10 julho, 2017

OCTOPODA.


Se dúvidas ainda houvessem, a contratação de vários advogados e consultores oriundos de 4 (quatro!!!) sociedades diferentes, bem como de uma empresa de cibersegurança, demonstram claramente que o conteúdo dos mails divulgados não é falso. Mais, quando a única preocupação demonstrada por eles é insistir na narrativa do “crime de pirataria informática”, sem nunca desmentir o conteúdo de tudo aquilo que foi divulgado até ao momento, fica evidente que tudo aquilo existe e não pode sequer ser desmentido.

Já muito foi escrito e dito sobre toda esta polémica. Uma coisa, todos já percebemos, independentemente das consequências jurídicas, quer na esfera desportiva, quer na esfera civil, estamos perante um autêntico “Polvo” constituído por vários poderes, todos eles interligados entre si, uns com claros indícios de ultrapassagem do limite legal previsto nos próprios regulamentos desportivos e até civis, outros que ultrapassam limites éticos minimamente aceitáveis.

Pela enésima vez digo, nada do que possa ser concluído de todo este “Polvo” deve fazer desviar o FC Porto daquilo que também é muito importante: resolver os seus problemas internos, vender vários jogadores excedentários (e há tantos, tantos ainda por vender!), não vender nenhum dos jogadores que seja considerado fundamental (porque os milhões dos excedentários são suficientes, assim vontade de os vender, mesmo que perdendo aqui ou ali algum dinheiro) e depois atacar o mercado com critério e utilidade. Comprar pouco e bem, tem que ser a máxima deste ano!

Nada disso impede que se elogie fortemente o excelente trabalho que tem vindo a ser desenvolvido por Francisco J. Marques, bem como pelos restantes elementos do programa Universo Porto de Bancada. Das várias coisas que têm sido reveladas, e pelo que os próprios dizem, o “melhor ainda está para vir”, há várias situações que após virem a público me ativaram os alarmes em relação a vários episódios que ocorreram ao longo dos últimos 4 anos.

Logo no primeiro mail divulgado, por entre “padres”, “missas”, “primeiros-ministros” e pedidos de “apague tudo”, foram revelados os nomes de 8 árbitros que segundo Guerra, “têm futuro e fazem parte da nova geração”. Curiosamente, vários desses árbitros estiveram envolvidos em jogos com erros cirúrgicos e sempre num único sentido: contra o FC Porto! Lembram-se do Estoril 2-2 FC Porto de 13/14, do Guimarães 1-1 FC Porto de 14/15 ou do FC Porto 0-0 Boavista de 14/15?

Há vários denominadores comuns, foram os primeiros jogos dessas épocas em que o FC Porto perdeu pontos (após começos de época com várias vitorias consecutivas), foram jogos arbitrados por senhores que segundo Guerra, “têm futuro e fazem parte da nova geração”, e por fim, mas não menos importante, em todos esses jogos existiram graves erros que prejudicaram o FC Porto. Se juntarmos a tudo isto, a época 16/17 em que provavelmente o FC Porto foi mais espoliado do que em qualquer outra época nos últimos 35/40 anos, com mais de 15 penalties por assinalar e muitos outros erros sempre contra si, então depois de lermos todos esses mails, poderemos cada um tirar as suas próprias conclusões!

Para terminar, e porque tem tudo a ver com meu post e com todos estes mails e sms, o artigo 61º do Regulamento Disciplinar da FPF:


Uma adivinha: quem escreveu os seguintes parágrafos?

“O FC Porto conseguiu – resta ainda saber como e a que custo – importante material digitalizado sobre a vida interna do Benfica. O tempo da comunicação foi magistral. Retirou os holofotes de cima de um Dragão quase falido e condicionou o ambiente em que arranca a nova época. O FC Porto provou que a hegemonia do Benfica não está consolidada, uma vez que assenta em gente sem valores nem princípios de verdade desportiva. Alguns dos mails já dissecados são muito graves e retiram brilho aos títulos conquistados sobre a relva. Quer por comandados de Jorge Jesus, quer de Rui Vitória. Aí, figuras que gravitam em torno de Luís Filipe Vieira alimentam conversas desportivamente indecorosas com gente que, junto com os primeiros, deveria ser banida do futebol.”
Algumas dicas para vos ajudar: está muito longe de ser Portista, não trabalha no Jornal o Jogo, nem no Porto Canal...

