18 fevereiro, 2016
17 fevereiro, 2016
"BÊS" EMPATAM EM PENAFIEL.
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/
PENAFIEL-FC PORTO B, 1-1
Segunda Liga, 30.ª jornada
17 de fevereiro de 2016
Estádio Municipal 25 de Abril, em Penafiel
Árbitro: João Matos (Viana do Castelo).
Assistentes: Jorge Brito e José Rio.
Quarto árbitro: Pedro Vilaça.
PENAFIEL: Coelho; Kalindi, Amoreirinha, Pedro Ribeiro (cap.) e Pedro Araújo; Diogo Melo, Tiago Barros e Caetano; Mbala, Yero e Aldair.
Substituições: Mbala por Gonçalo Abreu (45m), Yero por Rui Miguel (52m) e Tiago Barros por João Martins (65m).
Não utilizados: Ivo, Djibril, Bata e João Paulo.
Treinador: Paulo Alves.
FC PORTO B: José Sá; Víctor García, Jorge, Rui Moreira e Rodrigo; Omar Govea, Graça e Tomás Podstawski; Ismael, André Silva (cap.) e Ruben Macedo.
Substituições: Ruben Macedo por Cláudio (80m) e João Graça por Zitouni (90+2m).
Não utilizados: André Caio, Palmer Brown, Leonardo, Sérgio Ribeiro e Chikhaoui.
Treinador: Luís Castro.
Ao intervalo: 0-1.
Marcadores: André Silva (30m) e Aldair (68m).
Disciplina: cartão amarelo a Pedro Araújo (31m), Víctor García (45+1m), Ismael Díaz (58m e 74m), Diogo Melo (66m), Pedro Ribeiro (86m), Jorge (87m) e André Silva (87m); cartão vermelho, por acumulação de amarelos, a Ismael Díaz (74m).
O FC Porto B empatou, esta quarta-feira, no terreno do Penafiel (1-1), em jogo a contar para a 30.ª jornada da Ledman LigaPro. O golo dos Dragões foi marcado por André Silva, aos 30 minutos, tendo a equipa da casa empatado já na segunda metade, com um golo de Aldair, aos 68. Este empate permite aos Dragões portistas manter a liderança da prova, agora com 56 pontos, mais um do que o Feirense, segundo classificado.
Com José Sá a cumprir a sua estreia de Dragão ao peito, o FC Porto B entrou em campo com um futebol bem delineado, como já vem sendo habitual, e foi dominando os acontecimentos nos primeiros minutos. Rúben Macedo (2m) e André Silva (13m) ameaçaram, mas o primeiro golo do jogo só apareceria aos 30 minutos, após um pontapé de canto: André Silva subiu mais alto do que toda a gente e, de cabeça, fez a bola entrar na baliza da equipa da casa. O resultado premiava a maior iniciativa e o futebol mais bem conseguido dos “bês”, que só apanharam um susto aos 36 minutos, após uma boa oportunidade desperdiçada por Yero.
A segunda parte abriu com uma grande oportunidade para Ruben Macedo, que permitiu a defesa de Coelho quando tinha tudo para fazer o segundo dos portistas. Aos 67 minutos, foi o defesa Kalindi a cortar uma bola que parecia destinada a terminar no fundo da baliza do Penafiel, num lance que antecedeu o empate da equipa da casa, com Aldair a rematar para a baliza de um desamparado José Sá (1-1). A partida mudou um pouco de figura após a expulsão de Ismael Díaz, aos 74 minutos, com os penafidelenses a fazer os possíveis para alcançar algo mais e os Dragões a cerrar fileiras e a ameaçar no contra-ataque, mas o resultado acabou por não sofrer mais alterações.
A próxima partida do FC Porto B é a receção ao Atlético, marcada para domingo, às 15h00, no Estádio de Pedroso, em jogo que terá transmissão em direto no Porto Canal. Pode consultar aqui mais informações sobre o desafio, que conta para a 31.ª jornada da Ledman LigaPro.
fonte: fcporto.pt
RESUMO DO JOGO
Segunda Liga, 30.ª jornada
17 de fevereiro de 2016
Estádio Municipal 25 de Abril, em Penafiel
Árbitro: João Matos (Viana do Castelo).
Assistentes: Jorge Brito e José Rio.
Quarto árbitro: Pedro Vilaça.
PENAFIEL: Coelho; Kalindi, Amoreirinha, Pedro Ribeiro (cap.) e Pedro Araújo; Diogo Melo, Tiago Barros e Caetano; Mbala, Yero e Aldair.
Substituições: Mbala por Gonçalo Abreu (45m), Yero por Rui Miguel (52m) e Tiago Barros por João Martins (65m).
Não utilizados: Ivo, Djibril, Bata e João Paulo.
Treinador: Paulo Alves.
FC PORTO B: José Sá; Víctor García, Jorge, Rui Moreira e Rodrigo; Omar Govea, Graça e Tomás Podstawski; Ismael, André Silva (cap.) e Ruben Macedo.
Substituições: Ruben Macedo por Cláudio (80m) e João Graça por Zitouni (90+2m).
Não utilizados: André Caio, Palmer Brown, Leonardo, Sérgio Ribeiro e Chikhaoui.
Treinador: Luís Castro.
Ao intervalo: 0-1.
Marcadores: André Silva (30m) e Aldair (68m).
Disciplina: cartão amarelo a Pedro Araújo (31m), Víctor García (45+1m), Ismael Díaz (58m e 74m), Diogo Melo (66m), Pedro Ribeiro (86m), Jorge (87m) e André Silva (87m); cartão vermelho, por acumulação de amarelos, a Ismael Díaz (74m).
O FC Porto B empatou, esta quarta-feira, no terreno do Penafiel (1-1), em jogo a contar para a 30.ª jornada da Ledman LigaPro. O golo dos Dragões foi marcado por André Silva, aos 30 minutos, tendo a equipa da casa empatado já na segunda metade, com um golo de Aldair, aos 68. Este empate permite aos Dragões portistas manter a liderança da prova, agora com 56 pontos, mais um do que o Feirense, segundo classificado.
Com José Sá a cumprir a sua estreia de Dragão ao peito, o FC Porto B entrou em campo com um futebol bem delineado, como já vem sendo habitual, e foi dominando os acontecimentos nos primeiros minutos. Rúben Macedo (2m) e André Silva (13m) ameaçaram, mas o primeiro golo do jogo só apareceria aos 30 minutos, após um pontapé de canto: André Silva subiu mais alto do que toda a gente e, de cabeça, fez a bola entrar na baliza da equipa da casa. O resultado premiava a maior iniciativa e o futebol mais bem conseguido dos “bês”, que só apanharam um susto aos 36 minutos, após uma boa oportunidade desperdiçada por Yero.
A segunda parte abriu com uma grande oportunidade para Ruben Macedo, que permitiu a defesa de Coelho quando tinha tudo para fazer o segundo dos portistas. Aos 67 minutos, foi o defesa Kalindi a cortar uma bola que parecia destinada a terminar no fundo da baliza do Penafiel, num lance que antecedeu o empate da equipa da casa, com Aldair a rematar para a baliza de um desamparado José Sá (1-1). A partida mudou um pouco de figura após a expulsão de Ismael Díaz, aos 74 minutos, com os penafidelenses a fazer os possíveis para alcançar algo mais e os Dragões a cerrar fileiras e a ameaçar no contra-ataque, mas o resultado acabou por não sofrer mais alterações.
A próxima partida do FC Porto B é a receção ao Atlético, marcada para domingo, às 15h00, no Estádio de Pedroso, em jogo que terá transmissão em direto no Porto Canal. Pode consultar aqui mais informações sobre o desafio, que conta para a 31.ª jornada da Ledman LigaPro.
fonte: fcporto.pt
RESUMO DO JOGO
UMA LUZ AO FUNDO DO TUNEL.
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Ainda no rescaldo da saborosa vitória contra o nosso eterno rival, e na antecâmara de um compromisso de dificuldade superior ao da passada sexta-feira, gostaria de abordar dois pontos que me parecem pertinentes.
Contudo, tal como o nosso herói do cinema, Peseiro com coragem e tenacidade, tem sabido ultrapassar quase incólume, os épicos desafios que lhe têm aparecido no seu caminho. E não foram poucos neste primeiro mês de dragão ao peito.
A lembrar:
- Quando chegou cá, não tinha uma equipa. Tinha uma amálgama de 20 e tal jogadores perdidos, depois de 12 dias à deriva, enquanto as competições decorriam;
- Teve de implementar novos conceitos de jogo, com ZERO tempo ao seu dispor, e sem margem de erro para testes ou experimentalismos;
- Contrariados, desmotivados, ou lá porque razão fosse, no mercado de inverno ficou sem 5 jogadores, obtendo 3 reforços dignos de uma equipa da metade inferior da tabela;
- Saboreou o que é ser roubado, e bem roubado (Marítimo e Arouca);
- Como cereja no topo do bolo, assistiu estupefacto à triste cena de ver o seu capitão de equipa a abandoná-la em pleno jogo, quando ela mais precisava de um líder.
Com todas estas contrariedades, Peseiro podia-se refugiar nelas. Seria o mais fácil e seguro, sabendo as costas largas que tem o seu antecessor.
Contudo, não negando as dificuldades com que deparou (e depara), Peseiro tem feito delas combustível para a ambição de ganhar. Abraçando-as, Peseiro tem conseguido encontrar soluções que poucos ousariam avançar. Caindo, Peseiro tem tido a elasticidade de se levantar mais forte, e com ele a equipa.
Aconteça o que acontecer até ao final da época, Peseiro merece todo o nosso apreço. Porquê?
É exclusivamente devido a ele, que o coração azul e branco ainda bate.
Fazemos votos que esta aparição seja genuína e para repetir, e não apenas charme eleitoralista.
16 fevereiro, 2016
FC PORTO VOLTA AOS TÍTULOS NO BASQUETEBOL.
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BASQUETEBOL
VENCEDOR DA TAÇA HUGO DOS SANTOS 2015/16
- oliveirense 48-58 FC PORTO
Destaque para Tinsley e Bastos com 10 pontos cada. No dia seguinte, também em Oliveira do Hospital, jogou-se o jogo decisivo.
- FC PORTO 69-68 benfica
Nessa altura, Queiroz fez um triplo importantíssimo (67-63) e depois do triplo do ex-nba Cook, foi Bastos quem não tremeu da linha de lance livre (69-66). Já no último segundo, Andrade fez cesto de 2 pontos e os vermelhos reclamaram tanto que o árbitro até foi confirmar na tv. Não havia dúvidas, pé bem dentro da área, e por isso, vitória justa e merecidíssima do FC Porto.
Destaque para os 13 pontos de Bastos (MVP) e os 12 de Tinsley e também de José Silva e ainda os 11 de Miguel Queiroz!
Grande trabalho de Moncho neste ano zero do recomeço do basquetebol do FC Porto ao mais alto nível. Logo de entrada, ganhamos um troféu nacional (esta taça Hugo dos Santos, antiga taça da liga) interrompendo um total de 11 troféus seguidos do nosso rival. Sem concorrência, é fácil ganhar não é Lixboa? Agora, voltas a encontrar o rival que tanto te atemoriza!
Esta foi a 7ª taça da liga ganha pelo FC Porto (se considerarmos apenas com o nome Hugo Santos, foi a nossa terceira). Parabéns ao Moncho e aos seus pupilos. Grande emoção e grande alegria me proporcionaram na tarde do último domingo!
- PRÓXIMOS JOGOS
HÓQUEI EM PATINS
- FC PORTO 11-1 física
- turquel 8-5 FC PORTO
Ontem, já a perder por 4-0 ao intervalo - cada remate do turquel, deu golo - a 2ª parte foi já toda ela em contra-relógio, mas que não deu para a reviravolta.
- PRÓXIMOS JOGOS
ANDEBOL
- PRÓXIMOS JOGOS
Um abraço do Lucho.
15 fevereiro, 2016
RENNIE OU KOMPENSAN?!
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Confesso que das coisas que mais gozo me dá depois de uma vitória nossa no estádio que um dia foi (e bem!) apelidado de “salão de festas do FC Porto”, é verificar as reações de azia posteriores ao jogo. A vida é mesmo assim, os Portistas têm tido direito à sua dose de azia nos últimos 2 anos e meio, arrisco-me a dizer que este fim-de-semana a dose de azia que se viveu um pouco por todo o país atingiu níveis elevadíssimos.
Não é que propriamente seja uma novidade bombástica vencermos na luz. Provavelmente, de todos os estádios fora do Dragão, este é sem dúvida aquele que mais alegrias tem dados aos Portistas ao longo dos últimos anos. Qual é o Portista que não se lembra da supertaça ganha em 1996 com esclarecedores 5 golos sem resposta? Qual é o Portista que não se lembra da reviravolta fantástica na eliminatória da taça em 2011, depois de derrota por 2 golos no Dragão? Quem não se lembra dos festejos de um título de campeão nacional às escuras? Quem não se lembra da fantástica reviravolta em 2012 num jogo fundamental para a caminhada do título? Estas e outras recordações têm um denominador comum: foram festejadas no estádio do clube que um dia tentou retirar o FC Porto da Champions League na sequência de um sinuoso processo judicial e do clube que montou a maior máquina de propaganda anti-Portista nas últimas décadas.
Não deixa de ser curioso constatar algo muito interessante. O FC Porto tem estado pelas ruas da amargura nos últimos 2 anos, mesmo assim, tal não parece ser suficiente para que aquela gente perca de vez o “medo” que tem de nós. Um medo que é sustentado por tantos anos de humilhações e vitórias do FC Porto aos seus mais diretos rivais. É curioso ver que, no ano passado, eles nos receberam depois do nosso desastre em Munique num jogo que podia arrumar até pontualmente a questão do título, mas em vez de virem para cima de nós tentando humilhar-nos (como nós lhes fizemos tantas vezes!), preferiram resguardar-se num 0-0 que, também é verdade, o FC Porto pouco fez para modificar.
Este ano, quando tudo parecia indicar finalmente um esmagamento ao FC Porto num jogo que até começaram a ganhar muito cedo, novamente veio ao de cima o terror daquela gente sempre que nos defronta. Um FC Porto muito longe de um bom momento, com um central de 19 anos que não tinha 1 minuto de campeonato e vindo de uma derrota caseira com o arouca (continuo a afirmar que foi a nossa despedida do título...), foi capaz de operar uma reviravolta competente, justa e sobretudo muito saborosa!
