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14 junho, 2014

ESTÁDIO DO DRAGÃO VAI TER CAIXA DE SEGURANÇA

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ADEPTOS ADVERSÁRIOS SOBEM PARA A ARQUIBANCADA

O Estádio do Dragão vai ter uma caixa de segurança para os adeptos visitantes a partir da próxima temporada, que ficará situada na arquibancada Moche, basicamente por cima da zona onde ficavam até agora, avança o jornal O Jogo.

A ideia é dar seguimento à política de proximidade dos portistas com a equipa. Os adeptos dos adversário passam para um sector mais distante do relvado que terá uma rede para impedir o arremesso de objetos para o relvado e ainda stewards a separá-los dos restantes espectadores.

Vai ser ainda criada uma área dedicada à família na Superior Norte e outra área jovem na Sul e ao longo da época haverá várias iniciativas para promover estes sectores.

fonte: ojogo.pt



29 outubro, 2013

O arrastão infame

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28/10/2013

Certamente desagradado com o que se passou nas quatro linhas, que é o que a nós verdadeiramente interessa, o jornal Record titula hoje na primeira página "Adeptos leoninos recebidos à pedrada". É mentira que os adeptos do Sporting tenham sido recebidos à pedrada ou com qualquer outra forma de violência.

Como já todos puderam ver pelas imagens difundidas por praticamente todas as televisões, o que se passou foi que um grupo de cerca de 100 adeptos alegadamente do Sporting causou graves incidentes num cobarde arrastão e agrediu pacíficos e indefesos adeptos do FC Porto, muitos deles de idade avançada.

Adulterar a verdade dos factos é uma estratégia antiga do jornal Record, mas o despudor de procurar reescrever os acontecimentos ultrapassa as mais elementares regras do jornalismo.

É contra a manha desta gente que a nossa equipa trabalha, unicamente com o objectivo de mostrar dentro de campo quem é melhor. Aos nossos adeptos, vítimas da infâmia do jornal Record, agradecemos o apoio incondicional que muito ajudou ao sucesso da equipa, bem como o comportamento de todos, que nunca confundiram rivalidade com a violência.

fonte: fcporto.pt

28 outubro, 2013

27 fevereiro, 2013

Moveis e Cadeiras

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Bem, hoje vai ser curto e directo. Não pretendo fazer publicidade ao IKEA, muito menos à MOVIFLOR. Venho apenas dar o meu ponto de vista sobre o que aconteceu este último fim de semana...

Gostei da forma desinibida com que o Paços se passeou pela Luz. Gostei da entrega ao jogo, das inúmeras disputas de bola que deram em zero amarelos, aliás, foi zero amarelos e uma exibição bem amarela, já para não dizer outras coisas.

Depois da indignação com a forma de jogar da Briosa, desta vez, não houve reclamações. Tenho bons amigos em Paços de Ferreira que não merecem que o seu clube se apresente num jogo desta maneira. Ninguém falha de propósito, ninguém perde de propósito, mas há formas e formas de se encarar o jogo, e para alguém que se dizia que poderiam chegar à Champions, parece que o objectivo já estava atingido.

Mas mais equipas farão passeios... Vitória de Setúbal, Gil Vicente. De "móveis", estamos conversados.

Falemos agora de "cadeiras". Vi por aí uns vídeos dos primeiros 8 minutos do jogo entre Vitória SC B Vs. SC Braga B. Nas bancadas, houve chuva de cadeiras e correrias, com os ex-futuros-ARD´s a não conseguirem manter a calma ou até mesmo, as cenas que se viram depois do arremesso de cadeiras.

Este ano, com bilhetes a 23% e com os clubes a cortar nas despesas, acho muito bem que, por exemplo, num jogo entre o FC Porto vs Olhanense, em que o clube visitante não trouxe um único adepto, não seja preciso qualquer Polícia. Aliás, que estes não intervêm nas revistas, no conferir dos bilhetes, na evacuação das bancadas, ou seja, não estão ali a fazer nada. É apenas uma despesa inútil, porque nestes jogos, os Stewards do Dragão tomam bem conta do recado e com bastante eficiência.

