24 fevereiro, 2012

23 fevereiro, 2012

Crónica de uma eliminação há muito anunciada

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Manchester City 4-0 FC Porto

Liga Europa, 16-avos-de-final, 2ª mão
22 de Fevereiro de 2012
Estádio Cidade de Manchester, em Manchester
Assistência: cerca de 40 mil espectadores


Árbitro: Wolfgang Stark (Alemanha).
Árbitros assistentes: Jan-Hendrik Salver e Mike Pickel.
Quarto árbitro: Marco Fritz.
Árbitros assistentes adicionais: Florian Meyer e Deniz Aytekin.

MANCHESTER CITY: Hart; Richards, Kompany (cap.), Lescott e Clichy; De Jong e Barry; Silva, Yaya Touré e Narsi; Aguero.
Substituições: Barry por Milner (78m), Nasri por Dzeko (69m) e sdf por dfd (88m), Aguero por Pizarro (80 m).
Não utilizados: Pantilimon, Zabaleta, Savic e Balotelli.
Treinador: Roberto Mancini.

FC PORTO: Helton; Maicon, Rolando, Otamendi e Alex Sandro; Fernando, Lucho e João Moutinho; Varela, Hulk (cap.) e James.
Substituições: Otamendi por Sapunaru (63 m), Varela por Rodríguez (63 m), James por Defour (80 m).
Não utilizados: Bracali, Tomás, Djalma e Kléber.
Treinador: Vítor Pereira.

Ao intervalo: 1-0.

Golos: Aguero (1 m), Dzeko (76 m), Silva (84 m), Pizarro (86 m).

Cartão amarelo: Rolando (14 e 76 m), Lucho González (14 m), Otamendi (27 m), João Moutinho (30 m), Toure (67 m).

Cartão vermelho: Rolando (76 m).

O FC Porto estava obrigado a quebrar a sua maldição em Inglaterra para ainda sonhar com a continuidade na Liga Europa. Sem nunca ter vencido em solo inglês, a equipa de Vítor Pereira acabou goleada por 4-0 pelos ‘citizens’. Uma tarde inglória para os dragões, que não mereciam um resultado tão desnivelado.

A história da eliminação começou a ser escrita logo aos vinte segundos. Aguero aproveitou um erro clamoroso de Otamendi e fez o 1-0 ainda antes de se cumprir o primeiro minuto. Melhor era impossível para o City. E o que já era difícil, mais complicado ficou para o FC Porto.

Os campeões nacionais não se atemorizaram e lançaram-se no ataque. A ousadia teve o custo da imprudência e a defesa pagou com golos os espaços e erros concedidos a favor do ataque dos ‘citizens’.

Enquanto o FC Porto atacava, o City lançava venenosos contra-ataques, que faziam tremer sempre a defesa azul e branca. Yaya Touré, aos 15’, Aguero, aos 28’, e os dois jogadores, aos 40’, tiveram oportunidade de dilatar a vantagem, mas o resultado não se alterou até ao intervalo.

No segundo tempo, acentuou-se o perfil italiano da equipa de Roberto Mancini. Cínica e calculista, esperou pelos erros – demasiados, esta tarde – dos dragões. O FC Porto regressou com garra do intervalo, mas à medida que o tempo passava, crescia a impressão de que não haveria golos na baliza de Joe Hart. Aos 57’, James ainda o conseguiu, mas o lance foi invalidado por fora de jogo.

Aos 77’, o City concretizou as ameaças que já tinha deixado e Dzeko fez o 2-0, perante o desamparado Helton. O FC Porto ainda protestou um alegado fora de jogo do bósnio, mas a única consequência foi a expulsão de Rolando.

A jogar com 10, o descalabro tornou-se inevitável e David Silva e Pizarro, aos 83’ e 85’, elevaram para uma pesada goleada o adeus portista à Liga Europa, um título que defendiam da época passada.



DECLARAÇÕES

Vítor Pereira: "Até ao 2-0 só deu FC Porto"
"Até ao 2-0 só deu FC Porto, com o City a tentar o nosso erro nas transições e na circulação de bola. Criámos oportunidades para marcar, mas também senti que muito dificilmente uma equipa portuguesa poderá ganhar uma competição destas em dois anos seguidos. Isso foi claro ao longo de todo o jogo. Houve um critério completamente desajustado e o resultado é uma mentira. É claro que sentimos o segundo golo, depois de tanto procurarmos o empate. O City acabou por golear num jogo em que nem sequer merecia ganhar. O campeonato está em aberto e nós vamos fazer pela vida."

João Moutinho: "Tivemos muito azar"
"Começámos a sofrer um golo aos 20 segundos de jogo, mas reagimos da melhor forma. Creio que o resultado é muito enganador. O Manchester City tem uma grande equipa e grandes jogadores, mas acho que fizemos tudo para passarmos aqui. Infelizmente, não tivemos a sorte de jogo, principalmente na segunda parte, em que conseguimos encostar o Manchester City lá atrás. E consegui-lo, no estádio deles, é algo de positivo. Saímos daqui com uma derrota pesada, com a eliminação da Liga Europa, mas demonstrámos que o FC Porto é uma grande equipa, que veio aqui discutir o resultado, mas teve muito azar."

Hulk: "Vamos aprender com isso"
"Sabíamos que íamos encontrar muitas dificuldades aqui, mas, infelizmente, sofremos um golo logo no começo do jogo. A equipa lutou, lutou e acabou por sofrer o segundo golo num lance em que houve falta sobre mim, mas o árbitro deixou jogar. Tentámos dar o máximo, mas não tivemos a sorte que o City teve. Vamos levantar a cabeça e aprender com isso. Vamos focar-nos no campeonato, vencê-lo e oferecê-lo aos nossos adeptos."



