08 janeiro, 2011
07 janeiro, 2011
A verdade da derrota!
http://bibo-porto-carago.blogspot.com/
Dizem os mais antigos, os verdadeiros donos da verdade, que a dita é tão-somente que a realidade dura, nua e crua dos factos. Também não deixa de ser, menos, verdade que nestas coisas do Desporto e tudo aquilo que engloba uma competição, onde se premeia pela, positiva, regularidade o que interessa não é como se começa mas sim como se acaba. Ainda que o caminho para o seu término esteja bem encaminhado, a verdade é que o ano cível que agora se inicia começou da pior forma, com o sabor da derrota.
É porventura, ou foi, a derrota desejável, ou seja, numa competição desacreditada, com muito do seu desenvolvimento ainda por se dar e ainda com espaço de manobra, suficiente, desta não ser ainda posta em causa.
No entanto a verdade é que esta, ainda que nos moldes em que foi, constituiu-se como a derrota que marcou o fim de uma série invejável de invencibilidade, no primeiro jogo e oficial da época, depois de um monumental apoio de cerca de seis mil adeptos no treino antecedente feito à porta aberta, como já é apanágio da abertura de hostes ao ano que se inicia e no local aonde dói mais a todo o portista que se preze, no ninho do Dragão!
A calçada não entra no discurso fácil de que mais cedo ou mais tarde, esta (derrota) tinha que acontecer e ainda bem que foi num jogo assim. Não, esta não pode nem deve ser a forma de estar correcta, pois não creio que as derrotas se possam escolher na altura que melhor nos convir para se usar do diapasão barato de que estas fazem crescer. O crescimento faz-se da seriedade com que se encara todos os desafios de igual modo, bem como no querer fazer sempre bem e no aprender a saber fazer sempre bem.
A verdade é que como em tudo na vida, não controlamos tudo o que se passa à nossa volta, mas as decisões que nela tomamos são fundamentais para o decurso vitorioso no final, se a nossa parte for feita como as premissas anteriormente referidas (seriedade e responsabilidade com que se encaram todos os desafios), os outros mesmo que nos queiram fracassar, acabam eles por sair derrotados, porque fomos melhores, sempre melhores e soubemos ser melhores.
A verdade é que este Porto que conheço não pode nem deve nunca escolher um timing para sair derrotado ou sair da derrota com o discurso de dever cumprido.
A verdade é que também, já tivemos umas das melhores escolas de centrais e de guarda-redes não só do país como da Europa, e neste momento somos uma sobre disso. Talvez a derrota de domingo passado não advenha disso, mas o que é certo é que em jogos e competições como as da Taça da Liga, que não encaramos com tanta seriedade para as ganhar, das duas uma:
1- Ou se abdica delas para sermos sérios em todas as frentes que nos dispomos a jogar;
2- Ou se aposta naqueles que também trabalham com a seriedade, a mesma que foi registada e evidenciada em flash-interview por AVB, na preparação do encontro frente ao Nacional. E esses, ao menos, apesar de, também, serem segundas ou terceiras opções, ao menos são portugueses e alimenta-se o sonho de poderem ser os nossos novos craques!
Abraço e fiquem por aí... que eu fico!
É porventura, ou foi, a derrota desejável, ou seja, numa competição desacreditada, com muito do seu desenvolvimento ainda por se dar e ainda com espaço de manobra, suficiente, desta não ser ainda posta em causa.
No entanto a verdade é que esta, ainda que nos moldes em que foi, constituiu-se como a derrota que marcou o fim de uma série invejável de invencibilidade, no primeiro jogo e oficial da época, depois de um monumental apoio de cerca de seis mil adeptos no treino antecedente feito à porta aberta, como já é apanágio da abertura de hostes ao ano que se inicia e no local aonde dói mais a todo o portista que se preze, no ninho do Dragão!
A calçada não entra no discurso fácil de que mais cedo ou mais tarde, esta (derrota) tinha que acontecer e ainda bem que foi num jogo assim. Não, esta não pode nem deve ser a forma de estar correcta, pois não creio que as derrotas se possam escolher na altura que melhor nos convir para se usar do diapasão barato de que estas fazem crescer. O crescimento faz-se da seriedade com que se encara todos os desafios de igual modo, bem como no querer fazer sempre bem e no aprender a saber fazer sempre bem.
A verdade é que como em tudo na vida, não controlamos tudo o que se passa à nossa volta, mas as decisões que nela tomamos são fundamentais para o decurso vitorioso no final, se a nossa parte for feita como as premissas anteriormente referidas (seriedade e responsabilidade com que se encaram todos os desafios), os outros mesmo que nos queiram fracassar, acabam eles por sair derrotados, porque fomos melhores, sempre melhores e soubemos ser melhores.
A verdade é que este Porto que conheço não pode nem deve nunca escolher um timing para sair derrotado ou sair da derrota com o discurso de dever cumprido.
A verdade é que também, já tivemos umas das melhores escolas de centrais e de guarda-redes não só do país como da Europa, e neste momento somos uma sobre disso. Talvez a derrota de domingo passado não advenha disso, mas o que é certo é que em jogos e competições como as da Taça da Liga, que não encaramos com tanta seriedade para as ganhar, das duas uma:
1- Ou se abdica delas para sermos sérios em todas as frentes que nos dispomos a jogar;
2- Ou se aposta naqueles que também trabalham com a seriedade, a mesma que foi registada e evidenciada em flash-interview por AVB, na preparação do encontro frente ao Nacional. E esses, ao menos, apesar de, também, serem segundas ou terceiras opções, ao menos são portugueses e alimenta-se o sonho de poderem ser os nossos novos craques!
Abraço e fiquem por aí... que eu fico!
Capítulo 3: 1921 a 1930 – Primeiro clube a conquistar títulos de âmbito nacional (Parte VIII)
http://bibo-porto-carago.blogspot.com/
FCPorto – Dragões de Azul Forte
Retalhos da história, conquistas e vitórias memoráveis, figuras e glórias do
F. C. do Porto
Capítulo 3: 1921 a 1930 – Primeiro clube a conquistar títulos de âmbito nacional (Parte VIII)
Final (Campeonato de Portugal 1924-25)
Viana do Castelo vestida de azul e branco
A final do Campeonato de Portugal da época de 1924/25 seria, por via da morte trágica de Velez Carneiro, marcada por profunda emotividade. Os portistas, num impressionante culto de energia, querer e sentimento, prometeram a si próprios ganhar, para que Velez ganhasse também. E foi com esse propósito, forte vontade e do coração que partiram para Viana do Castelo.De cinco mil pessoas que se acomodaram em volta do terreno, três mil foram do Porto em dois comboios especiais com 24 carruagens cada um. Os comboios ordinários foram, também, pejados de gente e pela estrada alcançaram Viana centenas de automóveis, todos eles a abarrotar e com bandeiras tremulando ao vento. Assim, Viana vestiu-se de azul e branco. De Lisboa tinham ido pouco mais de 100 pessoas.
O Sporting era considerado, pela imprensa especializada, favorito à vitória na final. Nem passava pela cabeça aos lisboetas serem derrotados pela equipa portuense… Mas a vontade férrea dos pupilos de Akos Teszler superou o favoritismo dos “leões”. Venceram com todo o mérito.Na crónica que publicou em “O Sport de Lisboa”, Ricardo Ornelas sintetizou assim o jogo que valeu ao FC Porto o seu segundo título de campeão de Portugal:
“A vitória portuense foi merecida porque o FC Porto jogou efectivamente melhor de que o representante de Lisboa e porque, a par dessa superioridade técnica, lutou pela vitória com entusiasmo, com alma e demonstrou, a cada momento da partida, uma perfeita compenetração do encargo que lhe cabia pela representação da sua cidade. O Sporting, pelo contrário, jogou sem convicção. Saiu ao campo vencido por factos que devia desprezar ou esquecer. Inferiorizou-se, deixando-se dominar por factores que lhe deveriam dar coragem e ânimo. Preocupou-se com o público, portuense na maioria, e influenciou-se com a alma dos adversários”.
Na baliza, o FC Porto apresentou Siska, o excelente guarda-redes vindo de leste, um jovem de 19 anos. O húngaro acabaria por ser um importante factor de desequilíbrio, protagonizando uma exibição fantástica.
FC PORTO – SPORTING, 2-1
28-6-1925, Viana do Castelo (Campo de Monserrate)
Árbitro: Rafael Nuñez (Galiza)
Marcadores:
1-0 João Nunes (14’)
1-1 Jaime Gonçalves (50’)
2-1 Coelho da Costa (59’ gp)
FC Porto – Treinador: Akos Teszler (húngaro)
Miguel Siska; Júlio Cardoso e Pedro Temudo; Humberto, Coelho da Costa e Floriano Pereira; Augusto Freire, Balbino da Silva, Flávio Laranjeira, Norman Hall (cap.) e João Nunes.
Suplentes: Álvaro Sequeira e João Costa.
Sporting – Treinador: Filipe dos Santos
Cipriano Nunes; Joaquim Ferreira e Jorge Vieira (cap.); José Leandro, Filipe dos Santos e Martinho de Oliveira; Torres Pereira, Jaime Gonçalves, Henrique Portela, João Francisco e Emílio Ramos.
FC Porto, outra vez vencedor do Campeonato de Portugal de futebol
Viana do Castelo recebeu a final entre FC Porto e Sporting. No campo de Monserrate ganharam os portistas, por 2-1, dedicando a vitória a Velez Carneiro. Os Campeões de Portugal 1924-1925:
João Costa (suplente), Júlio Cardoso, Miguel Siska, Floriano Pereira, Balbino da Silva, Humberto Bragança, Coelho da Costa, Flávio Laranjeira, Pedro Temudo, Norman Hall, Augusto Freire, João Nunes, Álvaro Sequeira (suplente).
Regozijo e festa no burgo portuense!
Da chegada da equipa ao Porto, reportou um revista portuense, "não podiam as Festas da Cidade ter como remate melhor acontecimento. E assim numeroso público se dirigiu à gare de São Bento, acompanhado de uma banda de música, a aguardar a chegada dos comboios. Quando estes entraram nas agulhas, a multidão que enchia a gare rompeu unissonamente em palmas e vivas, saudando nos recém-chegados o FC Porto. Fora da estação, imensa multidão aguardava igualmente os campeões. Um grupo de populares, empunhando archotes, improvisou um cortejo que com a referida banda de música à frente percorreu várias ruas, vitoriando e aplaudindo o campeão de Portugal. O povo do Porto, que enchia as ruas do percurso, associou-se às manifestações de regozijo".
As festas e as homenagens sucederam-se umas às outras. O Porto (cidade e clube) em festa e em homenagem a Velez Carneiro que, entretanto, passara a ter o nome na que fora a Rua do Covelo. Em sua memória.
“Gilletes” de ouro oferecidas e prémio às escondidas…
Por este tempo já existia profissionalismo encapotado. Em sigilo, entregavam-se prémios monetários a jogadores supostamente amadores. E, com mais acuidade, havia futebolistas a receber ordenado “ilegal”. No FC Porto não se fugia à regra mas, talvez mais que em qualquer outro clube, a questão despoletou vivos e acalorados debates em Assembleias-gerais, reuniões de Direcção, tertúlias de sócios e adeptos. Levou mesmo a demissões forçadas e à renúncia voluntária nos órgãos sociais do Clube. Pelo FC Porto sempre trespassou o debate, às vezes polémico, mas confinante com a democracia. A discussão de ideias faz parte do ideário do FC Porto.
Pela reconquista do título, os jogadores do FC Porto receberam “gillettes” de... ouro oferecidas pela firma “Pacheco, Barros & C!", representante da fábrica da “Gillette” em Nova Iorque. Era prémio mais apetecido do que as secretíssimas notinhas de 100 escudos. Mas sussurrava-se, nos cafés do Porto, que as notas de cem também haviam sido entregues aos Campeões de Portugal. Em segredo, está claro, porque “ninguém queria vestir a pele de profissional do futebol”.
Akos Teszler, húngaro (n. Budapeste, Hungria, 1897 – m. Queens, Nova Iorque, 1955) foi o primeiro treinador remunerado do FC Porto, onde chegou a meio da época 1923-24.
• De imediato revolucionaria o sistema da equipa “fazendo do FC Porto um mágico paradigma do... futebol-espectáculo". Em consonância com os atributos do futebol na Hungria, perfilhava que era crucial o apuro técnico dos jogadores. Integrando essa filosofia no seu trabalho, inovou no posicionamento dos jogadores. A liberdade de actuar de um terminava no início da liberdade de agir de outro, este o lema de Teszler na Constituição. Ensinava o jogo curto, cruzado em passes miúdos, um futebol muito agradável. Faltar-lhe-ia, somente, um pouco mais de profundidade.
• Foi um dos 10 técnicos húngaros que transitaram pelo FC Porto (dados de Dez. 2010). Pela mão de Akos veio para o Clube o também húngaro Mihaly Siska, primeiro grande guarda-redes estrangeiro que alinhou em Portugal. Siska haveria de ser uma glória do FC Porto.
