13 janeiro, 2012

Juca

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Desde as primeiras notícias sobre o assunto, não contive o meu entusiasmo perante a aquisição do Porto Canal pelo nosso clube. Aplaudi a ideia, manifestada pelo nosso Presidente, de fazer dele um canal não apenas do FC Porto, mas do Porto – do Porto para o país e o mundo. Conteúdos de qualidade, não exclusivamente desportivos, que transmitam a nossa visão num país onde os meios de comunicação, e as televisões em particular, são o triste espelho de um centralismo doentio. Elogiei os programas "marca FCP" já estreados, e sobretudo a frequência e qualidade das transmissões de jogos das modalidades, até mesmo fora de casa. E tenho manifestado profusamente a minha enorme expectativa quanto ao futuro deste projecto cheio de potencial.

Sobre o projecto em si ainda pouco se sabe, é certo, mas estou convicta de que vamos saber construir um canal com qualidade e relevância para o clube e para a região. E ouvir o nome do Juca Magalhães formalmente associado a esse canal é música para os meus ouvidos. Não me ocorre ninguém mais adequado ao papel. Quando há meses se chegou a aventar essa possibilidade, achei que não se concretizaria. Apesar de saber que é um grande Portista, não o via a deixar o alto cargo que ocupava na TVI para assumir um canal novo, inexperiente, com uma audiência pequena e regional. Felizmente estava enganada. Afinal o projecto é suficientemente aliciante para o nosso Juca (e os números também, pelo que se ouve dizer, mas tudo o que tem valor tem preço), que vai mesmo agarrar no leme do Porto Canal, dando-me duas novas e excelentes razões para multiplicar a expectativa: o FCP não contrataria alguém do seu quilate se não fosse para levar o Porto Canal a sério, nem ele se meteria num projecto para o qual não augurasse um grande futuro.

Juca deu recentemente uma entrevista ao programa Alta Definição, de Daniel Oliveira, na SIC, onde partilhou de forma extremamente sincera e espontânea a sua vida e a sua visão do mundo. Aconselho essa entrevista a quem ainda não viu. Nela encontro muitas pistas sobre aquilo que será o futuro do Porto Canal, desenvolvido à imagem de Júlio Magalhães. E gosto do que encontro.

Esperemos para ver o que nos reserva o futuro próximo, mas tenho plena confiança no timoneiro: Portista como poucos, competente naquilo que faz e comprometido com o objectivo de dar voz a uma região que, sabe ele melhor do que ninguém, está pouco menos que silenciada nos media nacionais. Como pessoa, embora não o conheça, parece-me sério, honesto, disponível, afável. Não tem medo do sucesso, nem tem medo de admitir que gosta do sucesso, que busca o sucesso. Gosta de ser famoso, de estar sob os holofotes, de ser reconhecido na rua. O que é bom saber, porque se um dia destes o vir por aí não sei se consigo resistir a cumprimentá-lo!

O único reparo que tenho a fazer após ter visto a referida entrevista é sobre um outro tema que me diz muito: a pronúncia do Norte. Diz o Juca que o sotaque "é provavelmente a única coisa de que não gosto no Porto. É muito agressivo e fica péssimo nas mulheres". Se não gosta, não gosta (embora ele próprio tenha algum sotaque, como acaba por admitir), mas espero que isso não imponha no Porto Canal o nazismo linguístico das outras televisões, onde qualquer pronúncia que não seja a da capital é censurada e temos toda a gente a tentar falar como a Bárbara Guimarães. Os sotaques são uma parte importante do património de uma região e não devem ser motivo de discriminação. Na BBC temos gente a falar com sotaque do Norte de Inglaterra, da Escócia, de Gales; e no Porto Canal devemos ter jornalistas e comentadores a falarem com o seu sotaque natural, que regra geral será sotaque do Porto. E como é lindo o nosso sotaque, carago!

PS - Dei há pouco de caras com a imagem abaixo, partilhada pelo FCP no Facebook: uma iniciativa que promove simultaneamente a proximidade clube/adeptos e as nossas modalidades. Excelente. Uma postura a manter.

O mítico vulcão de Alvalade... é Azul e Branco!!!

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Na temporada passada, a 3 de Abril de 2011, apagámos a luz do circo de Carnide. No último Sábado, do outro lado da segunda circular, pintámos o “WC XXI” de azul e branco!! Mais um grande momento dos ultras Porto em plena capital do império. À semelhança do ano passado, regressámos madrugada dentro à Invicta com um ponto na bagagem, mas desta vez perdendo a liderança. Obviamente não perdemos a liderança por empatar em Alvalade, perdemo-la por não ganharmos em casa aos lampiões na 6ª jornada, e pelos empates em Aveiro com o Feirense e em Olhão. Faltam dezasseis jornadas para o final e até lá é favor de apoiar os nossos! Não cedeis à crítica fácil e despropositada, ao constante “bota abaixo” com que me deparo todos os dias um pouco por todo o lado (vindo algumas vezes de próprios portistas, o que me deixa ainda mais triste). O nosso clube já deu provas que consegue dar a volta por cima, portanto á que apoiá-los com todas as nossas forças rumo ao VIGÉSIMO SEXTO!!

A 14ª jornada da Liga ZON Sagres 2011/2012 reservou-nos a deslocação à lagartolândia. Na penúltima jornada da primeira volta, chega uma das deslocações aguardadas ansiosamente ao longo do ano. Um jogo em casa de um rival, em Lisboa. Mais uma “transferta” organizada com a devida antecedência, vários autocarros cheios em direcção ao Sul. Mais um regresso de João Moutinho a Alvalade, mas acima de tudo era um jogo que queríamos ganhar porque sabíamos que caso não o fizéssemos corríamos sérios riscos de perder o lugar que é nosso. Da nossa parte um bus de 56 lugares arrancou do local do costume, pouco passava das 13h30 de Sábado.

Tenho um carinho especial pelas viagens de autocarro e tudo o que as envolve, ainda para mais quando são aos estádios dos nossos grandes rivais. Deixo o ambiente vivido “a bordo” para aqueles que lá estiveram e para aqueles que costumam estar… sabem perfeitamente como as coisas são vividas intensamente. Beber, comer, cantar, saltar, todos pelo amor ao FC Porto. Na viagem para baixo, paragem habitual em Espinho para apanharmos alguns companheiros e mais abaixo em Pombal, na estação de serviço, que tinha praticamente um polícia por cada adepto.

À medida que nos aproximávamos de Marrocos Noroeste, a festa aumentava. Passámos as portagens de Alverca por volta das 17h30. Forte aparato policial como é habitual, carrinhas do Corpo de Intervenção e spotter’s por todo o lado. Os elementos da comunicação social, sem respeito pelos cidadãos, julgam-se mais que os outros e pensam que podem fazer o que lhes der na cabeça. Com comportamentos abusivos, filmavam propositadamente para dentro das camionetas, que estavam na berma da auto-estrada paradas por ordem da autoridade. Compreendo que, como não há crise nenhuma e vivemos num país tão forte a todos os níveis, não haja mais notícias para dar nas TV’s, do que a chegada dos ultras do campeão à capital, esperados por várias equipas de reportagem que se deslocaram até às portagens de Alverca na A1, para não perderem pitada do grande momento. Verdade seja dita, a espera foi bem mais curta do que aquilo que me tinha preparado, por volta das 18h no máximo avançávamos por Lisboa dentro. O caminho era cortado à nossa passagem, os Dragões estavam a chegar…

Passámos vermelhos e andámos em contra mão, o distintivo de “via azul” devia estar estampado no vidro da frente da camioneta. Chegámos ao Instituto Ricardo Jorge e concentrámo-nos todos, no mesmo local de todos os anos. O sistema é sempre o mesmo, mas este ano fiquei surpreendido pela positiva, acho que nunca tinha entrado tão cedo num jogo fora… de alto risco! As bandeiras montadas e o estandarte que levámos que dizia “Come a papa, s.c.p.” Começa o mini cortejo, de pouco mais de cinco minutos até às portas onde entramos. Sem qualquer momento de aperto, vai-se cantando “campeões allez” à passagem pelos prédios e pelo Mc Donald’s, que estava repleto de lagartos excitados. A música do Moutinho também foi obrigatória.

Já à porta do estádio choveram algumas bastonadas, dos cães raivosos que queriam afastar o aglomerado. Quando chegou a minha vez de passar, reparei que o local de entrada para a escadaria não tinha mais de um metro de largura disponível, já que o restante espaço era ocupado pelos senhores de bastão na mão, que impossibilitavam a passagem facilmente. Mas no meio de tudo, desta vez nem me posso queixar muito, pois fui rapidamente revistado e pouco depois das 18h30 (as portas abriram às 18h15!) estava dentro do estádio. Deu para entrar para o piso inferior e escolher lugar nas calmas. Tempo suficiente para dar cor ao sector visitante, juntar a malta toda e claro… rapidamente começaram as picardias com os lagartos.

Ao nosso lado esquerdo os primeiros elementos do Directivo XXI e da Torcida Verde aproximavam-se o mais que podiam. “Atirem-se ao fosso” começou o nosso pessoal a cantar, coisa que pegou rapidamente a todos os ultras do FCP. Um estádio que contou com a presença de mais de 48 mil nas bancadas, 2500 eram portistas. Naquele “cantinho” do estádio, honrámos as nossas cores em território inimigo com todas as forças que nos caracterizam. Os lagartos não se lembravam da última vez que tiveram um lotação daquelas, talvez no ano em que lá fomos com o Co Adriaanse. O ridículo entusiasmo, verdadeiramente digno de quem não é campeão há uma década(!!) fez com que publicitassem durante uma semana uma coreografia, que seria “a melhor vista alguma vez em Portugal.”

