O FC Porto foi o grande vencedor da Super Final da jornada chinesa da Superleague Formula, disputada este domingo, em Ordos. O carro azul e branco, tripulado por Earl Bamber na ausência de Álvaro Parente, conseguiu um terceiro e um décimo segundo lugares nas duas mangas, desfechos que permitiram aceder à corrida decisiva e, depois de várias contingências, alcançar o lugar mais elevado do pódio.
O FC Porto é agora nono da geral da Superleague Formula.
, resumiu Earl Bamber no final, visivelmente satisfeito.
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Na antevisão da deslocação ao terreno do Vitória de Guimarães (segunda-feira, 21h15), André Villas-Boas recusou qualquer hipótese de relaxamento da equipa, face à sucessão de vitórias consecutivas. Frente a uma formação com grande qualidade, os Dragões vão procurar a 12.ª vitória da época, em 12 partidas. Elogios ao adversário«Admiro o Vitória de Guimarães e o Manuel Machado, pela facilidade com que organiza rapidamente as suas equipas. Mostrou isso em Braga, na Académica, no Nacional e em Guimarães, antes de partir. É um treinador com uma taxa de sucesso elevada. Consegue atingir objectivos e congratulo-o pelo trabalho desenvolvido, até porque perdeu jogadores importantes da temporada passada.»Emoções em jogo«O Vitória é uma equipa que, em casa, sabe utilizar o factor emocional como um factor transcendente. Não se trata apenas do aspecto mental deste jogo, mas também da variabilidade entre jogo de transição e organização em posse e da qualidade desse jogo em posse. E depois há o talento individual: jogadores como o João Ribeiro, o Cléber e o Toscano vieram acrescentar muito a esta equipa, dentro de um colectivo muito forte. A classificação traduz isso. O Vitória de Guimarães está forte e os factores emocionais têm de ser tidos em conta.»Somar mais vitórias«Jamais nos permitiremos a algum relaxamento. O embelezamento ou o endeusamento vêm mais da comunicação social. Estamos pró-activos, temos confiança na nossa organização e na nossa capacidade de resposta a cada jogo. Os triunfos trazem-nos confiança e, apesar de temos um número considerável de vitórias seguidas, queremos continuar a somar, porque é mais um objectivo interno a que nos propusemos. Por apenas mais uma vitória, certamente não o vamos deixar fugir. Temos uma liderança confortável, que nos permite ter duas jornadas de desastre, mas não queremos que isso aconteça. Queremos aumentar a vantagem, até porque é uma jornada de confronto directo entre adversários na luta pelo título. O relaxamento não faz sentido nenhum na nossa forma de estar.»O fulgor de Hulk«O Hulk não tem dois lados. Tem apenas um lado de homem extremamente competitivo. E, como qualquer outro jogador, há um sentimento de insatisfação quando se é substituído e se pensa que se está bem. Foi isso que se calhar se traduziu em Sófia, mas não há qualquer preocupação da minha parte. Este colectivo tem potenciado muito as características de alguns jogadores e o Hulk insere-se nesse aspecto. Está a fazer um início de época fulgurante. Leva oito golos em nove jogos e não participou em dois deles. Esse início fulgurante também se deve a um colectivo que está forte e que potencia as características do Hulk e de outros jogadores. A liberdade de decisões da nossa organização permite que eles descubram novas coisas em si.»fonte: fcporto.pt LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS Guarda-redes: Helton e Beto. Defesas: Maicon, Alvaro, Fucile, Rolando, Sapunaru e Otamendi. Médios: Fernando, Guarín, Belluschi, João Moutinho, Cristian Rodríguez, Souza e Rúben Micael. Avançados: Falcão, Hulk, Walter e Varela.
