21 julho, 2017

20 julho, 2017

LONGOS DIAS TÊM AS CARTILHAS...


Gosto frequentemente de visitar o passado, não só para recordar episódios mais ou menos felizes mas também para procurar lições que possam ser úteis para enfrentar o presente e preparar o futuro.

No desporto, tal como na vida, este exercício pode ser extremamente útil, principalmente para relativizar algumas situações e para nos dar força e motivação para continuar a luta, procurando “beber” nesse passado alguns ensinamentos para prosseguirmos com sucesso o nosso percurso.

Quando por vezes penso que o que fazem actualmente ao FC Porto é mau demais, que colocarem os Janelas, os Braz, Aguilares, Ribeiro Cristóvãos, Guerras e afins como personalidades isentas é um gozo inaudito, logo me lembro que tivemos de enfrentar semanalmente produtos tóxicos como os Donos da Bola, então promovido como espaço de debate e de grande reportagem, que tinha a mira sempre apontada ao mesmo lado.

O FC Porto ia a caminho do inédito Tri, estava numa fase de enorme domínio pela sua força e (há que admiti-lo…) pela fraqueza dos principais rivais e o que iam buscar para menorizar o nosso mérito e para nos achincalhar? Coisas como este episódio desenterrado dos tempos da Selecção Nacional orientada pelo nosso treinador Oliveira, com prostitutas e jogadores com passado ligado ao… FC Porto! Ou seja, o padrão de sempre, os diabos a Norte e os santinhos a Sul.


E seriam os tempos dos Donos da Bola e do ‘boom’ das televisões privadas o início da era em que os factos passaram a ser relatados da forma que mais interessavam aos mensageiros? Não, foi mesmo desde que começamos a ganhar que a máquina de propaganda começou a jogar nos seus tabuleiros, tentando impor a verdade que lhes mais interessa vender ao seu exército.

Aqui, neste pedaço de história com quase 30 anos, o FC Porto após ver-se ultrapassado à má fila na contratação de Ademir sentiu-se desobrigado de um suposto “Pacto de Cavalheiros” e retaliou contratando Rui Águas, o filho do lendário capitão das Taças dos Campeões vermelhas, bem como o central Dito. Algo natural e expectável face ao comportamento recorrentemente anti Porto de dirigentes como Gaspar Ramos e João Santos? Não, um escândalo nacional, já que para boa parte das “cabeças pensantes” da capital era impossível que uns “provincianos” conseguissem jogar o mesmo jogo que eles sempre jogaram. E daí até ao folclore de um tal de José Eduardo Moniz perguntar a Pinto da Costa coisas como qual o salário que pagaria aos dois “traidores” era um pulinho…


Ainda sobre jogos de poder e histórias contadas da forma que mais lhes interessa termino com a recordação da mítica final da Taça de Portugal 1982/83, jogada em Agosto de 1983 (ou seja no início da época 1983/84)!

Marcada desde o inicio da temporada para as Antas (num cenário que não era inusitado na passagem dos anos 70 para os anos 80 depois das finais de 1975/76 e 1976/77) esta final acabou mesmo por se realizar no nosso estádio após meses de polémica, terminando com uma amarga vitória dos encarnados.

A história completa poderão lê-la aqui, sendo que a mentira mil vezes repetida é que o FC Porto fez uma birra ao querer jogar no seu estádio e que a Pinto da Costa e a Pedroto saiu o tiro pela culatra depois de tentarem hostilizar o Benfica e de procurarem ganhar fora do campo uma vantagem injustificável.

Leram a descrição dos factos descrita pelo insuspeito Mais Futebol? Tiraram as vossas conclusões sobre quem tentou virar o tabuleiro a meio do jogo? Então agora vejam como a história é contada no seio deles, neste delicioso vídeo de 57 segundos:


Quando acharem que o presente é mau demais e que o nível de provocação que vemos diariamente é inédito não se deixem levar pelo desânimo e não tenham dúvidas que isto sempre foi assim. Nada do que se passa hoje é novidade, já que eles sempre usaram da mesma cartilha: megalómanos e egocêntricos, incapazes de verem para além da sua verdade mesmo quando ela é comprovadamente falsa e com instintos totalitários no controlo da imprensa e da opinião pública.

Significa isto que devemos aceitar de braços cruzados esta realidade, inevitável e da qual não podemos fugir? Não, temos de utilizar os nossos meios para combater sem tréguas este estado de coisas e oferecer-lhes concorrência dentro e fora do campo de forma a fazer tremer o “mundo perfeito”. Ou seja, e como vimos aqui, denunciar sem receio os comportamentos asquerosos dos Donos da Bola, retaliar e contar a nossa verdade não os deixando a papaguear sozinhos como fizemos no Caso Ademir e lutar pelos nossos direitos, sem medos nem receios, como o FC Porto fez em 1983.

Nunca ninguém nos deu nada e nunca ninguém nos dará nada. Mas se formos capazes de manter e reforçar o espírito dos últimos meses, cada vez mais semelhante à velha mística do Dragão das grandes conquistas, voltaremos com certeza a fazer aquilo que mais gostamos: GANHAR.

PS: Agradecimentos especiais ao Pedro Cardona, Basculação e a um tal de “Futebol 86” pelos vídeos aqui partilhados.

19 julho, 2017

ILIBADOS... AGORA?!?!


A montanha pariu um rato.
Bem que poderia começar desta forma um qualquer artigo sobre o Apito Dourado e o consequente Apito Final. Demorou, demorou muito, demorou demais! E pior do que demorar, foi o conjunto de ilegalidades, verdadeiros crimes que ao longo destes anos foram cometidos e que tiveram o Futebol Clube do Porto como alvo.

A verdade é que depois da justiça civil ter absolvido o clube e o seu presidente de todas as acusações, chegou a vez da justiça desportiva, que parece ter vivido num Mundo diferente ao longo da última década, efetuar o mesmo procedimento.
Os paladinos da verdade desportiva, os impolutos deste país, as virgens ofendidas que tanto levantaram a voz para gritar bem alto contra nós, que fizeram campanhas na comunicação social para inclusivamente nos retirar da Champions, e que só não exigiram a nossa descida de divisão porque nesta república das bananas as mesmas ainda têm casca, afinal confirmaram tudo aquilo que já sabíamos deles: são uns vermes sem espinha dorsal, uns prostitutos capazes de tudo para defender o benfica, uns desavergonhados que agora ficaram a falar sozinhos!

Com a anulação da retirada de 6 pontos ao FC Porto, poder-se-ia dizer que tudo acabou em bem e sem consequências. Nada mais falso!!
Antes de mais, deveremos questionar o que vai acontecer a estes senhores que foram protagonistas das decisões que lesaram gravemente o nosso clube e a honorabilidade do seu presidente. Tudo vai ficar por aqui? Simplesmente enganaram-se, ponto? Ninguém vai sofrer as consequências pelos atos tomados? Não, não pode tudo terminar desta forma como quem sai de um casamento pela porta dos fundos mas já com os bolsos cheios das melhores iguarias.

