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12 dezembro, 2012

Parabéns João Salvador Rocha!

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A caminhada vai ainda no seu inicio, é certo,
mas a fé, a crença e o orgulho de ser ADEPTO do melhor clube do mundo, nunca vai morrer!

aMIGO, Muitos Parabéns!!!

São os votos de todos os colaboradores/as deste espaço de tertúlia.



05 novembro, 2012

Somente o Mil(hor)

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Jorge! Dito por muito poucos,
O orgulho devolveu a muitos!
Reinventa-se contra os loucos,
Graça amores, ódios e conquista,
Eterna é sua inteligência idealista!

Notório caminho, perfeito,
Une o Povo e a Cidade!
Não fica da vitória satisfeito,
Optimiza essa necessidade!

Pessoa, Portista, Poeta,
Inteligência e astúcia acarreta!
Nobres anos oitenta inflama,
Tolda a boca a quem o infama,
Ornamenta-lhes caminhos na lama!

De “Largos Dias Têm Cem Anos”,
A “Luzes e Sombras de um Dragão”

Confia-nos os segredos de Si,
Outrora perguntas sem resposta!
Saudosos Mil, vividos aqui e ali,
Todos e a cada Título, uma verdade reposta!
Assim é, Jorge Nuno Pinto da Costa!

PS: Assim fica uma homenagem feita, da Calçada, pelos Mil jogos e tantas vitórias, ao Homem que dedica a sua vida a lutar pelo Futebol clube do Porto. Parabéns e um Obrigado ao nosso Presidente Jorge Nuno Pinto da Costa.

21 setembro, 2012

Manifestações de Tro(i)Ka!

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O título até pode levar a pensar tal, mas não! Não pretendo fazer demagogias nem entrar em politiquices baratas. Para isso temos lá as pessoas certas, de sempre, no (des)governo que é a nossa Assembleia, embora todos saibamos que esses são as pessoas erradas nos poleiros certos do costume!

Falo pois claro de Desporto, e mais concretamente Futebol, que é para isso que também, entre outras coisas, cá estamos. E ultimamente as manifestações de tro(i)ka, rumo a outras paragens, de alguns desportistas tornam-se tão evidentes, que as suas intenções ganham forma e as tro(i)kas dão-se mesmo. O Clube fica com mais trocado para encher bolso, e o atleta fica contente, pois troca de país mas com as aspirações desportivas tro(i)kadas!

Longe vão os tempos em que a camisola e o símbolo dum clube significavam amor, sangue, suor e lágrimas, o jogo praticado, talvez mais amorfo, feio e pobre mas com uma riqueza de valores incríveis.

Depois veio o futebol apelidado como o da era moderna, mais rápido, técnico e táctico, uma máquina que fazia algum dinheiro e que já era visto por muitos e em todos os cantos do mundo. O jogador tinha um novo papel de destaque e por equipa sobressaíam um ou dois muito melhores. Bem pagos, muito até, mas o dinheiro ainda não lhes toldava a mente, queriam ter melhor curriculum desportivo, alargar palmarés. Era inevitável a Tro(i)ka de ares, nadar aonde pescam os grandes tubarões mundiais e europeus, fazia o dinheiro ser, um pouco, secundário.

Depois veio o século XXI, o futebol não da era moderna, mas da era modernizada. Onde tudo descrito para trás é esquecido e a cláusula maior dos contratos diz ser: “Dá dinheiro? Dá! Então vou!”.

As equipas munem-se de mimos e meninos prodígios, de caprichos e tiques e todos já são estrelas em ascensão. Os diferentes assumem cargos de responsabilidade e ficam onde se sentem bem, numa casa que aprenderam a ser sua, ensinados por outros como eles. Os muitos bons, to(i)kam os méritos desportivos pelo porquinho mealheiro cheio. Cheio de dinheiro fácil, de ideias e da sua (in)felicidade escondida.

Com isto dizer, que é com orgulho que ainda vejo no Futebol Clube do Porto, quem ouse ser um dos tais Diferentes, ofuscando a luz dos que se dizem estrelas. Talvez ainda sem saber, muito bem, como saiu, não hesitou em voltar e ajudar, e na ultima terça feira, com mais um GOLO, SANGUE, SUOR e LÁGRIMAS, deu mais prova cabal de que ter o mundo nas mãos não é nada, quando comparado com valores que nunca se Tro(i)kam!

PS: Fica, também assim, a homenagem, em tempo difícil, ao nosso El Comandante, que demonstra ser, cada vez mais, uma pessoa de uma personalidade ímpar e um Portista Exemplar.

Abraço e fiquem por ai... que eu fico!

27 agosto, 2012

Eu não percebo nada de Futebol, mas…

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Eu não percebo nada de Futebol, mas... acho que seis são melhor que quatro. Bem sei que isto do Futebol, não é uma ciência exata, mas diz que a matemática sim, e como isto das competições que premeiam os mais regulares e no final é que se fazem as contas; ainda assim e entroncando nessas premissas, eu cá prefiro um empate com sabor a vitória que um empate com sabor a derrota.

Eu não percebo nada de Futebol, mas... sei que mete mais passes para frente que para trás ou para o lado; cruzamentos, posse de bola e até contra-ataques. Diz-se que nem sempre se pode ganhar e ter ópera ao mesmo tempo. Não é preciso tanto. A malta dos Super trata, e bem, da cantoria, os outros metam mas é a bola a rolar! Pelo menos evitem bocejos!

Eu não percebo nada de Futebol, mas... também se diz por aí a boca cheia que um central é um central e lateral é um lateral. Existe também quem lhes chame de adaptados, mas também existe aqueles casos, como verificado o ano passado, que as coisas no sítio certo também, costumam, resultar melhor. O Maicon diz que sim; ao Mangala perguntem-lhe quando for oportuno.