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FCPorto – Dragões de Azul ForteRetalhos da história, conquistas e vitórias memoráveis, figuras e glórias do F. C. do PortoCapítulo 2: 1911 a 1920 – Auspiciosas vitórias (Parte IV)1917 • Primeiro jogo e visita do SportingO Sporting recebeu um convite para jogar na Constituição. Aceitou e ganhou por 4-1, trazendo, uma vez mais, à evidência a superioridade das equipas de Lisboa... na altura. Estaria para breve o desvanecer da supremacia alfacinha… • No Norte, FC Porto avassaladorA Norte, os portistas continuavam reis e senhores. Invictos e avassaladores. Ganharam a Taça de Honra da AFP, a Taça Salão Sporting, a Taça Imprensa “Sportiva” e o Campeonato do Porto. Vitórias categóricas, apesar da equipa já se encontrar fragilizada pelas mobilizações para a 1.ª Guerra Mundial. • Campo de Ténis
Em 1 de Setembro foi inaugurado, na Constituição, o Campo de “Lawn-Ténis”, em substituição do rinque de patinagem. • Já com muitos troféus…
A 16 de Setembro, a Direcção, presidida por Henrique Mesquita, expôs os numerosos troféus conquistadas pelo clube na Ourivesaria Bonneville, na Rua de Santo António. Foi um regalo para os olhos dos portistas.  24 Jul.1917 – Henrique Mesquita foi eleito Presidente do FC Porto sucedendo a António Martins Ribeiro. No decurso do mandato o FC Porto viveu momentos difíceis em consequência da 1.ª Guerra Mundial. Henrique Mesquita protagonizou, de forma estóica, a recuperação do Clube e preparou-o para as vitórias do futuro. Foi com ele na presidência que surgiu o primeiro número do jornal denominado "Porto Sportivo". • Rebelião por almoço pago
O F. C. Porto não se podia dar a luxos. Por disponibilidades financeiras escassas era imperativo do clube a contenção de despesas. Eis um texto de "Glória e Vida de Três Gigantes", 1995: “Nas viagens a Lisboa ou a terras mais distantes eram os próprios futebolistas que suportavam as despesas de alimentação. Por isso, por vezes, quando as finanças dos atletas estavam em crise, pediam dispensa e não se deslocavam longe. Por falta de dinheiro para comer. A menos que... Por esse tempo, o FC Porto teve de controlar um movimento de insubordinação dos seus principais futebolistas, que deixaram, inclusivamente, a latejar a hipótese de greve. Tudo porque descobriram que um deles fora a Viana do Castelo (onde os portistas bateram o Racing de Viana, por 6-0) com tudo pago. Henrique Mesquita quedou-se absorto, de rosto atormentado, ao olhar para o documento subscrito por um grupo de jogadores, solicitando “o reembolso do dinheiro gasto em Viana do Castelo, visto que um colega, segundo era do seu conhecimento, fora indemnizado”. De emergência convocou os futebolistas para uma reunião no seu gabinete, asseverando-lhes que “apenas Joaquim Reis, um dos maiores jogadores da época, recebera as despesas, por se tratar de um elemento muito pobre. De resto”, acentuou, “antes da viagem a Viana do Castelo fora prometido a Joaquim Reis o reembolso, por estar provada a sua incapacidade financeira...”. Como tudo ficou, assim, devidamente esclarecido, os recalcitrantes deram o conflito por arrumado, sublinhando que apenas aceitavam a violação aos princípios sagrados do amadorismo por uma questão de “solidariedade social”.” Nota: Joaquim Reis, de facto um excelente jogador, era conhecido por “Farrapa” e acabaria a sua carreira de futebolista no Salgueiros.2 Jan.1918 – A I Grande Guerra, os homens que partiram, os soldados que não se esquecem
Todas as guerras reclamam “carne para canhão”. O FC Porto, embora castigado pela partida inevitável de muitos dos atletas, não se esqueceu dos seus soldados, dos seus oficiais. Nem dos que eram adversários. Nem dos desportistas aliados. Assim, na Assembleia-geral de 2 de Janeiro de 1918, em ambiente de sentida emoção, apresentou Ivo Lemos uma moção que os associados do FC Porto aprovaram por aclamação, propondo para além de “um voto de sentimento pela perda de todos os homens do desporto de qualquer nacionalidade que morreram nos campos de batalha”, que fosse “criado um quadro de honra que será colocado numa das dependências do clube e que