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16 julho, 2011

Bilhetes para Supertaça Europeia à venda no sábado

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15/07/2011

A venda de ingressos para o jogo entre o FC Porto e o FC Barcelona (26 de Agosto, 19h45), no Estádio Louis II, no Mónaco, está disponível a partir do próximo sábado, dia 16, na Bilheteira Nascente. Cada sócio poderá adquirir dois bilhetes.

Os bilhetes disponíveis custam 30 e 45 euros. A apresentação do cartão de sócio é obrigatória para a aquisição dos ingressos.

fonte: fcporto.pt

12 maio, 2011

FUTEBOL PARA RICOS

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Longe vão os tempos em que o futebol era o desporto do povo, era o desporto das famílias que ao domingo se deslocavam em massa aos estádios, onde as crianças também podiam ir pois chegavam cedo a casa.
O hábito de ir ao estádio foi-se perdendo pelas mais diferentes circunstâncias, sejam elas razões financeiras, horárias ou até de segurança.
As televisões e os patrocinadores tomaram conta do desporto, transformando-o num negócio como outro qualquer, fazendo de nós meros clientes como noutro qualquer ramo.

Ainda se lembram de assistir a partidas ás 15h de domingo?
Não, não pode ser porque as televisões não deixam...

Vem isto a propósito da final da Liga Europa em Dublin no próximo dia 18-05-2011.
Aquilo que tinha tudo para ser uma grande demonstração de fervor clubístico, uma demonstração de crença num ideal, uma verdadeira festa do futebol com todos os portistas a viverem a concretização de um sonho, tem já o seu rótulo: A FINAL DOS RICOS!!!

Nestas coisas das finais e no que tudo isso envolve (viagens e bilhetes), nós que já somos veteranos, sabemos que a especulação é uma das imagens de marca. Quem tem os rectângulos mágicos ou quem tem viagens em sua posse, tenta ganhar num simples dia, aquilo que muitos ganham em dois ou três anos.

Quem sou eu para criticar quem através do seu negócio do dia a dia, tenta nestas ocasiões inflacionar preços e criar maior riqueza. É o seu negócio e jogam com a natural lei da oferta e da procura.
Agora, o que eu já me sinto legitimado para no mínimo questionar e ficar espantado, é quando percebo que os preços desfazados da nossa realidade começam logo pelo nosso clube.

Vejamos: dentro do Futebol Clube do Porto, existe um “departamento” designado Dragon Tour, o qual teoricamente, tem como objectivo facilitar o acompanhamento dos sócios ao clube nas suas mais diversas deslocações, tanto em Portugal como no estrangeiro.

Perante isto, como é possível que dentro do próprio clube, se peçam €750 para acompanhar a equipa em Dublin?? Querem-nos fazer acreditar que esse é o preço de custo para o clube?? Então numa altura destas que todos vivemos, o clube quer ganhar sensivelmente o dobro do valor que paga por cada lugar?? Então não deveria fomentar o acompanhamento da equipa, permitindo que o maior número de adeptos possível estivesse na final??

Mais extraordinário é pensar que o programa do SC Braga divulgado nos meios de comunicação social, custa €590, ou seja, menos €160 que o nosso. Então nós é que somos mais numerosos, temos mais experiência de viagens, sabemos melhor como isto se faz, e somos os mais caros?? Não percebo...

Para além disto, temos depois os patrocinadores do costume.
Que sejam entregues bilhetes á agência Cosmos, eu entendo perfeitamente.
Já não entendo é que sejam entregues mais bilhetes á Cosmos do que aqueles que foram postos á venda no estádio do Dragão. Então a Cosmos é mais importante que os associados do clube, muitos deles que se sujeitaram a passar a noite em claro á porta do estádio para garantir o seu bilhete??
Ora, isto implica o quê? Implica que muitos dos associados, se quiserem ir a Dublin, têm obrigatoriamente que marcar viagem nos ditos amigos. Estupendo!

Bom, muito mais se poderia dizer sobre esta “pescadinha de rabo na boca” que esta realidade se tornou.
Mas como para todos nós o que mais importa é que a equipa traga o caneco, aquilo que desejo é quando voltar a escrever neste blog já sermos os novos detentores da Liga Europa e termos renovado o título da taça de Portugal (será que neste jogo vamos assistir a um “circo” parecido??).

Até lá, boa viagem aos que se deslocarem a Dublin!!!

Um grande Abraço

11 maio, 2011

Prémio Nobel da Especulação

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    Dublin agita o Dragão
    sócios já estão na fila para comprar bilhetes

    22:40 segunda-feira, 9 maio de 2011

    Já há sócios do FC Porto a fazer fila junto das bilheteiras do Estádio do Dragão. A venda de ingressos para a final de Dublin arranca terça-feira, às 11 horas, mas junto ao local já estão cerca de 50 associados. Outros se juntarão ao longo da noite, numa espera dura, mas que garante bilhete para a final portuguesa. Recordamos que só sócios detentores de lugar anual podem adquirir ingressos.


Meus caros Amigos, hoje prometo que não vou estar aqui a escrever testamentos, até porque o tema não tem nada de novo nem de especial, eu apenas vou desabafar aqui uma coisa que já há muito tempo me faz alguma confusão.

