24 agosto, 2010
23 agosto, 2010
Faça favor de marcar?!?
http://bibo-porto-carago.blogspot.com/
Diz Rafael Bracalli que Saviola lhe pediu para deixar «a bola entrar» no último Nacional-Benfica. A frase tem direito a destaque na edição de hoje do jornal Record. O Labaredas nem quer acreditar que o argentino esteja habituado a esperar benesses de um qualquer guarda-redes, quando os jogos são nós difíceis de desatar...
Perante isto, será que alguma procuradora vai entrar em campo? Ou será necessário que, em vez de «deixar entrar», seja o próprio guarda-redes a rematar para a sua baliza? O «Labaredas» estranha se a revelação de Bracalli não for investigada. Será que a justiça se está a tornar colorida na recolha de indícios?
fonte: fcporto.pt
Perante isto, será que alguma procuradora vai entrar em campo? Ou será necessário que, em vez de «deixar entrar», seja o próprio guarda-redes a rematar para a sua baliza? O «Labaredas» estranha se a revelação de Bracalli não for investigada. Será que a justiça se está a tornar colorida na recolha de indícios?
fonte: fcporto.pt
Com direito a subir à poltrona da liderança
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assistência: 43.209 espectadores.
árbitros: João Capela (Lisboa), Ricardo Santos e Tiago Rocha; 4º Árbitro: João Quitério Almeida.
FC PORTO: Helton «cap»; Sapunaru, Rolando, Maicon e Alvaro; Fernando, Belluschi e João Moutinho; Varela, Falcao e Ukra.
Substituições: Ukra por Sousa (6m), Varela por Rúben Micael (73m) e Sapunaru por Fucile (75m).
Não utilizados: Beto, Sereno, Walter e Castro.
Treinador: André Villas-Boas.
SC BEIRA-MAR: Rui Rêgo; Pedro Moreira, Hugo «cap», Yohan e Renan; Djamal e João Luiz; Rui Sampaio, Artur e Wilson; Rui Varela.
Substituições: Pedro Moreira por Leandro Tatu (60m), Artur por Tinoco (68m) e Rui Sampaio por Hugo Seixas (78m).
Não utilizados: Bruno Conceição, Danilo.
Treinador: Leonardo Jardim.
Marcadores: Falcao (26m e 81m) e Belluschi (45m).
Disciplina: cartão amarelo a Hugo (13m).
Ao fim de duas jornadas há duas equipas que já se instalaram na frente da tabela classificativa da I Liga, são eles FC Porto e Nacional com seis pontos. Devido ao ‘goal average’ cabe aos Dragões sentarem-se na poltrona do campeonato português.
Apesar de o FC Porto não ter brindado os quase 45 mil adeptos presentes no dragão com um futebol dominador, a verdade é que a equipa comandada por André Villas-Boas conseguiu uma exibição consistente e segura.
Mas o FC Porto começou o encontro em maré de azar. Logo ao segundo minuto de jogo, Ukra, que estava a substituir o avançado brasileiro Hulk, saiu de maca do Estádio do Dragão devido a um choque com João Luiz [de acordo com as noticias já difundidas pela imprensa, Ukra terá fracturado o nariz e o maxilar, não sendo ainda conhecido o tempo de paragem]. André Villas-Boas apenas tinha disponível Walter no lote de avançados mas o técnico dos azuis e brancos decidiu colocar o médio Souza.
A equipa azul e branca, durante os primeiros 25 minutos, apresentou-se adormecida e lenta, com dificuldades em fazer rolar o seu futebol, perante um Beira-Mar organizado.
Mas foi ao minuto 25 que Alvaro Pereira desbloqueou este jogo da segunda jornada da I Liga. “Palito”, nome que o uruguaio ostenta agora na camisola azul e branca, percorreu o lado esquerdo do relvado e cruzou para o coração da área. O suspeito do costume, Falcao, finalizou, de cabeça, como só ele sabe fazer.
Helton, que se mostrou seguro durante estes jogos oficiais, berrava com os defesas, a pedir melhor marcação aos avançados aveirenses. Ao minuto 31, a defesa portista deixou escapar Wilson Eduardo e o jovem avançado do Beira-Mar só não empatou porque atirou a bola muito por cima da baliza do FC Porto.
Depois do golo o Beira-Mar não deitou a toalha ao chão e procurou sempre o empate.
O pano do final da primeira estava prestes a cair e o FC Porto conseguiu dilatar a vantagem através de bola parada. Fernando Belluschi bateu de forma soberba um livre em arco e a bola acabou por entrar no canto superior esquerdo da baliza aveirense.
Na segunda parte, e com uma vantagem confortável, os portistas tentaram marcar mais golos mas o colombiano Falcao, um finalizador nato, falhou, inacreditavelmente, por duas vezes.
Dizem que à terceira é de vez e o colombiano levou isso à risca. Falcao surgiu isolado na área, após boa assistência de Ruben Micael, e rematou rasteiro para o fundo das redes, a dez minutos dos 90, selando o resultado em 3-0.
Três pontos conseguidos e alcançado o primeiro lugar da I Liga ao fim de duas jornadas, o FC Porto concentra-se agora no encontro da segunda mão do Play-off de acesso à fase de grupos da Liga Europa, agendado para quinta-feira, na cidade do Porto.
DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA
André Villas-Boas: «A partir do momento em que a equipa se encontrou nas alterações que fizemos, assentámos o jogo e mostrámos a nossa capacidade. Tendo em conta a limitação de alas, a compreensão do ajustamento demorou o seu tempo, mas a partir do intervalo foi melhor e conseguimos terminar com uma excelente exibição. É sempre bom o regresso a casa e sentar-me num banco que para mim significa muito, mas o que queríamos era vencer e assegurar a liderança o mais rapidamente possível. É muito cedo, mas o mais importante era continuarmos na senda das vitórias. O que importa é continuar neste ritmo até à paragem para as selecções».
Belluschi: «As coisas estão a sair-me melhor do que no ano passado, estou com muita vontade e está tudo a correr bem para a equipa, que é o principal, e para mim. Esperávamos isto, porque temos trabalhado muito precisamente para ter este rendimento. Mas temos de melhorar sempre, porque há sempre coisas para rectificar. Tento sempre marcar, tenho tido a sorte de marcar golos bonitos, mas o importante é mesmo marcar e ajudar a equipa».
árbitros: João Capela (Lisboa), Ricardo Santos e Tiago Rocha; 4º Árbitro: João Quitério Almeida.
FC PORTO: Helton «cap»; Sapunaru, Rolando, Maicon e Alvaro; Fernando, Belluschi e João Moutinho; Varela, Falcao e Ukra.
Substituições: Ukra por Sousa (6m), Varela por Rúben Micael (73m) e Sapunaru por Fucile (75m).
Não utilizados: Beto, Sereno, Walter e Castro.
Treinador: André Villas-Boas.
SC BEIRA-MAR: Rui Rêgo; Pedro Moreira, Hugo «cap», Yohan e Renan; Djamal e João Luiz; Rui Sampaio, Artur e Wilson; Rui Varela.
Substituições: Pedro Moreira por Leandro Tatu (60m), Artur por Tinoco (68m) e Rui Sampaio por Hugo Seixas (78m).
Não utilizados: Bruno Conceição, Danilo.
Treinador: Leonardo Jardim.
Marcadores: Falcao (26m e 81m) e Belluschi (45m).
Disciplina: cartão amarelo a Hugo (13m).
Ao fim de duas jornadas há duas equipas que já se instalaram na frente da tabela classificativa da I Liga, são eles FC Porto e Nacional com seis pontos. Devido ao ‘goal average’ cabe aos Dragões sentarem-se na poltrona do campeonato português.
Apesar de o FC Porto não ter brindado os quase 45 mil adeptos presentes no dragão com um futebol dominador, a verdade é que a equipa comandada por André Villas-Boas conseguiu uma exibição consistente e segura.
Mas o FC Porto começou o encontro em maré de azar. Logo ao segundo minuto de jogo, Ukra, que estava a substituir o avançado brasileiro Hulk, saiu de maca do Estádio do Dragão devido a um choque com João Luiz [de acordo com as noticias já difundidas pela imprensa, Ukra terá fracturado o nariz e o maxilar, não sendo ainda conhecido o tempo de paragem]. André Villas-Boas apenas tinha disponível Walter no lote de avançados mas o técnico dos azuis e brancos decidiu colocar o médio Souza.
A equipa azul e branca, durante os primeiros 25 minutos, apresentou-se adormecida e lenta, com dificuldades em fazer rolar o seu futebol, perante um Beira-Mar organizado.
Mas foi ao minuto 25 que Alvaro Pereira desbloqueou este jogo da segunda jornada da I Liga. “Palito”, nome que o uruguaio ostenta agora na camisola azul e branca, percorreu o lado esquerdo do relvado e cruzou para o coração da área. O suspeito do costume, Falcao, finalizou, de cabeça, como só ele sabe fazer.
Depois do golo o Beira-Mar não deitou a toalha ao chão e procurou sempre o empate.