Sobre o jogo, já praticamente tudo foi dito. Apenas quero acrescentar algo que não o fiz no meu comentário ao jogo. Mais do que discutir a disposição tática, as substituições ou o modelo de jogo, viu-se algo muito simples no jogo de 6ª feira: o FC Porto dispôs-se em campo com vontade clara de discutir a vitória, com todos os riscos que daí advêm e ao contrário por exemplo do que tinha feito no ano anterior. Por mais desequilíbrios e erros que possam ter havido (e efetivamente ainda existiram alguns), viu-se um FC Porto a jogar para a frente, com sentido prático e uma característica das equipas que querem ser campeãs, ou seja, foi letal e eficaz na altura certa. Esse elogio não pode ser dissociado de José Peseiro.
Não deixa de ser curioso e revelador também do porquê da rennie e kompensan serem duas marcas de referência no mercado farmacêutico português que alguma comunicação social tenha querido colocar apenas no tónico “Casillas” a única razão pela qual o FC Porto venceu. É indesmentível que Casillas fez uma belíssima exibição, mas também é indesmentível que houve mais 10 jogadores em campo, que Casillas não marcou nenhum dos dois golos e que a 2ª parte, à exceção de 2 jogadas de grande perigo causadas pelo adversário (a 3ª foi provocada por Indi!), foi totalmente controlada e dominada pelo FC Porto que praticamente secou todas as fontes de golos do adversário nos últimos jogos. Pois, ainda há uma diferença entre defrontar belenenses, moreirenses e demais equipas “de meio da tabela” e o FC Porto. Muita gente pensou que a “máquina trituradora” iria ter continuidade no jogo frente ao “pobre” FC Porto. Saiu tudo ao contrário!
A eficácia realmente é uma característica tantas vezes elogiada nuns, mas noutros é apenas vista como uma “grande exibição do GR adversário”. Os tais dois pesos e duas medidas que nos habituamos a ver ao longo das últimas décadas.
Para finalizar, deixo uma sugestão aos inúmeros comentadores anti-Portistas que tanta azia demonstraram no pós-jogo: kompensan ou rennie devem ajudar!
Não é que propriamente seja uma novidade bombástica vencermos na luz. Provavelmente, de todos os estádios fora do Dragão, este é sem dúvida aquele que mais alegrias tem dados aos Portistas ao longo dos últimos anos. Qual é o Portista que não se lembra da supertaça ganha em 1996 com esclarecedores 5 golos sem resposta? Qual é o Portista que não se lembra da reviravolta fantástica na eliminatória da taça em 2011, depois de derrota por 2 golos no Dragão? Quem não se lembra dos festejos de um título de campeão nacional às escuras? Quem não se lembra da fantástica reviravolta em 2012 num jogo fundamental para a caminhada do título? Estas e outras recordações têm um denominador comum: foram festejadas no estádio do clube que um dia tentou retirar o FC Porto da Champions League na sequência de um sinuoso processo judicial e do clube que montou a maior máquina de propaganda anti-Portista nas últimas décadas.
Não deixa de ser curioso constatar algo muito interessante. O FC Porto tem estado pelas ruas da amargura nos últimos 2 anos, mesmo assim, tal não parece ser suficiente para que aquela gente perca de vez o “medo” que tem de nós. Um medo que é sustentado por tantos anos de humilhações e vitórias do FC Porto aos seus mais diretos rivais. É curioso ver que, no ano passado, eles nos receberam depois do nosso desastre em Munique num jogo que podia arrumar até pontualmente a questão do título, mas em vez de virem para cima de nós tentando humilhar-nos (como nós lhes fizemos tantas vezes!), preferiram resguardar-se num 0-0 que, também é verdade, o FC Porto pouco fez para modificar.
Este ano, quando tudo parecia indicar finalmente um esmagamento ao FC Porto num jogo que até começaram a ganhar muito cedo, novamente veio ao de cima o terror daquela gente sempre que nos defronta. Um FC Porto muito longe de um bom momento, com um central de 19 anos que não tinha 1 minuto de campeonato e vindo de uma derrota caseira com o arouca (continuo a afirmar que foi a nossa despedida do título...), foi capaz de operar uma reviravolta competente, justa e sobretudo muito saborosa!
Sobre o jogo, já praticamente tudo foi dito. Apenas quero acrescentar algo que não o fiz no meu comentário ao jogo. Mais do que discutir a disposição tática, as substituições ou o modelo de jogo, viu-se algo muito simples no jogo de 6ª feira: o FC Porto dispôs-se em campo com vontade clara de discutir a vitória, com todos os riscos que daí advêm e ao contrário por exemplo do que tinha feito no ano anterior. Por mais desequilíbrios e erros que possam ter havido (e efetivamente ainda existiram alguns), viu-se um FC Porto a jogar para a frente, com sentido prático e uma característica das equipas que querem ser campeãs, ou seja, foi letal e eficaz na altura certa. Esse elogio não pode ser dissociado de José Peseiro.
Não deixa de ser curioso e revelador também do porquê da rennie e kompensan serem duas marcas de referência no mercado farmacêutico português que alguma comunicação social tenha querido colocar apenas no tónico “Casillas” a única razão pela qual o FC Porto venceu. É indesmentível que Casillas fez uma belíssima exibição, mas também é indesmentível que houve mais 10 jogadores em campo, que Casillas não marcou nenhum dos dois golos e que a 2ª parte, à exceção de 2 jogadas de grande perigo causadas pelo adversário (a 3ª foi provocada por Indi!), foi totalmente controlada e dominada pelo FC Porto que praticamente secou todas as fontes de golos do adversário nos últimos jogos. Pois, ainda há uma diferença entre defrontar belenenses, moreirenses e demais equipas “de meio da tabela” e o FC Porto. Muita gente pensou que a “máquina trituradora” iria ter continuidade no jogo frente ao “pobre” FC Porto. Saiu tudo ao contrário!
A eficácia realmente é uma característica tantas vezes elogiada nuns, mas noutros é apenas vista como uma “grande exibição do GR adversário”. Os tais dois pesos e duas medidas que nos habituamos a ver ao longo das últimas décadas.
Para finalizar, deixo uma sugestão aos inúmeros comentadores anti-Portistas que tanta azia demonstraram no pós-jogo: kompensan ou rennie devem ajudar!
14 fevereiro, 2016
PRESENTES PELO SÍMBOLO!
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Bem, mal ou assim-assim, os ultras do FC Porto têm-se destacado pela constante presença nos jogos do seu clube. Este fim-de-semana não foi excepção e na recepção ao Arouca o estádio do Dragão contou com a presença de mais de 30 mil espectadores, tirando meia dúzia, todos eram portistas. Num dia de Inverno, frio e chuvoso, eles saíram de casa uma vez mais, largaram as mantas e a televisão e disseram “presente”.
Na Superior Sul uma excelente presença dos Super Dragões, a estrearem algum material novo (bandeiras) e apoiando sempre a equipa. Na Superior Norte destaque para a presença de elementos da Fieri Fossato, claque da Sampdória, no sector do Colectivo. Mais uma presença de elementos italianos no Porto, em mais uma demonstração da forte amizade que une estes dois grupos. Excelente o espírito vivido entre todos, principalmente Domingo durante a tarde, e grande apoio durante o jogo!
Os mercenários, esses, é que continuam a brincar com os adeptos e em vésperas da ida ao estádio sem luz perderam em casa com o Arouca. As jornadas para o fim vão diminuindo, qualquer perda de pontos torna as coisas mais difíceis, mas não é por isso que deixaremos de te seguir, nem que fosse matematicamente impossível. Não te seguimos por ganhares, não te seguimos por seres campeão, não seguimos jogadores, treinadores ou dirigentes, seguimos um símbolo e é pelo símbolo que sexta-feira lá estaremos, no terceiro anel daquele galinheiro, a apoiar o FC Porto durante mais de 90 minutos!!
Ali, no meio dos meus, que numa sexta-feira vão “largar tudo para te ver”, faltando às aulas, marcando férias no trabalho ou fazendo depois horas extra, connosco o FC PORTO NUNCA ESTARÁ SÓ! O FC Porto, que é a única coisa que nos interessa, é o nosso “ídolo”.
Chova ou faça sol, mais de 3 mil estarão prontos para a luta e para abafar os 60 mil. Sem medos, vamos a eles.
Nas modalidades de pavilhão, este último Sábado, destaque para a presença de italianos do Breganze no Dragão Caixa, no jogo que encerrou a fase de grupos da Liga Europeia de hóquei em Patins. Boa deslocação ao Porto, algum atrevimento de alguns ultras italianos mas os nossos souberam demonstrar que no Porto mandamos nós.
Um abraço ultra.
Na Superior Sul uma excelente presença dos Super Dragões, a estrearem algum material novo (bandeiras) e apoiando sempre a equipa. Na Superior Norte destaque para a presença de elementos da Fieri Fossato, claque da Sampdória, no sector do Colectivo. Mais uma presença de elementos italianos no Porto, em mais uma demonstração da forte amizade que une estes dois grupos. Excelente o espírito vivido entre todos, principalmente Domingo durante a tarde, e grande apoio durante o jogo!
Ali, no meio dos meus, que numa sexta-feira vão “largar tudo para te ver”, faltando às aulas, marcando férias no trabalho ou fazendo depois horas extra, connosco o FC PORTO NUNCA ESTARÁ SÓ! O FC Porto, que é a única coisa que nos interessa, é o nosso “ídolo”.
Chova ou faça sol, mais de 3 mil estarão prontos para a luta e para abafar os 60 mil. Sem medos, vamos a eles.
Nas modalidades de pavilhão, este último Sábado, destaque para a presença de italianos do Breganze no Dragão Caixa, no jogo que encerrou a fase de grupos da Liga Europeia de hóquei em Patins. Boa deslocação ao Porto, algum atrevimento de alguns ultras italianos mas os nossos souberam demonstrar que no Porto mandamos nós.
Um abraço ultra.
13 fevereiro, 2016
“BÊS” PERDEM EM PEDROSO COM O FAMALICÃO.
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FC PORTO B-FAMALICÃO, 1-2
Segunda Liga, 29.ª jornada
13 de fevereiro de 2016
Estádio de Pedroso, em Vila Nova de Gaia
Árbitro: Duarte Oliveira (Braga).
Assistentes: Nuno Fernandes e Licínio Vieira.
Quarto árbitro: André Neto.
FC PORTO B: João Costa; Víctor García, Verdasca, Rui Moreira e Rodrigo; Tomás Podstawski, Graça e Francisco Ramos (cap.); Gleison, André Silva e Ismael Díaz.
Substituições: Verdasca por Ruben Macedo (61m), Gleison por Zitouni (61m) e Rodrigo por Leonardo (74m).
Não utilizados: Caio, Palmer-Brown, Sérgio Ribeiro e Cláudio.
Treinador: Luís Castro.
FAMALICÃO: Emanuel Novo; Daniel, Silvério Silva, Luiz Alberto e Jorge Miguel; Vítor Lima, Mércio (cap.) e Mauro; Diego Medeiros, Leandro e João Mendes.
Substituições: Mauro por Éder Diego (67m), Leandro por Pedro Correia (77m) e Diego Medeiros por Palheiras (90m+4).
Não utilizados: Chastre, Vilaça, Joel e Amessan.
Treinador: Daniel Ramos.
Ao intervalo: 1-1.
Marcadores: Leandro (9m e 48m) e Ismael Díaz (23m).
Disciplina: cartão amarelo a Jorge Miguel (43m), Verdasca (47m), Francisco Ramos (88m), André Silva (90m+2) e Daniel (90m+2).
O FC Porto B perdeu este sábado em casa, no Estádio de Pedroso, por 1-2, frente ao Famalicão, em jogo da 29.ª jornada da Segunda Liga, disputado debaixo de chuva persistente. Apesar deste resultado, os portistas mantêm a liderança da prova, com 55 pontos (mais dois do que o Chaves, segundo), após 90 minutos de muita luta, em que recuperaram de uma primeira desvantagem no marcador graças a um golo de Ismael Díaz, aos 23 minutos. Porém, os minhotos estabeleceriam o resultado final através de um penálti mal assinalado, convertido aos 48 minutos por Leandro.
Face ao onze da vitória em Freamunde, no domingo, por 2-1, saíram Gudiño (entretanto cedido ao União da Madeira) e Omar Govea (suspenso) e entraram o guarda-redes João Costa e Tomás Podstawski. O Famalicão mostrou desde cedo ao que vinha: oferecer o domínio da partida ao adversário e lançar depois contra-ataques. Após dois avisos, os minhotos chegaram à vantagem aos nove minutos, através de uma rápida transição conduzida por Mendes e finalizada de cabeça por Leandro.
Os "bês" mostravam dificuldade em assentar o seu jogo, mas, aos 23 minutos, Ismael Díaz aproveitou uma bola solta na área famalicense para rematar com sucesso ao ângulo superior esquerdo da baliza adversária. Logo no minuto seguinte, André Silva isolou-se e procurou colocar a bola no mesmo local, mas desta vez Emanuel Novo evitou o golo. Os forasteiros não voltaram a criar o mesmo perigo dos primeiros dez minutos de jogo, mas os últimos 15 da primeira parte foram menos interessantes e mais quezilentos. Ficou no entanto por marcar uma grande penalidade cometida por Mércio sobre André Silva, aos 38.
A segunda parte praticamente começou com o golo do Famalicão, obtido através da conversão de uma grande penalidade inexistente, por alegada falta de Verdasca sobre Leandro. Luís Castro reagiu à desvantagem trocando Verdasca e Gleison por Ruben Macedo e Zitouni, aos 61 minutos. Nos últimos 15 minutos, o técnico assumiu ainda mais riscos com a saída de outro defesa, Rodrigo, e a entrada do ponta de lança Leonardo. Queimando tempo sempre que possível, o Famalicão conseguiu segurar a margem mínima e três pontos preciosos. Os Dragões não foram tão brilhantes como noutras partidas, mas não mereciam o castigo de uma derrota escrita por linhas tortas.
fonte: fcporto.pt
RESUMO DO JOGO
Segunda Liga, 29.ª jornada
13 de fevereiro de 2016
Estádio de Pedroso, em Vila Nova de Gaia
Árbitro: Duarte Oliveira (Braga).
