06 outubro, 2010

formação - resultados e classificações

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FUTEBOL

  • COMPETIÇÕES NACIONAIS


  • FC Porto 1-0 Boavista FC

    Campeonato Nacional de Juvenis - Série B - 8ª Jornada
    Local: Centro de Treinos e Formação Desportiva de PortoGaia - Olival
    Árbito: André Dias (Porto).


    FC Porto: Kadu; Carlitos, Bruno Silva, Lima Pereira e Gerson; Tomás Podstawski (Diogo Mota, 50'), Christian e Rui Cardoso; Fredéric Maciel (Francisco Costa, 70'), Ricardinho (Babibiky Nancassa , 50') e Gonçalo Paciência.
    Treinador: Nuno Capucho

    Boavista: José Pedro; Álvaro (Mário Cunha, 13'), Pedro, Daniel Pinto e Morgado; Daniel Oliveira, Eduardo (Sergey, 50'), Miguel, Vieira (Wilson, 66') e Tiago Carvalho; Joel.
    Treinador: Nuno Correia

    Golos: Ricardinho (4')

    ------------

    Feirense 1-4 FC Porto

    Campeonato Nacional de Juvenis - Série B - 9ª Jornada
    Local: Campo 2 Complexo Desportivo Feirense.
    Árbitro: Nuno Roque (Coimbra).


    Feirense: Ricardo; Vítor, Picas, Edu e Filipe; Gouveia (Fábio, 56), Rúben (Baixinho, 67), Joel e Rochinha; Pena (Bruno, 75) e Pedro Sá.
    Treinador: Martelinho.

    FC Porto: Kadu; Baldaia, Bruno Silva, Lima Pereira e Gerson; Tomás Podstawski, Diogo Mota (Christian, 67') e Rui Cardoso; Frederic, Ricardinho (Francisco Costa, 75') e Gonçalo Paciência (Costa, 73').
    Treinador: Capucho.

    Golos: Frederic (28'), Gonçalo (60' e 71'), Bruno (79') e Filipe (80+4 pb).

    Candal 1-5 FC Porto

    Campeonato Nacional de Iniciados - Série B - 6ª Jornada
    Local: Complexo Desportivo do Rei Ramiro - Vila Nova de Gaia
    Árbitro: Luciano Silva (Porto)


    Candal: Bruno; Moita, Sérgio, Ricardo Teixeira e João; Flávio, David (Pedro Azevedo, 52') e Henrique (José Alexandre, 44'); Vilar, Raposo e Toy
    Treinador: Sérgio Martins

    FC Porto: Filipe Ferreira; Joel Pereira (Rui Silva, int.), João Cunha, Bruno Duarte (Tomás Gomes, 61') e Tomás Mota; Luís Peixoto (Diogo Barbosa, int.), Cléver França e Rui Moreira; Sérgio Ribeiro, Ruben Macedo e Fábio Miranda (Schuster, 52').
    Treinador: José Tavares

    Golos: Raposo (12'); Ruben Macedo (22'); Sérgio Ribeiro (36'); Schuster (52'); Rui Moreira (50' e 55').

  • COMPETIÇÕES DISTRITAIS




  • ANDEBOL

    ABC Braga 38-34 FC Porto

    Campeonato Nacional de Juniores - 3ª Jornada
    Local: Pavilhão Flávio Sá Leite


    FC PORTO: Manuel Borges (GR); José Silva (1); Francisco Santos (4); Carlos Santos (2); Belmiro Alves, Filipe Santos (1); Mario Lourenco (8); Carlos Monterroso (GR); Pedro Almeida (2); Antonio Ventura (8); Pedro Garcia (2); André Rei (6).
    Treinador: Carlos Martingo.

    Intervalo: 19-20



    BASQUETEBOL



    HÓQUEI PATINS



    Um abraço e até para a semana
    PedroPorto

    05 outubro, 2010

    Algum dia, tinha que ser...

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    assistência: 20.530 espectadores.

    árbitros: Carlos Xistra (AF Castelo Branco), Alfredo Braga e Luís Tavares; 4º árbitro: Diogo Santos

    VITÓRIA DE GUIMARÃES: Nilson; Alex, Ricardo, João Paulo e Bruno Teles; Cléber, João Alves, João Ribeiro e Edson Sitta; Toscano e Edgar.
    Substituições: Edson Sitta por Pereirinha (27m), Toscano por Faouzi (61m) e João Alves por Flávio Meireles (69m).
    Não utilizados: Sérginho, Freire, Rui Miguel e Targino.
    Treinador: Manuel Machado.

    FC PORTO: Helton; Fucile, Rolando, Maicon e Alvaro Pereira; Fernando, João Moutinho e Belluschi; Varela, Falcao e Hulk.
    Substituições: Varela por Rodríguez (58m), Belluschi por Guarín (69m) e João Moutinho por Ruben Micael (77m).
    Não utilizados: Beto, Walter, Souza e Otamendi.
    Treinador: André Villas-Boas.

    Marcadores: Hulk (30m) e Faouzi (64m).

    Disciplina: cartão amarelo para Fucile (38m e 79m), Edgar (66m), João Paulo (73m), Flávio Meireles (81m), Helton (83m), Guarín (94m) e Ricardo (94m); cartão vermelho, por acumulação de amarelos, para Fucile (79m).

    O Vitória de Guimarães foi a primeira equipa a roubar pontos ao invicto Dragão esta época, ao empatar a um golo no Estádio D. Afonso Henriques, em jogo que encerrou a sétima jornada da I Liga. Hulk marcou para os azuis e brancos na primeira parte e Faouzi estabeleceu a igualdade na segunda. Fucile e André Villas-Boas foram expulsos.

    No primeiro tempo, o brasileiro Hulk, o maior desequilibrador do encontro, usufruiu de duas excelentes oportunidades para fazer mexer o marcador mais cedo.

    Mas o suspeito do costume não falhou, ao minuto 29, depois de um soberbo trabalho individual que terminou no único golo do primeiro tempo do encontro.

