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27 maio, 2015

A MENINA DANÇA A VALSA?

http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/

Bayern Munique 1-2 FC Porto
27 de Maio de 1987
Taça dos Clubes Campeões Europeus 1987, final
Estádio do Prater (agora Ernst Happel), em Viena (Áustria)

árbitro: Alexis Ponnet (Bélgica).

Bayern Munique: Pfaff, Eder, Nachtweih, Pfluegler, Winklhofer, Flick (Lunde 81m) Matthaeus, Brehme, Koegl, Hoeness e Rummenigge.
Suplentes não-utilizados: Aumann, Willmer, Bayerschmidt e Kutschera.
Treinador: Udo Lattek.

FC Porto: Mlynarczyk, João Pinto, Eduardo Luís, Celso, Inácio (Frasco 65m), Jaime Magalhães, André, Sousa, Quim (Juary 45m), Futre e Madjer.
Suplentes não-utilizados: Zé Beto, Festas e Casagrande.
Treinador: Artur Jorge.

Marcadores: Koegl (24m), Madjer (77m) e Juary (79m).

O Bayern de Munique era um colosso do futebol europeu. O FC Porto tinha-se mostrado, anos antes, numa outra final europeia (Taça das Taças) num jogo em que a também poderosa Juventus teve de porfiar para vencer.

Até ao momento em que se começou a desenhar a brilhante segunda parte protagonizada pelo conjunto portista, quase ninguém ousava apostar na vitória do grande FC Porto.

Com Paulo Futre endiabrado, o argelino Rabah Madjer empatou a contenda com um sublime toque de calcanhar, quando estavam decorridos 77 minutos. Apenas dois minutos volvidos, coube ao avançado brasileiro Juary (entretanto lançado na partida) desviar a bola para o fundo das redes, após um cruzamento do lado esquerdo do próprio Madjer.

O FC Porto, pela primeira vez na sua história, era Campeão Europeu!

27 maio, 2014

A MENINA DANÇA A VALSA?.

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Bayern Munique 1-2 FC Porto
27 de Maio de 1987
Taça dos Clubes Campeões Europeus 1987, final
Estádio do Prater (agora Ernst Happel), em Viena (Áustria)

árbitro: Alexis Ponnet (Bélgica).

Bayern Munique: Pfaff, Eder, Nachtweih, Pfluegler, Winklhofer, Flick (Lunde 81m) Matthaeus, Brehme, Koegl, Hoeness e Rummenigge.
Suplentes não-utilizados: Aumann, Willmer, Bayerschmidt e Kutschera.
Treinador: Udo Lattek.

FC Porto: Mlynarczyk, João Pinto, Eduardo Luís, Celso, Inácio (Frasco 65m), Jaime Magalhães, André, Sousa, Quim (Juary 45m), Futre e Madjer.
Suplentes não-utilizados: Zé Beto, Festas e Casagrande.
Treinador: Artur Jorge.

Marcadores: Koegl (24m), Madjer (77m) e Juary (79m).

O Bayern de Munique era um colosso do futebol europeu. O FC Porto tinha-se mostrado, anos antes, numa outra final europeia (Taça das Taças) num jogo em que a também poderosa Juventus teve de porfiar para vencer.

Até ao momento em que se começou a desenhar a brilhante segunda parte protagonizada pelo conjunto portista, quase ninguém ousava apostar na vitória do grande FC Porto.

Com Paulo Futre endiabrado, o argelino Rabah Madjer empatou a contenda com um sublime toque de calcanhar, quando estavam decorridos 77 minutos. Apenas dois minutos volvidos, coube ao avançado brasileiro Juary (entretanto lançado na partida) desviar a bola para o fundo das redes, após um cruzamento do lado esquerdo do próprio Madjer.

O FC Porto, pela primeira vez na sua história, era Campeão Europeu!

27 maio, 2013

A menina dança a Valsa?

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Bayern Munique 1-2 FC Porto

27 de Maio de 1987
Taça dos Clubes Campeões Europeus 1987, final
Estádio do Prater (agora Ernst Happel), em Viena (Áustria)

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Bayern Munique: Pfaff, Eder, Nachtweih, Pfluegler, Winklhofer, Flick (Lunde 81m) Matthaeus, Brehme, Koegl, Hoeness e Rummenigge.
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FC Porto: Mlynarczyk, João Pinto, Eduardo Luís, Celso, Inácio (Frasco 65m), Jaime Magalhães, André, Sousa, Quim (Juary 45m), Futre e Madjer.
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Treinador: Artur Jorge

Marcadores: Koegl (24m), Madjer (77m) e Juary (79m).

O Bayern de Munique era um colosso do futebol europeu. O FC Porto tinha-se mostrado, anos antes, numa outra final europeia (Taça das Taças) num jogo em que a também poderosa Juventus teve de porfiar para vencer.

Até ao momento em que se começou a desenhar a brilhante segunda parte protagonizada pelo conjunto portista, quase ninguém ousava apostar na vitória do grande FC Porto.

Com Paulo Futre endiabrado, o argelino Rabah Madjer empatou a contenda com um sublime toque de calcanhar, quando estavam decorridos 77 minutos. Apenas dois minutos volvidos, coube ao avançado brasileiro Juary (entretanto lançado na partida) desviar a bola para o fundo das redes, após um cruzamento do lado esquerdo do próprio Madjer.

