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13 dezembro, 2015

CAMPEÕES DO MUNDO EM TÓQUIO.

http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/

Depois de conquistar brilhantemente a Taça dos Clubes Campeões Europeus, apresentou-se novo desafio ao FC Porto: derrotar o Campeão Sul-Americano e tornar-se Campeão Mundial. Este encontro disputou-se em Tóquio, em condições verdadeiramente surrealistas, tal foi o nevão que inesperadamente caíu sobre a capital Nipónica.

Foi um verdadeiro encontro de titãs, onde o FC Porto mostrou que, para além de brilhante, era também uma equipa capaz dos maiores sacrifícios. Foi o que provaram os valentes Dragões frente ao Penarol de Montevideo, do Uruguai. O domínio inicial do FC Porto materializou-se com o 1º golo do encontro, apontado por Fernando Gomes. Aos poucos, os Uruguaios foram equilibrando o jogo, e quando já ninguém esperava que pudessem empatar, Viera fez o golo.

Tudo seria decidido num prolongamento... de repente, numa jogada a meio-campo, Sousa tira um adversário do caminho, e passa a Madjer, este consegue esquivar-se ao defesa adversário e, vendo o guarda-redes Pereira adiantado, fez-lhe um "chapéu" fabuloso! Uma vez mais, Madjer foi decisivo, marcando um golo só ao alcançe de um verdadeiro predestinado. Era já alta madrugada quando o país pode finalmente festejar um título mundial de clubes. O FC Porto inscrevia o nome de Portugal na lista de clubes campeões do mundo.

13 dezembro, 2014

CAMPEÕES DO MUNDO... 27 ANOS!

http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/

Depois de conquistar brilhantemente a Taça dos Clubes Campeões Europeus, apresentou-se novo desafio ao FC Porto: derrotar o Campeão Sul-Americano e tornar-se Campeão Mundial. Este encontro disputou-se em Tóquio, em condições verdadeiramente surrealistas, tal foi o nevão que inesperadamente caíu sobre a capital Nipónica.

Foi um verdadeiro encontro de titãs, onde o FC Porto mostrou que, para além de brilhante, era também uma equipa capaz dos maiores sacrifícios. Foi o que provaram os valentes Dragões frente ao Penarol de Montevideo, do Uruguai. O domínio inicial do FC Porto materializou-se com o 1º golo do encontro, apontado por Fernando Gomes. Aos poucos, os Uruguaios foram equilibrando o jogo, e quando já ninguém esperava que pudessem empatar, Viera fez o golo.

Tudo seria decidido num prolongamento... de repente, numa jogada a meio-campo, Sousa tira um adversário do caminho, e passa a Madjer, este consegue esquivar-se ao defesa adversário e, vendo o guarda-redes Pereira adiantado, fez-lhe um "chapéu" fabuloso! Uma vez mais, Madjer foi decisivo, marcando um golo só ao alcançe de um verdadeiro predestinado. Era já alta madrugada quando o país pode finalmente festejar um título mundial de clubes. O FC Porto inscrevia o nome de Portugal na lista de clubes campeões do mundo.

12 dezembro, 2014

BI-CAMPEÕES DO MUNDO... 10 ANOS!

http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/

Mais do que justa a vitória portista na Taça Intercontinental! Aliás, os Portistas já mereciam, no final do tempo regulamentar, um triunfo gordo que só os ferros, o guarda-redes colombiano e o árbitro puderam evitar. Com uma exibição muito conseguida, os dragões esbarravam consecutivamente num obstáculo milagroso. Assim foi até às grandes penalidades, objectivo único do Once Caldas, habituado a vencer nestas circunstâncias. Como não há mal que sempre dure, o FC Porto garantiu a conquista da última edição da prova na segunda série de grandes penalidades. Pelo meio, um infindável rol de histórias e de azares que nem a mais afamada das bruxas podia exorcizar. Contas feitas, pois são essas que ficam para a História, o FC Porto venceu a Taça Intercontinental pela segunda vez.

Desde cedo se viu que a partida teria sentido único. Com os colombianos remetidos à defesa, o esquema do Once Caldas deixava o mexicano De Nigris isolado entre os centrais do FC Porto, aqui e ali com a companhia atacante de, no máximo, três elementos. Viafara aparecia pela direita, ainda que a sua missão fosse sobretudo defensiva, Soto surgia pela esquerda, o argentino Fabbro dispunha de alguma liberdade para vaguear pelo meio-campo portista. A estratégia era clara, aguentar a partida até às grandes penalidades, e assentava em três pilares - Henao, os ferros e, em última instância, o árbitro.

O FC Porto, por seu turno, mantinha o esquema apresentado na recepção ao Chelsea (uns dias antes, para a Champions). Uma única alteração, com o contestado Areias a dar lugar a Ricardo Costa, ainda que o internacional sub-21 português nada tenha acrescentado no papel ofensivo. Assente num estilo mais directo, até porque não havia homens nas alas, o futebol portista privilegiava os lançamentos para McCarthy e Luís Fabiano, sendo que a meia-distância (com Maniche em destaque neste particular) também era uma das armas preferenciais para tentar chegar ao golo. Golo que chegou na sequência de um livre, ainda que o auxiliar tenha descortinado um fora-de-jogo muito duvidoso a Benni McCarthy. Começavam os azares, que cresceram com o primeira intervenção dos postes, a negar um brilhante golo a Fabiano, que na jogada seguinte chegou um pouco atrasado após solicitação de Diego.

Com Maniche em plano de evidência, quem sabe se empolgado pela perspectiva de férias, os portistas tinham em Benni e no Fabuloso duas unidades de extrema valia, com ambos os avançados a jogarem bem de costas para baliza, a denotarem facilidade na recepção e toque de bola, a constituírem pontos de referência para um futebol frequentemente atrofiado. Ainda antes do intervalo, os portistas já somavam mais duas bolas nos ferros, ambas no mesmo lance. Livre batido por Diego que só o poste esquerdo da baliza de Henao parou, com a recarga a encontrar novamente a barra com meta. Diz-se que não há azar que sempre dure mas a infortuna portuguesa prolongou-se durante a segunda metade.

A tónica do encontro manteve-se na etapa complementar, com Maniche a dinamizar o futebol portista e a travar, tanto ele como McCarthy, um acesso duelo com Henao na luta incansável pelo golo. No caso do sul-africano, os ferros quiseram novamente intrometer-se quando nem o carismático guardião colombiano conseguia travar as bombas do avançado portista. O golo parecia sempre uma questão de minutos mas tardava em aparecer, sendo que o conjunto sentiu negativamente as mexidas de Fernández e a natural quebra física. A saída de Luís Fabiano prejudicou o futebol do dragão e o cansaço começava a ser evidente em algumas unidades, não resultando esses factores num menor assédio portista à baliza colombiana, com as oportunidades a sucederem-se.

O prolongamento chegava com um amargo sabor a injustiça, sendo que o Once Caldas confiava cada vez mais na hipótese das grandes penalidades. Ainda os colombianos esfregavam as mãos de contentes, já o FC Porto se via forçado a queimar a última substituição. Vítor Baía ter-se-á sentido mal, sendo substituído por Nuno. De resto, trinta minutos de contenção, com os sul-americanos a arriscarem cada vez menos e os portugueses a denotarem quebra física. Chegava a lotaria das grandes penalidades, regressava a atracção ao ferro. À quarta tentativa, o melhor em campo Maniche dava ao vencedor da Libertadores da América bola para triunfo. Mais uma vez, a barra negou o golo ao FC Porto. Mas se uma mão lava a outra, o conjunto da Colômbia viu o poste evitar a vitória na prova. Segunda série de grandes penalidades decidida ao pontapé nove, o tal que foi de sorte para Pedro Emanuel, herói de um triunfo mais do que merecido do FC Porto. Assim termina a crónica de uma vitória antecipada, quiseram as circunstâncias que o sucesso do dragão tenha conhecido outros relatos para contar uma história que voltava a ser feliz - a Taça Intercontinental foi nossa!!!