RESUMO DO JOGO

Tribunal d'O JOGO - liga Europa 2011/12, 16 avos, 2ªm

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Tribunal O JOGO: Manchester City 4-0 FC Porto

Árbitro: Wolfgang Stark (Alemanha) / Árbitros assistentes: Jan-Hendrik Salver e Mike Pickel / Quarto árbitro: Marco Fritz / Árbitros assistentes adicionais: Florian Meyer e Deniz Aytekin.


a aCTUALIZAR mais tarde...



fonte: ojogo.pt

22 fevereiro, 2012

Síndrome da Ponte

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Como não há mal que sempre dure, depois de um fim-de-semana onde só no Futebol é que se ganhou, tivemos a melhor das notícias na passada segunda-feira. Não, não estou a falar do oitavo internamento do pateta do eusébio, esse herói de pés de barro, essa lenda planetária que nunca saiu do galinheiro. Estou a falar da derrota do mais maior do mundo na sua Filial numero 3.

Bastou a direcção demitir-se em bloco para se voltar a ver aquele Vitória que eu sempre conheci. O Vitória que não se rende a ninguém, que tem orgulho no seu clube e não se deixa dividir por outros amores.

No meio desta trapalhada e deste casamento que foi apelidado de primeiro casamento homossexual do País, saiu um passivo do tamanho da Torre dos Clérigos. Vergonhas como a descida do presidente ao balneário com palavras que mais pareciam deixar claro que queria que o clube do galinheiro tinha de passar à final do Voleibol, criticas à forma como estavam a gerir a formação, havendo acusações de que se estavam a tornar num mini capoeiro para o clube do galinheiro levar os miúdos e claro, empréstimos vergonhosos, todos com um cheiro pestilento, tipo o super Urreta que pensei que ainda andava numa clínica de “desmame” em Montevideu.

Mas como sempre, o tempo leva a que a verdade venha ao de cima e até o mais cego dos cegos acaba por ver o mal que estão a fazer àquilo que ama e acaba por se revoltar. Foi isso que vimos ontem, onde deixou claro que este relacionamento tem os dias contados.

Não deixa de ser engraçado os parolos lá de baixo, aqueles que gostam de constantemente dizer o nome Capital se tenham tornado num clube cheio de medos, rezas e velinhas, visto que sempre que passam a ponte para cima do Douro, lá acabam por perder pontos e nem sequer cheiram a vitória, pois é o único clube que provavelmente ganhariam aqui em cima, Vianense, mas como é claro, falámos em primeira liga.

Assim vai o clube dos milhões, o clube “mais-maior” do mundo, que não consegue ganhar numa região à qual tanto se esforçam para chamar de província. Não conseguem ganhar uma vez, sem ser nos jornais e na imprensa:
    1 - Quem não se lembra desta: “vai saber bem ganhar o título no Dragão”?
    FC Porto 3 - 1 Lampiões

    2 - E desta, alguém se lembra: “bom bom, seria ganhar por 5-0”?
    FC Porto 5 - 0 Lampiões

    3 - E desta aqui: “estamos quase na final da Taça”
    Lampiões 1 - 3 FC Porto

    4 - “Em nossa casa mandamos nós” - (na conta da luz, deve ser!)
    Lampiões 1 - 2 FC Porto

    5 - Dublin Reservado - quem não se lembra desta?

    6- “faremos um campeonato sem derrotas”!
    Vitória SC 1 - 0 Lampiões
Pois é meus Amigos, cantar de galo cantam eles, vezes e vezes sem conta, igualzinhos aos primos do outro lado da rua, onde bastam umas vitórias, e lá saem eles de casa a puxar dos galões e armados em campeões do Mundo.

A derrota de ontem fará tremer o campeonato. O FC Porto, sem euforias, terá uma oportunidade para se redimir das asneiras feitas até hoje e perseguir o Bi-Campeonato, porque meus Amigos, prefiro as lágrimas da derrota do que a vergonha de nunca ter tentado. Esta derrota, mostra também que há que acreditar sempre até ao fim.

Ontem, no Carnaval, era vê-los encolhidos nos cafés, onde nem um feijão no Cú lhes cabia. Podem ter a certeza, se depender de mim, dia 2 estamos aí de forma a que vos nasça de vez um pessegueiro nesse mesmo sítio.

Assim vai o clube mais maior do mundo, com o seu mais que diagnosticado síndrome da Ponte.

Um abraço muito Tripeiro e muito... muito Portista.

ps: Rodrigo é mesmo um jogador bestial, mesmo com uma perna partida quis jogar em Guimarães!

Eu também sou racista... mas do FC Porto!

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Poderia vir falar do jogo que vai acontecer daqui a algumas horas em Manchester, ou até da (pouca) esperança que tenho nos milagres, mas não, tenho estado deveras atento nos últimos dias ao desenrolar de noticias extra-futebol relacionadas com esta eliminatória, e da anormal "virgindade" que invadiu as mentes dos descendentes de Sua Majestade.

Antes do jogo da 1ª mão, esses patetas, publicamente no site oficial, deixaram um alerta dirigido aos seus adeptos para os cuidados a ter na cidade Porto, catalogando as gentes do (FC) Porto, de carteiristas, entre outras coisas.

Alguém se recorda de ter visto a UEFA preocupada com esse facto?

E já agora, porque raio é que a estrutura no FC Porto assobiou para o lado? Lamentável!

No final do jogo, ainda não satisfeitos com a porcaria do comunicado antes do jogo, e com o próprio resultado final do jogo da 1ª mão, em pleno Dragão, as tais virgens ofendidas, ameaçaram queixar-se de supostos insultos racistas dirigidos pelos adeptos do FC Porto contra Yaya Touré e Mario Balotelli.

Aqui, logo deu o tesão de mijo à UEFA que veio em seu socorro... "coadjuvados" (diariamente) pelo jornal oficial do SL Merda, aquele jornal de filhos de 30 meretrizes conhecido na praça por a'Bolha, que nada mais tem feito nos últimos dias, senão trazer à liça novos dados do caso. Até aqui, nada de novo. Como se nós já não os conhecêssemos à muito!

Já no que à nossa estrutura diz respeito, é caso para desabafar... quando devem falar, calam-se e assobiam para o lado; quando devem estar calados, sai asneira. Senhor, dai-nos paciência!

