28 janeiro, 2013

"Chegar ao fim em primeiro"

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Vítor Pereira ainda não consegue avaliar se Liedson está em condições de ajudar a equipa, mas garante que a partida com o Gil Vicente é para ganhar, como todas em casa, seja quem for o adversário. Indiferente ao resto, o treinador do FC Porto recorda que o que quer é chegar ao fim na frente.

O Gil Vicente foi uma das equipas que conseguiu roubar pontos ao FC Porto, uma equipa que fez algumas alterações, como antecipa o jogo?
Espero que a equipa seja competente. Sabemos das dificuldades que uma equipa com as características como o Gil Vicente normalmente provoca, com bloco compacto baixo, linhas muito próximas, depois a procurar saídas rápidas. Reforçando-se como se reforçaram agora neste período de mercado, acredito que vamos defrontar equipa com qualidade, mas independentemente de ser o Gil Vicente, ou outra equipa qualquer, a nossa obrigação é de jogar para ganhar. Estamos preparados para as dificuldades e preparados para ultrapassar mais este obstáculo.

O que é que Liedson traz ao plantel do FC Porto e como vê estes primeiros treinos e como se tem adaptado?
O Liedson traz-nos experiência numa posição específica, que é a de ponta-de-lança, um goleador experimentado. Traz-nos qualidade e depois um conhecimento muito grande do campeonato português. Precisávamos de um jogador que chegasse e já estivesse identificado com as características das equipas portuguesas, das defesas portuguesas e que nos ajudasse a desbloquear equipas do género do Gil Vicente, por exemplo.

O processo de inscrição de Liedson já está concluído, já conta com ele para segunda-feira?
O Liedson fez dois treinos connosco, como devem compreender não é em dois treinos que eu consigo avaliar as condições de um jogador. Ele também vem de uma paragem grande, está a ambientar-se com a equipa e com os processos de treino. Vamos aguardar, vamos ver se podemos contar ou não com ele, ainda não tenho isso como certo.

No mercado de Inverno prefere jogadores com experiência, em vez de jovens…
A questão é que um jogador jovem numa altura destas, se não tiver experiência para chegar e render, de pouco vale. Normalmente demoram o seu tempo a adaptarem-se. O próprio campeonato tem características próprias. Nesta altura, acho mais importante apostar em jogadores de qualidade, que vêm acrescentar qualidade ao nosso plantel e estão adaptados ao nosso campeonato. São jogadores que estando ao seu nível físico rapidamente conseguem estar disponíveis para acrescentar mais soluções ao treinador.

Quando jogar na segunda-feira já sabe o resultado do Benfica em Braga. Deseja que o Benfica não vença?
O que eu acho é que importante é manter os níveis de concentração e aumentar a qualidade se possível. Aumentar os níveis de agressividade e continuar a fazer o nosso trabalho, independentemente dos resultados das outras equipas. Já disse uma vez, não conseguimos controlar isso, temos é de fazer o nosso, para nos mantermos na frente e para chegarmos na frente no fim, que é o mais importante.

Está preocupado com o facto de o FC Porto poder ser afastado da Taça da Liga?
Esse processo está entregue ao departamento jurídico. Temos de aguardar e ver o que poderá suceder.

A contratação de Liedson abre espaço à cedência de Kléber?
O Kléber neste momento faz parte do nosso plantel, não está à minha disposição porque está lesionado. É um activo do clube, um jogador que com que contamos, o clube é que tem de perceber claramente qual será a melhor solução para a vida profissional e a gestão de um activo como o Kléber, que é um jogador com muita qualidade.

Perdeu Hulk, não conta com James há algum tempo, porque está lesionado, mas acaba por fazer melhor na primeira volta do que no ano passado.
O que quero é enaltecer e valorizar o trabalho dos meus jogadores, porque passamos por um período em que tivemos de ultrapassar muitas condicionantes e é só puxar o filme atrás e ver que tivemos muitos jogadores indisponíveis e com o carácter da equipa, com a qualidade da equipa, conseguimos passar por esta fase ganhando. Isso é que quero valorizar claramente. Às vezes leio críticas em que baixamos de qualidade, de ritmo, mas é preciso analisar correctamente as situações e perceber as opções que de repente perdemos na equipa, uns porque foram para as selecções, outros porque se lesionaram, e passamos por este período sem ceder qualquer ponto, à excepção do jogo da Luz, mas aí eu olhava para o nosso banco de suplentes e via se calhar o mais jovem de sempre que se deslocou ao Estádio da Luz e acabamos por empatar e fazer o jogo que fizemos. Satisfeitíssimo, vejo a equipa a vir de um período em que teve de lidar com muitas condicionantes e foi ganhando jogos com personalidade, com qualidade, com carácter e aqui estamos na frente do campeonato e à espera de elevarmos a qualidade, de continuarmos agressivos, de continuarmos concentrados e de chegarmos no fim em primeiro lugar, que é esse o grande objectivo da época.

fonte: fcporto.pt


LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Fabiano.
Defesas: Danilo, Maicon, Mangala, Abdoulaye, Alex Sandro e Otamendi.
Médios: Lucho, Castro, João Moutinho, Defour, Fernando e Izmailov.
Avançados: Varela, Jackson Martinez, Liedson, Kelvin e Séba.

