10 maio, 2018

O ADN DE UM TÍTULO: OS PATINHOS FEIOS.


[INTRODUÇÃO - O RAPAZ A SUBIR AS ESCADAS DO ESTÁDIO]

O que é, no fundo, um clube de futebol?
Dizia Bobby Robson que

Não são os estádios, nem os dirigentes, nem aqueles que são pagos para os representar. 
Não são os contratos televisivos, as cláusulas de rescisão, os departamentos de marketing ou os camarotes corporativos. 
É o barulho, a paixão, o sentimento de pertença, o orgulho na tua cidade. 
É o pequeno rapaz a subir pela primeira vez as escadas do seu estádio, agarrado à mão do pai a olhar embasbacado para aquele pedaço de relva, sem ser capaz de fazer a mínima noção do que aquilo é, apaixonando-se.

O futebol é isto e um clube de futebol é muito disto. Uma mescla de sentimentos que nos engolem e nos deixam por vezes com uma bola na garganta, de lágrimas nos olhos, sem percebermos bem em que momento nos tornamos assim, doentes e apaixonados por um clube de futebol, ao ponto de dedicarmos grande parte dos fins-de-semana a este ritual sôfrego e inexplicável.

[DOS PATINHOS FEIOS]

Lembrei-me desta pequena nota de Sir Robson em função daquilo a que assistimos neste último ano da cavalgada – só pode ser esse o termo – do FC Porto até ao título de campeão nacional. Houve um tempo, num passado não muito longínquo em que o FC Porto, os seus dirigentes, os seus jogadores, a sua estrutura, mas também – e principalmente – os seus adeptos – se deixaram adormecer, dividir, enganar, esmorecer.

Nos anos em que ganhávamos porque sim, porque éramos inapelavelmente melhores, nos anos em que os grandes craques latino-americanos vinham aqui espalhar o perfume do seu futebol e rumar imediatamente para outras paragens, fomos acumulando títulos e honrarias, mas fomos perdendo alma, paixão, sentimento. No linguajar portuense, dir-se-á que fomos perdendo MÍSTICA.

Um clube de futebol não são, pois, os jogadores, nem os namings, nem a última grande transferência. Um clube de futebol são os seus adeptos, a sua mentalidade, a sua cultura, a sua forma de viver e de sentir o clube. Um clube de futebol é tão maior quanto maiores forem os seus adeptos e o FC Porto provou este ano que tem, indubitavelmente, os melhores adeptos do mundo, que carregam a sua equipa às costas seja em que estádio, aeroporto ou estrada for, erguendo a sua voz e o seu espírito bem mais alto que os restantes. É isso, no fundo, que define o que é e o que não é um grande clube.

O maior erro é não perceber porque se ganha. Dizia um jornal catalão, no rescaldo da traumática saída de Neymar, perante uma exibição fantástica de um jovem da cantera, que La Masia nunca mente. Defendia o jornalista que o Barcelona não podia continuar a trair a sua cultura de formar jovens na sua academia, moldados no seu estilo de jogo de posse e de toca e corre.

A dada altura, o FC Porto pensou que ganhava porque tinha mais dinheiro, mais fama na Champions, mais qualidade nos reforços ano após ano. Erro crasso. Esqueceu-se o que 77/78 lhe tinha ensinado: que os jogadores ganham jogos, mas no FC Porto quem ganha campeonatos são as equipas. O clube aburguesou-se e o seu ADN foi-se alterando: as células boas iam morrendo e foram ficando as más, numa estrutura cancerosa que se deixara convencer que ganhava por direito divino e devido aos sucessivos craques que ia recrutando a preços cada vez mais exorbitantes na américa latina.

O que aconteceu depois, sabemos, é história. Um clube amorfo e adormecido, sem chama, sem alma, sem cultura e que traiu o seu ADN, deixando-se afundar facilmente no universo do Polvo, que tudo foi corroendo e corrompendo no futebol português.