07 julho, 2017

COMEÇAR DE NOVO.


Terminadas as férias, estou de volta com a mesma Paixão, a mesma Dedicação e a mesma Vontade de Vencer de Sempre.

É sabido que não nos espera uma Temporada fácil, no entanto, os sinais que vêm sendo dados desde o fim da última Época Desportiva são, no meu ponto de vista, positivos.

E a começar logo pela escolha do Treinador. Sérgio Conceição foi uma escolha praticamente unânime junto da Família Portista, o que já não acontecia há algum tempo a esta parte. E isso é fundamental, pois sem uma massa adepta unida em torno do nosso líder fica tudo mais complicado e o passado recente é bem ilustrador dessa realidade. O Sérgio entrou da melhor forma que podia ter entrado, com uma Conferência de Imprensa bem conseguida, com um discurso claro, motivador e sobretudo agregador. Respondeu à altura a perguntas que, claramente, chegaram por encomenda e mostrou que com ele o FC Porto terá um Treinador com um discurso enquadrado com os nossos valores e identidade. Quanto ao resto, ninguém pode ter certezas absolutas porque elas não existem mas as expectativas são as melhores e a confiança no nosso timoneiro é grande.

Depois, no final do passado mês de Junho, conseguimos o objetivo que tínhamos definido com a UEFA sem que com isso tenhamos desmontado a Equipa, bem pelo contrário. Olhando aos factos, pois esses é que realmente contam, fizemos o valor que tínhamos como Meta sem ter vendido um único Titular indiscutível. Podem-me dizer que, provavelmente, André Silva ou Rúben Neves irão valer muito mais daqui a um ano ou dois. Talvez sim, ou talvez não. O que ninguém pode negar é que eles, neste momento, não valem mais do que o valor pelo qual foram transferidos. Infelizmente, a realidade é que conta e face a ela era essencial efetuar estes encaixes Financeiros de forma a não comprometer o futuro do FC Porto no curto, médio e longo prazo.

Quanto a eventuais contratações, não me acredito que iremos cometer os erros que temos cometido nas últimas Épocas. Penso que iremos contratar aquilo que realmente for necessário, sem entrar em aventuras e com as coisas a serem conhecidas a seu tempo, sem Telenovelas na Comunicação Social. Tenho visto muitos Portistas preocupados com a falta de entradas, não me parece que existam motivos para isso. Tudo a seu tempo.

Por último, mas não menos importante, a forma como temos exposto o Polvo que controla o Futebol Português. Desde há um tempo a esta parte que a nossa Comunicação era pouco à Porto e muito à Politicamente Correto, andamos demasiado tempo a levar de um lado e ainda a dar a outra face, permitimos muitas vezes que brincassem com o FC Porto e com os Portistas. Pois bem, parece que agora as coisas mudaram e de vez. Voltamos a vê-los com medo, sem saber o que dizer, indo sempre buscar os argumentos do costume dignos de quem não dá mesmo para mais. E tudo isto que tem sido feito e revelado no último mês e meio, a meu ver, é apenas o começo de um caminho que será longo mas que vai voltar a colocar o FC Porto no seu lugar e eles no lugar deles.

Temos de continuar a denunciá-los, temos de continuar a não deixar que as mentiras que vão espalhando passem por verdades, temos de continuar a deixá-los a tremer.

Sempre unidos e sempre todos a remar para o mesmo lado. Isso, não tenham dúvidas, é condição essencial para o nosso sucesso!

Um abraço Azul e Branco,
Pedro Ferreira

06 julho, 2017

A VITÓRIA QUE FALTA(VA).


O FC Porto voltou aos treinos, no cenário habitual do futebol atual: muitas dúvidas e incertezas quanto a permanências e a entradas, estando esta questão ainda mais realçada pelo facto de termos de cumprir regras específicas da UEFA. Quanto a isso apenas uma nota: que os erros do passado recente não sejam repetidos e que consigamos fazer algo que curiosamente fizemos sempre melhor em tempo de “vacas magras” – formar e/ou comprar bem, valorizar, tirar rendimento e vender melhor.

