14 junho, 2017
13 junho, 2017
12 junho, 2017
ATÉ AO NOSSO REGRESSO...
Por entre os estilhaços de um novo escândalo no futebol português - #ApitoDivino - envolvendo os do costume useiros e vezeiros paladinos corruptos do regime, eis que foi apresentado o novo Líder do balneário e treinador, Sérgio Conceição.
É pois chegada a hora de o blog fazer uma pausa, por uns dias apenas, para descanso de todos os colaboradores e da tasca.
Dia 03 de Julho, data do arranque oficial da época 2017/2018, estaremos de volta.
Contudo, não nos queríamos ausentar, momentaneamente, sem partilhar convosco, um pequeno excerto de um comentário lido por aí na internet, que traduz na perfeição, a linha de pensamento e orientação deste espaço de opinião do BPc, e deveria ser também a única e exclusiva "cartilha" da Nação Portista:
Até já…
PS - mas, descansem, porque o blog não vai parar de todo... sempre e caso se justifique, até porque vamos estar muito atentos a mais e novos desenvolvimentos do escândalo lampiânico #ApitoDivino, publicaremos.
É pois chegada a hora de o blog fazer uma pausa, por uns dias apenas, para descanso de todos os colaboradores e da tasca.
Dia 03 de Julho, data do arranque oficial da época 2017/2018, estaremos de volta.
Contudo, não nos queríamos ausentar, momentaneamente, sem partilhar convosco, um pequeno excerto de um comentário lido por aí na internet, que traduz na perfeição, a linha de pensamento e orientação deste espaço de opinião do BPc, e deveria ser também a única e exclusiva "cartilha" da Nação Portista:
“Que TODA a Nação Portista se Una em volta do Clube. Vamo-nos esquecer das lutas de egos, das jogadas de poder, dos mal-entendidos, das estratégias suicidas, das atitudes menos racionais, dos erros rudimentares... Em vez disso, vamo-nos encher de Esperança em volta de um Bem Comum, o Futebol Clube do Porto. Não se pode Ganhar sempre, mas também não seremos eternos perdedores. Somos de uma Cidade que faz jus ao seu nome... INVICTA. A cada queda, levantar-nos-emos mais Fortes, a cada desilusão pintaremos a Alma de Azul e Branco. Não são os euros que preenchem o Orgulho de sermos Portistas, são as Conquistas. A Felicidade nunca poderá ser constante mas, pode ser procurada a cada momento. A redenção de Valores, da Alma, do Espírito, tem de estar presente na entrega da Missão que nos é incumbida. Aos que representam o Futebol Clube do Porto ao mais alto nível, aos que pretendem representar, aos sócios, adeptos, simpatizantes... O momento não é fácil mas, a vida também não é. O Futebol Clube do Porto não morrerá enquanto houver pelo menos um Portista com sentido de missão. Todos a Uma Só Voz, em uníssono... Uma vez Portista, Portista além da morte.”
Fonte: Autor desconhecido, 2017.
Até já…
PS - mas, descansem, porque o blog não vai parar de todo... sempre e caso se justifique, até porque vamos estar muito atentos a mais e novos desenvolvimentos do escândalo lampiânico #ApitoDivino, publicaremos.
09 junho, 2017
SÉRGIO CONCEIÇÃO.
Acabou a ansiedade e a especulação. Acabaram os bitaites e as preferências pessoais. Terminou o ruído e o falatório. Está apresentado o novo treinador do FC Porto, está apresentado Sérgio Conceição. O meu e nosso treinador concretizou no dia 8 de Junho de 2017, o sonho de uma vida... e que bom é ter gente que sente o FC Porto como um sonho e não como um mero instante!
Depois de termos tido a asquerosa comunicação social, alimentada por um portismo de moda e ocasião, a diariamente dar diferentes notícias sobre escolhas da direção, depois de repetirem até à exaustão que ninguém queria ser nosso treinador e que não tínhamos dinheiro nem para contratar o Bexigueiro, eis que afinal não vamos ficar órfãos de treinador, e no fim de contas existiu alguém com vontade, determinação e interesse em abraçar o projeto de um clube centenário, cujo seu passado recente está pintado a letras de ouro (e a cores!) na história do futebol Europeu e Mundial.
Sobre a escolha, pouco me interessa especular!
Sérgio é o meu treinador e pouco me interessa qual o seu círculo de amizades, e apenas me refiro às verdadeiras e não a todas quantas uma determinada corrente inquinada pelo fumeiro insiste em lhe atribuir. É bem verdade que a falta de honestidade intelectual que invadiu algumas das nossas figuras do passado, leva a que os seus fieis seguidores insistam em rotular e associar o nosso atual treinador a outros interesses que não apenas os da intransigente defesa dos valores do FC Porto. Não deixa é de ser curioso que a mesma corrente não tenha feito o mesmo exercício aquando da aventada possibilidade: Marco Silva. Mas claro, aí era tudo gente séria!
Mas, como o que é importante nesta altura é unir e não dividir. Como o que interessa nesta fase é fazer o processo de junção das diferentes correntes portistas ao invés do que pretendem alguns comentadeiros e outras eminências pardas que esvoaçam pelos céus do Dragão, foquemos apenas as nossas atenções no futuro que todos esperamos sejam de vitórias e sucessos.
Fixei duas frases da apresentação de Sérgio Conceição: “Não venho para aprender, venho para ensinar” e “Já não se ganha só no grito”.
Julgo que estas duas afirmações fazem automaticamente cair por terra os argumentos daqueles que viam no portista de Coimbra alguém que faz da garra a sua única característica marcante.
Percebemos todos que a qualidade do treino, a inteligência na leitura e análise ao jogo, a adaptação aos diferentes cenários e opositores, a relação e exigência colocada em cada jogador, serão marcas da sua passagem pelo FC Porto que todos desejamos ser longa.
Se a tudo isto adicionarmos os valores e mística do nosso clube, a paixão por uma cidade e uma região, um discurso alinhado com a estratégia definida, e um comportamento no qual todos os portistas se revejam, quem poderá estar contra esta escolha?
A estéril discussão sobre quem foi ou deixou de ser a primeira escolha é quase hilariante e apenas suportada na crescente necessidade que alguém tem em criticar as escolhas do presidente.
Até parece que quando alguém compra casa apenas vai visitar uma única habitação. Não... são vistas várias opções, analisadas vantagens e desvantagens de cada uma, e quando se parte para a escolha final, o facto de não se comprar a primeira que se visitou, não significa que se tenha optado pela segunda ou terceira escolha.
Mas se houve momento onde o presidente explicou e não fugiu às suas escolhas, este foi um belo exemplo. Não negou que tinha outras ideias (para tristeza dos sanguessugas que já se preparavam para o ataque!), não negou qualquer nome e explicou, conforme é natural, o processo de escolha. Noutros tempos, diriam em uníssono que foi brilhante... agora, apenas se safou!
Nenhum de nós pode garantir que o sucesso está garantido ou que as vitórias vão regressar. Existem muitos outros fatores que concorrem para o sucesso final. Mas uma coisa todos sabemos: com Sérgio Conceição, a postura de guerreira de antes quebrar que torcer, a ambição de querer ganhar sempre, o esforço levado ao limite de nunca desistir, e a crença inabalável de recolocar o FC Porto no topo do futebol português, vão estar seguramente presentes e não será necessário apelar a ninguém para que sejam impostas.
Ora, se todos tivermos estas convicções, basta que todos mantenham a postura da época passada para que ninguém possa acusar os adeptos de “contra vapor” ao que quer que seja. Assistimos a uma época com níveis de tolerância e compreensão dos quais eu não tenho memória... mas concordo! Apoiamos e toleramos tudo! Levamos o grupo de trabalho ao colo até ao limite das nossas forças. Que em 2017/2018 todos tenham o mesmo comportamento, pois atitude e ambição não vão faltar!
Finalizo com um forte apelo a todos os portistas.
É legítimo que nem todos simpatizem ou concordem com a escolha.
É aceitável que muitos possam estar com o pé atrás.
É possível que exista quem duvide.
Mas, essencialmente, é fundamental que todos se unam.
É essencial que terminemos com a auto-mutilação.
É crucial que apontemos armas para fora, não perdendo a exigência para dentro, mas colocada nos locais devidos.
Se o FC Porto é a nossa Vida e o nosso Amor, então vamos até ao fim com os nossos!
Um abraço, e até amanhã em Valongo!
Depois de termos tido a asquerosa comunicação social, alimentada por um portismo de moda e ocasião, a diariamente dar diferentes notícias sobre escolhas da direção, depois de repetirem até à exaustão que ninguém queria ser nosso treinador e que não tínhamos dinheiro nem para contratar o Bexigueiro, eis que afinal não vamos ficar órfãos de treinador, e no fim de contas existiu alguém com vontade, determinação e interesse em abraçar o projeto de um clube centenário, cujo seu passado recente está pintado a letras de ouro (e a cores!) na história do futebol Europeu e Mundial.
Sobre a escolha, pouco me interessa especular!
Sérgio é o meu treinador e pouco me interessa qual o seu círculo de amizades, e apenas me refiro às verdadeiras e não a todas quantas uma determinada corrente inquinada pelo fumeiro insiste em lhe atribuir. É bem verdade que a falta de honestidade intelectual que invadiu algumas das nossas figuras do passado, leva a que os seus fieis seguidores insistam em rotular e associar o nosso atual treinador a outros interesses que não apenas os da intransigente defesa dos valores do FC Porto. Não deixa é de ser curioso que a mesma corrente não tenha feito o mesmo exercício aquando da aventada possibilidade: Marco Silva. Mas claro, aí era tudo gente séria!
