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13 janeiro, 2015

27 ANOS DA SUPERTAÇA EUROPEIA.

http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/


Ajax 0-1 FC Porto
Supertaça Europeia 1987 [1ª mão]
24 de Novembro de 1987

Estádio De Meer, em Amsterdão (Holanda)


árbitro: Robert Valentine (Escócia)

Ajax: Menzo; Blind, Verlaat, Winter, Witschge; Van't Schip, Bergkamp, Wouters; Bosman, Muhren e Dick.
jogaram ainda: Wouters por De Boer, Muhren por Richard Witschge.
treinador: Barry Hullshof.

FC Porto: Mlynarczyk; João Pinto, Inácio, Geraldão, Lima Pereira; Frasco, Jaime Magalhães, Rui Barros; Gomes, Sousa e André.
jogaram ainda: Frasco por Quim.
treinador: Tomislav Ivic.

marcadores: 0-1, Rui Barros (5m).

FC Porto 1-0 Ajax
Supertaça Europeia 1987 [2ª mão]
13 de Janeiro de 1988

Estádio das Antas, no Porto


árbitro: Lucien Van Nuffel (Bélgica)

FC Porto: Mlynarczyk; João Pinto, Lima Pereira, Geraldão, Inácio; Bandeirinha, Jaime Magalhães, Rui Barros; Sousa, André e Gomes.
jogaram ainda: Bandeirinha por Semedo, Gomes por Jorge Plácido.
treinador: Tomislav Ivic.

Ajax: Menzo; Blind, Larsson, Wouters, Hesp; Van't Schip, Muhren, Winter; Bergkamp, Bosman e Witschge.
jogaram ainda: Bergkamp por Meijer, Rob Witschge por Roy.
treinador: Barry Hullshof.

marcadores: 0-1, Sousa (70m).

Por esta altura, já o FC Porto tinha ganho a Taça dos Campeões e também a Taça Intercontinental, que lhe atribuía automáticamente o título justíssimo de Campeão Mundial de Clubes. Faltava a Supertaça Europeia para completar um ciclo de grandes conquistas internacionais! E os Dragões não falharam, conseguindo um feito único até hoje na história do futebol português! Aliás, ainda hoje, contam-se pelos dedos de uma mão os clubes Europeus que conseguiram esta "tripla".

Só de olhar para o palmarés actual, qualquer adversário fica com medo dos portistas, mas houve uma altura em que não era assim. Como em 1988, quando a equipa treinada por Ivic venceu por duas vezes o Ajax (detentores da Taça das Taças).

O frio que fazia no dia 13 de Janeiro de 1988 na cidade do Porto não devia ser muito diferente daquele que hoje se sente. Afinal, em 27 anos nem tanta coisa mudou nas condições meteorológicas. Mas esse dia foi diferente para os adeptos portistas, que acordaram com a expectativa de aumentarem o palmarés do clube. Quando a noite caiu, o FC Porto tinha ganho a primeira, e única, Supertaça Europeia da sua história. Um feito marcante, que hoje comemora o 23º aniversário.

Depois de ter espantado a Europa ao vencer o Bayern de Munique na final da Taça dos Campeões Europeus, em Viena, o FC Porto foi jogar com o Ajax, a Amesterdão, para a primeira mão da Supertaça Europeia, realizada em 24 de Novembro de 1987. Rui Barros marcou um golo aos cinco minutos e o resultado não se alterou mais.

"Não havia favoritos, mas fizemos um jogo especial na Holanda e vencemos. O Ajax, que era uma potência mundial, pressionou-nos bastante, pelo que optámos pelo contra-ataque, aproveitando a velocidade do Rui Barros", conta Jaime Magalhães, extremo-direito que actuou nas duas partidas.

Antes da segunda mão, o FC Porto teve tempo de ir a Tóquio vencer a Taça Intercontinental, como recorda Fernando Gomes. "Estávamos na senda dos êxitos. Em Amesterdão fizemos um jogo extraordinário e um golo até foi escasso para o que jogámos".

A explicação tem-na Jaime Magalhães. "Falhei um golo que até a minha filha marcava. Inclinei o corpo para trás e a bola subiu muito".

No Porto, no tal dia 13 de Janeiro de 1988, os holandeses foram despachados com o mesmo resultado de Amesterdão, desta vez com um golo de Sousa, aos 70 minutos, e o troféu ficou nas Antas. "Estava a chover e o relvado ficou todo empapado. Tínhamos uma equipa boa, mas acima de tudo tínhamos jogadores que queriam fazer história. Era uma equipa forte e solidária", lembra Fernando Gomes.

Após o jogo houve festa no balneário e nas ruas. "É verdade que a festa não foi tão grande como quando vencemos em Viena, mas foi uma celebração bonita", recorda Jaime Magalhães.

13 janeiro, 2014

26 Anos da Supertaça Europeia

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Ajax 0-1 FC Porto
Supertaça Europeia 1987 [1ª mão]
24 de Novembro de 1987

Estádio De Meer, em Amsterdão (Holanda)


árbitro: Robert Valentine (Escócia)

Ajax: Menzo; Blind, Verlaat, Winter, Witschge; Van't Schip, Bergkamp, Wouters; Bosman, Muhren e Dick.
jogaram ainda: Wouters por De Boer, Muhren por Richard Witschge.
treinador: Barry Hullshof.

FC Porto: Mlynarczyk; João Pinto, Inácio, Geraldão, Lima Pereira; Frasco, Jaime Magalhães, Rui Barros; Gomes, Sousa e André.
jogaram ainda: Frasco por Quim.
treinador: Tomislav Ivic.

marcadores: 0-1, Rui Barros (5m).

FC Porto 1-0 Ajax
Supertaça Europeia 1987 [2ª mão]
13 de Janeiro de 1988

Estádio das Antas, no Porto


árbitro: Lucien Van Nuffel (Bélgica)

FC Porto: Mlynarczyk; João Pinto, Lima Pereira, Geraldão, Inácio; Bandeirinha, Jaime Magalhães, Rui Barros; Sousa, André e Gomes.
jogaram ainda: Bandeirinha por Semedo, Gomes por Jorge Plácido.
treinador: Tomislav Ivic.

Ajax: Menzo; Blind, Larsson, Wouters, Hesp; Van't Schip, Muhren, Winter; Bergkamp, Bosman e Witschge.
jogaram ainda: Bergkamp por Meijer, Rob Witschge por Roy.
treinador: Barry Hullshof.

marcadores: 0-1, Sousa (70m).

Por esta altura, já o FC Porto tinha ganho a Taça dos Campeões e também a Taça Intercontinental, que lhe atribuía automáticamente o título justíssimo de Campeão Mundial de Clubes. Faltava a Supertaça Europeia para completar um ciclo de grandes conquistas internacionais! E os Dragões não falharam, conseguindo um feito único até hoje na história do futebol português! Aliás, ainda hoje, contam-se pelos dedos de uma mão os clubes Europeus que conseguiram esta "tripla".