Eu não percebo nada de Futebol, mas... sempre dei uns toques na bola e continuo a achar que o Futebol nasce e vive da Escola da Rua, e não do das Faculdades e de vez em quando lá ouvia, no campo do bairro: “…deixem jogar os miúdos…”. Também os Iphones, Ipod’s, Imac’s, Ipad’s e “Iturbes” talvez sejam mesmo tecnologias a mais nas mãos de certos leigos universitários!

Eu não percebo nada de Futebol, mas... até posso acatar que as leis e o timming dos mercados estejam desajustados. O que não posso acatar é que nos últimos anos, em fins de Agosto, continuemos, por falta de liderança ou o que lhe quiserem chamar, a ficar sempre reféns de valorizarmos ativos e aziados. Se as mentes estão distantes dos pés, não lhes ponham a bola a rolar, mas sim as suas cabeças.

Eu não percebo nada de Futebol, mas... sei que tanto neste desporto como em qualquer outro, uma crítica, não tem de ser algo necessariamente negativo. Uma crítica é isso mesmo, uma apreciação ou análise feita com maior ou menor profundidade, de qualquer produção intelectual. Ou por outras palavras, o que se possa dizer mesmo que às vezes doa, deve ser dito acima de tudo com intuito construtivo. Mas isto sou eu, que não pretendo ofender a prática do Portismo de ninguém!

Eu não percebo nada de Futebol, mas... penso que não serei o único a achar que por vezes vitórias enfadonhas e sensaboronas escondem mais que muitas derrotas. É como dizem os ditos populares, enquanto uns dizem que outros engolem sapos, também há os elefantes que parem ratos.

Eu não percebo nada de Futebol, mas... e até porque me acham um gajo poupado, pois a troika agora assim exige, vejo que uma ou outra equipa, também, do Norte sem orçamentos de três dígitos de milhões, consegue com portugueses, fazer corar campeões e sul americanos. E não, não é com declarações de amor no twitter e facebook!

Eu não percebo nada de Futebol, mas.. um empurrão do Luisão é sempre uma agressão, um ladrão é sempre um ladrão, um vintém é sempre um vintém e o “Leitor” vai ser sempre... um penhorado leitor.

Eu não percebo nada de Futebol, mas... sei que no final o Porto habituou-me, bem ou mal, a ganhar. A questão não é estar bem ou mal habituado, nem sequer ser exigente, como agora chamam ao tentar a superação do que já se alcançou. É que quando se é muito melhor que os outros e passa-se a ser só melhor, a coisa estranhasse. Mas e a vocês entranha-se?

PS - Este post foi escrito antes do jogo do FCP frente ao Vitória de Guimarães. No entanto em nada de altera o seu conteúdo, uma vez que, e apesar do resultado e vitória expressiva, o futebol de Vítor Pereira continua a ser feito a passo, com muitos passes falhados e onde é preciso recorrer-se ao rasgo individual de pedras basilares da equipa para se dar a pedrada no charco. Fica patente que dar partes de avanço como no Gil Vicente, pode sair caro!

Abraço e fiquem por aí…que eu fico!

30 julho, 2012

A Música do costume…

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Depois de “S. Joãos” e Polónia
A cambada regressa das férias.
Futebol! Só de memória,
Num país que é de misérias!

Na Seleção valorizamos ativos,
Ficamos reféns do nosso valor.
Outros aumentam passivos,
Muitos nomes, o mesmo fedor!

A cantiga é sempre a mesma,
Verão, são os seus campeonatos.
Contra Madrid, versão lesma,
Sai camarões do Eusébio, pós patos!

No Dragão, apenas os nomes possíveis,
E mais os putos de pelo na venta!
Deuses Olímpicos, só os Incríveis,
Que deixam a imprensa numa tormenta!

Mas o clube não é só Futebol,
E das “Amadoras” temos orgulho!
Que das “Bluegoesferas” se faça farol,
O Caixa precisa do nosso “barulho”!

Serve de tónico, a cidade do Moliceiro,
Em Agosto, quando a época se inicia.
Em Maio, o nosso lugar é o primeiro,
Em todas as modalidades, espalharemos azia!

Abraço e fiquem por aí…que eu fico!

04 junho, 2012

Seleção FC PORTO!

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Fomos, somos e seremos,
Homens de raça, amor e crer.
Diferentes, porque sabemos
O caminho para vencer!

Carregamos quinas com orgulho,
Trilhamos caminhos sem fim.
Deixamos para trás o barulho,
Dos tolos e d’um ou outro pasquim!

Paixão, mística e cultura,
São pergaminhos que não ensinamos.
Gerações de coragem e bravura,
Nascem das lágrimas que choramos!

Outrora, dificuldades havia,
Dobrar a ponte, uma miragem.
O Velho de novo se fazia,
Descobriu-se Porto! O resto paisagem.

Roídos de inveja os deixamos,
Aos que não sabem ser desta maneira!
Famas efémeras rejeitamos,
Portismo é a nossa bandeira!

Todavia não se esquece,
Que o sonho comanda a vida!
A cadeira da fantasia aquece,
Mas só a Nós, essa, está prometida!

Ouçamos depois de morto,
A força com que o emblema nos fez,
Invictos e para sempre Porto,
“A vencer desde 1893!”

PS: A nossa Selecção é e será sempre aqueles que nos ensinaram a ser, sentir e a amar este Clube! A nossa Selecção é, agora e sempre, o FC PORTO!

Abraço e fiquem por aí... que eu fico!

07 maio, 2012

O Estranho Caso de… Vítor Pereira!

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A excitante, perigosa, desafiante, por vezes frustrante e no caso do Futebol Clube do Porto, muitíssimo vitoriosa, posição de técnico principal, ou como habitualmente lhe chamamos de treinador, está e estará longe de ser algo consensual. Tanto no futebol, em particular, como no desporto em geral. Vítor Pereira não é excepção!

