Mostrar mensagens com a etiqueta equipamentos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta equipamentos. Mostrar todas as mensagens

04 julho, 2018

FC PORTO VOLTA À BAIXA A 14 DE JULHO.


Novos equipamentos no centro de um dia que promete agitar o coração da cidade.

O FC Porto e a New Balance vão apresentar a coleção 2018/19 no próximo dia 14 de julho, sábado, a partir das 18h, num evento que vai decorrer na Praça D. João I, no centro da cidade. É a quinta edição do “FC Porto na Baixa”, que já é uma referência a cada início de temporada.

Os novos equipamentos estarão no centro de um dia que promete agitar as hostes locais, reforçando a ligação umbilical do FC Porto à cidade. Tendo como tema para esta época os 125 anos do clube, que servem de pano de fundo a toda a imagem visual da temporada, haverá como sempre muita animação e surpresas.

Está assegurada a presença dos campeões nacionais de futebol, bem como de atletas das várias modalidades do clube. Quem não poderia faltar, também, é o Draco que ajudará a puxar pelos portistas ao som de várias bandas e DJ convidados que atuarão ao longo do evento.

Depois da estreia em 2014, na Rua Cândido dos Reis, o “FC Porto na Baixa” passou pelo Jardim dos Clérigos, por duas vezes, e pela Ribeira, instalando-se, este ano, na Praça D. João I, junto ao Teatro Rivoli. É lá que, no dia 14 de julho, o FC Porto espera por ti.

Tal como aconteceu nas edições anteriores, reflexo de uma ligação contínua e enriquecedora, a Câmara Municipal do Porto e a Porto Lazer formam parceria com o FC Porto para um evento com sucesso garantido.


fonte: fcporto.pt

14 junho, 2018

OS EQUIPAMENTOS PARA 2018/2019.



A MODERNA TRADIÇÃO: O DRAGÃO JÁ TEM NOVA PELE PARA 2018/19.

Fiel à tradição, mas com os traços de modernidade necessários para um campeão. O FC Porto, em parceria com a New Balance, apresenta o equipamento principal para a época 2018/19, que celebra mais um marco histórico no clube: o seu 125.º aniversário. O equipamento já está disponível para venda nas FC Porto Stores.

Com o escudo de campeão novamente incluído, o equipamento principal mantém as linhas que o orientam desde 1909: o azul FC Porto e o branco, com riscas verticais. Criado com a inovadora tecnologia NB Dry, que afasta a humidade da pele dos jogadores, a nova camisola do FC Porto inclui ainda outros pormenores distintivos, como o símbolo estampado a cores no peito, fita a unir os ombros e gola plana com botão.

Sob o lema “Nascidos para vencer”, o equipamento fica completo com os calções azul FC Porto e, claro, as meias, elásticas ao nível dos tornozelos, mas com proteção almofadada no tendão de Aquiles e calcanhar. De destacar, ainda, o equipamento de guarda-redes, criado tecnologicamente em linha com o dos jogadores de campo, mas em tons de preto e cinzento.


O novo equipamento, de resto, já convenceu o capitão Héctor Herrera: “Estamos muito orgulhosos do sucesso que conseguimos esta época mas já estamos a olhar para a próxima e para aquilo que poderemos conseguir. O novo equipamento principal está fantástico e vai permitir que nos concentremos apenas no jogo, que é o mais importante. Mal posso esperar por ver os adeptos de azul e branco a apoiar a equipa!”

O diretor geral da New Balance Football, Kenny McCallum, afirmou ainda: “Foi uma época fantástica para o FC Porto e estamos encantados por celebrar o momento e este aniversário tão icónico com este novo equipamento principal, que mistura design moderno com o riquíssimo legado portista. Foi criado para ajudar os jogadores a alcançar grandes conquistas no relvado. Estamos ansiosos por mais uma época entusiasmante ao lado do clube.”


A COR DOS TROFÉUS VESTE O CAMPEÃO NACIONAL.

O FC Porto, em parceria com a New Balance, apresenta o equipamento alternativo para a temporada 2018/19, como parte integrante na campanha “Nascidos para vencer”.

A celebrar os seus 125 anos de história, o campeão nacional aposta numa alternativa que utiliza a mesma tecnologia inovadora NB DRY do equipamento principal, de modo a afastar a humidade da pele dos jogadores, garantindo o conforto do primeiro ao último minuto. O tom cinzento, o dos troféus, predomina, com o acréscimo de pormenores a amarelo, numa camisola que inclui o símbolo do FC Porto estampado no peito, fita a unir os ombros e gola em V.

Os calções são em cinzento e as meias têm integradas uma zona elástica ao nível dos tornozelos e proteção almofadada no tendão de Aquiles e calcanhar. De resto, o amarelo ganha destaque no equipamento de guarda-redes, dominando calções, meias e camisola, que apresenta ainda pormenores em preto nas mangas.


O lateral portista Alex Telles gostou da escolha, não escondendo o entusiasmo para arrancar a nova temporada depois do sucesso na anterior, que culminou com a conquista do título nacional. “Este equipamento captura um pouco da cidade do Porto e a equipa vai estar orgulhosa, certamente, de o usar nos jogos da próxima época”, comentou.

O diretor geral da New Balance Football, Kenny McCallum, também se mostrou satisfeito com o resultado alcançado: “A nossa equipa de design realizou um trabalho fantástico com este equipamento que vai chamar a atenção dentro e fora do relvado. Queremos equipar o FC Porto com camisolas de alta performance tecnológica, tal como aconteceu neste caso. Vai ser bom ver a reação dos adeptos por todo o mundo.”


