08 abril, 2015
07 abril, 2015
HEXACAMPEÕES A UMA VITÓRIA DA FINAL
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/
ANDEBOL
(1º FC Porto-62p; 2º sporting-58p; 3º abc-55p; 4º slb-54p)
- FC PORTO 28-25 benfica [1-0 nas meias finais do playoff]
- FCPORTO 28-27 benfica [2-0 nas meias finais do playoff]
No 1º jogo, o benfica depois dos 3-3, nunca mais chegou sequer a igualar o marcador e esteve no máximo a um golo aos 22-21, mas logo o Porto acelerou e fez 26-22, tendo gerido o marcador até ao fim, ganhando com tranquilidade.
No 1º jogo, Gilberto Duarte com 10 golos esteve endiabrado e foi bem secundado por Alexis com 4 golos, seguindo-se com 3 Miguel Martins, Ricardo Moreira e João Ferraz. Já no 2º jogo, Gilberto Duarte foi de novo o melhor marcador com 7 golos, sendo seguido por Hugo Santos e João Ferraz com 4 e depois aparecem com 3 Daymaro Sallina e Nuno Roque.
Grande equipa, grande público e muita mística! A arbitragem da dupla de Braga na sexta feira foi medíocre, como habitualmente. A dupla de Leiria no sábado apitou bem, mas anulou 2 golos na ponta esquerda ao FC Porto que me pareceram limpos.
- próximos jogos
HÓQUEI EM PATINS
(1º benfica-67p; 2º FC Porto-64p; 3º valongo-48p)
- próximos jogos
BASQUETEBOL
(1º FCP Dragon force-38p/19j; 2º eléctrico-34/19jp; 3º terceira-31/19jp)
- academia do lumiar 63-77 FC PORTO Dragon Force
- próximos jogos
Um abraço do Lucho.
06 abril, 2015
Pedro Cardona
abril 06, 2015
a videoteca do 4lusos, arbitragem, liga 2014-15, tribunal d'o jogo, videos
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QUARESMA CHEIA
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FC PORTO-estoril, 5-0
Primeira Liga, 27ª jornada
Segunda-feira, 6 Abril 2015 - 20:00
Estádio: Dragão, Porto
Assistência: 29.230
Árbitro: Bruno Esteves (Setúbal).
Assistentes: Venâncio Tomé e Mário Dionísio.
4º Árbitro: Hugo Pacheco.
FC PORTO: Fabiano, Danilo, Martins Indi, Marcano, Alex Sandro, Casemiro, Óliver Torres, Herrera, Quaresma, Aboubakar, Brahimi.
Suplentes: Helton, Quintero (72' Óliver Torres), Reyes, Evandro, Hernâni (62' Brahimi), Rúben Neves (53' Herrera), Gonçalo Paciência.
Treinador: Julen Lopetegui.
ESTORIL: Vagner, Anderson Luís, Yohan Tavares, Rúben Fernandes, Bruno Miguel, Afonso Taira, Filipe Gonçalves, Diogo Amado, Sebá, Fernandinho, Balboa.
Suplentes: Kieszek, Mano, Matías Cabrera, Emídio Rafael, Mattheus (75' Filipe Gonçalves), Tozé (75' Fernandinho), Léo Bonatini (56' Afonso Taira).
Treinador: Fabiano Soares.
Ao intervalo: 0-1.
Marcadores: Óliver Torres (33'), Aboubakar (45+1'), Quaresma (52' pen), Danilo (70'), Quaresma (77').
Disciplina: Cartão amarelo a Rúben Fernandes (31'), Herrera (44'), Filipe Gonçalves (51'), Mattheus (78'), Rúben Neves (88').
Não sei se é ou não por estarmos na época da Páscoa, o facto é que esta noite no Dragão houve Quaresma recheada. Quem foi ao estádio e quem viu pela tv, assistiu a um jogo relativamente bem conseguido pelo FC Porto em termos exibicionais e a uma mão cheia de golos. Ricardo Quaresma esteve em grande com um par de assistências para o golo e igualmente um par de golos da sua autoria.
O FC Porto entrou no jogo com a intenção clara de chegar cedo ao golo mas deparou com um opositor super defensivo, apenas preocupado em fechar os caminhos para a baliza e incapaz de criar qualquer tipo de embaraço ao Dragão. Hoje o meio-campo portista estava perfeitamente disponível para ser alugado. O Estoril fez um único remate à baliza em 90 minutos e mesmo assim nem é digno de se dizer que foi um remate.
A primeira meia hora revelou um FC Porto paciente para ultrapassar a ultra-defensiva canarinha. A bola circulava no meio-campo estorilista de um lado para o outro mas os caminhos para a baliza estavam fechados. Depois Quaresma decidiu abrir o livro. Pela direita começou a criar desequilíbrios em investidas individuais, levando o adversário a denotar os primeiros sinais de intranquilidade.
Até que aos 32 minutos, num dos vários cruzamentos que ensaiou, Óliver apareceu ao segundo poste e de cabeça inaugurou o marcador, aproveitando a saída mal calculada de Wagner. Estava aberta a porta para a vitória. Logo a seguir, mais uma excelente jogada de Quaresma a combinar com Danilo (em grande plano), Aboubakar rematou junto à baliza e em cima da linha Bruno Miguel safou para canto. O FC Porto procurava novo golo para atingir a tranquilidade que nunca esteve em causa mas era necessário resolver a contenda quanto antes.
Em cima do descanso, novamente Quaresma fez um cruzamento a papel químico ao que dera origem ao primeiro golo e Aboubakar junto ao 2º poste desviou para a baliza. 2-0 e a vitória estava alcançada, restando cumprir 45 minutos.
Apesar da vantagem confortável e suficiente, o FC Porto carregou na segunda parte. O Estoril fazia apenas papel de corpo presente. Aos 52 minutos, Brahimi arrancou uma grande penalidade inexistente numa falta de Filipe Gonçalves cometida fora da grande área e Quaresma (quem havia de ser) converteu no 3-0 para a equipa portista.
O jogo passou a ser uma tentativa de adivinhar quantos mais golos entrariam na baliza do guarda-redes Wagner. O FC Porto a atacar e o Estoril a defender como podia. Aos 70 minutos, Danilo, acabado de firmar contrato com o Real Madrid, teve uma arrancada pela direita, combinou com Aboubakar e na cara de Wagner só teve que perguntar para que lado queria a bola. 4-0 estava feito.
E para terminar o jogo, como 2+2 são 4, Quaresma marcava o 2º golo aos 77 minutos num roubo de bola à entrada da área canarinha. Mattheus perdeu a bola para o extremo portista que arrancou para baliza e, apenas com Wagner pela frente, passou pelo guarda-redes e carimbou o resultado final em 5-0.
Hoje em dia não há jogos fáceis mas se uma equipa souber jogar o que sabe, se tiver atitude, raça, concentração e competência, pode tornar o jogo difícil em jogo mais acessível. Cabe à equipa tornar as coisas fáceis e esta noite foi isso que se passou.
Num mês muito exigente e decisivo, o FC Porto direcciona agora baterias para Vila do Conde já no próximo Sábado. Urge capitalizar toda a concentração e esforço para esse jogo, de forma a manter bem viva a luta pelo título que, apesar de não estar fácil, está ao alcance caso a equipa consiga expor em campo tudo o que sabe e pode. Proibido, até Domingo, será pensar em algum momento no Bayern de Munique.
DECLARAÇÕES
Lopetegui: “A equipa trabalhou muito e bem”
Julen Lopetegui realçou o muito e bom trabalho realizado pelos seus jogadores na goleada imposta ao Estoril (5-0), no Estádio do Dragão, em jogo referente à 27.ª jornada da Liga NOS, que recoloca os Dragões a três pontos da liderança. O treinador basco sublinhou a justiça da vitória portista frente a uma equipa “que defendeu com 11 jogadores”, destacando ainda a velocidade e a qualidade do futebol praticado pelos Dragões na noite desta segunda-feira.
“A equipa fez o que tinha de fazer, trabalhou muito e bem, atacou quase sempre com sentido. Fizemos um excelente jogo e conquistámos uma vitória absolutamente merecida, com um resultado amplo. Com as oportunidades que criámos, poderíamos até ter feito mais golos, mas a equipa está de parabéns pela forma como trabalhou e lutou pelos três pontos. Tínhamos pela frente uma equipa que defendeu com 11 jogadores, mas jogámos bem, rápido, e fizemos por merecer o resultado que construímos, que foi ainda melhor por não termos sofrido golos. No futebol é sempre importante ter estabilidade em todos os sectores, em casa e fora”, afirmou Julen Lopetegui após o triunfo sobre os estorilistas.
Considerando que a goleada foi uma consequência do fluxo ofensivo da equipa, Julen Lopetegui garantiu que os Dragões estão focados apenas no próximo jogo e prometeu uma equipa a lutar pelo campeonato até ao fim. “Os golos são uma consequência natural daquilo que trabalhamos no aspecto ofensivo e neste jogo conseguimos ser mais eficazes. Vamos continuar a lutar pelo campeonato e já estamos focados no próximo desafio, pois temos de estar preparados para jogar no limite e dar resposta às exigências de cada jogo, de cada competição. O campeonato é muito importante para nós, mas ao mesmo tempo estamos orgulhosos por podermos disputar pelo menos mais dois jogos na UEFA Champions League”, prosseguiu.
A três pontos da liderança da Liga NOS, Julen Lopetegui reiterou o respeito pelos adversários e recusa-se a pegar tão cedo na máquina de calcular. “Como já referi, estamos focados apenas no próximo jogo e agora é importante recuperar os jogadores. Todas as vitórias são importantes e esta também não foi deferente, mas as contas fazem-se sempre no fim. Continuamos a lutar por objectivos importantes e respeitamos todos os nossos adversários. Vamos continuar a trabalhar para sermos mais fortes no futuro”, concluiu o técnico espanhol.
ARBITRAGEM

RESUMO DO JOGO
Primeira Liga, 27ª jornada
Segunda-feira, 6 Abril 2015 - 20:00
Estádio: Dragão, Porto
Assistência: 29.230
Árbitro: Bruno Esteves (Setúbal).
Assistentes: Venâncio Tomé e Mário Dionísio.
4º Árbitro: Hugo Pacheco.
FC PORTO: Fabiano, Danilo, Martins Indi, Marcano, Alex Sandro, Casemiro, Óliver Torres, Herrera, Quaresma, Aboubakar, Brahimi.
Suplentes: Helton, Quintero (72' Óliver Torres), Reyes, Evandro, Hernâni (62' Brahimi), Rúben Neves (53' Herrera), Gonçalo Paciência.
Treinador: Julen Lopetegui.
ESTORIL: Vagner, Anderson Luís, Yohan Tavares, Rúben Fernandes, Bruno Miguel, Afonso Taira, Filipe Gonçalves, Diogo Amado, Sebá, Fernandinho, Balboa.
Suplentes: Kieszek, Mano, Matías Cabrera, Emídio Rafael, Mattheus (75' Filipe Gonçalves), Tozé (75' Fernandinho), Léo Bonatini (56' Afonso Taira).