13 dezembro, 2013

Campeões do Mundo há 26 anos!

http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/

Depois de conquistar brilhantemente a Taça dos Clubes Campeões Europeus, apresentou-se novo desafio ao FC Porto: derrotar o Campeão Sul-Americano e tornar-se Campeão Mundial. Este encontro disputou-se em Tóquio, em condições verdadeiramente surrealistas, tal foi o nevão que inesperadamente caíu sobre a capital Nipónica.

Foi um verdadeiro encontro de titãs, onde o FC Porto mostrou que, para além de brilhante, era também uma equipa capaz dos maiores sacrifícios. Foi o que provaram os valentes Dragões frente ao Penarol de Montevideo, do Uruguai. O domínio inicial do FC Porto materializou-se com o 1º golo do encontro, apontado por Fernando Gomes. Aos poucos, os Uruguaios foram equilibrando o jogo, e quando já ninguém esperava que pudessem empatar, Viera fez o golo.

Tudo seria decidido num prolongamento... de repente, numa jogada a meio-campo, Sousa tira um adversário do caminho, e passa a Madjer, este consegue esquivar-se ao defesa adversário e, vendo o guarda-redes Pereira adiantado, fez-lhe um "chapéu" fabuloso! Uma vez mais, Madjer foi decisivo, marcando um golo só ao alcançe de um verdadeiro predestinado. Era já alta madrugada quando o país pode finalmente festejar um título mundial de clubes. O FC Porto inscrevia o nome de Portugal na lista de clubes campeões do mundo.

12 dezembro, 2013

BI-Campeões do Mundo há 9 anos!

http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/

Mais do que justa a vitória portista na Taça Intercontinental! Aliás, os Portistas já mereciam, no final do tempo regulamentar, um triunfo gordo que só os ferros, o guarda-redes colombiano e o árbitro puderam evitar. Com uma exibição muito conseguida, os dragões esbarravam consecutivamente num obstáculo milagroso. Assim foi até às grandes penalidades, objectivo único do Once Caldas, habituado a vencer nestas circunstâncias. Como não há mal que sempre dure, o FC Porto garantiu a conquista da última edição da prova na segunda série de grandes penalidades. Pelo meio, um infindável rol de histórias e de azares que nem a mais afamada das bruxas podia exorcizar. Contas feitas, pois são essas que ficam para a História, o FC Porto venceu a Taça Intercontinental pela segunda vez.

Desde cedo se viu que a partida teria sentido único. Com os colombianos remetidos à defesa, o esquema do Once Caldas deixava o mexicano De Nigris isolado entre os centrais do FC Porto, aqui e ali com a companhia atacante de, no máximo, três elementos. Viafara aparecia pela direita, ainda que a sua missão fosse sobretudo defensiva, Soto surgia pela esquerda, o argentino Fabbro dispunha de alguma liberdade para vaguear pelo meio-campo portista. A estratégia era clara, aguentar a partida até às grandes penalidades, e assentava em três pilares - Henao, os ferros e, em última instância, o árbitro.

O FC Porto, por seu turno, mantinha o esquema apresentado na recepção ao Chelsea (uns dias antes, para a Champions). Uma única alteração, com o contestado Areias a dar lugar a Ricardo Costa, ainda que o internacional sub-21 português nada tenha acrescentado no papel ofensivo. Assente num estilo mais directo, até porque não havia homens nas alas, o futebol portista privilegiava os lançamentos para McCarthy e Luís Fabiano, sendo que a meia-distância (com Maniche em destaque neste particular) também era uma das armas preferenciais para tentar chegar ao golo. Golo que chegou na sequência de um livre, ainda que o auxiliar tenha descortinado um fora-de-jogo muito duvidoso a Benni McCarthy. Começavam os azares, que cresceram com o primeira intervenção dos postes, a negar um brilhante golo a Fabiano, que na jogada seguinte chegou um pouco atrasado após solicitação de Diego.

Com Maniche em plano de evidência, quem sabe se empolgado pela perspectiva de férias, os portistas tinham em Benni e no Fabuloso duas unidades de extrema valia, com ambos os avançados a jogarem bem de costas para baliza, a denotarem facilidade na recepção e toque de bola, a constituírem pontos de referência para um futebol frequentemente atrofiado. Ainda antes do intervalo, os portistas já somavam mais duas bolas nos ferros, ambas no mesmo lance. Livre batido por Diego que só o poste esquerdo da baliza de Henao parou, com a recarga a encontrar novamente a barra com meta. Diz-se que não há azar que sempre dure mas a infortuna portuguesa prolongou-se durante a segunda metade.

A tónica do encontro manteve-se na etapa complementar, com Maniche a dinamizar o futebol portista e a travar, tanto ele como McCarthy, um acesso duelo com Henao na luta incansável pelo golo. No caso do sul-africano, os ferros quiseram novamente intrometer-se quando nem o carismático guardião colombiano conseguia travar as bombas do avançado portista. O golo parecia sempre uma questão de minutos mas tardava em aparecer, sendo que o conjunto sentiu negativamente as mexidas de Fernández e a natural quebra física. A saída de Luís Fabiano prejudicou o futebol do dragão e o cansaço começava a ser evidente em algumas unidades, não resultando esses factores num menor assédio portista à baliza colombiana, com as oportunidades a sucederem-se.

O prolongamento chegava com um amargo sabor a injustiça, sendo que o Once Caldas confiava cada vez mais na hipótese das grandes penalidades. Ainda os colombianos esfregavam as mãos de contentes, já o FC Porto se via forçado a queimar a última substituição. Vítor Baía ter-se-á sentido mal, sendo substituído por Nuno. De resto, trinta minutos de contenção, com os sul-americanos a arriscarem cada vez menos e os portugueses a denotarem quebra física. Chegava a lotaria das grandes penalidades, regressava a atracção ao ferro. À quarta tentativa, o melhor em campo Maniche dava ao vencedor da Libertadores da América bola para triunfo. Mais uma vez, a barra negou o golo ao FC Porto. Mas se uma mão lava a outra, o conjunto da Colômbia viu o poste evitar a vitória na prova. Segunda série de grandes penalidades decidida ao pontapé nove, o tal que foi de sorte para Pedro Emanuel, herói de um triunfo mais do que merecido do FC Porto. Assim termina a crónica de uma vitória antecipada, quiseram as circunstâncias que o sucesso do dragão tenha conhecido outros relatos para contar uma história que voltava a ser feliz - a Taça Intercontinental foi nossa!!!

13 dezembro, 2012

Campeões do Mundo há 25 anos!

http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/

Depois de conquistar brilhantemente a Taça dos Clubes Campeões Europeus, apresentou-se novo desafio ao FC Porto: derrotar o Campeão Sul-Americano e tornar-se Campeão Mundial. Este encontro disputou-se em Tóquio, em condições verdadeiramente surrealistas, tal foi o nevão que inesperadamente caíu sobre a capital Nipónica.

Foi um verdadeiro encontro de titãs, onde o FC Porto mostrou que, para além de brilhante, era também uma equipa capaz dos maiores sacrifícios. Foi o que provaram os valentes Dragões frente ao Penarol de Montevideo, do Uruguai. O domínio inicial do FC Porto materializou-se com o 1º golo do encontro, apontado por Fernando Gomes. Aos poucos, os Uruguaios foram equilibrando o jogo, e quando já ninguém esperava que pudessem empatar, Viera fez o golo.

Tudo seria decidido num prolongamento... de repente, numa jogada a meio-campo, Sousa tira um adversário do caminho, e passa a Madjer, este consegue esquivar-se ao defesa adversário e, vendo o guarda-redes Pereira adiantado, fez-lhe um "chapéu" fabuloso! Uma vez mais, Madjer foi decisivo, marcando um golo só ao alcançe de um verdadeiro predestinado. Era já alta madrugada quando o país pode finalmente festejar um título mundial de clubes. O FC Porto inscrevia o nome de Portugal na lista de clubes campeões do mundo.

