28 abril, 2009
27 abril, 2009
Passos de Tango...
assistência: 34.602 espectadores.
árbitros: Paulo Baptista (Portalegre), José Braga e Celso Pereira; Carlos Oliveira.
FC PORTO: Helton, Tomás Costa, Rolando, Bruno Alves «cap» e Cissokho; Mariano, Fernando e Raul Meireles; Lisandro, Farías e Rodríguez.
Substituições: Rodríguez por Sektioui (84m), Lisandro por Rabiola (89m) e Raul Meireles por Guarín (90m).
Não utilizados: Nuno, Stepanov, Fucile e Andrés Madrid.
Treinador: Jesualdo Ferreira.
V. SETÚBAL: Kieszek; Janício, Robson Auri e Anderson; Hugo e Zoro; Bruno Gama, Ricardo Chaves e Leandro Lima; Leandro Carrijo.
Substituições: Leandro Lima por Bruno Ribeiro (57m), Bruno Gama por Michel (57m) e Ricardo Chaves por Regula (70m).
Não utilizados: Bruno Vale, Laionel, Filipe Brigues e Moisés.
Treinador: Carlos Cardoso.
disciplina: cartão amarelo a Auri (42m), Zoro (65m), Janício (67m), Fernando (70m) e Sektioui (90m).
golos: Lisandro (61m e 68m).
Agora que as luzes se foram
Só o tango ficou
Desenhado no chão.
E a gardénia esquecida
repete, em surdina, o último verso.
E pronto. Mais 90 minutos a caminho da esperada apoteose final, defrontando um Setúbal aflito, prenhe de inúmeros problemas que vão minando, pouco a pouco, a saúde sadina.
O jogo de hoje, no Dragão, revestia-se de um significado especial. O primeiro realizado após o último suspiro de Virgílio Mendes, o denominado “Leão de Génova”, por ter sido aí, nessa localidade italiana, que realizou brilhante exibição com a camisola das quinas vestida.
Nascido na terra dos fenómenos, esse Entroncamento que é, antes de mais, uma encruzilhada de caminhos-de-ferro, de sonhos e desilusões, urbe de cheiro a carvão e habitada pelo anónimo proletariado, Virgílio cresceu entre vagões, brincando com os ferros, vendo os pais desgastados por uma vida de árduo esforço. Sonhando apanhar um comboio chamado desejo, que lhe permitisse a fuga de uma vida pequenina de operários de horizontes acanhados, salários de miséria, de felicidade suja como os fatos-macacos. Conseguiu-o, depois de muito perseverar. A fama veio, como referido, nessa internacionalização em Génova, enfrentando o génio de Mazzola com a bravura de um indomável soldado de campanha. Logo ele, que se iniciou como um avançado, criando uma dupla tremenda no Elvas, com Patalino, ganhou notoriedade quando Scopelli, treinador portista, o transformou em defesa. Defensor tenaz, antecessor de João Pinto, dono e senhor do lado direito da defesa, ficou para sempre perpetuado nos anais do clube. Até Sempre*…
Voltando aos tempos de hoje, Jesualdo teve uma semana com algumas dores de cabeça. Sem o estratega do meio-campo, Lucho, e a sua invulgar capacidade táctica, linear na forma como mexia os cordelinhos ofensivos, o treinador portista ficou com novos problemas para resolver. Com Hulk abatido, após a enésima falta dura que sofreu, sempre com a complacência costumeira dos juízes, grande parte do fulgor atacante dos portistas esfumou-se, naqueles esgares de dor do brasileiro. Para culminar, Sapunaru, que depois do inicio de temporada titubeante conseguiu afirmar-se, realizando jogos onde os seus predicados foram bem visíveis, não pode dar o contributo ao quarteto defensivo, juntando-se na lista dos indisponíveis a outros nomes sonantes.
Jesualdo optou, com alguma surpresa, por colocar o argentino Tomas Costa a resguardar o lado direito defensivo, tendo na sua frente o compatriota Mariano, o herdeiro da batuta de maestro de El Comandante.
Lá na frente, o tridente esperado, depois de sofrido um “restayling” com o afastamento do super-herói. Lisandro, Rodriguez e Farías. Um trio de respeito, capaz de colocar inúmeras dificuldades ao reduto defensivo vindo do Sado.
A 1ª metade do jogo foi um deserto de ideias. Sensaborona, sem qualquer rasgo de criatividade por quem tinha a obrigação de imprimir um ritmo demoníaco. Um Porto abúlico, amorfo, incapaz de se soltar das amarras com que o pretendiam tolher, deambulando pelo relvado de forma algo apática, repetindo os erros de Coimbra.As oportunidades escassearam. Com optimismo, podem enumerar-se os livres de Bruno Alves, as incursões de Cissokho, ou os malabarismos de Mariano. O apito para o intervalo surgiu assim como um bálsamo, perante o confrangedor espectáculo a que se assistia. Com ele, uma dose extra de nervosismo, vendo o tempo, esse eterno inimigo, a escassear.
A 2ª metade mostrou a outra face do Dragão. Não sendo necessário vestir o fato de gala, bastou ministrar alguma velocidade nos flancos para romper, de forma definitiva, o obstáculo sadino. Rolando já tinha ameaçado, concluindo um cruzamento de Meireles, mostrando o fulgor necessário para galvanizar a equipa.