Na segunda-feira, pelas 16h00, lá recebi uma SMS de um amigo que dizia o seguinte: “Bilhetes à venda amanhã às 11h da manhã”... passado 5 minutos, recebo um telefonema de mais outro amigo a perguntar a que horas ia para a bilheteira. A partir dali, o telefone não mais parou até às 20hm com muita gente a dizer para eu ir ter com eles à bilheteira.

Tendo eu algum tempo disponível, lá me desloquei para o Dragão às 20h para ver como estavam as coisas. Para surpresa minha, a esquizofrenia dos bilhetes já tinha começado e já estavam perto de 20 pessoas.

Eu quando digo esquizofrenia, falo dos momentos em que estive em filas intermináveis para Sevilha, Lyon, Depor, Taça de Portugal e Gelsenkirchen, onde pessoas fazem sacrifícios malucos para conseguir bilhetes onde no final, mesmo com o bilhete, se sentem maltratadas e gozadas pelo próprio clube.

Eu ainda tenho bons amigos que me foram propondo bilhetes e dando informações preciosas como local de venda e dia durante o fim-de-semana, e até no próprio dia, mas dadas as circunstâncias de ser um jogo com Braga em Dublin, achei que na bilheteira arranjaria facilmente.

Por volta das 20h, eram 20 pessoas. Por volta das 23h, eram 90 pessoas. Por volta das 2h da manhã, já estavam 190 pessoas prontas a passar a noite para comprar bilhetes, e alturas tantas, pelas 6h da manhã, já estávamos perto de 300 pessoas conforme foram ouvindo notícias.

Durante este espaço de tempo, o FC Porto deixa os sócios do seu clube a terem que se organizar por eles próprios e a ter de adivinhar o local de venda, visto que a SMS do clube para o meu telemóvel não diz rigorosamente nada, onde poderia ter perfeitamente aberto uma bancada para os adeptos poderem pernoitar em segurança e com um pouco mais de higiene, não foi o que fizeram e preferiram ignorar estes sacríficos que se fazem para acompanhar o nosso clube.

Chegando à hora de comprar bilhetes, lá consegui entrar, sendo um dos primeiros na fila, e eis que me deparo com a maior palhaçada e falta de respeito que me podem fazer. O clube apenas tem algumas centenas de bilhetes a 50€ e 80€. Fiz logo as contas de cabeça. Mais de metade daquela fila não iria ter bilhetes a 50€ e o resto nem sequer ia ter bilhetes.

Fica a pergunta: ONDE ESTÃO OS BILHETES?

É fácil. Vai tudo para as agências de viagens tipo Cosmos e Abreu, obrigando assim os mais desesperados a terem de pagar aqueles preços malucos, quer o preço dos bilhetes, que depois apareceram a preços completamente estapafúrdios.

Por isso, quem inventou este sistema, além de garantir uma forma fabulosa de rendimento à custa do desespero e paixão de alguns, merece um Nobel, um Nobel da Especulação.

Eu neste tema estou à vontade. Tenho o meu bilhete e viagem, garantidos sem especulações. Só não gosto é de cometer sacrifícios e no final ser gozado indecentemente por quem sistematicamente é responsável pelos bilhetes.

Meus amigos, um Grande Abraço Tripeiro e muito... muito Portista.

13 abril, 2011

Esclarecimento

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13/04/2011
Comunicado do FC Porto


Face às notícias postas a circular nos últimos dias, vem a FC Porto, Futebol SAD esclarecer o seguinte.

1 – É falso que o FC Porto tenha em sua posse qualquer factura ou nota de débito do Benfica relativa a bilhetes de jogos entre as duas equipas. No dia 11 de Abril, às 12h59, o FC Porto enviou, através de correio electrónico, um pedido ao Benfica para que enviasse a factura no total de 76.588 euros relativa aos ingressos do jogo de 3 de Abril, disputado no Estádio da Luz. Essa factura ainda não nos chegou;

2 – No mesmo documento, o FC Porto relembrou o Benfica que persistiam em dívida, apesar das facturas emitidas e enviadas, 32.747,44 euros relativos às cadeiras destruídas no Estádio do Dragão pelos seus adeptos no jogo para o campeonato nacional, disputado a 7 de Novembro de 2010;

3 – Ainda no mesmo documento, o FC Porto recordava o Benfica que continuava – e continua – em falta o pagamento de 22.480 euros relativos aos bilhetes entregues ao Benfica para o jogo da Taça de Portugal, disputado em 2 de Fevereiro. Factura emitida e enviada;

4 – Alega o Benfica que o FC Porto tem para consigo uma dívida de 16.990,97 euros relativa a uma multa aplicada pela Liga Portuguesa de Futebol Profissional, por causa de danos causados no seu autocarro por adeptos do FC Porto. É falso. O FC Porto foi notificado em Janeiro desse valor, tendo um mês para efectuar o pagamento. Esse pagamento foi efectuado no dia 16 de Fevereiro, como confirma o recibo em nossa posse, emitido pela Liga e que nos chegou a 25 de Fevereiro;

