16 abril, 2015
15 abril, 2015
“BÊS” EMPATAM A ZERO EM VISEU
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/
académico viseu-FC PORTO B, 0-0
Segunda Liga, 39.ª jornada
15 de Abril de 2015
Estádio do Fontelo, em Viseu
Árbitro: Jorge Ferreira (Braga).
Assistentes: Inácio Pereira e José Gomes.
Quarto árbitro: Albano Correia.
ACADÉMICO DE VISEU: Ruca; João Amorim, Tiago Gonçalves, Dalbert e Eridson; André Sousa, Alex Porto e Clayton; Luisinho, Tiago Borges e Tiago Almeida.
Substituições: Tiago Borges por Sandro Lima (59m), Dalbert por Ricardo Ferreira (63m) e Clayton por Tiago Costa (76m).
Não utilizados: Ivo, Filipe Nascimento, Marcel e Gabi.
Treinador: Ricardo Chéu.
FC PORTO B: Raúl Gudiño; Víctor García, Diego Carlos, Zé António e Rafa; Tomás Podstawski, Pavlovski e Francisco Ramos; Frédéric, André Silva e Roniel.
Substituições: Roniel por Tony Djim (53m), Pavlovski por Pité (76m) e Tomás Podstawski por Graça (85m).
Não utilizados: Kadú, David Bruno e Anderson.
Treinador: Luís Castro.
Disciplina: cartão amarelo a Diego Carlos (22m), Zé António (41m), Tiago Almeida (69m), Alex Porto (74m) e Francisco Ramos (90m+2); cartão vermelho directo para Tiago Gonçalves (73m)
Académico de Viseu e FC Porto B empataram esta tarde a zero no Estádio do Fontelo, em Viseu, em partida a contar para a 39.ª jornada da Segunda Liga, na qual os Dragões ocupam a nona posição, com 59 pontos.
Num jogo com poucas oportunidades de golo, as melhores pertenceram à equipa da casa, que teve pela frente um Raúl Gudiño em tarde de franca inspiração. O guardião mexicano dos azuis e brancos protagonizou uma série de intervenções de grande qualidade e impediu o golo dos anfitriões que, no primeiro tempo, só aos 15 minutos viram o FC Porto B criar perigo junto da baliza à guarda de Ruca.
O nulo registado no primeiro tempo prolongou-se até ao final do segundo, em que o equilíbrio foi a nota dominante. O conjunto comandado por Luís Castro dispôs da melhor oportunidade de golo, aos 73 minutos, mas Ruca efectuou uma excelente defesa. Os Dragões ficaram em superioridade numérica na sequência do lance, por expulsão de Tiago Gonçalves, devido a alegadas palavras, mas não lograram desfazer o nulo até ao apito final, apesar de algumas boas situações nos momentos finais.
Na próxima ronda, a 40.ª, o FC Porto B recebe o Leixões no Estádio Luís Filipe Menezes, no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival, em jogo marcado para este domingo, às 15h00, com transmissão em directo no Porto Canal.
fonte: fcporto.pt
RESUMO DO JOGO
Segunda Liga, 39.ª jornada
15 de Abril de 2015
Estádio do Fontelo, em Viseu
Árbitro: Jorge Ferreira (Braga).
Assistentes: Inácio Pereira e José Gomes.
Quarto árbitro: Albano Correia.
ACADÉMICO DE VISEU: Ruca; João Amorim, Tiago Gonçalves, Dalbert e Eridson; André Sousa, Alex Porto e Clayton; Luisinho, Tiago Borges e Tiago Almeida.
Substituições: Tiago Borges por Sandro Lima (59m), Dalbert por Ricardo Ferreira (63m) e Clayton por Tiago Costa (76m).
Não utilizados: Ivo, Filipe Nascimento, Marcel e Gabi.
Treinador: Ricardo Chéu.
FC PORTO B: Raúl Gudiño; Víctor García, Diego Carlos, Zé António e Rafa; Tomás Podstawski, Pavlovski e Francisco Ramos; Frédéric, André Silva e Roniel.
Substituições: Roniel por Tony Djim (53m), Pavlovski por Pité (76m) e Tomás Podstawski por Graça (85m).
Não utilizados: Kadú, David Bruno e Anderson.
Treinador: Luís Castro.
Disciplina: cartão amarelo a Diego Carlos (22m), Zé António (41m), Tiago Almeida (69m), Alex Porto (74m) e Francisco Ramos (90m+2); cartão vermelho directo para Tiago Gonçalves (73m)
Académico de Viseu e FC Porto B empataram esta tarde a zero no Estádio do Fontelo, em Viseu, em partida a contar para a 39.ª jornada da Segunda Liga, na qual os Dragões ocupam a nona posição, com 59 pontos.
Num jogo com poucas oportunidades de golo, as melhores pertenceram à equipa da casa, que teve pela frente um Raúl Gudiño em tarde de franca inspiração. O guardião mexicano dos azuis e brancos protagonizou uma série de intervenções de grande qualidade e impediu o golo dos anfitriões que, no primeiro tempo, só aos 15 minutos viram o FC Porto B criar perigo junto da baliza à guarda de Ruca.
O nulo registado no primeiro tempo prolongou-se até ao final do segundo, em que o equilíbrio foi a nota dominante. O conjunto comandado por Luís Castro dispôs da melhor oportunidade de golo, aos 73 minutos, mas Ruca efectuou uma excelente defesa. Os Dragões ficaram em superioridade numérica na sequência do lance, por expulsão de Tiago Gonçalves, devido a alegadas palavras, mas não lograram desfazer o nulo até ao apito final, apesar de algumas boas situações nos momentos finais.
Na próxima ronda, a 40.ª, o FC Porto B recebe o Leixões no Estádio Luís Filipe Menezes, no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival, em jogo marcado para este domingo, às 15h00, com transmissão em directo no Porto Canal.
fonte: fcporto.pt
RESUMO DO JOGO
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LOPETEGUI: “É UM DESAFIO COLOSSAL”
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Apesar de reconhecer que a equipa do FC Porto vai encontrar, nesta quarta-feira, às 19h45, “um dos melhores Bayern Munique de sempre”, Julen Lopetegui afiançou que as palavras “ambição” e “ilusão” fazem parte do léxico do balneário dos Dragões no momento de encarar a primeira mão dos quartos-de-final da UEFA Champions League. Em conferência de imprensa de antevisão do jogo frente ao campeão alemão, o técnico espanhol disse também que os jogadores têm a “energia demasiado focada em dar uma boa resposta frente a uma equipa extraordinária” para pensar nas ausências de ambas as equipas, acrescentando que "um desafio colossal" espera os Dragões.
Um Estádio do Dragão com lotação esgotada vai receber o Bayern Munique, em mais uma etapa de um caminho que os azuis e brancos começaram, como recordou o técnico espanhol, “sem bilhete”: “Os jogadores ganharam a possibilidade de participar e, a pouco a pouco, fizemos o nosso caminho. Vamos defrontar uma das melhores equipas da História nos quartos-de-final da competição mais importante a nível de clubes. Temos o objectivo de fazer um grande jogo e de ser protagonistas contra este Bayern, que é um dos melhores Bayern Munique da Historia, com um dos melhores treinadores da História, o que vai exigir uma resposta extraordinária de todos. Jogue quem jogue, o importante é a resposta colectiva para além da individual”.
Julen Lopetegui afirmou que, no Dragão, ninguém pensa em quem é o favorito neste confronto a duas mãos: “Temos o máximo de respeito por eles. Temos de fazer muito bem as coisas e o adversário vai obrigar-nos a trabalhar dessa forma. Não páro a pensar nas ausências, pois sei que os que vão jogar vão ser competentes. O Bayern Munique vai ter oito ou nove campeões do mundo em campo e nós necessitamos do máximo de atenção e de energia dos jogadores que vão jogar. É um desafio colossal, mas temos a intenção de fazer um grande jogo e de ser protagonistas”.
Referindo, em tom de brincadeira, que uma das tácticas para derrotar o conjunto alemão poderá passar por “furar a bola”, Lopetegui disse que os Dragões vão “tratar de ser capazes de competir em todos os momentos de jogo”: “Quando tivermos a bola teremos de utilizá-la bem e quando não a tivermos teremos de defender bem. Estamos a falar da necessidade de fazer um jogo de máxima intensidade em todos os aspectos, defensivo e ofensivo”.
Recordando que a final de 1987, em que os Dragões venceram os bávaros, “é uma parte fantástica da história do clube”, mas que “decorreu em tempos e momentos diferentes”, o técnico deixou ainda palavras elogiosas para Pep Guardiola, seu compatriota, e que havia encontrado em Madrid há umas semanas: “Na altura, não pensávamos que isto pudesse acontecer. Pep é um amigo e um companheiro, somos dois treinadores espanhóis, mas temos objectivos diferentes”.
HERRERA: “SE É PARA COMPETIR, É PARA GANHAR”
Ambição, trabalho e responsabilidade. Estas três palavras estiveram bem presentes no discurso de Herrera, o jogador escolhido para se sentar ao lado de Julen Lopetegui na conferência de imprensa de antevisão da recepção ao Bayern Munique, marcada para esta quarta-feira (19h45), no Estádio do Dragão, referente à primeira mão dos quartos-de-final da UEFA Champions League. Para o camisola 16, é essencial aproveitar “todas as oportunidades que vão surgindo” e esta será mais uma para se poder fazer história.
“Não escondemos que temos uma ambição muito grande e estamos a trabalhar a 100 por cento, sempre concentrados no nosso objectivo, que passa por vencer este primeiro jogo. Temos um compromisso para connosco e com a instituição. O importante é que as coisas corram bem dentro do campo e é natural que haja alguma ansiedade para que chegue a hora do jogo. Se trabalharmos como temos trabalhado e se acreditarmos em nós mesmos, acredito que estaremos bem amanhã”, declarou Herrera, autor de três golos na presente edição da UEFA Champions League, frente a Athletic Club (2-1), BATE Borisov (3-0) e Basileia (4-0).
O médio internacional mexicano sublinhou a ambição portista nesta prova mas garantiu respeito máximo pelos adversários, alertando para a necessidade de aproveitar cada oportunidade. “Estamos nesta competição desde o início e é uma motivação extra estar a disputá-la, mas ao mesmo tempo é uma responsabilidade muito grande. Sempre pensei que, se é para competir, é para ganhar. Vamos competir com muita ambição, respeitando sempre os adversários que tivermos pela frente. De qualquer forma, temos de aproveitar todas as oportunidades que vão surgindo. Como já referi, é uma responsabilidade estar aqui, mas temos de procurar fazer o nosso trabalho e é isso que nos poderá levar à vitória”.
Em resposta aos elogios que lhe foram dedicados por Pep Guardiola, treinador do Bayern Munique, Herrera mostrou-se “feliz”, mas confessou preferir que seja Julen Lopetegui a falar positivamente do trabalho que vem desenvolvendo. “O mais importante é que continue a fazer bem o meu trabalho e que o meu treinador goste daquilo que faço. Tal como os meus companheiros, trabalhei muito para chegar aqui, pelo que agora é aproveitar todas as oportunidades”.
fonte: fcporto.pt
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Fabiano;
Defesas: Danilo, Maicon, Martins Indi, Reyes, Alex Sandro;
Médios: Casemiro, Brahimi, Quintero, Quaresma, Evandro, Herrera, Hernâni, Ricardo, Óliver Torres, Rúben Neves;
Avançados: Jackson, Gonçalo Paciência e Aboubakar.
Um Estádio do Dragão com lotação esgotada vai receber o Bayern Munique, em mais uma etapa de um caminho que os azuis e brancos começaram, como recordou o técnico espanhol, “sem bilhete”: “Os jogadores ganharam a possibilidade de participar e, a pouco a pouco, fizemos o nosso caminho. Vamos defrontar uma das melhores equipas da História nos quartos-de-final da competição mais importante a nível de clubes. Temos o objectivo de fazer um grande jogo e de ser protagonistas contra este Bayern, que é um dos melhores Bayern Munique da Historia, com um dos melhores treinadores da História, o que vai exigir uma resposta extraordinária de todos. Jogue quem jogue, o importante é a resposta colectiva para além da individual”.
Julen Lopetegui afirmou que, no Dragão, ninguém pensa em quem é o favorito neste confronto a duas mãos: “Temos o máximo de respeito por eles. Temos de fazer muito bem as coisas e o adversário vai obrigar-nos a trabalhar dessa forma. Não páro a pensar nas ausências, pois sei que os que vão jogar vão ser competentes. O Bayern Munique vai ter oito ou nove campeões do mundo em campo e nós necessitamos do máximo de atenção e de energia dos jogadores que vão jogar. É um desafio colossal, mas temos a intenção de fazer um grande jogo e de ser protagonistas”.