E tudo isto não pode simplesmente terminar assim porque as principais consequências, as verdadeiras consequências de tudo isto, são factuais e já ninguém as consegue mudar. Quais foram? A desacreditação que tentaram fazer do bom nome e marca Futebol Clube do Porto? Quanto perdemos pelo rótulo que nos foi criado? Quanto deixamos de faturar em merchandising, patrocínios, convites de outros clubes, etc, devido a tudo isto?
Mas recordemos isso sim a principal consequência objetiva de tudo isto: o medo que se instalou no centros de decisão do futebol português, especialmente no seio da arbitragem, de favorecer no que quer que fosse o nosso clube! Por esta razão, quantos pontos deixamos de ganhar ao longo das provas em que estivemos envolvidos? Quantos campeonatos deixamos de ganhar? Quantos pontos e campeonatos ainda haveremos de não ganhar pelo “sistema” entretanto implementado pelo benfica que usou o Apito Dourado e Final para se aproveitar da aparente fragilidade do FC Porto?
Pois é meus amigos, estas foram as verdadeiras consequências de tudo isto e não as decisões dos tribunais civis e/ou instâncias desportivas. E o que vai acontecer aos seus protagonistas? Aparentemente, nada...

De qualquer forma não deixa de ser curioso o timing de anúncio de tudo isto.
A verdade é que o Futebol Clube do Porto é formalmente ilibado numa fase em que o benfica está a ser alvo de investigação por parte do departamento de combate à corrupção da Polícia Judiciária. O que significa isto? Significa que todo o tipo de acusações de que fomos alvo, podem a qualquer momento ser deduzidas contra o carnide, caso a investigação que a PJ está a desenvolver no caso dos email's, venha a identificar indícios comprovados de qualquer um desses crimes.
Ora, se tal acontecer, nada melhor do que termos as instâncias desportivas a branquear todo esse processo, decidindo em consonância com as decisões finais dos processos que envolveram o nosso clube. Ou seja, o processo Apito Final pode ser o álibi perfeito para simplesmente meter na gaveta tudo o que envolve os vermelhos de carnide, passando por isso uma esponja em tudo quanto fomos ouvindo e lendo.
A pergunta que se segue é legítima: mas será que tudo isto irá mesmo acontecer e esta sucessão de factos não terá sido mera coincidência? Meus amigos, nesta república das bananas, onde as mesmas apesar de tudo ainda têm casca, eu desejo que a vergonha na cara possa imperar e não se use um caso para branquear o outro. Se me perguntam se eu acho que é mesmo isso que vai acontecer, aí já tenho muitas dúvidas pois num país onde o Apito Dourado parou em Leiria, num país onde existiram casos como a Porta 18 e o estorilgate, num país com casos de voucher's, milhões de dívidas ao BES e “Mister King” ao barulho, e nunca nada aconteceu ao clube encornado nem aos seus dirigentes, que garantias podemos ter agora de uma justiça cega e que julgue estes atos sem olhar ao facto de se tratar da instituição mais corrupta e impune de Portugal?

Um Abraço,

NOTA 1 – Alguém da estrutura do nosso clube teve a infeliz ideia de contratar o grupo musical D.A.M.A. para a festa de apresentação da nossa equipa. As reações dos adeptos foram mais que muitas e em poucas horas os artistas foram cancelados. Ok, finalmente dão ouvidos aos adeptos. Então e quem foi(foram) a(s) sumidade(s) que tomou(tomaram) a decisão da contratação? Quem são esses rostos que continuam a tomar decisões como se estivessem na sua casa, esquecendo-se que estão na NOSSA casa? Nada vai acontecer? A culpa vai morrer solteira? Vão continuar a demonstrar a sua incompetência e falta de identificação com aquilo que são os valores do clube?

NOTA 2 – Pelo segundo ano consecutivo, o FC Porto vai disputar o torneio cidade de Guimarães. Pelo segundo ano consecutivo, o jogo vai-se disputar a um domingo às 20:30h. Pelo segundo ano consecutivo não marcarei presença nesse jogo. É escandaloso e uma tremenda falta de respeito pelos adeptos de futebol que seja marcado um “jogo a feijões” para um domingo às 20:30h, o que obriga a quem viaja desde a cidade do Porto a só chegar a casa bem depois da meia-noite para no dia seguinte ter de ir trabalhar. Espero que ao longo da época exista um crescente cuidado na marcação dos dias e horários em que o nosso clube vai jogar... será?

18 julho, 2017

O PODER DA (DES)COMUNICAÇÃO.


43 anos após a queda da ditadura, a minha geração, bem como as mais novas, tiveram finalmente um cheirinho do que era a censura no tempo de Salazar e Marcelo. O famoso Lápis Azul. Nesse período nefasto da nossa história, nenhum tipo de conteúdo, fosse ele escrito, visual ou oral, poderia ser publicado ou emitido sem o aval dos censores, sendo utilizado para o efeito um lápis de cor azul, para eliminar os trechos (ou a totalidade) do conteúdo que não se adequava ao pensamento político, ideológico ou moral do regime.

Qual remake cinematográfico, em pleno século XXI, grande parte dos nossos principais meios de comunicação social, quer desportivos, quer generalistas, optaram voluntariamente nesta onda revivalista, substituindo apenas o lápis azul, pela cor vermelha, bem como os censores pelos cartilheiros. Só este saudosismo ditatorial pode explicar o silêncio e timidez com que os canais de TV generalistas, jornais desportivos, bem como a esmagadora maioria da restante comunicação social, dedicaram ao maior escândalo do desporto nacional. O caso dos E-mails. Uma teia de compadrios, jogos de interesse, prostituição, espionagem, chantagem e controlo de todo o circuito da arbitragem nacional, e Liga de Clubes, por um clube da 2a circular lisboeta.

Graças ao brilhante trabalho de Francisco J. Marques, também ele estrategicamente silenciado, o Colinho e o Polvo deixaram de ser apenas palavras ao vento, para passarem a ter uma base factual de registos e troca de comunicações que suporta toda a vergonha que víamos dentro das 4 linhas.

Contudo, não fosse a revelação Nhaga, aquela brincadeira de descompressão ter vingado no anedotário nacional, e o tema ter-se-ia esfumado nas cinzas dos eucaliptos e nos falhanços do SIRESP.

Cabe-nos a nós - Portistas - nunca deixar este fogo se extinguir. Só assim o slb poderá um dia conhecer o inferno pelos seus actos.


Em sentido bem contrário, este foi o fim de semana em que - mais uma vez - foi confirmada a ilibação do nosso clube das acusações do infame processo do Apito Dourado. A consequência mais visível desta decisão, é a restituição dos 6 pontos que nos tinham sido retirados na época 2007/08. Mais do que justa, peca apenas por demasiadamente tardia.

Curiosamente, ao folhear a edição do Jornal i de ontem, esse órgão de imprensa tão distraído para os atuais casos de corrupção desportiva, deparo-me com uma reconstituição histórica digna do CSI, dos acontecimentos que levaram às acusações a Pinto da Costa e ao árbitro Augusto Duarte, base do processo Apito Dourado, artigo sugestivamente titulado de "Apito Dourado. Regresso inevitável à negra noite da Madalena".

Poderíamos questionar o "Porquê" do timming absolutamente despropositado do artigo, se não reparássemos neste pequeno trecho do currículum do seu autor:

Afonso de Melo, (...) É colunista do jornal «O Benfica» e colaborador da «BenficaTV». Foi investigador e fornecedor de dados e de textos para o Museu Cosme Damião.(...)
In Wikipédia
A boa notícia para o escritor da peça, é a existência de uma vasta oferta de medicamentos para a azia, capazes de o aliviar dessa maleita.

A má notícia para todos nós, é a total promiscuidade que reina na nossa comunicação social, pejada de peões e quejandos, pouco importados com o brio a que a sua carteira profissional obriga.

Descendo ainda mais no esgoto dos media, encontramos o grande campeão desta área, o Correio da Manhã.