    A equipa da casa também teve uma excelente oportunidade, ao minuto 22, quando, da esquerda, Bruno Teles cruzou para o coração da área portista para Toscano mas o brasileiro falhou escandalosamente.

    Nota, na primeira parte, ainda para a grande oportunidade de João Moutinho ao minuto 38, que isolado rematou rasteiro e com força mas o guardião Nilson travou a bola enviado pelo médio portista numa grande defesa.

    Nos minutos iniciais da segunda parte, o jogo baixou de ritmo e o FC Porto adormeceu por instantes. O Vitória de Guimarães aproveitou um momento de sonolência dos Dragões para estabelecer o empate no D. Afonso Henriques.

    Ao minuto 63, Faouzi marcou o golo vimaranense, depois de um espectacular e longo passe de Ricardo, que depois de ultrapassar Fucile não falhou ante Helton.

    Foi o terceiro golo sofrido pelos Dragões esta época, depois de o Braga ter estreado a baliza de Helton no Estádio do Dragão, na quarta jornada da I Liga.

    Depois do golo, a formação da cidade do Porto fez de tudo para sair de Guimarães com os três pontos enquanto os vimaranenses guardavam o resultado como podiam, saindo depois em contra-ataque.

    O uruguaio Jorge Fucile foi ainda expulso ao ver o segundo amarelo depois de uma entrada feia sobre Faouzi. Na sequência deste lance, André Villas-Boas também foi expulso do banco por insultos.

    Mesmo com o empate, o FC Porto continua isolado na primeira posição.

    DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA

    André Villas-Boas: «Esta é a nossa vez de pedir justiça. Parece-me decisivo um acumular de erros do árbitro que acaba por determinar o resultado final. Relativamente ao lance em que fui expulso, tem que ver com uma grande penalidade não assinalada. Se puderem ajudar-me a meter pressão na TVI para mostrar, ajudem-me. Se não estiver correcto, na próxima conferência de Imprensa faço mea culpa; mas, não creio. São muitos jogadores a dizer-mo. É grande penalidade óbvia, com critérios muito diferentes, a nível disciplinar e entradas duríssimas por punir. Tinha alertado, em conferência de Imprensa, que isto podia acontecer. Agora, estamos no direito de ouvir as explicações do senhor Vítor Pereira e não queremos esperar pela décima jornada. Queremos saber quantos jogos de jarra haverá para Carlos Xistra e com que sentido de culpabilização vai analisar este árbitro: com o mesmo de Olegário ou no sentido de dizer que os erros acontecem. O líder da CA abriu um precedente muito grave. Se calhar, teremos mesmo de esperar pela décima jornada, quando há um FC Porto-Benfica.»

    Pinto da Costa: «Vítor Pereira que explique esta arbitragem. Temos um 'expert' na matéria, o sr. Vítor Pereira, que naturalmente vai explicar, depois da décima jornada, o que se passou aqui em Guimarães. Não sou um 'expert' da arbitragem, ele é que é. Vamos aguardar para ver o que vai dizer desta vez. Já agora, ele que aproveite para nos explicar como é que um árbitro de Castelo Branco, para um jogo que aconteceu na Associação [de Futebol] de Braga, tem na sua equipa um auxiliar que também é de Braga e que, por acaso, no ano passado nos anulou dois golos limpos no jogo com o Paços de Ferreira. Não vou analisar esta arbitragem em particular, porque não sou um 'expert'. Não sei se estão interligadas às criticas de um determinado clube. O sr. Vítor Pereira é que tem de explicar isso, apesar de ele já ter dito que não falou por causa da pressão exercida pelo Benfica. Volto a repetir: à décima jornada, o sr. Vítor Pereira vai falar, e eu vou estar atento para ver o que ele diz sobre esta arbitragem. Mas também vou estar atento para ver se este árbitro, a exemplo do que aconteceu com o Olegário Benquerença, vai tirar uma férias ou se vai ser nomeado para um jogo já na próxima oportunidade.»

    Crónica dedicada a um amigo especial...

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    Este foi um fim de semana especial. Ganhamos todos os jogos das modalidades de pavilhão e ainda tive a oportunidade conhecer pessoalmente o maior Portista dos Açores, o meu amigo "otilious", que tem a particularidade de, tal como eu, ter um fascínio especial pelas tais "outras" modalidades.

    Estivemos juntos no Porto/Valongo em hóquei que se jogou no dragão caixa depois de uma tarde em que também se aproveitou para uma visita pelo interior do estádio do dragão. Deu para perceber que se enquadrou perfeitamente no grupo dos "fanáticos" do sector 4 e criou-se uma amizade entre todos para a vida inteira. Muito amor, muita paixão pelo Porto, uma dedicação intensa e um apoio inexcedível, mesmo contra as más ondas de "pipoqueiros e amantes de cinema" que alastram assustadoramente no nosso dragãozinho. Os jogadores sabem bem de quem precisam. Sabem bem onde está a mais valia daquele pavilhão. Por isso se querem "sossego" mudem de sector, ou de clube.

    Ao Otilious dedico esta crónica e sei que apesar de estar nos Açores, depois da tarde de sábado, a sua "presença" vai ser sempre uma constante no dragãozinho, o seu espírito e o seu intenso amor ao clube vão estar sempre ali no nosso sector, a sua voz ouvir-se-á à distância através das ondas do Oceano Atlântico. Um abraço!

    FC Porto vence na Roménia e até já lidera o campeonato...
    ( 1º FC PORTO-13 pts e 5 jgs; 2º ABC de Braga-13 pts e 5 jgs; 3º A.Santas, Scp e Slb-13 pts e 5 jgs...)

    • FC Porto, 38 - Ac. São Mamede, 22

    • Energia Pandurii, 25 - FC Porto, 28
    O FC Porto antecipou o jogo do campeonato para a quarta feira anterior (lá estive) e venceu tranquilamente a Ac.São Mamede por 16 golos de diferença com destaque para os 10 obtidos por Ricardo Moreira, 7 de Tiago Rocha e 5 de Filipe Mota. Bons pormenores também os demonstrados por Jorge Silva na parte final do encontro (3 belos golos). Os Dragões chegaram este fim de semana ao 1º lugar da prova devido à derrota do Sporting em Águas Santas (estão 5 equipas empatadas com 13 pontos). O próximo jogo do FCP no campeonato é só dia 13 às 21h em Águas Santas (lá estarei) porque este fim de semana há a 2ª mão da EHF.