27 janeiro, 2013

Vitória nas Aves escapou nos descontos

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Desportivo das Aves 2-2 FC Porto B

II Liga 2012/13, 25.ª jornada
27 de Janeiro de 2013.
Estádio do Clube Desportivo das Aves, na Vila das Aves.


Árbitro: Vasco Santos (Porto).

DESPORTIVO DAS AVES: Marafona; Leandro, João Paulo, Élvis e Mamadu; Tito, Romeu e Lourenço (Wallace, 46m); Vasco Matos (Renato Santos, 77m), Dally e Rabiola (Romaric, 84m).
Treinador: José Vilaça.

FC PORTO B: Stefanovic; David Bruno, Zé António, Tiago Ferreira e Quiño; Mikel, Pedro Moreira, Michael Seri (Sérgio Oliveira, 75m) e Tozé (Fábio Martins, 86m); Vion e Dellatorre (Edu, 78m).
Treinador: Rui Gomes.

Ao intervalo: 1-2.
Marcadores: Rabiola (22m, pen.), Tozé (25m), Dellatorre (29m) e Dally (90m+4).

Cartões amarelos: Mikel (5m), David Bruno (21m) e Tito (28m).

O FC Porto B empatou este domingo no terreno do Desportivo das Aves, por 2-2, em encontro da 25.ª jornada da Segunda Liga. Os Dragões deram a volta e lideraram o marcador durante mais de 60 minutos, mas acabaram por ceder o empate já no quarto minuto de descontos. Os portistas somam 35 pontos e estão provisoriamente no nono lugar da tabela.

O Desportivo das Aves adiantou-se no marcador aos 22 minutos, por Rabiola, de grande penalidade, a castigar uma alegada falta de David Bruno. O defesa portista toca de facto nas costas do avançado, mas este lança-se depois para o relvado, numa clara simulação, “arrancando” assim o castigo máximo que converteu.

Os azuis e brancos deram a volta ao resultado em apenas sete minutos. Tozé restabeleceu a igualdade num lance de insistência, aos 25, em que ganhou espaço à entrada da área para um remate de pé direito que bateu o guarda-redes Marafona. Apenas quatro minutos depois, Dellatorre completou a reviravolta, com um fortíssimo remate cruzado, após assistência de Mikel.

O encontro disputou-se num terreno encharcado e sob condições muito adversas, que pioraram ao longo do segundo tempo e obrigaram a um futebol cada vez mais directo. Os portistas mantiveram-se sólidos e com forte espírito de entreajuda, mas, no último ataque, os avenses chegaram à igualdade, num lance confuso finalizado por Dally. No entanto, este não deixa de ser um empate conquistado na casa de um candidato à subida de divisão.

fonte: fcporto.pt

CLASSIFICAÇÃO II LIGA
1º - Belenenses 25j, 18v, 5e, 2d, 59pts
12º - FC Porto B, 25j, 8v, 11e, 6d, 35pts



RESUMO DO JOGO

Frenesim de Inverno

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Estamos naquele período agitado de chegadas e saídas típicas do mercado de Inverno. Todos os dias há alguém que chega e alguém que parte. Nos jornais, vê-se nomes e promessas de futuros craques. Jogadores que são vendidos mas que acabam por ficar - enfim, o costume. Apesar das muitas mentiras, algumas verdades vão sendo publicadas e, pelos vistos, Fucile está de regresso e, apesar de reconhecer o carinho que ele tem pelo Nosso Clube, espero que não fique no plantel pois em termos futebolísticos é uma nulidade e um jogador que nunca apreciei – chamem-me esquisito, mas prefiro laterais que sabem o que é um cruzamento.

A situação do Rolando é já um caso crónico e começa a tornar-se insustentável. O jogador não é opção – o que é evidente dada a diferença de qualidade para os outros centrais do plantel – mas também tarda em se efectuar a transferência. Pelos vistos, há quem o queira mas demora em ser vendido. Quem sou eu para dizer o que a SAD deve fazer, mas apenas acho que é prioritário vendê-lo... enquanto ele ainda vale alguma coisa.

Esta semana, fiquei com os nervos em franja ao ler que, há um tal de Herrera que ao que dizem também está para vir, mas que mesmo antes de cá chegar já diz que quer ser vendido. Se o rapaz quer saltar em trampolins que se dedique à ginástica. Não venha para o Porto. Toda a gente sabe que dadas as limitações financeiras, o Porto é um clube vendedor e que normalmente vende bom e caro, porque a qualidade tem um preço. Também compreendo que os jogadores que chegam ao nosso Clube tenham ambições de ir para outros clubes onde ganham mais e também sei que a carreira de jogador não é para toda a vida. Compreendo. Mas há que ter o mínimo de respeito. Posto isto, se eu mandasse, mesmo que esse Herrera fosse um jogador extraordinário, por mim já não vinha para o Porto e ficava a apodrecer na América Latina.

