12 outubro, 2010

Primeira festa nas modalidades de pavilhão 2010/11

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A remodelação operada na equipa dirigente do basquetebol do FC Porto com a nomeação de Júlio Matos para vice-presidente do FC Porto e responsável máximo da modalidade teve este domingo um 1º motivo para celebração. O FC Porto venceu o 1º troféu oficial da época, Torneio António Pratas, e parte agora para a luta pelo título Nacional 7 anos depois… Matos não mexeu na equipa técnica (e fez bem), composta por Moncho, João Tiago e Diogo Gomes, contratou 2 Portugueses de valor inquestionável, Miguel Miranda e João Santos, manteve os melhores da última época (Andrade, Marçal, Stempin e Terrell…) e contratou Ogirri que, ou muito me engano, ou não ficará por cá muito tempo, embora o facto da sua recente lesão o possa ainda estar a limitar.

Se queremos realmente destronar o Benfica (possui na prática 4 estrangeiros pois Heshimu Evans “virou” Português) temos que ter um 3º estrangeiro (base) de valor acima da média e este poderá não ser essa peça fulcral que tanto necessitamos (o base veterano José Costa foi também uma boa jogada de Matos, mas não chega).

Na época passada a boa equipa que tínhamos (e Hunt era bem melhor que Ogirri, segundo me dizem, porque não vi ainda nenhum jogo desta época) chegou para vencermos a taça da liga e a taça de Portugal mas faltou ainda um “passo mais” para o título Nacional. Esta época começou bem mas cuidado com essa última cartada… esta foi a 1ª conquista das modalidades de pavilhão 2010/11 depois de no futebol profissional já termos ganho a supertaça Nacional (vitória por 2-0 em Aveiro diante do Benfica).

Que seja a 1ª de muitas conquistas, qualquer que seja a modalidade e o escalão, é o meu (nosso) desejo!



ANDEBOL

FC Porto segue na Taça EHF e visita amanhã o Águas Santas...
( 1º Benfica-16 pts e 6 jgs; 2º ABC de Braga-16 pts e 6 jgs; 4º FC PORTO-13 pts e 5 jgs...)

  • FC Porto, 28 - Energia Pandurii, 19
O FC Porto venceu os Romenos do Pandurii por 9 golos de diferença numa 2ª mão em que foram notórios os diferentes níveis de classe entre as duas formações. Os Dragões ao intervalo já venciam por 13-8 e na 2ª metade deu para rodar todo o plantel (onde pára Augusto Pedro?) com bons pormenores de Jorge Silva, Gilberto e Miguel Marinho. O melhor marcador foi Ricardo Moreira com 5 golos, logo seguido de Mota, Gilberto e Dario, todos com 4 e Tiago com 3. Lá estive no meio dos quase 800 espectadores presentes e conto estar amanhã (21h) no fecho da jornada 6 do campeonato em Águas Santas onde o FC Porto vai tentar apanhar ABC e Benfica no 1º posto. Nesta ronda o Sporting voltou a perder, de forma surpreendente em casa diante do Madeira. Relembro que no domingo (17h RTP2) o FC Porto recebe o Sporting e eu lá estarei... Por último, de referir que hoje pelas 10 horas o FC Porto já sabe o adversário (que será bem complicado-Dunaferr da Hungria) para os 16 avos de final da taça EHF.



BASQUETEBOL

FC Porto vence 1º troféu oficial da temporada do basquetebol...
("Final four" do troféu António Pratas/LPB disputou-se este fim de semana em Ponte de Sôr)

  • FC Porto, 89 - Barreirense, 64

  • FC Porto, 68 - Ovarense, 59
O FC Porto tinha eliminado em 2 jogos fora de casa Guimarães e Penafiel e disputou com o Barreirense (vencedor do grupo onde estava o Benfica) o acesso à final em Ponte de Sôr, palco desta final four. No jogo de sábado os Dragões dominaram claramente e triunfaram sem contestação com grandes exibições de Stempin (19 pontos) e Miguel Miranda (14) numa partida onde o seu base Sean Ogirri marcou 10 pontos.

No domingo a Ovarense deu grande réplica na final desta 1ª competição da temporada e ao intervalo o Porto só ganhava por 2 pontos (34-32). No 3º período os Dragões que dominaram a luta das tabelas acabaram por se destacar mais um pouco (53-46) e confirmaram no período final uma vitória justa que foi quase totalmente "abafada" pela imprensa Nacional. Parabéns aos pupilos de Moncho Lopez sendo de destacar nesta final Julian Terrell com 15 pontos seguido de Carlos Andrade e Stempin com 13 cada. O FC Porto venceu a 1ª de 6 provas que pretende vencer nesta temporada 2010/11 e sucedeu ao Guimarães na lista de vencedores desta prova de abertura da época desportiva. Sábado pelas 21h começa o campeonato com o FC Porto a receber no dragão caixa o V.Guimarães, jogo que começa logo a seguir ao nosso jogo de futebol na taça.



HÓQUEI EM PATINS

FC Porto ganha em Tomar e segue na frente do campeonato...
( 1º FC PORTO-6 pts e 2 jgs; 2º Limianos-6 pts e 2 jgs; 3º Benfica-6 pts e 2jgs...)

  • Sp.Tomar, 2 - FC Porto, 4
O FC Porto conseguiu em Tomar a 2ª vitória no campeonato batendo a formação local de forma justa mas sempre com boa réplica por parte dos verde-brancos. Pedro Moreira e Reinaldo Ventura deram a vantagem de 2-0 ao intervalo para os dragões, que na segunda parte aos 11 e 12 minutos acabaram com o jogo com golos de Filipe Santos e Pedro Gil (0-4). Na parte final os árbitros que só viam faltas contra os Dragões fartaram-se marcar livres directos obrigando o FCP a jogar com menos 2 jogadores durante uns segundos. O Tomar reduziu mas não havia tempo para mais. Na próxima jornada o FC Porto recebe o Cascais pelas 15 horas de sábado no dragão caixa (às 19h há jogo da taça de Portugal com o Limianos em futebol no estádio do dragão e depois às 21h há basquetebol de novo no pavilhão azul e branco).



DRAGÃO D'OIRO

Gregory Stempin

Duas belas exibições de Stempin nesta final four fazem com que justifique esta nomeação. Julian Terrell esteve enorme na final com 15 pontos e 12 ressaltos (no dia anterior esteve discreto) mas Stempin brilhou em ambos os jogos com 19 pontos e 8 ressaltos na semi-final e 13 pontos e 5 ressaltos na final. Com um Stempin assim, todos os nossos sonhos se justificam...



Saudações Portistas, Lucho.

formação: resultados e classificações

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FUTEBOL

- COMPETIÇÕES NACIONAIS

Beira-Mar 0-2 FC Porto

Campeonato Nacional de Juvenis - Série B - 10ª Jornda
Local:
Estádio Mário Duarte, em Aveiro.

Árbitro: Nuno Vaz (Viseu).

Beira-Mar: Samuel; Rúben, Miguel, Manuel e Iury (Nito, 29); André, Pité e Rafa (Diogo Carvalho, 74); Marc (Henrique, 64), Ricardo e Danny.
Treinador: Aguinaldo Melo.