ARTE URBANA NO TERCEIRO EQUIPAMENTO DO FC PORTO.

Integrando a campanha “Nascidos para vencer” que assinala o 125.º aniversário, o FC Porto, em parceria com a New Balance, apresenta o equipamento comemorativo de 125 anos para a temporada 2018/19, em que vai defender o título de campeão nacional. O novo equipamento está disponível a partir desta terça-feira nas FC Porto Stores.

A arte urbana da cidade do Porto é a nota dominante, numa criação de Hazul Luzah, famoso artista de rua da cidade, do qual não se conhece a verdadeira identidade, mas cujo talento está à vista. Tal como a sua preferência clubística, aliás. Como adepto do FC Porto, Hazul celebrou no padrão criado para a camisola a história do clube, utilizando elementos como o símbolo original, o estádio ou o dragão.

O equipamento foi desenvolvido, à semelhança do principal, utilizando a tecnologia inovadora NB DRY, que permite afastar a humidade da pele dos jogadores e aumentar o seu conforto do primeiro ao ultimo minuto. Na camisola, predomina a mistura de tons entre o azul forte e o azul das Maldivas e inclui ainda o símbolo estampado no peito, fita a unir os ombros e gola plana com botão. As cores predominantes fazem lembrar, de resto, o equipamento que o FC Porto usou na primeira final europeia da sua história, em 1984.

O equipamento fica completo com os calções em tom azul forte e, claro, as meias, elásticas ao nível dos tornozelos, mas com proteção almofadada no tendão de Aquiles e calcanhar. Desenvolvido na mesma linha tecnológica do equipamento dos jogadores de campo, o dos guarda-redes destaca-se pelo predomínio do cinzento na camisola, embora possua apontamentos a preto nas mangas.


Sérgio Oliveira ficou encantado com o que viu. “Tudo neste equipamento está fantástico”, comentou. “Dá para notar o esforço que foi feito para garantir que possamos celebrar este aniversário da melhor forma possível. Vai ser especial a primeira vez que subirmos ao relvado com ele vestido”, acrescentou.

Por seu turno, o diretor geral da New Balance Football, Kenny McCallum afirmou sobre o equipamento: “Trabalhar com o Hazul permitiu-nos captar não só as cores do FC Porto mas das ruas onde o clube foi fundado. Este equipamento completa a coleção que marca o 125.º aniversário deste clube icónico e estamos orgulhosos do trabalho feito. Acreditamos que este equipamento vai ter muito sucesso junto dos fãs, não só no Porto como em todo o mundo.”


fonte: fcporto.pt

21 junho, 2017

OS EQUIPAMENTOS PARA 2017/18


Sob o tema “Joga Sem Fronteiras” (“Play Without Boundaries”), o FC Porto e a New Balance uniram esforços na idealização dos três equipamentos que os Dragões vão utilizar na época 2017/18, começando pelo azul e branco, que honra uma tradição com mais de um século.

O equipamento principal do FC Porto para a nova temporada assinala o regresso as riscas azuis e brancas clássicas do Porto, uma presença constante nos equipamentos principais do FC Porto desde 1909. A camisola apresenta uma gola redonda com linha branca e mangas com efeitos nas pontas. O peito tem o símbolo do FC Porto estampado.

O segundo equipamento é dominado por um cor de laranja vibrante e em claro contraste com os outros dois, cumprindo-se assim as necessidades regulamentares da UEFA. O design brilhante, limpo e minimalista irá certamente destacar-se quando o FC Porto enfrentar adversários em Portugal e na Europa na época que se avizinha. Além da gola em “V” e malhas de ventilação com pormenores em branco debaixo do braço, no peito surge o símbolo do FC Porto estampado, acompanhado pelo logótipo da NB em branco.

O terceiro equipamento é inspirado na América Latina e apresenta um padrão no qual predomina o azul celeste, com bainhas, mangas e gola (em “V”) a azul-marinho, que lhe proporcionam um acabamento limpo e com pormenores de classe. Na base da gola vai aparecer a inscrição “Futebol Clube do Porto”, enquanto o logótipo da marca norte-americana aparece lado a lado com o brasão do clube, junto ao peito, em tons de azul-marinho.

Os três equipamentos estão à venda nas FC Porto Stores.

fonte: fcporto.pt

12 abril, 2016

Manto Azul e Branco - 1987-1988 – Um bonito alternativo com 4 anos de missão

http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/

Equipamento ADIDAS usado desde 1984-85 mas que na temporada 1987-88 se apresentou com alterações suscetíveis de o considerarmos distinto do das épocas transatas.
As diferenças fundamentais estão:
- No colarinho que ora tem um “acrescento” de pano branco do pescoço até ao vértice; o cano das mangas termina numa fina risca azul.
- Nos calções, desta feita brancos com três riscas laterais azuis na vertical.

Uma equipa de 1987-1988.
De pé, da esquerda para a direita: Mlynarzich, Inácio, Celso, Semedo, Jaime Magalhães e João Pinto;
agachados: Fernando Gomes, Madjer, Jaime Pacheco, André e Sousa.
André - Nasceu nas Caxinas no seio de uma família muito pobre e, como ele disse, “os seis anos em que andei no mar deram-me mais força para vencer no futebol". Ingressou no FC Porto, já tinha 26 anos, por recomendação de Pedroto. Foi um centrocampista que faz os sonhos de qualquer treinador, um poço de força e carácter, peça fundamental na estrutura vitoriosa do FC Porto. Campeão europeu, colecionou 19 títulos em 11 anos com a camisola azul-e-branca (1984-85 a 1994-95). Um futebolista que deu e ganhou tudo no FC Porto!