Tanto ansiámos pelo momento que ele finalmente chegou. A Torcida Verde (claque que aprecio pelas suas constantes coreografias) estendeu um pano de alto a baixo da bancada, onde tinha uma estrada, com várias placas com os nomes dos clubes que vão defrontar. Juntamente colocaram a seguinte frase no anel superior: “Nem sempre o caminho mais fácil é aquele que nos faz vencer!” No topo Sul onde está situada a Juventude Leonina, uma faixa gigante “O mítico vulcão verdade e branco”. O Directivo e a JuveLeo estendiam cachecóis e estandartes e agitavam bandeiras. A Brigada, a claque mais cómica do movimento em Portugal, só falo deles quando tiveram mais de uma dezena de elementos presentes. Nas centrais cartolinas verdes e brancas, sendo que na nascente se lia “Sporting”. Quando pensava que “a melhor coreografia alguma vez vista em Portugal” estava concluída, eis que atrás das duas balizas se abrem vários potes de fumo…. AZUL E BRANCO!!! Delírio no sector campeão… “Porto!” “Porto!” “Porto!”

A entrada das equipas no relvado foi fantástica! Sensacional o ambiente por nós criado, mentalidade e postura ao mais alto nível. Variadíssimo material pirotécnico foi mostrado. Para os que são contra, vejam bem o espectáculo criado e digam-me qual o mal de usar este tipo de material. Tudo a cantar debaixo de uma fumarada intensa que cobria completamente o estádio José Alvalade. Um bom jogo a nível de claques, com vários cânticos entoados de um lado e do outro e claro… as indispensáveis picardias! Os cânticos entre Dragões e lagartos tiveram o seu auge ainda durante o primeiro tempo, trocados com mais intensidade com a bancada Norte onde habitam dois grupos ultras da casa.

As nossas claques encheram totalmente o espaço que lhes foi destinado, à semelhança do que tem acontecido nos últimos anos. Uma demonstração de grande amor ao clube, com mais noventa minutos que se passaram a empurrar a nossa equipa para a frente. Sector visitante repleto também de polícia, não dávamos cinco passos sem passar por um bastão estendido. Na primeira parte o Grupo 21 dos Super Dragões levantou a frase “De Portugal ao Médio Oriente, o melhor Presidente”, acompanhada de fumos azuis. Grande prestação da curva azul e branca, num jogo onde a pirotecnia esteve várias vezes presente. Nos segundos 45 minutos, o Directivo XXI cobriu a bancada com um pano gigante onde se lia o nome do clube. O nulo dentro das quatro linhas aceita-se, na bancada também foi uma disputa renhida, mesmo a jogar fora fizemos grande prestação.

O destaque é mesmo o “show” à entrada das equipas e um momento já no período em que estávamos retidos, que me tocou profundamente. Enquanto os calimeros mais resistentes continuavam a mandar bocas (quem é que festeja um empate em casa?!?) um senhor com a sua filha ao colo, de cachecol em punho, em plena bancada central de Alvalade, dirige-se até bem próximo da nossa bancada. Já junto dos seus, prestámos-lhe um merecido aplauso, e rapidamente passámos a gritar “Porto!” em uníssono, que ecoava nas bancadas praticamente desertas do WC gigante. Um momento muito bonito, um bem-haja a todos os portistas da capital!!


Cerca de 40 minutos depois do apito final lá nos abriram as portas. Regresso tranquilíssimo ao local onde ficaram estacionadas as camionetas e saída em direcção à Invicta por volta das 23h30. Felizmente era Sábado! Na viagem de regresso, cansados mas a fazer prevalecer sempre o espírito Porto! Parámos novamente em Pombal, a única pausa de nova viagem de 300km’s. A poucos minutos de baterem as 3h30, avistámos o estádio do Dragão! Estava assim terminada mais uma grande “transferta” dos nossos ultras a terra de infiéis.

Um especial cumprimento à rapaziada que me acompanha, grande malta!

Venha a próxima. Venha o primeiro fim-de-semana de Março!

Termino como comecei, perdemos o primeiro lugar é certo, mas também é certo que ainda falta meio campeonato e é certo que os jogadores vão poder contar connosco até Maio, em qualquer lado, em qualquer estádio! Agora três jogos em casa… todos ao Dragão!!

Um abraço ultra.

12 janeiro, 2012

Com Destino... Ou Contramão!!!

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Estou sentado na beira do virar da 1ª volta à espera de uma carruagem que me leve a estação do título!

Tenho a certeza que esse comboio ainda passará, mas escorre-me na mente tácita um ruido de que nem todos os que habitam a locomotiva azul e branca sabem para onde vão. Outrora imbuídos de um espírito PORTO, hoje personagens opacos na mentalidade ganhadora, outros longe dos heróis que sentiam o emblema como segunda pele.

Este ruído permanente suprime-me os sorrisos e inclina-me para mistérios cuja explicação alicerça em pormenores e se embrulham em vontades próprias.

Quem gosta de Futebol por muito que não queira tem neste Dragão sempre tema de conversa, muito mais por força do distribuir das culpas que pelo momento desportivo que atravessa.

É quase uma inevitabilidade atacar o mercado como solução magica, ou principio activo de uma terapêutica que tem tanto de questionável, como de milagre capaz de o ressuscitar de um grafismo de futebol incompetente e minguante no que aos sinais vitais deste conjunto diz respeito.

Na feira das vaidades feita de sacos com milhares de €uros, surgirão nomes que aguçam o fiel adepto e nos acordam da letárgica forma de estar e encarar o que foi a silly-season de início de época. Temo que este capítulo do mercado se transforme num reforçar anestésico onde os agentes transformam jogadores em vírus patogénicos e estertores incómodos, hipnotizando o património genético deste Dragão.

Muitos acham que o empate que sonegou a liderança aos Azuis e brancos, é muito barulho por nada, ainda que as incapacidades futebolísticas se repitam nas imagens até a exaustão, e o jogo jogado devotadamente se manifeste de aceitáveis lógicas e promoções técnico/tácticas adstritas ao novo técnico, mas a cada jornada ou exercício de consolidação mais exigente sob o ponto de vista da luta pelo ceptro Luso ou prestigio Europeu, esbarra nas dores de crescimento e período de adaptação de quem lidera e de quem tem de executar.

Cada equilíbrio tactico preconizado esbarra no medo, cada afirmação convicta e pejada de vigor e eloquente discurso, sucumbe em decisões vazias de risco e se a esperança não morre é cada vez mais dominador em mim a ideia que se esvazia a almofada de conforto que nos garanta uma época de quase tudo, perto do quase nada!

Olhar em frente seria tão válido como somar equilíbrio, raça, talento, empatia entre as opções tácticas e as soluções técnicas, o ADN do Dragão refuta alterações morfológicas que o façam, abdicar da sua matriz de jogo, mas causticar os espíritos de expectativas, onde a iniciativa se prende com o adversário, capaz de subverter o triângulo na zona nevrálgica e sobrevivendo de extremos que o mais que são capazes é ajudar nas acções e equilíbrios da transição defensiva e equilíbrio após a perda de bola é manifestamente um acto de sobrevivência pessoal, tornando VP um homem só, que faz da metodologia de treino o seu recreio e do jogo um definhar de acções e vontades muito próprias.

O 4x3x3 de Alvalade “humilhou” a melhor idiossincrasia que tinha para a 2ª volta, polvilhando novamente o decurso exibicional de soluços, virtudes anedóticas, qb de deméritos.

A Equipa é cruel até com os adeptos, pois muito sumptuosamente se escuda a cumplicidade e se encruzilha num colectivo órfão de figuras capazes de evidenciar uma rotação credível com futebol de bitola superior ao patenteado em muitas das letárgicas 14 jornadas findas.

Onze jogadores e uma bola, VP e uma solidão gradual mas desnecessária, pois a orbe Azul e branca nem no pós Taça o desintegrou ou lançou num buraco negro, insiste no efeito boomerang e deflagração dos labirintos em que cadenciadamente se repete terrenamente sob o relvado.

Estagnação táctica, morte lenta de um futebol rico que se augurava de construção apoiada, variável no recurso as linhas de pressão com proximidades pelas redes adversárias, onde a importância ofensiva dos flancos fosse não só variante de largura mas fundamento de construção, objectividade e verticalidade.

Ainda não foi esta jornada que vi a locomotiva atracar em si uma carruagem de sinal “mágico”, mas continuo aqui crente que os que lideram apressados, terão um fim desprovido e amargurado.

Dizem os antigos que até ao Natal, salto pardal… até Janeiro salto de cordeiro. Depois do galinheiro, estamos de novo em primeiro!!!

Nada está decidido, nada esta resolvido, nós DRAGÕES apenas precisamos de colocar as coisas no lugar, porque conhecemos o caminho e os outros continuarão a lamentar não terem o mesmo destino!... A Vencer desde 1893!!

