24 março, 2013

Na hora de despedida

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Foram dois anos de crónicas aqui publicadas. O motivo e o amor foram sempre o mesmo: o Porto. Nos (muitos) bons e nos (raros) maus momentos nunca consegui evitar de ser parcial. A diferença entre um fanático e um verdadeiro portista é mesmo essa: o primeiro acha que o Porto é o melhor do mundo, o segundo tem a certeza. Foi um privilégio ter lugar cativo neste auditório que tanto prestigia o azul e branco que carregam os valores de uma cidade, um povo e uma região.

Aqui partilhei as grandes alegrias de Dublin e de um campeonato de recordes conquistado no Salão de Festas, uma Taça de Portugal em que éramos dados como eliminados. Sofri a desilusão de uma cadeira de sonho que foi trocada por milhões. Acreditei e defendi do princípio ao fim da última temporada o mister Vítor Pereira e rejubilei com a merecidíssima conquista do titulo. Sofri com as eliminações da Champions e ri com a baralhada da Taça da Liga.

Antes de ser colaborador já era leitor. E é a essa condição que hoje retorno com orgulho. Vivemos uma fase complicada da época. Como sempre, procuro ver o ângulo mais positivo da questão. O registo tentei sempre que fosse sarcástico. Por vezes, excesso de irreverência levaram-me a entrar em choque com alguns leitores do blogue. Pedi desculpa por isso. Aprendi a respeitar opiniões diferentes da minha e isso fez-me crescer.

Queria deixar uma forte palavra de agradecimento a todos os colegas colaboradores e aos leitores que tiveram a paciência de me ler. Só não fiz melhor quando fui capaz. Foi um honra ter esta oportunidade. Nem sempre foi fácil, nem sempre fui politicamente correto mas tentei sempre ser verdadeiro com o meu sentimento portista. Desde há uns tempos, que sentia que as publicações haviam perdido qualidade porque não tinha tempo para as preparar. Tenho que tomar uma decisão para não encalhar mais o normal funcionamento do blogue e essa decisão é sair. Foi uma experiência fantástica que lembrarei para sempre.

Para terminar e visto que estas serão as minhas últimas palavras neste espaço. Deixo um agradecimento muito especial ao Blue Boy por tudo aquilo que tem feito pelo Porto. Se eu com uma crónica, vi-me não poucas vezes às aranhas para organizar o meu tempo entre vida pessoal e profissional, imagino o esforço brutal que será gerir todo o blogue. Acreditem, meus amigos, que só com com um enorme amor ao Porto é possível ao Blue Boy levar a cabo este trabalho hercúleo de dedicação pessoal a que isto obriga. Esta experiência serviu-me para dar ainda mais valor ao Teu trabalho e ao de todos os colaboradores que se dedicam de corpo e alma a este projeto. Só por isso já valeu a pena. Um especial obrigado ao Blue por tudo o fez por mim e por tudo o que faz pelo Porto, e do qual nos devemos todos orgulhar. Eu nunca imaginei que isto desse tanto trabalho. Se alguns soubessem, há muito que já te tinham dado o Dragão de Ouro.

Resta-me terminar deixando um forte abraço ao Blue, colaboradores, leitores e amigos do blogue. Serei para sempre um amigo do BiBó PoRtO, carago!!.

Abraço Azul e até sempre Portistas.

23 março, 2013

A deterioração da situação patrimonial

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Vistas as contas do primeiro semestre da FCP-Futebol, SAD (1 de Julho a 31 de Dezembro de 2012) do exercício corrente, o que mais preocupa é o valor a que desceu o Capital Próprio.

Desde a constituição de uma empresa, o seu capital próprio, que nesse momento é igual ao capital social, vai sofrendo alterações que tanto podem ser positivas como negativas, basicamente em função dos lucros/prejuízos que vão ocorrendo ao longo da sua atividade. O Balanço representa a situação patrimonial da empresa num determinado momento, é a sua “fotografia” num momento preciso. Está dividido em três categorias: ativo, passivo e capital próprio. Existe uma relação fundamental que tem que se verificar obrigatoriamente no Balanço: ativo = passivo + capital próprio. Esta expressão constitui o princípio fundamental da contabilidade, segundo o qual a aquisição do património da empresa (ativo) tem que ser financiado por capitais dos sócios/accionistas (capital próprio) e por capitais alheios (passivo).

Dito isto, qual é a situação, em 31/12/2012, da FCP-Futebol, SAD (consolidado)?

O passivo (217.519.434 €) é superior ao ativo (211.153.093 €), donde o capital próprio é negativo em 6.366.341 €. Neste caso, a situação tem um nome, que ninguém gosta de ouvir, e que é “falência técnica”. Como se chegou aqui? Simples: um somatório de prejuízos bastante superior ao somatório de lucros (em 31/12/2012, o Balanço apresenta resultados acumulados negativos de 88.627.537 € que mais do que “comem” o capital social de 75.000.000 €).

