24 julho, 2008
23 julho, 2008
Está quase
Sábado, pelas 21.00, será altura de esquecer o preço do gasóleo e rumar ao Reino Mágico do Dragão. Toque a reunir no espaço habitual para o bate papo que antecede as partidas. Desta vez sem grande nervosismo e com o rever de velhos amigos para logo depois descer as escadas dos acessos, assumindo o choque daquele relvado impecável e, finalmente, a contemplação da beleza do Estádio do Dragão.
Esperam-se, no relvado, novos guerreiros e, como afirmou o outro, 'já todos conhecem a minha posição nesta postura' (risos).
Assumindo o 4-3-3 habitual será talvez ainda prematuro avaliar a equipa do FC Porto para a nova época pois existem ainda incertezas de quem poderá sair (Quaresma, Lucho, etc.).
Os novos reforços estão ainda em fase de adaptação e poucos fizeram os 90 minutos tornando-se assim difícil de serem avaliados.
Fica no entanto, e pelo que foi possível observar, nota positiva para o Guarin, Fernando e Tomás Costa.
Espera-se mais, muito mais, do Cebola, pois agora joga de azul e branco.
Em relação às laterais algumas reservas: lado direito operacional com o Fucile e o Sapunaru mas o lado esquerdo aparenta, mais uma vez, alguma fragilidade.
Nos centrais o Stepanov, apesar das qualidades que possui, continua a estar em todos os momentos maus e tem como Rolando, com bom posicionamento e classe, um sério concorrente.
O Alan continua a pecar na finalização e o Mariano, incansável e lutador (mas só isto não basta), tende a render mais na sua posição de raiz.
Mas, estas opiniões pouco ou nada valem.
O mais importante é que, com este ou sem aquele, se ataque o TETRA e se demonstre, em campo, a raça do Dragão.
Que comece então o espectáculo.
Está quase...
Ah, afinal não era a sério!
‘Nortada' do Miguel Sousa Tavares
O pior está garantido se Quaresma sair.
1. Afinal, o Benfica não queria ir à Champions, disputando a pré-eliminatória na vaga do Vitória de Guimarães, que, por sua vez, entraria directo na vaga do FC Porto. Afinal, o que parecia não era: a apressada denúncia logo feita pelo Benfica à FPF para que esta corresse a comunicar à UEFA que uma coisa chamada Comissão Disciplinar da Liga tinha julgado o FC Porto culpado de tentativa de corrupção e este não havia recorrido; os milhares e milhares de euros gastos em advogados, jurisconsultos, especialistas internacionais, para defender a posição do Benfica na questão — uma posição em que não era parte envolvida, mas simplesmente interessada; os esforços titânicos feitos para ganhar no campo jurídico o que o clube nunca mostrou ser capaz de ganhar no terreno de jogo — tudo isso era a fingir. O Benfica não queria ir à Champions: queria apenas chatear o FC Porto. Garantiu-o Luís Filipe Viera esta semana, em entrevista a Judite de Sousa. Se o Benfica tem obtido ganho de causa junto da UEFA, o seu presidente trataria logo de abdicar do efeito prático dessa vitória, propondo aos órgãos sociais do clube que este renunciasse… a favor do V.Setúbal. Acredite quem quiser.
Eu, claro, não acredito. Se essa fosse a vontade de Vieira, deveria tê-lo dito antes do desfecho e não depois de ter falhado a usurpação tentada. Depois de perder, é facil vir dizer que nunca se quis ganhar. Mas antes é que isso teria algum valor. Conforme ouvi a muitos benfiquistas, incomodados com o assunto, o que a direcção do seu clube deveria ter feito para evitar a tristíssima figura que fez, era ter ficado simplesmente quieta e muda, à espera que a UEFA, a Liga de Clubes, a Federação e o FC Porto resolvessem o assunto, que só a eles respeitava. Assim, é preciso acreditar nas boas intenções póstumas.
E não é fácil acreditar no desportivismo desta direcção benfiquista. São os mesmos que se prestaram a ir a um jantar de propaganda eleitoral do PSD para agradecer favores políticos, relativos a dívidas fiscais e à construção do estádio; os mesmos que tentaram safar Nuno Assis com recurso a meros expedientes burocráticos, como se não existisse a questão principal, que eram as análises positivas de doping; os mesmos que «compraram» o jogo no Algarve ao Estoril-Praia, assim dando passo decisivo para serem campeões em 2005 e arrumar com o Estoril para a 2ª divisão; os mesmos que este ano se especializaram em comprar jogadores aos clubes com quem iam jogar a seguir; os mesmos que cada vez que não conseguem os resultados esperados inventam sempre desculpas de mau pagador e conspirações sombrias; os mesmos que se aliaram a Valentim Loureiro para controlar a Liga de clubes contra Sporting e FC Porto e que depois, quando o viram metido em alhadas, lavaram as mãos do assunto, como se não tivessem nada a ver com ele, com a Liga e com o tal de «sistema».