11 janeiro, 2012

Calimeros & Calimeros

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Como sempre, eu gosto de ir ao meu baú e desenterrar aquelas pequenas coisas que nunca esqueci e que me ficaram marcadas, quer pela positiva, quer pela negativa, trazendo um assunto que embora não esteja com o timing correcto, não poderia deixar passar, porque odeio a “xico-espertice” de algumas virgens ofendidas que habitam na capital do quintal.

Embora nos dias de hoje as coisas estejam mais calmas entre FC Porto e Sporting, não deixa de ser estranho que quando a malta da segunda circular se apanha em alta, aproveita sempre para fazer alguma ao nosso clube, quase sempre sem razão nenhuma e sempre empolados pelo vizinho do lado que gosta é de mais lorpas do seu lado para acabar com o domínio avassalador do FC Porto nos últimos 30 anos.

Não vou começar pelos anos em que houve as celebres trocas de jogadores entre FC Porto e Sporting por causa de problemas psicológicos, porque foi noutras fases e havia mais por trás destas decisões que simples saídas do clube. Tanto a ida do Gomes para o Sporting, como a vinda do Futre para o Porto, acabam por se empatar, aliás, se houve cordialidade entre os dois clubes, foi sempre nas transferências, mas o Calimerismo deste clube já era patente, senão vejam este vídeo onde na parte final fala o atrasado mental do Manel José (treinador do sporting na altura):



Este Calimerismo e este ódio ranhoso e mesquinho, acabaria por explodir com a subida do picheleiro de serviço em 1989, o Sousa Cintra, que desde cedo viu em Pinto da Costa e no FC Porto um alvo fácil para as suas críticas, quase sempre baseadas nas arbitragens. Foram tempos em que o ambiente que se respirava nos jogos entre estes dois clubes extravasava imediatamente para as bancadas. Ir para os lados do Campo Grande não era fácil, e muitas vezes andei eu ali a correr sob pena de não ser apedrejado.

Ora, em vez de escrever, vou colocar em vídeos, que por acaso até são do clube que falo:

1989/90



1991/92



1991/92



1993/94



1993/94



1993/94



Ainda em 1993/94, alguém se lembra deste camelo?

1993/94



Isto apenas e só no mandato deste Sousa, o Canalizador, que acabou por ir pela beirinha em 1995, dando lugar ao futuro Presidente da Junta da Figueira da Foz e a par do Catroga, o maior lateiro político que alguma vez conheci. Se acharam que com o Cintra foi difícil, então aturar este morcão ainda foi pior.

1995/96



1995/96



1995/96



Bem, as vitórias não apareciam, e então subiu ao poder o Roquette, o calimerismo continuou. Começamos a ouvir a palavra “sistema” algumas vezes, quase parecido a um qualquer lobby que necessita de pegar moda. Entretanto, depois de tantos anos, o Croquette lá conseguiu colocar os Calimeros como Campeões Nacionais, mas na época em que ganharam, o sistema já não existia. Já várias vezes perguntei a sportinguistas o porquê, e poucos me sabem responder.

Engraçado de se ver, é a história do sporting no wikipédia que na parte em que se descreve não o palmarés, mas a história, ela pára em 1982 e só recomece em 2000. Nem uma linha sobre o que se passou. Isto faz-me lembrar a bíblia, na qual jesus não teve adolescência segundo a mesma. Vá-se lá saber porquê!

A seguir ao Croquette, sobe ao poder o Dias “sistema alzheimer” da Cunha que lá conseguiu ganhar um campeonato e as relações com o nosso Presidente até eram cordiais, até ao momento em que perde o campeonato e as coisas não começam a correr. Nessa altura, volta à táctica do costume, que é atacar o nosso Presidente. Aliás, até contratou um atrasado mental chamado “Marinho” para investigar o que mais tarde chamaríamos de dossier apito dourado. Com os Calimeros a perderem campeonatos, outra vez os sistema estava de volta, ora pois claro!

Ora aqui fica um vídeo para vocês não se esquecerem deste merdas como Presidente:



Depois, lá nas catacumbas, este cabeça de cotonete tinha um belo gestor, que por sinal, por pouco não fechou Alvalade para liquidação total, que teve atitudes como esta, depois de um roubo escandaloso que nos fizeram em Alvalade já no novo XIXI, obra do Sr. Lucílio Calabote e que acabou assim:





Isto sem falar no episódio “Porta dos Cães” e verdadeiras selvajarias que nos faziam em Alvalade.

Bem, resumindo e concluindo até aos dias de hoje, só ouço os dirigentes do sporting arranjar desculpas sempre que perdem, mas quando ganham, ninguém os ouve a falar. Quando somos nós a nos queixar, as piadas são sempre as mesmas que “nem sequer nos deveríamos manifestar porque não temos moral”.

Já não me lembro de ir a Alvalade e jogar de igual para igual faz tempo. Lembro-me de expulsões a Seitaridis e Benny´s completamente vergonhosas, penaltis repetidos. Agora é que o Moutinho deve estar a provar o doce veneno de se atirar para o chão e os árbitros não marcarem, já para não falar no ano passado, em que houve expulsão do Maicon completamente absurda, um golo em fora-de-jogo e com a mão, e aí ninguém falou. Bastou um empurrão no Dragão para esta gente sair a insultar tudo e todos e mais uma vez, colocar o sistema e os apitos na boca dos parolos.

Esta falta de memória quando encontramos esta gente, é tal, que os recebemos sempre bem, independentemente do mal que nos fizeram, façam ou podem fazer. Bem, como acusar o eterno rival de ser o único impulsionador do apito dourado, quando foram estes calimeros que começaram esta porcaria toda que pariu um valente ratalhão.

Este ano, começaram com almoçaradas com os vizinhos do lado, mas a parceria ficou a marinar. Não obstante isso, tivemos mais episódios do novo Tolinho lá do sítio recentemente eleito da mesma maneira como o ex-Ministro acabou a licenciatura, mas isso fica para outra fase, a juntar que se foi queixar que os adeptos do Sporting estavam à espera para entrar. É que isto no Dragão não acontece, bem como a decisão de autentico presidente da junta de mandar pintar o relvado.

Como o resultado do passado sábado acaba por ser um mal menor, não deixa de ser estranho ninguém falar. Deve ter havido bar aberto no camarote, bem como os apanha bolas de serviço a fazer das suas com o Rui Patrício fora da baliza, e claro, a primeira entrada do jogo é uma barbaridade, mas isso ninguém fala, a juntar ao facto de haver um arbitro que ao que se sabe, tem problemas de dentes, e naquele dia, teve problemas de visão. A primeira falta (o primeiro mergulho, digamos assim) contra o FC Porto, foi logo amarelo. Isto sim, é um critério justo e esteve tudo na paz dos deuses mais uma vez, mas ainda vou ler por aí que há um penalti sobre alguém.

Estes não são melhores que os vizinhos do lado, bem pelo contrário, embora às vezes a malta se esqueça com quem lida e com quem tem um passado bem ranhoso em relação ao nosso clube.

A estes, tanto como aos outros, não lhes dou um milímetro, porque odeio hipócritas!

Um abraço Tripeiro e muito... muito Portista.

Orgulho de Dragão – XIII: O orgulho de Dane e István Teszler

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O orgulho de Dane e István Teszler

Há uns meses apareceu um comentário no post “Capítulo 3 – Parte VIII” de “FC Porto – Dragões de Azul Forte”. Dane Tessler, americano, residente no Texas, identificava-se como neto de Akos Teszler, ex-treinador do FC Porto (1924 a 1926-27), cuja biografia consta do post referido. Dane informava que tinha fotografias do Avô e disponibilizava-se para as ceder. Atento à entrada do comentário, o nosso presidente bLuE bOy logo me forneceu o email que permitiu os primeiros contactos com o amigo americano. Em boa hora, pois obtivemos, além de 2 fotos, dados relevantes para o enriquecimento da biografia de Akos.

Mas os contactos não se limitaram àquilo; Dane apresentou-me um primo, István Teszler, húngaro, residente em Budapeste, portista assumido. A partir daqui longas conversas se desenrolaram e houve troca de fotografias das famílias num muito agradável e tripartido convívio. Dum pouco de tudo vos dou conta a seguir.