Jaime Magalhães e Jorge Plácido, nas Antas (17-10-1987).
Jogo FC Porto 1-0 Portimonense a contar para a 8ª jornada do Campeonato Nacional da 1ª Divisão.
Jorge Plácido - Nasceu em Luanda e representou clubes como o Barreirense, Amora, Vitória de Setúbal e Chaves onde o seu fantástico pé esquerdo chamou a atenção dos “grandes”. Ingressou no FC Porto na época pós-Viena (1987-88) e, apesar de pouco utilizado, ficou ligado à conquista da Supertaça Europeia e da Taça Intercontinental, além de ter sido Campeão Nacional. Representou o Matra Racing de Paris e ainda teve uma nova e fugaz passagem pelas Antas em 1990-91.

Notas:
1) Na foto de equipa, quase que não há nenhuma camisola exatamente igual às outras…! É o caso da do João Pinto: camisola do tipo anterior (1984 a 1987)… com mais uma risca…!
2) Na foto com Jaime Magalhães e Jorge Plácido: o Jorge veste uma camisola do “tipo” anterior.

Rui Saraiva – Design e edição
Fernando Moreira – Pesquisa, fotos e textos

NOTA:
Foi gratificante trabalhar neste projeto associado a um grande talento da ilustração, o Rui Saraiva. Por motivos que nos ultrapassam, chegou o momento de pôr termo à publicação. Quiçá um dia nos voltemos a encontrar com os leitores para os quais foi um enorme prazer trabalhar.
Aproveito para agradecer ao “Mestre da Loja”, o grande Amigo “bLuE bOy”, e a todos os colegas que sempre me motivaram e apoiaram quer nesta rubrica, quer na da “História do FC Porto”.
Caros leitores, caros colegas do blogue, muito obrigado e um grande abraço. Felicidades para todos. E BiBó PoRtO!
Fernando Moreira (Dragão Azul Forte)



Desde 7 Julho 2011 divulga-se “MANTO AZUL-E-BRANCO” em que, através de ilustrações exclusivas, são revelados todos os uniformes do FC Porto ao longo da sua existência. A totalidade dos post publicados fica reunida neste índice que proporciona seleção fácil e acesso célere; OU

CLIQUE no banner localizado na parte superior direita do blogue e identificado com “MANTO AZUL-E-BRANCO”; o ÍNDICE abre; CLIQUE na hiperligação que escolher e ei-lo no POST pretendido.

05 abril, 2016

Manto Azul e Branco - 1987-1988 a 1989-1990 – Adidas com calções da moda

http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/

Este equipamento abrange o período de 1987 a 1990. A camisola é idêntica à de 1986-1987. A grande diferença nesta roupagem, que vestiu o FC Porto durante 3 épocas, está nos calções. Assim, estabelecendo as distinções para o equipamento de 86-87 e entre estes:
- Calções azul liso ostentando uma larga risca branca no início do cano. Diga-se que esta risca foi moda em muitos equipamentos por esse mundo fora, com diversas e variadíssimas cores.
- A camisola mostrava a habitual publicidade “Revigrés” mas aquando da disputa da Taça Intercontinental o FC Porto apresentou-se com camisolas sem propaganda.
- A questão dos emblemas é… complicada. Repare-se na primeira foto (aquela em que está Semedo): os emblemas não são todos iguais! Uns estão estampados ou cozidos sobre ovais brancas mais abertas, outros não. Em 1988-1989 vêm-se quase todos com a oval branca e o contrário sucede na época de 1989-1990.

FC Porto na sua primeira Supertaça Europeia.
Em cima, da esquerda para a direita: Melynarzich, Geraldão, Inácio, Jaime Magalhães, Lima Pereira e João Pinto;
em baixo: André, Gomes, Sousa, Rui Barros e Bandeirinha.

Nas Antas, após a disputa da 2.ª mão da final, festejando a conquista da Supertaça da Europa!

A equipa, no Restelo, em jogo com o Belenenses na 20.ª jornada do Campeonato.
Em cima, da esquerda para a direita: Celso, Inácio, Semedo, Jaime Magalhães, Geraldão e Melynarzich;
em baixo: André, Gomes, Rui Barros, Sousa e João Pinto.

No Jamor, na Final da Taça de Portugal 1987-1988.
Rui Barros em disputa com dois jogadores do Vitória de Guimarães que o FC Porto derrotou por 1-0.

Rui Barros, um dos melhores futebolistas portugueses da sua geração e um ídolo do FC Porto.
Começou a jogar nos Aliados de Lordelo, aos 12 anos. Depois de passar pelos juniores, em 1987-88 fez parte do plantel do FC Porto e, lançado por Tomislav Ivic na equipa principal, contribuiu para as vitórias na Taça Intercontinental e na Supertaça Europeia (1987). Nesta competição, marcou o único golo com que o FC Porto derrotou o Ajax, na primeira mão, na Holanda. Este golo consubstanciou as qualidades que fizeram dele um jogador de eleição na Europa: rapidez e técnica. Jogou na Juventus, no Mónaco e no Marselha antes de regressar ao FC Porto, em 1994-95, para ser um dos obreiros do pentacampeonato. Retirou-se no fim da época 1999-2000. Foi internacional por 36 vezes. Rui Barros, futebolista e profissional excecional, uma carreira brilhante!

Tóquio, 13 Dez. 1987: equipa que defrontou o Peñarol, de Montevidéu (Uruguai), para disputa da Taça Intercontinental.
O FC Porto haveria de sair vitorioso (2-1 após prolongamento).
Em cima, da esquerda para a direita: Lima Pereira, Inácio, João Pinto, Jaime Magalhães, Geraldão e Melynarzich;
em baixo: Madjer, Rui Barros, Sousa, Gomes e André.

