Foi linda a festa, pá… este ano rompeu-se com a tradição de 2 apresentações distintas: a apresentação do plantel ao som de um espectáculo pirotécnico e uma outra posterior que já encerrava com um jogo de futebol contra um anfitrião especial escolhido para o momento.Mais uma vez foi bonito todo aquele momento de apresentação e interligação entre todos os jogadores e equipe técnica em conjunto com todos os adeptos portistas que se encontravam no nosso magnifico Palco das Emoções… eu incluído, lá no meu sítio do costume.
O ambiente estava óptimo com muita festa nas bancadas e com toda aquela massa humana de cerca de 40.000 pessoas a vibrar a cada acorde musical.
O espectáculo iniciou-se com a já celebre “Dança do Dragão” em serpentina magistral que foi executada por dezenas de jovens, acompanhada do usual ritmo musical para lhe dar um ar mais «dragoniano”, ao melhor estilo do FC Porto… engraçado, ainda que repetitivo em relação a anos anteriores.
De seguida, passou-se à apresentação dos jogadores um a um, através de uma coreografia composta por enormes quadrados que formavam, ora o número do jogador, ora o seu nome de «guerra»… tendo ocorrido algumas situações digamos caricatas pela má disposição das letras, o que originou obviamente erros nos nomes dos jogadores… tudo bem, estão desculpados… eheheheh
Realço os jogadores que tiveram direito a um carinho «extra», bem audível nas manifestações dos presentes, nomeadamente: Hélton, Quaresma, Lucho, Ibson e Anderson… mas o melhor momento, a maior e mais audível manifestação ficou para o último jogador a ser chamado ao centro do tapete verde… Vítor Baia de seu nome. Minha nossa, o estádio quase vinha abaixo… foi arrepiante. Merece sem qualquer dúvida esse carinho de todos os Posrtistas pelo seu profissionalismo e dedicação ás cores «azuis e brancas»... um exemplo de carácter a seguir, sem dúvida!!
Entretanto, iniciou-se o jogo e o que se posso dizer é que foi uma bela surpresa pela positiva no seu todo, se olharmos para o grau de emotividade e adrenalina que estava inerente ao mesmo.
Pela positiva, destaco as exibições na 1ª parte do puto Andersson, do Ibson, do Super-Pepe, Raul Meireles e do Zé… estiveram, na minha opinião uns furos acima da regularidade e espectacularidade de todos os restantes.
Na 2ª parte, bem, estava à espera de um decréscimo de nível de qualidade a todos os níveis, mas acreditem ou não, «que bela surpresa» se me assaltou no que estava a visionar on-live. Vieirinha muito participativo, Bruno Moraes muito expontaneo e simples de procedimentos, Diogo Valente uma surpresa total pela facilidade de movimentos, no geral, todos muito bem e soltos de movimentos, não acusando o nervosismo de serem potencialmente 2ªs opções ou até mesmo, prováveis jogadores em lista de dispensa… gostei mesmo!!
Não posso deixar de destacar na minha opinião, alguns aspectos negativos, nuns casos já precedentes do ano transacto, outros, nem tanto, ou seja:
1) Alguém se dará ao trabalho de treinar a execução de cantos e bolas paradas nos treinos?... é que já num há pachorra para tanto disparate consecutivo jogo após jogo... arrreeeee :-(
2) Contínua e sistemática falta de pontaria em acertar com aquela coisa a que chamam de “baliza”… às vezes, até parece que a bola deve ser quadrada, só pode... rsssss :-(... procura-se ponta de lança mortífero e eficaz!!
3) Manifesta e porque não repetitiva demonstração de deficiente qualidade para integrar um plantel rico como aquele… Alan mais parece um ciclista que não acerta uma (ontem, esteve 1 poquinho melhor do que o seu normal), Jorginho é outro que tal e apesar de gostar muito dele, já começo a ficar irritado com tanta “complicação” na hora de jogar simples e prático, Ezequias parece(u)-me demasiado «lento e macio» para o ritmo exigivel a um campeão nacional, Bruno Alves continua apenas e tão só a demonstrar a sua aura de Bru(t)o Alves… e apenas um aparte para um jogador de que gosto bastante mas que achei demasiado “nervoso” para a estreia com a camisola do Campeão… João Paulo, é bom que te acalmes e libertes o stress, porque não queremos ver-te a ocupar o lugar que é por direito do emigrante com pronúncia de Ermesinde, Petit-Patapón, ok? entendidos?... e termino com um recado para o Hélton, esperando que aquelas 2 brincadeiras com os pés, tenham sido as primeiras e últimas desta época.
4) Depois, os rídiculos da APAF não nos largam… nem nos jogos a «feijões», conseguem disfarçar ou despir a camisola que trazem por dentro?... vai ser um longo campeonato, algo me diz que sim… o “monstro” continua a respirar, mesmo que baixinho e ofegante.
5) O «ambiente» de perfeito velório que saiu da Curva Sul durante todo o jogo. Parece que as feridas das relações entre a SAD e os grupos de apoio, estão por sarar… por vezes, admito, quase que me dá vontade de dormir um belo d’um sono com essa monotonia… reparem que cheguei a ouvir os jogadores aos berros do outro lado do campo, impressionante, não?... faço votos para que essa espécie de «guerra-fria» termine em breve, muito em breve!
6) Para fechar, era mesmo só para dizer que aquele espectáculo pirotécnico no final do jogo… valeu pela intenção, se me faço entender :-(
Concluindo, se alguém esperava nova goleada, enganou-se redondamente… pela minha parte, fiquei já satisfeito com este resultado e com a identidade demonstrada pelos 2 onzes em campo... e depois prefiro também que a distribuição desses golos que ontem ficaram a faltar seja dividida pela 7ª e 8ª jornada, que terão concerteza para todos nós um sabor mais requintado e mordaz.
Esperemos agora pelos próximos 2 jogos de preparação do FC Porto no Torneio de Amesterdão, que poderão concerteza ser mais conclusivos quanto às reais capacidades do poder de fogo do FC Porto neste início de época.











Chapa 9… Score: 32 golos marcados e ZERO sofridos!!!
O Manelinho resolveu emigrar para o 17º classificado dos Bifes… por troca com o Benfikiakos… na verdade, é sintomático e revelador da grandeza dos clubes em questão, por isso, acho que fez muito bem.