O pano do final da primeira estava prestes a cair e o FC Porto conseguiu dilatar a vantagem através de bola parada. Fernando Belluschi bateu de forma soberba um livre em arco e a bola acabou por entrar no canto superior esquerdo da baliza aveirense.
Na segunda parte, e com uma vantagem confortável, os portistas tentaram marcar mais golos mas o colombiano Falcao, um finalizador nato, falhou, inacreditavelmente, por duas vezes.
Dizem que à terceira é de vez e o colombiano levou isso à risca. Falcao surgiu isolado na área, após boa assistência de Ruben Micael, e rematou rasteiro para o fundo das redes, a dez minutos dos 90, selando o resultado em 3-0.
Três pontos conseguidos e alcançado o primeiro lugar da I Liga ao fim de duas jornadas, o FC Porto concentra-se agora no encontro da segunda mão do Play-off de acesso à fase de grupos da Liga Europa, agendado para quinta-feira, na cidade do Porto.
DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA
André Villas-Boas: «A partir do momento em que a equipa se encontrou nas alterações que fizemos, assentámos o jogo e mostrámos a nossa capacidade. Tendo em conta a limitação de alas, a compreensão do ajustamento demorou o seu tempo, mas a partir do intervalo foi melhor e conseguimos terminar com uma excelente exibição. É sempre bom o regresso a casa e sentar-me num banco que para mim significa muito, mas o que queríamos era vencer e assegurar a liderança o mais rapidamente possível. É muito cedo, mas o mais importante era continuarmos na senda das vitórias. O que importa é continuar neste ritmo até à paragem para as selecções».
Belluschi: «As coisas estão a sair-me melhor do que no ano passado, estou com muita vontade e está tudo a correr bem para a equipa, que é o principal, e para mim. Esperávamos isto, porque temos trabalhado muito precisamente para ter este rendimento. Mas temos de melhorar sempre, porque há sempre coisas para rectificar. Tento sempre marcar, tenho tido a sorte de marcar golos bonitos, mas o importante é mesmo marcar e ajudar a equipa».
Eleição BiBó Melhor Jogador 2010/11, carago!! - ronda 4
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Jogo para a UEFA e vitória por 0 a 3 no terreno do GENK. O brasileiro Fernando brilhou e foi eleito o melhor em campo. O guardião Helton conquistou o segundo posto, ele que tem estado em destaque neste início de época. Belluschi que também tem brilhado, foi o terceiro mais votado neste jogo. Falcao, que inaugurou o marcador, ficou-se pelo quarto lugar. E na quinta posição ficou Souza, que assim se estreia no "clube" dos mais votados.
De referir também que houve mudanças na liderança, sendo que Fernando, agora secundado por Helton, ultrapassaram os anteriores líderes, Hulk e Varela.
Nova vitória por 3 a 0, desta feita contra o BEIRA MAR e a contar para a Liga Portuguesa. Falcao esteve em destaque ao bisar e Belluschi marcou um golo de belo efeito. Para melhores em campo (10, 7, 5, 3 e 1 ponto), podem votar nos seguintes jogadores:
Um abraço e boas votações,
Tiago Teixeira
De referir também que houve mudanças na liderança, sendo que Fernando, agora secundado por Helton, ultrapassaram os anteriores líderes, Hulk e Varela.
Nova vitória por 3 a 0, desta feita contra o BEIRA MAR e a contar para a Liga Portuguesa. Falcao esteve em destaque ao bisar e Belluschi marcou um golo de belo efeito. Para melhores em campo (10, 7, 5, 3 e 1 ponto), podem votar nos seguintes jogadores:
- "Helton, Sapunaru, Maicon, Rolando, Alvaro, Fernando, Moutinho, Belluschi, Ukra, Varela, Falcao, Souza, Ruben Micael e Fucile".
Tiago Teixeira
Tribunal d'O JOGO - liga ZON Sagres 2010/11, 2ª jornada
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Tribunal O JOGO: FC Porto 3-0 SC BeiraMar
Árbitro: João Capela (Lisboa) / Assistentes: Ricardo Santos e Tiago Rocha.
Dois erros de Capela
Se no lance que deu origem ao segundo golo, os três especialistas em arbitragem de O JOGO foram unânimes em considerar que João Capela esteve mal ao assinalar falta de Djamal sobre Belluschi, não foi consensual a apreciação a outro caso do jogo, o de uma evental grande penalidade cometida por Yohan Tavares sobre Varela: Jorge Coroado e Pedro Henriques entendem que houve grande penalidade, Paulo Paraty defende que não.
Momento mais complicado
44' Djamal comete falta sobre Belluschi no lance que dá origem ao segundo golo do FC Porto?
Jorge Coroado
-
Não houve qualquer infracção de Djamal sobre Belluschi. A plebe foi neste lance, tal como no jogo, martirizada. O argentino ludibriou bem o árbitro e este foi na cantiga como em outras ocasiões.
Pedro Henriques
-
Djamal toca na bola e não toca no jogador do FC Porto. Pelo que não havia motivo para ser assinalada qualquer infracção.
Paulo Paraty
-
Djamal apenas joga a bola, não existe qualquer falta sobre Belluschi. Tudo seria normal e tratar-se-ia apenas de um ligeiro erro, não tivesse a bola, na sequência do livre, entrado na baliza do Beira-Mar.
Outros casos
9' Rui Varela está mesmo em fora-de-jogo?
12' É bem mostrado o cartão amarelo a Hugo por falta sobre Falcao?
50' Num roubo de bola a Varela, Yohan Tavares comete falta para grande penalidade?
83' Maicon justificava o cartão amarelo por obstrução a Leandro Tatu?
Jorge Coroado
+
O avançado do Beira-Mar estava ligeiramente adiantado em relação ao penúltimo defesa. Bem o árbitro-assistente.
-
Nem de perto nem de longe. Hugo joga na bola e o contacto havido foi perfeitamente natural. Este lance identificou o perfil do árbitro.
-
O aveirense foi imprudente e acabou por pisar Varela no pé direito, derrubando-o. Ficou uma grande penalidade por assinalar.
-
O contacto foi objectivo e deliberado, pelo que Maicon deveria ter sido sancionado com cartão amarelo.
Pedro Henriques
+
Fora-de-jogo bem assinalado. O assistente fez um compasso de espera antes de dar a indicação para ver que jogador ia tomar parte activa no lance.
-
A bola ia na direcção da linha lateral, não há corte de ataque prometedor, nem o tackle é imprudente. Logo, não havia motivo para acção disciplinar.
-
O defesa do Beira-Mar estica o pé para jogar a bola, mas acaba por tocar e rasteirar o jogador do FC Porto. Justificava-se a grande penalidade.
-
Sim. A obstrução é feita de forma imprudente, pelo que o jogador do FC Porto justificava o cartão amarelo.
Paulo Paraty
+
Fora-de-jogo bem assinalado. Rui Varela estava adiantado em relação ao penúltimo defesa no momento do passe.
+
De facto, Hugo corta um ataque prometedor, mas atendendo a que foi o único do jogo, acredito que João Capela a esta hora não o mostraria.
+
Dúvida para a equipa de arbitragem. Fica-me a clara sensação que Yohan Tavares prende a bola, fazendo cair Varela sem cometer infracção.
+
Dado o critério seguido pelo árbitro no decorrer do jogo e a sua aceitação por parte dos jogadores, parece-me ter sido uma decisão adequada.
Apreciação global
Jorge Coroado
Jogo perfeitamente normal, contemplado com uma arbitragem reveladora de limitações pouco condizentes para quem é apontado como promitente internacional.
Pedro Henriques
O árbitro teve o mérito de ter sempre o jogo debaixo do seu controlo. Contudo, cometeu algumas falhas, sobretudo no plano técnico, que acabaram por tirar algum brilho à sua actuação.
Paulo Paraty
Num jogo que não lhe ofereceu especiais dificuldades, João Capela conseguiu passar com distinção. Nenhum árbitro acerta todas as decisões num jogo.
fonte: ojogo.pt
Árbitro: João Capela (Lisboa) / Assistentes: Ricardo Santos e Tiago Rocha.
Dois erros de Capela
Se no lance que deu origem ao segundo golo, os três especialistas em arbitragem de O JOGO foram unânimes em considerar que João Capela esteve mal ao assinalar falta de Djamal sobre Belluschi, não foi consensual a apreciação a outro caso do jogo, o de uma evental grande penalidade cometida por Yohan Tavares sobre Varela: Jorge Coroado e Pedro Henriques entendem que houve grande penalidade, Paulo Paraty defende que não.
Momento mais complicado
44' Djamal comete falta sobre Belluschi no lance que dá origem ao segundo golo do FC Porto?
Jorge Coroado
-
Não houve qualquer infracção de Djamal sobre Belluschi. A plebe foi neste lance, tal como no jogo, martirizada. O argentino ludibriou bem o árbitro e este foi na cantiga como em outras ocasiões.
Pedro Henriques
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Djamal toca na bola e não toca no jogador do FC Porto. Pelo que não havia motivo para ser assinalada qualquer infracção.
