07 abril, 2013
06 abril, 2013
Os portistas do champanhe
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/
A Coimbra faltaram muitas caras. Não vi o António, o Joaquim, o Manel nem o Francisco. Não estiveram lá por causa do mau tempo e a chuva até meteu folga naquele dia depois de uma semana em que não nos deixou em paz. Também não foi, certamente, pelo facto de o jogo ter calhado a um sábado de Páscoa num fim-de-semana prolongado. E atrevo-me a dizer que nem foi por causa preço dos bilhetes apesar de tão exorbitante quanto ridículo. Nada disso explica por que razão tanta gente não esteve lá.
Se tivéssemos ganho em Alvalade, se não tivéssemos empatado na Madeira, se estivéssemos em primeiro, eles estavam lá de certeza. Mas como a maré anda baixa, como os tempos não correm de feição, preferiram ficar em casa, sentados no sofá a ver o jogo em frente à televisão, a ouvir as bacoradas dos “comentadeiros” da SportTV, a insultar o árbitro, a rogar pragas ao treinador, a lamentar-se com os quase 18 milhões pagos por um jogador que chega cá a dizer que gosta é de jogar a médio, mas que foi contratado para jogar a lateral direito. Ou a lamentar-se com os penáltis falhados pelo Jackson que, afinal, nem é assim tão bom, apesar da catrefada de golos que já marcou e das vitórias que nos deu.
O António, o Joaquim, o Manel e o Francisco estiveram em Sevilha, em Gelsenkirchen e em Dublin e até foram ao Mónaco. Viram no Dragão os soberbos 5-0 e foram ao galinheiro quando há dois anos e três dias apagámos a luz naquele dia de felicidade suprema. Este ano, foram aos jogos todos no Dragão, não falharam nenhum, mas quando as coisas começaram a dar para o torto, cruzaram os braços, puseram-se n’alheta e fizeram daquelas promessas tristes e estúpidas de não ir à bola mais única vez esta época. Porque o Vítor Pereira não percebe nada de futebol e tem é que ir embora no final da época. Porque a equipa não joga nada. Porque o Danilo veio para aqui já com a cabeça e os bolsos noutro lado. Porque o James depois da lesão parece que desaprendeu de jogar, porque o Varela se eclipsou, porque a contratação do Liedson foi um fiasco. E porque este ano está-se mesmo a ver que o campeonato é para os mouros.
O António, o Joaquim, o Manel e o Francisco não sabem o que é dedicação, devoção, não sabem o que é paixão. Não sabem que o Porto é muito mais do que aqueles que vestem as nossas cores. São adeptos do Domingos, do Jardel, do Deco, do Hulk, do Falcao, do Lucho, do Moutinho ou do Jackson. São adeptos da equipa, não são adeptos do clube. Não são os verdadeiros. É esta a merda - perdoem-me o termo - da mentalidade dominante em Portugal, seja neste ou noutro clube qualquer. Para muitos, ser adepto de um clube é quando a equipa ganha e, no fim da época, se faz a festa e se vem para a rua dizer que somos os maiores.
Hoje, a fé até pode nem ser muita, mas depois do que vi no ano passado aprendi, de vez, a acreditar que nada é impossível até o ser de facto. E é por isso que lá para meados Maio, ainda espero voltar a ver o António, o Joaquim, o Manel e o Francisco. É sinal de que há festa, é sinal de que somos campeões.
Se tivéssemos ganho em Alvalade, se não tivéssemos empatado na Madeira, se estivéssemos em primeiro, eles estavam lá de certeza. Mas como a maré anda baixa, como os tempos não correm de feição, preferiram ficar em casa, sentados no sofá a ver o jogo em frente à televisão, a ouvir as bacoradas dos “comentadeiros” da SportTV, a insultar o árbitro, a rogar pragas ao treinador, a lamentar-se com os quase 18 milhões pagos por um jogador que chega cá a dizer que gosta é de jogar a médio, mas que foi contratado para jogar a lateral direito. Ou a lamentar-se com os penáltis falhados pelo Jackson que, afinal, nem é assim tão bom, apesar da catrefada de golos que já marcou e das vitórias que nos deu.
O António, o Joaquim, o Manel e o Francisco estiveram em Sevilha, em Gelsenkirchen e em Dublin e até foram ao Mónaco. Viram no Dragão os soberbos 5-0 e foram ao galinheiro quando há dois anos e três dias apagámos a luz naquele dia de felicidade suprema. Este ano, foram aos jogos todos no Dragão, não falharam nenhum, mas quando as coisas começaram a dar para o torto, cruzaram os braços, puseram-se n’alheta e fizeram daquelas promessas tristes e estúpidas de não ir à bola mais única vez esta época. Porque o Vítor Pereira não percebe nada de futebol e tem é que ir embora no final da época. Porque a equipa não joga nada. Porque o Danilo veio para aqui já com a cabeça e os bolsos noutro lado. Porque o James depois da lesão parece que desaprendeu de jogar, porque o Varela se eclipsou, porque a contratação do Liedson foi um fiasco. E porque este ano está-se mesmo a ver que o campeonato é para os mouros.
O António, o Joaquim, o Manel e o Francisco não sabem o que é dedicação, devoção, não sabem o que é paixão. Não sabem que o Porto é muito mais do que aqueles que vestem as nossas cores. São adeptos do Domingos, do Jardel, do Deco, do Hulk, do Falcao, do Lucho, do Moutinho ou do Jackson. São adeptos da equipa, não são adeptos do clube. Não são os verdadeiros. É esta a merda - perdoem-me o termo - da mentalidade dominante em Portugal, seja neste ou noutro clube qualquer. Para muitos, ser adepto de um clube é quando a equipa ganha e, no fim da época, se faz a festa e se vem para a rua dizer que somos os maiores.
Hoje, a fé até pode nem ser muita, mas depois do que vi no ano passado aprendi, de vez, a acreditar que nada é impossível até o ser de facto. E é por isso que lá para meados Maio, ainda espero voltar a ver o António, o Joaquim, o Manel e o Francisco. É sinal de que há festa, é sinal de que somos campeões.
"Vintage" com estreia vitoriosa em Vigo
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O FC Porto "Vintage", formação de futebol "indoor" constituída por ex-jogadores azuis e brancas, venceu esta sexta-feira no terreno do Celta de Vigo, por 11-6, na estreia na edição deste ano da Liga Fertiberia.
Pedro Mendes marcou quatro golos, mas foi Capucho quem abriu o marcador, aos sete minutos. O FC Porto, que alinhou de início com Rui Correia, Fernando Couto, Rui Barros, Fernando Gomes e Pedro Mendes, chegou ao intervalo a vencer por 4-0.
Na segunda parte, os Dragões alargaram a vantagem até aos 9-0, nos primeiros 12 minutos. O Celta reagiu até aos 9-5, mas Pedro Mendes e Capucho voltaram a marcar. Pelo FC Porto, jogaram ainda José Carlos, Folha, Bino, Capucho, Domingos, Semedo, Zé Nando e Mário Silva.
Os marcadores portistas foram Capucho (2), Mário Silva (3), Pedro Mendes (4), Rui Barros e Folha. Pelo Celta marcaram Rajkovic, M. Salgado, Tomás Hervas, Fran Cainzos (2) e Jacobo Campos.
fonte: fcporto.pt e ligafutbolindoor.es
Pedro Mendes marcou quatro golos, mas foi Capucho quem abriu o marcador, aos sete minutos. O FC Porto, que alinhou de início com Rui Correia, Fernando Couto, Rui Barros, Fernando Gomes e Pedro Mendes, chegou ao intervalo a vencer por 4-0.
Na segunda parte, os Dragões alargaram a vantagem até aos 9-0, nos primeiros 12 minutos. O Celta reagiu até aos 9-5, mas Pedro Mendes e Capucho voltaram a marcar. Pelo FC Porto, jogaram ainda José Carlos, Folha, Bino, Capucho, Domingos, Semedo, Zé Nando e Mário Silva.
Os marcadores portistas foram Capucho (2), Mário Silva (3), Pedro Mendes (4), Rui Barros e Folha. Pelo Celta marcaram Rajkovic, M. Salgado, Tomás Hervas, Fran Cainzos (2) e Jacobo Campos.
fonte: fcporto.pt e ligafutbolindoor.es
05 abril, 2013
POLOS OPOSTOS
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Quando um grupo de trabalho é constituído com um objetivo comum, é natural que esse grupo seja o mais homogéneo possível na forma de estar e pensar, na sua ambição e abordagem perante desafios, na forma como encara cada dia e cada dificuldade.
Ora, se em qualquer ramo de negócio ou empresa, o anteriormente enunciado deve ser válido, muito mais isso se aplica quando se trata de uma equipa de futebol como a nossa, onde as ambições devem ser sempre as mesmas e similares a todo o grupo: vencer sempre! Tal pode não ser pontualmente possível, mas quando isso suceda, que pelo menos se perceba que não foi por falta de vontade, atitude, determinação ou ambição.
O que é facto é que essa homogeneidade não tem sido transmitida pela nossa equipa, parecendo clara e evidente a vontade e ambição de vencer em alguns atletas, por oposição a um total desleixo, a um total “deixa andar” corporizado por outros. Castro e Danilo são em meu entendimento, bons exemplos disso!
Quando não se tem medo do choque, quando se aborda cada lance como se fosse o último, quando se tem “sangue azul” a correr nas veias, os adeptos sabem reconhecer isso mesmo, independentemente das suas limitações técnicas que todos naturalmente também vêm. Prova afinal de contas inequívoca de que, ao contrário do que muitos intelectuais por aí dizem, os portistas sabem ser reconhecidos e condescendentes para com aqueles que trabalham e defendem afincadamente o nosso brasão!
A nossa história não foi só feita de “solistas”... foram também precisos muitos “carregadores de piano” e foram esses que transmitiram a mística que tantos troféus nos trouxe!
Num plantel aparentemente amorfo e sem ambição, Castro corporiza por estes dias aquilo que os portistas querem ver: honra, alma e atitude!
No pólo absolutamente oposto ao do nosso camisola 6, está o nosso camisola 2 (como é possível??), Danilo “Caga Ouro” de seu nome!
Confesso que fiquei indignado, revoltado e até mesmo enojado com o (não) festejo deste veraneante canarinho, no 2º golo de Coimbra. Foi a cereja no topo do bolo de um artista que passa os 90 minutos de jogo como se de um sacrifício se tratasse, dando sempre mostras de falta de concentração, como quem está ali mas podia estar a fazer outra coisa qualquer naquela hora.
Não parece existir um pingo de raça, de vontade em fazer mais e melhor, de pelo menos transmitir a quem o vê, um pouco mais de atitude competitiva que possa levar à vitória.
O seu comportamento é um autêntico atentado para com os nossos anteriores números 2! Mas mais grave do que tudo isso, é que em minha opinião, ele até tem qualidade, até tem potencialidades para apresentar um rendimento superior... mas não está para se chatear muito, pois afinal de contas até é um internacional brasileiro, até custou uma “pipa de massa” e sabe que tem que jogar, pois como é óbvio, o clube tem que procurar não desvalorizar um ativo dos mais caros da nossa história.
Danilo corporiza aquilo que de pior o futebol moderno tem, e do qual os portistas estão cansados: preocupação única pelo salário no final do mês (um atraso de dias provocou logo uma fúria tremenda ao menino), desprezando a história do clube e os seus adeptos, faltando-lhe garra, determinação e vontade de deixar tudo em campo.