    No jogo da Roménia (1ªmão da 2ª ronda da EHF Cup) os Portistas já ganhavam ao intervalo por 15-11 tendo na 2ª parte confirmado uma excelente vitória por 3 golos de diferença. Neste encontro Wilson Davyes com 9 golos destacou-se logo seguido de Pedro Spínola com 6. A 2ª mão joga-se sábado no dragão caixa (15h-RTP2) e eu lá estarei.

    FC Porto em grande nível está na fase final do troféu Pratas...

    O FC Porto venceu o Guimarães (68-82) e o Penafiel (59-74) com 2 jogos onde manifestou superioridade inequívoca e onde alinhou sempre na condição de visitante, o que valoriza ainda mais estas duas excelentes prestações. Com estas 2 vitórias ganhamos o grupo e vamos estar na final four que se joga este fim de semana em Ponte de Sôr. No jogo de Guimarães destacou-se João Santos, José Costa e Stempin, todos com 16 pontos, logo seguidos de Terrell com 14. No jogo de Penafiel destacou-se Terrell com 14, logo seguido de Marçal com 13, Andrade e Stempin com 10. Na meia final o Porto joga sábado com o Barreirense às 16h (na outra meia final jogam Sampaense e Ovarense às 18h) e a final é domingo (17h). Destaco que o Barreirense eliminou o Benfica na fase de grupos muito por culpa de uma tremenda vitória do Lusitânia na Luz...

    FC Porto inicia campeonato com goleada a um histórico do hóquei...
    ( 1º FC PORTO-3 pts e 1 jg; 2º Fisica-3 pts e 1 jg; 3º HC Braga-3 pts e 1jg...)

    • FC Porto, 9 - AD Valongo, 2

    O FCPorto começou a luta pelo "deca" goleando um histórico da modalidade, um Valongo, que como sempre arrasta uma boa moldura humana ao pavilhão do nosso clube. Lá estive no apoio aos eneacampeões e o mais difícil foi mesmo o 1º golo a 8 minutos do intervalo pelo Argentino Emanuel Garcia (marcou 4 golos). Ao intervalo 3-0 e na 2ª parte um festival dado por Gil e Suissas (ambos bisaram) sobrando um golo para o capitão Filipe Santos. Na próxima ronda o FC Porto visita Tomar (sábado 18h) ainda sem Edo (2º e último jogo de castigo), e diga-se que Nelson Filipe esteve em muito bom plano nesta partida. Em Viana segundo rezam as crónicas o Benfica jogou com 7 e venceu um jogo com um golo decisivo a 4 minutos do fim em superioridade numérica e muito discutível...


    Emanuel Garcia

    Quatro golos e uma tarde cheia de inspiração frente a um sempre muito combativo Valongo. O Aragentino Emanuel Garcia esteve on-fire e foram dele os 3 primeiros golos da partida. Começa o campeonato em grande forma e dele espera-se muitas mais tardes e noites com esta inspiração e eficácia para que o decacampeonato de hóquei em patins seja mesmo uma realidade...

    Saudações Portistas, Lucho

    Eleição BiBó Melhor Jogador 2010/11, carago!! - ronda 12

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    Moutinho brilhou na vitória por 0 a 1 no CSKA SÓFIA, e por isso foi eleito o melhor em campo. Falcao, que marcou o golo, ficou no segundo lugar do pódio. A medalha de bronze foi para o incrível Hulk. Otamendi estreia-se nos pontuados e recebe o quarto prémio neste jogo. O último lugar dos pontuados ficou para o brasileiro Souza.

    Esta semana houve empate 1 a 1. em GUIMARÃES. Hulk marcou o nosso golo e Fucile foi expulso por acumulação. Para melhores em campo (10, 7, 5, 3 e 1 ponto), podem votar nos seguintes jogadores:
      "Helton, Fucile, Maicon, Rolando, Alvaro, Fernando, Moutinho, Belluschi, Hulk, Varela, Falcao, Rodríguez, Guarin e Ruben Micael".
    Um abraço e boas votações,
    Tiago Teixeira

    Tribunal d'O JOGO - liga ZON Sagres 2010/11, 7ª jornada

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    Tribunal O JOGO: VSC Guimarães 1-1 FC Porto
    Árbitro: Carlos Xistra (AF Castelo Branco) / Assistentes: Alfredo Braga e Luís Tavares


    Unânime: não há penálti contra o Guimarães

    Mesmo tendo dificuldades para analisar o lance, devido à ausência de repetições durante o jogo, os especialistas de arbitragem de O JOGO consideram não existir qualquer grande penalidade na área do Guimarães. Por outro lado, Jorge Coroado e Pedro Henriques acreditam que ficou por assinalar uma de Fucile sobre Edgar - o árbitro marcou falta do vimaranense. Consensual é o fora-de-jogo (mal) tirado a Falcao.



    Momento mais complicado

    78' Alex joga a bola com a mão na área do Guimarães após cabeçada de Rúben Micael?

    Jorge Coroado +
    Não é verdadeiramente perceptível que Alex tenha jogado a bola com a mão. Por isso, o benefício da dúvida para o árbitro.

    Pedro Henriques +
    Quer em movimento corrido quer com as sucessivas repetições, não consigo perceber que exista qualquer tipo de infracção, nomeadamente que Alex tenha jogado a bola de forma deliberada com a mão.

    Paulo Paraty +
    Pelo que me é dado a perceber na televisão, deixo a resposta para os defensores do videoárbitro.



    Outros casos

    48' A entrada de João Alves sobre João Moutinho era merecedora de acção disciplinar?
    54' Quem comete falta no interior da área do FC Porto: Fucile ou Edgar, como foi assinalado?
    79' Foi correcta a decisão de exibir o segundo cartão amarelo a Fucile?
    88' Falcao encontrava-se em posição irregular no momento do passe de Hulk?