12 dezembro, 2012

BI-Campeões do Mundo há 8 anos!

http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/

Mais do que justa a vitória portista na Taça Intercontinental! Aliás, os Portistas já mereciam, no final do tempo regulamentar, um triunfo gordo que só os ferros, o guarda-redes colombiano e o árbitro puderam evitar. Com uma exibição muito conseguida, os dragões esbarravam consecutivamente num obstáculo milagroso. Assim foi até às grandes penalidades, objectivo único do Once Caldas, habituado a vencer nestas circunstâncias. Como não há mal que sempre dure, o FC Porto garantiu a conquista da última edição da prova na segunda série de grandes penalidades. Pelo meio, um infindável rol de histórias e de azares que nem a mais afamada das bruxas podia exorcizar. Contas feitas, pois são essas que ficam para a História, o FC Porto venceu a Taça Intercontinental pela segunda vez.

Desde cedo se viu que a partida teria sentido único. Com os colombianos remetidos à defesa, o esquema do Once Caldas deixava o mexicano De Nigris isolado entre os centrais do FC Porto, aqui e ali com a companhia atacante de, no máximo, três elementos. Viafara aparecia pela direita, ainda que a sua missão fosse sobretudo defensiva, Soto surgia pela esquerda, o argentino Fabbro dispunha de alguma liberdade para vaguear pelo meio-campo portista. A estratégia era clara, aguentar a partida até às grandes penalidades, e assentava em três pilares - Henao, os ferros e, em última instância, o árbitro.

O FC Porto, por seu turno, mantinha o esquema apresentado na recepção ao Chelsea (uns dias antes, para a Champions). Uma única alteração, com o contestado Areias a dar lugar a Ricardo Costa, ainda que o internacional sub-21 português nada tenha acrescentado no papel ofensivo. Assente num estilo mais directo, até porque não havia homens nas alas, o futebol portista privilegiava os lançamentos para McCarthy e Luís Fabiano, sendo que a meia-distância (com Maniche em destaque neste particular) também era uma das armas preferenciais para tentar chegar ao golo. Golo que chegou na sequência de um livre, ainda que o auxiliar tenha descortinado um fora-de-jogo muito duvidoso a Benni McCarthy. Começavam os azares, que cresceram com o primeira intervenção dos postes, a negar um brilhante golo a Fabiano, que na jogada seguinte chegou um pouco atrasado após solicitação de Diego.

Com Maniche em plano de evidência, quem sabe se empolgado pela perspectiva de férias, os portistas tinham em Benni e no Fabuloso duas unidades de extrema valia, com ambos os avançados a jogarem bem de costas para baliza, a denotarem facilidade na recepção e toque de bola, a constituírem pontos de referência para um futebol frequentemente atrofiado. Ainda antes do intervalo, os portistas já somavam mais duas bolas nos ferros, ambas no mesmo lance. Livre batido por Diego que só o poste esquerdo da baliza de Henao parou, com a recarga a encontrar novamente a barra com meta. Diz-se que não há azar que sempre dure mas a infortuna portuguesa prolongou-se durante a segunda metade.

A tónica do encontro manteve-se na etapa complementar, com Maniche a dinamizar o futebol portista e a travar, tanto ele como McCarthy, um acesso duelo com Henao na luta incansável pelo golo. No caso do sul-africano, os ferros quiseram novamente intrometer-se quando nem o carismático guardião colombiano conseguia travar as bombas do avançado portista. O golo parecia sempre uma questão de minutos mas tardava em aparecer, sendo que o conjunto sentiu negativamente as mexidas de Fernández e a natural quebra física. A saída de Luís Fabiano prejudicou o futebol do dragão e o cansaço começava a ser evidente em algumas unidades, não resultando esses factores num menor assédio portista à baliza colombiana, com as oportunidades a sucederem-se.

O prolongamento chegava com um amargo sabor a injustiça, sendo que o Once Caldas confiava cada vez mais na hipótese das grandes penalidades. Ainda os colombianos esfregavam as mãos de contentes, já o FC Porto se via forçado a queimar a última substituição. Vítor Baía ter-se-á sentido mal, sendo substituído por Nuno. De resto, trinta minutos de contenção, com os sul-americanos a arriscarem cada vez menos e os portugueses a denotarem quebra física. Chegava a lotaria das grandes penalidades, regressava a atracção ao ferro. À quarta tentativa, o melhor em campo Maniche dava ao vencedor da Libertadores da América bola para triunfo. Mais uma vez, a barra negou o golo ao FC Porto. Mas se uma mão lava a outra, o conjunto da Colômbia viu o poste evitar a vitória na prova. Segunda série de grandes penalidades decidida ao pontapé nove, o tal que foi de sorte para Pedro Emanuel, herói de um triunfo mais do que merecido do FC Porto. Assim termina a crónica de uma vitória antecipada, quiseram as circunstâncias que o sucesso do dragão tenha conhecido outros relatos para contar uma história que voltava a ser feliz - a Taça Intercontinental foi nossa!!!

13 dezembro, 2011

Campeões do Mundo há 24 anos!

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Depois de conquistar brilhantemente a Taça dos Clubes Campeões Europeus, apresentou-se novo desafio ao FC Porto: derrotar o Campeão Sul-Americano e tornar-se Campeão Mundial. Este encontro disputou-se em Tóquio, em condições verdadeiramente surrealistas, tal foi o nevão que inesperadamente caíu sobre a capital Nipónica.

Foi um verdadeiro encontro de titãs, onde o FC Porto mostrou que, para além de brilhante, era também uma equipa capaz dos maiores sacrifícios. Foi o que provaram os valentes Dragões frente ao Penarol de Montevideo, do Uruguai. O domínio inicial do FC Porto materializou-se com o 1º golo do encontro, apontado por Fernando Gomes. Aos poucos, os Uruguaios foram equilibrando o jogo, e quando já ninguém esperava que pudessem empatar, Viera fez o golo.

Tudo seria decidido num prolongamento... de repente, numa jogada a meio-campo, Sousa tira um adversário do caminho, e passa a Madjer, este consegue esquivar-se ao defesa adversário e, vendo o guarda-redes Pereira adiantado, fez-lhe um "chapéu" fabuloso! Uma vez mais, Madjer foi decisivo, marcando um golo só ao alcançe de um verdadeiro predestinado. Era já alta madrugada quando o país pode finalmente festejar um título mundial de clubes. O FC Porto inscrevia o nome de Portugal na lista de clubes campeões do mundo.

12 dezembro, 2011

BI-Campeões do Mundo há 7 anos!

http://bibo-porto-carago.blogspot.com/

Mais do que justa a vitória portista na Taça Intercontinental! Aliás, os Portistas já mereciam, no final do tempo regulamentar, um triunfo gordo que só os ferros, o guarda-redes colombiano e o árbitro puderam evitar. Com uma exibição muito conseguida, os dragões esbarravam consecutivamente num obstáculo milagroso. Assim foi até às grandes penalidades, objectivo único do Once Caldas, habituado a vencer nestas circunstâncias. Como não há mal que sempre dure, o FC Porto garantiu a conquista da última edição da prova na segunda série de grandes penalidades. Pelo meio, um infindável rol de histórias e de azares que nem a mais afamada das bruxas podia exorcizar. Contas feitas, pois são essas que ficam para a História, o FC Porto venceu a Taça Intercontinental pela segunda vez.

Desde cedo se viu que a partida teria sentido único. Com os colombianos remetidos à defesa, o esquema do Once Caldas deixava o mexicano De Nigris isolado entre os centrais do FC Porto, aqui e ali com a companhia atacante de, no máximo, três elementos. Viafara aparecia pela direita, ainda que a sua missão fosse sobretudo defensiva, Soto surgia pela esquerda, o argentino Fabbro dispunha de alguma liberdade para vaguear pelo meio-campo portista. A estratégia era clara, aguentar a partida até às grandes penalidades, e assentava em três pilares - Henao, os ferros e, em última instância, o árbitro.