Paulo Paraty
-
Djamal apenas joga a bola, não existe qualquer falta sobre Belluschi. Tudo seria normal e tratar-se-ia apenas de um ligeiro erro, não tivesse a bola, na sequência do livre, entrado na baliza do Beira-Mar.
Outros casos
9' Rui Varela está mesmo em fora-de-jogo?
12' É bem mostrado o cartão amarelo a Hugo por falta sobre Falcao?
50' Num roubo de bola a Varela, Yohan Tavares comete falta para grande penalidade?
83' Maicon justificava o cartão amarelo por obstrução a Leandro Tatu?
Jorge Coroado
+
O avançado do Beira-Mar estava ligeiramente adiantado em relação ao penúltimo defesa. Bem o árbitro-assistente.
-
Nem de perto nem de longe. Hugo joga na bola e o contacto havido foi perfeitamente natural. Este lance identificou o perfil do árbitro.
-
O aveirense foi imprudente e acabou por pisar Varela no pé direito, derrubando-o. Ficou uma grande penalidade por assinalar.
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O contacto foi objectivo e deliberado, pelo que Maicon deveria ter sido sancionado com cartão amarelo.
Pedro Henriques
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Fora-de-jogo bem assinalado. O assistente fez um compasso de espera antes de dar a indicação para ver que jogador ia tomar parte activa no lance.
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A bola ia na direcção da linha lateral, não há corte de ataque prometedor, nem o tackle é imprudente. Logo, não havia motivo para acção disciplinar.
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O defesa do Beira-Mar estica o pé para jogar a bola, mas acaba por tocar e rasteirar o jogador do FC Porto. Justificava-se a grande penalidade.
-
Sim. A obstrução é feita de forma imprudente, pelo que o jogador do FC Porto justificava o cartão amarelo.
Paulo Paraty
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Fora-de-jogo bem assinalado. Rui Varela estava adiantado em relação ao penúltimo defesa no momento do passe.
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De facto, Hugo corta um ataque prometedor, mas atendendo a que foi o único do jogo, acredito que João Capela a esta hora não o mostraria.
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Dúvida para a equipa de arbitragem. Fica-me a clara sensação que Yohan Tavares prende a bola, fazendo cair Varela sem cometer infracção.
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Dado o critério seguido pelo árbitro no decorrer do jogo e a sua aceitação por parte dos jogadores, parece-me ter sido uma decisão adequada.
Apreciação global
Jorge Coroado
Jogo perfeitamente normal, contemplado com uma arbitragem reveladora de limitações pouco condizentes para quem é apontado como promitente internacional.
Pedro Henriques
O árbitro teve o mérito de ter sempre o jogo debaixo do seu controlo. Contudo, cometeu algumas falhas, sobretudo no plano técnico, que acabaram por tirar algum brilho à sua actuação.
Paulo Paraty
Num jogo que não lhe ofereceu especiais dificuldades, João Capela conseguiu passar com distinção. Nenhum árbitro acerta todas as decisões num jogo.
fonte: ojogo.pt
22 agosto, 2010
«O nosso compromisso é ganhar»
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Objectivo e conciso. Na conferência de imprensa deste sábado, realizada no Olival, André Villas-Boas rejeitou a ideia de que há excesso de confiança e euforia no grupo de trabalho e vincou que o que existe é um forte compromisso com ganhar.
É isso mesmo que a equipa pretende continuar a fazer já no próximo jogo, frente ao Beira-Mar. Os azuis e brancos recebem a formação de Aveiro no domingo, às 20h15, no Estádio do Dragão.
Tempo essencialmente para recuperar
«Dispusemos de um curto espaço de tempo entre jogos, que serviu essencialmente para recuperação. Sabemos que nestas situações não dá para mais, pelo que conto com os jogos para assimilar princípios. A organização não será diferente para o encontro de domingo, mas espero que haja uma maior consolidação de processos. Isso vem com os jogos. Acima de tudo, encaramos esta partida com a consciência de que estamos recuperados e na máxima força.»
Beira-Mar devidamente analisado
«Reunimos hoje [sábado] de manhã e cumprimos o mesmo processo que realizámos para qualquer adversário. Analisámos os vídeos do Beira-Mar e os nossos comportamentos relativamente ao Beira-Mar.»
Ganha o espectáculo
«A forma de abordar os jogos depende da filosofia e interpretação estratégica de cada um. O Leonardo Jardim é uma das pessoas que admiro no futebol nacional. Joguei contra ele no ano passado e respeitamo-nos mutuamente. É um treinador extremamente organizado e não tenho dúvidas de que as suas palavras são sinceras. Acho que o espectáculo fica a ganhar com esse tipo de abordagem ao jogo. Eu, no ano passado, fazia o mesmo na Académica e penso que o futebol português só tem a ganhar com isso. No entanto, respeitamos todo o tipo de enquadramento. Cada treinador joga com as armas que tem.»
Confiança na medida certa
«A verdade é que também temos sido colocados sob pressão, devido a algumas falhas de organização. Isso corrige-se com a consolidação de processos, que pode vir em treino ou em jogo. O importante é conceder cada vez menos oportunidades ao adversário e continuar a criar oportunidades suficientes para conseguirmos ganhar. Não há excesso de confiança absolutamente nenhum. Na pré-época, também tivemos um bom período e tudo foi rapidamente posto em causa depois das derrotas de Paris. Portanto, não há clima de euforia nenhum; o que há é um compromisso com ganhar e é isso que pretendemos continuar a fazer nos próximos jogos.»
O mais importante é a regularidade
«No ano passado, todos empataram na primeira jornada e depois consolidaram processos. O que importa é a regularidade. Como tal, não me parece que este arranque mau de Sporting e Benfica vá condicionar a luta pelo título significativamente numa fase tão inicial.»
Supertaça teve significado pela conquista do troféu
«A vitória na Supertaça foi importante, pela conquista do troféu. Julgo que ontem [sexta-feira] o presidente se referia aos contínuos lances de agressividade que se viram e aos muitos cartões vermelhos que ficaram por exibir. Não me parece que queira retirar mérito e importância ao troféu conquistado. Seja como for, isso já é passado e agora queremos consolidar processos, somar três pontos no domingo, passar a eliminatória da UEFA Europa League, e continuar num percurso regular, sempre com o ganhar na nossa mente.»
Hulk na Selecção é motivo de prestígio
«É um motivo de prestígio e de honra para nós. Um jogador de importância extrema como o Hulk já merecia ter ido mais vezes à Selecção [Brasil]. Só não marcou presença no Mundial porque se calhar não lho permitiram. Foi castigado com um conjunto anormal de jogos e isso penalizou-o; portanto, ver-lhe dada esta nova oportunidade e esta nova janela é gratificante para nós e é de louvar para um jogador lutador como ele.»
FC Porto em mudança
«Há uma discrepância radical na análise do novo FC Porto. Sem qualquer tipo de crítica às preferências do passado, diria que há um FC Porto que tenta encarar os jogos de outra forma, em termos de posse e circulação de bola. Tratam-se, no entanto, de processos que levam naturalmente tempo. É um FC Porto em mudança e levará o seu tempo a assimilar todos os processos que queremos, sem cortar a direito com o passado. Tudo o que temos a retirar de positivo, retiramos.»
Criar bloco mais compacto e equilibrado
«O FC Porto tem zero golos sofridos em três jogos oficiais, mas também é verdade que se deixou expor em alguns lances. Portanto, há que consolidar o processo defensivo, para que não deixemos o adversário criar tantas oportunidades e possamos criar um bloco mais compacto e equilibrado.»
Elogios a Ukra
«As opções técnicas serão tomadas na altura própria. O Ukra fez um jogo extremamente positivo na Bélgica e, sem dúvida, que ameaça a titularidade, mas vamos ver.»
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Beto.
Defesas: Maicon, Álvaro Pereira, Fucile, Rolando, Sereno, Sapunaru.
Médios: Belluschi, João Moutinho, Souza, Fernando, Castro, Rúben Micael.
Avançados: Falcão, Walter, Ukra, Varela.
É isso mesmo que a equipa pretende continuar a fazer já no próximo jogo, frente ao Beira-Mar. Os azuis e brancos recebem a formação de Aveiro no domingo, às 20h15, no Estádio do Dragão.
Tempo essencialmente para recuperar
«Dispusemos de um curto espaço de tempo entre jogos, que serviu essencialmente para recuperação. Sabemos que nestas situações não dá para mais, pelo que conto com os jogos para assimilar princípios. A organização não será diferente para o encontro de domingo, mas espero que haja uma maior consolidação de processos. Isso vem com os jogos. Acima de tudo, encaramos esta partida com a consciência de que estamos recuperados e na máxima força.»
Beira-Mar devidamente analisado
«Reunimos hoje [sábado] de manhã e cumprimos o mesmo processo que realizámos para qualquer adversário. Analisámos os vídeos do Beira-Mar e os nossos comportamentos relativamente ao Beira-Mar.»