Na passada sexta-feira, 14, abriam eles as hostilidades com mais uma das suas aberrantes capas:


Para não nos acusarem de facciosismos, transcrevo a notícia que suporta esta capa, de um jornal bem nosso "amigo". O Maisfutebol:

"A Polícia Judiciária informou nesta quinta-feira, através de comunicado, que deteve oito pessoas no âmbito da «operação petardo» e na qual as autoridades realizaram 34 buscas a residências e oficinas de pirotecnia e que visou claques de futebol.

«No âmbito da investigação foram identificadas atividades ilícitas relativas ao fabrico e venda de artigos pirotécnicos, ao tráfico de armas e a comercialização e utilização de petardos e tochas de fumo em recintos desportivos», lê-se no comunicado, já depois de a TVI ter noticiado que a ação estava em curso.

As autoridades acrescentaram ainda que «estão sob investigação os incidentes ocorridos em Braga após o jogo de futebol entre o S.C.de Braga e o V. de Guimarães».

O comunicado explica que este caso se relata a 22 de janeiro, dia em que «foi atingido com disparo de arma de fogo o autocarro que transportava funcionários da empresa de segurança que presta serviço no Estádio do S. C. de Braga».

Refira-se que a PJ cumpria seis mandados de detenção, mas dois indivíduos foram detidos em flagrante delito - a agência Lusa noticiou nove inicialmente, citando fonte da PJ - e que os detidos têm idades compreendidas entre os 27 e os 53 anos."
Então? Onde estão os actos dos Super-Dragões na notícia? Absolutamente ZERO correlação com os SD.

Off the record, todos nós sabemos que as maiores claques nacionais têm os seus contactos e negócios de aquisição de material pirotécnico. Os Super Dragões não serão decerto excepção. Contudo, esta discriminação abominável e nojenta com que o Correio da Manhã persegue tudo o que é relacionado com o Futebol Clube do Porto, com o intuito único de nos colar como arruaceiros, maus da fita ou corruptos, há muito que deveria ter sido punida pela justiça, ou no mínimo por uma ERC (Entidade Reguladora para a Comunicação Social). Não estamos aqui a falar de liberdade de imprensa. O termo mais correcto seria bullying. Na manifesta improbabilidade disso vir a acontecer, resta-nos desejar que os postes deste país continuem a prestar os seus bons serviços na observação e punição das infracções às normas deontológicas desta classe.

Curiosamente, da claque que melhor sabe dar uso criminoso a petardos em Portugal, nem um simples esboço de referência...

Pelos exemplos muito recentes aqui expostos, facilmente chegamos à conclusão que o Polvo não é apenas um clube lisboeta. Ele é toda uma instituição omnipresente que nos cerca e entra diariamente nos nossos lares. O maior contributo que poderíamos dar para a sua vitória será lutarmos uns contra os outros. Os actos do passado, presente e futuro poderão (e deverão) ser julgados em 2020. O presente, esse tem que ser de UNIÃO. De todos. Incondicionalmente!

Cumprimentos Portistas.

17 julho, 2017

ARRUMAR A CASA.


Fica cada vez mais claro que a palavra de ordem neste defeso consistirá em aproveitar jogadores que estavam emprestados e que poderão resolver problemas do atual plantel, reduzindo assim a necessidade de ir ao mercado e simultaneamente não piorar a já de si complicada situação financeira.

Na baliza, creio que a chegada de Vaná indica que Sá poderá estar de saída. Sendo que Fabiano apenas regressa em novembro fruto de uma lesão complicada e que João Costa continuará a ganhar experiência na equipa b, o brasileiro deverá ser o concorrente direto de Casillas. Caso contrário, a contratação do brasileiro é mais um mistério a juntar a tantos outros.

No sector defensivo, ainda persistem algumas dúvidas nomeadamente quanto à continuidade de Layun, Martins Indi e Reyes. Muito provavelmente a possibilidade de um bom encaixe financeiro poderá levar a que um ou mais desse lote de jogadores venha a sair, sendo que aí apenas será necessária a contratação de um defesa-central, uma vez que de laterais estamos bem servidos, em quantidade e qualidade.

No meio-campo, continuo a dizer que nos falta um jogador com características diferentes dos que temos atualmente. Obviamente que Decos e Luchos não se encontram ao virar de cada esquina mas era importante termos no nosso plantel um jogador de meio-campo que se distinguisse dos que temos atualmente sobretudo nas valências ofensivas, ultimo passe e surgimento na zona do golo.

No ataque, ao que parece, afinal o parceiro de Soares irá ser o regressado Aboubakar. Sobre esta solução não quero ser catastrófico ou augurar algo de menos bom, mas recordo, para reflexão, que há apenas dois anos ABoubakar era o “patinho feio” da equipa, sendo um jogador muito criticado pela sua evidente falta de consistência psicológica. Sobre as características técnicas do camaronês, não há dúvidas de que se trata de um bom jogador, os golos que marcou no Besiktas, clube que ajudou a conquistar o título turco, são disso prova. Mas, há também as expulsões (o ano passado foram 3!!) que comprovam também a instabilidade psicológica do jogador. Espero bem que Sérgio Conceição retire o máximo do camaronês e que este seja recuperado como peça fundamental no FC Porto, mas confesso que tenha as minhas dúvidas nesta solução. Por outro lado, vender Aboubakar por tuta e meio e gastar 6 milhões num Depoitre ou 11 milhões num Adrian Lopez, é mesmo melhor estarmos quietos e tentar reaproveitar Aboubakar. Em relação aos extremos, creio que se nenhum sair, também não haverá necessidade de ir ao mercado, que neste momento já não é mau, tendo em conta que as idas ao mercado do FC Porto nos últimos anos têm sido desastrosas. Reaproveitar em vez de inventar pode não ser uma má ideia. Quando o dinheiro não abunda, os vícios também não.

PS - O FC Porto foi ilibado em toda a linha daquilo pelo qual foi acusado no âmbito dos processos apito dourado e final. Foi investigado, esmiuçado e julgado quer nos tribunais civis, quer na justiça desportiva. A principal acusação prendia-se com um jogo frente ao último classificado em 03/04, época do FC Porto campeão europeu. Se perante o que foi divulgado ultimamente e aquilo que ainda falta divulgar em relação ao caso dos e-mails, nada for levado a tribunal... cada um tire as suas conclusões!

14 julho, 2017

A FRUTA ACABOU.


Ainda em pleno defeso e quase quase a irmos para banhos de sol e de mar, o BiBó PoRtO volta ao activo. Muita coisa sucedeu nos últimos tempos, mas a verdade escamoteável é só uma: contrariamente ao que o tetra prometia, o FC Porto não está morto e, pelo contrário, parece mais vivo que nunca. Tal foi bem visível na forma verdadeiramente apoteótica com que as gentes nortenhas receberam os novos equipamentos do Dragão, num local muito especial para os portuenses: a Ribeira com a Ponte Luiz I em pano de fundo.

Para esta crença, chama e euforia muito contribuiu a acção de Francisco J. Marques no Porto Canal, divulgando as cartilhas encarnadas, assim como os e-mails da nossa paixão. O tetra, que prometia uma festa sem igual pelo país fora, capaz de durar todo o Verão, afinal não durou mais do que André Moreira no Benfica.