    Jorge Coroado
    -
    Entrada não perigosa, mas violenta, sobre João Moutinho, justificando acção disciplinar com cartão vermelho, que não foi exibido.
    -
    Fucile começa por agarrar a camisola de Edgar impedindo-o de jogar a bola. O vimaranense, naturalmente, acaba por empurrar Fucile, falta que o árbitro assinalou quando devia ter indicado a primeira.
    +
    Fucile foi objectivo na falta praticada sobre o adversário, pisando-o deliberadamente nos gémeos, pelo que não seria segundo amarelo, mas sim vermelho. Como aconteceu a expulsão, a decisão está correcta.
    -
    No momento em que o passe de Hulk foi efectuado, Falcao encontrava-se em posição regular, pois nas suas costas encontrava-se um penúltimo defensor vimaranense que legalizava a posição.

    Pedro Henriques
    -
    Em movimento rápido, parece um lance de contacto físico normal. Contudo, o jogador do Guimarães, ao disputar a bola, pisa com o pé direito o pé de João Moutinho. Entrada imprudente e passível de advertência.
    -
    Só com recurso a várias repetições dá para perceber que Fucile agarra Edgar pela camisola, de modo suficiente para impedir que o adversário possa disputar a bola. Lance de difícil análise, mas passível de penálti.
    +
    Na ocasião, Fucile pisa de forma imprudente o calcanhar do jogador do Guimarães. Lance que até podia ter sido sancionado com cartão vermelho directo.
    -
    Falcao, no momento em que Hulk lhe passa a bola, está em linha com o penúltimo defensor da equipa do Guimarães. Fora-de-jogo incorrectamente assinalado.

    Paulo Paraty
    -
    Entendo que é uma situação de imprudência de que o árbitro não se terá apercebido. No entanto, justificava-se a exibição do cartão amarelo e a marcação de livre directo.
    +
    Há falta de Edgar, que, com o braço direito, impede Fucile de chegar à bola. Ao mesmo tempo, Fucile, com o braço esquerdo, agarra a camisola de Edgar. O árbitro, que só tem um ângulo de visão, marcou a falta que lhe era evidente.
    +
    Há uma rasteira imprudente de Fucile sobre o jogador do Guimarães que justifica a exibição do cartão amarelo, que, neste caso, era o segundo.
    +
    Não me parece, embora discorde da linha traçada na televisão. Seja como for, mesmo que fosse em situação de dúvida uma equipa de arbitragem não deveria interromper o jogo.



    Apreciação global

    Jorge Coroado
    Num jogo tranquilo, apenas acelerado nos últimos 20 minutos, o árbitro claudicou sobretudo no aspecto disciplinar. Se bem que tecnicamente tenha cometido alguns lapsos, o mais sonante aos 54 minutos.

    Pedro Henriques
    O lance ocorrido aos 54 minutos, entre Fucile e Edgar, acaba por ser a nota menos boa de uma arbitragem globalmente positiva quer no capítulo técnico quer no disciplinar.

    Paulo Paraty
    Globalmente, o árbitro teve uma actuação positiva. Embora com mais dificuldade em gerir as tensões na parte final do encontro, não se visualizam falhas que possam ter tido influência no jogo.



    fonte: ojogo.pt

    04 outubro, 2010

    FC Porto vence super final

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    O FC Porto foi o grande vencedor da Super Final da jornada chinesa da Superleague Formula, disputada este domingo, em Ordos. O carro azul e branco, tripulado por Earl Bamber na ausência de Álvaro Parente, conseguiu um terceiro e um décimo segundo lugares nas duas mangas, desfechos que permitiram aceder à corrida decisiva e, depois de várias contingências, alcançar o lugar mais elevado do pódio.

    O FC Porto é agora nono da geral da Superleague Formula.

    “Comecei o fim-de-semana como comentador e estou a terminá-lo no pódio. É uma loucura. Foi uma experiência muito positiva porque aprendi muito e foi muito bom voltar às corridas com a Superleague Formula. Os carros são um verdadeiro desafio quando os queremos levar mesmo aos limites. A Super Final foi uma das melhores corridas em que alguma vez estive envolvido", resumiu Earl Bamber no final, visivelmente satisfeito.

    Classificação Prova - 3º lugar (1ª prova); 12º lugar (2ª prova); 1º lugar (superfinal).
    Classificação Geral - 1º lugar, RSC Anderlecht (635 pts); 10º lugar, FC Porto (421 pts).
    Próxima prova: 09 e 10 de Outubro de 2010, no Circuito de Beijing, China.



    «Queremos continuar a somar»

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    Na antevisão da deslocação ao terreno do Vitória de Guimarães (segunda-feira, 21h15), André Villas-Boas recusou qualquer hipótese de relaxamento da equipa, face à sucessão de vitórias consecutivas. Frente a uma formação com grande qualidade, os Dragões vão procurar a 12.ª vitória da época, em 12 partidas.

    Elogios ao adversário
    «Admiro o Vitória de Guimarães e o Manuel Machado, pela facilidade com que organiza rapidamente as suas equipas. Mostrou isso em Braga, na Académica, no Nacional e em Guimarães, antes de partir. É um treinador com uma taxa de sucesso elevada. Consegue atingir objectivos e congratulo-o pelo trabalho desenvolvido, até porque perdeu jogadores importantes da temporada passada.»

    Emoções em jogo
    «O Vitória é uma equipa que, em casa, sabe utilizar o factor emocional como um factor transcendente. Não se trata apenas do aspecto mental deste jogo, mas também da variabilidade entre jogo de transição e organização em posse e da qualidade desse jogo em posse. E depois há o talento individual: jogadores como o João Ribeiro, o Cléber e o Toscano vieram acrescentar muito a esta equipa, dentro de um colectivo muito forte. A classificação traduz isso. O Vitória de Guimarães está forte e os factores emocionais têm de ser tidos em conta.»