No meio deste "carnaval" de noticias, envolveram até crianças que estavam na zona VIP do estádio, como também autores morais de insultos, isto, citando um adepto forasteiro, "não identificado" (pois está claro!), para suportar a notícia avançado na noite de domingo no site do clube inglês. A ser verdade, será que lhe fizeram o teste de álcool?

Mas a parte das crianças, acaba por ser a que mais piada tem. Portanto, crianças a insultar. Não quererão eles fazer queixinhas aos papás deles? Será que eles já têm idade para responder pelos seus actos? O que é que eles mais fizeram? Roubaram um chupa-chupa? Tenham vergonha!!!

Agora os adultos. Portanto, insultos no jogo. O que dirão as mães e as irmãs dos jogadores? Ou nesse caso, já são coisas normais no futebol. É obrigação de um bom profissional de futebol conseguir ignorar o ambiente que o rodeia e cumprir. Qualquer dia, vem o pugilista queixar-se que o adversário lhe deu um murro ou que uma criança lhe chamou de maricas. Ganhem juízo!!!

Vieram até os parceiros da'Bolha mostrar um vídeo que dizem, podem comprometer o FC Porto. Vi o vídeo, e muito sinceramente, não sei se haveria de rir, se haveria de chorar. De facto, naquela casa menstruada d'aBolha, as únicas imagens que me recordo poderem vir a comprometer algo, são as que passaram na TV na noite de 2ª feira, quando vi uma salsicha "Toscano" a enfiar-se bem fundo no recto deles!!!

Se o ridículo matasse...

"Queremos revalidar este título"

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Vítor Pereira quer a equipa a jogar "à Porto", única forma de tentar inverter a eliminatória da Liga Europa com o Manchester City. Reconhecendo a dificuldade da tarefa, o treinador acredita na capacidade da equipa que orienta.

Qual é o segredo para conseguir virar a eliminatória?
Jogando o nosso jogo, sem estar aqui com fórmulas mágicas, existe a consistência do trabalho. Amanhã vamos ver um FC Porto igual a si próprio, de qualidade, não cometendo os erros do primeiro jogo, e assim teremos os argumentos necessários para passar a eliminatória.

A situação no campeonato é agora mais favorável…
Ainda faltam muitos jogos para o fim do campeonato e eu sempre disse que ia ser no fim que tudo se ia decidir. Este é um jogo a decidir, em que temos de dar a volta à eliminatória. Como eu disse antes do jogo com o Setúbal, digo agora também que termos de desligar do campeonato e pensar que temos de dar a volta a uma situação difícil.

A ausência de Janko dificulta a tarefa para este jogo?
A impossibilidade do Janko muda um bocadinho a nossa dinâmica, mas acredito num FC Porto de qualidade e capaz de discutir o jogo de amanhã.

Defrontar uma equipa como o Manchester City é uma motivação extra?
Pensamos em fazer um bom jogo, o nosso jogo, ganhar e passar a eliminatória. Não temos nenhuma motivação extra, queremos revalidar este título e essa é a nossa maior motivação.

Acha que o FC Porto devia pedir desculpas pelos alegados insultos racistas a jogadores do Manchester City?
Eu não ouvi nenhum comentário racista. Não posso comentar uma coisa que não ouvi. Ouço muitas vezes, os nossos adeptos dizerem Hulk, Hulk, Hulk, mas estão a motivar o nosso avançado. Estive focado no jogo, no que se estava a passar dentro das quatro linhas, não ouvi nada que justifique o clube pedir desculpas.

Hulk: "Espero sair daqui com a classificação"

Hulk admite que a situação é difícil e que o Manchester City é uma grande equipa, mas acredita que é possível fazer um grande jogo esta quarta-feira e conseguir o apuramento na Liga Europa.

Está bem e em condições de ajudar a equipa?
Estou bem, estou a 100 por cento e amanhã com certeza que não vou estar a 100 por cento, vou estar a 1000 por cento. Espero fazer óptimo jogo e sair daqui com a classificação.

Se tivesse de escolher o que preferia, ganhar o campeonato ou a Liga Europa?
Se pudesse escolher escolheria os dois. Ser campeão português é o nosso principal objectivo. Infelizmente ficamos pelo caminho na Liga dos Campeões e agora estamos na Liga Europa, numa situação difícil, frente a um adversário difícil, mas vamos tentar dar a volta.

Já sabe se vai jogar nas alas ou no meio?
Independentemente da posição em que jogue vou tentar fazer o meu melhor para ajudar a equipa.

Está motivado para fazer um grande jogo?
Todos os jogos procuro dar o meu melhor e estar inspirado. E quando é um jogo como este a motivação é chegar aqui neste estádio e dar o meu melhor.

O que achou da queixa do City por alegados insultos racistas no jogo do Dragão?
Quando estamos no jogo estamos focados, mas em todos os jogos no Dragão ouço isso, especialmente quando vou bater canto, com os gritos Hulk, Hulk, Hulk. Acho que não houve racismo nenhum.

O facto de agora ser capitão mudou alguma coisa na sua forma de jogar?
A minha forma de jogar é sempre a mesma. Não mudou por ser capitão de equipa. No FC Porto todos somos capitães dentro do campo, até porque comunicamos muito bem todos. O comportamento vai ser sempre o mesmo.

fonte: fcporto.pt



LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS

Guarda-redes: Helton e Bracali;
Defesas: Maicon, Rolando, Sapunaru, Alex Sandro e Otamendi;
Médios: Lucho González, João Moutinho, Fernando, Tomás Podstawski, Defour
Avançados: Kléber, Hulk, Cristian Rodríguez, Varela, James e Djalma.

21 fevereiro, 2012

Já passou... aí está o Sol de novo!

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Não podemos desistir de ser felizes enquanto o sol não desistir de renascer. E ele, renasce todos os dias. Por isso, cá estamos prontos para mais combates depois de um fim-de-semana terrível.

Paço de Arcos hoje, amanhã Águas Santas e no sábado, mais 3 jogos (Sampaense, Tigres e Sp. Horta) para as modalidades do nosso Porto voltarem ao normal, elas que nos têm habituado a sábados e domingos recheados de vitórias, mas que também têm direito a um dia menos feliz...