Mesmo que seja ainda difícil tecer grandes considerações sobre a temporada que agora começou, é evidente que se trata de uma época importante, cujo sucesso se afigura como essencial a uma viragem de página que tem tardado no FC Porto. Cada ano que passa sem ganhar dificulta a tarefa de voltar ao ritmo de 1985-2013, daí que seja vital cortar este ciclo o mais cedo possível, custe o que custar.

Pegando no “custe o que custar”, sigo para o principal tópico destas linhas: neste ano de 2017, com particular ênfase nestes últimos meses, o FC Porto e a sua comunicação tem feito jus à expressão e não tem havido descanso para os lados de Carnide. Finalmente abandonamos a postura passiva e, cereja no topo do bolo, temo-lo feito com base em dados concretos, nunca desmentidos de forma categórica, virando assim um pouco um tabuleiro que tem estado claramente desequilibrado desde os dias do Apito Dourado / Apito Final.

Durante demasiados anos estivemos na mira de rivais e inimigos do FC Porto. Mesmo ganhando consecutivamente, com gerações de grandes jogadores a sucederem-se, houve sempre uma mascarra nas nossas vitórias, uma insinuação soez, uma desvalorização constante. Tudo se reduzia a árbitros e favores, a jogadas de bastidores que nos fortaleciam enquanto enfraqueciam outros, a um jogo de poderes e influências que todos jogariam sob pena de serem descartados.

Nada no sucesso do FC Porto era verdadeiro, exemplar e recomendável, assim nos diziam A Bola, o Record e os seus Jorges Schnitzers, os Gaspares Ramos, João Santos e os Donos da Bola. Dirigentes rivais sucederam-se, sempre com a cartilha do papão do Norte pronta e afinada. Ser Portista era uma verdadeira provocação, só ao alcance de quem tinha princípios éticos e morais pouco claros, gente que festejava vitórias sujas sem um mínimo de remorso.

Entretanto do mal-dizer passou-se à ação. Fora do campo foram formados autênticos “Dream Teams”, que foram para o terreno à procura das provas do que toda a Capital antecipadamente sabia: que nada no FC Porto era digno de admiração e respeito. E por aí acima vieram, de Gondomar para o Mundo (que curiosamente acabava em... Leiria) cumprindo os objectivos a que se propuseram.

Quando a primeira fase estagnou logo se forjou uma segunda, ainda mais bizarra. Ancorados nos “testemunhos” de uma ex-namorada caída em desgraça, recrudesceram os ataques e nem a incoerência ou o fracasso dos argumentos na barra dos tribunais os impediu de traçar a sentença: tal como diziam desde 1977, o FC Porto de Pedroto e Pinto da Costa era uma mera construção do demónio, uma conspiração para impedir o divino desígnio do domínio da Capital.

Onde andariam os ditos 6 milhões quando tudo isto acontecia e o FC Porto, esse clube regional de meia dúzia de adeptos, tudo controlava sem ninguém dar com provas cabais dos cambalachos? Estariam possivelmente distraídos e, azar dos azares, naqueles negros anos ninguém na Liga, Federação ou Conselho de Arbitragem era adepto do clube das águias ou dos seus vizinhos leões. Foram anos de muito azar e coincidências...

Será que todo este processo foi justo e equilibrado, atacando de forma clara e sem olhar a nomes as zonas cinzentas do futebol? Sabemos que não, mas de pouco valeu. As escutas lá foram sendo misteriosamente divulgadas pelos meios do costume (agora dotados de “modernices” como o YouTube) e o caldinho ficou para sempre feito: o FC Porto pode não ter sido condenado na justiça, mas nunca mais poderá falar seja do que for porque o seu presidente recebeu um árbitro em sua casa nas vésperas de um jogo e contratou prostitutas multicolores através de um empresário da sua confiança (que curiosamente passados alguns anos já trabalhava pela virginal Lisboa).

O rótulo colou e mesmo ganhando batalhas o FC Porto baixou a cabeça, ficou a remoer os golpes e o tabuleiro desequilibrou em definitivo. Apesar de continuarmos a ganhar no campo, fruto de grandes equipas e grandes trabalhos de líderes como Jesualdo Ferreira, André Villas-Boas e Vítor Pereira, tornou-se óbvio que fora dele a cada ano a luta era mais desigual contra pontas-de-lança como Ricardo Costa, Hermínio Loureiro, Vítor Pereira (o outro), Mário Figueiredo, Ferreira Nunes e uma panóplia de árbitros e observadores escolhidos a dedo com uma cartilha bem definida: na dúvida (ou mesmo na certeza) nunca a favor do “clube da corrupção”.