Assistentes: Nuno Fernandes e Licínio Vieira.
Quarto árbitro: André Neto.
FC PORTO B: João Costa; Víctor García, Verdasca, Rui Moreira e Rodrigo; Tomás Podstawski, Graça e Francisco Ramos (cap.); Gleison, André Silva e Ismael Díaz.
Substituições: Verdasca por Ruben Macedo (61m), Gleison por Zitouni (61m) e Rodrigo por Leonardo (74m).
Não utilizados: Caio, Palmer-Brown, Sérgio Ribeiro e Cláudio.
Treinador: Luís Castro.
FAMALICÃO: Emanuel Novo; Daniel, Silvério Silva, Luiz Alberto e Jorge Miguel; Vítor Lima, Mércio (cap.) e Mauro; Diego Medeiros, Leandro e João Mendes.
Substituições: Mauro por Éder Diego (67m), Leandro por Pedro Correia (77m) e Diego Medeiros por Palheiras (90m+4).
Não utilizados: Chastre, Vilaça, Joel e Amessan.
Treinador: Daniel Ramos.
Ao intervalo: 1-1.
Marcadores: Leandro (9m e 48m) e Ismael Díaz (23m).
Disciplina: cartão amarelo a Jorge Miguel (43m), Verdasca (47m), Francisco Ramos (88m), André Silva (90m+2) e Daniel (90m+2).
O FC Porto B perdeu este sábado em casa, no Estádio de Pedroso, por 1-2, frente ao Famalicão, em jogo da 29.ª jornada da Segunda Liga, disputado debaixo de chuva persistente. Apesar deste resultado, os portistas mantêm a liderança da prova, com 55 pontos (mais dois do que o Chaves, segundo), após 90 minutos de muita luta, em que recuperaram de uma primeira desvantagem no marcador graças a um golo de Ismael Díaz, aos 23 minutos. Porém, os minhotos estabeleceriam o resultado final através de um penálti mal assinalado, convertido aos 48 minutos por Leandro.
Face ao onze da vitória em Freamunde, no domingo, por 2-1, saíram Gudiño (entretanto cedido ao União da Madeira) e Omar Govea (suspenso) e entraram o guarda-redes João Costa e Tomás Podstawski. O Famalicão mostrou desde cedo ao que vinha: oferecer o domínio da partida ao adversário e lançar depois contra-ataques. Após dois avisos, os minhotos chegaram à vantagem aos nove minutos, através de uma rápida transição conduzida por Mendes e finalizada de cabeça por Leandro.
Os "bês" mostravam dificuldade em assentar o seu jogo, mas, aos 23 minutos, Ismael Díaz aproveitou uma bola solta na área famalicense para rematar com sucesso ao ângulo superior esquerdo da baliza adversária. Logo no minuto seguinte, André Silva isolou-se e procurou colocar a bola no mesmo local, mas desta vez Emanuel Novo evitou o golo. Os forasteiros não voltaram a criar o mesmo perigo dos primeiros dez minutos de jogo, mas os últimos 15 da primeira parte foram menos interessantes e mais quezilentos. Ficou no entanto por marcar uma grande penalidade cometida por Mércio sobre André Silva, aos 38.
A segunda parte praticamente começou com o golo do Famalicão, obtido através da conversão de uma grande penalidade inexistente, por alegada falta de Verdasca sobre Leandro. Luís Castro reagiu à desvantagem trocando Verdasca e Gleison por Ruben Macedo e Zitouni, aos 61 minutos. Nos últimos 15 minutos, o técnico assumiu ainda mais riscos com a saída de outro defesa, Rodrigo, e a entrada do ponta de lança Leonardo. Queimando tempo sempre que possível, o Famalicão conseguiu segurar a margem mínima e três pontos preciosos. Os Dragões não foram tão brilhantes como noutras partidas, mas não mereciam o castigo de uma derrota escrita por linhas tortas.
fonte: fcporto.pt
RESUMO DO JOGO
Pedro Cardona
fevereiro 13, 2016
a videoteca do 4lusos, arbitragem, liga 2015-16, tribunal d'o jogo, videos
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JUNTOS... OBCECADOS POR VENCER.
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BENFICA-FC PORTO, 1-2
Primeira Liga, 22ª jornada
sex, 12 Fevereiro 2016 • 20:30
Estádio: SL Benfica
Assistência: 61.536
Árbitro: Artur Soares Dias (Porto).
Assistentes: Rui Licínio e Bruno Rodrigues.
4.º Árbitro: Fábio Veríssimo.
BENFICA: Júlio César, André Almeida, Lindelof, Jardel, Eliseu, Pizzi, Samaris, Renato Sanches, Gaitán (c), Jonas, Mitroglou.
Suplentes: Ederson, Raúl Jiménez, Salvio (80' Eliseu), Sílvio, Talisca (69' Samaris), Carcela (69' Pizzi), Nélson Semedo.
Treinador: Rui Vitória.
FC PORTO: Casillas, Maxi, Chidozie, Martins Indi, Layún, Danilo, Herrera (c), André André, Corona, Aboubakar, Brahimi.
Suplentes: Helton, Rúben Neves (74' André André), Varela (86' Brahimi), Marega (59' Corona), Sérgio Oliveira, José Ángel, Suk.
Treinador: José Peseiro.
Ao intervalo: 1-1.
Marcadores: Mitroglou (18'), Herrera (28'), Aboubakar (65').
Disciplina: cartão amarelo a Herrera (30'), Rúben Neves (75'), Carcela (79'), Renato Sanches (85'), André Almeida (88'), Layún (88').
Nada melhor do que começar esta crónica pegando nos slogans do adversário. De facto, o FC Porto e os portistas em geral são obcecados. Obcecados por títulos, obcecados por vencer, obcecados por salões de festas, obcecados por bater o adversário de ontem e obcecados por humor. E a slogans responde-se com vitórias, com trabalho, com entreajuda. Mas unidos, JUNTOS. E com humor, também!
Palavra-chave: JUNTOS. Palavra que para os lados do Dragão não tem sido muito pronunciada nas últimas épocas. Mas quero crer, e espero que assim seja, que daqui para a frente os jogadores do actual plantel assumam o compromisso de todos JUNTOS tudo fazer para lutar pelo 28º. Nem tudo está bem e no bom caminho por se ter vencido no salão de festas, nem esquecida está a derrota frente ao Arouca na semana passada.
Os jogadores do FC Porto têm que perceber que têm pela frente 12 jornadas em que cada uma vale 3 pontos. E aqui lanço um repto: 36 pontos, SER CAMPEÃO. Topam?
Por outro lado, quero deixar aqui uma nota para o apoio incansável, fantástico, soberbo e incrível que as claques deram ao FC Porto esta noite no Estádio da Luz. Conseguiram calar e fazer-se ouvir na maior parte do tempo, mesmo que com menos gente do que em anos anteriores. Relatos de quem esteve presente afirmaram mesmo que terá sido uma dos maiores senão a maior manifestação de apoio neste estádio. Na altura em que a equipa mais precisa é quanto mais deveremos estar presentes e dar o nosso apoio.
Porque na hora das vitórias é fácil aparecer, andar com os jogadores em ombros, soltar as frases SOMOS PORTO e outras tretas que se dizem. Nas horas mais difíceis só lá estão os mais resistentes, os que nunca abandonam a equipa, os que nunca usam a boca para assobiar ou para dizer asneiradas ou mesmo para criticar a equipa em locais impróprios. Os pipoqueiros do Dragão são os maiores adversários do FC Porto neste momento e é bom que se comecem a mudar mentalidades e hábitos em casa.
As críticas devem ser construtivas, sejam elas agradáveis ou não. Mas devem ser feitas com responsabilidade, com cabeça e não proferidas em praças públicas ou em tvs, jornais e rádios por mais razões que possam existir.
Com isto tudo não quero dizer, e vou-me repetir, que a crise ou a pseudo-crise está afastada e que agora é que vai ser… Não! Há já muitos palerminhas que entraram em euforias como se o título estivesse ganho e que agora é só somar 3+3+3+3… e por aí para fora. Calma! Temos um longo caminho por percorrer, sinuoso, difícil, cheio de obstáculos e aquilo que mais será preciso é estar ao lado da equipa em todos os estádios.
Vamos ao jogo. O FC Porto entrou na Luz esta noite com um onze muito próximo do que eu defendia e do que eu gostaria de ver, ao contrário de todas as probabilidades e de todas as teses defendidas. Uns porque defendiam que o treinador não teria coragem de lançar o defesa-central nigeriano Chidozie da equipa B num jogo de tamanha responsabilidade, outros porque entendiam ser mais seguro jogar com Danilo no eixo da defesa e colocar Rúben Neves como pivôt.
Puro engano! José Peseiro mostrou personalidade e tomou a decisão mais correcta e sensata. À falta de Marcano e Maicon, o treinador dos Dragões colocou o nigeriano a fazer dupla com o holandês Martins Indi e manteve Danilo como 6 na equipa portista. Danilo é, actualmente, o jogador em melhor forma na equipa portista e a fazer o que melhor sabe. Retirar Danilo dessa posição seria o suicídio da equipa.
Ouvi durante a semana os paineleiros e uns entendidos da bola dos écrans e da escrita a defender precisamente o contrário. Uns, se calhar, por desonestidade intelectual mas outros por ignorância não perceberam que o FC Porto sem Danilo no meio-campo perderia muito da sua capacidade.
De restos, o onze portista nos restantes lugares apresentou as melhores habituais opções. Mas o que se ficou a ganhar com a aposta no central Chidozie de 19 anos? Um central de grande categoria. Muito personalizado, a jogar como se fosse o seu 100º jogo na equipa A, o nigeriano esteve em todas. Cortou tudo o que havia para cortar, bom no jogo aéreo, excelente no passe e a sair na fase de construção.
José Peseiro queria um central pois acaba de ganhar um. Pena não estar disponível para jogar em Dortmund pois irá fazer falta no jogo da próxima 5ª feira. Mas o treinador dos Dragões não pode abdicar deste jogador a nível interno. Chidozie é claramente uma aposta segura pois a sua exibição não foi pura obra do acaso.
Os dragões começaram muito bem o jogo, bem melhor do que o Benfica mas os encarnados reagiram e começaram a crescer de minuto para minuto. O adversário tem realmente uma circulação de bola muito apurada e jogam a uma velocidade alucinante em transição defesa-ataque. Perante equipas que dão espaço, o adversário desta noite é terrivelmente perigoso. No entanto, em transição ataque-defesa é convidativo jogar contra a equipa da Luz.
Os encarnados inauguraram o marcador aos 17 minutos numa jogada rápida e de combinação atacante em que Renato Sanches isolou Mitroglou. Perante a saída de Casillas, o jogador adversário rematou para a baliza. O FC Porto conseguiu reagir 9 minutos depois. Espreitando o ataque sempre que podia e colocando muitos jogadores na frente em transição ofensiva, Herrera, de fora da área num remate rasteiro e muito bem colocado, estabelece o empate.
O FC Porto repunha a igualdade no jogo e a justiça no marcador. Os Dragões chegaram mesmo a terminar por cima no primeiro tempo, mas o adversário dispôs das melhores oportunidades da partida. Pelo menos três oportunidades claras de golo foram desperdiçadas. Mas ninguém ganha sem sorte e, depois de muito azar à mistura durante vários jogos, a sorte também algum dia teria de estar com os Dragões. A sorte e Casillas, uma noite inspirada com uma exibição a lembrar os melhores tempos da sua carreira no Real Madrid. Não obstante o mau jogo aéreo que sempre teve e visível esta noite num lance perto do fim do jogo, o espanhol foi uma mais-valia na vitória alcançada.
O FC Porto jogou com bastante inteligência. Sem perder o norte e sem se precipitar, os portistas foram construindo o seu jogo e aproveitaram bem o espaço dado pelos encarnados na sua rectaguarda.
No regresso das cabines, os Dragões voltaram a ter ascendente no campo. Ameaçaram a baliza contrária um par de vezes mas em contra-golpe, o adversário poderia ter dado o xeque-mate primeiro por Gaitán num rápido contra-ataque depois por Jonas com um remate por cima da baliza.
Peseiro sentiu necessidade de dar profundidade ao ataque e retirou Corona para a entrada de Marega. E acertou pois o FC Porto começou a ter mais profundidade em transições ofensivas e Eliseu passou a sentir mais dificuldades.
Aboubakar poderia ter colocado os Dragões a vencer aos 62 minutos, com a bola a rasar o poste direito. Ficou a ameaça para o que viria a acontecer 3 minutos depois. Numa bela jogada de combinação, com sucessivas tabelas entre André, Brahimi e Aboubakar, o camaronês entrou na área descaído sobre a esquerda e à saída do guarda-redes Júlio César rematou para o fundo das malhas.
Logo a seguir poderia ter surgido o golo do empate com Indi quase a dar um brinde à equipa contrária, cortando a bola para a própria baliza com uma grande defesa de Casillas para canto. E depois Mitroglou, com oportunidade para repor o empate, rematou para nova defesa do guardião portista.
Peseiro operou mais duas substituições de forma a gerir o jogo e o resultado mas também para refrescar algumas peças. A. André saiu para a entrada de R. Neves e depois Brahimi cedeu o lugar a Varela. Até ao fim do jogo, o FC Porto controlou o jogo e o resultado com Danilo como o expoente máximo desta equipa.
Em tempo de descontos, Marega conseguiu escapar a Eliseu pela direita e, quando tinha tudo para servir Aboubakar na área, rematou contra Júlio César. Uma oportunidade para o FC Porto sair com um resultado mais dilatado.
O jogo terminou logo a seguir com uma arbitragem boa mas com uma postura diferenciada do homem do apito em relação aos jogadores quer de uma equipa, quer da outra. Com os jogadores do FC Porto a rédea foi sempre curta, bem apertadinha mas com os jogadores da outra equipa, havia permissividade q.b e autorização para dar pau à vontade.