O FC Porto, pela primeira vez na sua história, era Campeão Europeu!

27 maio, 2011

A menina dança a Valsa?

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Bayern Munique 1-2 FC Porto

27 de Maio de 1987
Taça dos Clubes Campeões Europeus 1987, final
Estádio do Prater (agora Ernst Happel), em Viena (Áustria)

árbitro: Alexis Ponnet (Bélgica).

Bayern Munique: Pfaff, Eder, Nachtweih, Pfluegler, Winklhofer, Flick (Lunde 81m) Matthaeus, Brehme, Koegl, Hoeness e Rummenigge.
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FC Porto: Mlynarczyk, João Pinto, Eduardo Luís, Celso, Inácio (Frasco 65m), Jaime Magalhães, André, Sousa, Quim (Juary 45m), Futre e Madjer.
Suplentes não-utilizados: Zé Beto, Festas e Casagrande.
Treinador: Artur Jorge

Marcadores: Koegl (24m), Madjer (77m) e Juary (79m).

O Bayern de Munique era um colosso do futebol europeu. O FC Porto tinha-se mostrado, anos antes, numa outra final europeia (Taça das Taças) num jogo em que a também poderosa Juventus teve de porfiar para vencer.

Até ao momento em que se começou a desenhar a brilhante segunda parte protagonizada pelo conjunto portista, quase ninguém ousava apostar na vitória do grande FC Porto.

Com Paulo Futre endiabrado, o argelino Rabah Madjer empatou a contenda com um sublime toque de calcanhar, quando estavam decorridos 77 minutos. Apenas dois minutos volvidos, coube ao avançado brasileiro Juary (entretanto lançado na partida) desviar a bola para o fundo das redes, após um cruzamento do lado esquerdo do próprio Madjer.

O FC Porto, pela primeira vez na sua história, era Campeão Europeu!

27 maio, 2010

Efeméride. 27 de Maio de 1987!

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Bayern Munique 1-2 FC Porto

27 de Maio de 1987
Taça dos Clubes Campeões Europeus 1987, final
Estádio do Prater (agora Ernst Happel), em Viena (Áustria)

árbitro: Alexis Ponnet (Bélgica).

Bayern Munique: Pfaff, Eder, Nachtweih, Pfluegler, Winklhofer, Flick (Lunde 81m) Matthaeus, Brehme, Koegl, Hoeness e Rummenigge.
Suplentes não-utilizados: Aumann, Willmer, Bayerschmidt e Kutschera.
Treinador: Udo Lattek.

FC Porto: Mlynarczyk, João Pinto, Eduardo Luís, Celso, Inácio (Frasco 65m), Jaime Magalhães, André, Sousa, Quim (Juary 45m), Futre e Madjer.
Suplentes não-utilizados: Zé Beto, Festas e Casagrande.
Treinador: Artur Jorge

Marcadores: Koegl (24m), Madjer (77m) e Juary (79m).

O Bayern de Munique era um colosso do futebol europeu. O FC Porto tinha-se mostrado, anos antes, numa outra final europeia (Taça das Taças) num jogo em que a também poderosa Juventus teve de porfiar para vencer.

Até ao momento em que se começou a desenhar a brilhante segunda parte protagonizada pelo conjunto portista, quase ninguém ousava apostar na vitória do grande FC Porto.

Com Paulo Futre endiabrado, o argelino Rabah Madjer empatou a contenda com um sublime toque de calcanhar, quando estavam decorridos 77 minutos. Apenas dois minutos volvidos, coube ao avançado brasileiro Juary (entretanto lançado na partida) desviar a bola para o fundo das redes, após um cruzamento do lado esquerdo do próprio Madjer.

O FC Porto, pela primeira vez na sua história, era Campeão Europeu!

27 maio, 2009

A menina dança a Valsa?

O momento mais alto da história do FC Porto até então, foi a vitória na Taça dos Clubes Campeões Europeus na época de 1986-87. O FC Porto teve um percurso quase perfeito até à final. O jogo decisivo disputou-se frente ao Bayern de Munique. Ninguém ousava vaticinar o triunfo dos portistas, mas na noite de 27 de Maio as estrelas foram Futre, Madjer - autor de um portentoso golo de calcanhar, e Juary, autor do golo da vitória.

Acaba por ser quase uma injustiça fazer destaques individuais, tal era a categoria da equipa. Começaram melhor os Germânicos, chegando ao golo numa jogada fortuita, finalizada por Koegl. Os Dragões não conseguiam disfarçar algum nervosismo, e Rummenige teve nos pés a hipótese do 2º golo. O intervalo foi bom conselheiro... o treinador Artur Jorge conseguiu incutir nos jogadores a coragem e a confiança suficientes para darem a volta ao resultado.

O FC Porto fez uma grande 2ª parte, vulgarizando completamente o Bayern. Futre quase empata, numa jogada digna de Diego Armando Maradona. A 10 minutos do final, Madjer marcou um dos mais belos golos de sempre da história de competição, de calcanhar, empatando o jogo. Dois minutos depois, o mesmo Madjer cruza para novo golo do FC Porto, apontado por Juary.