O “capitão” do FC Porto, Fernando Gomes, celebrando a grande vitória, em Tóquio, sob condições climáticas adversas.

Tomislav Ivic – Novo técnico em 1987-88, conduziria a equipa às vitórias no Campeonato, na Taça, na Supertaça, na Taça Intercontinental e na Supertaça Europeia. Um vencedor, um ano de ouro!
Na época 1993-94 voltou às Antas, mas nesta segunda passagem pelo FC Porto, o sucesso nada quis com Ivic que acabou por ser substituído – a seu pedido, segundo Pinto da Costa – a meio da época (Janeiro) por Bobby Robson.

Uma equipa na pré-época 1988-89.
Atrás, da esquerda para a direita: Zé Beto, Vermelhinho, Eduardo Luís, Kongolo, Rui Águas e Branco;
à frente: Frasco, Rui Manuel, Bandeirinha, Domingos e Quim

Campeões 1989-90!
Em cima, da esquerda para a direita: Vítor Baía,Demol, Semedo, Nascimento, Branco e João Pinto;
à frente: Geraldão, Bandeirinha, André, Jorge Couto e Madjer.

Artur Jorge Braga Melo Teixeira (n. Porto, 13 Fev.1946), o pupilo, o treinador intelectual. Trabalhara com Pedroto e por este fora recomendado a Pinto da Costa. Artur Jorge, antigo júnior do FC Porto, antigo jogador sénior da Académica, Benfica e Belenenses, chegou às Antas. Um estilo novo, processos modernos, "futebol bonito"... Começava uma era! Começava um período dourado do FC Porto!
Manteve o estilo de Pedroto, com muita posse de bola, mas deu-lhe dinâmica e capacidade atacante. Artur Jorge era um seguidor das ideias e da forma de trabalhar do "mestre” De carácter sereno, intelectivo, Artur espantava os críticos que não percebiam como é que este amante de Proust, Eugénio de Andrade, Kafka e Saramago mantinha a lisura nos piores momentos e usava expressões como "jogo bonito".
Artur acabou por impor o seu estilo e conquistar importantes e inesquecíveis vitórias para o clube da Invicta. Ganhou 2 Campeonatos seguidos e a sua moderna conceção de jogo deu-lhe o sucesso internacional em 1987, quando o FC Porto venceu a Taça dos Campeões Europeus.
Foi para o estrangeiro e regressou ao FC Porto época e meia depois (Jan.1989), com a incumbência de renovar a equipa. Voltou a ser Campeão e a ganhar uma Taça de Portugal (épocas 1989-90 e 1990-91).
Depois teve uma experiência… e dela resultou isto: "o Benfica é um circo", referiu o treinador poeta. A seguir correu meio mundo, qual "globe trotter".
Artur Jorge, um nome perpetuamente ligado ao FC Porto. O primeiro treinador português a conquistar a Taça dos Campeões Europeus! Depois dele, só Mourinho… também no FC Porto.

Rui Saraiva – Design e edição
Fernando Moreira – Pesquisa, fotos e textos



Desde 7 Julho 2011 divulga-se “MANTO AZUL-E-BRANCO” em que, através de ilustrações exclusivas, são revelados todos os uniformes do FC Porto ao longo da sua existência. A totalidade dos post publicados fica reunida neste índice que proporciona seleção fácil e acesso célere; OU

CLIQUE no banner localizado na parte superior direita do blogue e identificado com “MANTO AZUL-E-BRANCO”; o ÍNDICE abre; CLIQUE na hiperligação que escolher e ei-lo no POST pretendido.

15 março, 2016

Manto Azul e Branco - 1986-1987 – Equipamento de Campeão Europeu!

http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/

Mais um equipamento do modelo (que vigorará até 1990-91) estreado em 1984-85.
De novo com a camisola em que se destaca uma elegante gola que fez furor no mundo da moda desportiva, este conjunto de equipamento principal distingue-se do anterior pelos calções estampados com faixas verticais em dois tons de azul, sem logótipo da “Adidas” e com três riscas laterais brancas nos lados e na vertical.
Note-se, a equipa do FC Porto fez o seguinte uso da camisola “Adidas” com e sem publicidade “reviGrés”:
1) Com publicidade - Jogos “domésticos” e da Taça dos Clubes Campeões Europeus excetuando a Final;
2) Sem publicidade – Final da Taça dos Clubes Campeões Europeus.

O equipamento usado na Final da taça dos Campeões com publicidade à “Revigrés” na camisola. O equipamento de Campeão Europeu!

Equipa envergando a camisola com publicidade.
Em cima, da esquerda para a direita: Mlynarzich, Celso, Eduardo Luís, Jaime Magalhães, Lima Pereira e João Pinto.
Em baixo: Quim, André, Fernando Gomes, Madjer e Futre.

Equipa da Final de Viena, envergando a camisola sem publicidade à “Revigrés.
Em cima, da esquerda para a direita: Mlynarzich, Eduardo Luís, Celso, Inácio, Jaime Magalhães e João Pinto.
Em baixo: Madjer, Quim, André, Sousa e Futre.