Treinador: Fabiano Soares.
Ao intervalo: 0-1.
Marcadores: Óliver Torres (33'), Aboubakar (45+1'), Quaresma (52' pen), Danilo (70'), Quaresma (77').
Disciplina: Cartão amarelo a Rúben Fernandes (31'), Herrera (44'), Filipe Gonçalves (51'), Mattheus (78'), Rúben Neves (88').
O FC Porto entrou no jogo com a intenção clara de chegar cedo ao golo mas deparou com um opositor super defensivo, apenas preocupado em fechar os caminhos para a baliza e incapaz de criar qualquer tipo de embaraço ao Dragão. Hoje o meio-campo portista estava perfeitamente disponível para ser alugado. O Estoril fez um único remate à baliza em 90 minutos e mesmo assim nem é digno de se dizer que foi um remate.
A primeira meia hora revelou um FC Porto paciente para ultrapassar a ultra-defensiva canarinha. A bola circulava no meio-campo estorilista de um lado para o outro mas os caminhos para a baliza estavam fechados. Depois Quaresma decidiu abrir o livro. Pela direita começou a criar desequilíbrios em investidas individuais, levando o adversário a denotar os primeiros sinais de intranquilidade.
Em cima do descanso, novamente Quaresma fez um cruzamento a papel químico ao que dera origem ao primeiro golo e Aboubakar junto ao 2º poste desviou para a baliza. 2-0 e a vitória estava alcançada, restando cumprir 45 minutos.
Apesar da vantagem confortável e suficiente, o FC Porto carregou na segunda parte. O Estoril fazia apenas papel de corpo presente. Aos 52 minutos, Brahimi arrancou uma grande penalidade inexistente numa falta de Filipe Gonçalves cometida fora da grande área e Quaresma (quem havia de ser) converteu no 3-0 para a equipa portista.
O jogo passou a ser uma tentativa de adivinhar quantos mais golos entrariam na baliza do guarda-redes Wagner. O FC Porto a atacar e o Estoril a defender como podia. Aos 70 minutos, Danilo, acabado de firmar contrato com o Real Madrid, teve uma arrancada pela direita, combinou com Aboubakar e na cara de Wagner só teve que perguntar para que lado queria a bola. 4-0 estava feito.
Hoje em dia não há jogos fáceis mas se uma equipa souber jogar o que sabe, se tiver atitude, raça, concentração e competência, pode tornar o jogo difícil em jogo mais acessível. Cabe à equipa tornar as coisas fáceis e esta noite foi isso que se passou.
Num mês muito exigente e decisivo, o FC Porto direcciona agora baterias para Vila do Conde já no próximo Sábado. Urge capitalizar toda a concentração e esforço para esse jogo, de forma a manter bem viva a luta pelo título que, apesar de não estar fácil, está ao alcance caso a equipa consiga expor em campo tudo o que sabe e pode. Proibido, até Domingo, será pensar em algum momento no Bayern de Munique.
DECLARAÇÕES
Lopetegui: “A equipa trabalhou muito e bem”
Julen Lopetegui realçou o muito e bom trabalho realizado pelos seus jogadores na goleada imposta ao Estoril (5-0), no Estádio do Dragão, em jogo referente à 27.ª jornada da Liga NOS, que recoloca os Dragões a três pontos da liderança. O treinador basco sublinhou a justiça da vitória portista frente a uma equipa “que defendeu com 11 jogadores”, destacando ainda a velocidade e a qualidade do futebol praticado pelos Dragões na noite desta segunda-feira.
Considerando que a goleada foi uma consequência do fluxo ofensivo da equipa, Julen Lopetegui garantiu que os Dragões estão focados apenas no próximo jogo e prometeu uma equipa a lutar pelo campeonato até ao fim. “Os golos são uma consequência natural daquilo que trabalhamos no aspecto ofensivo e neste jogo conseguimos ser mais eficazes. Vamos continuar a lutar pelo campeonato e já estamos focados no próximo desafio, pois temos de estar preparados para jogar no limite e dar resposta às exigências de cada jogo, de cada competição. O campeonato é muito importante para nós, mas ao mesmo tempo estamos orgulhosos por podermos disputar pelo menos mais dois jogos na UEFA Champions League”, prosseguiu.
A três pontos da liderança da Liga NOS, Julen Lopetegui reiterou o respeito pelos adversários e recusa-se a pegar tão cedo na máquina de calcular. “Como já referi, estamos focados apenas no próximo jogo e agora é importante recuperar os jogadores. Todas as vitórias são importantes e esta também não foi deferente, mas as contas fazem-se sempre no fim. Continuamos a lutar por objectivos importantes e respeitamos todos os nossos adversários. Vamos continuar a trabalhar para sermos mais fortes no futuro”, concluiu o técnico espanhol.
ARBITRAGEM
RESUMO DO JOGO
O GUIÃO ESTÁ ESCRITO...
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Ouvindo e lendo a generalidade da comunicação social, inclusivamente meios de comunicação social públicos suportados também pelo dinheiro dos meus impostos, as únicas questões desportivamente relevantes neste momento são: para quando a reserva do marquês do pombal para a festa do clube do regime e quando é que Lopetegui faz as malas para abandonar o clube depois de uma época sem ganhar nada. Neste momento é uma verdade quase inquestionável entre o comentário desportivo de que este campeonato está orto e enterrado, que o FC Porto nada irá ganhar, mesmo que ainda faltem alguns joguitos para isto acabar!
Por esta altura, estão bem conservadas as garrafas de champanha da canalha anti-Portista apenas esperando o momento que desde o início da época parece estar escrito: finalmente um bicampeonato 30 anos depois! 30 anos é muito tempo, demasiado tempo para um clube grande estar sem atingir um bicampeonato. Este ano tinha de ser e nos momentos em que as pernas tremeram muita "coisa" aconteceu, "coisas" que jamais irão ser apagadas aconteça o que acontecer até final da época.
É fantástico também ouvir as muitas “virgens ofendidas” referirem-se às declarações de Lopetegui em relação às arbitragens deste ano. Provavelmente, Lopetegui e toda a estrutura Portista só pecaram por defeito na falta de alertas em relação à arbitragem numa fase mais inicial da época. Este é um país recheado de filhos da p***! Os mesmos filhos da p*** que quando alguém disse que “o fiscal-de-linha não marcou porque não quis” ou “o título do FC Porto é um tributo dos árbitros" se calaram como ratos cobardes, são exatamente os mesmos filhos da p*** que agora tanto gritam contra Lopetegui quando este apenas se limita a dar a sua opinião sobre determinados lances de arbitragem, sem nunca ter colocado em causa a honestidade de nenhum árbitro, contrariamente ao que tem sido feito repetidamente ao longo dos últimos 30 anos do futebol português. Ainda a este propósito parece-me haver um fenómeno que aliado ao habitual anti-Portismo saiu completamente da toca neste ano: pela forma específica como muitas vezes se referem ao “senhor basco” ou “espanhol”, existe sem sobra de duvida uma característica indisfarçável em muitos portugueses, uma patológica xenofobia. Se aliarmos o anti-Portismo à xenofobia, então Lopetegui é o alvo perfeito para os tantos ataques de que tem sido vítima por tudo e por nada.
O guião já está escrito, resta ao FC Porto e a todos os seus responsáveis tentarem até ao limite de todas as suas forças lutar condignamente pelo símbolo mágico que se encontra naquelas bonitas camisolas azuis e brancas. Lutar, correr, gritar, sofrer. Se o resto da época for um espelho do que se passou na 2ª parte do Funchal, num jogo de uma competição irrelevantíssima mas oficial (e deste modo para ganhar!), o final de época vai ser difícil. Se o resto da época demonstrar o FC Porto que se viu no primeiro trimestre deste ano, um FC Porto dinâmico, determinado, a vencer jogos difíceis perante bons adversários, MUITO melhores que o Nacional e o Marítimo por exemplo, chegaremos ao final da época, independentemente do resultado final, com a perfeita consciência de que tudo foi feito para se ganhar. É bom que os jogadores, equipa técnica e estrutura tenham em mente que não se pode perder novamente da mesma forma, que a generalidade dos Portistas é gente grata que sabe reconhecer o bom trabalho, mesmo que em algumas ocasiões tardiamente (por exemplo reinado de VP) o reconheça. Este final de época é assustadoramente importante para o futuro do clube. Não podemos perder sequer mais um ponto com a displicência que se viu nos últimos 2 jogos na Madeira. Vejam (os jogadores + equipa técnica entenda-se!) o vídeo da final da taça de 93/94, da final da Taça dos Campeões de 1987 e tantos outros vídeos de vitórias heroicas para se perceber de que matéria é feita este clube. Será muito triste e até de certo modo impensável em duas épocas consecutivas não se vislumbrar por mínimo que seja, a verdadeira essência do FC Porto. Lopetegui e os jogadores têm a palavra e dependem apenas deles próprios para um fim de época condigno com o clube que representam. Vamos contrariar um guião que há muito já está escrito?
Nota final: Já houve tempos em que via alguns programas desportivos e que observava com curiosidade a forma como o meu clube era defendido numa sempre nojenta e tendenciosa comunicação social. Não serei o único que terei crescido a ver a forma arrojada e determinada como por exemplo o Dr. Pôncio Monteiro defendia brilhantemente o clube fosse contra quem fosse, em qualquer circunstância. À medida que o grau de anti-Portismo nojento foi aumentando nesses programas, suportado por mentiras mil vezes repetidas baseadas em argumentos próprios de uma criança de 4 anos, acabei por deixar de perder tanto tempo da minha vida em alguns programas desportivos tão porcamente anti-Portistas e tão nefastos à boa sanidade mental, de tão nauseabundos intelectualmente que são. O único programa desportivo que ainda vejo com alguma regularidade apenas se deve ao facto de considerar que o comentador afeto ao FC Porto é um verdadeiro defensor do clube, não se coibindo de colocar o “dedo na ferida” quando é necessário, chamar os bois pelos nomes e enfrentar com argumentação lógica, inteligente e bem preparada os constantes ataques dos seus parceiros de programa, o que num programa em que cada um defende as suas cores é perfeitamente normal. Aquilo que não é normal é que um moderador revele todo o seu ódio ao FC Porto, transparecendo uma falta de isenção tremenda, defendendo constantemente “personagens divinas” e malhando fortemente em “senhores bascos” como por vezes é referido neste programa o atual treinador do FC Porto. Uma tristeza, ainda por cima amplificada por se tratar de um programa transmitido num canal público em que a isenção deveria ser um princípio ainda mais sagrado do jornalismo. Há umas "cabecinhas" que já se esqueçeram de algumas personagens terem sido esmagadas e humilhadas com goleadas de 5/0, derrotas humilhantes em que até a rega e as luzes se apagaram e reviravoltas épicas em meias-finais da taça de Portugal... Parece que nada disso nunca aconteceu e que Lopetegui tem tido desaires que mais nenhum outro teve. Tenham vergonha e um pouco de seriedade!
