09 dezembro, 2015

DRAGÕES FICAM PELO CAMINHO NA UEFA YOUTH LEAGUE

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CHELSEA-FC PORTO, 0-0

UEFA Youth League, grupo G, 6.ª jornada
9 de Dezembro de 2015
Cobham Training Ground, Cobham, Inglaterra


Árbitro: Gunnar Jarl Jónsson (Islândia).
Árbitros assistentes: Birkir Sigurdarson e Frosti Vidar Gunnarsson (Islândia).
Quarto árbitro: Kevin Johnson (Inglaterra).

CHELSEA: Collins; Colley, Chalobah e Clarke-Salter; Mukhtar, Christie-Davies, Wakefield e Jay Da Silva; Quintero, Ugbo e Palmer (cap.).
Substituições: Quintero por Maddox (47m), Palmer por Mount (47m) e Wakefield por Sterling (60m).
Não utilizados: Baxter, Suljic, Sammut e Muheim.
Treinador: Adi Viveash.

FC PORTO: Diogo Costa; Fernando, Verdasca, Jorge e David Sualehe; Ayoub, João Cardoso (cap.) e Moreto Cassamá; Bruno Costa, Tony Djim e Ruben Macedo.
Substituições: Bruno Costa por Luís Mata (67m), Tony Djim por Idrisa Sambú (74m) e Ayoub por Rui Pires (77m).
Não utilizados: Fábio Ferreira, Sandro, Diogo Dalot e Generoso.
Treinador: António Folha.

Ao intervalo: 0-0.
Disciplina: cartão amarelo a Ayoub (75m).

A equipa Sub-19 do FC Porto está fora da UEFA Youth League, cenário que ficou definido ainda no decorrer do encontro que opôs o Chelsea aos Dragões (0-0), em virtude de o Dínamo Kiev ter vencido em casa o Maccabi Telavive (2-0), na sexta e última jornada do Grupo G da competição. Os azuis e brancos, que também tinham desvantagem no confronto directo com os ucranianos, terminaram na terceira posição, com oito pontos, enquanto o Chelsea (14) e o Dínamo Kiev (10), primeiro e segundo classificados, respectivamente, seguem em frente na prova.

Mesmo tendo pela frente o campeão em título da UEFA Youth League, os Dragões entraram destemidos e desde cedo colocaram o Chelsea em sentido, reclamando para si a posse de bola e assumindo a iniciativa do jogo. Com Ruben Macedo e Moreto Cassamá entre os mais mexidos no ataque portista, pertenceu ao conjunto comandado por António Folha as melhor oportunidades do primeiro tempo, ainda que o guarda-redes Diogo Costa também tenha estado em bom plano sempre que chamado a intervir.

Na etapa complementar, o Chelsea acabou por equilibrar o encontro e “sacudiu” a pressão portista, que já foi perdendo fulgor no caminho para o intervalo. Os Dragões procuraram o golo de várias maneiras, pese embora a boa organização defensiva dos londrinos, mas este acabou por não surgir em nenhuma das balizas, acabando o 0-0 por se ajustar ao equilíbrio de forças que marcou o desafio entre Chelsea e FC Porto, ainda que a vantagem no capítulo dos remates tenha sido dos portugueses (8-7).

fonte: fcporto.pt



RESUMO DO JOGO

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