Notas finais para o MVP do encontro que dá pelo nome de Danilo Pereira, um gigante no meio-campo portista, para a grande aposta em Chidozie, um central com tudo para singrar e ser uma grande aposta imediata e para a noite do “Santo” Casillas como ficou registado na comunicação social espanhola depois de uma enorme exibição.
O FC Porto reentra na luta pelo título, estando presentemente a 3 pontos da liderança embora com o Sporting com menos um jogo que vai cumprir hoje na Choupana.
Depois de um dia de folga, o FC Porto regressa ao trabalho na manhã de 2ª Feira pelas 11h, com vista a preparar o jogo na Alemanha da próxima 5ª feira frente ao B. Dortmund. José Peseiro terá que pensar num onze com bastantes adaptações em virtude de ter jogadores indisponíveis. Há jogadores que estão lesionados, outros estão castigados e ainda um que não está inscrito: Chidozie.

DECLARAÇÕES
José Peseiro: “Demos uma resposta cabal da nossa qualidade”
O FC Porto até começou a perder no Estádio da Luz, mas deu a volta ao resultado e conquistou três pontos “muito importantes” (2-1) e moralizadores para continuar na corrida pelo principal objetivo da temporada. No final da partida relativa à 22.ª jornada da Liga NOS, José Peseiro sublinhou precisamente a competência, o espírito de sacrifício e a capacidade de sofrimento da equipa para consumar a reviravolta no marcador, apesar do contexto difícil a que os Dragões chegavam a este jogo.
“Foi uma vitória justa e importante, muito à custa da competência, do sacrifício e a da capacidade de sofrer e atacar. Criámos problemas ao Benfica num grande jogo de futebol e estes jogadores demonstraram o que é vestir a camisola do FC Porto. Demos aqui uma boa resposta, com capacidade de superação depois de estar a perder e quando estávamos numa situação menos boa”, defendeu o treinador, em declarações no final do clássico desta sexta-feira.
José Peseiro admitiu que este triunfo sobre os encarnados “moraliza todos”, sobretudo depois de um “resultado menos positivo, mas imerecido” com o Arouca, na jornada passada: “Sabíamos que tínhamos a obrigação de ganhar, que tínhamos de superar-nos e superámo-nos. Fomos uma equipa que quis ganhar, que foi solidária, empenhada. Demos uma resposta cabal da nossa qualidade”.
O resultado permite ao FC Porto reduzir para três pontos a distância para os dois primeiros classificados, o Benfica e o Sporting (que tem menos um jogo), mantendo acesa a luta pelo título. Voltou a haver três candidatos? Peseiro foi claro na resposta: “Nunca deixou de haver. Agora vamos descansar e preparar o próximo jogo, também muito importante. Não estávamos tão fortes animicamente, é verdade, mas temos potencial para fazer o que fizemos hoje aqui”.
O clássico ficou marcado pela estreia de Chidozie na Liga, fazendo dupla com Martins Indi no centro da defesa, quando todos esperavam pelo recuo de Danilo. A verdade é que o central nigeriano foi, desde início, a primeira escolha de Peseiro, garantiu o próprio. “Quando o Marcano se lesionou, ficou logo decidido que seria o Chidozie a jogar, até porque era importante dar ao jogador e a toda a equipa uma mensagem de confiança. Nenhum treinador gosta de individualizar, mas se ele jogou é porque sabíamos que tinha condições para isso e porque tínhamos confiança nele. E mostrou-o, porque esteve tão bem como os outros colegas e justificou a escolha”.
ARBITRAGEM

RESUMO DO JOGO
Primeira Liga, 22ª jornada
sex, 12 Fevereiro 2016 • 20:30
Estádio: SL Benfica
Assistência: 61.536
Árbitro: Artur Soares Dias (Porto).
Assistentes: Rui Licínio e Bruno Rodrigues.
4.º Árbitro: Fábio Veríssimo.
BENFICA: Júlio César, André Almeida, Lindelof, Jardel, Eliseu, Pizzi, Samaris, Renato Sanches, Gaitán (c), Jonas, Mitroglou.
Suplentes: Ederson, Raúl Jiménez, Salvio (80' Eliseu), Sílvio, Talisca (69' Samaris), Carcela (69' Pizzi), Nélson Semedo.
Treinador: Rui Vitória.
FC PORTO: Casillas, Maxi, Chidozie, Martins Indi, Layún, Danilo, Herrera (c), André André, Corona, Aboubakar, Brahimi.
Suplentes: Helton, Rúben Neves (74' André André), Varela (86' Brahimi), Marega (59' Corona), Sérgio Oliveira, José Ángel, Suk.
Treinador: José Peseiro.
Ao intervalo: 1-1.
Marcadores: Mitroglou (18'), Herrera (28'), Aboubakar (65').
Disciplina: cartão amarelo a Herrera (30'), Rúben Neves (75'), Carcela (79'), Renato Sanches (85'), André Almeida (88'), Layún (88').
Palavra-chave: JUNTOS. Palavra que para os lados do Dragão não tem sido muito pronunciada nas últimas épocas. Mas quero crer, e espero que assim seja, que daqui para a frente os jogadores do actual plantel assumam o compromisso de todos JUNTOS tudo fazer para lutar pelo 28º. Nem tudo está bem e no bom caminho por se ter vencido no salão de festas, nem esquecida está a derrota frente ao Arouca na semana passada.
Os jogadores do FC Porto têm que perceber que têm pela frente 12 jornadas em que cada uma vale 3 pontos. E aqui lanço um repto: 36 pontos, SER CAMPEÃO. Topam?
Por outro lado, quero deixar aqui uma nota para o apoio incansável, fantástico, soberbo e incrível que as claques deram ao FC Porto esta noite no Estádio da Luz. Conseguiram calar e fazer-se ouvir na maior parte do tempo, mesmo que com menos gente do que em anos anteriores. Relatos de quem esteve presente afirmaram mesmo que terá sido uma dos maiores senão a maior manifestação de apoio neste estádio. Na altura em que a equipa mais precisa é quanto mais deveremos estar presentes e dar o nosso apoio.
Porque na hora das vitórias é fácil aparecer, andar com os jogadores em ombros, soltar as frases SOMOS PORTO e outras tretas que se dizem. Nas horas mais difíceis só lá estão os mais resistentes, os que nunca abandonam a equipa, os que nunca usam a boca para assobiar ou para dizer asneiradas ou mesmo para criticar a equipa em locais impróprios. Os pipoqueiros do Dragão são os maiores adversários do FC Porto neste momento e é bom que se comecem a mudar mentalidades e hábitos em casa.
As críticas devem ser construtivas, sejam elas agradáveis ou não. Mas devem ser feitas com responsabilidade, com cabeça e não proferidas em praças públicas ou em tvs, jornais e rádios por mais razões que possam existir.
Com isto tudo não quero dizer, e vou-me repetir, que a crise ou a pseudo-crise está afastada e que agora é que vai ser… Não! Há já muitos palerminhas que entraram em euforias como se o título estivesse ganho e que agora é só somar 3+3+3+3… e por aí para fora. Calma! Temos um longo caminho por percorrer, sinuoso, difícil, cheio de obstáculos e aquilo que mais será preciso é estar ao lado da equipa em todos os estádios.
Vamos ao jogo. O FC Porto entrou na Luz esta noite com um onze muito próximo do que eu defendia e do que eu gostaria de ver, ao contrário de todas as probabilidades e de todas as teses defendidas. Uns porque defendiam que o treinador não teria coragem de lançar o defesa-central nigeriano Chidozie da equipa B num jogo de tamanha responsabilidade, outros porque entendiam ser mais seguro jogar com Danilo no eixo da defesa e colocar Rúben Neves como pivôt.
Ouvi durante a semana os paineleiros e uns entendidos da bola dos écrans e da escrita a defender precisamente o contrário. Uns, se calhar, por desonestidade intelectual mas outros por ignorância não perceberam que o FC Porto sem Danilo no meio-campo perderia muito da sua capacidade.
De restos, o onze portista nos restantes lugares apresentou as melhores habituais opções. Mas o que se ficou a ganhar com a aposta no central Chidozie de 19 anos? Um central de grande categoria. Muito personalizado, a jogar como se fosse o seu 100º jogo na equipa A, o nigeriano esteve em todas. Cortou tudo o que havia para cortar, bom no jogo aéreo, excelente no passe e a sair na fase de construção.
José Peseiro queria um central pois acaba de ganhar um. Pena não estar disponível para jogar em Dortmund pois irá fazer falta no jogo da próxima 5ª feira. Mas o treinador dos Dragões não pode abdicar deste jogador a nível interno. Chidozie é claramente uma aposta segura pois a sua exibição não foi pura obra do acaso.
Os dragões começaram muito bem o jogo, bem melhor do que o Benfica mas os encarnados reagiram e começaram a crescer de minuto para minuto. O adversário tem realmente uma circulação de bola muito apurada e jogam a uma velocidade alucinante em transição defesa-ataque. Perante equipas que dão espaço, o adversário desta noite é terrivelmente perigoso. No entanto, em transição ataque-defesa é convidativo jogar contra a equipa da Luz.
Os encarnados inauguraram o marcador aos 17 minutos numa jogada rápida e de combinação atacante em que Renato Sanches isolou Mitroglou. Perante a saída de Casillas, o jogador adversário rematou para a baliza. O FC Porto conseguiu reagir 9 minutos depois. Espreitando o ataque sempre que podia e colocando muitos jogadores na frente em transição ofensiva, Herrera, de fora da área num remate rasteiro e muito bem colocado, estabelece o empate.
O FC Porto repunha a igualdade no jogo e a justiça no marcador. Os Dragões chegaram mesmo a terminar por cima no primeiro tempo, mas o adversário dispôs das melhores oportunidades da partida. Pelo menos três oportunidades claras de golo foram desperdiçadas. Mas ninguém ganha sem sorte e, depois de muito azar à mistura durante vários jogos, a sorte também algum dia teria de estar com os Dragões. A sorte e Casillas, uma noite inspirada com uma exibição a lembrar os melhores tempos da sua carreira no Real Madrid. Não obstante o mau jogo aéreo que sempre teve e visível esta noite num lance perto do fim do jogo, o espanhol foi uma mais-valia na vitória alcançada.
O FC Porto jogou com bastante inteligência. Sem perder o norte e sem se precipitar, os portistas foram construindo o seu jogo e aproveitaram bem o espaço dado pelos encarnados na sua rectaguarda.
Peseiro sentiu necessidade de dar profundidade ao ataque e retirou Corona para a entrada de Marega. E acertou pois o FC Porto começou a ter mais profundidade em transições ofensivas e Eliseu passou a sentir mais dificuldades.
Aboubakar poderia ter colocado os Dragões a vencer aos 62 minutos, com a bola a rasar o poste direito. Ficou a ameaça para o que viria a acontecer 3 minutos depois. Numa bela jogada de combinação, com sucessivas tabelas entre André, Brahimi e Aboubakar, o camaronês entrou na área descaído sobre a esquerda e à saída do guarda-redes Júlio César rematou para o fundo das malhas.
Logo a seguir poderia ter surgido o golo do empate com Indi quase a dar um brinde à equipa contrária, cortando a bola para a própria baliza com uma grande defesa de Casillas para canto. E depois Mitroglou, com oportunidade para repor o empate, rematou para nova defesa do guardião portista.
Peseiro operou mais duas substituições de forma a gerir o jogo e o resultado mas também para refrescar algumas peças. A. André saiu para a entrada de R. Neves e depois Brahimi cedeu o lugar a Varela. Até ao fim do jogo, o FC Porto controlou o jogo e o resultado com Danilo como o expoente máximo desta equipa.
Em tempo de descontos, Marega conseguiu escapar a Eliseu pela direita e, quando tinha tudo para servir Aboubakar na área, rematou contra Júlio César. Uma oportunidade para o FC Porto sair com um resultado mais dilatado.
O jogo terminou logo a seguir com uma arbitragem boa mas com uma postura diferenciada do homem do apito em relação aos jogadores quer de uma equipa, quer da outra. Com os jogadores do FC Porto a rédea foi sempre curta, bem apertadinha mas com os jogadores da outra equipa, havia permissividade q.b e autorização para dar pau à vontade.
Notas finais para o MVP do encontro que dá pelo nome de Danilo Pereira, um gigante no meio-campo portista, para a grande aposta em Chidozie, um central com tudo para singrar e ser uma grande aposta imediata e para a noite do “Santo” Casillas como ficou registado na comunicação social espanhola depois de uma enorme exibição.
O FC Porto reentra na luta pelo título, estando presentemente a 3 pontos da liderança embora com o Sporting com menos um jogo que vai cumprir hoje na Choupana.
Depois de um dia de folga, o FC Porto regressa ao trabalho na manhã de 2ª Feira pelas 11h, com vista a preparar o jogo na Alemanha da próxima 5ª feira frente ao B. Dortmund. José Peseiro terá que pensar num onze com bastantes adaptações em virtude de ter jogadores indisponíveis. Há jogadores que estão lesionados, outros estão castigados e ainda um que não está inscrito: Chidozie.
DECLARAÇÕES
José Peseiro: “Demos uma resposta cabal da nossa qualidade”
O FC Porto até começou a perder no Estádio da Luz, mas deu a volta ao resultado e conquistou três pontos “muito importantes” (2-1) e moralizadores para continuar na corrida pelo principal objetivo da temporada. No final da partida relativa à 22.ª jornada da Liga NOS, José Peseiro sublinhou precisamente a competência, o espírito de sacrifício e a capacidade de sofrimento da equipa para consumar a reviravolta no marcador, apesar do contexto difícil a que os Dragões chegavam a este jogo.
“Foi uma vitória justa e importante, muito à custa da competência, do sacrifício e a da capacidade de sofrer e atacar. Criámos problemas ao Benfica num grande jogo de futebol e estes jogadores demonstraram o que é vestir a camisola do FC Porto. Demos aqui uma boa resposta, com capacidade de superação depois de estar a perder e quando estávamos numa situação menos boa”, defendeu o treinador, em declarações no final do clássico desta sexta-feira.
