdado de 2013/14: o da liderança, esfumada com a saída de Lucho González em janeiro e repelida para mais longe ainda pela venda de Fernando ao Manchester City. Alguém terá de ser o pai da nova família acabadinha de comprar.

fonte: ojogo.pt

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