E por falar em André Moreira do Atlético de Madrid para o Braga, com brevíssima escala – certamente para encher combustível – no Seixal, vem-me à memória um episódio que passou algo despercebido na comunicação social, mas que para mim foi bastante significativo e premonitório do que aí vem:

No dia em que a Assembleia Geral da Liga decidiu votar contra a proposta do FC Porto acerca de uma penalização efetiva aos clubes que apoiassem claques ilegais, o benfica respondeu com a proposta de alteração ao Regulamento Disciplinar da Liga, que viola claramente o carácter geral e universal que uma disposição jurídica deve conter: um normativo que visava não apenas punir todos aqueles que fumassem cigarros nas áreas técnicas e adjacentes (conforme disposição já existente), mas também aqueles que fumassem cigarros eletrónicos e que expelissem “fumo ou quaisquer outras substâncias, tais como saliva, na direção de dirigentes, jogadores ou quaisquer outros agentes desportivos”.

Ora, saiba-se que esta bizarra alteração ao regulamento, com o único objectivo de apoucar o presidente do Sporting, foi incrivelmente aprovada com votos favoráveis do proponente (benfica), Arouca, Vitória de Setúbal e Famalicão, tendo todos os outros se abstido de votar, à exceção naturalmente do FC Porto e Sporting.

Mais do que a discussão jurídica em si, importa aqui verificar e perceber o total e absoluto controlo que o benfica detém não apenas nos órgãos federativos, árbitros, observadores, delegados ao jogo, entre outros, mas também e – quiçá – principalmente nos seus adversários que podem ter camisolas de muitas cores, mas que na hora da verdade equipam de vermelho e de águia ao peito.

Não tenhamos pois dúvidas de que as estratégias levadas a cabo pelo benfica junto do Presidente da FPF, Presidente da AG da Liga, entre muitos outros, são as mesmas que são usadas com os chamados clubes pequenos de Norte a Sul do País, que estão completamente na sua esfera de influência, conforme a inacreditável votação da AG da Liga veio a provar.

O FC Porto combate assim num terreno desnivelado e totalmente minado, daí que não seja surpresa que a esmagadora maioria das equipas nacionais se mate esfole quando defronta os azuis-e-brancos, mas que apareça estranhamento adormecida e apática nos jogos contra os lampiões. São os chamados “dias maus”, conforme os pobres treinadores tentam explicar as estranhas falhas de marcação, os estranhos passes errados, os estranhos auto-golos.

Se pudesse apostar, diria que os próximos e-mails com que Francisco J. Marques vai brincar o País serão relacionados com as cada vez mais estranhas relações financeiras entre o benfica e os clubes ditos pequenos. Porque no futebol como na política não há coincidências: o que parece, é. E se parece, é porque é!

E a transferência de André Moreira, a juntar a muitas outras no circuito Atlético, Rio Ave, Braga e benfica cheira mal, muito mal. E deveria levantar atenções da Liga de Clubes ou da FPF, se estes organismos ainda tivessem um grama que fosse de independência e, já agora, competência.

Mas como pelos vistos o Presidente da FPF, Dr. Fernando Gomes, não se importa de ver os seus e-mails completamente devassados e entregues sabe-se lá com que frequência ao clube de carnide, é caso para deixarmos de dar atenção à FPF: já sabemos para o que serve e, obviamente, não serve para nada a não ser amparar e proteger os tentáculos do Polvo.

Isto tudo para dizer que Sérgio Conceição começa bem quando diz que um balneário com grande espírito é meio caminho andado para se ter vitórias. Porque não nos iludamos: o FC Porto vai lutar contra o Polvo em todas as jornadas neste campeonato, pois os seus tentáculos não estão apenas nas arbitragens, mas também na quase totalidade das equipas que compõem a Liga de Clubes.

Este Verão trouxe-nos também um presente: a fruta acabou. Não nos supermercados, mas sim nas conversas de café, nos almoços das empresas, nos coffee-points deste país fora. A partir deste Verão, mais nenhum benfiquista se atreverá a falar na palavra “fruta” ou “café com leite”, pois sabe que é metralhado imediatamente com “padres”, “missas”, com “carne no assador”, com “200 é a noite toda, a 3 é 400”, “eu só quero ser o vosso menino querido”, “que passou se?” e “sabes que sempre estive do teu lado”.

Essa foi, até agora, a maior e a mais preciosa conquista de Francisco J. Marques. A fruta acabou. Agora só há mesmo polvo para desbravar, seja com molho verde, à bordalesa, à lagareiro ou à Guiné-Bissau. Vamos a banhos e aguardemos por cenas dos próximos capítulos!

Boa Época a todos os Portistas!
VAMOS AO RESGATE!

Rodrigo de Almada Martins

13 julho, 2017

OS LAMPIÕES DISFARÇADOS.


Na passada Terça-Feira ficou a saber-se que o Diretor de Comunicação e Informação do FC Porto, Francisco J. Marques, foi suspenso por 44 dias e ainda multado em perto de 3 mil Euros.

É uma decisão curiosa, não só pelo seu timming, mas também pelo facto de anteriormente um Diretor de Comunicação de outro clube ter sido bastante mais agressivo para com as arbitragens do que o Francisco J. Marques e nunca ter merecido uma única punição. Falo naturalmente de Mr. Burns, atualmente incendiário do Twitter sempre com um discurso sem um pingo de honestidade intelectual, que quando exercia funções no seu clube dizia aquilo que queria e lhe apetecia sobre os árbitros, sem qualquer tipo de sanção a nível disciplinar. Deixo-vos com alguns exemplos, que são já deveras conhecidos, mas que importa sempre lembrar.


Mas este castigo tem um claro e grande objetivo: condicionar o discurso do Francisco J. Marques. É uma espécie de “Lei da Rolha” que vem sendo falada ao longo dos anos e que, naturalmente, serve aqueles que vão beneficiando da forma como o sistema está montado e que vão tirando partido dos consecutivos e flagrantes erros das Equipas de Arbitragem, Época atrás de Época. Não é por isso de admirar que há uns meses atrás o benfica tenha apresentado esta proposta à Liga de Clubes, de forma a amordaçar quem ousasse expor os erros cometidos pelos árbitros, que hoje com provas e com factos se sabe, estão altamente condicionados nas suas performances pela força do poder exercido pela turma de carnide junto das instâncias competentes do Futebol Português .

Como venho dizendo, este caminho não será fácil e terá sempre armadilhas pelo meio. A Máquina de Propaganda continua a funcionar, usando agora Lampiões fanáticos disfarçados em Independentes como voz oficiosa do regime em tudo quanto é canal de Televisão. Rui Pedro Braz e Luis Aguilar são os casos mais flagrantes, como o colega Norte muito bem mencionou no seu artigo desta semana, mas existem mais como o benfiquista de Paredes Carlos Daniel, Jorge Baptista, Joaquim Rita, o autor das cartilhas Carlos Janela, Carlos Manuel, Vítor Serpa, Fernando Guerra, Pedro Henriques o que tem orgasmos a relatar a mouraria, Pedro Henriques o que a analisar casos de arbitragem vê sempre contra o azul e branco como acontecia em campo, António Rola ou Duarte Gomes andam todos ao serviço do nacional-benfiquismo, no seu estado mais miserável e sem coluna vertebral.

Esta estratégia é também extensível às redes sociais, onde temos Páginas que supostamente são de Humor e completamente independentes a nível clubístico, mas que no fundo não passam de apenas mais um veículo de propaganda dos ideais do regime. Falo, por exemplo, da página de Facebook denominada “Um azar do Krajl” que esta semana procurou descredibilizar a página afeta ao nosso clube “Baluarte Dragão” com a montagem que coloco abaixo. Basta perder cerca de 5 minutos e ver o histórico dessa página para se perceber que aquilo é tudo menos Humor, mas sim benfiquismo fanático e doentio muito mal disfarçado.