Mas, como o que é importante nesta altura é unir e não dividir. Como o que interessa nesta fase é fazer o processo de junção das diferentes correntes portistas ao invés do que pretendem alguns comentadeiros e outras eminências pardas que esvoaçam pelos céus do Dragão, foquemos apenas as nossas atenções no futuro que todos esperamos sejam de vitórias e sucessos.
Fixei duas frases da apresentação de Sérgio Conceição: “Não venho para aprender, venho para ensinar” e “Já não se ganha só no grito”.
Julgo que estas duas afirmações fazem automaticamente cair por terra os argumentos daqueles que viam no portista de Coimbra alguém que faz da garra a sua única característica marcante.
Percebemos todos que a qualidade do treino, a inteligência na leitura e análise ao jogo, a adaptação aos diferentes cenários e opositores, a relação e exigência colocada em cada jogador, serão marcas da sua passagem pelo FC Porto que todos desejamos ser longa.
Se a tudo isto adicionarmos os valores e mística do nosso clube, a paixão por uma cidade e uma região, um discurso alinhado com a estratégia definida, e um comportamento no qual todos os portistas se revejam, quem poderá estar contra esta escolha?
A estéril discussão sobre quem foi ou deixou de ser a primeira escolha é quase hilariante e apenas suportada na crescente necessidade que alguém tem em criticar as escolhas do presidente.
Até parece que quando alguém compra casa apenas vai visitar uma única habitação. Não... são vistas várias opções, analisadas vantagens e desvantagens de cada uma, e quando se parte para a escolha final, o facto de não se comprar a primeira que se visitou, não significa que se tenha optado pela segunda ou terceira escolha.
Mas se houve momento onde o presidente explicou e não fugiu às suas escolhas, este foi um belo exemplo. Não negou que tinha outras ideias (para tristeza dos sanguessugas que já se preparavam para o ataque!), não negou qualquer nome e explicou, conforme é natural, o processo de escolha. Noutros tempos, diriam em uníssono que foi brilhante... agora, apenas se safou!
Nenhum de nós pode garantir que o sucesso está garantido ou que as vitórias vão regressar. Existem muitos outros fatores que concorrem para o sucesso final. Mas uma coisa todos sabemos: com Sérgio Conceição, a postura de guerreira de antes quebrar que torcer, a ambição de querer ganhar sempre, o esforço levado ao limite de nunca desistir, e a crença inabalável de recolocar o FC Porto no topo do futebol português, vão estar seguramente presentes e não será necessário apelar a ninguém para que sejam impostas.
Ora, se todos tivermos estas convicções, basta que todos mantenham a postura da época passada para que ninguém possa acusar os adeptos de “contra vapor” ao que quer que seja. Assistimos a uma época com níveis de tolerância e compreensão dos quais eu não tenho memória... mas concordo! Apoiamos e toleramos tudo! Levamos o grupo de trabalho ao colo até ao limite das nossas forças. Que em 2017/2018 todos tenham o mesmo comportamento, pois atitude e ambição não vão faltar!
Finalizo com um forte apelo a todos os portistas.
É legítimo que nem todos simpatizem ou concordem com a escolha.
É aceitável que muitos possam estar com o pé atrás.
É possível que exista quem duvide.
Mas, essencialmente, é fundamental que todos se unam.
É essencial que terminemos com a auto-mutilação.
É crucial que apontemos armas para fora, não perdendo a exigência para dentro, mas colocada nos locais devidos.
Se o FC Porto é a nossa Vida e o nosso Amor, então vamos até ao fim com os nossos!
Um abraço, e até amanhã em Valongo!
08 junho, 2017
bLuE bOy
junho 08, 2017
apito bermelho, apito divino, arbitragem, benficagate, enc(o)rnados
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#APITODIVINO - "AGORA APAGUE TUDO"
Missas e padresO Ministério Público informou ontem ter aberto um inquérito ao esquema de corrupção de árbitros de futebol denunciado anteontem no Porto Canal. O Benfica fez um envergonhado desmentido de 57 palavras em que nada desmente, enquanto Adão Mendes e Pedro Guerra se mantêm num esclarecedor silêncio. Bem diferente, por exemplo, do espanhol jornal As, que informou os seus leitores.fonte: Dragões Diário de 08.06.2017
07 junho, 2017
E VAI TUDO CONTINUAR A ASSOBIAR PARA O LADO?!
No programa Universo Porto da Bancada de 06/06/2017, o diretor de comunicação e informação dos azuis e brancos, Francisco J. Marques, revelou o teor de uma alegada troca de e-mails entre Adão Mendes e Pedro Guerra, comentador afeto ao benfica, onde constam os nomes dos árbitros alegadamente condicionados pelo clube da Luz.
"Vou ler passagens de um e-mail enviado por Adão Mendes, que arbitrou nos anos 90 sem nota de grande destaque, porque não era um grande árbitro. É uma pessoa que fez parte da união de sindicatos de Braga, ligada ao PCP durante muitos anos, mas, acima de tudo, uma pessoa sempre ligada ao benfica, que trabalha na arbitragem", começou por assinalar Francisco J. Marques, procedendo à divulgação do conteúdo dos supostos e-mails.
"Na terça-feira, 28 de janeiro de 2014, no primeiro campeonato do tetra, há este e-mail: 'Não temos de ser mãezinhas, temos de usar a inteligência a nosso favor. Confidencial: o [Manuel] Mota ganhou o processo. O primeiro-ministro é um grande homem e um grande líder, conheço as suas capacidades. O benfica manda mesmo e os outros já não mexem nada. Dizem os grandes sábios dos painéis que algo está a mudar. Este espaço foi conquistado com muito trabalho do primeiro-ministro. Temos de rezar e cantar bem. Quanto às missas, temos bons padres para todas", recitou o diretor do FC Porto. No programa, referiu-se que "primeiro-ministro" e "padres" fariam parte de uma linguagem codificada, não devendo ser interpretada no sentido literal. "Primeiro-ministro" referindo-se a Luís Filipe Vieira e "padres" seriam os árbitros.
Passou depois à enumeração dos árbitros alegadamente condicionados, lendo outro suposto e-mail de Adão Mendes:
"Temos hoje árbitros que, não sendo internacionais, têm demonstrado excelentes prestações: Bruno Esteves, Manuel Mota, Jorge Ferreira, Nuno Almeida, Vasco Santos, Hugo Pacheco, Rui Silva e Paulo Baptista, que está a fazer uma excelente época", acrescentou, falando em "esquema de corrupção" e de outra frase atribuída a Adão Mendes: "Hoje, quem nos prejudicar sabe que é punido".
No final, Francisco J. Marques disponibilizou-se a entregar os documentos às autoridades.
fonte: ojogo.pt
"Vou ler passagens de um e-mail enviado por Adão Mendes, que arbitrou nos anos 90 sem nota de grande destaque, porque não era um grande árbitro. É uma pessoa que fez parte da união de sindicatos de Braga, ligada ao PCP durante muitos anos, mas, acima de tudo, uma pessoa sempre ligada ao benfica, que trabalha na arbitragem", começou por assinalar Francisco J. Marques, procedendo à divulgação do conteúdo dos supostos e-mails.
"Na terça-feira, 28 de janeiro de 2014, no primeiro campeonato do tetra, há este e-mail: 'Não temos de ser mãezinhas, temos de usar a inteligência a nosso favor. Confidencial: o [Manuel] Mota ganhou o processo. O primeiro-ministro é um grande homem e um grande líder, conheço as suas capacidades. O benfica manda mesmo e os outros já não mexem nada. Dizem os grandes sábios dos painéis que algo está a mudar. Este espaço foi conquistado com muito trabalho do primeiro-ministro. Temos de rezar e cantar bem. Quanto às missas, temos bons padres para todas", recitou o diretor do FC Porto. No programa, referiu-se que "primeiro-ministro" e "padres" fariam parte de uma linguagem codificada, não devendo ser interpretada no sentido literal. "Primeiro-ministro" referindo-se a Luís Filipe Vieira e "padres" seriam os árbitros.
Passou depois à enumeração dos árbitros alegadamente condicionados, lendo outro suposto e-mail de Adão Mendes:
"Temos hoje árbitros que, não sendo internacionais, têm demonstrado excelentes prestações: Bruno Esteves, Manuel Mota, Jorge Ferreira, Nuno Almeida, Vasco Santos, Hugo Pacheco, Rui Silva e Paulo Baptista, que está a fazer uma excelente época", acrescentou, falando em "esquema de corrupção" e de outra frase atribuída a Adão Mendes: "Hoje, quem nos prejudicar sabe que é punido".
No final, Francisco J. Marques disponibilizou-se a entregar os documentos às autoridades.
fonte: ojogo.pt
06 junho, 2017
Delindro
junho 06, 2017
o em nome do clube do delindro, o futuro do dragão pelo pedroporto
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AS NOSSAS MODALIDADES – RESUMO DO FIM DE SEMANA.
JOGO DA SEMANA
A escolha para jogo da semana recaiu sobre o importante jogo de HÓQUEI EM PATINS que se disputou no Dragão Caixa. À entrada para esta jornada, 3 pontos separavam a nossa equipa da turma de carnide e uma diferença de 4 golos no jogo da 1ª volta.