deverá mencionar os nomes de todos os sócios e praticantes que morram nos campos da batalha ou regressem inutilizados para o desporto, demonstrando por essa forma que o F. C. Porto não os olvida”.Ninguém imaginaria, contudo, que Vidal Pinheiro, cujo carisma se fortificara junto dos adeptos portistas, pela sua postura de homem galhardo e desportista imaculado, cairia, algumas semanas depois, fulminado pela metralha alemã. Como tantos outros. Estupidamente. [Texto a itálico in "Glória e Vida de Três Gigantes", 1995 – Adaptação] Tenente Vidal Pinheiro, portista herói na Flandres1918 – O tenente Joaquim Vidal Pinheiro, que ajudara à conquista definitiva da Taça José Monteiro da Costa, era um grande futebolista e um dos melhores atletas do clube. Tombaria nas trincheiras da terrível batalha de 9 de Abril de 1918. É considerado um herói da Flandres. A notícia da sua morte foi conhecida em Portugal no mês de Maio. Verteram-se lágrimas de saudade e comoção por quem tinha contribuído para tantas vitórias portistas. Vidal Pinheiro "morreu ao serviço da Pátria", mas esse facto não calou os desabafos de revolta pelo destino que a guerra traçou a um valoroso filho do FC Porto. As feridas da guerra, a perda de jogadores britânicos, a supremacia dos clubes de Lisboa● A supremacia dos clubes de Lisboa devia-se, fundamentalmente, à falta de concorrência que o FC Porto tinha no Norte. Crónico Campeão Regional, vitorioso em toda a linha quando em compita com equipas nortenhas, por via disso era falho de competitividade quando em confronto com os emblemas do Sul. Mas não se pense que a cores azuis-e-brancas não disputavam a vitória aos rivais da capital! O FC Porto foi, desde sempre, o mui digno representante do Norte de Portugal, o único clube que, desde logo, se constituiu rival de Benfica, CIF, Império e Sporting e, mais tarde, Belenenses. Estes reinavam “lá em baixo” em acesa disputa, o que lhes conferia a competitividade contra a qual o FC Porto muito tinha de porfiar. ● O FC Porto dependia bastante de jogadores britânicos que perdera por causa da guerra: Wright, Harrison e Allwood, mobilizados para o exército inglês, foram lacunas difíceis de colmatar e que fragilizaram a equipa. ● Não bastasse a sangria de atletas ingleses, o recrutamento de jogadores portugueses para a guerra, que, caso curioso, não atingiu tão duramente outras equipas (nomeadamente as de Lisboa!), consubstanciou debilidades que outro clube não ultrapassaria, pela certa. A perda, para sempre, de alguns dos seus filhos dilectos, abalou com contundência a estrutura desportiva do FC Porto. As feridas da guerra não tiveram um efeito inócuo; foram difíceis de suturar e deixaram marcas indeléveis que só um grande clube como o FC Porto superaria. 1917/18 – Nesta época o FC Porto perdeu o título de Campeão do Norte. Tanto pela dificuldade de organizar equipas, já que alguns dos seus melhores futebolistas tinham sido mobilizados para os campos de batalha da I Grande Guerra, quanto por a Associação de Futebol do Porto ter suspendido de actividade o clube, em Março de 1918, depois da direcção portista ter considerado aquela associação “persona non grata”. O conflito apenas se sanaria em Novembro, após eleições para a AFP. Os novos dirigentes mereceram voto de confiança do FC Porto. Quanto ao Campeonato do Porto, o título decidiu-se entre Salgueiros e Boavista (3-1). 13 Abr.1918 – "Porto Sportivo"
O FC Porto lançou o primeiro número do seu jornal, denominado "Porto Sportivo". Em destaque uma peça assinada por José Lello em que, referindo-se ao conflito com a AFP, escrevia que “o seu clube, o FC Porto, estava vitimado por um mundo semeado de rasteiras, reagindo e flagelando se preciso fosse como revolta do seu orgulho ferido”. À conquista de Portugal, à conquista da Europa, MAIS E MELHOR! Depois do período de sangue, suor e lágrimas, o FC Porto havia de levantar-se, heroicamente (como é timbre ao longo da sua gloriosa história), para feitos nunca antes cometidos. Previamente à dobragem dos anos 20, o FC Porto entrou em processo de desenvolvimento. Em caminho sem retrocesso, dirigentes e atletas lançaram-se com denodo