20 fevereiro, 2014
Entre Alemães e idiotas…
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/
Os Alemães
Podem ser apenas os actuais 12º classificados da Bundesliga mas há que ter muito cuidado e desconfiar deste Eintracht Frankfurt.
Aproxima-se o momento das decisões e o jogo de hoje é muito importante para percebemos se as boas sensações de Barcelos são para manter e assim continuarmos a acalentar o sonho de terminar com sucessos uma época atípica e atribulada.
O nosso histórico com formações germânicas mostra bem as dificuldades que enfrentamos quando os encontramos no caminho. Embora tenhamos fantásticas recordações de 1987 e da célebre final de Viena com o Bayern, transportamos um histórico de 9 eliminações em 10 confrontos. TSV Munique, Hannover, Dínamo Dresden (RDA), Hamburgo (2 vezes), Schalke (2 vezes) e Bayern (2 vezes) “arrumaram-nos” das competições europeias em diferentes ocasiões, apenas tendo a nosso favor a eliminação do Colónia em 1977/78 para a extinta Taça das Taças. Temos no entanto outras boas memórias, mais concretamente dos jogos das fases de grupos da Liga dos Campeões, onde conseguimos 6 vitórias em 6 jogos com Hamburgo, Hertha e Werder Bremen, este último “brindado” com uns inesquecíveis 5-0 em pleno Weserstadion em 1994.
Teremos decerto um osso duro de roer, com uma equipa dura, fisicamente forte e capaz de nos colocar dificuldades dentro e fora do campo, uma vez que estarão muito bem acompanhados hoje no Dragão como é apanágio das equipas alemãs nos dias que correm, para já não falar no ambiente difícil que encontraremos na 2ª mão no Waldstadion.
Para seguirmos em frente temos por isso que estar ao nosso melhor nível no campo e na bancada. Vamos PORTO!
Os idiotas
Já se falou muito disto e ainda ontem o Cativo das Antas AQUI explicou de forma excelente e detalhada toda a verdade inconveniente em torno da nova novela do futebol português.
Ciclicamente lá vem à baila um novo caso com o intuito de “provar” que o FC Porto é sistematicamente beneficiado e vive de esquemas à margem da lei, que lhe garantem os sucessos contra os “santos” da capital. Tudo isto, claro está, com a devida cobertura por parte dos de sempre, que nunca perdem a oportunidade de dar palco a quem aparece a colocar em causa os méritos do nosso Clube. Nada disto me surpreende porque, embora ainda jovem, já cá ando há uns anos. Por isso, todas estas parvoíces, cada vez mais saloias e pouco sofisticadas, acabam por ser mais do mesmo. Basta estar atento...
• Escutas e apitos cirúrgicos, dando maior ou menor relevância aos factos consoante as cores clubísticas em causa? Sim, já aconteceu…
• Mega castigos em túneis para os principais adversários de uma autointitulada super e invencível equipa em forma de rolo compressor movida a azeite? Sim, já aconteceu…
• Ver um jogador castigado até o adversário recuperar da lesão? Sim, já aconteceu… Paulinho Santos após lesionar João Vieira Pinto, recuperando a moldura penal de um castigo inovador de 1957/58, curiosamente a punir o nosso capitão Virgílio enquanto Fernando Caiado não recuperasse.
• Um jogador castigado por supostamente agredir um bombeiro? Sim, já aconteceu… Calhou a fava ao Fernando Mendes, para gáudio do “agredido” que se gabou na sua tasca de ter construído tal proeza. Para abrilhantar a coisa, João Vieira Pinto foi acusado de algo semelhante, mas foi absolvido pelo CJ da FPF por insuficiência de provas.
• Um guarda-redes de férias por 2 meses por responder a provocações de um dirigente no calor do jogo? Sim, já aconteceu, Vítor Baía após jogo em Campo Maior. Nem o facto do Euro 1996 estar à porta impediu a FPF de afastar um dos pilares da Selecção Nacional que, 20 anos depois, voltava aos grandes palcos internacionais.
• Uma época de sumaríssimos cirúrgicos (entre outras “inovações”) para quebrar um jejum de 11 anos? Sim, já aconteceu… Em 2004/05 foram punidos McCarthy (x2), Pedro Emanuel, Seitaridis e Luís Fabiano. Do lado dos adversários? Nada a registar! Até um FC Porto de fraca colheita mereceu cuidados especiais…
• Treinadores castigados por motivos que ninguém entendeu? Sim, já aconteceu… Com Co "it's a fault" Adriaanse e Victor Fernandez, juízes impolutos como bruno paixão e joão ferreira foram impiedosos na denúncia. Infelizmente a mesma “mão de ferro” ficou presa no passado, permitindo que o actual mister dos vermelhos seja useiro e vezeiro em palhaçadas infinitas no banco e não só, com tão reduzidas consequências.
• Levar com interdições de estádio em momentos chave da temporada? Sim, já aconteceu… Em 1992/93 tivemos de receber o Boavista em Coimbra para a 29ª jornada, sendo que o empate averbado quase nos roubou o bicampeonato. E não foi caso único neste capítulo das interdições! Mas terá sido com certeza por engano, uma vez que é do conhecimento geral que o FC Porto dominava todos os corredores nos finais dos anos 80 e anos 90…
Ainda poderia continuar com outros casos curiosos, mas fico-me por aqui. Acho que já servem para corroborar a teoria do sr. Vieira quando diz que "Há uma justiça no norte e outra no sul".
Não é que o homem tem mesmo razão?
Continuação de boa semana e vamos a eles!
Podem ser apenas os actuais 12º classificados da Bundesliga mas há que ter muito cuidado e desconfiar deste Eintracht Frankfurt.
Aproxima-se o momento das decisões e o jogo de hoje é muito importante para percebemos se as boas sensações de Barcelos são para manter e assim continuarmos a acalentar o sonho de terminar com sucessos uma época atípica e atribulada.
O nosso histórico com formações germânicas mostra bem as dificuldades que enfrentamos quando os encontramos no caminho. Embora tenhamos fantásticas recordações de 1987 e da célebre final de Viena com o Bayern, transportamos um histórico de 9 eliminações em 10 confrontos. TSV Munique, Hannover, Dínamo Dresden (RDA), Hamburgo (2 vezes), Schalke (2 vezes) e Bayern (2 vezes) “arrumaram-nos” das competições europeias em diferentes ocasiões, apenas tendo a nosso favor a eliminação do Colónia em 1977/78 para a extinta Taça das Taças. Temos no entanto outras boas memórias, mais concretamente dos jogos das fases de grupos da Liga dos Campeões, onde conseguimos 6 vitórias em 6 jogos com Hamburgo, Hertha e Werder Bremen, este último “brindado” com uns inesquecíveis 5-0 em pleno Weserstadion em 1994.
Teremos decerto um osso duro de roer, com uma equipa dura, fisicamente forte e capaz de nos colocar dificuldades dentro e fora do campo, uma vez que estarão muito bem acompanhados hoje no Dragão como é apanágio das equipas alemãs nos dias que correm, para já não falar no ambiente difícil que encontraremos na 2ª mão no Waldstadion.
Para seguirmos em frente temos por isso que estar ao nosso melhor nível no campo e na bancada. Vamos PORTO!
Já se falou muito disto e ainda ontem o Cativo das Antas AQUI explicou de forma excelente e detalhada toda a verdade inconveniente em torno da nova novela do futebol português.
Ciclicamente lá vem à baila um novo caso com o intuito de “provar” que o FC Porto é sistematicamente beneficiado e vive de esquemas à margem da lei, que lhe garantem os sucessos contra os “santos” da capital. Tudo isto, claro está, com a devida cobertura por parte dos de sempre, que nunca perdem a oportunidade de dar palco a quem aparece a colocar em causa os méritos do nosso Clube. Nada disto me surpreende porque, embora ainda jovem, já cá ando há uns anos. Por isso, todas estas parvoíces, cada vez mais saloias e pouco sofisticadas, acabam por ser mais do mesmo. Basta estar atento...
• Escutas e apitos cirúrgicos, dando maior ou menor relevância aos factos consoante as cores clubísticas em causa? Sim, já aconteceu…
• Mega castigos em túneis para os principais adversários de uma autointitulada super e invencível equipa em forma de rolo compressor movida a azeite? Sim, já aconteceu…
• Ver um jogador castigado até o adversário recuperar da lesão? Sim, já aconteceu… Paulinho Santos após lesionar João Vieira Pinto, recuperando a moldura penal de um castigo inovador de 1957/58, curiosamente a punir o nosso capitão Virgílio enquanto Fernando Caiado não recuperasse.
• Um jogador castigado por supostamente agredir um bombeiro? Sim, já aconteceu… Calhou a fava ao Fernando Mendes, para gáudio do “agredido” que se gabou na sua tasca de ter construído tal proeza. Para abrilhantar a coisa, João Vieira Pinto foi acusado de algo semelhante, mas foi absolvido pelo CJ da FPF por insuficiência de provas.
• Um guarda-redes de férias por 2 meses por responder a provocações de um dirigente no calor do jogo? Sim, já aconteceu, Vítor Baía após jogo em Campo Maior. Nem o facto do Euro 1996 estar à porta impediu a FPF de afastar um dos pilares da Selecção Nacional que, 20 anos depois, voltava aos grandes palcos internacionais.
• Uma época de sumaríssimos cirúrgicos (entre outras “inovações”) para quebrar um jejum de 11 anos? Sim, já aconteceu… Em 2004/05 foram punidos McCarthy (x2), Pedro Emanuel, Seitaridis e Luís Fabiano. Do lado dos adversários? Nada a registar! Até um FC Porto de fraca colheita mereceu cuidados especiais…
• Treinadores castigados por motivos que ninguém entendeu? Sim, já aconteceu… Com Co "it's a fault" Adriaanse e Victor Fernandez, juízes impolutos como bruno paixão e joão ferreira foram impiedosos na denúncia. Infelizmente a mesma “mão de ferro” ficou presa no passado, permitindo que o actual mister dos vermelhos seja useiro e vezeiro em palhaçadas infinitas no banco e não só, com tão reduzidas consequências.
• Levar com interdições de estádio em momentos chave da temporada? Sim, já aconteceu… Em 1992/93 tivemos de receber o Boavista em Coimbra para a 29ª jornada, sendo que o empate averbado quase nos roubou o bicampeonato. E não foi caso único neste capítulo das interdições! Mas terá sido com certeza por engano, uma vez que é do conhecimento geral que o FC Porto dominava todos os corredores nos finais dos anos 80 e anos 90…
Ainda poderia continuar com outros casos curiosos, mas fico-me por aqui. Acho que já servem para corroborar a teoria do sr. Vieira quando diz que "Há uma justiça no norte e outra no sul".
Não é que o homem tem mesmo razão?
Continuação de boa semana e vamos a eles!