De Dane para mim:
Thank you very much, Fernando.
I never had the pleasure of meeting Akos as he passed before I was born, but I am happy that he has a larger presence on the internet because of you. I am so pleased that he has a legacy in Portugal. Thank you, Fernando. Please send me a link to your blog when it is posted.
Incidentally, I have a cousin in Budapest, István Teszler, who is a huge Porto fan. I hope one day I can visit and experience being a Portista.
My kindest warm regards,
Dane Tessler, grandson of Akos Teszler (I am told the spelling change was a typographical error when Akos was processed into the United States)



De István para mim:
Caro Fernando,
Com grande prazer recebi cópia da sua correspondência com meu querido primo Dane. Apesar de ter nascido na Hungria e sendo o único familiar dos Teszler na Europa (todo o resto vive em América), eu tenho uma longa história com Portugal, dado que nos anos 80 levei 10 em Angola e em Lisboa até voltar à Hungria. Mas tenho ainda hoje muitos amigos "na nossa terra". Sendo adepto do Porto, imagine a grande surpresa, quando conheci a história maravilhosa do meu tio Akos Teszler, irmão do meu avó József. Até os meus amigos lisboetas - embora adeptos da Benfica ou do Sporting - ficaram orgulhosos da minha família. Qualquer dia eu devo levar o Dane ao Porto, visitando o "nosso" Clube. O que acha Você?
Abraço. István B. Teszler, Budapest



De mim para Dane e István:
Dane, muito obrigado. É uma honra para mim e para o blogue “Bibó Porto, carago!” publicar as únicas fotos de Akos Teszler que, provavelmente, estarão na Net e em publicações de todo o Mundo. Graças a ti, Dane, o nome e a imagem do teu querido avô e muito estimado treinador do nosso FC Porto, ficarão para a eternidade e memória dos homens. É uma distinção compartilhar contigo este evento.
Também será uma honra receber-te com o teu primo István na nossa linda cidade do Porto. Amigo, estou certo que depois de visitares o Estádio do Dragão (o estádio mais bonito do mundo) teremos outro portista no longínquo Texas.
Para ti, István: adorei a tua escrita em português. Congratulo-me que a tua esposa também saiba português. Sei que para os estrangeiros é um língua muito difícil, mas é uma língua de grandes poetas e escritores... É neles que temos a nossa maior riqueza. Fiquei fascinado em saber que há um portista da tua estirpe na minha querida Budapeste (que linda cidade com o Danúbio a atravessá-la, que saudades!). Obrigado pelo teu email. Meu caro amigo e grande portista: vem depressa ao Porto com teu primo. Serás recebido com honras de “tripeiro”. Tu sabes como é.
Dane e István: o meu coração de Dragão está convosco. Glória ao nosso FC Porto e muitas felicidades para vós.
Um grande abraço. Fernando Moreira


E agora sintam este “achado”! Dane não conheceu o Avô e apontava para o ano de 1903 como o do nascimento de Akos Teszler. Pois bem, analisando a foto do treinador (que se mostra aqui) tirada no Porto em 27 de Fevereiro de 1927, constatei que havia lá palavras em húngaro que poderiam dizer qualquer coisa. E não é que, por via disso, descobrimos o exacto ano de nascimento do Akos Teszler!!!



De István para mim:
Caro Fernando,
Após uma investigação inteligente você chegou à conclusão certa: a observação, em língua húngara, "még 29 évesen" significa “ainda 29 anos de idade”. Combinando isto com a data na foto, você provou que Ákos nasceu no final de Fevereiro/início de Março de 1897. Parabéns pela sua "descoberta".
Feliz Ano Novo para todos vocês, István Teszler



De Dane para mim:
Happy new year Fernando. Thanks for the detective work!
Dane Tessler


Agora as fotografias permutadas.

Dane Tessler, István Teszler e Akos Teszler

Akos Teszler, em pé, à esquerda, com a família nos EUA

Ramon Tessler (com fato de mergulhador), pai de Dane e filho de da Akos Teszler, por volta de 1953

A linda família de Dane Tessler

A linda família de István Teszler

E a família de cá: a Cristina (portista que já conhecem), a Carla Moreira (com a Rosa Mota) e o Fernando (com muito orgulho Dragão Azul Forte e que aqui tinha menos… uns anitos!)

Meus amigos, o resultado de todo este intercâmbio podem comprová-lo acedendo ao post (link em baixo) com a biografia de Akos Teszler reformulada. Espero que apreciem.

http://bibo-porto-carago.blogspot.com/2011/01/capitulo-3-1921-1930-primeiro-clube_07.html

Não posso fechar sem remeter um grande agradecimento ao Dane e ao István e um enorme abraço AZUL FORTE.

Fernando Moreira (Dragão Azul Forte)

10 janeiro, 2012

Recorde o Porto 7-6 Benfica de 1993 (hóquei em patins)

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Depois de terminado o ciclo dourado da fabulosa equipa de hóquei em patins que Ilídio Pinto soubera reunir (8 campeonatos ganhos em 9 anos, de 83 a 91), no final da época 90/91, José Fernandes saiu do clube (bicampeão em 90 e 91 e campeão da Europa em 1990), entrando Jorge Vicente, mas a veterania da equipa já se notava e perdeu-se o campeonato de 91/92 para um Benfica que estava em jejum há 11 anos e obrigou até a que na parte final da temporada fosse Vladimiro Brandão (treinador tricampeão pelo FC Porto de 83 a 85 e duplo vencedor da taça das taças em 82 e 83) a assumir o comando técnico dos azuis e brancos, após a demissão inevitável de Jorge Vicente.

No início da época 92/93, houve renovação da equipa (saíram entre outros o capitão Alves, o Argentino Allende, Vítor Hugo que abandonou a carreira de jogador cedo demais e Tó Neves que foi para o Benfica) e Cristiano Pereira voltou (saíra como treinador em 89 com 3 campeonatos ganhos em 86, 87 e 89 e uma taça dos campeões europeus erguida em 1986) como coordenador da modalidade, enquanto António Vale (nosso antigo jogador) assumia pela 1ª vez o cargo de treinador principal da equipa sénior de hóquei em patins dos azuis e brancos.

Entraram na equipa Didi, Eduardo Pinheiro e os ex-juniores Filipe Santos, Geitoeira e Pedro Lopes, e os dragões com uma equipa muito mais jovem (faziam ainda parte do plantel 92/93 Franklim, Nuno Marçal, Gustavo Dias, Realista, Vítor Bruno, Tó Rocha e Rui Neto), surpreenderam pela positiva, fazendo um campeonato de grande nível, entrando na penúltima jornada na frente da prova com 67 pontos contra 66 do Barcelos de José Fernandes e 65 do Benfica de Carlos Dantas (os dragões não podiam perder nenhum ponto nos 2 últimos jogos, pois mesmo um empate cedido já serviria ao Barcelos, que com os mesmos pontos que nós, ficava logo em vantagem, já que empatou nas antas 6-6 e ganhou em casa 4-1).

Nessa penúltima jornada, e perante uma arbitragem muito má, os pupilos de António Vale perderam em Paço de Arcos por 5-4, entregando de bandeja o título ao Barcelos (que ganhou os 2 últimos jogos) que acabou assim por ser campeão pela 1ª vez na sua história. O FC Porto ficou em 2º a 1 ponto do Barcelos (71 contra 72), e com os mesmos pontos do Benfica (3º). Os dragões garantiram o 2º lugar na tabela pela vantagem adquirida no confronto directo perante o Benfica (empate 3-3 na Luz e vitória azul e branca nas Antas por 7-6), e tiveram que jogar grande parte da época com o guarda redes suplente pois Franklim lesionou-se, pois se assim não fosse, talvez o título não tivesse fugido à jovem equipa azul e branca.

É desse emocionante jogo das Antas que diz respeito o vídeo em anexo (inédito na net e um exclusivo deste blog), os dragões venceram as águias por 7-6 numa jornada que já pertencia à 2ª volta e que deixou o FC Porto bem próximo do Barcelos (mais tarde viríamos mesmo a chegar à liderança após uma sofrida vitória em Alvalade por 5-3, sendo que nas Antas o Sporting também já tinha perdido por 5-1) e praticamente afastou o Benfica da revalidação do título ganho em 91/92.

Neste jogo de Fevereiro de 1993 com um ambiente fantástico no Américo de Sá, o FC Porto chegou ao intervalo a vencer por 4-1, depois, já na 2ª parte, aumentou a vantagem para 7-2 que viria a ser atenuada para um tangencial 7-6 final, com grande festa nas Antas após uns sofridos 3 minutos finais (Tó Neves, no único ano em que jogou no Benfica, esteve quase a conseguir a igualdade). Ricardo Geitoeira com 4 golos, Carlos Realista com 2 e Filipe Santos com 1, foram os marcadores de serviço por parte do FC Porto.


Espero que gostem de recordar este vídeo, um resumo da RTP (com cerca de 2 minutos e meio, e no qual se poderá ver a forma efusiva como todo o pavilhão festeja no final uma vitória importante, num jogo que segui de forma apaixonada via rádio...) na altura feito pelo jornalista Rui Cerqueira (hoje director de comunicação do FC Porto), e que foi recuperado por mim após reprodução de uma VHS do amigo Rogério Almeida.

Na época seguinte, em 1993/94, chegou mais um momento de glória azul e branca, com a conquista da taça Cers diante do Vic numa equipa Portista treinada ainda por António Vale que já não contava com Realista e Vítor Bruno, substituídos pelos regressados Tó Neves e Diego Allende. Se alguém tiver imagens desta final com o Vic (2ª mão nas Antas a 09/07/1994), que ganhamos por 7-1, recuperando os 3 golos de desvantagem trazidos de Espanha, que se acuse…



ANDEBOL
(1º FC Porto-47 pts e 17 jgs; 2º A.Santas-45 pts e 17 jgs; 3º Sporting-43 pts e 17 jgs; 4º Benfica-42 pts e 17 jgs)

No andebol, o FC Porto só volta a jogar dia 28 de Janeiro no recinto do S.Bernardo em jogo dos quartos de final da taça de Portugal.

Este domingo (dia 15), fica definido se Portugal (com Tiago, Tino e Gilberto) se apura ou não para o play-off do Mundial de 2013.



HÓQUEI EM PATINS
(1º FC Porto-30 pts e 10 jgs; 2º Benfica-28 pts e 10 jgs; 3º Candelária-24 pts e 10 jgs; 4º Física-22 pts e 10 jgs)
  • FC Porto 11-7 J.Viana
No hóquei, o FC Porto entrou no novo ano com mais uma vitória, mas a Juventude de Viana deu muita luta na 1ª metade (6-4), com o FC Porto a apenas resolver definitivamente a partida aos 10 minutos da 2ª parte com o 9-6 por Pedro Gil. Reinaldo Ventura com 4 golos e Caio com 3, destacaram-se, sobrando os outros golos para Tiago Santos (2), Pedro Gil e Gonçalo Suissas.

