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Tenho vindo a afirmar que Julen Lopetegui é, cada vez mais, o homem certo no lugar certo. Nas últimas conferências de imprensa, o Mister não tem afirmado mais do que a grande maioria do Portistas pensa. Lopetegui tem sido a nossa voz! Não só quando fala de uma pessoa que fez parte de um governo de Portugal (alguém se admira que o país esteja no estado em que está?), mas também quando vai denunciando as constantes decisões das arbitragens que, jornada após jornada, beneficiam um e prejudicam os outros.
De facto, este é um ano negro na arbitragem portuguesa. Nunca um campeonato foi tão adulterado pela... sorte de um e pelo azar de outros!
Na jornada passada, o Futebol Clube do Porto defrontou o Arouca com a arbitragem de Jorge Tavares. Esse brilhante árbitro, digno de uma classificação, na época anterior, que o deve orgulhar imenso, foi rigoroso no cumprimento das regras de jogo aos 11 minutos de jogo. Contudo, esqueceu-se de marcar uma grande penalidade com 0-0 no marcador, viu os seus assistentes ajuizarem mal dois lances que podiam ser cruciais no desfecho do jogo – offside não assinalado no lance do remate de André Claro (e da defesa do outro mundo de Hélton) e offside mal assinalado a Brahimi. Azar, puro azar na forma como a equipa de arbitragem decidiu. Curiosamente, para fechar este capítulo da arbitragem do Porto x Arouca, é com estranheza que vejo dois ex-árbitros, no Tribunal d’O Jogo, referirem-se ao lance sobre Ricardo Quaresma como um lance onde ficou por marcar um livre indirecto. Ora, é com espanto que vejo que as leis do jogo estão esquecidas. Azar, puro azar.
O Futebol Clube do Porto tem vindo a jogar um futebol de nível mundial. Essa qualidade de jogo tem vindo a ser traduzida em vitórias.
Na próxima jornada, temos mais uma final. Um jogo de grau de dificuldade máxima num campo sempre difícil. Relativamente à arbitragem, sabemos que o árbitro nomeado para o jogo é Manuel Oliveira, um portuense. Ora, assim de cabeça, este nome traz-me algumas recordações. Em primeiro lugar, Manuel Oliveira é o nome de um dos professores que mais me marcou no meu percurso escolar. Por isso, uma recordação positiva. Contudo, é um homónimo do referido professor que vai arbitrar o jogo do Futebol Clube do Porto. E quem é ele? Pois, o responsável da arbitragem, que tão escondido tem andando ao longo da época achou por bem escolher um árbitro que teve o azar de decidir contra o FC Porto B num clássico disputado no início de Janeiro, no Centro de Estágio do Seixal, contra os sortudos do costume. Expulsou Rafa aos 12 minutos, tendo assinalado grande penalidade e, para completar a maré de azar, não viu a grande penalidade cometida sobre Pité, que poderia ter dado o empate ao FC Porto B. Azar, puro azar.
Como podem ver, nem tudo na vida é mau. Sorte de um... azar de outros!
Para sábado, vai ser preciso um Porto à imagem do seu treinador, dos seus adeptos, da sua história. Faltam 9 jogos, 27 pontos. É tempo de dar TUDO POR TODOS!
Um grande abraço a todos os Dragões.
BAMBORA Fê Cê Pê!!!
Liga dos Campeões – No sorteio de sexta-feira: Real Madrid e Atlético de Madrid (Espanha), Barcelona (Catalunha…), Paris SG e Mónaco (França), Juventus (Itália), Bayern Munique (Alemanha) e FC Porto (Douro Litoral…)…
ResponderEliminar7 equipas latinas! A Península Ibérica com 4! O nosso Douro muito bem representado, como é habitual, pelo grande FC Porto! Onde está o representante da “mouraria”? FORÇA, PORTO!