Foi preciso, sabemos hoje, nada ganhar durante 4 anos seguidos para voltarmos a ter um lampejo daquilo que é o Futebol Clube do Porto. Ele já tinha surgido, a espaços, na 2ª volta do campeonato com NES, treinador que não soube perceber o momentum nem catapultar essa força para dentro de campo.

Sérgio Conceição chega ao clube, então, no momento que agora podemos dizer ideal. Se por um lado chega como o treinador a quem foram dados menos recursos, o ambiente que se vivia era um pouco semelhante àquele que se viveu no pós-campeonato do Túnel, onde Jesualdo Ferreira foi simplesmente expoliado de um título de campeão nacional. AVB percebeu também essa raiva acumulada e pôs o Dragão a cuspir fogo, dando asas a uma equipa desejosa de vingar Hulk e Sapunaru.

Mas o seu a seu dono: Sérgio Conceição teve tarefa mais hercúlea, apenas unicamente comparável aos títulos de Pedroto e Artur Jorge. Perceba-se que esta equipa campeã é feita de patinhos feios. Que outra coisa poderão chamar a Ricardo Pereira (enviado para França depois de sucessivos erros defensivos como lateral), Marcano (central que começou por ser visto como mais um erro de casting de Lopetegui), Sérgio Oliveira (a eterna promessa adiada), Herrera (um dos mais mal-amados dos últimos anos), Aboubakar (recambiado para a Turquia após uma primeira época estranha) e Marega (o jogador mais gozado e vilipendiado pelos próprios adeptos e adeptos rivais de que há memória)?

Esta equipa de patinhos feios tornou-se uma espécie de fénix renascida. Aproveitou-se da experiência de Iker e de Maxi, da qualidade e alma de Telles, da impetuosidade de Felipe, da força de Danilo e da técnica apurada de Brahimi para se catapultar para outros voos.

Sérgio Conceição parece ter percebido o exacto momento do clube e resgatado uma identidade e um ADN que é património imaterial do FC Porto e que é único em Portugal: a lógica do comer a relva e do antes quebrar que torcer. Esse pergaminho é a nossa La Masia. Um clube cujo epíteto poderia ser de feios, porcos e maus, que joga na raça e no querer, que faz das fraquezas as suas forças e que actua como underdog competitivo, aquele que corre por fora e em quem nunca ninguém aposta. Esta é, para fora, a cultura FC Porto. Para dentro, a mentalidade é só uma: exigência máxima, união e coesão, balneário fechado e trabalho, seriedade e competência. Não é que os outros não corram e não se esforcem, mas há uma ideia, uma história e uma génese no património genético do FC Porto. É um clube que tem uma concepção e uma ideia de competição que deve ser protegido, alimentado, valorizado e potenciado, nunca renegado e esquecido, pois são poucos os clubes no mundo que entendem o seu lugar e papel no futebol.

A nota dominante desta equipa é, não por acaso, algo que a distingue das equipas do passado recente do FC Porto. Onde antes havia distanciamento e evasão, há hoje proximidade e pertença. Os jogadores convivem com os adeptos, os jogadores banham-se na multidão que é hoje o mar azul, o clube potencia e percebe que é nesses momentos – como no aeroporto, como nas partidas de autocarro da equipa – que os jogadores realizam que não jogam sozinhos e que trazem atrás de si toda uma nação azul-e-branca. Só assim se percebe que Herrera, ao marcar o golo do campeonato no Estádio da Luz, dispa a camisola e exiba com orgulho não o seu nome, mas o símbolo do seu clube.

Não há coincidências: há aqui um testemunho geracional, uma corrente invisível, um legado que sustenta o clube e o aproxima das suas origens e do seu código genético pedrotiano. Existem 3 homens simultaneamente campeões como jogadores e treinadores no clube: Sr. José Maria Pedroto, António Oliveira e Sérgio Conceição. O 2º foi treinado pelo primeiro. O 3º foi treinado pelo 2º.