Até final, os Dragões dominaram completamente o jogo, tendo tido oportunidades para dilatar o marcador… e a Taça dos Campeões finalmente era nossa!

Bayern Munique 1-2 FC Porto

27 de Maio de 1987
Taça dos Clubes Campeões Europeus 1987, final
Estádio do Prater (agora Ernst Happel), em Viena (Áustria)

árbitro: Alexis Ponnet (Bélgica).

Bayern Munique: Pfaff, Eder, Nachtweih, Pfluegler, Winklhofer, Flick (Lunde 81m) Matthaeus, Brehme, Koegl, Hoeness e Rummenigge.
Suplentes não-utilizados: Aumann, Willmer, Bayerschmidt e Kutschera.
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FC Porto: Mlynarczyk, João Pinto, Eduardo Luís, Celso, Inácio (Frasco 65m), Jaime Magalhães, André, Sousa, Quim (Juary 45m), Futre e Madjer.
Suplentes não-utilizados: Zé Beto, Festas e Casagrande.
Treinador: Artur Jorge

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19 agosto, 2008

«Conta-me como foi»

Em Setembro de 1986 a minha recente paixão pelo FC Porto que «descobri» uns meses antes estava ainda apenas assente em cenários de magia absoluta. Os traços mais reais e concretos chegariam mais tarde (em Janeiro de 87) quando entrei nas Antas pela 1ª vez. No entanto a magia, aquele mundo perfeito tomou conta de mim, em absoluto, desde essa altura quando os meus 12 anos me faziam deitar e acordar a pensar nos golos do Gomes, nos malabarismos de Madjer, nas fintas do Futre, nas bombas do Celso e nas defesas de Mlynarczyck. Eram tempos dóceis que recordo com todo o prazer mas com tamanha nostalgia que quase me tolha o raciocínio. Na primeira época (86/87) em que dei por mim a devorar tudo quanto dizia respeito ao FC Porto, a chama do Dragão manteve-se acesa e bem forte até à noite memorável de 27 de Maio de 1987. Mas já lá vamos...

Tudo começou na Cidade onde resido desde os 4 anos, Vila do Conde, na 1ª eliminatória da Taça dos Campeões Europeus (Setembro 86) quando o FC Porto recebeu no Estádio do Rio Ave (obras nas Antas) o Rabat Ajax de Malta. Recordo o prazer infinito com que ouvi de rádio colado ao ouvido os 9 golos com que o Porto despachou os Malteses em mais uma exibição inspirada de Fernando Gomes. Na 2ª mão, só quando cheguei da escola, soube que o Porto tinha ganho 1-0 em Malta na tarde de uma quarta feira, mas recordo que o meu pai não me soube dizer o marcador do golo.

Na 2ª eliminatória a vida do FC Porto complicou-se com a derrota de 1-0 em território Checo diante do Vitkovice, jogo que ouvi sofridamente no meu rádio de pilhas enquanto regressava da escola. Na 2ª mão já nas Antas deitei-me cedo, rádio do quarto sintonizado no Quadrante Norte e voz de Gomes Amaro. André e Celso marcam 2 golos na 1ª parte. Os meus pés estavam transpirados com uma 2ª parte de nervos onde um golo sofrido poderia ser fatal mas Paulo Futre marca aos 82m e deixa-me ter um sono tranquilo e um acordar bem humorado.

Chegaram os quartos de final e com eles o Brondby de Schmeichel, na 1ª mão (nas Antas) o FC Porto pressionou todo o jogo mas só ao minuto 71 o Argelino Madjer conseguiu bater o gigante Dinamarquês. No meu quarto com a luz apagada um grito de revolta, até aí contida, fez-se ouvir numa noite fria que aqueceu subitamente nesse instante. Na 2ª mão o jogo deu na RTP e a coisa esteve muito tremida. Mlynarczyk fora batido na 1ª parte e o descalabro esteve próximo. Casagrande partiu a perna e entrou Juary. O rato atómico, aos 74 minutos, fugiu entre os defesas loiros e atirou a contar empatando o jogo a uma bola e decidindo aí a eliminatória. Tamanha alegria envolveu-me num abraço muito efusivo ao meu pai. Estávamos nas meias finais da mais importante competição de Clubes.

Chegava o gigante Russo Dinamo de Kiev com Tchanov, Belanov, Michaelichenko, Yakovenko... Nas Antas, jogo que segui via rádio, ganhamos 2-1 mas a exibição tinha sido prometedora, um golo de Futre com ressalto num defesa fez explodir o vulcão das Antas que teve nova ebulição minutos depois com um penalty de André após um Russo ter defendido com a mão uma cabeçada de Lima Pereira. Os Russos ficam com 10 mas marcam a acabar e as Antas silenciam-se tal como eu que desliguei o rádio nesse instante por não conseguir ouvir mais. Na 2ª mão a jogar na URSS os anti-Portistas cá do Burgo falavam em massacre e nessa tarde cheguei muito ansioso da escola. Recordo que o jogo deu na TV e o meu pai estranhou o suor que se notava no meu rosto. Mas o Porto cedo descansou os meus espíritos com um golo de Celso de livre, com a bola a bater na barreira e a enganar Tchanov. Logo depois Futre ganha um canto, Madjer bate largo e Gomes, o meu ídolo, ao 2º poste marca de cabeça. Os Russos incrédulos ainda reduziram mas estavam mais que eliminados e o Porto chegava pela 1ª vez à final da Taça dos Campeões Europeus.