Solução? É dada no Relatório & Contas (2011/12):
    “O Conselho de Administração, para além de perspectivar a análise deste assunto na Assembleia Geral de Accionistas para a aprovação das contas deste exercício, poderá também convocar uma Assembleia Geral Extraordinária, para discussão e aprovação das propostas que vierem a ser apresentadas, as quais poderão passar pelas seguintes alternativas:
    . Redução do capital social para montante não inferior ao capital próprio da sociedade;
    . Realização pelos accionistas de entradas para reforço da cobertura do capital; e
    . A conjugação das duas alternativas.”
Esta solução, tem recorrentemente desde há cerca de 10 anos, vindo a ser mencionada para o caso do artº 35º do código das sociedades comerciais, isto é, quando o capital próprio é inferior a metade do capital social (ou seja, como o capital social é de 75.000.000 €, aplica-se quando o capital próprio é inferior a 37.500.000 €).

E, por que nunca nenhuma solução foi implementada ao longo de todos estes anos?

Só os administradores poderão responder, e nunca o fizeram. Na minha opinião por uma simples razão: não têm outra solução (que procuram evitar) senão incorporar o Estádio (propriedade do Clube) na SAD, aliás a exemplo do que fez o Clube do Regime que, não fora essa solução, estaria numa situação de capitais próprios negativos verdadeiramente dramática.

Contudo, é minha convicção que, por muito que a administração adie a solução, na esperança que resultados positivos (lucros) resolvam, ainda que parcialmente, o problema (o que seria a solução ideal), lá chegará o momento em que, se persistirem os capitais próprios negativos, algo tem mesmo que ser feito.

Até lá, aguardemos, sendo certo que, quanto melhores forem os resultados desportivos, melhores serão os resultados financeiros, e daí, melhores os capitais próprios (sendo o oposto também verdadeiro...). Assim sendo, quanto mais tempo aguardar, melhor.

JCHS


nota: o blog BPc agradece ao JCHS a elaboração deste artigo.

22 março, 2013

Direitos e deveres

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Não tiveram força, não honraram a camisola nem a nossa cor azul. Em Málaga, tal como na Madeira, não se viu o que pedimos no cântico que não nos cansámos de entoar na curva. Na realidade, o verdadeiro, o único Porto que esteve no Estádio La Rosaleda foram aqueles quase dois mil que encheram a bancada sul do La Rosaleda. Outro, o que andou lá em baixo, no relvado, não foi, definitivamente, o Porto.

Um Porto sem garra, sem atitude, sem chama, sem nada. Um Porto que não foi Porto, um Porto que ninguém merecia ter visto, sobretudo aqueles que largaram, largam e largarão sempre tudo para o ver. Aqueles que deixaram a família em casa, que faltaram ao trabalho, às aulas ou tiraram férias do emprego de propósito para os apoiar. Aqueles que depois de uma terça-feira de trabalho, só tiveram tempo para arrumar a mochila, abastecer a lancheira, rumar ao Dragão para, ao fim de mais de uma hora ao frio, se fazerem à estrada. Aqueles que percorreram quase mil quilómetros em meio-dia, sentados numa cadeira de autocarro sem conforto e sem saber o que é dormir, para chegar ao destino, almoçar no centro da cidade e entrar no estádio duas horas antes do início do jogo. Aqueles que pagaram 45 euros para ver 14 camisolas roxas – nem sequer eram azuis e brancas! – a desfilar pelo relvado durante os 94 minutos em que transformaram o nosso sonho em pesadelo. Aqueles que estiveram uma hora ao frio à espera que os ‘coños’ espanhóis nos deixassem entrar para a camioneta e enfrentar uma dolorosa viagem de regresso, com uma enorme dor na alma. Aqueles que chegaram ao Porto, completamente extenuados, 33 horas depois de o terem abandonado, avistaram o mais belo estádio do mundo iluminado pelo sol invernoso da manhã e, sem quaisquer arrependimentos ou lamúrias, desabafaram com os próprios botões: “Nunca mais é domingo!”.

Esses, sobretudo esses, não mereciam aquela miséria. Esses, que fazem os possíveis e os impossíveis, para estar em qualquer lado, em qualquer estádio só para os apoiar, mereciam ter visto o Porto das gloriosas noites europeias, capaz de se transcender e olhar qualquer adversário nos olhos, o Porto que tantas alegrias nos tem dado. Esses, que depois dessa jornada negra voaram para a Madeira ver aquela desgraça, não vos podem exigir sempre a vitória – afinal, somos todos humanos -, mas têm o direito de vos exigir sempre o dever de lutar por ela. Esses não vos podem exigir que sejam campeões, mas têm todo o direito de vos exigir que lutem por isso até ao fim como verdadeiros dragões.

Pólo Norte, às 23h00, com Pinto da Costa

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O Polo Norte chega aos cinquenta programas com um convidado especial. Esta semana o presidente do Futebol Clube do Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, junta-se a Manuel Carvalho, José Mendes e David Pontes para falar não tanto de futebol, mas da cidade do Porto, da Região Norte e do momento que o país atravessa. Pinto da Costa, à mesa do debate, sexta, às 23, Polo Norte, no Porto Canal.