    Somar mais vitórias
    «Jamais nos permitiremos a algum relaxamento. O embelezamento ou o endeusamento vêm mais da comunicação social. Estamos pró-activos, temos confiança na nossa organização e na nossa capacidade de resposta a cada jogo. Os triunfos trazem-nos confiança e, apesar de temos um número considerável de vitórias seguidas, queremos continuar a somar, porque é mais um objectivo interno a que nos propusemos. Por apenas mais uma vitória, certamente não o vamos deixar fugir. Temos uma liderança confortável, que nos permite ter duas jornadas de desastre, mas não queremos que isso aconteça. Queremos aumentar a vantagem, até porque é uma jornada de confronto directo entre adversários na luta pelo título. O relaxamento não faz sentido nenhum na nossa forma de estar.»

    O fulgor de Hulk
    «O Hulk não tem dois lados. Tem apenas um lado de homem extremamente competitivo. E, como qualquer outro jogador, há um sentimento de insatisfação quando se é substituído e se pensa que se está bem. Foi isso que se calhar se traduziu em Sófia, mas não há qualquer preocupação da minha parte. Este colectivo tem potenciado muito as características de alguns jogadores e o Hulk insere-se nesse aspecto. Está a fazer um início de época fulgurante. Leva oito golos em nove jogos e não participou em dois deles. Esse início fulgurante também se deve a um colectivo que está forte e que potencia as características do Hulk e de outros jogadores. A liberdade de decisões da nossa organização permite que eles descubram novas coisas em si.»

    fonte: fcporto.pt

    LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
    Guarda-redes: Helton e Beto.
    Defesas: Maicon, Alvaro, Fucile, Rolando, Sapunaru e Otamendi.
    Médios: Fernando, Guarín, Belluschi, João Moutinho, Cristian Rodríguez, Souza e Rúben Micael.
    Avançados: Falcão, Hulk, Walter e Varela.

    03 outubro, 2010

    Capítulo 2: 1911 a 1920 – Auspiciosas vitórias (Parte IV)

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    FCPorto – Dragões de Azul Forte
    Retalhos da história, conquistas e vitórias memoráveis, figuras e glórias do F. C. do Porto

    Capítulo 2: 1911 a 1920 – Auspiciosas vitórias (Parte IV)

    1917
    • Primeiro jogo e visita do Sporting

    O Sporting recebeu um convite para jogar na Constituição. Aceitou e ganhou por 4-1, trazendo, uma vez mais, à evidência a superioridade das equipas de Lisboa... na altura. Estaria para breve o desvanecer da supremacia alfacinha…
    • No Norte, FC Porto avassalador
    A Norte, os portistas continuavam reis e senhores. Invictos e avassaladores. Ganharam a Taça de Honra da AFP, a Taça Salão Sporting, a Taça Imprensa “Sportiva” e o Campeonato do Porto. Vitórias categóricas, apesar da equipa já se encontrar fragilizada pelas mobilizações para a 1.ª Guerra Mundial.
    • Campo de Ténis
    Em 1 de Setembro foi inaugurado, na Constituição, o Campo de “Lawn-Ténis”, em substituição do rinque de patinagem.
    • Já com muitos troféus…
    A 16 de Setembro, a Direcção, presidida por Henrique Mesquita, expôs os numerosos troféus conquistadas pelo clube na Ourivesaria Bonneville, na Rua de Santo António. Foi um regalo para os olhos dos portistas.

    24 Jul.1917 – Henrique Mesquita foi eleito Presidente do FC Porto sucedendo a António Martins Ribeiro. No decurso do mandato o FC Porto viveu momentos difíceis em consequência da 1.ª Guerra Mundial. Henrique Mesquita protagonizou, de forma estóica, a recuperação do Clube e preparou-o para as vitórias do futuro. Foi com ele na presidência que surgiu o primeiro número do jornal denominado "Porto Sportivo".

    • Rebelião por almoço pago
    O F. C. Porto não se podia dar a luxos. Por disponibilidades financeiras escassas era imperativo do clube a contenção de despesas. Eis um texto de "Glória e Vida de Três Gigantes", 1995:

      “Nas viagens a Lisboa ou a terras mais distantes eram os próprios futebolistas que suportavam as despesas de alimentação. Por isso, por vezes, quando as finanças dos atletas estavam em crise, pediam dispensa e não se deslocavam longe. Por falta de dinheiro para comer. A menos que... Por esse tempo, o FC Porto teve de controlar um movimento de insubordinação dos seus principais futebolistas, que deixaram, inclusivamente, a latejar a hipótese de greve. Tudo porque descobriram que um deles fora a Viana do Castelo (onde os portistas bateram o Racing de Viana, por 6-0) com tudo pago. Henrique Mesquita quedou-se absorto, de rosto atormentado, ao olhar para o documento subscrito por um grupo de jogadores, solicitando “o reembolso do dinheiro gasto em Viana do Castelo, visto que um colega, segundo era do seu conhecimento, fora indemnizado”. De emergência convocou os futebolistas para uma reunião no seu gabinete, asseverando-lhes que “apenas Joaquim Reis, um dos maiores jogadores da época, recebera as despesas, por se tratar de um elemento muito pobre. De resto”, acentuou, “antes da viagem a Viana do Castelo fora prometido a Joaquim Reis o reembolso, por estar provada a sua incapacidade financeira...”. Como tudo ficou, assim, devidamente esclarecido, os recalcitrantes deram o conflito por arrumado, sublinhando que apenas aceitavam a violação aos princípios sagrados do amadorismo por uma questão de “solidariedade social”.”
    Nota: Joaquim Reis, de facto um excelente jogador, era conhecido por “Farrapa” e acabaria a sua carreira de futebolista no Salgueiros.