Paulo Fonseca espera um Eintracht difícil
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Na conferência de imprensa antes do desafio contra o Eintracht de Frankfurt, o treinador Paulo Fonseca assumiu um “grande optimismo” e definiu o próximo adversário do FC Porto como “uma equipa forte em termos físicos e com um sistema de jogo bem vincado”. Por seu lado, o defesa Alex Sandro referiu que os Dragões estão “confiantes” e que as mais recentes vitórias “fizeram bem ao grupo”.
O treinador afirmou não pensar em favoritos no desafio contra o 12.º classificado da Bundesliga: “É uma competição em que, se queremos ter ambição, temos de passar esta eliminatória. A questão do favoritismo é muito subjectiva e o facto é que o Eintracht, nos últimos oito jogos na UEFA Europa League, venceu sete e com resultados muito interessantes. Estas últimas derrotas do nosso adversário foram contra equipas fortíssimas (duas com o Borussia de Dortmund e uma com o Bayern de Munique) e não podemos avaliá-lo de forma tão leve. É uma equipa forte em termos físicos, com características muito próprias, com sistema de jogo bem vincado e enraizado, bem como muito objectiva a chegar à zona de finalização. Espero um jogo difícil”.
Paulo Fonseca não tem dúvidas de que, nas eliminatórias de uma competição deste género, é importante começar com o pé direito: “É sempre importante vencer. É o primeiro jogo desta eliminatória, em casa, e importa construir um bom resultado. Nós queremos chegar o mais longe possível, apesar de sabermos que, nesta fase, existem equipas muito fortes. É uma tarefa complicada vencer esta prova, pelo que temos de pensar nesta eliminatória e ultrapassar um adversário que não vai ser fácil”.
O treinador relativizou o facto de a equipa não ter vencido, para as competições europeias, em casa – “estivemos muito perto de vencer, realizámos alguns dos nossos melhores jogos esta época na UEFA Champions League” – e não se desviou do rumo traçado desde o início da época: “A nossa prioridade é o campeonato. Vamos tentar gerir da melhor forma este calendário apertado, que existe devido a estarmos presentes nas competições todas. Vamos entrar em qualquer partida para vencer, seja em que prova for, e vamos tentar gerir da melhor forma a questão física e a sobrecarga de jogos que possa existir”.
Contrariando a suposta pré-convocatória de Fernando para a selecção portuguesa e não dando a entender se Carlos Eduardo vai ser utilizado no desafio contra os alemães, Paulo Fonseca analisou de forma sucinta o facto de não haver “onzes” repetidos pelo FC Porto: “Se analisarmos aquilo que têm sido as nossas semanas e o boletim clinico, percebemos que era impossível repetir as opções, principalmente no meio-campo. Tivemos as lesões do Fernando, do Defour, do Josué, do Carlos Eduardo, a saída do Lucho; espero que não haja mais lesões para condicionar as minhas opções”.
Alex Sandro: “Entramos em todas as competições para vencer”
O lateral-esquerdo Alex Sandro, por seu lado, afirmou que a equipa se encontra motivada para este jogo da UEFA Europa League: “Estamos confiantes, pois estas últimas vitórias fizeram bem ao grupo. Entramos em todas as competições para vencer e, esta época, queremos ganhar o máximo de provas. Não queremos sofrer golos neste jogo com o Eintracht e temos de pensar na vitória, pois é isso que importa”.
O brasileiro, o jogador mais utilizado esta época, disse estar em boas condições para ser utilizado nas partidas que o treinador desejar: “Sinto-me muito bem física e tecnicamente. Quero sempre jogar mais e estou disponível para jogar todos os jogos”.
A partida tem lugar esta quinta-feira, pelas 20h05, no Estádio do Dragão e conta para a primeira mão dos dezasseis-avos-de-final da UEFA Europa League.
fonte: fcporto.pt
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Fabiano.
Defesas: Danilo, Maicon, Mangala, Alex Sandro e Reyes.
Médios: Fernando, Herrera, Carlos Eduardo, Josué e Quintero.
Avançados: Jackson Martinez, Ricardo Quaresma, Licá, Ghilas, Ricardo e Silvestre Varela.
O treinador afirmou não pensar em favoritos no desafio contra o 12.º classificado da Bundesliga: “É uma competição em que, se queremos ter ambição, temos de passar esta eliminatória. A questão do favoritismo é muito subjectiva e o facto é que o Eintracht, nos últimos oito jogos na UEFA Europa League, venceu sete e com resultados muito interessantes. Estas últimas derrotas do nosso adversário foram contra equipas fortíssimas (duas com o Borussia de Dortmund e uma com o Bayern de Munique) e não podemos avaliá-lo de forma tão leve. É uma equipa forte em termos físicos, com características muito próprias, com sistema de jogo bem vincado e enraizado, bem como muito objectiva a chegar à zona de finalização. Espero um jogo difícil”.
Paulo Fonseca não tem dúvidas de que, nas eliminatórias de uma competição deste género, é importante começar com o pé direito: “É sempre importante vencer. É o primeiro jogo desta eliminatória, em casa, e importa construir um bom resultado. Nós queremos chegar o mais longe possível, apesar de sabermos que, nesta fase, existem equipas muito fortes. É uma tarefa complicada vencer esta prova, pelo que temos de pensar nesta eliminatória e ultrapassar um adversário que não vai ser fácil”.
O treinador relativizou o facto de a equipa não ter vencido, para as competições europeias, em casa – “estivemos muito perto de vencer, realizámos alguns dos nossos melhores jogos esta época na UEFA Champions League” – e não se desviou do rumo traçado desde o início da época: “A nossa prioridade é o campeonato. Vamos tentar gerir da melhor forma este calendário apertado, que existe devido a estarmos presentes nas competições todas. Vamos entrar em qualquer partida para vencer, seja em que prova for, e vamos tentar gerir da melhor forma a questão física e a sobrecarga de jogos que possa existir”.
Contrariando a suposta pré-convocatória de Fernando para a selecção portuguesa e não dando a entender se Carlos Eduardo vai ser utilizado no desafio contra os alemães, Paulo Fonseca analisou de forma sucinta o facto de não haver “onzes” repetidos pelo FC Porto: “Se analisarmos aquilo que têm sido as nossas semanas e o boletim clinico, percebemos que era impossível repetir as opções, principalmente no meio-campo. Tivemos as lesões do Fernando, do Defour, do Josué, do Carlos Eduardo, a saída do Lucho; espero que não haja mais lesões para condicionar as minhas opções”.
Alex Sandro: “Entramos em todas as competições para vencer”
O lateral-esquerdo Alex Sandro, por seu lado, afirmou que a equipa se encontra motivada para este jogo da UEFA Europa League: “Estamos confiantes, pois estas últimas vitórias fizeram bem ao grupo. Entramos em todas as competições para vencer e, esta época, queremos ganhar o máximo de provas. Não queremos sofrer golos neste jogo com o Eintracht e temos de pensar na vitória, pois é isso que importa”.
O brasileiro, o jogador mais utilizado esta época, disse estar em boas condições para ser utilizado nas partidas que o treinador desejar: “Sinto-me muito bem física e tecnicamente. Quero sempre jogar mais e estou disponível para jogar todos os jogos”.
A partida tem lugar esta quinta-feira, pelas 20h05, no Estádio do Dragão e conta para a primeira mão dos dezasseis-avos-de-final da UEFA Europa League.
fonte: fcporto.pt
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Fabiano.
Defesas: Danilo, Maicon, Mangala, Alex Sandro e Reyes.
Médios: Fernando, Herrera, Carlos Eduardo, Josué e Quintero.
Avançados: Jackson Martinez, Ricardo Quaresma, Licá, Ghilas, Ricardo e Silvestre Varela.
Nós somos o PORTO!
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Sábado hóquei e basquetebol, Domingo futebol. No hóquei esmagámos o HC Braga como já o tinhamos feito logo na primeira jornada. Bom apoio por parte dos presentes, com destaque para cerca de 30 ultras que na Sul entoaram cânticos durante todo o encontro. É bom que assim continue a ser, jogo após jogo. O basquetebol teve ao final da tarde mais uma vitória na Proliga. Rumo à primeira!
O Domingo foi dia de futebol. Alguns ainda passaram por Pedroso para assistir a uma grande vitória sobre o Leixões e só depois rumaram a Barcelos. Este ano foi especial ir a Barcelos. Não pelo local, mas sim pelo preço do bilhete, pelo facto de não estarmos no primeiro lugar, pelo facto de ser Domingo ao final da tarde, pelo facto de estar um frio de rachar, etc. Foi a pior deslocação dos ultras do FC Porto em termos de elementos presentes, mas ao mesmo tempo uma grande deslocação pelo espírito vivido. Ali vive-se o Porto intensamente, ali apoia-se em qualquer circunstância. É ali que estou bem. O topo que habitualmente nos é destinado não encheu. Talvez um pouco mais de metade. Tinha enchido nos últimos dois anos e até há três anos, quando lá jogámos para a taça da Liga. No Domingo não.
Mas ainda assim foram os ultras do FC Porto que se fizeram ouvir o jogo todo. Super Dragões e Colectivo puxaram das vozes e deram espectáculo. Quando a equipa tinha a bola e atacava, cantámos, e quando a equipa perdia a bola e sofria contra ataques, cantámos na mesma. Silenciámos o cidade de Barcelos, que também não puxou muitos gilistas a apoiarem a sua equipa.
A Nação Barcelense exibiu algumas bandeiras, percebia-se que estavam presentes mas não os consegui ouvir uma vez que fosse. O Fiuza no banco esfregava as mãos depois do roubo de que fomos alvo. Ganhámos! Não desistir, nunca! Ganhar jogo a jogo, vós no campo e nós na bancada.
No final do jogo a equipa juntou-se no centro do relvado e agradeceu na nossa direcção.
Vamos recarregar baterias porque os próximos dias de apoio ao mágico prometem!!
Um abraço ultra.
O Domingo foi dia de futebol. Alguns ainda passaram por Pedroso para assistir a uma grande vitória sobre o Leixões e só depois rumaram a Barcelos. Este ano foi especial ir a Barcelos. Não pelo local, mas sim pelo preço do bilhete, pelo facto de não estarmos no primeiro lugar, pelo facto de ser Domingo ao final da tarde, pelo facto de estar um frio de rachar, etc. Foi a pior deslocação dos ultras do FC Porto em termos de elementos presentes, mas ao mesmo tempo uma grande deslocação pelo espírito vivido. Ali vive-se o Porto intensamente, ali apoia-se em qualquer circunstância. É ali que estou bem. O topo que habitualmente nos é destinado não encheu. Talvez um pouco mais de metade. Tinha enchido nos últimos dois anos e até há três anos, quando lá jogámos para a taça da Liga. No Domingo não.