FC Porto: Luís Filipe; Hugo Baldaia, Bruno Silva, Lima Pereira e Rafael (Gerson, 41'); Leandro (Tomás Podstawski, 65'), Diogo Mota e Christian; Fredéric Maciel, Francisco Costa (Ricardinho, 41') e Gonçalo Paciência.

Ao intervalo: 0-0.
Golos: Diogo Mota (74') e Frederic (79').

FC Porto 5-0 Sanjoanense

Campeonato Nacional de Iniciados - Série B - 7ª Jornada
Local: Vitalis Park

Árbitro: Pedro Sá - Braga

FC Porto: João Gurtner; Joel Pereira, João Cunha, Bruno Duarte e Tomás Mota; Diogo Barbosa, Paulinho (Cléver França, int.) e Rui Moreira; Sérgio Ribeiro, Rúben Macedo e Luís Mata (Schuster, int.).
Treinador: José Tavares.

Sanjoanense: Cláudio Aguiar; Daniel Oliveira (Daniel Migueis, 58'), André, Diogo, André Meireles e Marinho; Lisboa, Mota (Gonçalo, 49'), Francisco e Henrique; Mauro (Gil, int.) e Lima (Júlio, int.).
Treinador: Vasco Costa.

Ao intervalo: 1-0.
Golos: Luís Mata (12'), Rui Moreira (39' e 71'), Sérgio Ribeiro (46') e João Cunha (47').

- COMPETIÇÕES DISTRITAIS




ANDEBOL

FC Porto 44-23 FC Infesta

Campeonato Nacional de Juniores - 4ª Jornada
Local: Pavilhão Gimnodesportivo Anreade

FC PORTO: Manuel Borges (GR); Ricardo Pesqueira (1); José Silva (4); Francisco Santos (6); Carlos Santos (1); Filipe Santos (2); Mario Lourenco (9); Carlos Monterroso (GR); Pedro Almeida (2); Hugo Santos (7); Antonio Ventura (7); Pedro Garcia (2); André Rei (3).
Treinador: Carlos Martingo.

Intervalo: 17-8

- resumo do jogo de infantis entre o FC Porto e o Estrela Vigorosa Sport: CLICA AQUI.



BASQUETEBOL



HÓQUEI PATINS




Um abraço e até para a semana
PedroPorto

11 outubro, 2010

Nuvens de fumo...e mentiras

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Bastaram 7 jornadas do campeonato e uma Supertaça disputada para o futebol português se encontrar envolto numa série de polémicas, num barulho intenso e histerismo que se alastra pelo país anti-portista. Há alguns meses atrás, no fim do último campeonato, o futebol português respirava transparência e nenhum episódio extra-campo poderia colocar em causa a justeza do vencedor do campeonato. Segundo muita gente, estávamos perante o início de uma nova era no futebol português, em que o FC Porto estaria arredado do sucesso.

Ora bem, com a liderança isolada no campeonato nacional e 11 vitórias em 12 jogos oficiais o FC Porto baralhou as contas de muita gente crente na “nova era” do futebol português. No primeiro jogo oficial era quase certo que o FC Porto faria figura de corpo presente na disputa da Supertaça. As contas saíram “furadas” a muita gente e o FC Porto esmagou o seu adversário, sendo que o resultado pecou por escasso. Neste jogo várias expulsões foram perdoadas ao nosso adversário. Nem um pio se ouviu sobre arbitragem.

Iniciado o campeonato, e após várias derrotas do clube que iria dominar a “nova era” do futebol português, além da liderança isolada do FC Porto, logo surgiu uma série de episódios rocambolescos no futebol português em completa fase de histeria (quando o FC Porto está em 1º, está sempre tudo mal). Foram conferencias de imprensa inéditas do presidente dos árbitros, foram idas ao ministério da administração interna por causa da violência, foram comunicados atrás de comunicados, cada um mais idiota que o outro, ameaças de não comparências a jogos, enfim, um conjunto de episódios ridículos que revelam bem o nervosismo e a enorme nuvem de fumo que se pretende lançar sobre o que se tem passado dentro de campo: a superioridade evidente do FC Porto!

Aquilo que se passou com Rui Moreira (RM) não me espantou muito. A divulgação de escutas privadas e totalmente à margem da lei voltou a agitar o país, especialmente o típico português sempre pronto a ouvir as conversas privadas dos outros. Mais uma vez fica bem evidente que há pessoas com uma enorme dificuldade em compreender que vivemos num país democrático em que se tem de aceitar as regras do poder judicial e as suas decisões. RM insurgiu-se e bem contra uma justiça popular, com base nas convicções de cada um e seus gostos pessoais. Assim seria muito melhor, a justiça das “massas”, em que claro aí ganhava quem tinha mais adeptos e açambarcava maior número de opiniões. Mas não! Felizmente, depois do 25 de Abril vivemos num país democrático em que as instituições democráticas, como os tribunais, desempenham um papel de, com maior ou menor rapidez e eficácia, assegurar o estrito cumprimento da lei, sem atropelos à mesma, nem justiças com base em “feelings” ou gostos pessoais. É isto que enraivece muita gente que tentou desde o primeiro momento transformar um processo judicial numa guerra contra o FC Porto!

Toda esta trapalhada empolada e aproveitada pelos nossos adversários incapazes de nos derrotar em campo pode explicar-se resumidamente assim: depois de uma investigação de vários anos, muitas acusações, muita especulação jornalística e uma série de invenções muitas vezes repetidas com a esperança de se tornarem verdades inquestionáveis pela sociedade, o julgamento do processo “apito dourado” ilibou total e claramente Pinto da Costa e tudo o que tinha a ver com o FC Porto. E basicamente, é por isso que há agora esta espécie de sentimento de vingança para julgar na praça pública aquilo que os tribunais julgaram em sede própria. Por tudo isto, acho que RM com aquela atitude acabou por honrar todos os adeptos do FC Porto porque simplesmente fez algo que deve ser feito: deixar a falar sozinhos quem, saudosista dos tempos da ditadura em que abundavam cozinhados bem graves e escamoteados pelo regime de então, não aceita o normal funcionamento dos orgãos democráticos legalmente designados para o efeito.

Para encerrar este assunto, há que também desmistificar as mentiras, que o adversário de RM no Trio de Ataque bem como outros compulsivamente têm repetido, acerca das famosas escutas divulgadas e pertencentes a um processo já concluído. Ao contrário do que qualquer idiota possa acusar, o tema das escutas não é nem pouco mais ou menos incómodo a qualquer portista. Isto porque, e segundo o acórdão que ilibou Pinto da Costa de todas as patéticas situações de que era acusado, as escutas são consideradas nulas não por qualquer capricho do juiz que as analisou mas porque, e passo a citar excertos do acórdão disponível na net para qualquer um ler:

    Não concretiza nem descreve qualquer indício probatório;

    Não concretiza nem especifica qualquer facto relativo ao crime que diz mostrar-se indiciado;

    Não descreve nem especifica qualquer facto/razão que permita concluir que as escutas se revelam de grande interesse para a descoberta da verdade ou para a prova ou que justifique não se poder alcançar o escopo pretendido através de outros meios de prova menos ofensivos da liberdade e privacidade do arguido
    ;”
Fica bem evidente o ridículo ao que se tem exposto todas as pessoas que, a reboque de uma frustração desportiva bem patente na tabela classificativa têm tentado reavivar, sem razão, um assunto já encerrado pela instituição própria para o efeito.