Até que, aos 61 minutos, os milhares que assistiam ao jogo respiraram de alívio. Ao ritmo do tango. Aquela cadência, o compasso melómano, como se Gardel, por momentos, tivesse resolvido homenagear o “leão de Génova”. Uma pincelada de arte, com o perfume futebolístico das pampas. Farías, inteligente, endossou o esférico a Lisandro. E este, como se toureasse o adversário, num toque de matador, mostrou que os instintos predatórios se encontram intactos.
O Setúbal acabou ali, só que ainda não o sabia. Bastaram mais uns minutos para se encerrar a incerteza quanto ao resultado. Um tango a três, com a mesma denominação. O azul celeste argentino. Farías, como um pivot do andebol, perspicaz na leitura do jogo, colocou o couro nos pés de Mariano. Este, encetando uma corrida até à linha de fundo, agradeceu a benesse. Depois, com sapiência, colocou a bola no sítio do costume. À distância de um pontapé mortífero. Licha está de volta. Bem-vindo!
Até final, pouco mais a registar. Apenas isto:
- belíssimo slalom de Rodriguez, relembrando o monumental golo de Tarik, num jogo da Champions, frente ao Marselha. O uruguaio arrancou, de forma temerária, ultrapassando vários adversários, para ver o remate colocado embater no poste;
- perante a fragilidade do opositor, Jesualdo concedeu minutos, fazendo a necessária gestão prudencial da forma física dos seus pupilos. Tarik, marroquino eclipsado esta temporada, foi o primeiro a levantar-se do banco;
- Rabiola, futuro radiante pela frente, ávido a beber os ensinamentos dos companheiros, teve direito a mais uns minutos, conseguindo provavelmente uma visão do seu futuro próximo. Ali, naquele palco, trajando as vestes sagradas, concedendo alegrias aos adeptos fieis. Hoje esteve quase. Belo remate, revelador das imensas capacidades que possui, saído a milímetros do poste. Esteve quase, puto!
Análise final: Exibição mediana, mas suficiente para somar mais 3 pontos. E isso, nesta fase, é o que mais importa. Vencer. Encurtar a distância que nos separa da festa. Do sonho. A exemplo de Coimbra, depois de uma primeira parte pouco conseguida, o intervalo foi um bom conselheiro. A equipa mostra-se unida, na demanda do ideal máximo desta temporada. A conquista do título. E este cerrar de fileiras será bem mais importante do que a beleza estética de qualquer lance.
Melhor em campo: Dúvidas? Nenhuma. Lisandro. Homem do jogo, umbilicalmente ligado ao resultado final. Mais 2 golos para o seu pecúlio, somados aos marcados na semana passada, também em dose dupla. Notas positivas para Cissokho, intransponível na defesa e com uma raça que lhe permite semear o pânico com as suas investidas atacantes. Farías, mesmo sem fazer o gosto ao pé, companheiro de diatribes de Lisandro. Participação activa nos lances dos golos, com passes ajustados. Mariano, trabalhador incansável, mantendo o bom momento que atravessa.
* Os combates do futebol português eram feitos, na década de 50, bem longe dos lustrosos relvados. O belo jogo da bola, capaz de apaixonar multidões, sempre preferiu o ar rarefeito e bafiento dos gabinetes decisores. Em 1957, Virgílio protagonizou situação sem precedentes no futebol luso. Nas Antas, defrontando o Benfica, foi expulso por entrada pretensamente dura sobre Fernando Caiado. A FPF resolveu, a talho de foice e de forma inédita, punir com severidade. Fê-lo, procurando transformar Virgílio num exemplo. Punido por 3 jogos ou…mais, enquanto se mantivesse a incapacidade do adversário atingido, Virgílio foi apenas o bode-expiatório na luta pelo título de campeão. Esteio da defesa azul-e-branca, viu nas bancadas como a sua ausência afastava os companheiros de equipa do lugar cimeiro da classificação.
Para a história fica apenas o eco da imprensa desportiva de então, considerando o castigo exagerado, punindo um lance viril, sem maldade, com o árbitro confundindo o aparato da queda com rudeza desmesurada. E assim, ano após ano, se ía escrevendo a tragicomédia panfletária do futebol português.
26 abril, 2009
Tetra… em Po(r)nto de Rebu“Sado”
Sonhei que a mim correndo o gnídeo nume
Vinha coa Morte, co Ciúme ao lado,
E me bradava: Escolhe, desgraçado,
Queres a Morte, ou queres o Ciúme?
Não é pior daquela fouce o gume
Que a ponta dos farpões que tens provado;
Mas o monstro voraz, por mim criado,
Quanto horror há no Inferno em si resume.
Disse; e eu dando um suspiro: Ah, não m'espantes
Coa a vista dessa fúria!... Amor, clemência!
Antes mil mortes, mil infernos antes!
(…)
Bocage
Os verdes de à beira Sado, agora mais motivados por alforges abonados de parte dos meses de salários em atraso, ocupam um tremido 14º lugar na tabela classificativa, apresentando-se no Dragão a lutar pela sobrevivência na Liga.
Carlos Cardoso preparou a deslocação ao anfiteatro dos azuis e brancos praticamente na máxima força do seu onze habitual. Aos lesionados André Marques e Sandro, somam-se os castigados Leandro Branco e Elias, forçando ao realizar de pelo menos uma alteração em relação aos que alinharam no passado Domingo.