Só de olhar para o palmarés actual, qualquer adversário fica com medo dos portistas, mas houve uma altura em que não era assim. Como em 1988, quando a equipa treinada por Ivic venceu por duas vezes o Ajax (detentores da Taça das Taças).

O frio que fazia no dia 13 de Janeiro de 1988 na cidade do Porto não devia ser muito diferente daquele que hoje se sente. Afinal, em 20 anos nem tanta coisa mudou nas condições meteorológicas. Mas esse dia foi diferente para os adeptos portistas, que acordaram com a expectativa de aumentarem o palmarés do clube. Quando a noite caiu, o FC Porto tinha ganho a primeira, e única, Supertaça Europeia da sua história. Um feito marcante, que hoje comemora o 23º aniversário.

Depois de ter espantado a Europa ao vencer o Bayern de Munique na final da Taça dos Campeões Europeus, em Viena, o FC Porto foi jogar com o Ajax, a Amesterdão, para a primeira mão da Supertaça Europeia, realizada em 24 de Novembro de 1987. Rui Barros marcou um golo aos cinco minutos e o resultado não se alterou mais.

"Não havia favoritos, mas fizemos um jogo especial na Holanda e vencemos. O Ajax, que era uma potência mundial, pressionou-nos bastante, pelo que optámos pelo contra-ataque, aproveitando a velocidade do Rui Barros", conta Jaime Magalhães, extremo-direito que actuou nas duas partidas.

Antes da segunda mão, o FC Porto teve tempo de ir a Tóquio vencer a Taça Intercontinental, como recorda Fernando Gomes. "Estávamos na senda dos êxitos. Em Amesterdão fizemos um jogo extraordinário e um golo até foi escasso para o que jogámos".

A explicação tem-na Jaime Magalhães. "Falhei um golo que até a minha filha marcava. Inclinei o corpo para trás e a bola subiu muito".

No Porto, no tal dia 13 de Janeiro de 1988, os holandeses foram despachados com o mesmo resultado de Amesterdão, desta vez com um golo de Sousa, aos 70 minutos, e o troféu ficou nas Antas. "Estava a chover e o relvado ficou todo empapado. Tínhamos uma equipa boa, mas acima de tudo tínhamos jogadores que queriam fazer história. Era uma equipa forte e solidária", lembra Fernando Gomes.

Após o jogo houve festa no balneário e nas ruas. "É verdade que a festa não foi tão grande como quando vencemos em Viena, mas foi uma celebração bonita", recorda Jaime Magalhães.

13 janeiro, 2013

25 Anos da Supertaça Europeia

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Ajax 0-1 FC Porto
Supertaça Europeia 1987 [1ª mão]
24 de Novembro de 1987

Estádio De Meer, em Amsterdão (Holanda)


árbitro: Robert Valentine (Escócia)

Ajax: Menzo; Blind, Verlaat, Winter, Witschge; Van't Schip, Bergkamp, Wouters; Bosman, Muhren e Dick.
jogaram ainda: Wouters por De Boer, Muhren por Richard Witschge.
treinador: Barry Hullshof.

FC Porto: Mlynarczyk; João Pinto, Inácio, Geraldão, Lima Pereira; Frasco, Jaime Magalhães, Rui Barros; Gomes, Sousa e André.
jogaram ainda: Frasco por Quim.
treinador: Tomislav Ivic.

marcadores: 0-1, Rui Barros (5m).

FC Porto 1-0 Ajax
Supertaça Europeia 1987 [2ª mão]
13 de Janeiro de 1988

Estádio das Antas, no Porto


árbitro: Lucien Van Nuffel (Bélgica)

FC Porto: Mlynarczyk; João Pinto, Lima Pereira, Geraldão, Inácio; Bandeirinha, Jaime Magalhães, Rui Barros; Sousa, André e Gomes.
jogaram ainda: Bandeirinha por Semedo, Gomes por Jorge Plácido.
treinador: Tomislav Ivic.

Ajax: Menzo; Blind, Larsson, Wouters, Hesp; Van't Schip, Muhren, Winter; Bergkamp, Bosman e Witschge.
jogaram ainda: Bergkamp por Meijer, Rob Witschge por Roy.
treinador: Barry Hullshof.

marcadores: 0-1, Sousa (70m).

Por esta altura, já o FC Porto tinha ganho a Taça dos Campeões e também a Taça Intercontinental, que lhe atribuía automáticamente o título justíssimo de Campeão Mundial de Clubes. Faltava a Supertaça Europeia para completar um ciclo de grandes conquistas internacionais! E os Dragões não falharam, conseguindo um feito único até hoje na história do futebol português! Aliás, ainda hoje, contam-se pelos dedos de uma mão os clubes Europeus que conseguiram esta "tripla".

Só de olhar para o palmarés actual, qualquer adversário fica com medo dos portistas, mas houve uma altura em que não era assim. Como em 1988, quando a equipa treinada por Ivic venceu por duas vezes o Ajax (detentores da Taça das Taças).

O frio que fazia no dia 13 de Janeiro de 1988 na cidade do Porto não devia ser muito diferente daquele que hoje se sente. Afinal, em 20 anos nem tanta coisa mudou nas condições meteorológicas. Mas esse dia foi diferente para os adeptos portistas, que acordaram com a expectativa de aumentarem o palmarés do clube. Quando a noite caiu, o FC Porto tinha ganho a primeira, e única, Supertaça Europeia da sua história. Um feito marcante, que hoje comemora o 23º aniversário.

Depois de ter espantado a Europa ao vencer o Bayern de Munique na final da Taça dos Campeões Europeus, em Viena, o FC Porto foi jogar com o Ajax, a Amesterdão, para a primeira mão da Supertaça Europeia, realizada em 24 de Novembro de 1987. Rui Barros marcou um golo aos cinco minutos e o resultado não se alterou mais.

"Não havia favoritos, mas fizemos um jogo especial na Holanda e vencemos. O Ajax, que era uma potência mundial, pressionou-nos bastante, pelo que optámos pelo contra-ataque, aproveitando a velocidade do Rui Barros", conta Jaime Magalhães, extremo-direito que actuou nas duas partidas.

Antes da segunda mão, o FC Porto teve tempo de ir a Tóquio vencer a Taça Intercontinental, como recorda Fernando Gomes. "Estávamos na senda dos êxitos. Em Amesterdão fizemos um jogo extraordinário e um golo até foi escasso para o que jogámos".

A explicação tem-na Jaime Magalhães. "Falhei um golo que até a minha filha marcava. Inclinei o corpo para trás e a bola subiu muito".

No Porto, no tal dia 13 de Janeiro de 1988, os holandeses foram despachados com o mesmo resultado de Amesterdão, desta vez com um golo de Sousa, aos 70 minutos, e o troféu ficou nas Antas. "Estava a chover e o relvado ficou todo empapado. Tínhamos uma equipa boa, mas acima de tudo tínhamos jogadores que queriam fazer história. Era uma equipa forte e solidária", lembra Fernando Gomes.