Sejamos justos! O seu antecessor vinha de uma época brilhante, praticamente imaculada, e continuando na aclamada cadeira de sonho com os mesmos à disposição, seria no mínimo candidato a fazer algo parecido ao seu mentor em 2004.

A herança pesada e juntando mais uns quilos em cima de uma cláusula de rescisão recorde, bem como o facto de se apostar num técnico-adjunto a principal em meia dúzia de dias e este acatar o desafio com um portismo inabalável, fez o Homem tê-los no sítio e conquistar a nosso discernimento para lhe darmos a crença de uma continuidade, crescente e solidificada de sucesso.

Um jogo de pré-epoca com Lyon enganador, e Vítor Pereira conquista praticamente todos, com a imagem de um FCP de domínio avassalador, agressivo, possante e cada vez mais letal. Mas após uma venda sonante e algumas más disposições de outros que pretendiam o mesmo desfecho, e o seu know how é posto à prova enquanto psicólogo, disciplinador e líder.

Ganha maioritariamente os seus jogos, com ideias diferentes, pouco consolidadas, inventa posições aos jogadores, deixa outros de fora e começa a perder alguns objetivos da época, começando a por em causa os bons olhos, que dele os adeptos tinham. Faz, para alguns, do FCP um clube que vence, mas não convence!

No natal aproveita os Luxos que lhe dão e pisca o olho à Luz com um brilharete e passa desta feita aos olhos dos portistas a ser um Vítor Pereira que vence e até convence, mas que é diferente.

Embala na dianteira, que os outros não souberam agarrar e mostra alguma capacidade para a saber manter, pelo meio castiga as velhas trutas que o espaço de manobra lhe aufere e deixa a imagem de autoritário e com pulso no balneário.

Disfruta no sofá dum título, que também tem mérito seu, abraça a confiança do presidente e é acarinhado na festa pelos Super! Passa por altos e baixos ao longo da época, e acaba por sair bem visto, pois afinal fez do Porto Bi-Campeão e na guerra interna deixa Jesus de melão!

Para a Calçada revela apenas boas capacidades a nível de treino e um bom estratega no co-piloto da máquina, um bom, e quem sabe precioso, número dois. Não é líder e não consegue valorizar os jogadores nem sabe tirar o melhor partido destes.

No final, é mais um treinador, aposta de PC, Campeão! Mas será que isso chega!?

Fiquem bem e por aí… que eu fico!

19 março, 2012

Que Porto de abrigo, neste Inverno solarengo!

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Atípico!

É, no mínimo, o que se pode dizer deste Inverno peculiar. Assim é o estado do nosso clube, de cores frias por natureza, mas que ultimamente nos teima em queimar a alma, a sabedoria, a paciência e a esperança.

Não é de estranhar que, actualmente, tenhamos um Futebol Clube do Porto a viver um estado de espírito tal e qual a estação do ano que atravessamos! Estranho e confuso.

Não é de extrema seca, até porque uma Supertaça vai dando para tapar este Sol com a peneira, e se o Inverno está para o FCP, assim a chuva está para o futebol praticado deste. Pouco ou nada se vê, aparece de longe e por breves instantes e só quando a coisa aperta mesmo. É um São Pedro armado em VP, ou vice-versa e versa-vice!

As analogias são fáceis, até porque se há quem prefira este Sol que nos aquece o clima e faz esquecer as questão de sustentabilidade, o plantar para depois colher, também os há que preferem este futebol, pobre, que até parece ter tantos ou mais golos marcados e menos sofridos e sem os tais marcadores e a definição e rigor defensivo de outrora. É uma perspectiva!

Os acérrimos estudiosos e defensores das estatísticas assim devem preferir. Não sou assim tão velho, mas sou ainda do tempo em que valiam mais as outras premissas e os dados vinham, só depois, por acréscimo.

Não sei se a culpa é do aquecimento global, dos assobiadores, dos que batem palmas, vossa e ou minha ou degelo no Pólo Norte; o que sei é que os erros do passado estão sempre a tempo de ser emendados desde que se idealize um Futuro com a certeza de que estamos empenhados no Presente.

Sabia bem, de vez em quando, vermos e sentirmos aquilo que também faz falta e dá nome a um desporto que tanto gostamos. Venha daí o Futebol, nem que seja com chuveirinhos ou chuva molha-tolos, mas venha daí o bom e velho Futebol Clube do Porto!

Abraço e fiquem por aí...que eu fico!

16 janeiro, 2012

Não está bem nem mal… está anormal!

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É crise para aqui, é crise para acolá. E o povo pá!? O pobo para fugir à depressão quer pão e vinho na mesa e futebol na televisão. Não, não sou daqueles que ache que este Porto está em crise, mas sou daqueles que pensa que ali se sente um género de troika que de vez em quando nos corta um ou outro abono, no impõe uma ou outra medida mais austera e nos dá mais uma machadada na confiança!

Do tempo quente de Agosto ainda se herda um legado de desgosto. Não que não dê valor a quem quer impor suas ideias e princípios e provar por “A” mais “B”que o “C” também dá golos! Mas nestas coisas da matemática e assim como nas outras ciências da vida, já dizem os velhos que “mais vale cair em graça do que ser engraçado”!

Vê-se uma equipa, que a espaços, joga aquilo que os seus génios são capazes e no resto de tempo a jogar aquilo que os seus líderes não acharam ser preciso lhes dar. Vê-se corrida, cruzamentos e futebol de ataque…não se vê ninguém na área para o remate!

O Janeiro começa frio e com eles ecos de transferências já pagas. São crises de milhões nos bolsos dos outros, e as jornadas lá passam sem ser ver nada! “Com Santos desses, quem precisa de Diabos”, dizem novamente os mais velhos!

A sabedoria dos eruditos avisa que na Capital é o governo da Troika que manda, são verdes, vermelhas, virgens e tolas. Parecem carraças, mas são só cães cheios de “Polgas”!