Diz a lenda que as palestras de Oliveira no balneário eram insuperáveis, carregadas de mística e de chavões de ódio ao sul e da necessidade de deixar a pele em campo, muito inspiradas pelo imaginário pedrotiano. Conceição transporta consigo uma raiva e uma alma latentes e bem visíveis à flor da pele, assim como é possível ver em André André e em Gonçalo Paciência muito do amor e da alma que os seus pais nutriam pelo clube. Conceição foi por isso o treinador ideal para este contexto e este tempo muito específicos, onde derrotar o Polvo foi assumido como prioridade máxima por parte da Direcção e dos adeptos portistas.

Palavra especial para Francisco J. Marques, que encetou toda a sua estratégia logo no dealbar dos festejos do tetra encarnado que, devido ao que se foi conhecendo, foi já festejado de forma tristonha e envergonhada, por entre tumultos no Marquês e sem o chamado brilho dos campeões. Olhando agora de forma retrospectiva, o penta só poderia mesmo ter acontecido com a ajuda dos padres ordenados. O clube rival, por si só, está destruído e contaminado por dentro, incapaz de perceber como pode ganhar sem os seus tentáculos de molusco invertebrado.

A operação urdida por Francisco J. Marques foi o verdadeiro anti-penta, que permitiu que o clube começasse o campeonato com 3 pontos de vantagem sobre os rivais, que pareceram sempre aturdidos e esmagados com as sucessivas revelações vindas à tona. Em redor desta estratégia foram surgindo personalidades e entidades que não se podem desligar a partir de agora do futuro do clube, tais como o Porto Canal, Baluarte Dragão, Porto Lúcido ou Batalha 1893. Estes e muitos outros, cada um à sua maneira, voltaram a erguer a muralha fernandina em torno do FC Porto, possibilitando a reconquista.

As figuras do título, além do treinador e director de comunicação, só podem ser obviamente Herrera ou Marega, dois patinhos feios por excelência. Na impossibilidade de escolher os dois, opto pelo mexicano. Embora defenda que Marega é de facto o jogador que mais torna este FC Porto quase impossível de combater, penso que é com jogadores como Hector que se ganham campeonatos e se constrói uma mentalidade ganhadora. É preciso aguentar jogadores deste calibre alguns anos, moldados na espiral do fracasso e no pavor do assobio da bancada, para que se ganhem verdadeiros campeões e homens da casa. Herrera tornou-se um capitão ao estilo daquilo que nos habituamos a ver no Porto. Não será um João Pinto, não será um Baía ou um Jorge Costa, mas é, ao seu jeito, um grande capitão do FC Porto. A manutenção deste jogador (e também por inerência deste tipo de jogador) será a chave do sucesso no futuro imediato. Todos o sabem, mas ninguém o assume: quando os adeptos cantam Hector Herreraaaa e Oh Maregááá estão, no fundo, a pedir desculpa aos jogadores pela forma injusta e precipitada como os trataram no passado. Esses cânticos são o mar azul a premiar os tais patinhos feios, transformados em estrelas brilhantes do plantel dos campeões nacionais. No fundo, Herrera e Marega são o avatar do FC Porto: os eternos underdogs, os eternos desmerecidos, os eternos desacreditados que, fruto do trabalho e da crença, crescem perante a adversidade e fazem das tripas coração. Uma históra muito tripeira, no fundo.

[CONCLUSÃO - ABRILADA NO LUSO-FUTEBOL]

Quem não percebeu o que se passou nesta temporada 2017/2018, não será capaz de perceber o que aí vem. De certa forma, com este campeonato, nasceu um novo FC Porto. Eu, que vivo entre as duas cidades – Porto e Lisboa – há quase 6 anos, posso afiançar-vos de forma fidedigna que o panorama tem mudado radicalmente de ano para ano. Há um novo portismo que germina por esse país fora, especialmente em Lisboa e seus arredores. Pode ter começado por ser uma erva daninha rastejante, mas, fruto da persistência, esse portismo foi-se implementando e está aí viçoso e forte, a percorrer o país fora.