FC Porto venceu a segunda corrida

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Depois de uma brilhante «pole position» na qualificação, Álvaro Parente não foi feliz no arranque da primeira corrida de Pequim e, em virtude de um problema com a pressão da gasolina, não pôde somar qualquer ponto. Na segunda manga, todavia, o piloto do FC Porto foi arrasador: impôs-se de forma inequívoca e somou mais um triunfo para os azuis e branco nesta temporada da Superleague Formula.

Este domingo constituiu mais uma prova de que o FC Porto não tem tido a melhor das fortunas na presente época, apesar de já ter ganho várias corridas e, ainda na semana passada, ter reinado na Super Final de Ordos, com Earl Bamber ao comando do seu bólide.

A arrancar da «pole» e com um carro muito fiável, Álvaro Parente tinha todas as condições para vencer no circuito citadino de Pequim, mas nem sequer teve a oportunidade de provar o seu ritmo, uma vez que não conseguiu acelerar na partida largada da primeira corrida. Forte revés que deixou os azuis e brancos desolados, mas não esbateu a sua ambição.

Na segunda etapa esta jornada, porém, nada fez esbater a chama do Dragão e Álvaro Parente, que partiu de 4º, esteve sempre muito competitivo, terminando na frente do PSV e do AC Milan. O piloto portista teve de debater-se com condições climatéricas extremamente difíceis, resistiu a alguns sustos (incluindo um pião), mas chegou onde queria. Acrescente-se que a Super Final foi cancelada devido à chuva.

«Foi um fim-de-semana muito estranho. Comecei muito bem com a pole na sexta-feira, mas depois foi a loucura completa. Em relação à primeira corrida nem posso dizer que a cheguei a começar por causa do problema que tive na pressão do combustível. A segunda já foi melhor e consegui vencer, mas a chuva e a visibilidade tornaram-na perigosa. Seja como for, vim a Pequim para assinar uma pole e um triunfo», sintetizou o piloto, após um fim-de-semana de emoções fortes.

Classificação Prova - desistência (1ª prova); 1º lugar (2ª prova); não se realizou (superfinal).
Classificação Geral - 1º lugar, RSC Anderlecht (635 pts); 9º lugar, FC Porto (421 pts).
Próxima prova: 23 e 24 de Outubro de 2010, no Circuito de Navarra, Espanha.


Qualificação



Segunda Corrida

10 outubro, 2010

ENTREVISTA: Núcleo dos Dragões da Covilhã

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Será caso para dizer: "até que enfim!!"... finalmente, poderei prestar um outro contributo, desta vez, mais directo e efectivo, junto deste espaço de tertúlia que é o blog BiBÓ PoRtO, carago!!.

Ainda que muitos e tantos já me conheçam e até reconheçam, para aqueles que ainda não, a partir de hoje, passarão a encontrar-me por aqui sob o nick Mafaldinha, sempre e sempre, devidamente equipada a rigor sob o manto sagrado azul-e-branco do (nosso) fcPORTO, apaixonada e reconhecidamente, tão só, apenas mais uma adepta entre tantos/as outros/as de Portistas que sentem, vivem e respiram este mágico clube, 24 horas por dia non-stop.

A minha rúbrica, passará essencialmente, pela cobertura e respectiva divulgação das casas, delegações e núcleos de adeptos do fcPORTO, quer a nível nacional, quer internacional.

Finalizo a minha apresentação, com votos para que apreciem e se deliciem tanto quanto eu, com esta rúbrica que se espera seja mais um «sucesso» deste cantinho.

Assim, e desde logo para abrir as hostilidades, deixo-vos aqui a divulgação do núcleo dos Dragões da Covilhã - delegação nr. 49, aproveitando desde logo, para agradecer toda a simpatia e cordialidade, com que os órgãos sociais deste núcleo nos receberam já há uns tempos atrás, para além da excelente companhia com que me presentearam no visionamento via tv, do jogo de abertura da liga 2010/2010, na ida do fcPORTO à Figueira da Foz para defrontar a Naval 1º de Maio.



Núcleo dos Dragões da Covilhã  
delegação nr. 49 do fcPORTO

Queiram fazer uma breve apresentação dos Orgãos Sociais.  

Os Órgãos Sociais do Núcleo do Futebol Clube do Porto- Dragões da Covilhã, são compostos do seguinte modo; Assembleia Geral Presidente: Fernando José L, Pires Simões Vice – Presidente: Jorge Manuel Mendes Moreira Secretário; Carlos Manuel Levy Catalão Direcção Presidente: Guilhermino Julião Silva Fernandes Vice - Presidente: António Júlio Abrunhosa Branquinho Tesoureiro: Rui Alberto Freire Pereira Secretário: Rogério Pedro Fernandes Serôdio Vogal: António José Raposo Matias Vogal: Jorge Manuel Nunes Oliveira Vogal: Paulo Alexandre Barbosa Andradre Vogal: João José Costa Guedelha Vogal: Álvaro Edgar Duarte Samagaio Conselho Fiscal Presidente: Luís Maria Fortuna Neves Secretário: Ângelo Pinto Cleto Relator: Jerónimo Antunes dos Reis

Como e quando surgiu o espaço azul e branco da Covilhã?

A abertura deste Núcleo foi uma aventura para quem como nós, um pequeno grupo de adeptos do F. C. Porto, a residir na Covilhã, com pouca ou nenhuma experiência em associativismo se lançou na criação de uma estrutura de raíz, o que implicava a elaboração de estatutos, a sua consequente aprovação e reconhecimento pelo departamento do F. C. Porto e seus serviços Jurídicos, culminando tudo isto, mais tarde, na assinatura de escritura pública.

Tudo na vida tem um princípio e o começo deste Núcleo não fugiu à regra.

Em Junho de 1995, por iniciativa de um pequeno grupo (dizemos bem pequeno, porque às vezes muita gente só atrapalha) de adeptos, foi organizado um jantar convívio que serviu para comemorar o título de campeão e ao mesmo tempo avaliar a implementação de portistas na nossa região.

A presença de 80 pessoas neste primeiro jantar foi para nós bastante animador o que nos incentivava a continuar. Nos anos seguintes de 1996 e 1997 as presenças foram aumentando para 120 e 150 pessoas, respectivamente, que diga-se em abono da verdade, nos dava um grande prazer, até porque os títulos, entretanto conquistados pelo F. C. Porto iam acontecendo.

No jantar convívio de 1998 foi lançado um desafio ao tal pequeno grupo que se mantinha, desde a primeira hora, pelos adeptos presentes – a criação do Núcleo na Covilhã.

O grupo foi trabalhando na captação e no recenseamento de associados, elaboração de estatutos, deslocações a Lisboa para a obtenção do número de pessoa colectiva e sondagens de um espaço que fosse compatível com as nossas possibilidades financeiras, que eram escassas, pois, as reuniões tinham lugar em cafés e na garagem de um associado. Finalmente entre avanços e recuos, optimismos e hesitações, foi assinada pelos três elementos que faziam parte da comissão (Joaquim Maia, António Branquinho e Rui Pereira) a escritura pública que nos dava existência legal, como Núcleo do F. C. Porto – Dragões da Covilhã, Delegação n.º 49.

Como tem sido o desenvolvimento, durante o tempo de existência, e quantos associados tem?

As primeiras reuniões realizaram-se em cafés e na garagem de um associado.