Eis-nos chegados a 2013-2017. O processo por fim vingou na sua plenitude, o FC Porto perdeu finalmente qualidade dentro do terreno e nos gabinetes e tornou-se a presa fácil sonhada por alguns nos idos de 2004. O caminho estava definitivamente desbravado, os títulos sucederam-se e o futuro tornou-se de súbito brilhante para o futebol português.

A história acabou aqui? Não, felizmente para nós e para mágoa deles não acaba aqui! E se calhar ainda está a começar e o melhor ainda estará para vir, usando as palavras que nos dão alento, ao mesmo tempo que fazem tremer o inimigo! O FC Porto acordou, cerrou fileiras, muniu-se de melhores soldados, enfrentou os seus demónios e veio finalmente a jogo.

E cá estamos em Julho, que sucede a esse maravilhoso Junho, o mês do terramoto que virou tudo de pernas para o ar. O mês em que pudemos escutar as mais maravilhosas pérolas argumentativas, que tentaram de repente justificar que o preto afinal também pode ser branco desde que seja pintado a... vermelho! Confuso? Talvez, mas tempos complicados exigem espinhas dobráveis.

Bem que podem pintar a vergonha e a infâmia da cor que quiserem. Bem que podem achar que o FC Porto é sempre o réu, seja quando é suspeito de tráfico de influências e corrupção, seja quando é o denunciante desses mesmos comportamentos. Podem dar as voltas que quiserem, mas graças ao labor do FC Porto personificado no Francisco J. Marques, nunca mais nos tirarão esta vingança, depois de tudo o que esses hipócritas de pacotilha nos fizeram passar.

Será um exagero que depois de festejar em consciência 17 campeonatos, 1 Liga dos Campeões, 2 Taças UEFA, 1 Taça Intercontinental, entre (muitos) outros títulos no futebol e nas modalidades, agora diga que esta é a vitória que nos falta(va)? Alguns pensarão que sim, mas digo-vos uma coisa com toda a sinceridade: o prazer que me deu ver as vestes de anjo a evaporarem-se para sempre está praticamente ao nível de uma grande vitória festejada no campo!

Será pouco, consolação pífia depois de 4 anos de frustrações? Volto a afirmar que há quem possa dizer que sim e que até poderá ter razão, mas se Pedroto fosse vivo, provavelmente, diria que foi mais ou menos assim que tudo começou...

Haja crença, fé e coragem, o momento está aí para ser agarrado. Porque depois disto tudo, de certeza que não seremos mais o alvo fácil, aconteça o que acontecer!

05 julho, 2017

O BOM NEGÓCIO RUBEN.


Estamos de volta com a mesma Paixão e o mesmo Amor.
Estou de volta com a mesma Honestidade e Pensamento Próprio.
Como nunca fugi a polémicas e sempre disse o que penso independentemente da opinião dominante, regresso a falar de um tema que tem agitado os últimos dias das hostes portistas... a saída de Rúben Neves.

Primeira Nota: a confirmarem-se os 18 milhões, grande venda! Sim, grande venda!
Segunda Nota: para mim, os jogadores da formação são como um qualquer coreano ou australiano! São todos iguais!
Terceira Nota de Opinião: Rúben Neves é um bom jogador! Ser um bom jogador não chega!

Começar por recordar que Rúben Neves, ao contrário do que muitos por aí dizem, fez toda a sua formação como médio defensivo, um 6, e nunca jogou como médio mais adiantado no terreno. Tentam-se encontrar as mais diferentes visões para justificar os predicados do miúdo de Mozelos, mas convém só falar daquilo que é verdade.