José Peseiro admitiu que este triunfo sobre os encarnados “moraliza todos”, sobretudo depois de um “resultado menos positivo, mas imerecido” com o Arouca, na jornada passada: “Sabíamos que tínhamos a obrigação de ganhar, que tínhamos de superar-nos e superámo-nos. Fomos uma equipa que quis ganhar, que foi solidária, empenhada. Demos uma resposta cabal da nossa qualidade”.
O resultado permite ao FC Porto reduzir para três pontos a distância para os dois primeiros classificados, o Benfica e o Sporting (que tem menos um jogo), mantendo acesa a luta pelo título. Voltou a haver três candidatos? Peseiro foi claro na resposta: “Nunca deixou de haver. Agora vamos descansar e preparar o próximo jogo, também muito importante. Não estávamos tão fortes animicamente, é verdade, mas temos potencial para fazer o que fizemos hoje aqui”.
O clássico ficou marcado pela estreia de Chidozie na Liga, fazendo dupla com Martins Indi no centro da defesa, quando todos esperavam pelo recuo de Danilo. A verdade é que o central nigeriano foi, desde início, a primeira escolha de Peseiro, garantiu o próprio. “Quando o Marcano se lesionou, ficou logo decidido que seria o Chidozie a jogar, até porque era importante dar ao jogador e a toda a equipa uma mensagem de confiança. Nenhum treinador gosta de individualizar, mas se ele jogou é porque sabíamos que tinha condições para isso e porque tínhamos confiança nele. E mostrou-o, porque esteve tão bem como os outros colegas e justificou a escolha”.
ARBITRAGEM
RESUMO DO JOGO
12 fevereiro, 2016
CAMPEÕES DE INVERNO, LEMBRAM-SE?
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/
Hoje, em meados de Fevereiro, parece difícil de acreditar. Mas sim, foi verdade. O FC Porto foi o Campeão de Inverno 2015/2016. Valha isso o que valer, não é assunto de pouca importância, pois não raras vezes coincide com o campeão no final do ano. É um indicador que não dá palmarés, mas que dá confiança e estabilidade para o que resta da época. Sinaliza o final de ano e, já se sabe, candeia que vai à frente…
Esse “título” ou essa menção honrosa – chamemos-lhe assim – foi aproveitada por Pinto da Costa para parodiar os assobios do Dragão, dizendo que davam sorte à equipa. Ou seja, em finais de 2015, o Presidente veio dar um voto de confiança a Lopetegui, contrariando e fazendo pouco das vozes críticas que se faziam ouvir nos jogos dos azuis em brancos em casa.
A 7 de Janeiro de 2016, tudo havia mudado. O Presidente, diz-se, não pôde mais segurar Lopetegui, pressionado (?!) por várias frentes e sectores. Segundo consta, Pinto da Costa era mesmo o único que estava relutante em despedir o treinador basco. No entanto, não devia estar assim tão relutante, visto que o despedimento se deu sem acordo entre as partes.
O que se seguiu ao dia 7 de Janeiro foi um compêndio de como não se deve gerir um clube de futebol. Foi, digamos, o contrário do que foi a norma da era Pinto da Costa no FC Porto. Foi a norma, leram bem. Os dias passaram e não havia homem escolhido para suceder ao basco. Portanto, ficamos a saber que no FC Porto dos dias de hoje se despedem treinadores sem se ter um plano ou carta na manga. Surgiram várias hipóteses: o sempre cogitado Villas-Boas, que logo se apressou a dizer que não tinha interesse em voltar já a Portugal; Leonardo Jardim, que tinha cláusulas contratuais que o impediam de regressar a Portugal; Marco Silva, idem; Sérgio Conceição, envolvido num relambório verdadeiramente amador e estapafúrdio, pessimamente gerido, que terminou com mais uma derrota do clube em Guimarães e com a impossibilidade de Sérgio ingressar no Dragão. Pelo meio ainda se falou de Bielsa e de outros.
Peseiro foi o escolhido. Deu o peito às balas, disse que tinha sido a primeira opção, teve discurso fluído e entusiasta. Nada a apontar. Embora se soubesse que vinha para uma missão quase suicida: levantar o actual FC Porto do solo, quase inanimado por um auto-KO aplicado pela sua SAD.
Depois desse 7 de Janeiro, o panorama não é animador. Se é verdade que se garantiu praticamente o Jamor e se conseguiu uma vitória categórica no Estoril (como há muito não se via…), os números não nos deixam mentir. O FC Porto está praticamente afastado do título e teve uma prestação vergonhosa na Taça da Liga, com derrotas diante do Famalicão e Feirense (uma delas ainda com Rui Barros). Pelo meio ainda se vendeu Imbula e Tello, contratando os impagáveis Suk, Marega e José Sá, esses grandes craques da bola que tanta falta faziam por cá.
Agora, quando se pensava que as coisas estavam a melhorar, nova derrota em casa frente ao Arouca. Vergonhas atrás de vergonhas. Humilhações atrás de humilhações, como aquele de termos que assistir, no nosso estádio, a um capitão nosso virar costas ao jogo, nós que vimos o João Pinto, o Aloísio, o André, o Jorge Costa, o Baía, o Emanuel, entre outros, a envergar aquela braçadeira. E agora esfragam-nos assim na cara a nossa falta de mística, de vontade, de querer, de raça, de orgulho.
Claro que o problema não era Lopetegui. Como não era Vítor Pereira e até, arrisco, Paulo Fonseca. Quando as coisas funcionam bem, quando há um projecto e uma estrutura, quando as coisas estão alinhadas nos carris, o mais fácil é mesmo ser-se campeão. Hoje, pelo contrário, ser campeão no FC Porto não é difícil. É muito difícil. Quase impossível.
Só que os adeptos portistas ainda não perceberam isso. Lopetegui virou assunto tabu, dogma de fé. Se alguém mais esclarecido e mais objectivo diz numa sala ou num qualquer grupo de facebook que estamos hoje MUITO pior do que quando havia Lopetegui, respondem-nos de pronto que a situação era “insustentável” (?), que a destruição do FC Porto foi culpa dele (?), que “não havia condições” (?), que “tinha o balneário contra ele” (?), que o futebol jogador era pobre e sonolento (?).
Mas porra, à excepção de Villas-Boas, há algum treinador que tenha sido elogiado e aplaudido no Dragão? Jesualdo era assobiado jogo sim jogo não. A Vítor Pereira aplicavam a chapa jogo sim jogo sim. Paulo Fonseca foi comido vivo. Lopetegui era odiado e desprezado.
Desde quando estar na Taça de Portugal e em 2º lugar a pouquíssimos pontos do primeiro lugar é uma situação insustentável? Desde quando isso configura uma situação de inexistência de condições? E mais: desde quando é o balneário do FC Porto a despedir treinadores? Desde quando é que o FC Porto não tem um futebol sonolento e pausado? Ah, já sei a resposta: desde o nosso querido Villas-Boas!
Já nos bastava ter uma Direcção amorfa e mais preocupada com negócios e negociatas. Mas agora, além disso, temos também adeptos incapazes de engolir a soberba e com a mania das grandezas. Estes dois ingredientes combinados não costumam dar bom resultado.
Rodrigo de Almada Martins
Esse “título” ou essa menção honrosa – chamemos-lhe assim – foi aproveitada por Pinto da Costa para parodiar os assobios do Dragão, dizendo que davam sorte à equipa. Ou seja, em finais de 2015, o Presidente veio dar um voto de confiança a Lopetegui, contrariando e fazendo pouco das vozes críticas que se faziam ouvir nos jogos dos azuis em brancos em casa.
A 7 de Janeiro de 2016, tudo havia mudado. O Presidente, diz-se, não pôde mais segurar Lopetegui, pressionado (?!) por várias frentes e sectores. Segundo consta, Pinto da Costa era mesmo o único que estava relutante em despedir o treinador basco. No entanto, não devia estar assim tão relutante, visto que o despedimento se deu sem acordo entre as partes.
O que se seguiu ao dia 7 de Janeiro foi um compêndio de como não se deve gerir um clube de futebol. Foi, digamos, o contrário do que foi a norma da era Pinto da Costa no FC Porto. Foi a norma, leram bem. Os dias passaram e não havia homem escolhido para suceder ao basco. Portanto, ficamos a saber que no FC Porto dos dias de hoje se despedem treinadores sem se ter um plano ou carta na manga. Surgiram várias hipóteses: o sempre cogitado Villas-Boas, que logo se apressou a dizer que não tinha interesse em voltar já a Portugal; Leonardo Jardim, que tinha cláusulas contratuais que o impediam de regressar a Portugal; Marco Silva, idem; Sérgio Conceição, envolvido num relambório verdadeiramente amador e estapafúrdio, pessimamente gerido, que terminou com mais uma derrota do clube em Guimarães e com a impossibilidade de Sérgio ingressar no Dragão. Pelo meio ainda se falou de Bielsa e de outros.
Peseiro foi o escolhido. Deu o peito às balas, disse que tinha sido a primeira opção, teve discurso fluído e entusiasta. Nada a apontar. Embora se soubesse que vinha para uma missão quase suicida: levantar o actual FC Porto do solo, quase inanimado por um auto-KO aplicado pela sua SAD.
Depois desse 7 de Janeiro, o panorama não é animador. Se é verdade que se garantiu praticamente o Jamor e se conseguiu uma vitória categórica no Estoril (como há muito não se via…), os números não nos deixam mentir. O FC Porto está praticamente afastado do título e teve uma prestação vergonhosa na Taça da Liga, com derrotas diante do Famalicão e Feirense (uma delas ainda com Rui Barros). Pelo meio ainda se vendeu Imbula e Tello, contratando os impagáveis Suk, Marega e José Sá, esses grandes craques da bola que tanta falta faziam por cá.
Agora, quando se pensava que as coisas estavam a melhorar, nova derrota em casa frente ao Arouca. Vergonhas atrás de vergonhas. Humilhações atrás de humilhações, como aquele de termos que assistir, no nosso estádio, a um capitão nosso virar costas ao jogo, nós que vimos o João Pinto, o Aloísio, o André, o Jorge Costa, o Baía, o Emanuel, entre outros, a envergar aquela braçadeira. E agora esfragam-nos assim na cara a nossa falta de mística, de vontade, de querer, de raça, de orgulho.
Claro que o problema não era Lopetegui. Como não era Vítor Pereira e até, arrisco, Paulo Fonseca. Quando as coisas funcionam bem, quando há um projecto e uma estrutura, quando as coisas estão alinhadas nos carris, o mais fácil é mesmo ser-se campeão. Hoje, pelo contrário, ser campeão no FC Porto não é difícil. É muito difícil. Quase impossível.
Só que os adeptos portistas ainda não perceberam isso. Lopetegui virou assunto tabu, dogma de fé. Se alguém mais esclarecido e mais objectivo diz numa sala ou num qualquer grupo de facebook que estamos hoje MUITO pior do que quando havia Lopetegui, respondem-nos de pronto que a situação era “insustentável” (?), que a destruição do FC Porto foi culpa dele (?), que “não havia condições” (?), que “tinha o balneário contra ele” (?), que o futebol jogador era pobre e sonolento (?).
Mas porra, à excepção de Villas-Boas, há algum treinador que tenha sido elogiado e aplaudido no Dragão? Jesualdo era assobiado jogo sim jogo não. A Vítor Pereira aplicavam a chapa jogo sim jogo sim. Paulo Fonseca foi comido vivo. Lopetegui era odiado e desprezado.
Desde quando estar na Taça de Portugal e em 2º lugar a pouquíssimos pontos do primeiro lugar é uma situação insustentável? Desde quando isso configura uma situação de inexistência de condições? E mais: desde quando é o balneário do FC Porto a despedir treinadores? Desde quando é que o FC Porto não tem um futebol sonolento e pausado? Ah, já sei a resposta: desde o nosso querido Villas-Boas!
Já nos bastava ter uma Direcção amorfa e mais preocupada com negócios e negociatas. Mas agora, além disso, temos também adeptos incapazes de engolir a soberba e com a mania das grandezas. Estes dois ingredientes combinados não costumam dar bom resultado.
Rodrigo de Almada Martins
JOSÉ PESEIRO: “SABEMOS DA IMPORTÂNCIA DE VENCER ESTE JOGO”
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As contas são simples de fazer mas poderiam ser outras se o golo limpo apontado pelo FC Porto diante do Arouca (1-2) tivesse sido devidamente validado. Na conferência de imprensa de antevisão do jogo com o Benfica, marcado para esta sexta-feira (20h30, BTV), referente à 22.ª jornada da Liga NOS, José Peseiro recordou o momento-chave da receção portista aos arouquenses e deixou claro que o objetivo para o desafio com os lisboetas é encurtar a diferença relativamente a estes “para três pontos”.
“É um jogo que queremos vencer, contra um rival direto e que está em primeiro lugar em igualdade com outro rival. Sabemos da importância de vencer este jogo e queremos ficar a três pontos do Benfica, mas já poderíamos estar pois no último jogo fizemos um golo limpo que nos poderia ter dado a vitória, deixando-nos dependentes de nós próprios até ao final. O nosso objetivo é esse, reduzir a distância que temos em relação ao Benfica para três pontos”, afirmou o técnico dos Dragões, na sala de imprensa do Olival, pouco depois de orientar mais uma sessão de trabalho tendo em vista o clássico que se avizinha.
Mesmo reconhecendo a tristeza gerada pelo desaire na ronda anterior, José Peseiro garantiu que os azuis e brancos estão determinados, entusiasmados e “com vontade total” em regressar às vitórias já no próximo jogo. “Não vale a pena estar a enaltecer ou a destacar o que o Benfica tem feito, pois tem mérito. Perdemos o último jogo e, como é natural, foi um resultado que nos deixou tristes, mas já estamos focados num jogo importante, com determinação e entusiasmo. Sinto a equipa com vontade total em fazer aquilo que temos trabalhado e em lutar pelo nosso objetivo, a vitória”, prosseguiu o treinador portista, insistindo no tema FC Porto-Arouca.
“Não fizemos críticas ao árbitro, simplesmente dissemos que fizemos um golo limpo que nos poderia ter dado a vitória e que nos deixaria dependentes de nós próprios para chegar ao primeiro lugar. Somos uma equipa que quer vencer, que acredita no seu potencial e que encara o próximo jogo com o objetivo de ganhar e reduzir a desvantagem pontual. Vamos estar a 100 por cento ou mais dentro daquilo que é a responsabilidade e a exigência deste clube”, sublinhou José Peseiro, prometendo ainda um FC Porto fiel à sua identidade e modelo de jogo diante do Benfica.