na transformação de um clube à conquista de Portugal, à conquista da Europa. Pedra sobre pedra, vitória após vitória, consolidou-se um projecto em que se acreditava para conquistar o futuro. A partir daqui, jamais esmoreceu o espírito vencedor de homens e mulheres que não soçobraram perante os escolhos que tiveram de enfrentar. Intrépidos e determinados, os portistas combateram, sempre, em todas as frentes, para impor a força de um clube que não nasceu em berço quimérico, de vitórias enganosas, mas que trilhou o caminho seguro para bem cedo obter triunfos retumbantes. “Dois passos à frente, um atrás”, o FC Porto, ao contrário de outros, nunca regrediu ou se afastou de um propósito que é seu lema: MAIS E MELHOR! O FC Porto não dorme na esteira dos êxitos, enfrenta cada novo desafio como se fosse a primeira oportunidade para obter sucesso, reabilita-se a cada batalha perdida, não se verga ao infortúnio, luta sem tremor contra a mediocridade, contra quem o quer impedir de aspirar a MAIS E MELHOR. Com legitimidade, com orgulho, sem sobranceria (e sem choradinho…), sempre foi assim, é assim, sempre será assim. POORTO! POORTO! POORTO! F. Moreira – Mar. 2010 31 Ago.1919 – António Cardoso Pinto de Faria, o último Presidente da década 1910/1920, comandou os destinos do FC Porto até 1922. No seu mandato, honrosas e auspiciosas vitórias projectaram o Clube na senda dos triunfos. Também teve a felicidade de ver alinhar pela Selecção Nacional o primeiro jogador internacional do FC Porto, Artur Augusto. - No próximo post.: Capítulo 2 (Continuação) – Vitória ante o Sporting e na bilheteira; FC Porto, “um bloco formidável!”; nova vitória em Lisboa; primeira vitória sobre o Benfica e… em Lisboa; o silêncio dos jornais de Lisboa; a imprensa facciosa: o grito de revolta de Alexandre Cal.
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O campeonato ainda mal começou, e já está a doer! E muito, diria eu se fosse da oposição. Por muito que tente escrever sobre outra coisa, a realidade futebolística, impõe que a par das medidas de austeridade, o tema do momento seja o défice pontual e a forma acelerada como ele se cava jornada após jornada. AVB anda nas bocas do mundo, mormente as reservas iniciais existentes, o novo delfim do banco azul e branco, tem com calma e sentido de responsabilidade, calcorreado a ponte entre a realidade informática virtual, e a consistência como técnico de relvado, com sucesso. Após anos a fio de gabinete, a densidade ficcional supriam-lhe a máxima sensação de realidade, amplificando-lhe maior vontade e sentimento de interacção com o tempo e jogo real. Onze jogos depois, prós e contras aparte, talvez se comprove a existência de uma relação positiva entre os sistemas informáticos do futebol virtual e os efeitos benéficos, para com as suas atitudes de pensamento inovador, criatividade, estratégia, percepção cooperante e coragem face aos novos estímulos. Traçada a rota para 2011 sem medos, os sinais valem mais que os números. A Sul há quem à boca do túnel ou à luz da realidade de outros números, pense “só resolvo isto na playstation”, outros procuram no seu “quintal de talentos” um pinheiro, capaz de transformar uma vitória numa floresta de pontos. Esta quinta-feira, após mais uma jornada europeia de campeões, acordei resolvido a ignorar a galopante subida dos juros da dívida pública internacional ou o rumo estratosférico do défice, estava decidido a sucumbir aos prazeres do consumismo e como tal o futebol pela TV a partir desse dia dar-me-ia a possibilidade de ver o FCPorto na Europa com mais brilho, nitidez e contraste. Aquele LED com resolução/definição de muitos hertz e imagens 3D, seria finalmente uma realidade, tecnologia capaz de me atirar para percepções sensoriais e de imersão próxima da realidade in loco. Fiquei-me pela intenção. A loja escolhida para o efeito da compra, encontrava-se “sitiada” por uma turba pouco dada a ordem pública, por entre amálgama e azáfama dos trabalhadores do dito espaço comercial, percebi que o dia era de pré-lançamento de um jogo electrónico de futebol.  