Desportivismo? Desportivismo é chegar ao fim do campeonato e dizer «eles mereceram ganhar». Já alguém ouviu algum dos actuais dirigentes do Benfica dizer isso alguma vez?
2. A direcção do Benfica, que fez desta novela na UEFA o caso do «defeso» e que nela investiu tudo, sem querer saber dos pergaminhos ou do prestígio do clube, sem sequer auscultar a vontade dos sócios, prestou um péssimo serviço ao clube e à sua história. Eles lá sabem…
E, atrás deles, entontecidos pela miragem de entrar directos na Liga milionária sem os riscos da pré -eliminatória, incapazes de resistir à tentação de empochar cinco milhões de euros caídos do céu, sem um estremecimento de pudor por querer entrar na Europa dos grandes à custa do clube que lhes enfiara 5-0 em casa no jogo em que eles poderiam ter conquistado em campo esse direito, seguiram os responsáveis do Vitória de Guimarães. Trocaram uma amizade sólida e uma simpatia antiga da parte do FC Porto e dos seus adeptos pela sedução dos milhões. E, a avaliar pelos resultados e crónicas dos jogos de pré-época percebe-se bem porquê: porque esta porta das traseiras era a única em que os responsáveis vimaraneneses confiavam para entrar onde não esperavam.
Leio por aí que o Vitória, apesar de tudo, ainda espera que o FC Porto lhe volte a emprestar o Alan, aliviados que devem estar com a declaração de Pinto da Costa de que não tem nada contra o Vitória. Pois, talvez ele não tenha, mas os adeptos, esses, garanto-vos que têm e não esquecerão tão cedo: é só esperar para ver a recepção que o Dragão lhes dispensará da próxima vez que lá forem. O Vitoria, agora, que se prepare para experimentar o que lhe reserva o futuro da sua nova amizade com o Benfica — sim, o mesmo Benfica que passou toda a segunda volta do último campeonato a insinuar que o Vitória só lhe seguia à frente por favores de arbitragem. Essa nova amizade vai agora ser celebrada no «Troféu Platini», como lhe chamou o benfiquista Silvio Cervan, e seguramente que a direcção do Vitória não deixará de ter ocasião de experimentar, a propósito do interesse benfiquista no defesa Sereno, os métodos que o Benfica costuma usar quando pretende comprar jogadores de clubes «menores» que Sua Majestade (o Belenenses ou a Académica podem-lhes fazer um briefing sobre o assunto…).
3. Se os esforços diários e incansáveis de alguns jornalistas desportivos forem coroados de êxito, Jesualdo Ferreira vai mesmo perder Ricardo Quaresma. A sua saída seria, como alguém de um clube rival já confessou, a melhor aquisição da época para o Sporting e Benfica: não há Pablo Aimar nem Rochemback que valham a saída de Quaresma do FC Porto. Por isso mesmo e inversamente, a grande alegria, a grande e anunciada aquisição que Pinto da Costa prometeu ainda apresentar aos sócios, seria… a continuação de Ricardo Quaresma.
Entretanto, Jesualdo vai-se preparando para o pior. E, a avaliar pelos quatro jogos de preparação, em que Quaresma apenas fez uma passeata, o pior é garantido. Sem Quaresma, o FC Porto perde metade da sua capacidade ofensiva e muito mais da sua capacidade criativa lá na frente. Eu sei que há ainda portistas que têm dúvidas, mas as estatísticas são o que são: nas últimas três épocas, Ricardo Quaresma respondeu, directa ou indirectamente, como autor ou como assistente, por metade dos golos da equipa. Seguramente que não é o inofensivo Mariano González quem o vai substituir; nem o Tarik, nem o Alan. O Rodriguéz, sim, esse é jogador para flanquear o jogo, embora não seja um extremo puro. Mas se, do outro lado, em lugar do Quaresma, estiver o Mariano ou o Tarik, adeus 4X3X3 de tão boa memória! Por isso mesmo, Jesualdo anda a experimentar coisas complicadíssimas (para mim, pelo menos, que não percebo nada de tácticas), tais como o 4x2x3x1 ou o 4x1x4x1. Mais uma razão para eu não perceber a lista de dispensas de Jesualdo: o Vieirinha, que tão bem se tem exibido no PAOK, não daria geito? O Ibson, que os brasileiros veneram, não merecia uma nova opurtunidade? O Leandro Lima não era uma promessa à beira da confirmação, ainda por cima com dois anos a mais? O Pittbull não é dez vezes melhor que um Mariano? Ainda há dúvidas de que o Bruno Moraes, devidamente motivado e sem lesões, pode ser um excelente ponta-de-lança, ou o Mourinho ter-se-á enganado?