ANDEBOL
(1º FC Porto-53 pts e 19 jgs; 2º A.Santas-49 pts e 19 jgs; 3º Benfica-48 pts e 19 jgs; 4º Sporting-47 pts e 19 jgs)
  • Saint Raphael 29-24 FC Porto
Na 2ª mão dos oitavos de final da EHF Cup, os Dragões começaram por silenciar o público Francês, liderando o marcador ao intervalo por 13-15. Na 2ª metade, Wilson Davyes reduz para 24-23, depois da reacção natural dos locais. Nessa fase, entre os 50 e os 55 minutos, a dupla Dinamarquesa com duas exclusões “cirúrgicas” aos Portistas, acabou por inclinar a decisão da eliminatória, com os favoritos Franceses a passarem para 26-23 e depois 29-24.

Spínola e Moreira com 6 golos, e Wilson com 5, destacaram-se.

MAIS INFORMAÇÕES DO JOGO AQUI

Amanhã, quarta-feira, pelas 20h15 (RTP2), regressa o campeonato com a deslocação do FC Porto a Águas Santas, jogo em que marcarei presença. No sábado, pelas 18h00 (Porto Canal), o FC Porto recebe o Sp. Horta.



HÓQUEI EM PATINS
(1º FC Porto-39 pts e 14 jgs; 2º Benfica-37 pts e 14 jgs; 3º Candelária-33 pts e 14 jgs)
  • Valdagno 7-6 FC Porto
Em Valdagno, em jogo da 4ª jornada da fase de grupos da liga europeia, o FC Porto entrou decidido e ao intervalo vencia por 0-4, mas depois dos 1-5 (2 de Tiago, 1 de Suissas, 1 de Caio e 1 de Filipe), já na 2ª parte, a equipa não resistiu à forte investida dos locais que reduziram para 4-5 a 7 minutos do fim.

A 4 minutos do fim, Reinaldo fez o 4-6 e tudo estava bem encaminhado, mas logo a seguir, reduzem para 5-6. À entrada dos 23 minutos, Nicolia vê azul e o Porto falha o livre directo, e ainda permite um impensável 6-6 a 1 minuto do fim com superioridade numérica.

O filme de terror não estava ainda completo, pois a um segundo do fim, o Pallalido vem abaixo com um 7-6 que nos deixa na obrigação de ganhar na Corunha, dia 17 de Março.



MAIS INFORMAÇÕES DO JOGO AQUI

Hoje (terça-feira), pelas 20h15 (RTP2), há um Paço de Arcos-Porto, e sábado, pelas 15h05 (RTP2), um Tigres-Porto em Almeirim.



BASQUETEBOL
(1º FC Porto-31 pts e 16 jgs; 2º Benfica-30 pts e 16 jgs; 3º Ovarense-27 pts e 16 jgs)

Em Angola, o FC Porto sem Marçal e Stempin, teve um percurso absolutamente fantástico, revelando um Robert Johnson em grande estilo, enquanto o base Reggie tem que se assumir mais como o fez na final da taça da liga.
  • Maxaquene 56-74 FC Porto
No 1º jogo, vitória natural diante dos Moçambicanos do Maxaquene, com os destaques a irem para Rob Johnson (16 p.), João Soares (12), Diogo Correia (11) e Reggie Jackson (10).

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  • 1º de Agosto 63-70 FC Porto
No 2º jogo, grande vitória sobre a equipa de Mário Palma, o 1º de Agosto (vencedor desta prova no ano passado), com grande exibição de Rob Johnson (19 p.), João Santos (12), Miguel Miranda (11) e Carlos Andrade (10).

MAIS INFORMAÇÕES DO JOGO AQUI

  • Petro Luanda 64-51 FC Porto
Na final, diante do Petro de Luanda do nosso bem conhecido Alberto Babo, os pupilos de Moncho Lopez começaram bem liderando o 1º período, mas um parcial de 23-7 no 2º período, deixou os Dragões em maus lençóis perante uma arbitragem medíocre e extremamente caseira.

Os Dragões, muito limitados com as ausências e outras condicionantes, falharam no jogo exterior e não conseguiram evitar a festa dos Angolanos e do comentador Carlos Barroca.

Rob Johnson com 16 pontos e Miguel Miranda com 12, foram os únicos Dragões com pontuações acima da dezena nesta final em Luanda.

MAIS INFORMAÇÕES DO JOGO AQUI

Sábado, regressa o campeonato com a deslocação ao Sampaense (17h00).



Saudações Portistas,
Lucho.

Olha, o clube da "nota artistica" levou na peida!

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Afinal, andamos todos enganados. O maior Carnaval do Mundo, está cá dentro... confiando neles, amanhã, serão 6.000.000 de cabeçudos a desfilar nas ruas!! É de respeitar pá!!!

Isto já para não falar na azia do mastiga-chiclas-com-sabor-a-trampa do JJ no final do jogo, é que aquilo, é um bom pronuncio da tempestade que se avizinha. Repararam na quantidade de vezes que ele repetiu a frase "... o campeonato português é competitivo..." aquando da flash-interview? Querem ver que o parolo do azeitolas do clube de ciclistas com nome de freguesia, que não consegue juntar 4 palavras seguidas e formar uma simples frase, está a dar ares de pânico?

O ruir do falso império deu lugar a este agradável e estrondoso silêncio!!!

Daí que, é caso para se questionar: mas onde será que se meteram agora aqueles filhos de um camião de 30 meretrizes que nas últimas semanas, nada mais têm feito, senão perder o tempo deles a vir cá comentar... directamente para o 13º arquivo?

Trrrrrrrrrrremam cães, já sentem esse cú a arder!!