O FC Porto volta ao activo já hoje (terça-feira) pelas 20h30 no recinto da Física de Torres Vedras em jogo antecipado, e que terá transmissão na RTP2.



BASQUETEBOL
(1º FC Porto-23 pts e 12 jgs/+216; 2º Benfica-23 pts e 12 jgs/+210; 3º Ovarense-21 pts e 12 jgs; 4º Lusitânia-21 pts e 13 jgs)
  • Ac.Coimbra 59-65 FC Porto
No basquetebol, o FC Porto sofreu, mas passou em Coimbra, num jogo onde dominou a luta dos ressaltos (17 contra 37), mas cometeu 28 perdas de bola que acabaram por obrigar a que o jogo só ficasse definido bem perto do fim. Os 15 pontos de avanço, rapidamente passaram a 5, e foi nessa fase que Stempin resolveu arrumar com o jogo, depois de algumas asneiras.

O MVP foi Carlos Andrade com 15 pontos e 13 ressaltos, mas também se destacaram além de Stempin (20 pontos), o Miguel Miranda (9) e o Reggie Jackson (11).

O FC Porto joga agora em Barcelos no próximo sábado pelas 17h30 antes da pausa para a taça Hugo dos Santos (em Vendas Novas).



Saudações Portistas,
Lucho.

formação: resultados e classificações

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FUTEBOL

CAMPEONATO NACIONAL DE JUNIORES – 1ª DIVISÃO – ZONA NORTE
    19ª Jornada
    Nacional 3-1 Feirense
    Gondomar 1-1 Varzim
    V. Guimarães 0-0 Rio Ave
    Marítimo 1-0 FC Porto
    Boavista 4-2 Gil Vicente
    Leixões 3-1 SC Braga

    Classificação
    1 FC Porto 46
    2 Nacional 33
    3 V. Guimarães 31
    4 SC Braga 30
    5 Boavista 29
    6 Leixões 27
    7 Marítimo 24
    8 Feirense 23
    9 Rio Ave 23
    10 Gil Vicente 22
    11 Varzim 16
    12 Gondomar 9
MARITIMO 0-4 FC PORTO
Local: Complexo Desportivo do Marítimo.
Árbitro: Pedro Mesquita (Vila Real).
Marítimo: Sá; Kiko, Paulo, Leite (Belo, 26), Macedo, Rogério, Gonçalo, Correia, Kukula, Fábio e Ricardinho (Magno, 83). Treindor: Nélson Calaça.
F. C. Porto: Eloi; André Teixeira, Hugo Basto, Tiago Ferreira e Leandro; Paulo Jorge (Mikel, 64), Ricardo Alves (Rui Cardoso, 80) e Tozé; Fred, Gonçalo Paciência e Adriano.
Treinador: Rui Gomes.
Ao intervalo: 0-0.
Golos: Kukula (90+3).
Amarelo: Paulo jorge (26), Ricardo Alves (52), Hugo Basto (56), Tozé (66), Gonçalo (81) e Paulo (86).

CAMPEONATO NACIONAL DE JUVENIS – SÉRIE B
    20ª Jornada
    Beira-Mar 0-0 Gondomar
    Candal 1-2 Sanjoanense
    Padroense 1-2 Leixões
    FC Porto 11-0 Tourizense
    NDS Guarda 1-3 Feirense
    L. Vildemoinhos 0-5 Boavista

    Classificação
    1 FC Porto 55
    2 Boavista 49
    3 Feirense 39
    4 Padroense 38
    5 Sanjoanense 37
    6 Leixões 32
    7 Beira-Mar 30
    8 Gondomar 22
    9 Candal 19
    10 NDS Guarda 13
    11 Lusitano Vildemoinhos 5
    12 Tourizense 5
FC PORTO 11-0 TOURIZENSE
Local: Centro de Treinos do Olival.
Árbitro: António Nobre (Leiria).
F. C. Porto: João Costa; Marcelo, André Ribeiro (Francisco Costa, 51), Tomás Podstawski e Rafa; Vítor, Belinha e Graça; Raul (Francisco Ramos, 56), André Silva e Ivo.
Treinador: Nuno Capucho.
Tourizense: Batista; Borges, Abrantes, Simão e Madeira; Leitão (Baldé, 56), Mascarenhas (João Oliveira, 56) e Pedro; Daniel (Tavares, 73), Lucas e Aranha.
Treinador: Ricardo Cruz.
Ao intervalo: 3-0.
Golos: Tomás Podstawski (2), Raul (6), Rafa (37, 42 e 70), Ivo (49), Vítor (50), André Silva (51 e 65), Belinha (58), Francisco Costa (61).

PADROENSE 1-2 LEIXÕES
Local: Campo de treinos do Padroense.
Árbitro: Pedro Maia (Porto).
Padroense: Filipe Ferreira; Joel (Rui Silva, 63), André Gomes, João Cunha e Raul Tavares; Barbosa (Mota, 55), Cléver (Fábio Miranda, 63) e Rui Moreira; Sérgio Ribeiro, Rúben Macedo e Tiago Garcia.
Treinador: José Guilherme.
Leixões: João Sousa; Vítor, Vasco, Vasco, Rafael e Marcelo; Cristiano (Ramalho, 73), Chico e Filipe; Miguel, Alexandre (Fábio, 64) e André.
Treinador: Hélder Nunes.
Ao intervalo: 0-1.
Golos: Alexandre (37), Tiago garcia (69) e Andre (74).
Amarelos: André (74), Filipe (80+4).

CAMPEONATO NACIONAL DE INICIADOS – SÉRIE B
    17ª Jornada
    FC Porto 1-0 P. Ferreira
    Candal 1-3 Gondomar
    Feirense 1-1 Leixões
    Famalicão 1-1 Salgueiros
    Boavista 4-0 Alfenense
    Rio Ave 2-2 Varzim

    Classificação
    1 FC Porto 54
    2 Feirense 34
    3 Leixões 28
    4 Gondomar 27
    5 Boavista 26
    6 P. Ferreira 25
    7 Varzim 24
    8 Candal 19
    9 Alfenense 19
    10 Rio Ave 15
    11 Salgueiros 14
    12 Famalicão 12
FC PORTO 1-0 P. FERREIRA
Local: Centro de treinos do Olival, em Gaia.
Árbitro: Ivan Vigário (Porto).
F. C. Porto: Nico; Francisco, Sandrp Fonseca, Jorge (Varejão, int) e Rúben Barbosa; Rúben Neves, João Gonçalo (Mesquita, 60) e João Cardoso (Paulo Alves, int); Bruno Costa, Luís mata e Leandro (João Bernardo, 60).
Treinador: António Folha.
P. Ferreira: Sousa; Jorginho, Nando, Jorge e Rafa; Dani (Paulo Jorge, 65), Maradona, Amanuel e César (Ricardo Ribeiro, 31); Silva (Rui Duarte, 55) e Duarte.
Treinador: Hermano Machado.
Ao intervalo: 1-0.
Golo: Leandro (15).

CAMPEONATO DISTRITAL INICIADOS - I Divisão
18ª Jornada
ARCOZELO - FC PORTO 1-0
FC P. RUBRAS- DRAGON FORCE 0-5
Classificação
1º - Dragon Force
2º - Padroense
3º - Leça
.................
12º - FC Porto

CAMPEONATO DISTRITAL INICIADOS - II Divisão
18ª Jornada
FC PORTO folgou
LEÇA BALIO - DRAGON FORCE 1-11
Classificação
1º - Dragon Force
2º - CD Portugal
3º - FC Porto

CAMPEONATO DISTRITAL INFANTIS - I Divisão
18ª jornada
FC PORTO – COIMBRÕES 1-1
Classificação
1º - Coimbrões
2º - Boavista
3º - Varzim
.............
5º - FC Porto

CAMPEONATO DISTRITAL INFANTIS - II Divisão (Série 2)
15ª jornada
FC PORTO – SP. CRUZ 2-1
Classificação
1º - Lavrense
2º - FC Porto
3º - Varzim SC

CAMPEONATO DISTRITAL INFANTIS - II Divisão (Série 3)
15ª jornada
FC INFESTA - FC PORTO 2-4
Classificação
1º - FC Porto
2º - Pedrouços
3º - Folgosa Maia

CAMPEONATO DISTRITAL INFANTIS Fut7 - Sub12 (Série 3)
10ª jornada
PEDROUÇOS - FC PORTO 1-8
Classificação
1º - FC Porto
2º - Hernâni Gonçalves
3º - Aguas Santas

CAMPEONATO DISTRITAL INFANTIS Fut7 - Sub12 (Série 5)
10ª jornada
FC PORTO – COL. ERMESINDE 7-1
Classificação
1º - FC Porto
2º - Bougadense
3º - Colégio Ermesinde

CAMPEONATO DISTRITAL INFANTIS Fut7 - Sub12 (Série 6)
10ª jornada
FC PORTO - LIXA 13-1
Classificação
1º - FC Porto
2º - Baião
3º - Calçada

CAMPEONATO DISTRITAL BENJAMINS Fut7 - Sub11 (Série 7)
10ª jornada
VALONGUENSE - FC PORTO 0-11
Classificação
1º - Boavista
2º - FC Porto
3º - Alfenense

