# feliz aniversário EsTiLhAçO #
já que gostas tanto de TPC's... diz-nos lá qual a solução?
Cada vez que falo com alguém (e sobre este aspecto tenho falado com muitas pessoas) tenho chegado á conclusão que as coisas já não são como antigamente. É verdade que tudo muda e evolui, o mal é que algumas vezes é para melhor, mas outras nem por isso.
Sendo sincero não me lembro de um simples caso de amor à camisola, é verdade que sou relativamente novo, não estou a dizer que não os haja, mas se os há, eu pura e simplesmente não os encontro. Cada vez mais se vêem jogadores a trocarem os clubes que os lançaram, ou mesmo os clubes pelos quais torciam desde pequenos, devido a questões monetárias. Não estou a dizer que o dinheiro não seja importante, porque é, mas será que em Portugal se ganha assim tão mal (futebolísticamente falando)?
Hoje em dia só ouvimos falar que x jogador vai para aqui para ganhar mais, jogador y vai para acolá, e coisas do género. Penso que não só no futebol, mas na sociedade em geral, o amor e a lealdade são vencidas pelo dinheiro aos pontos (sei que ao dizer isto posso parecer um sonhador, mas não se preocupem que bem sei da importância do dinheiro nas vidas de todos, mas será que vale sempre a pena trocar aquilo que nos ama e acarinha a troco de mais algum na conta ao fim do mês?).
Depois há também a simples questão do agradecimento dos jogadores a quem sempre os apoia. A quem os põe no tecto (sendo que muitas vezes também são postos no subterrâneo). Tantas vezes que os adeptos estão lá a apoiar e basta-lhes uma simples vitória para ficarem pagos. E quando as vitórias não surgem? Será que a culpa é dos adeptos? Será que custa assim tanto no final do jogo ir agradecer pelo apoio dado?
Sei que perder custa, e que a azia de não ganhar nos transforma, mas pedir um pouco de gratidão por quem abdicou de muito para estar lá a vê-los é pedir demais? No passado domingo fui à Amadora, grande parte do topo estava ocupado por adeptos nortenhos (não que queira fazer descriminição entre adeptos nortenhos ou sulistas, mas garante-vos que ir de Fafe à Amadora em camioneta não é assim muito agradável). Mas chegado o fim do jogo, grande parte dos jogadores nem à bancada foram saudar os adeptos que de tão longe tinham ido (para ver aquela triste figura), nem para eles próprios receberem palavras animadoras (ou por vezes não, há todo o tipo de adeptos), de quem se sujeita a muito por amor ao Clube. Pelo menos a mim estranhou-me, e foi algo que nunca sequer me passou muito pela cabeça.
Hoje não tenho mais que vos dizer, só de realçar o facto que sou adepto do Porto, e não do jogador a, b ou c... só lhes peço que lutem e que façam o seu melhor enquanto jogarem por nós.
O FC Porto tem sucesso na Europa.
Mas para o conseguir abriu os horizontes, formou talentos e vendeu-os bem. É uma boa forma de trabalhar.Erwin Staudt (presidente do Estugarda) no maisfutebol
No extremo ocidental da Europa e parafraseando o grande Camões, onde a terra dá lugar ao mar, nas movimentadas margem do Rio Douro, Jorge Pinto da Costa conseguiu construir uma potência do futebol europeu, o FC do Porto.