5 – Há um valor ainda por apurar, e do qual o Benfica é responsável, relativo às cadeiras destruídas no Estádio do Dragão aquando do jogo da Taça de Portugal, disputado em Fevereiro. Admitimos que também haja um valor por apurar, de que o FC Porto será responsável, relativo a cadeiras destruídas pelos adeptos do FC Porto no jogo de 3 de Abril, para o campeonato nacional;

6 – Existia, de facto, uma dívida de 7500 euros relativa ao pagamento dos direitos de formação do jogador Pelé, pagamento esse que foi hoje mesmo efectuado;

7 – Os jogos da Taça de Portugal são disputados em terreno neutro, independentemente do estádio em que se disputem, e as receitas são a dividir por três partes, as equipas intervenientes e a Federação Portuguesa de Futebol. Como qualquer pessoa de boa fé entende facilmente, as receitas dos dois jogos entre FC Porto e Benfica para a Taça de Portugal são muito superiores a qualquer destas parcelas em falta de uma parte ou de outra, pelo que faz sentido, depois, proceder-se a um encontro de contas, como é habitual nestas circunstâncias. Foi assim que o FC Porto agiu sempre, tendo até a vantagem moral da dívida mais antiga ser a do Benfica, relativa à destruição das cadeiras no jogo dos 5-0, em Novembro.

8 – Esta é a verdade, a verdade toda, explicada ponto por ponto, para que ninguém tenha dúvidas. Depois de terem desligado a luz na festa do título, depois de desejarem a morte dos adversários na Benfica TV, só faltava mesmo inventarem uma história da carochinha para pretenderem impedir o acesso regulamentarmente previsto dos adeptos do FC Porto ao jogo da próxima quarta-feira, no Estádio da Luz. Contamos, como sempre, que se cumpram os regulamentos.

fonte: fcporto.pt

27 março, 2011

Bilhetes voam

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    26.03.2011
    Ingressos para o grande jogo no Estádio da Luz esgotaram em apenas cinco horas


    "... estão a organizar ums viagem de autocarro. São membros do blog portista "BiBó PoRtO carago!!" e todas as épocas cumprem a tradição de levar um grupo excursionista à capital. Desta vez, seguem 60 adeptos ferrenhos. "Ganhar na Luz seria um duplo prazer. Mas o FC Porto, para nós, já é campeão", dizem eles, a segurar os rectângulos mágicos."

    fonte: jornal de noticias

26 março, 2011

Invasão? não! um tsunami azul-e-branco!!!

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FC Porto: bilhetes para a Luz esgotaram

Os adeptos do FC Porto esgotaram esta sexta-feira em cerca de cinco horas todos os ingressos que o clube disponibilizou para o clássico do Estádio da Luz. O F.C. Porto recebeu 3250 bilhetes a que tinha direito, começou a venda às 10 horas e fechou as bilheteiras por volta das 15 horas.

A venda destinou-se exclusivamente a sócios detentores de Dragon Seat, que só podiam adquirir dois bilhetes por pessoa e mediante a apresentação de dois cartões de sócio. Desde o início da manhã se formaram filas para não falhar a deslocação à Luz e cinco horas depois já se tinham esgotado os bilhetes.

Recorde-se que o clássico agendado para 3 de Abril, pode dar o título ao FC Porto. Os azuis e brancos deslocam-se ao Estádio da Luz a necessitar de uma vitória para garantir matematicamente a recuperação do título de campeão nacional. Naturalmente está a haver grande expectativa em torno do jogo.

20 janeiro, 2011

Uma questão de magia

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No meu artigo de hoje, vou falar de um artista da bola, um mágico, um ex-jogador que teve adeptos a seus pés, plateias de pé a aplaudir e que continua no Mundo da bola, mas a dar palpite apenas para o que lhe interessa. Vou falar de Michel Platini.

Esse indivíduo, prometo não sujar mais o meu artigo ao pronunciar o nome do artista, foi sem dúvida um jogador de créditos firmados, uma referência do seu tempo, um ídolo para milhões e milhões de pessoas. Talvez por isso, talvez pela notoriedade enquanto jogador que granjeou por esse Mundo fora, decidiu candidatar-se a presidente da UEFA, tendo sido eleito no dia 26\01\2007, vai portanto completar agora 4 anos.
Para lá chegar, em muito se socorreu dos votos das federações mais pequenas, pois por se considerar um “romântico do futebol”, dizia ele que achava uma injustiça os clubes dos países mais pequenos não terem acesso á participação na Liga dos Campeões, ao contrário do que ocorria no seu tempo, onde a competição era aberta a todos os campeões dos filiados na UEFA.
Ora, concordando ou discordando desta visão, o que é facto é que o artista, como que por magia, “meteu a promessa na gaveta” mal chegou ao poder, esquecendo-se daqueles que lhe deram a vitória. Naturalmente que esta subserviência aos poderes instalados é tudo menos surpreendente neste ilusionista.

Naturalmente não será necessário recordar-vos das suas angélicas declarações aquando da tentativa velada de nos afastar da Liga dos Campeões. Todos certamente se recordam dos apelos á verdade desportiva que este senhor fez, quase que apontando a porta da rua ao Futebol Clube do Porto. Quem diria que era o mesmo da final da Taça das Taças em Basileia.

