25 maio, 2010
24 maio, 2010
Quem se segue?
http://bibo-porto-carago.blogspot.com/
Na semana que passou dois nomes foram, insistentemente, apontados ao comando técnico do Dragão: André Villas-Boas e Lázló Bölöni. Ao que parece, é cada vez mais certa a saída de Jesualdo Ferreira.
Em minha opinião, André Villas-Boas tem tido um péssimo tratamento por parte da comunicação social portuguesa. Para um treinador jovem como Villas-Boas, com vontade de provar a sua qualidade e desenvolver o seu trabalho, o mais tranquilamente possível, ser constantemente comparado a José Mourinho, é por si só, uma enorme “crueldade”. As comparações com José Mourinho só prejudicam Villas-Boas e resultam apenas de uma mero exercício imaginativo por parte da comunicação social.
Tenho a ideia de que Villas-Boas é um técnico corajoso, determinado, audaz, perspicaz e estudioso. Em termos tácticos, o melhor elogio que lhe posso fazer é que sempre que vi jogar a Académica, vi uma equipa de peito aberto a jogar com os adversários de igual para igual e sempre com mentalidade ofensiva. Uma Académica que diga-se, além de Sougou, tinha poucos “ovos” para fazer uma “boa omoleta”. Quando Villas-Boas assumiu o comando técnico, a Académica “vegetava” no último lugar sem qualquer vitória. É um facto que a Académica terminou o campeonato no 11º lugar, com 10 pontos de vantagem sobre a “linha de água” e o 6º melhor ataque. Este último indicador espelha bem aquilo que penso acerca de Villas-Boas: um treinador que gosta de ver a sua equipa jogar ao ataque e marcar golos. Este é meu tipo de futebol preferido, futebol de ataque, com golos, espectáculo e diversão para os adeptos; o futebol do medo, do anti-jogo e da retranca defensiva para o ponto não me parece que seja o tipo de futebol adequado a Villas-Boas; e orientando a Académica, o mais fácil seria enveredar por esse caminho. Em suma, apesar de poder ser uma boa aposta, é também uma aposta de maior risco, mas na economia, os activos de maior risco são aqueles com maior rendibilidade futura.
Lázló Bölöni é um experiente técnico romeno com trabalho de reconhecido mérito em França, onde orientando equipas como o Rennes ou o Nancy, obteve resultados meritórios, tendo inclusivamente apurado o Rennes para as competições europeias. Depois seguiu-se uma passagem pela selecção romena onde logrou atingir os quartos-de-final no Euro 2000, sendo apenas batido pela toda-poderosa Itália. Em Portugal, Bölöni esteve dois anos ao serviço do Sporting onde foi campeão, venceu Taça e Supertaça. Recentemente, esteve na Bélgica, onde também foi campeão pelo Standard Liége.
Em suma, podemos afirmar que estes dois treinadores representam dois perfis diferentes, mas do meu ponto de vista, igualmente adequados ao actual momento do FC Porto. Por um lado, temos a inexperiência aliada à enorme vontade de vencer e vingar num clube grande. Por outro, temos a experiência internacional aliada à vontade de mais uma vez demonstrar qualidades e competência num grande clube europeu como é o FC Porto.
Sinceramente, acredito na escolha da SAD relativamente ao próximo treinador do FC Porto. Seja algum destes dois nomes, seja outro qualquer, o homem escolhido para liderar a nau portista será o “meu treinador” e terá o meu incondicional apoio. Como minha modesta opinião, e não passando disso mesmo, parece-me que aquilo de que o FC Porto mais precisa neste momento é de alguém que “agite as águas” e traga sangue novo e MUITA VONTADE DE VENCER; de alguém que ainda nada tenha ganho, mas que já tenha demonstrado enorme ambição de vencer no futuro; e também de alguém que não tenha “papas na língua”, nem medo das palavras sempre que lhe colocam perguntas incómodas…
PS: Artur Jorge, António Oliveira, Fernando Santos, José Mourinho, Co Adriaanse e Jesualdo Ferreira não tinham qualquer título antes de ir para o FC Porto… mas Pinto da Costa percebeu (muito perspicazmente, como sempre!) que qualquer um desses poderia ser uma aposta vencedora, e a verdade é que o resultado foi um FC Porto vencedor de muitos títulos nacionais e internacionais. Ou seja, o FC Porto faz treinadores campeões, não são os treinadores que fazem do FC Porto campeão. Numa estrutura forte, coesa e vencedora como a do FC Porto, torna-se fácil um técnico, mesmo sem muito currículo, trabalhar… e trabalhar bem.
Em minha opinião, André Villas-Boas tem tido um péssimo tratamento por parte da comunicação social portuguesa. Para um treinador jovem como Villas-Boas, com vontade de provar a sua qualidade e desenvolver o seu trabalho, o mais tranquilamente possível, ser constantemente comparado a José Mourinho, é por si só, uma enorme “crueldade”. As comparações com José Mourinho só prejudicam Villas-Boas e resultam apenas de uma mero exercício imaginativo por parte da comunicação social.
Tenho a ideia de que Villas-Boas é um técnico corajoso, determinado, audaz, perspicaz e estudioso. Em termos tácticos, o melhor elogio que lhe posso fazer é que sempre que vi jogar a Académica, vi uma equipa de peito aberto a jogar com os adversários de igual para igual e sempre com mentalidade ofensiva. Uma Académica que diga-se, além de Sougou, tinha poucos “ovos” para fazer uma “boa omoleta”. Quando Villas-Boas assumiu o comando técnico, a Académica “vegetava” no último lugar sem qualquer vitória. É um facto que a Académica terminou o campeonato no 11º lugar, com 10 pontos de vantagem sobre a “linha de água” e o 6º melhor ataque. Este último indicador espelha bem aquilo que penso acerca de Villas-Boas: um treinador que gosta de ver a sua equipa jogar ao ataque e marcar golos. Este é meu tipo de futebol preferido, futebol de ataque, com golos, espectáculo e diversão para os adeptos; o futebol do medo, do anti-jogo e da retranca defensiva para o ponto não me parece que seja o tipo de futebol adequado a Villas-Boas; e orientando a Académica, o mais fácil seria enveredar por esse caminho. Em suma, apesar de poder ser uma boa aposta, é também uma aposta de maior risco, mas na economia, os activos de maior risco são aqueles com maior rendibilidade futura.
Lázló Bölöni é um experiente técnico romeno com trabalho de reconhecido mérito em França, onde orientando equipas como o Rennes ou o Nancy, obteve resultados meritórios, tendo inclusivamente apurado o Rennes para as competições europeias. Depois seguiu-se uma passagem pela selecção romena onde logrou atingir os quartos-de-final no Euro 2000, sendo apenas batido pela toda-poderosa Itália. Em Portugal, Bölöni esteve dois anos ao serviço do Sporting onde foi campeão, venceu Taça e Supertaça. Recentemente, esteve na Bélgica, onde também foi campeão pelo Standard Liége.
Em suma, podemos afirmar que estes dois treinadores representam dois perfis diferentes, mas do meu ponto de vista, igualmente adequados ao actual momento do FC Porto. Por um lado, temos a inexperiência aliada à enorme vontade de vencer e vingar num clube grande. Por outro, temos a experiência internacional aliada à vontade de mais uma vez demonstrar qualidades e competência num grande clube europeu como é o FC Porto.
Sinceramente, acredito na escolha da SAD relativamente ao próximo treinador do FC Porto. Seja algum destes dois nomes, seja outro qualquer, o homem escolhido para liderar a nau portista será o “meu treinador” e terá o meu incondicional apoio. Como minha modesta opinião, e não passando disso mesmo, parece-me que aquilo de que o FC Porto mais precisa neste momento é de alguém que “agite as águas” e traga sangue novo e MUITA VONTADE DE VENCER; de alguém que ainda nada tenha ganho, mas que já tenha demonstrado enorme ambição de vencer no futuro; e também de alguém que não tenha “papas na língua”, nem medo das palavras sempre que lhe colocam perguntas incómodas…
PS: Artur Jorge, António Oliveira, Fernando Santos, José Mourinho, Co Adriaanse e Jesualdo Ferreira não tinham qualquer título antes de ir para o FC Porto… mas Pinto da Costa percebeu (muito perspicazmente, como sempre!) que qualquer um desses poderia ser uma aposta vencedora, e a verdade é que o resultado foi um FC Porto vencedor de muitos títulos nacionais e internacionais. Ou seja, o FC Porto faz treinadores campeões, não são os treinadores que fazem do FC Porto campeão. Numa estrutura forte, coesa e vencedora como a do FC Porto, torna-se fácil um técnico, mesmo sem muito currículo, trabalhar… e trabalhar bem.
BiBó Melhor Jogador 2009/10, carago! - fim de época
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Após a vitória na final da Taça por 2 a 1 frente ao CHAVES, Hulk foi eleito o melhor em campo. O segundo posto ficou reservado para Guarin que voltou a marcar. E o terceiro para Belluschi que também esteve em bom plano.
Acabou a época e os resultados finais são bastante elucidativos.