Andebol: FC Porto escorrega mas ainda vai a tempo de alcançar o líder
1º ABC (25 pts, 10 jgs), 2º FC Porto (22 pts, 9 jgs), 3º Benfica (21 pts, 9 jgs)
Nesta jornada o ABC empatou nos Açores mas o FC Porto não fez melhor e perdeu na Luz por 30-26 num desafio em que a equipa não se encontrou voltando a falhar defensivamente enquanto no ataque houve perdidas inaceitáveis para jogadores de grande nível como os que o FCPorto dispõe. A vencer por 12-9 a 8 minutos do final da 1ª parte a equipa bloqueou e ao intervalo já perdia por 15-13. Na 2ª metade ainda chegaram aos 16-16 mas a defesa não se encontrava e o adversário chegou a estar a vencer por 26-20. Com este resultado o FCPorto precisa agora de ganhar amanhã ao Águas Santas (21h em S.Tirso) para alcançar o ABC na liderança da tabela no final da 1º volta (ABC folga na próxima ronda). Neste encontro Ricardo Moreira (8) e Eduardo Filipe (7) foram os melhores marcadores da equipa. O ABC depois desta jornada já está apurado para as meias finais da Taça da Liga enquanto o FCPorto tem todas as condições de conseguir o apuramento para os quartos de final, objectivo que Belenenses, Madeira ou Benfica (estes 2 últimos defrontam-se amanhã) tentarão também alcançar por via do 3º lugar. Quem ficar abaixo do 3º lugar tem que jogar os oitavos de final da Taça da Liga, situação a que está desde já obrigado o Sporting que ontem perdeu 24-21 no Restelo. No próximo sábado (16h em Santo Tirso) o FC Porto joga a 1ª mão dos 8ºs de final da Taça das Taças recebendo os Franceses do Paris Handball. No dia 25 de Novembro joga-se a segunda mão (16h de França no Pavilhão Pierre de Coubertin), jogo em que espero ter a análise do nosso colega «Portomaravilha».
Hóquei: FC Porto triunfa na casa do 2º classificado e aumenta avanço
1º FC Porto (20 pts, 8 jgs), 2º Benfica (17 pts, 9 jgs), 3º Oliveirense (16 pts, 8 jgs)Depois do 6-6 diante do Benfica, já destacado no post de quinta feira (aqui), os Dragões deslocaram-se a Oliveira de Azeméis e venceram por 5-2 em jogo a que assisti via TV. No entanto esta partida não começou bem para os Portistas que se viram a perder por 2-0 logo no início do desafio. Um penalty convertido por Ventura devolveu o ânimo aos Dragões que logo no início da 2ª metade passaram para a frente com dois excelentes golos de Pedro Moreira e André Azevedo. A Oliveirense reagiu mas o FCPorto foi sempre dono do jogo e André Azevedo voltou a marcar após jogada inteligente de Reinaldo Ventura. O «nosso» Jorge Silva fechou o marcador com um golo oportuno e confirmando assim uma vitória importante para o FCPorto na casa do 2º classificado que assim ficou a 4 pontos dos Dragões. Em 2º está agora o Benfica a 3 pontos dos Portistas mas este avanço deverá ser de 6 pontos quando o FCPorto fizer o jogo em atraso. Neste jogo Emanuel Garcia foi expulso e deverá apanhar pelo menos um jogo de castigo tal como Filipe Santos por acumulação de azuis. O próximo jogo do Porto no campeonato deve ser adiado para dia 21 (Porto-Alenquer) já que no sábado há a deslocação a Itália (Prato) para a Liga Europeia, desafio que se iniciará às 18h de Itália (RAI Sport) e que o FC Porto terá que ganhar.
Treinador da Semana: Alberto Babo
Jogador da Semana: André Azevedo
Para técnico da semana, escolho Alberto Babo pela 4ª vitória no campeonato de basquetebol num percurso ainda imaculado mesmo com limitações evidentes no plantel, principalmente nas posições 1 e 2 ... e para jogador da semana, a escolha recai em André Azevedo (na foto) pela excelente exibição diante do Benfica (2 golos) a que se seguiu mais um jogo bem conseguido do nosso hoquista diante da Oliveirense (mais 2 golos) sendo este um jogador ainda em fase de adaptação mas que se está a revelar uma evidente mais valia neste plantel do hexacampeão. A propósito, bastou uma equipa vir empatar a Fânzeres para alguma imprensa logo vir dizer que o nosso domínio iria acabar. Três dias depois o hexacampeão aumentou o seu avanço pontual... Quem diria... Acho que hoje fico por aqui, esta azia que não passa...
