quarta-feira, 23 de Abril de 2014

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ANDEBOL

  • benfica 25-26 FC PORTO
Vitória ÉPICA do andebol do FC Porto no pavilhão da Luz.

Os dragões chegaram aos 25-25 a menos de 5 segundos do fim, e quando se pensava que o empate seria o resultado final, que seria até positivo para o FC Porto, eis que o técnico do benfica tenta uma última cartada para ainda conseguir a vitória (que era o único resultado que servia aos locais) e abdica de guarda-redes. No entanto, a reposição de bola do seu pivot é deficiente e Gilberto Duarte estava no sítio certo para captar a bola e de imediato a atirar desde o meio campo para a baliza aberta. O pavilhão da Luz, sob um silêncio sepulcral, assiste à festa dos jogadores portistas que assim conseguem uma vitória extraordinária, importante e na minha opinião merecidíssima.

A equipa azul e branca soube sempre estar serena e atacar de forma consciente, tranquila e sem precipitações. Estivemos sempre dentro do jogo e quando Tiago Rocha conseguiu o 25-25, pode-se dizer que o FC Porto, até a questão psicológica dos últimos segundos naquele pavilhão, já tinha sido superada.

Pedro Spínola com 7 golos e Gilberto Duarte com 6 (sem esquecer Tiago Rocha e Schubert com 4), foram os nossos melhores marcadores.

Ganhando o jogo em atraso (domingo, dia 27 Abril), passaremos para o 1º lugar (com o abc a poder igualar-nos, mas a ter que ganhar na luz no dia 26 Abril e em braga, com o águas santas, dia 30 Abril).
  • PRÓXIMOS JOGOS
Este domingo (dia 27 Abril), pelas 22h00 continentais, jogamos na Horta, podendo-se seguir o relato na rádio antena9 dos Açores.



HÓQUEI EM PATINS

  • PRÓXIMOS JOGOS
No próximo domingo, dia 27 Abril, jogamos em Alenquer, casa do Sporting pelas 16h00 (bolatv). Já esta noite (4ª feira, dia 23) jogamos para a taça em Valença (21h30).



BASQUETEBOL

  • terceira basket 70-79 FCP DRAGON FORCE
Vitória excelente dos dragões ma Ilha Terceira, que estão assim a uma vitória da final.

Ao intervalo, já liderávamos o marcador, para na 2ª parte acabarmos a gerir da melhor forma a nossa supremacia.

Pedro Bastos (24 pontos) e Ferran Ventura (21) estiveram brilhantes, muito bem secundados por João Grosso (13).
  • PRÓXIMOS JOGOS
Próximo sábado (dia 26 Abril), joga-se o 2º jogo das meias finais, pelas 18h00, no Dragão Caixa. Se necessário, o 3º jogo será no mesmo local, pelas 15h00 de domingo, dia 27 Abril.

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RESULTADOS DRAGÃO: 14-Abr a 20-Abr

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terça-feira, 22 de Abril de 2014

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FC PORTO-Rio Ave, 3-0

Liga 2013/14, 28.ª jornada
21 de Abril de 2014
Estádio: Dragão, Porto
Assistência: 17.509 espectadores


Árbitro: Nuno Almeida (Algarve).
Assistentes: Pais António e Valter Pereira.
4º Árbitro: José Laranjeira.

FC PORTO: Fabiano, Danilo, Maicon, Mangala, Alex Sandro, Defour, Herrera, Josué, Ricardo, Jackson Martinez, Varela.
Substituições: Ghilas por Varela (38m), Quintero por Josué (46m), Licá por Alex Sandro (77m).
Não utilizados: Kadú, Reyes, Carlos Eduardo, Kelvin.
Treinador: António Folha.

RIO AVE: Ederson, Lionn, Rodríguez, Marcelo, Edimar, Filipe Augusto, Tarantini, Rúben, Braga, Pedro Santos, Hassan.
Substituições: André Vilas Boas por Lionn (40m), Ukra por Braga (68m), Diego por Rúben (75m).
Não utilizados: Ventura, Tiago Pinto, Júlio Alves, Velikonja.
Treinador: Nuno Espírito Santo.

Ao intervalo: 0-0.
Marcadores: Jackson (61m, pen), Herrera (72m), Danilo (90m+4).
Cartões amarelos: Mangala (34m), Josué (34m), Alex Sandro (36m), Marcelo (60m), Edimar (62m).

Com 17.509 espectadores nas bancadas do Estádio do Dragão, naquela que foi a segunda pior assistência da época, a verdade é que o jogo esteve longe de ser interessante. Durante os primeiros 45 minutos, a qualidade do futebol praticada não foi a melhor e por isso foram poucas as vezes que o FC Porto esteve perto de marcar.

Ao longo do primeiro tempo, foram três as vezes em que o FC Porto esteve perto de inaugurar o marcador. Primeiro foi Herrera a obrigar Ederson a uma boa defesa ao rematar rasteiro e logo a seguir foi a vez de Mangala, de cabeça, a fazer com que o guarda-redes mostrasse ter bons reflexos, pois a defesa ao cabeceamento do francês foi feita por instinto.

A última grande situação para marcar por parte dos dragões foi da autoria de Ricardo, que rematou com força para defesa de Ederson.

Ao contrário da primeira parte, o FC Porto entrou bem na segunda parte e não precisou de muito tempo para se aproximar com perigo da baliza do Rio Ave. Logo nos primeiros segundos, Danilo obrigou Ederson a uma defesa a dois tempos após um remate forte.