Este é um Polvo com tentáculos que nunca mais acabam, por isso é preciso combatê-lo todos os dias, com todas as armas que temos ao nosso dispor. Como venho repetindo, é preciso estarmos todos juntos nesta luta. Continuo a ver alguns Portistas mais preocupados em procurar conflitos e clivagens internas, do que em enfrentar o nosso verdadeiro inimigo. As questões internas devem ser tratadas e discutidas nos locais certos e, muito importante também, nos momentos oportunos. E, no contexto atual e dado o panorama das últimas semanas, é fundamental continuarmos todos a puxar para o mesmo lado sob pena de estarmos a oferecer trunfos ao nosso inimigo.

Um abraço Azul e Branco,
Pedro Ferreira

12 julho, 2017

BRAZ & AGUILAR – OS DOENTES LAMPIÕES DE QUELUZ.


Os tentáculos do Polvo estendem-se por tudo quanto é sítio.
Seja tv, jornal ou rede social, o lampião asqueroso, sem princípios, vergonha ou ética lá está.
Alguns, com a capa de independentes, julgam-se no direito de dizer as maiores atrocidades porque a sua deontologia de lampião tolda-lhes os sentidos e a visão.

Falar de Rui Pedro Braz ou Luís Aguilar, é abordar o dia-a-dia de dois prostitutos da comunicação social, que vendem as suas convicções a troco de quase nada. Pudera, quem não tem princípios e valores, também nada pode exigir em troca.
Não irei agora detalhar a vida e obra de cada um dos artistas, mas apenas sublinhar e recordar como nota introdutória, as suas postagens nas redes sociais com o mais primário benfiquismo, livros escritos sempre em redor do clube de carnide, participação em programas da btv, e mais recentemente, os abjetos comentários que diariamente vão fazendo na tvi24.

Trago o nome dos dois lampiões hoje à colação por abordagens distintas de cada um deles a temas que envolvem o nosso clube e que demonstram a sua doença, o seu nível de hipocrisia e prostituição intelectual.

Começando pelo Braz das escutas, mais um cartilhado do Janela.
Na passada sexta-feira, durante o programa MaisTransferências, o artista tomou da palavra para falar do eventual interesse do nosso clube no brasileiro Wendell. Do alto da sua sapiência e conhecimento vasto, o que vociferou o lampião?
Começou por falar do valor económico do jogador e que as “finanças depauperadas” do nosso clube não terão capacidade para o contratar. O que sabe ele das “finanças depauperadas” do nosso clube? Vai persistir em ignorar a notícia que aqui recuperamos na semana passada relativamente ao orçamento que previa 47 milhões de euros em custos com aquisição de passes de jogadores? Um escarro este Braz que apenas pretende achincalhar o nosso clube.
Prosseguiu atingindo o limite máximo que se pode alcançar de desonestidade intelectual. Disse ele que Wendell iria encontrar no FC Porto a concorrência de Danilo Pereira e Mikel. Ora, como eu não acredito que o prostituto fosse para o programa sem saber quem era o jogador, é óbvio que actuou propositadamente de má fé para criar confusão, tendo em conta que o brasileiro é um puro número 8 que nada tem a ver com Danilo, Mikel e... Ruben Neves.
Sim, foi com Ruben Neves que o badalhoco lampião quis comparar Wendell. E porquê? Sabedor de que a saída do menino de Mozelos não é consensual no seio do portismo, veio afirmar que o nosso clube estaria interessado em comprar um jogador ainda mais jovem por um valor tão elevado. Com que objectivo? Intoxicar o portista pois o pensamento legítimo seria: “Então temos que ser criteriosos na escolha dos investimentos, e vamos vender um atleta da formação para contratar um brasileiro da mesma posição?”. Pois é, o Rui Pedro Braz é um intoxicador, um verdadeiro peão ao serviço do Polvo encarnado. Teria o discurso vindo em alguma “nota solta”?


Viremos agulha para o menino queque Aguilar.
Na noite de ontem, igualmente na antena do MaisTransferências, o doente lampião perdeu completamente as estribeiras, o sentido do ridículo e o nível de quem está na tv em direto.
Abordado o discurso de Aboubakar e a notória mudança do mesmo, algo já tanto visto um pouco por todo o lado, o descompensado Aguilar diz o seguinte: “Se isto fosse rádio, eu pensava que era alguém a imitar a voz do Aboubakar...”, isto, entre risos descontrolados, usuais em gente que se encontra sob o efeito do álcool ou de substâncias alternativas.
Para não recuar muito, estará o prostituto esquecido que, ano após ano, por exemplo, o seu ídolo Luisão, foi sempre fazendo declarações de que estava na hora de sair e depois ficava todos os anos? Mas será que para qualquer ser humano normal, equilibrado e que acompanhe o mundo do futebol, a inversão do camaronês é assim não virgem e assim tão surpreendente?
Não... o problema é que o vendido Aguilar andava há vários dias a dizer que Aboubakar era o melhor avançado do FC Porto, uma tentativa clara de querer diminuir o nosso clube na medida em que dizia que o mesmo não ficaria pelo Dragão. Desta forma, saía reforçada a tese de um clube perdido e à deriva que o desequilibrado tanto deseja. Perante a mudança de discurso de Aboubakar, a sua desorientação e necessidade de querer criar um novo caso levou-o à desorientação. Toma a medicação, meu menino!


Meus caros, o caminho é difícil e cheio de adversidades.
Infelizmente, alguns de nós continuam a preferir atirar pedras para dentro do que travar o combate externo.
Estamos rodeados de gente que não conhece a mãe, o pai é incógnito, e nos pretende dividir e colocar uns contra os outros.
Só juntos poderemos atingir o que pretendemos.
Com sentido crítico e exigência interna máxima, mas que tal seja feito pelos canais e locais apropriados.

Um forte abraço,

NOTA – Não queria deixar de dizer o seguinte: qualquer sócio do FC Porto que cumpra as exigências estatutárias tem direito a apresentar-se como candidato à presidência o FC Porto. Contra isso nada, e é de saudar essa vitalidade! Mas querer fazê-lo à custa de publicidade paga, e ainda por cima, fazê-lo num dos canais mais anti-portistas que existem historicamente em Portugal, não me parece ser um bom pronúncio. Ao consócio David Schneider da Silva, que nunca tive o prazer de ouvir a voz numa Assembleia Geral, recomendo mais trabalho, mais militância e menos espalhafato.

10 julho, 2017

OCTOPODA.


Se dúvidas ainda houvessem, a contratação de vários advogados e consultores oriundos de 4 (quatro!!!) sociedades diferentes, bem como de uma empresa de cibersegurança, demonstram claramente que o conteúdo dos mails divulgados não é falso. Mais, quando a única preocupação demonstrada por eles é insistir na narrativa do “crime de pirataria informática”, sem nunca desmentir o conteúdo de tudo aquilo que foi divulgado até ao momento, fica evidente que tudo aquilo existe e não pode sequer ser desmentido.

Já muito foi escrito e dito sobre toda esta polémica. Uma coisa, todos já percebemos, independentemente das consequências jurídicas, quer na esfera desportiva, quer na esfera civil, estamos perante um autêntico “Polvo” constituído por vários poderes, todos eles interligados entre si, uns com claros indícios de ultrapassagem do limite legal previsto nos próprios regulamentos desportivos e até civis, outros que ultrapassam limites éticos minimamente aceitáveis.