• Akos Teszler logrou aura de mago no nosso País. Ganhou o Campeonato de Portugal de 1924-25 sendo o 2.º treinador Campeão de Portugal pelo FC Porto.
• Com ele a equipa portista também logrou resultados brilhantes a nível internacional. É disso exemplo a vitória retumbante sobre o campeão bávaro, o Verein Razenspiele Furth, que em Lisboa tinha ganho todos os jogos disputados, sucumbindo no Campo do Covelo, no Porto, por 2-3. Uma façanha com contornos épicos!
• Em 1927, quando recebia 1000$00 por mês (em Lisboa, havia já quem ganhasse o dobro!), foi-lhe negado em Assembleia-geral aumento de salário. No fim da época 1926-27 partiria para os Estados Unidos, seduzido por outra magia – a dos dólares – procurando, legitimamente, melhor vida. E abandonou, em definitivo, o futebol. Foi substituído interinamente por Alexandre Cal, ex-jogador. Depois viria outro húngaro, Joseph Szabo.
Carreira no FC Porto
1924 a 1926-27
Palmarés: 1 Campeonato de Portugal, 3 Campeonatos do Porto.
[Esta biografia foi enriquecida com o contributo inestimável de Dane Tessler (residente no Texas, EUA) e de István Teszler (residente em Budapeste, Hungria), respectivamente neto e sobrinho de Akos Teszler. Para eles um caloroso agradecimento – Nota: das fotografias de Akos, cedidas por Dane, a primeira foi tirada no Porto em 27 de Fevereiro de 1927, tinha o treinador 29 anos. Na segunda foto Teszler já estava nos Estados Unidos]
Retalhos da história, conquistas e vitórias memoráveis, figuras e glórias do
F. C. do Porto
Capítulo 3: 1921 a 1930 – Primeiro clube a conquistar títulos de âmbito nacional (Parte VIII)
Final (Campeonato de Portugal 1924-25)
Viana do Castelo vestida de azul e branco
O Sporting era considerado, pela imprensa especializada, favorito à vitória na final. Nem passava pela cabeça aos lisboetas serem derrotados pela equipa portuense… Mas a vontade férrea dos pupilos de Akos Teszler superou o favoritismo dos “leões”. Venceram com todo o mérito.Na crónica que publicou em “O Sport de Lisboa”, Ricardo Ornelas sintetizou assim o jogo que valeu ao FC Porto o seu segundo título de campeão de Portugal:
“A vitória portuense foi merecida porque o FC Porto jogou efectivamente melhor de que o representante de Lisboa e porque, a par dessa superioridade técnica, lutou pela vitória com entusiasmo, com alma e demonstrou, a cada momento da partida, uma perfeita compenetração do encargo que lhe cabia pela representação da sua cidade. O Sporting, pelo contrário, jogou sem convicção. Saiu ao campo vencido por factos que devia desprezar ou esquecer. Inferiorizou-se, deixando-se dominar por factores que lhe deveriam dar coragem e ânimo. Preocupou-se com o público, portuense na maioria, e influenciou-se com a alma dos adversários”.
Na baliza, o FC Porto apresentou Siska, o excelente guarda-redes vindo de leste, um jovem de 19 anos. O húngaro acabaria por ser um importante factor de desequilíbrio, protagonizando uma exibição fantástica.
28-6-1925, Viana do Castelo (Campo de Monserrate)
Árbitro: Rafael Nuñez (Galiza)
Marcadores:
1-0 João Nunes (14’)
1-1 Jaime Gonçalves (50’)
2-1 Coelho da Costa (59’ gp)
FC Porto – Treinador: Akos Teszler (húngaro)
Miguel Siska; Júlio Cardoso e Pedro Temudo; Humberto, Coelho da Costa e Floriano Pereira; Augusto Freire, Balbino da Silva, Flávio Laranjeira, Norman Hall (cap.) e João Nunes.
Suplentes: Álvaro Sequeira e João Costa.
Sporting – Treinador: Filipe dos Santos
Cipriano Nunes; Joaquim Ferreira e Jorge Vieira (cap.); José Leandro, Filipe dos Santos e Martinho de Oliveira; Torres Pereira, Jaime Gonçalves, Henrique Portela, João Francisco e Emílio Ramos.
FC Porto, outra vez vencedor do Campeonato de Portugal de futebol
Viana do Castelo recebeu a final entre FC Porto e Sporting. No campo de Monserrate ganharam os portistas, por 2-1, dedicando a vitória a Velez Carneiro. Os Campeões de Portugal 1924-1925:
João Costa (suplente), Júlio Cardoso, Miguel Siska, Floriano Pereira, Balbino da Silva, Humberto Bragança, Coelho da Costa, Flávio Laranjeira, Pedro Temudo, Norman Hall, Augusto Freire, João Nunes, Álvaro Sequeira (suplente).
As festas e as homenagens sucederam-se umas às outras. O Porto (cidade e clube) em festa e em homenagem a Velez Carneiro que, entretanto, passara a ter o nome na que fora a Rua do Covelo. Em sua memória.
“Gilletes” de ouro oferecidas e prémio às escondidas…
Pela reconquista do título, os jogadores do FC Porto receberam “gillettes” de... ouro oferecidas pela firma “Pacheco, Barros & C!", representante da fábrica da “Gillette” em Nova Iorque. Era prémio mais apetecido do que as secretíssimas notinhas de 100 escudos. Mas sussurrava-se, nos cafés do Porto, que as notas de cem também haviam sido entregues aos Campeões de Portugal. Em segredo, está claro, porque “ninguém queria vestir a pele de profissional do futebol”.
• De imediato revolucionaria o sistema da equipa “fazendo do FC Porto um mágico paradigma do... futebol-espectáculo". Em consonância com os atributos do futebol na Hungria, perfilhava que era crucial o apuro técnico dos jogadores. Integrando essa filosofia no seu trabalho, inovou no posicionamento dos jogadores. A liberdade de actuar de um terminava no início da liberdade de agir de outro, este o lema de Teszler na Constituição. Ensinava o jogo curto, cruzado em passes miúdos, um futebol muito agradável. Faltar-lhe-ia, somente, um pouco mais de profundidade.
• Foi um dos 10 técnicos húngaros que transitaram pelo FC Porto (dados de Dez. 2010). Pela mão de Akos veio para o Clube o também húngaro Mihaly Siska, primeiro grande guarda-redes estrangeiro que alinhou em Portugal. Siska haveria de ser uma glória do FC Porto.
• Akos Teszler logrou aura de mago no nosso País. Ganhou o Campeonato de Portugal de 1924-25 sendo o 2.º treinador Campeão de Portugal pelo FC Porto.
• Com ele a equipa portista também logrou resultados brilhantes a nível internacional. É disso exemplo a vitória retumbante sobre o campeão bávaro, o Verein Razenspiele Furth, que em Lisboa tinha ganho todos os jogos disputados, sucumbindo no Campo do Covelo, no Porto, por 2-3. Uma façanha com contornos épicos!
• Em 1927, quando recebia 1000$00 por mês (em Lisboa, havia já quem ganhasse o dobro!), foi-lhe negado em Assembleia-geral aumento de salário. No fim da época 1926-27 partiria para os Estados Unidos, seduzido por outra magia – a dos dólares – procurando, legitimamente, melhor vida. E abandonou, em definitivo, o futebol. Foi substituído interinamente por Alexandre Cal, ex-jogador. Depois viria outro húngaro, Joseph Szabo.
Carreira no FC Porto
1924 a 1926-27
Palmarés: 1 Campeonato de Portugal, 3 Campeonatos do Porto.
[Esta biografia foi enriquecida com o contributo inestimável de Dane Tessler (residente no Texas, EUA) e de István Teszler (residente em Budapeste, Hungria), respectivamente neto e sobrinho de Akos Teszler. Para eles um caloroso agradecimento – Nota: das fotografias de Akos, cedidas por Dane, a primeira foi tirada no Porto em 27 de Fevereiro de 1927, tinha o treinador 29 anos. Na segunda foto Teszler já estava nos Estados Unidos]
- No próximo post.: Capítulo 3 (Continuação) – Vitória retumbante sobre o campeão bávaro; Campeonato de Portugal 1925-26; espanto e humilhação; Balbino da Silva.
PedroPorto
janeiro 07, 2011
formação e camadas jovens, modalidades amadoras, o futuro do dragão pelo pedroporto, o livre de 7 metros do lucho
4 comments
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agenda de jogos - 07Jan a 13Jan
http://bibo-porto-carago.blogspot.com/
06 janeiro, 2011
Não havia necessidade...
http://bibo-porto-carago.blogspot.com/
Ultrapassadas as festividades, estão de volta as emoções do futebol, estão de volta as emoções que nós bem gostamos e que nos fazem palpitar o coração.
Com elas vieram também a nossa primeira derrota do ano desportivo.
Muitos jogos depois, voltámos a conhecer o sabor amargo da derrota.
Como é habitual nestas ocasiões, muitas questões se levantam, pois quem não gosta nem está habituado a perder como nós, não se conforma facilmente.
Mas ora vamos lá desmistificar um pouco a questão e por os pontos nos is.
TERIA QUE MAIS TARDE OU MAIS CEDO ACONTECER??
Claro que tinha. Não há equipas invencíveis! Há equipas fortes, equipas compactas, equipas demolidoras, mas nunca invencíveis.
A ACONTECER, FOI NUMA BOA ALTURA??
Nunca é boa altura para perder. Mas após uma série de jogos nem sempre bem jogados, após um interregno competitivo, perder um jogo no regresso à competição pode ser um factor importante para despertar eventuais adormecimentos que pareciam estar a apoderar-se.
FOI MELHOR ACONTECER NA TAÇA DA LIGA DO QUE NOUTRA COMPETIÇÃO??
Claro que sim. Perder na taça da liga ou perder no campeonato é bem diferente e com repercussões absolutamente distintas. Ainda assim, quando as camisolas do nosso clube entram em campo, seja qual for a competição, apenas a vitória interessa. Se preferirmos, desistimos da taça da liga, e pelo andar repetido da nossa carruagem nesta competição, se calhar mais vale ponderar esta opção na próxima época.
HOUVE DESCOMPRESSÃO DA EQUIPA OU DO TREINADOR??
Na minha opinião, não! O treinador tomou as opções naturais, não tendo feito tantas poupanças quanto isso, senão vejamos: Kieszek (ok, poupança); Fucile (tem intercalado com Sapunaru); Rolando (titular); Sereno (outra poupança); Emídio (opção natural com a lesão de Álvaro); Guarin (titular desde a lesão de Fernando); Moutinho (titular); Rúben (tem intercalado com os outros 2 de meio-campo); Hulk (titular); Walter (opção natural com a lesão de Falcão); James (opção natural com as lesões de Varela e Rodriguez, além de ser titular há 3\4 jogos). Foram estas as poupanças! Quanto aos jogadores, foram bons profissionais, foram empenhados e dedicados. Simplesmente, alguns deles demonstraram que ainda não são maduros (Emídio Rafael, por exemplo) o suficiente para envergarem a nossa camisola, enquanto que outros manifestaram clara falta de qualidade (Sereno e Kieszek, por exemplo).
MAS AFINAL FIZEMOS UM JOGO ASSIM TÃO MAU, AO PONTO DE PERDERMOS PELA PRIMEIRA VEZ??
Não. Manifestamente não fizemos um grande jogo, mas também não foi assim tão mau ao ponto de merecermos a derrota. O que fez o nosso adversário para justificar a vitória? Agora, à imagem do que já havia acontecido antes, deixamos “rolar o marfim” após o 1-0 e como não podia deixar de ser, mais tarde ou mais cedo a coisa tinha que correr mal. Ainda assim, estou convencido de que já tínhamos feito jogos bem piores que este e com outro resultado.
MAS ENTÃO, O QUE CORREU PIOR DO QUE DAS OUTRAS VEZES??
Na verdade, e pese embora as derrotas como as vitórias não serem individuais, mas sempre colectivas, esta derrota tem claramente uma marca: Kieszek.
O jogo decorria morno e com um só sentido.
O futebol praticado não era o melhor que já se viu pelas nossas bandas, mas adivinhava-se um resto de jogo tranquilo, pois a bola raramente chegava à nossa baliza, e com maior ou menor fluidez, iam ocorrendo alguns lances de perigo junto à baliza do adversário.
De repente, num lance absolutamente inofensivo, sem nada que o fizesse prever, o guarda-redes polaco dá um verdadeiro frango e inverte completamente toda a tendência do jogo.
Qual o guarda-redes que nunca deu? Nenhum! Mas fazê-lo sem ter qualquer crédito, isto é, sem um passado de outros bons jogos, falhar redondamente à primeira oportunidade, não é bom sinal.
E eu diria que já se adivinhava qualquer coisa menos positiva em relação à sua actuação, tal era o número de vezes que o vimos a correr fora da área, aparentando alguma intranquilidade.