Logo no início da semana, fomos presenteados com a nomeação de miguel guilherme que, costuma ter lugar garantido nos jogos disputados no pavilhão dos de carnide, mas desta vez, fruto das circunstâncias, era importante para a federação liderada por Fernando Claro e co-adjuvado por Fernando Graça que o influente arbitro lisboeta estivesse no Dragão para minimizar “estragos” de uma vitória do nosso clube.
Desde o início guilherminho mostrou ao que vinha penalizando a nossa equipa com faltas, chegando ao ponto de transformar uma falta de valter neves sobre Reinaldo Mallea em simulação do argentino do FC Porto. Ainda na 1ª parte, assinalou 2 penaltis no mínimo duvidosos e num deles ainda penalizou Telmo Pinto com um cartão azul. Esta “boa performance” foi presenciada por Fernando Graça, que nunca manifestou qualquer desconforto pela péssima imagem dada pela arbitragem nacional fruto da preferência clubística de miguel guilherme.
Na 2ª parte, e quando o FC Porto foi capaz de ultrapassar este difícil jogador dos de lisboa e chegou aos 3 golos de vantagem, conseguiu assinalar 3 faltas ofensivas ao nosso clube para impedir os nossos atletas de irem em busca do 4º golo que anulava a desvantagem de golos da 1ª volta.
O jogo terminou com uma vantagem de 2 golos para a nossa equipa e, para além de 2 vitórias em valongo e na receção ao Riba d’Ave, teremos que assistir a um deslize dos de carnide ou na receção à Oliveirense ou na deslocação a Alverca para defrontar o Sporting.
Na receção à Oliveirense, aposto numa arbitragem a cargo de Rui Torres e Jaime Vieira, para na última jornada o dérbi lisboeta ser arbitrado por guilherme e ricardo, leão de nome mas lampião de coração. Já para os nossos jogos, deveremos ter o incompetente jose pinto - chamar-lhe incompetente é ser simpático, paulo rainha, luis Peixoto e Rui Torres.
O nosso próximo jogo é a deslocação a Valongo no próximo dia 10 de Junho, pelas 18h30.
Logo no início da semana, fomos presenteados com a nomeação de miguel guilherme que, costuma ter lugar garantido nos jogos disputados no pavilhão dos de carnide, mas desta vez, fruto das circunstâncias, era importante para a federação liderada por Fernando Claro e co-adjuvado por Fernando Graça que o influente arbitro lisboeta estivesse no Dragão para minimizar “estragos” de uma vitória do nosso clube.
Desde o início guilherminho mostrou ao que vinha penalizando a nossa equipa com faltas, chegando ao ponto de transformar uma falta de valter neves sobre Reinaldo Mallea em simulação do argentino do FC Porto. Ainda na 1ª parte, assinalou 2 penaltis no mínimo duvidosos e num deles ainda penalizou Telmo Pinto com um cartão azul. Esta “boa performance” foi presenciada por Fernando Graça, que nunca manifestou qualquer desconforto pela péssima imagem dada pela arbitragem nacional fruto da preferência clubística de miguel guilherme.
Na 2ª parte, e quando o FC Porto foi capaz de ultrapassar este difícil jogador dos de lisboa e chegou aos 3 golos de vantagem, conseguiu assinalar 3 faltas ofensivas ao nosso clube para impedir os nossos atletas de irem em busca do 4º golo que anulava a desvantagem de golos da 1ª volta.
O jogo terminou com uma vantagem de 2 golos para a nossa equipa e, para além de 2 vitórias em valongo e na receção ao Riba d’Ave, teremos que assistir a um deslize dos de carnide ou na receção à Oliveirense ou na deslocação a Alverca para defrontar o Sporting.
Na receção à Oliveirense, aposto numa arbitragem a cargo de Rui Torres e Jaime Vieira, para na última jornada o dérbi lisboeta ser arbitrado por guilherme e ricardo, leão de nome mas lampião de coração. Já para os nossos jogos, deveremos ter o incompetente jose pinto - chamar-lhe incompetente é ser simpático, paulo rainha, luis Peixoto e Rui Torres.
O nosso próximo jogo é a deslocação a Valongo no próximo dia 10 de Junho, pelas 18h30.
AS OUTRAS MODALIDADES
A equipa de ANDEBOL fechou o campeonato com uma vitória perante o Águas Santas por 33-19 com parciais de 16-9 e 17-10. Além da nossa vitória, era preciso um deslize do sporting perante o carnide, mas quando o jogo parecia caminhar no sentido do empate, Tiago Pereira resolveu rematar para fora e logo de seguida mitrevski, após defesa, resolveu lançar o contra-ataque com tanta força que impediu o ataque da sua equipa.
Com estas 2 falhas, o sporting dilatou a vantagem para 2 golos e segurou a liderança do campeonato, quando ao FC Porto ainda falta disputar um jogo fruto do recurso interposto após erros técnicos da arbitragem de fernando costa e diogo Teixeira.
No fim de semana, foi disputada a Final 4 da taça de Portugal e na meia final defrontamos o abc, onde perdemos por 23-22, com um golo de pedro seabra na parte final do jogo.
A equipa de BASQUETEBOL iniciou a final do play-off com 2 jogos em casa perante o benfica, e com 2 derrotas, está neste momento sem qualquer margem de erro para revalidar o título.
No próximo fim de semana, teremos 2 jogos em lisboa e só 2 vitórias interessam à nossa equipa. EU ACREDITO EM VOCÊS RAPAZES!!!
Abraco,
Delindro
Com estas 2 falhas, o sporting dilatou a vantagem para 2 golos e segurou a liderança do campeonato, quando ao FC Porto ainda falta disputar um jogo fruto do recurso interposto após erros técnicos da arbitragem de fernando costa e diogo Teixeira.
No fim de semana, foi disputada a Final 4 da taça de Portugal e na meia final defrontamos o abc, onde perdemos por 23-22, com um golo de pedro seabra na parte final do jogo.
A equipa de BASQUETEBOL iniciou a final do play-off com 2 jogos em casa perante o benfica, e com 2 derrotas, está neste momento sem qualquer margem de erro para revalidar o título.
No próximo fim de semana, teremos 2 jogos em lisboa e só 2 vitórias interessam à nossa equipa. EU ACREDITO EM VOCÊS RAPAZES!!!
Abraco,
Delindro
05 junho, 2017
FAZER O QUE TEM DE SER FEITO!
Independentemente do próximo homem que se vá sentar no banco do Dragão, ao que tudo indica será Sérgio Conceição (se bem que no futebol já vi de tudo, uma reviravolta no processo não me admirava…), é tempo de uma vez por todas de estabilizar um projeto, de escolher alguém que não seja para queimar logo após dois maus resultados ou de um treinador para descartar no final da época apenas e só para procurar um "bode expiatório".
O tempo de cada um emitir opinião sobre quem deveria vir, se devia ter o perfil X ou Y deve terminar no exato momento em que o novo treinador for apresentado. Confesso que também estou um pouco farto do constante saudosismo/mito do “Sebastianismo” dos adeptos de que num belo dia de nevoeiro apareça um herói que resolva todos os problemas do clube com uma varinha de condão. É tempo de todos metermos uma coisa na cabeça, no atual contexto nem Guardiola ou Mourinho só por si resolveriam tudo aquilo que há por resolver no nosso clube.
O tempo é realmente de fazer o que tem de ser feito para não se repetirem os erros do passado recente. Não podemos estar todos os anos numa de “new beggining”, pensando que o início de cada época será um novo recomeço, apagando tudo o que de mal está para trás. E o que tem de ser feito, perguntarão vocês? Se em relação à escolha do novo treinador já emiti a minha opinião na semana passada, vamos então àquilo que do meu ponto de vista tem de ser feito, no sentido de dotar o plantel de qualidade suficiente para pelo menos ganhar algo internamente, sim porque eu já nem peço muito em termos europeus, apesar de curiosamente nos últimos 4 anos o FC Porto ter conseguido passar a fase de grupos da Champions League por duas vezes e atingido os quartos-final da Liga Europa por uma vez.
Na baliza, a minha opinião é de que não faz sentido pagar nem 2, nem 3, quanto mais 4 ou 5 milhões por um GR, havendo posições na equipa bem mais importantes num campeonato como o português. Nos últimos 4 anos, o GR menos batido do FC Porto foi o Fabiano, que não passa de um GR mediano. No campeonato português, em que 95% das equipas frente ao FC Porto se remetem desesperadamente às imediações da sua grande área, procurando mutas vezes, da forma mais nojenta e ordinária possível, queimar tempo através do fingimento de lesões ou atrasos exagerados e recorrentes na reposição de bola, até posso admitir que é importante ter um bom GR, mas é bem mais importante ter um grande médio (saudades de Lucho e Moutinho!) que faça 10 assistências por época ou um ponta-de-lança que garanta pelo menos 20 golos no campeonato.
Na defesa, seria importante manter a dupla de centrais que esteve a um bom nível na época anterior, sendo importante também manter Telles, que melhorando a sua capacidade de concentração pode atingir um nível ainda mais alto. O resto para mim é simples: faz sentido pagar 4 milhões por Maxi Pereira? NÃO! É possível cedê-lo mesmo que por 3 ou 4M€, libertando um ordenado altíssimo? SIM! É possível encaixar uns 7 ou 8 milhões com Layun? Força! Fazer regressar Ricardo Pereira, que esteve a um nível altíssimo no Nice e Rafa Soares, que fez não sei quantas assistências no Rio Ave, é mais barato e com certeza não será muito pior que ter Maxi e Layun. Ficamos claramente a ganhar na relação qualidade/preço. E tem sido a fazer péssimas contratações ao nível da relação qualidade/preço que também nos levou até aqui.