O aflitivo lugar da tabela classificativa, não me impede de ver na equipa Sadina jogadores influentes e de bom recorte técnico/táctico, Janício e Robson, no último reduto são dos mais acertivos, Regula, Leandro Lima e Bruno Gama, os mais furtivos no que atenta em perigosidade e codicia pela baliza anfitriã, os dois últimos ligados contratualmente ao FC Porto.
O jogo dos setubalenses passa essencialmente por defender bem para contra-atacar melhor, Leandro Lima desempenha o papel de criar e imaginar todo o jogo do Vitória, já que grosso modo os processos de transição ataque/defesa passam por si, sendo na defesa que os setubalenses acusam maior pressão e nervosismos, com notórias dificuldades na marcação homem a homem no eixo da defesa.
Bom exemplo é jogo do passado Domingo em que consentiu golos com remates praticamente em cima da linha de golo, bem como cruzamentos tirados já na sua grande área, sem qualquer incómodo para quem alvejava nos propósitos dessas intenções.
À beira Douro saboreia-se a passagem à final da Taça de Portugal, pobre exibição com muitas segundas linhas a provarem que na atitude e mentalidade não são ainda soluções viáveis, onde o resultado espelha o resultado de alguma altivez e descontração impeditiva de elevar os ritmos e desenvoltura competitiva, há que encarar estas decisivas jornadas, de fato de macaco vestido, até por força do timming exímio das mal fadadas lesões.
Sem substituto natural para “el comandante”, a ausência de Lucho é visível na quebra de rotinas estratégicas e processuais tanto em passes com qualidade quer na lisura e requinte da transição da defesa para o ataque, dificuldade de encontrar espaço para os passes de rotura, habilmente executados pelo mais elegante executante do tango do miolo. Sem Hulk, o jogo passará por ser mais directo, obrigando ao maior labor de Lisandro.
Licha pode fazer de Lucho?!?!?... mas isso é contra natura com o habitat preferencial do Argentino, pelo que Mariano e Tommy são soluções que coadjuvam uma capacidade de menores consequências para o colectivo.
Adicionar Mariano Gonzalez e Tomás Costa, é voltar a um esquema próximo do 4x3x3 da época passada, com maior ofensividade nas alas, deixando a Lisandro o eixo do ataque, onde pode colher os frutos das penetrações interiores de Rodriguez.
Uma aposta nesta estratégia, consubstância ainda Farias como arma. Nos últimos jogos, “el tecla” tem-se revelado peça capital no xadrez provando ser uma solução capaz, produtiva e concretizadora, carregando por estes dias a bandeira de melhor marcador dos Dragões no conjunto de todas as competições, com um faro de golo destemido, o índice de aproveitamento por minutos jogados é incomum por estas terras.
Volto a pensar na chave do jogo, penetrações incisivas na área setubalense, Lisandro criador e finalizador de espaços, linhas de passes, e oportunidades de golo, um misto de abnegação e explosividade nos rasgos individuais.
Cebola é o aríete que sobra do anterior trio atacante, sendo no entanto mais influente na manobra das transições, bem como catalisador da profundidade ofensiva de Cissokho na ala esquerda, a sua rapidez e inteligência de jogo, tornam-no actualmente no jogador mais dotado no queimar metros e distâncias entre o miolo e o ataque azul.
A defesa portista poderá sofrer alterações em relação aos últimos alinhamentos. Fucile está recuperado da lesão que o perseguia há já algum tempo, vendo assim a titularidade de perto, o cansaço muscular tem feito mossa em Sapunuru, dada a intensa carga de jogos.
Certo o regresso ao eixo defensivo habitual, Rolando e Bruno Alves, onde a sua natureza de guerreiro dos ares lhe confere o estatuto de capitão também junto ao solo. Hélton no retomar da defesa das redes, a quem se pede concentração, atitude e não defender só o que é impossível, mas sim tudo.
A cada jogo incluem-se novos ingredientes, no tão desejado menu do TETRA, que está quase a ser servido, no entanto, dadas as contingências e condicionantes, o campeonato atinge um estado de ebulição que o deixa próximo do ponto de rebuçado, atirando muitos para efervescentes fermentações levando-os a adoptar, do discurso fácil de choro e queixumes calimerianos.
Domingo, o Dragão envolto da sua tenacidade não abdica da sua chama, inflamando todos os que bebem na sede de vitórias a certeza de que somos Reis de nós próprios.
Já Bocage, sem saber o escrevia… não ser do FC Porto… “Antes mil mortes, mil infernos antes!”… assim foi e sempre será, VIRGILIO MENDES!!!!
Guarda-redes: Helton e Nuno.
Defesas: Bruno Alves, Cissokho, Fucile, Rolando e Stepanov.
Médios: Madrid, Fernando, Guarín, Raúl Meireles e Tomas Costa.
Avançados: Lisandro, Farias, Mariano, Rabiola, Rodriguez e Tarik.
25 abril, 2009
Hermínio, prepara aí mais um troféu!
Quisemos saber a opinião dos nossos visitantes acerca deste assunto, através de mais uma sondagem que esteve visível durante alguns dias. Os resultados não foram surpreendentes. Num total de 150 votantes, 117 (78 %) consideraram o atraso da Liga presidida por Hermínio Loureiro na entrega do troféu 'Uma vergonha!', 15 (10%) assumiram uma atitude de desprezo com um lacónico 'Quero lá saber!', ao passo que os restantes 18 (12%) disseram 'Acho muito bem!'.