Para o ano espero que estejamos todos cá novamente e que a época corra melhor. Da minha parte, penso que Falcao e Varela estiveram bem acima dos restantes e que mereceram as posições na tabela.
Um forte abraço,
Tiago Teixeira
Acabou a época e os resultados finais são bastante elucidativos.
- Falcao - 107 pontos
- Varela - 46 pontos
- Hulk - 39 pontos
- baliza: Helton, com 23 pontos, foi o guarda-redes mais pontuado.
- defesa: Bruno Alves, foi o defesa que mais pontuou com 20 pontos, mas teve Álvaro Pereira bastante perto com 19 pontos, e um pouco mais longe, ficou Fucile com 9.
- meio-campo: o mais pontuado foi Belluschi com 34 pontos, seguido de Fernando com 22 e de Guarin com 17.
- ataque: na frente de ataque, ficaram os três do pódio geral. Falcao fez uns incríveis 107 pontos. Varela que esteve bastante tempo lesionado, fez 46, e Hulk que também esteve bastante tempo fora, fez 39 pontos.
Um forte abraço,
Tiago Teixeira
Parente traído pela mecânica
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Um quinto lugar na primeira corrida e uma desistência na segunda. O balanço de Magny-Cours não deixou Álvaro Parente satisfeito. O carro do FC Porto até estava entre os mais rápidos, mas uma sequência de infortúnios deitou tudo a perder. Os azuis e brancos saem da terceira ronda da Superleague Formula no 9º lugar da geral, com 118 pontos acumulados.
«Foi um fim-de-semana muito mau no final. Tinha um bom carro desde o início e estava confiante, mas acabou por ser para esquecer. Na primeira corrida tive uma luta interessante com o John Martin, se bem que ele não foi totalmente correcto ao mudar tantas vezes de direcção, mas a segunda foi um pesadelo. Fui prejudicado pela equipa, pois quando me deram instruções para entrar nas boxes a minha zona de paragem estava ocupada. Acabei por ir para a zona seguinte, mas os pneus não eram para o meu carro e isso resultaria em desclassificação, pelo que voltei à pista. Um conjunto de erros incompreensível. Ainda assim, e sem saber como, ganhei posições, mas depois tive de desistir com problemas de embraiagem», explicou o piloto portuense, visivelmente desapontado.
Classificação Prova - 5º lugar (1ª prova); 11º lugar (2ª prova); não se classificou (superfinal).
Classificação Geral - 1º lugar, Tottenham Hotspur (250 pts); 9º lugar, FC Porto (118 pts)
Próxima prova: 19 e 20 de Junho de 2010, no Circuito de Jarama, Espanha
«Foi um fim-de-semana muito mau no final. Tinha um bom carro desde o início e estava confiante, mas acabou por ser para esquecer. Na primeira corrida tive uma luta interessante com o John Martin, se bem que ele não foi totalmente correcto ao mudar tantas vezes de direcção, mas a segunda foi um pesadelo. Fui prejudicado pela equipa, pois quando me deram instruções para entrar nas boxes a minha zona de paragem estava ocupada. Acabei por ir para a zona seguinte, mas os pneus não eram para o meu carro e isso resultaria em desclassificação, pelo que voltei à pista. Um conjunto de erros incompreensível. Ainda assim, e sem saber como, ganhei posições, mas depois tive de desistir com problemas de embraiagem», explicou o piloto portuense, visivelmente desapontado.
Classificação Prova - 5º lugar (1ª prova); 11º lugar (2ª prova); não se classificou (superfinal).
Classificação Geral - 1º lugar, Tottenham Hotspur (250 pts); 9º lugar, FC Porto (118 pts)
Próxima prova: 19 e 20 de Junho de 2010, no Circuito de Jarama, Espanha
23 maio, 2010
Jogos viciados, títulos comprados...
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Caros Portistas,
1. na sequência da perseguição assumida pela Comissão Disciplinar da Liga ao FCPorto, na constante procura de interpretar regulamentos e leis de forma a prejudicar os dragões na luta pela revalidação do título de campeão nacional;
2. no sentido de garantir que a justiça desportiva continua "íntegra, justa e responsável" conforme defende o presidente da CD da liga;
3. na sequência das notícias veículadas pelos vários orgãos de comunicação social, que noticiam as ameaças de morte feitas a árbitros, durante a época que agora terminou, por parte de adeptos lampiões;
4. comprovando-se que de facto são SÓCIOS e adeptos lampiões os responsáveis pelas ameaças efectuadas durante a época;
Exige-se que de imediato o Sr presidente da CD exerça o seu papel com a mesma celeridade e o mesmo sentido de justiça que tanto procurou para aplicar castigos em cima de castigos ao Futebol Clube do Porto zele pela justiça desportiva e ao abrigo do artigo 54º do regulamento disciplinar da LPFP com a respectiva aplicação do disposto no artigo 51º, conforme segue.
Recordemos pois que ao se verificar tal situação, o clubezeco da 2ª circular é já reincidente (lembremos a agressão do "diabo de gaia" ao fiscal de linha que mais tarde validou o golo em fora-de-jogo aos lampiões, que lhes deu a vitória na capelinha da luz, frente aos dragões);
Cabe-nos a nós portistas, fazer passar esta mensagem a todas as pessoas que conseguirmos para mostrar ao mundo que a justiça desportiva em Portugal é podre e declaradamente ANTI-PORTISTA e move-se a toque de caixa vermelha-e-branca na tentativa de perpetuar o imperialismo lisboeta contra aqueles que procuram todos os dias através do trabalho, dedicação e qualidade mais que reconhecida por toda a Europa e pelo mundo e por todos os profissionais que têm o privilégio de ostentar o símbolo do dragão.
Se nos tentam derrotar na secretaria é pela secretaria que nos temos que defender expondo a podridão do futebol na sua verdadeira cor: o vermelho!
saudações portistas,
O Gil
1. na sequência da perseguição assumida pela Comissão Disciplinar da Liga ao FCPorto, na constante procura de interpretar regulamentos e leis de forma a prejudicar os dragões na luta pela revalidação do título de campeão nacional;
2. no sentido de garantir que a justiça desportiva continua "íntegra, justa e responsável" conforme defende o presidente da CD da liga;
3. na sequência das notícias veículadas pelos vários orgãos de comunicação social, que noticiam as ameaças de morte feitas a árbitros, durante a época que agora terminou, por parte de adeptos lampiões;
4. comprovando-se que de facto são SÓCIOS e adeptos lampiões os responsáveis pelas ameaças efectuadas durante a época;
Exige-se que de imediato o Sr presidente da CD exerça o seu papel com a mesma celeridade e o mesmo sentido de justiça que tanto procurou para aplicar castigos em cima de castigos ao Futebol Clube do Porto zele pela justiça desportiva e ao abrigo do artigo 54º do regulamento disciplinar da LPFP com a respectiva aplicação do disposto no artigo 51º, conforme segue.
- Artigo 54.º - Coacção
1. Os Clubes que exerçam violências físicas ou morais sobre delegados da Liga, observadores de árbitros, dirigentes, jogadores, treinadores, secretários ou auxiliares técnicos, médicos, massagistas e delegados ao jogo do Clube adversário, que ocasionem inferioridade na sua representação aquando dos jogos oficiais e contribuam para o desenrolar deste em condições anormais, serão punidos nos termos do n.º 2 do Art.º 51.º.
2. Se os factos referidos no número anterior forem cometidos sobre qualquer elemento da equipa de arbitragem com o fim de, por qualquer forma, ocasionar condições anormais na direcção do encontro com consequências no resultado ou levem o árbitro a falsear, por qualquer modo, o conteúdo do boletim do encontro, o Clube serão punidos nos termos do n.º 1 do Art.º 51.º.
3. Os factos referidos nos n.ºs 1 e 2, quando na forma de tentativa, serão punidos com pena de derrota e multa acessória de € 12.500 (doze mil quinhentos euros).
4. Os Clubes são considerados responsáveis, nos termos dos números anteriores, pelos factos cometidos, directa ou indirectamente, por qualquer dos seus dirigentes ou representantes, sócios e funcionários.
Artigo 51.º
(...)
a) Baixa de divisão;
b) Multa de € 50.000 (cinquenta mil euros) a € 200.000 (duzentos mil euros).
2. Se o ilícito for cometido na forma de tentativa, o Clube será punido com as seguintes penas:
a) Subtracção de seis pontos na classificação geral;
b) Multa de € 25.000 (vinte e cinco mil euros) a € 100.000 (cem mil euros).
Recordemos pois que ao se verificar tal situação, o clubezeco da 2ª circular é já reincidente (lembremos a agressão do "diabo de gaia" ao fiscal de linha que mais tarde validou o golo em fora-de-jogo aos lampiões, que lhes deu a vitória na capelinha da luz, frente aos dragões);
Cabe-nos a nós portistas, fazer passar esta mensagem a todas as pessoas que conseguirmos para mostrar ao mundo que a justiça desportiva em Portugal é podre e declaradamente ANTI-PORTISTA e move-se a toque de caixa vermelha-e-branca na tentativa de perpetuar o imperialismo lisboeta contra aqueles que procuram todos os dias através do trabalho, dedicação e qualidade mais que reconhecida por toda a Europa e pelo mundo e por todos os profissionais que têm o privilégio de ostentar o símbolo do dragão.