Termino dizendo que estou preparado para não ganhar... só não estou preparado para o fatalismo do “não se pode ganhar sempre”. Eu já sei que não se pode, mas há um direito que nos assiste: é o de tentar! E quem não tenta, quem não luta, quem não deixa a pele em campo, quem não vai até à última gota de suor pelo FC Porto, tem da minha parte a crítica e o desprezo que tal me provoca!
Um abraço,
NOTA FINAL – Há certas coisas nas quais o nosso clube parece ser gerido como o nosso governo gere o país: esforços e reduções sempre nos mesmos, por oposição a regalias intocáveis (algumas delas, totalmente pornográficas) para outros, bem à imagem do nosso povo que aguenta sempre mais austeridade... ai aguenta, aguenta! Espero que uma certa “austeridade” bacoca que é aplicada a alguns no momento dos processos de renovação de contratos, não dê mau resultado lá mais para Maio, confirmando-se o que já há muito se prevê! É que na frota automóvel da classe dirigente, parece não haver necessidade de cortes, reduções ou austeridade...
AGENDA DO DRAGÃO: 05-Abr a 11-Abr
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04 abril, 2013
Coimbra é o próximo destino
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FC Porto 4-0 Rio Ave
Taça da Liga, meia-final
3 de Abril de 2013.
Estádio do Dragão, no Porto.
Assistência: 12.509 espectadores.
Árbitro: Hugo Miguel (Lisboa).
Assistentes: Nuno Pereira e Hernâni Fernandes.
Quarto árbitro: Cosme Machado.
FC PORTO: Fabiano; Danilo, Maicon, Abdoulaye e Mangala; Fernando (cap.), Castro e João Moutinho; James, Jackson e Defour.
Substituições: Abdoulaye por Alex Sandro (intervalo), João Moutinho por Izmaylov (63m) e James por Liedson (76m).
Não utilizados: Kadú, Lucho, Kelvin e Otamendi.
Treinador: Vítor Pereira.
RIO AVE: Oblak; Marcelo, André Vilas Boas (cap.), Nivaldo e Lionn; Filipe Augusto, Tarantini e Braga; Ukra, Hassan e Bebé.
Substituições: Ukra por Ederson (56m), Braga por Del Valle (74m) e Hassan por Rafael Miranda (80m).
Não utilizados: Diego Lopes, André Dias, Rúben e André Costa.
Treinador: Nuno Espírito Santo.
Ao intervalo: 0-0.
Marcadores: James (57m, pen.), Fernando (72m), Defour (83m) e Mangala (90m+4).
Cartões amarelos: Lionn (90m+2) e Nivaldo (90m+3).
Cartões vermelhos: Oblak (54m) e Izmaylov (90m+2).
O FC Porto está na final da Taça de Liga, após bater de forma incontestável, por 4-0, o Rio Ave, no Estádio do Dragão. Os golos de James, Fernando, Defour e Mangala, na segunda parte, garantiram o acesso ao jogo decisivo de uma competição que os Dragões nunca venceram. O SC Braga será o adversário, no dia 13 de Abril (sábado), às 19h45.
Esta é a 73.ª final de um clube que, em termos oficiais, apenas não disputou a conquista do Mundial de clubes. De resto, estão lá todas as competições nacionais e internacionais: Campeonato de Portugal, Taça de Portugal, Taça da Liga (pela segunda vez), Supertaça portuguesa, Taça dos Campeões Europeus/Liga dos Campeões, Taça das Taças, Taça UEFA/Liga Europa, Taça Intercontinental e Supertaça europeia.
A primeira parte esteve longe de ser disputada a um ritmo elevado, com as duas equipas a cumprirem os papéis que lhe cabiam: o FC Porto a dominar a posse de bola e a atacar mais, o Rio Ave a apostar no contra-ataque e na velocidade de avançados como Ukra e Bebé. Na segunda parte, os azuis e brancos foram muito superiores e atingiram uma goleada que não deixa dúvidas sobre a justeza do vencedor.
Os vilacondenses efectuaram dois remates perigosos, a abrir e a fechar a primeira parte, mas o maior volume ofensivo foi naturalmente portista. Destaquem-se uma emenda de Defour, logo aos dois minutos, um lance em que Castro pressionou o guarda-redes Oblak e o obrigou a um alívio precipitado, que quase se transformou em golo, e um remate perigosíssimo de Maicon, que proporcionou uma defesa aparatosa.
O brasileiro recuperou a bola que sobrou num pontapé de canto, tirou dois adversários da frente com um toque em habilidade, mas o remate potente só deu origem a um novo canto. De resto, num primeiro tempo em que o FC Porto teve 65 por cento de posse de bola, há a referir um fora-de-jogo mal assinalado por Nuno Pereira, quando Jackson se isolava.
No recomeço, Alex Sandro entrou para o lugar de Abdoulaye, numa alteração que visava proporcionar mais profundidade ao lado esquerdo do ataque portista, até então ocupado por Mangala. Aos 48 minutos, Jackson poderia voltar a isolar-se, mas viu um novo fora de jogo ser-lhe erradamente assinalado.
Um remate forte de Castro, aos 52 minutos, como que antecipou o primeiro golo dos Dragões, que surgiria momentos depois. Fernando isolou Jackson, que foi ceifado por Oblak quando se preparava para rematar para a baliza. O golpe de karaté do esloveno só poderia ter como consequência a expulsão e a respectiva grande penalidade. James converteu e colocou os portistas na frente
Já com o guarda-redes suplente Ederson em campo, o Rio Ave sofreria o segundo golo aos 72 minutos, após uma troca de bola no meio campo em que Fernando libertou Defour na esquerda e depois recebeu dos pés do belga a bola “redondinha” para o lance que sentenciou a partida. Liedson entrou pouco depois na partida, por troca com James, e, como não há duas sem três, Jackson foi de novo travado por um árbitro assistente com a vista algo descalibrada.
Já no cair do pano, o FC Porto conseguiu mais dois golos. O 3-0 saiu dos pés de Defour, mas teve o importante contributo de Castro, que o assistiu, de calcanhar. Já sem Izmaylov (expulso num lance em que parece haver uma clara provocação de Lionn, que se “safou” apenas com um amarelo), Mangala fez o 4-0, na recarga fácil a um belo livre directo de Danilo, que embateu na barra.
fonte: fcporto.pt
DECLARAÇÕES
VÍTOR PEREIRA
Na análise resumida, houve um antes e um depois do golo, ao ponto de Vítor Pereira, o seu autor, reconhecer que o resultado não espelha as dificuldades experimentadas pelo FC Porto, sem nunca beliscar o mérito de uma vitória ampla que o coloca na final da Taça da Liga. Com o objectivo de conquistar o troféu, perspectiva um jogo difícil, frente ao Braga, um adversário com qualidade.
Antes e depois do primeiro golo
“Fiquei satisfeito com o resultado do jogo, até porque defrontámos um adversário muito organizado. O Rio Ave, enquanto jogou compacto, foi adiando o primeiro golo, mas, depois dele, construímos com naturalidade um resultado de 4-0, que até não traduz as dificuldades que sentimos.”
Castro a ganhar espaço
“O Castro é um jogador com um espírito competitivo tremendo e que tem evoluído muito. À medida que a época vai decorrendo, é natural que as ausências de alguns jogadores sejam as oportunidades para outros. E o Castro tem-nas aproveitado bem. Transmite muita alma nos treinos e está a ganhar o seu espaço nos jogos.”
A expulsão de Izmaylov
“A expulsão do Izmaylov é a única mancha do jogo. Com um resultado praticamente feito, a reacção não justifica, do meu ponto de vista, o cartão vermelho.”
Final difícil
“O Braga está na final por mérito próprio, é uma equipa bem apetrechada e antevejo uma final difícil. Vamos encará-la com um espírito de conquista, certos de que defrontaremos um adversário com qualidade. É mais um troféu que queremos ganhar.”
RESUMO DO JOGO
Taça da Liga, meia-final
3 de Abril de 2013.
Estádio do Dragão, no Porto.
Assistência: 12.509 espectadores.
Árbitro: Hugo Miguel (Lisboa).
Assistentes: Nuno Pereira e Hernâni Fernandes.
Quarto árbitro: Cosme Machado.
FC PORTO: Fabiano; Danilo, Maicon, Abdoulaye e Mangala; Fernando (cap.), Castro e João Moutinho; James, Jackson e Defour.
Substituições: Abdoulaye por Alex Sandro (intervalo), João Moutinho por Izmaylov (63m) e James por Liedson (76m).
Não utilizados: Kadú, Lucho, Kelvin e Otamendi.
Treinador: Vítor Pereira.
RIO AVE: Oblak; Marcelo, André Vilas Boas (cap.), Nivaldo e Lionn; Filipe Augusto, Tarantini e Braga; Ukra, Hassan e Bebé.
Substituições: Ukra por Ederson (56m), Braga por Del Valle (74m) e Hassan por Rafael Miranda (80m).
Não utilizados: Diego Lopes, André Dias, Rúben e André Costa.
Treinador: Nuno Espírito Santo.
Ao intervalo: 0-0.
Marcadores: James (57m, pen.), Fernando (72m), Defour (83m) e Mangala (90m+4).
Cartões amarelos: Lionn (90m+2) e Nivaldo (90m+3).
Cartões vermelhos: Oblak (54m) e Izmaylov (90m+2).
O FC Porto está na final da Taça de Liga, após bater de forma incontestável, por 4-0, o Rio Ave, no Estádio do Dragão. Os golos de James, Fernando, Defour e Mangala, na segunda parte, garantiram o acesso ao jogo decisivo de uma competição que os Dragões nunca venceram. O SC Braga será o adversário, no dia 13 de Abril (sábado), às 19h45.
Esta é a 73.ª final de um clube que, em termos oficiais, apenas não disputou a conquista do Mundial de clubes. De resto, estão lá todas as competições nacionais e internacionais: Campeonato de Portugal, Taça de Portugal, Taça da Liga (pela segunda vez), Supertaça portuguesa, Taça dos Campeões Europeus/Liga dos Campeões, Taça das Taças, Taça UEFA/Liga Europa, Taça Intercontinental e Supertaça europeia.
A primeira parte esteve longe de ser disputada a um ritmo elevado, com as duas equipas a cumprirem os papéis que lhe cabiam: o FC Porto a dominar a posse de bola e a atacar mais, o Rio Ave a apostar no contra-ataque e na velocidade de avançados como Ukra e Bebé. Na segunda parte, os azuis e brancos foram muito superiores e atingiram uma goleada que não deixa dúvidas sobre a justeza do vencedor.
Os vilacondenses efectuaram dois remates perigosos, a abrir e a fechar a primeira parte, mas o maior volume ofensivo foi naturalmente portista. Destaquem-se uma emenda de Defour, logo aos dois minutos, um lance em que Castro pressionou o guarda-redes Oblak e o obrigou a um alívio precipitado, que quase se transformou em golo, e um remate perigosíssimo de Maicon, que proporcionou uma defesa aparatosa.
O brasileiro recuperou a bola que sobrou num pontapé de canto, tirou dois adversários da frente com um toque em habilidade, mas o remate potente só deu origem a um novo canto. De resto, num primeiro tempo em que o FC Porto teve 65 por cento de posse de bola, há a referir um fora-de-jogo mal assinalado por Nuno Pereira, quando Jackson se isolava.