Mas melhor que isso, é que para um artista tão preocupado no religioso cumprimento dos regulamentos, ele está por estes dias a ser conivente com mais um atropelo dos mesmos.
Vamos lá aos factos: em todas as competições nacionais e europeias existem tectos máximos para o custo dos bilhetes, sendo que o tecto da Champions é naturalmente superior ao da Liga Europa. E então o que fez o nosso adversário da próxima ronda da Liga Europa? Esqueceu-se da existência dessas condicionantes, e colocou o preço dos bilhetes para o Sevilha-Porto a 50€, repito 50€, ultrapassando o limite da competição.
ONDE ESTÁ O SENHOR PRESIDENTE DA UEFA????
ESTE ARTISTA TÃO LEGALISTA, PERMITE ISTO????
E pasme-se: no jogo do Dragão, os bilhetes custam 35€ para os sevilhanos, repito 35€, o que ao que sei, nem atinge o tecto máximo. Ou seja, querem ver que afinal o poder de compra dos portugueses é superior ao dos espanhóis??? Querem ver que afinal a crise de que todos falamos, é só do outro lado da fronteira e nós vivemos desafogadamente???
E eu volto a perguntar: e o presidente da UEFA, não diz nada??? É esta a sua preocupação pelo futebol e seus adeptos, pois sem eles a modalidade acaba???

Mas parece que ninguém se preocupa...agora vão até Sevilha 2000 portistas, que se lixe serem mais 10€ ou 15€, no fundo essa diferença não é nada para uma deslocação ao estrangeiro e o FC Porto merece todos os sacrifícios.
Que bela prova de amor incondicional...e aqueles para quem a época já vai longa? Aqueles para quem este jogo é só mais um? Aqueles como eu, que já vão fazer a 5.ª deslocação ao estrangeiro esta época???
Pois é, para esses, todas as diferenças são relevantes, pois vivemos do nosso trabalho e já nos privamos de muito para acompanhar o clube, para ainda termos que nos sujeitar as estes atropelos aos regulamentos.

Bom, obviamente que se impõe outra questão: o que já fez a nossa direcção? Dizem-me que já apresentou queixa. Se o fez, não fez mais do que a sua obrigação! Mas se efectivamente tal aconteceu, e estando inequivocamente a razão do nosso lado, quero acreditar que ainda vão existir novidades nesta matéria, visto que a queixa será avaliada por um organismo absolutamente independentemente. Será???

Mas para não dizermos que este é um acto isolado e que o presidente da UEFA não está preocupado com os adeptos e com o espectáculo envolvente, a mesma instituição brindou-nos com o maravilhoso horário de 17h para o jogo da 2.ª mão.
Bravo Sr. Presidente! Obrigado! A essa hora ninguém trabalha.
E mais uma vez quem sofre? Não são aqueles que vão pedir um dia de férias para ir ao Dragão. Quem sofre são aqueles que vão pedir MAIS UM DIA de férias, pois já o fizeram para as outras eliminatórias, já o fizeram para ir ao Nacional que foi uma 2.ª feira, etc, etc, etc.
Obrigado artista francês!!!

Claro está que depois vêm as explicações para isto: 1) Ah, a culpa é da polícia porque não garantia segurança para o jogo ser 5.ª feira, dado que o Braga também joga em casa. Ok, passa para 3.ª ou 4.ª. 2) Ah, o jogo tem que ser ás 17h porque nesses dias há Liga dos Campeões e os horários não se podem sobrepor. Ok, se houver prolongamento e posteriormente penaltis, o jogo deve ficar suspenso enquanto se joga a champions, vamos todos comer uma francesinha e beber uns finos, e encontrámo-nos todos outra vez ás 22h no mesmo sítio. 3) Ah, o jogo estava marcado para 3.ª mas um mês depois lembrámo-nos que afinal é na 4.ª. Compreendemos perfeitamente....as reuniões que acontecem após o sorteio para acertar datas e horas dos jogos, neste caso devem ter servido para todos (UEFA, direcção do Sevilha e direcção do FCP) combinarem onde se vão encontrar á noite depois dos jogos, pois decidirem as coisas que realmente interessam, isso fica para mais tarde, um mês depois alteramos. E pergunto eu: e quem já marcou férias para esse dia? Que se desenrasque! E quem vem do estrangeiro para assistir ao jogo e já marcou viagem de regresso? Que se lixe! Mais uma vez, obrigado por se preocuparem com os adeptos, por se preocuparem com a essência do jogo.

Com todas estas explicações, a questão final resumiria-se a saber se o jogo não poderia ser noutra qualquer data, permitindo assim um horário digno para o evento. Não, nem pensar nisso! A UEFA e o seu presidente são muito rigorosos no escrupuloso cumprimento dos regulamentos.

Bem, estamos perante dois atentados ao futebol, ao espectáculo, aos adeptos, sempre com o mais alto patrocínio da UEFA e do ilusionista gaulês. A magia que o antigo jogador do Nancy, Saint-Étienne e Juventus apresentava dentro do campo, como que se evaporou, desapareceu, esfumou-se desde que assumiu o cargo que “roubou” a Lennart Johansson, sócio honorário do FC Porto há já muitos anos.
Espero que a nossa direcção não se esqueça de nenhum dos factos relatados, assumindo posturas firmes, fortes e intransigentes, confrontando e combatendo esta direcção da UEFA. A presença no G14 não deve servir apenas para administrador passear.
Quando ao artista, ao dito ilusionista, ao mágico....DEMITA-SE!!!!!!!!!!!