CAMPEONATO DISTRITAL BENJAMINS Fut7 - Sub11 (Série 8)
10ª jornada
FC PORTO – S. HORA “B” 11-3
Classificação
1º - Leixões
2º - Senhora Hora
3º - FC Porto

CAMPEONATO DISTRITAL BENJAMINS Fut7 - Sub11 (Série 9)
10ª jornada
VILANOVENSE - FC PORTO 2-1
Classificação
1º - FC Porto
2º - Vilanovense
3º - Coimbrões



BASQUETEBOL

CAMPEONATO NACIONAL SUB-20 - 1ª FASE - NORTE B
12ª Jornada
FC PORTO - OVARENSE 72-62
Classificação
1º - FC Porto 8v 1d
2º - Ovarense 6v 3d
3º - Vasco Gama 6v 3d

CAMPEONATO DISTRITAL 1ª DIV- SUB-18- 2ª FASE
7ª Jornada
FC PORTO – GUIFÕES 101-44
8ª Jornada
GDB LEÇA – FC PORTO 31-60
Classificação
1º - Vasco Gama 7v 0d
2º - FC Porto 7v 1d
3º - CD Póvoa 3v 4d

CAMPEONATO DISTRITAL 1ª DIV- SUB-16- 2ª FASE
6ª Jornada
JUV. PACENSE - FC PORTO 49-68
Classificação
1º - FC Porto 4v 2d
2º - GDB Leça 4v 2d
3º - Académico 3v 2d

TORNEIO NACIONAL SUB-14 – 1ª FASE – NORTE A
1ª Jornada
FC PORTO – EST.BRAGANTINAS 116-30
Classificação
1º - FC Porto 1v 0d
2º - BC Vila Real 1v 0d
3º - CD Póvoa 0v 1d

CAMPEONATO DISTRITAL 2ª DIV- SUB-14- 1ª FASE - SÉRIE A
CB PENAFIEL - FC PORTO B 41-85

CAMPEONATO DISTRITAL 2ª DIV- SUB-14- 1ª FASE - SÉRIE D2
UAA AROSO B – FC PORTO C 46-29



ANDEBOL

CAMPEONATO NACIONAL JUNIORES - I DIVISÃO
11ª Jornada
FC PORTO – AGUAS SANTAS 38-26
João Ramos (6), Vasco Santos (9), António Silva, Hugo Santos (3), Duarte Carregueiro (1), Tiago Silva (7), José Silva (2), Vasco Marques (1), Carlos Santos (4), Patric Pereira, André Rei (5), João Valente.
Classificação
1º - SL Benfica.. 30 pts
2º - FC Porto.. 27 pts
3º - ABC Braga.. 26 pts

CAMPEONATO NACIONAL JUVENIS - I DIVISÃO - Zona 1
11ª Jornada
FC PORTO – SÃO BERNARDO 30-29
André Petiz, Ricardo Ramos (3), Ricardo Mourão (5), Pedro Santos, João Ramos (4), Pedro Silva (3), João Pimentel, Nuno Serra, Ruben Sousa, João Correia (1), Luis Carvalho (3), Belmiro Alves (9), Rui Oliveira e Miguel Baptista (2).
Classificação
1º - São Bernardo.. 29 pts
2º - FC Porto...... 28 pts
3º - Xico Andebol.. 25 pts



Abraço e até para a semana

09 janeiro, 2012

Os meus receios…

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Tal como eu previa no post de ontem, o FC Porto lá perdeu a liderança do campeonato depois da pequena “formalidade” de Leiria. Mas fiquei contente, porque o inefável c(ajuda) logo veio dizer que a sua equipa até tinha feito um bom jogo, pudera, se tivesse feito um mau jogo, eram 14 ou 15…

Muito sinceramente e tal como disse ontem, o que me preocupa neste momento não é tanto os 2 pontos de desvantagem para a liderança, que obviamente irão ser dramatizados por se tratar de um acontecimento raríssimo: o FC Porto fora da liderança do campeonato!

Há uma série de coisas que efectivamente me têm preocupado e que eu desejo, mas duvido em alguns casos, que sejam resolvidas devidamente até ao dia 31 Janeiro.

Por exemplo, a manutenção de Hulk no plantel. Há muitos multimilionários árabes e russos dispostos a enterrar dinheiro na aquisição do génio brasileiro. Já há muito que defendo que Hulk é o nosso jogador mais genial, e neste caso é demagógico dizer-se que só faz falta quem cá está. Como Messi faz falta ao Barcelona, Hulk obviamente faz falta ao FC Porto. E obviamente que mesmo vendendo Hulk por uns bons milhões de €, arranjar substituto em meia dúzia de dias será missão quase impossível.

Outra questão que me preocupa são os excedentários no plantel. Já é uma questão que cansa de tão repetida que é por entre comentadores portistas da blogosfera e da comunicação social em geral (Miguel Sousa Tavares à cabeça). Mas a verdade é que ter jogadores que apenas fazem número e aumentam a folha salarial é muito mau para o presente e futuro do clube, financeira e desportivamente.

Para quê ter 3 laterais direitos no plantel, Fucile, Sapunaru e Danilo. Só faltaria com 3 laterais direitos, continuar a jogar Maicon, um central adaptado, isto sim seria o fim da picada. É urgente vender Fucile ou Sapunaru e encaixar uns milhões de €.

Para quê ter Guarin contrariado e armado em vedeta, um jogador que em 3 anos de FC Porto apenas na época passada (em que quase todos jogaram bem!) brilhou se o podemos vender por alguns milhões de €?!?! Para além disso, temos outras opções. E nas dezenas de jogadores emprestados que temos por tantos clubes tem de haver alguém para fazer número no plantel.

Para quê ter Djalma e Varela no plantel, dois jogadores que juntos não têm acrescentado o valor de um bom jogador num plantel como o do FC Porto. Não haverá nenhum clube grego ou turco que dê uns milhõezinhos de € por estes 2 jogadores?!?! Os empresários não servem para arranjar este tipo de negócios?!?! Então que trabalhem que é para isso que recebem as chorudas comissões em cada transferência!!! E já agora, que tal ir buscar o Atsu ao Rio Ave, se calhar acrescentaria mais que Djalma e Varela juntos!!!

De Rodriguez nem vou falar mais porque é assunto que já falei de mais. Vai ser um dos negócios mais ruinosos de sempre do FC Porto. Vai sair a custo ZERO no final da época, porque como é óbvio ninguém quererá dar um chavo por ele em Janeiro.

E não me digam que vendendo 3 ou 4 destes jogadores de que vos falei, não se poderia ir buscar um bom ponta-de-lança?!?! Um que depois não chegasse e passasse a maior parte do tempo com problemas psicológicos e excesso de peso?!?!?! Se calhar não era assim tão difícil. Ora aí está, é preciso pesquisar, trabalhar e ter muito olho. No fundo, tudo tarefas muito bem remuneradas nos dias de hoje…

08 janeiro, 2012

Igualado recorde de 53 JOGOS SEM PERDER NO CAMPEONATO!

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Com o empate ante o Sporting, em Alvalade, o FC Porto atingiu os 53 jogos consecutivos sem perder no Campeonato da 1.ª Liga! Está assim igualado o recorde de Bobby Robson, no Clube, que entre 23-10-1994 e 17-03-1996 havia conseguido a mesma série de jogos sem derrotas.

Agora, desde 6 de Março de 2010 até 7 de Janeiro de 2012, 53 jogos seguidos, 672 dias com ausência de derrotas! O último jogo que o FC Porto perdeu no Campeonato data de 28-02-2010, na 21.ª jornada (Sporting 3 – FC Porto 0). A partir da jornada seguinte, nem mais um desaire: 45 vitórias e 8 empates obtidos por equipas treinadas por Jesualdo Ferreira, André Villas-Boas e Vítor Pereira.

O objectivo passa a ser a melhor marca nacional de sempre, ou seja, 56 jogos sem derrotas.

2009-2010: 8 vitórias, 1 empate (total 9 jogos);
2010-2011: 27 vitórias, 3 empates (total 30 jogos);
2011-2012: 10 vitórias, 4 empates (total 14 jogos);

TOTAIS: 45 vitórias, 8 empates; 53 JOGOS SEM PERDER!!!