No recomeço, Alex Sandro entrou para o lugar de Abdoulaye, numa alteração que visava proporcionar mais profundidade ao lado esquerdo do ataque portista, até então ocupado por Mangala. Aos 48 minutos, Jackson poderia voltar a isolar-se, mas viu um novo fora de jogo ser-lhe erradamente assinalado.
Um remate forte de Castro, aos 52 minutos, como que antecipou o primeiro golo dos Dragões, que surgiria momentos depois. Fernando isolou Jackson, que foi ceifado por Oblak quando se preparava para rematar para a baliza. O golpe de karaté do esloveno só poderia ter como consequência a expulsão e a respectiva grande penalidade. James converteu e colocou os portistas na frente
Já com o guarda-redes suplente Ederson em campo, o Rio Ave sofreria o segundo golo aos 72 minutos, após uma troca de bola no meio campo em que Fernando libertou Defour na esquerda e depois recebeu dos pés do belga a bola “redondinha” para o lance que sentenciou a partida. Liedson entrou pouco depois na partida, por troca com James, e, como não há duas sem três, Jackson foi de novo travado por um árbitro assistente com a vista algo descalibrada.
Já no cair do pano, o FC Porto conseguiu mais dois golos. O 3-0 saiu dos pés de Defour, mas teve o importante contributo de Castro, que o assistiu, de calcanhar. Já sem Izmaylov (expulso num lance em que parece haver uma clara provocação de Lionn, que se “safou” apenas com um amarelo), Mangala fez o 4-0, na recarga fácil a um belo livre directo de Danilo, que embateu na barra.
fonte: fcporto.pt
DECLARAÇÕES
VÍTOR PEREIRA
Na análise resumida, houve um antes e um depois do golo, ao ponto de Vítor Pereira, o seu autor, reconhecer que o resultado não espelha as dificuldades experimentadas pelo FC Porto, sem nunca beliscar o mérito de uma vitória ampla que o coloca na final da Taça da Liga. Com o objectivo de conquistar o troféu, perspectiva um jogo difícil, frente ao Braga, um adversário com qualidade.
Antes e depois do primeiro golo
“Fiquei satisfeito com o resultado do jogo, até porque defrontámos um adversário muito organizado. O Rio Ave, enquanto jogou compacto, foi adiando o primeiro golo, mas, depois dele, construímos com naturalidade um resultado de 4-0, que até não traduz as dificuldades que sentimos.”
Castro a ganhar espaço
“O Castro é um jogador com um espírito competitivo tremendo e que tem evoluído muito. À medida que a época vai decorrendo, é natural que as ausências de alguns jogadores sejam as oportunidades para outros. E o Castro tem-nas aproveitado bem. Transmite muita alma nos treinos e está a ganhar o seu espaço nos jogos.”
A expulsão de Izmaylov
“A expulsão do Izmaylov é a única mancha do jogo. Com um resultado praticamente feito, a reacção não justifica, do meu ponto de vista, o cartão vermelho.”
Final difícil
“O Braga está na final por mérito próprio, é uma equipa bem apetrechada e antevejo uma final difícil. Vamos encará-la com um espírito de conquista, certos de que defrontaremos um adversário com qualidade. É mais um troféu que queremos ganhar.”
RESUMO DO JOGO
Ódio eterno ao futebol moderno
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Devido à paragem do campeonato para os compromissos das selecções, metendo-se depois a Páscoa pelo meio, pausei na semana passada. Estou de volta com bastantes novidades, infelizmente a maioria delas bastante negativas. Vou aqui descrever por tópicos, um pouco da podridão que assombra o futebol português hoje em dia:
1- Antes de mais, dou o devido destaque a quem o merece! O Carlos era membro do Colectivo 95, assiduo nos jogos do FC Porto, em casa e fora, não só no futebol como também nas modalidades. Era muito frequente vê-lo no Dragão Caixa, ele era um dos poucos que, independentemente do jogo, fazia questão de marcar presença na Curva! A sua morte pôs de luto o movimento ultra em Portugal, mais concretamente os ultras do FC Porto, especialmente a claque Colectivo 95. O meu pesar à família e a todos os que o conheciam destas “andanças”. Por ele, vamos continuar a apoiar sempre o FC Porto, pois era certamente desta forma que o Carlos queria que o recordassem! Até sempre ultra, serás eterno na Curva do céu!
2- O fim-de-semana das selecções parou o campeonato nacional de futebol, mas como é óbvio, não nos fez parar de apoiar o nosso grande amor! O Sábado dia 23 começa depois de almoço no Olival, onde os sub-19 comandados por Nuno Capucho vencem o Regime por 2-1, depois de terem estado a perder 0-1. Até Vila Nova de Gaia foram imensos sócios e adeptos portistas que praticamente lotaram a única bancada existente. Os míudos sentiram o nosso apoio e vibraram com a reviravolta! Excelente presença nos juniores! Apito final e a tarde ainda ia a meio. Rumo ao Dragão Caixa apoiar o andebol contra os lagartos! Em dia de eleições na lagartolândia, o FC Porto venceu categoricamente os lisboetas. O nosso pavilhão contou com uma excelente moldura humana para ver ao vivo os TetraCampeões nacionais da modalidade. Os Super Dragões e o Colectivo marcaram presença (as faixas eram bem visiveis!) e apoiaram durante os 60 minutos, tendo a nova música sido o ponto forte do final de tarde. Rumo ao Penta!
3- Datas dos jogos do nosso campeonato! Como é que é possível marcar-se o FC Porto x SC Braga com UMA SEMANA de antecedência? Estão a brincar connosco?! Estão a brincar com quem sustenta o futebol?! Como querem que as pessoas enchem os estádio com este tipo de gestão? Por que não marcam JÁ todos os jogos até à 30ª jornada? Custa assim tanto? Sabem que em Inglaterra os jogos são marcados com meses e meses de antecedência e os adeptos que dedicam horas e dias infinitos ao seu clube do coração, já sabem até final da época todos os dias e horas dos jogos?? Porque não fazer uma calendarização prévia, de modo a que os adeptos pudessem organizar com calma a sua vida, arranjando mais facilmente maneira de marcar presença?!? Vão brincar até quando? Daqui a duas semanas é o Moreirense x FC Porto e ainda não se sabe o dia e a hora!! Isto para não falar nas marcações anedóticas: um jogo cartaz como a recepção aos bracarenses é marcado para uma segunda à noite?? Estão a matar o futebol português, depois queixem-se que a nossa liga é das piores, menos vistas, etc.
4- O Exmo. Sr. Ministro Miguel Macedo é novo alvo dos ultras portugueses! Isto porque, este sábio do futebol português e mundial, especializado em grupos organizados de adeptos mais popularmente conhecidos como claques, veio há uns dias a público falar sobre o tema. A propósito da violência nos estádios, o Sr. Ministro tomou a parte pelo todo e o Governo aprovou uma alteração ao regime jurídico das armas e munições que proíbe a utilização de artigos pirotécnicos. Meus amigos, isto é muito simples: querem acabar com a festa do futebol? Querem acabar com a nossa paixão? Querem acabar com o espectáculo que os ultras proporcionam nas bancadas?! O futebol é do povo, não é do Ministro Miguel Macedo! Um tipo que, como muitos outros que opinam ridiculamente, não sabe a diferença que há entre um petardo, um strob, uma tocha, um very-light e um simples pote de fumo!! A pirotécnia usada com cuidado e atenção é indispensável a todas as claques! É algo que dá vida às curvas por essse mundo fora, foi assim que aprendi a viver o clube, desde as Antas ao Dragão, passando por muitos outros estádos. Repito, usada com a devida precaução não tem mal absolutamente nenhum!! É com tristeza que constato que a repressão sobre nós aumenta temporada após temporada, jornada após jornada...
1- Antes de mais, dou o devido destaque a quem o merece! O Carlos era membro do Colectivo 95, assiduo nos jogos do FC Porto, em casa e fora, não só no futebol como também nas modalidades. Era muito frequente vê-lo no Dragão Caixa, ele era um dos poucos que, independentemente do jogo, fazia questão de marcar presença na Curva! A sua morte pôs de luto o movimento ultra em Portugal, mais concretamente os ultras do FC Porto, especialmente a claque Colectivo 95. O meu pesar à família e a todos os que o conheciam destas “andanças”. Por ele, vamos continuar a apoiar sempre o FC Porto, pois era certamente desta forma que o Carlos queria que o recordassem! Até sempre ultra, serás eterno na Curva do céu!
3- Datas dos jogos do nosso campeonato! Como é que é possível marcar-se o FC Porto x SC Braga com UMA SEMANA de antecedência? Estão a brincar connosco?! Estão a brincar com quem sustenta o futebol?! Como querem que as pessoas enchem os estádio com este tipo de gestão? Por que não marcam JÁ todos os jogos até à 30ª jornada? Custa assim tanto? Sabem que em Inglaterra os jogos são marcados com meses e meses de antecedência e os adeptos que dedicam horas e dias infinitos ao seu clube do coração, já sabem até final da época todos os dias e horas dos jogos?? Porque não fazer uma calendarização prévia, de modo a que os adeptos pudessem organizar com calma a sua vida, arranjando mais facilmente maneira de marcar presença?!? Vão brincar até quando? Daqui a duas semanas é o Moreirense x FC Porto e ainda não se sabe o dia e a hora!! Isto para não falar nas marcações anedóticas: um jogo cartaz como a recepção aos bracarenses é marcado para uma segunda à noite?? Estão a matar o futebol português, depois queixem-se que a nossa liga é das piores, menos vistas, etc.
5- VINTE Euros para Coimbra, eu ouvi bem?!? Se não é burla deve andar lá perto. Mais um atentado suportado por todos aqueles que fazem com que o futebol ande para a frente, não pelo futebol concretamente mas sim pelo clube de cada um. Vinte euros para o Municipal de Coimbra é mais um assalto à mão armada a todos os ultras do FC Porto que lá se deslocaram. E o que mais nos estranhou foi o facto de ser uma novidade (neste estádio) porque não me lembro de pagar mais de 10 para lá entrar. Este ano o Simões e companhia fizeram questão de nos abrilhantar ainda mais a Páscoa! Mais uma facada para o futebol português!
Por falar em Páscoa, falhei o meu segundo jogo do campeonato por me encontrar de férias durante o último fim-de-semana. Mas o nosso grupo lá esteve com cerca com cerca de 30 elementos. Juntamente com os Super Dragões e o Colectivo apoiaram o FC Porto. Independentemente da classificação, ou de outro factor qualquer, os ultras do FCP lá estavam a fazer-se ouvir durante os 90 minutos. Um estádio com falta de adeptos, imaginem só o que seria se as claques não marcavam presença! Como o Governo ainda não proibiu as coreografias, a Mancha Negra apresentou uma à entrada das equipas. Do nosso lado, destaco a frase do C95 para o Carlos, no primeiro jogo após o seu falecimento. Três golos rumo ao Tri, acreditar até ao fim!
6- Estamos na final da taça da Liga, pela segunda em vez em seis edições. Pertenco a uma minoria de adeptos portistas que não desvaloriza esta competição, isto é, está em último na minha hierarquia de importância mas é para ganhar como todas as outras! Ganhar sempre! Vitória 4-0 sobre os vizinhos de Caxinas e dia 13 os ultras do FC Porto lá irão novamente até à cidade estudantil. 12 509, menos gente do que no jogo com o Setúbal, ainda durante a fase de grupos. Um jogo durante a semana às 16h45 é mais uma pérola dos nossos dirigentes, depois ao fim-de-semana quando devia ser a esta hora marcam para a hora de jantar. Uma vergonha! Super Dragões e Colectivo com sectores despidos, ainda assim destaque para a Curva Norte que se fez ouvir ao longo dos 90 minutos, "poucos” mas com uma mentalidade extraordinária. De Vila do Conde viajaram cerca de uma dezena de adeptos.