Referindo, em tom de brincadeira, que uma das tácticas para derrotar o conjunto alemão poderá passar por “furar a bola”, Lopetegui disse que os Dragões vão “tratar de ser capazes de competir em todos os momentos de jogo”: “Quando tivermos a bola teremos de utilizá-la bem e quando não a tivermos teremos de defender bem. Estamos a falar da necessidade de fazer um jogo de máxima intensidade em todos os aspectos, defensivo e ofensivo”.
Recordando que a final de 1987, em que os Dragões venceram os bávaros, “é uma parte fantástica da história do clube”, mas que “decorreu em tempos e momentos diferentes”, o técnico deixou ainda palavras elogiosas para Pep Guardiola, seu compatriota, e que havia encontrado em Madrid há umas semanas: “Na altura, não pensávamos que isto pudesse acontecer. Pep é um amigo e um companheiro, somos dois treinadores espanhóis, mas temos objectivos diferentes”.
HERRERA: “SE É PARA COMPETIR, É PARA GANHAR”
Ambição, trabalho e responsabilidade. Estas três palavras estiveram bem presentes no discurso de Herrera, o jogador escolhido para se sentar ao lado de Julen Lopetegui na conferência de imprensa de antevisão da recepção ao Bayern Munique, marcada para esta quarta-feira (19h45), no Estádio do Dragão, referente à primeira mão dos quartos-de-final da UEFA Champions League. Para o camisola 16, é essencial aproveitar “todas as oportunidades que vão surgindo” e esta será mais uma para se poder fazer história.
“Não escondemos que temos uma ambição muito grande e estamos a trabalhar a 100 por cento, sempre concentrados no nosso objectivo, que passa por vencer este primeiro jogo. Temos um compromisso para connosco e com a instituição. O importante é que as coisas corram bem dentro do campo e é natural que haja alguma ansiedade para que chegue a hora do jogo. Se trabalharmos como temos trabalhado e se acreditarmos em nós mesmos, acredito que estaremos bem amanhã”, declarou Herrera, autor de três golos na presente edição da UEFA Champions League, frente a Athletic Club (2-1), BATE Borisov (3-0) e Basileia (4-0).
O médio internacional mexicano sublinhou a ambição portista nesta prova mas garantiu respeito máximo pelos adversários, alertando para a necessidade de aproveitar cada oportunidade. “Estamos nesta competição desde o início e é uma motivação extra estar a disputá-la, mas ao mesmo tempo é uma responsabilidade muito grande. Sempre pensei que, se é para competir, é para ganhar. Vamos competir com muita ambição, respeitando sempre os adversários que tivermos pela frente. De qualquer forma, temos de aproveitar todas as oportunidades que vão surgindo. Como já referi, é uma responsabilidade estar aqui, mas temos de procurar fazer o nosso trabalho e é isso que nos poderá levar à vitória”.
Em resposta aos elogios que lhe foram dedicados por Pep Guardiola, treinador do Bayern Munique, Herrera mostrou-se “feliz”, mas confessou preferir que seja Julen Lopetegui a falar positivamente do trabalho que vem desenvolvendo. “O mais importante é que continue a fazer bem o meu trabalho e que o meu treinador goste daquilo que faço. Tal como os meus companheiros, trabalhei muito para chegar aqui, pelo que agora é aproveitar todas as oportunidades”.
fonte: fcporto.pt
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Fabiano;
Defesas: Danilo, Maicon, Martins Indi, Reyes, Alex Sandro;
Médios: Casemiro, Brahimi, Quintero, Quaresma, Evandro, Herrera, Hernâni, Ricardo, Óliver Torres, Rúben Neves;
Avançados: Jackson, Gonçalo Paciência e Aboubakar.
PARABÉNS, 4LUSOS!
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Amigo, Muitos Parabéns!!!
São os votos de todos os teus colaboradores deste espaço de tertúlia.
14 abril, 2015
ROLO COMPRESSOR DOS PUPILOS DE OBRADOVIC, DEIXOU LISBOA SEM LUZ DURANTE HORA E MEIA!
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ANDEBOL
(1º FC Porto-62p; 2º sporting-58p; 3º abc-55p; 4º slb-54p)
- benfica 17-26 FC PORTO [0-3 nas meias finais do play-off / FC Porto na final]
Vitória justa e esclarecedora do Porto por 9 bolas de diferença, com Gilberto Duarte em grande estilo apontando 6 golos. Destaque ainda para os 4 de João Ferraz e os 3 de Morales e Daymaro. Com 2, aparecem Moreira, Alexis, Kasal, Schubert e Hugo Santos.
No final, ambiente de velório e cabeças em baixo. A Luz apagou-se mesmo! O benfica está fora da luta do título e o FC Porto está, desde já, apurado para a grande final que começa a 9 de Maio.
- próximos jogos
HÓQUEI EM PATINS
(1º benfica-67p; 2º FC Porto-64p; 3º valongo-48p)
- próximos jogos
BASQUETEBOL
(1º FCP Dragon force-40p; 2º eléctrico-36p; 3º terceira-32p)
- FC PORTO Dragon Force 91-62 benfica B
- próximos jogos
Um abraço do Lucho e muitos parabéns às meninas da natação do FCP que acabam de se sagrar heptacampeãs nacionais!
13 abril, 2015
FAZER HISTÓRIA OUTRA VEZ?
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Aconteça o que acontecer, o trajeto do FC Porto na presente edição da Champions League terá sempre de ser considerado muito positivo não só na vertente desportiva, quartos-final supera o mínimo exigível a um clube como o FC Porto que é a passagem da fase de grupos, como também na vertente financeira, mais de 20 milhões de euros em prize-money, mais receita de publicidade, mais receita de bilheteira (só no jogo com o Bayern vão ser 1 milhão €) e outras receitas adicionais resultarão numa receita total a rondar os 30 milhões de €. Dito isto, é com enorme orgulho que eu como Portista vejo o meu clube novamente nos quartos-final da CL, a maior e melhor competição mundial de clubes, a discutir uma vaga nas meias-finais com aquela que é considerada unanimemente como uma das melhores equipas do mundo, senão mesmo a melhor.
Do meu ponto de vista, esta eliminatória não tem, ao contrário do que poderia acontecer caso nos saísse a Juventus, o Mónaco ou o Atlético, um ponto de partida e uma abordagem muito difíceis de projetar. O ponto de partida interno, que deverá ser devidamente transmitido pelo treinador aos jogadores, é para mim muito simples: houve uma enorme festa, comprovada inclusivamente por vídeos divulgados em que se vê Thomas Muller completamente eufórico aquando do sorteio dos quartos-final da CL, por parte dos germânicos em lhes ter saído o FC Porto. Quais típicos alemães arrogantes e com aquela mania da superioridade indisfarçável, por esta altura não é difícil adivinhar que a única duvida dos alemães (exatamente a mesma que tinham antes da final de Viena em 1987) é por quantos vão ganhar ao FC Porto nesta eliminatória, se por 11 golos de diferença como quando em 2009 eliminaram outra equipa portuguesa ou se por 12 ou 13 golos como provavelmente ambicionam dada a imensa (e obviamente legítima!) confiança nas suas próprias confianças. Cabe ao FC Porto tentar, na medida das suas possibilidades, discutir com os alemães dentro de campo e contrariar o teórico favoritismo e também a habitual arrogância alemã. Uma das poucas vantagens que o FC Porto poderá retirar nesta eliminatória é exatamente o facto de quase toda a gente já ter dado por adquirida a passagem dos alemães (inclusivamente os bávaros). E foi exatamente esta uma das principais razoes pelas quais os alemães foram surpreendidos pelo grande FC Porto de 1987. As casas de apostas dão uma probabilidade mínima para a passagem do FC Porto, em 1987 provavelmente a probabilidade de vencermos também não excedia os 10%, tal como agora...
Quanto à abordagem a este jogo, na minha humilde opinião aquilo que o treinador e os jogadores do FC Porto deverão fazer, obviamente para alem de tentarem fazer o seu trabalho o melhor possível, é simplesmente desfrutar de uma eliminatória frente a uma grande equipa, orientada por um excelente treinador, em dois estádios lindíssimos, numa competição onde estão os melhores do planeta. É muito bom ter a possibilidade de na 4ª feira termos o Dragão cheio para receber uma das melhores equipas do mundo. Será muito mais difícil as coisas saírem bem se os jogadores estiverem tensos e com medo do adversário. Mais do que medo e tensão, os jogadores terão de estar SUPER-CONCENTRADOS e com níveis de agressividade ao máximo, porque depois a sua grande qualidade que já foi demonstrada noutras alturas esta época poderá obviamente vir ao de cima. Contra o Bayern, não se podem falhar passes perto da área, não se pode falhar uma clara oportunidade de golo porque os bávaros se permitirem duas oportunidades de golo em 90 minutos já é muito, nem pode haver distrações em lances de bola parada, sob pena da penalização ser enorme. Estamos a falar de uma das melhores equipas do mundo, ninguém exige nada aos jogadores e treinador do FC Porto, apenas lutar até ao fim pela eliminatória, o que já será excelente e redundará numa participação na CL tão boa, que só será superada pelas vezes em que a ganhamos ou pela época de 93/04 onde caímos nas meias-finais em Barcelona. Há outra vez uma grande oportunidade de se fazer historia, seguramente eliminar o Bayern de Guardiola só será superado pelas vitórias épicas de 1987 e 2004 e entrará imediatamente para a história de ouro do FC Porto.
Em conclusão, nesta eliminatória temos muito a ganhar e pouco a perder, duas vitórias do Bayern serão normalíssimas, algo que seja diferente disso espantará a Europa. Mas, como sonhar ainda não paga imposto, permitam-me perguntar-vos em jeito retórico: Mas quantas vezes já não espantámos a Europa? Alguém pensava em 1982, aquando da tomada de posse do mais brilhante dirigente desportivo do mundo, que seria possível o FC Porto ser 2 vezes campeão europeu, vencer 2 Taças UEFA, 1 supertaça Europeia e 2 taças Intercontinentais? Vamos acreditar meus amigos Portistas! Apenas tenho uma certeza, independentemente do que acontecer, continuarei a amar e sofrer pelo FC Porto, um clube que tantas alegrias já me deu!
PS: Poderia fazer um post à medida do que Guardiola, alguma imprensa alemã e a generalidade da imprensa portuguesa têm feito, ou seja, um choradinho ridículo e estúpido. Os alemães a queixarem-se de lesões, enquanto o FC Porto tem 2/3 do seu ataque lesionado, sendo um deles um dos melhores avançados mundiais do momento, é o mesmo que um milionário queixar-se dos impostos que paga a um desempregado com mulher e filhos para criar. É tão ridículo, que só poderia ser mesmo utilizado e exponenciado pela mesquinha comunicação social portuguesa. Passou-se da excitação do “Bayern vai enfiar 20 ao FC Porto” para o choradinho de “o Bayern tem meia equipa lesionada”. Não percebo porque andam tão nervosos se é tão certa a passagem dos alemães...
Do meu ponto de vista, esta eliminatória não tem, ao contrário do que poderia acontecer caso nos saísse a Juventus, o Mónaco ou o Atlético, um ponto de partida e uma abordagem muito difíceis de projetar. O ponto de partida interno, que deverá ser devidamente transmitido pelo treinador aos jogadores, é para mim muito simples: houve uma enorme festa, comprovada inclusivamente por vídeos divulgados em que se vê Thomas Muller completamente eufórico aquando do sorteio dos quartos-final da CL, por parte dos germânicos em lhes ter saído o FC Porto. Quais típicos alemães arrogantes e com aquela mania da superioridade indisfarçável, por esta altura não é difícil adivinhar que a única duvida dos alemães (exatamente a mesma que tinham antes da final de Viena em 1987) é por quantos vão ganhar ao FC Porto nesta eliminatória, se por 11 golos de diferença como quando em 2009 eliminaram outra equipa portuguesa ou se por 12 ou 13 golos como provavelmente ambicionam dada a imensa (e obviamente legítima!) confiança nas suas próprias confianças. Cabe ao FC Porto tentar, na medida das suas possibilidades, discutir com os alemães dentro de campo e contrariar o teórico favoritismo e também a habitual arrogância alemã. Uma das poucas vantagens que o FC Porto poderá retirar nesta eliminatória é exatamente o facto de quase toda a gente já ter dado por adquirida a passagem dos alemães (inclusivamente os bávaros). E foi exatamente esta uma das principais razoes pelas quais os alemães foram surpreendidos pelo grande FC Porto de 1987. As casas de apostas dão uma probabilidade mínima para a passagem do FC Porto, em 1987 provavelmente a probabilidade de vencermos também não excedia os 10%, tal como agora...