Ganha o espectáculo
«A forma de abordar os jogos depende da filosofia e interpretação estratégica de cada um. O Leonardo Jardim é uma das pessoas que admiro no futebol nacional. Joguei contra ele no ano passado e respeitamo-nos mutuamente. É um treinador extremamente organizado e não tenho dúvidas de que as suas palavras são sinceras. Acho que o espectáculo fica a ganhar com esse tipo de abordagem ao jogo. Eu, no ano passado, fazia o mesmo na Académica e penso que o futebol português só tem a ganhar com isso. No entanto, respeitamos todo o tipo de enquadramento. Cada treinador joga com as armas que tem.»
Confiança na medida certa
«A verdade é que também temos sido colocados sob pressão, devido a algumas falhas de organização. Isso corrige-se com a consolidação de processos, que pode vir em treino ou em jogo. O importante é conceder cada vez menos oportunidades ao adversário e continuar a criar oportunidades suficientes para conseguirmos ganhar. Não há excesso de confiança absolutamente nenhum. Na pré-época, também tivemos um bom período e tudo foi rapidamente posto em causa depois das derrotas de Paris. Portanto, não há clima de euforia nenhum; o que há é um compromisso com ganhar e é isso que pretendemos continuar a fazer nos próximos jogos.»
O mais importante é a regularidade
«No ano passado, todos empataram na primeira jornada e depois consolidaram processos. O que importa é a regularidade. Como tal, não me parece que este arranque mau de Sporting e Benfica vá condicionar a luta pelo título significativamente numa fase tão inicial.»
Supertaça teve significado pela conquista do troféu
«A vitória na Supertaça foi importante, pela conquista do troféu. Julgo que ontem [sexta-feira] o presidente se referia aos contínuos lances de agressividade que se viram e aos muitos cartões vermelhos que ficaram por exibir. Não me parece que queira retirar mérito e importância ao troféu conquistado. Seja como for, isso já é passado e agora queremos consolidar processos, somar três pontos no domingo, passar a eliminatória da UEFA Europa League, e continuar num percurso regular, sempre com o ganhar na nossa mente.»
Hulk na Selecção é motivo de prestígio
«É um motivo de prestígio e de honra para nós. Um jogador de importância extrema como o Hulk já merecia ter ido mais vezes à Selecção [Brasil]. Só não marcou presença no Mundial porque se calhar não lho permitiram. Foi castigado com um conjunto anormal de jogos e isso penalizou-o; portanto, ver-lhe dada esta nova oportunidade e esta nova janela é gratificante para nós e é de louvar para um jogador lutador como ele.»
FC Porto em mudança
«Há uma discrepância radical na análise do novo FC Porto. Sem qualquer tipo de crítica às preferências do passado, diria que há um FC Porto que tenta encarar os jogos de outra forma, em termos de posse e circulação de bola. Tratam-se, no entanto, de processos que levam naturalmente tempo. É um FC Porto em mudança e levará o seu tempo a assimilar todos os processos que queremos, sem cortar a direito com o passado. Tudo o que temos a retirar de positivo, retiramos.»
Criar bloco mais compacto e equilibrado
«O FC Porto tem zero golos sofridos em três jogos oficiais, mas também é verdade que se deixou expor em alguns lances. Portanto, há que consolidar o processo defensivo, para que não deixemos o adversário criar tantas oportunidades e possamos criar um bloco mais compacto e equilibrado.»
Elogios a Ukra
«As opções técnicas serão tomadas na altura própria. O Ukra fez um jogo extremamente positivo na Bélgica e, sem dúvida, que ameaça a titularidade, mas vamos ver.»
Guarda-redes: Helton e Beto.
Defesas: Maicon, Álvaro Pereira, Fucile, Rolando, Sereno, Sapunaru.
Médios: Belluschi, João Moutinho, Souza, Fernando, Castro, Rúben Micael.
Avançados: Falcão, Walter, Ukra, Varela.
Roberto... dá-me a tua camisola!
http://bibo-porto-carago.blogspot.com/
«No primeiro golo, Roberto não tem hipóteses... podia ter feito melhor no segundo golo»
Jorge Jesus, 21.08.2010, CD Nacional 2-1 SL Merda
Jorge Jesus, 21.08.2010, CD Nacional 2-1 SL Merda
21 agosto, 2010
Entre permanências e mudanças se enche o Dragão de Esperanças
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Pois é… a época inicia-se e com ela volta também a Calçada, esperançada em fazer ladrilhar novas pedras que permitam o Dragão caminhar novamente pelo passadiço da glória e da vitória, o único caminho que aliás conhece, de trás para a frente, sem precisar de “GPS” ou outros “intermediários” que o guiem ou o levem até à conquista. Com as energias, carregadas pelas férias, o calceteiro volta então em força de língua e dedo afiado, para por cá fora aquilo que pensa, sente, concorda ou não e dizer, também, de sua justiça.
Tal como numa calçada, sempre em processo evolutivo, o desporto e particularmente o futebol, sofre progressivamente a alterações no seu “tabuleiro de jogo”, o que faz com certas pedras mudem de sítio e ou posição, enquanto outras permanecem inalteráveis, o que nem sempre é sinónimo de que se não muda é porque está bem.
O tempo, do calceteiro, para grandes análises não foi muito, quer pela silly season ser por assim uma época que lhe dá sono, quer pelo facto de ter tido as suas merecidas férias, quer pelo facto da vida activa do Futebol Clube do Porto, em pré temporada ter tido pouco destaque na imprensa, escrita e falada, português. Fica a promessa de que a partir deste ano, o calceteiro fará um esforço para ler e ver lá fora a actualidade do clube, já que lá o FCP é quase sempre, e bem, falado. Ora, esta aliás uma das pedras, sujas, que se parece manter ano após ano no Futebol português, Lisboa é a capital e o resto é paisagem; mas se não fosse a paisagem o que sobraria para embelezar o país. O calceteiro retorque que nada!
Outras das coisas que insiste em permanecer, como um dos cancros do nosso país futebolístico, e coisa é talvez o adjectivo mais parcial para descrever tal situação, é a nossa também (im)parcial imprensa, mais uma vez, continuar a dar tempo de antena a Antónios Vasconcelos e Ruis que de “Santos” não têm nada e fazem com que a dita “verdade desportiva” que tanto proclamam, seja a fé inabalável pelo seu “Jesus”.
Continuando ainda na senda das tais pedras sujas que teimam em permanecer tal e qual como estão, está também a enervante política portista de ter que vender, sempre, duas ou 3 jóias da sua coroa, sendo que às vezes é até que não queria e depois lhe faz falta, ficando com quem realmente deveria ir. Mas fica a pergunta: Não haverá Meireles a mais para tão poucos Brunos Alves e Fuciles!? Resposta a dar até 31 de Agosto!
E por falar em velhos, novos, hábitos, esta nova história dos certificados dos jogadores para além de vergonhosa e única e exclusivamente má para o clube que fica impedido de utilizar a quem já está pagar, pechinchas por mês, para este prestar e mostrar serviço.
Mas nem tudo é mau, e porque quando se muda deve ser para melhor, este ano também houve espaço e coragem para se mudar. A começar pelo técnico ao comando da principal plantel do FCP. Saiu uma casmurra mas velha raposa do futebol português, entrou uma com muito para provar, mas com vontade de mostrar que quem não arrisca não petisca. Villas Boas trouxe consigo uma mudança importante, à partida, o discurso mudou e com ele arrastou também o estilo de jogo, pelo menos ao olhos do calceteiro, foi notória que alguma coisa está diferente e parece ser para melhor, muito melhor. AVB não tem medo de assumir o compromisso com a vitória e define os objectivos, dizendo que é para conquistar todas as competições que disputa. Já fazia falta ao FCP alguém chegar-se à frente, dar o murro na mesa e dizer o que é para ganhar este ano: Tudo!
E se algumas mudanças estão ainda para se confirmar se vão ser devidamente colmatadas, outras parecem ter vindo dar um colorido ainda maior ao azulão do Porto. Moutinho mudou-se dum rival para a Invicta e que qualidade com ele trouxe ao meio do campo do Porto, até “El Samurai” com ele ao lado parece outro. De um ano para o outro a mudança a este nível é notória, o FCP passa de um fosso e desinspirado meio campo a um sem número de opções críveis. Fica mais uma já agora, porque não propor Meireles a um Manchester United por uns 10M e pedir Anderson emprestado com opção de compra?! Também já era tempo de nosso FCP ter outro tipo de relações, proveitosas, a quem tão bem vendemos jogadores.
Entre tantas mudanças e permanências a Calçada só espera que a partir da época 2010/11 o lugar do Dragão seja, novamente, de Ouro e nunca mais volte a ser o de Bronze!
Abraço e fiquem por aí… que eu fico!
Tal como numa calçada, sempre em processo evolutivo, o desporto e particularmente o futebol, sofre progressivamente a alterações no seu “tabuleiro de jogo”, o que faz com certas pedras mudem de sítio e ou posição, enquanto outras permanecem inalteráveis, o que nem sempre é sinónimo de que se não muda é porque está bem.