Os dragões mantinham a posse de bola e, embora sempre a um ritmo baixo, tentavam levar a melhor sobre a defesa organizada do Rio Ave que, no entanto, não dava mostras de ceder. Já no ataque, os homens de Vila do Conde raramente conseguiam colocar o setor mais recuado do FC Porto em sentido, exceção feita ao minuto 58, quando Tarantini cabeceou com perigo após surgir sem marcação na área.

Porém, dois minutos depois, Marcelo teve uma entrada imprudente sobre Jackson Martínez e carregou em falta o avançado colombiano dentro da área, quando este tentava rececionar um passe de Quintero, que tinha entrado ao intervalo.

O árbitro Nuno Almeida de pronto assinalou grande penalidade e Jackson Martínez não desperdiçou a oportunidade de inaugurar o marcador, e reforçando o estatuto de melhor marcador do campeonato.

Quintero foi inteligente na forma como descobriu e conseguiu colocar a bola em Jackson Martínez e voltou a mostrar a excelente visão de jogo aos 72 minutos, altura em que voltou a colocar a bola pelo ar na área do Rio Ave, onde apareceu Herrera a dominar de peito e de cabeça a ampliar a vantagem para dois golos. Contudo, o resultado final, apenas foi estabelecido no último lance do jogo, com Danilo de livre e com a ajuda da barreira a bater Ederson e a tornar o resultado demasiado pesado para o Rio Ave.



DECLARAÇÕES

ANTÓNIO FOLHA

Em flash-interview após a vitória (3-0) sobre o Rio Ave, da 28.ª jornada da Liga, António Folha, que substituiu Luís Castro no banco do FC Porto, devido a castigo, considerou justa a vitória sobre os vila-condenses e declarou a intenção do FC Porto de continuar a trabalhar para vencer os restantes jogos da temporada.

O treinador-adjunto portista considerou que houve mais FC Porto na segunda metade, mas que os Dragões foram superiores ao Rio Ave: "A primeira parte não foi tão bem conseguida, mas na segunda, pelo que fizemos, merecemos inteiramente esta vitória. É sempre importante vencer, pois é para isso que trabalhamos diariamente e vamos continuar a trabalhar".

Em relação a Jackson Martínez, que marcou o seu 19.º golo na Liga, António Folha foi sucinto: "Primeiro estão os objetivos colectivos e depois os individuais. Naturalmente, esperamos que ele consiga".



RESUMO DO JOGO

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Tribunal O JOGO: FC PORTO - Rio Ave, 3-0
Árbitro Principal: Nuno Almeida (Algarve) / Assistentes: Pais António e Valter Pereira / 4º Árbitro: José Laranjeira.




fonte: ojogo.pt e portistaforever.blogs.sapo.pt

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segunda-feira, 21 de Abril de 2014

AS RENÚNCIAS

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Consumou-se no passado dia 31 de Março a renúncia de Angelino Ferreira ao cargo de administrador da FC Porto-Futebol, SAD com o pelouro financeiro, e a sua substituição por Fernando Gomes (antigo presidente da Câmara Municipal do Porto). Curiosamente, Angelino Ferreira tinha sucedido a outro Fernando Gomes, o actual presidente da FPF, que igualmente tinha renunciado ao cargo. Ou seja, no espaço de quatro anos (a anterior substituição ocorrera em 2010) dois administradores financeiros da SAD renunciam, enquanto os restantes administradores executivos (Pinto da Costa, Adelino Caldeira e Reinaldo Teles) permanecem nos seus cargos para os quais todos foram eleitos pelos accionistas.

É caso para perguntar, qual a razão de tais renúncias? Pois bem, nem um nem outro deram explicações quer a accionistas, quer a sócios, que são os principais interessados pois foram eles que os elegeram directamente (accionistas) ou indirectamente (sócios). Esta ausência de explicações não deixa de ser bastante negativa porque presta-se a todo o tipo de teorias ou de especulações.

Fosse o administrador ou director do futebol a renunciar e não se falaria doutra coisa. Como se trata do administrador financeiro não se passa nada. Por alguma razão nas muitas entrevistas ao presidente Pinto da Costa não me recordo de alguma vez ter sido abordado o tema da situação financeira. Lá está, ninguém vai para a Avenida dos Aliados comemorar os vinte milhões de euros de lucro da época passada, e ninguém fica muito preocupado com os trinta milhões de prejuízo no primeiro semestre da corrente época.

Ninguém fica muito preocupado com os trinta milhões de prejuízo no primeiro semestre, não será bem o caso. Pelos vistos, e agora sou eu a teorizar, tão preocupado ficou Angelino Ferreira que renunciou ao cargo. E não foi certamente com ânimo leve porque não é qualquer um que renuncia a remunerações verdadeiramente principescas. Recordo que na época de 2012/2013 auferiu a bonita verba de 432.000 euros (240.000 de remuneração fixa mais 192.000 de gratificações), fora todas as outras mordomias inerentes ao cargo. Não posso, pois, deixar de prestar tributo ao Dr. Angelino Ferreira pelo desprendimento que revelou, tão pouco comum nos dias que correm, pondo os interesses do FCP acima dos seus (será que se pode dizer o mesmo dos restantes membros da estrutura?). Vénia para ele.

Mas afinal, não tendo sido invocadas razões pessoais (como acontece muitas vezes quando não se quer revelar as verdadeiras razões), por que renunciou Angelino Ferreira? Terá sido pelo tal enorme prejuízo de trinta milhões?