    2 Jan.1918 – A I Grande Guerra, os homens que partiram, os soldados que não se esquecem
    Todas as guerras reclamam “carne para canhão”. O FC Porto, embora castigado pela partida inevitável de muitos dos atletas, não se esqueceu dos seus soldados, dos seus oficiais. Nem dos que eram adversários. Nem dos desportistas aliados. Assim, na Assembleia-geral de 2 de Janeiro de 1918, em ambiente de sentida emoção, apresentou Ivo Lemos uma moção que os associados do FC Porto aprovaram por aclamação, propondo para além de “um voto de sentimento pela perda de todos os homens do desporto de qualquer nacionalidade que morreram nos campos de batalha”, que fosse “criado um quadro de honra que será colocado numa das dependências do clube e que deverá mencionar os nomes de todos os sócios e praticantes que morram nos campos da batalha ou regressem inutilizados para o desporto, demonstrando por essa forma que o F. C. Porto não os olvida”.Ninguém imaginaria, contudo, que Vidal Pinheiro, cujo carisma se fortificara junto dos adeptos portistas, pela sua postura de homem galhardo e desportista imaculado, cairia, algumas semanas depois, fulminado pela metralha alemã. Como tantos outros. Estupidamente. [Texto a itálico in "Glória e Vida de Três Gigantes", 1995 – Adaptação]

    Tenente Vidal Pinheiro, portista herói na Flandres
    1918 – O tenente Joaquim Vidal Pinheiro, que ajudara à conquista definitiva da Taça José Monteiro da Costa, era um grande futebolista e um dos melhores atletas do clube. Tombaria nas trincheiras da terrível batalha de 9 de Abril de 1918. É considerado um herói da Flandres. A notícia da sua morte foi conhecida em Portugal no mês de Maio. Verteram-se lágrimas de saudade e comoção por quem tinha contribuído para tantas vitórias portistas. Vidal Pinheiro "morreu ao serviço da Pátria", mas esse facto não calou os desabafos de revolta pelo destino que a guerra traçou a um valoroso filho do FC Porto.






    As feridas da guerra, a perda de jogadores britânicos, a supremacia dos clubes de Lisboa
    ● A supremacia dos clubes de Lisboa devia-se, fundamentalmente, à falta de concorrência que o FC Porto tinha no Norte. Crónico Campeão Regional, vitorioso em toda a linha quando em compita com equipas nortenhas, por via disso era falho de competitividade quando em confronto com os emblemas do Sul. Mas não se pense que a cores azuis-e-brancas não disputavam a vitória aos rivais da capital! O FC Porto foi, desde sempre, o mui digno representante do Norte de Portugal, o único clube que, desde logo, se constituiu rival de Benfica, CIF, Império e Sporting e, mais tarde, Belenenses. Estes reinavam “lá em baixo” em acesa disputa, o que lhes conferia a competitividade contra a qual o FC Porto muito tinha de porfiar.
    ● O FC Porto dependia bastante de jogadores britânicos que perdera por causa da guerra: Wright, Harrison e Allwood, mobilizados para o exército inglês, foram lacunas difíceis de colmatar e que fragilizaram a equipa.
    ● Não bastasse a sangria de atletas ingleses, o recrutamento de jogadores portugueses para a guerra, que, caso curioso, não atingiu tão duramente outras equipas (nomeadamente as de Lisboa!), consubstanciou debilidades que outro clube não ultrapassaria, pela certa. A perda, para sempre, de alguns dos seus filhos dilectos, abalou com contundência a estrutura desportiva do FC Porto. As feridas da guerra não tiveram um efeito inócuo; foram difíceis de suturar e deixaram marcas indeléveis que só um grande clube como o FC Porto superaria.

    1917/18 – Nesta época o FC Porto perdeu o título de Campeão do Norte. Tanto pela dificuldade de organizar equipas, já que alguns dos seus melhores futebolistas tinham sido mobilizados para os campos de batalha da I Grande Guerra, quanto por a Associação de Futebol do Porto ter suspendido de actividade o clube, em Março de 1918, depois da direcção portista ter considerado aquela associação “persona non grata”. O conflito apenas se sanaria em Novembro, após eleições para a AFP. Os novos dirigentes mereceram voto de confiança do FC Porto.
    Quanto ao Campeonato do Porto, o título decidiu-se entre Salgueiros e Boavista (3-1).

    13 Abr.1918 – "Porto Sportivo"
    O FC Porto lançou o primeiro número do seu jornal, denominado "Porto Sportivo". Em destaque uma peça assinada por José Lello em que, referindo-se ao conflito com a AFP, escrevia que “o seu clube, o FC Porto, estava vitimado por um mundo semeado de rasteiras, reagindo e flagelando se preciso fosse como revolta do seu orgulho ferido”.

    À conquista de Portugal, à conquista da Europa, MAIS E MELHOR!
    Depois do período de sangue, suor e lágrimas, o FC Porto havia de levantar-se, heroicamente (como é timbre ao longo da sua gloriosa história), para feitos nunca antes cometidos.
    Previamente à dobragem dos anos 20, o FC Porto entrou em processo de desenvolvimento. Em caminho sem retrocesso, dirigentes e atletas lançaram-se com denodo na transformação de um clube à conquista de Portugal, à conquista da Europa. Pedra sobre pedra, vitória após vitória, consolidou-se um projecto em que se acreditava para conquistar o futuro. A partir daqui, jamais esmoreceu o espírito vencedor de homens e mulheres que não soçobraram perante os escolhos que tiveram de enfrentar.
    Intrépidos e determinados, os portistas combateram, sempre, em todas as frentes, para impor a força de um clube que não nasceu em berço quimérico, de vitórias enganosas, mas que trilhou o caminho seguro para bem cedo obter triunfos retumbantes. “Dois passos à frente, um atrás”, o FC Porto, ao contrário de outros, nunca regrediu ou se afastou de um propósito que é seu lema: MAIS E MELHOR! O FC Porto não dorme na esteira dos êxitos, enfrenta cada novo desafio como se fosse a primeira oportunidade para obter sucesso, reabilita-se a cada batalha perdida, não se verga ao infortúnio, luta sem tremor contra a mediocridade, contra quem o quer impedir de aspirar a MAIS E MELHOR. Com legitimidade, com orgulho, sem sobranceria (e sem choradinho…), sempre foi assim, é assim, sempre será assim. POORTO! POORTO! POORTO!
    F. Moreira – Mar. 2010

    31 Ago.1919 – António Cardoso Pinto de Faria, o último Presidente da década 1910/1920, comandou os destinos do FC Porto até 1922. No seu mandato, honrosas e auspiciosas vitórias projectaram o Clube na senda dos triunfos. Também teve a felicidade de ver alinhar pela Selecção Nacional o primeiro jogador internacional do FC Porto, Artur Augusto.