A Nação Barcelense exibiu algumas bandeiras, percebia-se que estavam presentes mas não os consegui ouvir uma vez que fosse. O Fiuza no banco esfregava as mãos depois do roubo de que fomos alvo. Ganhámos! Não desistir, nunca! Ganhar jogo a jogo, vós no campo e nós na bancada.
No final do jogo a equipa juntou-se no centro do relvado e agradeceu na nossa direcção.
Vamos recarregar baterias porque os próximos dias de apoio ao mágico prometem!!
Um abraço ultra.
19 fevereiro, 2014
“VERDADE DESPORTIVA” – Porque importa desmistificar conceitos
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Independentemente da decisão no processo referente à Taça da Liga, há algo que tem que ficar esclarecido. O Futebol Clube do Porto fez mais pontos que os seus adversários e marcou mais golos que o seu adversário directo. O Futebol Clube do Porto conquistou dentro do campo a legitimidade de disputar a Final de uma competição menor [1].
Vamos ser claros. Vamos ser sérios. Vamos aos incidentes do jogo.
Minuto 84 no Dragão. Futebol Clube do Porto perde com o Marítimo em casa e o Sporting Clube de Portugal vence ao Penafiel. O resultado “CHEGA”.
Minuto 85 no Dragão. Golo do FC Porto! Carlos Eduardo, na sequência de um canto, aparece ao segundo poste a cabecear para o fundo das redes. Sporting Clube de Portugal ainda joga. O resultado “CHEGA”.
Minuto 90 no Dragão. Jogo do Sporting termina em Penafiel. Estando o jogo no minuto 90 no Estádio do Dragão. Os responsáveis leoninos pensam que o resultado “CHEGA”.
Minuto 90+2 no Dragão. Ghilas ganha a posição à defesa madeirense e quando se preparava para rematar é derrubado por Igor. O árbitro assinala grande penalidade. Os responsáveis leoninos insurgem-se pelo início tardio do jogo.
E de repente passa a ecoar nos corredores do Futebol que o verdadeiro e único problema deste cenário é mais uma vez a “esperteza saloia” de alguns que teimam em desvirtuar a verdade desportiva.
Concordando em absoluto com a questão de que o Sporting não teria que atrasar o jogo! Concedo (diferente de concordar) ainda que não caberia aos delegados essa responsabilidade!
Mas vamos ser sérios. É essa a verdadeira celeuma? É essa a conclusão que querem retirar desta questão? É sobre esse único ponto que reside todo o problema?
Esquecem-se que Leonardo Jardim preferiu queimar os últimos minutos da partida a substituir Carrillo por Esgaio?
Esquecem-se que aos 85 minutos o FCPorto está eliminado e a perder em casa? Com toda a pressão que isso acrescenta à equipa e treinador?
Quem é o paladino da verdade desportiva que acredita na tese que a perder aos 85 minutos e a precisar de pelo menos dois (naquela altura não saberia quanto ficaria o resultado do Sporting) o único pensamento que passa pela cabeça dos jogadores do FCPorto é a vitória porque “temos mais 3 minutos de jogo”?!
Ninguém questiona a razão de o Sporting “com toda a motivação de estar já qualificado” não ter "sufocado" o Penafiel da II Liga procurando mais um golo elimina toda e qualquer hipótese do FCPorto?
Afinal, tem os jogadores do FCPorto mais motivação perder aos 85 minutos do que os jogadores do Sporting apurados!?
Ou alguém relaxou? Ou alguém recuou as linhas? Ou alguém achou que o resultado estava conquistado?
Recordo que aos 83 min (depois do golo que dava o apuramento ao Sporting) Vitor Bruno leva um amarelo porque reclama grande penalidade de Adrien!
Mais, estão esquecidos que do remate do Aldair aos 87 ao lado da baliza de Patrício?!
Volto a relembrar, Leonardo Jardim mete Esgaio (troca por troca) para aumentar o caudal ofensivo ou para cortar o jogo do Penafiel e concomitantemente o tempo de jogo?
Vamos à realidade, à dura e crua realidade. Que não querem ver, ou fazem por não ver.
O Futebol Clube do Porto nunca baixou a toalha. Nunca desistiu. Nunca entregou o jogo. O Futebol Clube do Porto tem um ADN de vitória, o Futebol Clube do Porto luta até ao fim. O Futebol Clube do Porto não concede o empate, nem admite sequer a derrota, o Futebol Clube do Porto joga para ganhar.
A verdade desportiva pertence aqueles que querem mais. Que sonham mais. Que são mais competentes. Não atiremos areia para os olhos, não justifiquemos derrotas e falta de intensidade e maturidade com questões administrativas. O Futebol Clube do Porto, dentro das quatro linhas, e é aí que conta, FOI MELHOR.
Anjinhos são aqueles que acham que o Futebol Clube do Porto atira a toalha para o chão.
Anjinhos são aqueles que diariamente ignoram ou fazem por ignorar a competência do Futebol Clube do Porto.
Anjinhos são aqueles que continuam a justificar os nossos êxitos à custa de “poderes ocultos” do Futebol Português.
Anjinhos são aqueles que acham que por berrarem mais alto tem razão.
Anjinhos são aqueles que acham que o Futebol Clube do Porto não vai lutar por este campeonato.
Anjinhos são todos aqueles que menosprezam diariamente o nosso clube, desde o Presidente aos Adeptos.
Para esses, um recado;
Lamentamos. Mas não somos Anjinhos. Nós somos o FUTEBOL CLUBE DO PORTO.
Até quinta. No local habitual.
[1] Competição Menor, i.e, podemos chamar competição de relevo uma prova que condiciona o clube na escolha dos seus jogadores? Podemos considerar competição de relevo aquela que foi criada com o intuito de trazer mais patrocínios para a Liga quando da redução de 18 para 16 clubes? Podemos considerar uma competição de relevo aquela que a sua vitória não dá acesso a nada a não ser uma taça horrível? Podemos? Obrigado.
Vamos ser claros. Vamos ser sérios. Vamos aos incidentes do jogo.
Minuto 84 no Dragão. Futebol Clube do Porto perde com o Marítimo em casa e o Sporting Clube de Portugal vence ao Penafiel. O resultado “CHEGA”.
Minuto 85 no Dragão. Golo do FC Porto! Carlos Eduardo, na sequência de um canto, aparece ao segundo poste a cabecear para o fundo das redes. Sporting Clube de Portugal ainda joga. O resultado “CHEGA”.
Minuto 90 no Dragão. Jogo do Sporting termina em Penafiel. Estando o jogo no minuto 90 no Estádio do Dragão. Os responsáveis leoninos pensam que o resultado “CHEGA”.
Minuto 90+2 no Dragão. Ghilas ganha a posição à defesa madeirense e quando se preparava para rematar é derrubado por Igor. O árbitro assinala grande penalidade. Os responsáveis leoninos insurgem-se pelo início tardio do jogo.
E de repente passa a ecoar nos corredores do Futebol que o verdadeiro e único problema deste cenário é mais uma vez a “esperteza saloia” de alguns que teimam em desvirtuar a verdade desportiva.
Concordando em absoluto com a questão de que o Sporting não teria que atrasar o jogo! Concedo (diferente de concordar) ainda que não caberia aos delegados essa responsabilidade!
Mas vamos ser sérios. É essa a verdadeira celeuma? É essa a conclusão que querem retirar desta questão? É sobre esse único ponto que reside todo o problema?
Esquecem-se que Leonardo Jardim preferiu queimar os últimos minutos da partida a substituir Carrillo por Esgaio?
Esquecem-se que aos 85 minutos o FCPorto está eliminado e a perder em casa? Com toda a pressão que isso acrescenta à equipa e treinador?
Quem é o paladino da verdade desportiva que acredita na tese que a perder aos 85 minutos e a precisar de pelo menos dois (naquela altura não saberia quanto ficaria o resultado do Sporting) o único pensamento que passa pela cabeça dos jogadores do FCPorto é a vitória porque “temos mais 3 minutos de jogo”?!
Ninguém questiona a razão de o Sporting “com toda a motivação de estar já qualificado” não ter "sufocado" o Penafiel da II Liga procurando mais um golo elimina toda e qualquer hipótese do FCPorto?
Afinal, tem os jogadores do FCPorto mais motivação perder aos 85 minutos do que os jogadores do Sporting apurados!?
Ou alguém relaxou? Ou alguém recuou as linhas? Ou alguém achou que o resultado estava conquistado?
Recordo que aos 83 min (depois do golo que dava o apuramento ao Sporting) Vitor Bruno leva um amarelo porque reclama grande penalidade de Adrien!
Mais, estão esquecidos que do remate do Aldair aos 87 ao lado da baliza de Patrício?!
Volto a relembrar, Leonardo Jardim mete Esgaio (troca por troca) para aumentar o caudal ofensivo ou para cortar o jogo do Penafiel e concomitantemente o tempo de jogo?
Vamos à realidade, à dura e crua realidade. Que não querem ver, ou fazem por não ver.
O Futebol Clube do Porto nunca baixou a toalha. Nunca desistiu. Nunca entregou o jogo. O Futebol Clube do Porto tem um ADN de vitória, o Futebol Clube do Porto luta até ao fim. O Futebol Clube do Porto não concede o empate, nem admite sequer a derrota, o Futebol Clube do Porto joga para ganhar.
A verdade desportiva pertence aqueles que querem mais. Que sonham mais. Que são mais competentes. Não atiremos areia para os olhos, não justifiquemos derrotas e falta de intensidade e maturidade com questões administrativas. O Futebol Clube do Porto, dentro das quatro linhas, e é aí que conta, FOI MELHOR.
Anjinhos são aqueles que acham que o Futebol Clube do Porto atira a toalha para o chão.
Anjinhos são aqueles que diariamente ignoram ou fazem por ignorar a competência do Futebol Clube do Porto.
Anjinhos são aqueles que continuam a justificar os nossos êxitos à custa de “poderes ocultos” do Futebol Português.
Anjinhos são aqueles que acham que por berrarem mais alto tem razão.
Anjinhos são aqueles que acham que o Futebol Clube do Porto não vai lutar por este campeonato.
Anjinhos são todos aqueles que menosprezam diariamente o nosso clube, desde o Presidente aos Adeptos.
Para esses, um recado;
Lamentamos. Mas não somos Anjinhos. Nós somos o FUTEBOL CLUBE DO PORTO.
Até quinta. No local habitual.
[1] Competição Menor, i.e, podemos chamar competição de relevo uma prova que condiciona o clube na escolha dos seus jogadores? Podemos considerar competição de relevo aquela que foi criada com o intuito de trazer mais patrocínios para a Liga quando da redução de 18 para 16 clubes? Podemos considerar uma competição de relevo aquela que a sua vitória não dá acesso a nada a não ser uma taça horrível? Podemos? Obrigado.