21 março, 2013

HÁ PARASITAS EM TODO O LADO

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Na vida, temos tendência a pensar que só os outros são más pessoas, só nas outras famílias há más pessoas, só os amigos dos outros são más pessoas. Esquecemo-nos que isso também há dentro das nossas casas, das nossas famílias ou do nosso núcleo de amigos.
Da mesma forma, não existem só parolos e parasitas nos carneiros ou nos lagartos!

Nunca fiz, nem nunca farei posts para medir o número de comentários, para ter muitos elogios e concordâncias. Guio-me por convicções e ideais bem definidos. Posso estar contra ou a favor da maré, mas sei uma coisa: digo e defendo sempre aquilo que entendo serem os superiores interesses do Futebol Clube do Porto.

Em 31/01/2013 (melhor altura do ano, desportivamente falando), fiz aqui um post com o título “O Perigo de Ganhar”. Lamentavelmente, acertei! Mas não vou estar aqui a fazer exercícios de memória para dizer “Eu bem avisei” ou coisas do género. Para mim, hoje, poderia ser um dia de masturbação escrita, relembrando aquilo que já por muitas vezes escrevi sobre a estrutura, plantel, etc. Agora que as coisas estão mal, não falta por aí gente a escrever o que eu já disse quando as coisas corriam bem. Mas não, estou tão triste (desportivamente) com tudo isto, que nem me apetecia era escrever sobre nada.

No entanto, há um conjunto de parasitas espalhadas dentro do Universo azul e branco, sempre com a língua e dedos bem afiados, prontos a colocarem tudo e todos em causa mal as coisas correm mal. Os mesmos que não mexem o cú para merda nenhuma no sentido de defender o clube, ajudá-lo ou apoiá-lo, são os mesmos que entopem as caixas de comentários nos blogs, sempre que as coisas se precipitam para o pior. Quando as coisas corriam bem, eu era o maluco da oposição... pois, só que o maluco da oposição não anda agora a criticar tudo e todos, pois está demasiado durido com tudo isto.

Mas esses mesmos parasitas que entopem as caixas dos blogs, fazendo sempre de Vítor Pereira a sua vítima favorita, são também os puritanos que criticam aqueles que no domingo à noite foram receber os jogadores ao aeroporto e ao Dragão.
Confesso que discordo, mas não critico quem o fez!
Foi uma reacção emocional que aceito, e uma demonstração de amor ao clube, não olhando a nomes de jogadores ou treinadores. É a frustração de quem corre o ano inteiro para todo o lado apoiando o clube, e que não vê a atitude adequada de quem enverga as nossas cores. O clube e as suas vitórias estão acima de qualquer interesse pessoal ou de amizade.

É por atitudes destas, mesma de quem discorda, que o nosso clube é diferente e a cultura de exigência é diferente. Ganhar é um imperativo! Exigir responsabilidades aos mesmos que querem louros nas vitórias, é o mínimo que se pode esperar!

Não escrevo mais nada por falta de vontade e desencanto!
Aos parasitas que contribuem para 40 comentários nas derrotas e 10 nas vitórias, o meu nojo e o meu desprezo!

Um abraço,

Honrem a camisola!!

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Neste último fim-de-semana falhei o meu primeiro jogo do campeonato, esta temporada. Um empate na Madeira, nos Barreiros, afastou-nos ainda mais da liderança. Não entendo a teoria de que “não podemos ser campeões todos os anos”, não podemos? Não podemos porquê? Mas é claro que podemos! Se me disserem que “não vamos ser campeões todos os anos” até sou capaz de entender, agora não podemos? Não entendo!

Podemos ser campeões todos os anos e é para isso que temos de lutar. Eu cá não me canso de ganhar! Chorei no dia em que o FC Porto perdeu o 11º campeonato consecutivo em hóquei em patins, na última época, portanto aí está a prova de que, para mim, é para ganhar sempre. Lutar com todas as forças para alcançar o título e se o perdermos, como pode eventualmente acontecer, termos o sentimento de que demos tudo para que o desfecho não fosse aquele. E esse sentimento deve ser partilhado tanto pelos jogadores, como pelos adeptos! Não dependemos de nós, está certo, mas temos de ganhar os jogos TODOS até Maio!! E depois sim, esperar por um deslize das galinhas. Não podemos pedir deslizes se não ganharmos sequer os nossos jogos!

Só quem vive isto como eu (nós), imagina o que sofri no Domingo. Não fui à Madeira, não estive no meu local predilecto, a bancada. Desta vez sofri à distância pelo nosso FC Porto. A nossa equipa contou com a presença de dezenas de ultras que lá se deslocaram desde o continente, mais o pessoal que lá reside. Todos juntos foram audíveis no apoio ao mágico Porto!

Pela TV viu-se várias vezes a faixa do Colectivo, assim como a dos Super Dragões e dos seus diversos núcleos. Não ganhámos o terceiro jogo, em quatro. Há que abrir os olhinhos aos meninos, perder o campeonato é sempre mau, perder para o regime é pior, mas perdê-lo para o regime e arriscarmo-nos a que eles façam a festa aqui é indescritível! Abrir os olhinhos à rapaziada, faltam 21 pontos, acreditar acredito sempre enquanto for matematicamente possível. Não vergar, nunca!!