Após o jogo houve festa no balneário e nas ruas. "É verdade que a festa não foi tão grande como quando vencemos em Viena, mas foi uma celebração bonita", recorda Jaime Magalhães.

27 agosto, 2011

Barça SuperCampeão... Porto imagem de SuperDragão!

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Barcelona FC 2-0 FC Porto

Supertaça Europeia 2011
26 de Agosto de 2011
Stade Louis II, no Mónaco
Assistência: 18.048 espectadores


Árbitro: Bjorn Kuipers (Holanda)
Assistentes: Erwin Zeinstra e Berry Simons
Assistentes adicionais: Richard Liesveld e Danny Desmond Makkelie
Quarto árbitro: Bas Nijhuis

BARCELONA: Valdés; Dani Alves, Mascherano, Abidal e Adriano; Keita, Xavi e Iniesta; Messi, Pedro e Villa
Substituições: Villa por Alexis (61m), Adriano por Busquets (63m) e Pedro por Fàbregas (80m)
Não utilizados: Olazábal, Alcântara, Fontàs e Jonathan
Treinador: Josep Guardiola

FC PORTO: Helton; Sapunaru, Rolando, Otamendi e Fucile; Souza, Guarín e João Moutinho; Hulk, Kléber e Cristian Rodríguez
Substituições: Cristian Rodríguez por Varela (69m), Kléber por Belluschi (77m) e Souza por Fernando (77m)
Não utilizados: Bracali, Maicon, Djalma e Defour
Treinador: Vítor Pereira

Ao intervalo: 1-0.
Marcadores: Messi (39m) e Fàbregas (87m).
Disciplina: cartão amarelo a Cristian Rodríguez (30m), Iniesta (51m), Rolando (65 e 85m), Guarín (82 e 90m); cartão vermelho a Rolando (85m) e Guarín (90m).

Começo esta análise felicitando todo o grupo do FC Porto pelo orgulho enorme que fazem sentir neste momento na sua massa associativa, adeptos e simpatizantes. Não faria sentido algum sentir-se triste pelo nosso jogo hoje… sim pelo resultado, injusto para o que se passou no Estádio Luís II, palco desta final da Supertaça Europeia, na qual defrontávamos a melhor equipa do Mundo nesta altura e para mim, melhor equipa de todos os tempos, desde que vejo futebol.

Surpresa para muitos a aposta do mister em Cristián “Cebola” Rodriguez , tal como previ num comentário anterior neste blog. Aposta acertada, mas já lá iremos. No restante 11 inicial não houve surpresas. Do lado oposto estavam “apenas” Dani Alves, Xavi, Iniesta, Villa, Messi e Cia. Tinha comentado ao longo desta semana com alguns “colegas” de blog que a forma do Porto jogar a partir de hoje ia ser diferente, mas quero esperar pelos próximos jogos. Tenho bem presente, ao longo destes 3 jogos oficiais anteriores a maneira que a nossa equipa defrontou o Lyon no último jogo de preparação. Não achava possível essa exibição ter caído do céu, pois os princípios de jogo que aplicámos não aparecem de um dia para o outro. Então vi-me esta semana a reflectir sobre o facto de nos seguintes encontros o Porto não ter abusado dessa forma de jogar… talvez para criar o efeito surpresa ao máximo para o jogo de hoje, pois as criticas e algumas com razão foram grandes às últimas exibições do Porto. Não sei se verdade ou mentira, o Porto pode ter limitado a sua forma de jogar nas duas 1ªas jornadas… se o fez correu o risco de perder alguns pontos importantes neste início de época. Tiro o chapéu a VP, não deixando de lhe dar um valente “calduço”.

Previa voltarmos aos índices de pressão altíssimos dos jogos de pré-temporada, linhas muito subidas e reacção imediata e enérgica à perda de bola. E assim aconteceu…limitámos as saídas curtas do Barça até aos 25min obrigando-os a descaracterizar um pouco o seu futebol, jogando mais longo e directo para Messi e Villa. Raramente ligaram uma jogada com algum perigo. Sempre que o tentaram fazer com passes de ruptura, lá estava a sempre bem coordenada defesa portista a subir no momento certo colocando inúmeras vezes os catalães em posição irregular (note-se que isto dá muito trabalho coordenar). Ofensivamente neste período, criámos algum frissom junto da baliza e podíamos mesmo ter chegado à vantagem num remate cruzado de Hulk, junto ao poste direito da baliza de Valdés! Fora isso houve alguma dificuldade em ligar o nosso jogo, mas sabíamos de antemão dessa dificuldade, pois os nossos médios não se poderiam aproximar muito dos avançados, correndo o risco de não ter a equipa equilibrada no momento da perda da bola.

A partir deste período, a pressão não foi exercida com tanta eficácia com o Barcelona a conseguir sair a jogar na 1ª fase de construção ofensiva, chegando ao meio-campo do Porto, como é hábito ver o Barça jogar, assumindo Dani Alves um papel importante nas suas subidas para apoiar o ataque libertando Messi/Pedro para zonas mais interiores. No entanto, não criaram nenhuma situação de perigo iminente às redes de Helton. Surge o minuto 39’, talvez o momento do jogo. Recuperação da bola por Guarín, com este a tentar manter a posse da mesma e bem, exagerando na 2ª finta, sendo obrigado a jogar de recurso para trás (jogando para trás, naquela zona, só com 1000% de certeza no sucesso do passe – não aconteceu) colocando a bola nos pés de… Messi que se encontrava nas costas da defesa. O resto foi ver Messi a partir os rins a Helton e a encostar para o 1-0! Até ao intervalo boa reacção da equipa, tendo possibilidade de no último minuto Kléber isolar-se e nem se fez à bola. Grande 1ª parte, apesar de tudo!

Competência, garra, ambição, empenho, espírito de sacrifico foi o que nos trouxe a 2ª parte do nosso Porto. Guarín apareceu um pouco afectado pelo erro cometido, errando demasiados passes em zonas importantes do campo, não permitindo à equipa chegar-se à frente com mais qualidade. Rodriguez continuou muito bem na ajuda aos 3 homens do meio, sendo decisivo no bom jogo do Porto. De realçar que era importante o reforço do nosso meio para podermos lutar olhos nos olhos, daí ter dito que este seria o jogo para ele. E confirmou-se. Em algumas recuperações defensivas pareceu algo lento, não manchando a sua enorme exibição.

Não conseguimos penetrar na área com qualidade mas tivemos oportunidade de alvejar a baliza de longe, por Guarín e Moutinho - quando este último começou a aparecer mais próximo dos homens da frente, o nosso jogo começou a fluir com mais naturalidade e conseguimos ter mais posse. Fomos lutando com todas as nossas forças, apesar de limitados pelo enorme desgaste causado pelo tiki-taka do adversário. Esta foi a imagem da 2ª parte até à expulsão justa de Rolando no minuto 86. A partir daqui foi o natural avançar dos ponteiros, com tempo ainda para mais dois momentos! Passe mágico de La Pulga, para Fabregas finalizar com classe. Depois foi ver Guarín a perder a cabeça, fazendo uma entrada dura para vermelho directo.