O que é facto, é que com o empate o adversário ganhou confiança e aproveitou-se de alguma intranquilidade no nosso sector recuado (o que sofreu mais alterações ao figurino habitual) para chegar ao segundo golo, após um livre que nasce de uma falta disparatada de Sereno.
Daquilo que não tenho dúvida, é que se o nosso guarda-redes não dá aquele frango do tamanho da torre dos Clérigos, o jogo ter-se-ia arrastado até ao final, provavelmente até com um segundo golo nosso, e todos falariam de mais uma exibição q.b. da nossa equipa.
Não quero fazer o “assassinato desportivo” de Kieszek, mas foi mau demais.
Aquando da sua contratação, manifestei desde logo estranheza pela mesma.
Um atleta sem quaisquer provas dadas e suplente na sua equipa.
Para a posição em causa, até considero que estamos a precisar de fazer uma boa contratação, pois acho que Beto não passa de um excelente suplente, enquanto que Helton, apesar da boa época que está a realizar, já não cumpre os requisitos para ser nosso titular indiscutível. Apesar disto, certamente nunca ninguém acreditou que fosse Kieszek “o tal” que assumiria as nossas redes.
Perante isto, questiono hoje o que questionei quando chegou: porque foi contratado?
E estou à vontade para o fazer porque no dia 02-07-2010 escrevi neste espaço o seguinte:
Antes de terminar, deixem-me apenas dizer o seguinte: tenho lido de domingo para cá, grandes críticas ao nosso plantel. Rio-me!
É um facto que no futebol se passa de bestial a besta e vice versa, com uma velocidade tremenda.
Ainda assim, desculpem a minha opinião, mas o nosso plantel tem basicamente uma carência e “meia”.
Tem uma carência inequívoca que é um ponta de lança. Um jogador menos pesado que Walter, pois no nosso estilo de jogo é fundamental que se saiba sair da área, fazer tabelas a meio-campo, jogar de costas para a baliza.
A “meia” carência, seria ter um fantasista para o meio-campo. Um jogador rompedor, de drible, de rasgo individual, um desequilibrador no um para um, ou seja, um jogador de características distintas daqueles que temos. Já sei que me vão dizer que no estilo de jogo de AVB um puro “número dez” não tem lugar, mas por isso é que eu digo uma “meia” carência, pois dessa forma poderíamos variar mais frequentemente o estilo de jogo.
Quanto ao resto, não me lixem: nas alas temos os titulares Hulk e Varela, mais James, Ukra, Rodriguez e Mariano. Para o miolo, além de Fernando, Moutinho e Belluschi, temos Rúben Micael (titular em TODAS as outras equipas da 1.ª Liga), Guarin que confere robustez ao meio-campo e solução a Fernando, temos Souza que já mostrou valor e Castro um jovem prometedor. Na defesa, 3 bons centrais: Rolando e Otamendi, das selecções dos seus países e Maicon que já mostrou qualidade. Nas laterais, 3 internacionais: na direita Sapunaru da Roménia, na esquerda Álvaro do Uruguai, e para qualquer um dos lados Fucile do Uruguai.
Temos portanto matéria-prima capaz de superar os objectivos, se bem que a fasquia deve estar num lugar adequado e não no Olimpo nem no mais alto dos nossos sonhos. O sucesso ou insucesso da época, dependerá das exigências que fizermos, e quer-me parecer que depois de uma época onde fomos demasiado brandos e tolerantes, este ano estamos a pedir o Céu e a Terra.
Temos um treinador capaz, ambicioso e muito competente, que saberá dar a devida dimensão desta derrota dentro do balneário.
Temos público ao lado da equipa, pois vimos mais uma plateia bem composta, com alguns assobios naturais nestas ocasiões, mas que se despediu da equipa com palavras de incentivo, reveladoras de confiança no futuro.
Perante isto, não procuremos fantasmas.
Apoie-mos isso sim já no próximo sábado frente ao Marítimo, pois o regresso às vitórias é fundamental.
VAMOS PORTO... RUMO AO TÍTULO!!!!!!!!
Com elas vieram também a nossa primeira derrota do ano desportivo.
Muitos jogos depois, voltámos a conhecer o sabor amargo da derrota.
Como é habitual nestas ocasiões, muitas questões se levantam, pois quem não gosta nem está habituado a perder como nós, não se conforma facilmente.
Mas ora vamos lá desmistificar um pouco a questão e por os pontos nos is.
Claro que tinha. Não há equipas invencíveis! Há equipas fortes, equipas compactas, equipas demolidoras, mas nunca invencíveis.
A ACONTECER, FOI NUMA BOA ALTURA??
Nunca é boa altura para perder. Mas após uma série de jogos nem sempre bem jogados, após um interregno competitivo, perder um jogo no regresso à competição pode ser um factor importante para despertar eventuais adormecimentos que pareciam estar a apoderar-se.
FOI MELHOR ACONTECER NA TAÇA DA LIGA DO QUE NOUTRA COMPETIÇÃO??
Claro que sim. Perder na taça da liga ou perder no campeonato é bem diferente e com repercussões absolutamente distintas. Ainda assim, quando as camisolas do nosso clube entram em campo, seja qual for a competição, apenas a vitória interessa. Se preferirmos, desistimos da taça da liga, e pelo andar repetido da nossa carruagem nesta competição, se calhar mais vale ponderar esta opção na próxima época.
HOUVE DESCOMPRESSÃO DA EQUIPA OU DO TREINADOR??
Na minha opinião, não! O treinador tomou as opções naturais, não tendo feito tantas poupanças quanto isso, senão vejamos: Kieszek (ok, poupança); Fucile (tem intercalado com Sapunaru); Rolando (titular); Sereno (outra poupança); Emídio (opção natural com a lesão de Álvaro); Guarin (titular desde a lesão de Fernando); Moutinho (titular); Rúben (tem intercalado com os outros 2 de meio-campo); Hulk (titular); Walter (opção natural com a lesão de Falcão); James (opção natural com as lesões de Varela e Rodriguez, além de ser titular há 3\4 jogos). Foram estas as poupanças! Quanto aos jogadores, foram bons profissionais, foram empenhados e dedicados. Simplesmente, alguns deles demonstraram que ainda não são maduros (Emídio Rafael, por exemplo) o suficiente para envergarem a nossa camisola, enquanto que outros manifestaram clara falta de qualidade (Sereno e Kieszek, por exemplo).
MAS AFINAL FIZEMOS UM JOGO ASSIM TÃO MAU, AO PONTO DE PERDERMOS PELA PRIMEIRA VEZ??
Não. Manifestamente não fizemos um grande jogo, mas também não foi assim tão mau ao ponto de merecermos a derrota. O que fez o nosso adversário para justificar a vitória? Agora, à imagem do que já havia acontecido antes, deixamos “rolar o marfim” após o 1-0 e como não podia deixar de ser, mais tarde ou mais cedo a coisa tinha que correr mal. Ainda assim, estou convencido de que já tínhamos feito jogos bem piores que este e com outro resultado.
MAS ENTÃO, O QUE CORREU PIOR DO QUE DAS OUTRAS VEZES??
Na verdade, e pese embora as derrotas como as vitórias não serem individuais, mas sempre colectivas, esta derrota tem claramente uma marca: Kieszek.
O jogo decorria morno e com um só sentido.
O futebol praticado não era o melhor que já se viu pelas nossas bandas, mas adivinhava-se um resto de jogo tranquilo, pois a bola raramente chegava à nossa baliza, e com maior ou menor fluidez, iam ocorrendo alguns lances de perigo junto à baliza do adversário.
Qual o guarda-redes que nunca deu? Nenhum! Mas fazê-lo sem ter qualquer crédito, isto é, sem um passado de outros bons jogos, falhar redondamente à primeira oportunidade, não é bom sinal.
E eu diria que já se adivinhava qualquer coisa menos positiva em relação à sua actuação, tal era o número de vezes que o vimos a correr fora da área, aparentando alguma intranquilidade.
O que é facto, é que com o empate o adversário ganhou confiança e aproveitou-se de alguma intranquilidade no nosso sector recuado (o que sofreu mais alterações ao figurino habitual) para chegar ao segundo golo, após um livre que nasce de uma falta disparatada de Sereno.
Daquilo que não tenho dúvida, é que se o nosso guarda-redes não dá aquele frango do tamanho da torre dos Clérigos, o jogo ter-se-ia arrastado até ao final, provavelmente até com um segundo golo nosso, e todos falariam de mais uma exibição q.b. da nossa equipa.
Não quero fazer o “assassinato desportivo” de Kieszek, mas foi mau demais.
Aquando da sua contratação, manifestei desde logo estranheza pela mesma.
Um atleta sem quaisquer provas dadas e suplente na sua equipa.
Para a posição em causa, até considero que estamos a precisar de fazer uma boa contratação, pois acho que Beto não passa de um excelente suplente, enquanto que Helton, apesar da boa época que está a realizar, já não cumpre os requisitos para ser nosso titular indiscutível. Apesar disto, certamente nunca ninguém acreditou que fosse Kieszek “o tal” que assumiria as nossas redes.
Perante isto, questiono hoje o que questionei quando chegou: porque foi contratado?
E estou à vontade para o fazer porque no dia 02-07-2010 escrevi neste espaço o seguinte:
- “Lamentavelmente, o dia fica já marcado por mais um "desvario" da nossa SAD com a contratação do guarda-redes polaco Kieszek.
Contratar um terceiro guarda-redes era uma das nossas prioridades? De certeza que não...
Peço desculpa, mas há coisas que não se percebem e esta é uma delas...ou será que se percebe, tendo em conta o clube de origem???
Quem é que beneficia com esta contratação?
Não está em causa a pessoa nem o jogador, mas alguém acredita que este polaco vem acrescentar mais qualidade ao posto específico de guarda-redes?
Os números da transferência ainda não foram divulgados, mas nem que seja a custo zero, vamos ter que lhe pagar os salários...não seria melhor aproveitar esse dinheiro para colmatar outras carências do nosso plantel?”
É um facto que no futebol se passa de bestial a besta e vice versa, com uma velocidade tremenda.
Ainda assim, desculpem a minha opinião, mas o nosso plantel tem basicamente uma carência e “meia”.
Tem uma carência inequívoca que é um ponta de lança. Um jogador menos pesado que Walter, pois no nosso estilo de jogo é fundamental que se saiba sair da área, fazer tabelas a meio-campo, jogar de costas para a baliza.
A “meia” carência, seria ter um fantasista para o meio-campo. Um jogador rompedor, de drible, de rasgo individual, um desequilibrador no um para um, ou seja, um jogador de características distintas daqueles que temos. Já sei que me vão dizer que no estilo de jogo de AVB um puro “número dez” não tem lugar, mas por isso é que eu digo uma “meia” carência, pois dessa forma poderíamos variar mais frequentemente o estilo de jogo.
Quanto ao resto, não me lixem: nas alas temos os titulares Hulk e Varela, mais James, Ukra, Rodriguez e Mariano. Para o miolo, além de Fernando, Moutinho e Belluschi, temos Rúben Micael (titular em TODAS as outras equipas da 1.ª Liga), Guarin que confere robustez ao meio-campo e solução a Fernando, temos Souza que já mostrou valor e Castro um jovem prometedor. Na defesa, 3 bons centrais: Rolando e Otamendi, das selecções dos seus países e Maicon que já mostrou qualidade. Nas laterais, 3 internacionais: na direita Sapunaru da Roménia, na esquerda Álvaro do Uruguai, e para qualquer um dos lados Fucile do Uruguai.
Temos portanto matéria-prima capaz de superar os objectivos, se bem que a fasquia deve estar num lugar adequado e não no Olimpo nem no mais alto dos nossos sonhos. O sucesso ou insucesso da época, dependerá das exigências que fizermos, e quer-me parecer que depois de uma época onde fomos demasiado brandos e tolerantes, este ano estamos a pedir o Céu e a Terra.
Temos um treinador capaz, ambicioso e muito competente, que saberá dar a devida dimensão desta derrota dentro do balneário.
Temos público ao lado da equipa, pois vimos mais uma plateia bem composta, com alguns assobios naturais nestas ocasiões, mas que se despediu da equipa com palavras de incentivo, reveladoras de confiança no futuro.
Perante isto, não procuremos fantasmas.
Apoie-mos isso sim já no próximo sábado frente ao Marítimo, pois o regresso às vitórias é fundamental.
VAMOS PORTO... RUMO AO TÍTULO!!!!!!!!
Nós não paramos de cantar, por ti…
http://bibo-porto-carago.blogspot.com/
E eis que ao primeiro jogo de 2011 surge a primeira derrota do FC Porto esta temporada. O recorde único e absolutamente fantástico da equipa liderada por André Villas-Boas, que esteve 36 jogos sem perder, mais concretamente desde o malogrado dia 21 de Março de 2010, foi quebrado no Domingo pelo Nacional da Madeira, o nosso carrasco no estádio do Dragão, que soma agora três vitórias na nossa casa!