E pronto, até para a semana.
Saudações azuis e brancas,
Lucho.
Jesualdo Ferreira sintetizou o empate portista na Reboleira (2-2) da seguinte forma: "Há duas faces: o Porto até à marcação do segundo golo - a equipa jogou bem, controlou o jogo, com um futebol atractivo e simultaneamente muito seguro - e uma equipa que depois do 2-0 saiu do jogo. É inadmissível que tenhamos feito isso hoje."
"É uma lição que vamos aprender. Debaixo de pressão esta equipa é uma, com menos pressão é outra. Empatámos por nosso demérito porque saímos deste jogo e não podemos fazê-lo nunca. Estes minutos finais são inaceitáveis para uma equipa como o FC Porto", finalizou Jesualdo à reportagem da Sport TV.
Obs: Le Tallec é um jovem formado no Havre. Jogou na Seleção de Esperanças de França... foi para o Liverpool! E, desde aí, nunca mais foi quem foi!
Vejamos: Henri Linard (HL), Jean Marc Truffault (JM)
Quais são, para ti, as qualidades de Postiga?
HL: Postiga tem uma boa técnica de base aliada a uma certa malícia (nos limites do espertalhão, o que acabou por se voltar contra ele aquando da sua passagem pelo “Sainté”). É um jogador hábil nos pequenos perímetros que adivinha bem as jogadas, mas...
JM: É um jogador com muita técnica. Penso que é muito elegante na sua maneira de jogar.
Quais são, para ti, os defeitos de Postiga?
HL: Mas “voilà” não é um atleta. Ora o futebol é um desporto de contacto em que se não tens um mínimo de qualidades atléticas (velocidade de execução nos gestos técnicos, resistência para aguentar 90 mn, força para ganhar os duelos, extensão para o jogo aéreo, etc.) é melhor ires jogar à “pétanque”.
JM: Penso que tem tendência em mergulhar em demasia. Confunde a piscina com o relvado. Como professor de matemática, posso aceitar que uma bola no poste é falta de sorte. Mas não duas ou três. Matematicamente, já não é falta de sorte, mas sim falta de concentração.
Porque é que não conseguiu no Sainté?
HL:Não conseguiu no Sainté (nem no Tottenham, aliás) porque é um jogador médio que está demasiadamente cotado. Para mim, é o Le Tallec do futebol Português. Uma coisa é ser brilhante nos júniores outra é de confirmar isso no Top. Terás compreendido que, na altura, só tinha um receio, vê-lo ficar no Sainté. No tempo bendito em que era treinador, tinha um certo número de critérios de avaliação para os jogadores em função do lugar ocupado ou a ocupar (muito importante de nunca encerrar, bloquear, inibir um jogador jovem num lugar determinado). Fiquei muito feliz de ver, há 3 ou 4 anos, num canal um documentário no qual tiveram a excelente ideia de perguntar a Wenger, Ferguson, Lippi e Capello só para falar dos mais conhecidos (na altura) o que procuravam num avançado centro. E todos tinham a mesma resposta: a velocidade, a velocidade, sempre a velocidade. A velocidade de análise e de apreciação em certas situações, a velocidade de execução dos gestos técnicos (amortecer, dominar, rotação, passe, remate, corrida, etc ) aliada a uma boa pujança atlética para ir ao contacto das defesas adversas e ganhar os duelos (relva e ar). Repara nos grandes avançados actuais (Etoo, Drogba, Henry, Cristiano Ronaldo, Torrés, ...): eles fazem a diferença graças a este casamento entre a velocidade-técnica-força. A altura também não é um obstáculo se és um atleta com velocidade e uma boa técnica (Pelé, G.Muller, Puskas, Papin, Carlos Tevez...).