Uma série de perguntas sem resposta, naufragadas num mar sul-americano de hipóteses por confirmar e suspensas da pergunta mortal: vamos mesmo perder o Quaresma?
n'A BOLA de 22Jul2008
fonte: "All Dragons fórum"
22 julho, 2008
Um mistério oculto e um minuto especial
Praça Carlos Alberto, na freguesia de Vitória no Porto, nasce ao 10º dia do mês de Novembro do ano da Revolução de Abril este que vos escreve. Orgulhosamente, digo sempre que nasci na Cidade Invicta (Ordem do Carmo) embora a minha naturalidade no BI registe Matosinhos por ser a minha primeira morada. A minha paixão pela Cidade do Porto vem, no entanto, já da infância com recordações diversas, desde as marchas nas noites de São João até às deliciosas tardes passadas no Cinema Batalha...
O Porto, aos meus olhos, teve sempre magia, tenho sempre para mim, desde miúdo, que os segundos que se esgotam enquanto passo a Ponte da Arrábida me transmitem sempre uma multiplicidade de sentimentos, de emoções, de pensamentos... O gosto pelo futebol surgiu um pouco mais tarde (cerca dos 11 anos) mas bem a tempo de me tornar, sem receios o afirmo, um «Porto-dependente». É este o meu vício, é esta a minha paixão, é isto a minha vida.
Sentir o Porto Cidade e o Porto Clube como um só é uma evidência que todos nós conhecemos. Um dia, depois de uma derrota dolorosa do nosso FC Porto acordei bem cedo e decidi caminhar pelas ruas cinzentas da baixa do Porto. Durante esse percurso visualizei as expressões tristes de pessoas que, tal como eu, sofrem pelo Porto. Foi um exercício mental que me tornou ainda mais Portista e Portuense do que aquilo que já era.
Como diz canta Rui Veloso no seu «Porto sentido», a nossa Cidade oculta um mistério naquele seu ar grave e sério, naquele seu timbre pardacento, naquele seu jeito fechado de quem mói um sentimento e por isso, costumo dizer, que esta paixão pelo Porto que todos nós sentimos é algo de difícil compreensão para os nossos rivais. É esta a nossa mística, o nosso sentimento, na verdade o que nos distingue de todos os outros. Porto, Cidade e Clube, formam, de facto, uma imponente Muralha, aproveitando as sábias palavras de Agustina Bessa Luís.
A vida, as emoções que nos acompanham ao longo do tempo, as pessoas com quem convivemos vão-nos moldando o caracter, a personalidade. A minha vida confunde-se hoje com o pulsar do Dragão... E por isso, encaro com toda a naturalidade que a vida que levo desde os meus 11 anos me tornou um Portista acérrimo, convicto, outros diriam doente... Acreditem que o instante em que visualizei pela primeira vez o relvado das Antas, era ainda uma criança, marcou-me profundamente. Esse doce momento ficará para sempre no meu «albúm de recordações».
E hoje, ao escrever todas estas linhas, olho para trás e o que vejo?
Grandes emoções, glórias, golos, vitórias, jogadores, noites memoráveis, algumas mágoas... acreditem que não me é difícil lembrar jogos em que dei por mim a festejar golos com incontroláveis lágrimas escorrendo-me pelo rosto, com festejos com efusivos abraços aos colegas de bancada que não conhecia de lado nenhum, de sentir o coração a bater de forma acelerada, de gritar golos do Porto em locais menos próprios...
Minuto 90 do Manchester vs FC Porto da Champions League 2004, livre para o Porto, talvez a última esperança para as nossas cores, sinto uma agitação anormal, as mãos suam descontroladamente, digo para mim mesmo que tem que ser ali, que a história está ali à espera de ser tingida pelo azul e branco, McCarthy corre para a bola, o coração quase que bloqueia naqueles segundos, há uma defesa para a frente e os meus olhos viram, juram que viram, antecipadamente o que se seguiu, Costinha remata e a bola encosta às redes, salto da cadeira do café, aos berros percorrendo todo o corredor do mesmo até junto da TV, de braços no ar, acompanhando a louca correria de Mourinho nos festejos, há pessoas, nesse instante, que não conheço de lado nenhum, que me abraçam, que saltam a meu lado, que gritam e choram comigo, choram descontroladamente.
Isto, meus caros é saber viver, é saber amar, é ser do FC Porto.
O FC Porto tem uma história gloriosa e acreditem que muito se deve a nós, simples adeptos. Nós somos o que de mais belo o futebol tem para oferecer... Nós somos a verdadeira voz do FC Porto. E o FC Porto é a nossa vida. E quem sabe se na Champions deste ano não vamos voltar a viver momentos como o que vos recordei neste post?
ps - Parabéns à equipa de futebol de praia do FC Porto que este fim de semana venceu, na localidade de Entre os Rios, o trofeu Ibérico derrotando o Real Madrid (4-3), o Benfica (5-5 e 4-3 após gp) e o Valência (5-1). Este Dragão é insaciável... Uma última nota para referir que a RTP2 está a acompanhar em directo o Europeu de hóquei em patins (em Oviedo) com Portugal a estar representado por 3 jogadores do FCPorto, R.Ventura, Caio e P.Moreira. Ontem ganhamos no 1º jogo por 7-0 à Inglaterra.