Quanto à abordagem a este jogo, na minha humilde opinião aquilo que o treinador e os jogadores do FC Porto deverão fazer, obviamente para alem de tentarem fazer o seu trabalho o melhor possível, é simplesmente desfrutar de uma eliminatória frente a uma grande equipa, orientada por um excelente treinador, em dois estádios lindíssimos, numa competição onde estão os melhores do planeta. É muito bom ter a possibilidade de na 4ª feira termos o Dragão cheio para receber uma das melhores equipas do mundo. Será muito mais difícil as coisas saírem bem se os jogadores estiverem tensos e com medo do adversário. Mais do que medo e tensão, os jogadores terão de estar SUPER-CONCENTRADOS e com níveis de agressividade ao máximo, porque depois a sua grande qualidade que já foi demonstrada noutras alturas esta época poderá obviamente vir ao de cima. Contra o Bayern, não se podem falhar passes perto da área, não se pode falhar uma clara oportunidade de golo porque os bávaros se permitirem duas oportunidades de golo em 90 minutos já é muito, nem pode haver distrações em lances de bola parada, sob pena da penalização ser enorme. Estamos a falar de uma das melhores equipas do mundo, ninguém exige nada aos jogadores e treinador do FC Porto, apenas lutar até ao fim pela eliminatória, o que já será excelente e redundará numa participação na CL tão boa, que só será superada pelas vezes em que a ganhamos ou pela época de 93/04 onde caímos nas meias-finais em Barcelona. Há outra vez uma grande oportunidade de se fazer historia, seguramente eliminar o Bayern de Guardiola só será superado pelas vitórias épicas de 1987 e 2004 e entrará imediatamente para a história de ouro do FC Porto.
Em conclusão, nesta eliminatória temos muito a ganhar e pouco a perder, duas vitórias do Bayern serão normalíssimas, algo que seja diferente disso espantará a Europa. Mas, como sonhar ainda não paga imposto, permitam-me perguntar-vos em jeito retórico: Mas quantas vezes já não espantámos a Europa? Alguém pensava em 1982, aquando da tomada de posse do mais brilhante dirigente desportivo do mundo, que seria possível o FC Porto ser 2 vezes campeão europeu, vencer 2 Taças UEFA, 1 supertaça Europeia e 2 taças Intercontinentais? Vamos acreditar meus amigos Portistas! Apenas tenho uma certeza, independentemente do que acontecer, continuarei a amar e sofrer pelo FC Porto, um clube que tantas alegrias já me deu!
PS: Poderia fazer um post à medida do que Guardiola, alguma imprensa alemã e a generalidade da imprensa portuguesa têm feito, ou seja, um choradinho ridículo e estúpido. Os alemães a queixarem-se de lesões, enquanto o FC Porto tem 2/3 do seu ataque lesionado, sendo um deles um dos melhores avançados mundiais do momento, é o mesmo que um milionário queixar-se dos impostos que paga a um desempregado com mulher e filhos para criar. É tão ridículo, que só poderia ser mesmo utilizado e exponenciado pela mesquinha comunicação social portuguesa. Passou-se da excitação do “Bayern vai enfiar 20 ao FC Porto” para o choradinho de “o Bayern tem meia equipa lesionada”. Não percebo porque andam tão nervosos se é tão certa a passagem dos alemães...
12 abril, 2015
Pedro Cardona
abril 12, 2015
a videoteca do 4lusos, arbitragem, liga 2014-15, tribunal d'o jogo, videos
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A LUTA CONTINUA...
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rio ave-FC PORTO, 1-3
Primeira Liga, 28ª jornada
Sábado, 11 Abril 2015 - 18:00
Estádio: Estádio do Rio Ave, Vila do Conde
Assistência: 5.543 espectadores
Árbitro: Vasco Santos (Porto).
Assistentes: Bruno Trindade e Sérgio Jesus.
4º Árbitro: Jorge Tavares.
RIO AVE: Ederson, Lionn, Prince, Nélson Monte, Marvin Zeegelaar, Wakaso, Tarantini, Diego Lopes, Ukra, Jebor, Del Valle.
Suplentes: Cássio, Pape Sow, Luís Gustavo, Bressan (61' Del Valle), Boateng, Pedro Moreira (77' Wakaso), Abalo.
Treinador: Fabiano Soares.
FC PORTO: Fabiano, Danilo, Maicon, Marcano, Alex Sandro, Casemiro, Herrera, Óliver Torres, Quaresma, Aboubakar, Brahimi.
Suplentes: Helton, Reyes, Evandro (86' Herrera), Hernâni (63' Quaresma), Ricardo, Rúben Neves (73' Brahimi), Gonçalo Paciência.
Treinador: Julen Lopetegui.
Ao intervalo: 0-2.
Marcadores: Quaresma (25' pen), Danilo (45+2'), Tarantini, (71'), Hernâni (83').
Disciplina: -.
Num campo tradicionalmente difícil para qualquer equipa, o FC Porto manteve a boa tradição de vencer no Estádio dos Arcos. Num campo onde o Benfica baqueou estrondosamente, sendo submetido a um banho de bola há apenas duas jornadas atrás, o FC Porto passeou classe.
O FC Porto revelou durante grande parte do jogo uma verdadeira maturidade e personalidade que a mantém na luta pelo título nacional. Tivesse tido esta postura na Choupana com o aliciante de saber do resultado do seu rival no Estádio dos Arcos e estaríamos agora noutra posição bem mais vantajosa. Mas não vale a pena perder mais tempo com “ses”. Ao FC Porto cabe vencer os 6 jogos que faltam para acabar o campeonato e esperar para ver o que ditará a classificação.
Missão cumprida num campo de exigência máxima, ainda para mais num ano em que o Rio Ave mostrou ser uma equipa de qualidade europeia. O FC Porto apresentou uma imagem de qualidade, com personalidade, revelando segurança e dinâmica de jogo desde o minuto inicial.
Por mais que na comunicação social se assista a uma verdadeira campanha de fazer levar o Benfica ao bicampeonato 30 anos depois, com a colocação de “paineleiros” estratégicos nas diferentes estações televisivas e com programas, propositadamente, feitos para enaltecer o clube do regime e motivar as tropas vermelhuscas, ao FC Porto não resta senão fazer o seu trabalho e vencer jornada após jornada.
A vencer por duas bolas sem resposta ao intervalo e com o jogo completamente controlado, a equipa teve um momento de relaxamento e de descompressão durante a segunda parte, naturalmente com a cabeça no jogo de 4ª feira. Ora, perante um Rio Ave que sabe jogar a bola e que tem uma equipa de qualidade, não se pode tirar o pé do acelerador.
Mas nesta vitória indiscutível e sem espinhas, não se pode deixar passar a actuação da equipa de arbitragem que, mais uma vez, fez das suas. Aos 18 minutos numa incursão de Quaresma pela direita, o extremo cruzou com conta, peso e medida para a área vila-condense, Herrera tocou na bola e Brahimi rematou para as malhas. Um golo limpo escandalosamente anulado pelo árbitro da partida por pretenso fora-de-jogo que nunca existiu e que colocou o argelino com mais de um metro em jogo. Só visto! Uma “roubalheira” de todo o tamanho.
Mas logo a seguir fez-se justiça. Sete minutos depois, Danilo foi carregado na área e o árbitro assinalou de pronto grande penalidade que Quaresma converteu de forma exemplar. A comunicação social sempre pronta a proteger o clube do regime e os que o beneficiam, descortinou um fora-de-jogo a Danilo na sequência da grande penalidade cometida sobre o defesa brasileiro.
Uma coisa é um fora-de-jogo inexiste de mais de um metro ser assinalado, outra coisa é não ser assinalado um fora-de-jogo no limite. E isto é que ninguém fala. Metem tudo dentro do mesmo saco e, desta forma, justificam que, com um erro, foi compensado outro erro. Não!!! Completamente errado. Há erros e há erros. E com erros destes, decidem-se campeonatos.
Dizem esses arautos da imprensa escrita e falada que este lance não teve influência no resultado. Pois não teve, não! Pode ter muita mais influência do que se pensa. Se este campeonato se decidir por diferença de golos, este golo anulado pode fazer uma diferença de todo o tamanho. Uma vergonha esta imprensa, à qual me vou referir mais à frente.
Até ao intervalo, os Dragões mostraram qualidade de jogo. A jogar contra o vento, o FC Porto adaptou-se muito bem, teve muita qualidade no futebol praticado, com boas combinações, criando vários lances de golo. E esta boa prestação fez com que em cima do intervalo, Danilo convertesse o segundo golo, num remate colocadíssimo à entrada da área.
Na segunda parte, e a favor do vento, o FC Porto continuou a mostrar a mesma qualidade de jogo e tinha tudo para vencer por três, quatro ou cinco golos de vantagem mas no subconsciente dos jogadores começou a pesar o Bayern de Munique.
Lopetegui começou a operar substituições. Retirou Quaresma e colocou Hernâni aos 62 minutos. Aos 71 minutos, Tarantini reduziu a diferença e fez tremer um pouco a equipa portista. Lopetegui decidiu voltar a mexer, reforçando o meio-campo retirando Brahimi e colocando Rúben Neves. O FC Porto deixou o clássico 4x3x3 e passou a jogar em 4x4x2. E foi desta forma, aproveitando uma perda de bola, que Aboubakar aos 82 minutos isolou Hernâni e este fez o 3-1 final.
Apesar deste pequeno sobressalto na segunda parte, a vitória nunca esteve em causa. Bom ensaio para 4ª feira, três pontos para o bornal e a luta continua…
Para terminar a minha crónica quero deixar aqui um exemplo perfeito do que é a comunicação social em prol do clube do regime. Hoje, enquanto andava a saltar pelos diferentes canais de (des)informação, parei no canal da estação pública para assistir à análise da jornada.
Sendo um canal público pago com os impostos de todos nós, essa estação deve ter um tratamento igual para todos mas como já sabemos o que a casa gasta e que fazem o que querem e o que bem lhes apetece, já nada me espanta.
Para começar a análise da jornada semanal começam sempre pelo clube do regime, depois o tempo de antena é sempre desigual em favor dos vermelhuscos e, por fim, o painel de comentadores é escolhido a dedo e bastante estratégico. Até aqui, nada que me espante.
Agora quando hoje assisto a esse programa de análise da jornada, vejo o pivôt dirigir-se ao ex-jogador Costinha, vejo-o a confrontar com o facto de Benfica e FC Porto terem que visitar o Restelo e de ter o descaramento de dizer que o FC Porto costuma ter problemas em passar no Restelo, eu disse para mim próprio que a desonestidade intelectual ultrapassou todos os limites e que vale tudo para que o Benfica seja campeão esta época. Até Costinha ficou atónito.
Senão vejamos. Desde 2002-03, o FC Porto venceu os jogos todos em Belém, excepto o da época passada onde empatou. Ao contrário, o Benfica, no mesmo período, contabiliza um empate e duas derrotas no mesmo recinto. Quem tem mais problemas em passar no Restelo?! Ah, pois o “chiclas” já veio dizer que o jogo com o Belenenses é em Lisboa e que o Restelo vai virar galinheiro.
Sem comentários. Tenha vergonha, senhor pivôt. O seu salário é pago com os meus impostos.

DECLARAÇÕES
Lopetegui: “Fizemos um jogo muito bom”
Em vésperas de um importante compromisso para a UEFA Champions League e diante de um adversário que já não perdia há três jornadas e que até tinha derrotado o Benfica, no mês passado, este era um jogo de risco elevado, como tinha avisado Julen Lopetegui. E a equipa esteve à altura do teste, reconheceu o técnico espanhol, assinando uma boa exibição e justificando “claramente a vitória” (3-1) à qual, acrescentou, “faltaram mais golos”.
“Era uma partida que tínhamos de vencer, perante um adversário que joga muito bem e que perde poucas vezes em casa, num campo difícil, onde já tinha vencido o Benfica. A equipa fez muitas coisas bem e globalmente fez um jogo muito bom. Mereceu os três pontos num contexto difícil, antes do regresso à Liga dos Campeões”, defendeu Lopetegui, em declarações no final do encontro.
O treinador espanhol realçou a entrada forte do FC Porto- “sabíamos que tinha que ser assim”, sublinhou -, o que permitiu marcar dois golos, ainda que, acrescentou, “pudesse ter marcado mais” antes do intervalo, até porque “oportunidades para isso não faltaram”. “Na segunda parte, creio que houve um momento em que baixámos um pouco a intensidade e fomos castigados com um golo, apesar de o Rio Ave nunca ter criado perigo. Sofremos um pouco, mas a verdade é que poderíamos ter chegado bem mais cedo ao terceiro golo, porque tivemos ocasiões. Mas julgo que a vitória é absolutamente merecida, ainda que pudesse ter sido mais dilatada”.