“Temos a nossa estratégia definida para este jogo, mas há algo de que não podemos abdicar: a nossa identidade e o nosso modelo de jogo, tanto em termos defensivos como em termos ofensivos. Quando se muda muito e se vai atrás do que é mais importante no adversário, perde-se identidade, algo que não queremos perder”, finalizou o técnico dos Dragões.
fonte: fcporto.pt
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Casillas e Helton.
Defesas: Maxi Pereira, Chidozie, Martins Indi, Layún e José Ángel.
Médios: Rúben Neves, Danilo, Evandro, André, Brahimi, Herrera e Sérgio Oliveira.
Avançados: Aboubakar, Marega, Suk, Varela e Corona.
“É um jogo que queremos vencer, contra um rival direto e que está em primeiro lugar em igualdade com outro rival. Sabemos da importância de vencer este jogo e queremos ficar a três pontos do Benfica, mas já poderíamos estar pois no último jogo fizemos um golo limpo que nos poderia ter dado a vitória, deixando-nos dependentes de nós próprios até ao final. O nosso objetivo é esse, reduzir a distância que temos em relação ao Benfica para três pontos”, afirmou o técnico dos Dragões, na sala de imprensa do Olival, pouco depois de orientar mais uma sessão de trabalho tendo em vista o clássico que se avizinha.
Mesmo reconhecendo a tristeza gerada pelo desaire na ronda anterior, José Peseiro garantiu que os azuis e brancos estão determinados, entusiasmados e “com vontade total” em regressar às vitórias já no próximo jogo. “Não vale a pena estar a enaltecer ou a destacar o que o Benfica tem feito, pois tem mérito. Perdemos o último jogo e, como é natural, foi um resultado que nos deixou tristes, mas já estamos focados num jogo importante, com determinação e entusiasmo. Sinto a equipa com vontade total em fazer aquilo que temos trabalhado e em lutar pelo nosso objetivo, a vitória”, prosseguiu o treinador portista, insistindo no tema FC Porto-Arouca.
“Não fizemos críticas ao árbitro, simplesmente dissemos que fizemos um golo limpo que nos poderia ter dado a vitória e que nos deixaria dependentes de nós próprios para chegar ao primeiro lugar. Somos uma equipa que quer vencer, que acredita no seu potencial e que encara o próximo jogo com o objetivo de ganhar e reduzir a desvantagem pontual. Vamos estar a 100 por cento ou mais dentro daquilo que é a responsabilidade e a exigência deste clube”, sublinhou José Peseiro, prometendo ainda um FC Porto fiel à sua identidade e modelo de jogo diante do Benfica.
“Temos a nossa estratégia definida para este jogo, mas há algo de que não podemos abdicar: a nossa identidade e o nosso modelo de jogo, tanto em termos defensivos como em termos ofensivos. Quando se muda muito e se vai atrás do que é mais importante no adversário, perde-se identidade, algo que não queremos perder”, finalizou o técnico dos Dragões.
fonte: fcporto.pt
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Casillas e Helton.
Defesas: Maxi Pereira, Chidozie, Martins Indi, Layún e José Ángel.
Médios: Rúben Neves, Danilo, Evandro, André, Brahimi, Herrera e Sérgio Oliveira.
Avançados: Aboubakar, Marega, Suk, Varela e Corona.
AGENDA DRAGÃO: 12-Fev a 18-Fev
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11 fevereiro, 2016
MAICON.
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Curto e Grosso: Maicon não pode voltar a vestir a camisola do FC Porto!
Não vou dar exemplos de outros capitães, outras posturas ou outros momentos. Não julgo serem necessários, pois todos temos memória e estar agora a recordar os valores de mística e identidade que sempre foram a nossa marca registada, pelo menos durante a presidência de Jorge Nuno Pinto da Costa, é estar a chover no molhado e repetir o que tem sido escrito um pouco em todo o lado.
Recordo apenas que Jorge Costa (e não ouso naturalmente sequer compará-lo a Maicon), numa altura em que tal como agora, parecia estarmos a perder os nossos valores, teve o percurso que teve, depois de naquela tarde de sábado frente ao Vitória de Setúbal não ter entregue em mão a braçadeira de capitão ao colega.
Maicon não pode voltar a vestir a nossa camisola porque não honrou as nossas cores, não respeitou o clube e os adeptos, abandonou os colegas, arranjou desculpas esfarrapadas para os erros, e essencialmente, demonstrou completa falta de valores “à Porto”: solidariedade, espírito de sacrifício, superação!
Maicon não pode voltar a vestir a nossa camisola, porque estamos no tempo em que estamos!
A SAD, depois de tantos e tantos erros, depois de tantas e tantas machadadas na mística, depois de tanta e tanta negligência perante os nossos valores, tem aqui a oportunidade que não merecia e que nada fez para a ter, de demonstrar que pode existir um novo rumo (que é velho!) para este clube. Se impedir que o brasileiro volte a envergar as nossas cores, dá um exemplo claro para os restantes elementos do grupo daquilo que não é jamais aceitável neste clube, aquilo que jamais alguém poderá sequer imaginar aproximar-se. Na vida também se faz a liderança pelo exemplo... Maicon, é a “vítima” que se pôs a jeito!
Claro está que quem lidera tem que aproveitar este caso para recuperar os nossos valores, mantendo a coerência no futuro e não sendo esta “punição” um ato desgarrado e único.
Maicon não pode voltar a vestir a nossa camisola, porque isto está a bater tão no fundo, tão no fundo que apenas com uma medida de forte impacto se pode fazer reerguer algo que ameaça ruir a qualquer instante. Ora fala a mulher do presidente, ora fala a mulher do jogador, ora fala um gajo qualquer do Conselho Superior a exigir declarações da SAD. Ora a culpa é dos jogadores, ora a culpa é do treinador, ora a culpa é do médico. O circo a que isto chegou, ocorrendo dentro de portas as barbaridades que nos faziam sorrir quando as viamos na casa dos rivais, podem ter um sintoma de retoma com este caso.
Permitir que Maicon volte a vestir as nossas cores, é dar mais uma “martelada” no Portismo, no “Porto à Porto” que Jorge Nuno Pinto da Costa nos incutiu. Será mostrar aos outros que, afinal, isto é admissível, será abrir a possibilidade de novos e originais actos de indisciplina. Que moral teremos para punir o que quer que seja e quem quer que seja, se branquearmos este caso? E quanto um jogador disser “Estou farto desta M**** aqui!”, como se sentirá se for penalizado quando teve anteriormente o caso Maicon?
Mas achei curioso que José Peseiro tivesse dito que a atitude de Brahimi (*) não é aceitável e que a de Maicon se trata em família. Obviamente que um jogador que sai frustrado, é porque queria dar o contributo à equipa e ajudá-la a tentar recuperar... mas esse tem um comportamento publicamente criticado. Aquele que foge como as ratos, aquele que se acagaça e tem medo, sobre esse, fala-se em família. Assim vai o reino do Dragão!
Meus amigos, quem manda no Futebol Clube do Porto não merecia, mas 6.ª feira lá estarei.
Quem manda no Futebol Clube do Porto, aceitou jogar uma 6.ª feira a 300 kms de distância porquê? Em nome do interesse nacional? Em nome do interesse do slb? Em nome da indústria do futebol?
E porque não podia o jogo ser marcado para sábado às 16h? Não estavam ainda 72h para o nosso adversário jogar?
Mas não, quem manda no Futebol Clube do Porto entendeu que entre defender os interesses do seus adeptos ou os interesses do benfica, era preferível defender os interesses dos CARNEIROS!!!
Um vergonha, um escândalo, um “cagar na cara” em quem ama este clube!
Para marcar presença na luz, quando estamos em 3.º lugar, a 6 pontos do primeiro lugar, numa sexta-feira dia de trabalho, tenho que meter um dia de férias... dia de férias ao qual tenho direito pelo meu trabalho e esforço diário, porque todos os dias me levanto bem cedo, pego no meu carro e vou trabalhar para ganhar um salário médio em Portugal. Não tenho o dia de férias porque me passeio num carro de alta cilindrada, propriedade de uma qualquer Sociedade Anónima Desportiva ou porque ganho um salário de milhares de euros. TENHAM VERGONHA!!!
Um abraço, até sexta!
(*) Para que fique claro, pese embora ter achado a substituição uma aberração e ai de Lopetegui se alguma vez o tivesse feito, não concordo com nenhum jogador que tenha a reacção que Brahimi teve. Agora, entre ficar chateado por querer ajudar ou fugir... estamos conversados!
PS - Ao invés de nos entretermos com o árbitro Rui Costa, não seria mais interessante falar do fiscal de linha que anulou o golo, Miguel Aguilar?! O Dragões Diário que traçou uma "rede" de ligações, será que não tem capacidade para fazer o mesmo com aquele que de facto "roubou" o golo? É preciso ajuda?!?!
Não vou dar exemplos de outros capitães, outras posturas ou outros momentos. Não julgo serem necessários, pois todos temos memória e estar agora a recordar os valores de mística e identidade que sempre foram a nossa marca registada, pelo menos durante a presidência de Jorge Nuno Pinto da Costa, é estar a chover no molhado e repetir o que tem sido escrito um pouco em todo o lado.
Recordo apenas que Jorge Costa (e não ouso naturalmente sequer compará-lo a Maicon), numa altura em que tal como agora, parecia estarmos a perder os nossos valores, teve o percurso que teve, depois de naquela tarde de sábado frente ao Vitória de Setúbal não ter entregue em mão a braçadeira de capitão ao colega.
Maicon não pode voltar a vestir a nossa camisola porque não honrou as nossas cores, não respeitou o clube e os adeptos, abandonou os colegas, arranjou desculpas esfarrapadas para os erros, e essencialmente, demonstrou completa falta de valores “à Porto”: solidariedade, espírito de sacrifício, superação!
Maicon não pode voltar a vestir a nossa camisola, porque estamos no tempo em que estamos!
A SAD, depois de tantos e tantos erros, depois de tantas e tantas machadadas na mística, depois de tanta e tanta negligência perante os nossos valores, tem aqui a oportunidade que não merecia e que nada fez para a ter, de demonstrar que pode existir um novo rumo (que é velho!) para este clube. Se impedir que o brasileiro volte a envergar as nossas cores, dá um exemplo claro para os restantes elementos do grupo daquilo que não é jamais aceitável neste clube, aquilo que jamais alguém poderá sequer imaginar aproximar-se. Na vida também se faz a liderança pelo exemplo... Maicon, é a “vítima” que se pôs a jeito!
Claro está que quem lidera tem que aproveitar este caso para recuperar os nossos valores, mantendo a coerência no futuro e não sendo esta “punição” um ato desgarrado e único.
Maicon não pode voltar a vestir a nossa camisola, porque isto está a bater tão no fundo, tão no fundo que apenas com uma medida de forte impacto se pode fazer reerguer algo que ameaça ruir a qualquer instante. Ora fala a mulher do presidente, ora fala a mulher do jogador, ora fala um gajo qualquer do Conselho Superior a exigir declarações da SAD. Ora a culpa é dos jogadores, ora a culpa é do treinador, ora a culpa é do médico. O circo a que isto chegou, ocorrendo dentro de portas as barbaridades que nos faziam sorrir quando as viamos na casa dos rivais, podem ter um sintoma de retoma com este caso.
Permitir que Maicon volte a vestir as nossas cores, é dar mais uma “martelada” no Portismo, no “Porto à Porto” que Jorge Nuno Pinto da Costa nos incutiu. Será mostrar aos outros que, afinal, isto é admissível, será abrir a possibilidade de novos e originais actos de indisciplina. Que moral teremos para punir o que quer que seja e quem quer que seja, se branquearmos este caso? E quanto um jogador disser “Estou farto desta M**** aqui!”, como se sentirá se for penalizado quando teve anteriormente o caso Maicon?
Mas achei curioso que José Peseiro tivesse dito que a atitude de Brahimi (*) não é aceitável e que a de Maicon se trata em família. Obviamente que um jogador que sai frustrado, é porque queria dar o contributo à equipa e ajudá-la a tentar recuperar... mas esse tem um comportamento publicamente criticado. Aquele que foge como as ratos, aquele que se acagaça e tem medo, sobre esse, fala-se em família. Assim vai o reino do Dragão!
Meus amigos, quem manda no Futebol Clube do Porto não merecia, mas 6.ª feira lá estarei.
Quem manda no Futebol Clube do Porto, aceitou jogar uma 6.ª feira a 300 kms de distância porquê? Em nome do interesse nacional? Em nome do interesse do slb? Em nome da indústria do futebol?
E porque não podia o jogo ser marcado para sábado às 16h? Não estavam ainda 72h para o nosso adversário jogar?
Mas não, quem manda no Futebol Clube do Porto entendeu que entre defender os interesses do seus adeptos ou os interesses do benfica, era preferível defender os interesses dos CARNEIROS!!!
Um vergonha, um escândalo, um “cagar na cara” em quem ama este clube!
Para marcar presença na luz, quando estamos em 3.º lugar, a 6 pontos do primeiro lugar, numa sexta-feira dia de trabalho, tenho que meter um dia de férias... dia de férias ao qual tenho direito pelo meu trabalho e esforço diário, porque todos os dias me levanto bem cedo, pego no meu carro e vou trabalhar para ganhar um salário médio em Portugal. Não tenho o dia de férias porque me passeio num carro de alta cilindrada, propriedade de uma qualquer Sociedade Anónima Desportiva ou porque ganho um salário de milhares de euros. TENHAM VERGONHA!!!
Um abraço, até sexta!
(*) Para que fique claro, pese embora ter achado a substituição uma aberração e ai de Lopetegui se alguma vez o tivesse feito, não concordo com nenhum jogador que tenha a reacção que Brahimi teve. Agora, entre ficar chateado por querer ajudar ou fugir... estamos conversados!
PS - Ao invés de nos entretermos com o árbitro Rui Costa, não seria mais interessante falar do fiscal de linha que anulou o golo, Miguel Aguilar?! O Dragões Diário que traçou uma "rede" de ligações, será que não tem capacidade para fazer o mesmo com aquele que de facto "roubou" o golo? É preciso ajuda?!?!