Saudações Portistas,
Lucho.
De regresso a casa...
Terminou ontem o estágio de preparação para a nova época desportiva 2008/09, tendo sido feitas entretanto as despedidas do Klosterpforte Hotel, com um «até já».
Como noutros anos, este é um momento de extrema importância no desenvolvimento do trabalho e para o crescimento e preparação do plantel para as duras batalhas que se avizinham, onde aposto, nenhum dos jogadores em estágio facilita para não correr o risco de «perder o comboio».
Por ora, e muito ainda a frio, porque ainda nada é definitivo (e alguma vez o é? vide casos recentes de Pepe, Bruno Alves, etc), poder-se-á desde já fazer uma breve análise ao que cada um dos novos reforços nos mostrou.
Na pole-position, quanto a mim, como clara revelação deste estágio, Freddy Guarín... um jogador por quem ainda há uns dias atrás dizia pouco apostar, mas que revelou excelentes pormenores, sobretudo pela polivalência e qualidade das suas exibições nas várias posições a meio campo que foi ocupando. No entanto, parece-me claramente mais um «8», do que propriamente um candidato natural e clássico «6».
Logo a seguir, Cristian Rodríguez, que mostrou apenas e só aquilo que muitos de nós já estariamos à espera desde a sua chegada... um jogador com lugar garantido no «onze», quer a opção técnica passe pelo 4x4x2 ou pela manutenção do 4x3x3. Ou muito me engano, ou estaremos na presença de mais um a posicionar-se na rampa de lançamento para dentro de 1 a 2 anos, valer umas 2 ou 3 dezenas de milhões de euros. Vai uma aposta?
Outros a quem este estágio correu também muito pela positiva, marcando pontos claramente a seu favor na discussão de uma vaga a meio-campo, foi o argentino Tomás Costa. Adivinha-se uma luta bastante renhida nesta zona do campo, tamanha a quantidade de soluções que o plantel parece demonstrar.
Ainda que chegado mais tarde, Sapunaru mostrou ritmo para garantir o posicionamento no lado direito da defensiva, empurrando Fucile para o lado esquerdo da mesma, onde actuou grande parte da época passada... e com nota positiva.
A rever nos próximos jogos, e até ao inicio oficial da época desportiva, Rolando, a quem auguro em breve, titularidade garantida no onze (Pedro Emanuel abrirá caminho de forma assim tão fácil?), mas sobretudo Benítez, que ou consegue rapidamente reagir a alguma letargia que invade o seu futebol actual, ou vai acabar a perder o comboio das primeiras opções.
No restantes, entre os que regressaram de empréstimos, notas bastante positivas para Alain (uma agradável surpresa neste último jogo), Fernando (que vai morder os calcanhares de forma muito aguerrida ao pretendente ao nr. 6 no meio-campo) e Candeias (muito mexido, irrequieto e a demonstrar forte potencial para se aguentar no plantel).
Quanto a mim, as desilusões, vão claramente para Bolatti (ou arrepia caminho...), Stepanov (tem de procurar uma bruxa), Lino (classe? só mesmo nos livres) e Mariano Gonzalez (alguém lhe endireite a espinha, pf).
Certezas, certezas, não as há... dúvidas, mais que muitas. Uma constatação apenas: ainda há muito trabalho para realizar e muita coisa para resolver até ao fecho do plantel. Até lá, em cada um de nós, vai-se manifestando apenas o «treinador de bancada» que existe em nós.
21 julho, 2008
Melhores em tudo…
No entanto, e apesar do grande esforço do gabinete jurídico do clube atrás citado, mais uma vez foram os de azul e branco que levaram a melhor… Isto é, o FC Porto tem melhor equipa, melhor treinador, melhor presidente, melhor estrutura organizacional e, para azar de alguns, melhor gabinete jurídico! Os meus parabéns ao gabinete jurídico do nosso clube que teve a calma e tranquilidade necessárias para suster todos os ataques desferidos, quer de Guimarães, quer de Benfica, quer do próprio presidente da UEFA.
A decisão do Tribunal do Desporto mais não é do que a confirmação daquilo que já se percebia há muito tempo, isto é, as teses de argumentação que sustentavam a não ida do FC Porto à Liga dos Campeões eram inconsistentes e baseadas em cores clubistas indisfarçáveis… Apenas e só o Sr. Platini poderia valer aos queixosos…. Pois, não valeu…. Depois das maiores idiotices, palermices e estupidezes, o francês deveria ter vergonha em abrir a “retrete”, e pedir desculpa ao FC Porto enquanto instituição.