Se nos tentam derrotar na secretaria é pela secretaria que nos temos que defender expondo a podridão do futebol na sua verdadeira cor: o vermelho!
saudações portistas,
O Gil
22 maio, 2010
Falam, falam, falam...
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Está encontrado o treinador do FCPorto para 2010/11, mas o processo não conhecerá um desfecho oficial nos próximos dias. O eleito está amarrado, num negócio tão fechado como as bocas dos protagonistas. Ninguém está autorizado a desvendar uma operação que será revelada depois de Jesualdo Ferreira cumprir o seu último acto oficial como técnico dos dragões, no fórum da UEFA em Madrid, agendado para domingo. Pinto da Costa goza uns dias de descanso fora do país, o que confirma o quadro traçado: já há treinador e nada se saberá até ao seu regresso.
André Vilas-Boas foi escolhido por Pinto da Costa para substituir Jesualdo Ferreira, sabe a TSF. O ex-adjunto de Mourinho deverá assim tornar-se o treinador mais jovem de sempre do clube.
# 20.05.2010, tsf.pt
Romeno deve ser apresentado na próxima semana com Jorge Costa como adjunto
Laszlo Bölöni enquadra-se no perfil traçado por Pinto da Costa; é um técnico sem medo de apostar nos jovens - repare-se na forma como apostou em Hugo Viana, Ricardo Quaresma, Cristiano Ronaldo e Custódio em Alvalade - e que privilegia o bom futebol, com respeito pelo espectador que paga o seu bilhete.
... André Villas-Boas, que ontem foi dado como certo pela rádio TSF no comando técnico portista, e José Peseiro estão ainda em cima da mesa.
Contudo, a opção por um destes dois treinadores significaria que Pinto da Costa, juntamente com a SAD, abandonaria algumas das premissas do perfil há muito traçado; estrangeiro, com currículo, adepto do espectáculo e identificado com o futebol português.
# 21.05.2010, dn.sapo.pt
MrCosmos
maio 22, 2010
homenagem VIPortista, MrCosmos na odisseia azul e branca, videos
11 comments
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Parabéns, Pedro Marques Lopes!
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São os votos do Bruno Rocha, Álvaro Costa, Paulo Pereira, RCBC, Pedro Porto, Tripeiro, PortoMaravilha, Sevilha03, Sodani, MrCosmos, Dragão Soul, Fokinha, Dragão 66, bLuE bOy, Estilhaço, Lucho, João Rocha, Heliantia, Bluelife, Teixeira e o Zinho.
Vale a pena sempre lembrar, que não sendo os "maiÓres", somos os MELHORES (2x) do mundo...
Parabéns Pedro! (Pelo bom gosto clubístico ;-)
Vale a pena sempre lembrar, que não sendo os "maiÓres", somos os MELHORES (2x) do mundo...
Parabéns Pedro! (Pelo bom gosto clubístico ;-)
21 maio, 2010
João Salvador Rocha
maio 21, 2010
o joão pelas rocha(s) da calçada azul e branca, treinador
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“A vencer desde 1893… 1982… 2006!”
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Pois é, o filme, finalmente acabou! É tempo agora de mudar a água às azeitonas, preparar nova rodada de cerveja e meter sal nos tremoços. O sol faz suar em bica, indica verão, Mundial, Selecção à vista, a competição interna encerra para balanços e balancetes para não mais repetir antecedentes.
E que balanço! A época não foi mais do que um verdadeiro balancé descontrolado, cheio de ascendências e descendências, que em nada são espelho do mais conhecido slogan portista. Marketing evidencia e invejam uns, Realidade proclamam outros. A verdade é que foi, ainda, em pleno século XIX que nasceu para o mundo o azul e branco não só do céu, não só do mar, mas o azul das vitórias. ADN portista desmembrava-se neste e naquele e comportava nas suas moléculas para todo o mundo ver, as palavras: “A vencer desde 1893!”
E de conquista em conquista lá se foi construindo palmarés, com a certeza porém de que fora em 1893 que a Calçada se iniciara, porém seria em 1982 que o trilho ficaria devidamente marcado. Com Jorge Nuno Pinto da Costa ao comando, o slogan ganha nova expressão, passando para o calceteiro a ser: “A vencer desde 1893…a dominar desde 1982!”. Para uns velho e acabado, para a maioria 11ª reeleito, para muitos satirizado como o Papa, para outros o “senhor que mais títulos papa”. A sua marca no futebol mundial é inegável e indelével, e com um curriculum extenso, é reeleito a ganhar prometendo que vai voltar a ganhar.
E se há ciclos que perduram, outros se encerram e, aparentemente, que está admitida a saída de Jesualdo, a Calçada portista não pode deixar de evidenciar (que em tantos momentos lhe foi critica) a merecida gratidão por em quatro anos de dragão ao peito ter ganho seis títulos, sendo campeão por três, substanciando o Tetra, ganhando duas taças de Portugal e uma Supertaça e levando para casa o chavão de que: “Jesualdo campeão… a vencer desde 2006… só no Porto no Dragão!”
Ps: O próximo treinador que vier, seja estrangeiro ou português, esteja a altura do desafio pois lembre-se que, também, passa a ser “FC Porto a vencer desde 1893”!
Abraço e fiquem por aí… que eu fico!
E que balanço! A época não foi mais do que um verdadeiro balancé descontrolado, cheio de ascendências e descendências, que em nada são espelho do mais conhecido slogan portista. Marketing evidencia e invejam uns, Realidade proclamam outros. A verdade é que foi, ainda, em pleno século XIX que nasceu para o mundo o azul e branco não só do céu, não só do mar, mas o azul das vitórias. ADN portista desmembrava-se neste e naquele e comportava nas suas moléculas para todo o mundo ver, as palavras: “A vencer desde 1893!”
E de conquista em conquista lá se foi construindo palmarés, com a certeza porém de que fora em 1893 que a Calçada se iniciara, porém seria em 1982 que o trilho ficaria devidamente marcado. Com Jorge Nuno Pinto da Costa ao comando, o slogan ganha nova expressão, passando para o calceteiro a ser: “A vencer desde 1893…a dominar desde 1982!”. Para uns velho e acabado, para a maioria 11ª reeleito, para muitos satirizado como o Papa, para outros o “senhor que mais títulos papa”. A sua marca no futebol mundial é inegável e indelével, e com um curriculum extenso, é reeleito a ganhar prometendo que vai voltar a ganhar.
E se há ciclos que perduram, outros se encerram e, aparentemente, que está admitida a saída de Jesualdo, a Calçada portista não pode deixar de evidenciar (que em tantos momentos lhe foi critica) a merecida gratidão por em quatro anos de dragão ao peito ter ganho seis títulos, sendo campeão por três, substanciando o Tetra, ganhando duas taças de Portugal e uma Supertaça e levando para casa o chavão de que: “Jesualdo campeão… a vencer desde 2006… só no Porto no Dragão!”
Ps: O próximo treinador que vier, seja estrangeiro ou português, esteja a altura do desafio pois lembre-se que, também, passa a ser “FC Porto a vencer desde 1893”!
Abraço e fiquem por aí… que eu fico!
Sevilha, foi nossa!
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Celtic Glasgow 2-3 FC Porto
Taça UEFA 2003
21 de Maio de 2003
Estádio Olimpico, Sevilha (Espanha)
árbitro: Lubos Mitchel (Eslováquia)
Celtic Glasgow: Douglas, Mjalby, Balde, Valgaren (Laursen 64m), Agathe, Lambert (McNamara 75m), Lennon, Thompson, Petrov (Maloney 104m), Larsson e Sutton.
Suplentes não-utilizados: Hedman, Sylla, Fernandez e Jamie Smith.
Treinador: Martin O'Neill.
FC Porto: Vítor Baía; Paulo Ferreira, Jorge Costa (Pedro Emanuel 70m), Ricardo Carvalho e Nuno Valente; Costinha (Ricardo Costa 8m), Maniche, Deco e Alenitchev; Derlei e Capucho (Marco Ferreira 97m).
Suplentes não-utilizados: Nuno, Tiago, César Peixoto e Clayton.
Treinador: José Mourinho.
Marcadores: Derlei (45m), Larsson (47m), Alenitchev (53m), Larsson (56m) e Derlei (114m).
Na 1/2 final, um FC Porto de «luxo» na noite gélida e chuvosa de 10.04.2003
Num ambiente sufocante, eis então a final de Sevilha.
O descomprimir das emoções... festejando com os adeptos.
Taça UEFA 2003
21 de Maio de 2003
Estádio Olimpico, Sevilha (Espanha)
árbitro: Lubos Mitchel (Eslováquia)
Celtic Glasgow: Douglas, Mjalby, Balde, Valgaren (Laursen 64m), Agathe, Lambert (McNamara 75m), Lennon, Thompson, Petrov (Maloney 104m), Larsson e Sutton.