Dito isto. Sem dúvida, que o grande destaque da semana vai para a chegada do Liedson. Apesar da sua idade, 35 anos, e de vir de uma paragem prolongada, considero que não deixa de ser uma boa opção que nos pode ser muito útil em determinados momentos das partidas - pois joga numa posição em que, mais do que a forma física, a experiência pode ser decisiva. Por outro lado, esta também era uma lacuna que precisava de ser urgentemente colmatada – visto não podermos contar com o Kléber, mesmo quando não está lesionado. Liedson não está habituado a ser suplente, mas aqui já se sabe que não tem outro remédio se não começar a habituar-se ao quentinho do banco. Espero que não faça fitas que já o vi fazer em outros tempos quando foi mandado para o banco. Aqui no Porto não há birras. Se Liedson tiver na disposição de estar motivado e sair do banco disposto a ajudar a equipa, penso que será importante na Champions e num campeonato tão equilibrado como este está a ser até ao momento. É esperar para ver.

Contas ao Merchandising

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Foi inaugurada no passado dia 11 de Dezembro, no centro do Porto, a nova FC PORTO STORE (aproveito para me juntar ao grupo dos que preferiam a velha designação LOJA AZUL a estes novos estrangeirismos, mas compreendo também as exigências do marketing), alargando para seis a rede de lojas oficiais.

A este propósito, vou roubar do belo artigo da ENID, este excerto:
    "mais do que uma caixa registadora, esta loja é uma bandeira. Uma presença permanente e bem visível do FCP no coração do burgo, recordando aos milhares de pessoas que por ali passam todos os dias que este é o clube da cidade, a instituição que leva o seu nome além-fronteiras".
Para a decisão da abertura desta loja, não sei o que mais pesou no espírito dos responsáveis: se o simbolismo poético, se a caixa registadora. Talvez os dois, embora, fosse eu a decidir, a simples presença da bandeira azul e branca superaria todo e qualquer intuito comercial, até porque, e é este o objectivo do artigo, o lucro financeiro não tem a relevância que, no conjunto das contas, geralmente se imagina.

Quanto vale, então, o merchandising do FCPorto?

Para obter uma resposta, resolvi meter pés ao caminho, que é como quem diz, mergulhar no último Relatório & Contas Consolidado da FCP-Futebol, SAD.

As actividades de merchandising, sponsorship e licenciamento de produtos e angariação de publicidade são desempenhadas pela sociedade PortoComercial, constituída em Junho de 1996, e onde a FCP-SAD detém uma participação de 93,5% do respetivo capital social.

A PortoComercial desenvolve actualmente a sua actividade em três grandes áreas:

# Corporate Hospitality;
# Angariação de publicidade; e
# Exploração das áreas de vendas e de merchandising.

Relativamente ao negócio do Corporate Hospitality, consiste na cedência de um conjunto de produtos e serviços destinados a empresas, e que incluem o direito de utilização de camarotes e lugares para empresas no Estádio do Dragão para assistir a jogos do FCPorto, que são faturados pela PortoComercial e depois direccionados para a sociedade Euroantas, detida pelo FCPorto-CLUBE, que utiliza esta liquidez para fazer face ao serviço da dívida contraída para a construção do estádio. O montante excedentário decorrente da gestão deste negócio, depois de honrados todos os compromissos incluídos no “project finance”, é atribuído à SAD.

Pois bem, no exercício económico terminado em 30/06/2012, a PortoComercial teve como resultado operacional um prejuízo de 1,893 milhões de euros correspondente a 19,939 milhões de € de proveitos operacionais e 21,832 milhões de € de custos operacionais. Como não é feita a segmentação por actividades (as três atrás referidas), não sabemos exactamente qual o resultado do merchandising. No entanto, noutra parte do R&C, ficamos a saber qual o lucro bruto, isto é, a diferença entre as vendas e o custo das mercadorias vendidas, e que aqui apresento.

Verifica-se uma pequena diminuição das vendas em 2012 (1,6%), contudo, como o custo das vendas desceu mais (6,9%), o lucro bruto aumentou. Ou seja, podemos afirmar com segurança que a margem de lucro sobre a compra do merchandising é de 67,3% em 2012 (58,4% em 2011), o que é excelente em termos comerciais.

Mas (há sempre um mas...), mais importante do que o lucro bruto, é o lucro líquido, lucro este que se obtém deduzindo ao lucro bruto os custos salariais, rendas, electricidade, amortizações, juros, etc. Como referi atrás, por motivo da não segmentação das contas da PortoComercial, não é possível determinar este tipo de custos, e daí que não se possa calcular com rigor o lucro líquido (podemos presumir talvez entre 10 e 20%, digamos, 200.000 a 400.000 € em números redondos). Em qualquer caso, dá para perceber que o merchandising não será nunca, no caso do FCPorto, nenhuma galinha de ovos de ouro (um empate na Liga dos Campeões dá mais dinheiro que o merchandising em todo o ano!!!).

Por isso, termino voltando ao início: mais do que fonte de rendimentos, as Lojas Azuis devem ser vistas como fonte de Portismo, e, portanto, quantas mais, melhor.

jchs


nota: o blog BPc agradece ao JCHS a elaboração deste artigo.