Por isso, só tenho de pedir ao Rui Santos para que se acalme nas inúmeras conclusões que tira. No domingo, bem que precisava de um “comprimidito” para os nervos...

No jogo de Guimarães, que não teve casa cheia, aliás, a bilheteira deve ter sido vergonhosa, mas mesmo assim, o SC Braga levou alguns adeptos a Guimarães, num jogo em que até na Sameirinha é conhecida a rivalidade; não é segredo, e muito menos um factor de surpresa para alguém.

Um jogo em que apenas meia dúzia de agentes ajudavam a que nada daquilo se passasse. É tão triste saber que numa organização de um evento desportivo, é a própria Polícia que gere o número de efectivos e a qualidade do mesmo, e onde o preço até está tabelado, uma módica quantia de 60€.

Para aqueles que dizem que não havia Polícia, é fácil, o haver até havia... o problema é que ela estava toda cá fora... calma Rui, aguenta! Lá, o cheque só cobria até à primeira rotunda!

Para aqueles que culpam os clubes, são os mesmos que acham que o dinheiro nasce em árvores e que a Polícia trabalha de graça. O Vitória fez aquilo que devia fazer e que eu faria... calma Rui, não engole!

Para aqueles que culpam os adeptos e pedem para banir os prevaricadores, eu deixo a pergunta: "o que me impede de nos dias do jogo pegar num cocktail molotov e nas imediações do estádio, andar lá a fazer asneiras?"... calma Rui, não espuma!

Não se lembraram é que, por exemplo, para um jogo daqueles, além de ter que pagar a 100 stewards, o clube da casa ainda tinha de pagar cada efectivo à escolha do Comandante que não faz a coisa por menos, é tudo à grande, porque eles mandam e alguém há-de pagar.

Era tudo tão simples. Se a Polícia de uma vez por todas se comportasse como se isto não fosse mais uma mama, bastavam 10 efectivos lá dentro e outros 10 lá fora, e aquilo que vi, nunca mais se passava... e o Vitória conseguiria pagar as despesas.

Mas isto do querer chamar atenção e gerir egos, é complicado...

Meus Amigos, um abraço Tripeiro e muito... muito Portista.

30 maio, 2012

À espera de Saldanha

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29/05/2012

O FC Porto continua à espera que o presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol, Mário Saldanha, peça desculpas públicas pelas afirmações falsas de que na final dos playoffs de basquetebol houve invasão de campo.

Mário Saldanha disse numa entrevista à RTP Informação, na última quinta-feira à noite, que adeptos do FC Porto tinham entrado no campo de jogo e desta forma inviabilizado a entrega do troféu ao Benfica.

Essas declarações não correspondem à verdade e são ofensivas do FC Porto, que cuida sempre, como cuidou nessa partida, de garantir a segurança de todos os intervenientes nos espectáculos desportivos que organiza.

Mário Saldanha não só tem a obrigação de pedir desculpa ao FC Porto e rectificar as suas declarações, como de divulgar quem lhe prestou essa informação falsa.

fonte: fcporto.pt

24 maio, 2012

A vergonha da polícia

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23/05/2012

O FC Porto requisita a policia para garantir a segurança de todos os intervenientes e espectadores nos espectáculos desportivos que se disputam em nossa casa. Infelizmente, na noite desta quarta-feira, a polícia agrediu gratuitamente uma série de espectadores, entre os quais mulheres e crianças, que nenhum crime cometeram, apenas se deslocaram ao Dragão Caixa para assistir a um jogo de basquetebol.

Incompreensível e inaceitável que a policia se esqueça da sua primeira missão, proteger os cidadãos e prefira bater indiscriminadamente.

Mas porque tudo tem uma origem, convém historiar. O treinador Carlos Lisboa, do Benfica, podia perfeitamente festejar a vitória de forma urbana e civilizada, mas preferiu fazê-lo provocando e insultando com palavrões os adeptos do FC Porto. Ao mesmo tempo, um roupeiro do mesmo clube arremessou objectos para a bancada, o que originou um clima de tensão que inviabilizou a entrega da Taça. Convém recordar que em momento algum houve invasão do terreno de jogo por um só adepto que fosse. A policia de imediato deveria ter dado essa indicação, mas preferiu utilizar a força de forma despropositada e desproporcionada.