Paralelamente a tudo isto, o Vitória de Guimarães juntou-se à festa e acompanhou o Benfica nesta batalha jurídica em que se transformou a ida à Liga dos Campeões. Relativamente a isto o que tenho a propor é o corte imediato de relações institucionais com o Vitória. Além disso, tal como a muitos outros clubes o FC Porto graças à sua variedade de jogadores de qualidade costuma emprestar alguns dos seus activos que não têm tantas oportunidades no plantel principal. Pois, para o Vitória de Guimarães deveriam acabar os empréstimos, a cooperação e o fair–play. A luta protagonizada por Guimarães e Benfica vai ficar na história do futebol português como a mais vergonhosa forma de entrar numa competição europeia.
Para cúmulo de tudo isto, fiquei emocionado ao ouvir as declarações do Sr. Luís Vieira. Ao que parece, este senhor não queria a entrada directa do seu clube na Liga dos Campeões em detrimento do FC Porto, isto porque acima de tudo está a honra e a dignidade das vitórias em campo e não na secretaria, através de hediondas e ridículas formas de pressão sobre tudo e todos.
Se alguém tinha dúvidas acerca da actuação do Benfica em todo este processo, elas agora ficaram dissipadas. Depois de tudo ter sido feito tendo em vista uma vitória fora do campo, vem agora o responsável máximo do clube que patrocinou e incentivou tudo isto falar em “vitórias em campo”… É preciso ter uma lata!
Finalmente, e depois de tantas preocupações extra – futebol é tempo de concentrar todas as atenções na preparação da nova época, nomeadamente, no que à integração dos novos jogadores diz respeito.
Para terminar, quero deixar à apreciação duas reflexões muito simples acerca de algumas coisas que tenho lido e ouvido ao longo destas últimas semanas:
· Um jogador de futebol, tal como qualquer trabalhador dependente de outrem, assina um contrato de trabalho com a sua entidade patronal. No contrato de trabalho estão previstas clausulas, tal como é definido o vencimento que o trabalhador auferirá e o período de tempo em que o contrato vigorará. Na parte final do mesmo, ambas as partes assinam, de livre e espontânea vontade, o acordo. Não há pistolas apontadas à cabeça de ninguém. Repito: é tudo de livre e espontânea vontade.
· Se por um lado, há a parte legal, também há a parte sentimental, isto é, aquela que tem a ver com o conforto de cada um, com as motivações e expectativas normais de um ser humano. É normal uma pessoa querer melhorar a sua condição de vida, é normal uma pessoa ambicionar novas metas, novos desafios, novos limites.
Em tudo na vida é necessário ponderar os prós e os contras. É necessário também que as partes envolvidas em determinado acordo consigam, a dado momento, ceder a algumas exigências e desejos. Enfim, é necessário encontrar um meio – termo, ou seja, uma situação que não agradando a todos, não desagrade a ninguém, sob pena de quem sair prejudicado ser a própria organização a que o trabalhador pertence…
No bom caminho
VfL Bochum, 1 - FC Porto, 1
Jogo-treino 2008/09
20 de Julho de 2008
Rewirpower Stadium, em Bochum (Alemanha)
VfL Bochum: Daniel Fernandes; Pfertzel, Mattritz, Mavraj e Christian Fuchs; Imhof, Azaouagh, Dabrowski e Ono; Epalle e Sestak.
Jogaram ainda: Dennis Grote, Mieciel, Schroeder, Danny Fuchs.
Treinador: Marcel Koller.
FC Porto: Helton; Sapunaru, Pedro Emanuel «cap.», Bruno Alves e Benitez; Fernando, Guarín e Tomás Costa; Alan, Farías e Rodriguez.
Jogaram ainda: Ventura, Fucile, Stepanov, Rolando, Bolatti, Lisandro Lopez, Lucho González, Mariano Gonzalez, Lino e Candeias.
Treinador: Jesualdo Ferreira.
Disciplina: Cartão amarelo a Christian Fuchs (27m), Tomás Costa (27m), Mariano (71m), Lisandro Lopez (77m), Fucile (72m) e Mieciel (87m).
Golos: Mavraj (47m) e Lino (84m).
Mais uma exibição promissora, uma resposta positiva à exigência competitiva e ao cansaço, a certeza de um F.C. Porto que melhora de dia para dia. Este domingo, frente a um Bochum que procurou impor um jogo físico, o Dragão exibiu qualidade e soluções, criou várias oportunidades para vencer e cativou simpatias.
Durante a maioria do tempo, apenas o guarda-redes do Bochum foi capaz de constituir obstáculo ao F.C. Porto. Alan, em duas ocasiões, e Lisandro exigiram as melhores aparições no jogo de Daniel Fernandes, e corporizaram a qualidade do jogo azul e branco.Mas houve muito mais. Houve uma equipa com duas faces, ambas interessantes. A da primeira parte esteve dinâmica, a da segunda carregou imenso, à procura de golos e de alguma sensação de justiça. O Bochum marcou sem querer, num pontapé de ressaca que sofreu um desvio e traiu Ventura. Tirando isso, não se viu. A não ser a abusar da virilidade, fruto de alguma complacência da arbitragem que, já na segunda metade, não foi capaz de detectar uma grande penalidade sobre Candeias.