Como diz VP, não há vitórias morais… mas sinto-me orgulhoso da nossa equipa! Poucas equipas serão capazes de fazer ao Barcelona, aquilo que nós fizemos… fez o Real e fizemos nós! Veremos quantas mais serão capazes… refiro que não é só meter a malta lá para dentro a fazer pressão, é preciso incumbir os momentos da mesma, a forma de pressionar e os princípios inerentes aos mesmos. Digo, esperando não errar, que a jogar desta forma, dificilmente teremos problemas de maior nas competições internas. É muito complicado parar uma equipa da nossa qualidade com a capacidade de pressão e recuperação rápida da bola.

Parabéns a todos! Foram enormes... foram Porto... SOMOS PORTO!!!

Notas positivas: capacidade de pressão; coordenação defensiva;

Notas menos boas: equipa pouco profunda pelo que já foi explicado, mas em parte tinha de ser assim;

Melhor em campo: EQUIPA! (não quero individualizar, porque hoje fomos Porto!)



DECLARAÇÕES

Vítor Pereira

"Julgo que fizemos um jogo olhos nos olhos com o Barcelona. Quisemos ganhar, jogar alto, jogar de acordo com os nossos princípios, estamos habituados a querer bola. Houve momentos em que foi possível, houve outros em que a nossa organização defensiva resultaram. Tivemos uma ou outra oportunidade de golo. Entrámos na segunda parte com vontade de dar a volta às coisas. Tivemos uma ou outra oportunidade e com um a menos as coisas tornaram-se mais difíceis.

Sei que é complicado, mas aos 80 minutos há uma grande penalidade. Na área contrária teria dado penalti e um penalti é uma oportunidade clara de golo, que podia ditar um outro final de jogo e um outro resultado.

Quero realçar sobretudo o grande jogo que fizemos frente ao grande Barcelona.

Fizemos o nosso jogo, vendemos muito cara a derrota, não vivemos de vitórias morais, mas saio satisfeito com o comportamento da equipa. O Porto foi consistente, só não conseguiu chegar ao golo. É uma equipa que está em crescimento e dentro de pouco tempo estará ao nível que nos habituou no ano passado e se possível até melhor. Temos de dar tempo ao tempo e a equipa deu passos no sentido de crescer. Daremos passos no sentido de um jogo mais consistente do ponto de vista ofensivo".

Hulk

"A equipa tem de levantar a cabeça, chegamos aqui com a identidade do Porto, pressionamos o Barça, tivemos as melhores oportunidades, mas sofremos um golo num erro nosso. Há um penalti, tivemos oportunidades para empatar. Foi penalti, seria 1-1, e com 11 seria diferente.

Quem está jogando é porque tem qualidade, quem saiu é desejar boa sorte. Os aplausos significam a gratidão dos adeptos, corremos bastante, eles viram que a equipa deu o máximo. Temos de voltar a ganhar."

Helton

"Quando acertam acertam todos, quando erram erram todos, não foi um erro individual, foi um erro colectivo. Há que levantar a cabeça, não jogámos contra qualquer equipa. Temos de estar de cabeça erguida pelo que fizemos, contra a equipa que foi.

Temos a ideia que todos os companheiros que buscaram outras felicidades, mas os que vieram também serão com certeza importantes.

Estou um pouco distante, não tenho como dizer muita coisa, mas espero que vejam os lances. São seres humanos e todos cometemos erros."



RESUMO DO JOGO

Tribunal d'O JOGO - supertaça Europeia 2011

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Tribunal O JOGO: FC Porto Vs. Barcelona FC
Árbitro: Bjorn Kuipers (Holanda) / Assistentes: Erwin Zeinstra e Berry Simons / Assistentes adicionais: Richard Liesveld e Danny Desmond Makkelie / Quarto árbitro: Bas Nijhuis.


por mOTIVOS aLhEIOS a este espaço, não se encontra ainda disponível até ao momento, na edição electrónica do jornal O JOGO do dia 27-08-2011, a análise habitual à arbitragem...



fonte: ojogo.pt

26 agosto, 2011

SUPER DRAGÃO... ABRA(R)ÇA TAÇA!!!

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“O Sucesso tem tudo a ver com atitude”
(Jimmy Dunne)

A vencer desde 1893! Este é o nosso Destino! Somos Porto!...Três frases soltas que espelham os intentos dos adeptos no Mónaco.

O Principado é concepção e sucessão inevitável da ordem natural das conquistas no Futebol, sobretudo para quem granjeia sucesso, prestígio e historial como os Dragões na Europa.

Como em qualquer outro jogo, a questão resume-se a ganhar, por muito que politicamente jogando as equipas comecem por criar códigos genéticos e identidades próprias compatíveis com objectivos de bom futebol.

Na sua significação máxima, uma Final é ainda mais um jogo de variáveis imensas onde cada segundo ganha dimensão exponencial, por muito intrínseca que seja a memoração táctica, a disciplina técnica ou a bipolaridade criativa/activa entre momentos de equilíbrio, passividade e/ou explosividade em passes rasgados que deliciam os olhos tal é a geometria dos seus desenhos.

Se toda esta prosaica escrita parece óbvia e concordante, não é menos verdade que tudo isto não é assim tão linear, pois a cada acção de jogo muda a ordem das prioridades, não devendo contudo mudar o objectivo final da contenda.

Antes de atacar e procurar a baliza adversária, falta sentir no Dragão o fluxo produtivo da mente, explorar a motivação, traçando linhas teóricas entre o que é viver no fio da navalha ao encontrar equipas que roçam a perfeição e a sensibilidade de manterem a predisposição para dinâmicas de intensidade, de coesão, ganhando antecipadamente enquadramento entre acção/reacção, captando elos charneira de abertura ao diálogo entre a lógica e o imprevisto.

Pensar no Barça é pensar no pior dos problemas em termos de Futebol, up-date Catalão de um processo de jogo refinado, autoritário em posse e de invisíveis pontos débeis quer em amplitude de movimentos ofensivos quer em dinâmicas de posicionamento defensivo.

Qualquer que seja o caminho, a multiplicação de passes leva perigo e deriva em golo. Percorra a bola centenas de calcetas hábeis, peça movimentos curtos, passes, tabelas, calcorreie por princípio o meio-campo ofensivo, ou a génese seja o eixo defensivo, a qualidade é de quilate abissal e só de acompanhar os traços e a ocupação dos espaços é de ficar com a língua de fora.

Raciocinar esta envolvente estrutura colectiva é como cogitar um Icebergue, onde Messi é só a ponta, referência ofensiva de posicionamento vagabundo, favorecendo ainda mais o carrossel futesalístico em que se torna o futebol Blaugrana.