...77 minutos de jogo – Surge o empate. Gooooolo do FC Porto! Calcanhar de ouro, o célebre golo de Madjer! O golo do século!
O argelino marca de forma fabulosa, inesquecível, “de calcanhar”! Um golo que correu mundo e que ainda hoje se revê com admiração.
Era o arranque para a vitória…

Rabah Madjer (n. Hussein Dey, Argel, Argélia, 15 Fev.1958). Quem não viu Rabah Madjer jogar não sabe o que perdeu. Foi considerado dos melhores jogadores do Mundo nos anos 80 e na Argélia o melhor de sempre. Grande figura do FC Porto, o argelino foi chamado de "O Artista", o "Mágico de Viena", o "calcanhar de ouro" e até "o tacão de Alá". Dele foi aquele golo na capital da Áustria, de calcanhar, que deslumbrou o mundo desportivo e é um dos mais belos da história da maior competição europeia designada por Taça dos Clubes Campeões Europeus e, mais tarde, Liga dos Campeões. O golo "do outro mundo"!
"Os seus dribles fantásticos e imprevisíveis, a sua magia rendilhada, a sua técnica soberba (que lhe permitia tratar a bola com a leveza do algodão), fazem parte do imaginário de muitos dragões. Foi um daqueles jogadores capazes de inventar uma jogada quase do nada e de resolver tudo com um passe magistral. Capaz de reinventar o futebol", escreveu Bruno Prata.
Madjer também deixou a sua marca de magia na Taça Intercontinental (13 Dez.87) quando "tirou da cartola" aquele fantástico "chapéu", a mais de 30 metros da baliza, que surpreendeu o guarda-redes do Peñarol e decidiu a conquista do troféu pelo FC Porto. Madjer viveu os mais altos momentos da sua carreira no clube do Porto onde ganhou tudo. Os êxitos dos azuis-e-brancos ajudaram-no a que fosse distinguido, em 1987, pela revista "France Football", com a "Bola de Ouro", para o melhor jogador africano. Rabah Madjer, um dos mais extraordinários futebolistas que passaram por Portugal. Um ídolo, uma colossal glória do FC Porto!
[In “História do FC Porto, Dragões de Azul Forte” – Fernando Moreira – Em blogue “Bibó Porto, carago!” (trecho da biografia a publicar brevemente)]

Juary, no “Prater”, em Viena, marcando o segundo golo que deu a vitória na final e o título de Campeão Europeu ao FC Porto.

Juary – Juary Jorge dos Santos Filho, iniciou-se na formação do Santos. Em Itália representou vários clubes. Marcou golos memoráveis no FC Porto; por exemplo, os três golos ("hat trick") frente ao Barcelona, nas Antas, em 1985-86, para a Taça dos Campeões. Na época de 1986-87 o pequeno brasileiro foi protagonista na caminhada europeia que levou o FC Porto à final de Viena e onde fez a assistência para o primeiro golo apontado por Madjer, marcando o segundo, o golo da épica vitória, a passe do argelino.
Ganhou tudo no Porto, mas na última temporada foi vítima de lesões e pouco utilizado na equipa.

Vitória épica ante o Bayern de Munique, colossal feito: FC Porto Campeão Europeu!
Rui Saraiva – Design e edição
Fernando Moreira – Pesquisa, fotos e textos



Desde 7 Julho 2011 divulga-se “MANTO AZUL-E-BRANCO” em que, através de ilustrações exclusivas, são revelados todos os uniformes do FC Porto ao longo da sua existência. A totalidade dos post publicados fica reunida neste índice que proporciona seleção fácil e acesso célere; OU

CLIQUE no banner localizado na parte superior direita do blogue e identificado com “MANTO AZUL-E-BRANCO”; o ÍNDICE abre; CLIQUE na hiperligação que escolher e ei-lo no POST pretendido.

23 fevereiro, 2016

Manto Azul e Branco - 1985-1986 a 1989-1990 – Alternativo todo azul a lembrar Basileia

http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/

O equipamento “Adidas” faz lembrar o envergado pela equipa do FC Porto na final da Taça das Taças de 1983-84, sendo que a camisola, com faixas horizontais em dois tons de azul forte, ostenta publicidade da patrocinadora “Revigrés”. O peculiar colarinho em “V” acentuado, branco e debruado a azul, é desprovido de gola.
Desde o colarinho, três riscas brancas ao longo da manga. Emblema sobre forma oval em branco e logótipo da Adidas, com letras, no lado direito da camisola.
Calções estampados com faixas verticais em dois tons de azul de tonalidade mais clara que na camisola, sem logótipo da Adidas e com três riscas laterais brancas nos lados e na vertical.
Meias azuis, lisas, com 3 listas brancas no topo do cano.
Este equipamento alternativo foi estreado na época 1985-86 e usado nas épocas seguintes até 1989-90. Ao longo das cinco épocas houve variações na tonalidade da cor azul e no emblema do clube e outras variantes como se verá a seguir.

Jaime Magalhães no jogo frente ao Ajax, no Torneio de Amesterdão, durante o verão de 1987.
Nesse torneio o FC Porto jogou ainda com o Dínamo de Kiev.
A existência de variantes constata-se no equipamento da época 1987-88 (ver foto de equipa) em que o cano dos calções
termina em debruado (largo) branco. Azul “liso”. Também o emblema do FC Porto é apresentado com diferente “style”.

Uma equipa da época 1987-1988. Em cima, da esquerda para a direita: Melynarzich, Celso, Eduardo Luís, Jaime Magalhães, Semedo
e João Pinto; em baixo: Sousa, Fernando Gomes, Rui Barros, Jaime Pacheco e Inácio. Note-se os calções com debruado a branco.