No meio-campo, há um caso que já ultrapassou a minha inteligência há muito tempo. Não se trata de querer “bater mais no ceguinho”, nem se trata de criar um “patinho feio”. A questão tem a ver com os 4 anos de Herrera no FC Porto. Não discuto as qualidades técnico-táticas do mexicano, nem a sua faceta esforçada e humilde, dando tudo o que tem em campo. Mas no futebol atual, muito mais até que há uns anos atrás, a vertente psicológica é muito importante, o que diferencia os excelentes jogadores dos outros é a capacidade de resistir à pressão e a estabilidade emocional, porque técnica e qualidade, até um jogador da II liga tem. Herrera é um evidente caso de um jogador que não tem dimensão psicológica de jogar no FC Porto. Não tem, ponto final! Até pode ter um excelente desempenho noutro campeonato, noutra realidade, mas no atual FC Porto, é mais que evidente que não é com Herrera que o FC Porto vai voltar ao sucesso de outros tempos. Não cometo a demagogia de responsabilizar Herrera pelos 4 anos sem títulos (seria estúpido obviamente!) mas é um facto que desde que Herrera assumiu protagonismo no FC Porto, o FC Porto nada ganhou. E como a minha memoria é tramada, lembro-me da expulsão de Herrera aos 6 minutos de um jogo da Champions, dizendo depois no final do jogo “A expulsão foi algo muito mau, mas também engraçado (…) pelo menos fiz história”. Se juntar a isso, o lance que permitiu o canto que deu o golo do empate no Dragão frente ao rival direto, num remate contra a linha de fundo, então a conclusão só pode ser uma: eu devo ser muito estúpido para não perceber como é possível Herrera manter-se como peça fundamental ano após ano (4 anos maravilhosos diga-se!) e como é possível não possibilitar uma transferência de 15/20 milhões (ou lá o que fosse) para o mexicano ir demonstrar a sua belíssima qualidade para outro lado, que não o FC Porto?!?! Mas não, eu devo ser muito burro e o Herrera deve ser um brilhante jogador, que até será titular indiscutível com o próximo treinador.
No ataque, julgo que há apenas um jogador que deve ser considerado intocável, aquele que para mim é melhor jogador de ataque do FC Porto: Jesus Corona. Podem crer que o mexicano é um craque, tem é sido também prejudicado com tanta instabilidade que se tem vivido no clube. Saiba o novo treinador retirar todo o potencial do mexicano e não tenho dúvidas que Corona pode fazer parte de um FC Porto de sucesso. De resto, creio que é inevitável transferir por avultada quantia ou Brahimi ou André Silva (ou os dois!), restando uma enorme necessidade, algo pelo qual me tenho batido há 3 anos: a contratação de um grande ponta-de-lança. Obviamente um grande ponta-de-lança, com créditos firmados, custa pelo menos 10 milhões de € (de relembrar que no ano que passou gastamos 12 milhões em Depoitre+Soares), tal como custou Falcao, Jackson ou McCarthy, só para citar alguns exemplos. Enquanto não se perceber que a posição de ponta-de-lança é a mais importante numa equipa, podemos continuar a gastar milhões e milhões de € com GR e laterais-direitos, enquanto os outros têm avançados que marcam 30 ou 40 golos por época!
Manter os mesmos erros, teimosias e megalomanias (24 jogadores emprestados por exemplo!!!!) que se têm visto ultimamente, mudando só o treinador até pode dar certo. Mas depois não se queixem do resultado no final ser igual aos anteriores. Há muito para fazer, o tempo urge... E não é assim tão difícil fazer algumas das coisas que falei no post, acho eu.
O tempo de cada um emitir opinião sobre quem deveria vir, se devia ter o perfil X ou Y deve terminar no exato momento em que o novo treinador for apresentado. Confesso que também estou um pouco farto do constante saudosismo/mito do “Sebastianismo” dos adeptos de que num belo dia de nevoeiro apareça um herói que resolva todos os problemas do clube com uma varinha de condão. É tempo de todos metermos uma coisa na cabeça, no atual contexto nem Guardiola ou Mourinho só por si resolveriam tudo aquilo que há por resolver no nosso clube.
O tempo é realmente de fazer o que tem de ser feito para não se repetirem os erros do passado recente. Não podemos estar todos os anos numa de “new beggining”, pensando que o início de cada época será um novo recomeço, apagando tudo o que de mal está para trás. E o que tem de ser feito, perguntarão vocês? Se em relação à escolha do novo treinador já emiti a minha opinião na semana passada, vamos então àquilo que do meu ponto de vista tem de ser feito, no sentido de dotar o plantel de qualidade suficiente para pelo menos ganhar algo internamente, sim porque eu já nem peço muito em termos europeus, apesar de curiosamente nos últimos 4 anos o FC Porto ter conseguido passar a fase de grupos da Champions League por duas vezes e atingido os quartos-final da Liga Europa por uma vez.
Na baliza, a minha opinião é de que não faz sentido pagar nem 2, nem 3, quanto mais 4 ou 5 milhões por um GR, havendo posições na equipa bem mais importantes num campeonato como o português. Nos últimos 4 anos, o GR menos batido do FC Porto foi o Fabiano, que não passa de um GR mediano. No campeonato português, em que 95% das equipas frente ao FC Porto se remetem desesperadamente às imediações da sua grande área, procurando mutas vezes, da forma mais nojenta e ordinária possível, queimar tempo através do fingimento de lesões ou atrasos exagerados e recorrentes na reposição de bola, até posso admitir que é importante ter um bom GR, mas é bem mais importante ter um grande médio (saudades de Lucho e Moutinho!) que faça 10 assistências por época ou um ponta-de-lança que garanta pelo menos 20 golos no campeonato.
Na defesa, seria importante manter a dupla de centrais que esteve a um bom nível na época anterior, sendo importante também manter Telles, que melhorando a sua capacidade de concentração pode atingir um nível ainda mais alto. O resto para mim é simples: faz sentido pagar 4 milhões por Maxi Pereira? NÃO! É possível cedê-lo mesmo que por 3 ou 4M€, libertando um ordenado altíssimo? SIM! É possível encaixar uns 7 ou 8 milhões com Layun? Força! Fazer regressar Ricardo Pereira, que esteve a um nível altíssimo no Nice e Rafa Soares, que fez não sei quantas assistências no Rio Ave, é mais barato e com certeza não será muito pior que ter Maxi e Layun. Ficamos claramente a ganhar na relação qualidade/preço. E tem sido a fazer péssimas contratações ao nível da relação qualidade/preço que também nos levou até aqui.
No meio-campo, há um caso que já ultrapassou a minha inteligência há muito tempo. Não se trata de querer “bater mais no ceguinho”, nem se trata de criar um “patinho feio”. A questão tem a ver com os 4 anos de Herrera no FC Porto. Não discuto as qualidades técnico-táticas do mexicano, nem a sua faceta esforçada e humilde, dando tudo o que tem em campo. Mas no futebol atual, muito mais até que há uns anos atrás, a vertente psicológica é muito importante, o que diferencia os excelentes jogadores dos outros é a capacidade de resistir à pressão e a estabilidade emocional, porque técnica e qualidade, até um jogador da II liga tem. Herrera é um evidente caso de um jogador que não tem dimensão psicológica de jogar no FC Porto. Não tem, ponto final! Até pode ter um excelente desempenho noutro campeonato, noutra realidade, mas no atual FC Porto, é mais que evidente que não é com Herrera que o FC Porto vai voltar ao sucesso de outros tempos. Não cometo a demagogia de responsabilizar Herrera pelos 4 anos sem títulos (seria estúpido obviamente!) mas é um facto que desde que Herrera assumiu protagonismo no FC Porto, o FC Porto nada ganhou. E como a minha memoria é tramada, lembro-me da expulsão de Herrera aos 6 minutos de um jogo da Champions, dizendo depois no final do jogo “A expulsão foi algo muito mau, mas também engraçado (…) pelo menos fiz história”. Se juntar a isso, o lance que permitiu o canto que deu o golo do empate no Dragão frente ao rival direto, num remate contra a linha de fundo, então a conclusão só pode ser uma: eu devo ser muito estúpido para não perceber como é possível Herrera manter-se como peça fundamental ano após ano (4 anos maravilhosos diga-se!) e como é possível não possibilitar uma transferência de 15/20 milhões (ou lá o que fosse) para o mexicano ir demonstrar a sua belíssima qualidade para outro lado, que não o FC Porto?!?! Mas não, eu devo ser muito burro e o Herrera deve ser um brilhante jogador, que até será titular indiscutível com o próximo treinador.