Outra das votações que levámos a cabo aqui no burgo, foi para o ar no seguimento da inglória eliminação da Liga dos Campeões, aos pés do Manchester United, num jogo que ficou igualmente manchado pela grave lesão de Lucho González. Foi, de facto, um momento muito triste e doloroso para todos nós, especialmente depois da grande exibição conseguida em Old Trafford uma semana antes. À pergunta 'Eliminação na Liga dos Campeões e perda de Lucho até final da Liga Sagres... que consequências para o FC Porto?' responderam 150 pessoas. 26 (17%) acham que as consequências não serão 'Nenhumas', 80 (53%), julgam que serão 'Pouco significativas', 39 (26%) pensam que serão 'Negativas', e apenas 7 (5%) consideram que as implicações poderão ser 'Péssimas' para a carreira da nossa equipa.
Resulta claro que, para os portistas, uma eliminação numa competição tão importante, sobretudo da forma cruel como ela aconteceu, bem como a perda de uma peça nuclear como Lucho na manobra colectiva da equipa - na altura ainda não se sabia da lesão de Hulk -, terão sempre algumas implicações nefastas. Outra coisa não seria de esperar e qualquer equipa do mundo acusaria o toque. Aquilo que parece estar também presente nas mentes dos seguidores azuis e brancos é a ideia de que estes contratempos jamais porão em causa os objectivos internos a que o FC Porto se propôs no começo da época, que passam pela conquista do Tetra e da Taça de Portugal.
Mesmo com estes contratempos e mais alguns que entretanto possam surgir no caminho, vamos ser campeões e ganhar a Taça de Portugal, não tenho dúvida. É o vício de vencer entranhado no nosso sangue.
24 abril, 2009
O primeiro dia do Pavilhão Dragão Caixa
O blog BiBó PoRtO, carago!!, esteve presente, logo em duplicado, pois para além de mim próprio, também me acompanhou nesta “viagem de sonho”, o “Rei e Senhor das amadoras” deste espaço, o (nosso) Lucho, que aposto, saiu de lá tão maravilhado (ou ainda mais?) quanto todos os cerca de 2000 convidados, onde nos incluíamos. Já o tinha feito anteriormente, ainda que ontem, logo após o final da festa, o tenha voltado a fazer, mas nunca será demais repeti-lo por uma pessoa que, nunca tendo tido o prazer até há bem pouco tempo de o conhecer pessoalmente, senão da imprensa propriamente dita, aprendi a ter-lhe uma enorme admiração e respeito pela simpatia e amabilidade que até hoje sempre demonstrou nos contactos havidos: um MUITO OBRIGADO, e elevada estima e consideração, àquele que nos proporcionou a presença nesta festa. Não será preciso dizer o nome da pessoa, mas se ele nos lê (e sei que sim!), saberá que é para ele esta palavra de enorme agradecimento.
Na bancada “norte”, onde se encontra lá bem no alto os dizeres “a vencer desde 1893”, fomos ainda acompanhados pelo Dragão Vila Pouca, pela Eva e pelo Anti-Lamp, tendo ainda avistado por lá o Tripeiro [nosso habitué comentador] e o Roque Santeiro que foi descoberto assim que a modos de uma missão (pouco) impossivel, mesmo que tentando passar a imagem de um qualquer anónimo. Se outros lá estiveram, não os descortinamos.
Voltando ao tema central, dizer que mais uma vez, porque nunca é demais repeti-lo, Pinto da Costa prometeu… e cumpriu!!! [o que se segue agora Presidente? tou curioso!]
Finalmente, as principais modalidades amadoras, o andebol, o basquetebol e o hóquei em patins, regressam a “casa”, paredes-meias com a casa-mãe, o Estádio do Dragão.
Para memória futura, recordo aqui a cerimónia de lançamento da primeira pedra e apresentação do projecto do novo Pavilhão Dragão Caixa do clube azul e branco, ainda que o recinto só tenha começado a ser construído há apenas 19 meses, em Setembro de 2007, num vazio urbano de 8300 metros quadrados, tendo uma forma rectangular com as extremidades ovais, e distinguindo-se pela modernidade, versatilidade, qualidade e aproveitamento do espaço.
- VIDEO DO LANÇAMENTO DA 1ª PEDRA - para visualização, clica aqui.