Destaque para o golo de Lino, de livre directo, com classe e mestria, teleguiado, preciso. Foi justo, soube a pouco, impulsionou para novos ataques. O F.C. Porto fecharia o jogo tal como o abrira. Por cima do adversário. Merecia ter vencido.
Terminado o estágio na Alemanha, fica a certeza de que os jogos exibiram a qualidade dos treinos desenvolvidos em Marienfeld. O resultado de hoje não terá sido o desejado, pois o F.C. Porto joga sempre para ganhar, mesmo em partidas com rótulo de amigáveis, mas as conclusões são seguras e inatacáveis: a versão 2008/09 dos Tricampeões promete.
in fcporto.pt
20 julho, 2008
Despertem para a realidade, Meus Caros…
Chamem-me infantil, chamem-me o que quiserem! No verão, na praia, não há nada que se equipare a uma bola-de-berlim (sem creme) e um leite achocolatado :D
A dividir a atenção entre as crianças e o homem-de-branco, que nunca mais aparecia com aquela cestinha, agora já não é cestinha, é uma caixa branca, mas não faz mal, porque o que interessa mesmo é conteúdo… e ele que nunca mais aparecia.
Já eu amaldicioava a ASAE, já o meu marido não podia ouvir falar no homem-de-branco, quando ao longe, ao estilo da melhor miragem, onde até a areia dava o seu melhor ao fazer as figuras distantes parecerem difusas e lá vem ele…. impecavelmente trajado de branco, e no braço, a caixinha mágica (não a da televisão) com as míticas boooooliberliiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii :D
Vai dai toca a acenar ao homem, qual sinaleiro daqueles que estão nas pistas de aterragem dos aeroportos, não fosse ele atender outra como eu primeiro, e lá ia eu ficar a ver navios …
Já em posse das 5 boliberlins (vou fingir nem dar conta desses sorrisinhos, óbvio não eram todas para mim…), pude finalmente dar-me por satisfeita por não ver as minhas expectativas defraudadas… mas só depois do homem me garantir que não corria o risco de a citada entidade impedir a sua entrada na praia durante os dias que se seguiriam, o deixei ir embora. E aí sim, o meu marido pode voltar à leitura d'a Bola.
E perguntam vocês … Que tem o episódio das boliberlim a ver com o Porto, ou na melhor das hipóteses com o título lá em cima?!!
Tem! Tem tudo!
Para os adeptos do slb, as boliberlim, são os títulos a que estavam habituados a dar como certos todos os anos por volta de Junho.
O homem de branco é o sistema… é o que lhe quiserem chamar.
A minha insistência para que ele me garantisse que eu teria as boliberlim, qualquer semelhança com as tentativas desesperadas da parte do slb de tentarem ganhar na secretaria o que não ganham em campo é a mais pura das realidades.
Assim sendo, caros adeptos do slb, para vocês não há mais “boliberlins”.
Vejam na figura de Jorge Nuno Pinto da Costa, a vossa ASAE.
O sistema está limpo. Ganha quem tem mérito! Ganha quem tem melhores jogadores.
Vai às competições Europeias quem o faz por merecer, em campo.
Mas vocês não devem saber o que isso é. Conhecem os cantos todos às instituições de recursos e afins, disso não tenho duvidas.
O campo, é aquele maravilhoso espaço relvado, com umas linhas e duas balizas, onde nós – PORTISTAS – brilhamos e festejamos títulos, uns atrás dos outros.
Espero não voltar a ocupar este nobre espaço com um post dedicado a vocês, mas eu tinha avisado: iriam pagar por terem ousado enxovalhar o nome do meu Porto!
Saudações Azuis & Brancas,
Heliantia.
Parabéns, Sodani!
[ os votos do bLuE bOy, Estilhaço, Lucho, Paulo Pereira, CJ, Tiago, PortoMaravilha, Heliantia, RCBC, Dragon Soul e Fokinha ]
- enquanto não chega o «jersey», ficas por ora com momentos «mustang» show -
O dia a dia... em «super flash»
Ventura: «Trabalho com os melhores guarda-redes da Liga»
Ventura tem cumprido um processo de crescimento sustentado no F.C. Porto. O guarda-redes beneficia do convívio com Helton e Nuno para aprender e amadurecer as qualidades que lhe são reconhecidas. Este sábado, na superflash realizada no Klosterpforte Hotel, mostrou-se também seguro no discurso.