Ao fim de 28 jornadas, FC Porto e Benfica continuam separados por três pontos. Questionado sobre se o jogo em que as duas equipas se vão defrontar - no Estádio da Luz, daqui por duas semanas - será decisivo para a atribuição do título, Lopetegui afirmou que não faz futurologia. “Não sei, cada jogo vale três pontos e temos o máximo respeito por cada adversário. Estamos conscientes da temporada que estamos a realizar, do momento em que ela se encontra e que este era um jogo importante. Agora temos de recuperar para quarta-feira”.
E agora sim, o Bayern Munique, cujo treinador, Pep Guardiola, optou por rodar a equipa na jornada deste fim-de-semana da Bundesliga. Terão os alemães vantagem sobre os Dragões? “Essa rotatividade é natural, têm dez pontos de vantagem sobre o segundo classificado. Mas chegamos a um momento da época em que estamos preparados para isso. Jogar os quartos-de-final de uma grande competição como esta é um premio para todos e as únicas palavras que temos são ilusão e ambição, não cabe nada mais nesse jogo”, argumentou Julen Lopetegui.
ARBITRAGEM

RESUMO DO JOGO
Primeira Liga, 28ª jornada
Sábado, 11 Abril 2015 - 18:00
Estádio: Estádio do Rio Ave, Vila do Conde
Assistência: 5.543 espectadores
Árbitro: Vasco Santos (Porto).
Assistentes: Bruno Trindade e Sérgio Jesus.
4º Árbitro: Jorge Tavares.
RIO AVE: Ederson, Lionn, Prince, Nélson Monte, Marvin Zeegelaar, Wakaso, Tarantini, Diego Lopes, Ukra, Jebor, Del Valle.
Suplentes: Cássio, Pape Sow, Luís Gustavo, Bressan (61' Del Valle), Boateng, Pedro Moreira (77' Wakaso), Abalo.
Treinador: Fabiano Soares.
FC PORTO: Fabiano, Danilo, Maicon, Marcano, Alex Sandro, Casemiro, Herrera, Óliver Torres, Quaresma, Aboubakar, Brahimi.
Suplentes: Helton, Reyes, Evandro (86' Herrera), Hernâni (63' Quaresma), Ricardo, Rúben Neves (73' Brahimi), Gonçalo Paciência.
Treinador: Julen Lopetegui.
Ao intervalo: 0-2.
Marcadores: Quaresma (25' pen), Danilo (45+2'), Tarantini, (71'), Hernâni (83').
Disciplina: -.
O FC Porto revelou durante grande parte do jogo uma verdadeira maturidade e personalidade que a mantém na luta pelo título nacional. Tivesse tido esta postura na Choupana com o aliciante de saber do resultado do seu rival no Estádio dos Arcos e estaríamos agora noutra posição bem mais vantajosa. Mas não vale a pena perder mais tempo com “ses”. Ao FC Porto cabe vencer os 6 jogos que faltam para acabar o campeonato e esperar para ver o que ditará a classificação.
Missão cumprida num campo de exigência máxima, ainda para mais num ano em que o Rio Ave mostrou ser uma equipa de qualidade europeia. O FC Porto apresentou uma imagem de qualidade, com personalidade, revelando segurança e dinâmica de jogo desde o minuto inicial.
Por mais que na comunicação social se assista a uma verdadeira campanha de fazer levar o Benfica ao bicampeonato 30 anos depois, com a colocação de “paineleiros” estratégicos nas diferentes estações televisivas e com programas, propositadamente, feitos para enaltecer o clube do regime e motivar as tropas vermelhuscas, ao FC Porto não resta senão fazer o seu trabalho e vencer jornada após jornada.
A vencer por duas bolas sem resposta ao intervalo e com o jogo completamente controlado, a equipa teve um momento de relaxamento e de descompressão durante a segunda parte, naturalmente com a cabeça no jogo de 4ª feira. Ora, perante um Rio Ave que sabe jogar a bola e que tem uma equipa de qualidade, não se pode tirar o pé do acelerador.
Mas nesta vitória indiscutível e sem espinhas, não se pode deixar passar a actuação da equipa de arbitragem que, mais uma vez, fez das suas. Aos 18 minutos numa incursão de Quaresma pela direita, o extremo cruzou com conta, peso e medida para a área vila-condense, Herrera tocou na bola e Brahimi rematou para as malhas. Um golo limpo escandalosamente anulado pelo árbitro da partida por pretenso fora-de-jogo que nunca existiu e que colocou o argelino com mais de um metro em jogo. Só visto! Uma “roubalheira” de todo o tamanho.
Uma coisa é um fora-de-jogo inexiste de mais de um metro ser assinalado, outra coisa é não ser assinalado um fora-de-jogo no limite. E isto é que ninguém fala. Metem tudo dentro do mesmo saco e, desta forma, justificam que, com um erro, foi compensado outro erro. Não!!! Completamente errado. Há erros e há erros. E com erros destes, decidem-se campeonatos.
Dizem esses arautos da imprensa escrita e falada que este lance não teve influência no resultado. Pois não teve, não! Pode ter muita mais influência do que se pensa. Se este campeonato se decidir por diferença de golos, este golo anulado pode fazer uma diferença de todo o tamanho. Uma vergonha esta imprensa, à qual me vou referir mais à frente.
Até ao intervalo, os Dragões mostraram qualidade de jogo. A jogar contra o vento, o FC Porto adaptou-se muito bem, teve muita qualidade no futebol praticado, com boas combinações, criando vários lances de golo. E esta boa prestação fez com que em cima do intervalo, Danilo convertesse o segundo golo, num remate colocadíssimo à entrada da área.
Na segunda parte, e a favor do vento, o FC Porto continuou a mostrar a mesma qualidade de jogo e tinha tudo para vencer por três, quatro ou cinco golos de vantagem mas no subconsciente dos jogadores começou a pesar o Bayern de Munique.
Lopetegui começou a operar substituições. Retirou Quaresma e colocou Hernâni aos 62 minutos. Aos 71 minutos, Tarantini reduziu a diferença e fez tremer um pouco a equipa portista. Lopetegui decidiu voltar a mexer, reforçando o meio-campo retirando Brahimi e colocando Rúben Neves. O FC Porto deixou o clássico 4x3x3 e passou a jogar em 4x4x2. E foi desta forma, aproveitando uma perda de bola, que Aboubakar aos 82 minutos isolou Hernâni e este fez o 3-1 final.
Para terminar a minha crónica quero deixar aqui um exemplo perfeito do que é a comunicação social em prol do clube do regime. Hoje, enquanto andava a saltar pelos diferentes canais de (des)informação, parei no canal da estação pública para assistir à análise da jornada.
Sendo um canal público pago com os impostos de todos nós, essa estação deve ter um tratamento igual para todos mas como já sabemos o que a casa gasta e que fazem o que querem e o que bem lhes apetece, já nada me espanta.
Para começar a análise da jornada semanal começam sempre pelo clube do regime, depois o tempo de antena é sempre desigual em favor dos vermelhuscos e, por fim, o painel de comentadores é escolhido a dedo e bastante estratégico. Até aqui, nada que me espante.
Agora quando hoje assisto a esse programa de análise da jornada, vejo o pivôt dirigir-se ao ex-jogador Costinha, vejo-o a confrontar com o facto de Benfica e FC Porto terem que visitar o Restelo e de ter o descaramento de dizer que o FC Porto costuma ter problemas em passar no Restelo, eu disse para mim próprio que a desonestidade intelectual ultrapassou todos os limites e que vale tudo para que o Benfica seja campeão esta época. Até Costinha ficou atónito.
Senão vejamos. Desde 2002-03, o FC Porto venceu os jogos todos em Belém, excepto o da época passada onde empatou. Ao contrário, o Benfica, no mesmo período, contabiliza um empate e duas derrotas no mesmo recinto. Quem tem mais problemas em passar no Restelo?! Ah, pois o “chiclas” já veio dizer que o jogo com o Belenenses é em Lisboa e que o Restelo vai virar galinheiro.
Sem comentários. Tenha vergonha, senhor pivôt. O seu salário é pago com os meus impostos.
DECLARAÇÕES
Lopetegui: “Fizemos um jogo muito bom”
Em vésperas de um importante compromisso para a UEFA Champions League e diante de um adversário que já não perdia há três jornadas e que até tinha derrotado o Benfica, no mês passado, este era um jogo de risco elevado, como tinha avisado Julen Lopetegui. E a equipa esteve à altura do teste, reconheceu o técnico espanhol, assinando uma boa exibição e justificando “claramente a vitória” (3-1) à qual, acrescentou, “faltaram mais golos”.
“Era uma partida que tínhamos de vencer, perante um adversário que joga muito bem e que perde poucas vezes em casa, num campo difícil, onde já tinha vencido o Benfica. A equipa fez muitas coisas bem e globalmente fez um jogo muito bom. Mereceu os três pontos num contexto difícil, antes do regresso à Liga dos Campeões”, defendeu Lopetegui, em declarações no final do encontro.
O treinador espanhol realçou a entrada forte do FC Porto- “sabíamos que tinha que ser assim”, sublinhou -, o que permitiu marcar dois golos, ainda que, acrescentou, “pudesse ter marcado mais” antes do intervalo, até porque “oportunidades para isso não faltaram”. “Na segunda parte, creio que houve um momento em que baixámos um pouco a intensidade e fomos castigados com um golo, apesar de o Rio Ave nunca ter criado perigo. Sofremos um pouco, mas a verdade é que poderíamos ter chegado bem mais cedo ao terceiro golo, porque tivemos ocasiões. Mas julgo que a vitória é absolutamente merecida, ainda que pudesse ter sido mais dilatada”.
Ao fim de 28 jornadas, FC Porto e Benfica continuam separados por três pontos. Questionado sobre se o jogo em que as duas equipas se vão defrontar - no Estádio da Luz, daqui por duas semanas - será decisivo para a atribuição do título, Lopetegui afirmou que não faz futurologia. “Não sei, cada jogo vale três pontos e temos o máximo respeito por cada adversário. Estamos conscientes da temporada que estamos a realizar, do momento em que ela se encontra e que este era um jogo importante. Agora temos de recuperar para quarta-feira”.
E agora sim, o Bayern Munique, cujo treinador, Pep Guardiola, optou por rodar a equipa na jornada deste fim-de-semana da Bundesliga. Terão os alemães vantagem sobre os Dragões? “Essa rotatividade é natural, têm dez pontos de vantagem sobre o segundo classificado. Mas chegamos a um momento da época em que estamos preparados para isso. Jogar os quartos-de-final de uma grande competição como esta é um premio para todos e as únicas palavras que temos são ilusão e ambição, não cabe nada mais nesse jogo”, argumentou Julen Lopetegui.
ARBITRAGEM
RESUMO DO JOGO
11 abril, 2015
"BÊS" VOLTAM ÀS VITÓRIAS FRENTE AO TROFENSE
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/
FC PORTO B-trofense, 3-2
Segunda Liga, 38.ª jornada
11 de Abril de 2015
Estádio Luís Filipe Menezes, em Olival, Vila Nova de Gaia
Árbitro: Rui Costa (Porto).
Assistentes: Tiago Costa e João Silva.
Quarto árbitro: Bruno Nunes.
FC PORTO B: Ricardo Nunes (g.r.); David Bruno (cap.), Igor Lichnovsky, Tomás Podstwaski e Rafa; Campaña, Pavlovski e Leandro Silva; Frédéric, Anderson e André Silva.
Substituições: Roniel por Anderson (46m), João Graça por Pavlovski (73m), Pité por Campaña (75m).
Não utilizados: Ricardo Nunes (g.r.), Clever, Víctor García.
Treinador: Luís Castro.
TROFENSE: Diogo Freire (g.r.); Jairo, Tiago Martins, Nani, André Teixeira, Serginho, Micael Babo, Tiago (cap.), Hélder Sousa, Stanly e Dario.
Substituições: Simãozinho por Dario (67m), Rafael Silveira por Stanly (74m), Mateus Fonseca por Tiago Martins (81m).
Não utilizados: Rui Santos (g.r.), Eduardo Henrique, André Rateira, João Pedro.
Treinador: Vítor Campelos.
Ao intervalo: 2-2.
Marcadores: Stanly (6m e 34m), Frédéric (12m), André Silva (25m), Campaña (48m).
Disciplina: cartão amarelo a Lichnovsky (42m).
O FC Porto B confirmou o bom momento que a derrota em Tondela no fim-de-semana passado interrompeu ao bater, este sábado, o Trofense (3-2), na 38ª jornada da Segunda Liga, fechando da melhor forma um terrível ciclo de oito jogos no espaço de apenas um mês. Frédéric, André Silva e José Campaña marcaram os golos que construíram o triunfo que permite aos azuis e brancos segurar o nono lugar, com 58 pontos, a dois do oitavo.