Não há equipas imbatíveis, todas elas perdem, e a melhor de todas, é aquela que menos vezes perde. E também a que sabe reagir bem depois dum percalço, tal como o nosso clube sempre nos habituou. Por isso considero o jogo do próximo Sábado diante do Marítimo muito importante. Quero uma resposta à altura, tanto dos jogadores como dos adeptos azuis e brancos. Larguem o sofá, todos ao Dragão ajudar a fazer do Porto o campeão!!
Duas semanas sem ver a bola rolar é um algo muito difícil de suportar. Em época festiva, entre comemorações do Natal e do Ano Novo, as saudades de ver o nosso mágico Porto em campo e estar na curva a apoiar, iam aumentado dia após dia. O amor ao clube, que é aquilo que nos move, e aquela adrenalina contagiante na bancada que nunca mais chegava.
No primeiro dia do novo ano e como já é tradição, abriram-se as portas do treino aos adeptos. Verificou-se uma autêntica rumaria ao estádio do Dragão, tendo comparecido no primeiro treino da década 6000 pessoas. Sim, 6000 pessoas, uma multidão que fez inveja a muitas assistências em jogos da Liga ZON Sagres. Muitos foram os incentivos provenientes da bancada, aos quais todos os jogadores do plantel agradeceram. Os adeptos mostraram que estão com a equipa.
No dia seguinte, Domingo, até que enfim, um jogo. Recepção ao Nacional da Madeira no primeiro encontro da fase de grupos da taça da Liga. Felizmente, os bilhetes baratos e o facto de o jogo ser num Domingo à tarde atraiu mais algum público que nos últimos três jogos em casa. Mesmo assim, muito longe de casa cheia, estiveram presentes 30018 espectadores nas bancadas. A meio da tarde já se verificava bastante movimento nas imediações do estádio.
Uma vez lá dentro e depois de entoado o hino do clube como habitualmente, foi feito um minuto de silêncio em memória de Pôncio Monteiro, portista de eleição falecido recentemente. Aqui não posso ficar calado e tenho de manifestar o meu desagrado para com uma situação que ocorre de há uns anos para cá. Um minuto de silêncio é um minuto de silêncio, não um minuto de ovação. E antigamente era assim, tenho recordações de quando era muito novinho, presenciar minutos de silêncio em que não se ouvia uma mosca. Mas ultimamente parece que virou moda bater-se palmas nesses momentos, o que, quanto a mim, não tem lógica nenhuma e nunca consegui perceber. Foi uma moda que pegou, não só aqui, mas em todo o lado. Qualquer minuto de silêncio que agora se cumpra, é acompanhado de uma estrondosa ovação por parte do público, que deveria agir, quanto a mim, com profundo silêncio e sentimento de pesar.
Em relação às nossas claques, a curva sul que é ocupada pelos Super Dragões apresentou-se muito bem composta, poucas eram as cadeiras vazias, sector praticamente lotado. Muito bom para primeiro jogo do ano. Do outro lado do estádio, as grandes bandeiras do Colectivo ajudaram a disfarçar as cadeiras vazias que se avistavam. Não foi perceptível nenhum adepto do Nacional da Madeira presente.
O apoio em si foi bom, alguns bons momentos de ambos os grupos durante o jogo, em especial na segunda parte. De realçar a vontade de apoiar a equipa, logo depois de consentido o empate e mesmo depois de feita a reviravolta no marcador. Não foi isso que nos deitou abaixo, e os ultras do FC Porto não se calaram até ao apito final. Perdão, nem depois do apito final de Olegário Benquerença. Grande mentalidade e postura na curva, que enquanto os jogadores agradeciam e recolhiam aos balneários, eram brindados com cânticos de incentivo. É o reconhecimento natural do que foi feito até aqui, e um aviso de que nada nos separa da nossa equipa, a comprovar já no próximo Sábado, para a última jornada da primeira volta do campeonato.
PS - Para terminar, aqui vai uma prova de que nada é impossível e que podem esperar sempre qualquer coisa que nunca imaginaram, quando pensava eu já ter ouvido de tudo, ouvi o Pacheco Pereira falar de claques…
Um abraço ultra.
Não há equipas imbatíveis, todas elas perdem, e a melhor de todas, é aquela que menos vezes perde. E também a que sabe reagir bem depois dum percalço, tal como o nosso clube sempre nos habituou. Por isso considero o jogo do próximo Sábado diante do Marítimo muito importante. Quero uma resposta à altura, tanto dos jogadores como dos adeptos azuis e brancos. Larguem o sofá, todos ao Dragão ajudar a fazer do Porto o campeão!!
Duas semanas sem ver a bola rolar é um algo muito difícil de suportar. Em época festiva, entre comemorações do Natal e do Ano Novo, as saudades de ver o nosso mágico Porto em campo e estar na curva a apoiar, iam aumentado dia após dia. O amor ao clube, que é aquilo que nos move, e aquela adrenalina contagiante na bancada que nunca mais chegava.
No primeiro dia do novo ano e como já é tradição, abriram-se as portas do treino aos adeptos. Verificou-se uma autêntica rumaria ao estádio do Dragão, tendo comparecido no primeiro treino da década 6000 pessoas. Sim, 6000 pessoas, uma multidão que fez inveja a muitas assistências em jogos da Liga ZON Sagres. Muitos foram os incentivos provenientes da bancada, aos quais todos os jogadores do plantel agradeceram. Os adeptos mostraram que estão com a equipa.
Uma vez lá dentro e depois de entoado o hino do clube como habitualmente, foi feito um minuto de silêncio em memória de Pôncio Monteiro, portista de eleição falecido recentemente. Aqui não posso ficar calado e tenho de manifestar o meu desagrado para com uma situação que ocorre de há uns anos para cá. Um minuto de silêncio é um minuto de silêncio, não um minuto de ovação. E antigamente era assim, tenho recordações de quando era muito novinho, presenciar minutos de silêncio em que não se ouvia uma mosca. Mas ultimamente parece que virou moda bater-se palmas nesses momentos, o que, quanto a mim, não tem lógica nenhuma e nunca consegui perceber. Foi uma moda que pegou, não só aqui, mas em todo o lado. Qualquer minuto de silêncio que agora se cumpra, é acompanhado de uma estrondosa ovação por parte do público, que deveria agir, quanto a mim, com profundo silêncio e sentimento de pesar.
Em relação às nossas claques, a curva sul que é ocupada pelos Super Dragões apresentou-se muito bem composta, poucas eram as cadeiras vazias, sector praticamente lotado. Muito bom para primeiro jogo do ano. Do outro lado do estádio, as grandes bandeiras do Colectivo ajudaram a disfarçar as cadeiras vazias que se avistavam. Não foi perceptível nenhum adepto do Nacional da Madeira presente.
PS - Para terminar, aqui vai uma prova de que nada é impossível e que podem esperar sempre qualquer coisa que nunca imaginaram, quando pensava eu já ter ouvido de tudo, ouvi o Pacheco Pereira falar de claques…
Um abraço ultra.
05 janeiro, 2011
Termómetro do Tribunal
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Tenho o dever, como é claro, começar por desejar um bom ano a todos aqui no blog, visto que não tive oportunidade de o fazer na semana passada por razões óbvias. Por isso, eu acho que adivinho metade dos desejos dos Portistas que é sermos campeões no final desta época, vencermos a Taça de Portugal, lutarmos pela Taça da Liga e se possível ,fazer um passeio por essa Europa fora com destinos como Sevilha, Thessaloniki, Manchester, podermos ir ver como está o tempo em Itália (e as italianas) e como destino final, não importo de ir passear a Dublin, como quem não quer a coisa, aproveitar e ver o FC Porto a levantar o caneco Europeu.
Estes foram os meus desejos. Como sonhar não paga imposto, e foi assim sem ninguém contar que chegamos onde chegamos, por isso acho que tudo é possível, mas há primeiro que fazer contas jogo-a-jogo porque nada está ganho, e como eu já cá ando há uns anos, ou muito me engano ou esta Comunicação Social vai fazer de tudo para continuar a colocar pressão no nosso clube.
Por falar em pressão, lá deixamos o inimigo lançar os primeiros foguetes. Conseguiram ao final de 287 dias e 36 jogos oficiais, festejar uma derrota do FC Porto. É nestas horas que acho que é muito difícil ser-se anti-Portista, embora saiba que é um clube com muitos adeptos; até já estou a imaginar que segunda-feira foi dia de folga na TVI (televisão verdadeiramente “incarnada”), na SIC e claro que na RTP, vulgo RanchoTV. Como todos sabemos, é feriado todo ano, excepto quando joga o clube do Alto dos Moinhos que aí há que transmitir tudo e mais alguma coisa desde Triatlo, Berlinde, Futsal, Andebol, Hóquei (que este ano é que a modalidade está a ser boa), corrida de costas em campo fechado e a meia maratona da águia bichona ao complexo do Martim Moniz.
Por falar em RTP, eu coloquei um vídeo do nosso Presidente na minha ultima crónica, um excerto de uma peça humori... desculpem, jornalística, protagonizada por uma assalariada da RTP de nome Margarida Metello onde se pode ouvir os grunhidos da tal senhora que nem se deu ao trabalho de verificar se os dados que tinha, reflectiam ou continham alguma verdade. Caso para se dizer que ganhar perto de 4.000 euros saidos do nosso bolso, bem que os podia aproveitar para aumentar a cozinha ao invés de fazer “copy past” daquilo que vai ouvindo no camarote da Luz.
Bem, mas voltando ao jogo e analisando apenas e só a segunda parte que foi aquela que pude ver ao vivo, visto que estive no Basquetebol até ao fim do jogo, foi um jogo menos conseguido onde as pernas tremeram um bocadinho, com muitos lances trapalhões, com um patalhão de meia-noite do nosso guarda-redes, com umas fifías da defesa e algumas mudanças que não resultaram tão bem.
Isto tudo contra uma equipa que vinha à procura de uma vitória, bem organizada, com uma bom treinador e um plantel bem jeitoso.
Podemos agora, já depois do jogo, analisar/dissecar jogada a jogada, mas no nosso clube andamos para a frente e temos é de pensar no que aí vem, porque águas passadas não movem moinhos e não somos clube de estar à espera de melhores ventos, por isso, conhecendo o André como conheço, sei que tirou todas as conclusões necessárias para se fazer ajustes quer no próximo jogo quer para o resto da época; não vou entrar aqui em discussões se o Sereno presta ou não, ou se o guarda-redes é bom ou é um trolha, porque olho para a equipa como um todo e apoio todos por igual, desde que haja trabalho e dedicação.
Também não deixa de ser verdade que foi um jogo que não contava perder. Eu entro para qualquer competição com vontade de a vencer, por isso, conversa como “não podemos ganhar sempre” ou “foi para a taça da Liga” a mim pouco me diz. A única coisa que consigo tirar de positivo é que acaba uma pressão maluca que nos ia acompanhar até perdermos um jogo (como fizeram ao Chelsea de Mourinho, que chegaram a criar um prémio para o clube que os conseguisse vencer) e acima de tudo, colocou esta equipa com os pés bem assentes na terra, onde teremos de trabalhar mais e melhor para voltar a fazer o que conseguimos até ao passado Domingo.
Voltando ao André, o Tribunal do Antas pede uma posição firme, se possível, um murro na mesa como numa mítica conferência de imprensa depois de um jogo contra o Denizlispor, onde esse alguém afirmava "Em condições normais, somos melhores... em condições normais somos muito melhores... em condições normais, vamos ser Campeões... e em condições anormais, também vamos ser Campeões".
Cerrar fileiras, trabalhar para dentro sem vaidades e alertar muita dessa canalhada, que anda pelo plantel que não imagina do que são capazes de nos fazer só para atingirem fins, para não se colocarem a jeito e principalmente terem a noção que se tem de trabalhar muito e bem para sermos campeões.
Por falar em condições anormais, ainda estou à espera que o Vítor Pereira explicasse isto que se vai passando e ninguém nada diz:
Mas estas queixas nós já sabemos de onde e quem as faz, pois para aqueles lados nunca há violência, nunca há más arbitragens (excepto quando perdem), nunca há má gestão, nunca há maus jogadores, nunca há corrupção, etc, etc e etc... todos os anos assistimos a uma autêntica vaginoplastia; é só virgens para aqueles lados!!
Nota só para a nossa arbitragem que vai de mal a pior. Tenho de dar os parabéns pela excelente nota que teve Duarte Gomes no jogo do derby minhoto, onde não influenciou o resultado é verdade, mas como se isso fosse tudo, o resto foi o que vimos: três golos irregulares, um penálti, duas expulsões (uma delas não se percebe muito bem), conseguiu perdoar pelo menos 2 cartões vermelhos e ainda conseguiu usar da violência para afastar os jogadores que protestavam no lance do penálti. Uma maravilha!!! Fica a pergunta: "é isto que queremos que chegue a profissional?"
Para acabar e não menos importante, e como sempre da minha parte, têm aqui um admirador ver os Super Dragões, quer no final de uma derrota, quer com a equipa já no balneário, continuaram a cantar a apoiar o nosso clube, um gesto bonito que me deixou muito contente.