A festa, pois, a festa, tivemos momentos de (muita) ópera [não gostava, mas até achei imensa piada], declamações de poemas, o hino do clube, desfile de lendas do clube de várias modalidades, tanto ao vivo, como em ecrã gigante, mas o momento alto da noite, esse, meus caro, foi o mesmo de sempre, numa versão Pinto da Costa que admito, me surpreendeu completamente a todos os níveis, pois o nosso (meu!) Presidente, está para lavar e durar, mostrando uma garra e espírito de missão que julgava já amolecida pelo passar dos anos… são 71 anos de vida, entre os quais, 27 na Presidência do FC Porto, mas só me ocorre dizer que depois do ontem visto, ainda agora está a começar, não tenham quaisquer dúvidas. Com este (nosso) General “sem medo”, vou [mas já o ia!] até ao fim do Mundo…
Deixo aqui algumas das suas palavras emocionadas e sentidas do seu discurso de completo improviso [discursa muito melhor durante 20 minutos de completo e total improviso, do que um tal “burro” em 5 minutos e de papel na frente!], onde esteve sempre ladeado por uma imensidão de troféus conquistados ao longo do seu reinado na Presidência do FC Porto:
"Quando, há 27 anos, tomei posse, o momento era de grandes dificuldades, mas eu tinha a certeza de que, contra ventos e marés, havíamos de cumprir o mandato de dois anos até ao fim"
"Continuarei a lutar para o que o FC Porto seja cada vez mais respeitado, mais admirado, podem contar comigo"
"Posso lutar até à morte pelos meus ideais"
"A todos, deixo-vos um sinal de que não me deixo abater nem tenho medo, de que podeis estar tranquilos, que mesmo nos tempos actuais, eu não tenho medo. Mesmo no país em que estamos, em que figuras como o Procurador-geral da República afirma publicamente que não sabe se tem o telefone sob escuta, mesmo nestes momentos podem contar comigo porque eu não tenho medo"
A cerimónia, esta festa, nunca poderia terminar sem a “Pronúncia do Norte” a cargo do músico Rui Reininho… e a já tão famosa sonoridade do “Alegria” do Cirque du Soleil que serviu de hino à inauguração da casa-mãe em Novembro de 2003.
- VIDEO DA INAUGURAÇÃO DO PAVILHÃO - para download, clica aqui.
passatempo 2008/09
23 abril, 2009
Perder Hulk, o jogo... mas siga para Oeiras!
assistência: --- espectadores.
árbitros: Carlos Xistra (AF Castelo Branco), Jorge Cruz e Luís Tavares; Ângelo Correia.
ESTRELA DA AMADORA: Filipe Mendes; Ney, Nuno André Coelho, Tengarrinha e Nélson Pedroso; Fernando Alexandre, Vítor Vinha, Jardel e Pedro Pereira; Varela e Anselmo «cap.».
Substituições: Vítor Vinha por Rui Varela (28 min), Jardel por Celestino (73 min) e Pedro Pereira por Moreno (82 min).
Não utilizados: André Marques, Mustafá, Marco Paulo e Marcelo Goianira.
Treinador: Lázaro Oliveira.
FC PORTO: Nuno «cap.»; Sapunaru, Stepanov, Rolando e Fucile; Madrid, Guarín e Tomás Costa; Lisandro, Farias e Hulk.
Substituições: Hulk por Tarik (12 min), Madrid por Fernando (54 min) e Sapunaru por Cissokho (76 min).
Não utilizados: Ventura, Pedro Emanuel, Mariano e Rabiola.
Treinador: Jesualdo Ferreira.
disciplina: Nélson Pedroso (65 min), Tengarrinha (90 min).
golos: Farias (4 min), Rui Varela (33 min) e Anselmo (41 min).
Como ponto prévio, diria que o único aspecto positivo a retirar deste jogo na Amadora, a contar para a 2ª mão da meia-final da Taça de Portugal, será mesmo a confirmação da presença na final do Estádio Municipal de Oeiras, no dia 31 de Maio próximo, o que irá acontecer pela 26ª vez no nosso historial.
Nessa mesma, iremos defrontar os castores de Paços de Ferreira que a garantiram também depois de derrotarem fora de portas os insulares do Nacional da Madeira por 2-3, depois do empate a 2 bolas ocorrido na 1ª mão, na capital do móvel.
Em face da convocatória para este jogo, e da ausência de Lucho até final da época por lesão, o meio-campo deste FC Porto tinha que ser necessariamente diferente, depois de Raul Meireles e Fernando também terem sido poupados a trabalhos forçados, três peças que eram simplesmente o núcleo duro do meio campo. Andrés Madrid e Guarin foram quanto a mim, o expoente máximo do que não deve um jogador habitualmente considerado de 2ª linha, fazer quando entram em campo: displicência total e percas de bola consecutivas de uma forma em que até mesmo nas camadas jovens, já pouco se aceita ou tolera. Tarik, entrado para o lugar de Hulk logo no inicio do jogo, este último, outro dos infortunados deste jogo, que falarei mais à frente, foi também uma nulidade.Como dizia no ponto prévio, o objectivo principal foi atingido, mas é bom que todo o plantel, analise exaustivamente o que ontem aconteceu para que não venhamos a sofrer dissabores que podem trazer largos amargos de boca para quem tem ainda muito para ganhar, já quase na linha de chegada da meta… mas que efectivamente ainda nada ganhou, razão pela qual não deveriam deixar cair no esquecimento esta natural realidade.
Entramos bem no jogo, fortes, pressionantes, com as linhas bem avançadas, e praticamente sentenciamos a eliminatória logo aos 4 minutos de jogo, quando Lisandro lançado pela direita do ataque, endossa a bola para Farias que apenas se limitou a encostar a bola para o interior da baliza, inaugurando o marcador e colocando o resultado parcial dos 2 jogos, em 3-0 favorável ao FC Porto.