Suplentes não-utilizados: Hedman, Sylla, Fernandez e Jamie Smith.
Treinador: Martin O'Neill.
FC Porto: Vítor Baía; Paulo Ferreira, Jorge Costa (Pedro Emanuel 70m), Ricardo Carvalho e Nuno Valente; Costinha (Ricardo Costa 8m), Maniche, Deco e Alenitchev; Derlei e Capucho (Marco Ferreira 97m).
Suplentes não-utilizados: Nuno, Tiago, César Peixoto e Clayton.
Treinador: José Mourinho.
Marcadores: Derlei (45m), Larsson (47m), Alenitchev (53m), Larsson (56m) e Derlei (114m).
Mais de sete se passaram sobre Sevilha. Passou o jogo, passou o calor, passou a sede, a saga de dias e dias, passou a jornada de ziliões de emoções & mais uma, passou a loucura. Passou-se à história. Os escoceses passaram-se e as ruas da mitificada cidade da Andaluzia esvaziaram-se. Naquilo que foram excelentes notícias para a população local, voltaram a repor-se os stocks de cerveja. Já tudo se escreveu e já tudo se disse. Sevilha. Final. Taça. Nossa. CARAGO!
Ainda hoje me sinto inchado de orgulho pelo clube que tenho aqui dentro. Sou diariamente e à mesma hora obrigado a fazer o curativo do inchaço que teima em não desaparecer. Oh pá! É que Sevilha foi tudo. Foi Epopeia, foi Ilíada, foi Odisseia, Lusíadas e Ilha dos Amores em 5 Cantos, foi Mensagem e Música no Coração. Mas foi sobretudo BraveHeart e o desafio do Guerreiro em Momentos de Glória. O Mundo a Nossos Pés. Foi e é a Insustentável Leveza do Ser. Foi filme, foi épico, foi comédia, foi ópera lírica, foi fábula, conto de mil e uma noites... foi Pullitzer, Nobel, Emmy, Florbela Espanca e Shakespeare. Foi obra!
Apesar da imaturidade do Postiga, apesar do Larsson, apesar da obstinação do Costinha, apesar da manobra de diversão do GoldPalace Casino.com (click here! click here!), apesar da lesão do Jorge Costa, apesar do árbitro do jogo de Lens, apesar do obtuso do seleccionador nacional, apesar da pileca do Presidente da Câmara, apesar de jogadores no very limite, apesar do desgaste e dos estiramentos … a Senhora D. Taçona acabou por ser levantada pelo melhor plantel do mundo e arredores. Isto no meio de rutilantes confettis azuis e brancos, sinónimos de vitória, glória. História.
Aconteça o que acontecer, venha o que vier, digam o que disserem, teremos sempre SEVILHA !!!
Ainda hoje me sinto inchado de orgulho pelo clube que tenho aqui dentro. Sou diariamente e à mesma hora obrigado a fazer o curativo do inchaço que teima em não desaparecer. Oh pá! É que Sevilha foi tudo. Foi Epopeia, foi Ilíada, foi Odisseia, Lusíadas e Ilha dos Amores em 5 Cantos, foi Mensagem e Música no Coração. Mas foi sobretudo BraveHeart e o desafio do Guerreiro em Momentos de Glória. O Mundo a Nossos Pés. Foi e é a Insustentável Leveza do Ser. Foi filme, foi épico, foi comédia, foi ópera lírica, foi fábula, conto de mil e uma noites... foi Pullitzer, Nobel, Emmy, Florbela Espanca e Shakespeare. Foi obra!
Apesar da imaturidade do Postiga, apesar do Larsson, apesar da obstinação do Costinha, apesar da manobra de diversão do GoldPalace Casino.com (click here! click here!), apesar da lesão do Jorge Costa, apesar do árbitro do jogo de Lens, apesar do obtuso do seleccionador nacional, apesar da pileca do Presidente da Câmara, apesar de jogadores no very limite, apesar do desgaste e dos estiramentos … a Senhora D. Taçona acabou por ser levantada pelo melhor plantel do mundo e arredores. Isto no meio de rutilantes confettis azuis e brancos, sinónimos de vitória, glória. História.
Aconteça o que acontecer, venha o que vier, digam o que disserem, teremos sempre SEVILHA !!!
Na 1/2 final, um FC Porto de «luxo» na noite gélida e chuvosa de 10.04.2003
Num ambiente sufocante, eis então a final de Sevilha.
O descomprimir das emoções... festejando com os adeptos.
PedroPorto
maio 21, 2010
formação e camadas jovens, modalidades amadoras, o futuro do dragão pelo pedroporto, o livre de 7 metros do lucho
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agenda de jogos - 21Mai a 27Mai
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Mais uma vez, a edilidade Poveira dá um decisivo contributo à realização de mais um ponto alto do calendário competitivo nacional da FPB, acolhendo a FASE FINAL do CAMPEONATO NACIONAL de SUB20 Masculinos.
Este evento atribuído à Associação de Basquetebol do Porto, conta também com uma importante colaboração do Clube Desportivo da Póvoa, e decorrerá no Pavilhão Desportivo e Municipal da Póvoa de Varzim, já nos próximos dias 21, 22 e 23 de Maio de 2010.
Para esta FINAL, estão apurados os 2 primeiros classificados das respectivas fases zonais:
Para além do troféu de CAMPEÃO NACIONAL de SUB20 Masculinos, época 2009/2010, serão entregues medalhas a todos os intervenientes e distinguir-se-á ainda o "5 IDEAL" (votação dos treinadores) e o "MVP" (estatistica oficial da Final 4).
Está prevista ainda a inédita transmissão de TODOS OS JOGOS via internet, a partir do site oficial da AB Porto.
Já sabe, se não puder estar presente, não deixe de acompanhar esta prova via internet.
Este evento atribuído à Associação de Basquetebol do Porto, conta também com uma importante colaboração do Clube Desportivo da Póvoa, e decorrerá no Pavilhão Desportivo e Municipal da Póvoa de Varzim, já nos próximos dias 21, 22 e 23 de Maio de 2010.
Para esta FINAL, estão apurados os 2 primeiros classificados das respectivas fases zonais:
- NORTE: FC PORTO e CD PÓVOA;
- SUL: FC BARREIRENSE e SL BENFICA;
Está prevista ainda a inédita transmissão de TODOS OS JOGOS via internet, a partir do site oficial da AB Porto.
Já sabe, se não puder estar presente, não deixe de acompanhar esta prova via internet.
20 maio, 2010
Assim não
http://bibo-porto-carago.blogspot.com/
Finalmente. Já não era sem tempo. Esta época foi como os filmes chatos, parecia que nunca mais chegava ao fim.
Acabou como começou: com uma vitória do Porto. Infelizmente, e já não vale a pena continuar a bater no ceguinho, não há taças e supertaças que afoguem a tristeza dum terceiro lugar. Ou dum segundo, já agora. Nós não somos propriamente o Sporting, que tem adeptos que proclamam aos quatro ventos que é melhor ficar duas vezes em segundo lugar que uma vez em primeiro.
Pelas nossas bandas não há quem fale assim. Para nós, só há um lugar que interessa e que deve ser sempre nosso: o primeiro, o do campeão.
O jogo da final da taça foi um epílogo exemplar para esta temporada. Ficou bem patente – para quem quis ver – o que correu mal durante estes longos meses.
Não foi só a evidente falta de classe de alguns dos nossos jogadores: os que temos chegavam e sobravam para fazer um campeonato melhor. Não foram os Ricardos Costas e quejandos: não há época em que não tenhamos de lutar contra gente dessa. Foi a atitude da equipa. Foi, no fundo, a quase falta de respeito por quem, contra ventos e marés, não os deixou de apoiar ou não lhes negou apoio quando nos fizeram passar por vergonhas como a da Luz ou a do Arsenal Stadium. E o pior é que a quase displicência, a quase sobranceria veio de homens que sabem bem o que é o Porto, que viveram sempre no Porto, que são o que são por causa do Porto.
Custa muito ver que um rapaz que só chegou este ano, o grande Falcao, mostra mais vontade do que jogadores que nasceram para o futebol dentro da nossa casa. Custa muito perceber que há rapazes que foram levados ao colo por nós, mais preocupados em arranjar maneira de se irem embora de toda a maneira e feitio do que a deixarem a pele em campo.
Estas coisas, queiramos ou não, alastram-se à equipa.
É nas alturas difíceis que os jogadores responsáveis por transmitir a nossa mística mais têm de dar o exemplo. E isso não aconteceu.
A nossa história está cheia de jogadores que não eram os melhores jogadores do mundo, mas que quando vestiam aquela camisola se tornavam em autênticos gigantes. Não trocava o André, o Frasco, o Paulinho Santos, o Freitas, o Rodolfo, o João Pinto entre outros, por nenhum Ronaldo. Eram estes que faziam os outros jogar, os que lhes lembravam o que é jogar de azul e branco. Também não ganharam sempre, mas nós sabíamos que nem um mililitro de suor seria poupado.