Pela enésima vez digo, nada do que possa ser concluído de todo este “Polvo” deve fazer desviar o FC Porto daquilo que também é muito importante: resolver os seus problemas internos, vender vários jogadores excedentários (e há tantos, tantos ainda por vender!), não vender nenhum dos jogadores que seja considerado fundamental (porque os milhões dos excedentários são suficientes, assim vontade de os vender, mesmo que perdendo aqui ou ali algum dinheiro) e depois atacar o mercado com critério e utilidade. Comprar pouco e bem, tem que ser a máxima deste ano!

Nada disso impede que se elogie fortemente o excelente trabalho que tem vindo a ser desenvolvido por Francisco J. Marques, bem como pelos restantes elementos do programa Universo Porto de Bancada. Das várias coisas que têm sido reveladas, e pelo que os próprios dizem, o “melhor ainda está para vir”, há várias situações que após virem a público me ativaram os alarmes em relação a vários episódios que ocorreram ao longo dos últimos 4 anos.

Logo no primeiro mail divulgado, por entre “padres”, “missas”, “primeiros-ministros” e pedidos de “apague tudo”, foram revelados os nomes de 8 árbitros que segundo Guerra, “têm futuro e fazem parte da nova geração”. Curiosamente, vários desses árbitros estiveram envolvidos em jogos com erros cirúrgicos e sempre num único sentido: contra o FC Porto! Lembram-se do Estoril 2-2 FC Porto de 13/14, do Guimarães 1-1 FC Porto de 14/15 ou do FC Porto 0-0 Boavista de 14/15?

Há vários denominadores comuns, foram os primeiros jogos dessas épocas em que o FC Porto perdeu pontos (após começos de época com várias vitorias consecutivas), foram jogos arbitrados por senhores que segundo Guerra, “têm futuro e fazem parte da nova geração”, e por fim, mas não menos importante, em todos esses jogos existiram graves erros que prejudicaram o FC Porto. Se juntarmos a tudo isto, a época 16/17 em que provavelmente o FC Porto foi mais espoliado do que em qualquer outra época nos últimos 35/40 anos, com mais de 15 penalties por assinalar e muitos outros erros sempre contra si, então depois de lermos todos esses mails, poderemos cada um tirar as suas próprias conclusões!

Para terminar, e porque tem tudo a ver com meu post e com todos estes mails e sms, o artigo 61º do Regulamento Disciplinar da FPF:


Uma adivinha: quem escreveu os seguintes parágrafos?

“O FC Porto conseguiu – resta ainda saber como e a que custo – importante material digitalizado sobre a vida interna do Benfica. O tempo da comunicação foi magistral. Retirou os holofotes de cima de um Dragão quase falido e condicionou o ambiente em que arranca a nova época. O FC Porto provou que a hegemonia do Benfica não está consolidada, uma vez que assenta em gente sem valores nem princípios de verdade desportiva. Alguns dos mails já dissecados são muito graves e retiram brilho aos títulos conquistados sobre a relva. Quer por comandados de Jorge Jesus, quer de Rui Vitória. Aí, figuras que gravitam em torno de Luís Filipe Vieira alimentam conversas desportivamente indecorosas com gente que, junto com os primeiros, deveria ser banida do futebol.”
Algumas dicas para vos ajudar: está muito longe de ser Portista, não trabalha no Jornal o Jogo, nem no Porto Canal...

07 julho, 2017

COMEÇAR DE NOVO.


Terminadas as férias, estou de volta com a mesma Paixão, a mesma Dedicação e a mesma Vontade de Vencer de Sempre.

É sabido que não nos espera uma Temporada fácil, no entanto, os sinais que vêm sendo dados desde o fim da última Época Desportiva são, no meu ponto de vista, positivos.

E a começar logo pela escolha do Treinador. Sérgio Conceição foi uma escolha praticamente unânime junto da Família Portista, o que já não acontecia há algum tempo a esta parte. E isso é fundamental, pois sem uma massa adepta unida em torno do nosso líder fica tudo mais complicado e o passado recente é bem ilustrador dessa realidade. O Sérgio entrou da melhor forma que podia ter entrado, com uma Conferência de Imprensa bem conseguida, com um discurso claro, motivador e sobretudo agregador. Respondeu à altura a perguntas que, claramente, chegaram por encomenda e mostrou que com ele o FC Porto terá um Treinador com um discurso enquadrado com os nossos valores e identidade. Quanto ao resto, ninguém pode ter certezas absolutas porque elas não existem mas as expectativas são as melhores e a confiança no nosso timoneiro é grande.

Depois, no final do passado mês de Junho, conseguimos o objetivo que tínhamos definido com a UEFA sem que com isso tenhamos desmontado a Equipa, bem pelo contrário. Olhando aos factos, pois esses é que realmente contam, fizemos o valor que tínhamos como Meta sem ter vendido um único Titular indiscutível. Podem-me dizer que, provavelmente, André Silva ou Rúben Neves irão valer muito mais daqui a um ano ou dois. Talvez sim, ou talvez não. O que ninguém pode negar é que eles, neste momento, não valem mais do que o valor pelo qual foram transferidos. Infelizmente, a realidade é que conta e face a ela era essencial efetuar estes encaixes Financeiros de forma a não comprometer o futuro do FC Porto no curto, médio e longo prazo.

Quanto a eventuais contratações, não me acredito que iremos cometer os erros que temos cometido nas últimas Épocas. Penso que iremos contratar aquilo que realmente for necessário, sem entrar em aventuras e com as coisas a serem conhecidas a seu tempo, sem Telenovelas na Comunicação Social. Tenho visto muitos Portistas preocupados com a falta de entradas, não me parece que existam motivos para isso. Tudo a seu tempo.

Por último, mas não menos importante, a forma como temos exposto o Polvo que controla o Futebol Português. Desde há um tempo a esta parte que a nossa Comunicação era pouco à Porto e muito à Politicamente Correto, andamos demasiado tempo a levar de um lado e ainda a dar a outra face, permitimos muitas vezes que brincassem com o FC Porto e com os Portistas. Pois bem, parece que agora as coisas mudaram e de vez. Voltamos a vê-los com medo, sem saber o que dizer, indo sempre buscar os argumentos do costume dignos de quem não dá mesmo para mais. E tudo isto que tem sido feito e revelado no último mês e meio, a meu ver, é apenas o começo de um caminho que será longo mas que vai voltar a colocar o FC Porto no seu lugar e eles no lugar deles.

Temos de continuar a denunciá-los, temos de continuar a não deixar que as mentiras que vão espalhando passem por verdades, temos de continuar a deixá-los a tremer.

Sempre unidos e sempre todos a remar para o mesmo lado. Isso, não tenham dúvidas, é condição essencial para o nosso sucesso!

Um abraço Azul e Branco,
Pedro Ferreira

06 julho, 2017

A VITÓRIA QUE FALTA(VA).


O FC Porto voltou aos treinos, no cenário habitual do futebol atual: muitas dúvidas e incertezas quanto a permanências e a entradas, estando esta questão ainda mais realçada pelo facto de termos de cumprir regras específicas da UEFA. Quanto a isso apenas uma nota: que os erros do passado recente não sejam repetidos e que consigamos fazer algo que curiosamente fizemos sempre melhor em tempo de “vacas magras” – formar e/ou comprar bem, valorizar, tirar rendimento e vender melhor.

