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15 maio, 2013

Sou PORTISTA e digo adeus à EDP - partilha e divulga!

http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/

António Mexia, presidente da EDP, disse, em entrevista à Antena1 e Diário Económico que uma vitória dos "encarnados" no campeonato teria um efeito positivo no Produto Interno Bruto. A página "Sou Portista e digo Adeus à EDP" pretende responder a essas afirmações convidando os Portistas a clicar “gosto”, trocar de operador energético e ainda poupar uns trocos.

É ridículo que um administrador pago a peso de ouro – durante anos por dinheiros públicos – e que beneficia de rendas elevadíssimas pagas pelo Estado (por todos nós), venha veicular a propaganda bafienta dos "seis milhões" e da alegria da "maioria", veiculando teses mirabolantes. As provas e os jogos ganham-se por mérito, se bem que o presidente de uma empresa baseada num prolongado monopólio possa ter dificuldade em compreendê-la.

Como se pôde ler num comentário anónimo, do blog "Civilização do Espectáculo":
    "Se eu enquanto jornalista não pergunto à senhora a que compro o peixe o que pensa ela que é melhor para o país - já se sabe, permitir muitos barcos que pesquem muito e ponham o peixe barato na lota, obrigatoriedade de só servir peixe em todas as cantinas escolares, militares e hospitalares e etc. - também faz pouco sentido que vá perguntar ao Mexia - um peixeiro da energia - o que acha ele melhor para o país. A minha peixeira tem ao menos a decência de não ser a única das redondezas (não tem o monopólio do pescado) e de não receber dinheiro dos contribuintes para ir à lota abastecer-se".
Que Mexia se assuma como benfiquista... Bem, cada qual come do que gosta. Agora baboseiras destas merecem resposta de consumidores que gostam de saber para onde vai o seu dinheiro.

24 dezembro, 2011

O Porto das vitórias e o Porto das derrotas

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Só há um que partido em que milito, uma religião que pratico, uma crença que partilho: o nosso Porto. O das vitórias, pois claro, não a cidade, esse Porto de derrotas. Politicamente, tanto me identifico com os ideais de Esquerda como com os de Direita. Não voto, portanto, em partidos, nem em ideologias, nem em programas políticos. Voto em pessoas. Ou contra pessoas, como foi o caso das duas últimas eleições para a Câmara que gere os destinos da minha ‘mui nobre e leal’ cidade Invicta.

Por esta altura, assinalam-se – e não se comemoram, porque não concebo celebrar um desastre – dez anos da primeira vitória de Rui Rio no Porto, dez anos que o poder lhe caiu nas mãos, quando nem ele próprio acreditava, dez anos em que a cidade parou e iniciou um definhamento agoniante “até cair de joelhos e tornar-se moribunda”, como um dia disse e muito bem Pedro Abrunhosa. Na verdade, em 2001, não foi Rio que ganhou, foi Fernando Gomes e a sua sobranceria que perderam. E também o povo portuense que não lhe perdoou a traição quando, a meio do mandato, trocou o Porto por um lugar no Governo, com a promessa da Regionalização que a capital, obviamente, não o deixou fazer no País.

E assim ficámos nós, portuenses, entregues a um senhor que quase ninguém conhecia e que se deu a conhecer pelos piores motivos. Na sua estratégia de afirmação, esgrimindo o pacóvio argumento da promiscuidade entre a política e o futebol, Rio achou que devia afrontar e comprar uma guerra com uma das principais instituições da cidade, que mais contribui na promoção da marca “Porto” nos quatro cantos do mundo. Primeiro, foi o famoso Plano Pormenor das Antas, que não mais serviu do que para irritar o clube e mostrar quem é que manda. Depois, foi a indecorosa comparação de Pinto da Costa com Bernard Tapie e Jesus Gil y Gil – presidentes de clubes de futebol condenados pela Justiça por ligações nebulosas entre o futebol e a política – numa altura em que o País se masturbava de contente com o processo “Apito Dourado”.