Não há repressão que ACABe com a nossa paixão!
Um abraço ultra.
Um abraço ultra.
Tribunal d'O JOGO - taça Liga 2012/2013, 1/2 final
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Tribunal O JOGO: FC Porto-Rio Ave, 4-0
Árbitro: Hugo Miguel (Lisboa) / Assistentes: Nuno Pereira e Hernâni Fernandes / Quarto árbitro: Cosme Machado.
fonte: ojogo.pt e portistaforever.blogs.sapo.pt
03 abril, 2013
Dia Seguinte
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Bem, este período Pascal tem sido um festival de episódios um tanto ou quanto hilariantes, mas nada que não tenha sido feito, experimentado ou até mesmo testado noutras alturas ou noutros tempos, aliás, chego mesmo à conclusão que hoje em dia já nada se inventa!
O primeiro episódio, vem de um coitado, um coitado, daqueles coitadinhos que vive na capital do desespero e não conseguem ver outros a vencer. Têm sempre que inventar apitos e companhia, bem como uma teoria para quem vence mais vezes.
Ora bem, estou a falar do presidente da AF Lisboa, Nuno Lobo, ele, que esta semana todo contente não pela subida do Belenenses, mas sim porque segundo ele, Lisboa assume de novo a liderança do Futebol Profissional.
Bom, até aqui não vejo problema nenhum, até que se sai com esta:
Bom, este discurso já conheço e com origem num canal pornográfico que para o ano terá a Liga Inglesa como cabeça de cartaz. Mas este pobre coitado, o que quer não é qualidade, é sim assumir um suposto poder que as associações do Norte e Centro têm ou tinham.
Fico contente que agora com esta associação, o Estoril já não precise de jogar no Algarve, o Belenenses já tenha as contas em dia e esteja milionário, e que o Sporting já não tenha uma divida que ultrapassa em triplo os capitais próprios.
No futuro, veremos o que isto dá. Eu, infelizmente, é que já sei o resultado. Nessa altura, lembrarei aos mais esquecidos.
Um outro coitado ao serviço do clube do galinheiro, de seu nome Quim Evangelista, sempre pronto a colocar a malta da bola a cantar o Grândola Vila Morena em frente aos estádios, com avisos, ameaças, pré convocatórias e greve, mas que no final, nunca há greve e o resultado final sempre o mesmo; cai tudo no esquecimento, até uma próxima vez.
Lembrar os mais esquecidos:
- 2005 Vitória de Setúbal
2008 Estrela da Amadora
2009 de novo o Setúbal
2011 Vitória de Guimarães
2012 União de Leiria e Setúbal
2013 Olhanense
Terceiro e ultimo momento hilariante, foi a zanga do Dias Ferreira num programa que não vejo, mas as redes socais mostraram o essencial. Devo dizer que é pena que não tenha dado uns murros naqueles 3 ali sentados. Ficou-se por uma pateta saída de um programa, onde eles ainda acham que estão ali a falar de futebol...
Se um dia eu fosse convidado para um programa daqueles, antes de dar uns sopapos no focinho ao apresentador e ao paineleiro Gomes da Selva, mostraria esta foto:
Gente triste, mas são assim...
Meus amigos, um grande abraço Tripeiro e muito... muito Portista.
Unknown
abril 03, 2013
formação e camadas jovens, o futuro do dragão pelo pedroporto
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FORMAÇÃO: Sub-15 na decisão final
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FUTEBOL - SUB-19
A equipa Sub19 do FC Porto perdeu este sábado no terreno do Vitória de Guimarães, por 2-1, em encontro da sétima jornada da fase final do Nacional de Juniores A.
Os Dragões até estiveram em vantagem, com um golo de Ivo, aos nove minutos, mas acabaram por sofrer um tento aos 81, que ditou a perda dos três pontos.
O FC Porto teve uma boa entrada em jogo, com circulação e posse de bola, fazendo o primeiro golo na sequência de um belo lance colectivo.
Na segunda parte, já com o marcador a registar 1-1, os portistas procuraram de novo a vantagem, mas já sem o discernimento dos primeiros 30 minutos. A jogar contra dez adversários, por expulsão de um vimaranense, os Dragões sofreram um contra-ataque certeiro que ditou o resultado final.
A formação orientada por Nuno Capucho está agora no segundo lugar da prova, com 13 pontos, menos um do que o Sporting, que lidera.
FICHA DO JOGO
Local: Complexo Desportivo do Vitória, Guimarães
Árbitro: José Laranjeira
VITÓRIA GUIMARÃES: Oliveira; Carlos, Manel, Ricardo Carvalho, Pedro Campos, Júnior, Danilo (Sau, 68 min.), Helinho (Fabiano, 89 min.), Simão (Miguel, 79 min.), Didi e Cláudio.
Treinador: Ricardo Silva
FC PORTO: Kadú; Marcelo, Sagna (Bruno, 46 min.), Tomás Podstawski, Rafa, Vítor (Ricardinho, 77 min.), Francisco Ramos (Leandro, 59 min.), Belinha, André Silva, Graça e Ivo.
Treinador: Nuno Capucho
Disciplina: cartão amarelo a Carlos (49 e 66 min.), Júnior (53 min.), Pedro Campos (54 min.) e Manel (71 min.); e a Francisco Ramos (26 min.); cartão vermelho por acumulação de amarelos a Carlos (66 min.).
Intervalo: 1-1
Marcadores: Júnior (31 min.) e Cláudio (82 min.); Ivo (9 min.)
FUTEBOL - SUB-15
A equipa Sub15 do FC Porto venceu esta sexta-feira no terreno do Vitória de Guimarães, por 4-1, na décima jornada da segunda fase do Nacional de Juniores C, e garantiu assim o pleno de vitórias nesta etapa da prova. Os Dragões triunfaram nas dez partidas disputadas e terminaram com oito pontos de vantagem sobre o segundo classificado, o SC Braga. Na fase final, o objectivo é naturalmente o título.
O jogo foi totalmente dominado pela equipa liderada por António Folha, que não se deixou perturbar pelo golo sofrido logo aos 40 segundos de jogo. Graças a um autogolo, aos dois minutos, e a tentos de Marcelo (29), Michael (51) e Tiago Couto (57), os portistas deram a volta ao marcador, num campo pesado devido à chuva que não parou durante todo o encontro.
FICHA DO JOGO
Local: Complexo Desportivo do Vitória
Árbitro: Diogo Santos
VITÓRIA GUIMARÃES: Joel; Cunha, Marco, Rodrigo, Jorge, Jordão, Rui Filipe (Leandro, int.), Apolo, João André (Zé Pedro, 52 min.), João Manuel (Toninho, 52 min.) e Peixe (Ricardo, int.).
Treinador: Luís Castro
FC PORTO: Simão; Tiago Lopes (Rui Pires, 60 min.), Rogério, Wilson, Bruno, Tavares, Madi, João Bola (Leandro, int.), Marcelo (Michael, int.), Miguel Ângelo (Casimiro, int.) e Tiago Couto (Rui Pedro, 60 min.).
Treinador: António Folha
Indisciplina: Nada a assinalar
Intervalo: 1-2
Marcadores: João Manuel (1 min.); Bruno (3 min.), Marco (30 min. p.b.), Michael (52 min.) e Tiago Couto (57 min.)
Os destaques desta última semana, ficam aqui retratados, no entanto, se queres saber mais pormenores destas ou outras modalidades e/ou escalões de formação, convido-te a visitar a nossa página do facebook (AQUI) onde poderás encontrar toda a informação sobre as modalidades e as camadas jovens do nosso clube.
Pela nossa parte, apenas prometer continuar a desenvolver trabalho em prol do FC Porto, em regime de "voluntariado", da forma que melhor sabemos: com orgulho, com dedicação e com muita paixão.
Pedro Porto
02 abril, 2013
Pupilos de Moncho com 18 jogos e 18 vitórias!
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/
Em fim de semana de Páscoa, apenas o BASQUETEBOL registou actividade.
Os pupilos de Moncho terminaram a 1ª fase da CNB2, vencendo nesta última sexta-feira o CB Viana por 85-63 no Dragão Caixa. Assim, os Dragões concluem esta fase com 100% de vitórias, ou seja, em 18 jogos conseguiram 18 vitórias. O FCP Dragon Force ficou naturalmente em 1º lugar com 5 pontos de avanço sobre os 3 maiores perseguidores do seu grupo.
Agora, segue-se a fase zonal Norte com os pupilos de Moncho Lopez e de João Tiago Silva a deslocarem-se na 1ª jornada ao pavilhão do Académico esta próxima sexta-feira, pelas 21h30. Antes, já amanhã, quarta-feira, há deslocação ao Guifões (22h) para mais uma jornada do Nacional de SUB20, onde a nossa equipa (a mesma que actua na CNB2) também lidera o campeonato nesta 2ª fase, com 6 jogos e 5 vitórias. Dois jogos, onde conto marcar presença.
ANDEBOL
Grande jogo entre os 2 líderes do campeonato na próxima jornada, que no entanto é apenas a 13 de Abril (Benfica-FC Porto na Luz, pelas 18h00, desse sábado dia 13, jogo que tem transmissão na BolaTV).
Esta quinta-feira (dia 4) e no domingo (dia 7), temos 2 jogos oficiais da Selecção A com uma deslocação à Suiça na quinta (18h30 de cá), com a formação Helvética a visitar depois Santo Tirso no jogo de domingo (17h00 na BolaTV).
Se queremos estar na fase final do Europeu 2014 na Dinamarca, temos que vencer obrigatoriamente estes 2 jogos frente à Suiça para depois disputarmos o jogo decisivo na Macedónia a 16 de Junho. Já não estamos num Europeu desde 2006 na Suiça!
HÓQUEI EM PATINS
O FC Porto volta aos jogos oficiais já este sábado, quando pelas 18h00 receber a Física (Porto Canal), adversário que na 1ª volta nos tirou 3 pontos.
Conto marcar presença num jogo importante, numa fase onde é proibido perder qualquer ponto.
Neste fim de semana de Páscoa, a nossa Selecção venceu o torneio de Montreux pela 3ª vez consecutiva, com Ricardo Barreiros (eleito melhor jogador da prova), Caio, Jorge Silva e Hélder Nunes a registarem boas exibições, com os 2 primeiros a serem mesmo decisivos no jogo da final (4-4 com um bis de cada um deles).
A final frente à Espanha (que não trouxe muitos dos titulares), foi decidida no desempate por penaltys com Gonçalo Alves (sobrinho do nosso ex-jogador Paulo Alves) a apontar o único golo (5-4 para Portugal).
BASQUETEBOL
Neste último jogo da 1ª fase da CNB2, Pedro Bastos marcou 15 pontos e foi o nosso jogador mais valioso, devendo-se destacar ainda os 11 pontos de José Miranda e de João Gallina, e os 10 de Eduardo Guimarães.
Nestes 18 jogos, o jogador azul e branco que mais pontos marcou foi o extremo Pedro Bastos que anotou então 308 pontos, com uma média de 17.1 pontos por jogo!