O que senti no jogo de domingo, senti também em outros jogos desta época, repito. A nossa exibição contra o Benfica foi a excepção quando tem de ser a regra. Mais, tem sido a regra de há muitos anos a esta parte.
Felizmente, o meu coração manda mais que a minha cabeça, mas, confesso, houve alturas em que quase me apeteceu que o Chaves marcasse. Estava a ser demasiado penoso ver que havia gente dentro do campo que só queria que o tempo passasse.
Foi só um sonho mau. Para o ano, seja quem for o treinador, sejam quem forem os jogadores, vai ser melhor. Ou seja, vai tudo regressar ao normal.
Acabou como começou: com uma vitória do Porto. Infelizmente, e já não vale a pena continuar a bater no ceguinho, não há taças e supertaças que afoguem a tristeza dum terceiro lugar. Ou dum segundo, já agora. Nós não somos propriamente o Sporting, que tem adeptos que proclamam aos quatro ventos que é melhor ficar duas vezes em segundo lugar que uma vez em primeiro.
Pelas nossas bandas não há quem fale assim. Para nós, só há um lugar que interessa e que deve ser sempre nosso: o primeiro, o do campeão.
O jogo da final da taça foi um epílogo exemplar para esta temporada. Ficou bem patente – para quem quis ver – o que correu mal durante estes longos meses.
Não foi só a evidente falta de classe de alguns dos nossos jogadores: os que temos chegavam e sobravam para fazer um campeonato melhor. Não foram os Ricardos Costas e quejandos: não há época em que não tenhamos de lutar contra gente dessa. Foi a atitude da equipa. Foi, no fundo, a quase falta de respeito por quem, contra ventos e marés, não os deixou de apoiar ou não lhes negou apoio quando nos fizeram passar por vergonhas como a da Luz ou a do Arsenal Stadium. E o pior é que a quase displicência, a quase sobranceria veio de homens que sabem bem o que é o Porto, que viveram sempre no Porto, que são o que são por causa do Porto.
Custa muito ver que um rapaz que só chegou este ano, o grande Falcao, mostra mais vontade do que jogadores que nasceram para o futebol dentro da nossa casa. Custa muito perceber que há rapazes que foram levados ao colo por nós, mais preocupados em arranjar maneira de se irem embora de toda a maneira e feitio do que a deixarem a pele em campo.
Estas coisas, queiramos ou não, alastram-se à equipa.
É nas alturas difíceis que os jogadores responsáveis por transmitir a nossa mística mais têm de dar o exemplo. E isso não aconteceu.
A nossa história está cheia de jogadores que não eram os melhores jogadores do mundo, mas que quando vestiam aquela camisola se tornavam em autênticos gigantes. Não trocava o André, o Frasco, o Paulinho Santos, o Freitas, o Rodolfo, o João Pinto entre outros, por nenhum Ronaldo. Eram estes que faziam os outros jogar, os que lhes lembravam o que é jogar de azul e branco. Também não ganharam sempre, mas nós sabíamos que nem um mililitro de suor seria poupado.
O que senti no jogo de domingo, senti também em outros jogos desta época, repito. A nossa exibição contra o Benfica foi a excepção quando tem de ser a regra. Mais, tem sido a regra de há muitos anos a esta parte.
Felizmente, o meu coração manda mais que a minha cabeça, mas, confesso, houve alturas em que quase me apeteceu que o Chaves marcasse. Estava a ser demasiado penoso ver que havia gente dentro do campo que só queria que o tempo passasse.
Foi só um sonho mau. Para o ano, seja quem for o treinador, sejam quem forem os jogadores, vai ser melhor. Ou seja, vai tudo regressar ao normal.
Quem corre pelo Porto... não cansa!!
http://bibo-porto-carago.blogspot.com/
Ultra – é este o nosso modo de vida. Não só para o futebol, para o hóquei patins, andebol ou basquetebol, mas sim para tudo onde estejam envolvidas estas mágicas cores azuis e brancas do Dragão. É disto que gostamos e é para isto que vivemos, para ter destas alegrias conforme tivemos nestes últimos dias. Não há sentimento igual. Não sabemos viver sem o FC Porto! Ponto.
E quando acompanhamos o clube ao lado de fanáticos como eu tenho oportunidade de acompanhar, tudo se torna bem mais fantástico.
Um fim-de-semana verdadeiramente “non-stop”, para mais tarde recordar! A única coisa que pedimos em troca são as vitórias. É com isso que todos exultamos. Mais e mais amor pelo FC Porto resultaram em três deslocações em três dias consecutivos e em outras tantas vitórias. E diga-se que todas elas bastante importantes para o clube.
Começo por sexta-feira: deslocação a Ovar para apoiar o nosso basquetebol. Um jogo contra um dos candidatos ao título, a nossa “besta negra” dos últimos anos, num pavilhão tradicionalmente complicado (leia-se inclinado!). 19h30 arranque do estádio do Dragão. Chegados a Ovar cerca de meia hora depois, tempo para comprar logo o ingresso - 8 “euritos” – e jantar no Dolce Vita, que fica encostado ao pavilhão. Mais meia hora passada e entrámos todos para a bancada. Os que tinham partido do Dragão, mais entretanto aqueles que lá se juntaram, devíamos ser quase três dezenas de portistas.
Enquanto os nossos jogadores estavam no aquecimento, Moncho López fez questão de vir até à nossa bancada para nos cumprimentar pessoalmente, agradecendo a nossa constante presença. Um bonito gesto da sua parte, que recebemos com bastante satisfação. Mesmo estando em clara minoria, tentámos ao máximo fazer-nos ouvir. Cânticos e gritos de incentivo aos nossos jogadores, que só eram abafados… pelo “speaker” da Ovarense! No final a festa foi nossa, ganhámos um jogo difícil por 66-69 e demos o primeiro passo rumo à final do campeonato nacional. Os jogadores também fizeram questão de nos vir saudar pessoalmente, aliás, como tem sido hábito nas modalidades ditas “amadoras”. A primeira missão estava cumprida.
Sábado, o dia que eu mais aguardava, confesso. O dia em que, tal como conjecturávamos, nos tornámos BI-Campeões nacionais de andebol. Depois do jogo com o Madeira SAD ter sido adiado, na semana transacta, automaticamente o jogo do título passou a ser Sábado em Braga, logo no terreno de um dos nossos maiores rivais na modalidade, o ABC. Depois de termos estado presentes na maioria dos jogos que a nossa equipa de andebol fez, tenha sido no Dragão Caixa ou fora, todos tínhamos de estar presentes no pavilhão Flávio Sá Leite para a consagração!
Passavam alguns minutos das 15h quando rumámos em direcção ao Minho e pouco antes das 16h estávamos estacionados nas redondezas, em frente ao estádio 1º de Maio. Imagino que, a cor do cachecol que orgulhosamente envergamos ao pescoço, cause dores de cabeça a muita gente. É a única explicação que encontro para a sucessão ridícula de acontecimentos, no passado Sábado em Braga. Já lá vou. Por cima das bilheteiras, estava o preçário, organizado em vários tópicos. Um deles dizia, por e simplesmente, que a entrada era livre para quem apresentasse o cartão de estudante. Simples, a maioria pegou em cartões de estudante e dirigiu-se à bilheteira. Qual não é o nosso espanto quando nos respondem: “Ahh! Não… quer dizer… a entrada é livre para estudantes mas que estudem em Braga!” Entendido. Logo, não perdi a oportunidade para a questionar se perguntaria onde estuda a um adepto que apresentasse um cachecol amarelo. Bem me parecia que não. Alguma troca de palavras, sem qualquer efeito prático. A única coisa que fizeram foi, graças à nossa intervenção, imprimir outro preçário onde explicava que a entrada livre era só para estudantes em Braga.
A segurança já estava a ser reforçada e ainda foi mais quando apareceu uma camioneta que transportava o “nucleo duro” dos "Super Dragões". Alguns membros do "Colectivo" também aparecerem em Braga. “Aí estão os Indíos”, pensava eu ironicamente enquanto a malta se cumprimentava.
Mas o mais estranho ainda estava para acontecer. Quando toda a gente já tinha bilhete na mão, a polícia colocou-se à porta dizendo que ainda não podíamos entrar. A desculpa era que não estava quase ninguém lá dentro e portanto estar já na bancada, ou aguardar à porta, era praticamente a mesma coisa. Haja paciência. E muita paciência, pois antes de ser dada a esperada autorização para entrarmos, fomos alvo de uma autêntica Homília por parte de um senhor agente da autoridade. Ele proclamava que, caso fosse necessário, não hesitaria em retirar meia dúzia cá para fora, devido a mau comportamento. Fim do discurso e início das aprofundadas revistas. Até que enfim no nosso habitat natural, a bancada! E lá ficámos até ao final, pois nem uma ida ao bar do pavilhão nos foi autorizada no intervalo. Foram penduradas bandeiras e estandartes na rede atrás da baliza. Mais de meia centena de Ultras do FC Porto aguardavam ansiosamente pelo começo do encontro.