No ataque, julgo que há apenas um jogador que deve ser considerado intocável, aquele que para mim é melhor jogador de ataque do FC Porto: Jesus Corona. Podem crer que o mexicano é um craque, tem é sido também prejudicado com tanta instabilidade que se tem vivido no clube. Saiba o novo treinador retirar todo o potencial do mexicano e não tenho dúvidas que Corona pode fazer parte de um FC Porto de sucesso. De resto, creio que é inevitável transferir por avultada quantia ou Brahimi ou André Silva (ou os dois!), restando uma enorme necessidade, algo pelo qual me tenho batido há 3 anos: a contratação de um grande ponta-de-lança. Obviamente um grande ponta-de-lança, com créditos firmados, custa pelo menos 10 milhões de € (de relembrar que no ano que passou gastamos 12 milhões em Depoitre+Soares), tal como custou Falcao, Jackson ou McCarthy, só para citar alguns exemplos. Enquanto não se perceber que a posição de ponta-de-lança é a mais importante numa equipa, podemos continuar a gastar milhões e milhões de € com GR e laterais-direitos, enquanto os outros têm avançados que marcam 30 ou 40 golos por época!
Manter os mesmos erros, teimosias e megalomanias (24 jogadores emprestados por exemplo!!!!) que se têm visto ultimamente, mudando só o treinador até pode dar certo. Mas depois não se queixem do resultado no final ser igual aos anteriores. Há muito para fazer, o tempo urge... E não é assim tão difícil fazer algumas das coisas que falei no post, acho eu.
04 junho, 2017
ERA UMA VEZ UM PLENO.
A temporada futebolística terminou a zero novamente no que diz respeito a títulos. À semelhança dos últimos quatro anos, a equipa não conseguiu acrescentar nada ao nosso museu, embora tenho tido suporte para tal, semanas após semana, jogo após jogo, uma paixão imensa vinda da bancada!
A nível pessoal, esta temporada ficará para marcada como a primeira em que consegui aquilo que desejava já há alguns anos: o pleno no campeonato nacional. Foram 34 jogos com 34 presenças. É dose, sim. Mas também é amor. Pleno esse que se estende a todas as competições nacionais (taça da Liga e taça de Portugal incluídos), quatro jogos amigáveis antes da época começar oficialmente e só não é um pleno total, porque não tive oportunidade de marcar presença em Roma em Agosto e em Leicester, em Setembro. Em 49 jogos oficiais, estive em 47. Isto para não falar nos jogos das outras modalidades.
Mas foquemo-nos no campeonato de futebol que recentemente terminou. Foram 17 jogos em casa e 17 jogos fora. Em casa lá estive, nos jogos europeus, nos clássicos, nos derbys e nos jogos considerados menos apetecíveis. Junto dos meus, no sítio onde me sinto bem e onde não falho um jogo (oficial ou amigável) há seis anos.
Não te falhei na jornada inaugural quando numa sexta-feira te deslocaste a Vila do Conde. Ainda em Agosto, um calor enorme, aquela bancada lotou de azul e branco e lá saí do trabalho a correr para o metro para te começar a apoiar.
Não te falhei no final de Agosto quando nos deslocámos ao Lumiar, à casa dos lagartos e transformaram em andebol um jogo que era para ser de futebol. Ainda tenho na perna aquela marca do petardo que rebentou no cortejo à passagem do McDonald’s.
Mas continuei a caminhar por ti. Com percalços como a deslocação a Tondela, em Setembro. Um calor tórrido e a avaria em plena auto-estrada a 40 quilómetros de Tondela!!! A espera interminável pelo reboque e pelo táxi e como não podia deixar de ser, o reboque trouxe o carro de volta para o Porto e o táxi levou-me até à porta do estádio, onde entrei a meio da primeira parte para cantar por ti!!
Não te deixei jogar sozinho na Madeira. Grande fim-de-semana no início de Outubro, ainda bom tempo, grande vitória na Choupana.
Não te falhei em Setúbal, foram 700 quilómetros num dia naquele desastre (0-0) no Sado.
Depois da viagem a Copenhaga a meio da semana, fiz mais 600 quilómetros para puxar por ti em Belém, no jogo em que ficámos a sete pontos do primeiro lugar. Mas estive lá.
Já em Dezembro, jogámos às 16h em Santa Maria a Feira e lá estava eu atrás da baliza para te apoiar. Grande vitória.
O dia mais frio do ano. Um gelo inacreditável na Mata Real em Janeiro, quase nem tirava as mãos dos bolsos. Mas debaixo daquela geada, cantei por ti.
Não te falhei no Estoril. Mais uma deslocação à mouraria, bancada completamente cheia atrás da baliza e ainda mais portistas na central.
Não te falhei em Guimarães no regresso do Super Comboio!! Deslocação à moda antiga, um passeio pela cidade de Guimarães e as duas bancadas do topo Norte completamente à pinha!
Não te falhei na invasão ao Bessa, das melhores do ano. Duas bancadas cheias atrás da baliza e mais meia central. Sem igual!
Não te falhei quando numa sexta-feira jogaste em Arouca, antes de irmos a Turim. Inaugurámos o sector visitante remodelado e ajudei-te a conquistar os três pontos.
Não te falhei em casa do inimigo, quando entrávamos na fase decisiva do campeonato.
Alterei as minhas férias para não te falhar em Braga, no Sábado de Páscoa. Invasão nunca antes vista com a parte superior da bancada completamente cheia de ponta à ponta!!
Não te falhei em Chaves, mesmo depois de lá termos estado em Novembro para a taça de Portugal. Voltei a trás-os montes e desta vez fomos nós a sorrir.
Quando já estava quase tudo perdido, voltei à Madeira para não te falhar na recta final. Os Barreiros foram dos Dragões mas mesmo assim o resultado não foi positivo.
E quando já estava tudo mesmo perdido, não te virei costas e lá estava em Moreira de Cónegos na derradeira jornada.
Promete-me que me compensas no próximo ano, com o campeonato nacional!
Um abraço ultra.
A nível pessoal, esta temporada ficará para marcada como a primeira em que consegui aquilo que desejava já há alguns anos: o pleno no campeonato nacional. Foram 34 jogos com 34 presenças. É dose, sim. Mas também é amor. Pleno esse que se estende a todas as competições nacionais (taça da Liga e taça de Portugal incluídos), quatro jogos amigáveis antes da época começar oficialmente e só não é um pleno total, porque não tive oportunidade de marcar presença em Roma em Agosto e em Leicester, em Setembro. Em 49 jogos oficiais, estive em 47. Isto para não falar nos jogos das outras modalidades.
Mas foquemo-nos no campeonato de futebol que recentemente terminou. Foram 17 jogos em casa e 17 jogos fora. Em casa lá estive, nos jogos europeus, nos clássicos, nos derbys e nos jogos considerados menos apetecíveis. Junto dos meus, no sítio onde me sinto bem e onde não falho um jogo (oficial ou amigável) há seis anos.
Não te falhei na jornada inaugural quando numa sexta-feira te deslocaste a Vila do Conde. Ainda em Agosto, um calor enorme, aquela bancada lotou de azul e branco e lá saí do trabalho a correr para o metro para te começar a apoiar.
Não te falhei no final de Agosto quando nos deslocámos ao Lumiar, à casa dos lagartos e transformaram em andebol um jogo que era para ser de futebol. Ainda tenho na perna aquela marca do petardo que rebentou no cortejo à passagem do McDonald’s.
Mas continuei a caminhar por ti. Com percalços como a deslocação a Tondela, em Setembro. Um calor tórrido e a avaria em plena auto-estrada a 40 quilómetros de Tondela!!! A espera interminável pelo reboque e pelo táxi e como não podia deixar de ser, o reboque trouxe o carro de volta para o Porto e o táxi levou-me até à porta do estádio, onde entrei a meio da primeira parte para cantar por ti!!
Não te deixei jogar sozinho na Madeira. Grande fim-de-semana no início de Outubro, ainda bom tempo, grande vitória na Choupana.
Não te falhei em Setúbal, foram 700 quilómetros num dia naquele desastre (0-0) no Sado.
Depois da viagem a Copenhaga a meio da semana, fiz mais 600 quilómetros para puxar por ti em Belém, no jogo em que ficámos a sete pontos do primeiro lugar. Mas estive lá.
Já em Dezembro, jogámos às 16h em Santa Maria a Feira e lá estava eu atrás da baliza para te apoiar. Grande vitória.
O dia mais frio do ano. Um gelo inacreditável na Mata Real em Janeiro, quase nem tirava as mãos dos bolsos. Mas debaixo daquela geada, cantei por ti.
Não te falhei no Estoril. Mais uma deslocação à mouraria, bancada completamente cheia atrás da baliza e ainda mais portistas na central.
Não te falhei em Guimarães no regresso do Super Comboio!! Deslocação à moda antiga, um passeio pela cidade de Guimarães e as duas bancadas do topo Norte completamente à pinha!
Não te falhei na invasão ao Bessa, das melhores do ano. Duas bancadas cheias atrás da baliza e mais meia central. Sem igual!
Não te falhei quando numa sexta-feira jogaste em Arouca, antes de irmos a Turim. Inaugurámos o sector visitante remodelado e ajudei-te a conquistar os três pontos.
Não te falhei em casa do inimigo, quando entrávamos na fase decisiva do campeonato.
Alterei as minhas férias para não te falhar em Braga, no Sábado de Páscoa. Invasão nunca antes vista com a parte superior da bancada completamente cheia de ponta à ponta!!
Não te falhei em Chaves, mesmo depois de lá termos estado em Novembro para a taça de Portugal. Voltei a trás-os montes e desta vez fomos nós a sorrir.
Quando já estava quase tudo perdido, voltei à Madeira para não te falhar na recta final. Os Barreiros foram dos Dragões mas mesmo assim o resultado não foi positivo.
E quando já estava tudo mesmo perdido, não te virei costas e lá estava em Moreira de Cónegos na derradeira jornada.