Nesta fase inicial, os da casa pareciam completamente perdidos em campo, totalmente manietados pelo posicionamento em campo dos Portistas, mas tudo se alterou a partir da lesão de Hulk, cerca dos 10 minutos de jogo, quando abalroado por Ney, foi obrigado a abandonar o campo de maca, também este, ao que se consta, a ter também este que repousar na enfermaria do Dragão até final da época. Foi o golo madrugador, mais a lesão de Hulk, e lá entrou a equipa em total descompressão e relaxe. Já Xistra, fez o que sempre tem feito, qual “burro que nem porta”: não viu nada, não assinalou nada, não amarelou ninguém, zero de zero… e enquanto isso, lá vai mais um dos nossos pró estaleiro.
Enquanto uns perdiam gás de forma clarividente, os da casa ganhavam-na e de que maneira, ainda para mais, depois da entrada em cena de Rui Varela, tendo-se juntado a fome com a pouca vontade de trabalhar, ou seja, o Estrela com uma atitude digna de registo, já os jogadores de azul-e-branco, limitavam-se a mostrar uma falta de qualidade futebolistica gritante.Neste indos e vindos, o Estrela aproveita para empatar o jogo ao 31’, para 10 minutos mais tarde, ganhar vantagem no marcador, consumando a reviravolta. Por esta altura, os do FC Porto, pareciam baratas tontas sem saber o que, como e quando o fazer. Limitavam-se a despachar bolas para o ataque, que se mostravam completamente inconsequentes e mais próprias de uma qualquer equipe de cariz regional, o que não era de todo o caso, até bem pelo contrário.
Por esta altura, diria que o melhor que nos poderia ter acontecido, era mesmo o apito final dos primeiros 45 minutos, altura importante para colocar um travão ao assomo de coragem dos da casa, mas ao mesmo tempo, para reagrupar as tropas azul-e-brancas para a etapa complementar que ainda restava jogar.
A 2ª parte, bem, essa não teve praticamente história, senão uma pobreza tamanha ao nível exibicional de ambos os contendores, sempre jogada num ritmo de quem não quer nada com aquilo, que até estava ali numa de passagem, devagar e devagarinho, oportunidades nem vê-las, perigo junto das balizas era uma coisa assim para o imaginário, etc etc…
Como nota final, dizer que a vitória do Estrela neste jogo foi justa e merecida, tal como também foi a passagem do FC Porto à final da Taça de Portugal.
Aos “operários” do Prof. Jesualdo Ferreira, apenas uma nota em jeito de recado: a exibição neste jogo, quer no colectivo, quer individualmente, foi deprimente… tal como já tinha sido deprimente na 1ª parte do jogo de Coimbra no passado domingo… razão pela qual é bom que se mantenham “em total alerta” para as 5 finais que ainda restam, onde nada foi ainda ganho, mas tudo pode ser perdido. É bom que tenham completa consciência desta situação!!!
27 anos de Presidência... e glórias!
É o presidente do clube, de longe, com mais tempo de permanência no cargo. Tem mesmo mais de o dobro do tempo no cargo do que qualquer outro dos 29 presidentes que o clube teve nos seus 113 anos de vida documentada. O segundo com mais tempo no cargo foi o seu antecessor, o falecido advogado Américo Gomes de Sá, que ocupou o cadeirão durante dez anos, entre 1972 e 1982. E, nos clubes da I Divisão, nenhum presidente teve um reinado tão longo – Pimenta Machado foi presidente do Vitória só durante 24 anos e dois meses.
Quando foi eleito pela primeira vez, ainda não tinha completado 45 anos e nem ele próprio imaginava que ainda lá estaria hoje. Em 1987, depois da primeira vitória na Taça dos Campeões Europeus, considerou seriamente a possibilidade de sair. Contudo, não saiu e, em Agosto de 1997, tornava-se mesmo o primeiro presidente da Sociedade Anónima Desportiva e também o primeiro dirigente eleito a ser remunerado no clube, algo que pouco antes ele próprio declarava ser impossível. Mas adaptou-se aos tempos e hoje a unanimidade que criou à sua volta no FC Porto permite que uma decisão sua seja uma ordem.
Ao longo destes 27 anos à frente dos destinos do nosso FC Porto, somou êxitos atrás de êxitos, num percurso inédito a nível mundial. Um currículo invejável e praticamente impossível de repetir por um outro alguém, senão, vejamos: 15 campeonatos nacionais, 9 Taças de Portugal, 15 Supertaças, 2 Taças dos Clubes Campeões Europeus, 1 Taça UEFA, 2 Taças Intercontinentais e 1 Supertaça Europeia. Impressionante!!
Hoje, no dia de aniversário à frente dos destinos do clube, terá mais um motivo para festejar, quando mais logo, pelas 21h30, inaugurar o seu mais recente «sonho», o Pavilhão Dragão Caixa… pela minha parte, fico a aguardar pelo seu próximo projecto, que fico a torcer para que esse seja o tão ansiado por muitos e muitos Portistas, o novíssimo museu do clube. Será? Aguardemos!
E é assim a história do nosso Presidente Jorge Nuno Pinto da Costa… ontem, hoje e amanhã, o MEU Presidente… e julgo também que de todos os Portistas.
Parabéns, Presidente!
22 abril, 2009
Na Amadora, há que lá ir... e ganhar!!!