Posteriormente e após várias diligências o Núcleo conseguiu instalações próprias, embora bastante exíguas.

Como estas não tinham as condições ideais para oferecer aos seus associados o conforto pretendido, iniciaram-se contactos com a Câmara Municipal da Covilhã, com o objectivo da cedência de umas instalações condignas.

O resultado destes contactos foi a cedência de um edifício, bastante degradado, que após vários meses de recuperação se transformou nas instalações actuais.

Actualmente o Núcleo conta com 310 associados.

Quais as expectativas para este ano?

É intenção dos órgãos sociais deste Núcleo, divulgar e expandir o nome do Futebol Clube do Porto, numa região onde não temos grande implantação. Somos efectivamente o único representante do F. C. Porto em toda a Beira Interior. Temos sentido todo o apoio da Casa Mãe, que nos anima e ajuda a crescer. Contamos com a colaboração de todos os associados e fazemos votos que os portistas da Covilhã se revejam no nosso Núcleo.

Quais foram os pontos mais altos ou mais marcantes da delegação?

O concretização do sonho das actuais instalações; a visita por duas vezes do nosso Presidente Jorge Nuno Pinto da Costa, sendo uma delas aquando da inauguração da nossa sede, no dia 17 de Junho de 2005 e ainda as vitórias do nosso clube em várias provas de múltiplas modalidades.

Quais os apoios e iniciativas que a delegação pode oferecer aos adeptos do nosso clube?

Apoio na aquisição de bilhetes para jogos do F. C. Porto, organização de excursões, passeios, actividades lúdicas/desportivas. Torneio de damas anual e convívios em momentos especiais.

Existem casas ou delegações de outros clubes na Covilhã? Se sim, qual o tipo de relação que mantém?

Sim, nomeadamente, com a casa do Benfica, do Sporting e Casalense Futebol Clube (representação do Boavista Futebol Clube). As relações são cordiais e de respeito mútuo. Realizando-se um torneio anual de futsal, inter delegações.

Já conheciam o blog "BiBÓ PoRtO, carago!!"? Se sim, qual a vossa opinião?

Já conhecíamos, embora superficialmente, Após a vossa visita passamos a conhecer mais profundamente o Blog, achando que o mesmo está bem concebido e garante a divulgação condigna da realidade portista, facilitando em tempo útil, as notícias mais relevantes.

Para finalizar, queiram deixar uma mensagem aos nossos leitores.

É sem dúvida um elo de ligação entre todos os Portistas espalhados pelos quatro cantos do Mundo.



CONTACTOS E INFORMAÇÕES ÚTEIS

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INSCRIÇÃO DE NOVOS ASSOCIADOS E QUOTAS Os novos sócios poderão inscrever-se na nossa sede ou através do site, tendo de apresentar 2 fotos e €5,00 de jóia. Sócios efectivos - € 12,50 anuais Sócios reformados - € 6,50 anuais Sócios juniores( 12 aos 18 anos) - € 5,00 anuais Sócios juvenis – (menos 12 anos) – Isentos

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André Villas-Boas na Gazzetta dello Sport

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PARIGI (Fra), 6 ottobre 2010
Villas-Boas il nuovo Mourinho
Il suo Porto è ancora imbattuto

Ex assistente del più celebre connazionale al Chelsea e all'Inter, il trentaduenne tecnico del club portoghese è stato osservatore per Robson e c.t. delle Isole Vergini. E intanto ha inanellato sei vittorie e un pari nelle prime 7 gare di campionato e 4 successi su 4 in Europa League


Il Porto è primo in classifica e suona come un’eccezione tra i principali campionati europei, dominati dalle outisider (Lazio in Italia, Valencia in Spagna, Rennes in Francia), da squadre sconosciute (Mainz in Germania), o condizionati da sfidanti ambiziose (il Manchester City di Mancini a -4 dal Chelsea di Ancelotti). La vera eccezione del Porto però non è la classifica, ma l’allenatore: André Villas-Boas, 33 anni il 17 ottobre.

MOURINHO — Per ora il suo è un nome sconosciuto ai più. Ma le prime sette giornate di campionato (sei vittorie e un pareggio) e l’iniziale percorso in Europa League (4 vittorie su quattro partite) hanno già sollevato i primi ingombranti paragoni con il connazionale più noto: Mourinho. Non solo per il passaporto. Villas-Boas è stato uno degli assistenti del tecnico di Setubal fin dai tempi del Porto dei miracoli, dei primi “tituli” prestigiosi: Uefa nel 2003, Champions nel 2004.

PERCORSO — Villas-Boas sfoggia un curriculum atipico. Se non ha mai giocato a calcio, ha esordito adolescente nel mondo del calcio a fianco di Bobby Robson, grazie alla sua sfacciataggine. Di famiglia agiata, Villas-Boas era vicino di casa dell’inglese a cui lasciò una lettera per consigliargli un uso più accurato dell’attaccante Domingos Paciencia, oggi alla guida del Braga (già battuto 3-2 l’11 settembre). Consigli che gli valsero a 16 anni l’ingresso nello suo staff come osservatore.

INTER — Così Villas-Boas fece conoscenza di Mourinho, allora assistente di Robson. Poi quando lo Special One tornò in Portogallo lo volle al suo fianco per rilanciare i Dragoni, affidandogli la supervisione degli avversari. Nel frattempo, però, Villas-Boas si era laureato all’Isef e aveva ottenuto il diploma da allenatore, diventando pure c.t. delle Isole Vergini. A 22 anni. Esperienza finita con l’esonero dopo uno 0-9 contro le Bermudas. Poco importa, con Mourinho cominciò la vera carriera subito coronata da una pioggia di trofei. E il ragazzo prodigio continuò l’avventura a Chelsea e all’Inter dove aveva fama di esperto tattico.

CLONE — L’anno scorso, Villas-Boas ha accettato, a soli 31 anni, la panchina dell’Academica de Coimbra, alla deriva dopo 7 giornate. Obiettivo, salvezza. E’ arrivato invece l’11/o posto che ha convinto i dirigenti del Porto a puntare su di lui. Villas-Boas ha messo subito le cose in chiaro: “Non sono il clone di nessuno”. Ma la Supercoppa portoghese vinta all’esordio con un 2-0 rifilato ai rivali e campioni in carica del Benfica, i dodici risultati utili consecutivi tra campionato e Europa League e il rigore tattico non lo aiutano a sfuggire al parallelo con il suo predecessore. E se proprio non fosse il nuovo Mourinho, difficile sfuggire alla tentazione di bollarlo come il nuovo Guardiola. Non lo aiuta neanche la tendenza a non concedere interviste e a trasformare le conferenze stampa in siparietti, magari per criticare il capo degli arbitri dopo l’espulsione di un suo giocatore o i presunti favori ai rivali. Vi ricorda forse qualcuno?

Alessandro Grandesso
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André Villas-Boas no Wall Street Journal

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SPORTS OCTOBER 5, 2010, 11:25 A.M. ET
Meet Portugal's Boy Genius


By GABRIELE MARCOTTI

Some coaches get their shot with a major club at a relatively tender age (in coaching years, anyway). Barcelona's Pep Guardiola was 37 when he got the gig.

And there are those who get a crack at the big time without ever having played beyond amaetur level, like Aston Villa's Gerard Houllier. There's another, smaller subset which includes those who advanced to top jobs with little or no head-coaching experience, like Real Madrid's Jose Mourinho when he took over at Benfica.