10 fevereiro, 2016
TRAGÉDIA EM 3 ATOS OU O DEFINHAR DO FC PORTO.
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Depois de algum período afastado dos textos aqui no blog, é difícil não escrever sobre o rumo que o nosso clube continua a seguir. Já abordei as presenças de serpas e outros tipos menos próprios nos eventos do clube. Já falei sobre o convite para o repórter dos porcos da bola para uma visita ao museu, enquanto aos sócios se exige que paguem a entrada no museu. Já falei sobre alguns comportamentos menos próprios e mesmo incompreensíveis de quem vai ao Dragão “apoiar” a equipa. Mas hoje, o texto irá debruçar-se sobre outra perspetiva do rumo do clube, a política desportiva. Não vou abordar casos concretos de jogadores que deveríamos ter contratado em Janeiro para reforçar a equipa, mas sim sobre política desportiva em geral.
Recuando um pouco no tempo e porque os nossos males não começaram em Agosto de 2014 com a contratação de Lopetegui, uma das piores decisões de política desportiva que tomamos foi a não renovação com o técnico Vitor Pereira. Na altura, em conversa com várias pessoas, dizia que voltaríamos a ter treinadores competentes, mas voltar a ter um treinador competente e que chorasse pelo clube no momento da vitória e despedida, não sabia quando voltaríamos a ter. Despedir, lato sensu, um treinador com 2 títulos consecutivos e com apenas 1 derrota ao longo de 60 jogos para o campeonato, derrota essa que não podemos esquecer como aconteceu, para se contratar um rapaz do Barreiro sem conhecimento profundo do FC Porto, foi o pontapé de saída para um conjunto de atos de gestão que contribuíram para que, desde Maio de 2013, não se tenha conquistado nada no que ao futebol sénior diz respeito.
Mas como esta troca de treinador já não era suficiente para o enfraquecimento do clube, em Janeiro de 2014, resolvemos dispensar os serviços de Otamendi e do capitão Lucho Gonzalez. A dispensa de um capitão é sempre um ato incompreensível, mas a dispensa de um capitão com todos os objetivos da época em aberto é um ato de TERRORISMO. A dispensa dos serviços do central argentino e a sua substituição por Abdoulaye foi o continuar de uma brilhante gestão desportiva. Depois de se tentar arrumar a casa e mudar a política de sucesso dos últimos anos, ao passarmos de jovens com muito potencial e baratos para depois de singrarem no clube serem transferidos, optamos por recorrer a empréstimos e valorizar atletas de outros clubes num projeto que seria a 3 anos, mas que ao fim do 1º ano de insucesso, e a esse ano voltarei mais adiante, observa-se nova inversão do rumo desportivo e de empréstimos de jovens, recorre-se a refugo dos outros clubes. Deixamos sair um lateral direito de enorme valor e contrata-se um acabado capitão dos apagados. Fomos buscar um guarda-redes numa história que faz lembrar a saída de Carlos Fernandes do Steaua de Bucareste, já que o anterior clube pagou para ele lá não ficar, e quando em Janeiro de 2016 se pode emendar a mão, apenas se compra jogadores para não irem para os rivais.
Se tudo isto já parecia terror suficiente, ainda há mais 2 pontos de péssimas opções da direção.
1. O silêncio ensurdecedor, sempre que há prejuízo da nossa equipa, é cada vez maior desde Jesualdo Ferreira, mais na época anterior em que um andor carregou os apagados rumo ao título. Não houve ninguém na nossa direção que tomasse a ousadia de, em praça pública, chamar os bois pelos nomes e, com os factos mais que suficientes de prejuízo do nosso clube e benefício dos outros, parasse a pouca vergonha a que se assistiu.
2. Mas, se a direção não agiu em defesa do clube, para que servem todos aqueles paineleiros impreparados e com pouca vontade de afrontar o seu eleitorado que ocupam todos os programas onde se “debate” futebol? Fez mais neste capítulo rui santos que todos os nossos paineleiros juntos ao longo da época.
Se estes 2 pontos já eram suficientes para uma gestão ser considerada péssima, ainda podemos juntar a decisão de despedir um treinador sem ter um substituto e termos andado de porta em porta, um conjunto enorme de dias a receber negas, e ao fim de 12 dias, apresentamos um treinador. Esta política é a política do salvar a nossa pele e só depois nos preocuparmos com os problemas do clube. Porque num momento em que os assobios e protestos da massa associativa se tornavam iminentes de se transferirem do treinador para a direção, o salvar da pele exigiu a demissão do técnico escolhido pela direção.
Esta podia ser muito bem uma tragédia em três atos, mas não o é. É sim, um descritivo deste mandato da nossa direção. Não sou mal agradecido a tudo o que o presidente fez ao longo dos 34 anos que leva à frente do clube, mas este mandato, é claramente um mandato negro e se o presidente não fosse Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa, não teria qualquer hipótese de reeleição. Anos maus todos temos, decisões erradas todos tomamos, e espero que o próximo mandato 2016-2020 seja claramente mais proveitoso e com melhores decisões.
Este ano, ainda podemos conquistar coisas, mas é preciso não querer ser (bacocamente) bons rapazes. Quando formos prejudicados, não devemos ter medo de apontar o dedo a quem nos prejudica, e quando os outros forem beneficiados, não devemos ficar calados. Porque se jogamos contra eles e eles forem sempre beneficiados e ficarmos calados, o fosso será impossível de reverter.
Todos juntos, somos mais fortes. Todos a remar para o mesmo lado, ainda podemos lá chegar. Mas, a comer e a calar, não será de certeza.
09 fevereiro, 2016
MARCA HISTÓRICA NO ANDEBOL.
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ANDEBOL
A equipa de andebol conseguiu um feito histórico e acabou a fase regular só com vitórias, 22 no total, com 8 pontos de avanço sobre o abc, 10 sobre o scp e a 12 do slb.
- FC PORTO 29-23 avanca
- passos manuel 25-35 FC PORTO
- PRÓXIMOS JOGOS
BASQUETEBOL
- galitos 65-69 FC PORTO
- FC PORTO 101-40 sangalhos
- PRÓXIMOS JOGOS
HÓQUEI EM PATINS
- FC PORTO 13-4 breganze
- PRÓXIMOS JOGOS
Um abraço do Lucho.
PROCURANDO PALAVRAS PARA DESCREVER TUDO ISTO…
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Por mais que me esforce, por mais que busque num qualquer dicionário adjetivos para classificar tudo isto, é difícil, muito difícil falar, analisar e sobretudo projetar o futuro próximo do FC Porto. Mais triste do que constatar o presente, é olhar para o futuro próximo e temer que tudo aquilo que demorou 30 anos a construir pode muito bem ruir completamente em apenas 3 ou 4 anos. Como em tudo na vida, é infinitamente mais difícil construir do que destruir. A melhor metáfora que me ocorre neste momento é a de um escultor passar horas a construir um castelo de areia e depois vir uma criança e num ápice destruir o castelo. O problema é quando a criança e o escultor se confundem.
Falar sobre a mais recente derrota do FC Porto é para mim um exercício de enorme dificuldade. Por respeito a quem me lê regularmente, por respeito a quem confia em mim para colaborar com este blog, por respeito também aos restantes colaboradores que contribuem para a existência deste espaço de opinião, não posso deixar de dar a minha opinião neste momento difícil. Confesso-vos com a maior das sinceridades, é muito difícil falar de coisas que jamais pensaria ver na minha vida mas que estão justamente a acontecer no clube que adoro. Seria mais fácil pedir um tempo de reflexão para mim próprio e afastar-me por uns tempos destas lides blogosféricas mas não, creio que é nestes momentos que se vêem os verdadeiros adeptos, aqueles que realmente se preocupam com o clube e aqueles que procuram refletir e discutir as coisas de forma séria e útil. Como sempre digo e vou continuar a dizer, é muito fácil ser adepto e dar a cara pelo FC Porto de glória de AVB, pelo FC Porto campeão europeu de Mourinho, pelo FC Porto pentacampeão de Fernando Santos, pelo FC Porto tetracampeão de Jesualdo e por tantos “outros FC Portos” vencedores ao longo desses últimos 34 anos (sim, 1982 foi a data em que tudo mudou!). Mais difícil é ser adepto do FC Porto dos últimos 2 anos e meio, período no qual praticamente tudo tem corrido mal. Eu sou SEMPRE adepto do FC Porto, seja na 3ª divisão, seja a erguer a Champions League. Durante muitos anos vi benfiquistas e sportinguistas muitas vezes argumentar que “já não ligam a futebol”, eu assumo perfeitamente: sofro estupidamente com um clube que adoro! Não só na vitória, mas sobretudo na derrota.
Depois de uma boa vitória no Estoril, da equipa até ter dado boas indicações nos últimos tempos, perder em casa com o arouca era de facto a ultima coisa que me passava pela cabeça. Este jogo e o da próxima 6ª feira constituiriam a última hipótese de nós podermos entrar claramente na luta pelo título. Com esta derrota, lamento dizer mas o campeonato já era e o jogo de 6ª feira não significa tentar voltar a reentrar na luta pelo título, mas sim apenas tentar reentrar na luta pelo acesso direto à Champions League. É triste mas é a realidade, com uma agravante, com uma derrota apenas podemos pensar em defender o 3º lugar e focarmos nas restantes competições.
Admito que já vi muita coisa na vida, se calhar tenho uma margem de compreensão com o meu clube superior à maioria dos adeptos, mas a forma como Maicon abandonou o relvado após mais uma paragem cerebral da sua exclusiva responsabilidade é uma coisa inacreditável, inenarrável e inclassificável! Com a agravante de ser o capitão de equipa! Basicamente Maicon abandonou a equipa, fugiu do relvado, foi-se esconder no banco de suplentes. Repito, é inacreditável!
Da mesma forma, estou farto de há um ano e meio repetir as mesmas coisas em relação a alguns jogadores do atual plantel do FC Porto. Para mim, leigo que sou em matéria de futebol, bastaram-me apenas alguns jogos para perceber que Ángel, independentemente do seu passado, tem sido recorrentemente um jogador a menos sempre que entra em campo. Não acerta um cruzamento, é péssimo a defender, é horrível a atacar. O erro de posicionamento de Angél no 1º golo do arouca é uma coisa inacreditável, inenarrável e inclassificável, tal como a atitude de Maicon. Pelos vistos, ninguém na estrutura do FC Porto, nem o treinador passado, nem este treinador vêem que este jogador não tem condições para jogar na equipa A do FC Porto (talvez nem na equipa b). Inacreditável manter-se um jogador destes no plantel e dar-lhe oportunidades. Jogasse o Victor Garcia da equipa B, mantendo o Layun na esquerda ou indo buscar o lateral-esquerdo dos infantis, TUDO seria melhor que utilizar Ángel num jogo tão importante. O preço a pagar foi este: um golo sofrido que com certeza servirá de chacota para os nossos adversários, porque a forma como o espanhol é “comido” naquele lance é uma vergonha sem classificação possível.
O golo mal anulado a Brahimi é também algo incompreensível. André André está 1 metro atrás do último defesa adversário e depois faz um passe para trás, logo nunca poderia ser fora-de-jogo. O fiscal-de-linha não pode ter visto uma coisa que simplesmente não existiu e é visível na imagem de tv que está a olhar para o lance e só pode ver que André está em jogo. Fosse isto na luz ou alvalade, o estádio vinha abaixo. No Dragão, os jogadores pouco ou nada protestaram e os adeptos pouco ou nada assobiaram. Mas pronto, faz mais sentido os assobiadores profissionais entoarem um brutal coro de assobios porque num jogo em que finalmente de atinge a liderança, o treinador não coloca um jogador da equipa B a poucos minutos do fim, jogador esse que posteriormente até já teve oportunidades, acrescentando ZERO à produção da equipa nessas vezes em que jogou.
Outra situação chocante, hoje em dia já TODA a gente perdeu o respeito pelo FC Porto, qualquer monte de m**** faz o que quer e bem entende no Dragão. E quando digo toda a gente, refiro-me também à forma acanhada e tímida como os adeptos presentes no Dragão comem e calam tudo que vêem à sua frente. O GR do Arouca foi assistido pelo menos 6 vezes, simulando lesões atrás de lesões da forma mais nojenta e ordinária possível, queimando minutos atrás de minutos. Depois do 2º golo do Arouca em meia-hora de jogo, apenas se jogaram uns míseros 6 ou 7 minutos de futebol corrido. Neste momento é este o cenário, qualquer monte de esterco (como é o arouca) se dá ao luxo de vir ao Dragão fazer o mais nojento anti-jogo que no fim é premiado com um bom resultado. Mais uma vez, tudo isto é inacreditável.
Por fim, a questão Peseiro. Quem me lê sabe que defendo e sempre defendi afincadamente que uma mudança de treinador a meio da época é mais do que um exercício de racionalidade desportiva, mas sim um exercício de fé que geralmente corre muito mal. Ainda assim, tomada a decisão há que apoiar o novo treinador e dar-lhe a maior tranquilidade possível para ele desenvolver bem o seu trabalho. A grande questão é que os problemas vão muito além do treinador, seja ele Lopetegui, Peseiro ou Pep Guardiola. Continuo a defender que apesar de todos os problemas do basco, foi criado um "circo" (com variadíssimos responsáveis) que tornou o ambiente praticamente irrespirável e que levou à inevitabilidade de um despedimento a meio da época. Considero que não foi feito tudo por toda a gente para que as coisas se endireitassem a tempo, e que depois no final da época se julgassem as pessoas devidamente e a seu tempo. Pois, a grande m**** no meio disto tudo é que estamos a 12 pontos da liderança (6 do 1º e do 2º), aquando da saída de JL estávamos em 2º lugar a 4 pontos do 1º lugar. Pois, em termos pontuais até estamos pior e a tendência é para piorar e muito até final da época…
É um momento obviamente difícil e de muito complexa resolução. Repito algo que me parece fundamental neste momento: estar 3 anos sem ganhar é algo normal para um benfiquista que passou um período recente (1994-2005) de 11 anos sem vencer um título de campeão nacional ou para um sportinguista que não ganha um título há 14 anos. Para um Portista obviamente não é normal, mas a grande questão para mim não é estar 3 anos sem ganhar nada, é perder em 3 ou 4 anos tudo que demorou uma eternidade a construir. Mais do que um título, uma taça ou uma campanha europeia, o que o FC Porto não pode perder até ao final da época é a honra, que não é tão pouco como isso. Não pode ter jogadores que envergam a braçadeira de capitão que pura e simplesmente fogem do campo quando as coisas correm mal, não pode ter jogadores com noções futebolísticas similares a um nível distrital, nem pode arrastar-se em campo sem rumo, nem destino. Há limites que não podem ser ultrapassados e estes nada têm a ver com um campeonato perdido ou uma campanha europeia menos boa.