Como o FC Porto não é só futebol (longe disso) e continuando a nossa missão de apoiar tudo o que seja FCP, “em todo o lado, durante todo o ano”, Sábado de tarde rumámos a Águas Santas! Uma presença assinalável de cerca de meia centena de ultras do FC Porto! O sentimento de satisfação por magnífica presença e apoio durante todo o jogo, mas ao mesmo tempo de lamentar só nesta fase avançada do campeonato conseguirmos ter tanta gente a apoiar fora as modalidades!

Os jogadores, surpresos com tamanha invasão, venceram categoricamente, no pavilhão onde em 2011 e em 2012, festejámos o Tri e o Tetra, respectivamente. Este ano de 2013 serviu para darmos mais um passo rumo ao Penta!! O “sector vistante” esteve ao rubro com cânticos e gritos de incentivo aos comanados de Obradovic! Marcámos forte presença como de costume. Alguns elementos do Colectivo mas a maioria dos SD, todos juntos abafámos completamente o pavilhão.


No final os jogadores vieram agradecer. Estamos a entrar na fase decisiva da temporada, vamos continuar a apoiar até ao fim!! Este fim-de-semana temos a seca das selecções mas ainda assim o Sábado promete, com os juniores a defrontarem os lampiões no Olival e duas horas e meia depois, o andebol a defrontar os lagartos, no Dragão Caixa.

NON MOLLARE MAI!!

Um abraço ultra.

20 março, 2013

Fica agora a bola do Vosso lado!

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Pra cima deles, carago
Lá diria o Tône que quando estamos em baixo até os pássaros nos cagam na cabeça.
E pássaro é bicho que agora não falta por ai.
Aos bandos e às varas.
Azuis e encarnadas.

Quanto às varas, encarnadas, estamos falados.
A tv apelida-as de catedráticas, a rádio de foras de série e os jornais de prodigiosas.
Enfim, a banha da cobra, o circo do costume quando nem os cestos estão sequer meios.

Mas o que verdadeiramente custa mais ao Culatra são os bandos, azuis.
Uns vêm em Nortadas, como o Peter que os pariu.
Outros, como sempre e nas horas menos boas, hesitam e pedem a cabeça do VP, do Antero, do gajo que trata da relva.
E ainda outros, os anónimos do costume, desistem e chamam por... Jesus.

Mas isto é como na vida.
Mesmo quando o Diabo se assoa há sempre um Bino qualquer que se levanta do seu sofá de lixeira abana a cabeça, enche o peito de ar e grita aos quatro, ou cinco, ventos que esta merda de trocar os bês pelo vês não é, nunca foi, para todos.
Quem quiser desnortear que desnorteie!
Quem quiser hesitar que hesite!
Quem quiser desistir que desista!
Porque no final, bem no final, só farão falta aqueles que nunca desnorteiam, nunca hesitam e nunca desistem!

Fica, para terminar, o repto aos jogadores.
Voltem depressa de Miami, de Tel Aviv ou do fim do mundo.
Mas voltem com ganas de jogar à bola, de sujar a camisola, de bater no peito e ir para cima deles.
Nós acreditamos e estaremos convosco.

Fica agora a bola do Vosso lado!

p.s. - Rezam as crónicas dos entendidos que ficaram por sancionar, em terras do Jardim (não, não é a pedir outro mister) um toque no Lucho e uma gravata ao Jackson.
Sem fazer juízo das mesmas, agradou ao Rato o pouco estardalhaço feito pelos nossos.
Imagine-se se fosse com os catedráticos, os fora de série, os prodigiosos.

FORMAÇÃO: Sub-19 já lideram...

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FUTEBOL - SUB-19

A equipa de Sub 19 do FC Porto foi este sábado vencer o Sporting a Alcochete por 1-0, resultado que permite aos jovens Dragões alcançarem a liderança, com dez pontos. O golo solitário do jogo foi apontado por Ivo, na transformação de uma grande penalidade a punor falta sobre o próprio, à passagem do minuto 23. Na segunda parte o FC Porto dispôs de boas oportunidades para ampliar, Rafa atirou ao poste, mas nos minutos finais foi obrigado a defender a vantagem. Com esta vitória o FC Porto atinge a liderança, após cinco jornadas, recebendo na próxima jornada o Benfica.
FICHA DO JOGO... AQUI.





FUTEBOL - SUB-15

A equipa de Sub 15 do FC Porto bateu este domingo o Gondomar por 4-0, em jogo da 8.ª jornada da segunda fase do campeonato nacional de Juniores C. Esta foi a 22.ª vitória consecutiva dos dragãozinhos, que marcaram por Madi (23m), Tavares (32 e 70) e Rui Pedro (39), perante um adversário que se limitou a defender. O FC Porto lidera a classificação, com 24 pontos, mais cinco do que o Braga, que recebe na próxima jornada, jogo agendado para 24 de Março.
FICHA DO JOGO... AQUI.