Não eram 6 milhões, mas entre muitos lá estava Jesus à conversa com o Rui Costa, qual binómio médico/paciente, chorrilhavam um sem fim de explicações para o mau inicio de época, desaustinados acreditavam piamente que aquela realidade virtual lhes aliviaria a depressão e evitaria o contacto com o mundo real. À falta de melhor, as certezas de outrora já não são tão certas por ora, eles que sabiam que a Terra gira, em face da crise, já não a pensam tão gira, e o SLBÊ, bem é o que se vê. A matriz do conceito electrónico permite sonhar, as probabilidades de insucesso diminuem drasticamente a cada reset, manuseando com destreza os comandos as metas estão a distância de um pulsar de teclas. A sensação de espera diluía-se com a ilusão daquele mundo paralelo, Jesus não parecia confortável naquele papel de freguês de fantasias, contudo sabe que só agarrado aquela interacção será capaz de se equivaler em futebol ao líder da Liga Zon. Na verdade a cada jornada, mais confuso fica. Se inicialmente não perdia tempo a analisar o jogo rival, ate porque convictamente “a jogar assim, dificilmente alguém nos pára”, hoje não consegue perceber onde acaba o real e o imaginário do novo futebol do Dragão. Ele que até tinha mais de metade do trabalho táctico feito, foi ultrapassado logo no arranque por equipa organizada, que não se desposiciona nos seus equilíbrios defensivos, que em cada momento de jogo vê imergir pequenos heróis, uns pela esquerda, outros em passada larga, oferecendo um nível com poucos elos precendentes na relação com a bola. Os passes conferem liberdade de criação, exactos momentos de profundidade ofensiva e a pressão nas primeiras linhas leva ao desespero o mais titânico dos adversários. O mestre da táctica, acalenta no subterfúgio electrónico alento e animação para os bloqueios tácticos e realidade das derrotas. Por contra ponto a norte, o renascimento contempla menor fulgor das transições, mas a conexão entre fantasia, verticalidade e ordem mesmo por entre a irrealidade dos mix’s ao nível da zona intermediária, 4x2x3x2; 4x4x2; 4x1x3x2 e 4x3x3, serem desvios conceptuais para com imagens de outrora. É obvio que esta nossa realidade perfila a positividade de um crescimento, importa não subestimar as realidades adversárias e mesmo que o futebol desta nova era não seja de outro mundo, é bom que Guimarães continue a ser berço de um crescimento sustentado e com os pés bem assentes na terra.
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assistência: --- espectadores.árbitros: Alon Yefet (Israel), Shmuel Shteif e Danny Krasikow; Assistentes adicionais: Liran Liany e Eitan Tabrizi; 4º árbitro: Haim Jakov. CSKA SÓFIA: M’Bolhi; Dechev, Vidanov, Aquaro e Grillo; Tiero, Yanchev «cap.» e Trifonov; Marquinhos, Sheridan e Michel. Substituições: Tiero por Trecarichi (58m), Grillo por Delev (67m) e Michel por Galchev (79m). Não utilizados: Chavdarov, Iliev, Esposito, Nelson. Treinador: Gjorgi Jovanovksi. FC PORTO: Helton «cap.»; Sapunaru, Otamendi, Maicon e Alvaro Pereira; Souza, Belluschi e João Moutinho; Hulk, Falcao e Rodríguez. Substituições: Hulk por Varela (65m), Falcao por Walter (72m) e Belluschi por Guarín (75m). Não utilizados: Beto, Fucile, Rolando e James. Treinador: André Villas-Boas. Marcadores: Falcao (16m). Disciplina: Cartão amarelo a Aquaro (78m) e Sapunaru (84m). Vencer é só o que este FC Porto de André Villas-Boas parece saber fazer. Na Bulgária, os dragões deram continuidade à dezena de triunfos já alcançados e foram sempre superiores a um CSKA Sófia esforçado mas pouco ameaçador. Com quatro novidades no onze – Sapunaru, Maicon, Souza e Rodriguez -, o FC Porto começou a vincar desde cedo a sua qualidade e podia ter marcado logo aos 5’, por Hulk, mas o guardião M’Bolhi fez a primeira de várias defesas providenciais. Autoritário e sólido, o FC Porto controlou toda a primeira parte, sem precisar de criar muitas ocasiões de golo. Aliás, o tento surgiu na primeira oportunidade flagrante, com Falcao a não desperdiçar uma assistência sublime de Hulk. O colombiano arranca no limite do fora-de-jogo e desvia de forma certeira e subtil. Estavam decorridos 16’ e o jogo parecia querer dizer que o vencedor já estava encontrado.  