O FC Porto, por seu turno, mantinha o esquema apresentado na recepção ao Chelsea (uns dias antes, para a Champions). Uma única alteração, com o contestado Areias a dar lugar a Ricardo Costa, ainda que o internacional sub-21 português nada tenha acrescentado no papel ofensivo. Assente num estilo mais directo, até porque não havia homens nas alas, o futebol portista privilegiava os lançamentos para McCarthy e Luís Fabiano, sendo que a meia-distância (com Maniche em destaque neste particular) também era uma das armas preferenciais para tentar chegar ao golo. Golo que chegou na sequência de um livre, ainda que o auxiliar tenha descortinado um fora-de-jogo muito duvidoso a Benni McCarthy. Começavam os azares, que cresceram com o primeira intervenção dos postes, a negar um brilhante golo a Fabiano, que na jogada seguinte chegou um pouco atrasado após solicitação de Diego.

Com Maniche em plano de evidência, quem sabe se empolgado pela perspectiva de férias, os portistas tinham em Benni e no Fabuloso duas unidades de extrema valia, com ambos os avançados a jogarem bem de costas para baliza, a denotarem facilidade na recepção e toque de bola, a constituírem pontos de referência para um futebol frequentemente atrofiado. Ainda antes do intervalo, os portistas já somavam mais duas bolas nos ferros, ambas no mesmo lance. Livre batido por Diego que só o poste esquerdo da baliza de Henao parou, com a recarga a encontrar novamente a barra com meta. Diz-se que não há azar que sempre dure mas a infortuna portuguesa prolongou-se durante a segunda metade.

A tónica do encontro manteve-se na etapa complementar, com Maniche a dinamizar o futebol portista e a travar, tanto ele como McCarthy, um acesso duelo com Henao na luta incansável pelo golo. No caso do sul-africano, os ferros quiseram novamente intrometer-se quando nem o carismático guardião colombiano conseguia travar as bombas do avançado portista. O golo parecia sempre uma questão de minutos mas tardava em aparecer, sendo que o conjunto sentiu negativamente as mexidas de Fernández e a natural quebra física. A saída de Luís Fabiano prejudicou o futebol do dragão e o cansaço começava a ser evidente em algumas unidades, não resultando esses factores num menor assédio portista à baliza colombiana, com as oportunidades a sucederem-se.

O prolongamento chegava com um amargo sabor a injustiça, sendo que o Once Caldas confiava cada vez mais na hipótese das grandes penalidades. Ainda os colombianos esfregavam as mãos de contentes, já o FC Porto se via forçado a queimar a última substituição. Vítor Baía ter-se-á sentido mal, sendo substituído por Nuno. De resto, trinta minutos de contenção, com os sul-americanos a arriscarem cada vez menos e os portugueses a denotarem quebra física. Chegava a lotaria das grandes penalidades, regressava a atracção ao ferro. À quarta tentativa, o melhor em campo Maniche dava ao vencedor da Libertadores da América bola para triunfo. Mais uma vez, a barra negou o golo ao FC Porto. Mas se uma mão lava a outra, o conjunto da Colômbia viu o poste evitar a vitória na prova. Segunda série de grandes penalidades decidida ao pontapé nove, o tal que foi de sorte para Pedro Emanuel, herói de um triunfo mais do que merecido do FC Porto. Assim termina a crónica de uma vitória antecipada, quiseram as circunstâncias que o sucesso do dragão tenha conhecido outros relatos para contar uma história que voltava a ser feliz - a Taça Intercontinental foi nossa!!!

13 dezembro, 2010

Campeões do Mundo... passaram-se 23 anos!

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Depois de conquistar brilhantemente a Taça dos Clubes Campeões Europeus, apresentou-se novo desafio ao FC Porto: derrotar o Campeão Sul-Americano e tornar-se Campeão Mundial. Este encontro disputou-se em Tóquio, em condições verdadeiramente surrealistas, tal foi o nevão que inesperadamente caíu sobre a capital Nipónica.

Foi um verdadeiro encontro de titãs, onde o FC Porto mostrou que, para além de brilhante, era também uma equipa capaz dos maiores sacrifícios. Foi o que provaram os valentes Dragões frente ao Penarol de Montevideo, do Uruguai. O domínio inicial do FC Porto materializou-se com o 1º golo do encontro, apontado por Fernando Gomes. Aos poucos, os Uruguaios foram equilibrando o jogo, e quando já ninguém esperava que pudessem empatar, Viera fez o golo.

Tudo seria decidido num prolongamento... de repente, numa jogada a meio-campo, Sousa tira um adversário do caminho, e passa a Madjer, este consegue esquivar-se ao defesa adversário e, vendo o guarda-redes Pereira adiantado, fez-lhe um "chapéu" fabuloso! Uma vez mais, Madjer foi decisivo, marcando um golo só ao alcançe de um verdadeiro predestinado. Era já alta madrugada quando o país pode finalmente festejar um título mundial de clubes. O FC Porto inscrevia o nome de Portugal na lista de clubes campeões do mundo.

12 dezembro, 2010

BI-Campeões do Mundo... passaram-se 6 anos!

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Mais do que justa a vitória portista na Taça Intercontinental! Aliás, os Portistas já mereciam, no final do tempo regulamentar, um triunfo gordo que só os ferros, o guarda-redes colombiano e o árbitro puderam evitar. Com uma exibição muito conseguida, os dragões esbarravam consecutivamente num obstáculo milagroso. Assim foi até às grandes penalidades, objectivo único do Once Caldas, habituado a vencer nestas circunstâncias. Como não há mal que sempre dure, o FC Porto garantiu a conquista da última edição da prova na segunda série de grandes penalidades. Pelo meio, um infindável rol de histórias e de azares que nem a mais afamada das bruxas podia exorcizar. Contas feitas, pois são essas que ficam para a História, o FC Porto venceu a Taça Intercontinental pela segunda vez.

Desde cedo se viu que a partida teria sentido único. Com os colombianos remetidos à defesa, o esquema do Once Caldas deixava o mexicano De Nigris isolado entre os centrais do FC Porto, aqui e ali com a companhia atacante de, no máximo, três elementos. Viafara aparecia pela direita, ainda que a sua missão fosse sobretudo defensiva, Soto surgia pela esquerda, o argentino Fabbro dispunha de alguma liberdade para vaguear pelo meio-campo portista. A estratégia era clara, aguentar a partida até às grandes penalidades, e assentava em três pilares - Henao, os ferros e, em última instância, o árbitro.

O FC Porto, por seu turno, mantinha o esquema apresentado na recepção ao Chelsea (uns dias antes, para a Champions). Uma única alteração, com o contestado Areias a dar lugar a Ricardo Costa, ainda que o internacional sub-21 português nada tenha acrescentado no papel ofensivo. Assente num estilo mais directo, até porque não havia homens nas alas, o futebol portista privilegiava os lançamentos para McCarthy e Luís Fabiano, sendo que a meia-distância (com Maniche em destaque neste particular) também era uma das armas preferenciais para tentar chegar ao golo. Golo que chegou na sequência de um livre, ainda que o auxiliar tenha descortinado um fora-de-jogo muito duvidoso a Benni McCarthy. Começavam os azares, que cresceram com o primeira intervenção dos postes, a negar um brilhante golo a Fabiano, que na jogada seguinte chegou um pouco atrasado após solicitação de Diego.

Com Maniche em plano de evidência, quem sabe se empolgado pela perspectiva de férias, os portistas tinham em Benni e no Fabuloso duas unidades de extrema valia, com ambos os avançados a jogarem bem de costas para baliza, a denotarem facilidade na recepção e toque de bola, a constituírem pontos de referência para um futebol frequentemente atrofiado. Ainda antes do intervalo, os portistas já somavam mais duas bolas nos ferros, ambas no mesmo lance. Livre batido por Diego que só o poste esquerdo da baliza de Henao parou, com a recarga a encontrar novamente a barra com meta. Diz-se que não há azar que sempre dure mas a infortuna portuguesa prolongou-se durante a segunda metade.