Um forte abraço!

PS – TODOS A AVEIRO... VAMOS PORTO!!!!!

15 janeiro, 2011

Repovoar as bancadas... mas com o ADN certo!

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Apesar de alguns jogos exibicionalmente menos conseguidos nestas últimas semanas, é indiscutível que este foi o nosso melhor início de época desde há uns anos largos, enfatizado também pelo débil arranque dos nossos adversários directos. A momentos como este costumam corresponder enchentes consecutivas nos jogos em casa, mas desta vez as coisas não têm sido bem assim.

Aqui neste espaço é o Tripeiro quem vai fazendo o diário de bordo do 12º jogador, e quem costuma acompanhar as suas belas crónicas já deve ter reparado que o tema das assistências tem vindo a ser recorrente. No último texto é o próprio Tripeiro quem reconhece: “Não me vou massacrar mais sobre este assunto, apenas digo que me entristece.” Não massacras nada, Tripeiro. Este tema é de extrema importância e é fundamental que reflictamos sobre ele, porque o clube precisa de um estádio cheio. Mas um estádio cheio de adeptos a sério, de adeptos que carregam o clube às costas. É desses que precisamos.

Quando recentemente apresentámos na Assembleia-Geral do nosso clube um documento com sugestões para atrair mais adeptos ao Dragãozinho, mais de metade das nossas propostas tinham que ver com informação, visibilidade, publicidade para os jogos das modalidades. Esse requisito essencial está mais do que cumprido quando falamos de futebol. Definitivamente, aquela que parece ser a lacuna mais grave na atracção de adeptos para as modalidades não faz parte da explicação para a escassez de adeptos nas bancadas do Dragão. Ninguém deixa de ir ao estádio por não saber que há jogo, por não saber a hora certa ou por não ter acesso fácil a informação sobre a equipa e a competição, que o mantenha envolvido e interessado. Aliás, o futebol português vive uma situação verdadeiramente paradoxal, discutida por João Nuno Coelho e Nina Clara Tiesler num excelente artigo cuja leitura recomendo: “A omnipresença do futebol e a ausência de espectadores dos estádios” (cliquem aqui para aceder). É de facto um paradoxo que nos debatamos com a desertificação dos estádios num país onde o futebol goza de uma popularidade e de um peso social sem paralelo a nível europeu (nem mesmo em países famosos pelo seu futebol, como a Inglaterra, a Espanha ou a Itália, ou pelo fanatismo dos seus adeptos, como a Grécia ou os países balcânicos), sendo tema de discussão quotidiana para uma grande parte das pessoas, com três diários desportivos entre os jornais mais vendidos e notícias de futebol a abrir telejornais. Como dizem os autores, em Portugal dizer que não se gosta de futebol ou não se liga a futebol é normalmente “uma expressão de rebeldia, uma fuga à norma”. E ainda assim os estádios estão vazios.

Como explicar que tão pouca gente vá ao estádio - e nomeadamente ao Dragão, que é o que aqui nos interessa (a escassez de adeptos em outros estádios, nomeadamente dos clubes ditos “pequenos”, também deve interessar-nos e preocupar-nos, mas isso são contas de outro rosário)? Todos já partilhámos a nossa visão a este respeito mais do que uma vez, quer na Internet quer na “vida real”, mas sugiro que pensemos novamente sobre o assunto. Vejamos os argumentos mais comuns, ponto por ponto.

Condições meteorológicas

Volto a pedir emprestadas as sensatas palavras do Tripeiro (deste post):

“Quando em Abril, numa tarde ou noite chuvosa e friorenta, jogarmos com o Liverpool no Dragão, uma semana antes aparece a tableta “Lotação esgotada” na bilheteira, temos uma casa com 50 mil espectadores, que tiram a tarde ou o dia todo de férias para não chegarem atrasados, aí já não tem importância nenhuma. Mas como era o Vitória FC, o Juventude de Évora e o CSKA Sófia, estava muito frio.”

Ao frio e à chuva colocá-los-ei no saco das “desculpas”, e não dos “motivos”. Não apenas pelo que refere o Tripeiro (nos jogos grandes não há frio que impeça a lotação de esgotar), mas também por comparação com os outros países. Portugal é um dos países menos frios da Europa e é no mínimo absurdo considerar o frio como argumento para não se ir ao futebol. Até porque as fracas assistências não são apenas um fenómeno invernal.

Motivação

A ferida em que o Tripeiro coloca o dedo é outra: falta de motivação dos adeptos para os jogos “menos importantes”. Neste post o Antas aponta esse mesmo problema, ao referir-se aos poucos adeptos no FCP x Setúbal, acrescentando o seguinte:

“No entanto, para darem 400 euros por um bilhete, faltar 2 dias ao trabalho, gastar mais uns quantos euros em comes e bebes para ir ver uma final, já se vai ao fim do mundo e fazem-se todos os sacrifícios do mundo.”