RESULTADOS DRAGÃO: 10-Fev a 16-Fev
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18 fevereiro, 2014
Um notável empate no "Stades de Flandres"!
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ANDEBOL
- Dunkerque 25-25 FC PORTO
Assegurou-se no entanto o essencial para satisfação da claque azul e branca presente em bom número. E diga-se que foi um resultado excelente em casa do líder do campeonato no País que se sagrou recentemente campeão da Europa...
Gilberto Duarte com 8 golos e João Ferraz com 7, foram os mais inspirados da tarde no Stades de Flandres.
- PRÓXIMOS JOGOS
O campeonato tem a ronda final da fase regular marcada para este sábado no dragão caixa, com um FCP-belenenses (18h00 no Porto canal).
HÓQUEI EM PATINS
- FC PORTO 8-1 Braga
Pedro Moreira e Ricardo Barreiros bisaram, com os outros golos a serem apontados por Jorge Silva, Vítor Hugo, Hélder Nunes e Caio. O FC Porto está a apenas um ponto do líder Valongo que escorregou no Pico (3-3).
- PRÓXIMOS JOGOS
Para passarmos em primeiro lugar, podemos até perder até um máximo de 3 bolas de diferença. Antes desse jogo, é preciso que toda a gente apareça já amanhã, 4ª feira, para a receção ao Valongo pelas 21h00 (Porto canal). Se o Porto vencer, passa a líder isolado do campeonato.
BASQUETEBOL
- FCP DRAGON FORCE 73-59 Sangalhos
Na taça de Portugal, já se sabe que o Dragon Force joga com o Illiabum nos quartos da F8 em Fafe, dia 14 de Março, e ganhando, jogará com o vencedor do galitos-algés nas meias-finais.
- PRÓXIMOS JOGOS
Não me deixem ficar mal…
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/
Há pouco mais de uma semana PF numa das suas conferencias de imprensa queixou-se de que o FC Porto é um alvo fácil de bater e que do FC Porto é sempre mais fácil falar mal do que em relação aos outros.
Em quase 8 meses de trabalho provavelmente esta deve ter sido uma das afirmações mais acertadas do técnico português. O que me espanta é PF apenas ter percebido que o FC Porto é o clube mais odiado pela imprensa e por grande parte do país cerca de 8 meses depois de ter iniciado o trabalho no clube. Penso que esta afirmação também confirma que o técnico esteve a relaxar ao longo destes meses pensando que as coisas se componham mais cedo ou mais tarde, se calhar pensando que a estrutura fazia o trabalho todo. O FC Porto não tem tido um espírito combativo em campo ao longo destes meses, o que também reflete um pouco a postura do seu treinador. Estar no FC Porto significa, mais que qualquer padrão de qualidade, responder em campo a uma cultura profundamente enraizada no país desportivo: o ódio a Pinto da Costa e ao FC Porto! E PF não tem sabido incutir essa raiva na equipa…
Estamos em fevereiro, falta menos de metade do mês para chegarmos a março. Não sou ingénuo, nem romântico, por isso não acredito que se em 8 meses não apresentamos um futebol atrativo o iremos fazer com frequência daqui para a frente. Perguntam-me então vocês se já não acredito em nada do que resta da época? Claro que acredito. Acredito que sem futebol de nota artística, mas com dedicação, sem jogadas de alto recorte técnico, mas com jogadas de esforço e luta até ao ultimo pingo de suor conseguiremos atingir alguns dos objetivos a que nos propusemos.
O caminho agora é só um: esquecermos tudo o que de mau tem acontecido e apoiar a equipa, tentar catapultar os jogadores para níveis de motivação superiores e criar um ambiente propício a que toda e qualquer equipa que vá ao Dragão sinta pavor em lá entrar. Depois no Verão, teremos muito tempo sem futebol para “afiar as facas”, para descobrir culpados, para os condenar e já agora para idolatrar os que vierem de novo para o nosso clube.
Perguntam-me vocês, mas depois de tudo o que aconteceu é possível passar uma esponja sobre tudo o que aconteceu, apoiar inequivocamente PF ou até acreditar que o Abdoulaye é um central para o FC Porto? Meus caros amigos Portistas,a reposta da minha parte é muito simples e pode subdividir-se da seguinte forma:
1) Eu não gosto de PF, nem acho que seja um treinador para o FC Porto de futuro;
2) Eu não gosto de Abdoulaye nem de muitas opções de PF;
3) Ditas estas 2 premissas, há outras coisas que tenho de vos confessar, quem me lê habitualmente já deve ter dado conta disso, para mim são muito mais importantes que um treinador ou um jogador de que não se gosta: a primeira é que adoro o FC Porto, a segunda é de que detesto o slb e a terceira é que abomino a ideia de perder com os vermelhos.
Posto isto, se pudesse dar uma mensagem aos jogadores nesta altura seria a seguinte: honrem o FC Porto dos últimos 30 anos! Honrem o FC Porto que enfiou 5/0 aos encornados em pleno Dragão, uns meses depois da ratoeira do túnel da luz! Honrem o FC Porto que apagou a luz e ligou a rega! Honrem o FC Porto que ganhou ao grande Milan em San Siro por 3/2 escandalizando a Europa do futebol! E poderia estar infinitamente a relembrar exemplos de equipas do FC Porto que tantas alegrias nos deram.
E também gostava de vos transmitir o seguinte: Caros amigos, não me lembro nos muitos anos que levo de FC Porto (ok, há a exceção de 05/06 em que perdemos com os encornados 2 vezes, mas vencemos a dobradinha!) do meu clube me deixar mal nos confrontos com aquela nojenta agremiação. Parece que há sempre uma espécie de energia de reserva que guardamos sempre quando jogamos com aquela gente, por pior que estejamos. Pode ser polémico o que vou dizer a seguir, mas neste momento há uma coisa para mim fundamental na época do FC Porto: mais que ganhar uma taça, ganhar um campeonato ou a Liga Europa, o que eu não quero é ser eliminado por aquela escumalha seja de que taça for, nem ver aquela escumalha fazer a festa na nossa casa! Unam esforços, façam o pino, corram até vomitar, inventem táticas seja do que for, mas façam o favor de retificar a me*** que têm feito e lembrem-se que já tiveram 5 pontos de vantagem sobre os outros. Não me deixem ficar mal, pelo amor de Deus! De um Portista que odeia quem odeia o FC Porto.
PS: Uma reflexão final. Imaginem se fossemos adeptos de um clube que nos últimos 30 anos ganhou 2 campeonatos? Ou se fossemos adeptos de um clube que nos últimos 20 ganhou apenas 3 campeonatos? Os adeptos têm todo o direito de assobiar ou criticar (como eu o faço tantas vezes), mas o FC Porto (e aqui digo FC Porto em sentido lato, o clube, a instituição) não merece que numa altura dessas os adeptos virem as costas à equipa. Conhecem algum clube no MUNDO que tenha ganho tanto, de forma tão brilhante como o FC Porto o fez nos 30 últimos anos? Não conhecem porque não existe! Não abandonem a equipa neste momento, fica o humilde apelo de um açoriano que seguramente não falharia um jogo no Dragão caso vivesse na fantástica cidade do Porto!
Em quase 8 meses de trabalho provavelmente esta deve ter sido uma das afirmações mais acertadas do técnico português. O que me espanta é PF apenas ter percebido que o FC Porto é o clube mais odiado pela imprensa e por grande parte do país cerca de 8 meses depois de ter iniciado o trabalho no clube. Penso que esta afirmação também confirma que o técnico esteve a relaxar ao longo destes meses pensando que as coisas se componham mais cedo ou mais tarde, se calhar pensando que a estrutura fazia o trabalho todo. O FC Porto não tem tido um espírito combativo em campo ao longo destes meses, o que também reflete um pouco a postura do seu treinador. Estar no FC Porto significa, mais que qualquer padrão de qualidade, responder em campo a uma cultura profundamente enraizada no país desportivo: o ódio a Pinto da Costa e ao FC Porto! E PF não tem sabido incutir essa raiva na equipa…
Estamos em fevereiro, falta menos de metade do mês para chegarmos a março. Não sou ingénuo, nem romântico, por isso não acredito que se em 8 meses não apresentamos um futebol atrativo o iremos fazer com frequência daqui para a frente. Perguntam-me então vocês se já não acredito em nada do que resta da época? Claro que acredito. Acredito que sem futebol de nota artística, mas com dedicação, sem jogadas de alto recorte técnico, mas com jogadas de esforço e luta até ao ultimo pingo de suor conseguiremos atingir alguns dos objetivos a que nos propusemos.
O caminho agora é só um: esquecermos tudo o que de mau tem acontecido e apoiar a equipa, tentar catapultar os jogadores para níveis de motivação superiores e criar um ambiente propício a que toda e qualquer equipa que vá ao Dragão sinta pavor em lá entrar. Depois no Verão, teremos muito tempo sem futebol para “afiar as facas”, para descobrir culpados, para os condenar e já agora para idolatrar os que vierem de novo para o nosso clube.
Perguntam-me vocês, mas depois de tudo o que aconteceu é possível passar uma esponja sobre tudo o que aconteceu, apoiar inequivocamente PF ou até acreditar que o Abdoulaye é um central para o FC Porto? Meus caros amigos Portistas,a reposta da minha parte é muito simples e pode subdividir-se da seguinte forma:
1) Eu não gosto de PF, nem acho que seja um treinador para o FC Porto de futuro;
2) Eu não gosto de Abdoulaye nem de muitas opções de PF;
3) Ditas estas 2 premissas, há outras coisas que tenho de vos confessar, quem me lê habitualmente já deve ter dado conta disso, para mim são muito mais importantes que um treinador ou um jogador de que não se gosta: a primeira é que adoro o FC Porto, a segunda é de que detesto o slb e a terceira é que abomino a ideia de perder com os vermelhos.
Posto isto, se pudesse dar uma mensagem aos jogadores nesta altura seria a seguinte: honrem o FC Porto dos últimos 30 anos! Honrem o FC Porto que enfiou 5/0 aos encornados em pleno Dragão, uns meses depois da ratoeira do túnel da luz! Honrem o FC Porto que apagou a luz e ligou a rega! Honrem o FC Porto que ganhou ao grande Milan em San Siro por 3/2 escandalizando a Europa do futebol! E poderia estar infinitamente a relembrar exemplos de equipas do FC Porto que tantas alegrias nos deram.