Despeço-me como é claro se a CIA deixar e o BPN patrocinar, com a previsão do tempo para Portugal Continental com melhorias significativas e até algumas abertas durante a semana, com sol para sábado, a temperatura em Lisboa a rondar os -8 a -11 graus, e ocorrência de uma chuva de patos na zona centro, principalmente na zona de Leiria.
Meus amigos um Grande abraço Tripeiro e muito... muito Portista.
Por falar em pressão, lá deixamos o inimigo lançar os primeiros foguetes. Conseguiram ao final de 287 dias e 36 jogos oficiais, festejar uma derrota do FC Porto. É nestas horas que acho que é muito difícil ser-se anti-Portista, embora saiba que é um clube com muitos adeptos; até já estou a imaginar que segunda-feira foi dia de folga na TVI (televisão verdadeiramente “incarnada”), na SIC e claro que na RTP, vulgo RanchoTV. Como todos sabemos, é feriado todo ano, excepto quando joga o clube do Alto dos Moinhos que aí há que transmitir tudo e mais alguma coisa desde Triatlo, Berlinde, Futsal, Andebol, Hóquei (que este ano é que a modalidade está a ser boa), corrida de costas em campo fechado e a meia maratona da águia bichona ao complexo do Martim Moniz.
Por falar em RTP, eu coloquei um vídeo do nosso Presidente na minha ultima crónica, um excerto de uma peça humori... desculpem, jornalística, protagonizada por uma assalariada da RTP de nome Margarida Metello onde se pode ouvir os grunhidos da tal senhora que nem se deu ao trabalho de verificar se os dados que tinha, reflectiam ou continham alguma verdade. Caso para se dizer que ganhar perto de 4.000 euros saidos do nosso bolso, bem que os podia aproveitar para aumentar a cozinha ao invés de fazer “copy past” daquilo que vai ouvindo no camarote da Luz.
Bem, mas voltando ao jogo e analisando apenas e só a segunda parte que foi aquela que pude ver ao vivo, visto que estive no Basquetebol até ao fim do jogo, foi um jogo menos conseguido onde as pernas tremeram um bocadinho, com muitos lances trapalhões, com um patalhão de meia-noite do nosso guarda-redes, com umas fifías da defesa e algumas mudanças que não resultaram tão bem.
Isto tudo contra uma equipa que vinha à procura de uma vitória, bem organizada, com uma bom treinador e um plantel bem jeitoso.
Podemos agora, já depois do jogo, analisar/dissecar jogada a jogada, mas no nosso clube andamos para a frente e temos é de pensar no que aí vem, porque águas passadas não movem moinhos e não somos clube de estar à espera de melhores ventos, por isso, conhecendo o André como conheço, sei que tirou todas as conclusões necessárias para se fazer ajustes quer no próximo jogo quer para o resto da época; não vou entrar aqui em discussões se o Sereno presta ou não, ou se o guarda-redes é bom ou é um trolha, porque olho para a equipa como um todo e apoio todos por igual, desde que haja trabalho e dedicação.
Também não deixa de ser verdade que foi um jogo que não contava perder. Eu entro para qualquer competição com vontade de a vencer, por isso, conversa como “não podemos ganhar sempre” ou “foi para a taça da Liga” a mim pouco me diz. A única coisa que consigo tirar de positivo é que acaba uma pressão maluca que nos ia acompanhar até perdermos um jogo (como fizeram ao Chelsea de Mourinho, que chegaram a criar um prémio para o clube que os conseguisse vencer) e acima de tudo, colocou esta equipa com os pés bem assentes na terra, onde teremos de trabalhar mais e melhor para voltar a fazer o que conseguimos até ao passado Domingo.
Voltando ao André, o Tribunal do Antas pede uma posição firme, se possível, um murro na mesa como numa mítica conferência de imprensa depois de um jogo contra o Denizlispor, onde esse alguém afirmava "Em condições normais, somos melhores... em condições normais somos muito melhores... em condições normais, vamos ser Campeões... e em condições anormais, também vamos ser Campeões".
Cerrar fileiras, trabalhar para dentro sem vaidades e alertar muita dessa canalhada, que anda pelo plantel que não imagina do que são capazes de nos fazer só para atingirem fins, para não se colocarem a jeito e principalmente terem a noção que se tem de trabalhar muito e bem para sermos campeões.
- Supertaça - 4 expulsões (César Peixoto, Cardoso, David Luiz, Carlos Martins).
Académica - expulsão do David Luiz (agressão).
Paços Ferreira - penalty fantasma, expulsão David Luiz e Baiano expulso injustamente após simulação do Coentrão.
Setúbal - expulsão do Cardozo (agressão).
Braga - expulsão Maxi Pereira (agressão).
Porto - penalty por assinalar por mão do Salvio.
Olhanense - penalty de David Luiz sobre o João Gonçalves.
Marítimo - David Luiz e Maxi Pereira expulsões (agressões).
Mas estas queixas nós já sabemos de onde e quem as faz, pois para aqueles lados nunca há violência, nunca há más arbitragens (excepto quando perdem), nunca há má gestão, nunca há maus jogadores, nunca há corrupção, etc, etc e etc... todos os anos assistimos a uma autêntica vaginoplastia; é só virgens para aqueles lados!!
Nota só para a nossa arbitragem que vai de mal a pior. Tenho de dar os parabéns pela excelente nota que teve Duarte Gomes no jogo do derby minhoto, onde não influenciou o resultado é verdade, mas como se isso fosse tudo, o resto foi o que vimos: três golos irregulares, um penálti, duas expulsões (uma delas não se percebe muito bem), conseguiu perdoar pelo menos 2 cartões vermelhos e ainda conseguiu usar da violência para afastar os jogadores que protestavam no lance do penálti. Uma maravilha!!! Fica a pergunta: "é isto que queremos que chegue a profissional?"
Para acabar e não menos importante, e como sempre da minha parte, têm aqui um admirador ver os Super Dragões, quer no final de uma derrota, quer com a equipa já no balneário, continuaram a cantar a apoiar o nosso clube, um gesto bonito que me deixou muito contente.
Despeço-me como é claro se a CIA deixar e o BPN patrocinar, com a previsão do tempo para Portugal Continental com melhorias significativas e até algumas abertas durante a semana, com sol para sábado, a temperatura em Lisboa a rondar os -8 a -11 graus, e ocorrência de uma chuva de patos na zona centro, principalmente na zona de Leiria.
Meus amigos um Grande abraço Tripeiro e muito... muito Portista.
catálogo oficial FC Porto 2010/2011 [download]
http://bibo-porto-carago.blogspot.com/
O catálogo oficial FC Porto 2010/2011, foi muito recentemente lançado, estando já um exemplar em nossa posse. Porque nem todos os Portistas terão acesso a ele ou irão recebê-lo comodamente nas suas casas, os "não sócios", e é desses que falamos, disponibilizamos a partir daqui, e para todos os interessados, em mais um serviço público Portista, a possibilidade de efectuarem para o vosso computador, o DOWNLOAD da digitalização desse mesmo catálogo, em formato .pdf - adobe reader (faça aqui o download da versão mais recente do Adobe Reader), bastando para tal, CLICAR NA IMAGEM aqui logo acima, e depois de aberta uma nova página, digitar no canto direito as letras de segurança que surjam visíveis, para logo de seguida, baixar o arquivo.
Entretanto, e acaso pretendam algum esclarecimento adicional ou ajuda para encomendas, sintam-se à vontade para "chatear", enviando email para blogdoblueboy@gmail.com com a questão que pretendem ver respondida.
Entretanto, e acaso pretendam algum esclarecimento adicional ou ajuda para encomendas, sintam-se à vontade para "chatear", enviando email para blogdoblueboy@gmail.com com a questão que pretendem ver respondida.
04 janeiro, 2011
Madeira e Torres Vedras num sábado que promete...
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No próximo fim de semana, estarei no Dragão para assistir ao retomar de um ciclo que voltará a ser (muito) vitorioso apesar dos vários profetas da desgraça se terem reunido logo após a 1ª derrota do Porto de Villas Boas.
Estarei no futebol, mas o meu coração vai estar também pelo Funchal onde o basquetebol joga uma partida importante, e em Torres Vedras onde o nosso hóquei em patins tem pela frente um perigoso compromisso e onde uma escorregadela poderá revelar-se fatal.
Quero regressar a casa com 3 vitórias no bolso e de alma renovada neste início de 2011, um ano que muito promete para as nossas cores. Digo eu, que não sou profeta da desgraça.
Força Porto!
ANDEBOL
O andebol dos Dragões só volta a competir oficialmente no próximo dia 19 de Janeiro, na 1ª jornada da supertaça frente ao Sporting (em Portimão).
BASQUETEBOL
FC Porto volta às vitórias frente a um Illiabum muito débil...
(1º FC PORTO-19 pts e 10 jgs; 2º Benfica-18 pts e 10 jgs; 3º Ac.Coimbra-16 pts e 10 jgs...)
Vitória natural dos Dragões que assim regressaram aos triunfos após o desaire (1º) da última jornada. Os Aveirenses só deram réplica no 1º quarto, tendo caído de forma estrondosa logo após um parcial de 13-0 conseguido pelos Portistas no início do 2º período. Ao intervalo, o Porto já vencia por 50-33 e na 2ª parte foi mais um passeio igual a muitos já conseguidos pela equipa azul e branca nesta temporada.
Stempin foi o MVP da partida com 21 pontos, 5 ressaltos e 4 assistências, devendo-se destacar ainda as prestações de Ogirri (22 pontos e 5/8 nos triplos), Terrell (14 pts), Miguel Miranda (11 pts) e João Soares (10 pts).
O FC Porto visita no sábado o CAB Madeira (15h30) na última ronda da 1ª volta da fase regular. Tudo se conjuga para que os apurados para a taça Hugo Santos, sejam: FC Porto, Benfica, Académica e Guimarães.
HÓQUEI EM PATINS
Depois daquelas duas derrotas dolorosas, o hóquei Portista despediu-se de 2010 com uma vitória tranquila sobre o Gulpilhares. Agora, no próximo sábado, na estreia de 2011, os Dragões visitam a Física de Torres Vedras (18h) num jogo sempre complicado...
DRAGÃO DE OURO DA SEMANA
JOÃO SOARES (BASQUETEBOL)
Apesar de Stempin, Terrell e Ogirri terem apresentado números superiores, hoje escolho para Dragão de Ouro da semana, o jovem João Soares.
Sempre que Moncho aproveita para dar ritmo de jogo aos mais jovens do plantel, há um que raramente descura essas oportunidades de ouro. João Soares foi uma vez mais aposta de sucesso e nos 11 minutos em que pode jogar, apresentou excelentes números como quase sempre sucede: 10 pontos (2/2 nos duplos e 2/3 nos triplos), 2 ressaltos e 1 roubo de bola. Nos 10 jogos do campeonato, tem um total de 47 pontos.
Saudações Portistas,
Lucho.
Estarei no futebol, mas o meu coração vai estar também pelo Funchal onde o basquetebol joga uma partida importante, e em Torres Vedras onde o nosso hóquei em patins tem pela frente um perigoso compromisso e onde uma escorregadela poderá revelar-se fatal.
Quero regressar a casa com 3 vitórias no bolso e de alma renovada neste início de 2011, um ano que muito promete para as nossas cores. Digo eu, que não sou profeta da desgraça.
Força Porto!
ANDEBOL
O andebol dos Dragões só volta a competir oficialmente no próximo dia 19 de Janeiro, na 1ª jornada da supertaça frente ao Sporting (em Portimão).
BASQUETEBOL
FC Porto volta às vitórias frente a um Illiabum muito débil...
(1º FC PORTO-19 pts e 10 jgs; 2º Benfica-18 pts e 10 jgs; 3º Ac.Coimbra-16 pts e 10 jgs...)
- FC Porto 97-69 Illiabum
Stempin foi o MVP da partida com 21 pontos, 5 ressaltos e 4 assistências, devendo-se destacar ainda as prestações de Ogirri (22 pontos e 5/8 nos triplos), Terrell (14 pts), Miguel Miranda (11 pts) e João Soares (10 pts).
O FC Porto visita no sábado o CAB Madeira (15h30) na última ronda da 1ª volta da fase regular. Tudo se conjuga para que os apurados para a taça Hugo Santos, sejam: FC Porto, Benfica, Académica e Guimarães.
HÓQUEI EM PATINS
Depois daquelas duas derrotas dolorosas, o hóquei Portista despediu-se de 2010 com uma vitória tranquila sobre o Gulpilhares. Agora, no próximo sábado, na estreia de 2011, os Dragões visitam a Física de Torres Vedras (18h) num jogo sempre complicado...
DRAGÃO DE OURO DA SEMANA
Apesar de Stempin, Terrell e Ogirri terem apresentado números superiores, hoje escolho para Dragão de Ouro da semana, o jovem João Soares.