Os destaques desta última semana, ficam aqui retratados, no entanto, se queres saber mais pormenores destas ou outras modalidades e/ou escalões de formação, convido-te a visitar a nossa página do facebook (AQUI) onde poderás encontrar toda a informação sobre as modalidades e as camadas jovens do nosso clube.

Pela nossa parte, apenas prometer continuar a desenvolver trabalho em prol do FC Porto, em regime de "voluntariado", da forma que melhor sabemos: com orgulho, com dedicação e com muita paixão.


Fiquem bem e até para a semana.
Pedro Porto

19 março, 2013

Em busca da 20ª vitória consecutiva sobre os lagartos!

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Estive presente em Águas Santas no ANDEBOL, a exemplo do que sucedeu no Sá Leite na semana anterior, ficando desde já a promessa de também marcar presença no 3º jogo da fase final de andebol com os Dragões a receberem o Sporting já este sábado, pelas 17h30 (Porto Canal).

Os pupilos de Obradovic seguem na frente com os mesmos pontos do rival que joga de encarnado, ambos com 2 jogos e duas vitórias nesta fase decisiva para o título. No sábado, o 3º classificado que joga de verde vem ao Dragão Caixa, e o FC Porto tem obrigatoriamente que vencer para jogar na Luz a 13 de Abril, pelo menos, em igualdade pontual.

Relembro que o Sporting já não ganha na casa dos Dragões há mais de 13 anos, e nos últimos 19 jogos em casa do FC Porto (para o campeonato), o Sporting perdeu sempre! Vamos Porto, em busca da 20ª vitória consecutiva caseira sobre este rival!

Nesta partida do Dragão Caixa, o FC Porto pode vir a obter o 74º jogo consecutivo sem perder em casa, contando todas as provas oficiais, podendo também ser a 22ª jornada seguida deste campeonato sempre a ganhar! Cuidado com a dupla nomeada, António Trinca e Tiago Monteiro, porque se puderem, vão-nos complicar a vida. Aliás, um deles, no seu facebook, não esconde o seu benfiquismo...

Enquanto isso, o pivot do benfica, José Costa, agride um adversário a soco e não leva nenhum jogo de castigo! Pode ver a agressão AQUI.

Por fim, os meus parabéns ao Fernando Sá, ao André Bessa e ao Paulo Cunha pela humilhante derrota imposta ao arrogante do treinador do clube da 2ª circular na final da Taça de Portugal de BASQUETEBOL. Com um plantel daqueles, levar 100 pontos, é obra! Pelo que se lê até já tem o lugar em risco. Tanta incompetência só se disfarça com o orçamento de luxo que tem beneficiado ao longo dos últimos 2 anos.



ANDEBOL
  • Águas Santas 29-35 FC Porto
Início arrasador do FC Porto que ao intervalo já tinha a questão praticamente arrumada (12-18). Na 2ª parte, Obradovic foi gerindo o plantel e os Dragões acabaram com os mesmos 6 golos de avanço.

Muito boa exibição de Hugo Laurentino, num jogo marcado por uma grande enchente no pavilhão Maiato, com os adeptos do FC Porto em clara maioria. Wilson Davyes marcou 7 golos em 7 remates e esteve sublime, mas foi muito bem acompanhado por Gilberto Duarte com 6 golos, Pedro Spínola e o revigorado Filipe Mota com 5, Elias António, Tiago Rocha e Ricardo Moreira, todos com 4.

Sábado, já sabem, há que aparecer toda a gente no Dragão Caixa (17h30/Porto Canal) para o FC Porto/Sporting (antes, no Olival (15h00) joga-se o clássico FC Porto/Benfica em juniores A (futebol)).



HÓQUEI EM PATINS
  • Noia 4-2 FC Porto
O FC Porto jogou na Catalunha só para cumprir calendário, pois o 1º lugar do seu grupo estava mais que garantido. A derrota não trouxe nenhuma preocupação acrescida, e o jogo até se traduziu pela grande eficácia do Noia.

Caio e Reinaldo Ventura marcaram os golos do Porto, e agora nos 4ºs de final da Liga Europeia, os Dragões de Tó Neves vão jogar em Réus a 20/4, com a 2ª mão a ser no Dragão Caixa a 11/5. A final four será a 1 e 2 de Junho em local a designar (formato concentrado), e se o favoritismo prevalecer, teremos nas meias-finais um FC Porto-Valdagno e um Benfica-Barcelona.

Jogamos já amanhã (4ª feira) para os 16 avos de final da Taça de Portugal, recebendo um perigoso HC Braga no Dragão Caixa pelas 21h00 (Porto Canal). Sábado, pelas 18h00, o FC Porto vai a Gulpilhares em jogo de goleada mais que previsível.



BASQUETEBOL
  • Salesianos 36-107 FCP Dragon Force
Duas grandes “goleadas” para o FCP Dragon Force que em 4 dias arrasou o Sangalhos para o Nacional de SUB20 (106-41) e o Salesianos para a CNB2 (107-36).