Formação

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Na última semana (13 a 19 de Fevereiro), decorreram dezenas de jogos das mais diversas modalidades e escalões de formação, de onde destaco:
  • Em futebol (sub19), o FC Porto entrou com o pé esquerdo na Fase-Final da competição, sendo surpreendido em casa pelo Sp. Braga;

  • Os Sub17 estão bem lançados para atingir a fase-final ao conseguir a 2ª vitória na 2ª fase, derrotando o Varzim por 4-0;

  • Os Sub15 continuam invictos e iniciaram com nova vitória a 2ª Fase da prova.
Os destaques desta última semana, ficam aqui retratados, no entanto, se queres saber mais pormenores destas ou outras modalidades e/ou escalões de formação, convido-te a visitar o blog "BiBó PoRto Júnior", CLICANDO AQUI ou no banner respectivo aqui ao lado na sidebar lateral. ´

Pela nossa parte, apenas prometer continuar a desenvolver trabalho em prol do FC Porto, em regime de "voluntariado", da forma que melhor sabemos: com orgulho, com dedicação e com muita paixão.

Fiquem bem e até para a semana.
Pedro Porto

20 fevereiro, 2012

Entrada a ganhar mantém perseguição ao líder!

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Vitória Setúbal 1-3 FC Porto

Liga 2011/12, 19ª jornada
19 de Fevereiro de 2012
Estádio do Bonfim, em Setúbal


Árbitro: Paulo Baptista (Portalegre).
Árbitros assistentes: José Braga e Valter Rufo.
Quarto árbitro: Luís Catita.

VITÓRIA DE SETÚBAL: Ricardo; Ney Santos, Ricardo Silva, Amoreirinha e Miguelito; Djikiné, Hugo Leal, Bruno Amaro e Neca; Targino e Meyong.
Substituições: Neca por Bruno Gallo (37m), Djikiné por Rafael Santos (46m) e Targino por Severino (85m).
Não utilizados: Diego, Igor, Tengarrinha e Gonçalo.
Treinador: José Mota.

FC PORTO: Helton; Sapunaru, Rolando, Otamendi e Alex Sandro; Fernando, João Moutinho e Lucho; Hulk, Janko e Varela.
Substituições: Lucho por Defour (59m), Hulk por Rodríguez (67m) e João Moutinho por James (67m).
Não utilizados: Bracali, Djalma, Kléber e Maicon.
Treinador: Vítor Pereira.

Ao intervalo: 0-2.

Golos: Janko (3m), Fernando (26m), Meyong (75m), Varela (79m).

Cartão amarelo: Ney Santos (14m), Amoreirinha (22m), Sapunaru (69m), Otamendi (74m) e Bruno Amaro (82m).

De regresso à Liga Portuguesa após derrota a meio da semana com uma das melhores equipas do mundo, era imperial ganhar fora, num jogo teoricamente acessível, mas no qual precisávamos do melhor Porto.

O treinador Vítor Pereira promoveu algumas alterações no 11 inicial, umas forçadas, outras por opção. Após a lesão de Danilo e com o regresso dos centrais habituais, todos pensavam que Maicon regressaria à lateral direita, mas VP surpreende toda a gente e recoloca alguém de raiz nessa posição, Sapunaru. Na lateral esquerda, alteração forçada por 5º amarelo de Álvaro Pereira e a estreia a titular na Liga de Alex Sandro.

Entrada forte, com um Porto rápido, dominador a aproveitar as debilidades defensivas e intranquilidade do Setúbal, que tinha José Mota a comandar pela 1ª vez a equipa da casa.

E logo aos 3 minutos, Moutinho tira bem um adversário da frente e no corredor direito cruza tenso para o coração da área, onde Janko, a libertar-se bem dos centrais finaliza bem de cabeça para o 0-1 no jogo. Janko iguala record de Mário Jardel com jogos seguidos a marcar no campeonato após estreia.

A posse de bola era quase toda nossa, embora com circulação não muito rápida, os apoios ao portador da bola encontravam-se facilmente e a aceleração dos movimentos fazia-se apenas em zonas já próximas da área sadina. Exemplo disso foi a jogada que depois permite um grande remate de ressaca de Moutinho para uma grande defesa de Ricardo (esse mesmo… de Scolari!).

Passava o minuto 26 quando o bombeiro Fernando recupera uma bola no meio-campo, entrega em Hulk e faz um movimento simples de passe e desmarcação muito fácil com o nº12 a colocar na corrida do nº25 e este na saída de Ricardo coloca no fundo da baliza.

Até final da 1ª parte, o jogo manteve-se na mesma toada, só dava Porto, mas as decisões não eram as melhores e Hulk muito complicativo neste capítulo não acertava nas decisões. Moutinho pegava no jogo azul-e-branco, juntando a Fernando para transportar a bola ou fazê-la chegar aos homens da frente. Para a 2ª parte pedia mais alguma velocidade e decisões mais simples e eficazes, pois era jogo para goleada de mão cheia.

Reinício do jogo com menos bola da parte da nossa equipa. Troca de bola lenta, a deixar correr o tempo e apenas quando o espaço aparecia e bola era lá metida nos corredores para Hulk ou Varela meterem velocidade. O facto de haver uma viagem a Inglaterra a meio da semana, deverá ter sido decisiva para não haver jogo com mais intensidade. Mas podíamos ser aproveitado para dar minutos a Iturbe e com ele era velocidade garantida, dando descanso a alguns jogadores.

A 1ª alteração (58’) foi no sentido de dar descanso a Lucho por troca com Defour e assim refrescar o meio-campo. Os minutos seguintes foram do mesmo marasmo até as próximas alterações, minuto 66. Saídas de Hulk e Moutinho, com entradas de Rodriguez e James. Velocidade teria, mas mais um jogo em que Iturbe não é utilizado, nem no banco estava sentado. James entrou para jogar nas costas de Janko e Rodriguez para ocupar o lugar de Hulk, que de incrível só teve a quantidade de bolas perdidas e más decisões.

Aos 74minutos, golo de livre directo em zona frontal já perto da área. Falta de Otamendi e Meyong a fazer um grande golo. Castigo justo para a nossa equipa, que deixou andar o relógio como quem vê um cortejo de carnaval.