Promete-me que me compensas no próximo ano, com o campeonato nacional!
Um abraço ultra.
03 junho, 2017
MAIS DO MESMO.
Num café inglês um casal pergunta pela ementa:Este breve trecho pertence a um dos melhores sketches dos brilhantes Monty Phyton. Assentará também perfeitamente ao que se passa atualmente no reino do Dragão. Quer aos actos de gestão desportiva. Quer ao sentimento dos adeptos.
Homem Casal: Bem, que têm para comer?
Dona Café: Tem ovo com bacon;
ovo, salsicha e bacon;
ovo e SPAM;
ovo, bacon e SPAM;
ovo, bacon, salsicha e SPAM;
SPAM, bacon, salsicha e SPAM;
SPAM, ovo, SPAM, SPAM, bacon e SPAM;
SPAM, SPAM, SPAM, ovo e SPAM;
SPAM, SPAM, SPAM, SPAM, SPAM, SPAM, SPAM, feijões cozidos, SPAM, SPAM, SPAM e SPAM;
ou lagosta ao termidor aux crevets com molho mornay, patê de trufas, brandy, ovo frito com SPAM por cima.
Mulher Casal: Você tem alguma coisa sem SPAM?
Dona Café: Bem, tem SPAM, ovo, salsicha e SPAM. Não leva muito SPAM.
Mulher Casal: NÃO QUERO NENHUM SPAM!!!!
(...)
Mais do mesmo!
Aos 2 de junho, do ano 2017 da Era de Nosso Senhor, data em que escrevo esta crónica, o FC Porto continua órfão de treinador.
Pelas movimentações do mercado, até ao momento, tudo indica que o eleito seja Sérgio Conceição.
Das movimentações que vejo até ao momento, tudo indica que não aprendemos nada com os erros recentes.
Numa época em que estará em jogo um inédito penta para o benfica, acumulado a um jejum que começa-nos a empurrar cada vez mais para lembranças de um período anterior à democracia, uma época de aperto onde nos deveríamos socorrer de todos os grãozinhos de uma competência que vigorou até há um punhado de anos atrás, o que fazemos? Brincadeiras!
Tal como os Monty Phyton, decidimo-nos dedicar aos sketches de humor. Primeiramente deixamo-nos ultrapassar (off the record, claro!) por um clube britânico obscuro, cuja maior expectativa para a época vindoura será uma classificação a meio da tabela da Premier League. De seguida, deixamo-nos enredar num daqueles medonhos dramas existencialistas françaises, por um treinador semelhante a tantos outros que militam no nosso campeonato.
Sim! É preciso dizê-lo com claridade e a bom som:
O que tem Sérgio Conceição, que Paulo Fonseca, Lopetegui e Nuno Espírito Santo não tinham?
Paulo Fonseca quando veio para o Dragão era um treinador em crescendo, com um percurso simplesmente brilhante no Paços de Ferreira. Lopetegui tinha ainda fresca a medalha de Campeão Europeu sub-21 por Espanha na lapela. Nuno Espírito Santo apresentava um não dispiciendo 4º lugar, num difícil campeonato como é o do país vizinho, a que se juntam um par de finais com um modesto Rio Ave.
Expostos os factos, qual a centelha que faz de Sérgio Conceição a solução para o nosso presente e futuro?
Decerto não é o currículum, pois qualquer um dos treinadores acima enumerados conseguiram melhores prestações desportivas antes de nos treinarem. Aliás, para quem estiver mais distraído, Sérgio Conceição não só nunca conseguiu nenhuma prestação desportiva de relevo, como conseguiu perder uma final da Taça de Portugal para o Sporting, estando a ganhar por 2-0 aos 85 minutos... e com um jogador a mais! É este o perfil de vencedor que queremos no nosso banco?
Dir-me-ão que este ano fez um trabalho positivo no Nantes, salvando-o do naufrágio na Ligue 2 para águas seguras da Ligue 1. Têm toda a razão!
Mas Petit não fez o mesmo no Tondela na época passada? Nuno Manta não fez o mesmo com o Feirense esta época? Carlos Brito não fez isso anos a fio com o Rio Ave?
Este critério faz destes treinadores fora de série? Se tal for o caso, talvez devêssemos apostar as fichas todas em Victor Oliveira. Ninguém como ele sabe como ser o campeão dos pequenos.
O que vejo a passar à frente dos meus olhos é a troca de um treinador bastante razoável tacticamente, mas com exageros de cautela e uma comunicação horrenda, por outro tacticamente banal, contudo com uma comunicação capaz de empolgar as massas... se os resultados o permitirem.
Berrar bem passou a ser critério de selecção para nós? A banalidade e mediocridade é o tipo de perfil que vigora agora no Dragão?
O homem com killer instinct que soube aproveitar ao máximo a oferta de Sousa Cintra sem pestanejar. O homem que soube ver ouro na União de Leiria, onde outros na própria casa viam um embrulho descartável. O homem capaz de ser frio e altivo com um treinador holandês campeão tendo já na manga um futuro tri-campeão. O homem que conseguiu humilhar Alvalade na negociação pelo ocupante da cadeira de sonho, é o mesmo homem que agora se contenta com técnicos de meio de tabela? Um homem incapaz de nos oferecer algo que não seja mais do mesmo?
Por respeito ao passado desse homem, mais não quero dizer.
A confirmar-se o nome de Sérgio Conceição como nosso treinador, desejo-lhe a maior sorte do mundo, capacidade de superação, e mesmo sendo óbvio que não seria a minha escolha inicial, cá estarei eu para o apoiar e à nossa equipa. Incondicionalmente.
Tosco, meco, marreta, perneta, desastre, nulidade e muitos outros adjectivos bem menos simpáticos, já foram utilizados pela esmagadora maioria dos portistas para definir Marega, alvo preferido para as cantigas de escárnio e maldizer azuis e brancas, até à recente concorrência do belga Depoitre.
Com o seu passado de patinho feio, Marega estaria no seu direito de fazer "orelhas moucas" ao insulto ao nosso clube vindo das bancadas. No meio da confusão e barulho ninguém o iria censurar, ainda para mais, estando a representar o Vitória de Guimarães no momento. No entanto, ESTA foi a sua reacção à situação..
Outros, portistas de berço, mentores de hashtags e soundbites, não tiveram qualquer pejo ou problema de consciência, em dar os parabéns e estender a mão a estes mesmos que nos insultam.
Marega pode não ser um portento de técnica. Mas é um Homem com H grande. Merece o meu respeito. O NOSSO respeito!
Que a bola role rápido, e que a época 2017/18 não seja mais do mesmo.
Até Julho!
02 junho, 2017
D. SEBASTIÃO JÁ MORREU!
Não parecem restar grandes dúvidas quanto ao facto de Sérgio Conceição ser o escolhido para ser o próximo Treinador do nosso clube, estando a faltar apenas a desvinculação do Nantes que já se percebeu não vai facilitar em nada a mudança.
Se realmente se confirmar, é uma escolha que me agrada e dentro dos nomes que se falaram como possibilidade para o FC Porto, sempre foi aquele que mais me agradou. Por ser um Treinador com provas dadas em diversos clubes, mas acima de tudo por ter a atitude que se exige, e hoje em dia mais do que nunca, a um Treinador do nosso clube.
No entanto, o Universo Portista, muito por culpa da seca de Títulos dos últimos 4 anos, vai vivendo um pouco na ilusão e na esperança de que um D. Sebastião possa aparecer e resolver todos os nossos males num ápice. Esse sentimento tem um efeito bastante negativo, pois é hábito ao primeiro desaire a malta começar “Ai se tivéssemos o....”. Começa-se a colocar tudo em causa muito cedo, pelo simples facto de se gostar mais do Treinador X, em vez do que aquele que na altura nos dirige.
Também é preciso referir que o individuo que até ao momento ocupava o desígnio de “D. Sebastião” é alguém que treina no competitivo Campeonato da China, que trocou uma Cadeira de Sonho por uma Carteira de Sonho e que, em mais lado nenhum a não ser no FC Porto, fez algo de jeito na carreira. Mas, infelizmente, é por este senhor que muitos Portistas continuam a suspirar.
No entanto, as últimas semanas têm mostrado que uma nova figura pode vir a afirmar-se como o novo D. Sebastião do nosso clube. Falo do atual treinador do Watford e ex-treinador do Hull City. Pelo que vou lendo e ouvindo, parece que estamos a falar de um supra sumo que acabou por nos fugir para uma Equipa que não vai fazer mais do que evitar seguir o mesmo caminho que o Hull City seguiu esta Temporada. Não sei se o FC Porto esteve interessado nos serviços desse Treinador, mas se realmente esteve e ele preferiu ir lutar para não descer na Premier League, isso mostra bem o que é que este senhor procura no Futebol.
Os Portistas têm que meter na cabeça, de uma vez por todas, que no FC Porto só faz falta quem quer cá estar. Quem não está cá, e como é o caso, já mostrou que prefere andar pelas Chinas e Watfords desta vida, não serve para treinar o FC Porto, como tal, não adianta andarmos a chorar por essas pessoas colocando em causa o trabalho de quem treina o nosso clube, que é quem merece o nosso maior apoio.
É preciso remarmos todos para o mesmo lado, porque não falta quem queira desestabilizar o nosso clube e os nossos adeptos. Já montaram a campanha da quinquagésima escolha, já montaram a campanha do ninguém quer Treinar o FC Porto e o que me faz mais confusão é ver Portistas a embarcar neste discurso profundamente idiota e que tem como único objetivo denegrir a imagem do FC Porto.