E também gostava de vos transmitir o seguinte: Caros amigos, não me lembro nos muitos anos que levo de FC Porto (ok, há a exceção de 05/06 em que perdemos com os encornados 2 vezes, mas vencemos a dobradinha!) do meu clube me deixar mal nos confrontos com aquela nojenta agremiação. Parece que há sempre uma espécie de energia de reserva que guardamos sempre quando jogamos com aquela gente, por pior que estejamos. Pode ser polémico o que vou dizer a seguir, mas neste momento há uma coisa para mim fundamental na época do FC Porto: mais que ganhar uma taça, ganhar um campeonato ou a Liga Europa, o que eu não quero é ser eliminado por aquela escumalha seja de que taça for, nem ver aquela escumalha fazer a festa na nossa casa! Unam esforços, façam o pino, corram até vomitar, inventem táticas seja do que for, mas façam o favor de retificar a me*** que têm feito e lembrem-se que já tiveram 5 pontos de vantagem sobre os outros. Não me deixem ficar mal, pelo amor de Deus! De um Portista que odeia quem odeia o FC Porto.
PS: Uma reflexão final. Imaginem se fossemos adeptos de um clube que nos últimos 30 anos ganhou 2 campeonatos? Ou se fossemos adeptos de um clube que nos últimos 20 ganhou apenas 3 campeonatos? Os adeptos têm todo o direito de assobiar ou criticar (como eu o faço tantas vezes), mas o FC Porto (e aqui digo FC Porto em sentido lato, o clube, a instituição) não merece que numa altura dessas os adeptos virem as costas à equipa. Conhecem algum clube no MUNDO que tenha ganho tanto, de forma tão brilhante como o FC Porto o fez nos 30 últimos anos? Não conhecem porque não existe! Não abandonem a equipa neste momento, fica o humilde apelo de um açoriano que seguramente não falharia um jogo no Dragão caso vivesse na fantástica cidade do Porto!
17 fevereiro, 2014
“Bis” de Varela para derrubar o galo
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/
Gil Vicente-FC Porto, 1-2
Liga 2013/14, 19.ª jornada
16 de Fevereiro de 2014
Estádio: Cidade de Barcelos
Assistência: -
Árbitro: Paulo Baptista (Portalegre).
Assistentes: José Braga e Valter Rufo.
4º Árbitro: Jorge Tavares.
GIL VICENTE: Adriano, Gabriel, Halisson, Danielson, Luís Martins, Luan, João Vilela, Luís Silva, Diogo Viana, Hugo Vieira, Brito.
Substituições: Pedró por Luís Silva (46m), Mosquera por João Vilela (67m), Caetano por Diogo Viana (71m).
Não utilizados: Caleb, Leandro Pimenta, Keita, Pek's.
Treinador: João de Deus.
FC PORTO: Helton, Danilo, Abdoulaye, Mangala, Alex Sandro, Fernando, Herrera, Josué, Quaresma, Jackson Martínez, Varela.
Substituições: Licá por Quaresma (70m), Ghilas por Varela (88m), Mikel por Josué (90m+3').
Não utilizados: Fabiano, Maicon, Quintero, Ricardo.
Treinador: Paulo Fonseca.
Ao intervalo: 0-1.
Marcadores: Varela (18m), Varela (53m), Hugo Vieira (55m).
Cartões amarelos: Quaresma (17m), Luís Silva (32m), Alex Sandro (42m), Luan (86m), Luís Martins (87m), Fernando (90m), Licá (90m+1').
O FC Porto ultrapassou, este Domingo, um obstáculo difícil na perseguição à liderança da Liga, vencendo no terreno do Gil Vicente por 2-1. Os golos de Varela, que “bisou”, deram expressão a uma exibição competente do Dragão, que revelou alguma frieza a finalizar e coração para domar um adversário cheio de vontade.
O “bis” do Drogba da Caparica provaram que “crise” é uma palavra que tem pouco a ver com o extremo português. Fernando e Herrera encheram o meio-campo. Será que está encontrado o meio-campo para o que resta da época, de modo a enfrentar as grandes decisões? Os Dragões vão continuar na perseguição ao líder a uma distância de 4 pontos.
O Gil Vicente, que até entrou bem no jogo, foi progressivamente asfixiado pelo FC Porto, que contou com um FC Porto com atitude, dotando a equipa de uma maior presença no terreno de jogo. Passados os primeiros 25 minutos, já o FC Porto tinha 3 clamorosas oportunidades de golo, para além do golo. Duas por Josué e uma por Danilo com a bola a bater no poste.
O meio-campo do FC Porto, muito graças à acção de um “elástico” Fernando e de um Herrera que foi, no meu ponto de vista, o melhor em campo, secundados por Varela e Abdoulaye, dominava o encontro, frente a um Gil Vicente ainda assim agressivo e compenetrado. Porém, a organização defensiva acabou por falhar aos 18 minutos quando Varela inaugurou o marcador.
O FC Porto poderia ter chegado ao intervalo com uma vantagem mais robusta, se o desacerto e alguma falta de inspiração não tomassem conta dos jogadores portistas.
No segundo tempo, a equipa da casa não teve sequer tempo de esboçar uma reacção. O segundo golo de Varela chegou aos 53 minutos. Varela correu sozinho cerca de metade do terreno e, já dentro da área, atirou, de pé esquerdo, com pouca força mas colocado e sem hipótese para Adriano. Mas o Gil Vicente, dois minutos depois, reduziu por Hugo Vieira e tentou relançar o jogo.
Durante o resto da partida, o FC Porto geriu com relativa facilidade o jogo e poderia ter ampliado a vantagem em uma ou outra situação. Os Dragões parecem começar a querer reagir e os próximos jogos irão mostrar se o FC Porto vai encarrilar para um resto de época que se pretende com sucesso. Se assim for, teremos luta pelo campeonato até ao fim. Quinta-feira, regressam as competições europeias com o FC Porto a receber o Eintracht de Frankfurt no Estádio do Dragão a contar para a 1ª mão dos dezasseis-avos-de-final da Liga Europa.

DECLARAÇÕES
PAULO FONSECA
O treinador do FC Porto ficou satisfeito com a exibição da sua equipa no triunfo sobre o GIl Vicente, em Barcelos (2-1) e acredita que os números finais poderiam e deveriam ser mais folgados. Já Varela, autor dos dois golos portistas e principal destaque individual, realçou o mérito colectivo numa "vitória importante".
“O golo sofrido foi a única nota negativa neste jogo. Num campo tradicionalmente difícil, com um relvado pesado, fizemos um excelente jogo e criámos inúmeras oportunidades de golo, com momentos de bom futebol. Não consentimos grandes veleidades ao Gil Vicente e foi pena termos sofrido um golo, pois não merecíamos. O mais importante foi termos vencido e creio que o fizemos de forma convincente”, afirmou Paulo Fonseca, que ainda guardou uma palavra para a massa adepta azul e branca. “Temos de ser nós a entusiasmar os nossos adeptos e eles foram essenciais nesta vitória”, frisou.
VARELA
Silvestre Varela, a grande figura do encontro ao apontar os dois golos do FC Porto, destacou a exibição colectiva e garantiu que no pensamento dos jogadores não estava o jogo frente ao Eintracht Frankfurt, que se disputa na próxima quinta-feira. O internacional português sublinhou a dificuldade da partida frente aos gilistas e a importância dos três pontos somados em Barcelos.
“Foi um jogo difícil, num campo complicado, e uma vitória importante. Foi o colectivo que venceu este jogo e estamos todos de parabéns. Esperamos sempre o apoio dos adeptos, nos bons e nos maus momentos. Entrámos forte e as coisas acabaram por nos correr bem. Não estávamos a pensar no jogo de quinta-feira, pois este era o mais importante e sabíamos que tínhamos de vencer”, declarou o camisola 17 dos tricampeões nacionais.
RESUMO DO JOGO
Liga 2013/14, 19.ª jornada
16 de Fevereiro de 2014
Estádio: Cidade de Barcelos
Assistência: -
Árbitro: Paulo Baptista (Portalegre).
Assistentes: José Braga e Valter Rufo.
4º Árbitro: Jorge Tavares.
GIL VICENTE: Adriano, Gabriel, Halisson, Danielson, Luís Martins, Luan, João Vilela, Luís Silva, Diogo Viana, Hugo Vieira, Brito.
Substituições: Pedró por Luís Silva (46m), Mosquera por João Vilela (67m), Caetano por Diogo Viana (71m).
Não utilizados: Caleb, Leandro Pimenta, Keita, Pek's.
Treinador: João de Deus.
FC PORTO: Helton, Danilo, Abdoulaye, Mangala, Alex Sandro, Fernando, Herrera, Josué, Quaresma, Jackson Martínez, Varela.
Substituições: Licá por Quaresma (70m), Ghilas por Varela (88m), Mikel por Josué (90m+3').
Não utilizados: Fabiano, Maicon, Quintero, Ricardo.
Treinador: Paulo Fonseca.
Ao intervalo: 0-1.
Marcadores: Varela (18m), Varela (53m), Hugo Vieira (55m).
Cartões amarelos: Quaresma (17m), Luís Silva (32m), Alex Sandro (42m), Luan (86m), Luís Martins (87m), Fernando (90m), Licá (90m+1').
O “bis” do Drogba da Caparica provaram que “crise” é uma palavra que tem pouco a ver com o extremo português. Fernando e Herrera encheram o meio-campo. Será que está encontrado o meio-campo para o que resta da época, de modo a enfrentar as grandes decisões? Os Dragões vão continuar na perseguição ao líder a uma distância de 4 pontos.
O Gil Vicente, que até entrou bem no jogo, foi progressivamente asfixiado pelo FC Porto, que contou com um FC Porto com atitude, dotando a equipa de uma maior presença no terreno de jogo. Passados os primeiros 25 minutos, já o FC Porto tinha 3 clamorosas oportunidades de golo, para além do golo. Duas por Josué e uma por Danilo com a bola a bater no poste.
O FC Porto poderia ter chegado ao intervalo com uma vantagem mais robusta, se o desacerto e alguma falta de inspiração não tomassem conta dos jogadores portistas.
No segundo tempo, a equipa da casa não teve sequer tempo de esboçar uma reacção. O segundo golo de Varela chegou aos 53 minutos. Varela correu sozinho cerca de metade do terreno e, já dentro da área, atirou, de pé esquerdo, com pouca força mas colocado e sem hipótese para Adriano. Mas o Gil Vicente, dois minutos depois, reduziu por Hugo Vieira e tentou relançar o jogo.
Durante o resto da partida, o FC Porto geriu com relativa facilidade o jogo e poderia ter ampliado a vantagem em uma ou outra situação. Os Dragões parecem começar a querer reagir e os próximos jogos irão mostrar se o FC Porto vai encarrilar para um resto de época que se pretende com sucesso. Se assim for, teremos luta pelo campeonato até ao fim. Quinta-feira, regressam as competições europeias com o FC Porto a receber o Eintracht de Frankfurt no Estádio do Dragão a contar para a 1ª mão dos dezasseis-avos-de-final da Liga Europa.