Ao contrário de muita gente, eu não critico quando vários adeptos só aparecem nestes jogos, nos jogos do título. Aquilo que eu crítico, sim, é não aparecerem nos restantes jogos ao longo da temporada, seja contra quem for. Há que mudar mentalidades. O clube ganharia esmagadoramente mais com um ambiente, como aquele que foi criado por nós no Sá Leite, no Sábado à tarde. Mostrámos que estávamos presentes, incentivámos a equipa durante os 60 minutos sem parar! Parecia que estávamos em nossa casa, onde estavam os apoiantes do ABC?! Era assim que devia ser sempre, um apoio ensurdecedor, dando aos jogadores uma atmosfera bem familiar. Acredito que com o tempo isso possa ser possível e espero notar melhorias já no próximo ano.
Atrás da baliza para onde atacámos durante a primeira parte, uma mancha azul e branca viu o FC Porto dar um recital de andebol à equipa da casa, impondo-lhe, no seu próprio terreno, uma goleada histórica.
À medida que a partida se aproximava do fim e com o resultado cada vez mais volumoso a nosso favor, começaram-se a entoar os cânticos festivos. Todos estavam agitados à espera do apito final, que levaria à explosão total! É impossível descrever aquilo que senti. Uma explosão de alegria. Muitos adeptos pendurados nas redes. Os jogadores correram para nós e todos os abraçámos. O que mais alegria me deu foi ao dar os parabéns aos nossos heróis, ouvir que nós é que estávamos de parabéns e que o “BI” era nosso! O “BI” é de todos nós!
Da multidão em torno dos jogadores, à invasão do terreno de jogo foi um instantinho. Tudo pacífico, diga-se. O brilho nos olhos de cada um, traduzia o que sentíamos.
Vários minutos passados e já depois dada a ordem de saída, nós permanecíamos na bancada. Já com o pavilhão deserto, os festejos iriam continuar. Fizemos a festa com os jogadores no túnel de acesso aos balneários (eu próprio cheguei a entrar no balneário, já começa a ser tradição) e de seguida cá fora e até mesmo dentro do autocarro da equipa. Uma autêntica caravana entrou depois na auto-estrada de regresso à Invicta.
Duas palavras: Amo-te Porto!
Domingo, invasão ao Jamor pelo terceiro ano consecutivo! Uma camioneta de dois andares, com 60 Dragões, arrancou em direcção a Marrocos às 8h30 da manhã.
Lá dentro, grande diversão. Queríamos terminar a época como a começámos: a ganhar um troféu. Neste caso, a 15ª taça de Portugal da nossa história.
Independentemente do adversário ou até de algumas opiniões que defendem outro local para a final, este é um jogo diferente de todos os outros. É envolvido em todo um ambiente festivo e de grande confraternização. As viagens não custam a passar quando se trata de ir apoiar o grande Porto. Por volta das 10h30 efectuámos a primeira paragem. Já cheirava a final da taça e a festa não parava. Tudo a entrar pela área de serviço e a cantar “Força Porto allez…”! Mais hora e meia de viagem e já estávamos muito próximos de Oeiras.
A entrada na mata do Jamor é algo atípico. Largos e largos minutos até o autocarro estacionar definitivamente e ser autorizada a nossa saída. Enquanto estávamos parados na fila de trânsito, íamos dando gargalhadas ao ver passar carros a alta velocidade com bandeirinhas vermelhas com um símbolo que dá vómitos, que em nada estava relacionado com a final da taça de Portugal. Cada um mostra o que sabe.
Lá saímos do autocarro, debaixo de um sol abrasador. Foi montar o “estaminé” e iniciar o tradicional piquenique. Entretanto fomos brindados com a chegada de mais alguns elementos, grandes amigos, que habitam por aquelas bandas. A maioria já conhecíamos, e outros tivemos o prazer de conhecer. Conversa puxa conversa, houve tempo para tudo. Até para ver um carro da TVI a fazer “rally” de marcha atrás!
Posteriormente à bela refeição, colocámos tudo na camioneta, hora do cafezinho e tudo para a porta do estádio. Uma revista aos adeptos como se de uma entrada no Tibete se tratasse. Lá dentro, portistas em larga maioria, como seria de esperar. Mesmo assim, cerca de 5000 transmontanos fizeram a sua merecida festa. Enquanto esperávamos pelo início do futebol, recebemos a notícia de que o basquetebol acabara de ganhar novamente em Ovar, agora por um ponto de diferença! Ainda o jogo não tinha começado no Jamor, e o nosso grupo explodiu na bancada, para olhar perplexo de todos os que nos avistavam!
Como factor positivo aponto os potes de fumo que foram abertos à entrada das equipas nos sectores destinados aos Ultras do FC Porto, que se apresentaram em peso. Como factor negativo, a ausência de coreografia. Creio que jogos como este mereciam a elaboração de um “tifo”. O apoio vocal teve melhores e piores momentos ao longo do jogo (o estádio também não é dos que tem melhor acústica).
No topo Norte, do lado dos flavienses, foram abertas três frases: “O sonho comanda a vida” e “Jamais seremos vencidos porque somos transmontanos” foram abertas no inicio do jogo. Mais para a frente, não se esqueceram da recente despromoção do Chaves: “Com esta direcção… só podia dar despromoção!!!”
Conquistámos a taça! A tarde terminou com festa azul e branca na capital, ao som do Hino do FC Porto e dos “Filhos do Dragão”. Espectacular a moldura humana!
Tempo para recarregar baterias e partir em direcção ao Norte. Na viagem de regresso, tal como aconteceu em outras deslocações, voltou a ser-nos proibida a paragem nas áreas de serviço. Para abastecer, tivemos que, tal como na deslocação ao Algarve, sair da auto-estrada. Um absurdo. Que reforcem e segurança, mas não proíbam os adeptos de lá entrarem!
Chegámos à Invicta já passava da meia-noite, sem voz, bastante cansados, mas acima de tudo bastante orgulhosos!
Mais de 750km em três dias, só porque eu te amo!
Terminou o futebol mas o nosso Porto continua a jogar. Amanhã às 21h00 FC Porto – Ovarense em basquetebol, no Dragão Caixa. Queremos mais uma vitória que nos dá o acesso à final do campeonato. No Sábado temos a consagração dos campeões de hóquei em patins (às 15h) e de andebol (às 17h30), também no Dragão Caixa! Domingo no estádio do Dragão, às 17h, um escaldante FC Porto – lampiões, a contar para a fase final do campeonato nacional de Juniores.
COM O PORTO SEMPRE, PELO PORTO TUDO!
Um abraço Ultra
E quando acompanhamos o clube ao lado de fanáticos como eu tenho oportunidade de acompanhar, tudo se torna bem mais fantástico.
Um fim-de-semana verdadeiramente “non-stop”, para mais tarde recordar! A única coisa que pedimos em troca são as vitórias. É com isso que todos exultamos. Mais e mais amor pelo FC Porto resultaram em três deslocações em três dias consecutivos e em outras tantas vitórias. E diga-se que todas elas bastante importantes para o clube.
Começo por sexta-feira: deslocação a Ovar para apoiar o nosso basquetebol. Um jogo contra um dos candidatos ao título, a nossa “besta negra” dos últimos anos, num pavilhão tradicionalmente complicado (leia-se inclinado!). 19h30 arranque do estádio do Dragão. Chegados a Ovar cerca de meia hora depois, tempo para comprar logo o ingresso - 8 “euritos” – e jantar no Dolce Vita, que fica encostado ao pavilhão. Mais meia hora passada e entrámos todos para a bancada. Os que tinham partido do Dragão, mais entretanto aqueles que lá se juntaram, devíamos ser quase três dezenas de portistas.
Sábado, o dia que eu mais aguardava, confesso. O dia em que, tal como conjecturávamos, nos tornámos BI-Campeões nacionais de andebol. Depois do jogo com o Madeira SAD ter sido adiado, na semana transacta, automaticamente o jogo do título passou a ser Sábado em Braga, logo no terreno de um dos nossos maiores rivais na modalidade, o ABC. Depois de termos estado presentes na maioria dos jogos que a nossa equipa de andebol fez, tenha sido no Dragão Caixa ou fora, todos tínhamos de estar presentes no pavilhão Flávio Sá Leite para a consagração!
Passavam alguns minutos das 15h quando rumámos em direcção ao Minho e pouco antes das 16h estávamos estacionados nas redondezas, em frente ao estádio 1º de Maio. Imagino que, a cor do cachecol que orgulhosamente envergamos ao pescoço, cause dores de cabeça a muita gente. É a única explicação que encontro para a sucessão ridícula de acontecimentos, no passado Sábado em Braga. Já lá vou. Por cima das bilheteiras, estava o preçário, organizado em vários tópicos. Um deles dizia, por e simplesmente, que a entrada era livre para quem apresentasse o cartão de estudante. Simples, a maioria pegou em cartões de estudante e dirigiu-se à bilheteira. Qual não é o nosso espanto quando nos respondem: “Ahh! Não… quer dizer… a entrada é livre para estudantes mas que estudem em Braga!” Entendido. Logo, não perdi a oportunidade para a questionar se perguntaria onde estuda a um adepto que apresentasse um cachecol amarelo. Bem me parecia que não. Alguma troca de palavras, sem qualquer efeito prático. A única coisa que fizeram foi, graças à nossa intervenção, imprimir outro preçário onde explicava que a entrada livre era só para estudantes em Braga.