No Estádio Luís Filipe Menezes, no Olival, até foi o Trofense, lanterna vermelha da Segunda Liga, que começou melhor, chegando ao golo logo aos seis minutos, na sequência de um livre directo cobrado por Hélder Sousa que levou a bola até à cabeça de Stanly. A resposta do FC Porto B demorou o mesmo tempo que a equipa da Trofa precisou para inaugurar o marcador: Pavlovski descobriu na grande área Campaña, que cruzou para no segundo poste aparecer Frédéric a apontar o seu sétimo golo consecutivo. Num grande momento de forma, o extremo portista voltou a ser decisivo aos 25min, serviu de forma perfeita André Silva para o 2-1 e para o quinto golo do avançado na temporada.
Nessa altura, os Dragões já tinham tomado conta do jogo, mas foi o Trofense a chegar à igualdade, novamente por intermédio de Stanly (34m), a concluir um contra-ataque rápido. Antes do intervalo, num livre em que Campaña levou a bola poste, o FC Porto ainda ameaçou o terceiro golo,que só viria a acontecer no início do segundo tempo: grande jogada de envolvimento colectivo, cruzamento bem medido do endiabrado Frédéric para o coração da área o médio espanhol da equipa principal recolocar os azuis e brancos em vantagem (48m).
Disputado a um ritmo baixo, com muitos passes falhados, o jogo continuou equilibrado na segunda metade, ainda que com um ligeiro ascendente da equipa portista, que esteve mais perto do 4-2 do que o adversário do empate. O golo da tranquilidade até poderia ter aparecido pelos pés de Leandro Silva, que com um tiro de fora da área, obrigou o guarda-redes Diogo Freire a defesa apertada (57m). O Trofense só deu sinal de vida no final da partida, num remate de Micael Babo a que o guarda-redes portista Ricardo Nunes respondeu com uma defesa segura, que confirmou a 12.ª vitória em casa do FC Porto B.
fonte: fcporto.pt
RESUMO DO JOGO
Segunda Liga, 38.ª jornada
11 de Abril de 2015
Estádio Luís Filipe Menezes, em Olival, Vila Nova de Gaia
Árbitro: Rui Costa (Porto).
Assistentes: Tiago Costa e João Silva.
Quarto árbitro: Bruno Nunes.
FC PORTO B: Ricardo Nunes (g.r.); David Bruno (cap.), Igor Lichnovsky, Tomás Podstwaski e Rafa; Campaña, Pavlovski e Leandro Silva; Frédéric, Anderson e André Silva.
Substituições: Roniel por Anderson (46m), João Graça por Pavlovski (73m), Pité por Campaña (75m).
Não utilizados: Ricardo Nunes (g.r.), Clever, Víctor García.
Treinador: Luís Castro.
TROFENSE: Diogo Freire (g.r.); Jairo, Tiago Martins, Nani, André Teixeira, Serginho, Micael Babo, Tiago (cap.), Hélder Sousa, Stanly e Dario.
Substituições: Simãozinho por Dario (67m), Rafael Silveira por Stanly (74m), Mateus Fonseca por Tiago Martins (81m).
Não utilizados: Rui Santos (g.r.), Eduardo Henrique, André Rateira, João Pedro.
Treinador: Vítor Campelos.
Ao intervalo: 2-2.
Marcadores: Stanly (6m e 34m), Frédéric (12m), André Silva (25m), Campaña (48m).
Disciplina: cartão amarelo a Lichnovsky (42m).
O FC Porto B confirmou o bom momento que a derrota em Tondela no fim-de-semana passado interrompeu ao bater, este sábado, o Trofense (3-2), na 38ª jornada da Segunda Liga, fechando da melhor forma um terrível ciclo de oito jogos no espaço de apenas um mês. Frédéric, André Silva e José Campaña marcaram os golos que construíram o triunfo que permite aos azuis e brancos segurar o nono lugar, com 58 pontos, a dois do oitavo.
No Estádio Luís Filipe Menezes, no Olival, até foi o Trofense, lanterna vermelha da Segunda Liga, que começou melhor, chegando ao golo logo aos seis minutos, na sequência de um livre directo cobrado por Hélder Sousa que levou a bola até à cabeça de Stanly. A resposta do FC Porto B demorou o mesmo tempo que a equipa da Trofa precisou para inaugurar o marcador: Pavlovski descobriu na grande área Campaña, que cruzou para no segundo poste aparecer Frédéric a apontar o seu sétimo golo consecutivo. Num grande momento de forma, o extremo portista voltou a ser decisivo aos 25min, serviu de forma perfeita André Silva para o 2-1 e para o quinto golo do avançado na temporada.
Nessa altura, os Dragões já tinham tomado conta do jogo, mas foi o Trofense a chegar à igualdade, novamente por intermédio de Stanly (34m), a concluir um contra-ataque rápido. Antes do intervalo, num livre em que Campaña levou a bola poste, o FC Porto ainda ameaçou o terceiro golo,que só viria a acontecer no início do segundo tempo: grande jogada de envolvimento colectivo, cruzamento bem medido do endiabrado Frédéric para o coração da área o médio espanhol da equipa principal recolocar os azuis e brancos em vantagem (48m).
Disputado a um ritmo baixo, com muitos passes falhados, o jogo continuou equilibrado na segunda metade, ainda que com um ligeiro ascendente da equipa portista, que esteve mais perto do 4-2 do que o adversário do empate. O golo da tranquilidade até poderia ter aparecido pelos pés de Leandro Silva, que com um tiro de fora da área, obrigou o guarda-redes Diogo Freire a defesa apertada (57m). O Trofense só deu sinal de vida no final da partida, num remate de Micael Babo a que o guarda-redes portista Ricardo Nunes respondeu com uma defesa segura, que confirmou a 12.ª vitória em casa do FC Porto B.
fonte: fcporto.pt
RESUMO DO JOGO
TUDO OU NADA.
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Entramos na fase decisiva da época a todos os níveis. Desde o futebol sénior, passando pela formação e restantes modalidades, o FC Porto terá um mês de Abril onde escorregar não é mau, é absolutamente proibido.
O último fim-de-semana de Março foi de pausa para o futebol. Deu-se lugar às selecções nacionais, o que para qualquer adepto que ande atrás do seu clube torna-se um pesadelo. Mas como temos várias equipas para apoiar, lá ocupámos o nosso fim-de-semana.
O hóquei em patins recebeu e venceu com bastante dificuldade o Óquei de Barcelos. Enquanto uns ficaram no Dragão Caixa a apoiar, outros percorreram o país de ponta a ponta para marcar presença na final-four da taça de Portugal em andebol, que se realizou em Loulé. Aos ultras dos Super Dragões que se deslocaram desde a Invicta, lá se juntaram os núcleos do Alentejo e do Algarve da claque, nomeadamente os núcleos de Albufeira, Faro e Olhão. Tanto no Sábado contra os lampiões como no Domingo contra o ABC, a equipa foi fortemente apoiada.
Um abraço ultra.
LOPETEGUI GARANTE FOCO A "100 POR CENTO" NO RIO AVE
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Para Julen Lopetegui, “não há outra possibilidade”. O “objectivo na cabeça” de todo o grupo de trabalho do FC Porto é a deslocação ao terreno do Rio Ave (sábado, 18h00), a contar para a 28.ª jornada da Liga NOS. A recepção ao Bayern Munique não foi tema abordado na conferência de imprensa desta sexta-feira, assim como o passado mais ou menos recente dos vila-condenses e dos portistas não altera a análise do treinador.
“Cada jogo traz muitas dificuldades e falamos de um adversário com experiência europeia e que tem um bom plantel. Leva quatro jogos sem perder na Liga e conseguiu um triunfo brilhante sobre o Benfica. Sem dúvida, vai criar-nos a máxima dificuldade e teremos de fazer um bom jogo aos níveis ofensivo, defensivo e de concentração”, afirmou o técnico. Os quartos-de-final da Liga dos Campeões foram perentoriamente colocados de lado, porque a perseguição ao líder Benfica, que tem mais três pontos do que os portistas, não o permite: “Estamos focados a 100 por cento e toda a nossa energia tem de ir para esse jogo”.
As derrotas do Rio Ave no Dragão, na primeira volta (5-0), e frente ao Sporting de Braga, na terça-feira, para as meias-finais da Taça de Portugal (3-0), não fazem Lopetegui adivinhar qualquer tipo de facilidade. “Tudo depende do que faças no próprio jogo e não no anterior. Só estamos focados no que temos de fazer e no que de bom queremos que aconteça. Tudo tem de vir nosso trabalho e mérito. Não vamos apoiar-nos em nada do que se passou antes”, frisou.
Lopetegui garantiu que as equipas médicas e técnica e o próprio Jackson Martínez estão a trabalhar dedicadamente para que o avançado regresse à competição “o quanto antes”. Adrián López, em fase final de recuperação de uma lesão, está também “motivado” para o final de temporada, à imagem de "todo o plantel". O basco deixou ainda breves palavras sobre a possibilidade de a maioria dos árbitros se recusar a apitar nas últimas cinco jornadas da Liga portuguesa: “Confio que tudo será solucionado”.
fonte: fcporto.pt
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Fabiano;
Defesas: Danilo, Maicon, Marcano, Reyes, José Ángel, Alex Sandro;
Médios: Casemiro, Brahimi, Quaresma, Evandro, Herrera, Hernâni, Ricardo, Óliver Torres, Rúben Neves;
Avançados: Gonçalo Paciência e Aboubakar.
“Cada jogo traz muitas dificuldades e falamos de um adversário com experiência europeia e que tem um bom plantel. Leva quatro jogos sem perder na Liga e conseguiu um triunfo brilhante sobre o Benfica. Sem dúvida, vai criar-nos a máxima dificuldade e teremos de fazer um bom jogo aos níveis ofensivo, defensivo e de concentração”, afirmou o técnico. Os quartos-de-final da Liga dos Campeões foram perentoriamente colocados de lado, porque a perseguição ao líder Benfica, que tem mais três pontos do que os portistas, não o permite: “Estamos focados a 100 por cento e toda a nossa energia tem de ir para esse jogo”.
As derrotas do Rio Ave no Dragão, na primeira volta (5-0), e frente ao Sporting de Braga, na terça-feira, para as meias-finais da Taça de Portugal (3-0), não fazem Lopetegui adivinhar qualquer tipo de facilidade. “Tudo depende do que faças no próprio jogo e não no anterior. Só estamos focados no que temos de fazer e no que de bom queremos que aconteça. Tudo tem de vir nosso trabalho e mérito. Não vamos apoiar-nos em nada do que se passou antes”, frisou.
Lopetegui garantiu que as equipas médicas e técnica e o próprio Jackson Martínez estão a trabalhar dedicadamente para que o avançado regresse à competição “o quanto antes”. Adrián López, em fase final de recuperação de uma lesão, está também “motivado” para o final de temporada, à imagem de "todo o plantel". O basco deixou ainda breves palavras sobre a possibilidade de a maioria dos árbitros se recusar a apitar nas últimas cinco jornadas da Liga portuguesa: “Confio que tudo será solucionado”.
fonte: fcporto.pt
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Fabiano;
Defesas: Danilo, Maicon, Marcano, Reyes, José Ángel, Alex Sandro;
Médios: Casemiro, Brahimi, Quaresma, Evandro, Herrera, Hernâni, Ricardo, Óliver Torres, Rúben Neves;
Avançados: Gonçalo Paciência e Aboubakar.
10 abril, 2015
SERÃO NECESSÁRIOS NOVOS 19 ANOS SEM VITÓRIAS???
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Com os 34 anos de idade que levo e 30 de quotas em dia, tive a felicidade de chegar a este Mundo já depois dos 19 anos de seca de títulos. Desta forma, o maior período de “seca” que vivi foram 3 épocas (entre 99/00 e 01/02).
Cresci e fiz-me homem a ver o FC Porto ganhar... mas também a sofrer!
A ver a horrível derrota com os 2 golos do césar brito... ainda hoje quando o vejo dá-me um arrepio.
A ver a eliminação contra o Hamburgo depois de derrota fora 1-0 e vitória em casa 2-1 com um penalti escandaloso não assinalado por corte com a mão em cima da linha de golo.
A ver os 3-0 contra o Barça com o Aloísio a defesa esquerdo.
A ver o Latapy falhar o penalti contra a Sampdória.
Enfim... memórias duras que só as muitas vitórias atenuaram a dor.
Nesses tempos, as Antas enchiam-se de alegria e ninguém pensava nas pipocas ou no tempo. Almoçava-se ou jantava-se à hora que fosse, e se chovesse, era mais uma capa para a chuva e umas calças impermeáveis. Não se tirava a foto para o facebook, nem se estava preocupado em que os outros soubessem onde estávamos... havia ardor, amor e muita emoção e paixão!