DECLARAÇÕES
PAULO FONSECA
O treinador do FC Porto ficou satisfeito com a exibição da sua equipa no triunfo sobre o GIl Vicente, em Barcelos (2-1) e acredita que os números finais poderiam e deveriam ser mais folgados. Já Varela, autor dos dois golos portistas e principal destaque individual, realçou o mérito colectivo numa "vitória importante".
“O golo sofrido foi a única nota negativa neste jogo. Num campo tradicionalmente difícil, com um relvado pesado, fizemos um excelente jogo e criámos inúmeras oportunidades de golo, com momentos de bom futebol. Não consentimos grandes veleidades ao Gil Vicente e foi pena termos sofrido um golo, pois não merecíamos. O mais importante foi termos vencido e creio que o fizemos de forma convincente”, afirmou Paulo Fonseca, que ainda guardou uma palavra para a massa adepta azul e branca. “Temos de ser nós a entusiasmar os nossos adeptos e eles foram essenciais nesta vitória”, frisou.
VARELA
Silvestre Varela, a grande figura do encontro ao apontar os dois golos do FC Porto, destacou a exibição colectiva e garantiu que no pensamento dos jogadores não estava o jogo frente ao Eintracht Frankfurt, que se disputa na próxima quinta-feira. O internacional português sublinhou a dificuldade da partida frente aos gilistas e a importância dos três pontos somados em Barcelos.
“Foi um jogo difícil, num campo complicado, e uma vitória importante. Foi o colectivo que venceu este jogo e estamos todos de parabéns. Esperamos sempre o apoio dos adeptos, nos bons e nos maus momentos. Entrámos forte e as coisas acabaram por nos correr bem. Não estávamos a pensar no jogo de quinta-feira, pois este era o mais importante e sabíamos que tínhamos de vencer”, declarou o camisola 17 dos tricampeões nacionais.
RESUMO DO JOGO
Tribunal d'O JOGO - liga ZON Sagres 2013/14, 19ª jornada
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Tribunal O JOGO: Gil Vicente-FC Porto, 1-2
Árbitro Principal: Paulo Baptista (Portalegre) / Assistentes: José Braga e Valter Rufo / 4º Árbitro: Jorge Tavares.

fonte: ojogo.pt e portistaforever.blogs.sapo.pt
Árbitro Principal: Paulo Baptista (Portalegre) / Assistentes: José Braga e Valter Rufo / 4º Árbitro: Jorge Tavares.
fonte: ojogo.pt e portistaforever.blogs.sapo.pt
16 fevereiro, 2014
Reviravolta mantém "Bês" na liderança
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FC PORTO B-LEIXÕES, 2-1
II Liga 2013/2014, 30.ª jornada
16 de Fevereiro de 2014
Estádio de Pedroso
Árbitro: João Capela (Lisboa).
FC PORTO B: Kadú; David, Reyes, Tiago Ferreira e Rafa; Tomás Podstawski, Pedro Moreira (cap.) e Tozé; Ivo, Kayembe e Gonçalo Paciência.
Substituições: Tomás Podstawski por Leandro (61m), Kayembe por André Silva (79m), Ivo por Frederic (90m+1).
Não utilizados: Stefanovic, Zé António, Quiño e Pavlovski.
Treinador: Luís Castro.
LEIXÕES: Chastre; Oto´o, Nuno Silva (cap.), Materazzi e Huguinho; Anderson, Cadinha e Moedas; Xavier, Rui Coentrão e Mailo.
Substituições: Moedas por Ruben Saldanha (65m), Xavier por Moreira (80m), Materazzi por Pedras (87m).
Não utilizados: Jorge Batista, Zé Pedro, João Pedro, Tiago Lenho e Moreira.
Treinador: Pedro Correia.
Ao intervalo: 0-1.
Marcadores: Mailo (22m), Reyes (63m), Leandro (83m).
Disciplina: cartão amarelo a Ivo (32m), Rafa (51m), Reyes (79m), Leandro (89m), Cadinha (89m).
O FC Porto B recebeu e venceu este domingo o Leixões (2-1), no Estádio de Pedroso, em jogo da 30.ª jornada da Segunda Liga, mantendo-se assim como um dos líderes da competição. Mailo (22m) adiantou os matosinhenses no marcador na primeira parte, mas Reyes (63m) e Leandro (83m) consumaram a reviravolta portista na etapa complementar.
Sem Luís Castro no banco, por motivos de saúde, António Folha liderou o FC Porto B nesta partida e viu a equipa entrar algo apática, permitindo ao Leixões ganhar vantagem por intermédio de Mailo, que finalizou uma jogada rápida de contra-ataque dos matosinhenses (22m). Tozé (15m e 36m) e Gonçalo Paciência (24, 28 e 35m) foram os mais inconformados durante os primeiros 45 minutos e estiveram muito perto de marcar, mas era o golo de Mailo que fazia toda a diferença ao intervalo.
A história da segunda parte foi consideravelmente diferente. Mais dinâmico, o FC Porto B assumiu definitivamente as rédeas do jogo e o remate perigoso de Tozé (47m) logo no reatamento deixava antever que o empate era uma questão de tempo. E foi. Pouco depois da hora de jogo, num lance pleno de insistência, Reyes fez o empate e apontou o seu terceiro golo na prova, dando mais justiça ao resultado (63m).
Sabendo de antemão do triunfo do Moreirense na Tapadinha, sobre o Atlético (1-0), os Dragões insistiram, persistiram e acabaram por encontrar a felicidade que tanto procuraram, sobretudo durante a segunda parte. Numa brilhante jogada colectiva, Gonçalo Paciência viu André Silva entre os centrais leixonenses e este amorteceu para trás, colocando a bola no sítio certo para o remate furioso e de primeira de Leandro, que assinou assim a reviravolta no marcador com um golo soberbo (83m). Até final, André Silva desperdiçou o 3-1 na cara de Chastre (88m) e o resultado não mais sofreria alterações.
O FC Porto B passa a somar 54 pontos e divide a liderança da Segunda Liga com o Moreirense. Na próxima ronda, os azuis e brancos deslocam-se à Covilhã para defrontar o Sporting local.
fonte: fcporto.pt
CLASSIFICAÇÃO II LIGA
1º - Moreirense, 30j, 14v, 12e, 4d, 54pts
2º - FC Porto B, 30j, 16v, 6e, 8d, 54pts
RESUMO DO JOGO
II Liga 2013/2014, 30.ª jornada
16 de Fevereiro de 2014
Estádio de Pedroso
Árbitro: João Capela (Lisboa).
FC PORTO B: Kadú; David, Reyes, Tiago Ferreira e Rafa; Tomás Podstawski, Pedro Moreira (cap.) e Tozé; Ivo, Kayembe e Gonçalo Paciência.
Substituições: Tomás Podstawski por Leandro (61m), Kayembe por André Silva (79m), Ivo por Frederic (90m+1).
Não utilizados: Stefanovic, Zé António, Quiño e Pavlovski.
Treinador: Luís Castro.
LEIXÕES: Chastre; Oto´o, Nuno Silva (cap.), Materazzi e Huguinho; Anderson, Cadinha e Moedas; Xavier, Rui Coentrão e Mailo.
Substituições: Moedas por Ruben Saldanha (65m), Xavier por Moreira (80m), Materazzi por Pedras (87m).
Não utilizados: Jorge Batista, Zé Pedro, João Pedro, Tiago Lenho e Moreira.
Treinador: Pedro Correia.
Ao intervalo: 0-1.
Marcadores: Mailo (22m), Reyes (63m), Leandro (83m).
Disciplina: cartão amarelo a Ivo (32m), Rafa (51m), Reyes (79m), Leandro (89m), Cadinha (89m).
O FC Porto B recebeu e venceu este domingo o Leixões (2-1), no Estádio de Pedroso, em jogo da 30.ª jornada da Segunda Liga, mantendo-se assim como um dos líderes da competição. Mailo (22m) adiantou os matosinhenses no marcador na primeira parte, mas Reyes (63m) e Leandro (83m) consumaram a reviravolta portista na etapa complementar.
Sem Luís Castro no banco, por motivos de saúde, António Folha liderou o FC Porto B nesta partida e viu a equipa entrar algo apática, permitindo ao Leixões ganhar vantagem por intermédio de Mailo, que finalizou uma jogada rápida de contra-ataque dos matosinhenses (22m). Tozé (15m e 36m) e Gonçalo Paciência (24, 28 e 35m) foram os mais inconformados durante os primeiros 45 minutos e estiveram muito perto de marcar, mas era o golo de Mailo que fazia toda a diferença ao intervalo.
A história da segunda parte foi consideravelmente diferente. Mais dinâmico, o FC Porto B assumiu definitivamente as rédeas do jogo e o remate perigoso de Tozé (47m) logo no reatamento deixava antever que o empate era uma questão de tempo. E foi. Pouco depois da hora de jogo, num lance pleno de insistência, Reyes fez o empate e apontou o seu terceiro golo na prova, dando mais justiça ao resultado (63m).
Sabendo de antemão do triunfo do Moreirense na Tapadinha, sobre o Atlético (1-0), os Dragões insistiram, persistiram e acabaram por encontrar a felicidade que tanto procuraram, sobretudo durante a segunda parte. Numa brilhante jogada colectiva, Gonçalo Paciência viu André Silva entre os centrais leixonenses e este amorteceu para trás, colocando a bola no sítio certo para o remate furioso e de primeira de Leandro, que assinou assim a reviravolta no marcador com um golo soberbo (83m). Até final, André Silva desperdiçou o 3-1 na cara de Chastre (88m) e o resultado não mais sofreria alterações.
O FC Porto B passa a somar 54 pontos e divide a liderança da Segunda Liga com o Moreirense. Na próxima ronda, os azuis e brancos deslocam-se à Covilhã para defrontar o Sporting local.
fonte: fcporto.pt
CLASSIFICAÇÃO II LIGA
1º - Moreirense, 30j, 14v, 12e, 4d, 54pts
2º - FC Porto B, 30j, 16v, 6e, 8d, 54pts
RESUMO DO JOGO
Aos Ziguezagues
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A um dia do importante jogo em Barcelos, não quero ser pessimista nem do partido do bota-abaixo. No entanto, estando eu numa casa de portistas, nutro certas preocupações que não quero deixar de partilhar. Coisas que remoem cá dentro e que custam a engolir.
Fonseca não caiu no goto dos portistas. Não caiu ele nem Vítor Pereira, tal como Jesualdo Ferreira e Co Adriaanse. É difícil agradar aos portistas não se sendo José Mourinho ou André Villas-Boas, no fundo. Ganhar campeonatos, taças e supertaças não chega. Pede-se sempre mais, nomeadamente conquistas europeias, jornadas gloriosas e goleadas históricas. É isso que o portista exige e acha que tem direito, ano após ano.