«Vamos ter amanhã mais um jogo amigável que pretendemos ganhar e no qual queremos pôr em prática o que temos aprendido aqui no estágio»
«Gostamos mais de jogos a sério, mas para chegarmos a eles em condições, temos de passar pela fase da pré-época para, quando chegarmos à Supertaça, estarmos a cem por cento»
«Temos trabalhado muito forte, com muita intensidade, por isso é normal que haja fadiga»
«Acho que o clube escolheu bem. Contratou jogadores para as posições que precisava. Acho que nos vão ajudar a ser melhores»
«É normal que todos os clube se reforcem. Não devemos olhar para os outros, mas sim para nós. E penso que nos estamos a reforçar bem»
«Sei que a concorrência é forte, mas vou trabalhar e, se surgir um oportunidade, espero estar preparado. Os meus objectivos passam por trabalhar e estar sempre a cem por cento para, se tiver de jogar, o mister poder confiar em mim. Ele é que decide»
«Trabalho com os dois melhores guarda-redes da Liga. O terceiro quem é? Vocês decidem»
«É difícil dizer se estamos fisicamente mais fortes, pois estamos a começar agora. Sinto que estamos fortes e que vamos estar bem durante a época toda»
«Estive cá no ano passado e estou neste para aprender. Se sentisse que não estava a aprender pedia para sair. Acho que cresci muito desde que começou a época passada. Por isso a melhor opção foi ficar. Não vou estar parado, pois vou ter a Liga Intercalar para poder jogar»
«Sinto que posso ter futuro. Tenho trabalhado todos os dias com grande vontade e máximo empenhamento para isso. Referências? Os dois guarda-redes com quem trabalho e a máxima referência do clube, que é o Vítor Baía»
in fcporto.pt
19 julho, 2008
Tanta excitação...
Os nossos jogadores lá andam em pré-época, por locais que nos trazem grandes recordações e sentimentos de alegria, mas isso não passará de um mero factor de motivação, nada mais, até porque o passado tem de ser
Pelo que tenho visto dos jogos ando contente com o que vejo, não dá para ver ainda quem sabe jogar futebol ou não, mas dá para ver que o entrosamento tem sido perfeito. E por experiência própria sei o quanto isso contribui para o sucesso de uma equipa. Não é só fazer o que o treinador diz, nem é só ter um comportamento exemplar. É sempre preciso quem acolha os novos, quem lhes mostre o que a nossa "mística"* e lhes mostre a responsabilidade de jogar num clube como o nosso. Mas também quem os convide para beber um copo ou uma simples brincadeira de balneário que nos fazem a todos sentir integrados dentro de uma pequena sociedade.
Quanto à surpresa que tanto se fala, não peço nenhum jogador em especial. Não quero a, b nem c. Nem precisa ser de renome, nem de ser conhecido, nem de ser "roubado"**, apenas de saber jogar futebol e de saber que vem para o melhor clube do mundo.
Como disse António Gedeão na sua Pedra Filosofal, "que sempre que um homem sonha, o mundo pula e avança", é nisso que as equipas como o FC Porto são exemplos para a sociedade, porque quem persegue os seus sonhos com dedicação e afinco, acaba por ver o esforço recompensado.
Um abraço.
Tiago Teixeira
* - Onde se lê "mística" é favor de não confundir com alguma espécie de revista de má índole e de leitura duvidosa que por aí circula.
** - Onde se lê "roubado!", só queria dizer aos leitores deste blogue que não são Portistas, que eu bem sei que os há (por pormenores que serão aqui escusados de publicar e que já foram explicados) que o nosso clube não rouba nada a ninguém. O nosso clube GANHA!! Títulos e consequentemente dinheiro, e quem tem dinheiro pode, quem não tem...
Olear a máquina
Hannover, 1 - FC Porto, 1
Jogo-treino 2008/09
18 de Julho de 2008
Estádio AWD Arena, em Hannover (Alemanha)
Hannover 96: Fromlowitz, Cherundolo, Ismael, Eggimann, Christian Schulz, Lala, Stajner, Bruggink, Roberto Pinto, Forssell e Schlaudraff.
Jogaram ainda: Vinicius, Hanke, Zizzo, Krebs, Rosenthal, Rausch, Farenhorst, Hofmann e Bastian Schulz.
Treinador: Dieter Hecking.
FC Porto: Ventura; Sapunaru, Rolando, Bruno Alves, Lino, Guarín, Raul Meireles, Tomás Costa, Lucho González, Mariano Gonzalez e Lisandro Lopez.
Jogaram ainda: Nuno, Fucile, Stepanov, Benitez, Fernando, Quaresma, Bolatti, Farías, Alan e Pedro Emanuel.
Treinador: Jesualdo Ferreira.
Disciplina: ---.
Golos: Farías (52m) e Vinicius (70m).
Os resultados não são o mais importante nestes amigáveis, mas animam o crescimento da equipa. O F.C. Porto empatou esta sexta-feira no estádio do Hannover 96. O desfecho, ainda assim, é animador. Não pelo empate, essencialmente pelo desempenho dos jogadores. Tendo em vista as cargas recentes, foi extremamente promissor. Belo ensaio!