Paradoxalmente os comandados de Pep Guardiola, jogam longe da área procurando a destabilização rival em rasgadas diagonais, que depois desaguam como enxurradas de finalizações dentro do rectângulo mais próximo da linha de golo.

Ao dogmático 4x3x3 de sintomatologia táctica livre, Busquets é âncora do corredor central, móvel, fixo, às vezes dois metros a frente, outras, três metros mais atrás é ele a delimitação e báscula entre sectores, mobilizando nas suas acções o redesenhar dos Culés para um engenhoso 3x4x1x2, com Villa e Pedrito a dar largura ao campo, originando os espaços nas costas da defesa, quando acompanhados os seus movimentos por parte dos centrais rivais.

Xavi é precisão, Iniesta um complemento mental da velocidade de pensar/executar o tik e taka, os laterais materializam o acessório, coordenando ritmos, incorporando velocidade em transição, optimizando a manutenção da posse de bola obrigando ao baixar de linhas por parte dos contendentes.

Com um rácio de aproveitamento cínico e desgastante, são-no ainda mais com a bola no pé, soltam-na com segurança exasperante na certeza, multiplicando incerteza nessa precisão, pois quem recebe o endosso mesmo que após 123 passes, sabe que quando esta chegar está perto o ambicionado golo.

Senão pudemos mudar o destino da índole do jogo que chega da cidade Condal, não mudemos a nossa atitude perante as adversidades. Após o que será o impacto emocional inicial, há que mostrar o rosto do Dragão, laterais responsáveis com mobilidade cuidada nos apoios ofensivos, encaixando verticalidade nas saídas e na capacidade de pressionar em linhas mais altas.

É comum a agressividade caminhar paralela com a competitividade, é certo que o tik e taka, promove face a árbitros menos conscientes, o toque e cai, blaugrana, ensombrando o tempo real de jogo. A serenidade e capacidade de retenção emocional, diluem certas não conformidades, resistindo o conjunto ao estremecimento de um apito desregrado em função de uma certa filosofia de jogo.

Apreensivos por culpa de um começo titubeante no que concerne ao esplendor exibicional, que não de resultados, a alma-mater deste Dragão enferma da chama que engoliu adversários na época transacta, a qualidade está lá, a posse, o passe, a raça e a vontade de chegar aos efeitos da transição apoiada, pensada e de equilíbrio entre a organização e a capacidade de pressionar como reacção efectiva à perda de bola.

A teia invisível que o trinómio força/raça/abnegação possa criar como primeiro obstáculo ao futebol rendilhado do Barça é apenas parte de uma solução tímida, o défice tético nas bolas paradas defensivas dos blaugrana pode ser outra estrada para o Olimpo, agravado até pelas ausências de Pique e Puyol.

A superação individual fará este Porto transpor as barreiras de um qualquer medo ou insegurança, auto estima, método e a tal coragem da geração da moda, são segredos artifícies das equipas que atingem dimensões de reconhecimento internacional. Liberdade para criar, investir e arriscar, as mãos de Hulk, Varela, Moutinho, Guarin ou de um nome menos público como Kléber, podem inspirar os azuis e brancos para mais um desígnio que não impossível, antes de começarmos a tentar.

Uma vez mais seremos a expressão futebolística de um País além fronteiras, o mérito expressa-se à luz de uma hegemonia que não deixa margem para laivos dúbios, rigor táctico, solidariedade, voluntarismo, sacrifício e superação nos erros próprios, tudo em função de um só repto…Ganhar!!!

Se o Barça é a perfeição... a imperfeição no Futebol, é só poder ganhar um! Hoje vamos ser Nós...



LISTA DE CONVOCADOS

Guarda-redes: Bracali e Helton.
Defesas: Fucile, Maicon, Otamendi, Rolando e Sapunaru.
Médios: Belluschi, Defour, Fernando, Guarín, João Moutinho, Souza, Cristian Rodríguez e Djalma.
Avançados: Hulk, Kleber e Varela.

Uma Taça ainda mais super

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26/08/2011

Na contagem decrescente para o jogo que atribui a Supertaça Europeia de 2011, o www.fcporto.pt recupera detalhes do histórico de confrontos entre FC Porto e Barcelona e alguns dados curiosos sobre o palco do encontro e o troféu que será erguido pelo capitão da equipa vencedora.

Histórico nivelado
FC Porto e Barcelona defrontam-se no Mónaco pela primeira vez, mas com um histórico de sete encontros nas competições europeias que revela uma vantagem ténue dos catalães, vencedores de quatro partidas, contra as três vitórias dos Dragões. O primeiro embate entre as duas equipas remonta à época de 1973/74, com os azuis e brancos a ganharem as duas mãos da primeira eliminatória da Taça UEFA: 3-1 no Porto e 1-0 na Catalunha, naquela que permanece como a única vitória de uma equipa portuguesa em Camp Nou, garantida pelo golo solitário do brasileiro Abel.

Estreia de Messi na inauguração do Dragão
FC Porto e Barcelona encontraram-se pela última vez a 16 de Novembro de 2003, num amigável que marcou a inauguração do Estádio do Dragão e a estreia de Messi na equipa catalã. Os Dragões venceram o encontro por 2-0, com golos de Derlei e Hugo Almeida.

Recordes
Com o jogo de sexta-feira, o Barcelona estabelece um novo recorde de participações na Supertaça Europeia, que passa a ser de oito. Com o AC Milan destacado no topo da lista de vencedores, com cinco vitórias, o adversário dos portistas no Stade Louis II é também a equipa com mais derrotas na competição (4). O FC Porto, que ergueu o troféu de 1987, depois de derrotar o Ajax numa final disputada a duas mãos, joga no Mónaco pela terceira vez.

Como cresceu o troféu
O troféu atribuído ao vencedor da Supertaça Europeia já não é exactamente igual ao que Lima Pereira levantou depois da dupla vitória sobre o Ajax. Para acompanhar o prestígio crescente da competição, a taça também cresceu em 2006. Concebido e produzido pela casa Bertoni, de Milão, o actual troféu atinge agora os 58 centímetros e os 12,2 quilos (mais 15,5 centímetros e 7,2 quilos do que o anterior). À estrutura, que mantém as principais linhas da versão original, foi acrescentado um par de asas, para que o seu peso possa ser mais facilmente erguido pelo capitão da equipa vencedora no momento da consagração.