João Pinto (n. 21 Nov.1961) – Poderá, seguramente, dizer-se que foi o melhor defesa-direito português de sempre. Começou a jogar no CF Oliveira do Douro quando tinha 12 anos. Aos 14 anos ingressou no FC Porto e, enquanto fazia a sua formação, jogou em todas as posições exceto a de guarda-redes! Na temporada de 1981-82 passou a fazer parte da equipa sénior. Na época seguinte, já com Pedroto a treinador, conseguiu a titularidade a lateral-direito. Durante 16 anos foi titular no FC Porto; durante 14 anos, titular na Seleção Nacional sendo, durante muito tempo, o mais "internacional" dos jogadores portugueses. Voluntarioso e lutador até à exaustão, compensava algumas limitações técnicas com um espírito de entrega excecional. Sendo de um fulgor físico impressionante, raramente sofria lesões e a sua regularidade era um trunfo que nenhum treinador corria o risco de dispensar.
Foi, por lesão de Fernando Gomes, o "capitão" do FC Porto que levantou a primeira Taça dos Campeões do clube, em Viena, em Maio/1987. E levantou-a muitas vezes, pois… não a largou até sair do Estádio do Prater! Conquistou 25 títulos com o Porto, incluindo os três primeiros do histórico Penta Campeonato. É o jogador que mais jogos fez pelo clube em toda a sua história – 586 jogos! – a alguma distância de Vítor Baía com 566 jogos (dados de Fev. 2016).
No Campeonato Europeu de 1984, em França, foi o único jogador português escolhido para a "equipa ideal"! João Pinto, um jogador "à Porto", um ídolo, uma glória do Clube!
[In “História do FC Porto, Dragões de Azul Forte” – Fernando Moreira – Em blogue “Bibó Porto, carago!” (trecho da biografia a publicar brevemente)]

Rui Saraiva – Design e edição
Fernando Moreira – Pesquisa, fotos e textos



Desde 7 Julho 2011 divulga-se “MANTO AZUL-E-BRANCO” em que, através de ilustrações exclusivas, são revelados todos os uniformes do FC Porto ao longo da sua existência. A totalidade dos post publicados fica reunida neste índice que proporciona seleção fácil e acesso célere; OU

CLIQUE no banner localizado na parte superior direita do blogue e identificado com “MANTO AZUL-E-BRANCO”; o ÍNDICE abre; CLIQUE na hiperligação que escolher e ei-lo no POST pretendido.

02 fevereiro, 2016

1985-1986: Bicampeão com “Adidas” e “Revigrés”.

http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/

O equipamento é, no seu todo, muito semelhante ao anterior que, aliás, até foi usado em parte desta época de 1985-1986. Vejamos as diferenças:
- Camisola com uma inovação importante, a elegante gola que se iria tornar imagem de marca durante algumas épocas;
- Calções sem símbolo da Adidas.

A equipa Bicampeã em 1985-86 sob o comando de Artur Jorge.
Em cima, da esquerda para a direita: Lima Pereira, Mlynarczyk, Celso, Eduardo Luís, Jaime Magalhães e Inácio.
Em baixo: André, Fernando Gomes, Elói, Madjer e Futre.
Os festejos do Bicampeonato, nas Antas, com Celso, Mlynarczyk e Gomes.
Mlynarczyk, guarda-redes internacional polaco, chegou do Bastia para o FC Porto na época 1985-86 para suceder a Zé Beto. Veio para conquistar títulos e depressa denotou uma rara frieza entre os postes ao que aliou uma segurança fantástica. As suas mãos pareciam "garras" implacáveis para a bola! Foi um pilar da equipa Campeã Europeia e venceu todas as competições internacionais em que participou ao serviço do FC Porto. É tido como o "professor" de Vítor Baía, que lhe sucedeu.

Rui Saraiva – Design e edição
Fernando Moreira – Pesquisa, fotos e textos



Desde 7 Julho 2011 divulga-se “MANTO AZUL-E-BRANCO” em que, através de ilustrações exclusivas, são revelados todos os uniformes do FC Porto ao longo da sua existência. A totalidade dos post publicados fica reunida neste índice que proporciona seleção fácil e acesso célere; OU

CLIQUE no banner localizado na parte superior direita do blogue e identificado com “MANTO AZUL-E-BRANCO”; o ÍNDICE abre; CLIQUE na hiperligação que escolher e ei-lo no POST pretendido.

29 dezembro, 2015

Manto Azul e Branco - 1984-1985 a 1986-1987 – 3.º e vistoso alternativo da época 84-85.

http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/

Equipamento ADIDAS; camisola branca com listas horizontais azuis, largas, na parte superior; para baixo, finas riscas também azuis dando um toque de distinção e elegância ao equipamento. Mangas com três riscas azuis, colarinho (em V) e gola subida na cor da camisola (branca). Logótipo Adidas e publicidade “reviGrés (“G” maiúsculo) na cor azul.
Calção azul-escuro sem o logótipo da Adidas e com três riscas laterais brancas na vertical. Meias brancas com 3 listas azuis no topo do cano.

Este bonito equipamento foi usado ao longo de três épocas mas nas de 85-86 e 86-87 ostentando, na manga, o escudo nacional de Campeão. Na época 1987-1988 a equipa utilizou um alternativo idêntico, todavia com nuances susceptíveis de o considerarmos distinto do que agora se ilustra.

Fernando Gomes após um dos três golos que marcou no jogo do título (1984-85) frente ao Belenenses, nas Antas. Mais à direita, Futre.
Vermelhinho, Inácio, Gomes, Eurico e Jaime Magalhães festejando!
Vermelhinho (Carlos Manuel Oliveiros da Silva), ingressou no FC Porto a meio da época 1982-83. Avançado que, sem ser um primor de recursos técnicos, se destacava pela velocidade no jogo. Deu o seu contributo para a participação do FC Porto em duas finais europeias (Taça das Taças e Taça dos Campeões). Celebrizou-se por um fantástico golo de "chapéu" ao guarda-redes do Aberdeen, na Escócia, e cujas imagens televisivas correram mundo.