Época 2009/2010 – 8 vitórias, 1 empate (Treinador: Jesualdo Ferreira)

1) E – FC Porto 2 – Olhanense 2 (22.ª jornada, 6-03-2010)
2) V – Académica 1 - FC Porto 2
3) V – Belenenses 0 - FC Porto 3
4) V – FC Porto 4 – Marítimo 1
5) V – Rio Ave 0 - FC Porto1
6) V – FC Porto 3 – Guimarães 0
7) V – Setúbal 2 - FC Porto 5
8) V – FC Porto 3 – Benfica 1
9) V – União Leiria 1 - FC Porto 4 (30.ª e última jornada)

Época 2010/2011 – 27 vitórias, 3 empates (Treinador: André Villas-Boas)

1) V – Naval 0 – FC Porto 1 (1.ª jornada)
2) V – FC Porto 3 – Beira-Mar 0
3) V – Rio Ave 0 – FC Porto 2
4) V – FC Porto 3 – Sp. Braga 2
5) V – Nacional 0 – FC Porto 2
6) V – FC Porto 2 – Olhanense 0
7) E – Guimarães 1 – FC Porto 1
8) V – FC Porto 5 – União Leiria 1
9) V – Académica 0 – FC Porto 1
10) V – FC Porto 5 – Benfica 0
11) V – FC Porto 2 – Portimonense 0
12) E – Sporting 1 – FC Porto 1
13) V – FC Porto 1 – Setúbal 0
14) V – Paços de Ferreira 0 – FC Porto 3
15) V – FC Porto 4 – Marítimo 1
16) V – FC Porto 3 – Naval 1
17) V – Beira-Mar 0 – FC Porto 1
18) V – FC Porto 1 – Rio Ave 0
19) V – Sp. Braga 0 – FC Porto 2
20) V – FC Porto 3 – Nacional 0
21) V – Olhanense 0 – FC Porto 3
22) V – FC Porto 2 – Guimarães 0
23) V – União Leiria 0 – FC Porto 2
24) V – FC Porto 3 – Académica 1
25) V – Benfica 1 - FC Porto 2
26) V – Portimonense 2 – FC Porto 3
27) V – FC Porto 3 – Sporting 2
28) V – Setúbal 0 – FC Porto 4
29) E – FC Porto 3 – Paços de Ferreira 3
30) V – Marítimo 0 – FC Porto 2 (30.ª e última jornada)

Época 2011/2012 – 10 vitórias, 4 empates (Treinador: Vítor Pereira)

1) V – Guimarães 0 – FC Porto 1 (1.ª jornada)
2) V – FC Porto 3 – Gil Vicente 1
3) V – U. Leiria 2 – FC Porto 5
4) V – FC Porto 3 – V. Setúbal 0
5) E – Feirense 0 – FC Porto 0
6) E – FC Porto 2 – SLB 2
7) V – Académica 0 – FC Porto 3
8) V – FC Porto 5 – Nacional 0
9) V – FC Porto 3 – P. Ferreira 0
10) E – Olhanense 0 – FC Porto 0
11) V – FC Porto 3 – SC Braga 2
12) V – Beira-Mar 1 – FC Porto 2
13) V – FC Porto 2 – Marítimo 1
14) E – Sporting 0 – FC Porto 0 (14.ª jornada, 7-01-2012)

Curiosidades:

672 dias decorridos desde o primeiro até ao último dos jogos sem perder (6-03-2010 a 7-01-2012):
Ano de 2010: 300 dias
Ano de 2011: 365 dias
Ano de 2012: 7 dias…………. Total: 672 dias.

Maior número de vitórias consecutivas: 14, todas em 2010/11, entre a 13.ª jornada (Vitória de Setúbal, casa) e a 28.ª (Vitória de Setúbal, fora);

Maior número de empates consecutivos: 2, em 2011/12, nas 5.ª e 6.ª jornadas, com Feirense e Benfica;

Jogos do FC Porto com Benfica e Sporting: 4 vitórias (3 com Benfica; 1 com Sporting); 3 empates (1 com Benfica; 2 com Sporting).

Maiores goleadas do FC Porto:
FC Porto 5 – Benfica 0 (2010/11)
FC Porto 5 – Nacional 0 (2011/12)
FC Porto 5 – União Leiria 1 (2010/11)
Setúbal 0 – FC Porto 4 (2010/11)
Setúbal 2 - FC Porto 5 (2009/10)
U. Leiria 2 – FC Porto 5 (2011/12)

Equipas que roubaram mais pontos ao FC Porto na série de 53 jogos:
Olhanense, 4 pontos (2 empates, em 2009/10 e 2011/12);
Sporting, 4 pontos (2 empates, em 2010/11 e 2011/12.

Outras equipas que empataram com o FC Porto:
Vitória de Guimarães, Paços de Ferreira, Feirense e Benfica.

Fernando Moreira (Dragão Azul Forte), 07-01-2012

Podia ter sido pior...

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Sporting CP 0-0 FC Porto

Liga 2011/12, 14ª jornada.
7 de Janeiro de 2012.
Estádio de Alvalade, em Lisboa.
Assistência: 48.855 espectadores.


Árbitro: Pedro Proença (Lisboa).
Árbitros assistentes: Tiago Trigo e Ricardo Santos.
Quatro Árbitro: Hugo Miguel.

SPORTING: Rui Patrício; João Pereira, Onyewu, Polga (cap.) e Insúa; Rodrigo Neto, Elias e Schaars; Carrillo, Van Wolfswinkel e Capel.
Substituições: Rodrigo Neto por Matias (54), Carrillo por Izmailov (62) e Capel por Evaldo (69).
Não utilizados: Marcelo, Bojinov, Arias e Martins.
Treinador: Domingos Paciência.

FC PORTO: Helton (cap.); Maicon, Rolando, Otamendi e Alvaro; Fernando, João Moutinho e Belluschi; Djalma, Hulk e Rodríguez.
Substituições: Djalma por James (59), Belluschi por Defour (68) e Rodríguez por Kléber (77).
Não utilizados: Bracali, Mangala, Souza e Alex Sandro.
Treinador: Vítor Pereira.

Cartão amarelo: Rodrigo Neto (2), João Moutinho (27), Otamendi (30), Carillo (45), Polga (47), Fernando (63), Hulk (67), Schaars (84).

Depois de uma grande paragem natalícia, o FC Porto lá regressou aos jogos oficiais, logo um jogo fundamental na casa do Sporting, um estádio onde já fomos felizes muitas vezes (a última das quais, o título de 2006 selado em Alvalade com golo de Jorginho), mas que até ultimamente não nos temos dado muito bem… Ao contrário do local de festa uns metros mais ao lado, onde no ano passado festejamos humilhações que nos fartámos.

Com um início de jogo equilibrado, a primeira grande ocasião de golo pertenceu a Maicon na sequência de um pontapé de canto com o brasileiro a elevar-se bem e cabecear para competente defesa de Rui Patrício.

A nota dominante era o equilíbrio, sem grandes oportunidades de golo e com as equipas a disputarem muito o jogo a meio campo. Muita luta, mas um jogo nem sempre bem jogado.

Aos 28 minutos, surge o primeiro momento de grande perigo para a baliza de Helton. Um cabeceamento de Polga obrigou o brasileiro a excelente defesa, mantendo a baliza inviolável.

Assistimos a uma 1ª parte equilibrada. Quanto ao FC Porto, não gostei de algumas perdas de bola a meio-campo que permitiram várias saídas de perigo do adversário. Se pudesse avaliar a exibição portista na 1ª parte dar-lhe-ia um suficiente menos. Depois de tanto tempo de paragem, esperava mais força física, genica e capacidade de pressão sobre um adversário que tinha obrigatoriamente de vencer para se manter na luta do título. E o FC Porto deveria ter explorado melhor essa situação de “tudo ou nada” do adversário.

Na 2ª parte, o jogo abriu e as oportunidades de golo surgiram em maior número, tanto para um lado como para o outro.

Na minha opinião, o melhor momento do jogo para o FC Porto foram os primeiros 20 minutos da 2ª parte. Boa capacidade de pressão, bons movimentos ofensivos, acabamos por colocar o adversário no seu meio-campo. Retenho a fantástica jogada de Hulk, a passar pela defesa leonina e rematar forte para nova boa defesa de Patrício. Mas novamente não fomos eficazes.

A partir dos 65 minutos, aí sim tivemos o nosso pior período durante uns bons 20 minutos. Muitas perdas de bola no meio-campo, a jogar muito longe da área do adversário e a passar por muitos calafrios na área de Helton. Nesse período, Helton foi novamente ENORME! Aos 77 minutos, 1 grande defesa a remate de Wolfswinkel evitou um mal bem maior.

Entretanto, Kleber entrou em campo. Do meu ponto de vista, tardiamente, visto que se notava claramente a falta de uma referencia ofensiva na área. Álvaro Pereira cruzava quase sempre para ninguém. Mesmo Hulk jogando fora da sua posição habitual de extremo, foi o melhor em campo, e claramente o único que demonstrou classe superior. Mas há que pôr uma coisa na cabeça, só uma equipa no mundo pode jogar sem ponta-de-lança, o Barcelona. Jogar sem um ponta-de-lança de raiz neste tipo de jogos torna difícil a conquista dos 3 pontos, porque são jogos em que é mais necessário que a classe de um goleador venha ao de cima. E nós hoje, apenas tivemos um ponta-de-lança de raiz a partir dos 77 minutos de jogo. Dá para reflectir...

Aos 83 minutos, tivemos o nosso momento de grande felicidade. Izmailov com a baliza à mercê remata para o corte milagroso de Álvaro Pereira em cima de linha de golo. Uff, que alívio. Aí confesso que pensei: “OK, é melhor mesmo acabar isto já, porque 1 ponto é melhor que ZERO”...

E quando eu já não tinha grandes expectativas em relação ao que o jogo pudesse dar, eis senão quando James, que tinha substituído um apagado Djalma, depois de uma boa jogada colectiva de ataque (que deveríamos ter repetido mais vezes durante jogo) teve a baliza à mercê… Quando eu já levantava os braços esperando ansiosamente que o colombiano metesse a bola no fundo das redes, eis senão quando surge um corte “in extremis” de um jogador impedindo o golo portista. Qual não foi o meu espanto quando na repetição me apercebo que tinha sido Otamendi (!!!) a evitar o golo portista… Era um golo aos 92 minutos que selaria uma vitória fundamental e nos manteria na liderança… Mas paciência, hoje não era o dia do FC Porto, e a verdade é que em alguns momentos também tivemos muita sorte!