Não vou fazer um exercício de especulação, vou cingir-me aos factos. Para isso vou socorrer-me das afirmações do próprio Angelino Ferreira em extensa entrevista ao Diário Económico em 2 de Maio de 2013 onde refere o seguinte:

"Temos um plano de negócio a cinco anos onde está prevista a contenção. Temos de fazer a otimização e diminuição de encargos com recursos humanos e diretamente com o plantel, mas isso será a cinco anos, pois muitos contratos são plurianuais e há alguma rigidez", afirmou, antes ainda de falar na forma como o FC Porto estará no mercado nos próximos anos. "Existe uma curva que levará a ter custos menores com recursos humanos, não só nos custos com pessoal, mas nas próprias amortizações dos investimentos em novos jogadores. O downsizing tem de ser feito pelos clubes, pois caso não o façam alguém o fará por eles", e acrescentou: "Enquanto o mercado valer realização de mais-valias temos de aproveitar, mas é fundamental a viragem para um modelo de negócio mais sustentável com proveitos operacionais e não decorrentes da venda de direitos económicos dos jogadores".

Ou seja, Angelino Ferreira defendia a redução de custos e a diminuição da dependência da realização de mais-valias na venda de “passes”. Entretanto, o que é que se verificou?

Como se pode ver no meu último artigo sobre as contas semestrais (AQUI), os custos operacionais aumentaram 6%, os proveitos operacionais baixaram 1% e a dependência da realização de mais-valias aumentou. Isto é, tudo ao contrário do preconizado por Angelino Ferreira!

Aliás, já neste meu artigo de 8 de Setembro de 2013 (AQUI), eu alertava para estas incoerências quando escrevia: "Resta saber se no seio do conselho de administração o administrador financeiro tem a força suficiente para impor as suas ideias".

Dito de outra maneira, não posso estar mais de acordo com Angelino Ferreira. Mas, não sei porquê, ao ler esta declaração, vem-me à memória o célebre Frei Tomás e o ditado popular: "Que bem prega Frei Tomás! Façam o que ele diz!, Não olhem para o que ele faz!"...

Portanto, quem anda atento a estas matérias não estranhará esta renúncia do administrador financeiro.

Encerrado o capítulo Angelino Ferreira, segue-se Fernando Gomes. Que linhas orientadoras na área financeira serão de esperar? A mesma filosofia de Angelino Ferreira, que não vingou mas parece ser a correcta, ou a política de navegação à vista, a política do “vamos indo e vamos vendo, um dia de cada vez” que tem sido seguida, diga-se com bons resultados desportivos (a desastrosa época corrente não pode apagar tudo o que de bom foi conseguido anteriormente) mas que conduziram a SAD a uma situação financeira muito preocupante? E como vai lidar com a cada vez mais premente questão do fair-play financeiro da UEFA?

Que Angelino Ferreira, ao sair, não queira falar porque há assuntos que são para ficar dentro de portas, entendo. Que Fernando Gomes, ao entrar, não venha dar a sua opinião sobre a situação financeira, não venha publicamente esclarecer a família portista sobre o seu programa para as finanças do clube, já não entendo. Mesmo considerando o actual momento muito difícil que se vive no futebol, onde todas as atenções já estão viradas para a próxima época e respectivo corrupio de entradas e saídas de treinadores e jogadores, convinha não esquecer que esta vertente desportiva está fortemente condicionada pela vertente financeira (e vice-versa). Aguardemos, pois.


nota: o blog BPc agradece ao JCHS a elaboração deste artigo.

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Luís Castro garante que o FC Porto “irá reagir da melhor forma” ao afastamento da Taça de Portugal, apresentando-se de forma “equilibrada” para defrontar o Rio Ave (segunda-feira, 20h00), em jogo da 28.ª jornada da Liga portuguesa. Como “âncoras” para esse encontro, os azuis e brancos terão as exibições produzidas frente a Benfica (em casa), Nápoles (casa e fora) e Sevilha (em casa), que vão procurar replicar.

“Após uma eliminação de uma meia-final, ninguém fica em condições óptimas para abordar o jogo seguinte. No entanto, também já temos como experiência jogos em que estivemos muito bem e em que entendemos que a equipa estava em pleno para abordar o próximo e depois o não conseguiu fazer da melhor forma. Isto leva-nos a pensar que há momentos em que as equipas conseguem renascer e outros em que não se conseguem manter”, explicou o técnico.

Os portistas vão assim procurar uma exibição completamente diferente da de quarta-feira, frente ao Benfica, mesmo sem Fernando e Quaresma, castigados: “É sempre melhor termos todos os jogadores disponíveis para o jogo, mas também já temos o Maicon em pleno, após um largo período em que mostrava alguma instabilidade em termos de disposição para os jogos. Está totalmente recuperado e essa é uma boa notícia para nós. Certamente que todos aqueles que estiverem prontos vão estar empenhados em honrar o clube e em dar tudo deles para conquistar um bom resultado, num momento que não é o melhor para nós, mas o FC Porto está habituado a conseguir dar passos em frente quando se pensa que vai dar dois atrás”.

Luís Castro preferiu não abordar a sua ausência no banco, após ter sido expulso no Estádio da Luz – “Claro que era melhor para a equipa eu estar no banco, mas isso também não põe o que quer que seja em causa” – e analisou depois o adversário de segunda-feira, ao qual deu os “parabéns” pelo apuramento para a final da Taça de Portugal: “Tem tido prestações muito competentes, especialmente fora de casa. É uma equipa muito perigosa e que tem um futebol muito intenso na sua transição ofensiva. Temos de ser uma equipa muito equilibrada para fazer frente a um rival muito competente e bem orientado”.

fonte: fcporto.pt


LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Fabiano e Kadú;
Defesas: Danilo, Maicon, Reyes, Mangala, Alex Sandro;
Médios: Josué, Quintero, Herrera, Varela, Licá, Carlos Eduardo, Ricardo, Kelvin e Defour;
Avançados: Jackson Martínez, Ghilas

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domingo, 20 de Abril de 2014

HONRA A CAMISOLA

Publicada por sdvaladares Categoria:

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Já tudo foi dito sobre a época desastrosa do Futebol Clube do Porto. Já muito foi dito sobre o que acontecerá na próxima época e quais as decisões que a Direcção tem que tomar.