Mas o mais estranho ainda estava para acontecer. Quando toda a gente já tinha bilhete na mão, a polícia colocou-se à porta dizendo que ainda não podíamos entrar. A desculpa era que não estava quase ninguém lá dentro e portanto estar já na bancada, ou aguardar à porta, era praticamente a mesma coisa. Haja paciência. E muita paciência, pois antes de ser dada a esperada autorização para entrarmos, fomos alvo de uma autêntica Homília por parte de um senhor agente da autoridade. Ele proclamava que, caso fosse necessário, não hesitaria em retirar meia dúzia cá para fora, devido a mau comportamento. Fim do discurso e início das aprofundadas revistas. Até que enfim no nosso habitat natural, a bancada! E lá ficámos até ao final, pois nem uma ida ao bar do pavilhão nos foi autorizada no intervalo. Foram penduradas bandeiras e estandartes na rede atrás da baliza. Mais de meia centena de Ultras do FC Porto aguardavam ansiosamente pelo começo do encontro.
Ao contrário de muita gente, eu não critico quando vários adeptos só aparecem nestes jogos, nos jogos do título. Aquilo que eu crítico, sim, é não aparecerem nos restantes jogos ao longo da temporada, seja contra quem for. Há que mudar mentalidades. O clube ganharia esmagadoramente mais com um ambiente, como aquele que foi criado por nós no Sá Leite, no Sábado à tarde. Mostrámos que estávamos presentes, incentivámos a equipa durante os 60 minutos sem parar! Parecia que estávamos em nossa casa, onde estavam os apoiantes do ABC?! Era assim que devia ser sempre, um apoio ensurdecedor, dando aos jogadores uma atmosfera bem familiar. Acredito que com o tempo isso possa ser possível e espero notar melhorias já no próximo ano.
À medida que a partida se aproximava do fim e com o resultado cada vez mais volumoso a nosso favor, começaram-se a entoar os cânticos festivos. Todos estavam agitados à espera do apito final, que levaria à explosão total! É impossível descrever aquilo que senti. Uma explosão de alegria. Muitos adeptos pendurados nas redes. Os jogadores correram para nós e todos os abraçámos. O que mais alegria me deu foi ao dar os parabéns aos nossos heróis, ouvir que nós é que estávamos de parabéns e que o “BI” era nosso! O “BI” é de todos nós!
Da multidão em torno dos jogadores, à invasão do terreno de jogo foi um instantinho. Tudo pacífico, diga-se. O brilho nos olhos de cada um, traduzia o que sentíamos.
Vários minutos passados e já depois dada a ordem de saída, nós permanecíamos na bancada. Já com o pavilhão deserto, os festejos iriam continuar. Fizemos a festa com os jogadores no túnel de acesso aos balneários (eu próprio cheguei a entrar no balneário, já começa a ser tradição) e de seguida cá fora e até mesmo dentro do autocarro da equipa. Uma autêntica caravana entrou depois na auto-estrada de regresso à Invicta.
Domingo, invasão ao Jamor pelo terceiro ano consecutivo! Uma camioneta de dois andares, com 60 Dragões, arrancou em direcção a Marrocos às 8h30 da manhã.
Lá dentro, grande diversão. Queríamos terminar a época como a começámos: a ganhar um troféu. Neste caso, a 15ª taça de Portugal da nossa história.
Independentemente do adversário ou até de algumas opiniões que defendem outro local para a final, este é um jogo diferente de todos os outros. É envolvido em todo um ambiente festivo e de grande confraternização. As viagens não custam a passar quando se trata de ir apoiar o grande Porto. Por volta das 10h30 efectuámos a primeira paragem. Já cheirava a final da taça e a festa não parava. Tudo a entrar pela área de serviço e a cantar “Força Porto allez…”! Mais hora e meia de viagem e já estávamos muito próximos de Oeiras.
A entrada na mata do Jamor é algo atípico. Largos e largos minutos até o autocarro estacionar definitivamente e ser autorizada a nossa saída. Enquanto estávamos parados na fila de trânsito, íamos dando gargalhadas ao ver passar carros a alta velocidade com bandeirinhas vermelhas com um símbolo que dá vómitos, que em nada estava relacionado com a final da taça de Portugal. Cada um mostra o que sabe.
Posteriormente à bela refeição, colocámos tudo na camioneta, hora do cafezinho e tudo para a porta do estádio. Uma revista aos adeptos como se de uma entrada no Tibete se tratasse. Lá dentro, portistas em larga maioria, como seria de esperar. Mesmo assim, cerca de 5000 transmontanos fizeram a sua merecida festa. Enquanto esperávamos pelo início do futebol, recebemos a notícia de que o basquetebol acabara de ganhar novamente em Ovar, agora por um ponto de diferença! Ainda o jogo não tinha começado no Jamor, e o nosso grupo explodiu na bancada, para olhar perplexo de todos os que nos avistavam!
Como factor positivo aponto os potes de fumo que foram abertos à entrada das equipas nos sectores destinados aos Ultras do FC Porto, que se apresentaram em peso. Como factor negativo, a ausência de coreografia. Creio que jogos como este mereciam a elaboração de um “tifo”. O apoio vocal teve melhores e piores momentos ao longo do jogo (o estádio também não é dos que tem melhor acústica).
No topo Norte, do lado dos flavienses, foram abertas três frases: “O sonho comanda a vida” e “Jamais seremos vencidos porque somos transmontanos” foram abertas no inicio do jogo. Mais para a frente, não se esqueceram da recente despromoção do Chaves: “Com esta direcção… só podia dar despromoção!!!”
Tempo para recarregar baterias e partir em direcção ao Norte. Na viagem de regresso, tal como aconteceu em outras deslocações, voltou a ser-nos proibida a paragem nas áreas de serviço. Para abastecer, tivemos que, tal como na deslocação ao Algarve, sair da auto-estrada. Um absurdo. Que reforcem e segurança, mas não proíbam os adeptos de lá entrarem!
Chegámos à Invicta já passava da meia-noite, sem voz, bastante cansados, mas acima de tudo bastante orgulhosos!
Mais de 750km em três dias, só porque eu te amo!
Terminou o futebol mas o nosso Porto continua a jogar. Amanhã às 21h00 FC Porto – Ovarense em basquetebol, no Dragão Caixa. Queremos mais uma vitória que nos dá o acesso à final do campeonato. No Sábado temos a consagração dos campeões de hóquei em patins (às 15h) e de andebol (às 17h30), também no Dragão Caixa! Domingo no estádio do Dragão, às 17h, um escaldante FC Porto – lampiões, a contar para a fase final do campeonato nacional de Juniores.
COM O PORTO SEMPRE, PELO PORTO TUDO!
Um abraço Ultra
19 maio, 2010
Um dia em Palermo
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E corre assim o pano na época de 2009/2010.
Ainda a tempo de ir lá a baixo e trazer a tal de fruteira.
Esta prontamente entregue, bem à imagem do que aconteceu há um par de semanas.
Quanto á última o Tône, geralmente atento a estas situações, saúda a logística e o bom funcionamento das instituições do nosso futebol.
É que segundo rezavam as crónicas existia, fisicamente, um par delas.
Uma no continente e outra em terras do Sr. Jardim.
Isto para o que desse e viesse e ficando assim sempre uma em saldo para a próxima época onde os critérios temporais para a entrega serão de acordo com as cores das camisolas.
Falhou apenas um por maior, ter sido o Sr. Ricardo Costa a entregar a Taça.
Mas, enfim, nem tudo pode ser perfeito e poderá até ficar para um futuro próximo, já liberto das suas funções de justiceiro mas, certamente, encarnado.
Voltemos à fruteira.
A festa do costume com as vestes preferidas de cada um, as filas para as casa de banho portáteis que nem ao sol conseguem intimidar os odores do entrecosto grelhado ou das bifanas, os finos de roulotte a preços conforme a cara do freguês e os gelados que reflectiam já o aumento do IVA.
O stress de encontrar um local à sombra já reserbado e marcado por alguém de camisola azul e branca, o afugentar da comunicação social que teima em estragar o convívio, o arroz da Mafaldinha, a aletria da Vó Lina, o malte do Pato, uns toques de bola com a táctica do quadrado feito por três, a busca infrutífera de um cimbalino e finalmente a entrada no estádio.
O futebol, que pouco teve de festa, o desempenho do sócio do clube do regime que, mesmo trajado de branco, lá conseguiu não ver uma grande penalidade e ainda expulsar o Bruno.
A valentia da equipa transmontana nos últimos minutos e a subida, anormalmente calma, dos jogadores ao palanque para a entrega do troféu.