Que os jogos mais importantes têm mais gente nas bancadas, é um facto. Mas onde está toda essa gente nos jogos mais pequenos? O que os leva a ficar em casa? É por o jogo ser menos emocionante? Por a qualidade do futebol jogado ser previsivelmente inferior? Por se tratar de um jogo “banal”, por oposição a “grandes jogos” em que o adepto se orgulha, anos mais tarde, de dizer “eu estive lá”? Quanto às duas primeiras hipóteses falarei mais abaixo. Já neste último caso, estamos a falar de um tipo de adepto “por estatuto”, que gosta de exibir os seus “feitos” enquanto adepto mas desaparece na maioria dos outros jogos, nos altos e baixos que estão por trás das vitórias a que depois se orgulha de assistir. Um tipo de adepto que não faz falta, portanto.

Dinheiro

Na resposta ao post do Tripeiro, um leitor cujo nickname é Goleador chama a atenção para o argumento económico, abordado também por João Nuno Coelho e Nina Clara Tiesler no seu artigo. Os autores estabelecem uma comparação com aquilo a que chamam os “bons velhos tempos” dos estádios portugueses, os anos 70 e 80, concluindo que o preço médio dos bilhetes aumentou cerca de 1600% entre 1984 e 2006. Não é brincadeira.

Faço no entanto uma ressalva: não acho o futebol caro quando comparado com outras formas de entretenimento, como cinema (que é mais barato, mas a meu ver “oferece” menos), teatro, concertos – sobretudo estes últimos, que hoje em dia custam os olhos da cara. Mas quando considerado em termos absolutos, ir ao futebol não é barato. Até mesmo o lugar anual, que até tem um preço acessível, implica pagar cotas e tem a desvantagem de obrigar a dispor do valor total no início da época. E se é verdade que, para muita gente, é uma questão de prioridades (eu, para conseguir ir ao Dragão e ao Dragãozinho, se calhar vou menos vezes ao cinema ou a concertos ou faço férias mais baratas, etc., e tenho a certeza que muitos dos nossos leitores fazem sacrifícios semelhantes), não é menos verdade que há pessoas para quem o preço do bilhete faz muita diferença. O pai e a mãe irem ao futebol por 8 euros cada e as crianças entrarem gratuitamente é muito diferente de terem os quatro que pagar 15 euros cada um. E há gente que nem sequer se pode dar ao luxo de cortar cinemas, concertos ou férias da lista de despesas, porque já não constam.

Eu própria manifestei a minha opinião neste sentido nos comentários ao referido post do Antas, onde escrevi o seguinte:

“Muita gente feita da massa que sustenta o clube fica do lado de fora do estádio e só faz a festa depois nos Aliados, por falta de possibilidades financeiras. Entendo que o clube tenha a necessidade de se orientar para um público-alvo com capacidade para comprar lugares anuais nas bancadas centrais que depois não usam, camisolas principais e alternativas todas as épocas e tudo o mais, mas isso tem efeitos a longo prazo que têm que ser considerados.”

E está à vista de todos que tem também efeitos imediatos, com uma equipa que tem feito uma época brilhante a jogar perante um estádio semi-vazio.

Poder-se-á argumentar que, se fosse esse o problema, a resposta das pessoas seria inequívoca em jogos com bilhetes a preços muito convidativos, e de facto não tem sido. Se contra o Limianos foi uma festa, com mais de 40.000 nas bancadas, contra o Juventude de Évora a história foi outra e contra o Pinhalnovense ainda pior. Porém, não considero que se possa olhar para as coisas assim. A única maneira de testar uma política de preços mais acessíveis seria fazê-lo de forma continuada, em jogos do campeonato, despertando o interesse das pessoas para uma frequência mais assídua do estádio – envolvendo-as e cativando-as. “Chamar” as pessoas para jogos sem importância com bilhetes a 1 ou 2 euros e depois voltar a fechar-lhes as portas nos jogos que interessam está muito longe de ser uma estratégia coerente para atrair adeptos ao estádio a longo prazo.

Televisão

“É inegável que a grande quebra no número de espectadores dos jogos ao vivo no início/meados dos anos 1990 coincidiu com a generalização das transmissões televisivas dos jogos da 1ª Divisão”, dizem os autores do artigo a que venho fazendo referência. Efectivamente, é inegável. Citam inclusivamente um adepto do Porto que quando vai ao estádio sente falta das repetições, dos close-ups e tal. E, diz ele, ficando em casa ainda evita ouvir palavrões, abdica de fumar passivamente e foge aos famigerados frio e chuva.

Este não é um problema exclusivo do futebol. Em muitos domínios da sociedade as pessoas têm vindo a trocar o real pelo virtual – até para socialização. Lembro-me de um slogan muito bem pensado do Teatro Nacional D. Maria II quando começou a febre do 3D, provavelmente na altura do Avatar: “Quer ver a 3D? Venha ao teatro.” Dá vontade de dizer o mesmo sobre o futebol.

Horários

O outro problema da televisão é que o peso que atingiu no orçamento dos clubes conferiu-lhe um estatuto tal que a escolha dos horários dos jogos passou a ser quase da sua exclusiva responsabilidade. Acabaram os jogos à tarde, de que todos falamos com saudade, começaram os jogos às 21h30 de Segunda-feira, como se no dia seguinte não tivéssemos que ir trabalhar ou estudar.