But the above examples are all rare. Rarer still is a guy like Porto boss Andre Villas Boas, who falls squarely in all three categories and, if his vertical ascent continues, could herald a change in the way clubs recruit managers.

Mr. Villas Boas's side goes for its 12th consecutive win in a competitive match on Monday night when it makes the short drive inland to take on Vitoria Guimaraes. Right now, Porto is 11 for 11 in the Portuguese League, Europa League and Portuguese SuperCup. What's more, it has shut out the opposition in all but two games. And it did it despite the departure of two stalwarts – defender Bruno Alves and midfielder Raul Meireles – over the summer.

All of this is remarkable enough until you consider that Mr. Villas Boas is just 33 years old and, prior to this season, had just 23 league games' worth of managerial experience, all of them at Academica Coimbra, the provincial club which appointed him just over a year ago. When he took charge of Academica, it was winless and dead last. By the time the season was over, Mr. Villas Boas had guided it to respectability (11th place in the 16-team league) and to the semifinal of the Portuguese League Cup.

It was enough for Porto – one of the traditional Portuguese giants – to put its eggs in Mr. Villas Boas's basket in an attempt to bounce back from a rare season which saw it finish third, only the second time since 2002 that it failed to win the league.

Mr. Villas Boas was still a teenager when he started working in Porto's scouting department way back in the mid-1990s. The club was impressed both by the breadth of his tactical understanding and his ability to produce scouting reports players could digest easily. Yet he may never have gone any further if, in early 2002, the club had not turned to Mr. Mourinho, himself an unorthodox rising star of management. Mr. Mourinho took him under his wing, making Mr. Villas Boas an integral part of his staff, both at Porto, where he won two league titles, the Champions League and the UEFA Cup and later during his successful spells at Chelsea and Inter Milan. By the time he moved to Chelsea, Mr. Villas Boas's pre-match scouting included personalized DVDs for each player, outlining their direct opponent in the next game, including strengths, weaknesses and tendencies.

Given Mr. Mourinho's reputation, it was quite the calling card, and Mr. Villas Boas openly admits that it helped him land the Academica job. But he bristles at those who consider him Luke Skywalker to Mourinho's Yoda. Or, among his detractors, Mini Me to the self-anointed "Special One's" Dr. Evil.

While Mr. Villas Boas employs the 4-3-3 formation Mr. Mourinho used to such great effect at Chelsea, it's a more fluid system, with the wingers often turning into strikers. He lacks Mr. Mourinho's charisma – that unparalleled ability to seduce players, media and fans – and comes across as less confrontational and self-assured. On the other hand, he may be more tactically sophisticated and his Porto squad attacks more than Mourinho's teams at Chelsea and Inter (the jury's still out on Real Madrid).

It's tempting to call Mr. Villas Boas soccer's answer to Theo Epstein, who rose from the San Diego Padres' public relations department to become general manager of the Boston Red Sox at age 29. Both are outsiders who brought a novel approach to understanding the sport and landed important jobs at a young age. But the crucial difference is that Mr. Villas Boas's role is far more hands-on, running training sessions and making all the game-day decisions.

He's an interloper in the inner sanctum, having never played the game at any significant level. And while he's not the first to do so, those who came before him, like Mr. Houllier, served long apprenticeships working their way up through the lower leagues.

Mr. Villas Boas's appointment obviously owes a lot to his mentor. But it's also a bold move, a striking departure from the groupthink and conventional wisdom so prevalent in soccer. You'll know whether it worked the day you read a profile of Mr. Villas Boas that does not mention Mr. Mourinho.

09 outubro, 2010

De cabeça bem erguida

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Não posso deixar de abrir a minha participação de hoje com um breve comentário ao post do colega Norte na semana passada. A resposta à pergunta colocada no título é óbvia: não, não merecem. E nós, que somos o Porto, não vamos virar a cara à luta. E a primeira e mais importante forma de luta é também a mais simples: estar lá. Amanhã (Sábado) há andebol no Dragão Caixa, às 15h, contra os romenos do Pandurii. Quem ficou indignado com o que leu no post do Norte, quem não fazia ideia, quem já desconfiava, quem acha que a solução é fácil, quem acha que a solução é difícil, enfim, quem SE IMPORTA: apareça.

Futebolisticamente falando, estas duas últimas semanas poderão ter sido o balde de água morna de que, não tenho dúvidas, estávamos a precisar. Em Sófia a nossa prestação não foi além do suficiente – um bocado de azar e enterrávamos ali dois pontos, não era justo mas podia bem ter acontecido – e depois em Guimarães aconteceu o natural e expectável primeiro resultado negativo. Fizemos um jogo menos bom, com vários jogadores abaixo do seu rendimento habitual, e aconteceu o que felizmente não havia acontecido na Bulgária. E já são "só" 7 pontos a distanciar-nos dos segundos classificados. É óbvio que não podemos fazer disto um drama, um avanço de 7 pontos à 7ª jornada, em temos absolutos, é excelente. Mas se a pesarmos contra os 9 pontos de avanço que conseguimos sobre o nosso principal adversário à 4ª jornada, a actual vantagem já não é assim tão fantástica. Esses 9 pontos após apenas 4 jogos eram uma barreira psicológica que infelizmente já se quebrou. Cabe-nos agora impedir que a distância se reduza ainda mais, e preferencialmente aumentá-la. Estou certa de que o nosso treinador, o "menino-génio" que deu recentemente azo a mais uma reportagem elogiosa para o FC Porto na imprensa estrangeira de topo, saberá tirar deste empate as necessárias ilações.

Mas voltando ao balde de água morna: o mais importante é que não foi de água fria. E a razão pela qual acho que estávamos a precisar é muito simples: estávamos – nós, os adeptos, ou pelo menos muitos de nós – demasiado confiantes. A nossa entrada em 2010/11 foi fulgurante, quando já nos tínhamos preparado psicologicamente para a continuação do desastre da época passada, e isso, aliado ao débil arranque dos nossos adversários directos, fez com que nos deixássemos encantar com mais facilidade do que é costume. Acordamos agora para a realidade: não somos imbatíveis, ainda há muito trabalho a fazer e muito jogo para jogar. Mas temos 7 pontos de avanço, um excelente plantel e um treinador que sabe o que faz. Três boas razões para estarmos muito optimistas.

Felizmente, o treinador que sabe o que faz também sabe muito bem o que diz, e chocou o país desportivo com a sua honestidade intelectual ao assumir um erro de julgamento num lance polémico de um jogo de futebol. Independentemente de não ser grande adepta dos intervenientes no jogo falarem de arbitragens, acho que, se falam, ao menos que tenham a decência de retirar as críticas quando verificam que são injustas. Mas não têm. Villas-Boas foi a excepção, e já causou incómodo. Fiel ao conceito de treinador como um cromo semi-letrado que mantém irredutivelmente tudo aquilo que gritou enquanto esbracejava loucamente junto à linha lateral até quase rebentar as bochechas vermelhas de tintol, o "futebol português", com a comunicação social à cabeça, não tardará em cultivar um ódio de estimação ao inteligente e sofisticado André Villas-Boas, que ainda por cima treina o FC Porto. O mesmo aconteceu com Mourinho, cujo reconhecimento coincidiu surpreendentemente com a sua saída do Dragão e de Portugal. Espero que o Villas-Boas tenha uma mentalidade forte e um núcleo familiar e afectivo que seja o seu esteio. E nós, é claro, também estaremos cá para ele.