Por esta altura, estão bem conservadas as garrafas de champanha da canalha anti-Portista apenas esperando o momento que desde o início da época parece estar escrito: finalmente um bicampeonato 30 anos depois! 30 anos é muito tempo, demasiado tempo para um clube grande estar sem atingir um bicampeonato. Este ano tinha de ser e nos momentos em que as pernas tremeram muita "coisa" aconteceu, "coisas" que jamais irão ser apagadas aconteça o que acontecer até final da época.
É fantástico também ouvir as muitas “virgens ofendidas” referirem-se às declarações de Lopetegui em relação às arbitragens deste ano. Provavelmente, Lopetegui e toda a estrutura Portista só pecaram por defeito na falta de alertas em relação à arbitragem numa fase mais inicial da época. Este é um país recheado de filhos da p***! Os mesmos filhos da p*** que quando alguém disse que “o fiscal-de-linha não marcou porque não quis” ou “o título do FC Porto é um tributo dos árbitros" se calaram como ratos cobardes, são exatamente os mesmos filhos da p*** que agora tanto gritam contra Lopetegui quando este apenas se limita a dar a sua opinião sobre determinados lances de arbitragem, sem nunca ter colocado em causa a honestidade de nenhum árbitro, contrariamente ao que tem sido feito repetidamente ao longo dos últimos 30 anos do futebol português. Ainda a este propósito parece-me haver um fenómeno que aliado ao habitual anti-Portismo saiu completamente da toca neste ano: pela forma específica como muitas vezes se referem ao “senhor basco” ou “espanhol”, existe sem sobra de duvida uma característica indisfarçável em muitos portugueses, uma patológica xenofobia. Se aliarmos o anti-Portismo à xenofobia, então Lopetegui é o alvo perfeito para os tantos ataques de que tem sido vítima por tudo e por nada.
O guião já está escrito, resta ao FC Porto e a todos os seus responsáveis tentarem até ao limite de todas as suas forças lutar condignamente pelo símbolo mágico que se encontra naquelas bonitas camisolas azuis e brancas. Lutar, correr, gritar, sofrer. Se o resto da época for um espelho do que se passou na 2ª parte do Funchal, num jogo de uma competição irrelevantíssima mas oficial (e deste modo para ganhar!), o final de época vai ser difícil. Se o resto da época demonstrar o FC Porto que se viu no primeiro trimestre deste ano, um FC Porto dinâmico, determinado, a vencer jogos difíceis perante bons adversários, MUITO melhores que o Nacional e o Marítimo por exemplo, chegaremos ao final da época, independentemente do resultado final, com a perfeita consciência de que tudo foi feito para se ganhar. É bom que os jogadores, equipa técnica e estrutura tenham em mente que não se pode perder novamente da mesma forma, que a generalidade dos Portistas é gente grata que sabe reconhecer o bom trabalho, mesmo que em algumas ocasiões tardiamente (por exemplo reinado de VP) o reconheça. Este final de época é assustadoramente importante para o futuro do clube. Não podemos perder sequer mais um ponto com a displicência que se viu nos últimos 2 jogos na Madeira. Vejam (os jogadores + equipa técnica entenda-se!) o vídeo da final da taça de 93/94, da final da Taça dos Campeões de 1987 e tantos outros vídeos de vitórias heroicas para se perceber de que matéria é feita este clube. Será muito triste e até de certo modo impensável em duas épocas consecutivas não se vislumbrar por mínimo que seja, a verdadeira essência do FC Porto. Lopetegui e os jogadores têm a palavra e dependem apenas deles próprios para um fim de época condigno com o clube que representam. Vamos contrariar um guião que há muito já está escrito?
Nota final: Já houve tempos em que via alguns programas desportivos e que observava com curiosidade a forma como o meu clube era defendido numa sempre nojenta e tendenciosa comunicação social. Não serei o único que terei crescido a ver a forma arrojada e determinada como por exemplo o Dr. Pôncio Monteiro defendia brilhantemente o clube fosse contra quem fosse, em qualquer circunstância. À medida que o grau de anti-Portismo nojento foi aumentando nesses programas, suportado por mentiras mil vezes repetidas baseadas em argumentos próprios de uma criança de 4 anos, acabei por deixar de perder tanto tempo da minha vida em alguns programas desportivos tão porcamente anti-Portistas e tão nefastos à boa sanidade mental, de tão nauseabundos intelectualmente que são. O único programa desportivo que ainda vejo com alguma regularidade apenas se deve ao facto de considerar que o comentador afeto ao FC Porto é um verdadeiro defensor do clube, não se coibindo de colocar o “dedo na ferida” quando é necessário, chamar os bois pelos nomes e enfrentar com argumentação lógica, inteligente e bem preparada os constantes ataques dos seus parceiros de programa, o que num programa em que cada um defende as suas cores é perfeitamente normal. Aquilo que não é normal é que um moderador revele todo o seu ódio ao FC Porto, transparecendo uma falta de isenção tremenda, defendendo constantemente “personagens divinas” e malhando fortemente em “senhores bascos” como por vezes é referido neste programa o atual treinador do FC Porto. Uma tristeza, ainda por cima amplificada por se tratar de um programa transmitido num canal público em que a isenção deveria ser um princípio ainda mais sagrado do jornalismo. Há umas "cabecinhas" que já se esqueçeram de algumas personagens terem sido esmagadas e humilhadas com goleadas de 5/0, derrotas humilhantes em que até a rega e as luzes se apagaram e reviravoltas épicas em meias-finais da taça de Portugal... Parece que nada disso nunca aconteceu e que Lopetegui tem tido desaires que mais nenhum outro teve. Tenham vergonha e um pouco de seriedade!
LOPETEGUI: “TEMOS DE FAZER UMA BOA EXIBIÇÃO”
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/
Com a derrota na Madeira para as meias-finais da Taça da Liga já dissecada e ultrapassada, o FC Porto volta a centrar atenções na Liga NOS, cuja 27.ª jornada reserva uma recepção ao Estoril, marcada para esta segunda-feira, às 20h00, no Estádio do Dragão. Frente a uma equipa que considerou estar “mais completa e com mais soluções” desde o jogo da primeira volta, Julen Lopetegui garantiu que os Dragões querem dar uma “boa resposta”, mas para isso terão de fazer uma “boa exibição”.
“O jogo da Madeira já passou e agora estamos 100 por cento focados nas duas competições que ainda estamos a disputar, sendo que o campeonato é a mais importante para nós neste momento. Queremos dar uma boa resposta pois vimos de um resultado menos positivo, mas sabemos que teremos de fazer uma boa exibição para conseguirmos vencer o Estoril”, afirmou o treinador do FC Porto na sala de imprensa do Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival, momentos depois de ter orientado mais uma sessão de trabalho.
Para Julen Lopetegui, este será um Estoril bem diferente daquele que empatou a duas bolas diante do FC Porto, na décima jornada da Liga NOS. “Creio que é uma equipa diferente, mais completa e com mais soluções. Desde que mudou de treinador, leva três jornadas sem perder, pelo que não esperamos um jogo fácil, apesar de jogarmos em casa. Vamos defrontar uma equipa agressiva, com bons jogadores, e que procurará dificultar ao máximo a nossa tarefa”, prosseguiu o técnico espanhol.
A terminar a conferência de imprensa, Julen Lopetegui desvalorizou o facto de o FC Porto ter perdido na Madeira depois de ter estado a ganhar. “Não conheço nenhuma equipa que já não tenha perdido um jogo que esteve a ganhar. É uma situação normal no futebol, mas já passou e agora estamos concentrados no próximo jogo, referente a uma competição diferente”, disse o treinador basco, aproveitando ainda para deixar elogios à qualidade e ao profissionalismo de Danilo, futuro jogador do Real Madrid: “Tudo o que aconteceu é mérito dele. É um grande jogador, um excelente profissional, e está 100 por cento focado em nós”.
fonte: fcporto.pt
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Fabiano.
Defesas: Danilo, Martins Indi, Marcano, Reyes e Alex Sandro.
Médios: Rúben Neves, Casemiro, Evandro, Herrera, Óliver Torres, Brahimi, Ricardo e Quintero.
Avançados: Hernâni, Quaresma, Gonçalo Paciência e Aboubakar.
“O jogo da Madeira já passou e agora estamos 100 por cento focados nas duas competições que ainda estamos a disputar, sendo que o campeonato é a mais importante para nós neste momento. Queremos dar uma boa resposta pois vimos de um resultado menos positivo, mas sabemos que teremos de fazer uma boa exibição para conseguirmos vencer o Estoril”, afirmou o treinador do FC Porto na sala de imprensa do Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival, momentos depois de ter orientado mais uma sessão de trabalho.
Para Julen Lopetegui, este será um Estoril bem diferente daquele que empatou a duas bolas diante do FC Porto, na décima jornada da Liga NOS. “Creio que é uma equipa diferente, mais completa e com mais soluções. Desde que mudou de treinador, leva três jornadas sem perder, pelo que não esperamos um jogo fácil, apesar de jogarmos em casa. Vamos defrontar uma equipa agressiva, com bons jogadores, e que procurará dificultar ao máximo a nossa tarefa”, prosseguiu o técnico espanhol.
A terminar a conferência de imprensa, Julen Lopetegui desvalorizou o facto de o FC Porto ter perdido na Madeira depois de ter estado a ganhar. “Não conheço nenhuma equipa que já não tenha perdido um jogo que esteve a ganhar. É uma situação normal no futebol, mas já passou e agora estamos concentrados no próximo jogo, referente a uma competição diferente”, disse o treinador basco, aproveitando ainda para deixar elogios à qualidade e ao profissionalismo de Danilo, futuro jogador do Real Madrid: “Tudo o que aconteceu é mérito dele. É um grande jogador, um excelente profissional, e está 100 por cento focado em nós”.
fonte: fcporto.pt
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Fabiano.
Defesas: Danilo, Martins Indi, Marcano, Reyes e Alex Sandro.
Médios: Rúben Neves, Casemiro, Evandro, Herrera, Óliver Torres, Brahimi, Ricardo e Quintero.
Avançados: Hernâni, Quaresma, Gonçalo Paciência e Aboubakar.
05 abril, 2015
DUAS SEMANAS DE PORTO AO CONTRÁRIO...
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/
O Andebol está a 1 vitória da final do campeonato, depois de perder a Taça de Portugal em circunstâncias bizarras, o hóquei chegou à final four da Liga Europeia mesmo com uma equipa de funeral feito e o futebol está novamente a depender de si próprio para atingir o título, mesmo que tal implique uma vitória difícil no terreno adversário... Sendo assim, porque é que estamos desanimados por estes dias?
A resposta tem uma palavra: atitude. Ou falta dela...
Retiremos deste cenário as modalidades, que para este caso não serão aqui chamadas. No futebol tivemos 2 jogos na Madeira que, por diferentes razões, nos fizeram arrefecer os ânimos depois de semanas onde estivemos muito bem. E porque será que tal aconteceu?
Há uns meses questionava AQUI se este FC Porto 14/15 não seria uma equipa invulgar, de “consumo externo”. Meses depois, após semanas em que sentimos que afinal a ficha estava ligada para as competições internas, uma vitória retumbante sobre o Basileia e um sorteio apetecível para as nossas jovens vedetas colocou-nos outra vez sobre o mesmo cenário: qual é o verdadeiro significado do campeonato nacional e das nossas rivalidades (o Marítimo não é um rival, mas o seu presidente é) para os nossos atletas?
