13 setembro, 2013

Há 25 anos nasceu uma lenda das balizas

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11 de Setembro de 1989, um quarto de século, em Guimarães, um autêntico berço de ouro para o menino Baía. Desde essa partida com o Vitória, fechado com empate (apenas um detalhe), nunca mais deixaria de cintilar entre os postes de FC Porto, Barcelona e Seleção Nacional.

O treinador que deu Vítor Baía a conhecer aos portistas e ao mundo foi Quinito, mas a estreia do guarda-redes que é agora um mito aconteceu por circunstância, dada a lesão do intocável titular, Mlynarczyck, e o castigo do malogrado Zé Beto, que era o número dois na hierarquia.

Depois da estreia, Vítor Baía cumpriu uma ascensão gradual e sustentada e só no campeonato português atingiu um total de 445 jogos na baliza azul e branca, enquanto na Seleção completou 80. Não tantos quantos desejaria, pois Luiz Felipe Scolari prescindiu dos serviços do titular portista antes do Euro-2004, episódio que foi dos mais traumatizantes para o guarda-redes e está ainda hoje por explicar.

Para compensar e de forma soberba, restaram os muitos títulos acumulados: dez vezes campeão nacional, cinco Taças de Portugal, sete Supertaças, uma Liga dos Campeões, uma Taça UEFA, uma Taça das Taças, uma Taça Intercontinental e uma Supertaça de Espanha, pelo Barcelona.


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