Já vimos um pouco disso mesmo na marcha que decorreu da Avenida da República até ao Marquês de Pombal no passado Sábado. Há pouco menos de 10 anos, os jornalistas da nossa praça não enchiam a boca para afirmar que o FC Porto tinha ganho muita coisa mas continuava a ser um clube regional? Onde andam agora essas aves raras que falam para agradar ao dono? Não viram? Não estavam lá? Até quando vai a comunicação social deste país continuar a ignorar a nova geração de portistas que, semana após semana, mostram o seu apoio nos estádios desse Portugal fora?

Onde paira essa comunicação social que é incapaz de dizer que o Porto, tirando Luz e Alvalade, joga em casa em qualquer estádio do sul do país, seja Belém, Setúbal ou Estoril? Onde estavam esses pseudo-jornalistas para relatar a verdadeira invasão registada na ilha da Madeira?

O país está a mudar rápida e vorazmente em vários sectores e o futebol não é excepção. O FC Porto é uma das poucas instituições que representam a resistência ao centralismo lisboeta e à cultura de corrupção que grassa na administração central lusitana. Mas essa luta é agora feita a partir de vários pontos do país, tendo, claro, o seu epicentro na Invicta. O clube, perante os casos do Túnel, EstorilGate, dos vouchers, dos e-mails, do e-Toupeira parece ter-se amotinado como à boa maneira dos anos 80 e 90 e quer voltar a inverter o tabuleiro do futebol português para norte. Este campeonato e a consequente participação na liga (cada vez mais) milionária podem ser o passaporte para uma nova fase de sonhos e ambições.

Este campeonato representa ainda o primeiro grande momento de verdadeira comunhão portista no novo estádio e talvez o primeiro momento em que a arquitectura do mesmo se revelou em toda a sua plenitude, conjugando o interior do recinto com o anel exterior e a alameda, potenciadas pela rotação do ecrã do estádio fora e pela abertura dos topos à parte exterior, num dia de calor e de emoções fortes. As imagens de 52 mil pessoas dentro do estádio a torcer pela vitória, sustentadas por uma mole humana impressionante cá fora irão marcar para sempre as imagens deste título, num fim-de-semana que foi de loucura em toda a cidade.

Nunca como nestes dois dias se celebrou tanto aquilo que é a vivência e o amor ao FC Porto, com dezenas e dezenas de grupos de apoio ao clube, das mais variadas paragens, a organizarem excursões, almoços, lanches e encontros de confraternização, sem qualquer tipo de violência (notem bem!) e apenas pelo puro gozo de celebrar o amor a um clube de futebol. Esta foi, definitivamente, a festa dos campeões e a festa de quem quer bem ao futebol português: um fim-de-semana de sol, regado a finos e a francesinhas, mas sempre de sorriso na cara e com respeito por todos. Um fim-de-semana de CAMPEÕES. E embora se possa pensar que ali se festejou somente um troféu, os portistas sabem que estavam a festejar muito mais que isso: estavam a celebrar uma comunhão de sentimentos e de energias que há muito estavam desaparecidas - a chamada Plenitude do Dragão. E isso é algo que não se explica: ou se sente e se entende ou então pura e simplesmente não se pode traduzir por palavras.

Outra nota de registo que talvez tenha passado algo despercebida é que este foi o primeiro título do FC Porto em que o treinador e os jogadores (Herrera, Marega, Iker, Telles, etc) foram mais aplaudidos que o próprio Presidente, que apenas teve direito a uma ou duas músicas entoadas mais por tradição e obrigação que por vontade. Ninguém retira mérito – que o tem, inegavelmente – a Jorge Nuno Pinto da Costa nesta conquista, mas a voz do estádio não costuma enganar: o FC Porto está preparado para sobreviver sem Pinto da Costa, doa a quem doer, custe a quem custar. O mesmo parecia intuir isso, no abraço emocionado a Sérgio Conceição, antes da entrega do troféu. E, embora só pareça chegar ao final de 36 largos e felizes anos, este é, paradoxalmente, o seu maior legado.