O tempo, do calceteiro, para grandes análises não foi muito, quer pela silly season ser por assim uma época que lhe dá sono, quer pelo facto de ter tido as suas merecidas férias, quer pelo facto da vida activa do Futebol Clube do Porto, em pré temporada ter tido pouco destaque na imprensa, escrita e falada, português. Fica a promessa de que a partir deste ano, o calceteiro fará um esforço para ler e ver lá fora a actualidade do clube, já que lá o FCP é quase sempre, e bem, falado. Ora, esta aliás uma das pedras, sujas, que se parece manter ano após ano no Futebol português, Lisboa é a capital e o resto é paisagem; mas se não fosse a paisagem o que sobraria para embelezar o país. O calceteiro retorque que nada!
Outras das coisas que insiste em permanecer, como um dos cancros do nosso país futebolístico, e coisa é talvez o adjectivo mais parcial para descrever tal situação, é a nossa também (im)parcial imprensa, mais uma vez, continuar a dar tempo de antena a Antónios Vasconcelos e Ruis que de “Santos” não têm nada e fazem com que a dita “verdade desportiva” que tanto proclamam, seja a fé inabalável pelo seu “Jesus”.
Continuando ainda na senda das tais pedras sujas que teimam em permanecer tal e qual como estão, está também a enervante política portista de ter que vender, sempre, duas ou 3 jóias da sua coroa, sendo que às vezes é até que não queria e depois lhe faz falta, ficando com quem realmente deveria ir. Mas fica a pergunta: Não haverá Meireles a mais para tão poucos Brunos Alves e Fuciles!? Resposta a dar até 31 de Agosto!
E por falar em velhos, novos, hábitos, esta nova história dos certificados dos jogadores para além de vergonhosa e única e exclusivamente má para o clube que fica impedido de utilizar a quem já está pagar, pechinchas por mês, para este prestar e mostrar serviço.
E se algumas mudanças estão ainda para se confirmar se vão ser devidamente colmatadas, outras parecem ter vindo dar um colorido ainda maior ao azulão do Porto. Moutinho mudou-se dum rival para a Invicta e que qualidade com ele trouxe ao meio do campo do Porto, até “El Samurai” com ele ao lado parece outro. De um ano para o outro a mudança a este nível é notória, o FCP passa de um fosso e desinspirado meio campo a um sem número de opções críveis. Fica mais uma já agora, porque não propor Meireles a um Manchester United por uns 10M e pedir Anderson emprestado com opção de compra?! Também já era tempo de nosso FCP ter outro tipo de relações, proveitosas, a quem tão bem vendemos jogadores.
Entre tantas mudanças e permanências a Calçada só espera que a partir da época 2010/11 o lugar do Dragão seja, novamente, de Ouro e nunca mais volte a ser o de Bronze!
Abraço e fiquem por aí… que eu fico!
PedroPorto
agosto 21, 2010
formação e camadas jovens, modalidades amadoras, o futuro do dragão pelo pedroporto, o livre de 7 metros do lucho
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agenda - 21 a 26 Agosto
http://bibo-porto-carago.blogspot.com/
20 agosto, 2010
Bilhete da liga Europa quase carimbado
http://bibo-porto-carago.blogspot.com/
assistência: --- espectadores.
árbitros: Luca Banti (Itália), Paolo Calcagno e Riccardo Di Fiore; 4º Árbitro: Andrea Gervasoni.
KRC GENK: Courtois; Anele, Joneleit, Matoukou e Pudil; Tozsér, Hubert, Buffel e De Bruyne; Vossen e Barda «cap».
Substituições: Vossen por Ogunjimi (46m), Buffel por Ndabashinze (82m) e De Bruyne por Camus (86m).
Não utilizados: Koteles, Huysegems, Duwael e Koita.
Treinador: Frank Vercauteren.
FC PORTO: Helton «cap»; Sapunaru, Rolando, Maicon e Alvaro; Fernando, Belluschi e João Moutinho; Varela, Falcao e Ukra.
Substituições: Varela por Souza (60m), Ukra por Rúben Micael (74m) e Falcao por Walter (82m).
Não utilizados: Beto, Sereno, Miguel Lopes e Castro.
Treinador: André Villas-Boas.
Marcadores: Falcao (29m, g.p.), Souza (82m) e Belluschi (90m).
Disciplina: cartão amarelo a Ukra (18m), Tozsér (28m), Vossen (32m), Maicon (32m), Fernando (64m), Helton (76m), Alvaro (88m) e Pudil (90m); cartão vermelho a Matoukou (65m).
O FC Porto não teve de se esforçar muito para vencer o desafio com os belgas do Genk. Uma primeira parte onde a equipa Portista controlou a partida mas não beneficiou de muitas oportunidades de golo perante um Genk completamento passivo. A passividade da equipa belga, no segundo tempo, transformou-se numa maior incidência ofensiva, com vontade de dar a volta ao jogo, mas não se traduziu em golos. No final, vitória Portista por 0-3.
O Genk foi a primeira equipa, no Cristal Arena, a criar perigo por intermédio de Vossen, que rematou cruzado perto da grande área e Helton defendeu a dois tempos.
Aos doze minutos, depois de uma boa jogada protagonizada por Ukra, que hoje substituiu Hulk no lado direito do ataque (substituído à ultima da hora no onze inicial depois de ter recebido ao inicio da tarde na Bélgica a notícia do falecimento de uma sobrinha; abro aqui um pequeno parêntesis para prestar a minha homenagem por esta decisão «conjunta», pois quero continuar a acreditar que na vida de cada um de nós, sempre continuarão a existir valores humanos e sentimentais muito mais importantes e valiosos do que um «mero e simples jogo de futebol»!!! Força Hulk!), deixou a bola para Falcao que rematou para a baliza mas Matoukou interceptou. A bola acabou por parar aos pés de Moutinho que rematou contra a defesa e, na recarga, Belluschi atirou para a defesa segura de Courtoius.
Ao minuto 27 deu-se o lance que gerou o único golo do FC Porto. Falcao foi derrubado na grande área por Joneleit, e na conversão o avançado colombiano não falhou, atirando a bola para um lado com o guardião belga a tomar direcção contrária.
No inicio da segunda parte, passamos por alguns momentos de apuros com o Genk a desperdiçar vários oportunidades de empatar o encontro. O FC Porto mostrava-se algo perdido em conectar o seu futebol e isso dava mais espaço à equipa da casa. Para ajudar ao momento menos bom dos portistas, a dupla de centrais dos azuis e brancos, Maicon e Rolando, especialmente o primeiro, revelou-se perdida em alguns lances.
Ao minuto 66, Matoukou entra de forma dura sobre o médio João Moutinho e o árbitro italiano Luca Banti não hesitou em mostrar o cartão vermelho ao atleta do Genk. Na conversão do livre directo assistiu-se a uma novidade: o ponta-de-lança Falcao a bater à entrada da grande área.
Ruben Micael regressou aos grandes relvados, ao minuto 74, rendendo Ukra. Ao minuto 82, o madeirense atrasou para Souza e este desferiu um potente remate directamente para o fundo das redes da baliza belga. Primeiro golo do médio com a camisola dos Dragões.
Ao minuto 90, Belluschi, à entrada da grande área, e numa jogada individual, fez com alguma facilidade o terceiro e último golo desta primeira mão.
Nota ainda para a grande exibição do capitão Helton, que por duas vezes, e de forma soberba, impediu os golos com selo belga.
A segunda mão deste encontro disputa-se a 26 de Agosto, no Estádio do Dragão, e o FC Porto leva três golos de vantagem.
DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA
André Villas-Boas: «Temos de manter a disciplina»
Expressivo, mas não decisivo
«Este era o primeiro passo que tínhamos de dar na procura do nosso objectivo de vencer. É um resultado expressivo, mas não é um resultado tranquilo. O Genk tem grandes movimentos dos seus pontas-de-lança. É uma equipa que exige rigor e cria dificuldades. Temos de manter a disciplina e tentar resolver a eliminatória no segundo jogo.»
Resultado merecido e elogios a Helton
«Tirámos partido da expulsão para matar o jogo. Conseguimos construir oportunidades para nos levarem ao 3-0, que é merecido. O nosso guarda-redes fez uma exibição excelente. Podíamos ter controlado o jogo de outra forma, após o 1-0, e na procura do segundo golo, fomos pouco cautelosos.»
Dedicado a Hulk
«O Hulk definirá o momento em que se sentir confortável para regressar. O clube deseja que ultrapassa esta fase difícil rapidamente. Esta vitória é dedicada a ele, que está a passar fase complicada. Os nossos sentimentos a ele e à sua família»”.
árbitros: Luca Banti (Itália), Paolo Calcagno e Riccardo Di Fiore; 4º Árbitro: Andrea Gervasoni.
KRC GENK: Courtois; Anele, Joneleit, Matoukou e Pudil; Tozsér, Hubert, Buffel e De Bruyne; Vossen e Barda «cap».
Substituições: Vossen por Ogunjimi (46m), Buffel por Ndabashinze (82m) e De Bruyne por Camus (86m).
Não utilizados: Koteles, Huysegems, Duwael e Koita.
Treinador: Frank Vercauteren.
FC PORTO: Helton «cap»; Sapunaru, Rolando, Maicon e Alvaro; Fernando, Belluschi e João Moutinho; Varela, Falcao e Ukra.