Era ainda uma criança e não tive sequer noção da importância de tal facto. Chegamos a 27 de Maio de 1987 e nos dias anteriores a televisão trouxe várias reportagens dando conta do favoritismo esmagador dos Alemães do Bayern de Munique. Mas no coração desta criança a chama do Dragão estava pujante e esperançosa. Saio da Escola um pouco mais cedo porque a Professora de Francês admitira que aquele dia era especial. A ansiedade desta criança sobe para níveis assustadores mas quando os homens de azul e branco entram no relvado do Prater em Viena fico quase que anestesiado.

Um Porto de classe entra no Prater com um onze estudado ao milímetro por Artur Jorge que perdera recentemente, por lesão, Gomes e Lima Pereira. O Porto manda no jogo, mas os Alemães marcam um golo que sai de um lançamento lateral. Sozinho no quarto do meu pai (viu o jogo no café) desesperei com tamanha infelicidade. Na 2ª metade entra Juary e mais tarde Frasco com o Porto a arriscar tudo por tudo. Paulo Futre finta meia equipa Alemã e dá o golo a Madjer mas a bola atraiçoa-nos e não entra. Sozinho naquele quarto contenho o choro de desespero. As repetições que a TV nos traz deixam-me incrédulo com toda a classe da jogada de Futre e com toda a infelicidade no momento final. E chega o momento da vida de tantos Portistas. Frasco pega na bola de forma elegante e rápida, entrega na área a Juary que no meio dos gigantes consegue cruzar e aparece um Deus Argelino (Madjer) de costas a meter a bola nas redes de Pfaff com um calcanhar que correu o Mundo. Salto da cama aos gritos pelo corredor da minha casa e chamo o meu irmão que um pouco mais novo do que eu brincava com outros miúdos alheados daquele histórico jogo. Talvez tenha sido aí que a chama lhe tocou também e seja hoje tão adepto do Porto quanto eu. Juntos vimos as repetições e logo de seguida vemos Celso a lançar Madjer pela esquerda, uma finta estonteante e um centro perfeito para Juary encostar para o 2º golo. Que Mundo! Que magia, que emoções foram vividas, Juary ajoelha-se a rezar e eu imito o seu movimento. Choro de emoção. O meu irmão observa-me com estupefacção mas sorri com todo aquele cenário.

Acaba o jogo, ouvem-se na minha Rua buzinas de carros em festa, um camião de um vizinho enche-se de homens eufóricos de cachecol azul e branco e ruma à Invicta que já nessa altura devia estar em perfeita ebulição. As lágrimas escorrem-me pelo rosto. Estou feliz, volto à TV e vejo João Pinto a erguer o trofeu e a correr pelo Prater, de olhos brilhantes, vejo Pinto da Costa no relvado também eufórico e o Juary novamente a rezar. Ligo o rádio no Quadrante Norte e tento adormecer suspirando com toda aquela magia azul e branca... Terá sido obra Divina, certamente, mas foi mais que merecida toda esta epopeia com final feliz em terras Austríacas. Às vezes pego no DVD e revejo, deliciado, este jogo e volto a recordar todos aqueles momentos fantásticos. E vocês onde estavam? Contem-me como foi.

Um abraço,
Lucho.

27 maio, 2008

Recordar a valsa de Viena...

Bayern Munique 1-2 FC Porto

27 de Maio de 1987
Taça dos Clubes Campeões Europeus 1987, final
Estádio do Prater (agora Ernst Happel), em Viena (Áustria)

árbitro: Alexis Ponnet (Bélgica).

Bayern Munique: Pfaff, Eder, Nachtweih, Pfluegler, Winklhofer, Flick (Lunde 81m) Matthaeus, Brehme, Koegl, Hoeness e Rummenigge.
Suplentes não-utilizados: Aumann, Willmer, Bayerschmidt e Kutschera.
Treinador: Udo Lattek.

FC Porto: Mlynarczyk, João Pinto, Eduardo Luís, Celso, Inácio (Frasco 65m), Jaime Magalhães, André, Sousa, Quim (Juary 45m), Futre e Madjer.
Suplentes não-utilizados: Zé Beto, Festas e Casagrande.
Treinador: Artur Jorge

Marcadores: Koegl (24m), Madjer (77m) e Juary (79m).

O momento mais alto da história do FC Porto até então, foi a vitória na Taça dos Clubes Campeões Europeus na época de 1986-87. O FC Porto teve um percurso quase perfeito até à final. O jogo decisivo disputou-se frente ao Bayern de Munique. Ninguém ousava vaticinar o triunfo dos portistas, mas na noite de 27 de Maio as estrelas foram Futre, Madjer - autor de um portentoso golo de calcanhar, e Juary, autor do golo da vitória.

Acaba por ser quase uma injustiça fazer destaques individuais, tal era a categoria da equipa. Começaram melhor os Germânicos, chegando ao golo numa jogada fortuita, finalizada por Koegl. Os Dragões não conseguiam disfarçar algum nervosismo, e Rummenige teve nos pés a hipótese do 2º golo. O intervalo foi bom conselheiro... o treinador Artur Jorge conseguiu incutir nos jogadores a coragem e a confiança suficientes para darem a volta ao resultado.