Ainda sobre a nossa triste comunicação social e a falta de carácter de muitos jornalistas, comentadores e outros idiotas que nela pululam – tema sobre o qual, se não tivesse mais que fazer, poderia discorrer ao longo de horas e horas – tiro o chapéu ao Rui Moreira por ter finalmente dispensado ao seu "colega" benfiquista a atenção que este merece, e que é nenhuma. Levantar e virar costas é precisamente o que todos nós deveríamos fazer de cada vez que procuram atacar-nos de forma tão ordinária. Responder na mesma moeda é impossível: a ordinarice para eles é segunda pele, nunca conseguiríamos chegar sequer perto. Apesar de nem sempre concordar com o Rui Moreira (em particular com uma referência muito pouco elogiosa que há tempos fez a um espaço virtual de Portistas que frequento e estimo, tal como muitos dos colaboradores e leitores deste blog), deixo aqui o meu cumprimento pela sua digníssima atitude e sugiro que este tipo de resposta se torne padrão entre os adeptos do Porto perante este tipo de ataques, evitando assim o desperdício de tempo e energia com pessoas e temas que não merecem da nossa parte qualquer consideração.

Por fim, e até para não terminar a falar nessa gente, reforço a chamada de atenção para aquilo que é realmente importante: amanhã (Sábado) há andebol no Dragãozinho. 15 horas, Taça EHF, contra o Energia Lignitul Pandurii. Bilhetes a 4 euros para sócios, 8 para não-sócios. Apareçam cedo que pode haver filas. Vemo-nos por lá!

Medida certa, mas que ainda peca por defeito

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Comunicado da FC Porto - Futebol, SAD

Face à saída de Rui Moreira do programa Trio de Ataque, verificada na passada terça-feira, vem a Administração da FC Porto – Futebol, SAD informar o seguinte:

1 – O FC Porto não estranha este facto, tendo em conta os comportamentos recentes ali registados e as linhas editoriais da RTPN, que influenciam o teor do programa;

2 – Neste sentido, o FC Porto não apoiará qualquer sócio ou adepto que venha a ser enquadrado como representante do clube, nem lhe prestará qualquer tipo de informação, pelo que todas as suas posições serão sempre pessoais.

Porto, 8 de Outubro de 2010

O Conselho de Administração da FC Porto – Futebol, SAD

08 outubro, 2010

Somos adeptos, não criminosos!

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    “Polícia sem formação que só conhece a agressão.
    Não há bastão que ACABe com a nossa paixão”
A frase é dos White Angels, claque do Vitória de Guimarães, que a apresentou no jogo de segunda-feira contra o FC Porto, em sinal de protesto pelo que se tinha passado na jornada anterior em Coimbra. E veio mesmo a calhar, encaixa na perfeição sobre aquilo que (mais uma vez) vos quero transmitir hoje. Muito mal entregues e completamente desprotegidos estão os adeptos portugueses hoje em dia. Uma infelicidade que só dá conta quem lá está.

Chega! Chega de nos armarmos em santinhos e não respondermos quando somos permanentemente atacados fora de casa, ora pelos adversários, ora pela autoridade. Chega de entrar em clima de diálogo com certas pessoas, que usam e abusam da força só porque estão fardados. A farda que usam não esconde a falta de educação e o bom senso que nunca tiveram. E chega de recebermos determinados adeptos no estádio do Dragão de braços abertos, permitir que andem à vontade nas imediações do estádio por exemplo, pois quem os recebe bem é porque nunca foi à terra deles ver um jogo do FC Porto. Lá não é caça à claque, lá é caça ao azul e branco, seja ele quem for.

Mais uma deslocação em que fomos enxovalhados do primeiro ao último minuto, numa cidade com um povo porco e cobarde que ataca pelas costas, e com uma segurança destacada para o jogo que não fica nada atrás. Como sei perfeitamente que nada disto apareceu relatado na Comunicação Social, e o que apareceu está meramente deturpado, aqui estou eu, que mais uma vez estive presente ao lado dos meus - que vão seja onde for, a que horas for e em que dia da semana for - para vos contar a vergonha que assisti. Na terra a que chamam cidade-berço, tudo é permitido para os meninos da casa.

Como habitual, vou falar de tudo, menos do resultado no campo, que obviamente não me deixou feliz! Mas seguimos invictos, na frente, rumo ao sexto campeonato em cinco anos. E só se alguma coisa grave se passar é que não estou numa dessas curvas dos estádios onde o Porto jogar, de braços no ar e pronto a ficar sem voz.

Este é um daqueles jogos que nenhum ultra consegue explicar bem porquê, mas não pode falhar. Está acima de tudo relacionado com a forma como somos recebidos e tratados naquela aldeia. Segunda-feira à noite, véspera de feriado, os mesmos de sempre foram apoiar o FC Porto ao Minho!

Às 19h meia dúzia de camionetas arrancavam carregadinhas de ultras em direcção a Guimarães, escoltadas por carrinhas do Corpo de Intervenção. Meia hora mais tarde, o nosso “Tribunal” partia também do estádio do Dragão.

Ainda na auto-estrada nos juntámos às camionetas e seguimo-las até perto do estádio D. Afonso Henriques. À chegada a terras espanholas, o ambiente era de terceira guerra mundial. Polícia por todo o lado. Chegou o pobo do norte, o pobo mais forte!! E que respeito impomos aquela gentalha. As camionetas foram mandadas para um lado e quem vinha em viaturas particulares teve de estacionar no centro da cidade. Lá encontrámos mais uns amigos que tinham chegado primeiro e antes que o cheiro desagradável se intensificasse, pois era vitorianos por todo o lado, lá encontrámos a nossa malta, que em cortejo já chegava à porta do topo Norte do estádio. Já estávamos no meio dos nossos, mas a “brincadeira” ainda estava a começar. A polícia cercou aquele grupo de 2.000 ultras portistas e só deixava passar para as revistas um a um. Ainda o pessoal estava quase todo cá fora quando fomos recebidos com uma autêntica chuva de pedras e garrafas de vidro que estilhaçavam a nossa beira, arremessadas por uns heróis vitorianos na nossa direcção! Estávamos encurralados e a ser atingidos, portanto das duas uma, ou a polícia ia lá resolver aquilo, ou então deixava essa matéria para nós. Nem uma coisa nem outra, houve portistas a serem carregados durante este episódio.

Às 21h, um quarto de hora antes do inicio do encontro, já todos tinham entrado. A parte inferior do topo Norte estava revestida de azul e branco. O estádio contou com cerca de 20.000 pessoas nas bancadas. Tudo se preparava para o apoio que se seguiria, as faixas eram colocadas à frente e muitas bandeiras eram estendidas, pois foram barrados à entrada vários tubos. Porquê? Ninguém sabe…

À entrada das equipas, havia coreografias preparadas pelas claques da casa. Os White Angels estenderam um pano gigante com o símbolo do VSC e por baixo dizia “Amo-te”. Aquela malta anda muito romântica, não haja dúvida. Por seu lado os Insane Guys estenderam o símbolo do seu grupo e puseram uma legenda onde se lia “Uma história interminável”, alusivo ao seu 16º aniversário celebrado a semana passada.