Substituições: Varela por Souza (60m), Ukra por Rúben Micael (74m) e Falcao por Walter (82m).
Não utilizados: Beto, Sereno, Miguel Lopes e Castro.
Treinador: André Villas-Boas.
Marcadores: Falcao (29m, g.p.), Souza (82m) e Belluschi (90m).
Disciplina: cartão amarelo a Ukra (18m), Tozsér (28m), Vossen (32m), Maicon (32m), Fernando (64m), Helton (76m), Alvaro (88m) e Pudil (90m); cartão vermelho a Matoukou (65m).
O FC Porto não teve de se esforçar muito para vencer o desafio com os belgas do Genk. Uma primeira parte onde a equipa Portista controlou a partida mas não beneficiou de muitas oportunidades de golo perante um Genk completamento passivo. A passividade da equipa belga, no segundo tempo, transformou-se numa maior incidência ofensiva, com vontade de dar a volta ao jogo, mas não se traduziu em golos. No final, vitória Portista por 0-3.
O Genk foi a primeira equipa, no Cristal Arena, a criar perigo por intermédio de Vossen, que rematou cruzado perto da grande área e Helton defendeu a dois tempos.
Aos doze minutos, depois de uma boa jogada protagonizada por Ukra, que hoje substituiu Hulk no lado direito do ataque (substituído à ultima da hora no onze inicial depois de ter recebido ao inicio da tarde na Bélgica a notícia do falecimento de uma sobrinha; abro aqui um pequeno parêntesis para prestar a minha homenagem por esta decisão «conjunta», pois quero continuar a acreditar que na vida de cada um de nós, sempre continuarão a existir valores humanos e sentimentais muito mais importantes e valiosos do que um «mero e simples jogo de futebol»!!! Força Hulk!), deixou a bola para Falcao que rematou para a baliza mas Matoukou interceptou. A bola acabou por parar aos pés de Moutinho que rematou contra a defesa e, na recarga, Belluschi atirou para a defesa segura de Courtoius.
Ao minuto 27 deu-se o lance que gerou o único golo do FC Porto. Falcao foi derrubado na grande área por Joneleit, e na conversão o avançado colombiano não falhou, atirando a bola para um lado com o guardião belga a tomar direcção contrária.
Ao minuto 66, Matoukou entra de forma dura sobre o médio João Moutinho e o árbitro italiano Luca Banti não hesitou em mostrar o cartão vermelho ao atleta do Genk. Na conversão do livre directo assistiu-se a uma novidade: o ponta-de-lança Falcao a bater à entrada da grande área.
Ruben Micael regressou aos grandes relvados, ao minuto 74, rendendo Ukra. Ao minuto 82, o madeirense atrasou para Souza e este desferiu um potente remate directamente para o fundo das redes da baliza belga. Primeiro golo do médio com a camisola dos Dragões.
Ao minuto 90, Belluschi, à entrada da grande área, e numa jogada individual, fez com alguma facilidade o terceiro e último golo desta primeira mão.
Nota ainda para a grande exibição do capitão Helton, que por duas vezes, e de forma soberba, impediu os golos com selo belga.
A segunda mão deste encontro disputa-se a 26 de Agosto, no Estádio do Dragão, e o FC Porto leva três golos de vantagem.
DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA
André Villas-Boas: «Temos de manter a disciplina»
Expressivo, mas não decisivo
«Este era o primeiro passo que tínhamos de dar na procura do nosso objectivo de vencer. É um resultado expressivo, mas não é um resultado tranquilo. O Genk tem grandes movimentos dos seus pontas-de-lança. É uma equipa que exige rigor e cria dificuldades. Temos de manter a disciplina e tentar resolver a eliminatória no segundo jogo.»
Resultado merecido e elogios a Helton
«Tirámos partido da expulsão para matar o jogo. Conseguimos construir oportunidades para nos levarem ao 3-0, que é merecido. O nosso guarda-redes fez uma exibição excelente. Podíamos ter controlado o jogo de outra forma, após o 1-0, e na procura do segundo golo, fomos pouco cautelosos.»
Dedicado a Hulk
«O Hulk definirá o momento em que se sentir confortável para regressar. O clube deseja que ultrapassa esta fase difícil rapidamente. Esta vitória é dedicada a ele, que está a passar fase complicada. Os nossos sentimentos a ele e à sua família»”.
Eleição BiBó Melhor Jogador 2010/11, carago!! - ronda 3
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Após uma bela vitória na NAVAL, Hulk, que foi o autor do único golo, foi também eleito o melhor em campo. O guardião Helton, esteve muito atento e mereceu o segundo posto por parte dos eleitores. Fernando, que tem sido o pêndulo da equipa, foi galardoado com o terceiro posto. Guarin, que entrou e mudou o jogo, ficou no quarto lugar. A fechar o clube dos pontuados ficou o argentino Belluschi.
Na estreia para a Taça Uefa, fomos vencer por 0 a 3 a GENK. Resultado que nos deixa as portas escancaradas para a qualificação. Os golos foram apontados por Falcao, pelo reforço brasileiro, Souza e por Belluschi.Os jogadores em que podem votar são os seguintes:
Um grande abraço e boas votações,
Tiago Teixeira
Na estreia para a Taça Uefa, fomos vencer por 0 a 3 a GENK. Resultado que nos deixa as portas escancaradas para a qualificação. Os golos foram apontados por Falcao, pelo reforço brasileiro, Souza e por Belluschi.Os jogadores em que podem votar são os seguintes:
- "Helton, Sapunaru, Maicon, Rolando, Alvaro, Fernando, Belluschi, Moutinho, Varela, Ukra, Ruben Micael, Souza e Walter".
Tiago Teixeira
Tribunal d'O JOGO - liga Europa 2010/11, 1ª mão play-off
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Tribunal O JOGO: KRC Genk 0-3 FC Porto
Árbitro: Luca Banti (Itália) / Assistentes: Paolo Calcagno e Riccardo Di Fiore.
Orelhas moucas
O público caiu-lhe em cima quando assinalou o penálti sobre Falcao, mas ele manteve-se firme. E com razão, porque houve toque dentro da área. A expulsão de Matoukou, após entrada dura sobre Moutinho, também não sofre contestação. Portanto, nos lances mais complicados resolveu bem, indiferente aos protestos.
fonte: ojogo.pt
Árbitro: Luca Banti (Itália) / Assistentes: Paolo Calcagno e Riccardo Di Fiore.
Orelhas moucas
O público caiu-lhe em cima quando assinalou o penálti sobre Falcao, mas ele manteve-se firme. E com razão, porque houve toque dentro da área. A expulsão de Matoukou, após entrada dura sobre Moutinho, também não sofre contestação. Portanto, nos lances mais complicados resolveu bem, indiferente aos protestos.
fonte: ojogo.pt
19 agosto, 2010
A nossa motivação é o escudo que temos ao peito
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O treinador do FC Porto, André Villas-Boas, disse ontem que o FC Porto está “pronto e motivado” para derrotar o Genk, na quinta-feira, na primeira mão do ‘play-off’ de acesso à Liga Europa de futebol, na Bélgica.
“Nós sentimo-nos preparados para o jogar, sentimo-nos prontos e motivados para ganhar”, disse Villas-Boas, em conferência de imprensa .
O treinador portista acrescentou que “tudo passa por ganhar os dois jogos”, no Crystal Arena, em Genk, e no Estádio do Dragão, a 26 de Agosto.
“Dentro do campo os historiais contam pouco, o que conta é a atitude, a organização e a forma como se encara cada jogo”, disse.
“O FC Porto entra nesta competição para ganhar. Para o fazer, teremos que jogar com grande agressividade, mental e física, e com grande concentração e organização”, sublinhou.
Sobre a sua equipa, o responsável técnico referiu que todos os jogadores “são bons” e recusou “qualquer tipo de facilitismo”.
Sobre a equipa adversária, o técnico disse acreditar “no trabalho do treinador Frank Vercauteren e a maneira como o Genk joga reflecte-o”. Por isso, está convicto de que “o Genk vai enfrentar o FC Porto de cabeça levantada”.
Por seu lado, o defesa Rolando, garantiu que a equipa está preparada para enfrentar o Genk. “O mais importante é estarmos bem e concentrarmo-nos no adversário. Temos equipa suficiente para o adversário”, disse.
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton, Beto.
Defesas: Maicon, Rolando, Sereno, Alvaro Pereira, Sapunaru e Miguel Lopes.
Médios: Fernando, João Moutinho, Souza, Ukra, Belluschi, Castro, Rúben Micael e Varela.
Avançados: Falcao, Walter e Hulk.
“Nós sentimo-nos preparados para o jogar, sentimo-nos prontos e motivados para ganhar”, disse Villas-Boas, em conferência de imprensa .
O treinador portista acrescentou que “tudo passa por ganhar os dois jogos”, no Crystal Arena, em Genk, e no Estádio do Dragão, a 26 de Agosto.
“Dentro do campo os historiais contam pouco, o que conta é a atitude, a organização e a forma como se encara cada jogo”, disse.