O avô do príncipe
Inaugurado em 1985, o Stade Louis II recebeu o nome do avô do Príncipe Rainier III, que recorreu aos serviços dos mais conceituados arquitectos parisienses para a sua construção. Casa do AS Monaco e um dos mais arrojados estádios do futebol francês, o complexo dispõe de várias estruturas subterrâneas, como piscinas e ginásios. Conhecido por receber a final da Supertaça Europeia desde 1998, o Stade Louis II é igualmente famoso por servir de palco à “Golden League”, prestigiada competição de atletismo que integra o calendário da IAAF. A lotação de 18.500 lugares parece, numa primeira análise, extremamente modesta para um recinto desportivo de um micro-estado que faz tudo em grande, mas a verdade é que a sua capacidade corresponde a quase dois terços da população do principado, que tem cerca de 30.000 habitantes.

fonte: fcporto.pt

16 julho, 2011

Bilhetes para Supertaça Europeia à venda no sábado

http://bibo-porto-carago.blogspot.com/

15/07/2011

A venda de ingressos para o jogo entre o FC Porto e o FC Barcelona (26 de Agosto, 19h45), no Estádio Louis II, no Mónaco, está disponível a partir do próximo sábado, dia 16, na Bilheteira Nascente. Cada sócio poderá adquirir dois bilhetes.

Os bilhetes disponíveis custam 30 e 45 euros. A apresentação do cartão de sócio é obrigatória para a aquisição dos ingressos.

fonte: fcporto.pt

13 janeiro, 2011

Faz hoje 23 anos...

http://bibo-porto-carago.blogspot.com/


Ajax 0-1 FC Porto
Supertaça Europeia 1987 [1ª mão]
24 de Novembro de 1987

Estádio De Meer, em Amsterdão (Holanda)


árbitro: Robert Valentine (Escócia)

Ajax: Menzo; Blind, Verlaat, Winter, Witschge; Van't Schip, Bergkamp, Wouters; Bosman, Muhren e Dick.
jogaram ainda: Wouters por De Boer, Muhren por Richard Witschge.
treinador: Barry Hullshof.

FC Porto: Mlynarczyk; João Pinto, Inácio, Geraldão, Lima Pereira; Frasco, Jaime Magalhães, Rui Barros; Gomes, Sousa e André.
jogaram ainda: Frasco por Quim.
treinador: Tomislav Ivic.

marcadores: 0-1, Rui Barros (5m).

FC Porto 1-0 Ajax
Supertaça Europeia 1987 [2ª mão]
13 de Janeiro de 1988

Estádio das Antas, no Porto


árbitro: Lucien Van Nuffel (Bélgica)

FC Porto: Mlynarczyk; João Pinto, Lima Pereira, Geraldão, Inácio; Bandeirinha, Jaime Magalhães, Rui Barros; Sousa, André e Gomes.
jogaram ainda: Bandeirinha por Semedo, Gomes por Jorge Plácido.
treinador: Tomislav Ivic.

Ajax: Menzo; Blind, Larsson, Wouters, Hesp; Van't Schip, Muhren, Winter; Bergkamp, Bosman e Witschge.
jogaram ainda: Bergkamp por Meijer, Rob Witschge por Roy.
treinador: Barry Hullshof.

marcadores: 0-1, Sousa (70m).

Por esta altura, já o FC Porto tinha ganho a Taça dos Campeões e também a Taça Intercontinental, que lhe atribuía automáticamente o título justíssimo de Campeão Mundial de Clubes. Faltava a Supertaça Europeia para completar um ciclo de grandes conquistas internacionais! E os Dragões não falharam, conseguindo um feito único até hoje na história do futebol português! Aliás, ainda hoje, contam-se pelos dedos de uma mão os clubes Europeus que conseguiram esta "tripla".

Só de olhar para o palmarés actual, qualquer adversário fica com medo dos portistas, mas houve uma altura em que não era assim. Como em 1988, quando a equipa treinada por Ivic venceu por duas vezes o Ajax (detentores da Taça das Taças).

O frio que fazia no dia 13 de Janeiro de 1988 na cidade do Porto não devia ser muito diferente daquele que hoje se sente. Afinal, em 20 anos nem tanta coisa mudou nas condições meteorológicas. Mas esse dia foi diferente para os adeptos portistas, que acordaram com a expectativa de aumentarem o palmarés do clube. Quando a noite caiu, o FC Porto tinha ganho a primeira, e única, Supertaça Europeia da sua história. Um feito marcante, que hoje comemora o 23º aniversário.

Depois de ter espantado a Europa ao vencer o Bayern de Munique na final da Taça dos Campeões Europeus, em Viena, o FC Porto foi jogar com o Ajax, a Amesterdão, para a primeira mão da Supertaça Europeia, realizada em 24 de Novembro de 1987. Rui Barros marcou um golo aos cinco minutos e o resultado não se alterou mais.

"Não havia favoritos, mas fizemos um jogo especial na Holanda e vencemos. O Ajax, que era uma potência mundial, pressionou-nos bastante, pelo que optámos pelo contra-ataque, aproveitando a velocidade do Rui Barros", conta Jaime Magalhães, extremo-direito que actuou nas duas partidas.

Antes da segunda mão, o FC Porto teve tempo de ir a Tóquio vencer a Taça Intercontinental, como recorda Fernando Gomes. "Estávamos na senda dos êxitos. Em Amesterdão fizemos um jogo extraordinário e um golo até foi escasso para o que jogámos".

A explicação tem-na Jaime Magalhães. "Falhei um golo que até a minha filha marcava. Inclinei o corpo para trás e a bola subiu muito".

No Porto, no tal dia 13 de Janeiro de 1988, os holandeses foram despachados com o mesmo resultado de Amesterdão, desta vez com um golo de Sousa, aos 70 minutos, e o troféu ficou nas Antas. "Estava a chover e o relvado ficou todo empapado. Tínhamos uma equipa boa, mas acima de tudo tínhamos jogadores que queriam fazer história. Era uma equipa forte e solidária", lembra Fernando Gomes.

Após o jogo houve festa no balneário e nas ruas. "É verdade que a festa não foi tão grande como quando vencemos em Viena, mas foi uma celebração bonita", recorda Jaime Magalhães.

13 janeiro, 2010

Já se passaram 22 anos…

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Ajax 0-1 FC Porto
Supertaça Europeia 1987 [1ª mão]
24 de Novembro de 1987

Estádio De Meer, em Amsterdão (Holanda)


árbitro: Robert Valentine (Escócia)

Ajax: Menzo; Blind, Verlaat, Winter, Witschge; Van't Schip, Bergkamp, Wouters; Bosman, Muhren e Dick.
jogaram ainda: Wouters por De Boer, Muhren por Richard Witschge.
treinador: Barry Hullshof.

FC Porto: Mlynarczyk; João Pinto, Inácio, Geraldão, Lima Pereira; Frasco, Jaime Magalhães, Rui Barros; Gomes, Sousa e André.
jogaram ainda: Frasco por Quim.
treinador: Tomislav Ivic.

marcadores: 0-1, Rui Barros (5m).

FC Porto 1-0 Ajax
Supertaça Europeia 1987 [2ª mão]
13 de Janeiro de 1988

Estádio das Antas, no Porto


árbitro: Lucien Van Nuffel (Bélgica)

FC Porto: Mlynarczyk; João Pinto, Lima Pereira, Geraldão, Inácio; Bandeirinha, Jaime Magalhães, Rui Barros; Sousa, André e Gomes.
jogaram ainda: Bandeirinha por Semedo, Gomes por Jorge Plácido.
treinador: Tomislav Ivic.