Nas últimas épocas os jogos até têm tido lugar em horários aceitáveis – entre as 19h30 e as 21h, aos fins-de-semana –, mas podia ser melhor. Nunca devíamos jogar depois das 20h30, e voltar a jogar à tarde tornaria as partidas muito mais convidativas para pessoas que moram mais longe e para famílias com crianças. Este pode ser um ponto a trabalhar, se viermos a conseguir alguma independência em relação às televisões (quem sabe, transmitindo os jogos num canal próprio ;)).

Qualidade do jogo

Outra possibilidade aventada por JNC e NCT é a falta de emotividade e de qualidade do futebol praticado, que poderia justificar a maior afluência dos adeptos aos jogos mais importantes. Esta é uma questão bastante complexa, uma vez que, como os próprios referem, não é fácil definir “um bom espectáculo de futebol: será um 'jogo bonito' em termos estéticos? Um encontro emotivo? Uma profusão de golos? Uma 'batalha táctica' apreciável? Ou, pura e simplesmente, a nossa equipa ganhar?”

A conclusão dos autores, com a qual concordo, é que, regra geral, o comum adepto quer, acima de tudo, ver a sua equipa ganhar. Se jogar bonito, melhor, mas o importante é ganhar. É certo que, quando o clube está em maré de vitórias, tende a ter mais adeptos no estádio, mas estamos precisamente perante a situação oposta, com os adeptos a não corresponderem a um grande início de época da nossa equipa. Na minha opinião, contudo, não vale a pena sequer reflectir sobre isto. Mais uma vez estamos a falar de um tipo de adepto que desaparece do mapa quando a equipa mais precisa dele, ou seja, um tipo de adepto que não interessa a clube nenhum.

Já o adepto que vai ao estádio quando a equipa está a jogar “bonito” e fica em casa quando não está, é adepto de futebol antes de ser adepto do Porto. Não tenho qualquer problema com a sua existência, mas não são eles os tijolos que constroem um grande clube, nem a sua presença nas bancadas que faz a diferença.

Má gestão

Segundo JNC e NCT, “as estruturas e os agentes responsáveis pela organização do futebol em Portugal — incluindo os clubes — são vistos pela generalidade dos adeptos e especialistas como grandes culpados pela situação de despovoamento generalizado dos estádios”. Dizem que estes são acusados de não valorizarem devidamente os adeptos leais, de não os terem em conta.

No Porto isso também acontece. Quem não se revolta ao ver boa parte dos bilhetes das finais a voar para os “parceiros”, enquanto nós, os indefectíveis, temos que passar noites na fila por um papelinho mágico? Quem não se indigna ao ver os preços absurdos das camisolas e demais merchandising do FCP, praticamente inacessíveis ao comum adepto, que já canaliza tanto dinheiro para cotas e bilhetes? Que isso tenha afastado alguns adeptos do estádio, admito. E adeptos válidos, verdadeiros, que eu respeito. Mas respeito mais quem insiste em ficar apesar disso. Quem coloca o clube acima das pessoas e dos seus actos. E no Porto, com um Presidente que é um dos nossos, até nem temos grande razão de queixa. Tendo em conta que no estrangeiro vemos clubes comprados e vendidos como quilos de batatas ao sabor de caprichos de milionários exóticos, e que mesmo isso não lhes esvazia os estádios, não creio que estejamos perante um factor estatisticamente significativo das fracas assistências no Dragão.

Cada adepto lá saberá as razões que o levam a optar pelo sofá em detrimento da bancada. As questões aqui analisadas terão o seu peso, bem como as mais diversas combinações entre todos estes factores. Mas uma coisa é certa. A meu ver, adepto que se deixe intimidar pelo frio ou pela chuva, que só apareça nos jogos grandes para depois exibir as fotos no Facebook, que prive a equipa do seu apoio quando esta mais precisa ou que se abstenha de apoiar para ficar a ver repetições e close-ups, não faz cá falta nenhuma.

Este post é o meu modesto contributo para uma reflexão séria e profunda, acima de tudo por parte do clube, para trazer de volta os outros. Os que valem a pena.

16 outubro, 2010

Sport Papagaios e Palhaços

http://bibo-porto-carago.blogspot.com/

Benfica pediu 2500 bilhetes ao FC Porto por ser... um jogo diferente

O Benfica fez apelo aos adeptos para que não assistissem aos jogos fora de casa mas... há jogos e jogos. Por isso, os encarnados solicitaram ao FC Porto 2500 bilhetes e terão no Estádio do Dragão um número interessanes de apoiantes.

Fonte ligada à SAD do Benfica confirma que foram solicitados os bilhetes para o jogo do Dragão e explica que não há contradição com a medida tomada, já que este é um encontro com características especias, não beliscando por isso a intenção que levou a direcção a pedir aos seus adeptos que não se deslocassem aos jogos fora.