A CNB2 regressa apenas a 29 de Março com a receção ao CB Viana, enquanto para o Nacional SUB20, o próximo jogo é em Guifões a 3 de Abril.

No jogo com o Sangalhos, destaque para os 24 pontos de Hugo Sotta (e 15 ressaltos!) e os 18 pontos de José Pedro Miranda. Já no jogo com o Salesianos, destaque para os 17 pontos de Hugo Sotta e José Pedro Miranda, e ainda os 13 pontos de Francisco Rothes.



Um abraço do Lucho.

Capítulo 6: 1951 a 1960 – Contestação a Lisboa; a “dobradinha” (Parte XVII)

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FCPorto – Dragões de Azul Forte
Retalhos da história, conquistas e vitórias memoráveis, figuras e glórias do
F. C. do Porto

Capítulo 6: 1951 a 1960 – Contestação a Lisboa; a “dobradinha” (Parte XVII)

Época 1954-1955 (continuação)
Historial do hóquei em patins no FC Porto (continuação)

FC Porto vencedor da Taça CERS de 1995-96 – Da esquerda, em cima: António Alves, Carlos Realista, Diego Allende, Vítor Bruno e Tó Neves: em baixo, Rui Neto, Rui Félix, Paulo Freitas, Franklim Pais e Vítor Hugo.

Imagem de um jogo entre Dragões e Leões onde se pode ver o fenomenal Vítor Hugo

DÉCADA DE 90 MENOS PRODUTIVA MAS AUSPICIOSA…
Os títulos não se esfumaram quer no País quer na Europa
O FC Porto iniciou a década com o título de 1990-91 e terminou-a com dois: os de 1998/99 e 1999/00. Venceu três Taças de Portugal e cinco Supertaças Nacionais. Confirmou, no fundo, toda a valia de um clube que fez do hóquei em patins uma das principais bandeiras a seguir ao futebol. Mas… extraordinário feito estava reservado para a primeira década do novo milénio…

Revolução no plantel
O início da época de 1992-93 foi de profundas mudanças na equipa sénior de hóquei em patins dos Dragões. Saíram, entre outros, jogadores nucleares como o capitão Alves, Diego Allende, Vítor Hugo (que finalizou precocemente a carreira de jogador) e Tó Neves (que para desgosto dos portistas foi para o Benfica). Cristiano Pereira, que já havia sido treinador no Clube, regressou como coordenador da modalidade e António Vale, ex- jogador, tomou em braços o cargo de treinador principal.
Ingressaram na equipa Eduardo Pinheiro, Didi e os ex-juniores Filipe Santos, Ricardo Geitoeira e Pedro Lopes. Do plantel faziam ainda parte Franklim Pais, Gustavo Dias, Realista, Vítor Bruno, Tó Rocha, Nuno Marçal e Rui Neto.

Taças Europeias – A nível internacional o FC Porto não deixou de mostrar o seu valor na Europa. Duas Taças CERS (1993/94 e 1995/96) vieram para as Antas.
Na época 1993-94 o CP VIC, de Espanha, derrotou o FC Porto por 5-2 na primeira-mão da Final. Mas, como sempre, nada estava perdido para os hoquistas com raça de Dragão. Em 9 Jul.1994, no Porto, deram uma verdadeira lição aos espanhóis que se vergaram a um 7-1 sem contemplações!
Na segunda oportunidade (1995-96) conquistada com muito mérito pelo FC Porto, o adversário da Final seria o CP Tordera. Na Invicta Cidade, os Dragões venceram por 3-0. Mas em Tordera, na Catalunha, arrebataram o troféu com outra vitória, um concludente 7-1!

Uma equipa da época 1997-98 em que o FC Porto conquistou a Taça de Portugal, ganhando ao Benfica por 7-4, na Final disputada em Lousada – Em cima: Tó Neves, Frederico Espinheira, Paulo Alves, Miguel Ferreira e Pedro Lopes; em baixo: Reinaldo Ventura, Pedro Alves, Filipe Santos, Ricardo Geitoeira e Óscar Pereira.

A “dobradinha” em 1998-1999!
Em 1998-99 a equipa portista arrebatou com brilhantismo as duas principais competições nacionais: Campeonato e Taça de Portugal.

Os vencedores de dois títulos, na época 1998/99, festejando o Campeonato. Em cima: Tó Neves, Pedro Alves, Paulo Alves, Nuno Leal e Reinaldo Ventura; em baixo: Óscar Pereira, Edo Bosch, Filipe Santos, Frederico Espinheira e Pedro Lopes.

Bonita fotografia, no Estádio das Antas, com todos os jogadores e staff do hóquei portista bem como com a equipa masculina de natação Campeã Nacional de clubes 1998-99. No lado esquerdo, com guarda-chuva branco, o treinador António Livramento.