O FC Porto fez uma grande 2ª parte, vulgarizando completamente o Bayern. Futre quase empata, numa jogada digna de Diego Armando Maradona. A 10 minutos do final, Madjer marcou um dos mais belos golos de sempre da história de competição, de calcanhar, empatando o jogo. Dois minutos depois, o mesmo Madjer cruza para novo golo do FC Porto, apontado por Juary.

Até final, os Dragões dominaram completamente o jogo, tendo tido oportunidades para dilatar o marcador… e a Taça dos Campeões finalmente era nossa!

15 maio, 2008

Revolução Azul e Branca!

Conheça a verdadeira história do 25 de Abril, também conhecida como a revolução portista ou a revolta do dragão. Descubra quais foram as verdadeiras motivações do 25 de Abril e os homens, até agora esquecidos, que fizeram história em 1974.

Veja também as imagens inéditas e surpreendentes das comemorações religiosas do 27 de Maio, o dia em que o FC Porto se sagrou campeão europeu pela 1ª vez.


fonte: cavaleiros do apocalipse

28 maio, 2007

Uma noite de campeões…

Antes de mais, chamo a atenção que por motivos da noite anterior (mais que) bem regada no 4º jantar dos Portistas de Tondela, acabei (acabamos) por ficar de «molho» durante o dia de hoje, não tendo sequer conseguido encontrar forças anímicas e físicas para me deslocar ao Dragão para a festa de consagração dos «bi-campeões»… e rever as «velhas glórias» do Prater. Agora, olhando para trás, parece que perdi mais uma grande noite no nosso Palco dos Sonhos… nada a fazer, que não lamentar… a culpa foi mesmo dos «Tondelenses» LoL.

Adiante… por isso, peço desde já desculpa por ter que aqui «transcrever» o que vem publicado no site oficial do FC Porto, mas também não havia outra forma mesmo, não é? Por isso, aqui fica o testemunho de mais «uma noite de campeões».


Onde estava no 27 de Maio?

Viena revisitada no Porto ou 20 anos perpassados em cinco minutos. A tecnologia, em constante mutação, tem destas coisas. Verdadeiramente mirabolantes. Paulo Futre chamou-lhe arrepiantes, a meio de uma confissão, já no elevador, voltado para Frasco e Bandeirinha, companheiros de viagem do relvado ao camarote presidencial. «Já não estás habituado a estas coisas». Disse-o ainda com os olhos vidrados da homenagem, num português perfeito. Mas, como um perfeito espanhol, utilizando a segunda pessoa do singular quando se referia a ele próprio. E com a inevitável sonoridade castelhana a que só faltou o «hombre» pelo fim.

Momentos antes, quando a noite se preparava para cair, 20 heróis de Viena partilharam a passadeira azul e o palco das emoções com os protagonistas do presente, vencedores de outras taças, bi e até hexacampeões, numa cerimónia a que não faltou fogo de Dragão e pele de galinha. A pose habitual de Artur Jorge, que se inclina sobre o microfone enquanto espreita a câmara, dissimulava, de forma estudada, emoções que o discurso acabaria por revelar. «Só um grande clube conseguiria fazer uma grande festa, com tanto público e tantos aplausos».

Entre labaredas frequentes e uma explosão de enormes pedaços de papel brilhante, colorida a azul e prata, Whorton, Smith, Blanks e Sorrentine, os norte-americanos do basquetebol, aperceberam-se, por fim, da dimensão portista. «Ficaram boquiabertos», contou Rodrigo Mascarenhas, também ele suficientemente emocionado para esquecer, mesmo que pontualmente, os últimos 45 segundos de uma época em que quase juntou a vitória na Liga à conquista da Taça.

Com convidado de Honra, a chuva de estrelas processava-se a vários ritmos, entre a euforia da corrida, o passo característico de um desfile, embora condicionado por lesões, e a marcha lenta imposta por intervenções cirúrgicas recentes e só possível no recurso ao uso de canadianas. Além de Bruno Moraes, também o andebolista Pedro Solha surgiu à boca do túnel apoiado em muletas, para, um pouco mais tarde, assegurar que «o apoio sentido» será razão de uma aceleração do período de convalescença.

O clima de celebração, que já havia feito soar nas colunas do Dragão a mais célebre valsa de Johann Strauss II, a do Imperador, evocando a notável conquista de Viena, não deixava ninguém indiferente. Talvez por isso, na falta de outros e melhores argumentos, Filipe Santos, capitão da equipa hexacampeã nacional de hóquei em patins, falava num «ambiente enorme».

Depois veio o jogo. E logo a seguir o golo. De Lisandro, que já abatera o Aves, uma semana antes. Mais uma grande defesa de Vítor Baía e a estreia de Pedro Emanuel. A fechar, um espectáculo piro-musical, com um «cover» do hino portista interpretado por Nuno Norte a marcar o ritmo das artísticas explosões da ilimitada chama do Dragão, que, para além de outras paragens, também passou por Viena. E você, onde estava no 27 de Maio?