26 janeiro, 2013

Um Bonfim de primeira volta

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Chegámos ao final da primeira volta. Com quinze jogos disputados, quinze presenças da nossa parte, doze vitórias e três empates. Mais dois pontos do que na temporada passada por esta altura, sem qualquer derrota, continuamos desta forma a calar os críticos. Rumo ao Tri!

Presentes em todos os jogos em casa, e desde Agosto, para o campeonato, já visitamos Barcelos, Faro, Vila do Conde, Estoril, Braga, Carnide e mais recentemente Setúbal. Vá lá que desta vez houve jogo!

Mas comecemos pela recepção ao Paços de Ferreira. Uma bela equipa esta orientada por Paulo Fonseca, saiu do Dragão derrotada faz hoje uma semana. Depois da presença no andebol contra o Águas Santas, nas bancadas do estádio estavam 22 703 espectadores, a pior assistência este ano, no Dragão, para o campeonato. As médias, neste capítulo, parecem continuar a descer, infelizmente. Estamos a falar de um jogo contra o quarto classificado do campeonato! Esperemos melhorias nos próximos jogos.

As claques marcaram a sua habitual presença e apoiaram praticamente durante os 90 minutos. Nem os Super Dragões, nem o Colectivo apresentaram os seus sectores cheios, mas a qualidade não se vê pela quantidade e ambos os grupos se fizeram ouvir, com alguns picos de forma. No sector vistante os Yellow Boys marcaram presença, embora bastante discretos. Pelo que percebi estarão de costas voltadas com a sua direcção, daí a ausência de muito material, começando logo pela faixa principal da claque. Estiveram lá num estilo mais “casual” e ocuparam os lugares mais cimeiros da bancada, ao contrário de outros jogos, onde ocupam as primeiras filas junto ao relvado. Não foram minimamente audiveis.

Vitória importante num jogo onde os Super Dragões conseguiram definitivamente “pegar” o cântico “o nosso orgulho é a raça”, cântico esse que quanto mais lento se cantar, melhor, mais perceptivel é, e menos fôlego é necessário.

Quarta-feira, nova deslocação a Setúbal! Há que aproveitar bem este campeonato, com quinze jogos fora mas com dezasseis deslocações, duas delas ao Sado!! Depois do adiamento naquela sexta-feira dia 14 de Dezembro, lá estivemos outra vez. Novamente num dia de semana, mais 700 km debaixo de um forte vento e de uma chuva torrencial. Mas não é uma intempérie que nos afasta do FC Porto! Por volta das 15h estávamos a arrancar em direcção ao Sul. Embora não seja contra um dos “grandes” é sempre uma deslocação “lá abaixo” e como tal é sempre interessante. As camionetas dos ultras seguiram viagem pela A1 e à semelhança do que aconteceu na deslocação ao estádio sem luz, no dia 13 de Janeiro, voltámos a ser proibidos de parar nas áreas de serviço, na viagem de ida. Tivemos que o fazer num parque de repouso.

A chegada a Setúbal aconteceu pouco antes das 19h30. O ambiente a bordo era de festa, “em qualquer lado, em qualquer estádio, só pr’a te ver”!!

À porta do estádio do Bonfim, começa o “show” policial!! Tal como no ano passado aqui relatei, as camionetas param mesmo em frente à porta do sector visitante e antes de abrirem as portas o Corpo de Intervenção(?!?) faz um cordão de forma a que quem chegue do Porto, seja obrigado a entrar directamente para o estádio! Não temos a mínima possibilidade de dar um passo para o lado, pois o CI está a toda a volta e somos obrigados a entrar. Tendo acabado de fazer 4 horas de viagem, ainda ficámos uns minutos à conversa(?) com eles mas é complicado falar com tais seres irracionais. Entre os vários grunhidos que soltam, um deles foi “é entrar no estádio e chega de conversas”. Assim teve que ser.

Lá dentro estiveram 3mil pessoas, mais de metade portistas. Muito fraca a mobilização dos adeptos sadinos, completamente despidas as bancadas centrais do Bonfim. Desta vez não vi cachecóis do Carnide, como na temporada passada! Lá ficámos na bancada do costume e apoiámos o FC Porto durante todo o jogo. Boa presença para um dia de semana, com um clima daqueles. Muito material e nos festejos dos golos muita pirotecnia também, o que deu um efeito extraordinário á curva Portista. Lá contámos também com a presença dos núcleos da capital e do Sul do país, assim como de adeptos ditos normais, portistas daquela zona. O VIII exército pouco ou nada se ouviu.

Mais 3 pontos rumo ao principal objectivo, a reconquista do título nacional! No final cerca de 20 minutos de espera até ser dada ordem de saida. Regresso à Invicta, mais uma vez com o sentimento de dever cumprido. Chegámos às 3h da manhã.

Venha de lá essa segunda volta, estamos à espera!

“Sozinho nunca estarás, estaremos sempre aqui...”

Um abraço ultra.

25 janeiro, 2013

Diz-se por aí...

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... Que para além de Diego Reyes, estão já contratados mais dois jogadores para a temporada 2013/2014: o compatriota Héctor Herrera que, apesar de a nojenta comunicação social da capital andar a dizer que poderá ir para o galinheiro, parece que vai mesmo jogar aqui nos próximos anos; e um médio defensivo, que poderá muito bem ser o tão procurado sucessor de Fernando, um dos mais sérios candidatos a protagonizar um negócio milionário de Verão, tal como James Rodriguez e Nicolás Otamendi.