Ajax: Menzo; Blind, Larsson, Wouters, Hesp; Van't Schip, Muhren, Winter; Bergkamp, Bosman e Witschge.
jogaram ainda: Bergkamp por Meijer, Rob Witschge por Roy.
treinador: Barry Hullshof.

marcadores: 0-1, Sousa (70m).

Por esta altura, já o FC Porto tinha ganho a Taça dos Campeões e também a Taça Intercontinental, que lhe atribuía automáticamente o título justíssimo de Campeão Mundial de Clubes. Faltava a Supertaça Europeia para completar um ciclo de grandes conquistas internacionais! E os Dragões não falharam, conseguindo um feito único até hoje na história do futebol português! Aliás, ainda hoje, contam-se pelos dedos de uma mão os clubes Europeus que conseguiram esta "tripla".

Só de olhar para o palmarés actual, qualquer adversário fica com medo dos portistas, mas houve uma altura em que não era assim. Como em 1988, quando a equipa treinada por Ivic venceu por duas vezes o Ajax (detentores da Taça das Taças).

O frio que fazia no dia 13 de Janeiro de 1988 na cidade do Porto não devia ser muito diferente daquele que hoje se sente. Afinal, em 20 anos nem tanta coisa mudou nas condições meteorológicas. Mas esse dia foi diferente para os adeptos portistas, que acordaram com a expectativa de aumentarem o palmarés do clube. Quando a noite caiu, o FC Porto tinha ganho a primeira, e única, Supertaça Europeia da sua história. Um feito marcante, que hoje comemora o 20º aniversário.

Depois de ter espantado a Europa ao vencer o Bayern de Munique na final da Taça dos Campeões Europeus, em Viena, o FC Porto foi jogar com o Ajax, a Amesterdão, para a primeira mão da Supertaça Europeia, realizada em 24 de Novembro de 1987. Rui Barros marcou um golo aos cinco minutos e o resultado não se alterou mais.

"Não havia favoritos, mas fizemos um jogo especial na Holanda e vencemos. O Ajax, que era uma potência mundial, pressionou-nos bastante, pelo que optámos pelo contra-ataque, aproveitando a velocidade do Rui Barros", conta Jaime Magalhães, extremo-direito que actuou nas duas partidas.

Antes da segunda mão, o FC Porto teve tempo de ir a Tóquio vencer a Taça Intercontinental, como recorda Fernando Gomes. "Estávamos na senda dos êxitos. Em Amesterdão fizemos um jogo extraordinário e um golo até foi escasso para o que jogámos".

A explicação tem-na Jaime Magalhães. "Falhei um golo que até a minha filha marcava. Inclinei o corpo para trás e a bola subiu muito".

No Porto, no tal dia 13 de Janeiro de 1988, os holandeses foram despachados com o mesmo resultado de Amesterdão, desta vez com um golo de Sousa, aos 70 minutos, e o troféu ficou nas Antas. "Estava a chover e o relvado ficou todo empapado. Tínhamos uma equipa boa, mas acima de tudo tínhamos jogadores que queriam fazer história. Era uma equipa forte e solidária", lembra Fernando Gomes.

Após o jogo houve festa no balneário e nas ruas. "É verdade que a festa não foi tão grande como quando vencemos em Viena, mas foi uma celebração bonita", recorda Jaime Magalhães.

13 janeiro, 2009

Foi há 21 anos...

Ajax 0-1 FC Porto
Supertaça Europeia 1987 [1ª mão]
24 de Novembro de 1987
Estádio De Meer, em Amsterdão (Holanda)

árbitro: Robert Valentine (Escócia)

Ajax: Menzo; Blind, Verlaat, Winter, Witschge; Van't Schip, Bergkamp, Wouters; Bosman, Muhren e Dick.
jogaram ainda: Wouters por De Boer, Muhren por Richard Witschge.
treinador: Barry Hullshof.

FC Porto: Mlynarczyk; João Pinto, Inácio, Geraldão, Lima Pereira; Frasco, Jaime Magalhães, Rui Barros; Gomes, Sousa e André.
jogaram ainda: Frasco por Quim.
treinador: Tomislav Ivic.

marcadores: 0-1, Rui Barros (5m).

FC Porto 1-0 Ajax
Supertaça Europeia 1987 [2ª mão]
13 de Janeiro de 1988
Estádio das Antas, no Porto

árbitro: Lucien Van Nuffel (Bélgica)

FC Porto: Mlynarczyk; João Pinto, Lima Pereira, Geraldão, Inácio; Bandeirinha, Jaime Magalhães, Rui Barros; Sousa, André e Gomes.
jogaram ainda: Bandeirinha por Semedo, Gomes por Jorge Plácido.
treinador: Tomislav Ivic.

Ajax: Menzo; Blind, Larsson, Wouters, Hesp; Van't Schip, Muhren, Winter; Bergkamp, Bosman e Witschge.
jogaram ainda: Bergkamp por Meijer, Rob Witschge por Roy.
treinador: Barry Hullshof.

marcadores: 0-1, Sousa (70m).

Por esta altura, já o FC Porto tinha ganho a Taça dos Campeões e também a Taça Intercontinental, que lhe atribuía automáticamente o título justíssimo de Campeão Mundial de Clubes. Faltava a Supertaça Europeia para completar um ciclo de grandes conquistas internacionais! E os Dragões não falharam, conseguindo um feito único até hoje na história do futebol português! Aliás, ainda hoje, contam-se pelos dedos de uma mão os clubes Europeus que conseguiram esta "tripla".

Só de olhar para o palmarés actual, qualquer adversário fica com medo dos portistas, mas houve uma altura em que não era assim. Como em 1988, quando a equipa treinada por Ivic venceu por duas vezes o Ajax (detentores da Taça das Taças).

O frio que fazia no dia 13 de Janeiro de 1988 na cidade do Porto não devia ser muito diferente daquele que hoje se sente. Afinal, em 20 anos nem tanta coisa mudou nas condições meteorológicas. Mas esse dia foi diferente para os adeptos portistas, que acordaram com a expectativa de aumentarem o palmarés do clube. Quando a noite caiu, o FC Porto tinha ganho a primeira, e única, Supertaça Europeia da sua história. Um feito marcante, que hoje comemora o 20º aniversário.

Depois de ter espantado a Europa ao vencer o Bayern de Munique na final da Taça dos Campeões Europeus, em Viena, o FC Porto foi jogar com o Ajax, a Amesterdão, para a primeira mão da Supertaça Europeia, realizada em 24 de Novembro de 1987. Rui Barros marcou um golo aos cinco minutos e o resultado não se alterou mais.