O jogo dos Campeões…

F.C. Porto-Leixões, 1-0

A uma festa de campeões, com palco em pleno Estádio do Dragão, não podia faltar um jogo de consagração, que colocou frente-a-frente os vencedores da primeira e da segunda ligas portuguesas. Um golo madrugador de Lisandro López garantiu o triunfo portista e deu ainda mais cor à festa azul e branca, que encerrou pouco depois com um espectáculo piro-musical.

Em clima de festa e ambiente de celebração, o encontro foi mesmo a «cereja no topo do bolo», com os bicampeões nacionais a aproveitarem a ocasião para encerrarem a época 2006/07, e a renovação do título, perante milhares de adeptos portistas.

Lisandro deu o mote para a continuação da festa, logo aos três minutos, ao dar a melhor sequência a uma solicitação de Bosingwa, carimbando o único tento do encontro. O argentino esteve ainda perto de bisar na partida, num lance a fazer lembrar o quarto golo dos Dragões na derradeira jornada do campeonato, frente ao Desportivo das Aves, ainda que desta feita a bola tenha embatido no poste da baliza leixonense.

E se o ambiente já era festivo, melhor ficou à passagem do minuto 60 da partida, marcado pelo regresso de Pedro Emanuel aos relvados, depois de mais de nove meses de paragem, devidamente assinalado por uma grandiosa ovação dos milhares de adeptos presentes nas bancadas do Dragão.

Ficha de jogo:
Festa dos Campeões - 27 de Maio de 2007
Estádio do Dragão, no Porto

Árbitro: Rui Costa (Porto)
Assistentes: Serafim Nogueira e João Silva
4º árbitro: Carlos Duarte

F.C. PORTO: Vítor Baía «cap.», Bosingwa, Pepe, Bruno Alves e Fucile; Paulo Assunção, Raúl Meireles e Jorginho; Quaresma, Lisandro López e Adriano.
Jogaram ainda: Paulo Ribeiro, Ricardo Costa, Pedro Emanuel, Alan, Lucas e João Paulo.
Treinador: Jesualdo Ferreira

LEIXÕES: Beto, Marco Cadete, Elvis «cap.», Nuno Silva, Hugo Morais; Jorge Duarte, Nuno Amaro, Pedro Cervantes, Filipe, Nandinho e Roberto.
Jogaram ainda: Fonseca, Ruben, Cleuber, Malafaia, Ricardo Jorge, Moita, Joel, Bruno China, Cristóvão, Cícero, Jorge Gonçalves, Alexandre, Leandro Tatu e Xavier.
Treinador: Vítor Oliveira

Ao intervalo: 1-0
Marcadores: Lisandro (3min)

Recordar no Dragão uma Viena jamais esquecida...

Foi perante um Estádio do Dragão transbordante de emoções que os heróis de Viena recordaram aquele que constituiu um dos momentos mais simbólicos da história do F.C. Porto, assinalado a 27 de Maio de 1987, numa cidade jamais esquecida pelos conquistadores da primeira Taça dos Clubes Campeões Europeus do clube, por representar o reconhecimento das qualidades de uma equipa que escancarou as portas do sucesso que caracterizam os Dragões até hoje.

Entre os muitos nomes honrosamente ligados à estreia dos azuis e brancos no que ao alcance de êxitos europeus concerne, Madjer e Juary são dos mais falados, não porque o individual se sobreponha ao colectivo, até porque foi na união dos jogadores que esteve o principal segredo para o triunfo, mas porque foram os autores dos dois golos que permitiram ao F.C. Porto dar a volta ao jogo frente ao Bayern de Munique e assegurar o troféu.

Duas décadas depois de estarem juntos pela última vez, os ex-artilheiros dos Dragões juntaram-se aos restantes antigos companheiros de equipa no actual palco das palpitações azuis e brancas, lembrando com muita felicidade o episódio mais brilhante das suas carreiras, que ainda hoje é capaz de acelerar os batimentos cardíacos dos seus protagonistas, num reavivar de sensações praticamente indescritíveis.

Evocados como uma dupla de ataque respeitável, Madjer e Juary não esquecem os instantes de cumplicidade tremenda que viveram na final de 1987, descrevendo ao pormenor todos os movimentos que levaram à concretização dos golos do F.C. Porto, entusiasticamente celebrados por todos os corações que naquela noite vibraram ao ritmo daqueles que viria a sagrar-se os primeiros Campeões Europeus na história do clube.

«Quando passei a bola, fiquei com a sensação de que ela não ia em direcção ao Madjer, mas ele fez uma rotação perfeita e encaixou-a na baliza de calcanhar. Foi fantástico!», recordou Juary, ouvindo de seguida, nas palavras do seu cúmplice de há 20 anos, a versão da jogada que deu origem ao seu próprio golo: «Recebi a bola de um passe longo do Celso, fintei um adversário e depois foi só cruzar para a área, encontrando-se o Juary no sítio certo para finalizar, o que foi decisivo.»

A alegria que sentiram em ambas as ocasiões ficou para sempre registada num vocabulário que só as próprias emoções podem descodificar e só mesmo um momento como o de hoje podia trazer à memória. «Estar aqui hoje e ver uma geração que se calhar ainda nem era nascida aplaudir-nos de pé é uma sensação indescritível», sublinhou Juary, garantindo «não haver dinheiro que pague um episódio como este».