Perante isto, é importante sublinhar as características que se pedem em primeira instância a um 6 do FC Porto, na senda de Costinha, Paulo Assunção ou Fernando. Antes de mais, que seja um recuperador de bolas. Que seja forte na marcação, na leitura sem bola e compensação defensiva. Se for caso disso, que encoste aos centrais e possa aliar a isso o jogo aéreo. Com bola, que jogue curto e procure os médios interiores.
Ora, partindo desta base, analisando friamente o jogador e sem paixões que toldam os sentidos, eu pergunto: Rúben Neves tem estas características? Não, não tem as características principais que se pedem a um jogador no FC Porto para esta posição. Tem outras características, outros pontos fortes! Tem uma excelente visão de jogo suportada no passe médio e longo, tem facilidade em soltar a bola rapidamente e encontrar a em cada momento a melhor linha de passe, e alia a isso um bom tiro exterior.
Mais, ao se analisar este perfil, percebemos claramente que Mikel encaixa perfeitamente no mesmo. Ele que também é fruto na nossa formação e que há 3 anos apenas uma lesão no primeiro treino da época lhe retirou a hipótese de se projetar na nossa equipa principal.

Mediante esta análise fria e factual, surgem depois outras duas correntes: uma a dizer que Rúben é compatível com Danilo e outra a dizer que pode jogar como número 8.
Relativamente à primeira corrente, é óbvio que pode acontecer, como sucedeu por exemplo em casa com a Juventus. Para tal acontecer, teríamos que jogar com um duplo pivot. Recordam-se quem foi o último treinador a jogar com este esquema? Paulo Fonseca... e foi trucidado por isso! Não é essa a nossa escola, não é essa a nossa tradição.
Já em relação à segunda corrente, pior ainda. Rúben nunca será um 8. Não tem essa capacidade de progressão com bola e essa verticalidade, nunca mostrou a disponibilidade física e mental para ser um box-to-box, falta-lhe a capacidade de choque e agressividade para tal.

Rúben Neves tem um conjunto de boas características, de boas qualidades, mas que não se encaixam no perfil que se pede a cada uma das posições do nosso clube. E isso é o que me interessa, porque estou pouco interessado se aquilo que se pede a um 6 ou a um 8 de outro clube, é ou não o mesmo que se pede no Dragão. Aliás, a muito fraca utilização nestas 3 épocas assim o demonstram. Na época passada, a pior das 3 no Dragão, participou em 18 jogos e apenas em 7 jogou os 90 minutos, tendo tido uma média de 19 minutos de utilização num acumulado de 919 minutos totais de utilização... muito pouco! Mas na época anterior, aquela em que foi mais utilizado e onde nos primeiros meses tivemos Danilo Pereira em fase de adaptação, Rúben só jogou 90 minutos em 15 jogos e teve um média de utilização de 44 minutos.

A verdade, é que ao longo dos últimos tempos, sempre vimos e lemos o nome do jogador associado aos mais diferentes clubes, todos eles de top Mundial, mas no final das contas, os mesmos não avançaram para a sua contratação, e não foi seguramente por não poderem superar o valor do negócio. Alguma coisa perceberam que está longe de estar confirmado.
Já para nós, vender um suplente por 18 milhões, representa um encaixe relevante, um valor por exemplo superior às pedras preciosas que brotam do nosso principal rival (ex: Bernardo Silva, João Cancelo, André Gomes, etc) e não põe em causa a manutenção da espinha dorsal da nossa equipa, a qual poderia estar em causa quando tanto se fala do fair-play financeiro. Sobre este tema, que em momento oportuno voltarei a abordar, deixo apenas esta notícia como recordatório. É que da mesma forma que estão orçamentados 115 milhões em vendas, também estão orçamentados 47 milhões em gastos com compras... portanto, o histerismo à volta deste tema, é mais uma intoxicação que muitos comem sem se queixar.
Quero lá saber se Rúben um dia ainda vai ser vendido por muitas dezenas de milhares de euros. O que eu sei, é que 18M nesta altura, é acima do seu atual valor de mercado, ponto! Até porque, não vi críticas ao 5lb quando Bernardo Silva e André Gomes foram vendidos por valores muito acima dos valores pelos quais haviam sido vendidos.

Em resumo, é pelas seguintes razões que entendo que estamos perante um bom negócio:
  1. Não tem as principais qualidades para um 6;
  2. Temos alternativas melhores para a posição, tanto a titular como suplente (Danilo e Mikel);
  3. Jogador pouco utilizado que nunca se afirmou;
  4. Bom encaixe financeiro;
Ao Rúben Neves, desejo as maiores felicidades do Mundo. Que tenha muita sorte e se consiga afirmar em todos os clubes onde jogar e que possa vir a confirmar o que de melhor se diz sobre ele.