A resposta não é fácil, uma vez que não conheço pessoalmente nenhum jogador nem faço parte da estrutura que acompanha a nossa equipa. Mas analisando as duas partidas realizadas na Madeira parece-me razoável viver com esta dúvida.
Caros atletas do FC Porto: claro que não me estão a ler mas espero e desejo que saibam o que está aqui em causa para os adeptos do Clube que vos paga no fim do mês. Não foi por acaso que foram vitoriados depois de um mero empate em Braga numa competição menor, não é por acaso que neste momento estão sobre brasas para o jogo de segunda-feira. O que exigimos é o que nos habituamos a ver nestes largos anos de inúmeros sucessos: atitude, raça, coragem e estofo para envergar a nossa camisola multicampeã. E isso não se coaduna com ansiedades estúpidas depois do rival “borrar a cueca” em Vila do Conde, com cabeças no ar depois das selecções ou com tacticismos para poupar os tendões ou as canelas para poder brilhar com o Bayern.
O ano passado foi mau demais e este ano não tem nenhuma comparação. No entanto, e como este clube está habituado a ganhar, outro ano de jejum só pode ser considerado após uma luta dura que infelizmente não conseguimos ganhar. E nestes dois jogos não foi isso que aconteceu, mas sim um certo “deixa andar” que enervou até o mais pacato dos adeptos. O tempo das decisões chegou e está na hora de tirar a limpo de que matéria são feitos os nossos atletas, se tem estofo de campeão ou ainda serão sobretudo projectos de jogadores, incapazes de lidar com a pressão das decisões. E aqui entra também a responsabilidade da direcção e administração do FC Porto, que tomou a decisão de formar planteis cada vez mais jovens, com pouco enquadramento de jogadores da casa ou veteranos de muitas guerras, transformando o FC Porto no melhor negócio do Mundo, como ainda se viu esta semana com a venda do Danilo num curioso 31 de Março, reduzindo no entanto as possibilidades de sucesso desportivo.
Está portanto em jogo muita coisa. Espero que tudo corra bem e possamos ter as alegrias que tanto desejamos. Se assim não for, espero e desejo que não se deite tudo fora para começar de novo, porque isso foi o que rivais fizeram com os resultados que sabemos. Mas aconteça o que acontecer se calhar também é tempo de cuidar melhor da mística e do projecto meramente desportivo do FC Porto, que tão pouco acarinhados tem sido, numa espiral de fascínio negocial que tudo tem alterado num clube que orgulhosamente habitava nas Antas, com as suas camadas jovens e Lojas Azuis e que agora vive no Dragão, escondendo-se durante a semana no Olival, ostentando as suas escolas Dragon Force e as FC Porto Stores, sempre de portas abertas para os seus clientes.
Mas isso serão outras conversas, a ter noutra ocasião mais propícia...
Bom domingo de Páscoa!
A resposta tem uma palavra: atitude. Ou falta dela...
Retiremos deste cenário as modalidades, que para este caso não serão aqui chamadas. No futebol tivemos 2 jogos na Madeira que, por diferentes razões, nos fizeram arrefecer os ânimos depois de semanas onde estivemos muito bem. E porque será que tal aconteceu?
Há uns meses questionava AQUI se este FC Porto 14/15 não seria uma equipa invulgar, de “consumo externo”. Meses depois, após semanas em que sentimos que afinal a ficha estava ligada para as competições internas, uma vitória retumbante sobre o Basileia e um sorteio apetecível para as nossas jovens vedetas colocou-nos outra vez sobre o mesmo cenário: qual é o verdadeiro significado do campeonato nacional e das nossas rivalidades (o Marítimo não é um rival, mas o seu presidente é) para os nossos atletas?
A resposta não é fácil, uma vez que não conheço pessoalmente nenhum jogador nem faço parte da estrutura que acompanha a nossa equipa. Mas analisando as duas partidas realizadas na Madeira parece-me razoável viver com esta dúvida.
Caros atletas do FC Porto: claro que não me estão a ler mas espero e desejo que saibam o que está aqui em causa para os adeptos do Clube que vos paga no fim do mês. Não foi por acaso que foram vitoriados depois de um mero empate em Braga numa competição menor, não é por acaso que neste momento estão sobre brasas para o jogo de segunda-feira. O que exigimos é o que nos habituamos a ver nestes largos anos de inúmeros sucessos: atitude, raça, coragem e estofo para envergar a nossa camisola multicampeã. E isso não se coaduna com ansiedades estúpidas depois do rival “borrar a cueca” em Vila do Conde, com cabeças no ar depois das selecções ou com tacticismos para poupar os tendões ou as canelas para poder brilhar com o Bayern.
O ano passado foi mau demais e este ano não tem nenhuma comparação. No entanto, e como este clube está habituado a ganhar, outro ano de jejum só pode ser considerado após uma luta dura que infelizmente não conseguimos ganhar. E nestes dois jogos não foi isso que aconteceu, mas sim um certo “deixa andar” que enervou até o mais pacato dos adeptos. O tempo das decisões chegou e está na hora de tirar a limpo de que matéria são feitos os nossos atletas, se tem estofo de campeão ou ainda serão sobretudo projectos de jogadores, incapazes de lidar com a pressão das decisões. E aqui entra também a responsabilidade da direcção e administração do FC Porto, que tomou a decisão de formar planteis cada vez mais jovens, com pouco enquadramento de jogadores da casa ou veteranos de muitas guerras, transformando o FC Porto no melhor negócio do Mundo, como ainda se viu esta semana com a venda do Danilo num curioso 31 de Março, reduzindo no entanto as possibilidades de sucesso desportivo.
Está portanto em jogo muita coisa. Espero que tudo corra bem e possamos ter as alegrias que tanto desejamos. Se assim não for, espero e desejo que não se deite tudo fora para começar de novo, porque isso foi o que rivais fizeram com os resultados que sabemos. Mas aconteça o que acontecer se calhar também é tempo de cuidar melhor da mística e do projecto meramente desportivo do FC Porto, que tão pouco acarinhados tem sido, numa espiral de fascínio negocial que tudo tem alterado num clube que orgulhosamente habitava nas Antas, com as suas camadas jovens e Lojas Azuis e que agora vive no Dragão, escondendo-se durante a semana no Olival, ostentando as suas escolas Dragon Force e as FC Porto Stores, sempre de portas abertas para os seus clientes.
Mas isso serão outras conversas, a ter noutra ocasião mais propícia...
Bom domingo de Páscoa!
04 abril, 2015
A ILHA MALDITA.
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/
Lopetegui estava habituado a disputar competições em que os jogos são para ganhar.
As selecções querem apurar-se nas fases de qualificação e querem ir o mais longe possível nas fases finais de Europeus e Mundiais.
Neste contexto, o empate, as mais das vezes, não é um bom resultado. As equipas têm de arriscar, têm de tentar marcar, têm de ir para cima ou de correr atrás do prejuízo.
Um campeonato, muito concretamente o campeonato português, não é assim. Há equipas que lutam para vencer o campeonato, há equipas que querem disputar os acessos à liga dos campeões, outras a liga Europa, outras ainda sonhar em poder disputar esses lugares e, por fim, luta-se para não descer.
Neste cenário, um empate, um jogo defensivo para segurar o resultado com que se inicia a partida acaba por ser a estratégia de grande parte das equipas.
Estatisticamente, os melhores jogos e/ou exibições do FCPorto ocorreram contra equipas que apresentam a defesa subida, que assumem o jogo e disputam a vitória. Lembro-me, por exemplo, dos jogos contra Benfica, Sporting, BATE, Shaktar, Atlético de Bilbau e Basileia.
Nestes encontros, o FCPorto foi capaz de utilizar, na sua plenitude, armas como a velocidade nas costas da defesa, as desmarcações de médios em zonas ofensivas e constantes trocas de bola, inclusivamente de flancos.
Pois, mas isso ocorreu naquele circunstancialismo muito concreto: defesa subida, equipas a jogar para ganhar, a disputar o resultado.
Nos demais jogos, o que se assiste é a equipas muito fechadas, com a defesa junto à área, bem posicionada, meio campo muito povoado e tentativa de saídas rápidas para o ataque.
Aqui, a probabilidade de entrar uma bola nas costas da defesa é muito baixa. Nestes jogos, os lançamentos longos de Marcano, da esquerda para a direita, e de Maicon, em sentido contrário, estão, à partida, condenados ao insucesso. E se Jackson não estiver em campo, então a probabilidade é mesmo vizinha do zero.
Assim sendo, ou o primeiro golo entra com alguma facilidade e, logo a seguir, beneficiando da natural desconcentração da equipa que sofre um golo, entra o segundo, ou, então, o FCPorto vem revelando grandes dificuldades em encontrar soluções para criar situações de perigo, de finalização óbvia.
Acresce dois factores: o cansaço que alguns jogadores evidenciam e a incapacidade para gerir um resultado positivo.
Penso que, por vezes, o FCPorto (e Lopetegui) deveria ser mais pragmático e realista e menos romântico e idealista.
Os jogos são sempre para ganhar. Umas vezes bem, outras vezes menos bem, mas sempre para ganhar.
Maldita ilha.
As selecções querem apurar-se nas fases de qualificação e querem ir o mais longe possível nas fases finais de Europeus e Mundiais.
Neste contexto, o empate, as mais das vezes, não é um bom resultado. As equipas têm de arriscar, têm de tentar marcar, têm de ir para cima ou de correr atrás do prejuízo.
Um campeonato, muito concretamente o campeonato português, não é assim. Há equipas que lutam para vencer o campeonato, há equipas que querem disputar os acessos à liga dos campeões, outras a liga Europa, outras ainda sonhar em poder disputar esses lugares e, por fim, luta-se para não descer.
Neste cenário, um empate, um jogo defensivo para segurar o resultado com que se inicia a partida acaba por ser a estratégia de grande parte das equipas.
Estatisticamente, os melhores jogos e/ou exibições do FCPorto ocorreram contra equipas que apresentam a defesa subida, que assumem o jogo e disputam a vitória. Lembro-me, por exemplo, dos jogos contra Benfica, Sporting, BATE, Shaktar, Atlético de Bilbau e Basileia.
Nestes encontros, o FCPorto foi capaz de utilizar, na sua plenitude, armas como a velocidade nas costas da defesa, as desmarcações de médios em zonas ofensivas e constantes trocas de bola, inclusivamente de flancos.
Pois, mas isso ocorreu naquele circunstancialismo muito concreto: defesa subida, equipas a jogar para ganhar, a disputar o resultado.
Nos demais jogos, o que se assiste é a equipas muito fechadas, com a defesa junto à área, bem posicionada, meio campo muito povoado e tentativa de saídas rápidas para o ataque.
Aqui, a probabilidade de entrar uma bola nas costas da defesa é muito baixa. Nestes jogos, os lançamentos longos de Marcano, da esquerda para a direita, e de Maicon, em sentido contrário, estão, à partida, condenados ao insucesso. E se Jackson não estiver em campo, então a probabilidade é mesmo vizinha do zero.