Mais uma medida para o desgoverno, é Incrível o que agora nos bolsos se corta, mas volta a Golden outrora podre, espera-se então nova poda! E com novos génios à solta, cinquenta e quatro está para já recorde abissal.

Afinal que Porto é este, que não está bem nem está mal! Não perde mas não convence e nos faz estar num lugar anormal!?

Abraço e fiquem por aí… que eu fico!

19 dezembro, 2011

No Pinheiro do Dragão... Corre Seiva de Campeão!

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Havia, algures, uma linda floresta de pinheiros, num país chamado de Portugal. Alguns conversavam entre si e eis que por entre os sussurros, um pinheiro dizia ao outro:

-Estou cansado da floresta. Gostaria que alguém me cortasse e me levasse para ser mais um, ou o tal majestoso pinheiro de Alvalade. Como adoro ser mais um! Como queria conhecer esse lugar, habitado por terceiros de natureza. Deve ser contagiante!

Outro pinheiro já pensava assim:

Ai eu não! Eu gostaria de ser levado para o outro lado da circular. Ser transformado, a partir da minha madeira, num bonito e indetectável obstáculo. Uma armadilha por exemplo…onde um artista sensível se fizesse cair sobre mim e com suavidade ver sua manha e mestria ser aplaudida e atendida...

Havia ainda, um lindo e pequenino pinheiro que suspirando dizia: Ah! Quem me dera ser uma árvore de Natal, em uma residência com grandes salas, de grandes façanhas e histórias, onde brotam homens de carácter e ambição e a glória ecoa pelos corredores. Finos cristais de festa todas as semanas. Muitas crianças, adultos, velhos e novos, pobres e ricos, todos a minha volta. E entre meus ramos, ricos presentinhos de aroma a Janeiro, bolas coloridas e atitudes renovadas. Que alegria, que felicidade! Nada poderia ser igual.

No entanto na floresta a estranha beleza da natureza não apreciava este último pinheiro. A corja e a passarada ciumenta todas as manhãs vinha bicar-lhe o tronco, rígido e forte e de raízes seguras, que não quebrava nem por nada. Todos zumbiam de falsidade.

Um dia, um lenhador, cortou-os e foram levados separadamente. O destino dos dois primeiros era sabido à partida, o lugar que lhes estava destinado era para os mercenários de ocasião. Porém acompanhamos o mais pequenino que desejava ser árvore de Natal duma verdadeira Família. Fomos encontra-lo, engalanado de enfeites e guloseimas, assim mesmo como houvera sonhado. Estava radiante! Que alegria, como estava bonito! Todos estavam ao seu redor. Tantos presentes em caixas estavam colocados aos seus pés. A festa foi maravilhosa: porém o contentamento não durou muito. Lá pela meia-noite todos só queriam saber de si próprios e os “meninos”, arrancaram-lhe todas as bolas e uma vela acesa caiu; começou a queimar-lhe um galho - ai, ai, ai, gemeu o pobre pinheiro.

No outro dia, puseram-no em um porão junto a outras coisas velhas, e ali ficou, esquecido de todos. Seus ramos e folhas antes tão vivos e viçosos estavam agora amarelecidos e murchos. Estava triste e infeliz, arrependido de seu sonho. Sentia saudades da floresta agora. O seu inimigo agora, era os seus…Estava só, perdido mas sabia do que era capaz…

Passou o tempo, foi-se o Verão, o Outono, novos meninos tinham chegado e já vinha o inverno e o nosso pinheiro estava velho e seco.

Um dia o “dono” da casa resolveu fazer uma limpeza no porão e tirou o pobre pinheiro para o quintal, mandando o jardineiro cortá-lo para o fogo. Feito em pedaços foi aproveitado para uma fogueira, e de seu tronco e poucas ramagens, restou apenas um punhado de cinzas e uma semente, prontamente plantada.

As crianças estiveram ao seu redor e aproveitaram o calor das chamas para o se aquecerem, estava, porém, ali a alma do pinheiro presente.

O pinheiro era matéria que, agora, se transformava em energia. Ensinava o menino maior que já conhecia a ciência. Assim era de ano para ano, de geração em geração. Naquela casa, os mais “novos” aprendiam com ao mais “velhos” e lá iam percebendo que quando tudo parece perdido e acabado isso é a força para novas aventuras e onde espírito é sempre o mesmo.

Nos anos seguintes, a semente plantada, crescia e dava lugar a um imponente pinheiro, sempre mais alto que tudo e todos, o único que via sempre melhor que os outros os títulos, as taças e as festas do São João!

Assim era cada Natal.

Moral: Na Família FCP, casa de valores e de História, nada se perde, tudo se transforma é por isso que todos os anos provamos porque ganhamos mais… muito mais que os outros…

FIM

Abraço e fiquem por ai…que eu fico!

12 dezembro, 2011

18 novembro, 2011

Portismos... à parte!

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Sim, eu sou Porto!

Não, não faço parte dos “chamados”, portistas, bairristas, não estou nas, portistas, claques, nem tão pouco detenho um, portista, lugar anual. Sou apenas, mais um, Portista da minha casa, da minha zona, da minha cidade, do meu País, sou acima de tudo mais um Portista do Mundo!

Às vezes pergunto-me se será o Portista modelo, aquele que vai a todos os jogos no Estádio a apoiar a equipa, batendo palmas, do primeiro ao último do jogo; que assobia, o portista ao lado, de fato e gravata no corpo, de pipoca na mão e pin de ouro do clube na farpela; que tem a disponibilidade (financeira, pessoal, familiar, etc) suficiente para acompanhar todas as modalidades do Clube e ainda ter tempo para ir, de quando em vez, ao aeroporto ou à saída de jogos menos bons esperar treinadores/jogadores com pedras e bolas de golfe? Será o portista modelo que tem como ideais de apoio e de desporto, e faz lembrá-los quando convêm, o estrangeiro (como Inglaterra), mas que não vê com bons olhos a preferência de “outros” aquando das suas partidas?