Passados 4minutos, quando parecia que íamos sofrer até final, eis que uma jogada com cabeça, tronco e membros acaba na baliza de Ricardo pela 3ª vez. Movimento de ruptura na linha final de Rodriguez e como deve ser, cruzamento atrasado na marca de penalty, Varela a subir de rendimento, faz o 1-3 para o Porto, resultado que se viria a manter até final, apesar da bola no ferro de Sapunaru.

Vitória importante, sem dificuldade, serve também para pressionar o rival que tem um jogo complicado amanhã.

P.S. Hoje inventei e escrevi no decorrer do jogo... espero que não tenha erros :p

Notas positivas: 3 pontos fora, boa entrada no jogo a definir desde logo o vencedor da partida; mais um golo de Janko que podia ter feito mais.

Notas menos boas: Baixa intensidade de jogo, ritmo lento, num jogo que podia ter sido de goleada.

Melhor em campo: Moutinho. Esteve em tudo o que mexeu com o jogo.



DECLARAÇÕES

Vítor Pereira: "Gostei da equipa, da atitude e do jogo"

Na entrevista rápida após a vitória por 3-1 no terreno do Vitória de Setúbal, Vítor Pereira mostrou-se satisfeito com o jogo portista, mesmo admitindo que a primeira parte foi mais conseguida. O treinador identificou a relva como um obstáculo adicional que os Dragões tiveram de enfrentar, mas sublinhou que o objectivo essencial, a conquista dos três pontos, foi cumprido.

Entrada forte
“Entrámos bem no jogo e fizemos o 2-0, numa boa primeira parte. Na segunda, tentámos poupar alguns jogadores e o cansaço e a fadiga começou a sentir-se. A relva também não permitia uma grande circulação de bola e a segunda parte não foi tão bem conseguida. Gostei da equipa, da atitude e do jogo.”

O ritmo possível
“A relva estava irregular, não estava cortada, e por isso havia altos e baixos, o que origina ressaltos. Com uma relva assim não se consegue acelerar, porque não se consegue jogar de primeira, são precisos dois ou três toques para dominar a bola. Jogámos também no ritmo que nos interessou em função do jogo que vamos ter na quarta-feira. Tivemos muito pouco tempo de recuperação, mas acho que fizemos um bom jogo. O importante era somarmos os três pontos e continuarmos a perseguir os nossos objectivos.”

Moutinho e o título
Antes de Vítor Pereira, o médio João Moutinho também prestou curtas declarações sobre a partida: “Esta era a vitória que ambicionávamos. Precisávamos de um bom resultado para manter intactas as nossas aspirações ao título”.



RESUMO DO JOGO

Tribunal d'O JOGO - liga ZON Sagres 2011/12, 19ª jornada

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Tribunal O JOGO: Vitória Setúbal 1-3 FC Porto
Árbitro: Paulo Baptista (Portalegre) / Árbitros assistentes: José Braga e Valter Rufo / Quarto árbitro: Luís Catita.


Sem consenso no lance mais complicado

Na análise ao lance mais complicado do jogo, Jorge Coroado tem uma avaliação diferente da que foi feita por Pedro Henriques e Paulo Paraty. Estes dois últimos entendem que ficou uma grande penalidade por assinalar favorável ao FC Porto (mão na bola de Ricardo Silva, na fase inicial do jogo), enquanto o primeiro considera que o árbitro de Portalegre ajuizou correctamente.



Momento mais complicado

8' Após cruzamento de Varela, a bola bate no braço de Ricardo Silva? Era penálti?

Jorge Coroado
+
Tratou-se de situação de bola na mão, não havendo um gesto deliberado e objectivo por parte do jogador do Vitória. Actuação correcta do árbitro ao nada assinalar.

Pedro Henriques
-
Em movimento rápido, parece não ser intencional o toque com o braço na bola. Mas com acesso à repetição, vê-se que Ricardo Silva deixa o braço junto ao corpo para interceptar a bola de forma deliberada. Uma infracção passível de grande penalidade.

Paulo Paraty
-
Fica-me a sensação de que Ricardo Silva abre o seu braço esquerdo para impedir a passagem da bola. O árbitro não teve a ajuda da televisão e terá entendido de outro modo. Uma grande penalidade seria adequada.



Outros casos

6' Ney entra sobre Otamendi. Faltou sanção disciplinar?
54' Varela está mesmo em fora-de-jogo no momento do passe de Lucho?
90'+1' Alex Sandro justificava amarelo por falta sobre Rafael Lopes?

Jorge Coroado
-
Ney foi imprudente no modo de abordar o lance, justificando a exibição de cartão amarelo, o que não aconteceu.
-
No momento de passe de Lucho, Varela não estava em posição de fora-de-jogo. Precipitação do assistente José Braga.
-
À semelhança de Ney, aos 6', Alex Sandro foi imprudente e deveria ter visto o cartão amarelo, o que também não sucedeu.

Pedro Henriques
+
Não. Embora seja uma entrada no limite, aceito que, no uso da gestão do jogo, o árbitro não tenha advertido Ney.
+
Um lance no limite e de difícil análise para o assistente, por isso dou o benefício da dúvida à indicação dada de fora-de-jogo.
+
Aceito a decisão do árbitro considerando apenas que houve uma infracção negligente, passível unicamente de punição técnica.

Paulo Paraty
-
Há no mínimo imprudência de Ney, e o cartão amarelo ajustava-se.
+
O ângulo da TV não é o melhor, mas de facto Varela parece-me com o corpo adiantado à linha de fora-de-jogo no momento do passe de Lucho.
+
O árbitro teve uma boa gestão disciplinar e a falta de Alex Sandro não me parece ir além da negligência, pelo que o livre directo é suficiente.



Apreciação global

Jorge Coroado
Num jogo sem problemas de maior, praticamente de sentido único, mostrou-se inconsequente e de critério disperso, por vezes minucioso, outras nem tanto. Actuação irregular.

Pedro Henriques
Arbitragem sem influência no resultado, com tomadas de decisão maioritariamente assertivas, exceptuando a do lance ocorrido aos 8'.