Neste momento, não quero entrar em questões técnicas nem emitir a minha opinião sobre o que deve acontecer, até porque a época ainda não terminou. Temos uma meia-final para vencer e um território para defender. Mais do que boas exibições, exige-se suor dentro de campo. Não quero fotos nas redes sociais a dizer que somos Porto, não quero declarações à imprensa a dizer que fomos uma vergonha. Para isso estamos cá nós, pois temos olhos e sabemos que a época está a ser vergonhosa. O que todos nós queremos é respeito pelo símbolo que têm ao peito e por todos os que vos seguem durante todo o ano. Queremos que HONREM A CAMISOLA!!!

Porque o Futebol Clube do Porto é muito mais que futebol, convém não esquecer há três títulos nacionais para conquistar e uma Liga Europeia para nos fazer sonhar.

Parabéns ao basquetebol pela vitória frente ao Terceira Basket e ao andebol pela grande vitória sobre o clube do regime! Para terminar, quero mandar um grande abraço ao comentador da Bola Tv do jogo de andebol. Continuam a ser a mesma vergonha e, ao mesmo tempo, a nossa gasolina. “AHHHH... AHHHH!

A todos os Portistas, um grande abraço e um conselho: USEM AS MÁSCARAS PARA SE PROTEGEREM DO PÓ QUE VAI ANDAR NO AR NAS PRÓXIMAS SEMANAS!

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sábado, 19 de Abril de 2014

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FC PORTO B-benfica B, 4-1

II Liga 2013/2014, 39.ª jornada
19 de Abril de 2014
Estádio de Pedroso, Vila Nova de Gaia


Árbitro: Manuel Oliveira (Porto).
Árbitros assistentes: Cristóvão Moniz e João Santos.
Quarto árbitro: Carlos Dias.

FC PORTO B: Kadú; Víctor García, Zé António, Tiago Ferreira e Quiño; Mikel, Leandro e Pedro Moreira (cap.); Tozé, Kayembe e Gonçalo Paciência.
Substituições: Tozé por Ivo (65m), Gonçalo Paciência por Frederic (67m) e Kayembe por André Silva (76m).
Não utilizados: Stefanovic, David Bruno, Pavlovski e Bruno Silva.
Treinador: José Guilherme.

benfica B: Bruno Varela; João Cancelo, Fábio Cardoso, Victor Lindelhof e Bruno Gaspar; Ruben Pinto (cap.), Carlos Martins e Bernardo Silva; Gonçalo Guedes, Hélder Costa e Lolo.
Substituições: Gonçalo Guedes por Rudinilson Silva (21m), João Cancelo por Nelson Semedo (46m) e Lolo por João Teixeira (72m).
Não utilizados: Miguel Santos, Filip Markovic, Rui Fonte e Gianni Rodríguez.
Treinador: Hélder Cristóvão.

Ao intervalo: 4-1.
Marcadores: Leandro (30m), Tozé (33m e 45+2m, g.p.), Lolo (40m) e Pedro Moreira (44m).
Disciplina: cartão amarelo a Kayembe (27m), Leandro (40m), Hélder Costa (50m), Bernardo Silva (60m), Tiago Ferreira (63m) e Mikel (70m); cartão vermelho a Lindelhof (17m).

O FC Porto B venceu, este sábado, o Benfica B por 4-1, no Estádio de Pedroso, em encontro da 39.ª jornada da Segunda Liga. Num encontro que contou com uma expulsão, aos 17 minutos, de um jogador visitante, ao intervalo o marcador já mostrava o 4-1 final favorável aos jovens Dragões, com Tozé (dois golos), Leandro e Pedro Moreira a fazer os golos dos portistas. Com este resultado, o FC Porto B amealhou a 21.ª vitória na Segunda Liga, subindo ao segundo lugar da competição, a dois pontos do líder Moreirense.

​A partida iniciou-se após a entrega, a Gonçalo Paciência, do prémio de Melhor Jogador Jovem da Segunda Liga do mês de Março. Mas essa foi apenas a primeira das grandes emoções da tarde, nomeadamente a partir da (justa) expulsão do defesa visitante Lindelhof (17m), após impedir que Tozé se isolasse em frente a Bruno Varela. Os “bês” do FC Porto demoraram a perceber como haveriam de derrubar a oposição do Benfica B mas, aos 30 minutos, Leandro deu a dica: uma autêntica “bomba” do médio portista que só parou no fundo das redes adversárias, após bela jogada de (um até ali "adormecido") Kayembe.

Apenas três minutos volvidos, foi Tozé a fazer o gosto ao pé, concluindo uma jogada que ele próprio iniciou e aproveitando mais um cruzamento do extremo belga (2-0). O domínio portista foi interrompido, de forma curta, por um golo de Lolo (40m), mas os últimos cinco minutos da primeira metade foram frenéticos e com mais golos do FC Porto: primeiro, foi Tozé a desmarcar-se pela esquerda, colocando a bola no centro, tendo Gonçalo Paciência deixado a bola para o capitão Pedro Moreira marcar o 3-1. O 4-1 com que terminou a primeira parte (e, mais tarde, a partida) surgiu de um penálti sobre Tozé que o próprio avançado portista se encarregou de converter, alcançando o seu 18.º golo na Segunda Liga.