Confesso que não serei esse portista modelo, até porque não acredito que haja um. O Portismo, ou praticar o Portismo, como agora se diz, não é só isso. Porque eu, pratico o meu Portismo quando posso ir ao estádio ou pavilhões apoiar o FCP, com portistas que partilham e não partilham das minhas opiniões. Pratico o meu Portismo quando estou no café ou em casa a ver as nossas cores, pratico o meu Portismo, aqui, quinzenalmente, em prosa ou forma de verso, porque sim isto também praticar o Portismo. Posso dizer que pratico o Portismo todos os dias mesmo. Como? Simplesmente Sendo-o! E não duvido que todos vocês o façam, cada um à sua maneira, porque ninguém foi, é nem nunca será melhor Portista que ninguém. O inimigo é outro, chega de o procurarmos dentro do nosso seio, porque todos somos Portistas!

E isto de nascer, crescer, idolatrar, pensar, ganhar e perder, apoiar, exigir e Ser Porto não é fácil nem é difícil. É como aquilo que nos queiramos que seja, como os sentimentos. Cada um vive e é portista à sua maneira, mas para isso é preciso respeitar sempre todos os valores que regem a nossa vida bem como o “local” onde nos inserimos.

Sim, eu sou Porto!

Abraço e fiquem por aí…que eu fico!

21 outubro, 2011

Auto da Barca dos Passeios

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Pretende-se que seja, apenas, uma recriação do que, provavelmente, Gil Vicente escreveria naquela altura…

Timoneiro: Á barca, á barca, houlá!
Que temos gentil maré!

Afortunado: Em que marcha vai este pé?

Timoneiro: na marcha dos navegantes,
De conquistas e mares triunfantes,
Á procura de novo tripulante,
Quereis tomar o legado?

Afortunado: Sim, conheço o barco afamado,
De glória está carregado!
Será fácil a minha viagem,
Traz boa parra na carruagem,
Boa colheita tenho em mãos!

Timoneiro: Pareces de paixão carregado,
De discurso fácil, silábico.
Mas tempo, para experiências não tenho!
De esperteza estou apetrechado.

Afortunado: Não é de mim querer enganar;
Sou da casa, e estou para ficar.
O outro foi ressabiado,
E dele estou despregado!

Timoneiro: Tudo bem, podes entrar
Neste leme de fantasia
Continua em maré de magia,
A experiência, não me vai enganar.

Algum tempo passado pelo, pouco, mar já navegado!

Timoneiro: Confiei-te malograda barcagem,
Estás a fazer dela bobagem.
O bom porto não está vista,
Onde está a prometida conquista!?

Afortunado: é o diabo que anda á solta
Só vejo à minha volta.
Para esta nau não tenho mãos,
Dos passageiros só oiço Nãos!

Timoneiro: Os "tolos" são quem manda,
A eles deves esperança!
Prometeste o que não tinhas,
Que ideias parcas, foram as minhas!?!?

Afortunado: Acatei responsabilidades
Sem perceber a sua grandeza,
O pouco que sei tripular,
É sem brilho e sem beleza.

Estou perdido neste mar,
E há passageiros que não me ajudam.
Se eu não souber liderar,
Naufrague, também os que amuam!

Timoneiro: Também eu, me enganei
Não é da minha natureza.
Agora as águas são profundas,
Mergulhadas de Incertezas.

Preparei mal esta Nau,
Em muitas, que foram feitas.
Nem tudo ainda está mau,
Terei tempo de curar as maleitas?!

Quis mais do que um passeio!
Agora olho o céu e anseio,
Mudar de novo o roteiro,
Enquanto dura o recreio!

Confio, no nosso Timoneiro principal para mudar o curso dos acontecimentos... porque o FC Porto que me habituei a ver jogar e a navegar por essa Europa fora, chega, quase, sempre a tempo do bom porto! É preciso dar o murro na mesa e virar o rumo do barco!

Fiquem bem e por aí... que eu fico!

07 outubro, 2011

A diferença que está no banco!

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1- Com sete jornadas da liga jogadas, entre cinco vitórias, dois empates e nenhuma derrota, dezassete golos marcados, cinco sofridos e uma diferença entre estes de doze, fazem averbar dezassete pontos colocando o FC Porto na liderança da Liga, aquando da paragem do campeonato para encontros de natureza a que a pátria obriga.

Nem sempre estas paragens, obrigatórias, são vistas com bons olhos, pois nos últimos anos a história diz-nos, no que ao nosso clube diz respeito, vêm quebrar um certo ritmo competitivo, já elevado, e que costuma já fazer diferença para os demais. Desta vez, parece ter vindo em boa altura, apesar do FCP até ter vindo de uma importante vitória fora de portas, frente a Académica. No entanto muita coisa, anormal, se tem passado desde que a época portista iniciou trabalhos e nem tudo é ou parece consensual, o tempo obriga a importantes reflexões.

É certo que depois de uma saída repentina e a pressão de uma escolha acertada que desse primazia à, boa, continuidade, essa, ia ser difícil de conseguir logo à partida. O que acontece é que os primeiros indicadores até foram promissores, mas o mercado mexeu-se e apenas os "nossos" não souberam lidar com a pressão, aparente, do mesmo e isso afectou a equipa portista em vários sectores, à vista de e por todos já enumerados.

Tudo isto trouxe uma inconstância exibicional e mais que isso, o FCP cometeu erros, amadores, a que não estávamos acostumados, sendo o mais flagrante, de apenas inscrever um PL na Liga dos Campeões, não prevendo eventuais lesões, e isto depois de ter perdido um dos melhores avançados do mundo, quando se sabe que a substituição deste não ia ser fácil.