Apelar à união pode parecer um lugar comum, mas acreditem que temos de ser Nós contra o Mundo. Sempre foi assim que vencemos e não voltaremos a vencer de mais forma alguma.
Uma palavra de incentivo para as nossas Modalidades que este Fim-de-Semana jogam cartadas decisivas na discussão de Títulos. Campeonato Nacional no Basket e Hóquei e Taça de Portugal no Andebol. Esperemos também que os senhores do apito façam aquilo que lhes compete que é atuar com isenção e evitar terem influência clara no resultado final como recentemente aconteceu no jogo de Andebol na Luz, onde viríamos a perder a liderança do Campeonato, e no jogo de Hóquei em Oliveira de Azeméis onde deixamos de depender exclusivamente de nós.
Um Abraço Azul e Branco e Até Julho,
Pedro Ferreira
Se realmente se confirmar, é uma escolha que me agrada e dentro dos nomes que se falaram como possibilidade para o FC Porto, sempre foi aquele que mais me agradou. Por ser um Treinador com provas dadas em diversos clubes, mas acima de tudo por ter a atitude que se exige, e hoje em dia mais do que nunca, a um Treinador do nosso clube.
No entanto, o Universo Portista, muito por culpa da seca de Títulos dos últimos 4 anos, vai vivendo um pouco na ilusão e na esperança de que um D. Sebastião possa aparecer e resolver todos os nossos males num ápice. Esse sentimento tem um efeito bastante negativo, pois é hábito ao primeiro desaire a malta começar “Ai se tivéssemos o....”. Começa-se a colocar tudo em causa muito cedo, pelo simples facto de se gostar mais do Treinador X, em vez do que aquele que na altura nos dirige.
Também é preciso referir que o individuo que até ao momento ocupava o desígnio de “D. Sebastião” é alguém que treina no competitivo Campeonato da China, que trocou uma Cadeira de Sonho por uma Carteira de Sonho e que, em mais lado nenhum a não ser no FC Porto, fez algo de jeito na carreira. Mas, infelizmente, é por este senhor que muitos Portistas continuam a suspirar.
No entanto, as últimas semanas têm mostrado que uma nova figura pode vir a afirmar-se como o novo D. Sebastião do nosso clube. Falo do atual treinador do Watford e ex-treinador do Hull City. Pelo que vou lendo e ouvindo, parece que estamos a falar de um supra sumo que acabou por nos fugir para uma Equipa que não vai fazer mais do que evitar seguir o mesmo caminho que o Hull City seguiu esta Temporada. Não sei se o FC Porto esteve interessado nos serviços desse Treinador, mas se realmente esteve e ele preferiu ir lutar para não descer na Premier League, isso mostra bem o que é que este senhor procura no Futebol.
Os Portistas têm que meter na cabeça, de uma vez por todas, que no FC Porto só faz falta quem quer cá estar. Quem não está cá, e como é o caso, já mostrou que prefere andar pelas Chinas e Watfords desta vida, não serve para treinar o FC Porto, como tal, não adianta andarmos a chorar por essas pessoas colocando em causa o trabalho de quem treina o nosso clube, que é quem merece o nosso maior apoio.
É preciso remarmos todos para o mesmo lado, porque não falta quem queira desestabilizar o nosso clube e os nossos adeptos. Já montaram a campanha da quinquagésima escolha, já montaram a campanha do ninguém quer Treinar o FC Porto e o que me faz mais confusão é ver Portistas a embarcar neste discurso profundamente idiota e que tem como único objetivo denegrir a imagem do FC Porto.
Apelar à união pode parecer um lugar comum, mas acreditem que temos de ser Nós contra o Mundo. Sempre foi assim que vencemos e não voltaremos a vencer de mais forma alguma.
Uma palavra de incentivo para as nossas Modalidades que este Fim-de-Semana jogam cartadas decisivas na discussão de Títulos. Campeonato Nacional no Basket e Hóquei e Taça de Portugal no Andebol. Esperemos também que os senhores do apito façam aquilo que lhes compete que é atuar com isenção e evitar terem influência clara no resultado final como recentemente aconteceu no jogo de Andebol na Luz, onde viríamos a perder a liderança do Campeonato, e no jogo de Hóquei em Oliveira de Azeméis onde deixamos de depender exclusivamente de nós.
Um Abraço Azul e Branco e Até Julho,
Pedro Ferreira
01 junho, 2017
FIM DE ÉPOCA: É PRECISO COLOCAR MAIS PÓ NAS NOSSAS FOTOGRAFIAS (OU QUIÇÁ PÔ-LAS MESMO A PRETO E BRANCO).
Em jeito de encerramento de temporada futebolística, estive presente no fim-de-semana passado no Dia do Clube, desta vez realizado em pleno Estádio do Dragão e com a presença de grandes nomes do FC Porto, desde dirigentes a ex-jogadores, passando por familiares do Mestre Pedroto até a jornalistas do Porto Canal, ou por nomes como a Dª. Maria Amélia Canossa, entre muitos outros. Um dia muitíssimo bem organizado, onde foi possível ver e sentir o pulso à família portista tal como antigamente: atletas, familiares, dirigentes e sócios próximos uns dos outros, sem distâncias e sem vedetismos de qualquer espécie.
Mais do que o discurso de encerramento do Presidente, o que mais entusiasmou os presentes foi, sem dúvida, a presença dos heróis de Viena. Eu, que gosto de observar e sentir estas coisas, percebi claramente que o que a plateia ali presente, mais do que ouvir os atletas contarem como foi, queriam era perceber porque é que foi, como foi possível. Queriam retirar, do discurso do Capitão João Pinto, do Bi-Bota e de Frasco algum segredo, algum relato escondido que lhes permitisse perceber qual foi o segredo que nos deu a primeira Taça dos Clubes Campeões Europeus.
Os adeptos querem desesperadamente encontrar outra vez o talismã, o santo graal que lhes permita perceber como voltar a ganhar. Quem não sabe porque ganha, não sabe porque perde, repete-se por aqui. E o FC Porto, numa encruzilhada, tenta procurar perceber como ganhou para voltar a ganhar no futuro.
Mas há algo que o torna difícil: esse algo é o peso da História. As primeiras memórias futebolísticas que tenho são no Estádio das Antas, nos inícios da década de 90, talvez 93/94, não sei precisar. Nessa altura eu já achava o Futebol Clube do Porto um colosso, grandioso, cantando e sentido que “oh campeão, o teu passado é um livro de honra de vitórias sem igual”. Não parava para pensar que, por essa altura, o FC Porto apenas tinha no seu palmarés 13 títulos de campeões nacionais e somente 3 troféus internacionais. Não interessava, no fundo. Aquele já era o clube que eu amava e mais título menos título o Porto era o maior.
Os tempos foram passando e lembro-me de nunca parar para olhar para trás. É que atrás não havia assim tanta coisa. A história não estava lá trás, mas sim à nossa frente, como uma bola que salta à altura do nosso peito e nos pede que enchamos o pé para a rematar. A história apenas existia não como figura recordativa mas como algo por fazer, por contar, por redigir, por escrever.
Durante largos anos não perdia tempo a recordar títulos passados – até porque havia poucos. Ir ganhar a Milão por 3x2 já era para mim algo de sensacional e único. E havia sempre algo novo por conquistar: um campeonato, uma taça, terminava a época e o importante era começar logo com a supertaça e por aí fora: domingo seguinte a ganhar para começar bem a época, quarta seguinte a ganhar para começar bem a Champions e por aí fora. Não havia tempo para rodar a cabeça e ver a estrada deixada para trás.
Acontece que ultimamente o prisma e o ângulo mudaram. O FC Porto cresceu habituado a ser um underdog, um clube de guerrilha, uma espécie de tribo invasora com o qual ninguém contava e que aparecia a surpreender tudo e todos, quem são estes?, de onde vieram?, de onde saíram?, porque jogam com tanta raça? O clube deu-se bem e ambientou-se a esse registo: os jogadores e os seus adeptos gostavam de entrar em terrenos alheios e ser assobiados, odiados, espezinhados, chamados de feios, porcos e maus. O clube enquadrava-se nesse registo e tirava o melhor partido dele. Era criticado, menosprezado, renegado, mas chegava aos relvados e ganhava, ganhava, ganhava. Sentia-se bem na pele de bárbaro invasor. Comia a relva se necessário. Era uma luta de afirmação.
Durante anos e anos, acusado pela capital do império de não ter história, de não ser um clube com pergaminhos na Europa, de não existir para lá das fronteiras do pequeno Portugal, de não ter um Eusébio, o clube tinha que fazer pela vida, lutar por ser conhecido e reconhecido, temido e respeitado.
O clube atingiu esse patamar, sem apelo nem agravo. Títulos de campeão aos rodos, bi, tri, tetra, penta, tetra de novo, outra Champions, uma Taça UEFA, uma Liga Europa, outra Intercontinental, três Supertaças europeias perdidas. Jogadores transferidos todos os anos por vários milhões para os melhores clubes do mundo, presença nos grandes certames internacionais. Passou a ser um velho habituée das soirrées europeias.
O FC Porto já não é mais aquele underdog. Passou a ser uma potência futebolística do Velho Continente, passou a ter história, passou a ter estórias para contar. Não por acaso os portistas começam agora a trabalhar nas suas recordações. Não é coincidência: passaram a ter tempo o fazer, quando dantes o tempo era consumido a pensar na próxima vitória, no próximo troféu, na próxima época.