Assim sendo, ou o primeiro golo entra com alguma facilidade e, logo a seguir, beneficiando da natural desconcentração da equipa que sofre um golo, entra o segundo, ou, então, o FCPorto vem revelando grandes dificuldades em encontrar soluções para criar situações de perigo, de finalização óbvia.
Acresce dois factores: o cansaço que alguns jogadores evidenciam e a incapacidade para gerir um resultado positivo.
Penso que, por vezes, o FCPorto (e Lopetegui) deveria ser mais pragmático e realista e menos romântico e idealista.
Os jogos são sempre para ganhar. Umas vezes bem, outras vezes menos bem, mas sempre para ganhar.
Maldita ilha.
“BÊS” PERDEM EM TONDELA.
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/
tondela-FC PORTO B, 3-1
Segunda Liga, 37.ª jornada
4 de Abril de 2015
Estádio Municipal João Cardoso, Tondela
Árbitro: Jorge Tavares (Aveiro).
Assistentes: Pedro Ribeiro e Tiago Leandro.
Quarto árbitro: Leonardo Marques.
TONDELA: Cláudio Ramos; Edu Machado, Vitor Alves, Deyvison e Pedro Araújo; Fábio Pacheco e Nuno Santos (cap.); Renato Santos, Ruben Saldanha e Piojo; Tozé Marreco.
Substituições: Piojo por Márcio Sousa (65m), Renato Santos por Joel (77m) e Nuno Santos por Carraça (90+1m).
Não utilizados: Rui Nereu, João Pica, Marco Aurélio e Pedro Mendes.
Treinador: Quim Machado.
FC PORTO B: Kadú; David Bruno (cap.), Diego Carlos, Zé António e Rafa; Tomás Podstawski, Leandro Silva e Francisco Ramos; Frédéric, André Silva e Pité.
Substituições: Diego Carlos por João Graça (46m) e Pité por Anderson (63m).
Não utilizados: André Caio, Malthe Johansen, Víctor García e Roniel.
Treinador: Luís Castro.
Ao intervalo: 2-1.
Marcadores: Piojo (12m e 34m), Frédéric (44m) e Tomás Podstawski (61m, p.b.).
Disciplina: cartão amarelo a Diego Carlos (33m), Zé António (57m), Piojo (59m) e Francisco Ramos (68m).
O FC Porto B perdeu, este sábado, em Tondela, frente a um dos candidatos à subida à Liga NOS, por 3-1, em partida da 37.ª jornada da Segunda Liga. A equipa da casa marcou logo aos 12 minutos, por intermédio de Piojo, tendo o avançado argentino bisado aos 34 minutos, na recarga à marcação de uma grande penalidade. Frédéric ainda reduziu para os Dragões, aos 44 minutos, mas um momento infeliz de Tomás Podstawski (61m) colocou o marcador em 3-1 favorável aos visitados, resultado que não sofreu mais alterações.
Os Dragões entraram na partida contra o segundo classificado da competição algo apáticos e disso se aproveitou o Tondela, que chegou à vantagem aos 12 minutos, numa jogada confusa em que Piojo surgiu em frente a Kadú e não perdoou. Os “bês” assustaram a equipa da casa aos 23 minutos, com uma iniciativa individual de Frédéric (o mais inconformado dos portistas na primeira metade) a dar origem a uma grande defesa do guardião adversário e ao melhor período dos Dragões. Aos 34 minutos, Diego Carlos cometeu penálti sobre Piojo e o avançado argentino, encarregue de cobrar o castigo máximo, permitiu a defesa de Kadú mas não perdoou na recarga (2-0). Os Dragões reduziram a diferença mesmo no final da primeira parte, com Frédéric (44m) a fazer o seu 12.º golo na competição, aproveitando da melhor forma uma recepção de bola de grande classe de André Silva após cruzamento de Rafa.
Com 2-1 ao intervalo, Luís Castro mexeu na equipa, tirando Diego Carlos e colocando João Graça em campo, e os “bês” mostraram-se mais acutilantes, velozes e com vontade de alcançar algo mais do jogo. Num lance infeliz, Tomás Podstawski, que estava a jogar a defesa central após a saída de Diego Carlos, colocou a bola na própria baliza (61m), fazendo um 3-1 que não demonstrava o que se passava em campo. Naturalmente abalados por um momento inesperado, os “bês” demoraram a reencontrar o seu ritmo, tendo o Tondela passado a defender com mais afinco e saído para o ataque apenas “pela certa”. A equipa da casa manteve-se firme no último reduto e nem a entrada de Anderson (63m) colocou os Dragões novamente na rota dos golos, tendo a partida terminado com a vitória do Tondela por 3-1.
Com este resultado, o FC Porto B mantém o nono lugar na competição, com 55 pontos em 37 jornadas. O próximo compromisso dos comandados de Luís Castro é com o Atlhetic Club, na quarta-feira, às 19h00, em encontro a contar para os quartos-de-final da Premier League International Cup, que se vai disputar no Rush Green Stadium, em Romford, Inglaterra, e terá transmissão em directo do Porto Canal.
No final do jogo, Luís Castro falou de “erros individuais” na génese da derrota: “Foi uma primeira parte difícil, em que não estivemos focados na tarefa colectiva nem individual. Creio que trabalhámos muito, mas de forma mais errada na primeira parte e melhor na segunda. Não tirando mérito algum à vitória do Tondela, acabámos por não definir bem o que era preciso fazer no último terço do campo e podíamos ter conseguido um resultado melhor”. Por seu lado, Frédéric referiu alguma felicidade na finalização por parte do adversário: “O Tondela aproveitou dois ou três erros nossos e, no futebol, quem não marca sofre. Demos tudo para conseguir os três pontos, não conseguimos e agora é pensar no próximo jogo”.
fonte: fcporto.pt
RESUMO DO JOGO
Segunda Liga, 37.ª jornada
4 de Abril de 2015
Estádio Municipal João Cardoso, Tondela
Árbitro: Jorge Tavares (Aveiro).
Assistentes: Pedro Ribeiro e Tiago Leandro.
Quarto árbitro: Leonardo Marques.
TONDELA: Cláudio Ramos; Edu Machado, Vitor Alves, Deyvison e Pedro Araújo; Fábio Pacheco e Nuno Santos (cap.); Renato Santos, Ruben Saldanha e Piojo; Tozé Marreco.
Substituições: Piojo por Márcio Sousa (65m), Renato Santos por Joel (77m) e Nuno Santos por Carraça (90+1m).
Não utilizados: Rui Nereu, João Pica, Marco Aurélio e Pedro Mendes.
Treinador: Quim Machado.
FC PORTO B: Kadú; David Bruno (cap.), Diego Carlos, Zé António e Rafa; Tomás Podstawski, Leandro Silva e Francisco Ramos; Frédéric, André Silva e Pité.
Substituições: Diego Carlos por João Graça (46m) e Pité por Anderson (63m).
Não utilizados: André Caio, Malthe Johansen, Víctor García e Roniel.
Treinador: Luís Castro.
Ao intervalo: 2-1.
Marcadores: Piojo (12m e 34m), Frédéric (44m) e Tomás Podstawski (61m, p.b.).
Disciplina: cartão amarelo a Diego Carlos (33m), Zé António (57m), Piojo (59m) e Francisco Ramos (68m).
O FC Porto B perdeu, este sábado, em Tondela, frente a um dos candidatos à subida à Liga NOS, por 3-1, em partida da 37.ª jornada da Segunda Liga. A equipa da casa marcou logo aos 12 minutos, por intermédio de Piojo, tendo o avançado argentino bisado aos 34 minutos, na recarga à marcação de uma grande penalidade. Frédéric ainda reduziu para os Dragões, aos 44 minutos, mas um momento infeliz de Tomás Podstawski (61m) colocou o marcador em 3-1 favorável aos visitados, resultado que não sofreu mais alterações.
Os Dragões entraram na partida contra o segundo classificado da competição algo apáticos e disso se aproveitou o Tondela, que chegou à vantagem aos 12 minutos, numa jogada confusa em que Piojo surgiu em frente a Kadú e não perdoou. Os “bês” assustaram a equipa da casa aos 23 minutos, com uma iniciativa individual de Frédéric (o mais inconformado dos portistas na primeira metade) a dar origem a uma grande defesa do guardião adversário e ao melhor período dos Dragões. Aos 34 minutos, Diego Carlos cometeu penálti sobre Piojo e o avançado argentino, encarregue de cobrar o castigo máximo, permitiu a defesa de Kadú mas não perdoou na recarga (2-0). Os Dragões reduziram a diferença mesmo no final da primeira parte, com Frédéric (44m) a fazer o seu 12.º golo na competição, aproveitando da melhor forma uma recepção de bola de grande classe de André Silva após cruzamento de Rafa.
Com 2-1 ao intervalo, Luís Castro mexeu na equipa, tirando Diego Carlos e colocando João Graça em campo, e os “bês” mostraram-se mais acutilantes, velozes e com vontade de alcançar algo mais do jogo. Num lance infeliz, Tomás Podstawski, que estava a jogar a defesa central após a saída de Diego Carlos, colocou a bola na própria baliza (61m), fazendo um 3-1 que não demonstrava o que se passava em campo. Naturalmente abalados por um momento inesperado, os “bês” demoraram a reencontrar o seu ritmo, tendo o Tondela passado a defender com mais afinco e saído para o ataque apenas “pela certa”. A equipa da casa manteve-se firme no último reduto e nem a entrada de Anderson (63m) colocou os Dragões novamente na rota dos golos, tendo a partida terminado com a vitória do Tondela por 3-1.
Com este resultado, o FC Porto B mantém o nono lugar na competição, com 55 pontos em 37 jornadas. O próximo compromisso dos comandados de Luís Castro é com o Atlhetic Club, na quarta-feira, às 19h00, em encontro a contar para os quartos-de-final da Premier League International Cup, que se vai disputar no Rush Green Stadium, em Romford, Inglaterra, e terá transmissão em directo do Porto Canal.
No final do jogo, Luís Castro falou de “erros individuais” na génese da derrota: “Foi uma primeira parte difícil, em que não estivemos focados na tarefa colectiva nem individual. Creio que trabalhámos muito, mas de forma mais errada na primeira parte e melhor na segunda. Não tirando mérito algum à vitória do Tondela, acabámos por não definir bem o que era preciso fazer no último terço do campo e podíamos ter conseguido um resultado melhor”. Por seu lado, Frédéric referiu alguma felicidade na finalização por parte do adversário: “O Tondela aproveitou dois ou três erros nossos e, no futebol, quem não marca sofre. Demos tudo para conseguir os três pontos, não conseguimos e agora é pensar no próximo jogo”.
fonte: fcporto.pt
RESUMO DO JOGO
03 abril, 2015
Pedro Cardona
abril 03, 2015
a videoteca do 4lusos, arbitragem, taça da liga, tribunal d'o jogo, videos
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MALDIÇÃO DA MADEIRA CONTINUA...