Quando íamos fora, bem, quando íamos fora éramos meia dúzia de gatos pingados.
Viagens a Faro com a camioneta (única camioneta!) a sair à meia-noite do fundo de Mouzinho da Silveira, e às vezes a ter que ir dar uma volta ao Aleixo ou ao Cerco para ver se enchia! Tirando jogos grandes, duas camionetas por aí abaixo, e era bem bom!
Éramos poucos mas sempre os mesmos fiéis, quer fosse para ir a Torres Novas com o Boavista porque tínhamos o campo castigado por causa da tocha no Porto-Farense, numa altura em que a direcção tratava a curva sul como bandidos, quer fosse para ir a Guimarães debaixo de um temporal desfeito quando o Lixa do Vitória se lesionou para nunca mais.
Depois os primeiros comboios especiais a Lisboa, o primeiro deles quando ganhamos 2-1 na luz (Jardel e Jorge Costa)... ou a primeira grande coluna de camionetas (17 ou 18) quando fomos pentacampeões em Alvalade.
E entretanto a seca...
Na primeira época, começando por aquela derrota em Campomaior com o Paixão (onde não estive presente)... aquele empate 3-3 em Faro na altura decisiva... e os 20 contos pelo bilhete em Barcelos na última jornada!
Na época seguinte, começar com a eliminação contra o Anderlecht, derrota no domingo seguinte em Belém (essa chegada ao Porto foi brava!), e as 5 derrotas seguidas em jogos fora. No entanto, o amor era tanto, que ainda iludidos com a vitória final, fomos à semana para a Madeira no jogo em atraso e ganhar 1-0 com o golo do Alenitchev, numa viagem memorável.
Depois, veio o 3º ano de seca, com a derrota em casa com o Belenenses (2-1), o Ovchinikov a fazer gestos para a curva e o Alenitchev a falhar 2 penaltis, a mítica viagem a Turim por 30 contos quando o comandante queria aterrar de emergência, e a demissão do Otávio depois de perdermos em casa com o Braga na taça de Portugal, em que cortaram a luz da sede no final do jogo para evitar que fosse pintada a frase “SAD Rua”.
Foram e ainda hoje continuam a ser muitas batalhas, mas sempre com muito amor, sempre com as lágrimas nos olhos no momento das vitórias, sempre com uma azia tremenda no momento das derrotas. Éramos poucos... sempre os mesmos... 2 camionetas chegavam, como já disse! Mas havia uma paixão e uma loucura pelo mágico Porto que nos levava a qualquer lado.
Não quero que esses tempos voltem, pois hoje somos mais, somos um clube maior, um clube muito mais nacionalizado, em que estamos sempre em grande número em qualquer lado.
Mas o amor, a paixão e a loucura, esses sim têm que ser recuperados.
Nunca se gostou de perder, e até se tinham reacções bem mais agressivas e até violentas quando tal acontecia. Mas éramos puros! Ninguém ousava criticar e esperar que depois corresse mal só para dizer “eu tinha razão”. Hoje parecem existir pessoas que preferem que não se ganhe só para se auto proclamarem visionários!
São os mesmos que não saem de casa e estão no sofá a dar uso aos dedos.
São os mesmos que só querem que algo de mal aconteça para poderem apontar o dedo.
São os mesmos que nem se importam que o equipamento deixe de ser azul e branco às listas verticais só para depois criticarem, ou irem às AG's e depois virem para a net relatar ameaças e intimidações que ninguém viu ou sentiu.
São os mesmos que há dias atrás neste mesmo espaço, o Cativo das Antas catalogou (e muito bem!) dos portistas do correio da manhã.
As redes sociais são, nessa matéria, um verdadeiro veneno.
Estes portistas da moda dão mais uso aos dedos para escrever do que à goela para apoiar.
É mais fácil criticar do que construir. É mais fácil apontar o dedo do que apresentar uma solução.
É a malta que quer exposição com a foto do facebook porque foi ao Dragão, mas emoção e paixão... zero!
Ainda hoje continua a fazer-me confusão como é que finalizado um jogo em que não ganhamos, me cruzo com tanta gente que está a sorrir e bem disposto... não percebo! Mas esses são os mesmos que depois vão para o café ou facebook dizer que são os maiores portistas do Mundo, fazem tudo pelo Porto, e que todos os outros é que estão mal!
Será necessário termos um período de seca para se fazer a triagem, separar o trigo do jóio, e ficarmos só com quem interessa?
Eu espero que não! E espero que não, essencialmente por mim, porque sei o quanto iria eu próprio sofrer com isso.
Mas para tal, apelo a que todos façam uma reflexão. Que sejam comedidos, pelo menos até final do campeonato. Que não façam o jogo dos nossos adversários, encharcando as redes sociais com críticas, dúvidas, suspeitas e pressão que só prejudicam os nossos profissionais.
No final, que se façam todos os juízos, todas as análises, e quem tiver tomates para isso, que não o faça na praça pública mas sim nos locais devidos... é que habitualmente os locais devidos estão às moscas, e as redes sociais mais cheias que as discotecas em noite de dia da Mulher.
Já agora, comecem por encher o estádio dos Arcos no próximo sábado. Ou será que sábado não dá jeito? Ou será que 18h00 é muito tarde? Ou será que 15€ é uma fortuna? Ou será que Vila do Conde é longe? Ou será que simplesmente não querem mexer o cú para ir????
Um abraço, até sábado no sítio do costume!
PS – Não, não sou seguidista... bem longe disso! Se acompanharem as minhas crónicas, sabem que se há alguém exigente, sou eu! Mas não convém confundir exigência com utopia ou novo riquismo bacoco.
Cresci e fiz-me homem a ver o FC Porto ganhar... mas também a sofrer!
A ver a horrível derrota com os 2 golos do césar brito... ainda hoje quando o vejo dá-me um arrepio.
A ver a eliminação contra o Hamburgo depois de derrota fora 1-0 e vitória em casa 2-1 com um penalti escandaloso não assinalado por corte com a mão em cima da linha de golo.
A ver os 3-0 contra o Barça com o Aloísio a defesa esquerdo.
A ver o Latapy falhar o penalti contra a Sampdória.
Enfim... memórias duras que só as muitas vitórias atenuaram a dor.
Nesses tempos, as Antas enchiam-se de alegria e ninguém pensava nas pipocas ou no tempo. Almoçava-se ou jantava-se à hora que fosse, e se chovesse, era mais uma capa para a chuva e umas calças impermeáveis. Não se tirava a foto para o facebook, nem se estava preocupado em que os outros soubessem onde estávamos... havia ardor, amor e muita emoção e paixão!
Quando íamos fora, bem, quando íamos fora éramos meia dúzia de gatos pingados.
Viagens a Faro com a camioneta (única camioneta!) a sair à meia-noite do fundo de Mouzinho da Silveira, e às vezes a ter que ir dar uma volta ao Aleixo ou ao Cerco para ver se enchia! Tirando jogos grandes, duas camionetas por aí abaixo, e era bem bom!
Éramos poucos mas sempre os mesmos fiéis, quer fosse para ir a Torres Novas com o Boavista porque tínhamos o campo castigado por causa da tocha no Porto-Farense, numa altura em que a direcção tratava a curva sul como bandidos, quer fosse para ir a Guimarães debaixo de um temporal desfeito quando o Lixa do Vitória se lesionou para nunca mais.
Depois os primeiros comboios especiais a Lisboa, o primeiro deles quando ganhamos 2-1 na luz (Jardel e Jorge Costa)... ou a primeira grande coluna de camionetas (17 ou 18) quando fomos pentacampeões em Alvalade.
E entretanto a seca...
Na primeira época, começando por aquela derrota em Campomaior com o Paixão (onde não estive presente)... aquele empate 3-3 em Faro na altura decisiva... e os 20 contos pelo bilhete em Barcelos na última jornada!
Na época seguinte, começar com a eliminação contra o Anderlecht, derrota no domingo seguinte em Belém (essa chegada ao Porto foi brava!), e as 5 derrotas seguidas em jogos fora. No entanto, o amor era tanto, que ainda iludidos com a vitória final, fomos à semana para a Madeira no jogo em atraso e ganhar 1-0 com o golo do Alenitchev, numa viagem memorável.
Depois, veio o 3º ano de seca, com a derrota em casa com o Belenenses (2-1), o Ovchinikov a fazer gestos para a curva e o Alenitchev a falhar 2 penaltis, a mítica viagem a Turim por 30 contos quando o comandante queria aterrar de emergência, e a demissão do Otávio depois de perdermos em casa com o Braga na taça de Portugal, em que cortaram a luz da sede no final do jogo para evitar que fosse pintada a frase “SAD Rua”.
Foram e ainda hoje continuam a ser muitas batalhas, mas sempre com muito amor, sempre com as lágrimas nos olhos no momento das vitórias, sempre com uma azia tremenda no momento das derrotas. Éramos poucos... sempre os mesmos... 2 camionetas chegavam, como já disse! Mas havia uma paixão e uma loucura pelo mágico Porto que nos levava a qualquer lado.
Não quero que esses tempos voltem, pois hoje somos mais, somos um clube maior, um clube muito mais nacionalizado, em que estamos sempre em grande número em qualquer lado.
Mas o amor, a paixão e a loucura, esses sim têm que ser recuperados.
Nunca se gostou de perder, e até se tinham reacções bem mais agressivas e até violentas quando tal acontecia. Mas éramos puros! Ninguém ousava criticar e esperar que depois corresse mal só para dizer “eu tinha razão”. Hoje parecem existir pessoas que preferem que não se ganhe só para se auto proclamarem visionários!
São os mesmos que não saem de casa e estão no sofá a dar uso aos dedos.
São os mesmos que só querem que algo de mal aconteça para poderem apontar o dedo.
São os mesmos que nem se importam que o equipamento deixe de ser azul e branco às listas verticais só para depois criticarem, ou irem às AG's e depois virem para a net relatar ameaças e intimidações que ninguém viu ou sentiu.
São os mesmos que há dias atrás neste mesmo espaço, o Cativo das Antas catalogou (e muito bem!) dos portistas do correio da manhã.
As redes sociais são, nessa matéria, um verdadeiro veneno.
Estes portistas da moda dão mais uso aos dedos para escrever do que à goela para apoiar.
É mais fácil criticar do que construir. É mais fácil apontar o dedo do que apresentar uma solução.
É a malta que quer exposição com a foto do facebook porque foi ao Dragão, mas emoção e paixão... zero!
Ainda hoje continua a fazer-me confusão como é que finalizado um jogo em que não ganhamos, me cruzo com tanta gente que está a sorrir e bem disposto... não percebo! Mas esses são os mesmos que depois vão para o café ou facebook dizer que são os maiores portistas do Mundo, fazem tudo pelo Porto, e que todos os outros é que estão mal!
Será necessário termos um período de seca para se fazer a triagem, separar o trigo do jóio, e ficarmos só com quem interessa?
Eu espero que não! E espero que não, essencialmente por mim, porque sei o quanto iria eu próprio sofrer com isso.
Mas para tal, apelo a que todos façam uma reflexão. Que sejam comedidos, pelo menos até final do campeonato. Que não façam o jogo dos nossos adversários, encharcando as redes sociais com críticas, dúvidas, suspeitas e pressão que só prejudicam os nossos profissionais.
No final, que se façam todos os juízos, todas as análises, e quem tiver tomates para isso, que não o faça na praça pública mas sim nos locais devidos... é que habitualmente os locais devidos estão às moscas, e as redes sociais mais cheias que as discotecas em noite de dia da Mulher.
Já agora, comecem por encher o estádio dos Arcos no próximo sábado. Ou será que sábado não dá jeito? Ou será que 18h00 é muito tarde? Ou será que 15€ é uma fortuna? Ou será que Vila do Conde é longe? Ou será que simplesmente não querem mexer o cú para ir????
Um abraço, até sábado no sítio do costume!
PS – Não, não sou seguidista... bem longe disso! Se acompanharem as minhas crónicas, sabem que se há alguém exigente, sou eu! Mas não convém confundir exigência com utopia ou novo riquismo bacoco.
AGENDA DRAGÃO: 10-Abr a 16-Abr
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/
09 abril, 2015
OS NOSSOS, SÃO OS DE AZUL E BRANCO!
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No jogo da última jornada, a entrada de um jogador do Estoril, sim, ele estava a jogar de amarelo, chamado Tó-Zé, levou a um misto de sentimentos entre os adeptos presentes no estádio. Por um lado, houve alguns que assobiaram e outros que resolveram aplaudir o jogador adversário. Eu sei que o atleta em questão fez a sua formação no nosso clube, mas também sei que na primeira volta na amoreira fez questão de marcar um penalti contra nós e depois, quando foi substituído, resolveu queimar algum tempo, ou seja, foi “profissional”.