Julgo que acima de tudo, o problema do FCP, este ano, passa por estar desfalcado de um bom número dois no banco. Com isto dizer que o ano passado AVB, apesar de um jovem com talento e uma boa equipa, tinha a co-adjuva-lo VP, que sem a pressão de agora, ajudava a pensar os jogos de outra forma, e havia, também, um Pedro Emanuel que emanava “Ser Porto” por todos os poros! Para a Calçada, é isto que faz toda a diferença neste momento, aliado a um Porto desfalcado de outros índices de frescura física, que se perderam de um ano para o outro.

Não duvidando das capacidades de liderança e coaching de VP, porque acredito no seu valor, o cargo de treinador principal ou a sua ascensão a tal não se perfila a todos nos mesmo moldes nem nos mesmos timmings. E às vezes vale mais contar com um bom numero dois no banco, do que um “promissor” treinador principal, perdido no banco.

Apesar de tudo, o FCP ultrapassa esta, primeira, fase na frente do campeonato, tem dois jogos, teoricamente, mais acessíveis na LC, frente ao Apoel, para mostrar que tem a prova toda pela frente e ainda as Taças de consumo interno por disputar. Se juntarmos a isto, o facto de os nossos reforços estarem mais perto de se estrear, casos de Iturbe e Alex Sandro, e ajudarem a ser opções de valor e qualidade ao plantel, o FCP só pode encarar que o que está para vir vai ser sempre melhor do que o que já foi feito.

2- Nota positiva, ainda, para dizer que apesar dos muitos estrangeiros que jogam nas equipas portuguesas, o FCP continua a ser aquele, dos três grandes, que mais jogadores “” à Selecção Nacional. Desta feita com três jogadores (Rolando, Moutinho e Varela). E se olharmos à última convocatória da equipa de todos nós, facilmente nos apercebemos de uma espinha dorsal, totalmente feita de nomes ligados ao FCP de vitórias e importantes conquistas de um passado recente. E isso não é para quem quer, é para quem é Melhor!

Abraço e fiquem por aí…que eu fico!

23 setembro, 2011

Um dia Clássico!

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A contagem,já, decresce,
Murmúrios avizinham-se!
Um friozinho que aquece,
Gargantas!? Essas afinam-se!

As memórias são grosseiras,
São pergaminhos rutilantes!
Esquecem-se as boas maneiras,
As vitórias são viciantes!

Sai-se à calçada, vidrado,
Numa conquista de primeira!
De cachecol, bem aprumado,
E de ingresso na algibeira!

A pomba do cimbalino,
Conta às histórias de outrora!
O diário, a cores, matutino,
Revela condicionantes d’agora!

Com a bica paga e o resto,
Ouve-se o ruído da outra armada!
Um Chico armou-se em esperto,
Levou de língua afiada!

Numa e outra lembrança
Recorda-se aquele e o outro!
Reafirma-se a esperança,
Como no tempo do Pedroto!

Caminha-se pela Alameda,
E a Sexta desce prá noite!
Já se vislumbra a labareda,
De cada golo, um açoite!

Já sentado a ver os seus,
Recorda a Norte as velhas Antas!
Do outro lado, no banco dos réus,
Os diabos que rezam às Santas!

Do balneário até à cabine
Palavras que apela ó orgulho,
Feridos de capas, que denigre.
O Porto silencia o barulho!

As quinas estão ao vento,
É tempo de dar o máximo!
Porto, sente o momento,
“Ganha mais este Clássico!”

Fiquem bem e por aí... que eu fico!

09 setembro, 2011

Qualidade e quantidade que vai chegando!

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Agora que está uma pré-época ultrapassada, uma Supertaça Europeia, de boa imagem, jogada, um mercado difícil atravessado e três jornadas da liga carimbadas, a redondinha já rola com mais intensidade, estamos onde melhor sabemos estar, a alumiar caminhos, que outros não conseguem ver nem sabem chegar!

É sabido que somos adictos na vitória e conquistada uma, digerimo-la e, já só pensamos na próxima. Com um mercado insano, como o passado, o FCP até pode dizer, agora, que as coisas bem podiam ser piores, ou melhores!

Gastou-se muito, com qualidade aparente, e até se vendeu pouco, mas a soma das nossas únicas vendas deu para os gastos das nossas muitas compras, e isso até pode querer dizer muito da importância das mesmas! É caso para dizer que a qualidade e a quantidade vão chegando...a pouco e pouco!

A verdade é que em condições de plenitude desportiva, de todos os nossos atletas, até temos duas opções válidas, equilibradas e com qualidade para cada posição. No entanto e espremendo um pouco mais o sumo à laranja, dos reforços, caros, contratados, não temos ainda apto, ao que tudo indica a melhor alternativa, de raiz, a Álvaro Pereira, uma vez que Alex Sandro se encontra lesionado. Do outro lado, se Fucile e Sapunaru, à vez, até vão cumprindo o (qb), basta que um se lesione, para que suspiremos por Danilo até à reabertura do mercado. No centro da defesa, muito por provar, acertar e definir ainda.

Do meio campo para a frente a história continua, um pouco, nos mesmos moldes, já que de Iturbe muito se espera, mas nada ainda se viu. Apontada que é como uma das mais emergentes estrelas do futebol mundial, do prodígio argentino só vimos treinos de camisola azul e branca ao peito, uns jogos de sub-20 televisionados, outra meia dúzia de treinos no Olival e uma pré-convocatória para uns tais de Pan-Americanos, que talvez o deixe de fora do clube que lhe paga desde que assinou contrato, até finais de Outubro.

Na dianteira só o tempo dirá se Kléber e Walter, chegam para fazer esquecer Falcao, que por muito que se queira disfarçar, é um avançado que há muito não se via no futebol português, e que no mundo acredito que haja poucos. A história e a sorte estão do lado de quem chega!