Mesmo que seja ainda difícil tecer grandes considerações sobre a temporada que agora começou, é evidente que se trata de uma época importante, cujo sucesso se afigura como essencial a uma viragem de página que tem tardado no FC Porto. Cada ano que passa sem ganhar dificulta a tarefa de voltar ao ritmo de 1985-2013, daí que seja vital cortar este ciclo o mais cedo possível, custe o que custar.

Pegando no “custe o que custar”, sigo para o principal tópico destas linhas: neste ano de 2017, com particular ênfase nestes últimos meses, o FC Porto e a sua comunicação tem feito jus à expressão e não tem havido descanso para os lados de Carnide. Finalmente abandonamos a postura passiva e, cereja no topo do bolo, temo-lo feito com base em dados concretos, nunca desmentidos de forma categórica, virando assim um pouco um tabuleiro que tem estado claramente desequilibrado desde os dias do Apito Dourado / Apito Final.

Durante demasiados anos estivemos na mira de rivais e inimigos do FC Porto. Mesmo ganhando consecutivamente, com gerações de grandes jogadores a sucederem-se, houve sempre uma mascarra nas nossas vitórias, uma insinuação soez, uma desvalorização constante. Tudo se reduzia a árbitros e favores, a jogadas de bastidores que nos fortaleciam enquanto enfraqueciam outros, a um jogo de poderes e influências que todos jogariam sob pena de serem descartados.

Nada no sucesso do FC Porto era verdadeiro, exemplar e recomendável, assim nos diziam A Bola, o Record e os seus Jorges Schnitzers, os Gaspares Ramos, João Santos e os Donos da Bola. Dirigentes rivais sucederam-se, sempre com a cartilha do papão do Norte pronta e afinada. Ser Portista era uma verdadeira provocação, só ao alcance de quem tinha princípios éticos e morais pouco claros, gente que festejava vitórias sujas sem um mínimo de remorso.

Entretanto do mal-dizer passou-se à ação. Fora do campo foram formados autênticos “Dream Teams”, que foram para o terreno à procura das provas do que toda a Capital antecipadamente sabia: que nada no FC Porto era digno de admiração e respeito. E por aí acima vieram, de Gondomar para o Mundo (que curiosamente acabava em... Leiria) cumprindo os objectivos a que se propuseram.

Quando a primeira fase estagnou logo se forjou uma segunda, ainda mais bizarra. Ancorados nos “testemunhos” de uma ex-namorada caída em desgraça, recrudesceram os ataques e nem a incoerência ou o fracasso dos argumentos na barra dos tribunais os impediu de traçar a sentença: tal como diziam desde 1977, o FC Porto de Pedroto e Pinto da Costa era uma mera construção do demónio, uma conspiração para impedir o divino desígnio do domínio da Capital.

Onde andariam os ditos 6 milhões quando tudo isto acontecia e o FC Porto, esse clube regional de meia dúzia de adeptos, tudo controlava sem ninguém dar com provas cabais dos cambalachos? Estariam possivelmente distraídos e, azar dos azares, naqueles negros anos ninguém na Liga, Federação ou Conselho de Arbitragem era adepto do clube das águias ou dos seus vizinhos leões. Foram anos de muito azar e coincidências...

Será que todo este processo foi justo e equilibrado, atacando de forma clara e sem olhar a nomes as zonas cinzentas do futebol? Sabemos que não, mas de pouco valeu. As escutas lá foram sendo misteriosamente divulgadas pelos meios do costume (agora dotados de “modernices” como o YouTube) e o caldinho ficou para sempre feito: o FC Porto pode não ter sido condenado na justiça, mas nunca mais poderá falar seja do que for porque o seu presidente recebeu um árbitro em sua casa nas vésperas de um jogo e contratou prostitutas multicolores através de um empresário da sua confiança (que curiosamente passados alguns anos já trabalhava pela virginal Lisboa).

O rótulo colou e mesmo ganhando batalhas o FC Porto baixou a cabeça, ficou a remoer os golpes e o tabuleiro desequilibrou em definitivo. Apesar de continuarmos a ganhar no campo, fruto de grandes equipas e grandes trabalhos de líderes como Jesualdo Ferreira, André Villas-Boas e Vítor Pereira, tornou-se óbvio que fora dele a cada ano a luta era mais desigual contra pontas-de-lança como Ricardo Costa, Hermínio Loureiro, Vítor Pereira (o outro), Mário Figueiredo, Ferreira Nunes e uma panóplia de árbitros e observadores escolhidos a dedo com uma cartilha bem definida: na dúvida (ou mesmo na certeza) nunca a favor do “clube da corrupção”.

Eis-nos chegados a 2013-2017. O processo por fim vingou na sua plenitude, o FC Porto perdeu finalmente qualidade dentro do terreno e nos gabinetes e tornou-se a presa fácil sonhada por alguns nos idos de 2004. O caminho estava definitivamente desbravado, os títulos sucederam-se e o futuro tornou-se de súbito brilhante para o futebol português.

A história acabou aqui? Não, felizmente para nós e para mágoa deles não acaba aqui! E se calhar ainda está a começar e o melhor ainda estará para vir, usando as palavras que nos dão alento, ao mesmo tempo que fazem tremer o inimigo! O FC Porto acordou, cerrou fileiras, muniu-se de melhores soldados, enfrentou os seus demónios e veio finalmente a jogo.

E cá estamos em Julho, que sucede a esse maravilhoso Junho, o mês do terramoto que virou tudo de pernas para o ar. O mês em que pudemos escutar as mais maravilhosas pérolas argumentativas, que tentaram de repente justificar que o preto afinal também pode ser branco desde que seja pintado a... vermelho! Confuso? Talvez, mas tempos complicados exigem espinhas dobráveis.

Bem que podem pintar a vergonha e a infâmia da cor que quiserem. Bem que podem achar que o FC Porto é sempre o réu, seja quando é suspeito de tráfico de influências e corrupção, seja quando é o denunciante desses mesmos comportamentos. Podem dar as voltas que quiserem, mas graças ao labor do FC Porto personificado no Francisco J. Marques, nunca mais nos tirarão esta vingança, depois de tudo o que esses hipócritas de pacotilha nos fizeram passar.

Será um exagero que depois de festejar em consciência 17 campeonatos, 1 Liga dos Campeões, 2 Taças UEFA, 1 Taça Intercontinental, entre (muitos) outros títulos no futebol e nas modalidades, agora diga que esta é a vitória que nos falta(va)? Alguns pensarão que sim, mas digo-vos uma coisa com toda a sinceridade: o prazer que me deu ver as vestes de anjo a evaporarem-se para sempre está praticamente ao nível de uma grande vitória festejada no campo!

Será pouco, consolação pífia depois de 4 anos de frustrações? Volto a afirmar que há quem possa dizer que sim e que até poderá ter razão, mas se Pedroto fosse vivo, provavelmente, diria que foi mais ou menos assim que tudo começou...

Haja crença, fé e coragem, o momento está aí para ser agarrado. Porque depois disto tudo, de certeza que não seremos mais o alvo fácil, aconteça o que acontecer!

05 julho, 2017

O BOM NEGÓCIO RUBEN.


Estamos de volta com a mesma Paixão e o mesmo Amor.
Estou de volta com a mesma Honestidade e Pensamento Próprio.
Como nunca fugi a polémicas e sempre disse o que penso independentemente da opinião dominante, regresso a falar de um tema que tem agitado os últimos dias das hostes portistas... a saída de Rúben Neves.