Acabou então a 1ª fase com os Dragões 100% vitoriosos e em 1º lugar da sua série. O FCP Dragon Force é mesmo a única equipa de todas as séries da CNB2 ainda sem registo de qualquer derrota...
Um abraço do Lucho.
Os pupilos de Moncho terminaram a 1ª fase da CNB2, vencendo nesta última sexta-feira o CB Viana por 85-63 no Dragão Caixa. Assim, os Dragões concluem esta fase com 100% de vitórias, ou seja, em 18 jogos conseguiram 18 vitórias. O FCP Dragon Force ficou naturalmente em 1º lugar com 5 pontos de avanço sobre os 3 maiores perseguidores do seu grupo.
Agora, segue-se a fase zonal Norte com os pupilos de Moncho Lopez e de João Tiago Silva a deslocarem-se na 1ª jornada ao pavilhão do Académico esta próxima sexta-feira, pelas 21h30. Antes, já amanhã, quarta-feira, há deslocação ao Guifões (22h) para mais uma jornada do Nacional de SUB20, onde a nossa equipa (a mesma que actua na CNB2) também lidera o campeonato nesta 2ª fase, com 6 jogos e 5 vitórias. Dois jogos, onde conto marcar presença.
ANDEBOL
Grande jogo entre os 2 líderes do campeonato na próxima jornada, que no entanto é apenas a 13 de Abril (Benfica-FC Porto na Luz, pelas 18h00, desse sábado dia 13, jogo que tem transmissão na BolaTV).
Esta quinta-feira (dia 4) e no domingo (dia 7), temos 2 jogos oficiais da Selecção A com uma deslocação à Suiça na quinta (18h30 de cá), com a formação Helvética a visitar depois Santo Tirso no jogo de domingo (17h00 na BolaTV).
Se queremos estar na fase final do Europeu 2014 na Dinamarca, temos que vencer obrigatoriamente estes 2 jogos frente à Suiça para depois disputarmos o jogo decisivo na Macedónia a 16 de Junho. Já não estamos num Europeu desde 2006 na Suiça!
HÓQUEI EM PATINS
O FC Porto volta aos jogos oficiais já este sábado, quando pelas 18h00 receber a Física (Porto Canal), adversário que na 1ª volta nos tirou 3 pontos.
Conto marcar presença num jogo importante, numa fase onde é proibido perder qualquer ponto.
Neste fim de semana de Páscoa, a nossa Selecção venceu o torneio de Montreux pela 3ª vez consecutiva, com Ricardo Barreiros (eleito melhor jogador da prova), Caio, Jorge Silva e Hélder Nunes a registarem boas exibições, com os 2 primeiros a serem mesmo decisivos no jogo da final (4-4 com um bis de cada um deles).
A final frente à Espanha (que não trouxe muitos dos titulares), foi decidida no desempate por penaltys com Gonçalo Alves (sobrinho do nosso ex-jogador Paulo Alves) a apontar o único golo (5-4 para Portugal).
BASQUETEBOL
- FCP Dragon Force 85-63 CB Viana
Neste último jogo da 1ª fase da CNB2, Pedro Bastos marcou 15 pontos e foi o nosso jogador mais valioso, devendo-se destacar ainda os 11 pontos de José Miranda e de João Gallina, e os 10 de Eduardo Guimarães.
Nestes 18 jogos, o jogador azul e branco que mais pontos marcou foi o extremo Pedro Bastos que anotou então 308 pontos, com uma média de 17.1 pontos por jogo!
Acabou então a 1ª fase com os Dragões 100% vitoriosos e em 1º lugar da sua série. O FCP Dragon Force é mesmo a única equipa de todas as séries da CNB2 ainda sem registo de qualquer derrota...
Um abraço do Lucho.
Capítulo 6: 1951 a 1960 – Contestação a Lisboa; a “dobradinha” (Parte XVIII)
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FCPorto – Dragões de Azul Forte
Retalhos da história, conquistas e vitórias memoráveis, figuras e glórias do
F. C. do Porto
Capítulo 6: 1951 a 1960 – Contestação a Lisboa; a “dobradinha” (Parte XVIII)
Época 1954-1955 (continuação)
Historial do hóquei em patins no FC Porto (continuação)
O DECACAMPEONATO, UM FEITO PARA A HISTÓRIA!
Época 2010-2011 – O décimo título consecutivo
A caminhada foi longa e difícil, desde 2001. Chegou-se à última etapa com um objectivo para cumprir; entrou-se na época 2010-11 com um sonho para concretizar; sabia-se ser difícil, mas “o sonho comanda a vida” e o FC Porto cumpre aquilo para que foi talhado: VENCER! E ser DECACAMPEÃO!
● A equipa iniciou a arrancada para o Deca, com uma vitória por 9-2 sobre a AD Valongo, no Dragão Caixa. Passo a passo, à 5.ª jornada, 5 vitórias!
● Na 6.ª ronda, 6 Nov. 2010, deslocação a Lisboa…
Pavilhão do Estádio da Luz
Benfica: Ricardo Silva, Valter Neves, Esteban Abalos, Caio e Ricardo Pereira; Suplentes: Pedro Henriques, Diogo Rafael, Cacau, Tiago Rafael e Luís Viana; Treinador: Luís Sénica
FC Porto: Edo Bosch, Filipe Santos, Pedro Moreira, Pedro Gil e Reinaldo Ventura; Suplentes: Filipe Magalhães, André Azevedo, Henrique Magalhães, Gonçalo Suíssas e Emanuel Garcia; Treinador: Franklim Pais
Marcha do marcador: 1-0; 1-3; 3-3; 3-6; 5-6; 5-7 (Final).
Num encontro emocionante, o Benfica esteve a ganhar nos primeiros minutos mas não conseguiu suster a recuperação dos portistas que, a partir do 1-1, nunca mais perderam o controlo do marcador. Reinaldo Ventura, com quatro golos marcados, foi a grande figura do jogo em que os eneacampeões nacionais estiveram a vencer por 6-3. O adversário ainda chegou ao 6-5, antes de Emanuel Garcia fechar o resultado em 7-5 nos instantes finais. O FC Porto concretizou 4 livres directos, ao contrário do Benfica que falhou 1 penalti e 5 livres directos.
Com este triunfo, o FC Porto passou a somar 18 pontos, partilhando a liderança com a Oliveirense.
À falta de outra coisa, o vídeo do canal dos palhaços – mas olhem que vale a pena ver e… ouvir, é melhor que ir ao circo. Riam-se e aproveitem para festejar uma fantástica VITÓRIA:
http://www.youtube.com/watch?v=hx0SwEHJvHE
● Na jornada seguinte, o 13 (de Novembro) deu azar! O FC Porto desperdiçou dois pontos ao empatar (3-3) com o Candelária no Dragão.
● As jornadas 8 e 9 proporcionaram resultados gordos e vitórias para os hoquistas azuis-e-brancos. Depois, uma vitória difícil (4-3) no reduto do HC Braga.
● Aconteceu então o inesperado: à 11.ª jornada, em Viana do Castelo, o FC Porto cedeu uma derrota. Uma boa equipa, AJ Viana, superou os eneacampeões nacionais por um expressivo resultado: 9-6. Os Dragões deixavam, assim, fugir a vantagem conseguida em Lisboa no jogo com o principal rival. Era preciso “correr atrás do prejuízo”…
● Mas a derrota não comprometeu os objectivos e a equipa venceu os três jogos seguintes com maior ou menor dificuldade. O FC Porto – OC Barcelos, por exemplo, acabou com 6-5 a favor dos visitados.
● No fecho da 1.ª volta (15.ª jornada – 26 Jan. 2011) mais uma escorregadela do FC Porto pela margem mínima: 3-4 no recinto da UD Oliveirense. A diferença pontual para o nosso mais directo adversário complicava a situação
● Na abertura da 2.ª volta a equipa portista, na condição de visitante, voltou a bater o Valongo (5-3). Na 17.ª jornada, actuando perante os seus fiéis adeptos, o FC Porto esmagou o SC Tomar por 14-3. No mesmo dia o Candelária empatou o Benfica nos Açores (4-4) e esbateu-se a diferença pontual renascendo a esperança da conquista do Deca.
● Nas 3 jornadas seguintes, mais 3 vitórias sempre com 7 ou mais golos marcados pelos Dragões.
● 21.ª jornada – 5 Mar. 2011
Através de uma excelente transmissão do Porto Canal, bem definidora dos princípios de ética desportiva que norteiam esta estação televisiva (ainda que vocacionada para o apoio a um clube) em contraponto a um canal que destila ódio e cultiva o facciosismo na sua mais alta expressão, os adeptos que não se puderam deslocar ao Dragão Caixa assistiram a um bom jogo de hóquei entre Porto e Benfica. O FC Porto esteve sempre “por cima” no marcador que encerrou com um saboroso 7-5. Com esta vitória (curiosamente pelos mesmos números do jogo da 1.ª volta) a equipa portista ascendia ao topo da classificação em igualdade pontual com o eterno rival, mas em vantagem por ter vencido os dois jogos.
FCP 7 – SLB 5: Veja o vídeo
http://www.youtube.com/watch?v=akPsGKiAE1o
● 22.ª jornada: Candelária - FC Porto
A raça de Dragão e a alma de Campeão!
Sabia-se que a deslocação aos Açores seria difícil e, como tal, foi encarada com prudência. O Candelária na visita ao Dragão Caixa havia imposto um empate (3-3) ao FC Porto. Mais recentemente, no seu reduto, encostou o Benfica às tabelas com outro empate (4-4). Era uma equipa perigosa e tinha vencido todos os outros jogos disputados na Ilha do Pico.
A primeira metade do jogo foi de muita contenção por parte de ambas as equipas. O mais relevante aconteceu a 25 segundos do intervalo: após um cartão azul a Reinaldo Ventura, Sérgio Silva falhou o respectivo livre directo, não aproveitando para adiantar o Candelária no marcador. O FC Porto foi para o balneário em “power-play” e com um 0-0 satisfatório mas insuficiente para as suas pretensões.
No segundo tempo, Reinaldo Ventura de penalti e Pedro Gil na conversão de livre directo (10.ª falta do Candelária), não lograram bater o guarda-redes João Miguel. Até que, num contra-ataque muito bem urdido pela equipa portista, uma assistência de Reinaldo a Filipe Santos permitiu a este inaugurar o marcador. Estava-se a 7 minutos do final da partida! Contudo a 3 minutos do final Sérgio Silva e depois Mauro Fernández e Jorge Silva, este de livre directo (10.ª falta dos azuis-e-brancos), surpreenderam Edo Bosch! 3-1 para o Candelária.
Quem assistia no pavilhão julgava que o vencedor estava encontrado. Quem assistia ao jogo através de uma transmissão pela Internet, ouvia um locutor (por certo “avermelhado”) eufórico e excitado e, seguramente, não acreditava no que viria a seguir… Houve quem logo abandonasse a visualização via Net e julgasse ser mentira o resultado que conheceu depois!
Com efeito, em desvantagem por 1-3 e com apenas dois minutos para jogar, o FC Porto protagonizou uma das mais fantásticas “reviravoltas” da sua história! A raça de Dragão e a alma de Campeão, vieram ao de cima numa equipa que jamais se verga ou vira a cara à luta. Os eneacampeões, fazendo jus à classe e eficácia de jogadores de elite, marcaram por intermédio de Pedro Moreira (2 golos) e Pedro Gil.