JM: Penso que há que ter em conta a mudança do treinador. A falta de estabilidade no Sainté. Por outro lado, estava em concorrência com o Piquionne (que foi vendido ao Mónaco).
Pensas que Postiga poderia ocupar outro lugar ?
HL: Como já te disse, Postiga tem uma boa base técnica e sabe advinhar as jogadas. Penso que poderia ser um centro campista útil. As capacidades físicas não são as mesmas. Mas para um jogador já habituado a um esquema, mudar de lugar pede muita abnegação e humildade. Mas não é impossível. Repara no exemplo de Janvion. Quando chega a Sainté, começa como extremo ou ala na direita. Mas teve a força de se adaptar ao lugar de defesa direito. Foi internacional nesta posição e ficou na história do futebol Francês como um dos melhores defesas direitos de sempre.
JM: Sim, poderia jogar em "neuf et demi" (nove e meio). Vocês Portugueses como não são bons em matemática eu explico (rssss!): um centro campista "neuf et demi" é um centro campista adiantado. Estou a brincar, é claro. Mas o que é o certo. Se o Porto joga contra o Lyon na Liga Europeia, todos nós seremos pelo Porto.
competição: Liga Campeões 2007/08, grupo A, 4ª jd
data: 06.11.2007
local: Estádio do Dragão, Porto
assistência: 42.217 espectadores
fc porto: Helton; Bosingwa, Bruno Alves, Stepanov, Fucile; Raul Meireles (Bolatti, 68m), Paulo Assunção, Marek Cech (Postiga, 58m); Tarik (Mariano Gonzalez, 87m), Quaresma e Lisandro Lopez
golos: Tarik (27m), Niang (47m), Lisandro (78m)
Efectivamente, foi um daqueles jogos em que se notou quem tem ritmo europeu e quem não o tem… pelos motivos óbvios, o FC Porto tem-no e com isso conseguiu chegar a uma vitória muito difícil e complicada por 2-1, quando na verdade, as perspectivas lá dentro do rectângulo verde não eram as mais agradáveis e simpáticas para quem assistia «in-loco« ou pela TV.
Com este resultado, ficamos muito, muito perto de conseguir o apuramento para os 1/8 final da Liga dos Campeões, e com uma excelente perspectiva de até o conseguir com a obtenção do 1º lugar do grupo, o que à partida, e com a presença do todo-poderoso (economicamente) Liverpool no grupo, concerteza nem o melhor dos optimistas o imaginaria.
O FC Porto entrou em campo com Marek Cech no onze inicial, em detrimento de Lucho que estava impedido fisicamente de nele participar, não tendo sequer sido convocado. Mesmo agora, e depois de uma péssima exibição no jogo, não diria que seria a minha opção, mas seria concerteza a opção natural do Prof. Jesualdo Ferreira, até por consequência de anteriores testes neste esquema.
Para quem imaginava (eu imaginava!) uma entrada em grande no jogo por parte do FC Porto, quer por jogar perante os seus adeptos, quer porque com uma vitória passaria a ser automaticamente o 1º classificado do grupo ao fim da 4ª jornada, enganou-se redondamente e o que se viu, foi um muito melhor jogo e circulação de bola por parte dos marselheses, principalmente a meio-campo, onde dominavam e mandavam a seu belo prazer... impensável antes do jogo se iniciar.O FC Porto com o passar do tempo, e mesmo jogando um (já habitual) jogo mastigado e sonolento, foi aos poucos conseguindo soltar-se das amarras onde se via envolvido pelo meio-campo adversário. Eis quando aos 27 minutos de jogo, o marroquino Tarik (como eu senti por ele este momento, carago!) recebe a bola no meio-campo, passa um primeiro adversário e quando se vê defronte de outros 2 defesas, os únicos até à baliza, arrisca a sua jogada favorita e deixa literalmente pregados ao relvado os dois adversários, passando pelo meio deles, indo encontrar um desamparado guarda-redes que mais não pode fazer do que ser ultrapassado também ele pelo marroquino e obter um golo de sonho, um golo de uma vida, um golo para a história… f-a-n-t-á-s-t-i-c-o!!! Estávamos a ganhar 1-0.