Não sou dessa estirpe, confesso. Sevilha, Gelsenkirchen, Yokohama e Dublin deixaram-me muito feliz, é óbvio. Mas tenho sido muito feliz nestes últimos anos, mesmo sem conquistas europeias. Adoro ganhar Campeonatos atrás de campeonatos. Regozijo-me em ganhar Taças no Jamor, vibro com as conquistas da Supertaça. Chamam-me de conformista... Talvez! Mas tenho para mim que é muito difícil (cada vez mais, aliás) a um clube português repetir feitos internacionais com frequência. O objectivo – ou o sonho – devem estar presentes, claro, mas assumamos com clareza que esse não pode ser o patamar de exigência.
Mas voltemos a Fonseca. Raras vezes me vi tão em desacordo ou falta de sintonia com um treinador do FC Porto. Fui um profundo apoiante de Adriaanse, de Jesualdo e de Vítor Pereira, considerando-os grandíssimos treinadores, cada um com a sua personalidade e pontos fortes: o holandês com o seu 3x4x3 e capacidade de “inventar” jogadores; Jesualdo com o seu futebol de bola no espaço e transições rápidas, assim como a capacidade de fazer evoluir os jogadores sul-americanos; Vítor Pereira com a sua consistência defensiva e futebol de posse.
O que me deixa mais revoltado com Fonseca nem é tanto o futebol jogado, que é pouco a meu ver. É que esse facto, apesar de tudo, tem dado para nos manter na luta do título e na rota do Tetra, muito devido às claras fraquezas e incapacidades dos oponentes directos. E deve-se, em grande parte, a um claro desinvestimento na qualidade do plantel, incapaz de encontrar substitutos dignos da categoria de um Moutinho ou James (num passado próximo) ou de um Hulk (passado não tão próximo).
O que me deixa apreensivo é a incapacidade em perceber o que é que Fonseca quer do seu FC Porto. O treinador parece andar aos ziguezagues, ora investindo num lado para logo a seguir ir investir noutro local completamente diferente. Ora apostando num jogador para logo de seguida o colocar na bancada. Ora “premiando” más exibições com titularidades e convocatórias, ora desterrando jogadores que surgem em crescendo de forma. Algo incompreensível e até ofensivo, não se percebendo aquilo que Fonseca pretende a sua gestão do plantel.
Foi assim com Maicon, já por duas vezes. Na primeira deixando-o fora do encontro na Luz, optando por Otamendi, quando o brasileiro até vinha de dois bons jogos; na segunda, preterindo-o por Abdoulaye, recém chegado de Guimarães, um autêntico reforço de Inverno a passar à frente do central brasileiro e de Reyes. Inacreditável. Ainda para mais quando é por todos sabido o historial de lesões de Maicon e a necessidade de o motivar e dar confiança nestes momentos. Tenho para mim que Maicon, confiante e em forma, é o melhor central em Portugal, aliás.
Ghilas é outra vítima de semelhantes erros. Jackson acumula minutos e, além disso, cansaço. O argelino, pelo contrário, serve para aquecer o banco. Quando finalmente lá marcou um golo (nos normais cinco ou seis minutos que está em campo), no jogo seguinte, ao contrário do que se podia pensar, aqueceu, aqueceu, aqueceu e, num jogo com chuva diluviana e terreno pesado, ideal para as suas características de panzer todo-o-terreno, viu-se preterido pelo franzino Quintero e pelo jovem Ricardo. Opções estranhas, no mínimo. E discutíveis, quando se sabe que a moral de um ponta-de-lança vive de golos.
O meio-campo, esse, tem sido um fartote de rodagem. Ora Défour, ora Lucho, ora Josué, ora Herrera, ora Carlos Eduardo, ora Quintero. Fernando vai permanecendo no lugar, vá lá. Todos os outros vão rodando, ao sabor da corrente ou como diria o outro, conforme a espuma dos dias. Umas vezes jogam uns, outras vezes jogam outros. Primeiro aposta-se no miúdo colombiano, logo a seguir vai-se buscar o brasileiro à equipa B. Umas vezes aposta-se no belga, outras no mexicano. E de repente pode surgir de novo Josué para logo a seguir, quem sabe, desaparecer do onze.
Nas laterais, pelo contrário, não se dá descanso aos canarinhos. Danilo e Alex jogam por decreto e sem direito a descanso, perdendo explosividade a cada jornada que passa. Não se dá confiança, por exemplo, a um jogador que eu particularmente muito aprecio: Ricardo. O português, bem trabalhado, pode dar um lateral-direito de categoria superior e, por ora, dar descanso a Danilo. Está naquela fase da carreira onde pode ser tudo, assim o queira e tenha vontade. Só precisa de um empurrão, digamos. Que não está a ser dado.
Há uma grande diferença entre a rotatividade como gestão e o rodar por rodar. Fonseca parece seguir a segunda via. Não se consegue descortinar qualquer coerência entre o rendimento dos jogadores e as suas opções. Não se vislumbra qualquer mudança nos seus padrões de utilização, quer os jogadores joguem bem ou mal. A equipa parece estar em permanente roda viva de convocados e desconvocados, titulares e não titulares. Ter um onze base é fundamental para atacar uma temporada e, em pleno Fevereiro, Fonseca não conseguiu isso, pese embora tenha o justo desconto da saída inesperada de Lucho e da não tão inesperada transferência de Otamendi. Mas os mais recentes episódios com Abdoulaye e Ghilas, fazem-me pensar que Fonseca é incapaz de interpretar os mecanismos emocionais de cada jogador e do plantel.
Não deito a toalha ao chão. Nem por sombras. Mas convinha que Paulo Fonseca nos desse um sinal de que aprendeu alguma coisa nestes meses de Dragão. A vida não está fácil para o FC Porto, mas este clube já nos habituou a fazer das fraquezas as suas forças ou, como se diz na minha terra, das tripas coração. É isso que se pede a Paulo Fonseca.
Rodrigo de Almada Martins
Fonseca não caiu no goto dos portistas. Não caiu ele nem Vítor Pereira, tal como Jesualdo Ferreira e Co Adriaanse. É difícil agradar aos portistas não se sendo José Mourinho ou André Villas-Boas, no fundo. Ganhar campeonatos, taças e supertaças não chega. Pede-se sempre mais, nomeadamente conquistas europeias, jornadas gloriosas e goleadas históricas. É isso que o portista exige e acha que tem direito, ano após ano.
Não sou dessa estirpe, confesso. Sevilha, Gelsenkirchen, Yokohama e Dublin deixaram-me muito feliz, é óbvio. Mas tenho sido muito feliz nestes últimos anos, mesmo sem conquistas europeias. Adoro ganhar Campeonatos atrás de campeonatos. Regozijo-me em ganhar Taças no Jamor, vibro com as conquistas da Supertaça. Chamam-me de conformista... Talvez! Mas tenho para mim que é muito difícil (cada vez mais, aliás) a um clube português repetir feitos internacionais com frequência. O objectivo – ou o sonho – devem estar presentes, claro, mas assumamos com clareza que esse não pode ser o patamar de exigência.
Mas voltemos a Fonseca. Raras vezes me vi tão em desacordo ou falta de sintonia com um treinador do FC Porto. Fui um profundo apoiante de Adriaanse, de Jesualdo e de Vítor Pereira, considerando-os grandíssimos treinadores, cada um com a sua personalidade e pontos fortes: o holandês com o seu 3x4x3 e capacidade de “inventar” jogadores; Jesualdo com o seu futebol de bola no espaço e transições rápidas, assim como a capacidade de fazer evoluir os jogadores sul-americanos; Vítor Pereira com a sua consistência defensiva e futebol de posse.
O que me deixa mais revoltado com Fonseca nem é tanto o futebol jogado, que é pouco a meu ver. É que esse facto, apesar de tudo, tem dado para nos manter na luta do título e na rota do Tetra, muito devido às claras fraquezas e incapacidades dos oponentes directos. E deve-se, em grande parte, a um claro desinvestimento na qualidade do plantel, incapaz de encontrar substitutos dignos da categoria de um Moutinho ou James (num passado próximo) ou de um Hulk (passado não tão próximo).
O que me deixa apreensivo é a incapacidade em perceber o que é que Fonseca quer do seu FC Porto. O treinador parece andar aos ziguezagues, ora investindo num lado para logo a seguir ir investir noutro local completamente diferente. Ora apostando num jogador para logo de seguida o colocar na bancada. Ora “premiando” más exibições com titularidades e convocatórias, ora desterrando jogadores que surgem em crescendo de forma. Algo incompreensível e até ofensivo, não se percebendo aquilo que Fonseca pretende a sua gestão do plantel.
Foi assim com Maicon, já por duas vezes. Na primeira deixando-o fora do encontro na Luz, optando por Otamendi, quando o brasileiro até vinha de dois bons jogos; na segunda, preterindo-o por Abdoulaye, recém chegado de Guimarães, um autêntico reforço de Inverno a passar à frente do central brasileiro e de Reyes. Inacreditável. Ainda para mais quando é por todos sabido o historial de lesões de Maicon e a necessidade de o motivar e dar confiança nestes momentos. Tenho para mim que Maicon, confiante e em forma, é o melhor central em Portugal, aliás.
Ghilas é outra vítima de semelhantes erros. Jackson acumula minutos e, além disso, cansaço. O argelino, pelo contrário, serve para aquecer o banco. Quando finalmente lá marcou um golo (nos normais cinco ou seis minutos que está em campo), no jogo seguinte, ao contrário do que se podia pensar, aqueceu, aqueceu, aqueceu e, num jogo com chuva diluviana e terreno pesado, ideal para as suas características de panzer todo-o-terreno, viu-se preterido pelo franzino Quintero e pelo jovem Ricardo. Opções estranhas, no mínimo. E discutíveis, quando se sabe que a moral de um ponta-de-lança vive de golos.
O meio-campo, esse, tem sido um fartote de rodagem. Ora Défour, ora Lucho, ora Josué, ora Herrera, ora Carlos Eduardo, ora Quintero. Fernando vai permanecendo no lugar, vá lá. Todos os outros vão rodando, ao sabor da corrente ou como diria o outro, conforme a espuma dos dias. Umas vezes jogam uns, outras vezes jogam outros. Primeiro aposta-se no miúdo colombiano, logo a seguir vai-se buscar o brasileiro à equipa B. Umas vezes aposta-se no belga, outras no mexicano. E de repente pode surgir de novo Josué para logo a seguir, quem sabe, desaparecer do onze.
Nas laterais, pelo contrário, não se dá descanso aos canarinhos. Danilo e Alex jogam por decreto e sem direito a descanso, perdendo explosividade a cada jornada que passa. Não se dá confiança, por exemplo, a um jogador que eu particularmente muito aprecio: Ricardo. O português, bem trabalhado, pode dar um lateral-direito de categoria superior e, por ora, dar descanso a Danilo. Está naquela fase da carreira onde pode ser tudo, assim o queira e tenha vontade. Só precisa de um empurrão, digamos. Que não está a ser dado.