Resultado final: 4-3 a favor do FC Porto que impôs ao Candelária a primeira derrota da época em sua “casa”. Sublinhe-se o que se disse acima: esta equipa mostrou, na Ilha do Pico, a raça de Dragão e a alma de Campeão! E continuava no bom caminho para o Deca.
O vídeo/resumo com os 4 últimos golos do Candelária 3 – FC Porto 4
http://www.youtube.com/watch?v=Vt0K5i9UMKM
● Nas três jornadas seguintes, o FC Porto infringiu pesadas derrotas aos seus adversários: 10-3 ao Espinho, 8-2 ao Limianos e ao HC Braga.
● Na 26.ª, num jogo difícil no Dragão Caixa, a equipa portista venceu a Juventude de Viana por 7-4. Depois mais duas vitórias com o Gulpilhares e com a Física de Torres Vedras.
● Na 29.ª e penúltima jornada, os hoquistas portistas deslocaram-se ao Minho para defrontar o sempre complicado OC Barcelos. Vitória por 4-2 e mais três pontos. O Deca estava a um passo…
● 30.ª e última jornada (4 Jun. 2011) – A consagração
…e o último passo era dado no Dragão Caixa. O FC Porto chegava aqui igualado em pontos com o Benfica, mas dependendo só de si próprio. Num ambiente fantástico, de expectativa, mas de enorme fé na vitória, a equipa portista entrou algo nervosa frente à Oliveirense de Tó Neves. Contudo aos 22 minutos Reinaldo Ventura, na conversão de uma grande-penalidade, abriu o activo. Já na segunda parte Pedro Moreira ampliou o marcador para 2-0 e, logo de seguida, Tó Neves reduziu para a Oliveirense. Gonçalo Suíssas faria o 3-1 e Pedro Gil selou o resultado com mais dois golos. O FC Porto havia conquistado o décimo título consecutivo de hóquei em patins, o Deca, um feito extraordinário no desporto português e mundial!
No pavilhão e fora dele os adeptos ficaram eufóricos. E o caso não era para menos! Para além da proeza do Deca, o FC Porto vencia o campeonato do hóquei após os triunfos no futebol, andebol e basquetebol. O pleno, uma época dourada! Para mais os Dragões igualavam o Benfica no número de campeonatos de hóquei em patins ganhos, 20 (vinte).
O jogo e a festa do Deca:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=JSTUrtVWMuM
Plantel da época 2010-2011 (Decacampeonato)
Treinador: Franklim Pais. Jogadores: Edo Bosch, Filipe Santos, Reinaldo Ventura, Pedro Gil, Emanuel Garcia, Pedro Moreira, André Azevedo, Gonçalo Suíssas, Nelson Filipe, Henrique Magalhães e José Rafael.
Os totalistas na grande caminhada para o Deca
Franklim Pais foi o timoneiro sempre presente em todas as “etapas” do decacampeonato. Em 2001-2002 ascendeu à condição de treinador principal e entrou a vencer. E a vencer terminou em 2010-2011! Dez anos à frente de uma equipa é pouco normal no hóquei e desporto portugueses. E dez anos a conquistar o título nacional, ainda mais extraordinário é!
Filipe Santos (o grande capitão), Emanuel Garcia (o virtuoso hoquista argentino), Reinaldo Ventura (possante e determinado) e Edo Bosch (o guarda-redes espanhol, outro caso de longevidade na equipa), foram os jogadores totalistas. Duas mãos cheias de títulos para cada um deles! Ficarão na história do hóquei portista.
Imagens de dez títulos consecutivos, 10 anos de glória
http://www.youtube.com/watch?v=nMtakJv8L8M
Liga Europeia – Final 8 – 2010-2011
O FC Porto chegou à “Final 8”, a disputar no principado de Andorra, depois de obter o 2.º lugar na fase de grupos e qualificação. Assim, sabia que iria defrontar o fortíssimo Barcelona nos quartos-de-final. Mantinha-se a fatalidade de encontrar os catalães, quase que crónicos vencedores da maior competição europeia de clubes. Mas… há episódios da história que não se repetem…
Quartos-de-final: FC Porto 4 – Barcelona 3 (após prolongamento)
Num pavilhão onde a maioria dos espectadores falava português (uma mole de entusiásticos emigrantes portugueses juntou-se às três dezenas de fervorosos adeptos idos de Portugal) a equipa azul-e-branca esteve a perder por 0-2 (Marc Torra e Carlos Lopez), mas chegou ao empate através dos golos de Reinaldo Ventura e Emanuel Garcia. O Barcelona repôs a vantagem pelo stick do nosso conhecido Reinaldo Garcia. No entanto Pedro Gil voltou a empatar e o FC Porto foi para o prolongamento sabendo que a “morte súbita” ditava leis.
Quem marca ganha, quem traga perde, e Pedro Gil aproveitou, de novo, um bom ensejo para concretizar uma vitória muito saborosa e festejada: na marcação de um livre directo Pedro Gil executou de forma magistral, num lance de génio, uma obra-prima do hóquei patinado.
Na meia-final os Dragões iriam defrontar a não menos forte equipa do Liceo da Corunha onde jogavam os portugueses Ricardo Barreiros, Pedro Afonso e Tiago Sousa.
Vídeo do jogo onde se pode ver a falange de apoio de portugueses e adeptos portistas, com muitas caras conhecidas de todos nós aqui no blogue. E assistir à obra-prima construída pelo fenomenal “artista” Pedro Gil:
http://www.youtube.com/watch?v=2YGaKd1dHEo
Meia-final: : FC Porto 4 – Liceo da Corunha 5 (ap. g. penal.)
Num excelente jogo de hóquei em patins o FC Porto teve pela frente o líder da Liga Espanhola. A perder por 0-3, a equipa portista chegou ao empate numa demonstração de querer e classe. O resultado manteve-se inalterado até final do tempo regulamentar e no prolongamento erros graves da dupla de arbitragem levaram a decisão para as grandes penalidades. Aí mais uma irregularidade do guarda-redes galego não foi sancionada e o FC Porto acabaria por, ingloriamente, ser arredado da final (sem e mais uma vez, note-se, perder qualquer jogo nesta fase). O Liceo da Corunha viria a sagrar-se Campeão Europeu.
Veja um vídeo apenas com som ambiente. Aprecie, é diferente…
http://www.youtube.com/watch?v=aLcb0O4O3lo
Liga Europeia – Fase de Grupos – 2011-2012
O FC Porto não logrou apurar-se para a Final 8 desta época. Embora com os mesmos pontos (12) dos dois primeiros, quedou-se pelo terceiro lugar do Grupo C, por via dos critérios de desempate, com 4 vitórias e 2 derrotas.
Das vitórias, destaque para as conseguidas frente ao Liceo da Corunha (7-4 no Porto e 3-2 na Corunha) que, à semelhança do que acontecera na época passada, se sagrou Campeão Europeu. Veja os vídeos respectivos.
Nota: não pode deixar de se salientar o grande jogo no Dragão Caixa e a espantosa exibição de um dos mais prodigiosos jogadores de hóquei de todos os tempos: Pedro Gil. Genial!
FC Porto 7 – Liceo da Corunha 4 (19-11-2011)
http://www.youtube.com/watch?v=VXDSKt6f0Y0
Liceo da Corunha 2 – FC Porto 3 (17/03/2012)
http://www.youtube.com/watch?v=KFtSHu9cUpM
15-10-2011 - Supertaça 2010-2011 – A 18.ª Supertaça Nacional!
O FC Porto conquistou a 18.ª Supertaça de hóquei em patins do seu historial, ao vencer a Oliveirense por 4-1, no Pavilhão Municipal de Ponte de Lima, na estreia de Tó Neves como treinador.
Os Decacampeões nacionais já venciam ao intervalo por 3-0. Caio bisou, marcando aos 15 e 24 minutos. Pedro Gil, aos 18m, e Reinaldo Ventura, aos 45m, apontaram os outros golos do FC Porto. O golo da Oliveirense foi apontado por Tó Silva (31m).
O FC Porto reforçou o estatuto de equipa com mais vitórias na “Supertaça António Livramento”, com 18 triunfos contra 7 do Benfica.
Época 2012-2013
5-01-2013, Pavilhão da Luz, em Lisboa
Benfica 4 - FC Porto 6
A equipa do FC Porto: Edo Bosch, Pedro Moreira, Jorge Silva, Reinaldo Ventura e Ricardo Barreiros. Jogaram ainda: Tiago Losna e Hélder Nunes. Treinador: Tó Neves.
Ao intervalo: 2-3
Marcadores: 0-1 Jorge Silva, 6 minutos; 0-2 Jorge Silva, 7m; 1-2 Carlos López, 8m; 2-2 Luís Viana, 17m; 2-3 Jorge Silva, 24m; 3-3 Carlos López, 28m; 3-4 Ricardo Barreiros, 32m; 3-5 Hélder Nunes, 42m; 3-6 Hélder Nunes, 45m; 4-6 Diogo Rafael, 49m.
O FC Porto alcançou a liderança do campeonato nacional de hóquei em patins, ao vencer o Benfica por 6-4, no clássico da 13.ª jornada, que acabou com a invencibilidade dos da casa. Ganhar na Luz já é um hábito para os Dragões, não só no futebol mas também no hóquei…
Jorge Silva (3 golos) e Hélder Nunes (2 golos) estiveram em destaque pelos portistas. O defesa dos dragões bisou e sentenciou a partida em três minutos, de nada valendo o tento de Diogo Rafael, em cima do apito final, que antecedeu momentos de grande tensão dentro do pavilhão, com confrontos entre a polícia de intervenção e os adeptos do Benfica.
[Historial do Hóquei em Patins do FC Porto: até 5 Jan. 2013]
[Créditos no fim do Historial]
Retalhos da história, conquistas e vitórias memoráveis, figuras e glórias do
F. C. do Porto
Capítulo 6: 1951 a 1960 – Contestação a Lisboa; a “dobradinha” (Parte XVIII)
Época 1954-1955 (continuação)
Historial do hóquei em patins no FC Porto (continuação)
O DECACAMPEONATO, UM FEITO PARA A HISTÓRIA!
Época 2010-2011 – O décimo título consecutivo
A caminhada foi longa e difícil, desde 2001. Chegou-se à última etapa com um objectivo para cumprir; entrou-se na época 2010-11 com um sonho para concretizar; sabia-se ser difícil, mas “o sonho comanda a vida” e o FC Porto cumpre aquilo para que foi talhado: VENCER! E ser DECACAMPEÃO!
● A equipa iniciou a arrancada para o Deca, com uma vitória por 9-2 sobre a AD Valongo, no Dragão Caixa. Passo a passo, à 5.ª jornada, 5 vitórias!
● Na 6.ª ronda, 6 Nov. 2010, deslocação a Lisboa…
Pavilhão do Estádio da Luz
Benfica: Ricardo Silva, Valter Neves, Esteban Abalos, Caio e Ricardo Pereira; Suplentes: Pedro Henriques, Diogo Rafael, Cacau, Tiago Rafael e Luís Viana; Treinador: Luís Sénica
FC Porto: Edo Bosch, Filipe Santos, Pedro Moreira, Pedro Gil e Reinaldo Ventura; Suplentes: Filipe Magalhães, André Azevedo, Henrique Magalhães, Gonçalo Suíssas e Emanuel Garcia; Treinador: Franklim Pais
Marcha do marcador: 1-0; 1-3; 3-3; 3-6; 5-6; 5-7 (Final).