É pois um momento em que o Presidente, a SAD, o treinador e todos os jogadores terão de unir-se em torno do objetivo que tem de ser comum, trabalhar todos em conjunto para que o final da época não seja penoso. Como Portista vou continuar a sofrer e apoiar porque não sei viver o FC Porto de outra forma, mas neste momento confesso-vos algo que jamais senti enquanto Portista: as minhas expetativas estão no zero, TEMO muito os próximos meses porque se auguram humilhações de dimensão enorme frente a rivais diretos. No meio de todas estas "boas notícias" surge ainda a "melhor" notícia de todas. Os próximos jogos são na luz e em Dortmund, uma "delícia" portanto. As próximas semanas vão ser engraçadas, vão... Neste momento, a minha única esperança é que os jogadores ainda tenham alguma vergonha na cara e não queiram ser humilhados e enxovalhados em pleno relvado. Mas ou há uma grande surpresa (infelizmente, surpresa positivas ultimamente nem vê-las!) nos próximos tempos ou o resto de época vai ser um pesadelo para todos nós que gostamos do clube.
PS - Admito, confesso e não tenho qualquer problema em dizê-lo, este grupo de rapazes e tudo o que o rodeia (sim porque os jogadores não são os únicos culpados disto) destruiu todas as minhas esperanças em algo de bom para o que resta da época. E como as minhas expetativas estão no zero, é muito triste dizê-lo, não peço sequer um pontinho na luz, peço tão só e apenas que os jogadores sejam dignos em campo e respeitem o clube e a sua história. O que neste momento já parece pedir muito. Tudo o que seja melhor que isso, será uma bela surpresa para mim.
PS2 - Como "cereja" no topo deste belo bolo, e como se não bastasse a m**** em que estamos enfiados, a arbitragem nos jogos do FC Porto continua num nível abaixo de zero. Coincidência ou não, e excetuando o lance do Marcano na Choupana que foi capa em tudo o que é pasquim nojento deste país, 95% dos lances mal ajuizados nos jogos do FC Porto são sempre no mesmo sentido, ou seja, contra o FC Porto. Devem ser com certeza apenas coincidências. E até final da época, aposto todas as minhas fichas em que se por "loucura", conseguirmos levantar um pouco a cabeça lá vem um senhor de preto dar uma machadada na equipa, como aconteceu domingo com o arouca. Na próxima 6ª feira, se algo correr diferente do que está escrito no "guião", não duvido do que irá acontecer: mais uma machadada para se certificarem que estamos bem "mortos"! Neste aspeto, os culpados de tudo isto parecem-me óbvios. Caminhamos para ser um clube simpático, caladinho, que não faz mal a uma mosca e de quem os PORCOS jornais da capital até terão alguma margem de compreensão. Que saudades que tenho de sermos odiados, de sermos atacados. Agora, nem isso. É triste.
Falar sobre a mais recente derrota do FC Porto é para mim um exercício de enorme dificuldade. Por respeito a quem me lê regularmente, por respeito a quem confia em mim para colaborar com este blog, por respeito também aos restantes colaboradores que contribuem para a existência deste espaço de opinião, não posso deixar de dar a minha opinião neste momento difícil. Confesso-vos com a maior das sinceridades, é muito difícil falar de coisas que jamais pensaria ver na minha vida mas que estão justamente a acontecer no clube que adoro. Seria mais fácil pedir um tempo de reflexão para mim próprio e afastar-me por uns tempos destas lides blogosféricas mas não, creio que é nestes momentos que se vêem os verdadeiros adeptos, aqueles que realmente se preocupam com o clube e aqueles que procuram refletir e discutir as coisas de forma séria e útil. Como sempre digo e vou continuar a dizer, é muito fácil ser adepto e dar a cara pelo FC Porto de glória de AVB, pelo FC Porto campeão europeu de Mourinho, pelo FC Porto pentacampeão de Fernando Santos, pelo FC Porto tetracampeão de Jesualdo e por tantos “outros FC Portos” vencedores ao longo desses últimos 34 anos (sim, 1982 foi a data em que tudo mudou!). Mais difícil é ser adepto do FC Porto dos últimos 2 anos e meio, período no qual praticamente tudo tem corrido mal. Eu sou SEMPRE adepto do FC Porto, seja na 3ª divisão, seja a erguer a Champions League. Durante muitos anos vi benfiquistas e sportinguistas muitas vezes argumentar que “já não ligam a futebol”, eu assumo perfeitamente: sofro estupidamente com um clube que adoro! Não só na vitória, mas sobretudo na derrota.
Depois de uma boa vitória no Estoril, da equipa até ter dado boas indicações nos últimos tempos, perder em casa com o arouca era de facto a ultima coisa que me passava pela cabeça. Este jogo e o da próxima 6ª feira constituiriam a última hipótese de nós podermos entrar claramente na luta pelo título. Com esta derrota, lamento dizer mas o campeonato já era e o jogo de 6ª feira não significa tentar voltar a reentrar na luta pelo título, mas sim apenas tentar reentrar na luta pelo acesso direto à Champions League. É triste mas é a realidade, com uma agravante, com uma derrota apenas podemos pensar em defender o 3º lugar e focarmos nas restantes competições.
Admito que já vi muita coisa na vida, se calhar tenho uma margem de compreensão com o meu clube superior à maioria dos adeptos, mas a forma como Maicon abandonou o relvado após mais uma paragem cerebral da sua exclusiva responsabilidade é uma coisa inacreditável, inenarrável e inclassificável! Com a agravante de ser o capitão de equipa! Basicamente Maicon abandonou a equipa, fugiu do relvado, foi-se esconder no banco de suplentes. Repito, é inacreditável!
Da mesma forma, estou farto de há um ano e meio repetir as mesmas coisas em relação a alguns jogadores do atual plantel do FC Porto. Para mim, leigo que sou em matéria de futebol, bastaram-me apenas alguns jogos para perceber que Ángel, independentemente do seu passado, tem sido recorrentemente um jogador a menos sempre que entra em campo. Não acerta um cruzamento, é péssimo a defender, é horrível a atacar. O erro de posicionamento de Angél no 1º golo do arouca é uma coisa inacreditável, inenarrável e inclassificável, tal como a atitude de Maicon. Pelos vistos, ninguém na estrutura do FC Porto, nem o treinador passado, nem este treinador vêem que este jogador não tem condições para jogar na equipa A do FC Porto (talvez nem na equipa b). Inacreditável manter-se um jogador destes no plantel e dar-lhe oportunidades. Jogasse o Victor Garcia da equipa B, mantendo o Layun na esquerda ou indo buscar o lateral-esquerdo dos infantis, TUDO seria melhor que utilizar Ángel num jogo tão importante. O preço a pagar foi este: um golo sofrido que com certeza servirá de chacota para os nossos adversários, porque a forma como o espanhol é “comido” naquele lance é uma vergonha sem classificação possível.
O golo mal anulado a Brahimi é também algo incompreensível. André André está 1 metro atrás do último defesa adversário e depois faz um passe para trás, logo nunca poderia ser fora-de-jogo. O fiscal-de-linha não pode ter visto uma coisa que simplesmente não existiu e é visível na imagem de tv que está a olhar para o lance e só pode ver que André está em jogo. Fosse isto na luz ou alvalade, o estádio vinha abaixo. No Dragão, os jogadores pouco ou nada protestaram e os adeptos pouco ou nada assobiaram. Mas pronto, faz mais sentido os assobiadores profissionais entoarem um brutal coro de assobios porque num jogo em que finalmente de atinge a liderança, o treinador não coloca um jogador da equipa B a poucos minutos do fim, jogador esse que posteriormente até já teve oportunidades, acrescentando ZERO à produção da equipa nessas vezes em que jogou.
Outra situação chocante, hoje em dia já TODA a gente perdeu o respeito pelo FC Porto, qualquer monte de m**** faz o que quer e bem entende no Dragão. E quando digo toda a gente, refiro-me também à forma acanhada e tímida como os adeptos presentes no Dragão comem e calam tudo que vêem à sua frente. O GR do Arouca foi assistido pelo menos 6 vezes, simulando lesões atrás de lesões da forma mais nojenta e ordinária possível, queimando minutos atrás de minutos. Depois do 2º golo do Arouca em meia-hora de jogo, apenas se jogaram uns míseros 6 ou 7 minutos de futebol corrido. Neste momento é este o cenário, qualquer monte de esterco (como é o arouca) se dá ao luxo de vir ao Dragão fazer o mais nojento anti-jogo que no fim é premiado com um bom resultado. Mais uma vez, tudo isto é inacreditável.
Por fim, a questão Peseiro. Quem me lê sabe que defendo e sempre defendi afincadamente que uma mudança de treinador a meio da época é mais do que um exercício de racionalidade desportiva, mas sim um exercício de fé que geralmente corre muito mal. Ainda assim, tomada a decisão há que apoiar o novo treinador e dar-lhe a maior tranquilidade possível para ele desenvolver bem o seu trabalho. A grande questão é que os problemas vão muito além do treinador, seja ele Lopetegui, Peseiro ou Pep Guardiola. Continuo a defender que apesar de todos os problemas do basco, foi criado um "circo" (com variadíssimos responsáveis) que tornou o ambiente praticamente irrespirável e que levou à inevitabilidade de um despedimento a meio da época. Considero que não foi feito tudo por toda a gente para que as coisas se endireitassem a tempo, e que depois no final da época se julgassem as pessoas devidamente e a seu tempo. Pois, a grande m**** no meio disto tudo é que estamos a 12 pontos da liderança (6 do 1º e do 2º), aquando da saída de JL estávamos em 2º lugar a 4 pontos do 1º lugar. Pois, em termos pontuais até estamos pior e a tendência é para piorar e muito até final da época…
É um momento obviamente difícil e de muito complexa resolução. Repito algo que me parece fundamental neste momento: estar 3 anos sem ganhar é algo normal para um benfiquista que passou um período recente (1994-2005) de 11 anos sem vencer um título de campeão nacional ou para um sportinguista que não ganha um título há 14 anos. Para um Portista obviamente não é normal, mas a grande questão para mim não é estar 3 anos sem ganhar nada, é perder em 3 ou 4 anos tudo que demorou uma eternidade a construir. Mais do que um título, uma taça ou uma campanha europeia, o que o FC Porto não pode perder até ao final da época é a honra, que não é tão pouco como isso. Não pode ter jogadores que envergam a braçadeira de capitão que pura e simplesmente fogem do campo quando as coisas correm mal, não pode ter jogadores com noções futebolísticas similares a um nível distrital, nem pode arrastar-se em campo sem rumo, nem destino. Há limites que não podem ser ultrapassados e estes nada têm a ver com um campeonato perdido ou uma campanha europeia menos boa.
É pois um momento em que o Presidente, a SAD, o treinador e todos os jogadores terão de unir-se em torno do objetivo que tem de ser comum, trabalhar todos em conjunto para que o final da época não seja penoso. Como Portista vou continuar a sofrer e apoiar porque não sei viver o FC Porto de outra forma, mas neste momento confesso-vos algo que jamais senti enquanto Portista: as minhas expetativas estão no zero, TEMO muito os próximos meses porque se auguram humilhações de dimensão enorme frente a rivais diretos. No meio de todas estas "boas notícias" surge ainda a "melhor" notícia de todas. Os próximos jogos são na luz e em Dortmund, uma "delícia" portanto. As próximas semanas vão ser engraçadas, vão... Neste momento, a minha única esperança é que os jogadores ainda tenham alguma vergonha na cara e não queiram ser humilhados e enxovalhados em pleno relvado. Mas ou há uma grande surpresa (infelizmente, surpresa positivas ultimamente nem vê-las!) nos próximos tempos ou o resto de época vai ser um pesadelo para todos nós que gostamos do clube.
PS - Admito, confesso e não tenho qualquer problema em dizê-lo, este grupo de rapazes e tudo o que o rodeia (sim porque os jogadores não são os únicos culpados disto) destruiu todas as minhas esperanças em algo de bom para o que resta da época. E como as minhas expetativas estão no zero, é muito triste dizê-lo, não peço sequer um pontinho na luz, peço tão só e apenas que os jogadores sejam dignos em campo e respeitem o clube e a sua história. O que neste momento já parece pedir muito. Tudo o que seja melhor que isso, será uma bela surpresa para mim.
PS2 - Como "cereja" no topo deste belo bolo, e como se não bastasse a m**** em que estamos enfiados, a arbitragem nos jogos do FC Porto continua num nível abaixo de zero. Coincidência ou não, e excetuando o lance do Marcano na Choupana que foi capa em tudo o que é pasquim nojento deste país, 95% dos lances mal ajuizados nos jogos do FC Porto são sempre no mesmo sentido, ou seja, contra o FC Porto. Devem ser com certeza apenas coincidências. E até final da época, aposto todas as minhas fichas em que se por "loucura", conseguirmos levantar um pouco a cabeça lá vem um senhor de preto dar uma machadada na equipa, como aconteceu domingo com o arouca. Na próxima 6ª feira, se algo correr diferente do que está escrito no "guião", não duvido do que irá acontecer: mais uma machadada para se certificarem que estamos bem "mortos"! Neste aspeto, os culpados de tudo isto parecem-me óbvios. Caminhamos para ser um clube simpático, caladinho, que não faz mal a uma mosca e de quem os PORCOS jornais da capital até terão alguma margem de compreensão. Que saudades que tenho de sermos odiados, de sermos atacados. Agora, nem isso. É triste.


