    - No próximo post.: Capítulo 2 (Continuação) – Vitória ante o Sporting e na bilheteira; FC Porto, “um bloco formidável!”; nova vitória em Lisboa; primeira vitória sobre o Benfica e… em Lisboa; o silêncio dos jornais de Lisboa; a imprensa facciosa: o grito de revolta de Alexandre Cal.

    02 outubro, 2010

    PES... assentes na terra!!!

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    O campeonato ainda mal começou, e já está a doer! E muito, diria eu se fosse da oposição.

    Por muito que tente escrever sobre outra coisa, a realidade futebolística, impõe que a par das medidas de austeridade, o tema do momento seja o défice pontual e a forma acelerada como ele se cava jornada após jornada.

    AVB anda nas bocas do mundo, mormente as reservas iniciais existentes, o novo delfim do banco azul e branco, tem com calma e sentido de responsabilidade, calcorreado a ponte entre a realidade informática virtual, e a consistência como técnico de relvado, com sucesso.

    Após anos a fio de gabinete, a densidade ficcional supriam-lhe a máxima sensação de realidade, amplificando-lhe maior vontade e sentimento de interacção com o tempo e jogo real.

    Onze jogos depois, prós e contras aparte, talvez se comprove a existência de uma relação positiva entre os sistemas informáticos do futebol virtual e os efeitos benéficos, para com as suas atitudes de pensamento inovador, criatividade, estratégia, percepção cooperante e coragem face aos novos estímulos.

    Traçada a rota para 2011 sem medos, os sinais valem mais que os números. A Sul há quem à boca do túnel ou à luz da realidade de outros números, pense “só resolvo isto na playstation”, outros procuram no seu “quintal de talentos” um pinheiro, capaz de transformar uma vitória numa floresta de pontos.

    Esta quinta-feira, após mais uma jornada europeia de campeões, acordei resolvido a ignorar a galopante subida dos juros da dívida pública internacional ou o rumo estratosférico do défice, estava decidido a sucumbir aos prazeres do consumismo e como tal o futebol pela TV a partir desse dia dar-me-ia a possibilidade de ver o FCPorto na Europa com mais brilho, nitidez e contraste.

    Aquele LED com resolução/definição de muitos hertz e imagens 3D, seria finalmente uma realidade, tecnologia capaz de me atirar para percepções sensoriais e de imersão próxima da realidade in loco.

    Fiquei-me pela intenção. A loja escolhida para o efeito da compra, encontrava-se “sitiada” por uma turba pouco dada a ordem pública, por entre amálgama e azáfama dos trabalhadores do dito espaço comercial, percebi que o dia era de pré-lançamento de um jogo electrónico de futebol.

    Não eram 6 milhões, mas entre muitos lá estava Jesus à conversa com o Rui Costa, qual binómio médico/paciente, chorrilhavam um sem fim de explicações para o mau inicio de época, desaustinados acreditavam piamente que aquela realidade virtual lhes aliviaria a depressão e evitaria o contacto com o mundo real.

    À falta de melhor, as certezas de outrora já não são tão certas por ora, eles que sabiam que a Terra gira, em face da crise, já não a pensam tão gira, e o SLBÊ, bem é o que se vê.

    A matriz do conceito electrónico permite sonhar, as probabilidades de insucesso diminuem drasticamente a cada reset, manuseando com destreza os comandos as metas estão a distância de um pulsar de teclas.

    A sensação de espera diluía-se com a ilusão daquele mundo paralelo, Jesus não parecia confortável naquele papel de freguês de fantasias, contudo sabe que só agarrado aquela interacção será capaz de se equivaler em futebol ao líder da Liga Zon.

    Na verdade a cada jornada, mais confuso fica. Se inicialmente não perdia tempo a analisar o jogo rival, ate porque convictamente “a jogar assim, dificilmente alguém nos pára”, hoje não consegue perceber onde acaba o real e o imaginário do novo futebol do Dragão.

    Ele que até tinha mais de metade do trabalho táctico feito, foi ultrapassado logo no arranque por equipa organizada, que não se desposiciona nos seus equilíbrios defensivos, que em cada momento de jogo vê imergir pequenos heróis, uns pela esquerda, outros em passada larga, oferecendo um nível com poucos elos precendentes na relação com a bola.

    Os passes conferem liberdade de criação, exactos momentos de profundidade ofensiva e a pressão nas primeiras linhas leva ao desespero o mais titânico dos adversários.

    O mestre da táctica, acalenta no subterfúgio electrónico alento e animação para os bloqueios tácticos e realidade das derrotas.

    Por contra ponto a norte, o renascimento contempla menor fulgor das transições, mas a conexão entre fantasia, verticalidade e ordem mesmo por entre a irrealidade dos mix’s ao nível da zona intermediária, 4x2x3x2; 4x4x2; 4x1x3x2 e 4x3x3, serem desvios conceptuais para com imagens de outrora.

    É obvio que esta nossa realidade perfila a positividade de um crescimento, importa não subestimar as realidades adversárias e mesmo que o futebol desta nova era não seja de outro mundo, é bom que Guimarães continue a ser berço de um crescimento sustentado e com os pés bem assentes na terra.

    01 outubro, 2010

    Falcao selou o triunfo

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    assistência: --- espectadores.

    árbitros: Alon Yefet (Israel), Shmuel Shteif e Danny Krasikow; Assistentes adicionais: Liran Liany e Eitan Tabrizi; 4º árbitro: Haim Jakov.

    CSKA SÓFIA: M’Bolhi; Dechev, Vidanov, Aquaro e Grillo; Tiero, Yanchev «cap.» e Trifonov; Marquinhos, Sheridan e Michel.
    Substituições: Tiero por Trecarichi (58m), Grillo por Delev (67m) e Michel por Galchev (79m).
    Não utilizados: Chavdarov, Iliev, Esposito, Nelson.
    Treinador: Gjorgi Jovanovksi.