Sempre que Moncho aproveita para dar ritmo de jogo aos mais jovens do plantel, há um que raramente descura essas oportunidades de ouro. João Soares foi uma vez mais aposta de sucesso e nos 11 minutos em que pode jogar, apresentou excelentes números como quase sempre sucede: 10 pontos (2/2 nos duplos e 2/3 nos triplos), 2 ressaltos e 1 roubo de bola. Nos 10 jogos do campeonato, tem um total de 47 pontos.
Saudações Portistas,
Lucho.
03 janeiro, 2011
Erros fatais que justificam o resultado
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assistência: 30.018 espectadores.
Árbitro: Olegário Benquerença (Leiria), Assistentes: João Santos e Luís Marcelino; 4.º Árbitro: Jorge Ferreira.
FC PORTO: Kieszek; Fucile, Rolando «cap.», Sereno e Rafa; Guarín, Rúben Micael e João Moutinho; Hulk, Walter e James.
Substituições: Fucile por Sapunaru (61m), Rúben Micael por Belluschi (74m), Guarín por Ukra (84m).
Não utilizados: Helton, Maicon, Souza e Castro.
Treinador: André Villas-Boas.
NACIONAL: Bracali; Claudemir, Felipe Lopes, Tomasevic e Danielson; Edgar Costa, Bruno Amaro, Luís Alberto «cap.» e Skolnik; Diego Barcellos e Orlando Sá.
Substituições: Skolnik por João Aurélio (56m), Orlando Sá por Pecnik (71m) e Diego Barcellos por Anselmo (75m).
Não utilizados: Elisson, Patacas, Todorovic e Mihelic.
Treinador: Pedrag Jokanovic.
Marcadores: Hulk (64m, g.p.), Anselmo (78m e 85m).
Disciplina: cartão amarelo a Sereno (45m), Luís Alberto (56m), Tomasevic (63m), Diego Barcellos (72m), Hulk (86m), Danielson (90+1m).
A combinação entre um Dragão murcho no primeiro tempo e um pouco mais atrevido no segundo resultou na primeira derrota da época para o FC Porto, quebrando um ciclo de 36 jogos sem conhecer o sabor da derrota.
Os Dragões estiveram a vencer por um golo mas erros fatais do guarda-redes Kieszek e desatenção da defesa portista permitiram aos insulares impor a primeira derrota da época aos portistas.
No primeiro tempo, o FC Porto mostrou-se “desligado” do encontro com os madeirenses, com muita disputa no meio do relvado do Dragão.
A equipa de André Villas-Boas, que esta tarde começou com um onze fora do habitual, revelou dificuldades em ligar o seu meio-campo aos homens da artilharia, Hulk, James e Walter. Além desta falta de química, os avançados portistas deixaram a eficácia presa no ano passado, deixando-se ultrapassar pelos homens da Madeira na “Hora H”.
Do lado da formação de Jokanovic, Orlando Sá, emprestado pelo FC Porto, foi o jogador mais influente, saindo dos pés dele as melhores oportunidades para os insulares, mas sem grande perigo.
Ao intervalo, o marcador apontava um 0-0.
O FC Porto começou o segundo tempo com outra atitude, e os remates de Hulk e James ameaçaram o guardião Rafael Bracali.
Ao minuto 62, Olegário Benquerença vê falta de Felipe Lopes sobre Walter dentro da grande área e assinala grande penalidade a favor dos Dragões. Na conversão, o brasileiro Hulk não falhou, somando mais um golo para a sua conta pessoal.
Nove minutos depois, e na sequência de um cruzamento da esquerda de Pecnik, Kieszek não segurou a bola e Anselmo encostou para o fundo das redes, estabelecendo o empate.
Mas a formação insular quis mais e conseguiu sete minutos depois. O mesmo Anselmo surgiu isolado na área, após cruzamento da esquerda de João Aurélio, e desviou de cabeça para o segundo do Nacional, evidenciando a falta de atenção da defesa azul e branca.
O árbitro leiriense apitou para o final do encontro e o FC Porto começa o ano 2011 da pior forma, com a primeira derrota do ano e da temporada para a equipa de André Villas-Boas.
No outro jogo do Grupo A, o Gil Vicente, da II Liga, venceu o Beira-Mar da I Liga por 2-1.
DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA
André Villas-Boas: «O nível exibicional não se pode por em causa. Crescemos na segunda parte, mas cometemos erros colectivos sobre os quais teremos de reflectir. O 1-2 acontece tarde e depois há paragens que não facilitam. Fica o resultado negativo. Estivemos sérios em termos de compromisso, mas temos de ser mais incisivos no ataque. Houve atitude competitiva. São lances que acontecem. O Nacional teve poucas oportunidades e fê-las valer. A pressão externa não é superior à que coloco a mim mesmo. Temos um plantel equilibrado e com muitas soluções.»
Hulk: «Tínhamos o jogo controlado. Tivemos várias oportunidades, mas o futebol é isto. Agora temos de levantar a cabeça. Temos jogo aqui no sábado e queremos ganhar novamente. Se tivéssemos ganho era igual. Tivemos oportunidades, mas não matámos o jogo. Cumprir cem jogos pelo FC Porto é muito bom. Fico muito feliz, mas penso fazer mais.»
Árbitro: Olegário Benquerença (Leiria), Assistentes: João Santos e Luís Marcelino; 4.º Árbitro: Jorge Ferreira.
FC PORTO: Kieszek; Fucile, Rolando «cap.», Sereno e Rafa; Guarín, Rúben Micael e João Moutinho; Hulk, Walter e James.
Substituições: Fucile por Sapunaru (61m), Rúben Micael por Belluschi (74m), Guarín por Ukra (84m).
Não utilizados: Helton, Maicon, Souza e Castro.
Treinador: André Villas-Boas.
NACIONAL: Bracali; Claudemir, Felipe Lopes, Tomasevic e Danielson; Edgar Costa, Bruno Amaro, Luís Alberto «cap.» e Skolnik; Diego Barcellos e Orlando Sá.
Substituições: Skolnik por João Aurélio (56m), Orlando Sá por Pecnik (71m) e Diego Barcellos por Anselmo (75m).
Não utilizados: Elisson, Patacas, Todorovic e Mihelic.
Treinador: Pedrag Jokanovic.
Marcadores: Hulk (64m, g.p.), Anselmo (78m e 85m).
Disciplina: cartão amarelo a Sereno (45m), Luís Alberto (56m), Tomasevic (63m), Diego Barcellos (72m), Hulk (86m), Danielson (90+1m).
A combinação entre um Dragão murcho no primeiro tempo e um pouco mais atrevido no segundo resultou na primeira derrota da época para o FC Porto, quebrando um ciclo de 36 jogos sem conhecer o sabor da derrota.
Os Dragões estiveram a vencer por um golo mas erros fatais do guarda-redes Kieszek e desatenção da defesa portista permitiram aos insulares impor a primeira derrota da época aos portistas.
No primeiro tempo, o FC Porto mostrou-se “desligado” do encontro com os madeirenses, com muita disputa no meio do relvado do Dragão.
A equipa de André Villas-Boas, que esta tarde começou com um onze fora do habitual, revelou dificuldades em ligar o seu meio-campo aos homens da artilharia, Hulk, James e Walter. Além desta falta de química, os avançados portistas deixaram a eficácia presa no ano passado, deixando-se ultrapassar pelos homens da Madeira na “Hora H”.
Do lado da formação de Jokanovic, Orlando Sá, emprestado pelo FC Porto, foi o jogador mais influente, saindo dos pés dele as melhores oportunidades para os insulares, mas sem grande perigo.
Ao intervalo, o marcador apontava um 0-0.
Ao minuto 62, Olegário Benquerença vê falta de Felipe Lopes sobre Walter dentro da grande área e assinala grande penalidade a favor dos Dragões. Na conversão, o brasileiro Hulk não falhou, somando mais um golo para a sua conta pessoal.
Nove minutos depois, e na sequência de um cruzamento da esquerda de Pecnik, Kieszek não segurou a bola e Anselmo encostou para o fundo das redes, estabelecendo o empate.
Mas a formação insular quis mais e conseguiu sete minutos depois. O mesmo Anselmo surgiu isolado na área, após cruzamento da esquerda de João Aurélio, e desviou de cabeça para o segundo do Nacional, evidenciando a falta de atenção da defesa azul e branca.
O árbitro leiriense apitou para o final do encontro e o FC Porto começa o ano 2011 da pior forma, com a primeira derrota do ano e da temporada para a equipa de André Villas-Boas.
No outro jogo do Grupo A, o Gil Vicente, da II Liga, venceu o Beira-Mar da I Liga por 2-1.
DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA
André Villas-Boas: «O nível exibicional não se pode por em causa. Crescemos na segunda parte, mas cometemos erros colectivos sobre os quais teremos de reflectir. O 1-2 acontece tarde e depois há paragens que não facilitam. Fica o resultado negativo. Estivemos sérios em termos de compromisso, mas temos de ser mais incisivos no ataque. Houve atitude competitiva. São lances que acontecem. O Nacional teve poucas oportunidades e fê-las valer. A pressão externa não é superior à que coloco a mim mesmo. Temos um plantel equilibrado e com muitas soluções.»
Hulk: «Tínhamos o jogo controlado. Tivemos várias oportunidades, mas o futebol é isto. Agora temos de levantar a cabeça. Temos jogo aqui no sábado e queremos ganhar novamente. Se tivéssemos ganho era igual. Tivemos oportunidades, mas não matámos o jogo. Cumprir cem jogos pelo FC Porto é muito bom. Fico muito feliz, mas penso fazer mais.»
Eleição BiBó Melhor Jogador 2010/11, carago! - ronda 27
http://bibo-porto-carago.blogspot.com/
A vitória por 0 a 3 no PAÇOS foi bastante importante para a nossa caminhada no campeonato. Os mais votados foram:
1º - Otamendi (O central argentino esteve seguro e, marcou o primeiro golo).
2º - Helton (O guardião esteve em bom plano e evitou várias vezes o golo de empate).
3º - Sapunaru (Ninguém diria que é o mesmo de outras épocas).
4º - Hulk (O Incrível voltou a marcar e a assistir).
5º - Álvaro (Sempre a 100 à hora o nosso Palito).
Primeiro jogo para a BWIN CUP e derrota por 1 a 2 frente ao NACIONAL. O nosso tento foi apontado por Hulk. POdem votar nos seguintes:
Um abraço e boas votações,
Tiago Teixeira
1º - Otamendi (O central argentino esteve seguro e, marcou o primeiro golo).
2º - Helton (O guardião esteve em bom plano e evitou várias vezes o golo de empate).
3º - Sapunaru (Ninguém diria que é o mesmo de outras épocas).
4º - Hulk (O Incrível voltou a marcar e a assistir).
5º - Álvaro (Sempre a 100 à hora o nosso Palito).
Primeiro jogo para a BWIN CUP e derrota por 1 a 2 frente ao NACIONAL. O nosso tento foi apontado por Hulk. POdem votar nos seguintes:
- "Kieszek, Sapunaru, Rolando, Sereno, Emídio Rafael, Guarin, Ruben Micael, Moutinho, Hulk, James, Walter, Fucile, Belluschi e Ukra".
Tiago Teixeira
Tribunal d'O JOGO - taça Liga 2010/11, grupo A, 1ªj
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Tribunal O JOGO: FC Porto 1-2 CD Nacional da Madeira
Árbitro: Olegário Benquerença (Leiria) / Assistentes: João Santos e Luís Marcelino / 4º Árbitro: Jorge Ferreira.
Dragão caiu sem interferência do árbitro
Houve um penálti assinalado e dois outros reclamados na noite em que o FC Porto perdeu pela primeira vez. Os especialistas de O JOGO são unânimes na análise do lance de que resultou o golo portista e na decisão de nada assinalar no caso de Guarín, dividindo-se apenas na apreciação da jogada de Sereno com Pecnik.
Momento mais complicado
88' Ficou por assinalar grande penalidade por falta de Sereno sobre Pecnik?
Jorge Coroado
+
Sereno jogou a bola na frente de Pecnik, e foi este que foi tropeçar no portista. O lance foi rápido, mas reconheça-se a legalidade do mesmo.
Pedro Henriques
+
Sereno entra em "tackle" deslizante sobre Pecnik. O facto é que, mesmo com diversas repetições, não é certo que tenha havido infracção, por isso dou o benefício da dúvida à decisão do árbitro.
Paulo Paraty
-
Televisivamente, não há evidências totais. Só o árbitro assistente número dois terá a melhor visão da situação, mas tudo leva a crer que Pecnik terá sido rasteirado no seu pé direito por Sereno.
Outros casos
1' Ficou por sancionar cotovelada de Bruno Amaro na cara de João Moutinho?
46' São justificados os protestos de Guarín, que fica a reclamar penálti de Luís Alberto?
62' É bem assinalada a grande penalidade por falta de Felipe Lopes sobre Walter?
86' A indignação que leva Hulk a ver o cartão amarelo justifica-se?