Não satisfeito, Rio resolveu fechar as portas do edifício dos Paços do Concelho ao clube, logo num período em que, para mal dos seus pecados, as glórias foram tantas. Os festejos da conquista dos sete campeonatos, da Taça UEFA, da Liga dos Campeões, da Taça Intercontinental e da Liga Europa, ao longo desta década, não passaram pela varanda dos campeões, como um dia lhe chamou Fernando Gomes, o político. A festa é feita ali, na Baixa, com a Câmara tristemente de luzes apagadas, de costas voltadas para as vitórias que continuam a incomodar solenemente o senhor presidente. Porque Rui Rio continua sem perder uma oportunidade para atacar a única instituição vencedora que ainda sobrevive na cidade – até na visita do Papa, há dois anos, foi capaz de arranjar um conflito por causa de um simples lençol de boas-vindas colocado na varanda da antiga sede do clube, na Praça Humberto Delgado.

Uma década depois, o Porto é hoje uma sombra daquilo foi, regrediu em todos os indicadores de desenvolvimento: tem hoje menos habitantes e a mesma população que tinha há um século; a reabilitação urbana está estagnada; a maioria das instituições de relevo desertou da cidade em litígio com a autarquia; muitos equipamentos, se não encerraram, estão moribundos – o Rivoli, o Cinema Batalha são apenas dois exemplos; o Bolhão continua por privatizar. Mais: a voz regional e nacional do Porto silenciou-se e Rio riscou-o do mapa das decisões nacionais e da euroregião.

Sim, o Porto mudou. Tem hoje uma marca internacional reconhecida pelo mundo e divulgada incessantemente pela imprensa estrangeira, que a transformou num dos destinos turísticos preferidos dos europeus. O que foi conseguido, aliás, à custa do sector privado a quem a Autarquia deu a cidade de mão beijada, demitindo-se, sem pudor nem vergonha, das suas funções. Pois, é verdade, o Porto tem também a maioria dos seus bairros sociais reabilitados, numa estratégia que resultou num enorme sucesso, pois foi ali que Rio foi buscar as duas maiorias absolutas conseguidas em 2005 e 2009.

É pouco, muito pouco para uma cidade que teve sempre uma ambição maior do que a terra que ocupa. E ainda Faltam dois anos para Rui Rio desaparecer. Uma eternidade, portanto. O Porto urge, desesperadamente, recuperar do coma em que entrou desde que Rio desaguou na Câmara.

13 maio, 2010

Anti-Portista, já o sabiamos... mas anti-clerical?!

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Câmara do Porto boicota mensagem do FC Porto para o Papa

A Câmara Municipal do Porto decidiu impedir que o FC Porto exibisse uma mensagem ao Papa Bento XVI, aquando da sua passagem pela Avenida dos Aliados. Aproveitando a fachada da sua antiga sede, o clube concebeu e colocou um pendão com uma saudação a Sua Santidade, simbolizando o respeito de toda a família portista e, naturalmente, de muitos milhares de portuenses.

Os fiscais da autarquia, todavia, compareceram esta tarde na antiga sede do FC Porto e ordenaram a remoção da mensagem, ameaçando até com a chamada do corpo de bombeiros, caso o clube não acatasse de imediato esta «católica» prepotência.


Porto, 13 de Maio de 2010



Câmara diz que a lei impede saudação portista ao Papa

A Câmara Municipal do Porto justificou com o "cumprimento da lei" o facto de ter impedido o F. C. Porto de saudar o Papa Bento XVI, através de um pendão colocado na sede do clube, na Avenida dos Aliados.

Num comunicado assinado por Sampaio Pimentel, vereador da Protecção Civil, Controlo Interno e Fiscalização, a Câmara Municipal do Porto afirma que a acção realizada na sede do F. C. Porto foi inserida na programação global prevista para a recepção ao Papa Bento XVI na Avenida dos Aliados.

De acordo com o vereador, o "cabal cumprimento da legislação em vigor" justifica o facto de o clube ter sido impedido de exibir uma mensagem de saudação a Sua Santidade.