A segunda parte disputou-se com menor intensidade, mantendo-se o natural domínio das operações por parte do FC Porto B. Nota para uma bela inciativa individual de Kayembe (58m), que o guarda-redes adversário defendeu com dificuldade, e para algumas jogadas de bom entendimento entre os jogadores portistas. Após a entrada de Ivo e de André Silva (após terem marcado, cada um, um golo pelos Sub-19 portugueses na vitória contra a Geórgia, na sexta-feira), o jogo subiu de interesse e as jogadas de perigo foram surgindo em maior número na área do Benfica B, mas o resultado não sofreu mais alterações.

Com este resultado, os comandados de José Guilherme posicionam-se no segundo lugar da Segunda Liga, a dois pontos do Moreirense e com um de avanço sobre o terceiro classificado, o Penafiel, com três partidas ainda por disputar na competição. O próximo jogo do FC Porto B é contra o Sporting B e está agendado para 27 de Abril, no Estádio José de Alvalade.

fonte: fcporto.pt

CLASSIFICAÇÃO II LIGA
1º - Moreirense, 39j, 19v, 15e, 5d, 72pts
2º - FC Porto B, 39j, 21v, 7e, 11d, 70pts



RESUMO DO JOGO

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MAIS PERGUNTAS DO QUE RESPOSTAS

Publicada por Pedro Ferreira de Sousa Categoria:

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1 - PROBLEMA

Sejamos fracos: temos um problema.

O diagnóstico está feito: a equipa está bloqueada, sem ritmos, sem rotinas, sem garra nem querer; o plantel é desequilibrado, não oferece soluções nem garantias; as escolhas de treinador e jogadores revelaram-se erradas.

Mas o diagnóstico não oferece resposta para tudo, desde logo para as origens do problema e para as respectivas soluções.

2 - ORIGENS

Muito se tem especulado sobre as origens do problema: SALÁRIOS EM ATRASO, comissões de empresários e dirigentes, luta pela sucessão na era pós-PdC e etc.. Na verdade, não tenho informação suficiente para formular um juízo sério e consistente sobre as causas do problema. Até pode ser uma combinação de todos esses rumores.

Custa-me pessoalmente a acreditar em salários em atraso, não obstante admitir que, no momento actual, em que a falta de liquidez atinge transversalmente o nosso tecido empresarial, o FCP possa também sofrer algumas limitações a esse respeito.

COMISSÕES DE EMPRESÁRIOS E DIRIGENTES parece-me um cenário plausível. Como se justifica o pagamento de cerca de quatro milhões de euros por 50% do passe de Ghilas ou então oito milhões de euros por 80 % do passe de Herrera? O argelino passou pelos escalões secundários do futebol francês e português antes de chegar ao FCP e o mexicano ainda não se havia afirmado no futebol do seu país.

O que levou Fucile - jogador que poderia aumentar os níveis de competitividade nas laterais do FCP - a não jogar? O que levou Iturbe - jogador que poderia ter feito a diferença nesta época, fazendo descansar Quaresma e sendo alternativa mais do que válida a Varela - a ser emprestado quando a sua pré-época foi altamente prometedora? O que levou Rolando - jogador que, nos tempos que correm, poderia trazer outra consistência ao centro da defesa do FCP - a ser afastado abruptamente do plantel? O que levou Castro - jogador que poderia fazer várias posições do meio campo e que, certamente, seria o primeiro a comer a relva pelo FCP - a ser empurrado para a Turquia?

São demasiadas perguntas sem resposta e todas com denominador comum - escolhas da máquina do FCP.

LUTA INTERNA PELA SUCESSÃO DE PDC parece-me óbvio. As aproximações de Alexandre Pinto da Costa e de Fernando Gomes à SAD do FCP, a saída de elementos preponderantes da SAD e o papel cada vez mais nuclear de Antero Henriques são elementos que podem não coexistir pacificamente na estrutura.

Penso que todos os portistas o desejam e, mais do que isso, o merecem. Terminada a época, PdC deveria explicar o que correu mal e o que pretende do próximo ano, do próximo treinador do FCP e do próximo plantel.

3 - SOLUÇÕES

Por muito que aprecie o estilo e a postura de Luís Castro, penso que não haverá condições para o manter para a próxima época. Se a equipa tivesse sido capaz de reagir e de ganhar a Taça de Portugal e a Taça da Liga, terminado bem o campeonato, talvez se pudesse aproveitar esse crescendo e começar a partir daí. Temo bem que, para fazer reset à máquina, o treinador tenha de ser sacrificado.

Coloca-se, assim, a questão de saber que poderá ocupar o lugar. Marco Silva? É a aposta mais recorrente nos jornais. Chamo, no entanto, a atenção para o campeonato que a Académica está a fazer. Com uma equipa de longe menos capaz, com jogadores medianos e mesmo fracos, Sérgio Conceição luta, neste momento, pelo sexto lugar, o que me parecia, no início da época, completamente impossível.

Parece-me que é no plantel que a mudança se deverá fazer sentir com maior acuidade. Varela chegou ao fim da linha. Defour tem qualidade para ser titular no Braga. Ba nem no Braga. Carlos Eduardo, Herrera, Josué, Licá e Quintero têm de subir de nível. Kelvin não pega. Danilo e Alex Sandro têm de perceber se querem permanecer e honrar a camisola de FCP (e, em boa verdade, precisam de descanso). Jackson quer ficar? Fica. Não quer, vai embora.

As contratações deverão ser cirúrgicas e, em tempos de crise, há que olhar para dentro. O FCP possui um vasto leque de jogadores na equipa B e na equipa sub-19 de elevadíssima qualidade. E não digo isto com aquela nostalgia das referências portuguesas, querendo a todo o custo ver jogadores nacionais no plantel. Pelo contrário, tenho acompanhado, no Porto Canal, aquelas equipas e devo dizer o seguinte: Rafa é dos mais promissores canhotos do futebol português; Tozé está um jogador feito; Vítor Garcia e Quino são alternativas mais do que viáveis; Gonçalo e Ivo têm qualidade para evoluir na equipa principal; Agu pode ser ensinado e tornar-se num bom trinco; Vítor, capitão dos sub-19, é uma verdadeira pérola e um centro campista como há poucos em Portugal.