A tónica do encontro manteve-se na etapa complementar, com Maniche a dinamizar o futebol portista e a travar, tanto ele como McCarthy, um acesso duelo com Henao na luta incansável pelo golo. No caso do sul-africano, os ferros quiseram novamente intrometer-se quando nem o carismático guardião colombiano conseguia travar as bombas do avançado portista. O golo parecia sempre uma questão de minutos mas tardava em aparecer, sendo que o conjunto sentiu negativamente as mexidas de Fernández e a natural quebra física. A saída de Luís Fabiano prejudicou o futebol do dragão e o cansaço começava a ser evidente em algumas unidades, não resultando esses factores num menor assédio portista à baliza colombiana, com as oportunidades a sucederem-se.

O prolongamento chegava com um amargo sabor a injustiça, sendo que o Once Caldas confiava cada vez mais na hipótese das grandes penalidades. Ainda os colombianos esfregavam as mãos de contentes, já o FC Porto se via forçado a queimar a última substituição. Vítor Baía ter-se-á sentido mal, sendo substituído por Nuno. De resto, trinta minutos de contenção, com os sul-americanos a arriscarem cada vez menos e os portugueses a denotarem quebra física. Chegava a lotaria das grandes penalidades, regressava a atracção ao ferro. À quarta tentativa, o melhor em campo Maniche dava ao vencedor da Libertadores da América bola para triunfo. Mais uma vez, a barra negou o golo ao FC Porto. Mas se uma mão lava a outra, o conjunto da Colômbia viu o poste evitar a vitória na prova. Segunda série de grandes penalidades decidida ao pontapé nove, o tal que foi de sorte para Pedro Emanuel, herói de um triunfo mais do que merecido do FC Porto. Assim termina a crónica de uma vitória antecipada, quiseram as circunstâncias que o sucesso do dragão tenha conhecido outros relatos para contar uma história que voltava a ser feliz - a Taça Intercontinental foi nossa!!!

13 dezembro, 2009

Campeões do Mundo... faz hoje 22 anos!


Depois de conquistar brilhantemente a Taça dos Clubes Campeões Europeus, apresentou-se novo desafio ao FC Porto: derrotar o Campeão Sul-Americano e tornar-se Campeão Mundial. Este encontro disputou-se em Tóquio, em condições verdadeiramente surrealistas, tal foi o nevão que inesperadamente caíu sobre a capital Nipónica.

Foi um verdadeiro encontro de titãs, onde o FC Porto mostrou que, para além de brilhante, era também uma equipa capaz dos maiores sacrifícios. Foi o que provaram os valentes Dragões frente ao Penarol de Montevideo, do Uruguai. O domínio inicial do FC Porto materializou-se com o 1º golo do encontro, apontado por Fernando Gomes. Aos poucos, os Uruguaios foram equilibrando o jogo, e quando já ninguém esperava que pudessem empatar, Viera fez o golo.

Tudo seria decidido num prolongamento... de repente, numa jogada a meio-campo, Sousa tira um adversário do caminho, e passa a Madjer, este consegue esquivar-se ao defesa adversário e, vendo o guarda-redes Pereira adiantado, fez-lhe um "chapéu" fabuloso! Uma vez mais, Madjer foi decisivo, marcando um golo só ao alcançe de um verdadeiro predestinado. Era já alta madrugada quando o país pode finalmente festejar um título mundial de clubes. O FC Porto inscrevia o nome de Portugal na lista de clubes campeões do mundo.

12 dezembro, 2009

BI-Campeões do Mundo... faz hoje 5 anos!

Mais do que justa a vitória portista na Taça Intercontinental! Aliás, os Portistas já mereciam, no final do tempo regulamentar, um triunfo gordo que só os ferros, o guarda-redes colombiano e o árbitro puderam evitar. Com uma exibição muito conseguida, os dragões esbarravam consecutivamente num obstáculo milagroso. Assim foi até às grandes penalidades, objectivo único do Once Caldas, habituado a vencer nestas circunstâncias. Como não há mal que sempre dure, o FC Porto garantiu a conquista da última edição da prova na segunda série de grandes penalidades. Pelo meio, um infindável rol de histórias e de azares que nem a mais afamada das bruxas podia exorcizar. Contas feitas, pois são essas que ficam para a História, o FC Porto venceu a Taça Intercontinental pela segunda vez.

Desde cedo se viu que a partida teria sentido único. Com os colombianos remetidos à defesa, o esquema do Once Caldas deixava o mexicano De Nigris isolado entre os centrais do FC Porto, aqui e ali com a companhia atacante de, no máximo, três elementos. Viafara aparecia pela direita, ainda que a sua missão fosse sobretudo defensiva, Soto surgia pela esquerda, o argentino Fabbro dispunha de alguma liberdade para vaguear pelo meio-campo portista. A estratégia era clara, aguentar a partida até às grandes penalidades, e assentava em três pilares - Henao, os ferros e, em última instância, o árbitro.

O FC Porto, por seu turno, mantinha o esquema apresentado na recepção ao Chelsea (uns dias antes, para a Champions). Uma única alteração, com o contestado Areias a dar lugar a Ricardo Costa, ainda que o internacional sub-21 português nada tenha acrescentado no papel ofensivo. Assente num estilo mais directo, até porque não havia homens nas alas, o futebol portista privilegiava os lançamentos para McCarthy e Luís Fabiano, sendo que a meia-distância (com Maniche em destaque neste particular) também era uma das armas preferenciais para tentar chegar ao golo. Golo que chegou na sequência de um livre, ainda que o auxiliar tenha descortinado um fora-de-jogo muito duvidoso a Benni McCarthy. Começavam os azares, que cresceram com o primeira intervenção dos postes, a negar um brilhante golo a Fabiano, que na jogada seguinte chegou um pouco atrasado após solicitação de Diego.

Com Maniche em plano de evidência, quem sabe se empolgado pela perspectiva de férias, os portistas tinham em Benni e no Fabuloso duas unidades de extrema valia, com ambos os avançados a jogarem bem de costas para baliza, a denotarem facilidade na recepção e toque de bola, a constituírem pontos de referência para um futebol frequentemente atrofiado. Ainda antes do intervalo, os portistas já somavam mais duas bolas nos ferros, ambas no mesmo lance. Livre batido por Diego que só o poste esquerdo da baliza de Henao parou, com a recarga a encontrar novamente a barra com meta. Diz-se que não há azar que sempre dure mas a infortuna portuguesa prolongou-se durante a segunda metade.

A tónica do encontro manteve-se na etapa complementar, com Maniche a dinamizar o futebol portista e a travar, tanto ele como McCarthy, um acesso duelo com Henao na luta incansável pelo golo. No caso do sul-africano, os ferros quiseram novamente intrometer-se quando nem o carismático guardião colombiano conseguia travar as bombas do avançado portista. O golo parecia sempre uma questão de minutos mas tardava em aparecer, sendo que o conjunto sentiu negativamente as mexidas de Fernández e a natural quebra física. A saída de Luís Fabiano prejudicou o futebol do dragão e o cansaço começava a ser evidente em algumas unidades, não resultando esses factores num menor assédio portista à baliza colombiana, com as oportunidades a sucederem-se.

O prolongamento chegava com um amargo sabor a injustiça, sendo que o Once Caldas confiava cada vez mais na hipótese das grandes penalidades. Ainda os colombianos esfregavam as mãos de contentes, já o FC Porto se via forçado a queimar a última substituição. Vítor Baía ter-se-á sentido mal, sendo substituído por Nuno. De resto, trinta minutos de contenção, com os sul-americanos a arriscarem cada vez menos e os portugueses a denotarem quebra física. Chegava a lotaria das grandes penalidades, regressava a atracção ao ferro. À quarta tentativa, o melhor em campo Maniche dava ao vencedor da Libertadores da América bola para triunfo. Mais uma vez, a barra negou o golo ao FC Porto. Mas se uma mão lava a outra, o conjunto da Colômbia viu o poste evitar a vitória na prova. Segunda série de grandes penalidades decidida ao pontapé nove, o tal que foi de sorte para Pedro Emanuel, herói de um triunfo mais do que merecido do FC Porto. Assim termina a crónica de uma vitória antecipada, quiseram as circunstâncias que o sucesso do dragão tenha conhecido outros relatos para contar uma história que voltava a ser feliz - a Taça Intercontinental foi nossa!!!