Paulo Paraty
Apesar de uma ou outra falha e de um lance mais ou menos duvidoso, o trabalho de Paulo Baptista e sua equipa foi consequente, seguro e equilibrado.



fonte: ojogo.pt

19 fevereiro, 2012

A culpa

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As escolhas de Vítor Pereira para o jogo com o City merecem a reprovação de qualquer Portista digno desse nome. Foram vários os erros cometidos pelo nosso mister no jogo de quarta-feira. Desde logo, a opção de Vítor Pereira por lesionar Danilo no ligamento esquerdo do joelho. Qualquer treinador decente sabe que, conforme o jogo estava, uma lesão no menisco seria a decisão mais acertada. Depois, temos a incompreensível atitude de Vítor Pereira ao meter Álvaro Pereira em campo quando tudo fazia prever que ele iria marcar um auto-golo aos 55 minutos com o ombro esquerdo. Os indicadores eram claros. Só um cego é que não via. Também considerei inadmissível que o nosso mister não tivesse colocado o Janko em jogo. As regras da UEFA não o permitiam? Hã, desculpas. Também quem é mandou Vítor Pereira pôr o Janko a jogar pelo Twente?

Aproveitar o jogo com o City para criticar o nosso treinador é o mesmo que esperar pela noite para tomar banhos de sol. É, no entanto, refrescante constatar há quem tenha em relação a Vítor Pereira a mesma posição que o PCP tem em relação aos Orçamentos de Estado desde 1976. É orçamento? Sou contra. É Vítor Pereira? Sou contra. Não interessa a substância das decisões. É-se contra por princípio para dar uma falsa ideia de coerência, convencidos de que mudar de opinião é crime de lesa-pátria.

Como é óbvio, o Porto este ano não é o Porto que estamos habituados e que todos os Portistas gostam. A derrota com a Académica, a exibição contra o Feirense, o jogo desapaixonado de Barcelos . Enfim, houve muitos jogos maus. Ainda assim, continuo sem perceber grande parte das críticas que têm sido feitas à equipa técnica - diga-se que não perceber coisas é algo que me acontece com frequência.

Ao longo desta temporada, das muitas críticas que foram feitas ao nosso treinador, uma das mais acirradas passava pela opção de colocar Maicon na lateral direita da defesa. No entanto, até para esta decisão, eu tenho uma teoria que a pode justificar e que passo a partilhar. Cá vai. Depois de muita meditação e reflexão sobre o assunto, cheguei à conclusão que Vítor Pereira tinha um plano secreto para transformar o Maicon do Porto no Maicon do Inter. Infelizmente, ninguém percebeu isso. Como eram ambos brasileiros, defesas, carecas, e, ainda por cima, tinham o mesmo nome, o mister achou que eram coincidências a mais e, como tal, toca a pô-los a jogar na mesma posição. Tudo isto seria apenas uma ideia parva se não houvesse os antecedentes de jogadores chamados Ronaldo serem exímios avançados. O nosso mister achou que se poderia estar a iniciar uma nova era em que jogadores chamados Maicon seriam fantásticos laterais-direitos. A realidade provou que estava enganado. Mas quem o pode censurar por este erro? A Académica de certeza que não se queixa. Realmente, neste país, ninguém dá valor aos visionários.

Aliás, segundo me contou uma fonte anónima, Vítor Pereira já terá pedido ao Kléber para se naturalizar colombiano, deixar crescer o cabelo, mudar o nome para Falcao e abrir uma falha nos dentes da frente. Ao mesmo tempo, o mister também já falou com Rolando no sentido de trocar o L pelo N para se passar a chamar Ronaldo. Com Falcao e Ronaldo, ainda há esperança para virar o jogo em Manchester.

Mingos e Sá(murais)

Esta semana, tivemos a confirmação de que o FC Porto para além de omnipotente (isso já se sabia) é também omnipresente. Como sabem, na terça-feira, houve uma troca de avançados que pode reanimar a luta pelo título. O 5º quinto classificado trocou Domingos Paciência, magnífico ex-avançado do FC Porto, por Ricardo Sá Pinto, medíocre ex-avançado do clube dos falidos técnicos. Como é óbvio, o bom nome do FC Porto que tinha que estar envolvido. Segundo a agência Lusa noticiou com base em fontes anónimas, Domingos teria tido contactos com dirigentes do FC Porto.

Em primeiro lugar, queria dizer que as fontes anónimas são como o Cebola Rodriguez, ou seja, não valem nada. Em segundo lugar, convém recordar que Domingos Paciência tem o seu filho a jogar na formação do FC Porto. Logo, só se Domingos fosse um péssimo pai e encarregado de educação é que não falaria regularmente com dirigentes do FC Porto para saber da situação do filho. Aliás, neste momento, o Porto precisa mais de paciência aos domingos do que de Domingos Paciência.

Ao que consta, havia problemas de indisciplina no clube falido . Como tal, despediram Domingos para contratar um especialista em indisciplina. Pedir a Sá Pinto para acalmar os ânimos é o mesmo que pedir a um piromaníaco para apagar um fogo. Simplesmente, não faz sentido. Ver Sá Pinto aconselhar tranquilidade a um jogador é o equivalente a ver um nazi apelar à Paz mundial. A anedota do futebol português está cada vez mais engraçada. Espero para ver o resultado desta mixórdia, se possível já na Liga Orangina.

Orgulho de Dragão – XV (Adenda-1: J/Z)

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Dragões Famosos e VIP (continuação);

“Orgulho de Dragão” não se esgota com a publicação deste post. À medida que se conhecerem mais Dragões famosos e VIP, será organizada nova lista a publicar, oportunamente, em segunda Adenda.

Entretanto haverá lugar a uma homenagem às claques, aos blogues e bloguistas portistas. “Orgulho de Dragão” estará atento a todos os eventos que justifiquem o registo para a posteridade e a tudo o que integre o genuíno orgulho de um Dragão.