... Que houve, de facto, interesse em fazer regressar Ricardo Quaresma neste mercado de Inverno e que o negócio só não se concretizou, porque o jogador não aceitou auferir 1,2 milhões de euros por época, dando por terminada uma carreira de futebolista que podia ter sido brilhante para ir ganhar dinheiro para o Dubai.

... Que o tão prometido museu já não abrirá as portas nas instalações onde outrora funcionava o Bingo, tal como estava inicialmente previsto, mas naquelas que hoje servem de casa à “Rádio Popular, loja que, apesar do enorme investimento que ali foi feito e de ser a maior do País, nunca teve grande sucesso em termos de facturação, tendo sido encerrada na semana passada. Ao que se sabe, foi decido não renovar o contrato de exploração comercial com a empresa para que nos quatro mil metros quadrados daquele espaço nasça um mega-museu que será inaugurado quando no próximo 28 de Setembro festejarmos o 120.º aniversário.

... Que muito em breve haverá um novo site oficial, com um visual renovado e moderno, mais navegável e intuitivo e com muito mais informação. Uma excelente notícia, tendo em conta que o actual está longe de se compaginar com a grandeza do clube (é inadmissível, por exemplo, que os calendários e as classificações dos campeonatos de hóquei em patins ou de andebol sejam ainda os referentes à época passada e ainda não tenham sido actualizados).

... Que se anuncia para este ano uma sangria de despedimentos em várias empresas do universo do clube.

E ainda corre, por aí, o boato...

... De que arrancaram em força, nos passos perdidos do Dragão, as disputas pela sucessão do presidente, às quais poderá não ser alheio o crescente protagonismo do filho nos negócios do clube e que, ao que consta, estará a desagradar a alguns dos elementos da SAD. Aliás, diz-se até que isso poderá desencadear, no final da época, algumas demissões, entre as quais a de um importante dirigente do clube.

É verdade que, como diz o provérbio, onde há fumo, há fogo, mas como um dia alguém disse e muito bem, no futebol, o que hoje é verdade, amanhã é mentira.

24 janeiro, 2013

Liedson já é Dragão

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Liedson é o novo camisola 19 do FC Porto, estando vinculado aos Dragões até ao final da época, por empréstimo do Flamengo. Em declarações ao Porto Canal e www.fcporto.pt, o avançado confessou que a organização do clube teve importância na opção de regressar ao futebol português e revelou, com humildade, que é mais um jogador "para ajudar" o grupo.

Porque escolheu o FC Porto para regressar ao futebol português?
Foi a oportunidade que surgiu agora. Na verdade, era um desejo de há alguns anos mas apenas se concretizou agora. Estou feliz por o FC Porto ter acreditado novamente em mim e dar-me esta oportunidade. Espero retribuir da melhor maneira esta confiança.

O que espera fazer no FC Porto? Conquistar títulos?
Com certeza. O clube é líder do campeonato, está nos oitavos-de-final da Liga dos Campeões e tem tudo para fazer uma grande época mais uma vez. Desejo ser campeão nacional e, quem sabe, almejar a algo mais na Liga dos Campeões. Acredito nisso, o grupo é forte e estou aqui para ajudar.

Vem ajudar um colectivo que já é forte a chegar aos objectivos…
A equipa já está montada, é forte e tem grandes jogadores, em todas as posições. O grupo está bem servido, tem bastantes opções e chego para ser mais uma. Independentemente da quantidade de tempo e do número de jogos que fizer, é importante estar concentrado para superar as minhas expectativas. Estou motivado, feliz e quero corresponder, mas sem grandes expectativas. Vamos deixar as coisas acontecerem, o momento é de muita vontade e de readaptação.

O facto de já conhecer o futebol português é uma vantagem?
Sim. Conheço muitas pessoas, tenho ex-colegas e amigos no plantel. Já conheço o futebol português e a adaptação será tranquila. A expectativa agora é voltar a jogar e fazer aquilo de que gosto.

Como correram as primeiras horas no Porto?
Estou na cidade há apenas 24 horas e já recebi o carinho de muitos adeptos, desde o aeroporto até ao hotel, dando-me parabéns e as boas-vindas. Isso é importante neste momento. Não conheço muito bem a cidade, mas venho para jogar e terei tempo de a conhecer melhor.

A grandeza e organização do clube foram determinantes na escolha?
Sim, é um grupo extremamente organizado. É um clube campeão, que tem grandes títulos e conquistas. Espero que esta época também possa fazer parte de grandes conquistas.

Quais são os objectivos para os próximos meses?
Quero ir com calma, estar bem e entrosado no grupo. Preciso de conhecer algumas pessoas no grupo, adaptar-me e criar novas amizades. Também quero começar a jogar, com autorização do treinador, que sabe o tempo vai precisar de mim. Estou disposto para ajudar e o futuro a Deus pertence. Prefiro pensar neste momento, que é muito feliz e único na minha carreira.

fonte: fcporto.pt

Ímune à intempérie, o FC Porto soma e segue

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Vitória de Setúbal 0-3 FC Porto

Liga 2012/13, 12.ª jornada (em atraso)
23 de Janeiro de 2013
Estádio do Bonfim, em Setúbal


Árbitro: Pedro Proença (Lisboa).
Assistentes: Tiago Trigo e André Campos.
Quarto árbitro: Hélder Malheiro.