Parece um pouco contra-censo, já que na apreciação geral o FCP apetrechou-se das pedras certas, diamantes em bruto de enorme valor, para trilhar caminhos de sucesso, no entanto fica a ideia de que parece que temos um plantel algo descalço em certas posições, quando as pedras no sapato, que se encontrem pelo caminho, forem maiores! Pode até dar para consumo interno, mas o que fica patente, e já com consequências na pré-convocatória da Champions, o plantel, apesar de capaz, parece curto, por exemplo, para uma prova deste gabarito e calibre e para fazer jus às ambições que nela temos!

Esse é também um ponto de relevo, que se pode dividir em dois, a que o FCP deve dar atenção. Por um lado fica difícil de entender que um projecto como o Dragon Force ou até mesmo do Visão 611, não tenha tido, até agora, o resultado desejado, já que chegamos até aqui sem um produto das nossas camadas jovens para inscrever na Liga Europeia ou que caiba, mesmo, no nosso plantel. Por outro lado, enquanto adepto que nasceu e cresceu a ver no Porto a imagem de marca assente no capitão que era o central, português mandão, criado no clube, que empurrava a equipa para a frente, quando era preciso. Hoje é com alguma tristeza que denoto que isso já não está lá de algum tempo para cá. São marcas que nos identifica(vam), e que não podemos nem devemos perder!

De aliança e de venenos a sul, não vale a pena perder tempo nem dedicar muitas linhas, porque enquanto essas agremiações perdurarem e continuarem, nós continuaremos mais fortes e atentos, com mais motivos de nos superarmos e é por isso que vamos continuar a ganhar muito mais vezes! Quando assim não for é que será de estranhar!

Fiquem bem e por aí… que eu fico!

28 agosto, 2011

A’gosto!

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Agora que passaram algumas horas após o término da Supertaça Europeia, o tempo é de baixar os níveis de adrenalina, reflectir para fria e calmamente poderem-se retirar algumas ilações importantes deste novo inicio de época.

Á semelhança de outros anos, mais concretamente os últimos, o FC Porto viu transferida, já uma das suas jóias da coroa, entre muitas que são faladas e possivelmente até já apalavradas para rumarem a outros destinos. Ora, é precisamente nesta altura, num período quase indefinido, do qual não damos conta da sua entrada, que o FC Porto enfrenta o primeiro e arrisco-me a dizer o seu principal rival dos últimos anos: o mês de Agosto!

O FC Porto criou um género de vírus, que o ataca sempre por esta altura do ano. Habituados a encontrar talento, a moldá-lo e a valorizá-lo, o clube vê-se agora, como que, relegado a desfazer-se dele, muitas vezes cedo de mais, por que como muitos dizem, o mercado assim o obriga!

Talvez parece um pouco exagerado, e o passado até tem mostrado, que para já, temos vantagem sobre o novo rival, mas se pensarmos que ainda ontem andávamos à procura de alguém que fizesse as vezes de Lisandro Lopez, hoje já andamos, quanto a mim tarde de mais, à procura de alguém que nos faça esquecer Falcao! E se Agosto, já nos levou um dos melhores pontas de lança que já passaram pelo clube, também já nos faz abdicar de outros, já que os telemóveis, destes, andam ligados nas malas de viagem, Louis Vuitton, fazendo com que os contratos assinados, sirvam mais para burocracia do que para serem cumpridos.

Não sei até que ponto, este ano, o FC Porto olhou de cima para baixo para este novo rival, o que é certo é que pode-lhe já ter custado encarar uma final europeia com outros olhos e opções e o tempo de manobra é curto, muito curto, podendo mesmo hipotecar, fora de portas, alguma coisa mais que poderíamos ambicionar, para a nova temporada.

Em jeito de Facebook, fica aberta a discussão e o repto:

Para já, Agosto:

Gosto!
Não Gosto!

Abraço e fiquem por aí... que eu fico!

12 agosto, 2011

Nova temporada. Promissora mas... cautelosa!

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Promissora e cautelosa são, talvez, os adjectivos que melhor definem o arranque da nova temporada/calçada azul e branca, versão 2011/12. Entrar a ganhar e logo um troféu, aufere não só méritos desportivos como também estimula e serve de alavanca para os que se avizinham…para além de alargar vantagens!

É com base em promissoras, promessas, que se vai fazendo dia após dia a nova cara do Dragão, sempre assente em velhos e sólidos hábitos. O novo FCP acrescentou, a jovens como Falcão, Hulk, Álvaro Pereira, Moutinho, Guarin, James Rodriguez, outros, ainda mais jovens, como Kelvin, Danilo, Alex Sandro, Kléber, Djalma, Iturbe, pré-fazendo a curto/médio prazo a espinha dorsal de muitas selecções por esse mundo fora, constituindo assim a continuidade de sangue azul e branco novo, ambicioso, com raça, ganhador e mostrando a quem está que é preciso trabalhar todos os dias, sempre mais e melhor, para se fazer parte da Família portista.

Vítor Pereira é também uma aposta neste sentido, um técnico promissor que na época transacta, estando na sombra de Villas Boas, muitos foram os que concederam os méritos alcançados, a si. O novo treinador do FCP tem características saudáveis e de saudar no futebol. É metódico, trabalhador, recatado e fala de forma inteligente, sem ser excêntrico e pretensioso. Sabe que a realidade Futebol Clube do Porto é diferente das outras e está a anos-luz de todo o resto, e mais importante que isso, quando se refere a ela; não fala para inglês ver!