“O FC Porto entra nesta competição para ganhar. Para o fazer, teremos que jogar com grande agressividade, mental e física, e com grande concentração e organização”, sublinhou.
Sobre a sua equipa, o responsável técnico referiu que todos os jogadores “são bons” e recusou “qualquer tipo de facilitismo”.
Sobre a equipa adversária, o técnico disse acreditar “no trabalho do treinador Frank Vercauteren e a maneira como o Genk joga reflecte-o”. Por isso, está convicto de que “o Genk vai enfrentar o FC Porto de cabeça levantada”.
Por seu lado, o defesa Rolando, garantiu que a equipa está preparada para enfrentar o Genk. “O mais importante é estarmos bem e concentrarmo-nos no adversário. Temos equipa suficiente para o adversário”, disse.
Guarda-redes: Helton, Beto.
Defesas: Maicon, Rolando, Sereno, Alvaro Pereira, Sapunaru e Miguel Lopes.
Médios: Fernando, João Moutinho, Souza, Ukra, Belluschi, Castro, Rúben Micael e Varela.
Avançados: Falcao, Walter e Hulk.
Muita praia, convívio… e os primeiros 3 pontos!
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Mais um dia em cheio, muito bem passado entre nós. Como seria de esperar, viveu-se FC Porto de manhã à noite. O habitual.
A primeira jornada da Liga ZON Sagres 2010/2011 reservou-nos uma deslocação à Figueira da Foz para defrontar a Naval 1º de Maio. Nada melhor para começar, atendendo à altura do ano. O golo do incrível Hulk a cerca de dez minutos do apito final fez-nos explodir de alegria e regressar a casa com o sentimento de dever cumprido, pois acima de tudo queríamos a vitória.
Antes de descrever mais pormenorizadamente o dia que este grande grupo viveu no Sábado, tenho de começar pelo princípio! Exactamente, o preço dos bilhetes! É inadmissível que quando vou comprar o bilhete me digam: “Deseja dos de 20 euros ou dos de 50 euros?”; “Como?! Pode repetir?? Não tem mais caros? Vamos jogar a Old Trafford? Eu quero ir ao estádio José Bento Pessoa!”. Começam logo desde o primeiro jogo a meter a mão no bolso dos adeptos. Mas depois os estádios é que estão vazios e os portugueses cada vez vão menos à bola. Que raio de contradição!
Duas horas depois de começar o nosso jogo, a “Torcida Verde” abriu na Mata Real uma coreografia onde se podia ler “21h15, 20 euros – “Nova Liga”, mais do mesmo!”. Apesar de serem rivais gostei do que vi, lutam à maneira deles. Isto é uma luta de todos nós, os que se vêm explorados semana após semana para acompanhar o clube do seu coração. Há que combater isto com todas as nossas forças.
Não houve preço de bilhete que nos fizesse recuar. Estava combinado que Sábado iríamos à Figueira. E assim foi! Ás 10h da manhã, cinco Dragões encontraram-se no palco das emoções. Não faltava nada, camisolas, cachecóis, bandeira, muita comida e bebida fresquinha. Viagem tranquila, sem paragens, onde aproveitamos para ler o jornal, nomeadamente a excelente entrevista ao nosso grande presidente, publicada na revista do “Expresso”. Ao meio-dia estávamos a estacionar em frente à praia. Percorremos o desmedido areal e “acampámos” perto do mar. Até por volta das 17h foi comer, beber, mergulhar e jogar futebol. Entrámos em contacto também com alguns amigos, que por uma razão ou outra não nos puderam acompanhar. Grande espírito, grandes amigos! A meio da tarde o vento apareceu e foi-se tornando cada vez mais forte. Ia aparecendo pessoal conhecido das nossas claques, que chegavam também à praia.
Faltavam pouco mais de duas horas quando recolhemos tudo. Estava na hora de ir para o estádio. Não sem antes tomarmos um cafezinho numa das esplanadas à beira-mar. Já era muita a polícia espalhada pelas ruas e cada vez eram mais os adeptos que apareciam, uns chegados da Invicta e outros da própria cidade. Encontramo-nos com mais dois Dragões que viajaram desde Lisboa.
Chegámos ao estádio e logo reparei que 20 euros afinal nem era muito. A fila para entrar na porta que nos era destinada dava meia volta ao estádio. Lá dentro, as casas de banho eram cabines de plástico e as bancadas pareciam do “Circo Cardinali”, todas cheias de buracos. Algumas cadeiras nem estavam pregadas às tábuas. Só visto!
Uma vez lá dentro, reunimo-nos com mais uns elementos que foram lá ter, atrás da baliza que foi de Helton durante a primeira parte. O estádio era maioritariamente azul e branco. “Super Dragões” e “Colectivo” em bom número, apesar de muita gente que ainda está de férias. O vento desagradável manteve-se durante grande parte do jogo, fazendo com que nem fosse possível “bandeirar”.
O apoio tendeu todo para o nosso lado e foram raros os gritos de incentivo que se ouviam à equipa da casa. Destaco particularmente um grupo de Ultras que pertence ao “Colectivo”. Não se calam um segundo do jogo e cantam os noventa minutos. Basta estar minimamente atento nestes jogos fora de casa para perceber isso. Depois vem tudo atrás. No Dragão obviamente que não tenho essa percepção pois situo-me do outro lado, na Curva Sul, mas já conhecia muita da malta que falo e são indivíduos com mentalidade. O nosso grupo também esteve muito bem, tendo sido praticamente sem voz que abandonei o estádio.
O momento do dia foi o penalti convertido pelo Hulk, que nos deu os três pontos. Festejámos e os jogadores agradeceram no final do encontro. Ainda tivemos tempo de comer qualquer coisa antes de regressar a casa. À chegada ao Dragão estivemos com alguns jogadores, que tinham lá chegado praticamente ao mesmo tempo que nós.
Um dia extremamente bem passado, minha gente. Venha o próximo.
“SEMPRE CONTIGO, ALLEZ ALLEZ OHH…”
Um abraço Ultra.
A primeira jornada da Liga ZON Sagres 2010/2011 reservou-nos uma deslocação à Figueira da Foz para defrontar a Naval 1º de Maio. Nada melhor para começar, atendendo à altura do ano. O golo do incrível Hulk a cerca de dez minutos do apito final fez-nos explodir de alegria e regressar a casa com o sentimento de dever cumprido, pois acima de tudo queríamos a vitória.
Antes de descrever mais pormenorizadamente o dia que este grande grupo viveu no Sábado, tenho de começar pelo princípio! Exactamente, o preço dos bilhetes! É inadmissível que quando vou comprar o bilhete me digam: “Deseja dos de 20 euros ou dos de 50 euros?”; “Como?! Pode repetir?? Não tem mais caros? Vamos jogar a Old Trafford? Eu quero ir ao estádio José Bento Pessoa!”. Começam logo desde o primeiro jogo a meter a mão no bolso dos adeptos. Mas depois os estádios é que estão vazios e os portugueses cada vez vão menos à bola. Que raio de contradição!
Duas horas depois de começar o nosso jogo, a “Torcida Verde” abriu na Mata Real uma coreografia onde se podia ler “21h15, 20 euros – “Nova Liga”, mais do mesmo!”. Apesar de serem rivais gostei do que vi, lutam à maneira deles. Isto é uma luta de todos nós, os que se vêm explorados semana após semana para acompanhar o clube do seu coração. Há que combater isto com todas as nossas forças.
Faltavam pouco mais de duas horas quando recolhemos tudo. Estava na hora de ir para o estádio. Não sem antes tomarmos um cafezinho numa das esplanadas à beira-mar. Já era muita a polícia espalhada pelas ruas e cada vez eram mais os adeptos que apareciam, uns chegados da Invicta e outros da própria cidade. Encontramo-nos com mais dois Dragões que viajaram desde Lisboa.
Chegámos ao estádio e logo reparei que 20 euros afinal nem era muito. A fila para entrar na porta que nos era destinada dava meia volta ao estádio. Lá dentro, as casas de banho eram cabines de plástico e as bancadas pareciam do “Circo Cardinali”, todas cheias de buracos. Algumas cadeiras nem estavam pregadas às tábuas. Só visto!
Uma vez lá dentro, reunimo-nos com mais uns elementos que foram lá ter, atrás da baliza que foi de Helton durante a primeira parte. O estádio era maioritariamente azul e branco. “Super Dragões” e “Colectivo” em bom número, apesar de muita gente que ainda está de férias. O vento desagradável manteve-se durante grande parte do jogo, fazendo com que nem fosse possível “bandeirar”.
O momento do dia foi o penalti convertido pelo Hulk, que nos deu os três pontos. Festejámos e os jogadores agradeceram no final do encontro. Ainda tivemos tempo de comer qualquer coisa antes de regressar a casa. À chegada ao Dragão estivemos com alguns jogadores, que tinham lá chegado praticamente ao mesmo tempo que nós.
Um dia extremamente bem passado, minha gente. Venha o próximo.
“SEMPRE CONTIGO, ALLEZ ALLEZ OHH…”
Um abraço Ultra.