VITÓRIA DE SETÚBAL: Kieszek; Pedro Queirós, Miguel Lourenço, Jorge Luiz e Nélson Pedroso; Paulo Tavares, Bruno Amaro (cap.) e Bruno Turco; Jorginho, Meyong e Pedro Santos.
Substituições: Pedro Santos por Cristiano (60m), Paulo Tavares por Bruno Gallo (70m) e Meyong por Bruninho (88m).
Não utilizados: Caleb, Amoreirinha, José Pedro e Ney Santos.
Treinador: José Mota.

FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Defour, João Moutinho e Lucho (cap.); Kelvin, Jackson e Varela.
Substituições: Kelvin por Maicon (intervalo), Varela por Sebá (70m) e Defour por Castro (81m).
Não utilizados: Fabiano, Quiño, Abdoulaye e Tozé.
Treinador: Vítor Pereira.

Ao intervalo: 0-1.
Marcadores: Jackson Martínez (9m, pen., e 86m) e Lucho (90m+1).

Cartões amarelos: Miguel Lourenço (8m), Jorginho (31m e 84m), João Moutinho (34m), Cristiano (64m) e Bruno Gallo (75m e 78m).
Cartões vermelhos: Bruno Gallo (78m, por acumulação de amarelos) e Jorginho (84m, por acumulação de amarelos).

A vitória vai ficar nos registos, os três golos vão figurar nos arquivos deste campeonato, mas a História não dirá o suor que foi preciso deixar no Bonfim para levar de vencida este aguerrido Vitória de Setúbal. Num terreno onde por tradição o FC Porto se costuma dar bem, o jogo apresentou-se tal como o dia: feio e tempestuoso.

Não que tenha sido um mau jogo de futebol. Longe disso. Houve intensidade a meio-campo, duelos interessantes, combatividade q.b. e lances disputados como se de uma final se tratasse.

Mas é óbvio que, para os portistas, principalmente na primeira parte, esta não foi a partida de eleição. Moutinho e Lucho não conseguiam pegar no jogo e os surpreendentemente agressivos homens do Sado investiam perigosamente em bolas lançadas para as costas dos nossos laterais, em especial Alex Sandro, que teve muito trabalho para conseguir solucionar os problemas que a sua zona do terreno apresentava.

Além disso, as imprudentes antecipações de Otamendi poderiam ter custado caro em mais do que uma ocasião, não fossem Mangala e Helton, in extremis, terem contrariado os remates do sempre perigoso Meyong.

O golo de Jackson Martínez, a castigar a grande penalidade bem assinalada por Pedro Proença sobre Silvestre Varela, apenas serviu para sossegar a nação azul e branca à ida para os balneários. Mas, verdade seja dita, o empate seria o resultado que melhor se ajustaria ao que as duas equipas fizeram nos primeiros 45 minutos.

Na segunda parte, contudo, o panorama alterou-se. Tudo por causa do dedo de Vítor Pereira, que já aqui referimos mais do que uma vez. De facto, o treinador portista tem-se comportado com grande mestria quando chega o momento de mexer na equipa, tomando invariavelmente as melhores decisões, com mexidas muito bem ajustadas e eficazes. Nesse aspecto, faz recordar António Oliveira, que se bem nos lembramos tinha sempre um truque na manga para lançar durante as partidas.

Desta feita, o nosso treinador atacou o problema de frente: fez entrar Maicon para o centro da defesa, deslocando Mangala para lateral-esquerdo e adiantando Alex Sandro no terreno. Isso fez "somente" com que os setubalenses não mais incomodassem a baliza de Helton. Por um lado, saúda-se o regresso de Maicon à competição, vindo acrescentar alma e poderio no jogo aéreo; por outro, Mangala mostrou-se competentíssimo numa posição que não lhe é estranha, enquanto que Alex Sandro provou, se dúvidas houvesse, ser mesmo um jogador à Porto. É este tipo de jogador que queremos por cá, que jogue onde lhe mandam, que corra ao mesmo ritmo durante os 90 minutos do desafio e que não faça má cara aos sacrifícios que lhe são pedidos. O brasileiro prova, a cada jogo, ser um atleta de eleição, de infindáveis recursos técnicos e senhor de uma condição física invejável. Um jogador que, parece-me, poderá facilmente vir a superar nomes recentes daquela posição, tais como Fernando Mendes, Nuno Valente, Cisshoko ou Alvaro.

A saída de Kelvin foi uma opção normal e acertada, atendendo à inoperância do brasileiro, que até tinha entrado bem frente ao Paços de Ferreira. Este jogo, no fundo, não era para ele. Necessita de crescer, de subir os seus índices físicos para patamares mais elevados e só aí poderá entrar na equipa dos dragões como uma mais-valia. Até lá será sempre - apenas - mais uma promessa.