Fernando Moreira (Dragão Azul Forte)

"Não abdicamos de jogar com todos os argumentos"

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Vítor Pereira já esteve na sala de imprensa do Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia para a antevisão da visita a Setúbal (domingo, 18h15), referente à 19.ª jornada da Liga. Apesar das recentes contrariedades que afectaram o plantel, o técnico dos Dragões garante que o grupo “está forte e preparado” e "com o pensamento exclusivo na vitória".

Por força dos constrangimentos já conhecidos, decorrentes das lesões de Mangala e Danilo e do castigo de Alvaro, vai ser obrigado a mexer na equipa para Setúbal. Consegue dissociar este jogo do próximo, em Manchester? Pode-se dizer que esta partida serve de ensaio para a equipa?
São competições distintas. Temos objectivos claros, que passam por ganhar no campeonato para termos ainda possibilidade de lutar pelo título. Não podemos abdicar de jogar com todos os argumentos em Setúbal. Vamos lá jogar na máxima força, pois sabemos que vamos encontrar uma equipa motivada, que mudou recentemente de treinador, o que mexe sempre emocionalmente com os atletas, mas vamos ao Bonfim na máxima força e com o pensamento na vitória. Queremos ganhar o jogo.

O FC Porto entra em campo antes do Benfica, que tem uma deslocação complicada a Guimarães. Espera encurtar distâncias nesta ronda, até tendo em conta que já bateu os sadinos duas vezes esta temporada?
Espero é ganhar o jogo em Setúbal. Não espero qualquer facilidade. Espero até dificuldades acrescidas pelo facto de já lhes termos ganho em duas ocasiões. Quando assim é, quando há vários jogos entre duas equipas, vão-se reconhecendo qualidades e encontrando soluções para contrariar o adversário. Este é um jogo importante para nós, em que é fundamental ganhar. Vamos à procura dos três pontos.

Jogar antes do rival é uma vantagem?
Não. É perfeitamente normal haver esta alternância. Não é significativa. Independentemente do que fizer o adversário nós temos é de pensar em nós e ganhar os nossos jogos. É com isso que nos preocupamos.

Sem Mangala, Danilo e Alvaro, e depois do resultado negativo desta quinta-feira para a Liga Europa, a equipa está fragilizada emocionalmente?
Não, não está, nem eu admito essa possibilidade. Contra o Manchester City fizemos coisas muito boas e temos de as valorizar. O que fizemos de menos bom temos de corrigir e é para isso que trabalhamos, ponto final. Estamos totalmente concentrados no campeonato e no Vitória de Setúbal. Temos a obrigação de estar no nosso melhor nível para trazermos de lá os três pontos.

Estas baixas podem, de alguma forma, pôr em causa algum dos objectivos da equipa?
De todo. Lamentamos as lesões e lamentamos não poder contar com os jogadores, porque são jogadores de qualidade, mas nesta situação surgem oportunidades para outros atletas se mostrarem. Todo o grupo tem vindo a trabalhar bem. Há vários jogadores que merecem e justificam as oportunidades que vão ter e garanto que vamos ter uma equipa preparada para vencer. Acredito muito nos jogadores que estão disponíveis e que vão ser chamados a jogo.

Com a lesão de Danilo deduz-se que Maicon volte à direita da defesa. Pode confirmar?
Não vou abrir o jogo, vocês já sabem disso. Vou dizer o que digo em todas as conferências de imprensa: antes de avisar a equipa, não dou o onze publicamente. Maicon pode jogar ou não, à direita ou não. Eles ainda não sabem, portanto...

E Sapunaru? Conta com ele?
Conto sempre com quem está disponível e a trabalhar nos níveis de exigência que achamos necessários. O Sapunaru está a trabalhar bem, no nível de exigência que pretendemos, portanto é um jogador que faz parte dos planos da equipa. Ele está disponível, satisfaz-me em termos de comportamento de treino, de entrega, de envolvimento de grupo, e eu conto com ele. Amanhã vê-se se joga ou se não joga.

Que marcas deixou o jogo contra o Manchester City? Os ingleses têm uma equipa muito forte fisicamente, houve um processo de recuperação diferente?
Infelizmente o que houve foi um prazo muito curto para recuperar. Não preparámos o jogo com V. Setúbal, propriamente, só tivemos tempo para recuperar os jogadores. Mas estamos habituados a isto, a ter de responder a um quadro de jogos a meio da semana. Espero que a equipa chegue bem ao jogo e pronta a dar uma boa resposta.

Disse há pouco que o FC Porto fez coisas boas frente ao City. Quer especificar?
Já comentei esse jogo, não vou voltar a repetir-me. Há que corrigir o que esteve menos bem, mas essa é uma preocupação para a próxima semana.

Também referiu há momentos que esta visita a Setúbal é fundamental...
Sim, é um jogo fundamental numa prova onde procuramos o título. E isso tem a ver com os cinco pontos de atraso que temos neste momento. Sabemos que temos de encurtar a distância. Não podemos dar-nos ao luxo de perder pontos. Temos de chegar a Setúbal, fazer um bom jogo e ganhar, para trazermos mais três pontos. Neste momento só pensamos nesta partida. Nesse sentido, o fundamental é ganhar o próximo jogo para termos possibilidades de chegar ao título.

Recentemente Pinto da Costa disse numa entrevista à “Gazzeta dello Sport” que José Mourinho enviava mensagens aos jogadores do Chelsea. André Villas-Boas respondeu dizendo que também o fazia com jogadores da Académica e do FC Porto. Incomoda-o?
Não, de todo. São situações normais. É perfeitamente normal. Depois de trabalharmos com um grupo de jogadores criam-se laços de amizade. Eu também troco mensagens com o André e ele comigo, somos amigos na mesma. É natural enviarmos mensagens de apoio ou de felicitações. É um assunto que não incomoda minimamente.

fonte: fcporto.pt



LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS

Guarda-redes: Helton e Bracalli;
Defesas: Maicon, Rolando, Sapunaru, Alex Sandro e Otamendi;
Médios: João Moutinho, Defour, Fernando e Lucho;
Avançados: Iturbe, Cristian Rodríguez, Kléber, Varela, James, Hulk, Djalma e Janko.