Viva o FUTEBOL CLUBE DO PORTO!!

Rodrigo de Almada Martins

18 comentários:

  1. Brilhante Rodrigo!
    Grande abraço, somos campeões!

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  2. Parabéns; Brilhante. Deixou-me com uns "ciscos" nos olhos.Obrigado.

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  3. O tempo não dá para tudo, tenho andado muito fora do "virtual", mas disseram-me que tinha de ler isto.
    Fodasssssss, ainda bem que li.
    Está TREMENDAMENTE BRILHANTE
    Obrigado!

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  4. Bravo. Um gajo até se baba todo a ler isto.
    Maravilhoso e 200% certo.

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  5. Fantástico!! Espetacular!! Brilhante texto!!!
    Tem toda a razão este é o nosso FC PORTO!!! Esta equipa carregou o nosso ADN!!! Esta foi uma equipa á FC PORTO!!!

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  6. Parabéns pelo texto. Muito bom.

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  7. UAU..Que emoção tão forte senti a ler este texto, absolutamente fantástico Rodrigo. Obrigado !!

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  8. Emocionalmente brilhante! Simplesmente espectacular! Apaixonadamente realista!!!!

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  9. Que dizer ainda, está tudo dito amigo dragão Rodrigo de Almada Martins, Parabéns gostei de ler estas lindas palavras, certo que nunca a Nação Portista esquecerá tudo o que fez o Presidente Pinto da Costa, pelo nosso clube,F.C.P. e penso que quem ocupará o lugar de Presidente seguirá o caminho trilhado por J.N. Pinto da Costa, agora por falar deste Futebol em Portugal, está mesmo contaminado, ou esteve contaminado pelos benfas, na trafulhice, nos jogos que acabavam só quando os vermelhos estivessem a ganhar, e nos Penaltis inventados a favor dos mesmos,,ou anular golos limpos dos adversários dos benfas, vimos tudo isso esta época, nas outras passadas não se notou tanta roubalheira, mas hoje roubalheira,os roubos começaram com o campeonato "Dos Tuneis" desde ai nunca mais parou, este Ano mesmo a jogar contra 14 conseguimos ser Campeões, por isso nosso F.C. do Porto está de Parabéns,, Bravo a todos os jogadores e a Sérgio Conceção::

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  10. Belíssimo Texto.
    Isto é Porto

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  11. Boa noite

    Brilhante texto, o sentimento de pertença ao FCPORTO está todo ai...

    Abraço, Gil Lopes

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  12. Isto é FCPorto. ����������♡����

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  13. Excelente texto espectacular

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  14. Parabéns pela brilhante análise. Corresponde, na íntegra, à visão deste anónimo e fervoroso adepto que orgulhosamente exibe na lapela a roseta de ouro do seu (nosso) querido Clube. Um merecido, forte e azul abraço.

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  15. PORTOOOO PORTOOOO PORTOOOOOOOOO

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  16. Trata-se de um texto não apenas para ler, outrossim para guardar e reler, reler, reler...
    Parabéns

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  17. Já há muito que o F.C.Porto merecia ser campeão, mas sabemos que outros impediram por processos extra-futebol. Lá se foi o penta, ficou o tenta e agora é o F.C.Porto que está mais perto de ter o 2º.penta. Precisa de 2 ou 3 jogadores mais altos, que na área cheguem á bola e marcar golos com a bola a vir de livres de canto e de centros.Mas o mais importante num clube de futebol são as grandes vitórias e trofeus internacionais onde o F.C.PORTO é inquestionávelmente o melhor clube Português com 7 SETE TITULOS entre os quais 2 vezes campeão do Mundo.

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