Ora bem, mais logo, quando os ponteiros do relógio apontarem para as 20h30, na Amadora, estará (?!) a ser dado inicio ao jogo da 2ª mão das meias-finais da Taça de Portugal, onde o FC Porto estará na condição de visitante do Estrela da Amadora, e ao que tudo indica, só mesmo se acontecesse um descalabro de todo improvável, depois da vantagem de 2 golos trazida do Dragão da 1ª mão, poderia falhar a visita ao Estádio Municipal de Oeiras para jogar a final da mesma competição, a ocorrer no final do próximo mês Maio.
Quando atrás questiono o “estará (?!)”, digo-o apenas porque nem sei se irá haver jogo ou não, porque ao que foi ontem noticiado na imprensa desportiva, aos da Amadora, já não bastariam os salários em atraso, que não colhe em nada se pensarmos no magnifico campeonato que estão a realizar, parece agora também que terão deixado caducar os seguros do clube por falta de pagamento à seguradora, o que está em completo incumprimento com os regulamentos da Federação Portuguesa de Futebol e da Liga Profissional de Futebol, que obriga a que os clubes apenas possam competir desde que os seguros estejam em dia… pelos vistos, neste caso, não estarão, mas também se diga que neste Portugal com organizações amadoras (!!!), nada espanta e nada surpreende… apenas e só mais uma “salsada”, como tantas outras, onde nada foi feito e todos assobiam para o lado. Adiante…
Jorge Fucile, após longa ausência por lesão que vinha já desde meados de Fevereiro, regressa à lista de convocados, juntamente com Benitez, Rabiola e Ventura, que ocupam as vagas dos ausentes por opção técnica e habituais titularíssimos, Helton, Bruno Alves, Raul Meireles e Cristian Rodriguez.
Em parte, não concordo nem de perto, nem de longe, que este jogo seja uma vitória já assumida, porque apesar de todas as dificuldades por demais conhecidas dos da casa, e da aparente quase missão impossível em virar o resultado da 1ª mão, não poderemos deixar de entrar em campo com vontade férrea de lutar e trabalhar muito, fazendo um jogo sério e competente, para dignificar a história gloriosa do FC Porto e consequente carimbar da passagem à final da Taça de Portugal.
Posto isto, Bamos a eles, carago!!!
Guarda-redes: Nuno e Ventura.
Defesas: Benítez, Cissokho, Fucile, Rolando, Sapunaru e Stepanov.
Médios: Andrés Madrid, Guarín, Fernando, Pedro Emanuel, Tomás Costa, Mariano e Tarik Sektioui.
Avançados: Farías, Hulk, Lisandro e Rabiola.
21 abril, 2009
Ao director geral do andebol, Prof. José Magalhães
Os rumores do seu final de carreira surgiram. Não me conformei. Prometi lutar pela continuidade do nosso melhor andebolista, e numa parceria entre o nosso blog e o Portal dos Dragões, foi lançada uma petição para que todos os Portistas, em particular, os que não se deixam «cegar» pela ideia de que o nosso clube é apenas a nossa equipa de futebol, assinassem em massa e dessa forma tentar que o nosso objectivo seja coroado de sucesso.No último sábado, elementos do nosso blog (Lucho e bLuE bOy), amigos do blog (Mafaldinha, Eva e Dragão Penafiel) e elementos do fórum e portal dos Dragões (SDvaladares e Antilamp), além de puxarmos pelo resto do público (demasiado apático como habitualmente), cumprimos a promessa de entregar um dossier ao Eduardo Filipe com a petição e as assinaturas respectivas, gesto que se repetirá em Belém no próximo dia 01 de Maio, quando o FC Porto lá jogar para os quartos-de-final da Taça de Portugal (aqui, a petição será entregue pelos elementos do portal dos Dragões, que residem em Lisboa).
Voltando ao último sábado destaco a simpatia do Eduardo Filipe em ter vindo à bancada ouvir-nos no final do jogo, mostrando-se muito sensibilizado pelo gesto e pelo apoio que lhe prestamos. Disse-nos que nada estava ainda decidido mas que também dependia da direcção do clube.
Ora, deixo aqui um «recado» ao Prof. José Magalhães, nosso director-geral do andebol e o homem que nos devolveu o título 31 anos depois, pessoa por quem tenho uma profunda admiração e respeito. Depois de ver, como eu, mais uma espantosa exibição do Eduardo Filipe na tarde do último sábado, há que tomar medidas rápidas e eficazes para renovar o vínculo com o nosso melhor andebolista que me pareceu (total e completamente) disponível para continuar, se essa for a vontade do FC Porto.
Julgo que o técnico, Carlos Resende, também concerteza verá com bons olhos esta medida no ano de estreia do novo pavilhão, apesar de o andebol do FCPorto começar a jogar lá já neste final de época, tal como anunciou Pinto da Costa no lançamento da inauguração do Pavilhão Dragão Caixa, que decorrerá na noite da próxima quinta-feira (21.30h).
Para poderes efectuar o DOWNLOAD das fotos do jogo de sábado, dos momentos fotográficos do nosso contacto com o Eduardo Filipe, mas também do dossier (petição) que lhe foi entregue em mãos-próprias, num trabalho documental compilado pelo bLuE bOy, e fotos de autoria da fotógrafa de serviço, Eva, BASTA CLICAR NA IMAGEM, LOGO AQUI ABAIXO e seguir todos os passos até ao completo download do (único) ficheiro em formato PDF.