Quando uma vez dei por mim a consultar uma página do instagram de fotos vintage & memorabilia do nosso clube, apercebi-me que de que mudamos radicalmente. Quando entro numa Loja Azul e vejo camisolas de 78/79 e de Viena à venda, apercebo-me que já temos de facto uma história e um peso nas nossas costas. Já somos um histórico, um peso-pesado do futebol europeu. Quando eu próprio me dedico neste blog a uma rúbrica como o FOTO-MÍSTICA, recordando fotografias e momentos míticos do passado, é porque algo mudou. Abro o meu facebook e vejo páginas a anunciar “hoje faz X anos que demos 5x0 ao slb, se não te esqueces partilha”, “Viena faz 30 anos, eu estive lá”, “faz hoje X anos que o Kelvin fez aquele golo aos 92 minutos”, “faz hoje X anos que fomos campeões na luz”. Tantas e tantas datas para recordar fazem com que o clube se concentre mais no passado que, de tão pujante, engole o presente e o futuro.
O clube não procura viver na nostalgia, longe disso. Mas tenta encontrar nesse passado uma forma de voltar às vitórias no presente. O problema é que vive numa encruzilhada, numa estrada com 4 caminhos, pois já ganhou tanto e tantas vezes, de tão diversas formas, que já não sabe qual o caminho a seguir desta vez.
Uns pedem uma aposta na prata da casa e nos jogadores nacionais, mas quando se ataca uma época com os Castros, os Josués, os Sérgios Oliveiras, os Licás e os Hernânis, surgem vozes a dizer que os títulos se ganham é com Danilos, Hulks, Belluschis, James e Falcões.
Se se aposta em Herreras, Brahimis, Olivers, Tellos, Imbulas e Coronas, surgem textos a dizer que foi com Paulos Ferreiras, Nunos Valentes, Costinhas, Maniches e Derleis que se construiu o Porto campeão europeu.
No caso presente do treinador, se o alvo é o inexperiente Ségio Conceição, uns querem a aposta num homem já rodado, com muitos anos de treino no estrangeiro, um novo Carlos Alberto Silva, um novo Robson, um novo Adriaanse. Se o alvo é o titulado Lucescu, surgem vozes a pedir um jovem sedento de títulos como Mourinho, Villas-Boas ou Vítor Pereira.
O clube tem já um passado invejável, colossal. Ser campeão no FC Porto já não chega. Jogar bem também não, porque vai sempre haver quem compara esse futebol ao do Porto de Sevilha. Se for campeão com 1 ou 2 derrotas, vão compará-lo ao consulado do Villas-Boas. Se jogar um futebol de transição, vão compará-lo a Jesualdo. Se jogar em posse, Artur Jorge e Villas-Boas são chamados à colação. Se jogar com 3 centrais, a ideia é de Adriaanse.
O nosso principal rival, pelo contrário, esteve grande parte dos últimos 30 anos sem títulos, na sombra do FC Porto, a assistir de mãos na cabeça às vitórias do rival nortenho. Humilhações atrás de humilhações, 7x0 em Vigo, 5x0 no Dragão, 0x5 na Luz, títulos perdidos aos 92 minutos, campeonatos ganhos em sua casa, reviravoltas impossíveis, o destino sempre a traí-los. Lembro-me do meu tio benfiquista, ovelha negra da família, me dizer um dia entristecido que o problema do benfica não era, como Simão Sabrosa havia dito numa entrevista, que “os adversários já não respeitavam a camisola do benfica, mas sim que os jogadores do benfica já não respeitavam a sua própria camisola”. Vivemos um pouco esses tempos, quando achamos que já não temos homens à moda antiga, que dêm a vida e a alma pelo clube, quando achamos que já ninguém é suficientemente bom para envergar a nossa camisola.
Um certo dia, no final da guerra fria, Francis Fukuyama teorizou o fim da história. O FC Porto julgou também que o golpe de génio/sorte de Kelvin significava uma espécie de fim da história futebolística nacional. Pensou que havia dado a estocada final no rival, que a partir dali a luta estava ganha, que o rival nunca mais se levantaria. Mas, tal como Fukuyama veio a reconhecer, a sua teoria estava errada.
A história está sempre aí à nossa frente, pronta a ser escrita, pronta a ser conquistada. Ao ver os sócios, os ex-jogadores e os dirigentes ali presentes lembrei-me disso. O FC Porto de antes falava em ganhar, ganhar, ganhar, ganhar, ganhar. Dizia-se que o clube não se cansava de ganhar. Não ganhar como no passado, não ganhar como Artur Jorge ou como Mourinho, mas apenas em ganhar, fosse como fosse, desse lá por onde desse. Notei a diferença quando ouvi o apelo do Bi-Bota aos sócios: “vamos voltar a ganhar como o fizemos no passado, todos unidos e sem divisões, junto do nosso grande Presidente Pinto da Costa”.
Percebo a mensagem, mas o mindset devia ser outro. O clube não precisa de procurar respostas no passado para a crise do presente. Precisa de viver o aqui e o agora, enfrentando os problemas de frente livre dos condicionalismos do passado.
Durante muitos anos, o nosso rival enchia a boca para falar das vitórias dos anos 60, do Eusébio, do Torres, do Coluna, das duas taças das campeões. Nós encolhíamos os ombros, ríamo-nos e continuávamos a ganhar. Curiosamente, depois da morte de Eusébio, o rival venceu logo 4 títulos. De rajada. Não será coincidência. Títulos esses que nos pareceram passar a correr. De repente, num ápice, já estamos há 4 anos sem ganhar. Por contraponto, a epopeia do Penta pareceu-nos passar vagarosa, lentíssima, tarefa árdua, pois só nós sabemos o que nos custou a ganhar, está escrito na nossa memória a sangue, suor e lágrimas. Estes 4 anos, pelo contrário, passaram a correr, pois é algo que queremos esquecer, não enfrentar, pôr para trás das costas como se fosse uma partida que o tempo e a história nos pregou, um mero hiato entre as nossas (óbvias) vitórias.
Não estamos a olhar de frente para o presente. Quando referia a alguém a gravidade de 3 anos sem ganhar, surgia logo a história de Octávio Machado e posterior contratação de Mourinho. A história repete-se, sim, mas não é cíclica nem obedece a esquemas pré-estabelecidos. E o passado pesa e conta muito, porque há sempre um termo de comparação recente. Há já muitos anos que o nosso rival não tinha uma história feliz para olhar e para comparar. Grande parte dos benfiquistas que festejam agora o seu tetra nunca viram provavelmente sequer um bi-campeonato do seu clube. O grau de exigência é menor, o limiar do contentamento é mais pequeno, há menos passado atrás das costas e o que há é mais longínquo. Há menos babagem para acondicionar e, por isso, o carro vai mais leve.
De repente vejo muitos portistas debaterem-se com problemas que lhes parecem insolúveis: eles controlam toda a comunicação social, eles têm um poderio económico maior, eles têm o controlo dos órgãos de decisão, eles têm benfiquistas infiltrados em todo o lado. Não percebem que isso foi sempre assim e que o problema não está aí, mas sim na forma com se encaram esses mesmos obstáculos. Dantes atacavam-se de frente, de peito aberto, de cabeça erguida; hoje não encaramos o presente, vivemos refugiado num passado conquistador, mas que não paga contas nem nos põe o pão na mesa.
E a verdade é que, a determinado momento, o FC Porto relaxou, pois julgou que o ajoelhar de Jesus havia significado a rendição total e absoluta, o tal fim da história. Vai daí e decidiu despedir o treinador campeão e atacar a época seguinte na esperança de desencantar em Paulo Fonseca o santo graal que lhe permitiu descobrir entre a bruma um Mourinho e um Villas-Boas, qual Pedroto reencarnado.
Para finalizar que já vai longo, muitos portistas revoltaram-se com o jornal A Bola por ter colocado uma foto de João Pinto em Viena com a taça a preto e branco, acompanhada da legenda “foi há 30 anos”. Os portistas indignaram-se, pois na altura o jogo foi transmitido em directo e a cores. O que querem dizer com isso é que a nossa história gloriosa é mais recente, é mais viva, não é tão antiga. Nada mais errado a meu ver, A Bola fez-nos um grande favor. Precisamos nós também de empurrar as memórias para o fundo mais fundo da gaveta, pô-las a preto e branco, quase impossíveis de recordar, como quando tentamos recordar as nossas tardes de liceu ou as manhãs de primária. Precisamos de colocar mais pó nas fotografias, mais riscos pretos nos nossos vídeos, precisamos de amarelecer os jornais guardados, precisamos de embaciar as nossas taças. Precisamos de nos libertar do peso da história, de fazer um drible e passá-la das nossas costas para a linha do horizonte, voltando outra vez a correr em direccção a ela para a desenhar outra vez. Precisamos, no fundo, de não poder desculpar os erros do presente com as vitórias do passado. Nem de achar que há fórmulas estabelecidas e artes mágicas para alcançar o sucesso que não passem por algo muito simples e que tem faltado: trabalho, trabalho e trabalho.
Despeço-me até à nova época, com um forte abraço a todos os Portistas!
Rodrigo de Almada Martins













