Um abraço.

04 julho, 2017

“AZUL, BRANCA, INDOMÁVEL, IMORTAL”


Estamos de Volta. Preparados e Prontos para a Guerra.

Sabemos das dificuldades, mas vamo-nos agarrar àquilo em que Acreditamos, o FC PORTO.

Cada dia desta nova época desportiva, Nós, Todos Nós, Vamos Fazer a Nossa Parte, a Defesa do Nosso Clube, mas depois, quem tem que dar resposta a tudo isso não somos nós, são eles, os nossos atletas, técnicos e dirigentes.

A Fé e a Crença, são Inabaláveis. Temos a Certeza Absoluta de que vamos ter um FC PORTO fortíssimo, e quem se distrair, vai ser Surpreendido, Aniquilado e Destruído.

o PORTO não é Moda… o PORTO é Tradição.
o PORTO não é Amor… o PORTO é Paixão.
o PORTO não é um Momento… o PORTO é uma História.
o PORTO não tem Adeptos… o PORTO tem um Império.
com o PORTO SEMPRE! pelo PORTO TUDO!

O AMOR DE SEMPRE, NO LUGAR DO COSTUME.

Caro(a) Associado(a),

Vi pela primeira vez um jogo do Futebol Clube do Porto com apenas 6 anos, pela mão do meu pai.

E logo ali tive uma certeza: aquele amor seria para sempre. Os longos anos que foram passando, feitos de paciência, perseverança e muita fé, só serviriam para tornar cada vez mais forte este sentimento único, este orgulho que não se consegue descrever.

Sei que há milhares e milhares de almas como a minha. Revoltados com a injustiça, incomodados com a derrota, mas plenamente confiantes num futuro feito de conquistas – o nosso lugar natural, conseguido com suor, trabalho e essa mesma perseverança que nos fez grandes.

É isso que todos vamos trazer para o Dragão nesta próxima época: trabalho e emoção, em todas as frentes, em todas as competições.

Eu, você e o FC Porto crescemos juntos. Por isso lhe faço o convite que faço a mim mesmo: vamos viver o amor de sempre no lugar do costume.

Espero por si no Dragão.

Jorge Nuno Pinto da Costa

Lugar Anual: todas as informações sobre vantagens, preços e descontos Lugar Anual: todas as informações sobre vantagens, preços e descontos aqui.

fonte: fcporto.pt


21 junho, 2017

OS EQUIPAMENTOS PARA 2017/18


Sob o tema “Joga Sem Fronteiras” (“Play Without Boundaries”), o FC Porto e a New Balance uniram esforços na idealização dos três equipamentos que os Dragões vão utilizar na época 2017/18, começando pelo azul e branco, que honra uma tradição com mais de um século.

O equipamento principal do FC Porto para a nova temporada assinala o regresso as riscas azuis e brancas clássicas do Porto, uma presença constante nos equipamentos principais do FC Porto desde 1909. A camisola apresenta uma gola redonda com linha branca e mangas com efeitos nas pontas. O peito tem o símbolo do FC Porto estampado.

O segundo equipamento é dominado por um cor de laranja vibrante e em claro contraste com os outros dois, cumprindo-se assim as necessidades regulamentares da UEFA. O design brilhante, limpo e minimalista irá certamente destacar-se quando o FC Porto enfrentar adversários em Portugal e na Europa na época que se avizinha. Além da gola em “V” e malhas de ventilação com pormenores em branco debaixo do braço, no peito surge o símbolo do FC Porto estampado, acompanhado pelo logótipo da NB em branco.

O terceiro equipamento é inspirado na América Latina e apresenta um padrão no qual predomina o azul celeste, com bainhas, mangas e gola (em “V”) a azul-marinho, que lhe proporcionam um acabamento limpo e com pormenores de classe. Na base da gola vai aparecer a inscrição “Futebol Clube do Porto”, enquanto o logótipo da marca norte-americana aparece lado a lado com o brasão do clube, junto ao peito, em tons de azul-marinho.

Os três equipamentos estão à venda nas FC Porto Stores.

fonte: fcporto.pt