Contudo, e porque quem é do FCP, é um adepto diferente, não queremos nem somos de embandeirar em arco com as façanhas alcançadas. Não, o portista é sobretudo um adepto cauteloso e atento e é por isso que comemora tantas vezes, porque pensa mais á frente e antecipa-se à concorrência, é assim desde que me conheço, é assim desde que a democracia também chegou ao Futebol, em Portugal. Com isto, também, dizer que uma capa de jornal no Sul não pode nem deve ser diferente da uma capa de jornal no Norte, ainda que o seja. E assim como a violência que veementemente, hoje, é criticada em Inglaterra, também deve ser apontada, investigada e censurada, no Colombo e não apenas e só na Foz! E à margem destes e outros problemas, mostraremos que vamos continuar a estar atentos e cautelosos!

As premissas estão lançadas e como de há 118 anos para cá, façamos aquilo que melhor sabemos:

Ser Futebol Clube do Porto!

15 julho, 2011

Diferente, modernizado… Contemporâneo!

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Não, não estou a falar só do presidente PdC, estou sim, também, a referir-me ao FC Porto. Bem sei, que um e outro são quase a mesma coisa e na sua essência, actualmente, quase que se confundem e os adjectivos que se escolhem para apelidar um, caiem que nem uma luva e ilustram melhor o outro. Cabe a cada um de nós escolher o sujeito que vem em primeiro lugar. A Calçada, não faz essa distinção, prefere-os meter lado a lado!

Mesmo nesta fase primária, entediante, da competição, a chamada silly, disgusting, season, o FCP consegue ser diferente dos demais. Não entramos em correrias por esta e aquela ave rara, não recebemos negas à última da hora dos amigáveis nem dos jogadores que são colocados à força na imprensa jornaleira cá do burgo. Não, nós somos Diferentes. Planeamos, estruturamos, vamos, treinamos, executamos e ganhamos e se perdermos, aprendemos e mudamos!

Somos e estamos modernizados, porque começámos pequenos, e como boa família que somos, aprendemos os valores dos mais velhos, os que foram sábios, sim porque os de agora não sabem nada; e fomos à luta. Solidificámos caminhos e no decurso do tempo fizemos das nossas aprendizagens uma imagem de marca, de raça, liderança e mais uma vez de algo a que não conseguimos adjectivar, mas que sabemos que está lá e nos diferencia dos outros!

Modernizámo-nos ao ponto de não só sermos Diferentes dos outros, como pensar mais à frente que eles. Hoje a estrutura do FCP não é só um clube virado para o Futebol e restantes e importantes modalidades, mas acoplamento é uma Empresa (Máquina) estruturada e virada para o sucesso. O FCP, contemporâneo, idealiza e projecta, põe no papel, cria os organismos necessários para a sua realização, compra quando e o que acha deve comprar e transforma o bruto num produto final com riqueza, acrescida, a vários níveis.

Recentemente, como faz nota o post abaixo, tivemos mais uma prova disto mesmo que acaba de ser transcrito, uma vez que o FCP acaba de celebrar um acordo com um dos maiores e mais influentes Bancos do Brasil e que é somente um dos maiores patrocinadores de outra grande marca brasileira, o Santos Futebol Clube. Acordo este, que visa não só a construção do novo Museu do nosso clube (uma velha promessa e desejo de PC), como as parcerias, desportivas de interesse, que daí poderão advir. Enganem-se aqueles que pensam que as duas promessas brasileiras, que se dizem estar prestes a assinar, são meras coincidências...

No futebol, não grande espaço para coincidências e a matemática e as outras ciências exactas à muito que por lá habitam, mas poucos são os génios que as conseguem decifrar e juntar todas num papel e/ou num relvado. Poderá ser um pouco utópico, mas o legado que Jorge Nuno Pinto da Costa está a deixar é que num futuro próximo, o FCP possa deixar de ser a ponte e o alimento dos Tubarões mundiais, e passe a ser, definitivamente, o Destino Final.

Até porque o nosso é vencer e esse será sempre… o nosso Destino!

Abraço e fiquem por aí… que eu fico!

01 julho, 2011

Os mesmos de Sempre… de volta ao nosso Destino!

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Parece mentira, mas não é, ainda ontem viemos de quinto São João e já se iniciou, novo, trabalho na oficina do Dragão rumo ao festejo do próximo. Assim também é a Calçada Azul e Branca, pedra nova sobra pedra nova rumo a um manto de sucesso e sempre com a certeza que o caminho é seguro, uma vez que os pilares não quebram nunca…connosco, os mesmos de sempre!

É incrível como há coisas que nunca hão-de mudar, fazer da silly-season um campeonato à parte e objectivo de época primário, é algo só ao alcance de um país como o nosso, que bajula e admira a traição e inveja quem zela e leva longe o bom nome de Portugal. Esses, é bom de ver, também continuam e vão continuar a ser... os mesmos de sempre!

Paralelamente, se vão formando os plantéis dos nossos rivais, com elementos suficientes para fazer os naipes todos de um baralho de cartas, até os deixar…baralhados. E se quem só palha tem, joga logo os trunfos todos, não é de estranhar que um dos que distribui jogo, em vez de fazer pela vida, “espera que a Liga, este ano, seja desequilibrada a seu favor”. Repete e acrescenta o calceteiro: …(A)os mesmos de Sempre…

Na invicta, o trabalho como foi referido, anteriormente, ainda agora iniciou, mas é bom ver que também lá, vierem e estão lá os mesmos de sempre. Um Presidente sem adjectivo capaz de lhe fazer jus, uma estrutura sólida e intacta e um plantel sem perdas ainda, significativas, e sem muitos novos nomes. É bom observar que a estratégia, nesse aspecto, tem vindo a mudar e só se compra o essencial, para os lugares chave, com vista no futuro e na valorização, para um dia vender caro…como diriam alguns.

Assim são, funcionam e ganham as grandes marcas, sempre com a certeza de que o sucesso não é um predicado individualista nem cai do céu, mas sim de todos aqueles que são e estão sempre presentes. E que, ano após ano, estamos sempre lá... nós, os adeptos… OS MESMOS DE SEMPRE… e de volta ao Nosso Destino!

Abraço e fiquem por aí… que eu fico!