Custa recordar este desafio e perceber que o F.C. Porto merecia vencer e festejar três ou quatro golos. Teria sido um justo prémio para a entrega e o profissionalismo dos atletas. É inequívoco que o grupo está cansado, é bom não esquecer que treinou pela manhã. À chuva e de forma aplicada. Mas também é uma certeza que jogou muito mais que o adversário alemão.Jesualdo Ferreira voltou a distribuir minutos por todos os atletas disponíveis e terá registado a disponibilidade global. O F.C. Porto lançou-se bem em campo, criou perigo, girou a bola, recuperou processos de sucesso. Num desses desenhos, aos primeiros minutos, Mariano entortou dois adversários, mirou a baliza, mas disparou por cima. Pouco depois, num sufoco que sempre foi imagem de marca, Lucho recuperou e assistiu. Lisandro estourou contra a trave.
Muito Porto no relvado. Um Porto de classe precoce a justificar festejos. Farías, já na segunda parte, confirmaria a previsão saída do pé direito de Alan e que tinha sido devolvida pelo ferro. Era justo. Justíssimo. Cristalino como a superioridade azul e branca. Pecava por escasso.
O equilíbrio fictício parecia forçado pela tendência caseira da arbitragem, que anularia, sem razão, um lance em que Farías surgia cara a cara com o golo. E como, entretanto, o Hannover marcou, o F.C. Porto teve de encarar uma dupla adversidade. Em fê-lo com classe. Sempre a carregar, com todos os jogadores a revelar um crescimento sustentado, obrigou o guarda-redes contrário a brilhar e chegou mesmo a marcar novo golo, por Farías. O árbitro, todavia, detectou uma falta imperceptível de Stepanov no instante imediatamente anterior.
O derradeiro destaque do amigável seria assinado por quem não tem o direito a figurar na memória futura. Pelo ridículo, todavia, fica o registo. Ainda antes do minuto 90, o F.C. Porto carregava e Lino preparava-se para bater um livre perigoso. Com muita gente na área contrária, podia ser perigoso. O árbitro apitou e… voltou a apitar. Ao terceiro sopro, as duas equipas começaram a dirigir-se para as cabines. Incrédulas.
in fcporto.pt
18 julho, 2008
Apetece-me gozar
Foi bom estar na Champions League, não foi?
Dor de cotovelo é lixada, não é?
Então, com quem vão jogar na Champions?
Bem, este ano é que vai ser... começaram a investir dentro das 4 linhas, não é verdade? É que realmente o pessoal da secretaria assemelha-se muito à equipa que tinham no relvado no ano passado… não vale um chavo!
É este ano que vão ganhar tudo, não é verdade? A Superliga, a Taça de Portugal, a Taça da Liga, a Supertaça e a Champions, não é?
Desta vez subiram de posto... deixaram de ser galinhas para se tornarem em avestruzes e não tirarem a cabecinha da areia!
Já diz o velho ditado que "quem ri por último, ri melhor"!
Não sei porquê, mas sempre que olho aqueles galináceos a passarem na porta do meu gabinete, onde outrora gozavam comigo, só me apetece dizer estas e outras coisas mais. Mas, como sou Portista e muito, mas muito mais inteligente do que eles, reservo-me ao silêncio... não digo nada. Simplesmente, remeto-os à sua insignificância.
Desculpem lá estes desabafos, mas esta semana, não me ocorre mais nada.
Saudações azuis e brancas,
Sodani
Agora que o «calor» chegou...
... nada como lançar as bases para um novo momento de confraternização dos amigos/as do blog BiBó PoRtO, carago!, desta vez em forma de piquenique, que iremos realizar na zona envolvente de pinhal que invade São Pedro de Maceda (Ovar), durante todo o dia de 27 de Julho (domingo) próximo, sendo este um local previligiado pelo ar refrescante e pela combinação do parque florestal com o mar, resultando numa óptima opção para quem gosta de campo e praia em simultaneo.
Como não podia deixar de ser, os objectivos passam essencialmente por promover o convívio e boa disposição entre todos os participantes e respectivas famílias que estão obviamente também elas convidadas para este momento, bem como até se aproveitar para colocar a conversa em dia no que a futebóis diz respeito, já que nos dia anterior, onde muitos de nós irão estar presentes, ocorrerá no Estádio do Dragão, pelas 21h00, o jogo de apresentação do FC Porto aos seus adeptos, quando entrar em campo para defrontar os escoceses do Celtic de Glasgow.
E prontos, fica aqui formulado o convite a todos os visitantes/leitores deste blog que (alguns) pretendam repetir ou (outros) participar pela primeira vez em mais uma das nossas jornadas de confraternização.
Aos interessados que pretendam estar presentes, bastará para tal contactar-nos para o endereço electrónico blogdoblueboy@gmail.com com indicação dos vossos dados e contactos, sendo que na volta, prestaremos todas as informações consideradas úteis para comunicação do ponto de encontro previsto nessa data.
Pela nossa parte, apenas podemos prometer uma coisa: “mais um fantástico dia pleno de convívio e boa disposição que nos espera!”... o resto, depende unicamente de vocês!

