Livramento – Em 1998 foi convidado para treinar o FC Porto e na primeira temporada (1998-99) conquista o Campeonato e a Taça de Portugal, perdendo de forma inglória a final da Liga dos Campeões, por penaltis, para os espanhóis do Igualada HC.
Morreu subitamente a 7 de Junho de 1999, com 56 anos, vítima de um acidente vascular cerebral, deixando a nação portista e o país consternados e em choque, pois havia sido um ídolo de gerações como jogador e muito admirado e respeitado como treinador.

“Supertaça António Livramento” – Logo após a morte de António Livramento foi sugerido à Federação Portuguesa de Patinagem que homenageasse Livramento dando o seu nome à Supertaça Nacional. A proposta foi aceite e o elenco federativo deliberou que, já nessa temporada, a competição passaria a chamar-se “Supertaça António Livramento”.
Pelo que para os jogadores e técnicos do FC Porto a conquista deste troféu poderia constituir uma questão de honra. Cristiano Pereira, que, recorde-se, substituiu António Livramento no comando dos portistas, disse antes de defrontar o OC de Barcelos nos dois jogos da Supertaça (dias 8 e 15 de Setembro de 1999):
”Os meus hoquistas estão muito motivados, não só por ser uma das três provas nacionais mais importantes, mas também pelo facto de agora ser designada com o nome do antigo treinador da equipa. Para além disso já ganharam o Campeonato Nacional e Taça de Portugal, pelo que um terceiro título seria muito bem-vindo”.
Mas o anseio gorou-se. Em dois jogos muito conturbados, o FC Porto perdeu por 3-6 (Barcelos) e 6-8 (Porto).

- Uma triste recordação –
Durante a década de 90, as minhas obrigações profissionais faziam com que me deslocasse com frequência à cidade do Porto. No final de Maio de 1999 aproveitei uma ida para lá passar o fim-de-semana com a mulher e filha. Alojados na casa de família no Campo Alegre, era habitual almoçarmos na “Duvália” propriedade do insigne dirigente portista Ilídio Pinto que tive a honra de cumprimentar por várias vezes. Sendo usual encontrar lá dirigentes, treinadores e atletas de várias modalidades do FC Porto, foi sem espanto mas com júbilo que, numa refeição desse fim-de-semana, fiquei sentado ao lado de António Livramento. Resumidamente contei à minha filhota (ainda com tenros 9 anitos, mas já portista ferrenha!) o brilhante percurso desportivo daquele Senhor que ali estava e apresentei-a, tal como minha mulher. Foi uma honra estar com Livramento e dialogarmos por breves momentos. Tive a oportunidade de lhe manifestar a minha alegria por ele pertencer aos quadros técnicos do meu Clube e a enorme admiração pelo inigualável contributo em prol do hóquei e desporto portugueses. Homem simpático e afável, pareceu-me de boa saúde.
Pelo que foi com estupefacção e grande tristeza que, passados dias, recebi a notícia da sua morte. Muito chocado, de imediato recordei o encontro de há tão pouco tempo. Por isso e por tudo, jamais esquecerei António Livramento.
Fernando Moreira

Campeões Nacionais 1999-2000! De pé, da esq. para a direita: João Araújo, Paulo Alves, Mário Almeida, Cristiano Pereira (treinador), Edo Bosch, Pedro Alves e Franklim Pais (treinador adjunto); sentados: Tó Neves, Nelson Gomes, Filipe Santos, Nuno Leal, Óscar Pereira e Reinaldo Ventura.

Pedro Alves num jogo internacional

O NOVO MILÉNIO E O DECACAMPEONATO!
Duas mãos cheias de títulos consecutivos a preencherem uma década
O FC Porto iniciou uma saga de 10 triunfos consecutivos, no Campeonato Nacional, quase no início do milénio (época 2001/2002) e encerrou-a no início da segunda década do milénio (2010/2011). Foi DECACAMPEÃO, um feito inédito no país ao nível de modalidades de pavilhão e muito raro em todo o mundo desportivo.
A juntar aos 10 Campeonatos consecutivos, a equipa azul-e-branca triunfou por 4 vezes na Taça de Portugal (2004/05, 2005/06, 2007/08 e 2008/09) e em 6 Supertaças Nacionais (2004/05, 2005/06, 2006/07, 2007/08, 2008/09 e 2010/11).
No que às competições internacionais diz respeito, o FC Porto tem estado quase sempre presente nas fases finais da Liga Europeia obtendo classificações meritórias. Porém, o poder das equipas espanholas tem-se imposto dum modo avassalador (só perderam uma edição da prova para os italianos do Follonica) não permitindo veleidades ao melhor clube português de hóquei em patins – é o único com vitórias na máxima competição europeia e há-de chegar a altura de o FC Porto reeditar a glória de Novara…

Época 2001-2002, começava a triunfal caminhada! A equipa do primeiro título do Deca – Em cima, a partir da esquerda: Tó Neves, Orlandi, Paulo Alves, Pedro Alves e Reinaldo Ventura; em baixo: Ricardo Figueira, ???, Filipe Santos, Edo Bosch e Rui Félix.