O CSKA Sófia tentou esboçar uma reacção, mas foi sempre incipiente nos primeiros 45 minutos, não conseguindo desarmar a máquina bem oleada de Villas-Boas, que mostrou sempre estar muito segura de si, independentemente das várias mudanças no onze. Ao cair do pano sobre a primeira parte, os dragões estiveram perto do golo por três vezes (Hulk, Falcao e Rodriguez), mas tanto desperdício veio a causar alguns calafrios no segundo tempo. Depois de um bom ensaio em jeito de Falcao (48’), com a bola a rasar o poste, o FC Porto tirou o pé do acelerador e somou algumas desconcentrações que podiam ter deitado tudo a perder num jogo que estava totalmente sob o seu controlo. O CSKA quase marcou aos 51’, 70’ e 73’, sempre através de cabeceamentos de Platini, Trecharichi e Sheridan, que eram sinónimo da maior propensão ofensiva dos búlgaros, aproveitando o menor fulgor neste período. Curiosamente, isso coincidiu com as saídas de Hulk e Falcao, com o ritmo portista a baixar um pouco. Todavia, o FC Porto acordou a tempo de não se deixar surpreender e ‘abafou’ a reacção do CSKA com nova atitude pressionante, onde se destacaram as actuações de João Moutinho, Souza e Rodriguez. O segundo golo acabou por não chegar, mas o FC Porto segurou a vantagem até ao apito final, dando mais um passo rumo à fase seguinte da Liga Europa. E vão 11 triunfos para este Dragão com fome de vitórias… DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDAAndré Villas-Boas: «Se calhar, faltou-nos fazer o 2-0, ainda na primeira parte, para transmitir mais tranquilidade ao nosso jogo. Apesar de termos construído menos oportunidades na segunda parte, também as tivemos e foram boas. Não conseguimos voltar a marcar, mas, com as alterações que fizemos, conseguimos gerir o equilíbrio defensivo e a posse de bola. Temos quatro centrais muito competentes, todos eles dão garantias e as decisões serão sempre de ordem estratégica, de acordo com o jogo em questão. Temos de encarar a dupla jornada com o Besiktas no sentido de somar os seis pontos, que é o nosso compromisso. Um mínimo de três pontos pode, inclusive, encaminhar a qualificação, mas na nossa mente estará sempre o objectivo de conseguir duas vitórias. Com uma vitória, a recuperação mental é mais rápida e, nesse sentido, ajuda também à recuperação física, pelo que estou convencido de que estaremos em Guimarães na máxima força e sem qualquer problema.» João Moutinho: «Depois de chegarmos à vantagem, estávamos à espera de uma reacção. O CSKA teve algumas oportunidades para fazer o golo, mas nós soubemos defender e manter este resultado, que é importante para nós. Temos feito um grande trabalho. Todos nós. Equipa técnica, jogadores e toda a organização que nos apoia. Queremos dar continuidade a esta sequência de vitórias já em Guimarães.»
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Na vitória por 2 a 0 frente à OLHANENSE, Hulk marcou e "deu" a marcar. Factores que ajudaram à sua eleição de melhor em campo. O segundo lugar ficou para o sempre inconformado João Moutinho, que já vem pontuando há vários jogos. Outro jogador do meio-campo, Fernando, ficou com o terceiro posto. Já o quarto lugar ficou para o atacante, Silvestre Varela. Belluschi, o mago da nossa equipa ficou com a quinta posição. Na vitória frente ao CSKA SÓFIA por 0 a 1, marcou Falcao, com assistência de Hulk. Num jogo em que Villas-Boas operou algumas alterações. Para melhores em campo (10, 7, 5, 3 e 1 ponto), podem votar nos seguintes jogadores: "Helton, Sapunaru, Maicon, Otamendi, Alvaro, Souza, Belluschi, Moutinho, Falcao, Hulk, Rodríguez, Varela, Walter e Guarin"  Um abraço e boas votações, Tiago Teixeira
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Tribunal O JOGO: CSKA Sófia 0-1 FC Porto Árbitro: Alon Yefet (Israel) / Assistentes: , Shmuel Shteif e Danny Krasikow.
Discreto e eficaz
Bem auxiliado nos lances de fora-de-jogo, Alon Yefet teve um final de tarde tranquilo, num encontro sem casos. Indiferente à pressão do público, o israelita controlou disciplinarmente e sem lapsos técnicos.
fonte: ojogo.pt
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