Num encontro emocionante, o Benfica esteve a ganhar nos primeiros minutos mas não conseguiu suster a recuperação dos portistas que, a partir do 1-1, nunca mais perderam o controlo do marcador. Reinaldo Ventura, com quatro golos marcados, foi a grande figura do jogo em que os eneacampeões nacionais estiveram a vencer por 6-3. O adversário ainda chegou ao 6-5, antes de Emanuel Garcia fechar o resultado em 7-5 nos instantes finais. O FC Porto concretizou 4 livres directos, ao contrário do Benfica que falhou 1 penalti e 5 livres directos.
Com este triunfo, o FC Porto passou a somar 18 pontos, partilhando a liderança com a Oliveirense.
http://www.youtube.com/watch?v=hx0SwEHJvHE
● Na jornada seguinte, o 13 (de Novembro) deu azar! O FC Porto desperdiçou dois pontos ao empatar (3-3) com o Candelária no Dragão.
● As jornadas 8 e 9 proporcionaram resultados gordos e vitórias para os hoquistas azuis-e-brancos. Depois, uma vitória difícil (4-3) no reduto do HC Braga.
● Aconteceu então o inesperado: à 11.ª jornada, em Viana do Castelo, o FC Porto cedeu uma derrota. Uma boa equipa, AJ Viana, superou os eneacampeões nacionais por um expressivo resultado: 9-6. Os Dragões deixavam, assim, fugir a vantagem conseguida em Lisboa no jogo com o principal rival. Era preciso “correr atrás do prejuízo”…
● Mas a derrota não comprometeu os objectivos e a equipa venceu os três jogos seguintes com maior ou menor dificuldade. O FC Porto – OC Barcelos, por exemplo, acabou com 6-5 a favor dos visitados.
● No fecho da 1.ª volta (15.ª jornada – 26 Jan. 2011) mais uma escorregadela do FC Porto pela margem mínima: 3-4 no recinto da UD Oliveirense. A diferença pontual para o nosso mais directo adversário complicava a situação
● Na abertura da 2.ª volta a equipa portista, na condição de visitante, voltou a bater o Valongo (5-3). Na 17.ª jornada, actuando perante os seus fiéis adeptos, o FC Porto esmagou o SC Tomar por 14-3. No mesmo dia o Candelária empatou o Benfica nos Açores (4-4) e esbateu-se a diferença pontual renascendo a esperança da conquista do Deca.
● Nas 3 jornadas seguintes, mais 3 vitórias sempre com 7 ou mais golos marcados pelos Dragões.
● 21.ª jornada – 5 Mar. 2011
Através de uma excelente transmissão do Porto Canal, bem definidora dos princípios de ética desportiva que norteiam esta estação televisiva (ainda que vocacionada para o apoio a um clube) em contraponto a um canal que destila ódio e cultiva o facciosismo na sua mais alta expressão, os adeptos que não se puderam deslocar ao Dragão Caixa assistiram a um bom jogo de hóquei entre Porto e Benfica. O FC Porto esteve sempre “por cima” no marcador que encerrou com um saboroso 7-5. Com esta vitória (curiosamente pelos mesmos números do jogo da 1.ª volta) a equipa portista ascendia ao topo da classificação em igualdade pontual com o eterno rival, mas em vantagem por ter vencido os dois jogos.
FCP 7 – SLB 5: Veja o vídeo
http://www.youtube.com/watch?v=akPsGKiAE1o
A raça de Dragão e a alma de Campeão!
Sabia-se que a deslocação aos Açores seria difícil e, como tal, foi encarada com prudência. O Candelária na visita ao Dragão Caixa havia imposto um empate (3-3) ao FC Porto. Mais recentemente, no seu reduto, encostou o Benfica às tabelas com outro empate (4-4). Era uma equipa perigosa e tinha vencido todos os outros jogos disputados na Ilha do Pico.
A primeira metade do jogo foi de muita contenção por parte de ambas as equipas. O mais relevante aconteceu a 25 segundos do intervalo: após um cartão azul a Reinaldo Ventura, Sérgio Silva falhou o respectivo livre directo, não aproveitando para adiantar o Candelária no marcador. O FC Porto foi para o balneário em “power-play” e com um 0-0 satisfatório mas insuficiente para as suas pretensões.
No segundo tempo, Reinaldo Ventura de penalti e Pedro Gil na conversão de livre directo (10.ª falta do Candelária), não lograram bater o guarda-redes João Miguel. Até que, num contra-ataque muito bem urdido pela equipa portista, uma assistência de Reinaldo a Filipe Santos permitiu a este inaugurar o marcador. Estava-se a 7 minutos do final da partida! Contudo a 3 minutos do final Sérgio Silva e depois Mauro Fernández e Jorge Silva, este de livre directo (10.ª falta dos azuis-e-brancos), surpreenderam Edo Bosch! 3-1 para o Candelária.
Quem assistia no pavilhão julgava que o vencedor estava encontrado. Quem assistia ao jogo através de uma transmissão pela Internet, ouvia um locutor (por certo “avermelhado”) eufórico e excitado e, seguramente, não acreditava no que viria a seguir… Houve quem logo abandonasse a visualização via Net e julgasse ser mentira o resultado que conheceu depois!
Com efeito, em desvantagem por 1-3 e com apenas dois minutos para jogar, o FC Porto protagonizou uma das mais fantásticas “reviravoltas” da sua história! A raça de Dragão e a alma de Campeão, vieram ao de cima numa equipa que jamais se verga ou vira a cara à luta. Os eneacampeões, fazendo jus à classe e eficácia de jogadores de elite, marcaram por intermédio de Pedro Moreira (2 golos) e Pedro Gil.
Resultado final: 4-3 a favor do FC Porto que impôs ao Candelária a primeira derrota da época em sua “casa”. Sublinhe-se o que se disse acima: esta equipa mostrou, na Ilha do Pico, a raça de Dragão e a alma de Campeão! E continuava no bom caminho para o Deca.
O vídeo/resumo com os 4 últimos golos do Candelária 3 – FC Porto 4
http://www.youtube.com/watch?v=Vt0K5i9UMKM
● Nas três jornadas seguintes, o FC Porto infringiu pesadas derrotas aos seus adversários: 10-3 ao Espinho, 8-2 ao Limianos e ao HC Braga.
● Na 26.ª, num jogo difícil no Dragão Caixa, a equipa portista venceu a Juventude de Viana por 7-4. Depois mais duas vitórias com o Gulpilhares e com a Física de Torres Vedras.
● 30.ª e última jornada (4 Jun. 2011) – A consagração
…e o último passo era dado no Dragão Caixa. O FC Porto chegava aqui igualado em pontos com o Benfica, mas dependendo só de si próprio. Num ambiente fantástico, de expectativa, mas de enorme fé na vitória, a equipa portista entrou algo nervosa frente à Oliveirense de Tó Neves. Contudo aos 22 minutos Reinaldo Ventura, na conversão de uma grande-penalidade, abriu o activo. Já na segunda parte Pedro Moreira ampliou o marcador para 2-0 e, logo de seguida, Tó Neves reduziu para a Oliveirense. Gonçalo Suíssas faria o 3-1 e Pedro Gil selou o resultado com mais dois golos. O FC Porto havia conquistado o décimo título consecutivo de hóquei em patins, o Deca, um feito extraordinário no desporto português e mundial!
No pavilhão e fora dele os adeptos ficaram eufóricos. E o caso não era para menos! Para além da proeza do Deca, o FC Porto vencia o campeonato do hóquei após os triunfos no futebol, andebol e basquetebol. O pleno, uma época dourada! Para mais os Dragões igualavam o Benfica no número de campeonatos de hóquei em patins ganhos, 20 (vinte).
O jogo e a festa do Deca:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=JSTUrtVWMuM
Treinador: Franklim Pais. Jogadores: Edo Bosch, Filipe Santos, Reinaldo Ventura, Pedro Gil, Emanuel Garcia, Pedro Moreira, André Azevedo, Gonçalo Suíssas, Nelson Filipe, Henrique Magalhães e José Rafael.
Franklim Pais foi o timoneiro sempre presente em todas as “etapas” do decacampeonato. Em 2001-2002 ascendeu à condição de treinador principal e entrou a vencer. E a vencer terminou em 2010-2011! Dez anos à frente de uma equipa é pouco normal no hóquei e desporto portugueses. E dez anos a conquistar o título nacional, ainda mais extraordinário é!
Filipe Santos (o grande capitão), Emanuel Garcia (o virtuoso hoquista argentino), Reinaldo Ventura (possante e determinado) e Edo Bosch (o guarda-redes espanhol, outro caso de longevidade na equipa), foram os jogadores totalistas. Duas mãos cheias de títulos para cada um deles! Ficarão na história do hóquei portista.
http://www.youtube.com/watch?v=nMtakJv8L8M
O FC Porto chegou à “Final 8”, a disputar no principado de Andorra, depois de obter o 2.º lugar na fase de grupos e qualificação. Assim, sabia que iria defrontar o fortíssimo Barcelona nos quartos-de-final. Mantinha-se a fatalidade de encontrar os catalães, quase que crónicos vencedores da maior competição europeia de clubes. Mas… há episódios da história que não se repetem…
Quartos-de-final: FC Porto 4 – Barcelona 3 (após prolongamento)
Num pavilhão onde a maioria dos espectadores falava português (uma mole de entusiásticos emigrantes portugueses juntou-se às três dezenas de fervorosos adeptos idos de Portugal) a equipa azul-e-branca esteve a perder por 0-2 (Marc Torra e Carlos Lopez), mas chegou ao empate através dos golos de Reinaldo Ventura e Emanuel Garcia. O Barcelona repôs a vantagem pelo stick do nosso conhecido Reinaldo Garcia. No entanto Pedro Gil voltou a empatar e o FC Porto foi para o prolongamento sabendo que a “morte súbita” ditava leis.
Quem marca ganha, quem traga perde, e Pedro Gil aproveitou, de novo, um bom ensejo para concretizar uma vitória muito saborosa e festejada: na marcação de um livre directo Pedro Gil executou de forma magistral, num lance de génio, uma obra-prima do hóquei patinado.
Na meia-final os Dragões iriam defrontar a não menos forte equipa do Liceo da Corunha onde jogavam os portugueses Ricardo Barreiros, Pedro Afonso e Tiago Sousa.
Vídeo do jogo onde se pode ver a falange de apoio de portugueses e adeptos portistas, com muitas caras conhecidas de todos nós aqui no blogue. E assistir à obra-prima construída pelo fenomenal “artista” Pedro Gil:
http://www.youtube.com/watch?v=2YGaKd1dHEo
Meia-final: : FC Porto 4 – Liceo da Corunha 5 (ap. g. penal.)
Num excelente jogo de hóquei em patins o FC Porto teve pela frente o líder da Liga Espanhola. A perder por 0-3, a equipa portista chegou ao empate numa demonstração de querer e classe. O resultado manteve-se inalterado até final do tempo regulamentar e no prolongamento erros graves da dupla de arbitragem levaram a decisão para as grandes penalidades. Aí mais uma irregularidade do guarda-redes galego não foi sancionada e o FC Porto acabaria por, ingloriamente, ser arredado da final (sem e mais uma vez, note-se, perder qualquer jogo nesta fase). O Liceo da Corunha viria a sagrar-se Campeão Europeu.