Leia, na íntegra, o comunicado da autarquia portuense:

    1 – Inserido nos trabalhos de preparação geral da cidade, em particular da zona envolvente da Avenida dos Aliados, para a recepção ao Papa Bento XVI, o Departamento de Fiscalização da CMP realizou as acções que lhe competem no âmbito da programação global prevista para o espaço.

    2 – Tais acções que se têm intensificado após a recente criação do Departamento Municipal de Fiscalização, visam sempre - mesmo quando em dias normais de trabalho – o cabal cumprimento da legislação em vigor.

    3 – Em todas as acções realizadas nestes últimos dias e, em particular, nas ruas circundantes à Avenida dos Aliados, constatou-se a boa compreensão de todos os contactados, facto ao qual não será, seguramente, alheio o enorme respeito que o Papa lhes merecerá.

    4 – O mesmo aconteceu com o Futebol Clube do Porto quando contactado pelo fiscal municipal. Segundo apuramos junto dos serviços, a funcionária do clube que atendeu o fiscal, manifestou compreensão, tendo-se constatado que, pouco tempo depois, as tarjas foram retiradas pelo clube de acordo com o solicitado.

    5 – A CMP não pode criticar um seu funcionário que cumpre o dever, até porque, por mais respeito que possa haver pelas instituições da cidade, nenhuma delas pode estar acima dos outros e muito menos da lei.

    6 – Estranha-se que o FCP procure aproveitar este episódio para, num dia tão relevante para os portugueses em geral e para os portuenses em particular, tentar criar polémica e denegrir a imagem da Câmara através dum lamentável comunicado.

    7 – Não posso deixar de reprovar esta atitude por parte dos responsáveis de um clube, do qual sou sócio há quase 30 anos e que, na área da sua actuação, luta habitualmente pela igualdade de tratamento de todas as instituições.

28 janeiro, 2010

Tal como em Barrancos… é ilegal, mas (já) é tradição!

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    Acordo com a Câmara de Lisboa valeu ao Benfica 65 milhões de euros
    PJ termina investigação sobre o financiamento do novo Estádio da Luz


    O Benfica encaixou 65 milhões de euros à custa do contrato-programa firmado com a Câmara de Lisboa, no âmbito do Euro 2004. Santana Lopes não é arguido, apesar de a PJ ter concluído que município, a que ele presidia, instrumentalizou a EPUL para financiar o Benfica.

    Já Carmona Rodrigues, à data dos factos vice-presidente da autarquia, é um dos cinco arguidos constituídos durante a investigação que a PJ acaba de concluir, sob a direcção da unidade especial do Ministério Público criada para investigar o Apito Dourado. Os restantes arguidos são ex-administradores da EPUL - Empresa Pública de Urbanização de Lisboa.

    O inquérito centrou-se no contrato-programa assinado, em Julho de 2002, pela Câmara de Lisboa, EPUL, Benfica e Sociedade Benfica Estádio SA. O acordo fixava os moldes da participação da EPUL na construção do novo Estádio da Luz, para o Euro 2004.

    Um relatório da Inspecção-Geral de Finanças (IGF), que suportou o trabalho da PJ, apontou défices de transparência ao contrato-programa, referindo que as formas de apoio acordadas e atribuídas ao Benfica "consubstanciam verdadeiras comparticipações financeiras, concedidas por instâncias municipais". "O contrato contrariou os normativos legais vigentes", acrescentou a IGF, por não terem sido quantificados devidamente os encargos das entidades públicas envolvidas, em desrespeito pelos princípios da boa gestão dos dinheiros públicos. A investigação conclui que, ao aprovarem o referido contrato-programa, a Câmara e a Assembleia Municipal de Lisboa "instrumentalizaram a EPUL", fazendo-a assumir encargos directos de 18 milhões de euros na prossecução de fins estranhos ao seu objecto social. Mas, além dos 18 milhões, o Benfica encaixou mais 47, pois o contrato-programa ainda lhe permitiu vender um terreno à EPUL e receber outro da Câmara de Lisboa.