O FC Porto exige que se apurem responsabilidades e se encontrem o responsável ou os responsáveis por se ordenar a agressão à bastonada de cidadãos anónimos, como um grupo de jovens raparigas barbaramente agredidas pela policia.

fonte: fcporto.pt

02 abril, 2011

Só no dia 1 de Abril

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01/04/2011
Comunicado do FC Porto


O FC Porto não pode deixar de manifestar estranheza quando se anuncia publicamente que a lei será desrespeitada, como hoje mesmo fez o Benfica através da publicação de uma nota no seu site oficial, em que anuncia como irreversível o impedimento de os adeptos do FC Porto e das suas claques oficiais entrarem no Estádio da Luz com adereços alusivos ao nosso clube.

Facto I: Segundo o regime jurídico do combate à violência, à xenofobia e à intolerância nos espectáculos desportivos, apenas os grupos de adeptos legalizados podem ser alvo de apoio por parte dos clubes.

Facto II: Hoje mesmo, em entrevista a um jornal desportivo, João Pestana, Chefe do Núcleo de Informações Policiais do Comando Metropolitano de Lisboa da Polícia de Segurança Pública, confirma que as claques do FC Porto estão devidamente legalizadas, enquanto as do Benfica continuam à margem da Lei.

Facto III: O FC Porto impede adereços alusivos a claques ilegais, inclusivamente com símbolos de inspiração neo-nazi, mas permite todos os alusivos ao clube adversário.

Facto IV: O Benfica pretende impedir adereços alusivos às claques devidamente legalizadas, mas também ao próprio clube.

Só mesmo no dia 1 de Abril se pode invocar o princípio de reciprocidade, quando estamos a comparar a legalidade com a ilegalidade.

O FC Porto exige que as autoridades façam cumprir a Lei da República.

fonte: fcporto.pt

01 abril, 2011

A lei à moda de Lisboa

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31/03/2011
Comunicado do FC Porto


O FC Porto foi hoje informado numa reunião com a Polícia de Segurança Pública que o Benfica pretende impedir a entrada no Estádio da Luz de todos os adereços alusivos ao nosso clube, como sejam bandeiras, estandartes ou faixas no jogo de domingo.

Trata-se de uma decisão ilegal que o FC Porto já denunciou através de uma exposição que enviou ao Ministério da Administração Interna, à Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto, ao Conselho de Segurança e Ética no Desporto, à Liga Portuguesa de Futebol Profissional e à Federação Portuguesa de Futebol.

O Benfica pretende com uma medida sectária e própria das ditaduras mais reaccionárias impedir o apoio à nossa equipa, isto perante a complacência das autoridades, como se Portugal fosse uma república das bananas.

O FC Porto exige o cumprimento da lei e recorda às próprias autoridades que se há alguém que se acha no direito de estar acima da lei é o próprio Benfica, que continua a permitir a entrada no seu estádio de todos os adereços alusivos às claques No Name Boys e Diabos Vermelhos, dois agrupamentos ilegais, porque nunca efectuaram o registo dos seus elementos, como acontece com todas as outras claques desportivas em Portugal.

Mas nem isso impede, por exemplo, que esses grupos de adeptos entrem no Estádio da Luz com material alusivo a claques ilegais, façam explodir tochas e outro material pirotécnico.

Pior, depois de confirmar que pretende impedir os adeptos do FC Porto, organizados (legalizados) ou não, de entrar com adereços de apoio à equipa, a própria polícia confirmou que os grupos organizados mas ilegais do Benfica poderão entrar no estádio com todo o seu material.

No Estádio do Dragão todos os adeptos das equipas adversárias entram com material alusivo aos seus clubes e, no caso das claques legalizadas, com material do próprio grupo, sejam tambores, megafones, etc. No caso de claques ilegais, o FC Porto impede a entrada de qualquer tipo de adereço, excepto os de apoio ao próprio clube do adepto, que são sempre permitidos. De resto, como foi bem visível nas últimas ocasiões em que o Benfica jogou no Estádio do Dragão.