Paulo Futre: «Fiz a jogada da minha vida»
Paulo Futre, que também escreveu o seu nome na história do F.C. Porto, em 1987, viveu uma noite «especial», este domingo, no Dragão, em que pôde recordar aquela que diz ter sido a jogada da sua vida.
«Esta é uma noite muito especial para todos e para mim particularmente, pois representa a memória de um momento de grande importância na minha vida, não só profissional, mas também pessoalmente. Além de ser histórico, o desafio de 1987 deu-me a conhecer internacionalmente e fez-me perceber, de forma definitiva, que eu era um atleta talhado para os grandes jogos. Foi também a partida em que fiz a jogada da minha vida, só faltou o golo…».

As reacções dos homenageados…

Manuel Arezes, andebolista do F.C. Porto: «É o culminar de um ano muito especial do F.C. Porto, que conseguiu afirmar a sua grandeza em todas as modalidades. No próximo ano, esperamos brindar todos estes adeptos fantásticos com a conquista do título.»

Rodrigo Mascarenhas, basquetebolista do F.C. Porto: «Os norte-americanos ficaram boquiabertos, aperceberam-se, finalmente, da grandiosidade do clube, porque pisar o relvado do Dragão com o estádio cheio é uma sensação bem mais forte do que entrar num pavilhão. Aqui, com o apoio deste público fantástico, sentimo-nos verdadeiramente especiais. Este é um dia único para mim. Até já esqueci a derrota na Liga.»

Carlos Resende, treinador de andebol do F.C. Porto: «O F.C. Porto é um clube ganhador e isso é sempre um motivo de festa. É um estímulo para tentarmos sempre mais. Desta vez, foi só a Taça, mas para o ano queremos mais.»

Filipe Santos, hoquista do F.C. Porto: «Foi fantástico poder estar no Dragão este ano, porque nunca nos tinha sido possível conciliar, num mesmo espaço, as comemorações pelas conquistas de vários títulos. Estamos muito emocionados com o ambiente gigantesco desta magnífica celebração.»

Paulo Cunha, basquetebolista do F.C. Porto: «É um momento muito especial para todos nós, que interpreto como o reconhecimento do trabalho desenvolvido ao longo da época e uma nova forma de incentivo. Os portistas querem sempre ganhar mais e nós queremos dedicar-lhes o título na próxima época.»

Pedro Solha, andebolista do F.C. Porto: «Foi um orgulho muito grande estar perante aquela moldura humana impressionante. Espero que o título que conquistámos, a Taça de Portugal, tenha servido para retribuir o apoio que nos transmitiram.»

# textos retirados do site oficial do FC Porto


ps1 -
as inscrições para o jantar comemorativo do 1º aniversário do blog que se vai realizar no próximo dia 16 de Junho, pelas 20h00, no Restaurante Brasileirão (Leça da Palmeira), continuam em aberto. O preço por pessoa é de 34,00 €, com o seguinte menu: 1 caipirinha por pessoa, rodízio, vinhos da casa, refrigerantes, café e sobremesas (frutas, doces e queijos). Até ao momento, estão já confirmadas 9 inscrições, pelo que caso pretendam participar, é favor enviar e-mail para blogdoblueboy@gmail.com com o vosso nome e forma de contacto, pelo que de seguida darei todas as coordenadas para confirmação da vossa presença.

ps2 - e não é que o nosso amigo e colaborador Estilhaço já se está a passar convosco? Então ninguém, responde ao repto que ele lançou na semana passada onde solicitava que enviassem para blogdoblueboy@gmail.com as “fotos, recortes de jornal, etc, para se fazer um post decente sobre os festejos do bi-campeonato? Nacional e além fronteiras, casas do Dragão, filiais, etc. Digam se têm ou arranjam material para nos enviar. Vamos lá fazer nós o que estes tipos da (des)comunicação social não sabem e não querem fazer”. Vem, vocês vão é arranjar maneira de ele rescindir o contrato de trabalho cá com o blog por incumprimento contratual, carago!! Esperam o quê afinal? O post do bi-campeonato não é para colocar para Agosto… é para já, carago! Vocês, esperam o quê afinal? Vamos lá mas é a responder ao apelo.

ps3 - esta noite, irei aqui colocar aqui uma mega-reportagem da noite de Sábado vivida lá para os lados de Tondela… não percam.

27 maio, 2007

Passaram-se 20 anos...

O momento mais alto da história do FC Porto até então, foi a vitória na Taça dos Clubes Campeões Europeus na época de 1986-87. O FC Porto teve um percurso quase perfeito até à final. O jogo decisivo disputou-se frente ao Bayern de Munique. Ninguém ousava vaticinar o triunfo dos portistas, mas na noite de 27 de Maio as estrelas foram Futre, Madjer - autor de um portentoso golo de calcanhar, e Juary, autor do golo da vitória.

Acaba por ser quase uma injustiça fazer destaques individuais, tal era a categoria da equipa, porventura a última equipa de nível mundial que Portugal produziu. Começaram melhor os Germânicos, chegando ao golo numa jogada fortuita, finalizada por Koegl.