Filipe Santos, o grande esteio da equipa portista, tenta bater o guarda-redes benfiquista

Os campeões de 2003-04. Em cima: Pedro Gil, Caio, Ricardo Figueira, Tó Rocha e Reinaldo Ventura; agachados: Reinaldo Garcia, Edo Bosch, Filipe Santos, Nelson e Emanuel Garcia.

O pentacampeonato!
O FC Porto garantiu a conquista do quinto título consecutivo do Campeonato Nacional de hóquei em patins, a duas jornadas do fim da competição da época 2005-2006.
Em 27 Maio 2006 e “ao intervalo do jogo com a Juventude de Viana, e quando perdia por 0-1, a equipa azul-e-branca até já tinha a conquista do pentacampeonato assegurada, beneficiando da derrota do Benfica na recepção ao OC de Barcelos (3-5)”.
No entanto dois golos marcados nos últimos seis minutos de jogo, por Reinaldo Garcia e Pedro Gil, permitiram ao FC Porto que os festejos do 15.º título nacional fossem com uma vitória.
“Esta é a segunda série de cinco títulos consecutivos do FC Porto, depois dos conquistados entre 1982/1983 e 1986/1987”.
Eis os elementos da equipa Pentacampeã:
Treinador: Franklim Pais; jogadores, Edo Bosch, Filipe Santos, Reinaldo Ventura, Pedro Gil, Reinaldo Garcia, Emanuel Garcia, Ricardo Figueira, Jorge Silva, Pedro Moreira e Tiago Sousa.
E que merecido foi este Pentacampeonato para o carismático director do hóquei em patins, o Sr. Ilídio Pinto!

Filipe Santos em acção durante um jogo da competição para o Penta

Os jogadores, campeões a 2 jornadas do fim, festejam finalmente o Penta

O hepta!
Em 21 Jun.2008, no pavilhão da Luz, o FC Porto sagrou-se Campeão Nacional de hóquei em patins (2007-08) pela 7.ª vez consecutiva, ao vencer o Benfica no 4.º jogo da final do play-off.
O FC Porto, que na fase regular do Campeonato havia logrado o primeiro lugar com 15 pontos de vantagem sobre o segundo, se ganhasse este quarto jogo arrumava com a questão do título. Ao Benfica restava a hipótese de forçar o adversário nortenho a um quinto e decisivo encontro.
Os Dragões começaram bem e adiantarem-se com dois golos de Reinaldo Ventura antes de 7 minutos decorridos. Os visitados reagiram e empataram, antes do intervalo, com golos de Ricardo Barreiros e Tó Silva.
No segundo tempo, o Benfica criou mais oportunidades de golo, mas a terrível eficácia dos hexacampeões nacionais veio ao de cima. André Azevedo e Caio ampliaram o resultado para 2-4, enquanto do outro lado Tó Silva (48’) o fixava em 3-4.
O FC Porto conseguia, assim, um feito no desporto nacional: o heptacampeonato! E é o 17.º título de Campeão do historial do hóquei patinado portista.

No fim foi a festa!!!


Os heptacampeões nacionais – Em cima, desde a esquerda: Ricardo Figueira, Pedro Moreira, Renato Garrido, Caio, Franklim Pais, André Azevedo e Reinaldo Ventura; em baixo: Jorge Silva, Edo Bosch, Filipe Santos, Nelson e Emanuel Garcia.

O treinador dos Heptacampeões Nacionais:
http://www.dailymotion.com/video/x5z2qy_2008jun28-hoquei-patins-franklin-pa_news

Os incendiários da 2.ª circular
Enquanto o 4.º jogo do play-off decorria, um acto bárbaro foi praticado por simpatizantes do clube da 2.ª circular: o autocarro, alugado por adeptos do FC Porto e estacionado próximo do Estádio da Luz, foi incendiado e ficou destruído. Pelos actos deve responder quem os pratica; mas no Norte estamos saturados de ser apelidados de arruaceiros quando nos deslocamos à capital e de querermos “Lisboa a arder”... Afinal, eles, os “civilizados”, ateiam o fogo com as próprias mãos…

“Penta” na Supertaça
“Supertaça António Livramento” 2008-2009 - No Pavilhão Monserrate, em Viana do Castelo, o FC Porto, Campeão Nacional e vencedor da Taça de Portugal, defrontou o Benfica, finalista vencido da Taça.
Resultado final: FC Porto 6 – Benfica 4
Os hoquistas portistas conquistavam, assim, o quinto título consecutivo na Supertaça e o 17.º do Clube.

Veja o vídeo em 2 partes (com os “belíssimos” comentários dos ressabiados da TVInfâmia):
http://www.youtube.com/watch?v=ES7maBe65QE
http://www.youtube.com/watch?v=vSqvHKCM-50&NR=1&feature=endscreen

Emanuel Garcia e Filipe Santos na época 2009-2010, a do eneacampeonato.
  • No próximo post.: Capítulo 6, 1951 a 1960 – Contestação a Lisboa; a “dobradinha” (Parte XVIII) – Época 1954-55 (continuação); HISTORIAL DO HÓQUEI EM PATINS NO FC PORTO (continuação): o Decacampeonato e um feito para a história!