26 janeiro, 2017

BASQUETEBOL: JOGADOR PORTUGUÊS Vs. JOGADOR ESTRANGEIRO.



Será Xenofobia? Será a defesa do jogador português? Não, é a defesa do centralismo, a defesa do clube do regime!

O clube do regime, de todos os regimes, foi e ainda é o mesmo, no Basquetebol, como no passado e no presente o foi noutras modalidades.

O clube do regime domina, a opinião pública, os “media”, e debaixo da defesa do jogador português “as federações”.

O domínio do clube do regime sempre se baseou, entre outras coisas, pelo domínio oculto dos mercados nacionais e dos mercados próximos, dinheiro nunca faltou, e quanto menor o mercado, maior o domínio do clube do regime, nos tempos da outra senhora, o mercado colonial estava controlado pelo “regime”, só com uma maior liberalização, só com uma maior abertura a diferentes mercados, o nosso clube consegui retirar o domínio do regime sobre os mercados próximos.

O estrangeiro nunca incomodou o DRAGÃO, o estrangeiro permitiu democratizar o desporto nacional, o estrangeiro foi sempre respeitado e admirado no DRAGÃO, Mly, Madjer, Juary, Aloísio, Drulovic, Lucho, Hulk, Falcão, James, Jackson, sempre foram admirados e respeitados, pela qualidade nunca foram descriminados pelo passaporte, mas o Dragão nunca se esqueceu da formação e do desenvolvimento do jogador português.

À comunicação social a quem o poder Dragão sempre incomodou, interessou criar um mito, a defesa do jogador português! Seria assim, não, não era, era mais uma vez a defesa do “regime”.

No Basquetebol, a luta foi e é similar!

À comunicação social, interessa o poder do “regime”, a opinião pública é manipulada, há que defender o jogador nacional…

Não, há que defender o clube que, não sei como, tem sempre rios de dinheiro, há que fechar mercados, mesmo que isso signifique ter o basquetebol português orgulhosamente só, coisa que o “regime” sempre gostou, o regime dominou, durante muitos anos, com poucos americanos, o “regime”, naturalizava e utilizava os estrangeiros com estatuto de portugueses.

O FC Porto, com a visão sábia de alguns, e com o apoio de outros clubes, revoltou-se contra o estado das coisas, e impulsionou a Liga de Clubes de Basquetebol, esta competição aberta, sem grandes constrangimentos de mercado, teve de 1995 a 2008, cinco vencedores diferentes, FC Porto, Ovarense, PT, Estrelas da Avenida e Queluz (sim, não é engano, o “regime” não aparece).

O regime encheu-se de perder, destrói a LCB, e volta a colocar-se como o dominador, da nova LPB e das outras competições federativas! O que há em comum, entre o passado, antes de 1995 e o depois de 2008, pouco, muito pouco, só duas pequenas coisinhas, redução drástica de estrangeiros e o vencedor habitual das provas, desde 2008, só por duas vezes o “regime” não ganhou, o campeonato perdeu qualidade, mas esta(va) tudo bem, defende-se o “clube do regime” (desculpem, defende-se o jogador português).

O FC Porto, defende e nós portistas temos de defender a abertura.

O FC Porto, tem um trabalho meritório na formação, que já dá os seus frutos, veja-se os miúdos que por ai andam na equipa sénior ou à porta, e que nos pode levar a combater o domínio do “regime”, mas e bem, também defende a abertura de mais vagas de estrangeiros, pois só dessa forma se pode combater o “regime”, pois só dessa forma, trabalhando mais tempo com os mais competentes os nossos vão ser melhores, pois só dessa forma o Basquetebol pode ser mais forte.

1 comentário:

  1. Eu sou defensor que se Defenda o jogar Português, e que não haja essa tal liberalização do mercado internacional.
    Está muito bem as equipas Portuguesas terem 3/4 jogadores estrangeiros por equipa, porque assim permite a formação e competição entre jogadores Portugueses.
    Na minha opinião um número demasiado de estrangeiros pode retira a identidade de certas equipas como a Nossa.

    Não nos podemos esquecer que já fomos campeões Europeus com equipas de maioria Portuguesa.

    Mas sou contra este controlo opressivo boifiqueiro de tudo e mais alguma coisa ao estilo comunista, que só quer saber de si próprio sabendo-se que o mundo não é só seu.


    Abraços.

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