Às vezes penso o que seria destes jogadores se vestissem de verde e branco...

Admito que este texto apresenta mais interrogações do que respostas, mas acho que, nesta fase, é disto que precisamos, isto é, identificar as questões pertinentes e legítimas para, no final da época, merecermos, como merecemos, as respectivas respostas.

Pedro Ferreira de Sousa

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HORA DOS VERDADEIROS

Publicada por Tripeiro Categoria: , ,

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A queda dos grandes é a felicidade dos medíocres!

Época para não esquecer e para não voltar a repetir. Depois do campeonato e da Liga Europa, na última quarta-feira vimos o nosso FC Porto ser afastado da taça de Portugal, ficando agora exclusivamente a lutar pela taça da Liga. E assegurar o terceiro lugar no campeonato, claro!

Só sente a derrota quem está habituado a vencer. Somos claramente o melhor clube português, a milhas dos outros. Ninguém quer passar por épocas assim mas quando elas aparecem, só temos de nos unir e lutar todos juntos para voltarmos a ganhar tudo novamente.

Apoiar nos bons momentos, é fácil. Somos apenas mais um. Fazer quilómetros atrás do clube quando estamos na ribalta, quando atropelamos tudo e todos os que se cruzam no nosso caminho, é fácil. Gastar dinheiro, ficar a dever horas de sono à cama, pedir dias de férias ao patrão, deixar a família em casa, tudo é fácil quando estamos em primeiro e vencemos todos os fins-de-semana.

Agora chegou a hora dos verdadeiros. Os que continuam lá mesmo nos maus momentos. Os que não se deslocam pelo facto de estarmos em primeiro ou em décimo. Os que não se deslocam pelos jogadores ou pelo treinador. Os que não se deslocam pelo resultado obtido na primeira mão. Os que acompanham o clube única e exclusivamente por amor à instituição.

E a diferença já se vai fazendo notar. Mas comecemos pelo hóquei!

Sábado dia 12, uma super deslocação à Corunha!! Como sempre, lá estivemos! Uns em viaturas particulares, outros de camioneta, cerca 80 ultras do FC Porto marcaram presença no pavilhão do Liceu da Corunha, à semelhança do que já havia acontecido em Março de 2012. Mesmo depois da derrota caseira por 1-2, os Dragões deslocaram-se a Espanha para dar a volta à eliminatória. E deram! Grande apoio que demos à equipa, que resultou na passagem à final-four da competição.

Sob o olhar arrogante da polícia espanhola, fomos colocados num canto do pavilhão. Tratados como autênticos animais, não podíamos calcar as escadas, não podíamos dar um passo ao lado e tínhamos de pedir para ir à casa de banho. Este jogo ficou marcado por um ataque dos covardes espanhóis ao autocarro que transportou os Super Dragões. À chegada à Corunha, num semáforo, pedras e garrafas serviram para partir os vidros. Felizmente não houve ferimentos graves. Depois de na pré-época os adeptos de Celta de Vigo terem causado distúrbios no estádio do Dragão, agora fomos recebidos à pedrada na Corunha. Valentões os galegos! Nada nos intimidou e dentro do pavilhão ficamos sem vozes até ao festejo com os jogadores, depois dos penaltis.

Regresso à Invicta para um merecido descanso, e apressado, pois no dia seguinte haveria nova deslocação!

Domingo rumámos a Braga. Arrisco-me a dizer que foi a deslocação a Braga em que levámos menos gente. Ficámos todos na parte superior da bancada e mesmo esse sector não encheu totalmente. Resultado? Um APOIO BRUTAL! Uma dedicação máxima, um grande espírito ultra entre as duas claques, cânticos recentes e cânticos antigos, ritmos pausados e perceptíveis, um espectáculo!!! Não foram 90 minutos de apoio, foram 90 minutos, mais 15 no intervalo, mais 20 minutos no final!!! Estádio vazio e um Show no sector dos Dragões!

É pena mas é preciso o clube estar mal para conseguirmos criar um ambiente assim! Parabéns a todos os presentes!


Três dias depois, nova deslocação à lixeira. Mais uma super presença de Portistas na mouraria, se bem que desta vez com um número bastante inferior ao habitual. Mais um grande apoio. Desde a viagem, ao cortejo e ao apoio durante o jogo, demonstrámos que este clube nunca caminhará só. Uma desilusão profunda esta eliminação, inadmissível. Mais uma vez o melhor em campo do FC Porto foram os seus ultras.

Quatro ou cinco jogos até ao final da época, dois deles em casa com o clube do Regime, há que honrar as nossas cores, temos de ser todos Guardiões da Invicta.

Um abraço ultra.

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sexta-feira, 18 de Abril de 2014

SEM DEFESA

Publicada por MM Categoria:

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Nasci em 1984, o que faz de mim um Portista com sorte, tendo acompanhado este Clube em anos dourados, numa cadência de títulos e grandes momentos quase sem paralelo na história do futebol mundial.

Sem memórias de Viena cresci no entanto a ver o FC Porto ganhar mais campeonatos que os rivais, passando a ser quase imbatível nos anos do Penta. Depois de um interregno suavizado pelo facto do grande rival continuar atrás de nós, voltamos a dominar internamente e a ganhar lá fora, duma maneira irresistível.