13 dezembro, 2008

Contos de uma Familia Portista em 1987

- Ó Bu, conta outra vez aquela história quando quase tiveste de bater na mãe e no Ico, quando eles se portaram mal ao ver o Porto…
- Outra vez ?!!
- Siimmmmmmmmmmmmmmm !!!
(respondem ambas em uníssono)
- Hoje, vou-vos contar outra história.
- E é da mãe ?
- É!
- E o Ico também entra?
- Também
- E o Porto ? O Porto também entra?
- Claro que sim.
- Então está bem, podes contar.
- Nevava, nevava como nas histórias de Natal. E num país muito, muito longe, uma equipa de azul e branco preparava-se para fazer história…
- Era o Porto ? O Porto da mãe ?
- Era, era o Porto da mãe.
- E era no Polo Norte ?
(breve silêncio)
- Não, meninas. Não era no Polo Norte.
- Então ?
- Era no Japão. Do outro lado do mundo.
- Tão loooooonge…
- Era mais engraçado no Polo Norte…
(suspiro)
- Como eu dizia, nevava, e fazia imenso frio. O Porto era Campeão Europeu e estava no Japão para…
- Bu, não foi nesse jogo de Campeão Europeu que a mãe e o…
- Foi… foi nesse mesmo! A vossa mãe e o vosso tio fizeram-me perder a paciência.
- Ah ah ah ah… conta outra vez, Bu.
(silêncio)
- … e estava no Japão para jogar contra uma equipa Uruguaia que se chamava Peñarol de Montevideu, que era o vencedor da Taça Libertadores da América.
- Então este jogo era entre o campeão da europa e o da américa ?
- Precisamente…
- E depois…
- Como vocês sabem, no Japão a hora é diferente. Quando aqui é dia, lá é de noite. Era já muito tarde quando o jogo começou. O nevoeiro e a neve que teimava em cair, quase que não deixavam distinguir as caras dos jogadores…
- Quem eram eles, Bu?
- O Guarda redes era o Mlynarczyk. Na defesa estava o João Pinto, o Geraldão, o Lima Pereira e o Inácio; no meio o Jaime Magalhães, o André, o Sousa e o Rui Barros; lá na frente Madjer e Gomes.
- E o treinador ? Era o Jesualdo?
- Não percebes mesmo nada… era o Mourinho, não era Bu ?
- Não, nem Jesualdo, nem Mourinho.
Era um senhor chamado Ivic, Tomislav Ivic.
- A mãe contou-me uma vez que tinha um peixinho chamado Geraldão e o Ico tinha um chamado Vermelhinho. Era este Geraldão, Bu ?
- Era, era este.
- Que fixe. Eu também tive dois peixinhos, o Deco e o Derlei.
- Algo me diz que foi a vossa mãe que os baptizou, mas adiante. Vocês não querem saber quem ganhou ?
- Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim!
- Onde é que eu ia?
- Nos jogadores, disseste que quase não dava para os ver por causa da neve.
- E já vos disse de que cor era a bola ?
- Não.
- Amarela.
- Porquê?
- Para os jogadores a conseguirem ver.
- E os jogadores não tinham frio ?
- Tinham, claro que tinham. Portaram-se como verdadeiros herois, correndo atrás da bola num relvado que teimava em não a deixar rolar. Estava quase a chegar o intervalo, e não havia golos para ninguem. De repente um jogador chamado Gomes recebe a bola do colega Madjer e marca golo para o Porto. Tive de festejar baixinho, porque a vossa mãe e o Ico estavam a dormir.
- A dormir ?!! Tens a certeza ?
- Com o Porto a jogar? Que estranho…
- Era mesmo muito tarde…
- E tu não lhes foste dizer ?!!
- Não! Queria ver o resto do jogo em paz.
(sorriso…)
- E depois?
- Depois do intervalo, o Porto aguentou o resultado. E quando já nada fazia prever o contrário, os jogadores do Peñarol marcaram um golo…
- Ficaste triste, Bu?
- Fiquei, faltavam apenas 10 minutos e eles tinham empatado o jogo.
- Então foi um empate! Deixa lá, Bu. Um empate entre o campeão da europa e da America não é assim tão mau…
- Era uma final. Um deles tinha de ganhar….
- Fomos aos penalties ? Eu gosto de penalties.
- Não, não fomos aos penalties.
- O árbitro deixou os jogadores descansar um bocadinho e depois chamou os jogadores e deram início ao prolongamento. De repente, o Sousa tira um adversário do caminho, e passa a bola ao Madjer, que conseguindo fintar um defesa adversário, levanta os olhos da bola e apercebeu-se que o guarda-redes Pereira estava adiantado… o resto é história minhas lindas. A bola passou sobre o guarda-redes e apenas descansou no fundo da baliza.
- E depois, Bu? E depois ?
- Fui dizer muito baixinho à mãe e ao Ico que éramos Campões do Mundo, e eles mesmo a dormir, sorriram.
- E eles sonharam com o Porto ?
- Isso, terão vocês de lhes perguntar …
(…)
- Ó Mãeeeeeeeeeeeeeeeeeeee ?!!

E, eu já respondi,
Heliantia.

12 dezembro, 2008

BI-Campeões do Mundo... faz hoje 4 anos!

O FC Porto é hoje o clube português com melhor e mais diversificado palmarés internacional, com seis taças conquistadas ao longo da sua gloriosa história. Faz agora precisamente quatro anos que, lá longe, no Oriente, arrebatámos a nossa segunda Taça Intercontinental, que nos voltou a proclamar como campeão mundial de clubes. Memorável! Um dia que ficará na nossa memória até à eternidade, não apenas pelo feito em si, mas sobretudo pela forma emocionante e heróica como foi conseguido. Yokohama, 12 de Dezembro de 2004, FC Porto 8-7 Once Caldas, após a marcação de grandes penalidades. Um acontecimento especial que não poderia ser esquecido.

Desde pequeno que aquela final de Tóquio, contra o Peñarol, em 1987, num lindo manto branco e debaixo de um temporal gelado, fazia parte do meu imaginário, das minhas melhores recordações, ainda que de forma ténue. Sempre olhei para esse jogo como se pertencesse ao mundo da fantasia. A neve a cair incessantemente, uma bola amarela, o futebol que deu lugar a uma batalha, guerreiros no corpo de Madjer, Gomes e João Pinto, o nome do FC Porto no cume mais alto do planeta. Sonhava vencer novamente aquele troféu, ter o mundo aos nossos pés, experimentar aquela sensação maravilhosa de suprema conquista.

O FC Porto chegava ao jogo decisivo diante dos colombianos do Once Caldas, após duas temporadas inesquecíveis e já numa sempre complicada fase de transição. Victor Fernandéz substituíra José Mourinho, alguns jogadores importantes partiram rumo a um novo desafio, outros chegaram sedentos de triunfar no campeão europeu. A hora era de remodelação e o colectivo ainda não funcionava na sua plenitude. Ainda assim, a nível de individualidades, possuíamos um dos melhores plantéis alguma vez havidos em Portugal. O mais titulado do planeta Vítor Baía, o capitão Jorge Costa, Costinha, Maniche, Diego, Derlei, McCarthy, Luís Fabiano e alguns jovens como Pepe, Bosingwa, Quaresma, Carlos Alberto ou Postiga. O favoritismo estava, unanimemente, colocado em cima dos 'dragões'.