Jorge Coroado
-
João Moutinho procurou jogar a bola vindo de trás. O jogador do Nacional apercebeu-se e fez um movimento com o cotovelo na procura de João Moutinho. A lei é clara: vermelho e livre directo. O árbitro nada assinalou.
+
Não houve qualquer infracção do jogador do Nacional sobre Guarín. Nada há que apontar na acção do árbitro, neste caso.
+
O braço direito de Felipe Lopes puxou o ombro direito de Walter. Falta inequívoca para grande penalidade.
-
A falta que lhe foi assinalada não existiu. O jogador do Nacional disputou com vigor o lance e caiu. Os protestos não são admitidos, daí o cartão, apesar da falta mal assinalada.
Pedro Henriques
+
Bruno Amaro, no momento do salto, acaba por tocar em João Moutinho, de forma involuntária e sem qualquer infracção técnica ou disciplinar.
+
Luís Alberto já tinha a posição definida e ganha, e é Guarín que choca contra ele. Correcta a decisão do árbitro de nada assinalar.
+
Felipe Lopes, ao saltar, coloca a mão e agarra Walter, acabando por derrubá-lo. Correctas a decisão do assistente e a confirmação do árbitro.
+
Hulk agarra e comete falta e depois protesta a correcta decisão do árbitro com palavras e gestos, acção que mereceu o respectivo cartão amarelo.
Paulo Paraty
+
Não me fica a sensação de que tenha havido cotovelada. Há de facto o contacto do braço com a face de João Moutinho, mas não consigo inferir algum tipo de comportamento violento.
+
Os protestos dos jogadores nunca são justificados. Guarín apenas choca com Luís Alberto, que converge em simultâneo para a mesma bola e lhe ganha posição.
+
Sim. É claro que Felipe Lopes salta sobre Walter, impedindo-o de ganhar posição para atacar a bola. Boa ajuda do árbitro assistente e bem decidida a grande penalidade.
+
Repito que nada justifica as discussões dos jogadores face às decisões das equipas de arbitragem. Pareceu-me que Hulk, acabando a sofrer falta, empurra primeiro.
Apreciação global
Jorge Coroado
Num jogo que foi fácil, apesar do resultado, o árbitro revelou displicência e altivez. Minucioso umas vezes, como no caso do lance que antecedeu o intervalo, inconcebível, não o foi noutras ocasiões.
Pedro Henriques
Olegário Benquerença e a sua equipa fizeram uma arbitragem globalmente positiva e segura que controlou todas as ocorrências disciplinares e técnicas do jogo.
Paulo Paraty
A equipa de arbitragem acabou por ter uma falha importante, mas sem influência no resultado final. Não procurou interferir acima do nível do jogo e fez uma boa gestão disciplinar.
fonte: ojogo.pt
Árbitro: Olegário Benquerença (Leiria) / Assistentes: João Santos e Luís Marcelino / 4º Árbitro: Jorge Ferreira.
Dragão caiu sem interferência do árbitro
Houve um penálti assinalado e dois outros reclamados na noite em que o FC Porto perdeu pela primeira vez. Os especialistas de O JOGO são unânimes na análise do lance de que resultou o golo portista e na decisão de nada assinalar no caso de Guarín, dividindo-se apenas na apreciação da jogada de Sereno com Pecnik.
Momento mais complicado
88' Ficou por assinalar grande penalidade por falta de Sereno sobre Pecnik?
Jorge Coroado
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Sereno jogou a bola na frente de Pecnik, e foi este que foi tropeçar no portista. O lance foi rápido, mas reconheça-se a legalidade do mesmo.
Pedro Henriques
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Sereno entra em "tackle" deslizante sobre Pecnik. O facto é que, mesmo com diversas repetições, não é certo que tenha havido infracção, por isso dou o benefício da dúvida à decisão do árbitro.
Paulo Paraty
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Televisivamente, não há evidências totais. Só o árbitro assistente número dois terá a melhor visão da situação, mas tudo leva a crer que Pecnik terá sido rasteirado no seu pé direito por Sereno.
Outros casos
1' Ficou por sancionar cotovelada de Bruno Amaro na cara de João Moutinho?
46' São justificados os protestos de Guarín, que fica a reclamar penálti de Luís Alberto?
62' É bem assinalada a grande penalidade por falta de Felipe Lopes sobre Walter?
86' A indignação que leva Hulk a ver o cartão amarelo justifica-se?
Jorge Coroado
-
João Moutinho procurou jogar a bola vindo de trás. O jogador do Nacional apercebeu-se e fez um movimento com o cotovelo na procura de João Moutinho. A lei é clara: vermelho e livre directo. O árbitro nada assinalou.
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Não houve qualquer infracção do jogador do Nacional sobre Guarín. Nada há que apontar na acção do árbitro, neste caso.
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O braço direito de Felipe Lopes puxou o ombro direito de Walter. Falta inequívoca para grande penalidade.
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A falta que lhe foi assinalada não existiu. O jogador do Nacional disputou com vigor o lance e caiu. Os protestos não são admitidos, daí o cartão, apesar da falta mal assinalada.
Pedro Henriques
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Bruno Amaro, no momento do salto, acaba por tocar em João Moutinho, de forma involuntária e sem qualquer infracção técnica ou disciplinar.
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Luís Alberto já tinha a posição definida e ganha, e é Guarín que choca contra ele. Correcta a decisão do árbitro de nada assinalar.
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Felipe Lopes, ao saltar, coloca a mão e agarra Walter, acabando por derrubá-lo. Correctas a decisão do assistente e a confirmação do árbitro.
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Hulk agarra e comete falta e depois protesta a correcta decisão do árbitro com palavras e gestos, acção que mereceu o respectivo cartão amarelo.
Paulo Paraty
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Não me fica a sensação de que tenha havido cotovelada. Há de facto o contacto do braço com a face de João Moutinho, mas não consigo inferir algum tipo de comportamento violento.
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Os protestos dos jogadores nunca são justificados. Guarín apenas choca com Luís Alberto, que converge em simultâneo para a mesma bola e lhe ganha posição.
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Sim. É claro que Felipe Lopes salta sobre Walter, impedindo-o de ganhar posição para atacar a bola. Boa ajuda do árbitro assistente e bem decidida a grande penalidade.
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Repito que nada justifica as discussões dos jogadores face às decisões das equipas de arbitragem. Pareceu-me que Hulk, acabando a sofrer falta, empurra primeiro.
Apreciação global
Jorge Coroado
Num jogo que foi fácil, apesar do resultado, o árbitro revelou displicência e altivez. Minucioso umas vezes, como no caso do lance que antecedeu o intervalo, inconcebível, não o foi noutras ocasiões.
Pedro Henriques
Olegário Benquerença e a sua equipa fizeram uma arbitragem globalmente positiva e segura que controlou todas as ocorrências disciplinares e técnicas do jogo.
Paulo Paraty
A equipa de arbitragem acabou por ter uma falha importante, mas sem influência no resultado final. Não procurou interferir acima do nível do jogo e fez uma boa gestão disciplinar.
fonte: ojogo.pt
02 janeiro, 2011
Capítulo 3: 1921 a 1930 – Primeiro clube a conquistar títulos de âmbito nacional (Parte VII)
http://bibo-porto-carago.blogspot.com/
FCPorto – Dragões de Azul Forte
Retalhos da história, conquistas e vitórias memoráveis, figuras e glórias do
F. C. do Porto
Capítulo 3: 1921 a 1930 – Primeiro clube a conquistar títulos de âmbito nacional (Parte VII)
18 Mai.1925 – Tragédia e luto
Velez Carneiro era um dos jogadores mais queridos dos adeptos portistas. A sua entrega em campo não deixava ninguém indiferente. Combativo, fogoso, nunca virou a cara à luta. Defendeu sempre com denodo a camisola do seu FC Porto.
Em 18 de Maio de 1925 foi assassinado a tiro, na Travessa dos Congregados, por um colega do escritório onde trabalhava. Tinha acabado de defrontar o Desportivo da Corunha (3-7), envergando com garbo a camisola azul-e-branca do clube que amava. Terá sido um crime passional. Tinha 27 anos.
As cerimónias fúnebres foram uma impressionante manifestação de pesar dos admiradores. Os restos mortais de Velez Carneiro estiveram em câmara ardente, durante quatro dias, na Constituição onde portuenses e portistas lhe prestaram homenagem. O funeral foi imponentíssimo, incorporando-se no préstito milhares de pessoas, chorando ao longo das ruas.
No "Jornal de Notícias", de 22 de Maio, contou-se: "Muito antes da hora marcada para a saída do féretro, que estava colocado numa das dependências das instalações do clube, já o Campo da Constituição regurgitava de pessoas. Depois de dar a volta ao campo, o féretro, conduzido pelos jogadores do "team" de que o finado fazia parte, foi colocado ao centro do campo, mantendo-se o público em silêncio durante cinco minutos, que foram observados religiosamente. Findo este recolhimento que impressionou, a Direcção do FC Porto procedeu à colocação da bandeira do clube sobre o féretro. O capitão da equipa, Norman Hall, conduzia sobre uma almofada de cetim preto as medalhas do falecido jogador."
A reter: “o Académico do Porto, na impossibilidade de adquirir um “bouquet” de flores, entregou à Direcção do FC Porto a quantia de 100 escudos, a qual, por sua vez, a fez distribuir por cinco jornais desta cidade, para os pobres seus protegidos. Todos sabiam que um dos maiores prazeres de Velez era ajudar desafortunados da vida”.
Nas feiras, nas esquinas, cantava-se:
Ouvi senhores que passais
A sina maldita do jogador
Que por feitiço de amor
Não o vereis jogar mais.
Chamava-se Velez Carneiro
Convivia nos Congregados
O ódio de um companheiro
Foi o mais triste dos fados.
(Versos in “Livro de Ouro do FC Porto”, Diário de Notícias)
Velez Carneiro (n. 1898 – m. Porto, 18 Mai.1925) – Começara a jogar futebol no Sporting Clube de Espinho, aos 15 anos, ingressando no FC Porto em 1918-19. Nunca virou a cara à luta; na final do 1.º Campeonato de Portugal, com o Sporting, jogou grande parte do tempo, até ao fim, de braço ao peito, imobilizado.
• Nesse jogo sagrou-se, com os seus companheiros, num dos PRIMEIROS CAMPEÕES de PORTUGAL. Venceu também 7 Campeonatos do Porto, além das Taças Associação, de Honra e Francisco Lázaro.
• Médio de bons recursos, participou nas primeiras grandes vitórias do FC Porto entre as quais a de Sete Rios, em 4 de Abril de 1920, em jogo com o Benfica (3-2) em que se estreou o “capitão” Norman Hall.
• Dotado de temperamento impulsivo (no campo e na vida), possuía, contudo, um carácter bondoso e leal que lhe granjeou simpatias na cidade, de tal modo que, por esse tempo, era um dos mais arrebatadores ídolos do FC Porto.
• Foi assassinado a tiro, em 18-5-1925, na Travessa dos Congregados, por um colega do escritório onde trabalhava. Tinha acabado de defrontar o Desportivo da Corunha, envergando com garbo a camisola azul-e-branca do clube que amava. Terá sido um crime passional. Tinha 27 anos.
• Os restos mortais de Velez Carneiro estiveram em câmara ardente, durante quatro dias, na Constituição onde portuenses e portistas lhe prestaram homenagem. O funeral foi imponentíssimo, incorporando-se no préstito milhares de pessoas, chorando ao longo das ruas.
• Em 28 de Junho, Viana do Castelo vestiu-se de azul e branco para receber a final do Campeonato de Portugal entre FC Porto e Sporting. Ganharam os portistas, por 2-1, e a equipa dedicou a vitória ao infortunado companheiro. Velez Carneiro, uma saudade!
Carreira no FC Porto
1918-19 a 18 Mai.1925
Palmarés
1 Campeonato de Portugal (1921-22)
7 Campeonatos do Porto (1919-20 a 1924-25)
Campeões Regionais apurados para o Campeonato de Portugal:
Sport Clube Vianense (VIANA DO CASTELO)Retalhos da história, conquistas e vitórias memoráveis, figuras e glórias do
F. C. do Porto
Capítulo 3: 1921 a 1930 – Primeiro clube a conquistar títulos de âmbito nacional (Parte VII)
18 Mai.1925 – Tragédia e luto
Velez Carneiro era um dos jogadores mais queridos dos adeptos portistas. A sua entrega em campo não deixava ninguém indiferente. Combativo, fogoso, nunca virou a cara à luta. Defendeu sempre com denodo a camisola do seu FC Porto.
Em 18 de Maio de 1925 foi assassinado a tiro, na Travessa dos Congregados, por um colega do escritório onde trabalhava. Tinha acabado de defrontar o Desportivo da Corunha (3-7), envergando com garbo a camisola azul-e-branca do clube que amava. Terá sido um crime passional. Tinha 27 anos.