No entanto a vida não é feita apenas de Gelsenkirchen, Sevilha, Dublin, dois 5-0, golos no último minuto em Manchester e festas no galinheiro ou no terreno dos viscondes... Também tivemos espinhos e abalos fortes e nunca me esqueço de tardes/noites amargas como aquela em 1991 onde que perdemos um campeonato nas Antas, um jogo cruel com a Sampdória, uma eliminação injusta com o Bayern, mil e um desastres em Inglaterra ou mesmo um revoltante jogo no Algarve contra o maior rival, mesmo tendo acontecido numa competição menor.

Embora tenha festejado muito mais do que chorado, nunca vivo na ilusão que o FC Porto é imune à derrota e que só vence, como que por destino divino. Também já tivemos os nossos maus momentos e a grande força deste Clube nos últimos 30 anos sempre esteve na forma como reage e não numa suposta imunidade a momentos difíceis. Aliás, quando caímos até tem sido com estrondo, como por exemplo na malfadada temporada 2009/10.

Dito isto tenho no entanto de ser sincero e partilhar o que me vai na alma depois do jogo de quarta-feira. Foi mau demais e o sentimento no final do jogo foi de que dificilmente podia ter sido pior, naquela que para mim foi a derrota mais humilhante que vivi em quase 30 anos de vida. Não a mais triste, não a mais importante, não a mais inesperada. Simplesmente a mais humilhante.

Não vale a pena descrever detalhadamente o porquê do meu sentimento. Vocês sabem bem os motivos, ver tão pouco Porto, sermos batidos em superioridade numérica, sentir o jogo como "nosso" ao 1-1 para se escapar em seguida de forma quase natural, serve como ilustração duma noite histórica, pela negativa.

Este FC Porto 2013/14 fica como um case study de tudo o que de negativo pode ser feito numa temporada futebolística. Todos os Portistas sentem a frustração da péssima temporada mas, mais do que isso, carregam um sentimento de frustração porque fizemos tudo errado. Não se lutou sequer, muito menos perdemos de forma digna, entregámos tudo sem oferecer real oposição, cometendo todos os erros possíveis e imaginários, de uma maneira que ninguém pensava ser possível no FC Porto.

O mal está feito e 2 vitórias sobre o nosso rival no Dragão só servirão para repor um pouco do amor-próprio entretanto perdido. A grande batalha agora será reconstruir uma equipa de futebol, sob as cinzas dum conjunto desprovido de qualquer ADN Porto. Um desafio difícil atendendo às circunstâncias, mas ao qual não podemos escapar.

Se em Maio de 2013 estávamos no céu, a descida ao inferno foi rápida, demasiado rápida, incompreensivelmente rápida. Deitamos ao lixo um golpe de autoridade, perdemos um momento de ouro para desferir uma pancada contundente e duradoura no rival. Fomos cigarras e não formigas, o universo Porto transformou-se em algo que não lhe assenta, um pouco à imagem de 2004/05. O custo foi elevado e agora há que voltar a recomeçar, certamente com outra postura e outra atitude dentro e fora do relvado.

Foi um autêntico banho de humildade. Que seja o tónico para uma mudança de paradigma que há muito se adivinhava necessária e que deste momento difícil nasça um novo ciclo, com um FC Porto mais realista, lutador e ambicioso. Um FC Porto com atitude e raça, a fazer jus à sua história centenária. Um FC Porto com uma mentalidade forte e vitoriosa, honrando os pergaminhos do Clube que Pedroto e Pinto da Costa reergueram a partir de 1976 e que se tornou num exemplo de sucesso dentro e fora de Portugal.

Continuação de boa semana.

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AGENDA DRAGÃO: 18-Abr a 25-Abr

Publicada por Pedro Pereira Categoria:

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quinta-feira, 17 de Abril de 2014

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benfica-FC PORTO, 3-1

Taça de Portugal 2013/2014, meia-final, 2ª mão
16 de Abril de 2014
Estádio: Luz, Lisboa
Assistência: 45.380


Árbitro: Pedro Proença (Lisboa).
Assistentes: Tiago Trigo e Bertino Miranda.
4º Árbitro: Duarte Gomes.

benfica: Artur, Maxi Pereira, Jardel, Garay, Siqueira, Salvio, André Gomes, Enzo Pérez, Gaitán, Rodrigo, Cardozo.
Substituições: André Almeida por Cardozo (36m), Lima por Rodrigo (66m), Markovic por Gaitán (90m+6).
Não utilizados: Paulo Lopes, Steven Vitória, Sulejmani, Djuricic.
Treinador: Jorge Jesus.

FC PORTO: Fabiano, Danilo, Reyes, Mangala, Alex Sandro, Fernando, Defour, Herrera, Varela, Jackson Martínez, Quaresma.
Substituições: Josué por Herrera (64m), Ghilas por Varela (74m), Quintero por Reyes (82m).
Não utilizados: Kadú, Maicon, Carlos Eduardo, Ricardo.
Treinador: Luís Castro.

Ao intervalo: 1-0.
Marcadores: Salvio (17m), Varela (52m), Enzo Pérez (59m pen), André Gomes (80m).
Disciplina: Cartão amarelo para Quaresma (22m), Siqueira (25m), Danilo (48m), Reyes (58m), Herrera (64m), Varela (70m), Defour (75m), Jardel (78m), André Gomes (81m), Ghilas (90m), Artur (90m+2). Duplo amarelo e vermelho para Siqueira (28m), Quaresma (88m).