Veja um vídeo apenas com som ambiente. Aprecie, é diferente…
http://www.youtube.com/watch?v=aLcb0O4O3lo
Liga Europeia – Fase de Grupos – 2011-2012
O FC Porto não logrou apurar-se para a Final 8 desta época. Embora com os mesmos pontos (12) dos dois primeiros, quedou-se pelo terceiro lugar do Grupo C, por via dos critérios de desempate, com 4 vitórias e 2 derrotas.
Das vitórias, destaque para as conseguidas frente ao Liceo da Corunha (7-4 no Porto e 3-2 na Corunha) que, à semelhança do que acontecera na época passada, se sagrou Campeão Europeu. Veja os vídeos respectivos.
Nota: não pode deixar de se salientar o grande jogo no Dragão Caixa e a espantosa exibição de um dos mais prodigiosos jogadores de hóquei de todos os tempos: Pedro Gil. Genial!
FC Porto 7 – Liceo da Corunha 4 (19-11-2011)
http://www.youtube.com/watch?v=VXDSKt6f0Y0
Liceo da Corunha 2 – FC Porto 3 (17/03/2012)
http://www.youtube.com/watch?v=KFtSHu9cUpM
O FC Porto conquistou a 18.ª Supertaça de hóquei em patins do seu historial, ao vencer a Oliveirense por 4-1, no Pavilhão Municipal de Ponte de Lima, na estreia de Tó Neves como treinador.
Os Decacampeões nacionais já venciam ao intervalo por 3-0. Caio bisou, marcando aos 15 e 24 minutos. Pedro Gil, aos 18m, e Reinaldo Ventura, aos 45m, apontaram os outros golos do FC Porto. O golo da Oliveirense foi apontado por Tó Silva (31m).
O FC Porto reforçou o estatuto de equipa com mais vitórias na “Supertaça António Livramento”, com 18 triunfos contra 7 do Benfica.
Época 2012-2013
5-01-2013, Pavilhão da Luz, em Lisboa
Benfica 4 - FC Porto 6
A equipa do FC Porto: Edo Bosch, Pedro Moreira, Jorge Silva, Reinaldo Ventura e Ricardo Barreiros. Jogaram ainda: Tiago Losna e Hélder Nunes. Treinador: Tó Neves.
Ao intervalo: 2-3
Marcadores: 0-1 Jorge Silva, 6 minutos; 0-2 Jorge Silva, 7m; 1-2 Carlos López, 8m; 2-2 Luís Viana, 17m; 2-3 Jorge Silva, 24m; 3-3 Carlos López, 28m; 3-4 Ricardo Barreiros, 32m; 3-5 Hélder Nunes, 42m; 3-6 Hélder Nunes, 45m; 4-6 Diogo Rafael, 49m.
Jorge Silva (3 golos) e Hélder Nunes (2 golos) estiveram em destaque pelos portistas. O defesa dos dragões bisou e sentenciou a partida em três minutos, de nada valendo o tento de Diogo Rafael, em cima do apito final, que antecedeu momentos de grande tensão dentro do pavilhão, com confrontos entre a polícia de intervenção e os adeptos do Benfica.
[Historial do Hóquei em Patins do FC Porto: até 5 Jan. 2013]
[Créditos no fim do Historial]
- No próximo post.: Capítulo 6, 1951 a 1960 – Contestação a Lisboa; a “dobradinha” (Parte XIX) – Época 1954-55 (continuação); HISTORIAL DO HÓQUEI EM PATINS NO FC PORTO (continuação): FC Porto, uma potência do hóquei mundial! Quadros de registo e estatística.
01 abril, 2013
Prego a fundo…
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/
Em primeiro lugar, não posso deixar de manifestar o meu total desacordo com algo que tenho ouvido nos últimos dias em relação ao jogo da próxima 4ª feira no Dragão. Segundo me consta, há a forte possibilidade do FC Porto apresentar uma equipa secundária, praticamente composta por juniores e jogadores da equipa b, como forma de protesto pela pouca vergonha que nos tentaram fazer pela via administrativa.
Vamos lá ver se nos entendemos, acho muito bem que o FC Porto se ache no direito de protestar contra algo que foi vergonhoso e não passou de mais uma manobra, desta feita engendrada pelo jornal “a bola”, de retirar o FC Porto de uma competição, no fundo um remake da marosca que slb e guimarães tentaram fazer há uns anos atrás. Isto eu compreendo perfeitamente!
Agora, colocar em causa um resultado desportivo, mesmo que estejamos a falar da 4ª competição oficial em Portugal, utilizando jogadores que não estão habituados a estas andanças (e correndo mesmo o risco de queimá-los) parece-me excessivo e desadequado.
Relativamente a esta tacita slb, há apenas uma expressão que me ocorre: PREGO A FUNDO! Não há que ter meias medidas agora, é ganhar claramente ao Rio Ave, e vingarmo-nos do braguinha que nos colocou fora da taça de Portugal!
Paralelamente, no campeonato, a outra competição que ainda podemos arrecadar, a palavra de ordem também tem mesmo de ser essa: PREGO A FUNDO! Não vale de muito nos lembrarmos dos azares que podiam não ter acontecido, mas aconteceram, como as lesões de James e Moutinho em jogos fundamentais e por longos períodos, nem vale de muito ficar a remoer sobre os penalties falhados em jogos onde perdemos pontos, pois este mesmo jogador que os falhou, já nos deu muitas outras vitórias importantes ao longo deste ano. Importante é simplesmente vencer o que falta e esperar que do outro lado caia algo do céu...
Relativamente ao jogo de Coimbra, acho que o FC Porto jogou o suficiente para dar 5 ou 6 à Académica, e se não o fez deveu-se em grande parte aos postes da baliza adversária. Claramente as entradas de Moutinho e James dão muito mais qualidade à equipa, espero que com estes dois elementos a 100% os níveis qualitativos subam e seja possível acabar a época só com vitórias, umas atrás das outras.
Nota de destaque também para Castro, agradou-me imenso o belo golo e a forma sentimental como festejou o golo. De facto, parecia ser um verdadeiro adepto a festejar, só que naquele caso um adepto que também joga. Que Castro continue a ser uma opção válida e tenha a maior sorte do mundo para a sua carreira.
Dito isto, não posso também deixar de fazer uma reflexão sobre estas questões de Portismo/Profissionalismo que vi debatidas em comentários ao jogo de Coimbra. Sinceramente acho que a relação do número de estrangeiros, ou o diminuto numero de Portistas no plantel não tem muito a ver com o sucesso desportivo ou falta dele. Quando ganhamos tudo o que havia para ganhar em 10/11, quantos portugueses titulares tínhamos? Dois ou três… Uns meses depois aquele que se dizia um grande Portista que ocupava a sua cadeira de sonho, negociou à socapa, e abandonou o clube à primeira oportunidade, enviando um simples fax de despedida aos profissionais do clube, em que dizia estar a sua cadeira de sonho. Concluindo, acho que podemos ter 11 estrangeiros motivados e compenetrados, e por conseguinte ter muito sucesso, ou então podemos ter 11 grandes Portistas a ocupar a sua cadeira de sonho, mas que à primeira oportunidade fogem em busca de mais dinheiro (o que é legítimo)…
Resumindo, agora nada mais nos resta de meter “prego a fundo” e acabar a época da melhor maneira possível… E depois, acreditar que é possível eles perderem algum ponto aqui ou acolá… Se obviamente não perderem, e nós cumprirmos com as nossas obrigações, nada mais nos restará do que aceitar a derrota, bem ao contrário do mau perder deles que nunca assumem a superioridade de quem é mais competente dentro das quatro linhas.
Vamos lá ver se nos entendemos, acho muito bem que o FC Porto se ache no direito de protestar contra algo que foi vergonhoso e não passou de mais uma manobra, desta feita engendrada pelo jornal “a bola”, de retirar o FC Porto de uma competição, no fundo um remake da marosca que slb e guimarães tentaram fazer há uns anos atrás. Isto eu compreendo perfeitamente!
Agora, colocar em causa um resultado desportivo, mesmo que estejamos a falar da 4ª competição oficial em Portugal, utilizando jogadores que não estão habituados a estas andanças (e correndo mesmo o risco de queimá-los) parece-me excessivo e desadequado.
Relativamente a esta tacita slb, há apenas uma expressão que me ocorre: PREGO A FUNDO! Não há que ter meias medidas agora, é ganhar claramente ao Rio Ave, e vingarmo-nos do braguinha que nos colocou fora da taça de Portugal!
Paralelamente, no campeonato, a outra competição que ainda podemos arrecadar, a palavra de ordem também tem mesmo de ser essa: PREGO A FUNDO! Não vale de muito nos lembrarmos dos azares que podiam não ter acontecido, mas aconteceram, como as lesões de James e Moutinho em jogos fundamentais e por longos períodos, nem vale de muito ficar a remoer sobre os penalties falhados em jogos onde perdemos pontos, pois este mesmo jogador que os falhou, já nos deu muitas outras vitórias importantes ao longo deste ano. Importante é simplesmente vencer o que falta e esperar que do outro lado caia algo do céu...
Relativamente ao jogo de Coimbra, acho que o FC Porto jogou o suficiente para dar 5 ou 6 à Académica, e se não o fez deveu-se em grande parte aos postes da baliza adversária. Claramente as entradas de Moutinho e James dão muito mais qualidade à equipa, espero que com estes dois elementos a 100% os níveis qualitativos subam e seja possível acabar a época só com vitórias, umas atrás das outras.
Nota de destaque também para Castro, agradou-me imenso o belo golo e a forma sentimental como festejou o golo. De facto, parecia ser um verdadeiro adepto a festejar, só que naquele caso um adepto que também joga. Que Castro continue a ser uma opção válida e tenha a maior sorte do mundo para a sua carreira.
Dito isto, não posso também deixar de fazer uma reflexão sobre estas questões de Portismo/Profissionalismo que vi debatidas em comentários ao jogo de Coimbra. Sinceramente acho que a relação do número de estrangeiros, ou o diminuto numero de Portistas no plantel não tem muito a ver com o sucesso desportivo ou falta dele. Quando ganhamos tudo o que havia para ganhar em 10/11, quantos portugueses titulares tínhamos? Dois ou três… Uns meses depois aquele que se dizia um grande Portista que ocupava a sua cadeira de sonho, negociou à socapa, e abandonou o clube à primeira oportunidade, enviando um simples fax de despedida aos profissionais do clube, em que dizia estar a sua cadeira de sonho. Concluindo, acho que podemos ter 11 estrangeiros motivados e compenetrados, e por conseguinte ter muito sucesso, ou então podemos ter 11 grandes Portistas a ocupar a sua cadeira de sonho, mas que à primeira oportunidade fogem em busca de mais dinheiro (o que é legítimo)…
Resumindo, agora nada mais nos resta de meter “prego a fundo” e acabar a época da melhor maneira possível… E depois, acreditar que é possível eles perderem algum ponto aqui ou acolá… Se obviamente não perderem, e nós cumprirmos com as nossas obrigações, nada mais nos restará do que aceitar a derrota, bem ao contrário do mau perder deles que nunca assumem a superioridade de quem é mais competente dentro das quatro linhas.
bLuE bOy
abril 01, 2013
as viagens azuis da mafaldinha, homenagem VIPortista, videos
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Parabéns Mafaldinha!
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/
Façam-nos SONHAR... façam-nos ACREDITAR!
aMIGA, Muitos Parabéns!!!
São os votos de todos os colaboradores/as deste espaço de tertúlia.






