14:56 - 15-10-2010.
fonte: a B(e)la (merda)

05 março, 2010

Mulheres com entrada gratuita na recepção ao Olhanense

http://bibo-porto-carago.blogspot.com/

No sábado, às 17h00, o FC Porto recebe o Olhanense, em mais uma jornada da Liga, e as entradas vão ser gratuitas para as mulheres maiores de 16 anos, mediante levantamento de bilhete. A iniciativa celebra o Dia Internacional da Mulher, que se comemora dois dias depois.

fonte: fcporto.pt

16 outubro, 2009

Lotação esgotada no Dragão


    "O jogo FC Porto-Sertanense, a disputar sábado, para a Taça de Portugal, pode vir a ter lotação esgotada, tendo em conta que já estão vendidos mais de 45 dos 50 mil lugares do Estádio do Dragão.

    Esta afluência invulgar de público resulta da soma dos 27 mil lugares anuais adquiridos pelos sócios portistas no início da época, aos 14 mil que já se venderam ao preço de 1 euro para os sócios do FC Porto e do Sertananse, e a 2 euros para os não sócios, e aos 3 mil que foram distribuídos por escolas do Grande Porto e da Sertã, de onde virão ainda 1500 outros adeptos.

    O objectivo, segundo o FC Porto, é transformar um jogo aparentemente pouco atractivo numa festa da Taça.

    Os bilhetes que faltam vender oscilam entre 1 e 4 euros para sócios e 2 e 8 euros para não sócios."

fonte: algures por aí, num qualquer pasquim da vergonha!!

14 julho, 2009

Jogo de apresentação oficial aos sócios

Bilhetes para a Apresentação à venda esta terça-feira

Os bilhetes para a Apresentação Oficial do FC Porto são colocados à venda já esta terça-feira, nos locais habituais. A cerimónia, que inclui uma série de atracções, entre as quais um jogo frente ao Mónaco, realiza-se no sábado, no Estádio do Dragão, a partir das 19h00. Os detentores de Dragon Seat têm entrada gratuita.

Os ingressos, cujos preços vão dos cinco aos 10 euros, para sócios, e dos 10 aos 20 euros, para o público em geral, podem ser adquiridos na Bilheteira Nascente do Estádio do Dragão, nas Lojas Azuis (Bom Sucesso, ArrábidaShopping e NorteShopping), nas Lojas Fnac (NorteShopping, Santa Catarina, GaiaShopping e MAR Shopping) e através do site oficial (www.fcporto.pt) ou da Linha Dragão (707 28 1893).

fonte: fcporto.pt

24 maio, 2009

Bilhetes para a final da Taça à venda segunda-feira

A venda de bilhetes para a final da Taça de Portugal, a disputar entre o FC Porto e o FC Paços de Ferreira, tem início segunda-feira, a partir das 10 horas, na Bilheteira Sul do Estádio do Dragão, em exclusivo para detentores de Dragon Seat.

A aquisição das entradas é reservada a detentores de Dragon Seat, num máximo de dois bilhetes por pessoa, mediante a apresentação de dois cartões de sócio Dragon Seat com a quota regularizada.

No acto da compra, será entregue um folheto informativo com as direcções para o Estádio Nacional e para os parques de estacionamento destinados aos adeptos do FC Porto.

As bancadas disponíveis para os adeptos portistas são:

Cabeceiras Sul - 15 €
Bancada Lateral Sul - 20 €
Bancada Central - 30 €

08 maio, 2008

Oeiras... a corrida está prestes a começar!!

Bilhetes para a Taça de Portugal à venda esta sexta-feira

O F.C. Porto vai colocar à venda esta sexta-feira, a partir das 9h00, no Estádio do Dragão (Porta 26 – Bancada Poente), os bilhetes para a final da Taça de Portugal, agendada para o próximo dia 18 de Maio, no Estádio do Jamor. Os preços variam entre os 20 e os 50 Euros.

A venda será exclusiva a associados detentores de Dragon Seat e cada sócio poderá adquirir até dois ingressos, mediante a apresentação do mesmo número de cartões de associado com Dragon Seat e com as quotas regularizadas.

Para fazer face à grande procura que é esperada, o FC Porto irá abrir a Porta 26 a partir das 22h00 de amanhã (5ª feira), aumentando o conforto dos associados que desejem garantir os primeiros lugares na fila. Essa zona do estádio terá sanitários e bares em funcionamento, de forma a oferecer todos os serviços disponíveis como, por exemplo, em dia de jogo.

O processo de entrada na Porta 26 obedecerá às seguintes regras:
- Os associados devem exibir, no acesso ao estádio, o cartão de sócio que servirá para comprar ingresso;
- À entrada será entregue a cada associado um ticket numerado que definirá a ordem da fila para a venda;
- Não serão permitidas trocas ou substituições de sócios;
- Qualquer associado que abandone o interior do Estádionão poderá reentrar, perdendo a sua vez.

fonte: fcporto.pt

ps - Muito bem, de acordo... cumprirei as regras impostas... mas fico a aguardar para ver mais tarde, nas mãos de quem (?!) andarão a circular os (habituais) «maços» de bilhetes para revenda... e então, se necessário, voltarei ao assunto. Sábado, pelas 9 horas, não teria sido mais simpático, não? pois, andamos todos concerteza a viver do rendimento minimo e com isso, tempo é o que não nos falta para poder ir «acampar» pró Dragão!