Se dúvidas ainda houvessem, a contratação de vários advogados e consultores oriundos de 4 (quatro!!!) sociedades diferentes, bem como de uma empresa de cibersegurança, demonstram claramente que o conteúdo dos mails divulgados não é falso. Mais, quando a única preocupação demonstrada por eles é insistir na narrativa do “crime de pirataria informática”, sem nunca desmentir o conteúdo de tudo aquilo que foi divulgado até ao momento, fica evidente que tudo aquilo existe e não pode sequer ser desmentido.
Já muito foi escrito e dito sobre toda esta polémica. Uma coisa, todos já percebemos, independentemente das consequências jurídicas, quer na esfera desportiva, quer na esfera civil, estamos perante um autêntico “Polvo” constituído por vários poderes, todos eles interligados entre si, uns com claros indícios de ultrapassagem do limite legal previsto nos próprios regulamentos desportivos e até civis, outros que ultrapassam limites éticos minimamente aceitáveis.
Pela enésima vez digo, nada do que possa ser concluído de todo este “Polvo” deve fazer desviar o FC Porto daquilo que também é muito importante: resolver os seus problemas internos, vender vários jogadores excedentários (e há tantos, tantos ainda por vender!), não vender nenhum dos jogadores que seja considerado fundamental (porque os milhões dos excedentários são suficientes, assim vontade de os vender, mesmo que perdendo aqui ou ali algum dinheiro) e depois atacar o mercado com critério e utilidade. Comprar pouco e bem, tem que ser a máxima deste ano!
Nada disso impede que se elogie fortemente o excelente trabalho que tem vindo a ser desenvolvido por Francisco J. Marques, bem como pelos restantes elementos do programa Universo Porto de Bancada. Das várias coisas que têm sido reveladas, e pelo que os próprios dizem, o “melhor ainda está para vir”, há várias situações que após virem a público me ativaram os alarmes em relação a vários episódios que ocorreram ao longo dos últimos 4 anos.
Logo no primeiro mail divulgado, por entre “padres”, “missas”, “primeiros-ministros” e pedidos de “apague tudo”, foram revelados os nomes de 8 árbitros que segundo Guerra, “têm futuro e fazem parte da nova geração”. Curiosamente, vários desses árbitros estiveram envolvidos em jogos com erros cirúrgicos e sempre num único sentido: contra o FC Porto! Lembram-se do Estoril 2-2 FC Porto de 13/14, do Guimarães 1-1 FC Porto de 14/15 ou do FC Porto 0-0 Boavista de 14/15?
Há vários denominadores comuns, foram os primeiros jogos dessas épocas em que o FC Porto perdeu pontos (após começos de época com várias vitorias consecutivas), foram jogos arbitrados por senhores que segundo Guerra, “têm futuro e fazem parte da nova geração”, e por fim, mas não menos importante, em todos esses jogos existiram graves erros que prejudicaram o FC Porto. Se juntarmos a tudo isto, a época 16/17 em que provavelmente o FC Porto foi mais espoliado do que em qualquer outra época nos últimos 35/40 anos, com mais de 15 penalties por assinalar e muitos outros erros sempre contra si, então depois de lermos todos esses mails, poderemos cada um tirar as suas próprias conclusões!
Para terminar, e porque tem tudo a ver com meu post e com todos estes mails e sms, o artigo 61º do Regulamento Disciplinar da FPF:
Uma adivinha: quem escreveu os seguintes parágrafos?
Já muito foi escrito e dito sobre toda esta polémica. Uma coisa, todos já percebemos, independentemente das consequências jurídicas, quer na esfera desportiva, quer na esfera civil, estamos perante um autêntico “Polvo” constituído por vários poderes, todos eles interligados entre si, uns com claros indícios de ultrapassagem do limite legal previsto nos próprios regulamentos desportivos e até civis, outros que ultrapassam limites éticos minimamente aceitáveis.
Pela enésima vez digo, nada do que possa ser concluído de todo este “Polvo” deve fazer desviar o FC Porto daquilo que também é muito importante: resolver os seus problemas internos, vender vários jogadores excedentários (e há tantos, tantos ainda por vender!), não vender nenhum dos jogadores que seja considerado fundamental (porque os milhões dos excedentários são suficientes, assim vontade de os vender, mesmo que perdendo aqui ou ali algum dinheiro) e depois atacar o mercado com critério e utilidade. Comprar pouco e bem, tem que ser a máxima deste ano!
Nada disso impede que se elogie fortemente o excelente trabalho que tem vindo a ser desenvolvido por Francisco J. Marques, bem como pelos restantes elementos do programa Universo Porto de Bancada. Das várias coisas que têm sido reveladas, e pelo que os próprios dizem, o “melhor ainda está para vir”, há várias situações que após virem a público me ativaram os alarmes em relação a vários episódios que ocorreram ao longo dos últimos 4 anos.
Logo no primeiro mail divulgado, por entre “padres”, “missas”, “primeiros-ministros” e pedidos de “apague tudo”, foram revelados os nomes de 8 árbitros que segundo Guerra, “têm futuro e fazem parte da nova geração”. Curiosamente, vários desses árbitros estiveram envolvidos em jogos com erros cirúrgicos e sempre num único sentido: contra o FC Porto! Lembram-se do Estoril 2-2 FC Porto de 13/14, do Guimarães 1-1 FC Porto de 14/15 ou do FC Porto 0-0 Boavista de 14/15?
Há vários denominadores comuns, foram os primeiros jogos dessas épocas em que o FC Porto perdeu pontos (após começos de época com várias vitorias consecutivas), foram jogos arbitrados por senhores que segundo Guerra, “têm futuro e fazem parte da nova geração”, e por fim, mas não menos importante, em todos esses jogos existiram graves erros que prejudicaram o FC Porto. Se juntarmos a tudo isto, a época 16/17 em que provavelmente o FC Porto foi mais espoliado do que em qualquer outra época nos últimos 35/40 anos, com mais de 15 penalties por assinalar e muitos outros erros sempre contra si, então depois de lermos todos esses mails, poderemos cada um tirar as suas próprias conclusões!
Para terminar, e porque tem tudo a ver com meu post e com todos estes mails e sms, o artigo 61º do Regulamento Disciplinar da FPF:
Uma adivinha: quem escreveu os seguintes parágrafos?
“O FC Porto conseguiu – resta ainda saber como e a que custo – importante material digitalizado sobre a vida interna do Benfica. O tempo da comunicação foi magistral. Retirou os holofotes de cima de um Dragão quase falido e condicionou o ambiente em que arranca a nova época. O FC Porto provou que a hegemonia do Benfica não está consolidada, uma vez que assenta em gente sem valores nem princípios de verdade desportiva. Alguns dos mails já dissecados são muito graves e retiram brilho aos títulos conquistados sobre a relva. Quer por comandados de Jorge Jesus, quer de Rui Vitória. Aí, figuras que gravitam em torno de Luís Filipe Vieira alimentam conversas desportivamente indecorosas com gente que, junto com os primeiros, deveria ser banida do futebol.”Algumas dicas para vos ajudar: está muito longe de ser Portista, não trabalha no Jornal o Jogo, nem no Porto Canal...





