Mas o verdadeiro espectáculo, em versão 'molho' e já anunciado por um tal de Sr. Colaço, estava reservado para a saída.
E muito provavelmente devido a uns apedrejamentos, pouco badalados e prontamente abafados pela comunicação social, as forças de segurança decidiram formar um comboio com as camionetas que transportavam os adeptos.
Batedores à frente, uma longa fila de autocarros e, aquando parados, policial de olhar atento aos morros que delimitam a via rápida.
Um pára-arranca, ora na via da esquerda ora na direita, sempre escoltados por viaturas das forças de segurança.
Nos túneis entoava-se o célebre cântico do Sandro.
Já nos viadutos policias aos pares e na saída para a A8 mais umas quantas viaturas policiais estacionadas com os pirilampos azuis, como que a saudar o vencedor a desejar boa viagem.
Em plena auto-estrada éramos impedidos de parar nas áreas de serviço o que forçou o condutor a sair para reabastecer a viatura.
E quando esta era abastecida chega, em sentido proibido de entrada na bomba, mais uma viatura das forças de segurança.
A Senhora que conduzia sai e pergunta, em surdina, à empregada se 'Estava tudo bem? '
E estava tudo tão bem que até uma terceira Senhora só nos deixou sair quando conseguiu obter algo que, segundo a mesma, era difícil de obter por aquelas bandas: um cachecol do FC Porto.
Não fomos escoltados até à entrada da auto-estrada mas, que raio, o Culatra nunca se sentiu tão seguro como naquela viagem.
E se existir por ai um qualquer cineasta que, cansado de pedir subsídios ao estado para filmes que poucos vêem, fica o mote.
Que faça um filme deste dia.
O Bino já tem a banda sonora.
Os loucos de Lisboa.
E o Rato já escolheu o título.
Um dia em Palermo.
Ainda a tempo de ir lá a baixo e trazer a tal de fruteira.
Esta prontamente entregue, bem à imagem do que aconteceu há um par de semanas.
Quanto á última o Tône, geralmente atento a estas situações, saúda a logística e o bom funcionamento das instituições do nosso futebol.
É que segundo rezavam as crónicas existia, fisicamente, um par delas.
Uma no continente e outra em terras do Sr. Jardim.
Isto para o que desse e viesse e ficando assim sempre uma em saldo para a próxima época onde os critérios temporais para a entrega serão de acordo com as cores das camisolas.
Falhou apenas um por maior, ter sido o Sr. Ricardo Costa a entregar a Taça.
Mas, enfim, nem tudo pode ser perfeito e poderá até ficar para um futuro próximo, já liberto das suas funções de justiceiro mas, certamente, encarnado.
Voltemos à fruteira.
A festa do costume com as vestes preferidas de cada um, as filas para as casa de banho portáteis que nem ao sol conseguem intimidar os odores do entrecosto grelhado ou das bifanas, os finos de roulotte a preços conforme a cara do freguês e os gelados que reflectiam já o aumento do IVA.
O stress de encontrar um local à sombra já reserbado e marcado por alguém de camisola azul e branca, o afugentar da comunicação social que teima em estragar o convívio, o arroz da Mafaldinha, a aletria da Vó Lina, o malte do Pato, uns toques de bola com a táctica do quadrado feito por três, a busca infrutífera de um cimbalino e finalmente a entrada no estádio.
O futebol, que pouco teve de festa, o desempenho do sócio do clube do regime que, mesmo trajado de branco, lá conseguiu não ver uma grande penalidade e ainda expulsar o Bruno.
A valentia da equipa transmontana nos últimos minutos e a subida, anormalmente calma, dos jogadores ao palanque para a entrega do troféu.
E muito provavelmente devido a uns apedrejamentos, pouco badalados e prontamente abafados pela comunicação social, as forças de segurança decidiram formar um comboio com as camionetas que transportavam os adeptos.
Batedores à frente, uma longa fila de autocarros e, aquando parados, policial de olhar atento aos morros que delimitam a via rápida.
Um pára-arranca, ora na via da esquerda ora na direita, sempre escoltados por viaturas das forças de segurança.
Nos túneis entoava-se o célebre cântico do Sandro.
Já nos viadutos policias aos pares e na saída para a A8 mais umas quantas viaturas policiais estacionadas com os pirilampos azuis, como que a saudar o vencedor a desejar boa viagem.
Em plena auto-estrada éramos impedidos de parar nas áreas de serviço o que forçou o condutor a sair para reabastecer a viatura.
E quando esta era abastecida chega, em sentido proibido de entrada na bomba, mais uma viatura das forças de segurança.
A Senhora que conduzia sai e pergunta, em surdina, à empregada se 'Estava tudo bem? '
E estava tudo tão bem que até uma terceira Senhora só nos deixou sair quando conseguiu obter algo que, segundo a mesma, era difícil de obter por aquelas bandas: um cachecol do FC Porto.
Não fomos escoltados até à entrada da auto-estrada mas, que raio, o Culatra nunca se sentiu tão seguro como naquela viagem.
Que faça um filme deste dia.
O Bino já tem a banda sonora.
Os loucos de Lisboa.
E o Rato já escolheu o título.
Um dia em Palermo.
Vem festejar connosco o 4º aniversário...
http://bibo-porto-carago.blogspot.com/
As inscrições abrem oficialmente as suas portas ao mundo Portista... e tu, esperas o quê para nos enviar por email [blogdoblueboy@gmail.com], a confirmação da tua presença, com ou sem a futebolada da praxe?
Entretanto, em simultâneo com os festejos deste nosso 4º aniversário do blog BiBÓ PoRtO, carago!!, e porque pretendemos que de uma forma ou outra te juntes a nós neste momento muito especial para todos nós, deixamos-te um APELO para que, EM LIMITE, até ao próximo dia 23 de Maio, nos remetas por email [blogdoblueboy@mail.com] , com indicação do teu nome/nickname e localidade, qual a tua opinião, sugestão, reparo, observação, critica ou outra, sobre este espaço de tertúlia azul-e-branca.
Prometemos que todos os comentários, sem excepção - desde que o seu teor mantenha os principios da boa educação e respeito - serão publicados ao final da noite do próximo dia 24 de Maio no respectivo post alusivo ao 4º aniversário.
Diz-nos o que verdadeiramente pensas deste espaço de tertúlia azul-e-branca... ajudando-nos a que no futuro imediato, possamos dentro das nossas modestas possibilidades, elevar qualitativamente ainda mais este espaço de tertúlia, sempre e cada vez mais, na defesa do bom nome e honra do nosso FC Porto.
Esperamos pela tua opinião!
Entretanto, em simultâneo com os festejos deste nosso 4º aniversário do blog BiBÓ PoRtO, carago!!, e porque pretendemos que de uma forma ou outra te juntes a nós neste momento muito especial para todos nós, deixamos-te um APELO para que, EM LIMITE, até ao próximo dia 23 de Maio, nos remetas por email [blogdoblueboy@mail.com] , com indicação do teu nome/nickname e localidade, qual a tua opinião, sugestão, reparo, observação, critica ou outra, sobre este espaço de tertúlia azul-e-branca.
Prometemos que todos os comentários, sem excepção - desde que o seu teor mantenha os principios da boa educação e respeito - serão publicados ao final da noite do próximo dia 24 de Maio no respectivo post alusivo ao 4º aniversário.
Diz-nos o que verdadeiramente pensas deste espaço de tertúlia azul-e-branca... ajudando-nos a que no futuro imediato, possamos dentro das nossas modestas possibilidades, elevar qualitativamente ainda mais este espaço de tertúlia, sempre e cada vez mais, na defesa do bom nome e honra do nosso FC Porto.
Esperamos pela tua opinião!
Resultados finais do "Dragão ou Morcão" - Época 2009/10
http://bibo-porto-carago.blogspot.com/
Rui Barros venceu, merecidamente (penso eu de que), a votação de "Dragão dos Dragões" com 87 dos 181 votos, que não incluiu o meu, pois a minha escolha recaiu sobre Deco, mas vá, o título a Rui Barros, repito, está muito bem entregue. Já na escolha de "Morcão dos Morcões" Argel pulverizou a concorrência com uns expressivos 130 votos entre os 178 votos totais. Aqui sim, a minha escolha acompanhou o combóio, nem poderia ser de outra forma. A eterna dúvida do "Senão dos senãos" foi Ibson com 84 dos 172 votantes. Também aqui o meu voto acompanhou a opção vencedora.
E pronto, chegou ao fim a rubrica "Dragão ou Morcão" da época 2009/2010. Regressará com o início da próxima época, tal como já referi na semana passada.
Nas próximas semanas, e após umas merecidas férias, irá surgir uma nova rubrica por aí. Fiquem atentos!
Saudações,
Dragon Soul
E pronto, chegou ao fim a rubrica "Dragão ou Morcão" da época 2009/2010. Regressará com o início da próxima época, tal como já referi na semana passada.
Nas próximas semanas, e após umas merecidas férias, irá surgir uma nova rubrica por aí. Fiquem atentos!
Saudações,
Dragon Soul

