As cerimónias fúnebres foram uma impressionante manifestação de pesar dos admiradores. Os restos mortais de Velez Carneiro estiveram em câmara ardente, durante quatro dias, na Constituição onde portuenses e portistas lhe prestaram homenagem. O funeral foi imponentíssimo, incorporando-se no préstito milhares de pessoas, chorando ao longo das ruas.
No "Jornal de Notícias", de 22 de Maio, contou-se: "Muito antes da hora marcada para a saída do féretro, que estava colocado numa das dependências das instalações do clube, já o Campo da Constituição regurgitava de pessoas. Depois de dar a volta ao campo, o féretro, conduzido pelos jogadores do "team" de que o finado fazia parte, foi colocado ao centro do campo, mantendo-se o público em silêncio durante cinco minutos, que foram observados religiosamente. Findo este recolhimento que impressionou, a Direcção do FC Porto procedeu à colocação da bandeira do clube sobre o féretro. O capitão da equipa, Norman Hall, conduzia sobre uma almofada de cetim preto as medalhas do falecido jogador."
A reter: “o Académico do Porto, na impossibilidade de adquirir um “bouquet” de flores, entregou à Direcção do FC Porto a quantia de 100 escudos, a qual, por sua vez, a fez distribuir por cinco jornais desta cidade, para os pobres seus protegidos. Todos sabiam que um dos maiores prazeres de Velez era ajudar desafortunados da vida”.
Nas feiras, nas esquinas, cantava-se:
Ouvi senhores que passais
A sina maldita do jogador
Que por feitiço de amor
Não o vereis jogar mais.
Chamava-se Velez Carneiro
Convivia nos Congregados
O ódio de um companheiro
Foi o mais triste dos fados.
(Versos in “Livro de Ouro do FC Porto”, Diário de Notícias)
• Nesse jogo sagrou-se, com os seus companheiros, num dos PRIMEIROS CAMPEÕES de PORTUGAL. Venceu também 7 Campeonatos do Porto, além das Taças Associação, de Honra e Francisco Lázaro.
• Médio de bons recursos, participou nas primeiras grandes vitórias do FC Porto entre as quais a de Sete Rios, em 4 de Abril de 1920, em jogo com o Benfica (3-2) em que se estreou o “capitão” Norman Hall.
• Dotado de temperamento impulsivo (no campo e na vida), possuía, contudo, um carácter bondoso e leal que lhe granjeou simpatias na cidade, de tal modo que, por esse tempo, era um dos mais arrebatadores ídolos do FC Porto.
• Foi assassinado a tiro, em 18-5-1925, na Travessa dos Congregados, por um colega do escritório onde trabalhava. Tinha acabado de defrontar o Desportivo da Corunha, envergando com garbo a camisola azul-e-branca do clube que amava. Terá sido um crime passional. Tinha 27 anos.
• Os restos mortais de Velez Carneiro estiveram em câmara ardente, durante quatro dias, na Constituição onde portuenses e portistas lhe prestaram homenagem. O funeral foi imponentíssimo, incorporando-se no préstito milhares de pessoas, chorando ao longo das ruas.
• Em 28 de Junho, Viana do Castelo vestiu-se de azul e branco para receber a final do Campeonato de Portugal entre FC Porto e Sporting. Ganharam os portistas, por 2-1, e a equipa dedicou a vitória ao infortunado companheiro. Velez Carneiro, uma saudade!
Carreira no FC Porto
1918-19 a 18 Mai.1925
Palmarés
1 Campeonato de Portugal (1921-22)
7 Campeonatos do Porto (1919-20 a 1924-25)
Sporting Clube de Braga (BRAGA)
Futebol Clube do Porto (PORTO)
Sporting Clube de Espinho (AVEIRO)
Associação Académica de Coimbra (COIMBRA)
Sporting Clube de Portugal (LISBOA)
Sport Grupo Scalabitano Os Leões (SANTARÉM) – desistiu de participar
Alentejo Football Club (PORTALEGRE)
Luso Sporting Club (BEJA) – desistiu de participar
Sporting Club Olhanense (ALGARVE)
Club Sport Marítimo (FUNCHAL)
2.ª eliminatória
FC PORTO – VIANENSE, 4-1
7-6-1925, Porto (Campo do Covelo)
Árbitro: Carlos Canuto (Lisboa)
Marcadores:
1-0 Flávio
2-0 Balbino
2-1 Penafiel
3-1 Balbino
4-1 Flávio
FC Porto – Treinador: Akos Teszler (húngaro)
Miguel Siska; Júlio Cardoso e Pedro Temudo; Floreano Pereira, Coelho da Costa e Humberto: João Nunes, Norman Hall, Flávio Laranjeira, Balbino da Silva e Augusto Freire.
Vianense – Treinador: António Penafiel
Ramiro Pinto Correia; Jorge Costa e Manuel da Rocha Vasconcelos; Alfredo Portals de Oliveira, António Penafiel e Constantino da Encarnação; Carvalho Montez, Gama Lobo, Dário Sanchez, José Barbosa e José Hugo.
Meia-Final
FC PORTO – SP. ESPINHO, 4-1
21-6-1925, Porto (Campo do Covelo)
Árbitro: Ilídio Nogueira (Lisboa)
Marcadores:
Hall (2 golos)
Flávio (2 golos)
Júlio Cardoso (pb)
FC Porto – Treinador: Akos Teszler (húngaro)
Miguel Siska; Júlio Cardoso e Pedro Temudo; Humberto, Coelho da Costa e Floreano Pereira; Augusto Freire, Balbino da Silva, Flávio Laranjeira, Norman Hall cap e João Nunes.
Sp. Espinho –
Alberto Valente cap; António Coelho e Augusto Maganino; Isaac Moreira, Jaime Lago e Augusto Fernandes; Artur Sebastião, J. Constante, Joaquim Ferreira “Simplício”, António Rodrigues e Alberico.
Viana do Castelo vestida de azul e branco
A final do Campeonato de Portugal da época de 1924/25 seria, por via da morte trágica de Velez Carneiro, marcada por profunda emotividade. Os portistas, num impressionante culto de energia, querer e sentimento, prometeram a si próprios ganhar, para que Velez ganhasse também. E foi com esse propósito, forte vontade e do coração que partiram para Viana do Castelo. (…COMPLETO NO PRÓXIMO POST…)
- No próximo post.: Capítulo 3 (Continuação) – Campeonato de Portugal 1924-25: apoteótica final, Viana do Castelo vestida de azul e branco; regozijo e festa no burgo portuense; “gilletes” de ouro oferecidas e prémio às escondidas…; Akos Teszler, primeiro treinador remunerado do FC Porto.
«Vamos tentar ganhar tudo»
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Walter assumiu os sentimentos da equipa do FC Porto no arranque de 2011. Os azuis e brancos querem manter o andamento da primeira metade de temporada e assumem que tudo farão para ganhar em todas as frentes.
Desejos para 2011
«O desejo é fazer um bom ano e jogar bem para ganhar títulos, uma vez que o FC Porto tem uma grande equipa, que pensa sempre em ganhar títulos.»
Trabalhar para ajudar
«Estou aqui para ajudar. Sempre que o treinador apontar para mim e disser para eu jogar, entrarei para ajudar a equipa. Tenho treinado forte.»
Tentar ganhar tudo
«O ano de 2010 foi bom, tendo em conta todos os jogos que temos sem perder. Mas 2011 vai ser melhor ainda, porque estamos em várias competições e vamos tentar ganhar todas.»
À espreita de marcar
«Não sei se vou jogar. Isso depende do mister. Mas estou trabalhando forte para, quando tiver as chances, poder marcar golos.»
Menos espaço para rematar
«Contando com amigáveis, já marquei sete golos no FC Porto, mas nenhum em remate fora da área, como estava habituado a fazer. Mas aqui o futebol também é diferente, há menos espaço. Continuo a trabalhar da mesma forma para quando surgirem as oportunidades. Se puder ser amanhã, melhor.»
Força e união
«O mister passou a mensagem de que estamos num ano novo, que estamos a começar de novo. A equipa está em todas as frentes, mas é forte e está unida. O grupo é muito forte. O FC Porto joga para ser campeão em todos os campeonatos.»
Respostas dentro do campo
«Falar muito não ajuda a ganhar nada. A nossa equipa faz o seu trabalho dentro do campo. Temos de continuar a somar pontos. Isso sim é que é importante.»
Ajuda é sempre bem-vinda
«Se vier mais um avançado é sempre bem-vindo. Quem vier para ajudar é sempre bem-vindo. O FC Porto é uma equipa grande, que joga muitas provas, e tem de ter grupo para isso.»
fonte: fcporto.pt
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Pawel Kieszek.
Defesas: Maicon, Fucile, Rolando, Rafa, Sereno, Sapunaru.
Médios: Guarín, Belluschi, João Moutinho, Souza, Castro, Rúben Micael.
Avançados: Hulk, Walter, James, Ukra.
Desejos para 2011
«O desejo é fazer um bom ano e jogar bem para ganhar títulos, uma vez que o FC Porto tem uma grande equipa, que pensa sempre em ganhar títulos.»
Trabalhar para ajudar
«Estou aqui para ajudar. Sempre que o treinador apontar para mim e disser para eu jogar, entrarei para ajudar a equipa. Tenho treinado forte.»
Tentar ganhar tudo
«O ano de 2010 foi bom, tendo em conta todos os jogos que temos sem perder. Mas 2011 vai ser melhor ainda, porque estamos em várias competições e vamos tentar ganhar todas.»
À espreita de marcar
«Não sei se vou jogar. Isso depende do mister. Mas estou trabalhando forte para, quando tiver as chances, poder marcar golos.»
Menos espaço para rematar
«Contando com amigáveis, já marquei sete golos no FC Porto, mas nenhum em remate fora da área, como estava habituado a fazer. Mas aqui o futebol também é diferente, há menos espaço. Continuo a trabalhar da mesma forma para quando surgirem as oportunidades. Se puder ser amanhã, melhor.»
Força e união
«O mister passou a mensagem de que estamos num ano novo, que estamos a começar de novo. A equipa está em todas as frentes, mas é forte e está unida. O grupo é muito forte. O FC Porto joga para ser campeão em todos os campeonatos.»
Respostas dentro do campo
«Falar muito não ajuda a ganhar nada. A nossa equipa faz o seu trabalho dentro do campo. Temos de continuar a somar pontos. Isso sim é que é importante.»
Ajuda é sempre bem-vinda
«Se vier mais um avançado é sempre bem-vindo. Quem vier para ajudar é sempre bem-vindo. O FC Porto é uma equipa grande, que joga muitas provas, e tem de ter grupo para isso.»
fonte: fcporto.pt
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Pawel Kieszek.
Defesas: Maicon, Fucile, Rolando, Rafa, Sereno, Sapunaru.
Médios: Guarín, Belluschi, João Moutinho, Souza, Castro, Rúben Micael.
Avançados: Hulk, Walter, James, Ukra.
Seis mil pessoas (sim, leram bem!) no 1º treino de 2011
http://bibo-porto-carago.blogspot.com/
O número é imperioso e reflecte bem a empatia entre os adeptos e a equipa. Cerca de seis mil pessoas aplaudiram, esta tarde, o plantel do FC Porto, no primeiro treino de 2011. O Estádio do Dragão vestiu-se de boa-disposição, num vislumbre inicial da prosperidade que se aguarda para o novo ano.
Os sinais de apoio foram sentidos mal se esboçou a entrada dos jogadores no relvado, com uma forte ovação a apoderar-se da acústica do recinto, em plena sintonia com a envolvência do ambiente, numa tarde bastante amena, que convidava ao maravilhoso espectáculo a que se assistiu.
O público foi tão protagonista quanto os atletas, participando de forma efusiva a todo o momento, durante a hora e vinte que durou a sessão de trabalho, assinalada por vários exercícios, entre os quais as habituais «peladinhas», sempre muito do agrado dos espectadores.
O ensaio, que antecede a recepção ao Nacional (1.ª jornada do Grupo A da 3.ª Fase da Taça da Liga), terminou como começou: com uma grande salva de palmas, a premiar o empenho dos atletas, que retribuíram na mesma moeda, saudando carinhosamente os associados e adeptos.
Os sinais de apoio foram sentidos mal se esboçou a entrada dos jogadores no relvado, com uma forte ovação a apoderar-se da acústica do recinto, em plena sintonia com a envolvência do ambiente, numa tarde bastante amena, que convidava ao maravilhoso espectáculo a que se assistiu.
O público foi tão protagonista quanto os atletas, participando de forma efusiva a todo o momento, durante a hora e vinte que durou a sessão de trabalho, assinalada por vários exercícios, entre os quais as habituais «peladinhas», sempre muito do agrado dos espectadores.
O ensaio, que antecede a recepção ao Nacional (1.ª jornada do Grupo A da 3.ª Fase da Taça da Liga), terminou como começou: com uma grande salva de palmas, a premiar o empenho dos atletas, que retribuíram na mesma moeda, saudando carinhosamente os associados e adeptos.
01 janeiro, 2011
FELIZ ANO NOVO
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