Os Dragões não conseguiam disfarçar algum nervosismo, e Rummenige teve nos pés a hipótese do 2º golo. O intervalo foi bom conselheiro... o treinador Artur Jorge conseguiu incutir nos jogadores a coragem e a confiança suficientes para darem a volta ao resultado.

O FC Porto fez uma grande 2ª parte, vulgarizando completamente o Bayern. Futre quase empata, numa jogada digna de Diego Armando Maradona. A 10 minutos do final, Madjer marcou um dos mais belos golos de sempre da história de competição, de calcanhar, empatando o jogo. Dois minutos depois, o mesmo Madjer cruza para novo golo do FC Porto, apontado por Juary. Até final, os Dragões dominaram completamente o jogo, tendo tido oportunidades para dilatar o marcador… e a Taça dos Campeões finalmente era nossa!

O percurso até à final:

1ª eliminatória:
FC Porto-Rabat Ajax (Malta) 9-0
(Gomes 20m, 49m, 69m, 83m, Eloi 25m, Madjer 54m, André 60m, 65m, Celso 80m)
Rabat Ajax-FC Porto 0-1
(Sousa 80m)

2ª eliminatória:
TJ Vitkovice Ostrava (Checoslováquia)-FC Porto 1-0
(Sourek 24m)
FC Porto-TJ Vitkovice Ostrava 3-0
(André 5m, Celso 26m, Futre 82m)

1/4 final:
FC Porto-Brondby IF (Dinamarca) 1-0
(Madjer 71m)
Brondby IF-FC Porto 1-1
(Steffenson 36m - Juary 74m)

1/2 final:
FC Porto-Dinamo Kiev (União Soviética) 2-1
(Futre 48m, André 57m -Yakovenko 74m)
Dinamo Kiev-FC Porto 1-2
(Mikhailichenko 13m - Celso 3m, Gomes 11m)

Final da Taça dos Clubes Campeões Europeus 1986-87
F. C. Porto vs Bayern Munique

Data: 27 de Maio de 1987
Local: Estádio Prater (agora Ernst Happel) - Viena (Áustria)
Árbitro: Alexis Ponnet (Bélgica).

FC Porto: Mlynarczyk; João Pinto, Eduardo Luís, Celso e Inácio; Jaime Magalhães, André, Sousa e Quim; Futre e Madjer.
Treinador: Artur Jorge
Substituições: Ao intervalo, Quim por Juary; 65m, Inácio por Frasco.
Suplentes não utilizados: Zé Beto, Festas e Casagrande.

Bayern Munique: Pfaff; Eder, Nachtweih e Pfluegler; Winklhofer, Flick, Matthaeus e Brehme; Koegl, Hoeness e Rummenigge.
Treinador: Udo Lattek.
Substituições: Aos 81m, Flick por Lunde.
Suplentes não utilizados: Aumann, Willmer, Bayerschmidt e Kutschera.

Marcadores: 1-0, Koegl (24m); 1-1, Madjer (77m); 1-2, Juary (79m).


ps1 - as inscrições para o jantar comemorativo do 1º aniversário do blog que se vai realizar no próximo dia 16 de Junho, pelas 20h00, no Restaurante Brasileirão (Leça da Palmeira), continuam em aberto. O preço por pessoa é de 34,00 €, com o seguinte menu: 1 caipirinha por pessoa, rodízio, vinhos da casa, refrigerantes, café e sobremesas (frutas, doces e queijos). Até ao momento, estão já confirmadas 9 inscrições, pelo que caso pretendam participar, é favor enviar e-mail para blogdoblueboy@gmail.com com o vosso nome e forma de contacto, pelo que de seguida darei todas as coordenadas para confirmação da vossa presença.

ps2 - o amigo e colaborador Estilhaço continua com o repto lançado em cima da mesa, e a aguardar impaciente os vossos e-mails para blogdoblueboy@gmail.com com “fotos, recortes de jornal, etc, para se fazer um post decente sobre os festejos do bi-campeonato? Nacional e além fronteiras, casas do Dragão, filiais, etc. Digam se têm ou arranjam material para nos enviar. Vamos lá fazer nós o que estes tipos da (des)comunicação social não sabem e não querem fazer”. E vocês, esperam pelo quê afinal?

ps3 - amanhã, as últimas da nossa presença no 4º jantar dos Dragões de Tondela na noite passada (e que noite LoL), actualização das fotos tiradas no jogo da consagração do bi-campeão, a prova da presença do xeio_d_xono num dos jogos das camadas jovens e por último, uma referência ao jogo dos campeões entre o FC Porto e o Leixões de mais logo ao final da tarde.


27 maio, 2006

Maio... um mês sempre inesquecível para nós!!!

Hoje, dia 27.05.2006, faz 19 anos que conquistamos em Viena de Austria a nossa 1ª taça europeia, ainda designada por Taça dos Clubes Campeões Europeus... o principio!!!
Ontem, dia 26.05.2006, passaram-se 2 anos que conquistamos Gelsenkirchen!!!
Recuando mais uns dias, no dia 21.05.2006, passaram-se 3 anos que invadimos Sevilha e trouxemos a nossa 1ª Taça UEFA para Portugal.
O mundo gira... mas a nossa vontade de vencer e de conquistar, mantém-se inalterável.
Por isso, FC PoRtO... não pares nunca de conquistar e de nos dar alegrias!!!