Há uma grande diferença entre a rotatividade como gestão e o rodar por rodar. Fonseca parece seguir a segunda via. Não se consegue descortinar qualquer coerência entre o rendimento dos jogadores e as suas opções. Não se vislumbra qualquer mudança nos seus padrões de utilização, quer os jogadores joguem bem ou mal. A equipa parece estar em permanente roda viva de convocados e desconvocados, titulares e não titulares. Ter um onze base é fundamental para atacar uma temporada e, em pleno Fevereiro, Fonseca não conseguiu isso, pese embora tenha o justo desconto da saída inesperada de Lucho e da não tão inesperada transferência de Otamendi. Mas os mais recentes episódios com Abdoulaye e Ghilas, fazem-me pensar que Fonseca é incapaz de interpretar os mecanismos emocionais de cada jogador e do plantel.
Não deito a toalha ao chão. Nem por sombras. Mas convinha que Paulo Fonseca nos desse um sinal de que aprendeu alguma coisa nestes meses de Dragão. A vida não está fácil para o FC Porto, mas este clube já nos habituou a fazer das fraquezas as suas forças ou, como se diz na minha terra, das tripas coração. É isso que se pede a Paulo Fonseca.
Rodrigo de Almada Martins
"Estamos preparados para um jogo difícil"
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/
O técnico do FC Porto não se fia nos 14 jogos sem vencer do Gil Vicente e sustenta-se na história recente para antever dificuldades na deslocação a Barcelos (domingo, 19h15), da 19.ª jornada da Liga. Paulo Fonseca garante uma equipa focada no seu trabalho e determinada em aliar bons resultados a boas exibições.
“Os últimos resultados do Gil Vicente são pouco relevante para nós. O FC Porto sente sempre grandes dificuldades em Barcelos e este jogo não será diferente, pois vamos defrontar uma equipa agressiva e solidária. Além disso, as condições climatéricas, tal como o estado do relvado, também poderão não ser favoráveis, mas estamos preparados para um jogo difícil”, começou por dizer Paulo Fonseca na conferência de imprensa de antevisão do encontro com os minhotos, que ocupam a 12.ª posição, com 19 pontos.
As considerações que têm sido feitas relativamente aos jogos do FC Porto também mereceram um comentário do treinador dos Dragões. “Aceito todas as críticas, podendo não concordar com elas. Trabalhamos todos os dias para melhorar, como equipa, os resultados e as exibições. É assim que pensamos. Queremos ganhar sempre, mas não estamos em primeiro lugar, pelo que não posso estar satisfeito, mas ainda há muito campeonato por disputar”, sublinhou Paulo Fonseca, que acrescentou que o FC Porto está focado unicamente no seu trabalho. “Se não vencermos os nossos jogos, não vale a pena pensar nos outros candidatos”, acrescentou.
Sobre as mensagens e reacções da massa adepta portista, Paulo Fonseca aceita-as e guarda-as. “Os adeptos têm o direito de se manifestar e eu só tenho que trabalhar para melhorar a equipa do FC Porto. Queremos aliar boas exibições a bons resultados, mas o essencial é sempre vencer. Estamos habituados às críticas depreciativas, sobretudo por parte de pessoas que não são afectas ao FC Porto”, prosseguiu o treinador dos tricampeões nacionais, que admitiu ainda que Carlos Eduardo “está em dúvida” para o jogo com o Gil Vicente e que Defour “não será opção, pois não treinou durante a semana”.
O jogo entre Gil Vicente e FC Porto, da 19.ª jornada da Liga, disputa-se este domingo, às 19h15, no Estádio Cidade de Barcelos.
fonte: fcporto.pt
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Fabiano;
Defesas: Danilo, Maicon, Alex Sandro, Mangala e Abdoulaye;
Médios: Licá, Josué, Fernando, Herrera, Quintero, Mikel e Ricardo;
Avançados: Ghilas, Jackson, Quaresma e Varela.
“Os últimos resultados do Gil Vicente são pouco relevante para nós. O FC Porto sente sempre grandes dificuldades em Barcelos e este jogo não será diferente, pois vamos defrontar uma equipa agressiva e solidária. Além disso, as condições climatéricas, tal como o estado do relvado, também poderão não ser favoráveis, mas estamos preparados para um jogo difícil”, começou por dizer Paulo Fonseca na conferência de imprensa de antevisão do encontro com os minhotos, que ocupam a 12.ª posição, com 19 pontos.
As considerações que têm sido feitas relativamente aos jogos do FC Porto também mereceram um comentário do treinador dos Dragões. “Aceito todas as críticas, podendo não concordar com elas. Trabalhamos todos os dias para melhorar, como equipa, os resultados e as exibições. É assim que pensamos. Queremos ganhar sempre, mas não estamos em primeiro lugar, pelo que não posso estar satisfeito, mas ainda há muito campeonato por disputar”, sublinhou Paulo Fonseca, que acrescentou que o FC Porto está focado unicamente no seu trabalho. “Se não vencermos os nossos jogos, não vale a pena pensar nos outros candidatos”, acrescentou.
Sobre as mensagens e reacções da massa adepta portista, Paulo Fonseca aceita-as e guarda-as. “Os adeptos têm o direito de se manifestar e eu só tenho que trabalhar para melhorar a equipa do FC Porto. Queremos aliar boas exibições a bons resultados, mas o essencial é sempre vencer. Estamos habituados às críticas depreciativas, sobretudo por parte de pessoas que não são afectas ao FC Porto”, prosseguiu o treinador dos tricampeões nacionais, que admitiu ainda que Carlos Eduardo “está em dúvida” para o jogo com o Gil Vicente e que Defour “não será opção, pois não treinou durante a semana”.
O jogo entre Gil Vicente e FC Porto, da 19.ª jornada da Liga, disputa-se este domingo, às 19h15, no Estádio Cidade de Barcelos.
fonte: fcporto.pt
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Fabiano;
Defesas: Danilo, Maicon, Alex Sandro, Mangala e Abdoulaye;
Médios: Licá, Josué, Fernando, Herrera, Quintero, Mikel e Ricardo;
Avançados: Ghilas, Jackson, Quaresma e Varela.
15 fevereiro, 2014
Uma semana, dois recordes negativos!
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/
Dia 5 de Fevereiro aquando da recepção ao Estoril para taça de Portugal, o FC Porto teve a pior assistência de sempre no estádio do Dragão, desde 16 de Novembro de 2003. Nunca o nosso estádio teve tão pouca gente a assistir ao jogo, inclusive já houve pelo menos dois treinos abertos em que estiveram mais portistas nas bancadas.
Já não bastava esta má notícia e passados quatro dias, pior assistência de sempre em jogos do campeonato nacional!!! Nunca o Dragão teve tão poucas pessoas num jogo a contar para a principal competição que disputamos, como no Domingo contra o Paços de Ferreira. Algo vai mal, não só com a equipa.
Critiquem, protestem, assobiem, gesticulem, façam o que vos dar na cabeça mas primeiro que tudo cumpram a vossa parte. Não vamos andar aqui a confrontar seja quem for se quando somos chamados ao nosso dever enquanto adeptos, ficamos em casa.
Não, não estou a falar dos que vivem a milhas de distância, dos que passam dificuldades para comer e portanto por muito que gostem do FC Porto têm obrigatoriamente outras prioridades, não estou a falar desses, entendam-me. Eu estou a falar daqueles milhares e milhares que estavam no Dragão no dia 11 de Maio de 2013, e que esse foi o terceiro ou quarto jogo que viram ao vivo em toda a época. Eu estou a falar daqueles que sentem frio ou calor para sair debaixo dos cobertores, mas se na Liga Europa jogarmos com o Nápoles, Tottenham ou Juventus pagam até 60 euros por cada bilhete.
Vamos lá cumprir nosso papel, comparecer sempre que pudermos, apoiar durante o jogo e depois sim, se acharem que as coisas não estão bem ficam no direito de pedir explicações. Jogadores, treinador, direcção, apontem o dedo a quem acharem responsável, agora não sejamos incoerentes, bons a mandar "bitaitadas" e depois quando a equipa mais precisa ficamos em casa. E em Maio saímos aos Aliados para festejar e o nosso clube é o melhor do mundo!
Fico triste ao ver as bancadas do estádio despidas, sabendo de antemão que há gente que pode mas não vai, porque é contra o Paços de Ferreira, porque é Domingo à noite, porque está frio, porque está chuva, porque o bilhete é 5 euros mas devia ser 2,5 euros e porque o treinador não percebe nada de bola.
Já agora, como curiosidade, deixo aqui o pedido feito pelo Eintracht Frankfurt do material a trazer pelas suas claques: 7 megafones, 30 tambores, 120 estandartes, 30 bandeiras gigantes e 74 faixas.
Espero que não joguemos fora de casa os dois jogos...
Pronto para mais um fim-de-semana de luta!
Um abraço ultra.
Já não bastava esta má notícia e passados quatro dias, pior assistência de sempre em jogos do campeonato nacional!!! Nunca o Dragão teve tão poucas pessoas num jogo a contar para a principal competição que disputamos, como no Domingo contra o Paços de Ferreira. Algo vai mal, não só com a equipa.
Critiquem, protestem, assobiem, gesticulem, façam o que vos dar na cabeça mas primeiro que tudo cumpram a vossa parte. Não vamos andar aqui a confrontar seja quem for se quando somos chamados ao nosso dever enquanto adeptos, ficamos em casa.
Não, não estou a falar dos que vivem a milhas de distância, dos que passam dificuldades para comer e portanto por muito que gostem do FC Porto têm obrigatoriamente outras prioridades, não estou a falar desses, entendam-me. Eu estou a falar daqueles milhares e milhares que estavam no Dragão no dia 11 de Maio de 2013, e que esse foi o terceiro ou quarto jogo que viram ao vivo em toda a época. Eu estou a falar daqueles que sentem frio ou calor para sair debaixo dos cobertores, mas se na Liga Europa jogarmos com o Nápoles, Tottenham ou Juventus pagam até 60 euros por cada bilhete.
Fico triste ao ver as bancadas do estádio despidas, sabendo de antemão que há gente que pode mas não vai, porque é contra o Paços de Ferreira, porque é Domingo à noite, porque está frio, porque está chuva, porque o bilhete é 5 euros mas devia ser 2,5 euros e porque o treinador não percebe nada de bola.
Já agora, como curiosidade, deixo aqui o pedido feito pelo Eintracht Frankfurt do material a trazer pelas suas claques: 7 megafones, 30 tambores, 120 estandartes, 30 bandeiras gigantes e 74 faixas.
Espero que não joguemos fora de casa os dois jogos...
Pronto para mais um fim-de-semana de luta!
Um abraço ultra.


