Primeira Nota: a confirmarem-se os 18 milhões, grande venda! Sim, grande venda!
Segunda Nota: para mim, os jogadores da formação são como um qualquer coreano ou australiano! São todos iguais!
Terceira Nota de Opinião: Rúben Neves é um bom jogador! Ser um bom jogador não chega!

Começar por recordar que Rúben Neves, ao contrário do que muitos por aí dizem, fez toda a sua formação como médio defensivo, um 6, e nunca jogou como médio mais adiantado no terreno. Tentam-se encontrar as mais diferentes visões para justificar os predicados do miúdo de Mozelos, mas convém só falar daquilo que é verdade.

Perante isto, é importante sublinhar as características que se pedem em primeira instância a um 6 do FC Porto, na senda de Costinha, Paulo Assunção ou Fernando. Antes de mais, que seja um recuperador de bolas. Que seja forte na marcação, na leitura sem bola e compensação defensiva. Se for caso disso, que encoste aos centrais e possa aliar a isso o jogo aéreo. Com bola, que jogue curto e procure os médios interiores.
Ora, partindo desta base, analisando friamente o jogador e sem paixões que toldam os sentidos, eu pergunto: Rúben Neves tem estas características? Não, não tem as características principais que se pedem a um jogador no FC Porto para esta posição. Tem outras características, outros pontos fortes! Tem uma excelente visão de jogo suportada no passe médio e longo, tem facilidade em soltar a bola rapidamente e encontrar a em cada momento a melhor linha de passe, e alia a isso um bom tiro exterior.
Mais, ao se analisar este perfil, percebemos claramente que Mikel encaixa perfeitamente no mesmo. Ele que também é fruto na nossa formação e que há 3 anos apenas uma lesão no primeiro treino da época lhe retirou a hipótese de se projetar na nossa equipa principal.

Mediante esta análise fria e factual, surgem depois outras duas correntes: uma a dizer que Rúben é compatível com Danilo e outra a dizer que pode jogar como número 8.
Relativamente à primeira corrente, é óbvio que pode acontecer, como sucedeu por exemplo em casa com a Juventus. Para tal acontecer, teríamos que jogar com um duplo pivot. Recordam-se quem foi o último treinador a jogar com este esquema? Paulo Fonseca... e foi trucidado por isso! Não é essa a nossa escola, não é essa a nossa tradição.
Já em relação à segunda corrente, pior ainda. Rúben nunca será um 8. Não tem essa capacidade de progressão com bola e essa verticalidade, nunca mostrou a disponibilidade física e mental para ser um box-to-box, falta-lhe a capacidade de choque e agressividade para tal.

Rúben Neves tem um conjunto de boas características, de boas qualidades, mas que não se encaixam no perfil que se pede a cada uma das posições do nosso clube. E isso é o que me interessa, porque estou pouco interessado se aquilo que se pede a um 6 ou a um 8 de outro clube, é ou não o mesmo que se pede no Dragão. Aliás, a muito fraca utilização nestas 3 épocas assim o demonstram. Na época passada, a pior das 3 no Dragão, participou em 18 jogos e apenas em 7 jogou os 90 minutos, tendo tido uma média de 19 minutos de utilização num acumulado de 919 minutos totais de utilização... muito pouco! Mas na época anterior, aquela em que foi mais utilizado e onde nos primeiros meses tivemos Danilo Pereira em fase de adaptação, Rúben só jogou 90 minutos em 15 jogos e teve um média de utilização de 44 minutos.

A verdade, é que ao longo dos últimos tempos, sempre vimos e lemos o nome do jogador associado aos mais diferentes clubes, todos eles de top Mundial, mas no final das contas, os mesmos não avançaram para a sua contratação, e não foi seguramente por não poderem superar o valor do negócio. Alguma coisa perceberam que está longe de estar confirmado.
Já para nós, vender um suplente por 18 milhões, representa um encaixe relevante, um valor por exemplo superior às pedras preciosas que brotam do nosso principal rival (ex: Bernardo Silva, João Cancelo, André Gomes, etc) e não põe em causa a manutenção da espinha dorsal da nossa equipa, a qual poderia estar em causa quando tanto se fala do fair-play financeiro. Sobre este tema, que em momento oportuno voltarei a abordar, deixo apenas esta notícia como recordatório. É que da mesma forma que estão orçamentados 115 milhões em vendas, também estão orçamentados 47 milhões em gastos com compras... portanto, o histerismo à volta deste tema, é mais uma intoxicação que muitos comem sem se queixar.
Quero lá saber se Rúben um dia ainda vai ser vendido por muitas dezenas de milhares de euros. O que eu sei, é que 18M nesta altura, é acima do seu atual valor de mercado, ponto! Até porque, não vi críticas ao 5lb quando Bernardo Silva e André Gomes foram vendidos por valores muito acima dos valores pelos quais haviam sido vendidos.

Em resumo, é pelas seguintes razões que entendo que estamos perante um bom negócio:
  1. Não tem as principais qualidades para um 6;
  2. Temos alternativas melhores para a posição, tanto a titular como suplente (Danilo e Mikel);
  3. Jogador pouco utilizado que nunca se afirmou;
  4. Bom encaixe financeiro;
Ao Rúben Neves, desejo as maiores felicidades do Mundo. Que tenha muita sorte e se consiga afirmar em todos os clubes onde jogar e que possa vir a confirmar o que de melhor se diz sobre ele.

Um abraço.

04 julho, 2017

“AZUL, BRANCA, INDOMÁVEL, IMORTAL”


Estamos de Volta. Preparados e Prontos para a Guerra.

Sabemos das dificuldades, mas vamo-nos agarrar àquilo em que Acreditamos, o FC PORTO.

Cada dia desta nova época desportiva, Nós, Todos Nós, Vamos Fazer a Nossa Parte, a Defesa do Nosso Clube, mas depois, quem tem que dar resposta a tudo isso não somos nós, são eles, os nossos atletas, técnicos e dirigentes.

A Fé e a Crença, são Inabaláveis. Temos a Certeza Absoluta de que vamos ter um FC PORTO fortíssimo, e quem se distrair, vai ser Surpreendido, Aniquilado e Destruído.

o PORTO não é Moda… o PORTO é Tradição.
o PORTO não é Amor… o PORTO é Paixão.
o PORTO não é um Momento… o PORTO é uma História.
o PORTO não tem Adeptos… o PORTO tem um Império.
com o PORTO SEMPRE! pelo PORTO TUDO!

O AMOR DE SEMPRE, NO LUGAR DO COSTUME.

Caro(a) Associado(a),

Vi pela primeira vez um jogo do Futebol Clube do Porto com apenas 6 anos, pela mão do meu pai.

E logo ali tive uma certeza: aquele amor seria para sempre. Os longos anos que foram passando, feitos de paciência, perseverança e muita fé, só serviriam para tornar cada vez mais forte este sentimento único, este orgulho que não se consegue descrever.

Sei que há milhares e milhares de almas como a minha. Revoltados com a injustiça, incomodados com a derrota, mas plenamente confiantes num futuro feito de conquistas – o nosso lugar natural, conseguido com suor, trabalho e essa mesma perseverança que nos fez grandes.

É isso que todos vamos trazer para o Dragão nesta próxima época: trabalho e emoção, em todas as frentes, em todas as competições.

Eu, você e o FC Porto crescemos juntos. Por isso lhe faço o convite que faço a mim mesmo: vamos viver o amor de sempre no lugar do costume.

Espero por si no Dragão.

Jorge Nuno Pinto da Costa

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fonte: fcporto.pt