Já Sebá, pelo contrário, parece dono de uma condição atlética que surpreende quando olhamos para o seu BI. Mostrou de novo as suas diagonais poderosas, o que já começa a ser uma imagem de marca, fazendo lembrar um super-herói que até há bem pouco tempo encantava as plateia nacionais. Uma prova de que as alcunhas de "mini-craque" só perturbam quem está mais preocupado em escrever nas redes sociais do que em jogar futebol. Mas isso são conversas para se ter noutra altura...

Apenas uma nota de repreensão para Helton. É verdade que deverá ser o melhor guarda-redes na Europa a jogar com os pés, mas brincadeiras daquelas podem custar títulos. A não repetir. De todo!

Nota de maior destaque, claro está (e uma vez mais!), para Jackson Martínez. Merece, quanto a mim, o prémio de melhor homem em campo, pelo que trabalhou e pelo que mostrou. Confesso que nunca vi um ponta-de-lança sul-americano adaptar-se com tanta facilidade ao futebol europeu. Atrevo-me a dizer que Jackson é melhor jogador do que Falcao e Lisandro, quando comparados em igual período de tempo. E dizer isso, bem sei, não é dizer pouco. A forma como o colombiano coloca os defesas em sentido, a maneira como resguarda a bola e a endossa aos colegas é simplesmente magistral. Não são só os golos. Aliás, o principal nem são os golos. São os pequenos pormenores que fazem com que se veja, ao longe, estar ali um avançado de quilate mundial. São as recepções orientadas, os toques acrobáticos, a classe com que segura a bola e, com um toque, tira dois adversários do caminho, as simulações de corpo, a classe e a pose altiva, de cabeça no ar, com que enfrenta o jogo e a bola. Quase que parece fácil e ao alcance de qualquer mortal. Um craque de todo o tamanho, vestido de azul e branco.

A vitória, selada com mais um golo de Lucho González (será a sua melhor época de dragão ao peito?), é justíssima e as críticas de José Mota não colhem, já que os sadinos usaram e abusaram das entradas duras, nomeadamente sobre Moutinho, Danilo e Alex.

O FC Porto acerta, assim sendo, o calendário, ímune à intempérie que se abate sobre todo o país. Os campeonatos ganham-se nestes jogos e é preciso que os jogadores se mentalizem que mais "Vitórias" hão-de aparecer nesta nossa caminhada imparável. Por isso, ouvido atento e olho vigilante. Rumo ao TRI!



DECLARAÇÕES

Vítor Pereira

“Entrámos bem no jogo, criando duas ou três situações de golo e concretizando uma, de penálti. Seguiu-se a reacção do Setúbal, que foi uma equipa agressiva, a discutir cada lance com convicção e a criar-nos dificuldades sempre que procurávamos sair a jogar. Tivemos alguma dificuldade em impor o nosso jogo na primeira parte. Na segunda, creio que fomos muito mais equipa e fomos provocando o erro do adversário. Depois das expulsões, acabámos por conseguir mais dois golos, quando já exercíamos um grande ascendente no jogo. Levámos daqui três pontos, que nos custaram muito a conquistar.”

Jackson Martínez

“Sabíamos que ia ser difícil e percebemos que, para fazermos a diferença, teríamos que dar tudo na segunda parte, o que fizemos da forma correcta. É sempre importante marcar e ser paciente. O FC Porto está a praticar um bom futebol e o mais importante é manter a primeira posição.”



RESUMO DO JOGO

Tribunal d'O JOGO - liga ZON Sagres 2012/13, 12ª jornada

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Tribunal O JOGO: Vitória de Setúbal-FC Porto, 0-3
Árbitro: Pedro Proença (Lisboa) / Assistentes: Tiago Trigo e André Campos / Quarto árbitro: Hélder Malheiro.



fonte: ojogo.pt e portistaforever.blogs.sapo.pt

23 janeiro, 2013

FC Porto B dá a volta e vence Portimonense

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FC Porto B 2-1 Portimonense

II Liga 2012/13, 24.ª jornada
23 de Janeiro de 2013
Estádio de Pedroso, em Vila Nova de Gaia


Árbitro: Luís Ferreira (Braga).

FC PORTO B: Stefanovic; Diogo Mateus, Anderson (Tiago Ferreira 26´), Zé António, Victor Luís; Pedro Moreira, Edú, Sérgio Oliveira, Michael Seri (Fred Maciel 79´); Fábio Martins (Dellatorre 57´), Vion.
Treinador: Rui Gomes.

PORTIMONENSE: Márcio Ramos, Chico, Ricardo Nascimento, Ruben Fernandes, Nelsinho, Wacaso, Zambujo, Vitor Gonçalves, Gonzalez (Dódó, 84) Márcio Madeira (Mika, 70) e Simy.
Treinador: Lázaro Oliveira.

Ao intervalo: 1-1.
Marcadores: Simy (13m), Edu (31m), Zé António (83m).

Cartões amarelos: Michael (17), Diogo Mateus (35), Chico (44), Ricardo Nascimento (56), Wakaso (64), Nelsinho (83) e Zambujo (90).