ANÁLISE FINAL: Muito honestamente, e ao contrário dos nossos adversários que têm sempre enorme dificuldade em reconhecer o mérito do FC Porto, tenho de admitir que o FC Porto não merecia ganhar este jogo. Foi penalizado com um empate num jogo difícil, em que apesar de tudo podia ter feito muito mais. Tivemos sorte em alguns momentos de jogo, e não merecíamos que a bola de James aos 92 minutos entrasse, apesar de que se tal tivesse acontecido estaria agora em êxtase com a vitória. O empate é o resultado certo. Quanto ao futuro, amanha reflicto sobre isso…

MELHOR: HULK. É um jogador genial. Todos os portistas (mas todos mesmo) podem pôr na cabecinha que se por acaso algum louco russo, ou multimilionário árabe que não tenha que fazer ao dinheiro resolverem dar 100 milhões por Hulk e este sair, as nossas hipóteses de chegar ao título nacional e seguir em frente na LE reduzem-se significativamente. Sim, porque se for vendido abaixo da clausula, sentir-me-ei enganado, o que espero que não aconteça.

PIOR: Djalma não me parece ser jogador para grandes andanças. Hoje mais uma vez deu-me a ideia que está a mais neste onze. Comparativamente a James, o angolano está muitos furos abaixo. E como factor negativo também considero que a falta de um ponta-de-lança foi gritante neste jogo.

PS: Apenas um pequeno apontamento. Não se iludam. Hoje o Leiria leva 4 ou 5 e o Cajuda mantém a incrível tendência da sua carreira que é de não ganhar ao clube do coração. Perderemos a liderança e os orgasmos tão esperados da comunicação social irão surgir em catadupa: Vai ser uma excitação tal que vamos ver parangonas destas: “FC Porto fora da liderança, crise no Dragão?!?!”; “Fantástico, o melhor mais grande clube do bairro da luz na liderança do campeonato com IMENSA vantagem sobre o 2º”. Preparem-se para essas novelas nos próximos dias, mas tenham apenas em atenção uma coisa: o campeonato está muito longe de estar perdido, muito longe mesmo, apesar de muita gente estar farta das vitórias do FCP e queira ver outras cores na liderança (vontade que se estende a vários agentes desportivos), estamos ainda na luta pela revalidação do título que brilhantemente arrecadámos no ano anterior. Rememos TODOS para o mesmo lado, independentemente das criticas, das diferenças de opinião entre nós e dos azedumes normais em alturas menos boas. BiBó PoRtO, CARAGO!!




DECLARAÇÕES

Vítor Pereira: "Foi um jogo intenso":

Empate não satisfaz
"Não era o resultado que queríamos, mas o jogo foi bem disputado e intenso. Bem disputado não quer dizer bem jogado... Faltou mais qualidade, mais tranquilidade, um futebol mais apoiado. Foi um jogo intenso, em que o resultado acaba por espelhar o que se passou. O empate retira significado a esta marca de 53 jogos sem perder, porque queria levar daqui os três pontos. Não atribuo qualquer significado especial a essa marca."

Liga ainda vai no adro
"Vamos ter de esperar pelo resultado do Benfica para saber se nos mantemos no primeiro lugar, mas ainda faltam muitas jornadas da Liga. Todos os jogos são difíceis e competitivos e ainda há muitos pela frente."

Polga com sorte
"Visto do banco, parece-me o Polga é um jogador com muita sorte, porque já é a segunda expulsão consecutiva que lhe é perdoada. Ficaríamos 25 minutos com um jogador a mais e isso certamente faria alguma diferença."

Hulk: "Passo os 90 minutos a levar porrada"

"Acho que tivemos duas equipas a querer jogar e somar os três pontos, mas infelizmente não saiu o golo. Passo os 90 minutos ali na frente a levar porrada e há um lance em que o Polga deveria ter visto o segundo amarelo. Viemos aqui com vontade de ganhar e trazer os três pontos, mas fomos prejudicados."



RESUMO DO JOGO

Tribunal d'O JOGO - liga ZON Sagres 2011/12, 14ª jornada

http://bibo-porto-carago.blogspot.com/

Tribunal O JOGO: Sporting CP 0-0 FC Porto
Árbitro: Pedro Proença (Lisboa) / Árbitros assistentes: Tiago Trigo e Ricardo Santos / Quatro Árbitro: Hugo Miguel.


Penálti sem unanimidade

Apenas Jorge Coroado entende que Pedro Proença deveria ter assinalado grande penalidade favorável ao FC Porto por falta de Elias sobre Otamendi após um canto de João Moutinho. Pedro Henriques e Paulo Paraty discordam e defendem por isso que não havia motivos para castigo máximo. De resto, um fora-de-jogo mal tirado não chegou para manchar uma exibição que os três especialistas qualificam como globalmente positiva.



Momento mais complicado

67' Elias empurra Otamendi na área do Sporting? Seria grande penalidade?

Jorge Coroado
-
Elias, com o braço direito, empurrou Otamendi, impedindo-o de cabecear a bola. Grande penalidade que o árbitro não observou. Este tipo de lances passa muitas vezes sem a devida punição.

Pedro Henriques
+
É um lance de contacto físico onde não há infracção cometida pelo jogador do Sporting. É, portanto, correcta a decisão do árbitro ao nada assinalar.

Paulo Paraty
+
Penso que não. Embora haja um jogo de braços, não me parece que toda essa movimentação fosse suficiente para a marcação de uma grande penalidade. O futebol é um jogo físico.



Outros casos

33' Ficou falta por marcar de Insúa sobre Hulk, quando este seguia sozinho?

45'+1' Otamendi justificava segundo amarelo por carga sobre Van Wolfswinkel?

60' Van Wolfswinkel estava mesmo em posição irregular no lance em que Elias ficou isolado?

65' Polga justificava amarelo (seria o segundo) por falta sobre Hulk?

71' Bola na mão ou mão na bola de Otamendi na área do FC Porto?

Jorge Coroado
+
Insúa não cometeu infracção alguma; foi Hulk que se desequilibrou e caiu. De referir que este último partiu de posição irregular.
+
Nunca. Justificava somente livre directo, porque o jogador do FC Porto saltou sobre o adversário. Uma vez que estava na hora para o intervalo, o árbitro assim decidiu.
-
Van Wolfswinkel estava sobre a linha de meio-campo depois de recuperar posição e antes de a bola lhe ser passada. Precipitação do assistente, porque estava mal colocado.
+
Polga derrubou Hulk, mas numa falta normal não ostensiva ou deliberada e em jogada não prometedora.
+
Bola na mão. O remate foi feito de perto, embateu nas pernas de Otamendi, subiu e encontrou-lhe o braço, que estava junto ao corpo. Correcta interpretação.

Pedro Henriques
+
Mesmo com acesso às repetições, não é perceptível que Insúa toque em Hulk, pelo que dou o benefício de dúvida à decisão da equipa de arbitragem.
+
Otamendi entra com intenção de jogar a bola e, no seu movimento descendente, carrega de forma inevitável Van Wolfswinkel. Uma infracção negligente, sem motivo para sanção disciplinar.
-
No momento do passe do seu colega, Van Wolfswinkel estava em linha com o penúltimo adversário, pelo que o fora-de-jogo foi incorrectamente assinalado.
+
Polga cometeu uma infracção negligente junto à linha lateral, longe da sua área, sem nenhum tipo de perigo ou importância para o jogo, pelo que não haveria motivo para sanção disciplinar.
+
Correcta a decisão do árbitro, pois o remate foi feito de muito perto e a bola, de forma inesperada, bateu na perna e ressaltou para o braço, mas de forma meramente casual e não deliberada.

Paulo Paraty
+
Não é visível, pela televisão, algum contacto faltoso de Insúa sobre Hulk, que parece desequilibrar-se ao evitar o seu adversário.
+
Não. Trata-se apenas de uma falta (rasteira negligente) de Otamendi. No máximo, seria livre directo, que só não terá sido punido porque o tempo da primeira parte estava esgotado.
-
É um lance muito difícil para o árbitro assistente, mas a repetição pela televisão mostra-nos Van Wolfswinkel em linha, no máximo, com o penúltimo defensor.
+
Polga agarra Hulk sobre a linha lateral, não cometendo nenhuma imprudência ou impedindo algum ataque prometedor. Livre directo parece-me adequado. E o critério foi o mesmo do lance dos 45'+1'.
+
Pontapé à queima-roupa, muito próximo de Otamendi. A bola bate-lhe no corpo e ressalta para o braço. Sem razão para intervenção do árbitro.



Apreciação global

Jorge Coroado
Jogo de muito transporte de bola, inúmeros passes transviados e reduzido contacto físico permitiu ao árbitro exibição personalizada, esclarecida, com o senão da grande penalidade não assinalada.

Pedro Henriques
Num jogo com elevado grau de dificuldade, a equipa de arbitragem teve uma actuação positiva, assertiva e competente, com pequenas falhas ao nível do fora de jogo, mas que não lhe tiram mérito.

Paulo Paraty
Não havendo arbitragens perfeitas, Pedro Proença, com um ou outro lance mais discutível, exibiu em casa as credenciais que lhe têm valido o reconhecimento externo. Cedo se fez entender pelos intervenientes.



fonte: ojogo.pt