Até ao final do jogo, fomos assistindo a um ligeiro crescimento do FC Porto, não permitindo já nesta altura as mesmas veleidades aos marselheses, mas onde mesmo assim, o futebol praticado continuava a ser pobre e muito pouco apelativo... até que chegou o intervalo.
Para os segundos 45 minutos, novamente esperava-se um controle do domínio do jogo por parte do FC Porto, procurando jogar então com outra classe e categoria que não tinha conseguido na 1ª parte, quando, eis senão, dá-se o golo do empate logo no 2º minuto da 2ª parte, aos 47 minutos, aparecendo Niang (mais uma vez; já no jogo em Marselha tinha acontecido o mesmo) a antecipar-se a Stepanov, cabeceando a bola para o fundo das redes à guarda de Hélton que pouco ou nada podia fazer… estava feito o empate a 1-1.Nesta altura, começou a pairar no ar o fantasma de novo empate caseiro, até porque apesar das mexidas operadas entretanto pelo Prof. Jesualdo Ferreira, com as entradas de Hélder Postiga e Bolatti para os lugares de Marek Cech e Raul Meireles respectivamente, mesmo com nítidas melhorias no jogo praticado, o futebol continuava a ser pouco, muito pouco prático e com as já habituais, insistentes e irritantes tentativas de Quaresma em fazer tudo sozinho, o que em 95% dos casos e no actual momento de forma deste que anda na fronteira entre o fraco e pobre, estão vetadas ao insucesso, quando o mais fácil, seria efectivamente jogar simples… e para a equipa!
Quando se aproximava o final do jogo e o FC Porto já por esta altura a dominar completamente o ritmo e a condução do jogo, Quaresma (sempre o mesmo, é verdade!), em mais uma das suas tentativas de finta e refinta e volta a fintar, estávamos nos 78 minutos, consegue cruzar (finalmente!) a bola com conta, peso e medida para a cabeça de Lisandro que no interior da área adversária, faz o 2-1 para o FC Porto e leva as bancadas ao rubro e à loucura total.
Até ao apito final do árbitro alemão, continuamos a ver o FC Porto a ‘controlar’ o jogo, não voltando a permitir aos marselheses quaisquer oportunidade para sequer se aproximar da baliza defendida por Hélton.
O final do jogo chegou com a vitória por 2-1, permitindo a ascensão do FC Porto ao 1º lugar do grupo com 8 pontos obtidos em 4 jogos, ultrapassando os franceses do Marselha que se mantiveram com os 7 pontos que traziam da anterior jornada. No outro jogo do grupo, assistiu-se ao renascimento e relançamento do Liverpool para as contas finais do grupo, recebendo e vencendo os turcos do Besiktas por 8-0, fazendo desta forma 4 pontos. Os turcos, mantiveram-se com os mesmos 3 pontos.
azul + : Tarik e Lisandro (man’s of the match), Paulo Assunção, Raul Meireles, Bolatti e Mariano González (sobretudo, pela garra que trouxe ao meio campo num momento delicado do jogo, nunca virando a cara à luta e sempre disputando as bolas… assim, sim! assim, gosto!)
azul - : 1ª parte, Quaresma (que não pode ser jogador de um único momento!), Bosingwa e Fucile muito nervosos ao longo do jogo e Marek Cech parecendo completamente perdido em campo.
arbitragem: Wolfgang Stark (Alemanha), muitas dúvidas no lance do derrube a Quaresma na grande área adversária ainda na 1ª parte em que nitidamente parece rasteirado pelo adversário (para mim, grande penalidade por marcar) e para alguma complacência com os marselheses no que toca a critérios disciplinares… para depois em cima do final do jogo, amarelar Hélton e Fucile, os únicos em toda a partida. Enfim, critérios que ninguém entende.