    Os 18 milhões referidos decorrem de dois negócios. Num deles, a câmara decidiu que a EPUL construiria 200 fogos, em terrenos seus, no Vale de Santo António, e entregaria um terço dos lucros da sua venda. O Benfica recebeu 9,9 milhões de euros, apesar de a EPUL nunca ter construído as 200 habitações. Segundo o então presidente da EPUL, Sequeira Braga, foi Santana Lopes quem definiu que seriam dados 10 milhões de euros ao Benfica, através de um projecto imobiliário da EPUL.

    A outra parcela dos 18 milhões resulta do compromisso da Câmara de pagar, através da EPUL, os ramais de ligações às infra-estruturas de subsolo para o estádio. Isto valeu ao Benfica oito milhões de euros, sendo que 80% das facturas que cobrou à EPUL respeitavam a serviços de consultoria: só 20% tinham a ver com os ramais. De resto, parte das facturas tinha data anterior ao contrato-programa.

    A IGF detectou ainda outra irregularidade naqueles oito milhões. Mais de um milhão era IVA, sendo que a operação em causa não estava sujeita a incidência deste imposto, por se tratar da comparticipação financeira, de uma entidade pública (EPUL), na construção de um equipamento desportivo.

    Nenhuma irregularidade detectada nas facturas do Benfica foi valorizada, para efeitos de responsabilização criminal dos dirigentes do clube.

    Inquirido, como testemunha, Santana Lopes assumiu que as negociações com o Benfica que conduziram à elaboração do contrato-programa foram feitas por si e pelo vice-presidente. Carmona Rodrigues, arguido, disse que o dossiê Benfica era tratado directamente por Santana Lopes. E, de resto, várias testemunhas e arguidos coincidiram na versão de que a execução do contrato-programa foi tratada ao mais alto nível, na EPUL, na Câmara e no Benfica.
fonte: jornal de noticias, 28.01.2010

23 setembro, 2008

Faleceu Adolfo Roque!

Faleceu esta segunda-feira, vítima de doença, Adolfo Roque. Foi um dos fundadores da Revigrés, Main Sponsor dos Dragões, e ocupava até à data a presidência dos Conselhos Fiscais do Clube e da Futebol, SAD. À sua família, o FC Porto endereça as mais sentidas condolências... [momento ao qual o blog BiBó PoRtO, carago!!, e em nome de todos os seus colaboradores, também se associa].

O funeral de Adolfo Roque realiza-se esta terça-feira, às 18h00, na Igreja de Barrô, em Águeda.

Engenheiro de formação, Adolfo Roque integrou o grupo de empresários que, em 1977, fundaram a Revigrés, empresa à qual o FC Porto se associou em 1983, numa iniciativa inédita em Portugal. Os Dragões foram o primeiro clube português a celebrar contrato com um patrocinador e a inserir publicidade nas camisolas.

Em parceria há 25 anos, FC Porto e Revigrés são hoje praticamente indissociáveis. A marca de material cerâmico carimbou presença em quase todas as grandes conquistas azuis e brancas, incluindo o pentacampeonato (1995 a 1999), a Taça UEFA (2002/03), a UEFA Champions League (2003/04) e Taça Intercontinental (2004/05).

O contrato entre Dragões e Revigrés foi redefinido em 2003/04, ano a partir do qual a marca deixou de aparecer nas camisolas utilizadas nas competições nacionais, passando a figurar apenas nas camisolas utilizadas nas provas internacionais.

Em 2007/08, face à excelente e sólida relação entre as duas partes, o FC Porto distinguiu a Revigrés como seu Honorarium Sponsor, título até então inexistente (e ainda exclusivo da Revigrés) na história do clube.

in fcporto.pt

28 agosto, 2007

Ingratidão

Jorge Nuno Pinto da Costa, na entrevista dada à SIC Notícias em 9 de Agosto, afirmou que a Cidade do Porto está mais passiva que nunca. De facto, o Porto está silenciado, amordaçado, conformado, subserviente e sem reacção. Os bancos e entidades seguradoras, entre outros exemplos, passaram as suas sedes para Lisboa e a nossa Câmara Municipal parece ser cada vez mais inócua e inexistente. A imprensa é cada vez mais sulista e centralista. Todos estamos de acordo quando se diz que a única voz de reacção ao centralismo exacerbado de Lisboa provém de Pinto da Costa e do FC Porto.