Muito trabalho, muito material gasto, mas em termos de presenças deixaram-me muito a desejar. Nem um nem outro sector estavam bem compostos. Já vi melhor, como por exemplo no ano passado. Do nosso lado, sector visitante praticamente cheio, algum material (aquele que foi possível entrar) e também alguma pirotecnia.

Já com os jogadores em campo prestou-se um minuto de silêncio por António Jesus, recentemente falecido, e que foi recordado pelos vitorianos. Na bancada Nascente os Insane mostraram a frase “Defende-nos no céu como na terra. Jesus um de nós” e no topo Norte “Jesus, durante anos fizeste-nos vibrar, agora só nos resta chorar. Descansa em paz”.

O “jogo” nas bancadas foi muito activo, foi aberta pelo menos uma tocha em cada sector ultra, nos da casa, White Angels e Insane Guys e no sector visitante pelos ultras do FC Porto. Vários petardos rebentaram, tanto de um lado como do outro. O apoio foi muito bom e constante, bom poder vocal tanto de um lado como do outro.

Estivemos em ligeira vantagem, pelo menos até ao golo do empate. Ao intervalo, algumas picardias normais com os adeptos da bancada central, uns heróis à distância. Digo normais porque o são, e em qualquer jogo em que haja rivalidade isso acontece. Mas vi uma coisa que nunca tinha visto. Durante a segunda parte, vários objectos “voaram” da bancada central para o nosso sector. Desde telemóveis, a baterias, isqueiros e até uma faca!!! Sim amigo, não me enganei, leu bem, atiraram uma faca para o nosso sector! Não entram tubos de bandeiras, mas entram facas?!? A polícia tomou conhecimento mas não vi nenhuma carga naquela gente. Aliás, o Corpo de Intervenção estava todo do nosso lado, ao pé deles estavam apenas alguns agentes da PSP.

No fim do jogo, continuou o gozo. Quase quarenta e cinco minutos para nos deixarem sair. Enquanto isso e já apenas connosco lá dentro, ligaram bem alto nas colunas uma música do Vitória. Passado um bocado, apagaram praticamente a luz toda do estádio. Acontece-lhes isto aqui?

Depois algum pessoal começou a pedir aos steward’s que estavam no relvado que nos deixassem sair e então alguns deles tiveram a ideia de começar a brincar connosco. Aproximaram-se da bancada e enquanto uns mandavam literalmente beijos para nós, outros piscavam-nos o olho e outros assistiam rindo-se cinicamente. Acredito que por vezes há excessos, mas nós não vamos lá para sermos tratados assim. A raiva de não puder fazer nada era muita e em segundos começou um autêntico jogo de ténis, mas em vez de bolas eram cadeiras que voavam, dos adeptos para os steward’s e vice-versa! Sim, os steward’s pegavam nas cadeiras que caiam no relvado e atiravam contra os adeptos! Não acreditam? Vejam com atenção este curto vídeo:



Alguém vos disse uma vez que eles estão lá para garantir a segurança? Pois bem, mentiram-vos. Aqueles homens de colete verde não paravam de mandar cadeiras contra nós, e um deles teve a ideia de chamar os outros para entrar pela bancada dentro. Sou contra a violência, mas se a única alternativa é dar ou levar, não sou parvo, prefiro dar. O pessoal não se ficou, correu a bancada em direcção a eles e não os deixou entrar. Continuava a “chover” um número absurdo de cadeiras, de um lado para o outro, até que apareceram os valentões armados da cabeça aos pés. A cobardia deles é inimaginável, batem em tudo para abrir caminho, homens, mulheres, velhos e novos! Nem sequer protegem a integridade física de uma pessoa, não dão com os bastões nas pernas, é logo directo à cabeça! Durante alguns minutos era este o clima que viviam 2000 pessoas que foram a Guimarães apoiar o mágico Porto.

Alguns deles foram com as orelhas a arder para casa, pois disse-lhes de tudo. Lá saímos e regressámos a casa, ao estádio do Dragão. Ainda fiquei com dois amigos até perto das duas da manhã, à espera que os jogadores chegassem para lhes dar umas palavrinhas. Amamos mesmo este clube.

Como disse no inicio da crónica aquela frase veio mesmo a calhar e também se aplica a nós. Nada nem ninguém nos vai parar.

“SEMPRE CONTIGO ALLEZ ALLEZ OHH…”

Um abraço Ultra

Dragões de Ouro 2009/2010

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A Direcção do FC Porto anunciou esta quinta-feira o elenco de Dragões de Ouro da temporada 2009/10. A gala, entretanto, está agendada para o próximo dia 27 de Outubro, no Casino de Espinho.

    LISTA DOS GALARDOADOS

    Atleta do Ano: Falcao (Futebol)
    Futebolista do Ano: Hulk
    Atleta de Alta Competição do Ano: Hugo Laurentino (Andebol)
    Atleta Amador do Ano: Igneta Radevica (Atletismo)
    Atleta Jovem do Ano: Henrique Magalhães (Hóquei em Patins)
    Atleta Revelação do Ano: Marta Marinho (Natação)
    Técnico do Ano: Ljubomir Obradovic (Andebol)
    Seccionista do Ano: André Lopes (Hóquei em Patins)
    Quadro do Ano: Nélson Puga
    Funcionário do Ano: Daniela Diogo
    Sócio do Ano: Rui Moreira
    Filiais e Delegações do Ano: Caso do FC Porto da Afurada (Nacional) e Casa do FC Porto de Bruxelas (Internacional)
    Recordação do Ano: D. Armindo Lopes Coelho
    Dedicação do Ano: Helena Bastos (Desporto Adaptado)
    Dirigente do Ano: Alípio Jorge Fernandes
fonte: fcporto.pt

07 outubro, 2010

Hoje não é dia de futebol

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Nem sempre concordo com o Rui Moreira. Como também, várias vezes, não concordo com muitos portistas por quem tenho respeito e consideração. Não há nada de mais natural neste mundo.

Sei, de experiência feita, que quem tem de falar de qualquer assunto publicamente, seja ele qual for, corre sempre o risco de desagradar a este ou aquele, e muitas vezes expõe-se à crítica dos seus próprios correligionários.

Claro que estou a pensar em gente que pensa pela sua própria cabeça e não de papagaios que cumprem apenas a função de ser a voz do dono.

O Rui Moreira é dos primeiros: pensa pela sua cabeça e não tem medo de dar a sua opinião.

Claro que estou a pensar no que se passou na última terça-feira no programa Trio de Ataque. Só quem não estiver atento ou cego pelas, muitas vezes fúteis, discussões futebolísticas é que pode julgar, porém, que o que se passou teve alguma coisa a ver com futebol. Longe, muito longe disso.

Quem acredita no Estado de Direito, quem acredita que há uma escala de valores, quem acredita que os fins não justificam os meios, não pode pactuar com ilegalidades, vilanias e infâmias.



Perdoem-me que fale da minha experiência pessoal. Acho que o primeiro-ministro é um mau político, penso que não tem capacidade para ser o líder do nosso país, até sou capaz de imaginar que ele é culpado em alguns processos de que foi acusado. Mas, quando vieram a lume umas escutas feitas ilegalmente e que jamais podiam ser divulgadas fui um dos primeiros a condenar a situação. Chamaram-me todos os nomes possíveis e imaginários, a pior coisa foi a de me apodarem de socretista.