Equipa com o alternativo ora ilustrado. Em cima, da esquerda para a direita: Eurico, Lima Pereira, Inácio, Gomes, João Pinto e Zé Beto. Em baixo: Quinito, Frasco, Quim, Jacques, Futre e Vermelhinho.
Rui Saraiva – Design e edição
Fernando Moreira – Pesquisa, fotos e textos



Desde 7 Julho 2011 divulga-se “MANTO AZUL-E-BRANCO” em que, através de ilustrações exclusivas, são revelados todos os uniformes do FC Porto ao longo da sua existência. A totalidade dos post publicados fica reunida neste índice que proporciona seleção fácil e acesso célere; OU

CLIQUE no banner localizado na parte superior direita do blogue e identificado com “MANTO AZUL-E-BRANCO”; o ÍNDICE abre; CLIQUE na hiperligação que escolher e ei-lo no POST pretendido.

01 dezembro, 2015

Manto Azul e Branco - 1984-1985 – Alternativo em jogo de preparação nas Antas.

http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/

Equipamento alternativo “Adidas” usado exclusivamente num jogo particular da época 1984/85. Camisola branca com ornamentos azul-escuro no colarinho em V com gola larga também azul. Manga com três riscas azuis acabando sem debruado. Logótipo Adidas em cor cinzento-escuro. Emblema do FC Porto no lado esquerdo. Abaixo do emblema, publicidade “revigrés” em tom cinza-escuro e letras minúsculas em voga na época 83-84.
Calções azul-escuro sem logótipo da marca de equipamentos. Meias brancas com 3 listas azuis no topo.
Este equipamento foi usado exclusivamente num jogo particular com o Varzim (2-2), no Estádio da Antas, em 10 de Agosto de 1984.

Equipa no jogo particular com o Varzim, em 10-08-1984, no Estádio das Antas (resultado final, 2-2), envergando o equipamento alternativo ilustrado neste post.
Em cima, da esquerda para a direita: Eurico, Lima Pereira, Fernando Gomes, João Pinto e Borota.
Em baixo: Ademar, Inácio, Jaime Magalhães, Jacques, Futre e Frasco.

Lima Pereira, iniciou-se no futebol com 16 anos, no Varzim; no FC Porto conquistou tudo o que havia a conquistar. Na época de 1986-87 foi Campeão Europeu apesar de não ter dado o seu contributo na final por se encontrar lesionado. Todavia o defesa-central era um dos pilares da equipa orientada por Artur Jorge. Com um bom sentido posicional e muito seguro no jogo aéreo, foi um dos melhores centrais do seu tempo no futebol português.

Inácio, iniciou-se no Sporting e na temporada 1982-83 mudou-se para o FC Porto onde obteve os maiores sucessos da sua carreira. Participou na saga vitoriosa dos anos 80 sagrando-se Campeão Nacional, Campeão Europeu e Campeão Mundial de Clubes. Era um defesa muito agressivo, veloz a pensar e a executar e cruzava com facilidade. Foi treinador nas Antas, com êxito (formação e adjunto da equipa principal de 1991 a 1996).

No dia 8 de Janeiro de 1985, com 56 anos de idade, José Maria Pedroto foi vencido pela doença; a doença terrível, implacável, até para um Campeão lutador como ele.
O funeral de Pedroto - um excelente jogador e o maior treinador português de todos os tempos - foi uma manifestação de pesar comovente. Bandeiras com as cores azul-e-branco, pendentes de janelas e varandas ao longo do percurso, uma das formas de a população da cidade prestar a derradeira homenagem ao treinador. Trajecto de seis quilómetros a pé, dezenas de milhar acompanhando o préstito fúnebre entre as Antas e o cemitério de Agramonte onde, no mausoléu do clube, José Pedroto ficou sepultado ao lado de outras glórias portistas como Pavão, João Augusto, Avelino Martins, Acácio Mesquita, João Silva, Joaquim Lopes e Pinga.
Pedroto, a saudade, uma enorme glória do FC Porto!

Rui Saraiva – Design e edição
Fernando Moreira – Pesquisa, fotos e textos



Desde 7 Julho 2011 divulga-se “MANTO AZUL-E-BRANCO” em que, através de ilustrações exclusivas, são revelados todos os uniformes do FC Porto ao longo da sua existência. A totalidade dos post publicados fica reunida neste índice que proporciona seleção fácil e acesso célere; OU

CLIQUE no banner localizado na parte superior direita do blogue e identificado com “MANTO AZUL-E-BRANCO”; o ÍNDICE abre; CLIQUE na hiperligação que escolher e ei-lo no POST pretendido.

17 novembro, 2015

Manto Azul e Branco - 1984-1985 - Alternativo azul a lembrar Basileia.

http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/

Equipamento alternativo “Adidas” usado exclusivamente na época 1984/85. Camisola em azul liso, ostentando a publicidade “Revigrés”, com um largo colarinho em “V” debruado a branco e “imensa” gola também branca. Mangas expondo uma ampla faixa branca com 2 finas riscas azul-escuro. Logótipo “Adidas” desprovido de letras.
Calções estampados, sem logótipo da marca de equipamentos, em tom azul mais escuro que a camisola e com três riscas laterais brancas na vertical.
Meias brancas com 3 listas azuis no topo.