Em 2001, quando o actual Presidente da Câmara ganhou as eleições estava eu longe de imaginar os conflitos que desde logo procurou que existissem com a Direcção do FCPorto. Dificultou a construção do Estádio, chegou mesmo a colocá-la em risco, fechou as portas da Câmara aos festejos habituais do clube após cada vitória. Ignorou a maior Instituição da Cidade e do País, procurou com isso, nas palavras de Pinto da Costa, obter simpatias em Lisboa que lhe poderão ser úteis quando se candidatar à Presidência do Partido em 2009. Quando se chega ao cúmulo de nem sequer homenagear os heróis de Sevilha e Gelsenkirchen...

Há cerca de 2 meses na RTP, o Presidente da Câmara disse que o FC Porto não precisava dele para nada pois tem ganho quase tudo, ano após ano. É verdade. Mas a Cidade gosta de reconhecer os méritos dos seus. Ou não? E o que faz o Porto? Reconhece? O Porto Câmara não reconhece, o Porto Povo esse sim, está de alma e coração com os seus heróis. Já estive algumas vezes na Avenida dos Aliados a festejar os feitos e glórias do meu FC Porto e apreciei a atitude de outros Autarcas (ver foto de 1993 com uma enorme multidão azul e branca). Este não se quer misturar com o futebol. Obrigou-nos a festejar na Alameda do Dragão. O impacto não é o mesmo. A Cidade tem o seu coração nos Aliados. E o FC Porto, têm de admitir, é o grande baluarte desta Cidade que em tempos foi imponente mas que continua a ser bela e apaixonante. Será que em 2008 festejaremos o título nos Aliados? É a pergunta que fica.


Quem vem e atravessa o rio
junto à serra do Pilar
vê um velho casario
que se estende ate ao mar.

Quem te vê ao vir da ponte
és cascata, são-joanina
dirigida sobre um monte
no meio da neblina.

Por ruelas e calçadas
da Ribeira até à Foz
por pedras sujas e gastas
e lampiões tristes e sós.

E esse teu ar grave e sério
dum rosto e cantaria
que nos oculta o mistério
dessa luz bela e sombria

Ver-te assim abandonada
nesse timbre pardacento
nesse teu jeito fechado
de quem mói um sentimento

E é sempre a primeira vez
em cada regresso a casa
rever-te nessa altivez
de milhafre ferido na asa.

(letra de uma canção lindíssima dedicada à Cidade Invicta, Porto Sentido de Rui Veloso)

Saudações azuis e brancas,
Lucho.

ps - Esta crónica não tem qualquer interesse político subjacente e serve tão só para falarmos um pouco sobre a relação entre o Porto Cidade e o Porto Clube. A propósito, quando estiverem a ler este texto, este vosso amigo «Lucho» estará em Barcelona, outra fantástica Cidade, que tentarei explorar e ao mesmo tempo dar um mergulho no Mediterrâneo. E se vir o Deco, prometo que vou tentar convencê-lo a voltar para o Porto :)

pps - Quando escrevi esta crónica não tinha ainda decorrido o Porto-Sporting da 2ª jornada da BwinLiga. Espero que não me estraguem as férias. [nota do administrador: não Lucho, não estragou nadinha carago!!]

ppps - desde o passado fim de semana, apenas e só bloggers registados poderão aqui comentar, pelo que caso pretendas registar-te (e se ainda não o és), contacta-nos via email que explicaremos na volta o modo de o fazer... é fácil, grátis, mas infelizmente não dá milhões.

pppps - o Gil mudou-se de armas e bagagens com as mesmas cores para o Durus Caladh, portanto é favor passar lá para o cumprimentar, tá certo?