Como as camisolas, por si só, não bastam para ganhar jogos, os portistas trataram de entrar no relvado com a atitude certa, dominando o jogo por completo, do princípio ao fim. Criámos oportunidades suficientes para ganhar tranquilamente, por números bem robustos, ao fim dos 90 minutos. Massacrámos positivamente o campeão sul-americano, com um futebol autoritário e sempre com os olhos postos na baliza de Henao, guardião do Once Caldas, que realizou uma exibição portentosa. Éramos infinitamente superiores, queríamos a taça, ansiávamos dar continuidade a uma era de sonho para todos nós. Auxiliado pela crónica d'O Jogo' do dia seguinte, que guardo religiosamente num arquivo de valor incalculável para mim e que não trocava por nada deste mundo, percebo o tamanho da nossa superioridade: 69% de posse de bola, 51 ataques, 26 remates, 30 cruzamentos, uma supremacia verdadeiramente abissal.

Estava, porém, escrito que esta vitória teria contornos dramáticos e de composição épica. Seria alcançada depois de muito sofrimento e algumas privações. Quatros bolas foram atiradas contra os ferros da baliza adversária. Um golo limpo de McCarthy foi anulado pelo senhor árbitro. Um estranho acontecimento - rara situação de taquicardia - atacou o nosso número 1, Vítor Baía, obrigando-o a sair do terreno prematuramente, de maca, perante a preocupação de todos os portistas. Tudo nos aconteceu durante 120 inglórios minutos, num estádio repleto de japoneses, que raramente se manifestaram ao longo do jogo, não sendo capazes de criar a atmosfera própria dos grandes momentos.

No final do prolongamento, com 0-0 no marcador, notaram-se algumas expressões de regozijo por parte de alguns elementos da equipa colombiana. A sua única preocupação fora praticar anti-jogo e defender o nulo com unhas e dentes, confiantes de que a sua grande estrela Henao, especialista na defesa de grandes penalidades, resolveria o problema a seu favor no final da contenda. Os nossos jogadores, no entanto, não se amedrontaram e conseguiram controlar a ansiedade. Fernandéz reuniu os jogadores e deve ter proferido palavras de incentivo e confiança. Os Campeões Europeus nada temem!

O Once Caldas foi o primeiro a marcar, por Vanegas. Diego respondeu da melhor forma e empatou. Alcaraz, Carlos Alberto, Viáfara, Quaresma e De Nigris também não vacilaram. 4-3. Chegava a vez de Maniche, considerado o melhor jogador em campo. Falhou! E o FC Porto estava em maus lençóis. Temi o pior. Uma triste e injusta derrota nos pés de Fabbro. Mas os deuses do futebol ainda não estavam loucos e o poste salvou Nuno, que entrara para o lugar de Baía. Um misto de alívio e emoção apoderaram-se de mim e dos que viam o jogo comigo. Tínhamos uma nova oportunidade de reentrar na discussão do troféu e McCarthy não nos desapontou. Tudo empatado novamente e a partir dali era proibido errar. Velásquez, Costinha, Jefrey Diaz, Jorge Costa, Cataño e Ricardo Costa balançaram as redes. 7-7 e uma agonia que parecia interminável. Nestes momentos era impossível deixar de relembrar todas as oportunidades desperdiçadas e a injustiça que era para nós estar naquela posição.

Mas costuma-se dizer que a justiça, por vezes, tarda mas não falha. Garcia acusou a pressão e não conseguiu acertar no alvo. Estávamos então a um pequeno passo da glória, ganhando a derradeira Taça Intercontinental da história do futebol mundial. Pedro Emanuel, com uma frieza glacial, enganou Henao e fez a bola, tranquilamente, anichar-se nas redes. Que emoção! Gritos de júbilo, abraços sem fim, Costinha e Jorge Costa ergueram o nome do Futebol Clube do Porto bem até ao alto.

Naquele dia, mais uma página se escreveu a letras de ouro no percurso avassalador que o nosso clube tem trilhado, na busca de mais e mais triunfos. Os campeões por natureza não se cansam de vencer. E apesar de a Taça Intercontinental ser, muitas vezes, desvalorizada, tal como o actual Mundial de Clubes (não se percebe bem porquê), é um orgulho incomensurável ver o nosso clube como último figurante numa lista de clubes tão grandiosos como Real Madrid, Boca Juniors, Milan, São Paulo, Manchester United, Santos, Bayern Munique ou Peñarol. Sonho agora com o Mundial de Clubes. E o sonho comanda a vida...

13 dezembro, 2007

São já 20 os que se passaram...

FC Porto 2-1 Penãrol

Taça Intercontinental 1987
13 de Dezembro de 1987
National Stadium, Tóquio

árbitro: Franz Wöhrer (Aústria)

FC Porto: Mlynarczyck; João Pinto, Inácio, Lima Pereira, Geraldão; André, Rui Barros, Jaime Magalhães, Sousa; Gomes e Madjer.
jogaram ainda: aos 65m, Rui Barros por Quim.
treinador: Tomislav Ivic.

Penãrol: Pereira; Rotti, Trasante, Herrera, Dominguez; Perdomo, Da Silva, Aguirre; Vidal, Cabrera e Viera.
jogaram ainda: 46m Cabrera por Matosas; 95 m Herrera por Gonzalves.
treinador: Oscar Tabarez.

marcadores: 1-0, Gomes (42m); 1-1, Viera (80m); 2-1, Madjer (110m).

Depois de conquistar brilhantemente a Taça dos Clubes Campeões Europeus, apresentou-se novo desafio ao FC Porto: derrotar o Campeão Sul-Americano e tornar-se Campeão Mundial. Este encontro disputou-se em Tóquio, em condições verdadeiramente surrealistas, tal foi o nevão que inesperadamente caíu sobre a capital Nipónica.

Foi um verdadeiro encontro de titãs, onde o FC Porto mostrou que, para além de brilhante, era também uma equipa capaz dos maiores sacrifícios. Foi o que provaram os valentes Dragões frente ao Penarol de Montevideo, do Uruguai. O domínio inicial do FC Porto materializou-se com o 1º golo do encontro, apontado por Fernando Gomes. Aos poucos, os Uruguaios foram equilibrando o jogo, e quando já ninguém esperava que pudessem empatar, Viera fez o golo.

Tudo seria decidido num prolongamento... de repente, numa jogada a meio-campo, Sousa tira um adversário do caminho, e passa a Madjer, este consegue esquivar-se ao defesa adversário e, vendo o guarda-redes Pereira adiantado, fez-lhe um "chapéu" fabuloso! Uma vez mais, Madjer foi decisivo, marcando um golo só ao alcançe de um verdadeiro predestinado. Era já alta madrugada quando o país pode finalmente festejar um título mundial de clubes. O FC Porto inscrevia o nome de Portugal na lista de clubes campeões do mundo.

# textos simpaticamente raptados no Portal dos Dragões

12 dezembro, 2007

E já se passaram 3 anos...

FC Porto 0-0 Once Caldas (8-7, após gp)

Taça Intercontinental 2004
12 de Dezembro de 2004
Estádio Internacional de Yokohama, Tóquio

árbitro: Jorge Larrionda (Uruguai)

FC Porto: Vítor Baia, Jorge Costa, Pedro Emanuel, Ricardo Costa, Seitaridis, Costinha, Maniche, Diego, Derlei, McCarthy e Luis Fabiano.
jogaram ainda: 68m Derlei por Carlos Alberto, 79m Luis Fabiano por Quaresma e 103m Vítor Baia por Nuno.
treinador: Victor Fernandez.

Once Caldas: Henao, Vanegas, Rojas, Cambindo, García, Velasquez, Viáfara, Arango, Elkin Soto, Fabbro e De Nigris.
treinador: Luis Montoya.

marcadores: 0-0.

1ª série gp: Vanegas: 0-1; Diego: 1-1; Alcazar: 1-2; Carlos Alberto: 2-2; Viafára: 2-3; Quaresma: 3-3; De Nigris: 3-4; Maniche: FALHA 3-4; Fabbro: FALHA 3-4; McCarthy: 4-4.