Uma equipa da época 1984-1985 envergando o equipamento alternativo azul. Em cima, da esquerda para a direita: Eurico, Lima Pereira, Inácio, João Pinto e Zé Beto; em baixo: Frasco, Fernando Gomes, André, Jaime Magalhães, Eduardo Luís e Futre.

Futre, considerado um dos melhores jogadores portugueses de todos os tempos, era dotado de um pé esquerdo fabuloso, rapidez de execução e drible fácil e curto. Protagonizou, como jogador Portista, exibições de grande nível nas competições nacionais e europeias. Futre encantou as Antas, Portugal e a Europa! No fim da gloriosa época de 1986-87 no FC Porto, com 21 anos transferiu-se para o Atlético de Madrid, naquela que foi até então a maior transferência do futebol nacional.

Eurico, foi campeão nacional nos "três grandes" (feito único) e o FC Porto o derradeiro clube em que jogou ao mais alto nível, antes de se lesionar com gravidade num jogo frente ao Benfica. Modelo de disciplina e rigor táctico foi, quando jogador Portista, considerado o melhor central da Europa pelo jornal italiano "La Republica". O poder de impulsão e colocação faziam dele um excelente defesa-central de marcação.

Rui Saraiva – Design e edição
Fernando Moreira – Pesquisa, fotos e textos



Desde 7 Julho 2011 divulga-se “MANTO AZUL-E-BRANCO” em que, através de ilustrações exclusivas, são revelados todos os uniformes do FC Porto ao longo da sua existência. A totalidade dos post publicados fica reunida neste índice que proporciona seleção fácil e acesso célere; OU

CLIQUE no banner localizado na parte superior direita do blogue e identificado com “MANTO AZUL-E-BRANCO”; o ÍNDICE abre; CLIQUE na hiperligação que escolher e ei-lo no POST pretendido.

03 novembro, 2015

Manto Azul e Branco - 1984-1985 - Campeão com “Adidas” e “Revigrés”!

http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/

Em 1984-85 é estreado novo equipamento que, na sua forma global, vigorará até 1990-91. O equipamento em análise foi usado, com as suas especificidades (incluindo a malha), na época 1984-85 e na primeira metade da de 1985-86.
A camisola tem muitas semelhanças à da época 1983-84 mas o símbolo “Adidas” comporta letras por baixo. Três listas, nas mangas, até ao colarinho. Final do cano da manga sem debruado. “reviGrés” com letras minúsculas e o “G” maiúsculo. Não houve, desta feita, mais que um “lettering” e vários estilos de letras.
Calções curtos com cor azul do tom do da camisola; riscas laterais brancas na vertical e símbolo da marca alemã na perna esquerda com letras “Adidas”. Meias com 3 listas azuis no topo.

Campeões 1984-85 a três jornadas do final do Campeonato! Equipa que jogou com o Belenenses, nas Antas.
Em cima, da esquerda para a direita: Eurico Gomes, Lima Pereira, Inácio, Vermelhinho, João Pinto e Zé Beto; em baixo: Frasco, Fernando Gomes, Jaime Magalhães, Eduardo Luís e Futre.

Os emblemas: durante a época 1984-85 foram utilizados, nas camisolas do FC Porto, pelo menos 3 emblemas. O mais usado: o primeiro na imagem.

Fernando Mendes Soares Gomes (n. Porto, 22 Nov.1956) notabilizou-se como um dos melhores "pontas de lança" de sempre do futebol português ao serviço do FC Porto. Rapidamente assumiu a aura de menino-prodígio e com apenas 17 anos estreou-se em jogos oficiais na equipa principal. Com intuição rara para o golo, Gomes era um avançado fantástico, excelente no jogo de cabeça; movimentava-se muito bem na área e fazia jogo com os companheiros mais atrasados; com instinto extraordinário pelo golo, era dotado de uma finta curta deveras eficaz, de velocidade rara em jogadores da sua posição, de poder de antecipação e de um sentido posicional invulgar. Líder natural dentro e fora do campo, havia de estar ligado a grande parte dos feitos do clube nos 14 anos em que ali permaneceu. Chamou a si uma boa parte da tarefa de relançar a nível nacional e internacional um clube sedento de vitórias.
Marcou 318 golos no campeonato português, 288 dos quais pelo FC Porto, sendo o maior goleador de sempre. Ganhou 6 vezes a "Bola de Prata" e foi por 2 vezes o melhor marcador europeu, "Bota de Ouro" (1982-83 e 1984-85), pelo que é conhecido como o "Bibota de Ouro".
Fernando Gomes, uma das mais populares figuras de sempre do clube, prestigiado a nível nacional e internacional, um símbolo para os adeptos portistas, um ídolo, uma glória do FC Porto!
[In “História do FC Porto, Dragões de Azul Forte” – Fernando Moreira – Em blogue “Bibó Porto, carago!” (trecho da biografia a publicar brevemente)]

"Bibota de Ouro" – Fernando Gomes, pela segunda vez o melhor marcador europeu (39 golos em 1984-85), exibindo o troféu, em Paris.

Rui Saraiva – Design e edição
Fernando Moreira – Pesquisa, fotos e textos



Desde 7 Julho 2011 divulga-se “MANTO AZUL-E-BRANCO” em que, através de ilustrações exclusivas, são revelados todos os uniformes do FC Porto ao longo da sua existência. A totalidade dos post publicados fica reunida neste índice que proporciona seleção fácil e acesso célere; OU

CLIQUE no banner localizado na parte superior direita do blogue e identificado com “MANTO AZUL-E-BRANCO”; o ÍNDICE abre; CLIQUE na hiperligação que escolher e ei-lo no POST pretendido.