    FC PORTO: Helton «cap.»; Sapunaru, Otamendi, Maicon e Alvaro Pereira; Souza, Belluschi e João Moutinho; Hulk, Falcao e Rodríguez.
    Substituições: Hulk por Varela (65m), Falcao por Walter (72m) e Belluschi por Guarín (75m).
    Não utilizados: Beto, Fucile, Rolando e James.
    Treinador: André Villas-Boas.

    Marcadores: Falcao (16m).

    Disciplina: Cartão amarelo a Aquaro (78m) e Sapunaru (84m).

    Vencer é só o que este FC Porto de André Villas-Boas parece saber fazer. Na Bulgária, os dragões deram continuidade à dezena de triunfos já alcançados e foram sempre superiores a um CSKA Sófia esforçado mas pouco ameaçador.

    Com quatro novidades no onze – Sapunaru, Maicon, Souza e Rodriguez -, o FC Porto começou a vincar desde cedo a sua qualidade e podia ter marcado logo aos 5’, por Hulk, mas o guardião M’Bolhi fez a primeira de várias defesas providenciais.

    Autoritário e sólido, o FC Porto controlou toda a primeira parte, sem precisar de criar muitas ocasiões de golo. Aliás, o tento surgiu na primeira oportunidade flagrante, com Falcao a não desperdiçar uma assistência sublime de Hulk. O colombiano arranca no limite do fora-de-jogo e desvia de forma certeira e subtil. Estavam decorridos 16’ e o jogo parecia querer dizer que o vencedor já estava encontrado.

    O CSKA Sófia tentou esboçar uma reacção, mas foi sempre incipiente nos primeiros 45 minutos, não conseguindo desarmar a máquina bem oleada de Villas-Boas, que mostrou sempre estar muito segura de si, independentemente das várias mudanças no onze.

    Ao cair do pano sobre a primeira parte, os dragões estiveram perto do golo por três vezes (Hulk, Falcao e Rodriguez), mas tanto desperdício veio a causar alguns calafrios no segundo tempo.

    Depois de um bom ensaio em jeito de Falcao (48’), com a bola a rasar o poste, o FC Porto tirou o pé do acelerador e somou algumas desconcentrações que podiam ter deitado tudo a perder num jogo que estava totalmente sob o seu controlo.

    O CSKA quase marcou aos 51’, 70’ e 73’, sempre através de cabeceamentos de Platini, Trecharichi e Sheridan, que eram sinónimo da maior propensão ofensiva dos búlgaros, aproveitando o menor fulgor neste período. Curiosamente, isso coincidiu com as saídas de Hulk e Falcao, com o ritmo portista a baixar um pouco.

    Todavia, o FC Porto acordou a tempo de não se deixar surpreender e ‘abafou’ a reacção do CSKA com nova atitude pressionante, onde se destacaram as actuações de João Moutinho, Souza e Rodriguez.

    O segundo golo acabou por não chegar, mas o FC Porto segurou a vantagem até ao apito final, dando mais um passo rumo à fase seguinte da Liga Europa. E vão 11 triunfos para este Dragão com fome de vitórias…

    DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA

    André Villas-Boas: «Se calhar, faltou-nos fazer o 2-0, ainda na primeira parte, para transmitir mais tranquilidade ao nosso jogo. Apesar de termos construído menos oportunidades na segunda parte, também as tivemos e foram boas. Não conseguimos voltar a marcar, mas, com as alterações que fizemos, conseguimos gerir o equilíbrio defensivo e a posse de bola. Temos quatro centrais muito competentes, todos eles dão garantias e as decisões serão sempre de ordem estratégica, de acordo com o jogo em questão. Temos de encarar a dupla jornada com o Besiktas no sentido de somar os seis pontos, que é o nosso compromisso. Um mínimo de três pontos pode, inclusive, encaminhar a qualificação, mas na nossa mente estará sempre o objectivo de conseguir duas vitórias. Com uma vitória, a recuperação mental é mais rápida e, nesse sentido, ajuda também à recuperação física, pelo que estou convencido de que estaremos em Guimarães na máxima força e sem qualquer problema.»

    João Moutinho: «Depois de chegarmos à vantagem, estávamos à espera de uma reacção. O CSKA teve algumas oportunidades para fazer o golo, mas nós soubemos defender e manter este resultado, que é importante para nós. Temos feito um grande trabalho. Todos nós. Equipa técnica, jogadores e toda a organização que nos apoia. Queremos dar continuidade a esta sequência de vitórias já em Guimarães.»

    Eleição BiBó Melhor Jogador 2010/11, carago!! - ronda 11

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    Na vitória por 2 a 0 frente à OLHANENSE, Hulk marcou e "deu" a marcar. Factores que ajudaram à sua eleição de melhor em campo. O segundo lugar ficou para o sempre inconformado João Moutinho, que já vem pontuando há vários jogos. Outro jogador do meio-campo, Fernando, ficou com o terceiro posto. Já o quarto lugar ficou para o atacante, Silvestre Varela. Belluschi, o mago da nossa equipa ficou com a quinta posição.

    Na vitória frente ao CSKA SÓFIA por 0 a 1, marcou Falcao, com assistência de Hulk. Num jogo em que Villas-Boas operou algumas alterações. Para melhores em campo (10, 7, 5, 3 e 1 ponto), podem votar nos seguintes jogadores:

      "Helton, Sapunaru, Maicon, Otamendi, Alvaro, Souza, Belluschi, Moutinho, Falcao, Hulk, Rodríguez, Varela, Walter e Guarin"
    Um abraço e boas votações,
    Tiago Teixeira

    Tribunal d'O JOGO - liga Europa 2010/11, grupo L, 2ªj

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    Tribunal O JOGO: CSKA Sófia 0-1 FC Porto
    Árbitro: Alon Yefet (Israel) / Assistentes: , Shmuel Shteif e Danny Krasikow.


    Discreto e eficaz

    Bem auxiliado nos lances de fora-de-jogo, Alon Yefet teve um final de tarde tranquilo, num encontro sem casos. Indiferente à pressão do público, o israelita controlou disciplinarmente e sem lapsos técnicos.



    fonte: ojogo.pt