Não gostei de ver portistas serem insultados por assobiarem um adversário e quase que apostava que estes que aplaudiram o adversário, são aqueles que guardam os assobios para os atletas que envergam a camisola azul e branca do FC Porto e nunca são capazes de o fazer quando o adversário começa a queimar tempo na 1ª parte, como fez o guarda-redes do Estoril, ou para os árbitros que fazem questão de deixar sempre a sua marca nos nossos jogos. Quase que apostaria também que esses, eram aqueles que exigiam minutos aos atletas da formação, mas quando este mesmo atleta subiu ao relvado com a nossa camisola e teve algumas decisões menos acertadas em momento de passe ou remate, o assobiaram insistentemente.
Não considero o atleta em causa um dos maiores valores que a nossa “cantera” tem para oferecer à equipa principal, e não gostei das atitudes na 1ª volta, assim como sei a fama que persegue o atleta sobre o clube que ocupa o seu coração que ele faz questão de não esconder ao catalogar esta acção do nosso Gonçalo Paciência como tendo sido “à miccoli”.
Não gostei de ver portistas serem insultados por assobiarem um adversário e quase que apostava que estes que aplaudiram o adversário, são aqueles que guardam os assobios para os atletas que envergam a camisola azul e branca do FC Porto e nunca são capazes de o fazer quando o adversário começa a queimar tempo na 1ª parte, como fez o guarda-redes do Estoril, ou para os árbitros que fazem questão de deixar sempre a sua marca nos nossos jogos. Quase que apostaria também que esses, eram aqueles que exigiam minutos aos atletas da formação, mas quando este mesmo atleta subiu ao relvado com a nossa camisola e teve algumas decisões menos acertadas em momento de passe ou remate, o assobiaram insistentemente.
Não considero o atleta em causa um dos maiores valores que a nossa “cantera” tem para oferecer à equipa principal, e não gostei das atitudes na 1ª volta, assim como sei a fama que persegue o atleta sobre o clube que ocupa o seu coração que ele faz questão de não esconder ao catalogar esta acção do nosso Gonçalo Paciência como tendo sido “à miccoli”.
Fiquei estupefacto ao ver que os assobios a um adversário levantaram muito mais debates nas redes sociais do que quando os assobios são direccionados aos atletas ou treinadores do FC Porto. Fico preocupado, porque no clube que fui educado a amar, primeiro defendiam-se os nossos, sim os das camisolas azuis e brancas. Esse clube parece que foi desaparecendo e onde os nossos eram defendidos até à última gota de suor, hoje ao falharem 2 passes estão a ser assobiados e insultados da pior espécie. Os que nos defrontavam eram pressionados e hoje, é-lhes permitido que passem o jogo a “queimar tempo”.
Parece que os nossos adeptos estão aburguesados e o pior é que os que parecem mais burgueses não são os jovens que foram habituados a ver o clube ser ganhador, mas sim muitos que têm idade para ter vivido o grande jejum de 58/59 a 77/78. Um dia, quando acordarmos deste aburguesamento, poderá ser tarde, e poderemos estar à demasiado tempo sem ganhar, mas se calhar, para muitos dos que frequentam o nosso estádio com uma postura nada condizente com a defesa do FC Porto, é merecido um largo jejum. O problema, é que nesse momento, quando frequentar o Dragão deixar de ser fixe, só lá ficarão os “tolinhos”, aqueles que moldam a sua vida em torno dos eventos do FC Porto e serão esses, os que menos merecem, a sofrer na pele esse largo jejum.
Vamos tentar, em conjunto, combater estes comportamentos que nada ajudam na defesa do FC Porto, assim como aquele tipo de adeptos que valorizam mais a prestação individual de um qualquer atleta do que do clube num todo. Agora que estamos a entrar nos momentos decisivos da época, onde perder pontos é proibido, volto a deixar um apelo feito por mim no início da época, o apelo a todos os que vão ao Dragão, o vão com o simples propósito de apoiar a equipa, e todos juntos lutarmos pelos mesmos objectivos, minimizando-se todos os comportamentos nefastos à performance da equipa.
Até breve,
Delindro
P.S. Esta noite, a nossa equipa de andebol assegurou a passagem à final do Play-Off de andebol ao derrotar os nossos amigos de carnide no reduto deles por uma margem bastante interessante.
Neste momento aguardamos o último adversário que nos separa do 7º título consecutivo.
Parece que os nossos adeptos estão aburguesados e o pior é que os que parecem mais burgueses não são os jovens que foram habituados a ver o clube ser ganhador, mas sim muitos que têm idade para ter vivido o grande jejum de 58/59 a 77/78. Um dia, quando acordarmos deste aburguesamento, poderá ser tarde, e poderemos estar à demasiado tempo sem ganhar, mas se calhar, para muitos dos que frequentam o nosso estádio com uma postura nada condizente com a defesa do FC Porto, é merecido um largo jejum. O problema, é que nesse momento, quando frequentar o Dragão deixar de ser fixe, só lá ficarão os “tolinhos”, aqueles que moldam a sua vida em torno dos eventos do FC Porto e serão esses, os que menos merecem, a sofrer na pele esse largo jejum.
Vamos tentar, em conjunto, combater estes comportamentos que nada ajudam na defesa do FC Porto, assim como aquele tipo de adeptos que valorizam mais a prestação individual de um qualquer atleta do que do clube num todo. Agora que estamos a entrar nos momentos decisivos da época, onde perder pontos é proibido, volto a deixar um apelo feito por mim no início da época, o apelo a todos os que vão ao Dragão, o vão com o simples propósito de apoiar a equipa, e todos juntos lutarmos pelos mesmos objectivos, minimizando-se todos os comportamentos nefastos à performance da equipa.
Até breve,
Delindro
P.S. Esta noite, a nossa equipa de andebol assegurou a passagem à final do Play-Off de andebol ao derrotar os nossos amigos de carnide no reduto deles por uma margem bastante interessante.
08 abril, 2015
“BÊS” ESTÃO NAS MEIAS-FINAIS DA PREMIER LEAGUE INTERNATIONAL CUP
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/
athletic bilbau sub21-FC PORTO B, 2-3
Premier League International Cup, quartos-de-final
8 de Abril de 2015
Rush Green Stadium, Romford
ATHLETIC BILBAU: Jon Ander, Markel Etxeberria, Iriondo, Yeray, Juaristi, Agirrezabala (cap.), Jurgi Oteo, Bengoa, Pradera, Gorka Iturraspe e Jorge García.
Substituições: Gorka Iturraspe por Julen Urigüen (62m), Pradera por Alday (70m) e Agirrezabala por Iñigo Baqué (86m).
Não utilizados: Andoni Lopez, Unai Simon e Jon Iruarrizaga.
Treinador: Aitor Larrazabal.
FC PORTO B: Ricardo Nunes, David Bruno (cap.), Igor Lichnovsky, Diego Carlos, Rafa, Tomás Podstawski, Leandro Silva, Francisco Ramos, Frédéric Maciel, André Silva e Anderson.
Substituições: Frédéric por Roniel (58m), Leandro por Pavlovski (72m) e Anderson por Pité (73m).
Não utilizados: Kadú, Caio e Graça.
Treinador: Luís Castro.
Ao intervalo: 0-1
Marcadores: Anderson (37m), Frédéric (52m), André Silva (55m) e Jorge García (88m e 90m+4, pen.)
Disciplina: cartão amarelo a Yeray (49m), Juaristi (78m) e Bengoa (84m)
Com uma exibição convincente, o FC Porto B bateu esta quarta-feira os espanhóis do Athletic Bilbau, por 3-2, assegurando assim o acesso às meias-finais da Premier League International Cup. Os Dragões dominaram o desafio, disputado em Romford, Inglaterra, no Rush Green Stadium, e chegaram aos 55 minutos a vencer por 3-0, com golos de Anderson, Frédéric e André Silva. Apenas nos seis minutos finais houve uma reacção dos bascos, que apontaram dois golos mas nunca puseram em perigo a vitória azul e branca: o segundo tento do Athletic foi mesmo o último lance do desafio.
Os azuis e brancos tornam-se assim a única equipa não britânica em competição, nesta prova jogada integralmente em território inglês. Nas meias-finais, em data a designar, o FC Porto pode defrontar o Fulham (que eliminou o Chelsea nos quartos-de-final) e os vencedores das eliminatórias ainda por disputar: Celtic-Manchester City (16 de Abril, 19h00) e Leicester City-Everton (jogo ainda sem data).
Na fase de grupos, os Dragões foram segundos no grupo A desta primeira edição do torneio, enquanto os bilbaínos venceram o grupo B. No entanto, esta quarta-feira, a superioridade azul e branca foi quase total: durante a primeira parte, os Dragões apresentaram-se bem mais rápidos e agressivos sobre a bola e foram inúmeras as recuperações de bola efectuadas a meio-campo e à entrada da grande área, o que depois permitia aos portistas partir com perigo em direcção à baliza dos bascos. A posse de bola azul e branca tinha qualidade, enquanto a do conjunto de Bilbau - que apenas rematou à baliza de Ricardo aos 43 minutos - era estéril.
A defesa azul e branca apresentava-se igualmente segura e, na frente, a qualidade técnica do FC Porto B fazia a diferença. A velocidade de Frédéric destacava-se e era o flanco direito azul e branco que estava mais activo. O extremo criou o primeiro lance de muito perigo com um remate à entrada da área, aos 17 minutos, e um vólei de Francisco Ramos, aos 36 minutos, obrigou o guarda-redes Jon Ander a uma defesa por instinto. Logo no minuto seguinte surgiu o 1-0: uma insistência de Rafa na esquerda permitiu a Anderson finalizar de pé esquerdo.
Na segunda parte, o Athletic de Bilbau procurou subir as suas linhas, mas tal atitude expunha ainda mais os espanhóis à velocidade do FC Porto. E foi assim que, aos 52 minutos, Frédéric se isolou após um lançamento longo de Diego Carlos e fez o 2-0. Três minutos depois, Anderson rematou de fora da área, o guarda-redes Ander defendeu para a frente e André Silva chegou primeiro ao ressalto e fez o 3-0.
A eliminatória pareceu sempre mais do que decidida na meia hora seguinte e o FC Porto B até teve oportunidades para chegar ao 4-0. Apenas nos últimos minutos, em momentos de menor concentração dos portistas, o Athletic de Bilbau reduziu, por intermédio de Jorge García, aos 88 minutos, e depois já nos descontos, de grande penalidade.
fonte: fcporto.pt
RESUMO DO JOGO
Premier League International Cup, quartos-de-final
8 de Abril de 2015
Rush Green Stadium, Romford
ATHLETIC BILBAU: Jon Ander, Markel Etxeberria, Iriondo, Yeray, Juaristi, Agirrezabala (cap.), Jurgi Oteo, Bengoa, Pradera, Gorka Iturraspe e Jorge García.
Substituições: Gorka Iturraspe por Julen Urigüen (62m), Pradera por Alday (70m) e Agirrezabala por Iñigo Baqué (86m).
Não utilizados: Andoni Lopez, Unai Simon e Jon Iruarrizaga.
Treinador: Aitor Larrazabal.
FC PORTO B: Ricardo Nunes, David Bruno (cap.), Igor Lichnovsky, Diego Carlos, Rafa, Tomás Podstawski, Leandro Silva, Francisco Ramos, Frédéric Maciel, André Silva e Anderson.
Substituições: Frédéric por Roniel (58m), Leandro por Pavlovski (72m) e Anderson por Pité (73m).
Não utilizados: Kadú, Caio e Graça.
Treinador: Luís Castro.
Ao intervalo: 0-1
Marcadores: Anderson (37m), Frédéric (52m), André Silva (55m) e Jorge García (88m e 90m+4, pen.)
Disciplina: cartão amarelo a Yeray (49m), Juaristi (78m) e Bengoa (84m)
Com uma exibição convincente, o FC Porto B bateu esta quarta-feira os espanhóis do Athletic Bilbau, por 3-2, assegurando assim o acesso às meias-finais da Premier League International Cup. Os Dragões dominaram o desafio, disputado em Romford, Inglaterra, no Rush Green Stadium, e chegaram aos 55 minutos a vencer por 3-0, com golos de Anderson, Frédéric e André Silva. Apenas nos seis minutos finais houve uma reacção dos bascos, que apontaram dois golos mas nunca puseram em perigo a vitória azul e branca: o segundo tento do Athletic foi mesmo o último lance do desafio.
Os azuis e brancos tornam-se assim a única equipa não britânica em competição, nesta prova jogada integralmente em território inglês. Nas meias-finais, em data a designar, o FC Porto pode defrontar o Fulham (que eliminou o Chelsea nos quartos-de-final) e os vencedores das eliminatórias ainda por disputar: Celtic-Manchester City (16 de Abril, 19h00) e Leicester City-Everton (jogo ainda sem data).