18 agosto, 2010
De volta ao normal!
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Pois é meus amigos acabado de chegar de férias do sul da país, de Aljezur mais propriamente Vale da Telha, local onde já me desloco há mais de 6 anos para recarregar baterias para a época que aí vem, é tipo um pequeno estágio, sem acesso a telemóveis ou outras tecnologias do género mas sempre procurando estar atento ao que se vai passando.
Por incrível que pareça tinha de me levantar bem cedo apenas para comprar o jornal oJogo, descansem que não era porque não vendiam era porque muitas vezes esgotava com facilidade e eu como não compro os outros rolos de papel higiénico a não ser da Renova, lá tinha que pedir a alguma alma caridosa no meio da praia que me deixasse ler o jornal oJogo para ver o que se andava a passar.
Muito Portista vi eu naquela zona, quase me senti em casa, outros tempos... diria um amigo meu!
Embora não tenha perdido grande coisa enquanto estive fora, visto que ainda fui a tempo de ver o nosso clube dar uma sova valente ao eterno rival tendo muito milhafre abandonado o estádio ainda não tínhamos chegado ao minuto 75 (adeptos anedota), há sempre algo que me desperta atenção.
A primeira coisa que me desperta logo atenção é o caso Queirós onde tudo parece estar ao contrário, somos um país sui generis senão vejamos:
Se formos a contas Queirós ganhou tantos títulos como Scolari, exactamente zero.
Por isso um recado ao Sr. Laurentino Dias que deixe de ser abutre e trate dos assuntos que lhe dizem respeito e não ande atirar lenha para a fogueira, com contradições (ora diz que é um caso grave, ora diz que na devida altura dá opinião sobre o caso), este senhor a mim ficou-me marcado num taça de Portugal onde o meu Presidente esteve impedido de entrar na Tribuna do Estádio e as palavras deste verme foram de regozijo perante tal injustiça. Nunca lhe perdoarei tal acto e para mim virou inimigo a partir desse dia.
Já que falamos de Abutres é sempre bom ver quando cheguei a casa as crónicas dos comentadores afectos às nossas cores houve quem de repente tivesse uma mudança súbita de opinião, é o normal a falta de coerência naquilo que se escreve até se chega ao ponto de escrever barbaridades sobre a valia dum jogador por causa do seu nome.
Volto a dizer para quem quiser entender, não somos tão maus como diziam nem somos tão bons como agora querem fazer passar, estamos em construção, estamos em crescimento por isso entendo quando alguns Amigos aqui escrevem sobre o ”jogo jogado”, ainda estamos a tentar engrenar, mas uma coisa vos digo quando esta equipa ligar o Turbo, adeus Portugal, por isso dizer mal por dizer é conversa da treta.
Mas voltando aos Abutres é sempre bom ouvir o presidente do Marítimo, esse lampião ranhoso que caso o FC Porto não consiga salvar o negócio do Kleber a relação com este clube devem acabar de vez, já chega de darmo-nos bem com clubes cujo os jogadores falham penáltis deliberadamente e na semana seguinte estão a vestir de vermelho sem que ninguém se questione se há ou não dinheiro (lembro aos mais esquecidos que o negócio que falo é Makukula, que meses mais tarde foi pago com 3 jogadores Manu, Miguelito e um parolo da Maia que é extremo direito de nome Paulo Jorge).
Deixando a conversa dos Abutres deixar os Parabéns à nossa Sara Oliveira pelos excelentes resultados nos Campeonatos da Europa de Natação, é uma excelente nadadora que merece todos os destaques possíveis já que não é a primeira vez que bate inúmeros recordes e se qualifica para as finais.
Também uma nota para a entrevista do nosso Grande Presidente onde é possível ver outra vez as “campanhas de charme” aos pasquins Lisboetas e deixa-los fazer algum dinheiro, coitaditos!
Em relação ao conteúdo da entrevista não foi dito nada de novo mas era importante mandar algumas bicadas no pavão vermelho lá de baixo, que entretanto já deve ter um fórmula nova de rennie e vaselina para aguentar os últimos desaires, não era esta a super equipa?
Meus amigos deixo-vos com um resumo daquilo que me chamou atenção nestas 2 semanas e agora estou pronto a ir outra vez de férias desta feita para fora, são apenas mais 8 dias mas estarei a tempo e horas de ver o nosso Grande Porto a caminho da Liga Europa.
A todos desejo umas boas férias ou então uma excelente semana.
Um Abraço Tripeiro e muito… muito Portista.
Por incrível que pareça tinha de me levantar bem cedo apenas para comprar o jornal oJogo, descansem que não era porque não vendiam era porque muitas vezes esgotava com facilidade e eu como não compro os outros rolos de papel higiénico a não ser da Renova, lá tinha que pedir a alguma alma caridosa no meio da praia que me deixasse ler o jornal oJogo para ver o que se andava a passar.
Muito Portista vi eu naquela zona, quase me senti em casa, outros tempos... diria um amigo meu!
Embora não tenha perdido grande coisa enquanto estive fora, visto que ainda fui a tempo de ver o nosso clube dar uma sova valente ao eterno rival tendo muito milhafre abandonado o estádio ainda não tínhamos chegado ao minuto 75 (adeptos anedota), há sempre algo que me desperta atenção.
- Seleccionador anterior nunca convocou os melhores.
- Optou por um comportamento preferencial.
- Perdeu em casa por duas vezes com a mesma selecção, uma das derrotas foi redonda sem espinhas e a jogar em casa com todo o país a apoiar.
- Fez apenas 2 qualificações e contra equipa tipo Azerbaijão e o Ervilhas.
- Foi protagonista de uma cena de pugilato num jogo de qualificação para o campeonato da Europa.
- Ganhou balúrdios de dinheiro!
- Negligenciou o Futuro da Selecção, ficamos de repente sem elo de ligação com as selecções jovens e a “descendência” normal de valores ficou cortada.
- Ganhou uma mão cheia de nada, insultou o nosso Clube e Cidade sempre que pode, menosprezou a mais-valia dos nossos jogadores sempre que possível, no fim teve honras de estado e a simpatia do Portugal Anti-Portista, esquecendo-se que as vitórias dele sem metade da equipa do Campeão Europeu nem sequer tinham acontecido.
Se formos a contas Queirós ganhou tantos títulos como Scolari, exactamente zero.
Por isso um recado ao Sr. Laurentino Dias que deixe de ser abutre e trate dos assuntos que lhe dizem respeito e não ande atirar lenha para a fogueira, com contradições (ora diz que é um caso grave, ora diz que na devida altura dá opinião sobre o caso), este senhor a mim ficou-me marcado num taça de Portugal onde o meu Presidente esteve impedido de entrar na Tribuna do Estádio e as palavras deste verme foram de regozijo perante tal injustiça. Nunca lhe perdoarei tal acto e para mim virou inimigo a partir desse dia.
Já que falamos de Abutres é sempre bom ver quando cheguei a casa as crónicas dos comentadores afectos às nossas cores houve quem de repente tivesse uma mudança súbita de opinião, é o normal a falta de coerência naquilo que se escreve até se chega ao ponto de escrever barbaridades sobre a valia dum jogador por causa do seu nome.
Volto a dizer para quem quiser entender, não somos tão maus como diziam nem somos tão bons como agora querem fazer passar, estamos em construção, estamos em crescimento por isso entendo quando alguns Amigos aqui escrevem sobre o ”jogo jogado”, ainda estamos a tentar engrenar, mas uma coisa vos digo quando esta equipa ligar o Turbo, adeus Portugal, por isso dizer mal por dizer é conversa da treta.
Mas voltando aos Abutres é sempre bom ouvir o presidente do Marítimo, esse lampião ranhoso que caso o FC Porto não consiga salvar o negócio do Kleber a relação com este clube devem acabar de vez, já chega de darmo-nos bem com clubes cujo os jogadores falham penáltis deliberadamente e na semana seguinte estão a vestir de vermelho sem que ninguém se questione se há ou não dinheiro (lembro aos mais esquecidos que o negócio que falo é Makukula, que meses mais tarde foi pago com 3 jogadores Manu, Miguelito e um parolo da Maia que é extremo direito de nome Paulo Jorge).
Também uma nota para a entrevista do nosso Grande Presidente onde é possível ver outra vez as “campanhas de charme” aos pasquins Lisboetas e deixa-los fazer algum dinheiro, coitaditos!
Em relação ao conteúdo da entrevista não foi dito nada de novo mas era importante mandar algumas bicadas no pavão vermelho lá de baixo, que entretanto já deve ter um fórmula nova de rennie e vaselina para aguentar os últimos desaires, não era esta a super equipa?
Meus amigos deixo-vos com um resumo daquilo que me chamou atenção nestas 2 semanas e agora estou pronto a ir outra vez de férias desta feita para fora, são apenas mais 8 dias mas estarei a tempo e horas de ver o nosso Grande Porto a caminho da Liga Europa.
A todos desejo umas boas férias ou então uma excelente semana.
Um Abraço Tripeiro e muito… muito Portista.

