"Não havia favoritos, mas fizemos um jogo especial na Holanda e vencemos. O Ajax, que era uma potência mundial, pressionou-nos bastante, pelo que optámos pelo contra-ataque, aproveitando a velocidade do Rui Barros", conta Jaime Magalhães, extremo-direito que actuou nas duas partidas.

Antes da segunda mão, o FC Porto teve tempo de ir a Tóquio vencer a Taça Intercontinental, como recorda Fernando Gomes. "Estávamos na senda dos êxitos. Em Amesterdão fizemos um jogo extraordinário e um golo até foi escasso para o que jogámos".

A explicação tem-na Jaime Magalhães. "Falhei um golo que até a minha filha marcava. Inclinei o corpo para trás e a bola subiu muito".

No Porto, no tal dia 13 de Janeiro de 1988, os holandeses foram despachados com o mesmo resultado de Amesterdão, desta vez com um golo de Sousa, aos 70 minutos, e o troféu ficou nas Antas. "Estava a chover e o relvado ficou todo empapado. Tínhamos uma equipa boa, mas acima de tudo tínhamos jogadores que queriam fazer história. Era uma equipa forte e solidária", lembra Fernando Gomes.

Após o jogo houve festa no balneário e nas ruas. "É verdade que a festa não foi tão grande como quando vencemos em Viena, mas foi uma celebração bonita", recorda Jaime Magalhães.

13 janeiro, 2008

20 anos… até parece que foi «ontem»!

Ajax 0-1 FC Porto

Supertaça Europeia 1987 [1ª mão]
24 de Novembro de 1987
Estádio De Meer, em Amsterdão (Holanda)

árbitro: Robert Valentine (Escócia)

Ajax: Menzo; Blind, Verlaat, Winter, Rob Witschge; Van 't Schip, Bergkamp, Wouters; Bosman, Muhren e Dick.
jogaram ainda: Wouters por De Boer, Muhren por Richard Witschge.
treinador: Barry Hullshof.

FC Porto: Mlynarczyk; João Pinto, Inácio, Geraldão, Lima Pereira; Frasco, Jaime Magalhães, Rui Barros; Gomes, Sousa e André.
jogaram ainda: Frasco por Quim.
treinador: Tomislav Ivic.

marcadores: 0-1, Rui Barros (5m).

FC Porto 1-0 Ajax

Supertaça Europeia 1987 [2ª mão]
13 de Janeiro de 1988
Estádio das Antas, no Porto

árbitro: Lucien Van Nuffel (Bélgica)

FC Porto: Mlynarczyk; João Pinto, Lima Pereira, Geraldão, Inácio; Bandeirinha, Jaime Magalhães, Rui Barros; Sousa, André e Gomes.
jogaram ainda: Bandeirinha por Semedo, Gomes por Jorge Plácido.
treinador: Tomislav Ivic.

Ajax: Menzo; Blind, Larsson, Wouters, Hesp; Van 't Schip, Muhren, Winter; Bergkamp, Bosman e Rob Witschge.
jogaram ainda: Bergkamp por Meijer, Rob Witschge por Roy.
treinador: Barry Hullshof.

marcadores: 0-1, Sousa (70m).

Por esta altura, já o FC Porto tinha ganho a Taça dos Campeões e também a Taça Intercontinental, que lhe atribuía automáticamente o título justíssimo de Campeão Mundial de Clubes. Faltava a Supertaça Europeia para completar um ciclo de grandes conquistas internacionais! E os Dragões não falharam, conseguindo um feito único até hoje na história do futebol português! Aliás, ainda hoje, contam-se pelos dedos de uma mão os clubes Europeus que conseguiram esta "tripla".

Só de olhar para o palmarés actual, qualquer adversário fica com medo dos portistas, mas houve uma altura em que não era assim. Como em 1988, quando a equipa treinada por Ivic venceu por duas vezes o Ajax (detentores da Taça das Taças).

O frio que fazia no dia 13 de Janeiro de 1988 na cidade do Porto não devia ser muito diferente daquele que hoje se sente. Afinal, em 20 anos nem tanta coisa mudou nas condições meteorológicas. Mas esse dia foi diferente para os adeptos portistas, que acordaram com a expectativa de aumentarem o palmarés do clube. Quando a noite caiu, o FC Porto tinha ganho a primeira, e única, Supertaça Europeia da sua história. Um feito marcante, que hoje comemora o 20º aniversário.

Depois de ter espantado a Europa ao vencer o Bayern de Munique na final da Taça dos Campeões Europeus, em Viena, o FC Porto foi jogar com o Ajax, a Amesterdão, para a primeira mão da Supertaça Europeia, realizada em 24 de Novembro de 1987. Rui Barros marcou um golo aos cinco minutos e o resultado não se alterou mais.

"Não havia favoritos, mas fizemos um jogo especial na Holanda e vencemos. O Ajax, que era uma potência mundial, pressionou-nos bastante, pelo que optámos pelo contra-ataque, aproveitando a velocidade do Rui Barros", conta Jaime Magalhães, extremo-direito que actuou nas duas partidas.

Antes da segunda mão, o FC Porto teve tempo de ir a Tóquio vencer a Taça Intercontinental, como recorda Fernando Gomes. "Estávamos na senda dos êxitos. Em Amesterdão fizemos um jogo extraordinário e um golo até foi escasso para o que jogámos".

A explicação tem-na Jaime Magalhães. "Falhei um golo que até a minha filha marcava. Inclinei o corpo para trás e a bola subiu muito".

No Porto, no tal dia 13 de Janeiro de 1988, os holandeses foram despachados com o mesmo resultado de Amesterdão, desta vez com um golo de Sousa, aos 70 minutos, e o troféu ficou nas Antas. "Estava a chover e o relvado ficou todo empapado. Tínhamos uma equipa boa, mas acima de tudo tínhamos jogadores que queriam fazer história. Era uma equipa forte e solidária", lembra Fernando Gomes.

Após o jogo houve festa no balneário e nas ruas. "É verdade que a festa não foi tão grande como quando vencemos em Viena, mas foi uma celebração bonita", recorda Jaime Magalhães.


26 maio, 2006

Memorial (3) - UEFA Super Cup ... Monaco, 2004.08.27

O sonho comanda a vida de um Dragão…
A Supertaça Europeia de 2004 disputou-se, como habitualmente, no Mónaco.
Os protagonistas foram o FC Porto (campeão europeu) e Valência CF (vencedor da taça UEFA). Ambas as equipas realizaram uma época brilhante, vencendo no mesmo ano o seu campeonato nacional e a prova europeia onde estiveram envolvidas. Os Dragões participaram nesta grande final pela 3ª vez (2ª consecutiva). Depois da vitória de 1988 (Ajax) e da derrota na edição anterior (AC Milão), o FC Porto teria uma boa oportunidade para vencer mais um troféu internacional. Este jogo disputou-se no dia 27 de Agosto de 2004.
Perdemos mais uma vez… mas como sempre... valeu a pena !!!