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/
maritimo-FC PORTO, 2-1
Taça da Liga, meia-final
Quinta-feira, 2 Abril 2015 - 19:45
Estádio: Estádio do Marítimo, Madeira
Assistência: -
Árbitro: Carlos Xistra (Castelo Branco).
Assistentes: Paulo Soares e Jorge Cruz.
4º Árbitro: Rui Rodrigues.
MARITIMO: Salin, João Diogo, Bauer, Raúl Silva, Rúben Ferreira, Danilo Pereira, Alex Soares, Bruno Gallo, Edgar Costa, Marega, António Xavier.
Suplentes: Wellington, Dyego Sousa, Gêgê (87' Alex Soares), Briguel, Fransérgio (76' Bruno Gallo), Ebinho, Éber (79' Edgar Costa).
Treinador: Ivo Vieira.
FC PORTO: Helton, Ricardo, Maicon, Marcano, José Ángel, Casemiro, Evandro, Óliver Torres, Quaresma, Aboubakar, Hernâni.
Suplentes: Andrés Fernández, Brahimi (66' Ricardo), Tello (57' Hernâni), Herrera, Campaña, Alex Sandro, Gonçalo Paciência (76' Quaresma).
Treinador: Julen Lopetegui.
Ao intervalo: 2-1.
Marcadores: Evandro (32'), Bruno Gallo (37' pen), Marega (45').
Disciplina: cartão amarelo a Óliver Torres (28'), Ricardo (36'), Raúl Silva (73'), Gêgê (89'), Evandro (90').
O FC Porto continua com a maldição dos maus resultados na ilha da Madeira. Longe vão os tempos em que o FC Porto saía da Madeira com os 3 pontos no bornal. Com maior ou menor dificuldade vencia, por norma, o Marítimo, o Nacional e o União.
Os tempos hoje são diferentes. Este FC Porto e o dos últimos dois anos estão com uma difícil tarefa de ultrapassar quer na Madeira, quer no sul do país. Esperemos não voltar aos tempos em que passar a ponte era sinal de derrota.
Esta noite, o FC Porto apresentou-se nos Barreiros com uma equipa sem 7 habituais titulares e do outro lado encontrou uma equipa tão aguerrida como nunca se tinha visto esta época.
O FC Porto até começou bem e aos 3 minutos, para não variar, foi prejudicado por mais uma decisão “xistremática”. O árbitro fez vista grossa a uma grande penalidade cometida sobre Hernâni. Já é hábito. Siga a música. No Sábado, veremos que “xistrema” vai entrar na luz.
Os insulares tiveram uma entrada de rompante e quase inauguraram o marcador. O lance ocorreu aos 11 minutos e foi construído por Xavier que cruzou para a cabeça de Marega na área, mas a bola foi bem defendida por Helton. O FC Porto respondeu com uma grande oportunidade mas o remate forte de Hernâni dentro de área saiu ao lado do poste direito de Salin.
Casemiro, aos 30 minutos, quase marcava num chapéu de meio-campo que deixou Salin sem respiração. Foi um sério aviso para o que iria suceder 3 minutos depois. O FC Porto chegava ao golo na sequência de um canto. À entrada de área, e sem marcação, Evandro rematou forte e colocado de pé esquerdo, fazendo um golo de bandeira.
Depois veio nova palhaçada. Uma verdadeira decisão “Xistremática”. Ricardo Pereira, na área, é surpreendido por Xavier que se atira autenticamente contra o defesa portista. O árbitro-artista assinala grande penalidade e na conversão da mesma Bruno Gallo restabelece o empate. Estou para ver se, neste Sábado, a acontecerem lances semelhantes aos de Hernâni e de Xavier na luz, o árbitro adoptará o mesmo critério.
Perto do descanso, o FC Porto, algo desorientado e desconcentrado no relvado, sofre novo golo. Num lance, após um pontapé de canto, a bola passeia e saltita na área portista. Sobra para Marega que só tem que encostar para a baliza.
Na segunda parte, o FC Porto, apesar das substituições operadas com as entradas de Tello, Brahimi e Gonçalo Paciência e, de nos últimos 15 minutos, ter jogado num 3x3X4, só logrou criar uma situação de perigo iminente. Muito pouco para 45 minutos. Esta equipa parece não conseguir reagir bem às adversidades e isso está a tornar-se num problema crónico.
Perto do fim, Aboubakar tem, então, a única verdadeira oportunidade de jogo. O camaronês obrigou Salin a uma enorme defesa. O jogo terminou com a 4ª derrota do FC Porto da época em jogos oficiais. 6 jogos esperam os Dragões até ao final deste mês. Um mês de todas as decisões e que vai colocar à prova a capacidade e competência da equipa.

DECLARAÇÕES
Lopetegui: “Resultado não é justo”
Julen Lopetegui alertou para as dificuldades que o Marítimo costuma causar quando joga em casa e o FC Porto passou por elas no Estádio dos Barreiros, o que custou uma presença na final da Taça da Liga. No rescaldo, o treinador espanhol apontou as razões para mais uma noite infeliz na ilha da Madeira: a precipitação e a ineficácia na hora do remate, na segunda parte, mas também um penálti inexistente que devolveu o empate ao marcador, ainda na primeira.
“A equipa fez uma boa primeira parte, teve bom início, marcou, mas depois sofreu dois golos: o primeiro num penálti que o árbitro viu e o segundo resultou de um erro defensivo nosso, num canto. Na segunda parte, o Marítimo fechou-se – não me lembro de uma única defesa do Helton -, mas nós, sem fazer um grande jogo, não tivemos o mérito para chegar ao segundo golo, apesar de termos tido ocasiões para tal”, defendeu o treinador espanhol, em declarações no final da partida.
Julen Lopetegui admitiu, que após o intervalo, houve por parte da equipa “alguma precipitação e falta de tranquilidade”, mas lembra que os portistas foram os únicos que dispuseram de oportunidades para chegar ao golo. “Não tivemos nem o mérito nem o acerto que deveríamos ter tido para empatar e isso impede-nos de jogar uma final e de ganhar uma competição que nunca ganhámos. Estes jogos decidem-se nos pormenores e nós não estivemos atentos a todos eles, frente a um adversário agressivo, que em casa joga bem com as suas armas, num campo difícil, com a relva alta e seca, que causa dificuldades”, explicou o técnico, acrescentando que essas circunstâncias foram agravadas pelo facto de Maicon ter jogado a segunda parte em inferioridade física.
Lopetegui negou ainda que a paragem no calendário para os jogos internacionais tenha prejudicado a preparação deste encontro, mas reconheceu que a escolha da equipa foi influenciada pelo facto de muitos jogadores não terem treinado durante a semana. “Não podemos mudar isso, sabíamos de antemão que iria ser assim, os jogadores vieram quando tiveram que vir e escolhemos a equipa em função disso. Devíamos ter feito mais, é verdade, mas agora restam-nos as duas principais competições da época, a Liga e a Champions, em que depositamos toda a ambição”.
ARBITRAGEM

RESUMO DO JOGO
Taça da Liga, meia-final
Quinta-feira, 2 Abril 2015 - 19:45
Estádio: Estádio do Marítimo, Madeira
Assistência: -
Árbitro: Carlos Xistra (Castelo Branco).
Assistentes: Paulo Soares e Jorge Cruz.
4º Árbitro: Rui Rodrigues.
MARITIMO: Salin, João Diogo, Bauer, Raúl Silva, Rúben Ferreira, Danilo Pereira, Alex Soares, Bruno Gallo, Edgar Costa, Marega, António Xavier.
Suplentes: Wellington, Dyego Sousa, Gêgê (87' Alex Soares), Briguel, Fransérgio (76' Bruno Gallo), Ebinho, Éber (79' Edgar Costa).
Treinador: Ivo Vieira.
FC PORTO: Helton, Ricardo, Maicon, Marcano, José Ángel, Casemiro, Evandro, Óliver Torres, Quaresma, Aboubakar, Hernâni.
Suplentes: Andrés Fernández, Brahimi (66' Ricardo), Tello (57' Hernâni), Herrera, Campaña, Alex Sandro, Gonçalo Paciência (76' Quaresma).
Treinador: Julen Lopetegui.
Ao intervalo: 2-1.
Marcadores: Evandro (32'), Bruno Gallo (37' pen), Marega (45').
Disciplina: cartão amarelo a Óliver Torres (28'), Ricardo (36'), Raúl Silva (73'), Gêgê (89'), Evandro (90').
Os tempos hoje são diferentes. Este FC Porto e o dos últimos dois anos estão com uma difícil tarefa de ultrapassar quer na Madeira, quer no sul do país. Esperemos não voltar aos tempos em que passar a ponte era sinal de derrota.
Esta noite, o FC Porto apresentou-se nos Barreiros com uma equipa sem 7 habituais titulares e do outro lado encontrou uma equipa tão aguerrida como nunca se tinha visto esta época.
O FC Porto até começou bem e aos 3 minutos, para não variar, foi prejudicado por mais uma decisão “xistremática”. O árbitro fez vista grossa a uma grande penalidade cometida sobre Hernâni. Já é hábito. Siga a música. No Sábado, veremos que “xistrema” vai entrar na luz.
Os insulares tiveram uma entrada de rompante e quase inauguraram o marcador. O lance ocorreu aos 11 minutos e foi construído por Xavier que cruzou para a cabeça de Marega na área, mas a bola foi bem defendida por Helton. O FC Porto respondeu com uma grande oportunidade mas o remate forte de Hernâni dentro de área saiu ao lado do poste direito de Salin.
Depois veio nova palhaçada. Uma verdadeira decisão “Xistremática”. Ricardo Pereira, na área, é surpreendido por Xavier que se atira autenticamente contra o defesa portista. O árbitro-artista assinala grande penalidade e na conversão da mesma Bruno Gallo restabelece o empate. Estou para ver se, neste Sábado, a acontecerem lances semelhantes aos de Hernâni e de Xavier na luz, o árbitro adoptará o mesmo critério.
Perto do descanso, o FC Porto, algo desorientado e desconcentrado no relvado, sofre novo golo. Num lance, após um pontapé de canto, a bola passeia e saltita na área portista. Sobra para Marega que só tem que encostar para a baliza.
Na segunda parte, o FC Porto, apesar das substituições operadas com as entradas de Tello, Brahimi e Gonçalo Paciência e, de nos últimos 15 minutos, ter jogado num 3x3X4, só logrou criar uma situação de perigo iminente. Muito pouco para 45 minutos. Esta equipa parece não conseguir reagir bem às adversidades e isso está a tornar-se num problema crónico.
Perto do fim, Aboubakar tem, então, a única verdadeira oportunidade de jogo. O camaronês obrigou Salin a uma enorme defesa. O jogo terminou com a 4ª derrota do FC Porto da época em jogos oficiais. 6 jogos esperam os Dragões até ao final deste mês. Um mês de todas as decisões e que vai colocar à prova a capacidade e competência da equipa.