A obrigatoriedade de registo e legalização das claques é de 2004. Desde então que há duas claques, os No Name Boys e os Diabos Vermelhos, ambas do Benfica, que são ilegais. Haverá no país maior exemplo de impunidade do que este? Passaram mais de seis anos, em todos os jogos do Benfica as claques estão lá, todo o país as vê, mas as autoridades portuguesas ainda não tiveram oportunidade de fazer uma “investigação implacável”. Definitivamente, é tempo de em Portugal todos os cidadãos e todas as instituições serem tratados da mesma forma.

Para que serve um Governo que faz uma lei e depois não a consegue aplicar? Obviamente para nada.

Finalmente, apelamos a todos os adeptos do FC Porto que, apesar do clima provocatório e intimidatório que o Benfica está a criar para o jogo de domingo, mantenham sempre um comportamento cívico e pacífico.

fonte: fcporto.pt

02 dezembro, 2010

Nós por cá, tudo bem...

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1 Ora aí está um fim de semana como o povão bacoco cá do burgo tuga adora: Porto sem ganhar, menstruados a quebrarem a rotina regressando às vitórias, vantagem reduzida. Ao mesmo tempo, ausência de casos de arbitragem, civismo dentro e fora dos estádios. Acho que não me enganei em nada, pelo menos a imprensa assim o indicia.
Cenário perfeito, não estivesse eu a utilizar a ironia que é nestas alturas o melhor refúgio para não tratar as coisas pelos seus devidos nomes. Honestamente ,é nestas alturas que me apetece emigrar, mas antes disso perguntar a todos os que ficaram algo desagradados com alguns alegados excessos de linguagem do meu post "A técnica do rato de esgoto", se é disto que gostam? Se é a estes espectáculos asquerosos que gostam de assistir? Se é a estes pseudo-intelectuais jornaleiros da nossa praça que devemos continuar a respeitar? Se é a todos os que nos achincalham sem ninguém denunciar, que devemos cordialmente tratar?

O que aconteceria se empatássemos um jogo onde o nosso golo fosse em fora de jogo e com a bola dominada com o braço?
O que aconteceria se nesse mesmo jogo, um jogador do nosso adversário fosse expulso sem ter feito falta?
O que aconteceria se um chefe da PSP do Porto se referisse aos lagartos ou aos menstruados como “a claque lá do sul”?
O que aconteceria se um chefe da PSP do Porto se referisse a maças dizendo “dependo do efeito para a qual vão ser utilizadas”, assumindo a autorização para a sua entrada no estádio?
O que aconteceria se as camionetas de uma claque adversária fossem apedrejadas na saída da nossa cidade?
O que aconteceria se no nosso estádio fosse atirada para o relvado uma cabeça de leitão?
O que aconteceria se no nosso estádio chovessem maças e bolas de golfe durante todo o jogo?

Seria a catástrofe nacional! Seria a primeira página de todos os jornais e abertura de todos os telejornais! Seriam artigos e artigos de opinião dos jornaleiros a pedir a intervenção do Ministro da Administração Interna, do Governo, da UEFA, da FIFA, da NATO e até da ONU!
Pois é meus Amigos, mas tudo isto, tudo sem excepção, aconteceu em Alvalade, mas ninguém denunciou, ninguém relatou, ninguém escreveu... está tudo bem, está tudo branqueado. Claro, se fosse ao contrário, seria o descalabro.

E a nossa estrutura onde pára no meio disto tudo? São apenas os jogadores e o treinador a falar? Ou será que se resume à ironia do “Labaredas” que escreve sobre alguém que desde o dia 07-11-2010 não tem um sono descansado?
O tratamento dado ao conjunto de situações ocorridas no último sábado, por oposição ao ocorrido no recente FCPorto-menstruados, faz-me definitivamente acreditar que estamos no Burundi, Quénia, ou simplesmente numa qualquer república das bananas.