Jogava-se novo clássico no Estádio da Luz, 2ª mão da Meia-Final da Taça de Portugal. Uma das duas últimas oportunidades de “festejar”, segundo o que disse o nosso Presidente ainda esta semana, ainda que a meu ver, festejos contidos, muito fruto da péssima época realizada pela equipa azul e branca. Fora da corrida pelo Campeonato, 2º classificado distante, fracasso na Liga dos Campeões e eliminação com estrondo na última semana frente a um Sevilha que não é de todo do nosso “campeonato”. A juntar a isto a sucessiva falta de atitude competitiva em grande parte da temporada, trazia para este jogo a necessidade de limpar alguma da má imagem espalhada durante estes longos meses de competição e a vantagem estava do nosso lado com 1-0 da 1ª mão.

Para o jogo, Luís Castro começou com o 11 mais habitual desde que pegou na equipa. Do lado contrário um 11 mais forte do que aquele que foi ao Dragão, mostrando a importância de vencer o rival e conquistar a final da Taça. Entrada forte do Benfica e o Porto sem conseguir pegar no jogo, teoricamente com vantagem numérica no meio-campo adversário, nunca isso foi confirmado em campo, fruto da velocidade, dinâmica e capacidade de pressão do adversário, deixando por completo o Porto sem ideias e sem bola.

Não demorou muito até chegar o empate na eliminatória, aos 17’ Salvio corresponde de cabeça a um bom cruzamento perante a passividade da defesa portista. A partir daqui o Porto começou a ter mais bola, mais permitido pelo adversário do que mérito nosso, procurando o Benfica rápida transição após recuperar bola. Aos 28 minutos, corte completo com o perfil do jogo até então... Siqueira expulso por duplo amarelo em 2 minutos. Porto em igualdade na eliminatória e vantagem numérica no muito jogo que ainda havia pela frente mas sem consequências até final da 1ª parte. Ridicula a forma como encarámos a vantagem numérica, tendo mais bola mas pouca gente perto de Jackson.

Estranhamente não entrou Quintero ao intervalo para o lugar de um dos médios, pois os mesmos não estavam a dar profundidade nem criatividade ao jogo ofensivo. Estranhamente também, com vantagem numérica foi o o Benfica a mostrar mais vontade em aumentar a vantagem do que o Porto em empatar o jogo e decidir praticamente a eliminatória.

Mas Varela inventou o golo do empate. Perto da área, conseguiu enganar 2 adversários, entrou na área e rematou cruzado para o golo do Porto. 1-1 no jogo, vantagem de poder sofrer 1 golo e continuar na frente. Estavam decorridos 52 minutos. A partir daqui pedia-se cabeça, tranquilidade e segurança no jogo. Tudo ao contrário... não houve bola, não conseguimos ligar o jogo, parecíamos nós em desvantagem e a cometer erros atrás de erros. Assim o Benfica acreditou e começou a criar perigo, fez o 2-1 de penalty cometido por Reyes e não fez o 3-1 logo depois porque Rodrigo escorregou na cara de Fabiano.

Mas estávamos a correr riscos demasiados em não saber e não querer dominar o jogo, em não ser ambiciosos e não querer ganhar o jogo.

Daqui para a frente não comento... como ninguém me obriga a fazê-lo, é preferível não comentar porque tinha muito para dizer para além de chamar VERGONHOSOS aos “jogadores” azuis e brancos... vejam e tirem as vossas próprias conclusões. Depois do 3-1 fizemos o jogo que eles queriam de picardias e passar do tempo... anjinhos de M****, SE FOSSEM TODOS A UM SITIO QUE EU CÁ SEI...



DECLARAÇÕES

LUIS CASTRO

Após uma derrota (3-1) frente ao Benfica que valeu ao FC Porto o afastamento da final da Taça de Portugal, Luís Castro assumiu responsabilidades na sala de imprensa. O técnico considerou que os erros defensivos dos Dragões fizeram pender a eliminatória para os lisboetas e que o objectivo Jamor não foi alcançado por “culpa própria” da equipa.

“Cabia-nos fazer mais e não o fizemos. Não estamos na final por culpa própria, isto sem tirar o mérito ao Benfica, mas num jogo quase sem oportunidades não é muito lógico sofrermos três golos”, realçou o técnico, que reconheceu ainda que, depois do golo de Varela (1-1), “nada fazia prever que o jogo tomasse o rumo que tomou”.

“A seguir ao golo do empate o Benfica teve uma reacção, mas sem grandes oportunidades. Era a nós que nos competia procurar mais essas oportunidades, porque tínhamos mais uma unidade em campo, embora o resultado de 1-1 nos levasse à final mesmo sofrendo um golo. Fomos vítimas de mais um erro defensivo que cometemos, instalou-se o 3-1 e a partir daí não houve mais jogo. Não aconteceu nada que que não levasse a perda de tempo constante”, declarou o técnico, que sublinhou que essa não é a sua justificação para a derrota, porque “houve tempo útil para conseguir outro resultado”.

Luís Castro considerou que se se tratou de um encontro em que “os dois guarda-redes praticamente não tiveram trabalho”, pelo que o resultado pendeu para a equipa “que cometeu menos erros defensivos”. O técnico apontou ainda erros de posicionamento que não proporcionaram ao FC Porto “fluidez de jogo”, mesmo com mais um homem, e foi frontal: “Tenho de me responsabilizar pelo que aconteceu”.

O treinador dos Dragões descreveu ainda o momento da sua expulsão, já nos minutos finais: “A única coisa que disse ao Pedro Proença foi que não estava a haver jogo desde que o Benfica tinha chegado ao 3-1. Disse-o de forma educada, o Pedro Proença entendeu que eram palavras ofensivas”.



RESUMO DO JOGO

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Tribunal O JOGO: benfica-FC PORTO, 3-1
Árbitro Principal: Pedro Proença (Lisboa) / Assistentes: Tiago Trigo e Bertino Miranda / 4º Árbitro: Duarte Gomes.




fonte: ojogo.pt e portistaforever.blogs.sapo.pt

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