Pouco me importou: há limites que não se passam, há princípios sagrados, há momentos em que as pessoas se definem.

O primeiro telefonema que recebi, depois do episódio de terça-feira, foi de um amigo benfiquista. Disse-me que tinha ficado com uma enorme admiração pelo Rui Moreira, que enquanto existirem pessoas que pactuam com atropelos à lei e aos sagrados princípios democráticos não viveremos numa sociedade justa e livre. Pois é, é de valores que falamos quando falamos destes assuntos.

O Rui Moreira não pactuou com o nojo, com a imundice, com a desonestidade.

Desculpem qualquer coisinha, mas esta semana o futebol passa para segundo plano, há coisas mais importantes.

P.S. O nosso Porto empatou em Guimarães porque não foi capaz de ganhar, porque não foi competente e porque mostrou uma atitude sobranceira. O resto é conversa para enganar tolos.

Dragão ou Morcão?? Paulo Machado.

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Paulo Machado

Data de nascimento: 31-03-1986 (24 anos)
Posição: Médio
Clubes aos quais esteve emprestado: Estrela de Amadora, U. Leiria, Leixões, Saint-Étienne.
Clube posterior ao FC Porto: Estrela da Amadora
Clube actual: Toulouse

Épocas no FC Porto (plantel principal): 2 (2003/04, 04/05)
Campeonatos ganhos no FC Porto: 1

Pontos de exclamação: Augurava um futuro promissor a este jovem médio, e talvez não me tenha enganado, mas já não será no nosso clube com certeza. Tinha boa técnica e a típica fibra da escola azul e branca. Acreditava que estava ali um futuro titular, mas de empréstimo em empréstimo acabou por ser vendido num excelente negócio (mais um) por 3,5 milhões de euros ao Toulouse!

Reticências: Faltava-lhe alguma estaleca, o que seria difícil pedir a um jogador ainda em formação, fica a incógnita se com um treinador que lhe proporcionasse mais uns minutos não teria demonstrado outra maturidade.

Alguns jogadores importantes com quem jogou: Vítor Baía, Jorge Costa, Pedro Emanuel, Deco, Sérgio Conceição.

Em relação à votação da semana passada, Kralj recebe o título de Morcão com uns expressivos 116 votos, foi sem dúvida uma fava que nos saiu no bolo, numa época tão difícil em que se ambicionava um substituto à altura de Vítor Balizas. Houveram ainda 18 votantes que ficaram duvidosos acerca da qualidade deste keeper. E descortinaram-se 5 "infiltrados" (será??) que clicaram na opção Dragão.


Na próxima semana teremos um esquerdino que de enjeitado passou a estrela europeia. Parecia filho do vento tal era a sua velocidade, com e sem bola. Quem será?

Saudações e bons votos,
Dragon Soul


06 outubro, 2010

Não gostei, ponto final, parágrafo [com ADENDA]

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05/10/2010
Declaração do treinador do FC Porto


No seguimento do jogo com V. Guimarães e após a análise de imagens divulgadas esta terça-feira, o treinador do FC Porto, André Villas-Boas, decidiu fazer a seguinte declaração:

«Na sequência de uma série de imagens proporcionadas hoje pela TVI sobre o lance na grande área do Guimarães, e que originou a minha expulsão, confirma-se que não há realmente caso para grande penalidade. Nessa jogada as críticas são infundadas e injustas. No entanto, esta reapreciação não apaga uma sequência de erros, cuja referência mantenho e que devem ser analisados à 10ª jornada. Estaremos, pois, atentos ao rigor e à ponderação dados pelo presidente da Comissão de Arbitragem às faltas de Ricardo e João Alves sobre Falcao e João Moutinho, respectivamente, e à entrada violenta por trás do João Paulo sobre Falcao. Para além disto, houve dois foras-de-jogo mal assinalados, sendo que um dos quais deixava o Falcao isolado frente ao guarda-redes».

fonte: fcporto.pt



[para esclarecimento, o conteúdo deste meu post foi publicado ainda antes de ter conhecimento do comunicado no site do fcPorto... que mantenho no essencial, sem tirar uma única vírgula!]

Para que não restem desde logo dúvidas, explico desde já do que "não gostei!", até para evitar mal entendidos desnecessários. Não, não gostei nem um pouco do discurso de André Villas-Boas no final do jogo, sem que isso invalide por A+B que de facto, o «xistrema» tenha andado por Espanha do Minho na noite de 2ª feira, obviamente, estava bom de ver, com baterias apontadas para nos provocar e até quiçá, enervar qb... o que conseguiu, com nota de excelência.

Recordo ainda como se tivesse sido ontem, o roubo de catedral com que fomos presenteados na final da Supertaça em Aveiro, e ali, provamos se preciso fosse, que não há «xistrema» algum que derrote a vontade, o querer e bom futebol do fcPORTO. Se não estão recordados, deliciem-se com essas incidências.



Agora, só porque determinados clubes de ciclistas com nome de bairro, a toda a hora, aparecem a chorar em público e a fazer figuras tristes, quais virgens ofendidas, vamos nós tambem copiar esse papel?

Tanto tempo calados, e quando deveriamos ter falado de facto, com casos que entram pelos olhos adentro de qualquer um (vide o caso da Supertaça, como outros tantos que já ocorreram só nesta época), e vamos agora entrar neste espectáculo deprimente, pelos vistos, sem sentido ou razão nenhuma? Poupem-me!!!

Já o disse e volto a repetir as vezes que precisas forem. No jogo jogado, o fcPORTO merecia claramente os 3 pontos da vitória, se mesmo até com 10 jogadores encostamos os Espanhóis do Minho às cordas, com estes a defender com unhas e dentes o empate, sempre naquele jogo «à Lamas» de pontapé pá bancada, no entanto, penso, espero e desejo fortemente que estes 2 pontos perdidos ponham os nossos com a cabeça no lugar e acima de tudo, não se prestem a tristes espectáculos próprio dos «maus perdedores», ou melhor dizendo, sim, falem muito e bem, mas quando a razão nos assistir, mas nunca entrando nestes jogos de bastidores que na minha opinião, que vale o que vale, só trará instabilidade, fazendo um favor a toda a Comunicação Social que já suspirava por um tónico destes, vendo o seu «predilecto» já bem atrasado na luta pelo título.

Gosto muito de ouvir os «outros» a berrar com insistência, se possivel até, semanalmente... agora, ver os «nossos» nesse estilo, quando não o deviam fazer, esquecendo-se de falar quando o deveriam de facto fazer, não gosto, ponto final, parágrafo.

Se querem um conselho, querendo falar, e muita matéria haveria já para falar só nesta época desportiva, falem destas aqui, que são tão só, um pequenino balanço das imagens pouco divulgadas e discutidas na praça pública...



A verdade é só uma, e é com essa que temos que ir para a guerra, se preciso for até, contra tudo e contra to(l)os, pois já demonstramos e provamos o porquê deste fcPORTO estar em primeiro e imbatível, naquela toada de pressão alta, com jogo colectivo e de alta rotação... tudo o resto, são caminhos que não deveremos percorrer apenas e só nas horas da derrota (neste caso, do empate), mas sim, sempre que tal se justifique, mesmo que no final dessa partida, o tenhamos ganho por 2, 3 ou 5 a zero. De outra maneira, fica mal, muito mal... é a minha opinião, que pouco ou nada vale.