DECLARAÇÕES
Lopetegui: “Resultado não é justo”
Julen Lopetegui alertou para as dificuldades que o Marítimo costuma causar quando joga em casa e o FC Porto passou por elas no Estádio dos Barreiros, o que custou uma presença na final da Taça da Liga. No rescaldo, o treinador espanhol apontou as razões para mais uma noite infeliz na ilha da Madeira: a precipitação e a ineficácia na hora do remate, na segunda parte, mas também um penálti inexistente que devolveu o empate ao marcador, ainda na primeira.
“A equipa fez uma boa primeira parte, teve bom início, marcou, mas depois sofreu dois golos: o primeiro num penálti que o árbitro viu e o segundo resultou de um erro defensivo nosso, num canto. Na segunda parte, o Marítimo fechou-se – não me lembro de uma única defesa do Helton -, mas nós, sem fazer um grande jogo, não tivemos o mérito para chegar ao segundo golo, apesar de termos tido ocasiões para tal”, defendeu o treinador espanhol, em declarações no final da partida.
Julen Lopetegui admitiu, que após o intervalo, houve por parte da equipa “alguma precipitação e falta de tranquilidade”, mas lembra que os portistas foram os únicos que dispuseram de oportunidades para chegar ao golo. “Não tivemos nem o mérito nem o acerto que deveríamos ter tido para empatar e isso impede-nos de jogar uma final e de ganhar uma competição que nunca ganhámos. Estes jogos decidem-se nos pormenores e nós não estivemos atentos a todos eles, frente a um adversário agressivo, que em casa joga bem com as suas armas, num campo difícil, com a relva alta e seca, que causa dificuldades”, explicou o técnico, acrescentando que essas circunstâncias foram agravadas pelo facto de Maicon ter jogado a segunda parte em inferioridade física.
Lopetegui negou ainda que a paragem no calendário para os jogos internacionais tenha prejudicado a preparação deste encontro, mas reconheceu que a escolha da equipa foi influenciada pelo facto de muitos jogadores não terem treinado durante a semana. “Não podemos mudar isso, sabíamos de antemão que iria ser assim, os jogadores vieram quando tiveram que vir e escolhemos a equipa em função disso. Devíamos ter feito mais, é verdade, mas agora restam-nos as duas principais competições da época, a Liga e a Champions, em que depositamos toda a ambição”.
ARBITRAGEM
RESUMO DO JOGO
02 abril, 2015
A MERDA IMENSA.
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/
À distância e a olho nu, é um ser humano como outro qualquer. Dois braços, duas pernas, tronco, uma cabeça em cima dos ombros, sensação de conjunto completo. Vive em sociedade, tem hábitos e uma vidinha. Se nos aproximarmos, começamos a ouvir uma espécie de chocalhar, tipo areia em caixa de madeira fechada. O olhar é fixo, vítreo, semelhante ao de uma ave de rapina. Caminha com a dignidade de um pavão e de espampanante cauda aberta: plumagem rica, cores fascinantes e pseudo-sensualidade a exsudarem por todos os santificados e gloriosos poros.
Mas não é por mal. Mais não sabe. Mas não precisa. É Glorioso.
Detesta os vizinhos do lado, não os considerando merecedores de saberem as horas do dia. Mas é acima, mais acima no território, que subsiste uma aldeia de irredutíveis gentes que lhe tira o sono e a sanidade mental. Dão-lhe coceguinhas. Aí têm a panca de viverem do trabalho e do sacrifício convertidos ao longo dos anos de emudecimento forçado e despudorado centralismo em estóica couraça de resistência e vitalidade que mais tarde lhes traria conquistas e vitórias, títulos sucessivos. Muitos. Bué deles. Aquém e Além-Mar. O sacrilégio!
Especializou-se no terno tratamento de roupas e adornos com naftalina e bolinhas de cheiro, no discurso cassetiano-corporativo-auto-apologista com expressões esburacadas de tão arcaicas onde, muito a custo, se descortina palavras como fruta*, pequenos-almoços e café com leite. Recita a ladainha como mantra pessoal. Acredita piamente nela. Cria com desvelo vacas e bois que crescem fortes e vigorosos nos pastos verdes da Comunicação Social. Escrevem crónicas e aparecem na televisão. Teve filhos e aumentou a raça ao som do mitificado Apito Dourado. Esmerou-se com incrível zelo nas jogadas palacianas, nas cortinas de fumo... Tornou-se mestre em túneis, artes circenses, expulsões cirúrgicas, sumaríssimos-expresso-feitos-à-medida, esquemas de rapinagem… tratamentos de excepção que merece amplamente por ser quem é, como é, ser excepcional, do melhor clube do mundo. Bacharel em campos mais ou menos inclinados, trata tudo, todos e todas as instâncias por tu. Arauto da Verdade Desportiva à Sua Gloriosa Moda, usufrui da mais impoluta reputação, é mensageiro de fé, apregoa os bons costumes.
Adora o seu próprio, glorioso umbigo e dava-lhe uns valentes beijos se ao menos a também gloriosa anatomia o permitisse. Arvora autoridade moral e, graças à sua Teoria benficocêntrica do Universo, toma as benesses como um dado adquirido, que merece amplamente por ser quem é, como é, ser excepcional, do melhor clube do mundo.
O seu Desígnio é único. Ele é o Escolhido.
Tudo o resto são piners e Portugal é Lisboa e o resto é paisagem.
E papoilas saltitantes.
LOPETEGUI: “É COMO UMA FINAL”
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FC Porto ou Marítimo, uma destas equipas vai jogar contra o Benfica na final da Taça da Liga, num apuramento que será decidido em apenas um jogo, agendado para esta quinta-feira (19h45), no Estádio da Madeira. Por isso, Julen Lopetegui considera que esta meia-final “é como uma final”: se não houver vencedor nos 90 minutos, existirá desempate por grandes penalidades para decidir quem avança para o encontro decisivo da competição. “Há que encará-lo como tal. Como não há uma segunda oportunidade, tem o cariz de uma final”, afirmou o treinador, em declarações exclusivas ao Porto Canal e www.fcporto.pt.
Lopetegui considera por isso que será um “jogo típico” de decisão e garante que a equipa não faz distinção entre competições e apenas se preocupa em “dar resposta” ao próximo objectivo: “Queremos ganhar e passar. Sabemos as dificuldades que vão existir, o Marítimo joga em casa e é uma equipa forte, que já nos ganhou na Madeira, e temos de fazer um bom jogo se queremos chegar à final”.
A semana tem sido complicada para o trabalho da equipa, com muitas ausências devido à jornada de selecções. Esta terça-feira, ainda não estiveram presentes cinco internacionais: Brahimi, Quintero, Martins Indi, Reyes e Rúben Neves. Para além disso, há o desgaste resultante de viagens longas de alguns atletas. “Tentaremos, como sempre, fazer o melhor onze para dar resposta às circunstâncias. Há jogadores que ainda não regressaram e teremos que analisar bem a sua situação de outros. Vamos fazer o mais apropriado para fazer frente ao jogo”, analisou.
fonte: fcporto.pt
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton, Fabiano e Andrés Fernández
Defesas: Danilo, Martins Indi, Maicon, Marcano, José Ángel e Alex Sandro
Médios: Casemiro, Campaña, Evandro, Herrera, Óliver Torres
Avançados: Quaresma, Brahimi, Tello, Hernâni, Ricardo, Gonçalo Paciência e Aboubakar
Lopetegui considera por isso que será um “jogo típico” de decisão e garante que a equipa não faz distinção entre competições e apenas se preocupa em “dar resposta” ao próximo objectivo: “Queremos ganhar e passar. Sabemos as dificuldades que vão existir, o Marítimo joga em casa e é uma equipa forte, que já nos ganhou na Madeira, e temos de fazer um bom jogo se queremos chegar à final”.
A semana tem sido complicada para o trabalho da equipa, com muitas ausências devido à jornada de selecções. Esta terça-feira, ainda não estiveram presentes cinco internacionais: Brahimi, Quintero, Martins Indi, Reyes e Rúben Neves. Para além disso, há o desgaste resultante de viagens longas de alguns atletas. “Tentaremos, como sempre, fazer o melhor onze para dar resposta às circunstâncias. Há jogadores que ainda não regressaram e teremos que analisar bem a sua situação de outros. Vamos fazer o mais apropriado para fazer frente ao jogo”, analisou.
fonte: fcporto.pt
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton, Fabiano e Andrés Fernández
Defesas: Danilo, Martins Indi, Maicon, Marcano, José Ángel e Alex Sandro
Médios: Casemiro, Campaña, Evandro, Herrera, Óliver Torres
Avançados: Quaresma, Brahimi, Tello, Hernâni, Ricardo, Gonçalo Paciência e Aboubakar
01 abril, 2015
ENTREVISTA A JULEN LOPETEGUI.
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/
Em primeiro lugar, devo dizer que sou uma daquelas pessoas que tem por hábito ver as conferências de imprensa do treinador do FC Porto, seja ele qual for. Apesar de raramente o poder fazer em directo, uso as funcionalidades da box para ver o que tem para dizer o treinador do FC Porto, sempre no Porto Canal. Já o faço há alguns anos. Antes de o Porto Canal as transmitir, recorria ao site do clube, que também as disponibilizava.
Ainda em relação ao Porto Canal, posso dizer que o acompanho desde os primórdios. Não só estou perfeitamente à vontade para falar da evolução do canal mas também da qualidade de grande parte dos seus profissionais. Devo dizer que conheço várias pessoas que lá trabalham e que algumas dessas pessoas fazem parte do meu círculo de amigos. Sei o “amor à camisola” que têm, sei como trabalham e gosto muito da qualidade da informação do Porto Canal. Com menos meios, fazem muito mais do que os seus concorrentes generalistas (vem-me à cabeça o exemplo da brilhante cobertura das semanas que antecederam as últimas eleições autárquicas ou belíssimas reportagens, como uma sobre as caxinas e que há uns anos foi transmitida).
Sobre a parte desportiva do canal, penso que a opinião sobre a diferença de comentários dos profissionais do nosso canal comparada com a dos restantes é unânime. Somos muito, muito superiores. Digo somos porque sinto que o Porto Canal é nosso – Portistas, Portuenses, Gaienses, Matosinhenses, Gondomarenses, Maiatos... Nortenhos.
Já aqui elogiei também os programas do Ricardo Amorim ou os comentários do Bernardino Barros, Cândido Costa e do Paulo Miguel Castro. Aliás, várias vezes aqui os citei.
Conhecendo como Julen Lopetegui fala “para as câmaras”, já tive o prazer de saber a sua opinião e a sua forma de estar longe das mesmas. Também por isso, muitas vezes digo que é o homem certo no lugar certo. Se as perguntas que vemos nas conferências de imprensa são quase sempre as mesmas... esperava bastante mais do Porto Canal. Justiça seja feita, creio que há que separar as perguntas feitas por Rui Cerqueira, um “homem do terreno”, chamemos-lhe assim, com as de Júlio Magalhães. Tal como já tinha acontecido há uns anos com Paulo Futre, se a memória não me atraiçoa, Júlio Magalhães mostrou estar muito mal preparado. Em primeiro lugar, acho que se devia ter falado muito mais de futebol, muito mais do jogo em si e não aquilo que vemos todas as semanas nas conferências. O próprio Julen Lopetegui o referiu. Depois, nem a ler os dados comparativos dos ataques entre o FC Porto e um outro clube Júlio Magalhães acertou. Foi novamente Lopetegui que o corrigiu... de memória! Se fosse um jornalista comum numa conferência de imprensa, estou a imaginar como reagiria o nosso mister...