2ª série gp: Velasquez: 4-5; Costinha: 5-5; Diaz: 5-6; Jorge Costa: 6-6; Cataño: 6-7; Ricardo Costa: 7-7; Garcia: FALHA 7-7; Pedro Emanuel: 8-7.

Momentos depois da estrondosa conquista de Gelsenkirchen, muitos começavam já a pensar na possibilidade de vencer mais uma Taça Intercontinental e de repetir os feitos de 1987. Na altura, o adversário foi o Penarol de Montevideo, um gigante do futebol sul-americano e mundial. E desta vez, como seria?

Estávamos nos 1/4 de final da Taça Libertadores e alguns dos «suspeitos do costume» perfilavam-se como possíveis adversários: São Paulo, Boca Juniors, Santos e River Plate. O Once Caldas, da Colômbia, começou a dar nas vistas, eliminando o Santos (ex-equipa de Diego). Nas 1/2 finais, o Boca Juniors elimina o rival River Plate e o Once Caldas volta a causar sensação, eliminando o São Paulo (ex-equipa de Luís Fabiano).
Todos pensávamos que a Intercontinental ia ser frente ao Boca Juniors, mas a surpresa chegou novamente! Os Colombianos empataram em Buenos Aires (0-0) e empataram em casa (1-1). A eliminatória só foi resolvida nas penalidades. Aí, Juan Carlos Henao defendeu quatro e o Once Caldas venceu por 2-0, conquistando de forma sensacional a Taça Libertadores. O estádio de Manizales explodia de alegria. O Once era vencedor da Taça Libertadores e seria o adversário do FC Porto na Taça Intercontinental.

A Taça Intercontinental era uma competição que colocava frente a frente os campeões da Europa e da América do Sul. Ao longo de décadas, esta prestigiante competição determinava o clube campeão do mundo! Esta edição, disputou-se nestes moldes pela última vez, sendo substituída em 2005 por um campeonato mundial de clubes, juntando todos os clubes campeões de todas as confederações do planeta.

O FC Porto (campeão europeu) defrontou o Once Caldas (campeão da América do Sul). Num jogo épico disputado em Yokohama, o FC Porto não desperdiçou a oportunidade de conquistar o 2º título mundial, tornando Yokohama num das cidades-talismã do Dragão.

# textos simpaticamente raptados no Portal dos Dragões

13 dezembro, 2006

Campeões do Mundo… faz hoje 19 anos

Mais um dia... com fortes motivos para se festejar!

Data: 13 de Dezembro de 1987
Local: National Stadium, Tóquio
Árbitro: Franz Wöhrer (Aústria)

FC PORTO - Mlynarczyck; João Pinto, Inácio, Lima Pereira, Geraldão; André, Rui Barros, Jaime Magalhães, Sousa; Gomes e Madjer
Treinador: Tomislav Ivic
Substituições: Aos 65m Rui Barros por Quim

PENAROL - Pereira; Rotti, Trasante, Herrera, Dominguez; Perdomo, Da Silva, Aguirre; Vidal, Cabrera e Viera
Treinador: Oscar Tabarez
Substituições: 46m Cabrera por Matosas; 95 m Herrera por Gonzalves

Marcadores: 1-0, Gomes (42m); 1-1, Viera (80m); 2-1, Madjer (110m)

Depois de conquistar brilhantemente a Taça dos Clubes Campeões Europeus, apresentou-se novo desafio ao FC Porto: derrotar o Campeão Sul-Americano e tornar-se Campeão Mundial. Este encontro disputou-se em Tóquio, em condições verdadeiramente surrealistas, tal foi o nevão que inesperadamente caíu sobre a capital Nipónica.

Foi um verdadeiro encontro de titãs, onde o FC Porto mostrou que, para além de brilhante, era também uma equipa capaz dos maiores sacrifícios. Foi o que provaram os valentes Dragões frente ao Penarol de Montevideo, do Uruguai. O domínio inicial do FC Porto materializou-se com o 1º golo do encontro, apontado por Fernando Gomes. Aos poucos, os Uruguaios foram equilibrando o jogo, e quando já ninguém esperava que pudessem empatar, Viera fez o golo.

Tudo seria decidido num prolongamento... de repente, numa jogada a meio-campo, Sousa tira um adversário do caminho, e passa a Madjer, este consegue esquivar-se ao defesa adversário e, vendo o guarda-redes Pereira adiantado, fez-lhe um "chapéu" fabuloso! Uma vez mais, Madjer foi decisivo, marcando um golo só ao alcançe de um verdadeiro predestinado. Era já alta madrugada quando o país pode finalmente festejar um título mundial de clubes. O FC Porto inscrevia o nome de Portugal na lista de clubes campeões do mundo.

12 dezembro, 2006

Bi-Campeões do Mundo… faz hoje 2 anos!!

Vamos recordar… e mais uma vez celebrar!

Data: 12 de Dezembro de 2004
Local: Estádio Internacional de Yokohama, Tóquio
Árbitro: Jorge Larrionda (Uruguai)

FC PORTO - Vítor Baia (103' Nuno), Jorge Costa, Pedro Emanuel, Ricardo Costa, Seitaridis, Costinha, Maniche, Diego, Derlei (68' Carlos Alberto), McCarthy e Luis Fabiano (79' Quaresma)
Treinador: Victor Fernandez

ONCE CALDAS - Henao, Vanegas, Rojas, Cambindo, García, Velasquez, Viáfara, Arango, Elkin Soto, Fabbro e De Nigris
Treinador: Luis Montoya

Marcadores: 0-0

1ª Série de penalties:
Vanegas: 0-1; Diego: 1-1; Alcazar: 1-2; Carlos Alberto: 2-2; Viafára: 2-3; Quaresma: 3-3; De Nigris: 3-4; Maniche: FALHA 3-4; Fabbro: FALHA 3-4; McCarthy: 4-4

2ª série de penalties:
Velasquez: 4-5; Costinha: 5-5; Diaz: 5-6; Jorge Costa: 6-6; Cataño: 6-7; Ricardo Costa: 7-7; Garcia: FALHA 7-7; Pedro Emanuel: 8-7

Momentos depois da estrondosa conquista de Gelsenkirchen, muitos começavam já a pensar na possibilidade de vencer mais uma Taça Intercontinental e de repetir os feitos de 1987. Nessa altura, o adversário foi o Penarol de Montevideo, um gigante do futebol sul-americano e mundial. E desta vez? Como seria?

Estávamos nos 1/4 de final da Taça Libertadores e alguns dos «suspeitos do costume» perfilavam-se como possíveis adversários: São Paulo, Boca Juniors, Santos e River Plate. O Once Caldas, da Colômbia, começou a dar nas vistas, eliminando o Santos (ex-equipa de Diego). Nas 1/2 finais, o Boca Juniors elimina o rival River Plate e o Once Caldas volta a causar sensação, eliminando o São Paulo (ex-equipa de Luís Fabiano).

Todos pensávamos que a Intercontinental ia ser frente ao Boca Juniors, mas a surpresa chegou novamente! Os Colombianos empataram em Buenos Aires (0-0) e empataram em casa (1-1). A eliminatória só foi resolvida nas penalidades. Aí, Juan Carlos Henao defendeu quatro e o Once Caldas venceu por 2-0, conquistando de forma sensacional a Taça Libertadores. O estádio de Manizales explodia de alegria. O Once era vencedor da Taça Libertadores e seria o adversário do FC Porto na Taça Intercontinental.

A Taça Intercontinental era uma competição que colocava frente a frente os campeões da Europa e da América do Sul. Ao longo de décadas, esta prestigiante competição determinava o clube campeão do mundo! Esta edição, disputou-se nestes moldes pela última vez, sendo substituída em 2005 por um campeonato mundial de clubes, juntando todos os clubes campeões de todas as confederações do planeta.

O FC Porto (campeão europeu) defrontou o Once Caldas (campeão da América do Sul). Num jogo épico disputado em Yokohama, o FC Porto não desperdiçou a oportunidade de conquistar o 2º título mundial, tornando Yokohama num das cidades-talismã do Dragão.