2 Tal como escrevi há duas semanas, isto ainda está muito no início e as barreiras a ultrapassar serão imensas. Cada jogo será uma batalha, cada adversário quererá ser o primeiro a derrubar-nos.
Isto para dizer que também temos culpas no cartório por não termos alcançado a vitória na capital do império. A forma menos agressiva e determinada como abordamos o jogo, podia-nos ter custado ainda mais caro do que aquilo que custou. Não estamos em altura de “baixar a guarda”, pois isto ainda nem a meio chegou. Atitudes menos guerreiras por oposição a atitudes mais sobranceiras, não podem ter espaço no nosso jogo. Ainda vamos ter que fugir a muitas rasteiras que nos vão querer pregar, ainda vamos ter que superar muitos trios da corja do Vítor Pereira, ainda vamos ter que sofrer muito e muito para conquistar este título.
Daí esperar que não voltemos a entrar, seja em que jogo for, com níveis de intensidade e agressividade abaixo do necessário, tal como o próprio treinador acabou por admitir na conferência de imprensa. Somos de tal forma superiores a estes adversários mesquinhos que temos dentro de portas, que bastou jogar ao nosso nível no início da 2ª parte, para imediatamente sermos tremendamente superiores, marcando um golo e só não dando a reviravolta completa graças a mais um soldado da corja do Vítor.

3 Jorge Sousa, recorrentemente rotulado de “ex-super dragão”, trabalhou no último sábado para a recuperação do seu lugar de destaque na arbitragem em Portugal. Se repararmos, este árbitro que há 2 ou 3 épocas atrás, era considerado a “grande esperança” da arbitragem portuguesa, chegou a ser 1º classificado em 2007 e 2008, de repente desapareceu dos grandes jogos. Coincidência ou não, tal sucedeu após o Braga-menstruados da época passada, onde a sua actuação foi fortemente contestada pelos actuais “sobreviventes de Tel-Aviv”.
Comenta-se nas esferas de decisão do nosso futebol, que Jorge Sousa, que estaria na pole-position para suceder a Olegário Benquerença como o nosso árbitro de referência inclusivamente em termos europeus, foi ultrapassado nessa corrida por Bruno Paixão, provavelmente pelos belos serviços prestados à pátria.
Enquanto não marcou a falta de Luisão que deu o golo dos menstruados em 2008 em casa com o Nacional, enquanto em 2007 arranjou 2 livres à entrada da área em Guimarães para outros tantos golos do Geovanni, enquanto marcou no ano passado o penalti em Leiria a 4 minutos do fim com que os menstruados ganharam o jogo, enquanto fez tudo isso, Jorge Sousa esteve no topo da lista de preferências. Entretanto, portou-se mal em Braga, marcou falta ao Luisão num alegado golo invalidado (e não é que o gajo agarrou mesmo??!!), no fim recebeu telefonemas a ameaçar a sua integridade física e da respectiva família, e puff... desapareceu, até ressurgir das cinzas em Alvalade, para uma arbitragem ao melhor nível de um Carlos Valente ou Alder Dante.

4 Quando este post for publicado já estarei em Viena para prosseguir a busca por esse sonho que nos vai acompanhando desde o início da época: chegar a Dublin. Vai certamente ser muito difícil, mas perfeitamente possível, desde que não nos tornemos sobranceiros e mantenhamos a postura que basicamente temos assumido até aqui. Para isso, continuo a acreditar que o apoio de todos os sócios, adeptos e simpatizantes é fundamental. A presença em casa ou fora, em Portugal ou no estrangeiro, pode e deve ser um factor de força adicional para os nossos jogadores. Ora, se em casa as médias de público têm sido elevadas, fora nem sempre temos enchido os estádios por onde o mágico Porto tem jogado. Perante isto, e sendo certo que em todas as competições (Campeonato, Taça, Taça da Liga e Liga Europa), nos próximos oito jogos só jogamos um fora (Paços de Ferreira em 19\12\2010), visto que depois disso só em final de Janeiro é que voltámos a jogar longe de casa, mais propriamente em Aveiro, deixo desde já um forte apelo a uma total invasão a Paços de Ferreira, que ainda por cima fica a apenas 20 minutos do Porto. Vamos fazer com que nessa partida em Paços de Ferreira não sobre um só bilhete por comprar. Até lá, erradicar de vez o assobio do nosso estádio e apoiar incessantemente a nossa equipa que bem precisa. Já chega de “inimigos” em nossa casa, e outros até bem “entranhados”.

VAMOS PORTO!!!

PS – Tal como um grande amigo me disse via sms após o nosso golo em Alvalade, aconteça o que acontecer, é muito bom ter um treinador a festejar como nós.