18 fevereiro, 2019

À GUERRA, DRAGÕES!


Chegou o momento. O das decisões, o momento que ditará muito do que vai ser da nossa época. Porto-Setúbal e Tondela-Porto para o campeonato. E depois: receções consecutivas a Braga (Taça), Benfica (Campeonato) e Roma (Champions). Não há como fugir: temos de ganhar os próximos dois jogos, recuperar o mais possível anímica e fisicamente, e depois jogar tudo em três finais seguidas.

Se ganharmos os cinco jogos, estaremos relançados para uma época espetacular! É nisso que temos de focar. A altura é delicada, não atravessamos o melhor momento em termos físicos, anímicos e exibicionais, temos algumas baixas muito importantes, mas estamos longe de estar “em crise”. Entender os momentos mais delicados, digerir, interpretar o que não correu tão bem e reagir de forma assertiva fazem parte do caminho para o sucesso. 

Não são os outros que vão em primeiro lugar, não são os outros que estão a um só golo da passagem aos 1/4 de final da Champions. Não são os outros que ganharam 3-1 na recente meia final da Taça da Liga. Não nos deixemos enganar. Ele é Super Wings, ele é Geração de Ouro, ele é Jogamos em qualquer estádio, ele é O Ferrari a chegar no Retrovisor. Ele é basicamente mais do mesmo, como vimos em tantas outras vezes. Pois bem, que seja Herrera aos 90, que seja Kelvin aos 92, que seja 5 No Dragão, ou que seja 1-0 com golo do Adrián L. ou 4-3 com auto-golo, que seja qualquer coisa que os coloque no lugar. Sim, temos mesmo de vencer os próximos 3 jogos da Liga! Se o fizermos, recolocaremos a ordem nas coisas e devolveremos lucidez, tranquilidade e noção às mentes mais inebriadas. Além disso, será o boost perfeito de confiança para nos atirarmos aos romanos rumo aos 1/4. Pelo meio, existirá ainda a receção perigosa e difícil à excelente e “raivosa” (quando dá jeito, diga-se, if you know what I mean) equipa do Braga. Please… take your seats (no Dragão, de preferência) and fasten your seat belts… que agora é que são elas!

Estou confiante na nossa equipa. Não duvido do compromisso, da atitude, da faca nos dentes. Mas já não consigo dizer que tenho total confiança na calma, na segurança, no critério, na pausa, na definição, na decisão. A ver, espero que seja só mesmo "nervoso miudinho". Acredito muito que isso será fundamental para contornarmos os próximos obstáculos, e sei que o nosso treinador sabe muito bem que não se vence só no grito.  

Os nervos estão à flor da pele, o coração começa a bater… e não há outra forma de nos atirarmos à glória: confiar neles, jogadores e mister, e lançar o Mar Azul para os empurrar… até ao fim!

No final, e só no final, contaremos as cabeças. À guerra, Dragões!

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