O FC Porto B derrotou no final da tarde desta quarta-feira o Portimonense por 2-1, em jogo da 24.ª jornada da Segunda Liga, num jogo em que a equipa teve de recuperar no marcador, em condições climatéricas muito difíceis.

Num terreno encharcado e sempre sob forte chuva, o FC Porto B entrou bem no jogo, a pressionar, mas viu-se a perder aos 13 minutos, quando um erro de Sérgio Oliveira isolou Simy, que não desperdiçou a oportunidade.

Aos 26 minutos nova contrariedade para o FC Porto B, obrigado a retirar do campo o lesionado Anderson, substituído por Tiago Ferreira.

Sempre a mandar no jogo, o FC Porto B chegou à igualdade aos 31 minutos, num golo de Edu e que dava alguma justiça ao bom jogo da equipa.

Na segunda parte a pressão do FC Porto B acentuou-se, com várias jogadas na área algarvia, uma delas a terminar no poste da baliza, após remate de Edu.

A reviravolta concluiu-se a sete minutos dos 90, quando Zé António emendou à boca da baliza um remate desviado pelo corpo de um adversário.

Até ao final, nota só para um fora de jogo muito mal assinalado a Dellatorre, que seguia isolado para a baliza, após passe de Sérgio Oliveira.

fonte: fcporto.pt

CLASSIFICAÇÃO II LIGA
1º - Belenenses 24j, 16v, 6e, 2d, 54pts
11º - FC Porto B, 24j, 8v, 10e, 6d, 34pts



RESUMO DO JOGO

Estatísticas e coisas assim

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Ainda sobre um tal de clássico.
Onde para uns um empate é festa assumida e para outros uma quase derrota.

Ora o Bino, em conversa de café e sempre atento a estas coisas que se chamam estatísticas, estranhou os números de posse de bola apresentados e decidiu investigar.
Deu uma olhada naquele site onde as bolas que não entram são golo por apenas 30 segundos e verificou que a posse de bola estava distribuída equitativamente pelas duas equipas.
50% para o visitado e os restantes 50% para o bicampeão Nacional.
Ora já noutro site de um diário, este nem sequer desportivo para escapar às cores da camisola que estes últimos tendem a vestir mas que preferiu trocar as cores das estatísticas, os números diferiam quase um par de dígitos.
42,9% para o visitado e os restantes 57,1% para o bicampeão Nacional.

Curioso, não?
As imagens ficam, os links também.
Cada qual que tire as próprias conclusões.
Caso elas existam.



MatchCenterMatchCenter

"Este jogo vale a liderança"

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A abordagem de Vítor Pereira ao acerto de calendário em Setúbal resume-se assim: o jogo vale a liderança. Num campeonato disputado "taco-a-taco", expressão utilizada pelo próprio, o treinador não imagina outro cenário que não seja "correr atrás da vitória". Desde o apito inicial. O encontro em atraso da 12.ª jornada da Liga começa às 20h15 de quarta-feira, no Bonfim.

Adversário organizado e com alma
"O Setúbal já provou aqui, no Dragão, ser uma equipa complicada de defrontar e, se recuarmos um jogo, também vimos um Setúbal que conseguiu um resultado confortável em casa (5-0), frente ao Moreirense. Espero, portanto, um adversário organizado, com alma e agressivo, num terreno que não é fácil e estará ainda mais difícil devido à chuva que tem caído. Mas aquilo que queremos são os três pontos e vamos correr atrás deles."

Balanço, ainda que provisório
"Preferia fazer o balanço depois deste jogo, mas, ao momento, temos uma primeira volta sem qualquer derrota, a evidenciar qualidade e consistência. Em termos gerais, creio que não haverá muitos campeonatos com muitas equipas a conseguirem uma sequência sem o registo de qualquer derrota. Se juntarmos os jogos do campeonato passado, em que sofremos só uma derrota, então obtemos uma série ainda mais interessante. Isto não é obra do acaso, mas de muito trabalho."

Taco-a-taco
"Tal como no ano passado, o Braga continua na luta, pronto para aproveitar qualquer deslize. No entanto, o nosso objectivo é aumentar distâncias e chegar à frente no final. Que vai ser um campeonato competitivo, disso não tenho qualquer dúvida. Está a ser disputado taco-a-taco, como se diz, e interessante."

Atrás da vitória, atrás da liderança
"Queremos o primeiro lugar, estar na frente, e é a isso que estamos habituados. Este jogo vale a liderança "ex aequo" e é atrás de uma vitória, se possível com um bom resultado e um bom jogo, que nos deslocaremos a Setúbal."

Marcas no currículo
"Corro atrás de títulos. Esse é, fundamentalmente, o objectivo do meu trabalho, do clube e dos jogadores. E isso é que faz diferença no currículo. Essas marcas [n.d.r.: Vítor Pereira atingiu as 50 vitórias no FC Porto frente ao Paços de Ferreira] não fazem grande diferença."

fonte: fcporto.pt


LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Fabiano Freitas;
Defesas: Danilo, Mangala, Otamendi, Maicon, Abdoulaye, Alex Sandro e Quiñones;
Médios: Steven Defour, João Moutinho, Lucho, Castro e Tozé;
Avançados: Jackson Martinez, Varela, Kelvin e Sebá.