Na fase de grupos, os Dragões foram segundos no grupo A desta primeira edição do torneio, enquanto os bilbaínos venceram o grupo B. No entanto, esta quarta-feira, a superioridade azul e branca foi quase total: durante a primeira parte, os Dragões apresentaram-se bem mais rápidos e agressivos sobre a bola e foram inúmeras as recuperações de bola efectuadas a meio-campo e à entrada da grande área, o que depois permitia aos portistas partir com perigo em direcção à baliza dos bascos. A posse de bola azul e branca tinha qualidade, enquanto a do conjunto de Bilbau - que apenas rematou à baliza de Ricardo aos 43 minutos - era estéril.
A defesa azul e branca apresentava-se igualmente segura e, na frente, a qualidade técnica do FC Porto B fazia a diferença. A velocidade de Frédéric destacava-se e era o flanco direito azul e branco que estava mais activo. O extremo criou o primeiro lance de muito perigo com um remate à entrada da área, aos 17 minutos, e um vólei de Francisco Ramos, aos 36 minutos, obrigou o guarda-redes Jon Ander a uma defesa por instinto. Logo no minuto seguinte surgiu o 1-0: uma insistência de Rafa na esquerda permitiu a Anderson finalizar de pé esquerdo.
Na segunda parte, o Athletic de Bilbau procurou subir as suas linhas, mas tal atitude expunha ainda mais os espanhóis à velocidade do FC Porto. E foi assim que, aos 52 minutos, Frédéric se isolou após um lançamento longo de Diego Carlos e fez o 2-0. Três minutos depois, Anderson rematou de fora da área, o guarda-redes Ander defendeu para a frente e André Silva chegou primeiro ao ressalto e fez o 3-0.
A eliminatória pareceu sempre mais do que decidida na meia hora seguinte e o FC Porto B até teve oportunidades para chegar ao 4-0. Apenas nos últimos minutos, em momentos de menor concentração dos portistas, o Athletic de Bilbau reduziu, por intermédio de Jorge García, aos 88 minutos, e depois já nos descontos, de grande penalidade.
fonte: fcporto.pt
RESUMO DO JOGO
CHEGA! DEMITA-SE O PRESIDENTE!
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/
Neste momento, há dois tipos de leitores deste post. Os mesmos que hoje, quando acordaram, compraram o Correio da Manhã para "se informarem", e os "outros" que ainda não leram, mas já me insultam perante tal blasfémia.
Agora que tenho a atenção dos dois, aqui vai.
Para que raio interessa a Taça da Liga? Se gostei de ver o Porto perder depois de estar a ganhar? Não! Se gostei de ser eliminado de uma prova? Não! Não gostei! Se gostei de saber que neste momento tenho apenas duas provas em disputa quando no inicio tinha 4? Não, não gostei!
E agora? Nas provas que me restam estou a "passear" a ver os outros festejarem? Não estou. Numa delas apenas dependo de mim, na outra, dependo... de... mim - "mim", sendo Futebol Clube do Porto.
"Este gajo está lunático se acha que vamos passar o Bayern". O anormal que agora me chamou lunático comprou de certeza o Correio da Manhã. Se são favas contadas? Não são!
Já perdemos?
Então porque raio é que lá vamos. Porque raio é que fomos à final em 87? Os jogos só se perdem, e se se perderem, no apito final e depois de suada a camisola e nunca por "falta de comparência".
Tenho a certeza absoluta que aqueles que "me insultaram" quando leram o titulo, agora insultam o gajo que traz o Correio da Manhã na mão armado em entendido e adepto do FC Porto. Para esses, não há desistir. Não existe esse pensamento. Nunca será opção, mas sim, um lamento.
Outra das provas, é o Campeonato, que o gajo do Correio da Manhã critica em toda a linha o facto de não estarmos já em primeiro. É verdade, poderíamos estar bem mais confortáveis, mas não estamos, e agora? Vais-te deixar estar na apatia do dia-a-dia a lamentar o que poderias ter feito, lamentar as opções que tiveste, e, ou, sujeitar às mesmas o teu futuro? Ou por outro lado, vais pegar nos erros, levantar-te, solucionar e ir em busca da réstia de felicidade que podes ter?
Já aqui escrevi, e depois em muitos outros blogs e post's vi replicada, a teoria do "Copo Meio Cheio ou Meio Vazio". Já disse, e reitero. Meio cheio, e, cada vez mais cheio.
Vejo adeptos do Porto que em cada deslize, cada tropeção, cada eventualidade, apressam-se a apontar o dedo, apressam-se a definir culpados, que se apressam a pedir "justificações" a X ou a Y, perdem mais tempo a procurar responsabilidades do que a apoiar.
Perdem mais tempo a serem "pesos mortos" do que motores de arranque!
Óbvio que não gostei de ter perdido na Madeira. Óbvio que não gostei de ter sido eliminado de uma competição. Óbvio que foi um soco seco na barriga. E agora? "Vou chamar os paizinhos e fazer queixa" ou enfrento? Tens que enfrentar. Tens que olhar olhos nos olhos.
Agora pergunto-vos, quando é que saiu a data da final da Taça da Liga? DEPOIS DO JOGO REALIZADO.
Corríamos o risco de ir ao Galinheiro, mais disputar a final da taça da Liga com eles, e ainda termos os jogos das Champions antes e depois!
Pensando racionalmente. Ok, íamos à final. Ficas todo engalanado porque tens mais uma final. Ficas todo "maioral" porque lhes vai ganhar na final e depois chegas à data e tens 3 finais. Jogo em carnide que pode definir o Campeão, quartos de final da Liga dos Campeões, ou, e final da Taça da Liga.
Mas pensa friamente...
Diz-me lá tu, "gajo do correio da manhã" e o outro "que me insultou"?
Anda lá. Se tivesses o controlo e o poder de decisão, o que farias?
É fácil falar e só criticar depois, não é?
Obviamente que eu não estou a falar que se perdeu de propósito, nem que a atitude foi a melhor. Mas pensando friamente e racionalmente, se perder não é opção, nunca, neste caso foi o "melhor que poderia ter acontecido"! Reitero. Face à data apresentada para a Final.
Depois de alcançado o outro finalista... afinal já pode ser em "finais de Maio"!... Escuso-me de alongar em grandes comentários sobre isto...
Se assim fosse, duvido, mas duvido seriamente, que não tivéssemos hoje na final!
O mais engraçado é que os "anormais" que insultaram a equipa depois do jogo na Madeira da Taça da Liga, hoje já #sãoporto #vamosaeles #étudonosso #equipadesonho. Bipolares do..............!
Desculpem a franqueza, mas há que ser coerente.
Vamos. Pé ante pé, eu e todos, com um só objectivo. VENCER. RECONQUISTAR.
SER CAMPEÃO.
Agora que tenho a atenção dos dois, aqui vai.
Para que raio interessa a Taça da Liga? Se gostei de ver o Porto perder depois de estar a ganhar? Não! Se gostei de ser eliminado de uma prova? Não! Não gostei! Se gostei de saber que neste momento tenho apenas duas provas em disputa quando no inicio tinha 4? Não, não gostei!
E agora? Nas provas que me restam estou a "passear" a ver os outros festejarem? Não estou. Numa delas apenas dependo de mim, na outra, dependo... de... mim - "mim", sendo Futebol Clube do Porto.
"Este gajo está lunático se acha que vamos passar o Bayern". O anormal que agora me chamou lunático comprou de certeza o Correio da Manhã. Se são favas contadas? Não são!
Já perdemos?
Então porque raio é que lá vamos. Porque raio é que fomos à final em 87? Os jogos só se perdem, e se se perderem, no apito final e depois de suada a camisola e nunca por "falta de comparência".
Tenho a certeza absoluta que aqueles que "me insultaram" quando leram o titulo, agora insultam o gajo que traz o Correio da Manhã na mão armado em entendido e adepto do FC Porto. Para esses, não há desistir. Não existe esse pensamento. Nunca será opção, mas sim, um lamento.
Outra das provas, é o Campeonato, que o gajo do Correio da Manhã critica em toda a linha o facto de não estarmos já em primeiro. É verdade, poderíamos estar bem mais confortáveis, mas não estamos, e agora? Vais-te deixar estar na apatia do dia-a-dia a lamentar o que poderias ter feito, lamentar as opções que tiveste, e, ou, sujeitar às mesmas o teu futuro? Ou por outro lado, vais pegar nos erros, levantar-te, solucionar e ir em busca da réstia de felicidade que podes ter?
Já aqui escrevi, e depois em muitos outros blogs e post's vi replicada, a teoria do "Copo Meio Cheio ou Meio Vazio". Já disse, e reitero. Meio cheio, e, cada vez mais cheio.
Vejo adeptos do Porto que em cada deslize, cada tropeção, cada eventualidade, apressam-se a apontar o dedo, apressam-se a definir culpados, que se apressam a pedir "justificações" a X ou a Y, perdem mais tempo a procurar responsabilidades do que a apoiar.
Perdem mais tempo a serem "pesos mortos" do que motores de arranque!
Óbvio que não gostei de ter perdido na Madeira. Óbvio que não gostei de ter sido eliminado de uma competição. Óbvio que foi um soco seco na barriga. E agora? "Vou chamar os paizinhos e fazer queixa" ou enfrento? Tens que enfrentar. Tens que olhar olhos nos olhos.
Agora pergunto-vos, quando é que saiu a data da final da Taça da Liga? DEPOIS DO JOGO REALIZADO.
Corríamos o risco de ir ao Galinheiro, mais disputar a final da taça da Liga com eles, e ainda termos os jogos das Champions antes e depois!
Pensando racionalmente. Ok, íamos à final. Ficas todo engalanado porque tens mais uma final. Ficas todo "maioral" porque lhes vai ganhar na final e depois chegas à data e tens 3 finais. Jogo em carnide que pode definir o Campeão, quartos de final da Liga dos Campeões, ou, e final da Taça da Liga.
Mas pensa friamente...
- CENÁRIO 1.
- Ganhas a Taça da Liga, rebentas com o plantel - os andorinhas só têm uma competição, não te esqueças. Chegas a carnide cansado e "obrigado" a fazer as despesas do jogo - jogas e ganhas por 3, és campeão, e, no entremeio, eliminas o Bayern. CLAROOOO...
- CENÁRIO 2.
- Perdes a Taça da Liga, jogas com os "juniores". Vais a Carnide com os andorinhas "cheios de vida" e tu com os tipos do "correio da manhã" a insultar o Treinador porque não percebe que nós preferimos ganhar um troféu aos gajos do que ir à meia-final da Champions porque contra esses "nunca na vida... nunca na vida...". Depois do treinador, criticam o Presidente porque pôs um treinador que não percebe o Porto, tudo isto na antecâmara do clássico. Brilhante não é?
- CENÁRIO 3.
- Ganhas a taça da Liga, até consegues ganhar por 3 no galinheiro, e depois levas "dezenas" do Bayern. "És a vergonha da Europa", o "plantel de consumo externo foi humilhado", siga criticar o Treinador, o investimento, o "Adrián que custou milhares" e o "Danilo que foi vendido agora"...
- CENÁRIO 4.
- És eliminado nas meias-finais da Taça da Liga, e podes focar-te apenas e unicamente nas duas competições importantes. "Perdes" a competição sem peso de a secundar num jogo em que enfrentas o rival, e, não lhes "dás" moral para o "jogo a doer", e tens caminho aberto para pensar, estruturar e preparar o jogo no galinheiro e com o Bayern.
Diz-me lá tu, "gajo do correio da manhã" e o outro "que me insultou"?
Anda lá. Se tivesses o controlo e o poder de decisão, o que farias?
É fácil falar e só criticar depois, não é?
Obviamente que eu não estou a falar que se perdeu de propósito, nem que a atitude foi a melhor. Mas pensando friamente e racionalmente, se perder não é opção, nunca, neste caso foi o "melhor que poderia ter acontecido"! Reitero. Face à data apresentada para a Final.
Depois de alcançado o outro finalista... afinal já pode ser em "finais de Maio"!... Escuso-me de alongar em grandes comentários sobre isto...
Se assim fosse, duvido, mas duvido seriamente, que não tivéssemos hoje na final!
O mais engraçado é que os "anormais" que insultaram a equipa depois do jogo na Madeira da Taça da Liga, hoje já #sãoporto #vamosaeles #étudonosso #equipadesonho. Bipolares do..............!
Desculpem a franqueza, mas há que ser coerente.
Vamos. Pé ante pé, eu e todos, com um só objectivo. VENCER. RECONQUISTAR.
SER CAMPEÃO.




