Se, no início, quase se perguntou a Lopetegui se já conhecia o Porto (!), a continuação da entrevista focou bastantes vezes críticas, assobios, críticas de ex-jogadores... críticas do próprio Júlio Magalhães... mas foram assim tantas as críticas de ex-jogadores?! Conto-as pelos dedos. Como Lopetegui falou, e bem, em Portugal, grande parte destas críticas têm uma intenção clara. Julen Lopetegui conhece melhor o meio jornalístico do que o responsável máximo do canal?
Julen Lopetegui voltou a mostrar que é uma pessoa de ideias claras e bem definidas. Voltou a mostrar a classe que tem quando falou dos erros de arbitragem, algo que foi completamente deturpado nas capas dos jornais da capital. Foi correctíssimo na forma como abordou o assunto e logo os mesmos de sempre quiseram logo vir passar uma ideia errada. É pena que esta assertividade não seja usada para questionar um determinado treinador quando este expressa os seus delírios, onde só falta descrever o mundo dos unicórnios e do arco-íris onde vive.
Como se isto não bastasse, também um papagaio se aproveitou da entrevista para ameaçar o nosso mister. A minha pergunta é só uma: esta gente viu o mesmo que eu? Como é possível interpretar as palavras de Julen Lopetegui de forma a criar este alarido?! Onde estava esta gente quando um determinado treinador (curiosamente, o mesmo de sempre!) afirmou que um árbitro assistente errou de forma propositada?
Sobre Ricardo Quaresma, o treinador foi claro. Apenas discordo quando diz que o mérito é todo do jogador. Não é! Sabemos como ninguém o talento que o Quaresma tem e também conhecemos o seu feitio. Quaresma pode agradecer ter encontrado Julen Lopetegui nesta fase da carreira. Ambos têm mérito nesta evolução do jogador.
Quem conhece o meu estilo de escrita sabe que raramente utilizo este espaço para criticar o universo FC Porto. Para não ser influenciado nesta opinião (que não é mais do que a de um espectador comum – e assíduo – do canal e sem qualquer conhecimento jornalístico ou técnico, apesar de achar que uma entrevista com o reflexo de pessoas em pé atrás da câmaras ou de luzes de carros a passar dão uma imagem de TV pirata, que até no seu início o Porto Canal conseguia evitar) e por saber que, provavelmente, iriam fazer a defesa do seu canal, optei por não fazer qualquer comentário com pessoas que conheço e que trabalham no canal.
Por fim, se o responsável máximo do Porto Canal usa o critério da “mística” e da “exigência” para afirmar que ele próprio não percebia a rotatividade de Lopetegui, eu próprio recorro a essa cultura de exigência para afirmar que o Porto Canal merecia muito melhor do que a imagem que Júlio Magalhães transmitiu ao universo Portista. Se não está preparado para um serviço de excelência nas entrevistas desportivas, não tem que aparecer sempre. Fernando Gomes não deixou de ser o melhor “matador” português por não saber defender ao nível de um Jorge Costa. Vítor Baía não deixou de ser o melhor guarda-redes português por não marcar golos.
Ler este texto pode dar a entender que tenho alguma coisa contra Júlio Magalhães. Não, não tenho nada contra a pessoa nem contra o jornalista. Nunca tive o prazer de o conhcer pessoalmente mas tenho estima por um jornalista que, enquanto esteve em canais sediados na capital, nunca negou as suas origens nortenhas. A única coisa que faço aqui é a defesa do FC Porto e a procura do melhor para o clube e para o seu “universo”.
Termino fazendo um apelo a todos os Portistas. Depois da vergonha que foi a arbitragem da final da Taça de Portugal (com dois árbitros ex-atletas do clube vencedor), é fundamental encher o Dragão Caixa e criar aquele ambiente de apoio que mais nenhum pavilhão consegue fazer em Portugal, na próxima sexta e no próximo sábado, nas meias-finais do Playoff do Campeonato Nacional. Todos em busca do Hepta!
Um grande abraço a todos os Portistas... BAMBORA Fê Cê Pê!
P.S. – Não posso terminar sem destacar o serviço público para lampião que a RTP voltou a fazer num jogo da selecção portugesa. António Tadeia voltou a mostrar que é um dos comentadores da nossa praça que tem uma intenção bem definida...
Ainda em relação ao Porto Canal, posso dizer que o acompanho desde os primórdios. Não só estou perfeitamente à vontade para falar da evolução do canal mas também da qualidade de grande parte dos seus profissionais. Devo dizer que conheço várias pessoas que lá trabalham e que algumas dessas pessoas fazem parte do meu círculo de amigos. Sei o “amor à camisola” que têm, sei como trabalham e gosto muito da qualidade da informação do Porto Canal. Com menos meios, fazem muito mais do que os seus concorrentes generalistas (vem-me à cabeça o exemplo da brilhante cobertura das semanas que antecederam as últimas eleições autárquicas ou belíssimas reportagens, como uma sobre as caxinas e que há uns anos foi transmitida).
Sobre a parte desportiva do canal, penso que a opinião sobre a diferença de comentários dos profissionais do nosso canal comparada com a dos restantes é unânime. Somos muito, muito superiores. Digo somos porque sinto que o Porto Canal é nosso – Portistas, Portuenses, Gaienses, Matosinhenses, Gondomarenses, Maiatos... Nortenhos.
Já aqui elogiei também os programas do Ricardo Amorim ou os comentários do Bernardino Barros, Cândido Costa e do Paulo Miguel Castro. Aliás, várias vezes aqui os citei.
| Clica na imagem para Entrevista a Julen Lopetegui na Porto Canal (30/03/2015) |
Se, no início, quase se perguntou a Lopetegui se já conhecia o Porto (!), a continuação da entrevista focou bastantes vezes críticas, assobios, críticas de ex-jogadores... críticas do próprio Júlio Magalhães... mas foram assim tantas as críticas de ex-jogadores?! Conto-as pelos dedos. Como Lopetegui falou, e bem, em Portugal, grande parte destas críticas têm uma intenção clara. Julen Lopetegui conhece melhor o meio jornalístico do que o responsável máximo do canal?
Julen Lopetegui voltou a mostrar que é uma pessoa de ideias claras e bem definidas. Voltou a mostrar a classe que tem quando falou dos erros de arbitragem, algo que foi completamente deturpado nas capas dos jornais da capital. Foi correctíssimo na forma como abordou o assunto e logo os mesmos de sempre quiseram logo vir passar uma ideia errada. É pena que esta assertividade não seja usada para questionar um determinado treinador quando este expressa os seus delírios, onde só falta descrever o mundo dos unicórnios e do arco-íris onde vive.
Como se isto não bastasse, também um papagaio se aproveitou da entrevista para ameaçar o nosso mister. A minha pergunta é só uma: esta gente viu o mesmo que eu? Como é possível interpretar as palavras de Julen Lopetegui de forma a criar este alarido?! Onde estava esta gente quando um determinado treinador (curiosamente, o mesmo de sempre!) afirmou que um árbitro assistente errou de forma propositada?
Sobre Ricardo Quaresma, o treinador foi claro. Apenas discordo quando diz que o mérito é todo do jogador. Não é! Sabemos como ninguém o talento que o Quaresma tem e também conhecemos o seu feitio. Quaresma pode agradecer ter encontrado Julen Lopetegui nesta fase da carreira. Ambos têm mérito nesta evolução do jogador.
Quem conhece o meu estilo de escrita sabe que raramente utilizo este espaço para criticar o universo FC Porto. Para não ser influenciado nesta opinião (que não é mais do que a de um espectador comum – e assíduo – do canal e sem qualquer conhecimento jornalístico ou técnico, apesar de achar que uma entrevista com o reflexo de pessoas em pé atrás da câmaras ou de luzes de carros a passar dão uma imagem de TV pirata, que até no seu início o Porto Canal conseguia evitar) e por saber que, provavelmente, iriam fazer a defesa do seu canal, optei por não fazer qualquer comentário com pessoas que conheço e que trabalham no canal.
Por fim, se o responsável máximo do Porto Canal usa o critério da “mística” e da “exigência” para afirmar que ele próprio não percebia a rotatividade de Lopetegui, eu próprio recorro a essa cultura de exigência para afirmar que o Porto Canal merecia muito melhor do que a imagem que Júlio Magalhães transmitiu ao universo Portista. Se não está preparado para um serviço de excelência nas entrevistas desportivas, não tem que aparecer sempre. Fernando Gomes não deixou de ser o melhor “matador” português por não saber defender ao nível de um Jorge Costa. Vítor Baía não deixou de ser o melhor guarda-redes português por não marcar golos.
Ler este texto pode dar a entender que tenho alguma coisa contra Júlio Magalhães. Não, não tenho nada contra a pessoa nem contra o jornalista. Nunca tive o prazer de o conhcer pessoalmente mas tenho estima por um jornalista que, enquanto esteve em canais sediados na capital, nunca negou as suas origens nortenhas. A única coisa que faço aqui é a defesa do FC Porto e a procura do melhor para o clube e para o seu “universo”.
Termino fazendo um apelo a todos os Portistas. Depois da vergonha que foi a arbitragem da final da Taça de Portugal (com dois árbitros ex-atletas do clube vencedor), é fundamental encher o Dragão Caixa e criar aquele ambiente de apoio que mais nenhum pavilhão consegue fazer em Portugal, na próxima sexta e no próximo sábado, nas meias-finais do Playoff do Campeonato Nacional. Todos em busca do Hepta!
Um grande abraço a todos os Portistas... BAMBORA Fê Cê Pê!
P.S. – Não posso terminar sem destacar o serviço público para lampião que a RTP voltou a fazer num jogo da selecção portugesa. António Tadeia voltou a mostrar que é um dos comentadores da nossa praça que tem uma intenção bem definida...
OFICIAL - FC PORTO E REAL MADRID ACORDAM TRANSFERÊNCIA DE DANILO
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/
Danilo vai ser cedido a título definitivo, a partir da próxima época, aos espanhóis do Real Madrid, por 31,5 milhões de euros. O FC Porto comunicou esta terça-feira a transferência, através de um comunicado enviado à CMVM.
O lateral direito, que chegou aos Dragões em Janeiro de 2012, já foi por 13 vezes internacional pelo Brasil. Ao serviço dos azuis e brancos, alinhou até ao momento em 134 jogos oficiais e apontou dez golos.
fonte: fcporto.pt
O lateral direito, que chegou aos Dragões em Janeiro de 2012, já foi por 13 vezes internacional pelo Brasil. Ao serviço dos azuis e brancos, alinhou até ao momento em 134 jogos oficiais e apontou dez golos.
fonte: fcporto.pt
PARABÉNS, MAFALDINHA!
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Amiga, Muitos Parabéns!!!
São os votos de todos os teus colaboradores deste espaço de tertúlia.