- FC Porto, 34 - Sp.Horta, 26
O FC Porto, vencedor da fase regular do campeonato, jogou na Póvoa de Varzim, a 1ª mão dos quartos-de-final do play-off, onde durante a 1ª parte, não se assistiu a um jogo em que ficasse clara a nossa esperada superioridade. Um sofrido empate a 15 bolas deixava antever uma 2ª parte emocionante, mas os pupilos de Resende vieram mais inspirados no ataque e com Hugo Laurentino bem mais seguro na defesa das nossas redes. Foi então aí que os remates explosivos de Eduardo Filipe (12 golos) e as penetrações eficazes do nosso pivot Tiago Rocha (8 golos) arrasaram com a equipa Açoreana, completamente à deriva nos últimos 20 minutos da 2ª parte.
O FC Porto venceu com justiça e joga já amanhã nos Açores a 2ª mão (22h do Continente) para decidir de vez a passagem às meias-finais. Se a coisa correr mal, temos o desempate no domingo, já no novo pavilhão Dragão Caixa (17h), onde se espera que o público participe muito mais no jogo, pois ainda este sábado, foram sempre os mesmos 5 a gritar constantemente no apoio à nossa equipa (Lucho, SDvaladares, Antilamp, Dragão Penafiel e bLuE bOy).
FC Porto assegura play-off a uma jornada do fim...
(6º FC PORTO - 29 jgs/ 17v/12d/46pts / FC Porto já está apurado para o play-off)
Com Nuno Marçal, lesionado os Portistas sabiam que este jogo era mais que decisivo. Uma derrota seria quase que fatal. Foi uma vitória conquistada com muito querer, atitude e crença. Uma vitória à Porto, finalmente. Excelentes exibições de Figueiredo e Cunha (11 pontos cada), com o trio de Americanos também em muito bom nível (Martin e Burns com 20 pontos cada e Watts com 15). Sábado, joga-se a última ronda da I fase, com o FC Porto a jogar na Luz (18.30h), podendo acabar em 6º, 7º ou 8º, consoante os resultados desta última jornada.FC Porto recebe domingo em Fânzeres, o Benfica para o play-off...
(1º jogo das meias finais do play-off é domingo às 16h em Fânzeres)
Este fim de semana, a Oliveirense jogou em Espanha a final-four da Taça CERS, tendo sido eliminada já no prolongamento, no jogo das meias-finais pela equipa Espanhola do Mataró, que acabou por erguer o troféu na final.
A final-eight da Liga Europeia, onde estará o FC Porto, começa a jogar-se no dia 30 de Abril, em Itália.
Já este domingo (dia 26), o FC Porto recebe o Benfica em Fânzeres (16h, RTP2) no 1º jogo das meias-finais do play-off num jogo importante, pois esta eliminatória é à melhor de duas vitórias (3 jogos), daí o FC Porto estar proibido de perder este desafio. Espera-se muito apoio, pois o jogo de futebol no Dragão é no mesmo dia, mas apenas às 19.15h (RTP1), e por isso, também eu deverei marcar presença nestes 2 desafios (hóquei e futebol) do próximo domingo.
Eduardo Filipe
O andebolista do FC Porto, foi o melhor marcador do jogo de sábado (12 golos) com o Sp. Horta. Foi o seu poder de fogo, acrescido da eficácia de Tiago Rocha, mais as defesas de Laurentino, que foram dando tranquilidade à equipa, que acabou depois por ganhar por 8 golos de diferença. O FC Porto só na 2ª metade rendeu o habitual, e muito à custa dos golos de Eduardo Filipe, que por coincidência, viria a ser o melhor marcador de um jogo em que o nosso blog aproveitou para lhe entregar a petição para que ele continue a jogar, pelo menos, mais uma temporada...
Este fim de semana, os Sub-19 derrotaram o Gondomar por 2-0 com golos de Claro e Chula. Os juvenis, alcançaram a 2ª vitória na 2ª fase com uma goleada ao Marítimo SC (Açores) por 7-1. Para a semana, desloca-se ao campo do Padroense (clube satélite), que se encontra colado aos Dragões no topo da tabela. Os iniciados, carimbaram a passagem à fase-final da prova, depois de neste domingo terem derrotado o Sanjoanense por 1-0. Um jogo muito complicado, com a Sanjoanense a dar uma excelente réplica, e que mais uma vez foi decidido pelo instinto goleador de Gonçalo Paciência. Uma nota final para os Sub-14 que alcançaram uma excelente vitória no Torneio “Dani Guenes” que se disputou em Bilbao. Depois de ter vencido o Enkarterri e empatado com o Barcelona na 1ª Fase, os dragõezinhos derrotaram o Athletic de Bilbao no desempate por grandes penalidades (3-1). Na final, o FC Porto derrotou o Barcelona por 1-0. De realçar que fomos a 1ª equipa a derrotar o Barça esta época neste escalão.
[texto remetido pelo nosso colaborador, Pedro Porto]
No basquetebol juvenil, os iniciados masculinos do FC Porto (equipa principal) continuam em grande, tendo ganho ao Académico por 85-59 num percurso formidável, enquanto a equipa B ganhou ao Alfenense por 62-37. No sector feminino, as cadetes ganharam ao Braga 64-32.
[texto remetido pelo nosso colaborador, Eurico Brandão]
Um abraço do Lucho.
# post publicado em simultaneo no fórum fcporto.planetaportugal




















